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Expoente da esquerda reconhece abertamente: impostos são apenas para destruir e punir as pessoas

O governo Joe Biden fez, recentemente, dois grandes anúncios: um pacote de US$ 2,3 trilhões em infraestrutura e um aumento da alíquota de imposto sobre ganhos de capital de 20% para 39,6%.

Ele também quer aumentar a alíquota máxima do Imposto de Renda de Pessoa Física, dos atuais 37% para os mesmos 39,6% do imposto sobre ganhos de capital.

Na própria imprensa já estão dizendo que todo o pacote de estímulos — que envolve não apenas gastos em infraestutura, mas também vários gastos assistenciais — custará US$ 4 trilhões.

Como a arrecadação de impostos não aumentará US$ 4 trilhões, a diferença será coberta via endividamento e impressão monetária.

A impressão monetária já está acelerada desde o ano 2020, como mostra o gráfico do M2 abaixo:

M2.png

Gráfico 1: evolução do M2 americano 

Na prática, o Partido Democrata está adotando os princípios da Teoria Monetária Moderna (TMM), o que não é surpresa nenhuma, dado que foram exatamente os integrantes do seu partido que mais agitaram para colocar tal teoria em evidência perante o mundo.

O básico sobre a TMM

Para entender toda a “lógica”, da esquerda atual, é necessário você entender o básico sobre a Teoria Monetária Moderna.

Sucintamente, a TMM afirma que um governo que tem a liberdade de imprimir a própria moeda não sofre de nenhuma restrição fiscal. Sempre que quiser incorrer em qualquer gasto (ou em qualquer aumento de gasto), basta o Banco Central imprimir a quantidade de moeda necessária. 

É realmente simples assim. 

Se os fatores de produção (mão-de-obra e todos os maquinários industriais) não estiverem 100% ocupados — ou seja, se a economia não estiver a pleno emprego, com o PIB crescendo aceleradamente —, não há por que se preocupar com qualquer pressão nos preços. O Banco Central pode imprimir sem medo.

No entanto, caso a inflação de preços porventura comece a incomodar, basta o governo aumentar impostos. Isso irá “enxugar” todo esse excesso de moeda da economia.

Para os adeptos da TMM, portanto, a função da tributação não é “obter receitas” para o governo (ele não precisa de receitas, pois pode simplesmente imprimir moeda). A tributação, ao contrário, tem duas funções: a) retirar moeda da economia quando esta se torna excessiva e começa a pressionar os preços; e b) motivar o uso da moeda nacional e obter sua aceitação geral, pois é essa unidade de conta que o estado reconhece como meio de pagar impostos.

A tributação, portanto, tem uma função reguladora: ela reduz o excesso de demanda na economia e modifica o comportamento individual.

Como consequência, todos os gastos do governo podem ser financiados ou pela criação direta de moeda pelo Banco Central ou pelo endividamento do governo. O endividamento seria apenas uma espécie de “alternativa de luxo”, a qual não geraria nenhuma consequência negativa, pois o estado pode emitir dívida e, depois, imprimir moeda para quitar esta dívida.

E como os gastos públicos levam à criação de moeda, os próprios gastos criam a poupança necessária para financiar o déficit orçamentário (as pessoas recebem a moeda criada pelo governo e, em seguida, podem utilizar essa moeda para comprar novos títulos do governo). 

Consequentemente, o governo pode definir a taxa de juros em qualquer nível que desejar, de preferência em zero.

Uma resposta franca e reveladora

A grande expoente da Teoria Monetária Moderna é a economista Stephanie Kelton. Foi ela quem escreveu o livro que se tornou a Bíblia do movimento: The Deficit Myth (O Mito do Déficit), o qual diz, como é de se imaginar, que déficits orçamentários não têm importância nenhuma, pois podem ser cobertos via impressão monetária.

Recentemente, Kelton foi entrevistada pela Bloomberg Markets. Em um determinado momento, o entrevistador perguntou: “Já que não precisamos nos preocupar com os déficits do governo, então por que existem impostos?”

