Direto ao ponto: vacinações obrigatórias são uma grave violação da mais básica liberdade individual.
Em alguns casos específicos de políticas governamentais — incluindo quarentenas obrigatórias, postos de controle em aeroportos e até mesmo invasão de e-mail por agências de segurança do governo –, ao menos ainda há uma alegação razoavelmente coerente de que se está fazendo um trade-off, uma concessão, entre liberdade individual e segurança pública.
Porém, quando se trata de vacinações obrigatórias, há muito pouco espaço para um debate plausível.
Um programa governamental de vacinação obrigatória envolve uma explícita e suprema violação da liberdade: agentes do estado injetam substâncias no corpo de um indivíduo contra sua vontade.
Simultaneamente, mesmo em princípio, as vacinações obrigatórias não oferecem muitos benefícios no aumento do bem-estar público em comparação a como seria em uma sociedade livre.
E quando levamos em consideração preocupações realistas como a incompetência e a improbidade do governo, o argumento contra a vacinação obrigatória é avassalador.
Antes de apresentar meu argumento, explicarei em termos básicos como diferentes grupos tendem a tratar essa proposta, levando em conta as principais concepções de cada grupo quanto ao papel adequado do estado. Faço isso para mostrar que, mesmo que aceitemos como princípio as concepções mais inclusivas de liberdade, as vacinas obrigatórias ainda assim não são justificáveis.
Os três cenários possíveis
Primeiro, entre aqueles que seguem estritamente um princípio de não-agressão e uma sociedade sem estado, a vacinação obrigatória é, obviamente, inaceitável. Quer se identifiquem como “libertários”, “voluntaristas” ou “anarco-capitalistas”, este grupo obviamente nunca toleraria o estado forçar alguém a ser vacinado, pois a maioria acredita que o estado é ilegítimo.
Em segundo, para os minarquistas, o papel apropriado do estado é ser um “vigia noturno”, um governo mínimo que proteja apenas o indivíduo contra criminosos domésticos e ameaças estrangeiras. Em um arranjo minarquista, é legítimo para o estado apenas atuar contra alguém que está violando (ou ameaçando violar) os direitos de outro. O fato de uma pessoa não ser vacinada dificilmente representa, por si só, uma violação dos direitos de terceiros. Invertendo o argumento, pareceria estranho alguém dizer que você tem o direito de viver em uma sociedade na qual todas as outras pessoas já tomaram vacina contra o sarampo.
Terceiro, e mais interessante, vamos considerar uma noção mais ampla de liberdade, uma que equilibra, de um lado, a presunção da autonomia individual, e, de outro, o bem-estar público.
Nesta abordagem, o estado pode restringir as liberdades dos indivíduos – mesmo quando eles ainda não prejudicaram ninguém –, desde que tais restrições não imponham grandes danos aos destinatários, e ainda possivelmente evitem uma grande quantidade de danos a todos.
Esta é a única concepção de estado para a qual o debate sobre a vacinação obrigatória é possível.
Vamos ser benevolentes e pressupor essa definição mais ampla, sob a qual, por exemplo, até mesmo os autodenominados libertários não iriam se opor a penalidades rígidas ao ato de dirigir embriagado ou a proibições aos cidadãos de construir bombas atômicas em seus porões.
Pergunta: como a vacinação obrigatória se sai neste arranjo, em que não estamos discutindo em termos de princípios qualitativos, mas sim realizando um teste quantitativo de custo-benefício?
Mesmo aqui, o argumento em prol das obrigatoriedade das vacinas é fraco.
Mesmo pressupondo o melhor, a defesa da obrigatoriedade não se sustenta
Em primeiro lugar, o único cenário realista em que a questão seria relevante é um no qual a grande maioria do público pensa que seria uma boa ideia se todos fossem vacinados, mas uma pequena minoria (por qualquer motivo) discorda veementemente.
Isso é óbvio: se o argumento médico em prol da vacinação compulsória fosse tão duvidoso ao ponto de, digamos, metade do público acreditasse não fazer sentido ministrá-la, então dificilmente haveria alguma pendenga. O governo simplesmente não teria como injetar uma substância em metade da população contra sua vontade. A vacinação nem seria discutida.
Sendo assim, vamos levar nossa análise para mais longe. Estamos agora lidando com um cenário em que a grande maioria do público pensa ser uma boa ideia que toda a população fosse vacinada. Nesse ambiente, se a vacinação for voluntária, podemos ter a certeza de que quase todos esses entusiastas seguirão em frente e se submeterão à vacina. Em outras palavras, com quase todo mundo vacinado, qualquer “carona” da parte dos não-vacinados só ocorreria na margem; se a maioria da população recebeu a vacina, então um eventual surto da doença em questão seria improvável, pois já há uma imunidade de rebanho.
Este é um ponto crucial e mostra por que o argumento em prol da vacinação obrigatória é muito mais fraco do que, por exemplo, o argumento em prol das restrições obrigatórias sobre as emissões de dióxido de carbono ou mesmo o argumento em prol do alistamento militar compulsório.
Quando uma pessoa é vacinada, o principal beneficiário é ela própria. E esse benefício é tanto maior quanto menor for a taxa de vacinação na população em geral. Em outras palavras, entre uma população de pessoas que acreditam que uma vacina é eficaz, a análise de custo-benefício individual de tomar a vacina só irá gerar a tentação de não ser vacinado e se tornar um “carona” quando uma fração suficiente da população já tiver sido vacinada, o que garantiria a “imunidade de rebanho”.
Ao contrário de outros exemplos de (supostamente) grandes conflitos entre benefícios individuais e públicos, com as vacinações não há a ameaça de um surto maciço em uma sociedade livre. Com as vacinas, temos o feliz resultado de que, quando alguém opta por ser vacinado, desde que a vacina seja eficaz, então essa pessoa está amplamente protegida das consequências das decisões dos outros em relação à vacinação.
Ou seja, se você quer ser vacinado, você está protegido, independentemente dos outros. Ponto.
