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Para que haja máscaras e álcool em gel para todos, só há uma solução: deixar os preços subirem

A OAB quer que o governo federal imponha o congelamento dos preços do álcool em gel, das vitaminas, das máscaras e das luvas.

Como os leitores certamente já sabem, devido à pandemia do Covid-19 (o novo Coronavírus), houve uma súbita e intensa explosão na demanda por estes produtos (aumento de impressionante 3.233% nas compras). Em alguns casos, mesmo com a forte alta dos preços, está havendo desabastecimento.

Isso é totalmente normal quando um produto cuja oferta sempre foi historicamente estável repentinamente vivencia um surto de demanda. Não há como a oferta instantaneamente se adaptar a uma súbita explosão da demanda. Aumentar a produção de algo é um processo complexo, que leva tempo, e que exige investimentos. 

A imprensa diariamente se delicia com notícias como as que vão abaixo:

Preço de álcool em gel e máscaras subiu até 161%; governo deveria tabelar?

Procon alerta para abusos nos preços de álcool gel e máscaras

Álcool gel acaba e preço de máscaras explode em São Carlos

Procon fiscaliza reajustes abusivos na venda de álcool gel e máscara

Farmácias do Rio não conseguem repor estoques e consumidores reclamam de preços abusivos do álcool gel

Blitz constata falta de álcool em gel e máscaras em estabelecimentos de Manaus; órgãos monitoram preços

Preço do álcool em gel chega a até R$ 38 em farmácias de Salvador

Em Curitiba, as poucas farmácias que têm álcool gel e máscaras começam a racionar

Após coronavírus, comércio de SP registra falta de máscaras e álcool gel

Demanda por álcool em gel gera diferença de preços de até 356%

Depois que a carne caiu, a notícia sumiu

Em dezembro de 2019, houve uma grande comoção nacional por causa do forte aumento do preço da carne bovina (por causa de uma inesperada alta das exportações para a China). Os suspeitos de sempre fizeram a única coisa que dominam: pediram congelamento dos preços.

As notícias do forte aumento eram estampadas em destaque nos principais veículos de imprensa, com indisfarçável regozijo. Dava-se a ideia de que, se não houvesse algum tabelamento, os preços jamais voltariam ao normal, e iriam se manter em irrefreável disparada. 

Este Instituto se manifestou vigorosamente contra o congelamento, tanto em termos morais quanto econômicos. Trata-se de uma questão de economia básica: se os preços se mantiverem livres, com o passar do tempo, oferta e demanda voltarão a se equilibrar.

Pois bem, o que ocorreu?

Já no mês seguinte, janeiro de 2020, o preço da carne caiu 10%. Em fevereiro, caiu mais 4%. No início de março agora, a queda já é de 1%. No acumulado de três meses, a queda já chega a 15%.

Obviamente, tal fenômeno desapareceu da mídia. Aparentemente, a carne só é notícia quando o preço sobe. Quando cai, some.

Já quem entende o básico de economia não se surpreendeu em nada.

A função dos preços

Os preços nada mais são do que mecanismos por meio dos quais compradores se comunicam com vendedores e vice-versa.

Um preço é apenas uma razão (no sentido matemático do termo, isto é, o resultado de uma divisão) resultante da interação de duas mercadorias; é o quociente resultante da interação entre a oferta de uma mercadoria e a demanda por ela.

Preços surgem quando duas mercadorias são trocadas por dois indivíduos em uma transação concreta.

Entretanto, os “preços” que vemos nas lojas para cada bem disponível não são preços, mas sim propostas — e se tornarão preços somente se o bem for comprado.

Se o “preço” de um saco de batatas está colocado a $500, mas ninguém compra, então é errado dizer que o preço dele é de $500. O supermercado tentou vender a $500, mas tal valor foi recusado.

Empreendedores, sendo humanos, podem cometer erros. Um empreendedor pode oferecer um bem por um “preço” (proposta) alto demais e então descobrir que ele não conseguiu vender unidades suficientes para fazer o investimento valer, sendo então forçado a diminuir o preço para aumentar as vendas.

