O novo socialismo
Em todo o mundo, os marxistas estão se juntando ao movimento
ambientalista. Algo que não é nada
surpreendente, diga-se de passagem: o ambientalismo também é uma utopia
coerciva — uma tão impossível de ser atingida quanto o socialismo e tão
destrutiva quanto, em seu processo de implementação.
Um século atrás, o socialismo havia vencido.
Embora Marx já estivesse morto e Lênin ainda fosse apenas um
escrevinhador frustrado, a doutrina de ambos era a vitoriosa simplesmente
porque ela controlava algo mais importante do que governos: ela detinha o
monopólio das virtudes morais.
O socialismo representava, diziam eles, a fraternidade dos homens na forma
econômica. Essa era a maneira mais
aveludado de levar as pessoas para o gulag.
Atualmente estamos enfrentando uma ideologia tão impiedosa, cruel e
messiânica quanto o marxismo. E assim
como o socialismo de cem anos atrás, a atual ideologia também é detentora de
todas as virtudes morais. Não se trata
de uma fraternidade dos homens, já que vivemos em tempos pós-cristianismo;
trata-se da fraternidade dos bichos e das árvores. Como o socialismo, o ambientalismo combina
uma religião ateísta com um estatismo virulento. Existe, porém, uma diferença básica entre
ambos: o marxismo ao menos fingia ter alguma preocupação com seres humanos; já
o ambientalismo é saudoso do ímpio, desabitado e tedioso Jardim do Éden.
Se essas pessoas fossem apenas cultistas excêntricos, do tipo que compram acres
e acres de matas inóspitas para lá viverem como primitivos, não estaríamos
ameaçados. O problema é que eles querem
utilizar o estado, e até mesmo um estado mundial, para atingir seus objetivos e
nos obrigar a viver exatamente o estilo de vida que cultuam.
Como Marx e Lênin, eles são herdeiros de Jean Jacques Rousseau. Os cantos de glória proferidos por Rousseau ao
estatismo, ao igualitarismo e à democracia totalitária moldaram a esquerda por
mais de 200 anos. Tendo sido um idólatra
da natureza e exaltador do primitivo, ele foi também o pai do ambientalismo.
Durante o Reino
do Terror, os rousseaunianos constituíram aquilo que Isabel Paterson chamou de
“humanitários com guilhotinas”. Hoje
estamos lidando com coisa pior: arvoritários com pistolas.
A religião antiga
Os
antigos pagãos viam deuses na natureza selvagem, nos animais e no estado. O ambientalismo moderno compartilha dessa
crença, e acrescenta — cortesia daquela influência que mistura elementos
hindus, californianos e da Nova Era — um ódio à humanidade e às religiões
ocidentais que colocam o homem como o centro da criação.
O
ambientalismo também possui raízes no deísmo — o ateísmo prático do Iluminismo
–, o qual negava a Encarnação e pregava venerações à natureza.
A
ordem natural é superior à humanidade, escreveu o ecologista John Muir há mais
de um século, pois a Natureza “nunca perde sua grandeza e nunca se deprava”, e o
homem é sempre e em todo lugar uma “influência maligna e destruidora”. Portanto, concluiu o odiento Muir, jacarés e
outros predadores deveriam ser “abençoados hoje e sempre com suas bocas cheias
de homens gritando aterrorizados enquanto são saboreados como uma iguaria
fina”.
O
cristianismo, acrescenta o ecologista Lynn
White, Jr., “carrega o imenso fardo da
culpa” de violar a natureza. O
cristianismo trouxe todos os malefícios ao mundo ao dar a luz ao capitalismo e
à Revolução Industrial.
Já
que devemos pensar na natureza como sendo Deus, diz William McKibben, autor do
best-seller End of
Nature, todos os “fenômenos feitos pelo homem” são diabólicos. Devemos manter a terra como “a Natureza
concebeu”. Para punir a profanação do
homem, o ecologista Edward Abbey, em seu influente livro The
Monkey-Wrench Gang (A Gangue da Chave-Inglesa),
exortou que atos terroristas anti-humanos fossem empreendidos em larga
escala. E o grupo de maior crescimento
no combate pela libertação da terra da opressão humana, o EarthFirst!, utiliza uma chave-inglesa como símbolo.
Fundada por David Foreman, antigo lobista-chefe da Wilderness Society, o EarthFirst! é um movimento ecoterrorista
que pratica a “ecodefesa” e a “ecotagem” (mistura de ‘ecologia’ com ‘sabotagem’),
cujos atos vão desde a colocação estratégica de ferrões em árvores (que mutilam
os madeireiros), passando pelo vandalismo dos maquinários utilizados para
construir estradas até a destruição de pistas de pouso rurais. Um de seus objetivos proclamados é reduzir a
população mundial em módicos 90% — e o grupo já chegou a aclamar a AIDS como
sendo de valioso auxílio para seus objetivos.
Em 1990, Foreman ficou preso durante alguns
meses após ter tentado explodir torres de transmissão de alta tensão
(utilizando, tenho certeza, explosivos ambientalmente saudáveis). Porém, seu exemplo é poderoso, mesmo entre os
supostos não-radicais. Um dos principais
ambientalistas da década de 1990, David Brower — fundador de várias organizações ambientais, como o Sierra Club e o Friends of the Earth (ambas ativas até hoje) — defendia que
ruralistas fossem baleados com armas de tranquilizante. “O sofrimento humano é muito menos importante
do que o sofrimento do planeta”.
Embora a dizimação da humanidade seja um
processo longo e demorado, qualquer ato nessa direção ajuda — e muito. É possível fazer algo benéfico para a terra
como seu último ato de vida. Como
observou o Washington Times, uma edição do jornal do EarthFirst!
conclamava todos os doentes terminais a fazerem algo de bom para o
planeta. “Você está terminalmente
doente? Alguma doença debilitante?”, perguntava o jornal. “Então não morra se lamuriando; morra
detonando! Pratique uma missão eco-kamikaze”.