No entanto, os defensores da vacinação obrigatória dizem que essa análise é muito superficial. Há pessoas que não podem se submeter a certas vacinas por causa de condições médicas, incluindo jovens (bebês) que ainda não têm idade suficiente para receber determinadas vacinas. É para proteger estes bolsões vulneráveis da população que alguns querem que o estado force a vacinação sobre aqueles que são muito ignorantes ou muito egoístas para reconhecerem seu dever de viver em comunidade.
Observe, porém, a ironia e quão fraco se tornou o argumento em prol da vacinação obrigatória. Não mais estão dizendo que as vacinas são “seguras” e que qualquer um que tema complicações médicas é um teórico da conspiração que confia em sites obscuros de internet em vez de pessoas em jalecos brancos. Pelo contrário, o próprio CDC americano alerta certos grupos a não tomarem vacinas populares por causa dos riscos à saúde. Isso não é mais uma questão de princípio – as pessoas do lado da ciência são pró-vacina, enquanto os malucos e ignorantes são anti-vacinas. Ao contrário: temos agora uma discordância sobre quais pessoas devem tomar a vacina e quais pessoas não devem tomá-la porque os perigos são muito grandes.
Em relação às crianças, o conflito social pode ser resolvido por meio da aplicação mais completa da questão dos direitos de propriedade privada. Se todas as escolas, hospitais e creches fossem operados de forma privada e tivessem o direito legal de excluir os clientes que desejassem, os proprietários poderiam decidir sobre as políticas de vacinação. Qualquer pai que ficasse horrorizado com a ideia do pequeno João brincar com uma criança não vacinada poderia escolher a escola de João de acordo com suas preferências. Mas ele não tem o direito de obrigar o pai de José, o coleguinha de João, a vaciná-lo.
Para concluir
Vimos que, mesmo pressupondo as melhores intenções e concedendo a maior das competências aos funcionários do governo, é difícil apresentar um argumento em prol da vacinação obrigatória.
No entanto, o debate se torna ainda mais obtuso quando lembramos que ao longo da história, funcionários do governo tomaram decisões horríveis em nome do bem-estar público, seja por incompetência ou por segundas intenções. Já deveria ser óbvio e auto-evidente que nenhum defensor da liberdade pode apoiar a injeção de substâncias no corpo de uma pessoa inocente contra sua vontade.
Excelente artigo para desentocar aqueles falsos defensores da liberdade.
A todos aqueles que dizem que o Doria tem o direito de enfiar uma vacina chinesa em mim, vão todos pra PQP!
O artigo tocou no ponto crucial, e é aquele que eu menos vejo por aí: quem acredita na vacina e quer tomar, pronto. Tal pessoa está a salvo.
Ainda que ela seja a única vacinada no mundo, ela está imune (supondo que a vacine funcione, é claro).
Logo, não faz absolutamente nenhum sentido dizer que "se você não tomar a vacina, eu estou em perigo". Não, campeão. Se você tomar, acabou. Você está livre dos perigos.
Isso, e apenas isso, aniquila praticamente todos os argumentos da obrigatoriedade.
A questão é? Quem no Brasil foi obrigado a tomar vacina? É muito difícil ter qualquer punição e o governo não vai atrás de caderneta de vacina. Sem contar que Caderneta de Vacinação é muito fácil de ser falsificada. Não possui qualquer padrão, ou forma de garantir a autenticidade. Eu já perdi a minha faz anos, e nunca ninguém me cobrou por isso, ou para saber se as vacinas estão em dia.
Estão falando sobre obrigar as pessoas, sobre algo que não possui obrigação nenhuma. Estão levando para a questão ideológica de algo que na prática nem mesmo é eficaz. As pessoas já são livres para não ser vacinadas, ou não tomar algum tipo de vacina e nada vai mudar isso.
Esse artigo é bom pois é em momentos difíceis que descobrimos quem defende a liberdade e quem não defende.
Eu é que não vou confiar nessa vacina do Doria. Eu só torço que essa vacina seja só um placebo, pois nenhuma vacina contra um patógeno novo foi desenvolvida de maneira tão rápida assim.
Não, eu não sou anti-vacina e não compactuo com ideias idiotas de pessoas anti-vacina, que para mim estão na categoria de ideias que defendem a terra plana e de que o homem pode alterar o clima mundial.
Alguns debates sobre a tensão entre liberdade individual e interesse coletivo são legítimos, mas tenho para mim que toda tirania começa com esse papo de “é pelo bem dos outros”.
Isso me fez lembrar de uma epidemia de meningite meningocócica B, no início dos anos 90, quando meus filhos eram crianças. Na época, não havia nenhuma vacina disponível no mercado, mas logo apareceu uma milagrosa – adivinhem? – de origem cubana.
Rápidos como flechas, alguns governadores, com o apoio maciço da mídia, compraram toneladas da vacina cubana e programaram campanhas de vacinação em massa. Lembro-me de ter perguntado ao pediatra das crianças se deveria vaciná-las e a resposta foi que ele não recomendava. Nossa decisão, lógico, foi seguir a recomendação do representante da ciência mais próximo de nós; mas a vacinação cubana foi levada a cabo, não sem que algumas crianças tivessem reações graves.
Posteriormente, a tal vacina foi considerada ineficaz e caiu no esquecimento.
Para deixar claro antes de qualquer coisa, concordo integralmente com o artigo e pertenço ao primeiro grupo (estado é ilegítimo e não tem direito de vacinar ninguém compulsoriamente).
Quero apenas trazer uma hipótese a mais para discussão (que não muda meu ponto de vista) e gostaria de ajuda par que também seja rebatida.
Se uma vacina tiver comprovadamente uma eficácia limitada (por exemplo, funcionar em apenas 60% dos vacinados), em determinadas situações, forçar a vacinação de todos poderia ser uma forma de se alcançar a imunidade de rebanho, dificultando a circulação da doença e protegendo também aqueles para os quais a vacina não produziu efeitos.
