Embora eu sempre tenha preferido estudar economia a direito, nunca me arrependi da decisão de obter um diploma de direito além do meu diploma de economia.
Ao me expor a detalhes do mundo real que, de outra forma, eu teria perdido, estudar direito melhorou acentuadamente minha capacidade de avaliar políticas e processos econômicos.
Alguns economistas, de alguma maneira, compreendem esses detalhes cruciais sem terem estudado direito formalmente. Dentre estes estudiosos impressionantes temos Armen Alchian, Terry Anderson, Ronald Coase, Harold Demsetz, Thomas Sowell e Bruce Yandle. Mas muitos economistas desconhecem esses detalhes. O resultado, muitas vezes, são análise políticas equivocadas e conselhos irrealistas e contraproducentes.
Tais análises e conselhos ruins são especialmente dominantes quando os economistas escrevem sobre as chamadas “externalidades“.
Externalidades são efeitos causados por terceiros, como quando as ações de Gustavo e Sara têm um impacto sobre o bem-estar de Silas, com Silas não tendo sido consultado por Gustavo ou Sara.
Se este impacto aumenta o bem-estar de Silas, chamamos isso de “externalidade positiva” – como ocorreria, por exemplo, se Sara pagasse a Gustavo para reformar sua casa, aumentando assim o valor de mercado da casa do vizinho Silas.
Se esse impacto piorar o bem-estar de Silas, nós o chamamos de “externalidade negativa” – como ocorreria, por exemplo, se Gustavo, enquanto trabalha na reforma da casa de Sara, fizesse barulhos altos que incomodasse profundamente Silas enquanto este fazia ioga ou estava em uma reunião importante.
Quando economistas encontram exemplos práticos como esses, seu primeiro instinto é lamentar o fato de Sara e Gustavo ignorarem os impactos de suas ações sobre Silas. Já o segundo instinto é descrever as intervenções que o governo deveria fazer para garantir que Gustavo e Sara levassem em consideração esses impactos. Uma recomendação típica normalmente é tributar as pessoas por qualquer barulho irritante causado por seus projetos de reforma domiciliar.
Os economistas reconhecem que os custos administrativos de se impingir tais políticas são, na maioria das vezes, tão altos, que elas se tornam insensatas. No entanto, pelo menos em princípio, muitos economistas estão propensos a concluir que a ausência de tributação sobre barulhos altos da construção civil faz com que muito ruído desagradável seja feito impunemente em horários impróprios.
A sutil genialidade do direito
O direito, no entanto, frequentemente leva em conta tais efeitos de maneiras que os economistas não percebem. A mais importante destas formas reside na maneira específica com que o direito cria – e se recusa a criar – direitos de propriedade.
O padrão resultante e detalhado dos direitos de propriedade é importante.
Na lei anglo-americana, uma pessoa tem direito a uma indenização somente se ela transfere o título de uma propriedade valiosa sem ter tido a intenção de dar um presente (como ocorre em casos de desapropriação), ou se ela sofre a perda de alguma propriedade (ou parte dela) em decorrência das ações de alguém que violou seus direitos de propriedade.
Portanto, o simples fato de que a ação de Sara aumentou o bem-estar de Silas é insuficiente para criar uma obrigação de que alguém pague Sara por sua ação “positiva”.
Da mesma forma, o simples fato de Silas sofrer algum incômodo com o barulho das atividades de construção de Gustavo é insuficiente para justificar a cobrança de um imposto sobre Gustavo por suas barulhentas atividades de construção.
O direito se recusa a impor obrigações em circunstâncias como estas porque reconhece uma característica da realidade que os economistas muitas vezes ignoram.
Ao passo que a economia e o direito entendem que as pessoas, sendo criaturas gregárias, estão sempre causando impactos sobre estranhos, o direito – ao contrário do economista descuidado, um tipo muito comum – reconhece que as pessoas frequentemente interagem repetidamente umas com as outras ao longo do tempo, e o fazem de maneiras que os custos e os benefícios dos efeitos “externos” tendam a se equilibrar para cada pessoa.