As possibilidades para os doentes terminais
são ilimitadas. Represas estão
implorando para ser esfrangalhadas, assim como também as indústrias poluidoras,
as matrizes das grandes corporações petrolíferas, as lojas e armazéns de
casacos de pele, as fábricas de papel…Para aqueles com impulsos suicidas, essa
pode ser a solução para seus sonhos… Não pule de uma ponte, exploda uma
ponte. Quem disse que dessa vida nada se
leva?
A
natureza sem ilusões
Ron James, um líder verde inglês,
disse que o nível adequado de desenvolvimento econômico é aquele que ocorreu
“entre a queda do Império Romano e a ascensão de Carlos Magno”.
“A única maneira de vivermos em
harmonia com a Natureza é vivendo em um nível de subsistência”, como fazem os
animais.
Durante a maior parte da história, a atitude normal dos humanos em
relação à natureza foi bem expressa pelos
peregrinos, que temiam a “horrenda, desoladora e imensa vastidão da natureza,
repleta de bestas e homens selvagens”.
Apenas uma sociedade livre, que conseguiu domar a natureza ao longo de
várias gerações, nos permite ter uma visão diferente da dos peregrinos.
“Para nós que vivemos sob um céu
temperado e na era de Henry Ford”, escreveu Aldous Huxley, “a adoração da
Natureza vem de maneira absolutamente natural”.
Porém, a natureza é “um inimigo contra quem sempre se está em guerra, um
inimigo invencível, indomado, indomável, inconquistável e incessantemente
ativo” — “há que se respeitá-lo, talvez; deve-se ter um temor salutar em
relação a ele; e deve-se sempre dar continuidade à luta interminável”.
Acrescentou Albert J. Nock: “Vejo a
natureza apenas como um inimigo: um inimigo altamente respeitável, mas um
inimigo”.
Poucos de nós poderíamos sobreviver
na vasta imensidão selvagem e desconhecida de uma floresta por muito tempo. A natureza não é amigável ao homem. Nunca foi.
Por isso ela deve ser domada.
No início da década de 1990, visitei
uma área de exploração e corte de madeira na região norte de Califórnia. Não encontrei ambientalistas por lá. Como comprovam os estudos do próprio Sierra
Club, ambientalistas são tipos de classe alta, gente chique que mora em regiões
como Manhattan e Malibu, rodeadas de todos os confortos que apenas o
capitalismo pode dar. Ambientalistas não
moram no meio de árvores e madeiras.
Quem mora, não tem nenhuma ilusão quanto à bondade da deusa Gaia.
Madeireiros bem sabem que a própria
existência da humanidade depende da subjugação da natureza, a qual deve ser constantemente
domesticada e adaptada aos nossos conformes.
Se algum dia pararmos de fazer isso, as selvas irão reivindicar e
retomar nossas cidades.
Esses madeireiros, que formavam um
conjunto de 30.000 famílias trabalhadoras, foram dizimados pelas
regulamentações governamentais implantadas naquela época, regulamentações essas
que proibiam a exploração e o corte de madeiras em milhões de acres apenas para
que 1.500 corujas-pintadas
não fossem perturbadas, para que elas pudessem continuar vivendo o mesmo estilo
de vida com o qual haviam se acostumado.
E se você acha que acabar com a vida
de 30.000 famílias em troca da tranquilidade de 1.500 corujas (uma razão de 20
famílias humanas por coruja) é algo um tanto excessivo, isso apenas mostra o
quão inculto e não ambientalmente esclarecido você é.
(Nota: se as corujas-pintadas de
fato estivessem “em perigo” e os ambientalistas realmente quisessem salvá-las,
então eles poderiam simplesmente comprar algumas terras para criar seus
próprios santuários. Porém, utilizar
dinheiro próprio é algo que, de alguma forma, nunca teve apelo entre essa
gente.)
Os nazistas foram pioneiros
Sempre soubemos que, em termos econômicos, os
nazistas eram esquerdistas
(Nazi vem de Nationalsozialismus ou Partido Nacional-Socialista
dos Trabalhadores Alemães), mas hoje — graças aos estudos de Robert N.
Proctor, que os compilou em seu livro Racial
Hygiene: Medicine Under the Nazis (Higiene
Racial: a Medicina dos Nazistas) — sabemos que eles eram fanáticos por
saúde, maníacos por exercícios físicos, ecologistas radicais, entusiastas de
comidas orgânicas e defensores ferrenhos dos direitos dos animais, além de
nutrirem profundo menosprezo por álcool e tabaco.
Como os ambientalistas de hoje, que colocam qualquer percevejo ou erva
daninha acima dos seres humanos, os nazistas eram ardorosos
conservacionistas. Eles implantaram uma
série de leis com o objetivo de proteger “a natureza e seus animais”,
especialmente as plantas e os animais “ameaçados”.
Os nazistas proibiram pesquisas médicas com animais, e o simpático Hermann Göring
ameaçou “deportar para um campo de concentração” qualquer um que se atrevesse a
desobedecer à lei. Ele encarcerou um
pescador por seis meses apenas porque este cortou a cabeça de um sapo — que
seria utilizado como isca — quando o batráquio ainda estava vivo. A revista alemã de humor Simplissimus publicou um desenho no qual um pelotão de
sapos fazia a saudação nazista para Göring.
Como crentes da “medicina
orgânica”, os nazistas conclamaram o povo alemão a comer apenas frutas e
vegetais crus, uma vez que a conservação, esterilização e pasteurização dos
alimentos significavam sua “alienação da natureza”.
Eles odiavam até mesmo o pão
branco. “Em 1935, o Führer da Saúde, Gerhard
Wagner, empreendeu uma luta contra a recente mudança de hábito, que havia
abandonado o pão integral natural em prol do pão branco altamente refinado”,
diz Proctor. Denunciando o pão branco
como sendo um “produto químico”, Wagner relacionou a “questão do pão” a uma
“ampla necessidade de retornarmos a uma dieta com menos carne e gordura, mais
frutas e vegetais, e mais pão integral”.
Em 1935, Wagner criou o Comitê do
Pão Integral do Reich, cujo objetivo era pressionar as padarias a não mais
produzirem pão branco; e Goebbels criou cartazes propagandísticos relacionando
o arianismo ao pão integral. Em 1935,
apenas 1% das padarias alemãs vendia alimentos naturais. Já em 1943, esse percentual era de 23%.