Isso não significa que o preço inicial estava errado e que o novo preço está certo: significa apenas que o empreendedor está reagindo à nova informação adquirida após sua primeira tentativa. Se mais informações chegarem, o preço será novamente ajustado, para cima ou para baixo.

Essa, aliás, é a essência do processo empreendedorial: reagir às mudanças que ocorrem no mercado, tentando sempre se adaptar às novas preferências demonstradas ou antecipadas pelos consumidores.

Por tudo isso, podemos dizer que, grosso modo, em economia, o preço é um conceito que pode ser traduzido como o “termômetro da escassez”: é o mecanismo que transmite aos agentes do mercado, tanto do lado da oferta quanto da demanda, informações sobre o nível de escassez de determinada mercadoria ou serviço.

Em um mercado sem intervenções, tabelamentos, estabelecimentos de pisos ou tetos, a variação do preço de um produto informa as condições de oferta e demanda do mesmo.

É por isso que os preços possuem um papel fundamental em uma economia de mercado.

O sistema de preços, quando deixado a funcionar livremente, é um engenhoso método de comunicação e coordenação. Os preços livremente formados nos informam não apenas sobre a abundância ou escassez de cada bem ou serviço específico, como também coordenam como cada bem e serviço será usado em um dado processo de produção. 

Para os consumidores, um aumento nos preços de um produto sugere que este se tornou mais escasso. Consequentemente, os consumidores irão reduzir o consumo deste produto em decorrência deste aumento do preço e procurar por substitutos mais baratos.

Para os produtores, os preços maiores deste produto informam que pode haver maiores oportunidades de lucro para entrar neste mercado específico. Estes novos concorrentes irão ou produzir mais deste produto, aumentando sua oferta, ou produzir bens alternativos para concorrer com o produto em questão.

Este é o processo de descoberta que define a essência do mercado. E é este processo, quando deixado a ocorrer livremente, que garante que os preços estejam sempre em níveis que tendam a equilibrar oferta e demanda.

Por isso, assim como quebrar o termômetro não resolverá a febre, impedir que um determinado preço flutue livremente só provocará excedentes ou escassez.

Os preços das máscaras e do álcool em gel estão explicitando sua súbita escassez

Em uma economia de mercado, quando ocorre uma súbita explosão na demanda por um bem — como álcool em gel (aumento de 3.233% nas compras), luvas ou máscaras da categoria N95 —, ele se torna mais escasso. A sua oferta, até então estável em relação à demanda, passa a ser muito menor que a nova demanda.

No entanto, o efeito que isso gera não é um racionamento do produto, mas sim um aumento em seu preço

O aumento no preço serve, de um lado, para reduzir a quantidade que os consumidores compram deste bem até um nível que esteja dentro do limite da oferta presentemente disponível (em vez de comprar estoques para mais de um ano, a pessoa irá comprar apenas o suficiente para um mês); e, de outro, para estimular os produtores a aumentarem a produção daquele item, pois agora há mais ganhos a serem obtidos (a demanda aumentou).

E é exatamente isso o que já está acontecendo: as fabricantes aumentaram sua produção, adotaram terceiro turno e contrataram mais mão-de-obra. Em alguns casos, a produção chegou a aumentar 1.300%, como mostra a notícia.

Nada disso ocorreria caso houvesse congelamento de preços. Se os preços fossem congelados, não haveria aumento da oferta (pois não seria lucrativo), não haveria mais investimentos (pois não seria lucrativo) e não haveria mais empregos gerados (pois não seria lucrativo). 

Não seria lucrativo aumentar investimentos, adotar terceiro turno e contratar mão-de-obra porque tudo isso são custos. E as fábricas não iriam incorrer neste aumento de custos se suas receitas estivessem congeladas, com os preços tabelados em um nível muito abaixo daquele que equilibra a oferta com a nova demanda. 

No final, não haveria aumento na produção, a demanda continuaria em forte ascensão, e aí haveria o inevitável: desabastecimento. E aí todos ficariam sem nada. 

Com os preços maiores, os fabricantes viram que há mais lucros a serem alcançados. Mas estes lucros maiores só serão alcançados se houver maior produção e maior oferta. Lucros são alcançados no volume de vendas, e não apenas com o aumento dos preços.

