Muitas
pessoas já me perguntaram por que eu nunca voto. Eis os motivos:
1)
Votar é o sacramento da religião civil.
Politicamente, eu sou ateu.
2)
Não votar é uma atitude que incomoda e aborrece o regime. Tal abstinência — assim como a não observância
de várias outras normas políticas — enfraquece os políticos. E se eles fizessem uma eleição e nenhum
eleitor comparecesse?
3)
É um pé no saco.
4)
Seu voto não conta — a menos que a eleição seja decidida por um voto. Há muito mais chances de você ser morto a
caminho das urnas do que de isso acontecer.
5)
Os candidatos estão sedentos para comandar nossas vidas. Entre eles, não existe um mal menor.
6)
A política não é nossa salvação. Com
efeito, todo o sistema é corrupto, do mais alto escalão federal até o
legislativo municipal.
Apesar de concordar com o Lew, acho um pouco contraditório ele falar isso e ao mesmo tempo dizer em PoA que o Ron Paul é uma prova que dá pra fazer política sem se corromper (por favor me corrijam se minha memória está me traindo).
Não acredito que os libertários nos EUA saem de suas casas para votar no Ron Paul com estas premissas na cabeça, principalmente a última. Sei que vão dizer que o RP não disputa a eleição para ganhar, e sim para divulgar a mensagem libertária, o que não descredencia o “sacramento”. A mesma coisa vale para os daqui quando apostam no Ricardo Salles e querem abrir um partido político…
Abracos
Infelizmente aqui no Brasil, deferentemente do que nos EUA, não temos escolha: somos obrigados a votar, nem que seja para votar em branco ou em nulo.
“…a gente vive numa democracia, você a liberdade de escolha, você pode escolher em quem votar, você só não pode escolher não votar: você é obrigado a votar. Todo mundo sabe que é uma merda votar, senão não obrigavam você. E o Brasil é tão incompetente, que não consegue nem punir quem descumpre essa lei de votar, sabe qual é a punição para quem descumpre essa lei de votar? Uma multa de R$ 3,51. É dinheiro de pinga! — Ah, então é por isso que o governo quer… — Na boa, nem deviam cobrar isso porque a punição mesmo não é o dinheiro, é você ir no Banco de Brasil pegar aquela fila. Deveriam falar que não tem que pagar nada, só ir no Banco do Brasil e pegar fila, quando chegasse a sua vez a caixa falava: ‘Aprendeu?'”.
– Danilo Gentili em ‘Politicamente Incorreto’.
Então aqui no Brasil, já que temos que pegar fila no Cartório Eleitoral pra justificar a falta e depois pegar mais fila no banco para fazer o pagamento da multa, melhor pegar uma fila logo pra votar em branco, enquanto não aparece nenhum político que prometa acabar com o voto obrigatório.
Ridículo, apesar da maturidade e competência nos artigos sobre economia, Lew parece uma criança birrenta ao ignorar a política. Qual caminho ele propõe para melhorar ? Educação ? Esta também só surtirá efeito se influenciar no voto. Uma revolução ?
Não há a opção “não quero brincar de política”, ignorar o ar não nos torna independentes de sua existência.
Faça-me o favor senhor Rockwell … cresça !!!
Lew, como sempre, perfeito!
É por isso também que não voto a mais de dez anos.
Este outro artigo explica mais elaboradamente alguns dos pontos apresentados: Why I Do Not Vote
Tendo Ron Paul como opção, não votar é quase um crime!
Mas pensando bem, só um Ron Paul não vai levar liberdade alguma aos EUA. Lá, bem como em qualquer lugar do mundo, a mudança deve se dar através de uma revolução – não no sentido conservador/marxista da palavra -, ou só o que haverá é uma sobrevida do estado, levada pelo alivio social causado pelas medidas liberalizantes. Se quiser uma inspiração é só olhar para as origens dos EUA: separatismo.
Concordo com Luciano, não votar ou tentar “esquecer” da política é um ato imaturo, como nessa eleição por exemplo ouve uma candidata que apesar de não ter uma base firme para dirigir o paíz, seria uma alternativa de mudança politica muito forte, o que eu quis me referir foi que apesar de toda essa groselha de politicos, a diferença está se estabelecendo, se estudarmos um pouco da politica veremos que alternativas aparecerão com o decorrer do tempo.