O direito, com efeito, reconhece que os custos que Silas sofre hoje com a construção barulhenta de Gustavo na casa de Sara serão compensados por outros benefícios que Silas terá amanhã, como sua própria liberdade de fazer barulho que irritará Sara se e quando ele, Silas, optar por renovar sua casa.
Em outras palavras, naquele cenário em que economistas mais apressados veem “externalidades” – e, portanto, “falha de mercado” –, o direito frequentemente vê as partes compensando umas às outras na forma de atividades práticas.
Por ter suportado o barulho da reforma na casa de Sara, Silas é “indenizado” adquirindo ele próprio o direito de infligir o mesmo tipo de barulho a Sara se e quando ele fizer reformas no seu imóvel.
O direito também reconhece outra característica desta compensação prática que ocorre ao longo do tempo: tal indenização está embutida nas expectativas sensatas dos membros da comunidade. Se Sara restringir as obras na sua casa a apenas durante a luz do dia, a lei não reconhece o direito de Silas de ficar livre desse barulho. Silas é tratado corretamente como alguém que deve esperar sofrer com tal barulho durante o dia. Da mesma forma, Sara e o reformador de casas Gustavo são tratados como indivíduos que sabem que podem infligir tal barulho à vizinhança apenas durante o dia.
As coisas são diferentes para o período da noite. Se o barulho das marteladas noturnas de Gustavo mantiver Silas acordado (o que afetará profundamente sua produtividade e seu bem-estar no dia seguinte), o direito apoiará a tentativa de Silas de impedir Gustavo de dar marteladas. As pessoas esperam que seus vizinhos tenham a sensatez de não fazer barulhos altos à noite.
Identifique os direitos de propriedade
As expectativas sensatas das pessoas dão origem a direitos de propriedade. Nenhum direito de propriedade de Silas é violado pelas marteladas barulhentas de Gustavo ao meio-dia; já um direito de propriedade muito real de Silas é violado pelas fortes marteladas de Gustavo à meia-noite.
Esta distinção deveria ser, mas frequentemente não é, reconhecida pelos economistas. O que esta distinção significa é que uma externalidade genuína existe apenas quando há uma violação dos direitos de propriedade de alguém.
Se um homem chega perto de mim calçando sandálias, qualquer desconforto que eu possa sentir por não gostar de ver um homem de sandálias não é uma externalidade, mesmo que eu possa provar objetivamente que minha angústia e meu desconforto ao ver tal cena são intensos. Dado que este indivíduo o direito de usar sandálias em público, e considerando que devo esperar me deparar de vez em quando com homens calçado sandálias, este sujeito não me prejudicou de nenhuma forma jurídica, econômica ou ética.
Em outras palavras, apesar da minha aversão a homens trajando sandálias, o fato de um homem usar uma sandália em público não viola aquilo que os libertários chamam de “princípio da não-agressão“. (O princípio de não-agressão diz que os indivíduos devem ser livres para fazer o que quiserem, desde que não agridam terceiros inocente e não-agressivos.)
O fato de que a lei protege os direitos de propriedade contra efeitos externos criados por terceiros não permite saltos de lógica. Uma pessoa não pode simplesmente sair gritando que “As ações de Sara afetam negativamente um terceiro, que é Silas!” para então concluir “Silas tem o direito ético, e também deve ter o direito legal, de usar coerção, se necessário, para evitar que Sara o afete negativamente!”
A respiração sem máscara em público é uma agressão contra terceiros inocentes?
A relevância desta distinção entre os efeitos de terceiros que violam os direitos de propriedade de outra pessoa e os efeitos de terceiros que não violam é especialmente crucial hoje.
Muitos economistas defendem lockdowns, decretos que impõem o uso de máscara e outras restrições voltadas para combater a Covid-19 como meios cientificamente “objetivos” de lidar com as externalidades.
Da mesma forma, até mesmo alguns libertários justificam lockdowns e outras restrições como sendo não apenas consistentes com o princípio da não-agressão, como, mais ainda, uma consequência direta deste princípio.
No entanto, a pergunta relevante não é: “Se Sara respirar em público sem máscara, estará ela afetando física ou psicologicamente o terceiro e inocente Silas?”.