A resposta de Kelton foi iluminadora.

Lembre-se que a justificativa que sempre foi tradicionalmente apresentada para a existência de impostos é que, parafraseando Oliver Wendell Holmes, eles são o “preço da civilização“. Os céticos, por outro lado, sempre apontaram que, historicamente, as sociedades com impostos muito baixos eram frequentemente muito mais civilizadas – pense no Século de Ouro Holandês, na Idade de Ouro Islâmica, na Inglaterra Vitoriana, e na pejorativamente chamada de “Era Dourada” da história americana (aquela época de ouro de trinta anos em que quase tudo que é útil foi inventado). 

E, ainda assim, ao longo desse período, as receitas federais foram um quinto do que são hoje.

Por que, mesmo com menos impostos, houve tanta civilização? Porque muito do que os governos fazem hoje era feito por instituições de caridade e por empresas que competiam pelo dinheiro de seus clientes, e não pelo confisco  do orçamento dos indivíduos via impostos. Quando médicos, bombeiros e escolas têm de satisfazer seus clientes, as coisas ficam bastante civilizadas.

Entretanto, mesmo se aceitarmos a ideia de que o “estado deve ser um vigia noturno” e, portanto, deve ofertar serviços de defesa nacional e pagar salários para os juízes do Supremo Tribunal, ainda assim a proposta fica complicada: afinal, se o governo pode simplesmente imprimir moeda para pagar por toda essa “civilização”, por que existem impostos?

Qual foi a resposta de Kelton? Os impostos ainda seriam necessários, pois eles nos tornam pobres. E também porque eles podem punir pessoas de quem ela não gosta.

Eis a resposta dela:

Impostos retiram dinheiro das mãos das pessoas, de modo que elas não mais podem gastá-lo. Impostos ajudam a retirar poder de compra das pessoas e repassar esse poder de compra para o governo. […] 

Impostos são importantes para redistribuição. Você pode aumentar ou reduzir impostos, ou mesmo criar novos impostos, se você se importa com coisas como redistribuição de riqueza e de renda. 

Você tem impostos porque você quer incentivar ou desincentivar determinados comportamentos. Impostos são importantes se você quiser incentivar as pessoas a comprar carros elétricos e eletrodomésticos menos poluentes, e para desincentivar as pessoas a fumar ou a poluir a atmosfera.

Especificamente, Kelton gosta do fato de os impostos “retirarem dinheiro das mãos das pessoas, de modo que elas não mais podem gastá-lo”, deixando mais poder de compra para o governo. Ou seja, os impostos tornam as pessoas mais pobres, e isso aparentemente é um ponto positivo para ela, provavelmente porque ela acredita que os governos são realmente bons em tirar as pessoas da pobreza. 

Mas depois é que veio o melhor: não se trata apenas de o governo gastar nosso dinheiro com mais sabedoria do que jamais poderíamos ter. Kelton acrescenta dois motivos secundários pelos quais adora impostos: punir determinadas pessoas confiscando e redistribuindo seu dinheiro e punir pessoas por fazerem coisas de que ela não gosta — como comprar carros bons e máquinas de lavar que realmente funcionam. 

Em outras palavras, os impostos nada mais do que uma espécie de engenharia social em que há incentivos para seus amigos e punições para os não tão amigos.

Está fora do escopo deste artigo adentrar nos custos morais e práticos que o uso de impostos visando a uma engenharia social acarretaria para a civilização. Quando todas as decisões individuais — desde o que comemos e onde passamos as férias, até que tipo de sacola usamos para carregar nossas compras — ficam sujeitas à decisão de políticos, todo o pacto social do “viver e deixar viver” já foi abolido. Não há nada fora do alcance destes “incentivadores”; nenhum detalhe é pequeno demais. O próprio conceito de civilização, que depende de liberdade e livre iniciativa, já foi revogado.