Há poucos anos seria inconcebível uma guerra em que um estado nacional não se embatesse com outro. Os conflitos bélicos atuais mostram que isso é falso. Hoje nos parece inconcebível um posicionamento político que não reconheça o sistema eleitoral, mas evidentemente isso também é falso. Se nos curvarmos a sedução da democracia, então a causa já está perdida. Entretanto, seria estupidez não tentar usar o sistema estatista contra ele mesmo. Não sob a ilusão de que este seja o melhor caminho, mas com a clareza de que se trata de uma arma entre outras, e de nenhum modo a melhor. Meditemos. Ainda que eu reconheça a perniciosidade do estatismo em si mesmo, se houvesse um candidato ao menos liberal a concorrer nas eleições por óbvio que eu votaria nele. Idealmente poderá parecer uma contradição, mas pragmaticamente é perfeitamente conciliável.\r
Dizer que participar do sistema eleitoral implica reconhecer sua legitimidade é um argumento capicioso, pois nesse sentido, todos nós, mesmo votando em branco,somos obrigados a participar do sistema. Em última instância, mesmo nos Estados Unidos, a possibilidade de abster-se está prevista na legislação eleitora; logo, é possível afirmar que abster-se é uma possibilidade política do sistema que parte do reconhecimento de sua legitimidade. Mas tal modo de pensar é falacioso. Creio que pouco ganhamos ao ler o artigo do Lew nesse sentido. Prefiro lê-lo como como argumentação, aliás muito bem sintetizada, das razões para abster-se do voto, em tese, no contexto eleitoral americano. O que em nada contraria uma incidental posição política pelo voto num contexto específico, como por exemplo frente a existência de um candidato que possa dar voz aos liberais frente ao resto do país.
Amigos LIBERAIS!\r
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Uma coisa é chegar a um nível de Anarcocapitalismo ou Minarquismo como a maioria que aqui participa gostaria.\r
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Outra coisa é onde estamos naquele gráfico que “mede” se somos socialista,liberais, etc.\r
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A Venezuela paga até hoje este preço por não ter ido as urnas…\r
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No meu entendimento abster o direito de votar é o maior tiro no pé das pessoas amantes da liberdade.\r
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É engraçado que somente quando tinha 17 anos que não tinha o mínimo de discernimento sobre política votei no melhor isso lá em 1989. quando votei no Afif para presidente, depois sempre tive que votar no menos pior.\r
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Infelizmente hoje temos que ir acompanhado de um engov no dia da eleição. \r
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Talvez daqui a uns 100 ou 200 anos em algum país poderemos viver sem um estado, acho que a Suíça está mais próximo disso embora tenha gente querendo acabar com ela.\r
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O problema é que não votando, apenas os nossos pés estará sendo sacrificado, mas de todos inclusive as pernas estarão condenadas, haja cadeiras de rodas e muletas \r
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Amigos,\r
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Apesar de apreciar bastante o blog do Lew Rockwell e de ter lido com muito proveito o “Speaking of Liberty”, permito-me discordar quanto a sua postura política. Senão vejamos:\r
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1) “A democracia é o pior dos regimes políticos, com a exceção de todos os outros” (Winston Churchill)\r
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2) Candidatos serão eleitos, protestemos ou não, gostemos ou não. E eles nunca são iguais: sempre é possível identificar o mal menor … Mussolini seria um mal menor em relação a Hitler. Dilma seria um mal menor em relação a Stálin.\r
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3) Se não há alternativa superior à democracia e faz-se mister sufragar ao menos os males menores, que indivíduos na sociedade estão mais aptos a fazê-lo? Os 50% do conjunto de eleitores com educação primária ou inferior e renda de até dois salários mínimos ou inferior? Ou indivíduos como nós, “avis raras” na “Repúbrica dos Cumpanhêros”, que trabalhamos duro, estudamos muito, pagamos impostos e sustentamos a “Ilha Fiscal” petralha?\r
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4) Se pessoas como nós, com princípios, cultura, discernimento, formação e informação muito acima das sofríveis médias nacionais, nos furtarmos a contribuir com a melhoria da política, estaremos eternamente condenados a ser governados por Tiriricas, Lulas, Dirceus, entre outros biltres, néscios e pascácios.\r
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A omissão dos melhores representa uma “Rebelião de Atlas”, como mostrou a grande Ayn Rand. Mais vale agirmos como John Galt e buscarmos fazer com que a nossa voz seja ouvida cada vez mais, em alto e bom som, com a clareza e luminosidade das nossas idéias e dos nossos valores. É hora de ocuparmos nosso espaço, e não de cedê-lo à escória moral e intectual que hoje governa o país.