Não muda o fato de ser uma violência contra os indivíduos que não querem se vacinar, mas seria uma hipótese em que “o pequeno mal causado a alguns proporcionaria um benefício para todos”.
“1) Algo com uma eficácia tão baixa nem deveria ser considerado.”
Depende. Um rapidinha: se a eficácia for 60% mas a imunidade de rebanho for 59%, aí já teremos alguma coisa (se é que o conceito deles de eficácia é tão simples assim…)….Mas:
www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2020/09/vacina-contra-covid-19-precisara-ter-eficiencia-de-50-diz-oms.shtml
“2) Imunidade de rebanho não precisa de 100% da população. Há quem diga que ela já alcançada com a imunização de 40% da população. ”
40%? Quem disse isso? Cada doença tem a sua porcentagem: sarampo é 95%, poliomielite é 80%, o Covid ERA 70% (estou desatualizado) e assim vai….Se fosse só 40%, os 60% não seriam inúteis…uai sô?
Para refletir 1): quem deve ficar nesses 5%, 20%, 30% e (100%-X%)? Os marmanjos antivacina ou aqueles que não conseguem, por diversos motivos, imunização e dependem da imunidade de rebanho? (aidéticos, velhos, operados, moribundos)
Para refletir 2) Será que os patógenos, uma vez vivos nos corpos dos não imunizados, não podem sofrer mutações genéticas e, assim, inutilizar todas as vacinas? Mesmo se 5% da população não estiver imune e estiver com o patógeno no vivo no corpo, será que não existem possiblidades de mutações as quais podem se espalhar (quero dizer, o patógeno mutado) e, assim ,invalidar todas as vacinas? É raro…mas nem tanto se, em vez de 5%, forem 45%
Tudo bem, ninguém é obrigado a tomar vacina, mas quem fica doente, vai se tratar no sistema público de saúde? Que te ofereceu uma chance de ser imunizado de graça? Eu que tomei vacina, vou pagar com meu imposto a tua imprudência?Ah, tens plano de saúde privado. Se eu fosse dono de um plano destes, não pagaria o tratamento de uma doença que pode ser evitada via vacina. Qualquer doença que tenha vacina.
Não levem para o lado pessoal. Só queria levantar uma questão.
Eu vou tomar a vacina. Não a chinesa, nem a russa. Nenhuma na verdade, que não tenha sido testada antes em europeus e norte americanos. Talvez em 2021 tenhamos algo.
Uma vez, li em algum lugar, que o brasileiro é um dos povos mais afeitos a vacinação em massa.
Eu simplesmente não tolero mais o argumento de tirar liberdade x pq vai afetar o sistema de saúde público.
Kct. Se para essa joça funcionar temos que continuamente sacrificar nossa liberdade de ir e vir, propriedade sobre o corpo, liberdade de empreender e tudo mais, se faz urgente acabar com esse sistema público de saúde!
Se só teremos mais liberdade se separarmos o incapaz estado da saúde (saúde X estado), então que o façamos.
Não tem lógica o estado continuamente demonstrar que não tem capacidade de gerir algo tão complexo e usar a sua própria incapacidade como motivo para tirar ainda mais liberdade do indivíduo.
Os ditadores fizeram o que quiseram, como bem quiseram e o resultado foi um fracasso total. Economia destruída e não mudou nada o inevitável cenário das infecções e mortes.
Não contentes, ainda querem mandar mais e mais, sob a hipótese de que a vacina estará pronta antes da pandemia acabar (o que, segundo a própria OMS, é um cenário irreal). E a melhor parte: com o completo aval da mídia, a dita “defensora da democracia”. Provando, de uma vez, que a mídia não é contra o autoritarismo, mas sim um provável autoritarismo de quem não gostam. Que isso fique muito bem gravado na história.
A obrigatoriedade da vacina alegando que estarei prejudicando terceiros se não me vacinar é a maior e incontestável prova de que o próprio governo não acredita na eficácia da mesma. Seria cômico se não fosse trágico.
É pessoal, chegou a hora da Desobediência Civil de Thoreau. Chegou a hora de passar a noite na cadeia, de perder seu emprego, de salvar o último resquício da sua dignidade.
Se tornar-se obrigatória de fato, eu levo uns cinco antes de me obrigarem a ser vacinado – ou me levarem junto.
Leandro (ou qualquer pessoa que entenda do assunto),
O que você(s) acha(m) da proposta do nosso grande Hayek exposta no livro “A desestatização do dinheiro”, onde ele basicamente defende que moedas deveriam poder ser criadas e emitidas por bancos, empresas e até indivíduos, sem intromissão do estado, e que as pessoas deveriam ter total liberdade para escolher qual moeda querem usar? Ele também defende (pelo que eu entendi) que este arranjo provavelmente funcionaria melhor que um padrão ouro clássico, uma vez que gera maior flexibilidade.
Obrigado e todos saúdem o Nego Ney!
Meus amigos, eles obrigaram as pessoas a fecharem as padarias de bairros de cidades que sequer tinha dois casos de Covid baseado no ”colapso do sistema público”, imagine quando a tal vacina surgir…
Podem ter certeza, não vão apenas te OBRIGAR a tomar a vacina, como vão criar diversos mecanismos de proibição de não vacinados. Coisas que é díficil agora imaginar, chuto um controle de vacinados que proiba não vacinados de entrar em aviões, hoteis, talvez até sair na rua.. mas é um chute.
”No entanto, o debate se torna ainda mais obtuso quando lembramos que ao longo da história, funcionários do governo tomaram decisões horríveis em nome do bem-estar público, seja por incompetência ou por segundas intenções.”
Com tudo que vi, baseado no pouco que já li sobre libertarianismo, sobre a história em geral, sobre as teorias das conspirações, torço muito mesmo que todas essas decisões sejam pelo primeiro motivo (imcopetência). e não estamos a viver um plano por detrás dessa pandemia.