Combine esses fatos – nenhum detalhe pequeno demais para os engenheiros sociais e sua capacidade de impor obediência quase universal por meio de impostos e subsídios – e corremos o risco de uma sociedade totalitária autorizada”: uma em que, na teoria, somos livres, mas usarmos essa liberdade sofreremos multas ruinosas.

Para concluir

Vale acrescentar que nós libertários concordamos totalmente com Kelton em um ponto: impostos realmente servem para espalhar a pobreza e para punir as pessoas das quais não gostamos. É por isso que libertários, por serem éticos e generosos, são contrários a todo e qualquer imposto.

Por fim, é sempre bom ver que a esquerda agora reconhece que impostos nada têm a ver com civilização. Eles servem para destruir, e agora na modalidade de punição discriminatória.

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A Teoria Monetária Moderna foi aplicada na Argentina – eis os resultados

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88 comentários em “Expoente da esquerda reconhece abertamente: impostos são apenas para destruir e punir as pessoas”

  1. Estado maximo, cidadão mínimo.

    “Até que chegou o momento em que não se sabia quem era homem e quem era porco”. E mais:

    Guerra é paz;

    Ignorância é sabedoria;

    Verdades são mentiras…

  2. Estudante da liberdade

    Lockdown funcionou em SP?

    noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2021/04/23/queda-mortes-casos-internacoes-sao-paulo-sp.htm

    A midia ja esta fazendo a propaganda, igual fizeram de Araraquara vs Bauru e Chapéco.

    ”Ta vendo fecha tudo resolve”

  3. Estado maximo, cidadão mínimo.

    Se por aqui na bananalândia temos presidentes que se arrogam o título de “pai dos pobres” pode-se considerar Stephanie Kelton como a “mãe dos pobres”?

  4. O que há de mais nefasto na TMM é o fato de ela ser totalmente anti-setor privado e completamente pró-setor público.

    A TMM é um duplo ataque ao setor privado.

    Pela TMM, já que o governo tem a total liberdade de imprimir e gastar dinheiro, então ele tem um poder de compra ilimitado. Na prática, isso permite ao governo sobrepujar o setor privado e fazer uma melhor oferta para conseguir mão-de-obra, materiais, equipamentos etc. O que o governo quiser ele consegue.

    E indivíduos e empresas seriam correspondentemente privados destes recursos.

    E aí, para combater a inflação de preços que essa explosiva oferta monetária acarretaria, o governo aumentaria impostos para "retirar” dinheiro do setor privado.

    Portanto, ficamos assim:

    1) de um lado, o governo imprime dinheiro e, consequentemente, obtém todos os bens, serviços e mão-de-obra que deseja, deixando o setor privado desprovido;

    2) de outro, ele aumenta impostos para retirar esse mesmo dinheiro da economia, asfixiando ainda mais o setor privado e retirando seu poder de compra.

    A TMM, portanto, nada mais é que um esquema inventado para que o governo sempre possa ganhar e para que setor privado sempre saia perdendo. Não é à toa que a extrema-esquerda caiu de amores por isso.

  5. Isso apenas mostra como a esquerda retroagiu até mesmo economicamente. Ela sempre defendeu impostos (desde que pagos exclusivamente “pelos outros") e até mesmo defendia que fossem usados para "tirar dos mais ricos" (nada mais que uma punição), mas ela ao menos aparentava entender que impostos também eram usados para bancar o estado.

    Agora, pelo visto, passaram a acreditar que quem banca o estado é a impressão de dinheiro. Ou seja, involuíram. Conseguiram ficar ainda mais beócios em economia.

  6. A grande ironia é o preço do dólar nas alturas no mundo inteiro.

    Quem mora em SP sabe que sendo de esquerda ou de direita aumentam os impostos sem lubrificante e os próprios salários principalmente numa pandemia.