2) Não votar é uma atitude que incomoda e aborrece o regime. Tal abstinência – assim como a não observância de várias outras normas políticas – enfraquece os políticos. E se eles fizessem uma eleição e nenhum eleitor comparecesse?
O político em questão também é um eleitor, sendo assim ele vota nele e se elege ^^
O amigo está querendo dizer é que se nós nos recursarmos a votar os militares voltarão ao\r
poder.E as coisas voltarão a ser como era antes da democracia. Aí vai alguns exemplos.\r
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======REGIME MILITAR ======================================ATUAL DEMOCRACIA============\r
Etudantes eram feridos ou mortos na ruas…………..O povo é ferido e morto dentro de casa.\r
O povo eram humilhados e tinham que ficar calado…Continua humilhado mas pode reclamar.\r
O regime escolhia o presidente……………………….Impõe-se 2 vc escolhe “cosme ou damião.\r
Havia censura de expressão sobre a imprensa……….Agora é a censura financeira.\r
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O leão que o diga\r
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Eu jamais deixarei de votar! Apesar disso eu ganho meio salario mínimo, e não votando tenho pagar a exorbitante taxa de R3,50 de multa.\r
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Até mais! Te vejo na fila da votaçao.\r
Não votar é a unica arma que o eleitor tem, mas é a mais poderosa. Mas o eleitor nao sabe que ela é poderosa e continua a aturar a corrupção e a impunidade. No dia que o povo descobrir isto havera uma grande revolução e as mudanças finalmente irão acontecer. NÂO VOTE, é sua melhor opção.
Tenho 46 anos e votei apenas uma vez, aos 18 anos.
Por que não voto? Em primeiro lugar,Por ser obrigatório. Segundo, não coloquei a pessoa como candidata, e sim nos conchavos dos partidos que aparecem candidatos que nunca vi . Terceiro só voto quando não tiver verba de gabinete e que o salário de um politico seja a de um trabalhador, como um gerente de uma grande empresa (O cargo é para quem tem aptidão pela coisa e que queira servir a população e um país para uma mudança). Quarto, acabando a imunidade parlamentar, pois é covardia as leis que eles mesmos fazem para acobertar bandidos que roubam saqueiam os cofres públicos e deixam milhares morrendo na fila de hospitais, morrendo de fome, etc…
Querem o quê? que eu vote? Estão de brincadeira.
Meu Voto é para colocar esse bando na cadeia. Meu voto são para mudar leis. Meu voto é para educar esse povo que vaz o que outro manda, tem o outro como ídolo, heroi, espelho, sei lá mais … Esquece que é ele e sua familia que precisa de suas energias para ser alguém.
Estes bundão que falam “Quem não vota não é cidadão” CIDADÃO? No dicionário quer dizer “habitante de um Estado livre, com direitos civis e políticos”
Estado livre? E por que me obrigam a votar?
Abraço
Esse ano eu voto pela segunda vez na minha vida e gostaria de saber a opinião de vocês: é melhor votar nulo/branco ou não votar?
Na última eleição votei nulo – que equivale ao voto em branco -, pois acreditava que o impacto que este causa é maior de quem não vota. Enquanto o voto nulo é visto como insatisfação, as abstenções são facilmente justificadas pela mídia e a classe política com desculpas esfarrapadas – como a dificuldade de transporte no interior, motivos de viagem e o desconhecimento do voto em trânsito. Outro lado positivo, e ao mesmo tempo negativo, do voto em branco é que ele favorece o fim das eleições a prefeito, governador e presidente no primeiro turno, já que eles não são computados para o cálculo da maioria nas eleições destes cargos. É positivo, porque acaba logo com a palhaçada e diminui o dinheiro desperdiçado; e negativo, porque diminui o tempo de debate e favorece a eleição de candidatos menos preparados.