O texto matou toda a charada, se a vacina for boa , quase todos vão tomar, quem não tomar, vai correr riscos, e com a maioria vacinada, a propagação do vírus vai ser inócua, e quem tiver vacinado não vai se preocupar.
Adendo: Sou farmacêutico, trabalho em indústria farmacêutica de genéricos, apesar de não ser do desenvolvimento farmacotécnico, conheço pessoas que são, inclusive de multinacionais. Resumindo bem, não sou especialista , quando conversei com um ou dois que são estudiosos de análise de novos fármacos, todos tem a mesma opinião
“Vacina contra vírus desconhecido criado em menos de um ano” kkkkkkk
só a fase 1 e 2 de estudo leva anos, fora o fato de que alguns vírus mutam de tal tal forma que não existe vacina.
As pessoas são condicionadas a pensarem bovinamente e devido a esta doutrinação estatal,se tornam comodistas e acham que sem a(Ilusória)proteção estatal suas vidas serão destruídas por inimigos imaginários,somos educados a sermos medrosos e terceirizar ações que seriam de nossa responsabilidade,o estado com suas propagandas e panfletagem se torna sedutor e poderoso cafetão de nossas vidas e na realidade é nosso senhor de escravo terrível em alguns países(Regimes ditatoriais corruptos)e um senhor de escravo mais brando em outros países(Regime democrático corrupto e ditadura branda-a ditadura do voto).
A vacina é prevenção. Se ninguém é obrigado a tomar um remédio quando doente, mesmo diante de receituário médico, então ninguém pode ser obrigado a usar uma química preventiva em seu próprio corpo. Além disso, podemos escolher o momento de prevenção. Há pessoas que querem tomar a vacina imediatamente, há outras que querem esperar para ver se realmente não tem efeitos colaterais. Ou vocês acham que nesses poucos meses de teste conseguiram averiguar toda interação possível da química com as diversas condições físicas e de saúde? Concordo com o autor, e não com os histéricos que querem mandar no corpo alheio.
Vocês estão discutindo pontos irrelevantes. Se a vacina é eficaz, se o a vacinação compulsória restringe a liberdade, e na verdade NADA DISSO INTERESSA. A única pessoa que levantou um argumento diferente aqui foi o Ricardo.
O argumento da vacinação compulsória se torna válido quando TODO O SISTEMA DE SAÚDE é bancado pelo Erário, e a vacina vai se mostrar mais barata do que tratar as pessoas se elas não forem vacinadas.
O objetivo de todo governo é, no fim das contas, a administração pública e o respeito pelo dinheiro do contribuinte. Portanto, quando o governo determina que a vacinação é obrigatória, ele está apenas fazendo aquilo que é o objetivo dele: Economizar o dinheiro público.
Isso acontece porque alguém achou que seria uma boa ideia se o governo fornecesse um serviço de saúde… E como todo serviço público, o serviço de saúde deve ser pautado na responsabilidade fiscal.
Então não tem nada a ver com liberdade de escolha ou o que quer que seja, tem a ver apenas com DINHEIRO, como sempre, como tudo o que há nessa vida.
Se você quer ter liberdade para decidir alguma coisa sobre a sua saúde, a primeira providência é fazer com que essas decisões não afetem o dinheiro público, ou seja, o governo não pode operar um sistema de saúde.
O mesmo poderia ocorrer com os seguros privados de saúde. A seguradora pode incluir uma clausula no contrato dizendo “nós não vamos cobrir o tratamento de doenças que poderiam ser evitadas com o uso de vacinas”.
Porque se não é você que está pagando DIRETAMENTE pelo seu tratamento médico, então você vai ter que obedecer quem está.
Imagine o seguinte cenário:
10 pessoas decidem criar uma sociedade onde cada uma delas contribui com um valor para a manutenção do sistema de saúde.
9 dessas pessoas decidem tomar a vacina, e portanto, ficam imunes a doença. A pessoa que decidiu que não quer tomar a vacina ficou doente, e agora vai precisar ser tratada pelo sistema de saúde.
É justo que os 9 contribuintes que se vacinaram paguem pelo tratamento daquele contribuinte que não se vacinou?
Ninguém com um mínimo de conhecimento científico sério dentro da área médica acredita na relação causal entre vacinação e autismo. O que há é um grupo de picaretas adeptos da homeopatia, veganismo, filosofia zen e outras baboseiras do gênero, que são parte do movimento anti-vacinação. Há centenas de trabalhos bem feitos mostrando que NÃO HÁ NENHUMA RELAÇÃO ENTRE VACINAS E AUTISMO. Essa discussão é absolutamente desnecessári.
Algumas sugestões de leitura:
Médecine et Maladies Infectieuses
Volume 50, Issue 1, February 2020, Pages 16-21
J.-P.GoulléaL.Grangeot-Keros
The “urban myth” of the association between neurological disorders and vaccinations
J Prev Med Hyg. 2015 Mar; 56(1): E1–E8.
R. GASPARINI,, D. PANATTO, P.L. LAI, and D. AMICIZIA
Vaccines, Autism, and the Promotion of Irrelevant Research: A Science-Pseudoscience Analysis
Skeptical Inquirer Volume 41, No. 3 May / June 2017
Craig A. Foster, Sarenna M. Ortiz
The combined measles, mumps, and rubella vaccines and the total number of vaccines are not associated with development of autism spectrum disorder: The first case–control study in Asia.
Uno, Yota, Tokio Uchiyama, Michiko Kurosawa, et al. 2012
Vaccine 30(28): 4292–4298.
E uma compoilação das bobagens dos que acreditam na relação entre autismo e vacinação:
lizditz.typepad.com/i_speak_of_dreams/2013/08/-those-lists-of-papers-that-claim-vaccines-cause-autism-part-1.html
SHALOM.
A opção por injetar ou não algo no corpo deve ser em última instância decisão individual. Qualquer argumento fora disso envolve necessariamente tirania.