  7. “Como consequência, todos os gastos do governo podem ser financiados ou pela criação direta de moeda pelo Banco Central ou pelo endividamento do governo. O endividamento seria apenas uma espécie de “alternativa de luxo”, a qual não geraria nenhuma consequência negativa, pois o estado pode emitir dívida e, depois, imprimir moeda para quitar esta dívida.”

    Genial. E com isso acabou a pobreza.

    “O governo Joe Biden fez, recentemente, dois grandes anúncios: um pacote de US$ 2,3 trilhões em infraestrutura e um aumento da alíquota de imposto sobre ganhos de capital de 20% para 39,6%.

    Ele também quer aumentar a alíquota máxima do Imposto de Renda de Pessoa Física, dos atuais 37% para os mesmos 39,6% do imposto sobre ganhos de capital.”

    Em um cenário pós-Trump, eu não duvido que isso passe também pelo Senado controlado por republicanos e uma mídia a mercê do Partido Democrata.

    O que eu tenho para dizer é: O capital que foi repatriado por Trump irá sair novamente dos EUA e com isso, países com um ambiente tributário mais amigável irão receber essa enxurrada de dinheiro americano, só da Apple foram mais de US$280 bi.

  8. Brasil aplicou isso na década de 1980 e obviamente era aquela coisa maravilhosa…

    A Argentina tem ficado nisso desde o fim do regime de conversibilidade do peso argentino. Vocês podem ver a maravilha que é, o país mesmo no governo “liberal” do Macri jamais teve uma inflação de preços abaixo de 20 %. O Líbano já está até pior, indo para uma hiperinflação em questão de apenas alguns meses…

    Agora, levando-se em conta de que o Federal Reserve System mudou a metodologia dos agregados monetários (e não fez o mesmo para os anos anteriores, o que causou essa explosão), ainda dá para mensurar a expansão monetária pelo M2? Pelo M1?

  9. Pelo que me parece

    é só aplicar essa bomba chamada TMM por tempo suficiente que o resultado final será:

    TODO o dinheiro na mão do Estado

    Lamentável

  10. eu fui olhar a repercussao das propostas do bidê, incrivel a quantidade de mulheres que apoiam integralmente

    encerrei o exercicio depois de encontrar o seguinte desenvolvimento :

    “fico impressionada com um monte de pobre (detalhe , pobre que ganha 40.000 USD anuais) sendo contra taxar rico”

    dai uma senhorinha de seus la +60 anos tentou fazer um apelo a razao :

    “nao é questao de taxar rico, esse dinheiro vai sair do pais ao inves de retornar a comunidade em forma de emprego, serao nossos filhos e netos que pagarao a conta”

    teve como retorno o seguinte :

    “o retorno a comunidade é uma obrigaçao da empresa (sic), o choro é livre minha senhora” , (cry me a river) ao melhor estilo maju

    fica claro que é apenas entulho ideologico, por isso nem existe debate

    o artigo tinha como titulo algo como “bidê vai aumentar os impostos pra financiar creche” … somente depois de 4-5 paragrafos cheios, escondidos entre termos complicados, havia a questao do subsidio de industrias multi milionarias

    a midia sempre faz muito bem o papel de travestir a realidade e induzir certos comportamentos na populaçao , em outros momentos da minha vida dificilmente eu veria por la uma senhora coberta de razao e preocupada com o futuro de seus descendentes sendo invalidada com linguagem tosca por uma moderninha qualquer

    pobre EUA, de potencia mundial virou parquinho de progressista, a china nao precisa nem fazer esforço

  11. Marionete do Nego Ney

    É amigos, o governo da terra do Homem Laranja Mau está apertando o cerco contra as criptomoedas, vemos constantes discursos de “autoridades” chamando o Bitcoin de “dinheiro de bandido”, “dinheirinho de jogo”, alegando que “só terroristas gostam disso” e outras boçalidades do tipo, e aliás, deem uma olhada nisso:

    http://www.latimes.com/business/technology/story/2021-04-07/peter-thiel-calls-bitcoin-chinese-financial-weapon

    Agora aparentemente vão começar à usar esse papo nacionalista patético numa tentativa desesperada de pastorear também o pessoal da direita pro lado “anti-cripto” da força, já dizia o ditado: “Quem tem c% tem medo”.