A minha vontade é não perder tempo indo votar, mas como quem não vota além de perder tempo na fila, tem que pagar multa, então não sei o que é “menos pior”…
“Há muito mais chances de você ser morto a caminho das urnas do que de isso acontecer.”
kkkk..ainda mais no Brasil….kkkk… na real soh voto pq a minha sessao(colegio) eh do lado da minha casa…..e ainda acho q ha alguem q vale a pena…..mas politicos liberais no brasil(se eh q isso existe) devem ser de contar nos dedos….
“A política não é nossa salvação”
Realmente não é. Mas pode ser nossa ruína.
Votar é escolher o menos pior
A idéia do voto é uma nova forma de CONTRÔLE social.
Do jeito que é o voto na celebrada “democracia” política, este é apenas um meio de os donos do mundo medirem a “temperatura social”.
Sem eleições, onde os donos do Poder estabelecem regras que lhes garantam o Poder, o unico meio de mudar a situação política seria através do confronto da sociedade com o Estado. Aliás seria útil estabelecer educacionalmente esta simetria entre os recebedores de impostos e os pagadores de impostos. Coisa que a estrutura estatal tudo faz para obscurecer. É uma idéia do “dois em um” onde a propaganda estatal subliminarmente e nem tanto induz á creça de que o estado é o representante da sociedade quando em verdade é seu explorador.
Quando a qualidade da consciência melhorou, quando os críticos do sistema monarquico conseguiram fazer ecoar suas vozes e demonstrar a exploração que o Estado monarquico impunha à sociedade, através exclusivamente do Poder de causar danos aos indivíduos, tornou-se visível que tal situação não se manteria. A tendencia seria da população rebelar-se contra a estrutura de Poder em benefício de uma estrutura de trabalho trocado livremente sem a tutela extorsiva de parasitas que vivem do Poder e não do trabalho.
Assim, a idéia de a população “eleger representantes” foi uma ESTRATÉGIA de guerra, a arte da guerra. Com a idéia da representação eleitoreira DELIBERADAMENTE INCENTIVANDO UMA EFETIVA LUTA DE GRUPOS E CLASSES ATRAVÉS DO ESTADO.
Ou seja a idéia de “representantes” defendendo INTERESSES de seus eleitores foi uma PUNHALADA COM VENENO na idéia de JUSTIÇA. Ou seja, a idéia da democracia simplesmente aboliu a idéia do justo na atividade dos governos. A DEMOCRACIA É AMORAL, para os “representados” vale a defesa de seus interesses e não a defesa da justiça. Desta forma configura-se a velha questão sobre se a JUSTIÇA É APENAS A VONTADE DO MAIS FORTE.
Sim, afinal o Estado com suas polícias, sobretudo politizadas, suas tropas armadas e sua estrutura tática é uma força IRRESISTÍVEL. A idéia do desarmamento da população não deixa de ser indicativo do temor estatal de uma população armada, mesmo que levemente, com poder baseado na quantidade de “guerrilheiros” independentes.
Assim, a idéia da eoleição apodreceu o carater da população que passa a aceitar que aquilo que o Estado decide é o legitimo. Fazendo uma confusão entre o legal e o legitimo. Assim, se as leis sob uma perspectiva ética devessem ser legitimas, ATRAVÉS da idéia CLARÍSSIMA da LUTA ENTRE REPRESENTADOS passou o legitimo só assim o ser se antes aprovado PELO ARBÍTRIO LEGAL.
Desta forma, quando muito o bom senso modera a idéia de democracia, embora tal bom senso seja apenas conveniente ao Poder estabelecido que limita o arbítrio democratico para turvar esta compreensão e impedir que se estenda para além das conveniencias e acabe por enfraquecer o Poder estatal através da absoluta deterioração moral e ética.
É ridiculo que quem esta no Poder faça as regras para limitar a possibilidade de haver uma real concorrência pelos cargos do Poder.
No brasil, por exemplo, na época da dita dura a proibição a propaganda ofensiva a categorias economicas ou aos governantes estabelecidos era chamada de censura , de ditadura.
…Atualmente partidos, autoridades (cuisp!), candidatos, politicos e etc., se valem de queixas ao aparato judiciario e sobretudo eleitoiral para proibir propagandas alheias e aplicar restrições aos concorrentes …MAS ATUALMENTE CHAMAM ISSO DE DEMOCRACIA!!!! …Antes era coisa de ditadura.