A pergunta relevante é: “Se Sara respirar em público sem máscara, estará ela violando algum dos direitos de propriedade de Silas?”
A resposta à primeira pergunta é irrelevante; a resposta à segunda pergunta é o que realmente importa.
Somente se a resposta a esta segunda pergunta for “sim”, um economista deve concluir que uma externalidade está em andamento; apenas se a resposta a esta segunda pergunta for “sim”, um libertário deve concluir que Sara está agredindo Silas.
Logo, o que podemos dizer sobre a Covid?
Até março de 2020, nenhum cidadão tinha como um “direito de propriedade” estar livre do risco de exposição a patógenos carregados por indivíduos assintomáticos que continuavam vivendo sua rotina diária. Dado que cada um de nós sempre, e inevitavelmente, expeliu para o ar que respiramos bactérias e vírus que potencialmente prejudicam – e às vezes matam – outras pessoas, a vida como a conhecemos nunca poderia existir se cada um de nós tivesse o “direito de estar livre dessas bactérias e vírus espalhados por outras pessoas”.
Ninguém jamais esperou se tornar livre de tal exposição. Ninguém jamais teve o direito de se tornar livre dessa exposição.
Sendo assim, tem de haver pelo menos uma presunção de que esta mesma regra se aplica ao SARS-CoV-2. Deveria haver pelo menos a presunção de que cada um de nós continua a usufruir o direito legal e ético de continuar cuidando de nossas vidas, de continuar trabalhando, de continuar circulando e até mesmo de continuar mantendo nossos afazeres sem o uso obrigatório de máscaras, não obstante o fato físico de que, ao fazê-lo, corremos o risco de transmitir o vírus a outras pessoas.
Talvez essa presunção seja, como dizem os advogados, “refutável”. Pode ser. Porém, da mesma maneira, posso também “refutar” crenças antigas e enraizadas. Se o jogo é esse, posso também “provar” que uma simples respiração em público configura violação de propriedade.
Por exemplo, com algum esforço, eu consigo imaginar o surgimento de um patógeno extremamente contagioso e extremante letal para todas as faixas etárias. No entanto, se for comprovado que este patógeno pode ser evitado com relativo sucesso por algumas semanas de lockdown rigoroso, então acabou-se de ser criado um argumento plausível que refuta a arraigada presunção de que nenhum direito de propriedade é violado quando estranhos respiram ar em público.
Ou seja, neste cenário, ou as pessoas ficam trancadas em casa, ou elas se tornam criminosas por estarem respirando em público. Logo, criou-se um cenário em que respirar em público atenta contra um direito de propriedade criado ad hoc.
E é isso o que estamos vivendo hoje.
Lockdowns ignoram conceitos básicos de externalidade
Não só a gravidade do SARS-CoV-2 dificilmente chega a um nível que justifique uma mudança tão grande na lei e na ética, como também ignoraram a antiga regra de que nenhum direito de propriedade é violado pela respiração de outras pessoas que estão levando suas vidas normais.
Repentinamente, há um ano, o medo histérico de Covid – e o irresponsável incitamento desse medo por políticos e a mídia – fez com que as pessoas simplesmente esquecessem que ninguém tem “o direito” de ficar livre do ar respirado por outros.
Ademais, como já foi explicado na mais importante análise sobre externalidades já escrita — O Problema do Custo Social, de Ronald Coase —, externalidades são bilaterais. Você só irá conseguir me afetar se eu estiver na posição de ser afetado por você. Em termos práticos, isso significa que há mais de uma maneira de reduzir as chances de as pessoas serem contaminadas pelo coronavírus: você pode tomar medidas para reduzir o seu risco de me infectar, ou eu posso tomar medidas para reduzir o meu risco de ser infectado por você.
Esta realidade, no entanto, é totalmente ignorada por aqueles que clamam para que toda a população seja colocada em lockdown e drasticamente altere seu comportamento.
Por que presumir que as medidas corretivas devem ser tomadas por aqueles rotulados de “espalhadores do vírus” (a esmagadora maioria dos quais em perfeita saúde) e não por aqueles que realmente estão no grupo de risco de sofrerem seriamente caso sejam contaminados? Nunca foi apresentada uma resposta satisfatória para isso.