Os nazistas também eram rigorosamente anti-pesticidas, sendo que o médico
pessoal de Hitler, Theodore Morell, declarou que o DDT (DicloroDifenilTricloroetano)
era “inútil e perigoso”. Ele proibiu sua
comercialização.
Os nazistas financiaram várias pesquisas sobre os perigos ambientais da
radiação de fundo (radiação fraca existente em todo planeta terra), do chumbo,
do asbesto e do mercúrio. Fizeram
campanha contra os corantes alimentares e os conservantes, e exigiram mais uso
de “farmacêuticos orgânicos, cosméticos orgânicos, fertilizantes orgânicos e
alimentos orgânicos”. Os jornais do
governo apontavam a carne vermelha e os conservantes químicos como os culpados
pelo câncer.
Bebidas alcoólicas eram diligentemente desestimuladas, e havia severas
penalidades para quem fosse pego dirigindo embriagado. A polícia, pela primeira vez, ganhou poderes
para fazer testes sanguíneos obrigatórios para conferir o nível de álcool no
sangue das pessoas.
Hitler, um vegetariano fanático e entusiasta dos alimentos naturais, era
também um abstêmio. Heinrich Himmler compartilhava
do ódio de Hitler por álcool, e ordenou que a SS promovesse a produção de sucos
de frutas e água mineral como substitutos.
Entretanto, o principal ódio de Hitler era dirigido ao cigarro, e ele não
tolerava que absolutamente ninguém fumasse em sua presença. Quando o estado da Saxônia criou o Instituto
para a Luta contra o Tabaco na Universidade de Jena em 1942, ele doou 100.000
RM (Reichsmark) de seu próprio dinheiro.
Ele também proibiu o fumo nos trens e ônibus das cidades.
Os nazistas acreditavam apenas em parto natural, obstetrícia e amamentação,
e as mulheres que amamentassem seus filhos, ao invés de utilizarem “fórmulas
artificiais”, recebiam subsídios do estado.
Já em meados da década de 1930, os nazistas haviam proibido partos
assistidos por médicos. Apenas parteiras
podiam realizar o serviço.
Os nazistas também promoviam a fitoterapia, e as fazendas
da SS em Dachau foram rotuladas como “o maior instituto de pesquisa de plantas
medicinais da Europa”.
Não é de se estranhar que nossos eco-esquerdistas possuam aquele brilho
faiscante em seus olhos. De agora em
diante, vou checar se eles usam braçadeiras também.
Continuação aqui
A questão ambientalista assume complexidade dado o costume espartano, também. A idéia de que não somos parte do todo, mas separado dele, faz com que uns busquem no Altíssimo a salvação; e outros, que tudo se possa e até deva ser apropriado, seja ao uso que for.
Com todo respeito, é apenas ignorância introjetada. Em primeiro lugar, nada se consegue a ferro e fogo, na doma pura e simples. Isso era coisa de cowboy. Não há necessidade de esmerilhar nenhum animal, tampouco a natureza para deles extrair o necessário. A natureza só é madrasta quando mal-tratada, e vários animais selvagens domesticados provam a assertiva, tanto quanto o aproveitamento paisagístico de vários rincões. Cada canto tem lá sua vocação, e entortá-lo à mercê de exclusividade é apenas manifestação de poder, quando não temos poder sequer pelo próprio sono.
Dificil imaginar que algum nazista preservando a natureza, conquanto visasse exterminar judeus,comunistas, democratas, e devastasse cidades, campos e tudo o mais.
Desta vez lavro minha discordância. A vida é apenas usufruto; por isso a preocupação generalizada com o meio-ambiente, que inclui não apenas desmatamentos, que deveriam ser imediatamente reconstituídos, como a Floresta Negra, por exemplo, como também a preservação das águas, onde o Tâmisa do século XIX se constituiu na maior aberração, bem como a estupidez da caça à baleia, dos elefantes, das focas, e os constantes derramamentos de petróleo nos oceanos. Isso é provocado exclusivamente pela faina de uns, em detrimento de todos. Não há como jogar em rol político tamanha obviedade.
Para complementar: mister é educação, e não legislação ambiental. Tipo: s e você fizer xixi na piscina você e sua família é que arcarão com as consequências. Legislação é chaga greco-romana.
Prezado CR,
Pela suas ideias, parece até que é o senhor quem está segurando a bandeira na figura acima. Ok, perdoe-me a brincadeira, mas é que suas ideias realmente foram bizarras.
Reconstruir Floresta Negra? Que tipo de insanidade foi essa? Se está preocupado com as foquinhas, o senhor poderia criá-las em casa.
Isso é coisa daqueles anti-humanos que sonham com um mundo sem ninguém
Por fim, quais são as consequências que uma família sofre ao fazer xixi na piscina? Fiquei em dúvida sobre se o senhor está falando das consequências saudáveis da urinoterapia ou se o senhor acha que urina é algo tóxico e não apenas o produto filtrado da corrente sanguínea?
Acompanho sempre o site e sempre achei suas intervenções no mínimo originais. Mas esse realmente destoou.
Saudações,
Luis Almeida
E se você acha que acabar com a vida de 30.000 famílias em troca da tranquilidade de 1.500 corujas (uma razão de 20 famílias humanas por coruja) é algo um tanto excessivo, isso apenas mostra o quão inculto e não ambientalmente esclarecido você é.
Um tempo atrás o grupo armado “Polícia Federal” (a Gestapo brasileira) prendeu seres-humanos pois eles tinham colocados borboletas em saltos de sapato de plástico transparente!!!
Colocar insetos (assim como mato e todo tipo de bicho)acima de seres humanos é algo ainda mais nefasto que o nazismo. Alias, é a mesma coisa. Lew Rockwell acaba de nos fornecer evidências suficientes para justificar a qualificar ambientalistas e verdes políticamente corretos de nazistas.
Artigo fantástico!
Só é lamentável ver gente defendendo este tipo de socialismo nos comentários.