…E A POPULAÇÃO ACEITA BOVINAMENTE APENAS PORQUE NÃO OUVE VOZES EM CONTRÁRIO e antes ouvia.
Da mesma forma aceita-se a discriminação entre grupos com perseguições e acusações como se livre direito de expressão MAS APENAS PARA ALGUNS CASOS.
Imagine-se que se proibisse o ataque e incentivo violencia contra os ricos, os empresários, os patrõers, os comerciantes!!!!! …Chamriam isso de ditadura da classe dominante que os estari impedindo de incentivar o ódio contra esses grupos nomeados. …mas concordam com a proibição a MERAS CRÍTICAS contra gays.
Enfim, eleição é uma empulhação. SObretudo porque membros do estado votam em bnome de seus próprios interesses contra a sociedade produtiva e esta, DIVIDIDA e POSTA EM DISPUTAS INTERNAS deixam de combater as classes estatais e, pior ainda, volta-se para o PODER ESTATAl NA ANSIA DESTE FAVORECER O SEU GRUPO DE INTERESSE. …a IDÉIA DE JUSTIÇA, DE MÉRITO E DE LIBERDADE FORAM OBSCURECIDAS PELA IDÉIA DO PODER QUE IMPÕE A PRAXIS REALIZADORA. fICANDO AS QUESTÕES FILOSOFICAS ÉTICAS OU MORAIS COMO MERA EXCENTRICIDADE DE perdedores.
P E R F E I T O ! ! ! !
“
1) Votar é o sacramento da religião civil. Politicamente, eu sou ateu.
2) Não votar é uma atitude que incomoda e aborrece o regime. Tal abstinência — assim como a não observância de várias outras normas políticas — enfraquece os políticos.
5) Os candidatos estão sedentos para comandar nossas vidas. Entre eles, não existe um mal menor.
6) A política não é nossa salvação. Com efeito, todo o sistema é corrupto, do mais alto escalão federal até o legislativo municipal.
“
Há anos que não voto em ninguém porque tenho nojo de políticos e da politicalha que eles fazem. São mentirosos, corruptos, atrevidos e só fazem leis para o povo cumprir, eles mesmos não cumprem nada, muito pelo contrário, fazem questão de descumprir as leis; só dão maus exemplos.
Na minha opinião, hoje em dia, a justiça, polícia, ministérios, agências controladoras, etc., são meros cabides de emprego, grandes inutilidades para resolver os problemas do povo e muito úteis para alimentar a corrupção, o bolso, a ganância e a sede de poder desses larápios loucos para ocuparem qualquer carguinho a fim de se locupletarem.
Arre! fico tão indignada com tanta palhaçada, que até me embaralham as idéias, dá-me um nó na garganta e não consigo por em palavras todo o asco que tenho dessa gentalha horrorosa.
Estão fazendo leis para o povo cumprir, colocando-o em um funil, dificultando-lhe a vida de todos os modos. Por exemplo: os motoristas não podem fazer nada que levam multa, os equipamentos para multar estão sempre bem aferidos, mas os semáforos são de açúcar, basta uma garoa para as porcarias embandeirarem; onde está a preocupação com a segurança dos condutores e seus familiares? Quando os governantes não cumprem suas obrigações com o cidadão pagador de impostos/multas/taxas e outros bichos, quem tem o poder de multá-los?
Os motoristas são os demônios da vez, na ótica dos governantes, mas as ruas estão esburacadas; as calçadas então,
“vixe”; se eu atropelar um pedestre que está andando no meio da rua porque não consegue caminhar pela calçada, eu é que sou decapitada, não o dono que não conserta sua calçada ou a prefeitura que não fiscaliza nada. E por aí vai…..
Achei este site porque estava indignada com a obrigatoriedade da biometria.
OS bancos estão exigindo minhas impressões digitais. O governo através da obrigatoriedade do voto está exigindo minhas impressões digitais. Quando fui renovar a carteira de motorista (outra restrição arbitrária criada pelo governo) tive que cadastrar minhas impressões digitais.
Agora a modinha é biometria e chip. Pensei em não ir votar nunca mais… fechar minhas contas de banco e se sobrar algum dinheiro investir em ações, comprar ouro ou então colocar numa conta no exterior. Mas as minhas impressões já estão na porcaria do computador do departamento de trânsito.