Exige-se que os saudáveis e aptos sejam trancados em casa e proibidos de trabalhar e circular (tendo suas vidas destruídas), e ignora-se que o real grupo de risco também pode tomar medidas para se proteger das externalidades negativas.
Não faz sentido nenhum — nem em termos legais, nem em termos econômicos — proibir toda a população de circular e de trabalhar (e, consequentemente, de ganhar seu próprio sustento) com o intuito de evitar que pessoas de uma determinada faixa etária sejam contaminadas por um vírus.
Deve-se defender que estas pessoas adotem medidas para se proteger das externalidades de terceiros, e não que terceiros tenham suas vidas destruídas em troca de não respirarem sobre pessoas que podem e devem se proteger.
Qualquer pessoas temerosa de ser contaminada tem a liberdade de ficar em casa. Mas ela não tem o direito de proibir outras de manterem sua rotina diária. E tampouco de proibi-las de respirar em público.
Para concluir
Economistas cientificamente falhos e pró-lockdown exclamam “Reduzam as externalidades!”. Libertários com um fraco comprometimento com a liberdade juram serem os verdadeiros defensores da liberdade ao repetir, ininterruptamente, que “devemos honrar o princípio da não-agressão!”.
Mas nem esses economistas nem esses libertários dedicaram algum tempo para considerar os detalhes complexos do mundo real a partir dos quais os direitos dos indivíduos emergem e nos quais esses direitos estão enraizados e definidos.
Em sociedades livres, o potencial impacto negativo de Sara no bem-estar da terceira parte Silas nunca foi considerado uma razão suficiente para impedir coercivamente que Sara aja de maneiras que se acredita darem origem a esse impacto negativo. Qualquer uma dessas regras teria paralisado completamente a sociedade no momento em que foi adotada.
Infelizmente, essa regra foi adotada – ou, na verdade, imposta com violência – em 2020. E é de se temer que essa regra destrutiva permanecerá conosco por muito tempo.
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Lockdown: a nova ideologia totalitária
Gente, discutir o quê? O choro é livre!
Assim dizem (e pensam) os confinalovers, em geral os abastados burgueses canhotos, que chamam o atual presidente da República de “genocida”, esquecendo-se convenientemente dos prefeitos/governadores protoditadores que tolhem o quanto podem a liberdade do cidadão, inclusive encarcerando-o apenas pelo desejo de exercer seu ofício, como o nacionalmente repercutido caso de Ribeirão Preto. Ou seja, os verdadeiros tiranos (incluindo os 11 de Brasília) são ignorados ou mesmo poupados com loas pelos coronalovers que esbravejam a cada espirro dado pelo chefe do Executivo, mas que ignoravam ou mesmo babavam pela incitação à guerra de classes feitas pelos antecessores regidos pela estrela vermelha, em especial o Apedeuta.
Munidos de Uber-eats, Merdaflix, Cágazon, Facebosta, Bostagram e demais plataformas, arrotam a virtude de manter-se em casa, como se todo brasileiro assim pudesse fazê-lo, pois a postura serena de Sidarta Gautama mudaria em segundos tão logo seus entregadores preferidos aderissem ao lockdown.
Defendem com ardor a tal vacina, dizendo-se amantes da ciência, ignorando que a mesma entidade ídolo seus considera apenas uma vacina eficaz de fato após vários anos de experimento para evitar futuras sequelas em seus consumidores e tão pronto escutam tal heresia vinda de mortais proletários como quem vos escreve, são taxados prontamente de “negacionistas” ou quiçá “genocidas”, no mesmo pacote do presidente Bolsonaro. E o fato de que vacinas sejam descartadas em vários países europeus parece não incomodar-lhes, exceto se fossem obrigados a serem as primeiras cobaias de tal experimento, evidentemente.
Este gráfico mostra a média móvel da evolução do número de contágios per capita em três estados americanos: Flórida, Texas e Califórnia.
Climas semelhantes. Densidade populacional também.