Algo muito importante na discussão de uma vacina anticorona em particular nesse momento é o fato de que, mesmo que determinada vacina seja aprovada, ninguém terá a menor ideia da eficácia de longo prazo e dos efeitos colaterais de longo prazo. Esses dados demoram anos para serem estabelecidos.
Como alguém em sã consciência pode sugerir a uma pessoa que toma uma vacina desenvolvida a toque de caixa, sem o conhecimento dos resultados de longo prazo ou de possíveis efeitos colaterais de longo prazo? É sintomático de um mundo no qual a racionalidade já deixou de ser usada à muito tempo.
http://www.publico.pt/2020/08/26/mundo/noticia/lobby-farmaceutico-pede-bruxelas-proteccao-vacinas-covid19-problemas-1929343/amp?s=08
http://www.zerohedge.com/medical/russias-top-doc-quits-over-gross-ethics-violations-duterte-says-hell-be-guinea-pig-putins
http://www.zerohedge.com/medical/renowned-eu-scientist-covid-19-was-engineered-china-lab-effective-vaccine-unlikely
http://www.zerohedge.com/markets/un-forced-admit-gates-funded-vaccine-causing-polio-outbreak-africa
http://www.lewrockwell.com/2020/04/no_author/gates-globalist-vaccine-agenda-a-win-win-for-pharma-and-mandatory-vaccination/
twitter.com/Clauwild1/status/1299736435436781569?s=08
http://www.lewrockwell.com/2020/06/jon-rappoport/lets-fact-check-reuters-they-say-dna-vaccines-dont-change-your-genetic-makeup-true-or-false/
Ninguém pode ser obrigado a tomar vacinas. Certamente! Assim como ninguém pode ser obrigado a fazer um tratamento de quimioterapia, ninguém pode ser obrigado a parar de fumar, ninguém pode ser obrigado a doar sangue. Direitos individuais devem ser respeitados. No entanto, é preocupante que ainda tenhamos de repetir que meu direito acaba quando encontra o direito do outro.
Saúde individual e saúde coletiva são domínios que nem sempre podem ser separados. Recusar tratamento contra câncer prejudica somente o paciente. Fumar prejudica somente o indivíduo, mas em local fechado pode prejudicar outras pessoas. Por isso, temos leis que protegem o direito do outros contra o fumo passivo.
Movimentos contrários à vacinação prejudicam toda a sociedade. Em 2018, uma família brasileira, assustada por alegações de que vacinas não são seguras e deixam sequelas, optou por não vacinar seus filhos. Eles tinham duas crianças, uma bebê de seis meses, e uma criança mais velha que já ia à escola. A mais velha pegou coqueluche, e após muito sofrimento, foi tratada e se recuperou. Mas contaminou a bebê, que precisou de internação e correu risco de vida.
Além da própria irmã, essa criança pode ter contaminado outras crianças e bebês, de outras famílias que não eram contra vacinas, mas cujos filhos ainda não tinham idade para receber a imunização contra coqueluche. A atitude de uma família pôs em risco a vida dos filhos de outros.
No caso de doenças infecciosas, a recusa em vacinar pode impedir que a população seja protegida pela tão falada imunidade de rebanho, que protege os vulneráveis, aqueles que, por motivos de saúde ou de idade, não podem receber a vacina.
Quando o aparato de comunicação oficial da Presidência da República escolhe deliberadamente promover a frase "Ninguém pode ser obrigado a se vacinar", está semeando confusão, em vez de informar. Faria melhor se usasse o alcance que têm para promover campanhas de conscientização sobre a importância, os benefícios e a segurança das vacinas. A solução para a pandemia é coletiva. Será com atuação conjunta, solidária, e de respeito ao próximo que venceremos a doença.
Fazer populismo disfarçado de respeito às "liberdades individuais" traz o sério risco de prolongar a pandemia, e comprometer ainda mais a retomada das atividades econômicas que o próprio governo federal tanto preza. Além disso, gerar insegurança e desconfiança sobre vacinas pode prejudicar a vacinação como um todo, trazendo de volta doenças que já foram controladas, como pólio e sarampo.
O Brasil tem uma bela história de adesão ampla e voluntária da população a campanhas de vacinação que preservam vidas e saúde. Se o atual governo não atrapalhar, ainda temos chance de seguir assim.
Natália Pasternak
oglobo.globo.com/sociedade/meu-direito-acaba-quando-encontra-do-outro-diz-natalia-pasternak-sobre-movimentos-contrarios-vacinacao-24619987
Há aqui um artigo interessante sobre uma justificativa libertária para a obrigatoriedade da vacina:
“A Libertarian Case for Mandatory Vaccination”
jme.bmj.com/content/44/1/37?casa_token=Ga8MubskCKsAAAAA%3AukfCxry81ALMN2NdMAanR-gAiqLdPTtxNaQVX-nxnm-vbX8fygMBV-HVNlgKTXXhgErWzI-3mGkv&fbclid=IwAR1mTRNn927R03bkAH8umf6bWzOYOlw-bHDpGZuo9HpSgTycjrFCNYuwtRs
Uma rádio de minha cidade fez uma enquete buscando saber se os ouvintes são a favor ou contra a vacinação obrigatória.
Resultado: 885 (78%) a favor e 255 (22%) contra.
O prefeito da cidade divulgou o resultado dessa enquete em seu perfil do Facebook e resolvi olhar os comentários. Como esperado, a esmagadora maioria dos que comentaram também se disseram favoráveis à obrigatoriedade.
Dos que são favoráveis, a maioria apelou para a “coletividade”, com aquele blablablá todo que as pessoas não devem ser egoístas, que tem que pensar no coletivo, que, se não for obrigatório, a imunização vai ser baixa e etc. Outros disseram que só são favoráveis à obrigatoriedade da vacina se forem feitos todos os testes. E teve uma pessoa que estava chocada com o fato de 22% serem contra a vacinação obrigatória, dizendo que esse número está muito alto, perguntando como é possível alguém ser contra!