Esta é a beleza e função precípua do sistema de preços: coordenar uma alocação racional de recursos escassos de modo a satisfazer as demandas dos consumidores. Ao fazer isso, os investimentos aumentam, os empregos aumentam, a oferta do produto aumenta e todos ficam em melhor situação — afinal, é melhor pagar mais caro, porém ter acesso a todos os produtos do que ter preços congelados e não ter acesso a nada.

Por isso, estava errada a deputada Jandira Feghali quando fez a seguinte ironia em seu Twitter:

Jandira.png

Sim, deputada. O capitalismo, ao fazer com que produtores voluntariamente aumentem a oferta de um produto, garantindo assim acesso a todos, é um arranjo extremamente solidário. E a senhora? O que já fez para efetivamente combater o novo coronavírus?

Para concluir

Sim, os mais pobres sofrerão com os preços temporariamente mais altos, mas ao menos eles terão acesso a estes bens. É melhor pagar caro, mas conseguir o que se quer, do que ter um preço congelado em um valor baixo, mas não ter o que comprar. Em época de quarentena, é natural e inevitável que o padrão de vida caia. Todos nós gostaríamos de ter acesso farto e barato a bens essenciais, mas, infelizmente, vivemos em um mundo de escassez. 

Sendo assim, além de tudo o que foi dito, outra maravilha do sistema de preços livres é que ele estimula a racionalidade e a preservação, desincentivando os desperdícios.

Um aumento de preços decorrente de uma explosão na demanda garante que os consumidores passem a se comportar com mais eficiência. O aumento nos preços das máscaras mostra ao consumidor que ele não deve comprar todos os suprimentos da loja “apenas para se garantir”, pois há outras pessoas que também estão necessitadas daquele bem.

O aumento nos preços do álcool em gel estimulará as pessoas a utilizaram o produto de maneira mais racional: em vez de derramarem despreocupadamente mais de 100 ml nas mãos a cada uso (sendo que este volume a mais não traz mais benefícios), elas usarão apenas o suficiente para se higienizar e matar os eventuais vírus.

Assim, os preços garantem que haverá produto para todas as pessoas, de todas as classes sociais. Apenas dê tempo. As fábricas já estão produzindo (como demonstrado acima). Basta o governo não interferir.

A grande genialidade do sistema de preços é que todo esse “gerenciamento de recursos” ocorre automaticamente. Nenhum burocrata precisa de criar um plano mirabolante, nenhum político trapalhão precisa decretar alguma coisa, e nenhuma intervenção é necessária. Tudo se resolve.

Ademais, quero crer que Jandira Feghali e toda a esquerda não querem Jair Bolsonaro gerenciando a oferta de álcool em gel e de máscaras no país.

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Leia também:

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202 comentários em “Para que haja máscaras e álcool em gel para todos, só há uma solução: deixar os preços subirem”

  1. Congelamento de preços é só mais um truque sujo utilizado por socialistas para que o governo assuma totalmente o controle da economia.

    Eles conhecem muito bem as consequências maléficas desse tipo de política intervencionista:

    desabastecimento crônico e o surgimento de um mercado negro cobrando preços ainda mais abusivos do que aqueles praticados antes do congelamento.

    O caos planejado servirá depois de justificativa para que toda a produção do país seja conduzida e administrada pelo estado, que era o objetivo inicial no fim das contas

    Mises já havia desmascarado esse pessoal:

    Políticas conciliatórias levam ao socialismo

  2. Perfeito o artigo. Vale ressaltar que, na hora que realmente interessa, quem salvará as pessoas é a iniciativa privada, produzindo desde coisas simples, como máscaras e álcool em gel até os mais complexos remédios produzidos pelas "malditas” corporações farmacêuticas.

    O estado? Esse está aí só para impor decretos totalitários e ferrar toda a cadeia de produção da economia.

  3. Perfeito o artigo. Mas já me posicionei em outro post: a chance dos socialistas aumentou exponencialmente junto com o vírus. Este vírus foi uma benção para eles. Por incrível que pareça é realmente uma sorte ter esse louco na presidência, desde que ele não resolva gerenciar álcool gel e máscaras, conforme afirma o artigo.