Flórida e Texas estão totalmente abertos. Califórnia está fechada. Tente descobrir qual é qual.
twitter.com/jeffreyatucker/status/1374054717609873411/photo/1
Quantos lockdowns a França já fez? Eu parei de contar no terceiro. Quanto mais fazem, mais a coisa piora.
Recentemente mandei para o grupo da família no WhatsApp, que está cheio de defensores do lockdown (e a maioria é funcionário público, universitário e aposentado), a seguinte pergunta:
"Você defenderia lockdown se soubesse que perderia emprego e renda em decorrência dele?"
A maioria (honesta) ficou em silêncio. Três (que são funças) protestaram que eu estava "tumultuando" o grupo e "procurando briga".
Um pediu, educadamente, minha expulsão.
Um total de zero respondeu.
Se vocês estão certos… então todos os médicos estão errados
Alguém sabe então explicar o real objetivo dos lockdowns?
Nunca, jamais e em hipótese alguma seja um homem muito pobre e com dependentes em uma livre democracia.
Á histéria é grande mesmo, quase toda á minha família tá com medo e tem alguns quê ficam de mascara até em casa, e ainda por cima defendem arduosamente os lockdowns (Até mesmo os quê criticam bastante os políticos em geral.
Curiosamente, os únicos quê não tem medo são meus avós quê vivem no campo, estão sempre chamando os políticos de parasitas, e criticam duramente os lockdowns, pois segundo eles, o povo precisa ir trabalhar e também precisa consumir, e não tem como ficar em casa, e dizem tudo isso enquanto utilizam mascara e passam álcool e gel sempre quê saem ou voltam para casa.
Meu vô até gostou do álcool em gel, ele trabalha bastante cultivando plantações (que é um hobby dele, pois ele recebe 3k no emprego dele mais 2k de aposentadoria e já tem tudo quê precisa) e está sempre utilizando álcool em gel para evitar infecções no corpo quando volta do mato.
Mas bem, os políticos e cientistas pró-lockdown até agora não entenderam algo simples: É necessário quê haja estímulos, não coersão, quêm tiver condições para ficar trancado em casa, e está disposto, que fique, não tem como simplesmente trancar toda a população em casa e concluir quê tudo vai estar bem, o Japão é um dos paises com menores número de infectados e mortes per-capita justamente por causa disso, á população é respeitosa e usam máscaras sem nenhuma necessidade de ameaças, e se lá esse sistema de estímulos funcionou, porquê todos os países não seguem este bom exemplo, em vez de ficarem sempre na tática mais tirana, insensata, e destrutiva?
Eu aliás, crítico bastante o Bolsonaro, ele está certo em criticar lockdowns, e também não vejo problema nenhum em recomendar remédio caseiros, mas essa atitude dele de criticar até as máscaras é justamente o total oposto de estimular á população á fazer algo sensato. E mesmo se ele mudar essa postura, não vai adiantar nada, pois agora já é tarde demais, os apoiadores dele se tornaram cativos á esses estímulos anti-máscaras e anti-distanciamento, e irão crítica-lo caso mude o seu discurso.
Filosofando de havaianas:
Se A topa o risco de se expor a germes e bactérias no intuito de aumentar sua imunidade natural e consegue, B, que não se expõe de nenhuma forma (e ainda critica A) não estaria sendo um free-rider /carona durante uma pandemia?
(totalmente OFF-TOPIC)
Eu fico curioso enquanto fico olhando alguns textos de comentários meus e de outros postados aqui no site sendo repetidos, será existe alguma AI ou algum admin do Mises Brasil que copia os argumentos lógicos contidos em textos de comentários postados, e os repete para rebater os críticos de postagens quê aparecerem por aqui, ou será quê o povo tem preguiça de criar argumentos próprios e fica reutilizando os textos dos outros? Não quê eu despreze isso, mas acho bem curioso, e como alguém quê está sempre lendo os comentários, acabo toda hora vendo textos copiados de terceiros sendo reutilizados, podiam pelo menos fazer o favor de colocar as referências (Apesar de quê eu tenho certeza que assim como eu, á maioria nem liga de ter seus textos copiados e repostados).