Dos que são contrários, alguns disseram que o são por não confiar na vacina e que não querem “ser cobaias” de ninguém. Outros disseram que são contra, apenas pela possibilidade da vacina ser chinesa. Uma pessoa disse que quem acredita em vacinação em massa com uma vacina produzida a toque de caixa está fora da realidade. Outra disse que ninguém tem o direito de decidir o que injetar no organismo dos outros. E, por fim, teve os que argumentaram que toma a vacina quem quer e que não faz sentido obrigar os outros a tomá-la.
Apesar de eu ter me decepcionado com o número de pessoas favoráveis a essa medida, por outro lado fiquei bastante satisfeito em ver que tinha gente argumentando muito bem em favor da liberdade individual! Ainda dá para ter uma esperança!
A vacina de Oxford acabou de ser suspensa. Deu merda nos testes.
g1.globo.com/bemestar/vacina/noticia/2020/09/08/estudo-com-a-vacina-de-oxford-e-suspenso-no-reino-unido-apos-efeito-adverso-grave-em-paciente-diz-site.ghtml
Ou seja, vão enfiar a chinesa mesmo.
Ninguém deveria ser obrigado, contando que todos fossem permitidos a checar se indivíduos são vacinados antes de entrar em seus estabelecimentos, residência e, enfim, propriedades em geral, inclusive hospitais.
Não tem vacina? Pode ser impedido de frequentar qualquer lugar que tenha aglomeração de pessoas.
Ok, entendo, a ideia central do texto é se rebelar contra uma imposição estatal, mas esse é um assunto delicado, tem muito babaca antivax por aí…
Ponto crucial da filosofia libertária é até onde a minha individualidade prejudica o outro e então o Estado pode intervir. Nesse caso, a grande maioria de nós só está aqui hoje por conta do avanço da medicina e das vacinas, se desde o inicio esse pensamento de que, meu corpo a mim pertence (e é correto) e faço o que quiser fosse largamente difundido não teríamos erradicado tantas doenças. Eis uma questão, o corpo do seu filho não lhe pertence, ele é um ser incapaz de escolher o que lhe é melhor, sabendo disso, as vacinas obrigatórias são imprescindíveis, já que previnem doenças futuras as quais não temos como evitar. Questão dois, se alguém não toma vacina e contrai uma doença contagiosa e contamina outra pessoa e esta pessoa vem a falecer seria justo nesse mundo libertário que esta pessoa fosse condenada por assassinato culposo? já que assumiu o risco de contrair uma doença contagiosa que poderia passar para outra, ou por conta da outra pessoa tabém não ter se vacinado cada um com seu problema?
Eu estou inclinado a concordar com o artigo, mas essa não é a única opinião possível para os libertários.
Sempre haverá pessoas que por motivos de saúde não poderão tomar certas vacinas, essas pessoas dependem seriamente da imunidade de rebanho obtida pela vacinação em massa. Portanto, deixar de tomar uma vacina quando isso não representa um risco claro à própria saúde pode sim ser visto como uma agressão contra outros indivíduos. É uma posição mais complicada para ser defendida, porém ela existe.
De qualquer forma, uma cidade privada bem feita teria todos os incentivos para exigir a vacinação de seus cidadãos, assim como uma escola tem de exigir a vacinação de seus alunos como uma medida básica de segurança. Com a exceção lógica de pessoas que não podem tomar certos tipos de vacina por motivos de saúde, como algumas doenças pré-existentes, alergia a ovo ou por tomar algum medicamento (os motivos mais comuns imagino).
Pelo tom das entrevistas e das propostas que o sr. financiador da OMS, o picareta Gates, vem falando a vacina vai ser aplicada em escala global em um curto periodo de tempo (ate 2022 parece) . Porem, o X da questao aqui eh existe o panico do virus (imaginado ou real, deixo com voces), existe a narrativa que a vacina eh a cura pra esse mal, como entao vao saber quem foi vacinado e quem nao foi ainda? Dado que isso sera uma informacao importante para “voltarmos ao normal”. Na minha conclusao , o virus eh apenas um artificio criado para que todos sejam identificados (por um chip ou um passaporte de imunidade) e a partir disso criar novos artificios para controle de pessoas (por exemplo, quem nao tem esse passaporte nao pode viajar internacionalmente, ou nao pode entrar em certos lugares).
Mas que absurdo alguém não querer tomar uma vacina feita extremamente às pressas pela ditadura comunista chinesa! Pode confiar, amiguinho!
(Supondo que essa vacina realmente só foi feita agora e já não existia antes, claro…)
* * *
Exatamente como previsto, as pessoas serão obrigadas a fornecer o CPF ao vacinar. A ideia é se certificar de que quem não vacinar terá suas liberdades civis tolhidas. Não poderá nem comprar pão na padaria.
E o que tem de "liberal” defendendo isso…
oglobo.globo.com/sociedade/governo-vai-controlar-vacinacao-contra-covid-19-pelo-cpf-24683996
João Dória: "Eu já garanti que aqui [em SP], os 45 milhões de brasileiros serão vacinados. A vacinação será obrigatória, exceto se o habitante ou cidadão tiver orientação médica e atestado que não pode tomar. E adotaremos medidas legais se houver contrariedade nesse sentido. […] Não faz sentido vacinar alguns e não vacinar outros […] Enquanto tivermos pessoas não vacinadas em larga escala, continuaremos tendo a presença do vírus, contaminação e mortes", disse.
conexaopolitica.com.br/brasil/vacina-contra-covid-19-sera-obrigatoria-em-sp-diz-doria/
http://www.inovamidiabrasil.com/noticias/stf-vota–para-decidir-se-vacinacao-no-brasil-sera-obrigatoria-no-brasil-2350.html
No dia 17/12/2020 o STF declarou guerra à população brasileira. Aprovou obrigatoriedade de vacina sem atestar a necessidade sanitária dessa medida extrema. É muito menos comprovou a total ausência de possíveis efeitos colaterais de longo prazo.