Hehehehehehe… Esse CR é uma figura!\r
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Creio que nem ele sabe direito o que escreve. É muitas vezes tão bizarro e desconexo… :)\r
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Lew Rockwell foi estupendo nesse artigo, que está mesmo fantástico.\r
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O ‘Socialismo Verde’ suplantou o ‘Socialismo Vermelho’. É a velha história de dominar as pessoas através de supostas boas intenções (fraternidade, igualdade, preservação, limpeza, etc.). Daqui a pouco inventarão o ‘Socialismo Azul’ (como? Não sei, mas essa gente podre é bem criativa). \r
\r
Tudo para criar uma Sociedade Perfeita através da violência.\r
\r
Liberty is always freedom from the government!\r
\r
Huuuuuuuuuuuuuuuuuuugs!!!!!!!!!! \r
\r
Agradeço tanta atenção. Surpreendeu-me. Nunca supus que pelo viés contrário fosse capaz de atrair tantos incautos. Mas o que houve? Alguém inatacável por aqui? Pois não ataco pessoas. Trato do tema, apenas, independentemente de quem o produz. E sustento não só com argumentos, como com base epistemológica. Estou aqui para colaborar, apenas, uma vez que conheço a escola austríaca precisamente desde 1982, ou seja há quase 30 anos! Utilizo todos seus autores em minhas jipóteses, todas de caráter heurístico, naturalmente. Mas não se falseia nenhuma hipótese com desmerecimentos pessoais. Se não servirem minhas ponderações, ou posições, penso que tampouco atrapalhará os planos de ninguém. Ademais, não estou a procura de lugar ao Sol, porque bem queimadinho. Boto minha cara, ou melhor, meu trabalho gratuitamente, sem nada esperar em troca, sequer reconhecimento, mas n~]ao me venha subir em cima, que não sou carro alegórico. Não é o mesmo, pelo que vejo, com os distintos que se põem concorrentes. Eu crivei EDUCAÇÃO , não legislação, de modo que não estpou do lado da burocracia arrogante, não; mas muito menos aceito arrogância de aprendiz de feiticeiro.Agradeço o reconhecimento da originalidade. De fato, não sou estereotipado.
A sugestão de criar foquinhas em casa só demonstra que provavelmente elas mereçam, mas não os educadinhos. Floresta não se constrói, evidentemente, mas pode ser plantada, obviamente, aliás bem mais fácil do que construir até uma frase, por mais besta que seja. Antihumano é ótimo, mas n~]ao orihinal – melhor anticristo.
Como não brinco em seviço, apresento algumas credenciais de minha TriPulação. Aguardo penitências. Se por acaso não lograrem vislumbrar os liames, porque isso não se ensina na academia, essa coisa tão genial inventada por Platão, bem, de fato terei certeza que talvez se incluam naqueles que necessitam de doma.
A marca da filosofia platônica é um dualismo radical. O mundo platônico não é um mundo de unidade, e o abismo que, de diversas formas, resulta dessa bifurcação, surge em inúmeras formas.
KELSEN, H., 2001:81
A tendência geral de todos os homens é um perpétuo e irriquieto desejo de poder e mais poder que cessa apenas com a morte… Numa situação de conflito as pessoas sábias e sutis estão em desvantagem em relação aos que usam a força, já que estes agem e atacam imediatamente, sem perder tempo com planos.
HOBBES, T., The Leviathan, ou Matéria, Forma e Poder de um Estado Eclesiástico e Civil, Um irriquieto desejo de poder em todos os homens
Aí não será comigo, mas com algum peão boiadeiro.
O mundo é uma rede complexa de inter-relações na qual as categorias de
sujeito e objeto se fundem, embotando as distinções dualistas tradicionais.
FOWLER, D. R., Einstein´s Cosmic Religion 1979; cit. JAMMER, M.: 103
Se todas as partes do universo são solidárias numa certa medida, um fenômeno qualquer não será o efeito de uma causa única, mas a resultante de causas infinitamente numerosas; ele é, como se diz com freqüência, a conseqüência do estado do universo um momento antes.
POINCARÉ, H., : 36
Nossa penetração no mundo dos átomos, antes vedado aos olhos do homem, é de fato comparável às grandes viagens de descobrimento dos circunavegadores… Essa descoberta, com efeito, gerou uma novíssima base para que se compreenda a estabilidade intrínseca das estruturas atômicas, a qual, em última instância, condiciona as regularidades de todas experiências corriqueiras.
BOHR, N., Física atômica e conhecimento humano: 30
A ordem implicada tem sua base no holomovimento, que é vasto, rico, e em um estado de fluxo infindável de envolvimento e desdobramento, cuja maioria das leis é vagamente conhecida, e que pode ser até incogniscível em sua totalidade. Logo, ela não pode ser apreendida como algo sólido, tangível, e estável aos nossos sentidos (ou aos nossos instrumentos).
O princípio da complementariedade vem explicado no original por NIELS BOHR em Atomic Physics and Human Knowledge; Nova York, 1963 (Física atômica e conhecimento humano). DAVID BOHM o interpreta em Wholeness and Implicate Order, London, 1980. (Totalidade e ordem implicada.) A primeira apresentação pública da teoria foi em Como, IT., 1927.A revista Humanidades, nº 9 (1984), pp. 49-71, da Universidade de Brasília, publica uma abordagem de GERALD HOLTON, intitulada As Raízes da Complementaridade.
BOHM, David, Totalidade e ordem implicada: 192
Este novo mundo pode ser mais seguro se for
informado sobre os perigos das doenças dos antigos.
DONNE, J., An anatomic of the world – The first anniversary (1611)
cit. SAGAN, C., Bilhões e bilhões: 84.
O universo é constituído de uma multiplicidade de sistemas ‘abertos’, todos em incessante interação com seu ambiente.
BEN-DOV: 149
O ser humano é parte do todo, chamado Universo, uma parte limitada no tempo e no espaço. Ele experimenta seus pensamentos e sentimentos como algo separado do restante – numa espécie de ilusão ótica de sua consciência.
Sim, pois na base da criação da necessidade de aniquilamento está a afirmação de que há um ‘nós’ e, consequentemente, um ‘eles’. Esse processo se dá de forma lenta, cotidiana e concorrem para ele ações no campo da política, da cultura e da religião. Leis que separam e restringem os homens por sua ascendência ou cor, exacerbação de sentimentos nacionalistas e crenças religiosas usadas para a segregação são os caminhos para semear o infortúnio e transformar o medo em ódio.