Obs: Estou me disfarçando de anônimo, mas isso não significa quê eu poste comentários sem utilizar um Nick.
politicos e imprensa : “temos que restringir o horario dos mercados porque vai ter menos aglomeraçao”
titulo daqui de onde eu moro : “Moradores da Baixada Santista enfrentam filas em mercados, após anúncio de lockdown”
2021 foi o ano em que a humanidade deixou de ser sapiens
Estava assistindo, novamente, o filme V de Vingança e não pude deixar de notar as semelhanças enormes com a situação atual em que vivemos. Não obstante, na história do filme, é a "direita" que toma o pode. Não poderiam estar mais errados na escolha da lateral quando fizeram a história. Fora isso, todo o enredo do filme corrobora com o comportamento canhoto.
Essa postagem do Fernando Chiocca é ótima. Fazer uma versão brasileira desse mapa aqui seria muito bom.
É medonho ver supostos libertários tentando justificar lockdowns. Isso mostra que o desconhecimento sobre a lei natural ainda é grande. Até começo de 2020, a humanidade foi assolada por pestes muito piores que o SARS-CoV-2 e até então eu nunca vi ninguém defendendo o uso obrigatório de máscaras por causa de doenças como gripe. O máximo que vi era ver gente defendendo invasão residencial por causa de água parada (potencial vetora da dengue por causa de larvas de Aedes aegypti).
Pelo menos em uma coisa a pandemia foi boa: canais como o Ancap.SU dispararam em audiência. Para mim, um dos maiores defensores brasileiros da liberdade no momento. Ele mesmo pegou o coronavírus.
No final das contas, o lockdown nada mais é que uma nova forma de socialismo.
Enquanto isso, a hidroxicloroquina está empoeirada nos armários das secretarias de saúde. Por mera birra política com o Bolsonaro, os desgraçados dos prefeitos e governadores mandaram barrar ao povo o tratamento precoce que possui efeito positivo atestado por 172 estudos.
Em Araraquara, após um mês do mais radical lockdown do país, número de internados subiu 37%.
Covid-19: depois de um mês de lockdown, aumenta o número de pacientes internados em leitos de UTI em Araraquara
Mortes diárias crescem após a implantação da medida
A realidade atual no Brasil inteiro não desmente o artigo? Aliás, é impressão ou as pessoas aqui fingem que não sabem do colapso sanitário no Brasil em decorrência da covid-19, pior do que qualquer coisa aqui já vista no que tange à saúde pública?
«VOCÊ QUE É CONTRA LOCKDOWN. Que solução vc propõe? Pq se vc se opõe à uma medida comprovadamente eficaz p reduzir mortes, ou
1. Vc coloca seu bem estar e interesses acima de vidas, ou
2. Vc tem uma solução melhor.
Diga aqui, q solução vc propõe p nos tirar desse mar de mortes?»
Denise Garrett, MD twitter.com/dogarrett/status/1373651830647971845
http://www.youtube.com/watch?v=sEV5jJHPBSk
Estou adorando o lockdown … Nunca tive dinheiro pra abrir meu restaurante pq o aluguel em sp eh muito caro agora que a demanda por delivery explodiu abri minha lojinha no ifood e parei de fazer serviço em restaurante xique
show de bola voto em doria de novo 2022
Por quê diabos, as pessoas querem ser as salvadoras ? messias?
O que mais li foi ”qual então sua solução para resolver a pandemia?”
Desde quando um complexo problema desse vai ser resolvido por alguém?
Não entenderam nada sobre libertarianismo ou ordem espontânea, que problemas complexos são resolvidos via descentralização , e que são diversas pessoas com diversas ideias competindo pela solução, que PODEM resolver problemas…
A resposta sincera é NÃO. EU NÃO SEI RESOLVER essa pandemia. Não sei.
Por isso mesmo , deixe as pessoas em paz, deixe que cada um decida como agir com sua vida, deixe que cada um decida se deve ou não trabalhar, se deve ou não sair de casa para beber uma cerveja com o amigo, se deve ou não caminhar no parque da cidade.
A não ser que seu argumento seja “eu sei o que é melhor para todos”, então, deixe as pessoas livres.
Mas e o vírus?