A segurança para toda a população não será comprovada no curto prazo. O STF colocou vidas em risco e tem que responder por isso
Paulo Guedes hoje em uma coletiva de imprensa:
“Eu, como ministro, tenho que dizer o seguinte: tem que ter vacina para todo mundo, gratuita e de livre escolha de cada um. E se alguém não quiser tomar, tem o direito de não tomar. Agora, também não deve ir a um cinema, né. Não tomou, pode estar inoculado, pode estar passando isso para os outros, então tem que ter uma circulação também restrita. Eu até gostei da ideia do ‘passaporte de imunização’, que, por exemplo, os shoppings, na porta dos shoppings, poderiam oferecer: ‘Você está imunizado? Tomou a vacina tal? Então pode entrar’. As próprias empresas poderiam ajudar“.
Fonte: a partir de 1:47:37 do vídeo a seguir:
Como defensor da liberdade de escolha, de ir e vir, de tecer opinião e o escambau não vou me sujeitar a uma vacina que não está 110% pronta para ser consumida. Eu passo minha vez aos “progressistas” esquerdistas. Aliás, são eles que defendem com certo fervor uma vacina a toque de caixa e que certamente não se colocarão no front para serem picados. Mesmo porque as vacinas, antes de ser compulsória, deveriam eliminar reações ao associar a outras enfermidades. Convenhamos que progressista de esquerda (alguns infiltrados na Direita) é uma doença crônica. Na Inglaterra e EUA por exemplo estão recomendando pessoas com alergia não tomar a vacina.
E o que fazer? Irão restringir o direito de usar transporte público, abrir precedente pra demissão por justa causa, controlar quem tomou e quem não por cpf e etc.
Realmente, o estado é a besta mencionada na bíblia e o brasil será copiado mundo afora com essas restrições.
Parece aquele negócio do apocalypse: Ninguém vai comprar nem vender sem a marca da besta na fronte (rosto com máscara) ou não mão (comprovante de vacinação).
O que fazer?
Grande Reset vai ser o Plano Collor em escala mundial. Um super calote na poupança das pessoas.
Quando falaram que o Brasil era o país do futuro, não era bem isso que o inventor da frase tinha em mente.
anotem: no final das contas, não será obrigatória a vacinação, PORÉM, os direitos daqueles que não se vacinarem serão cerceados (já está em discussão), tudo em nome da saúde coletiva!… o estado quer mentalidade de rebanho mais do que imunidade de rebanho!
a grande mídia batendo palmas!… e há muita, muita gente inteligente que está mais cega que um morcego…
As vacinas obrigatórias deveriam ser somente aquelas dadas durante a infância (pólio, sarampo, BCG, hepatite B, trípice, febre amarela, etc). Após isso, as vacinas devem ser facultativas. As vacinas mais conhecidas, como gripe e febre amarela, que tomamos na vida adulta, eu tomo para proteger minha saúde, e tenho CERTEZA que elas são seguras.
Agora obrigar a população a tomar vacina produzida às pressas é algo que beira a insanidade. A gripe, que é tão comum, nunca teve esse alarde todo para a população tomar vacina. O vírus da Zika, a título de exemplo, que teve surto no Brasil em 2015/16, sua vacina até agora está sendo testada (oglobo.globo.com/sociedade/vacina-contra-zika-criada-pelos-eua-mostra-bons-resultados-em-humanos-24226740). Já a vacina da COVID-19 já está pronta em menos de um ano? É claro que isso gera desconfiança na população, mesmo que alguns desses laboratórios sejam bastante renomados.
Eu tenho uma duvida em relação a vacinação e a questão de segurança pública sobre esses temas relacionados a covid;
-> As pessoas não deveriam ser forçadas a tomar vacina – Esse ponto eu concordo.
Porém no começo e no “pico”, o governo comunicava que não deveríamos sair de casa;
1. Porque não tinha vacina (óbvio)
2. E para não lotar os hospitais
E é no segundo ponto que eu quero focar. Porque eu entendo a moralidade da vacina não ser obrigatória.
Mas e o problema das “supostas” lotações nos hospitais (aqui eu quero dar um exemplo fictício, vamos supor que existiam as lotações nos hospitais e realmente a o risco da contaminação do covid que a TV adorava passar no inicio e no pico) .
Então como poderíamos dar uma resposta para esse problema na lotação (do exemplo acima) tendo em mente que as liberdades individuais fossem asseguradas?
Saiu resumo oficial de 03 dias de vacinação nos Estados Unidos.
272.000 doses aplicadas até o dia 19/12.
112.800 relatos de efeitos colaterais.
Mais de 3.000 ficaram incapacitados de realizar atividades diárias.
Com 5% de efeitos colaterais, sendo 1% de efeitos graves, talvez mande tanta gente quanto o vírus para os hospitais.
Relatório oficial do CDC:
http://www.cdc.gov/vaccines/acip/meetings/downloads/slides-2020-12/slides-12-19/05-COVID-CLARK.pdf
http://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/index.html
Com o passar do tempo me convenci, a contragosto, de que Aristóteles estava certo quando escreveu que existiam escravos por natureza. Incapazes de viver em liberdade, tais indivíduos clamam por algo ou alguém que os domine.
Depois que vi gente protestando na França clamando por mais ‘medidas do governo contra o coronavírus’, isto é, pedindo mais controles e mais restrições, não tive mais dúvidas. Mundo afora exemplos não faltam de pessoas que querem ser escravizadas por seus governos, sejam de esquerda ou direita – aqui no Brasil então…
Se não pode frequentar escola, porque não é vacinado, posso recusar a pagar impostos!