    O que eu quero dizer com isso? Que o livre mercado literalmente conseguiu, em 12 anos, o que governos vem tentando fazer (e falhando) a mais de um século: Bater de frente com o dólar americano, ameaçando sua posição hegemônica global. Que eu saiba, nenhuma moeda estatal de nenhum país por aí chegou perto dessa façanha, nem mesmo o Euro que tinha como uma de suas fundações fazer oposição ao dólar conseguiu mais do que causar pequenas preocupações temporárias nos burocratas americanos. Daí um inocente paper publicado por um cara que nem se sabe quem é (na verdade nem sequer sabemos se foi um cara, uma mulher, um grupo de pessoas, aliens, reptilianos, illuminatis ou sei lá), deu origem à um sistema de pagamentos simplesmente fantástico, e não só isso, mas criou uma moeda capaz de botar medo nos burocratas mais poderosos do planeta e serviu de base para inúmeras outras moedas com propriedades similares e objetivos diversos.

    Se isso não prova a titânica superioridade do livre mercado em relação ao “livre mercado, pero no mucho” e ao planejamento estatal eu não sei o que mais provaria, negar isso a essa altura é desonestidade intelectual ou ignorância pura, não existe terceira opção!

    Algo que também acho interessante é que ninguém consegue formular uma crítica minimamente decente à EA, podem ver, é só vomitação de clichês, ofensas baratas e frases de efeito formuladas por quem claramente não entende nada sobre EA ou libertarianismo, cada vez mais eu me convenço que economia de verdade é a de Menger, Mises, Hayek e Rothbard, o resto é papo de comadre.

    Enfim, não esqueçam de glorificar o grande Nego Ney!

  12. Se os EUA tiver maioria de democratas, o que acontecerá? Viria investimento pro Brasil?

    Fazendo o básico, juros positivos, reforminha e privatização meio que nem o Temer. Será que rola?

    Porque veja bem, o Biden quer washigton D.C como estado, isso daria mais 2 senadores democratas pro senado americano. Fazendo o senado americano se tornar maioria democrata. Quer de 9 para 14, o numero de ministros da suprema corte, também dando maioria democrata.

  13. Vocês acham que o Bitcoin, A internet e toda descentralização tecnologica vai derrubar o establishment?

    Eu duvido! Os democratas voltaram e para ficar!

  14. Falando dos islâmicos, existe material bom para consultar sobre essa tal era de ouro? Já vi conservadores cristãos criticando sobre esse período. Geralmente os artigos da Wikipédia em Português são precários.

    Não sei se poderia ser dito sobre os turcos otomanos. O Império Otomano foi algo gigantesco e que se manteve assim por bastante tempo. No final das contas, esses impérios enormes se mantinham por extração de riqueza.

  15. Resumindo: impostos servem para financiar o velho coletivismo de sempre.

    Aquela ideia de que os interesses “da coletividade” vêm sempre antes dos interesses individuais. De que “se deixar as pessoas agirem conforme os seus próprios interesses, elas irão prejudicar terceiros”, sendo, por isso, necessário proibir as pessoas de fazerem o que querem e obrigá-las a fazer o que não querem. E quem irá dizer o que pode e o que não pode? A “coletividade”, é claro, por meio da sacrossanta “democracia”, em que a maioria(?) “manda” nos demais! A propósito, quando dizem que alguém ou alguma ideia é uma “ameaça à democracia”, na verdade querem dizer “ameaça ao coletivismo”.

    E sabe o que é pior? Não é só “a esquerda” que defende isso. Tem muita gente que se declara “liberal” e até mesmo “de direita” que acredita em coletivismo e defende pautas coletivistas. Nessa pandemia vimos vários exemplos disso.