– As pessoas não são burras, elas sabem decidir. Nosso erro é se achar mais inteligente que os outros. Mas não. Uma epidemia grave, as pessoas vão tomar medidas elas mesmas, informação é o que mais há, cada um toma as medidas necessárias. Alcool em gel, mascara, luva, parar de sair. Deixe que as pessoas decidam.
E não, você não pode proibir pessoas de saírem de casa baseado no argumetno que ela PODE estar contaminada. O artigo mesmo expõe isso, o ar não é sua propriedade. Uma vez que você está em algum local com outras pessoas, você se expos ao perigo de ser contaminado com COVID, influenza, leshimaniose, rubeola, carai a quatro.
Esqueceram que existem outras doenças além do covid?? Você vai proibir todo mundo de sair de casa então para evitar todas as doenças?
Entramos numa espiral de loucura onde cada ação gera uma reação pior, que é combatida com outra ação pior ainda. Perdemos todos nossos direitos (de ir e vir, de trabalhar, de criticar), o que mais falta? Que outrass medidas insanas vamos aceitar ano que vem?
Eu chuto perder propriedade privadas e expurgos.. Por que do jeito que estamos, não duvido de mais nada
Não venham, a partir deste artigo, defender o presidente da república que sim, vem agindo de forma muito irresponsável desde o início da pandemia. Ele joga pra galera quando defende o mercado, os empregos, etc. Vou colocar alguns pontos para que possamos refletir:
1 – Bolsonaro e seu governo fez estoques imensos (com nosso dinheiro, óbvio) de um remédio cuja comprovação científica inexiste no que tange o tratamento da covid.
2 – O governo federal recusou vacinas até o último segundo basicamente por questões ideológicas. Vacinas essas que se levadas a sério lá no início e meados de 2020, poderiam garantir um retorno efetivo das atividades econômicas.
3 – Um governo que “pensa” e “se preocupa” tanto com a economia, não privatizou NENHUMA empresa e não fez nenhuma reforma. A da previdência passou desidratada pelo próprio Bolsonaro e a reforma tributária… bom, deixa pra lá.
4 – Países com viés muito mais liberal fizeram lockdown e mesmo com o baque financeiro, estão, nesse momento, vacinando e retomando as atividades. Austrália é um exemplo enorme considerando o tamanho da população e as diferenças territoriais em relação ao Brasil.
5 – Isolamento e distanciamento social são necessários mas os governadores e prefeitos incompetentes nos modos de operar esse distanciamento não conseguiram nenhum resultado produtivo, diferente do que ocorreu em diversos países.
6 – Não houve nenhum movimento dos governos federal, estadual e municipal de colaborar com a classe produtiva brasileira. Comércio fecha mas os impostos continuam.
7 – Liberal não defende abertura e liberdade individual em meio a uma pandemia. Nossa liberdade vai até onde começa o do outro e, como a vida deve ser preservada, não podemos colocar em risco a nossa e a de terceiros. Queremos nossos comércios funcionando, pessoas produzindo mas não dá pra agir de modo irresponsável.
8 – Não fiquem se matando: Estamos nessa situação pela falta de educação do brasileiro e por causa daqueles que estão no controle da máquina pública. Todos incompetentes.
Bom dia, pessoal. Alguém sabe me dizer como está a situação do Brasil em comparação com outros países?
Pessoal se o lockdown não funciona, não deveria ser obrigação da OMS e de Thedros Adhanon fazer uma coletiva ao vivo transmitida pelo mundo, para se parar com essas medidas? O que eles ganham continuando com isso? Não entendo.
Servidores públicos não aderem ao lockdown voluntário em Criciúma
revistaoeste.com/brasil/servidores-publicos-nao-aderem-ao-lockdown-voluntario-em-criciuma/
Nenhum funcionário público de Criciúma, cidade no sul de Santa Catarina, aderiu ao decreto do prefeito Clésio Salvaro (PSDB) que propôs um [i]lockdown sem remuneração[i]. A medida foi anunciada na quarta-feira 17, conforme reportado em Oeste, mas não teve adesão do funcionalismo. "Estou assinando o decreto de lockdown na prefeitura de Criciúma — lembrando só um detalhe: lockdown sem remuneração", explicara, na ocasião. "Não quer vir trabalhar? Não tem problema. Quer se cuidar? Ótimo! Pode ficar em casa, mas não receberá salário", afirmara. Declaradamente contrário às medidas de isolamento radical em todo o município, Salvaro gravou vídeo em tom de desabafo e disse que "não há necessidade de parar a economia, nós precisamos continuar trabalhando".
kk lockdown no dos outros é refresco
Viram que coisa linda? Tudo indica que só uns 25% dos mortos reportados são DE FATO devido ao vírus chinês.