GÓES, Moacyr, A divisão que segrega, 11/03/2010.
Essa ilusão é uma espécie de prisão para nós,
e nos restringe às nossas decisões pessoais e aos
afetos por algumas pessoas mais próximas de nós.
EINSTEIN, A., cit. LASZLO, E., A Ciência e o Campo Akáshico: 56
Se houver mais alguma dúvida, por favor, consigne em meu site, à disposiçao de qualquer crítica.São aproximadamente duas mil obras consignadas em aproximadamente mil artigos. Algum haverá de servir.
Grato pela distinta atenção.
Quanto ao xixi, não quis ser radical, mas por não ver nada de mal fazer xixi onde se encontra, por certo a banheira pode servir de pinico.
Tergiversações é ótimo, especialmente para quem visa afirmações. Mas para tanto, a má temática não se faz no melhor caminho.
Quanto ao socialismo, é óbvio que qualquer sociedade só pode se efetivar com a anuência, com a concordância dos sócios, que não podem ser compelidos a se associarem compulsoriamente. Aí não é socialismo, mas espécie de fascismo, ou seja, sob a égide do relho.
http://www.youtube.com/watch?v=bK17dloqp44
Da Wikipedia:
“Prolixidade
É a exposição fastidiosa e inútil de palavras ou argumentos e à sua superabundância. É o excesso de palavras para exprimir poucas idéias. Ao texto prolixo falta objetividade, o qual quase sempre compromete a clareza e cansa o leitor.
A prevenção à prolixidade requer que se tenha atenção à concisão e precisão da mensagem. Concisão é a qualidade de dizer o máximo possível com o mínimo de palavras. Precisão é a qualidade de utilizar a palavra certa para dizer exatamente o que se quer.”
Os socialistas não são prodigos em meio ambiente exemplo e KARACHAY e DZERZHINSK ambos na russia.\r
Radicalismo provoca estupides que tranca as mentes das pessoas ,dizer”acabar com a vida de 30.000 famílias” da a entender que mataram 30.000 familias em prou de 1500 corujas, tambem vejo que em algum momento a floresta iria acabar e as 30.000 familias tambem seriam “dizimadas”.\r
deve haver um modo inteligente de usar a natureza sem exterminar e ser exterminado,a questão ambiental eo grande furo do ideal libertario,aguardo algum esclarecimento de como seria,so esclarecendo que sou simpatizante da causa libertaria somente não consebi em minha mente a questão do meio ambiente na sociedade libertaria.
Ao meu ver os assuntos não deviam se misturar, pois a preservação do meio ambiente pode existir independentemente do estado.E se todos libertários fossem “cultistas excêntricos”? Sou simpatizante do estado zero, por outro lado, simpatizo também com a preservação do meio ambiente. Vocês me permitem, ou será que a liberdade pregada aqui só serve para o que interessa, livre mercado? A natureza tem sua função e deve servir a nós, contúdo, como qualquer fonte de recursos naturais, deve ser cuidada de forma inteligente e apropriada para que não pereça, gerando, entre outras possibilidades, a desertificação de grandes áreas.
Lew Rockwell precipitou-se dando a entender que as religiões ocidentais são complacentes com o uso indiscriminado da natureza. Caso ele tivesse aprofundado mais a pesquisa verificaria que a palavra de origem hebráica usada no Genesis para indicar a autoridade que homem tem sobre a natureza significa, em sua raíz hebráica, tutelar ou cuidar, e não devastar ou fazer o que bem entender. Sem contar, ainda o Sermão da Montanha, considerado o maior ensinamento de Jesus, o qual sugere de maneira direta uma vida simples.
Acima da discussão teológica, a qual levaria a outra esfera, fato é que há um limite suportável para o uso das áreas, ecossistemas e etc, bem como nosso organismo tem limitações de suportar contaminações provenientes de poluição e adversidades extremas geradas por um uso impensado da natureza, estes fatos não estão em discussão.
No mais, considero lamentáveis as agressões pessoais e gratuitas, diga-se de passagem, dirigidas ao Sr.CR. Impossível não notar, em seu teor, ira, raiva e amargura. Pensava que aqui discutiam-se idéias, mas pelo visto o que se quer aqui é enfiar “guela abaixo” a idéia do libertarianismo. A história se repete, faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. Que pena, pelo visto além de lutarmos contra a existência do próprio estado, lutaremos também contra os próprios libertários, caso queiramos uma sociedade verdadeiramente livre.
Finalizando, a natureza se equilibra e, como bem citado pelo Sr. CR, se for bem tratada é mãe, não madrasta.
Prezados, agredecemos enormemento todos as manifestações, mesmo aquelas enviadas por e-mails em que somos xingados até a quinta geração.
Concordo com o Flávio quanto ao CR, agressões devem ser evitadas e estão cada vez menos toleradas em nossa proprieade.
Porém…
Gostaria apenas de pedir aos leitores que, quando se manifestarem, ao invés de utilizarem apelos à emoção, procurassem se centrar em argumentações.
Por exemplo, o texto acima concentra-se majoritariamente no relato de fatos. Digam-nos, por gentileza: por que não gostar de um texto que meramente
relata fatos?
É como um texto relatando o que ocorreu numa partida de futebol. Se o jogo foi bom ou não, isso é subjetivo. Porém, um texto voltado para a simples narração do jogo não pode ser condenado pela qualidade do jogo em si.
Portanto, não se trata nem de concordar ou não com os fatos narrados pelo texto acima, posto que são fatos que ocorreram e que não podem ser alterados. Os senhores podem, no máximo, dizer se concordam ou não com os praticantes dos fatos relatados.
Por que ficaram tão incomodados com um artigo meramente descritivo?
Criticar e mandar exterminar o mensageiro não pode alterar o conteúdo da
mensagem.