No final… quem não fizer o cadastro biométrico não vai conseguir nem comprar comida. O que fazer? Comprar uma chácara é criar galinha, vaca e plantar uma horta? Ter um poço artesiano e celulas fotovoltaicas para ter agua e gerar energia? Porque vejam que todas as sanções são relativas a documentos (não pode tirar passaporte, não pode tirar identidade)… ou relativas a dinheiro ou benesses que o estado provê (educação, dinheirinho de autarquia, concurso e outras mazelas do gênero). O governo controla o dinheiro e as licenças… se você não faz o que o governo manda, não obtém mais licenças (aqueles papeizinhos que declaram que o governo “deixa” você viver a sua vida já que foi pedir a bênça ao padrinho – como por exemplo dirigir o carro que você comprou com o dinheiro do seu trabalho, nas ruas que você pagou para serem construídas na cidade que você ajudou a construir). Para o caso das licenças não serem suficientes para impedir você, cidadão, de viver a sua vida sem a bençao do Estado, o governo cria o controle do dinheiro. Ele sabe quanto você tem, no que gasta, onde gasta, onde poupa, tudo. Ele te dá credito, ou tira… ele confisca o quanto quer na hora que quer, ele “libera verbas” para setores específicos, como por exemplo construção civil que distorce completamente os preços dos imóveis gerando uma crise habitacional seguida de uma crise econômica… daí pra disfarçar, o governo aumenta o salario mínimo e faz propagandas de minha casa, minha vida… e põe a culpa do desastre que criou em “investidores” ou “capitalistas” ou qualquer outro grupo aleatório para desviar o olhar da população de quem criou todo o problema, ou seja, o próprio governo.
Eleições não valem nada. Votar ou não votar não faz a menor diferença. Não votar seria genial num sistema de voto facultativo… mas neste sistema de voto obrigatório é somente uma coerção a mais… ela se perde em meio a todas as outras. Se eu não comparecer nas eleições eu vou ter que justificar, pagar multinha, regularizar a situação… ou seja… falta na escola e tem que ficar pedindo desculpa pra professora e fazendo lição de casa atrasada.
Isso não me adianta nada. No final, o voto obrigatório é uma falacia eleitoral. O que precisa é mostrar essa vergonha para quem interessa. Explico: o ideal é que o povo brasileiro, mesmo participando dessa palhaçada, fosse votar com camisetas escritas “I vote because my government forces me to.” ou “Forced to vote.” ou outras frases em inglês e tudo quanto é lingua para que rodem fotos na internet e fique extremamente desvantajoso para o Brasil continuar a ter o voto obrigatório frente à comunidade internacional.
O governo daqui só faz o que lhe ditam os interesses internacionais… então é ali que tem que atingir. Do mesmo jeito que o Gandhi fez com a India. Faz, mas mostra que não é cooperação e sim coerção.
O Brasil está afundado numa ditadura do pior tipo: uma ditadura velada, disfarçada de democracia. O Brasileiro só tem as liberdades que o governo deixa ele ter. E são poucas e estão diminuindo cada vez mais.
Deixa pegarem as impressões digitais, deixa forçarem a fazer tudo o que for… mas vamos mostrar pra todo mundo que não estamos concordando e que estamos sabendo o que estão fazendo.
Que estão governando as pessoas à força, controlando desde nossas contas bancárias até nossos atos cotidianos. Que estão nos tratando como animais, cadastrando-nos em sistemas pelas nossas características físicas e não como deveria ser feito, por códigos e assinaturas, pela utilização das faculdades mentais, pela utilização da linguagem, respeitando-nos como seres humanos.