O lockdown funcionou em Araquaquara, seria o único caso de sucesso de lockdown? Ficou 1 mes fechado e resolveu caiu bastante tudo
E o mais engraçado de tudo é que o vírus deu uma trégua justamente no período das eleições, depois que passou as eleições ele voltou com tudo de novo.
“Merkel desiste de confinamento mais rígido na Alemanha e pede desculpas”
Será?
Entra lockdown, sai lockdown. Mesmo assim, o número de casos de coronavirus não para de subir. É preciso ser gênio para conseguir entender que NÃO É culpa do comércio? Lockdown só adiantaria bem no começo desta pandemia.
Engraçado, os governadores impõem o Lockdown para a população, tipo se vc for dono de restaurante eles dizem:” seguinte vamos fechar tudo e vocês se viram com as despesas”, sem oferecer nenhum resguardo, mas querem que o governo federal pague os auxílios, ma eles mesmos não se propõe a pagar. Você não vê governador ou prefeito sendo obrigado a pagar auxílio.
Na reportagem o autor ainda fala que a onda de contágios aumentou por culpa do “afrouxamento” do isolamento social. Mais uma vez esse pessoal tenta subestimar nossa inteligência, tsc tsc.
Eu acho engraçado á mídia brasileira, em vez dos jornalistas simplesmente confessarem de vez que são parciais, eles preferem ficarem se auto declarando “Imparciais”, ao mesmo tempo que adoram ficar distorcendo notícias e dando pitaco.
Eu penso que isso deve ser algum tipo de estratégia manipulativa, como eles não declararam estar do lado de alguém, eles acabam podendo assumir o bastião da verdade absoluta, logo, eles podem dizer que todas as críticas deles são verídicas e aceitáveis, já que segundo eles, são “Imparciais”.
Porém eles estão cada vez abusando mais, atualmente todas as notícias que leio sempre tem tons de parcialidade, se á notícia é sobre algo que agrada os progressistas, geralmente o foco acaba sendo mostra os lados bons daquilo. Já se o artigo não condiz com á opinião geral progressista, geralmente os textos tentam ao máximo possível zombar e críticar.
Por exemplo, li um certo artigo que mostra a recepção de um determinado filme que aborda as questões sociais, o artigo em questão tratou de mostrar apenas as opiniões positivas em torno do filme, e não mostrou nenhuma crítica.
Logo depois eu li um outro artigo, dessa vez era sobre o Bolsonaro, mal comecei e já li coisas como “Acuado pelas críticas de ter gerenciado erroneamente o combate á pandemia, e por ter recomendado remédios comprovadamente ineficaveis…”, depois de ler isso, parei, e logo comecei á pensar: por que eles não dizem á mesma coisa sobre o lockdown? Eu nunca vi artigo algum da mídia falando que os lockdowns não possuem comprovação científica, mas mesmo assim, eles tratam de falar que tudo que o Bolsonaro diz e defende não tem comprovação, é realmente fascinante tamanha parcialidade…
Se hoje ou amanhã o STF depuser Bolsonaro/Mourão é fim de papo, a revolução socialista estará completa. Eles iriam criar um “comitê” gestor para “solucionar” o problema, imagine o poder total dado a esses governadores!. E a maioria da população aceitaria numa boa, isso é o que mais me impressiona… Passividade quase completa.
Vejam o Diário Ofiial do Estado de São Paulo do dia 21/03/2020 pág. 5. Imagina se não estão fazendo a mesma coisa nos ourtros estados e no mundo.
"Liberdade significa realmente a liberdade de cometer erros."
Mises
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