Nove países europeus suspendem uso de vacina de Oxford
OMS recomenda que países continuem aplicando doses da AstraZeneca
#VacinaSim
Olhem o controle social a todo vapor aí (e não, não é 1° de abril):
tecnoblog.net/427737/coreia-do-sul-lancara-certificado-de-vacinacao-contra-covid-19-protegido-por-blockchain/
Artigo técnico conclui que, para pessoas com menos de 45 anos:
– o risco de morte após vacinação é 140% maior do que o de morte por covid.
– o risco de efeito colateral gravíssimo, invalidez, morte ou risco de vida, após vacinação é até 370% maior do que o de covid.
http://www.aimsib.org/2021/07/25/la-comparaison-entre-mortalite-par-covid-et-letalite-due-aux-vaccins-est-juste-catastrophique/
Visto que nenhuma criança saudável morreu de Covid-19, o risco de vacinação para elas é simplesmente infinitamente maior. Para crianças com comorbidade o risco de morte associado à vacinação é 60 vezes maior do que o de covid.
A vacinação de adolescentes com mais de 12 anos pode levar a mortes e efeitos colaterais graves, como invalidez, sem nenhum benefício.
O número de mortos por covid para pessoas menores de 44 anos em França, sem comorbidades, é quase zero (menos de 1 em 100 mil).
Some-se a tudo isto o fato de que os efeitos colaterais de médio e longo prazo (3 a 10 anos) são totalmente desconhecidos.
Como justificar a vacinação obrigatória ou passaporte sanitário sem qualquer prova de segurança a longo prazo??
twitter.com/cefmatta/status/1419745439700639746
E se voce for obrigado a tomar essa porcaria de vacina? Voces acham que a Coronavac e a mais inofensiva? (Por ser virus inativado), ate agora nao vi nenhum grande relato de danos perigosos…
Encontrei essa receita na internet pra limpar metais pesados de seus corpos! Quem tiver interessado, leia, anote e passe adiante! Boa leitura!
ELIMINAÇÃO DE METAIS PESADOS NO ORGANISMO
1. Devemos comprar carvão ativado para uso alimentar
2. Devemos comprar extrato de própolis ou Aloe vera (ambos 100% naturais)
Procedimento:
De manhã, devemos tomar uma colher rasa de chá (6-8 gramas) de carvão ativo em um copo de água. Uma vez ingerido, devemos ingerir outro copo de água a seguir.
2 vezes ao dia (1 hora antes do café da manhã e 1 hora antes do almoço)
Depois de passar uma hora, devemos tomar 0,5 ml de própolis diluído em meio copo de água quente ou fria. * na hora do café da manhã e na hora do almoço *
Repita este procedimento todos os dias por 15 dias.
* Se quiser repetir o procedimento, deverá fazê-lo após alguns meses apos os 15 dias.
Olha o motivo pelo qual estão censurando o remédio e ainda procurando soluções pra peste xinesa :
http://www.coletividade-evolutiva.com.br/2021/03/ivermectina-supera-vacina-mais-de-83por-cento-de-eficacia-conta-a-covid.html
Se não fosse verdade, não estariam censurando, o que acham?
O problema que eu vejo no texto é a hipótese de que “as vacinações obrigatórias não oferecem muitos benefícios no aumento do bem-estar público em comparação a como seria em uma sociedade livre”.
Isso não pode ser mero pressuposto para a conclusão de de que “uma vacinação compulsória é incompatível com o mais básico conceito de liberdade”, porque não existe um consenso.
Este artido precisa necessariamente citar uma referência que ateste essa hipótese, ou conseguir atestá-la no prórpio texto.
Se a vacinação compulsória OFERECER SIM muitos benefícios no aumento do bem-estar público em comparação a como seria em uma sociedade livre – ela seria compatível com o conceito mais básico de liberdade?
Se o limite da liberdade é não tomar atitudes que causam mal ao próximo, recusar a vacina pode ser considerado uma atitude que causa mal ao proximo.
Então: qual hipótese é a correta?
Situação pertinentíssima!
Comentei no começo da tarde noutro artigo, sobre um amigo próximo, tendo de vacinar-se contra a própria vontade, sob o risco de perder seu emprego, porque o empregador passou a vê-lo como um “leproso” que pode infectar os demais do staff de seu local de trabalho, todos vacinados com duas doses.
É a primeira vez na História, que vemos os imunizados (que em tese nem deveriam mais preocupar-se) temendo por quem optou/opta por não arriscar ter um experimento injetado em si. Claro, nessas horas, ninguém se importa com “meu corpo, minhas regras”…
Já me vejo policiando para não desejar que seqüelas atinjam aos apologetas dessa vacinação compulsória e impositiva, pois não deixaria de ser um senso de ironia aos demonizadores do tratamento precoce em prol de um experimento que, ao que tudo indica é, na melhor das hipóteses, um placebo.
Observação: Ser contra a vacinação compulsória é uma coisa. Agora dizer que vacinas não funcionam ou pior ainda, defender proibição da vacinação é totalmente diferente. Ser libertário/contra a vacinação compulsória não significa ser negacionista. Sou contra a obrigatoriedade das vacinas porém recomendo que todo mundo se vacine pois as vacinas funcionam sim, e quem diz que não funciona é tão ignorante quanto quem diz que a Terra é plana (mas você tem o direito de ser ignorante, seja em acreditar que a vacina não funciona ou até que a Terra é plana).
Agora, querer que o Estado proíba a vacinação é tão incompatível para um libertário quanto querer que a vacinação seja obrigatória (meu recado vai principalmente aos bolsonaristas que se querem passar por libertários). Quando a Anvisa liberou (LIBEROU, não obrigou) a vacinação de crianças muitos bolsonaristas ameaçaram os membros da Anvisa de morte. Eles querem que o Estado proíba que crianças sejam vacinadas (o que é tão estatista quanto a vacinação compulsória). Eles dizem “são os pais, e não o Estado que devem definir se os filhos são vacinados” (sobre a obrigatoriedade da vacina), o que concordo, mas e quanto os pais ou a própria criança querem ser vacinados e a vacinação é proibida? Aí caberia ao Estado intervir? Eis a contradição.