Abraços a todos!
dizer”acabar com a vida de 30.000 famílias” da a entender que mataram 30.000 familias em prou de 1500 corujas +1
Sou simpatizante do estado zero, por outro lado, simpatizo também com a preservação do meio ambiente. +1
Gostaria apenas de pedir aos leitores que, quando se manifestarem, ao invés de utilizarem apelos à emoção, procurassem se centrar em argumentações.
Por exemplo, o texto acima concentra-se majoritariamente no relato de fatos.
Expõe fatos, sim, mas não sem apelar às emoções. As vidas das 30.000 famílias não acabaram, apenas sofreram um ataque, não é a mesma coisa. E não, não estou defendendo o que foi feito com essas famílias… problema das corujas se não podem se adaptar. Só dizendo que o texto também fez uns apelos emotivos.
deve haver um modo inteligente de usar a natureza sem exterminar e ser exterminado
Sem dúvida, e isso é justamente o livre mercado, que naturalmente vai valorizar recursos importantes e escassos, estimulando sua preservação. Só seriam consumidos em larga escala recursos pouco escassos ou “exterminados” aqueles que não tiverem interesse à humanidade – ou tenham um interesse justamente negativo, como parasitas por ex. Libertários/economistas austríacos deveriam focar mais nesse ponto, no fato de que o livre mercado é o melhor meio pra se preservar a natureza de maneira adequada, sem exageros anti-humanos como esse exemplo das corujas, mas tampouco sem tudo destruir/poluir como fazem justamente os países com mais Estado e menos propriedade privada. Basta ver o quanto poluíram países como China, URSS etc…
Já temos inimigos suficientes. Ataques emotivos e generalizados a um grande setor da sociedade (todos os que gostam da natureza) não vai nos ajudar.
Abraços
Só um esclarecimento quanto a essa questão da “dizimação”: 30 mil famílias viviam da exploração e do corte de madeira. Repentinamente, um decreto governamental as proibiu de fazer isso, porque estava incomodando as corujas.
Todas perderam seu sustento apenas para que corujas não fossem incomodadas. Ou seja: o estado implementou um arranjo que não beneficiou absolutamente mais ninguém na sociedade. Pior: estilhaçou, acabou, destroçou, destruiu (escolham os adjetivos que quiserem) a vida dessas famílias, roubando-lhes seu sustento.
E o pessoal aqui tá incomodado com o adjetivo escolhido?!
Não vou discordar da OCORRÊNCIA dos fatos?
Colocar os nazistas na história chama-se ilação. Será que os ambientalistas estão construindo campos de concentração?
Para com isso! Se querem ser levados a sério.
Comparar a chamamento de atenção para causas ambientais SERÁ o mesmo que impor essas causas?
Mas que “estranhamente” só há fatos aqui desmerecendo a proposta de preservação ambiental e sustentabilidade, mostra obviamente tendência.
O que é ruim pois, na minha opinião, tudo que aqueles que não querem mover recursos para tratar efluentes industriais, tratar lixo e esgoto de modo adequado, fazer pesquisa em projetos e produtos sustentáveis, querem esse tipo de discurso em tudo quanto é jornal, TV, rádio, revista, web…
Os ambientalistas não são anti-humanos, pois como já disse em e-mail para o Leandro, a vida no planeta continuará firme e forte caso as condições ambientais mudem radicalmente. Não sabemos se a VIDA HUMANA continuará.
Infelizmente, o IMB usa canhão para matar rato. Pode até o rato, mas que vai destruir a casa, vai.
Obrigado pela tradução deste artigo e pela paciência em responder as dúvidas recorrentes dos seus leitores. Continuem o excelente trabalho!
esse tipo de artigo é ótimo pra desentocar aqueles falsos libertários que estão infiltrados no movimento ou apenas estão confusos. O pessoal é muito bom pra fazer discurso anti-impostos, pró-desregulamentação e contra (esse é o melhor) a iniciação de força arbitrária.
No entanto, basta um decreto governamental anti-humano e pró-bicho que esses mesmos libertários ficam emocionados e repentinamente começam a pedir mais cautela nas críticas ao governo.
Se de fato há gente no movimento libertário que acha normal colocar coruja acima de ser humano, então de fato a batalha já começa perdida. Simplesmente não haverá preparo intelectual e filosófico para as enormes batalhas que nos esperam mais à frente. Nas hóstias conservadoras pelo menos essa questão ambiental parece ser mais bem entendida, sem arregos para o politicamente correto.
Outra coisa, houve esperneios aqui, mas não houve contra-argumentações. Ficar fazendo beicinho por causa de adjetivos usados não comove ninguém num debate sério.
Ta na hora de desentocar!
As pessoas em geral precisam de algum tempo para construir opinião própria baseada na Razão. Sendo brasileiro de classe média, só depois dos 30 eu consegui compreender os conceitos básicos do liberalismo. Fui criado por pessoas autoritárias e simpatizantes do funcionalismo público (do tipo “ai que saudades do tempo da ditadura” ou “o governo precisa fazer alguma coisa para nos salvar”), passei toda a minha infância e adolescência vendo televisão e estudando em escolas militares. Acredito que seja para muitos, como foi para mim, dificílimo compreender sem o devido tempo as verdades contidas na teoria liberal. Por isso, independente das reação imediatas e contrárias de algumas pessoas nessa seção de comentários, sei que os frutos da publicação do artigos excelentes que o IMB publica só virão no futuro.
Entendo a ojeriza à regulamentação. Perfilo-me aos maquis. A questão ambiental colide com o direito de propriedade. Por várias razões é apenas pretensão formalizá-la em códigos ou decretos. Elimine as leis e a moral, e as pessoas farão o certo. Com certeza. A ética dispensa a dialética. Mas sem ética, não há liberdade, tampouco humanidade. A ética deveria preceder todas as relações sociais, não fosse o ardil greco-romano. Mas ele existe e persiste impregnado, inclusive, nas melhores cabeças.
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Mas se não é questão a ser embretada pelo positivismo, sempre voltado à satisfação do rei e dos seus asseclas, tampouco o dilema ambiental me parece fato meramente econômico, equacionado por lei de mercado. Leis de mercado regiam escravos. E são leis de mercado que elegem a corrupção. Nenhuma vida tem preço, e consciência não se adquire em farmácia. O furo é mais em cima. É filosófico. É cultural. Em E=mc2, as letras ganham dos núQmeros por 3×1. Infelizmente a separação das ciências, a imperiosidade da especialização e a urgência determinam olvidar raízes epistemológicas, as responsáveis pelo que apaixonadamente nos esmeramos.
