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Mundo invertido

Pessoas
que não produzem nada, mas querem sobreviver, normalmente recorrem ao roubo. 

Atualmente,
existem duas maneiras de roubar alguém: 
Ou você ataca diretamente o indivíduo e arrebata suas posses ou você
utiliza o governo para fazer isso.

A
primeira maneira é considerada ilegal. 
Já a segunda, por alguma distorção moral, não apenas é tida como
perfeitamente válida, como também passou a representar o ápice da
moralidade.


três maneiras na qual uma sociedade pode ser organizada:

1)
Todo mundo rouba todo mundo;

2)
Algumas pessoas roubam outras pessoas;

3)
Ninguém rouba ninguém.

Hoje,
a opção 2 é tida como a ideal, como o supra-sumo da ética, a única maneira na
qual os seres humanos podem interagir entre si.


os defensores da opção 3 são tidos como extremistas malucos e ridículos.

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17 comentários em “Mundo invertido”

  1. É incrivelmente ridículo quando alguém diz que um libertário é um extremista:

    “Seu extremista, como ousa propor uma sociedade onde ninguém pode roubar ninguém!?”.

  2. Esse já era o melhor podcast do gênero. Com a ilustre apresentação de Yago Martins ficará ainda melhor

    Parabéns Mises pela contratação.

  3. Muito interessante o debate. Não sabia que grande parte ficava para as pessoas que trabalham com o INSS. Prefiro muito mais ter 30% de aumento, do que deixar na mão de outra pessoa administrar minha aposentadoria.

    Divulguem no facebook. Quanto mais gente estiver informada, mais chance temos de colocar nossos ideais em voga.

  4. Muito bom! Simples e esclarecedor. O podcast, que já era excelente, ganhou mais brilho ainda com a condução do Yago. Vida longa ao podcast do Instituto Mises!

  5. thiago Fernandes aquino

    Faz parte da reforma, a partir do momento em que ela for aprovada, o sistema de capitalização como opção para quem estiver entrando no mercado de trabalho, Alexandre Garcia!

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