susana essa aparente trabalheira pra regularizar a situação eleitoral de quem não gosta de fazer papel de palhaço, ficando horas numa fila de votação, é bem menos complicada do que parece. primeiro vc tem que precisar comprovar que está quites com a justiça eleitoral. passei anos sem nunca precisar disso. nem participo de concorrência pública, nem viajo ao exterior, nem faço empréstimos em bancos oficiais, etc. uma vez, uma única vez, familiares queriam me levar numa viagem e aí eu tive que tirar o tal passaporte. como não voto há anos, e ultimamente decidi não justificar nada, precisei ir até a tal justiça eleitoral pegar uma certidão. fui no dia que quis, na hora q quis, estacionei sem problemas, fui atendido rapidamente (tive a nítida impressão que a turma de lá só trabalha pesado às vésperas das eleições), e finalmente tive que pagar a tal multa. foram só r$ 3,00 e saí de quitação na mão. no final nem viajei nem nada, mas tudo bem. foi um teste maravilhoso pra ver se valeu a pena não ir fazer papel de imbecil a cada dois anos, entrando numa fila enorme pra escolher meu ladrão preferido. sabe, se a complicação fosse ainda maior, eu enfrentaria. não gosto de fazer nada obrigado pelo estado criminoso. jamais, repito, jamais entrarei novamente numa fila de ovelhinhas com medo de sofrer as punições desses canalhas. essa história de ser obrigado a votar não é verdade. ninguém vai me obrigar a participar dessa palhaçada. a menos que que seja na marra, fazendo uso da violência. dizer que a lei obriga alguém a votar? lei? mas que lei? a lei que quer me obrigar a votar é uma excrescência. pessoas que não conheço, que fazem parte das quadrilhas de abutres q se revezam no poder, pessoas que acham que são superiores a mim (apesar dos nossos intestinos terem o mesmo conteúdo), escrevem algo num papel e chamam de lei, dizendo q agora, por causa deste ridículo papel, eu serei obrigado a fazer o q eles quiserem. faço não, colega. não tem lei no mundo q me obrigue a fazer o q eu não quero, se eu puder evitar. e estou disposto a assumir as consequências das minhas decisões. vou lhe dizer uma coisa: o dia q eu decidi deixar de ser BÉ, ou seja, o dia que eu decidi sair do rebanho e ignorar completamente esse ridículo ritual q tem por objetivo colocar bandidos em cargos públicos, permitindo que eles possam me roubar “legalmente”, foi um dos dias mais felizes da minha vida. faça o mesmo e vc verá como é gostosa a sensação de liberdade. pra encerrar deixo um pensamento que talvez possa ajudá-la a refletir sobre uma das mais ridículas obrigações já impostas aos cidadãos, e que diz assim: "EM RELAÇÃO À IDÉIA DO IMPÉRIO DA LEI, O PÚBLICO AMERICANO ESTÁ NUM ESTADO DE PROFUNDA NEGAÇÃO. APESAR DE ESTAREM RODEADOS DE EVIDÊNCIAS DE QUE A LEI É INERENTEMENTE POLÍTICA, A MAIOR PARTE DAS PESSOAS NO ENTANTO É CAPAZ DE CONVENCER A SI MESMAS DE QUE ELA É UMA INCORPORAÇÃO DE REGRAS OBJETIVAS DE JUSTIÇA ÀS QUAIS TÊM OBRIGAÇÃO DE OBEDECER. COMO EM TODOS OS CASOS DE NEGAÇÃO, AS PESSOAS PARTICIPAM DESSA FICÇÃO POR CAUSA DO CONFORTO PSICOLÓGICO QUE PODE SER GANHO AO SE RECUSAR A VER A VERDADE". (JOHN HASNAS)
Muito instrutivo informar aos brasileiros que não votar pode não ser tão prejudicial assim. A maioria tem medo. Fomos muito bem domesticados. Servis. Bestiais. Ha muito venho amadurecendo a ideia de não mais compactuar com essa bandalheira e somente agora no alto dos meus quarenta anos farei isso com muita consciência e não só rebeldia.
Quero ir além de simplesmente não comparecer ao circo no dia da votação. Quero iniciar um movimento de “boca de urna “aqui em minha cidade para tentar despertar os zumbis desse sono profundo da inconsciência e da obediência cega. Penso em utilizar cartazes com frases do tipo: “se nos obrigam a votar alguma coisa tem. Não pode ser para o nosso bem”. Sei lá! Talvez um texto menor fosse melhor. Mas, o importante seria ultrapassar os limites da web e alhar nos olhos das pessoas. Enfrentar, agir…
Que não irei votar já está decidido, agora espero ter ânimo para entrar no meio da boiada e pelo menos parar alguns bois para refletir sobre o assunto. Para que saiam do automático.
Concordo com o ponto de vista do autor. O voto devia ser um DIREITO, não uma OBRIGAÇÃO. Aliás, é assim que funciona nas democracias de verdade.
Parabéns pelo artigo.