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Pois a visão da natureza rebelde, suscetível de doma (Desculpe a crítica. O termo é por demais chulo, aliás incitando justamente o contrário do zenith de paz, e comércio, a ponto de prosélitos armados atacarem qualquer sombra.)esta expressão ironicamente remonta a Sir Francis Bacon, um dos dois grandes secretários da única ditadura suportada em inglês. Seu parceiro era Thomas Hobbes, cartesiano par excellence, por demais conhecido autor do Leviathan. Ambos moravam no palácio. Locke puxou as saias dos travestis, a dupla foi expulsa da grande ilha, mas logrou guarida nos braços de Napoleão, Cavour, Bismarck, Lenin, Mussolini, Hitler, Stalin, mesmo em Roosevelt, e em dezenas de clones, mais ou menos fiéis.
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SMJ, nenhum pensamento ou movimento liberal, ou libertário pode ser embalado por dogma. Seria o inverso do que propugna. Dogmas são ideológicos; portanto, sem compromisso científico, muito menos ético.
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Votos de que a impetuosidade pela nobra causa não solape o próprio doente que se dispõe a recuperar. Quanto a mim, só tenho agradecimentos pela publicação de inúmeros elucidativos textos, conquanto alvo de atenção e respeito, especialmente do preparado editor Leandro e sua equipe. Reputo os ataques pessoais à impaciência com a proliferação de energúmenos, e ao total desconhecimento sobre a minha pessoa e meu trabalho. Pudera. Passo toda vida submerso à cata de perdidos tesouros para poder ofertá-los, de modo que minha aparência molhada pode representar disfarce de vigarista. Não é meu caso, mas doravante resignar-me-ei no meu estádio, onde estarei sempre disposto.
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Sucesso à longa e dignificante jornada libertária.
É fato, eu fiz gestão ambiental, e neste curso os professores, eram adoradores da natureza. Fazíamos viagens, as quais éramos obrigados a abraçar as árvores. Eles defendem a redução populacional, (acreditam que só eles deveriam viver), amam a natureza, mas o ser humano, nem tanto, dizem que o ser humano é um ser epidêmico ou seja reproduzem igual baratas e ratos. E tudo que foi dito no texto acima é verídico, está tudo relacionado.
A idéia era discutir o quê, mesmo? Supor que todos os ambientalistas querem ser nazistas quando crescerem? Sério? Bem que conheço uns e outros assim, mas aqui ( que não é Manhattan…) eles são dignos de riso, estamos ocupados demais para prestar atenção ao totalitarismo pseudo ambiental. Se o liberalismo é a panacéia para todos os males – gente, que ridículo!- podia começar a fazer algo em benefício dos pobres seres humanos, os tais que são mais importantes do que as corujas( como no Atlântico Norte,destruído graças aos gananciosos que buscam recursos perecíveis, ao invés de financiar pesquisas em tecnologia limpa).Tipo: fazer pressão social pela melhoria do ensino e da saúde para que famílias de madeireiros não precisem mais viver nas condições em que vivem (na Amazônia, não na California). Qualquer um que tenha feito trabalho de campo no Piauí, Goiás ou no interior de São Paulo sabe o que é tolerar a fumaça de queimadas para a plantação de monoculturas de soja e o cheiro do resíduo de cana de açúcar. O que eu vi de ‘livre comércio’ lá foram as garras da Monsanto. Mas aí pode, claro,é a revolução verde, que significa entre outras coisas manter a classificação de ‘animais úteis’ e ‘inúteis’ de Aristóteles, significa “Ordem e Progresso”(ordem para mim e progresso para vocês). Já se olharam no espelho? A palavra incoerência deve estar escrita nas suas testas arrogantes.
PS.: Em tempo: querer viver sustentavelmente nada tem a ver com ‘abraçar as árvores’, viu querida?
Esse texto explica bem a pífia votação obtida por Marina Silva em várias cidades do Acre, do Amazonas, do Pará, de Roraima e de Rondônia.
Quem vive ali sabe muito bem que “a natureza não é amigável ao homem. Nunca foi. Por isso ela deve ser domada.”
Afinal, essas pessoas “bem sabem que a própria existência da humanidade depende da subjugação da natureza, a qual deve ser constantemente domesticada e adaptada aos nossos conformes. Se algum dia pararem de fazer isso, as selvas irão reivindicar e retomar suas propriedades.”
Apenas intelectuais urbanos que moram em apês luxuosos se encantam com sucuris e corujas. Longe deles é claro.
Trabalho com transporte marítimo e é incrível ver como o “ambientalismo” está tentando quebrar a espinha dorsal da humanidade. Não um dia que eu não chegue no trabalho, e não encontre uma “nova válvula que irá mitigar a emissão de CO2” ou coisa que o valha. Parece até aquele carro da Fiat (é sério), carro elétrico de boa autonomia. Detalhe: opera com 92 baterias de lítio.
É a primeira vez que visito este site, pois achei curioso o título do artigo. Confesso que fiquei assustado com o texto de Lew Rockwell. Não vi nada de libertário em suas palavras, apenas um constante e avassalador ódio contra uma vasta classe de pessoas que ele chama de “ambientalistas”. O artigo é bastante semelhante aos discursos fanáticos dos nazistas que ele tanto critica. E o perigoso nisto é “generalisar” o ataque a uma classe de seres humanos diversos entre si através de uma etiqueta qualquer: os ambientalistas, os socialistas, os negros, os judeus, os brancos, os ricos, os pobres, os empresários, os operários, os cristãos, os protestantes, os muçulmanos, as mulheres, os gays, os políticos, etc… Este tipo de discurso é maléfico e irracional, na medida em que identifica seres humanos diferentes. Do mesmo modo que há ambientalistas terroristas ao lado de ambientalistas humanistas (e que não colocam qualquer percevejo ou erva daninha acima dos seres humanos, como acusa Lew Rockwell), há também libertários irracionais e sectários ao lado de libertários éticos e coerentes. Infelizmente, Lew Rockwell parace ser do tipo irracional, sectário e fanático, que não é capaz de enxergar as diferenças entre os inúmeros “ambientalistas” que existem. A paz não se promove com este tipo de discurso raivoso, tendencioso, falacioso e preconceituoso. Os inquisidores também eram “cristãos”, nem por isso podemos generalizar um ataque indiscriminado aos “cristãos”. Isto é sinal de perigosa ignorância e estupidez. Espero que este site libertário aceite e publique esta minha crítica ao artigo de Lew Rockwell.