    As pessoas acham “errado” ser individualista – justamente por terem uma ideia equivocada sobre o que é individualismo – e abraçam com força o coletivismo. Para piorar, nessa pandemia, a mentalidade coletivista se fortaleceu muito. Nunca tinha visto tanta gente defendendo o coletivismo como atualmente!

  16. Já parei de ver as coisas que esse povo faz na economia como uma coisa ideológica ou de ignorância.

    Quando se começa a ver essas coisas pelo lado espiritual, se percebe que isso é feito de forma proposital com a única intenção de promover o caos e deixar as pessoas dependentes do estado e sem esperanças.

    Eles precisam derrubar o pilar da liberdade pra conseguir seus objetivos, então é isso que eles estão fazendo.

    As pessoas podem fazer isso parar, mas a grande maioria está dormindo.

  17. Já não é o que os economistas usam atualmente para a famigerada meta de inflação, olhar o tal do hiato do produto? A principal diferença então é o uso dos impostos para supostamente enxugar a quantidade de moeda, e não os juros..

    Me parece óbvio que nenhum dos dois vai cair. Já que o governo vai estar se expandindo via moeda, e o setor privado retraindo com impostos. Menos produção e mais moeda = no minimo uma hiperinflação no fim

  18. Caros colegas,

    Se vocês fizerem parte de algum grupo de wpp de discussão de ideias liberais, por favor, me adicionem, 34 998680412.

    Obrigado.

  19. Fritz inteligente e educado

    Pessoal, muita gente considera um bom investimento comprar uma casa pra sair do aluguel, porém não somente os preços das casas são ridículos na maior parte do Brasil (fora dos rincões pelo menos), os juros são absurdos, mas se no meio do financiamento o cara perder o emprego e não conseguir pagar já era casa e o dinheiro já pago, e soma-se à isso o fato de o direito de propriedade no Brasil ser de mentirinha, ou seja, a casa não é realmente sua mesmo que esteja paga e no seu nome, ela é do estado e este te deixa morar ali enquanto for conveniente.

    Pois bem, para escapar do aluguel não seria mais inteligente usar o dinheiro que iria pra pagar o financiamento e aplicar pesado em investimentos rentáveis até que os rendimentos sejam suficientes para pagar o aluguel? Meu pensamento faz sentido?

    Obrigado!

  20. Quero saber a profecia de cada um de vocês aqui, sobre:

    1 – Brasil nos próximos anos economicamente e eleição

    2 – Eua economicamente

    3 – Mundo

    4 – China

    5- Russia e nova empreitada belica

  21. GAROTA DO TUCKER

    Tá aqui um mais um clássico do “neutralismo” austríaco: “tudo que não nos mata nos deixa mais fortes para continuar de pé pagando impostos e pensando… ‘Ah como eu gostaria de ser libertário e ter coragem de afogar esses keynesianos numa privada bem imunda…; ah como eu queria ter colhões; ah como eu queria aprender a praticar tiros para não deixar que o Estado invada minha propriedade e não degole minha familia inteira; ah como eu queria ser menos educadinho e dizer na cara desses esquerdistas que eles são os verdadeiros genocidas; ah como eu queria…”. Enquanto isso, nós garotas de aço aprendemos a manejar estilingues e manejar panelas.

  22. LUIZ HENRIQUE AMADOR

    [OFF TOPIC]

    Galera, o que vocês tem a dizer sobre o setor imobiliario? Durante a pandemia, pude perceber que houve uma grande aumento na demanda por materiais elétricos e de construção. Na minha rua mesmo, está sendo construído 5 casas ao mesmo tempo – algumas ao lado e outras na frente. Devido a isso, voces acham que o setor imobiliário está supervalorizado? Se sim, acreditam que irá voltar ao normal?

  23. Mas se “déficits orçamentários não têm importância nenhuma, pois podem ser cobertos via impressão monetária”, então qual é o problema de sonegar impostos?

    * * *

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