Esse tipo de retórica [repugnante] está a ponto de cruzar a linha e começar a justificar também a exploração de um povo por outro, a guerra, a miséria, a escravidão etc. Pois a mesma lógica empregada para justificar desmatamento e exploração da natureza pode ser utilizada com o propósito de justificar a exploração e o genocídio. E não se esqueça senhor Rockwell, que o senhor também é parte da natureza.
Acredito que todos tem o direito de expressar suas opiniões, e acredito também que todas as opiniões aqui inseridas são fundamentadas em comprovações científicas, porque sem elas não podemos ter certeza de nada. Como cientista que sou, descobri, através de experimentos, que somos apenas uma peça de uma grande “máquina” que é o Planeta Terra, e assim como uma peça danificada estraga um automóvel, o homem de hoje estraga o Planeta e deve ser “concertado” ou “substituído”.
Não tinha conhecimento sobre “eram fanáticos por saúde, maníacos por exercícios físicos, ecologistas radicais, entusiastas de comidas orgânicas e defensores ferrenhos dos direitos dos animais, além de nutrirem profundo menosprezo por álcool e tabaco.” e se isso é realmente uma verdade, fica fácil entender porque a Alemanha de hoje é a maior potência quando o assunto é desenvolvimento sustentável.
Em relação a: “Os nazistas também eram rigorosamente anti-pesticidas, sendo que o médico pessoal de Hitler, Theodore Morell, declarou que o DDT (DicloroDifenilTricloroetano) era “inútil e perigoso”. Ele proibiu sua comercialização.”, só prova o quanto eles estavam avançados em pesquisas científicas. Não sei se o autor do texto é um químico, mas eu sou e posso afirmar que o DDT é realmente um veneno e deve ser banido.
A questão é óbvia:
” A desinformação deixa os seres humanos mais propensos à acreditar em inverdades.”
O DDT é um veneno e deve ser banido? Só porque você quer? O DDT é uma das maiores invenções da humanidade. Não existe nenhuma evidência que ele possa causar câncer.
O que se sabe com certeza é que, com a proibição do DDT, estima-se que centenas de milhões de pessoas (principalmente na África) tenham morrido por malária e outras doenças transmitidas por mosquitos.
Rachel Carson’s fable about the alleged dangers of pesticides, the 1962 book, Silent Spring, became a classic of the environmental movement despite the fact that it was a work of fiction. The book had a powerful influence, however, and governments throughout the world banned DDT and other pesticides beginning in the early 1970s.
This ban has led to the death of literally millions of people in the Third World from malaria. It has also caused numerous crop disasters as voracious insects that were once killed off with DDT are no longer, and substitutes are often unaffordable in Third World countries.
In 1970, shortly before DDT was banned, the National Academy of Sciences determined that DDT had saved 500 million lives over the previous three decades by eradicating malaria-carrying mosquitoes.
DDT was banned by the U.S. government in the early 1970s despite the fact that no science was presented that it had the effects that Carson and the environmental movement claimed it had.
Even if the National Academy of Sciences estimate of lives saved by DDT is off by a multiple of two, Rachel Carson and her crusade against the pesticide would still be responsible for more human deaths than most of the worst tyrants in world history.
Como você corretamente disse, “A desinformação deixa os seres humanos mais propensos a acreditar em inverdades.”
Texto excepcional!\r
Esse movimento ambientalista não passa de um paganismo fajuto.
É a primeira vez que visito a página de vocês! Gostei muito do texto!
Tive uma professora ambientalista na faculdade que se encaixa perfeitamente nesse texto… Perfeitamente, a vi em vários momentos… Modo de pensar, tudo! Aliás, vários dos meus professores eram politicamente corretos, o que me fez ter até um certo desânimo no decorrer do curso!
Também tenho amigos adeptos da causa ambiental, que simpatizam com o meio ambiente, green peace, muitos “prefiro bicho do que gente”. Tenho duas conhecidas que abraçam muito essas causas, que eu já percebi que elas tem um certo ódio do ser humano, pra elas só bichos e árvores prestam. Isso tem sido a cada dia mais comum, e se você nada contra essa maré, é tido como um monstro, uma pessoa sem coração, que quer destruir a natureza, acabar com o planeta, e odeia os animais… rs
Parabéns pelo artigo, muito claro, e esclarecedor!
Se somos predadores ápices por natureza, aderir ao movimento ambientalista não seria negar nossa própria natureza? É como tentar convencer um leão a ser vegetariano. o_O
Eu gosto da natureza, mas da natureza domada. Não mato nem as aranhas que entram na minha residência. Disponho delas gentilmente para que façam suas teias em outro lugar. Infelizmente, tem gente morando longe dos centros urbanos que têm que lidar com uns bichinhos muito menos amigáveis que as pholcus phalangioides. Sem contar com o fato de que eles precisam devastar uma parte da natureza para sobreviver. Não é todo mundo que tem tem o luxo de ser servidor público.
Achei essa notícia engraçada e não podia deixar de compartilhá-la.
Tubarões sofrem ataques de humanos em Noronha
Eu podia jurar que o ser humano também é um ser vivo, biológico, natural.
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Temos uma escolha: 1 – Acabamos com os governos ou 2 – Seremos liquidados por eles.
O petróleo e a energia nuclear são de suma relevância. Acordos como o protocolo de Kyoto, a COP 15 são errados.
Está havendo fortes ondas de calor na Índia e no Paquistão.
Já tem gente falando de “crise climática” e de “mudanças climáticas”. Esse povo não tem nem criatividade.