  4. O artigo fez bem em lembrar o que ocorreu com as carnes. Em novembro de 2019, o preço do boi gordo na B3 chegou a superar R$ 230. Isso estimulou mais criação e mais oferta.

    Resultado: o preço hoje caiu para R$ 184. E nos contratos futuros está sendo negociado a R$ 168 para maio. (www.noticiasagricolas.com.br/cotacoes/boi)

    Se tivesse havido congelamento, como queria a mídia, não só não haveria mais carne no mercado legal, como também o preço no mercado negro certamente estaria próximo dos R$ 1.000.

  5. Eis o que eu nunca entendi: segundo essas pessoas que acreditam em “preço justo” e em “preço explorativo”, comerciantes podem elevar abruptamente seus preços sem nenhum motivo, apenas para explorar as pessoas. Sendo assim, então por que eles já não tinham feito isso antes? Por que ficaram tanto tempo à espera de uma situação de escassez para elevar seus preços?

    É impressionante como esses ignorantes em economia não gastam nem 5 segundos de lógica básica para testar suas hipóteses. Se o aumento dos preços nada tem a ver com a situação de explosão de demanda e oferta restrita que estamos vivenciando (pois, na cabeça deles, tal aumento é apenas exploração), então por que os comerciantes já não tinham elevado os preços bem antes? Já que é tão simples assim, por que esperaram tanto tempo? Será que odeiam dinheiro?

  6. HELLITON SOARES MESQUITA

    Aquela coisa. Nem é um problema tão grave. O governo interfere e a situação fica mais grave ainda. Depois todo mundo fala que a situação foi grave e ainda diz que as pessoas pediram intervenção do governo e que os liberais não reclamaram da ajuda do governo.

  7. O povo é ignorante.

    O POVO CLAMA (e os lacradores da USP): “O vendedores de álcool em gel devem ser solidários, mas como são capitalistas, não são solidários”

    Porém, é só observar um frasco de álcool em gel em alta demanda:

    Além dos vendedores, os transportadores deverão ser solidários, logo os preços do transporte deverão ser tabelados.

    Os transportadores deverão contar com a solidariedade dos vendedores de gasolina, logo a gasolina deverá ser tabelada

    Os vendedores de gasolina deverão contar com a solidariedade dos refinadores de petróleo, logo o produto refinado deverá ser tabelado…

    Isso só no transporte…cansei

    Olha no frasco

    O frasco de álcool em gel usa plástico, logo o plástico deverá ser tabelado…

    A tampinha desse frasco é de um tipo diferente de plástico, que também deverá ser tabelado…

    Em cima da fabricação do frasco, há também o transporte e a fabricação em si do frasco… tudo tabelado

    Imaginem na fábricacao do álcool em gel? Canavieiras, transporte, refinarias, etc… tudo tabelado: quantos terabytes de informação para serem processados e transformados numa tabela que deverá suprir a necessidade de todos?

  8. Quem quer dinheiroooo?

    A Ambev vai fabricar álcool em gel durante a crise para doar.

    Segundo eles, o fator limitante para o aumento da oferta de álcool em gel são as embalagens plásticas. Eles vão contornar isso usando as garrafas PET, que hoje não estão em falta. O álcool virá do processo cervejeiro e da produção de cervejas zero álcool.

    istoe.com.br/ambev-produzira-500-mil-unidades-de-alcool-em-gel-para-doar-a-hospitais-publicos/

    Salvo engano, eles vão doar para hospitais. Mas seria perfeitamente razoável se quisessem vender, compensando a queda da receita com venda de bebidas.

  9. Estou torcendo pelo tabelamento…2 reais por frasco…vou comprar 1000 frascos… com toda certeza do mundo, haverá escassez…todo mundo clamando por álcool em gel, vou vender, no mercado negro, por 70 reais…68*1000=68000 de lucro (ninguém precisa de álcool em gel, na verdade, um bom sabonete ajuda… as máscaras são mais necessárias)

    Moralidade? É construção social (como os esquerdistas clamam), se bem que, pelo menos, as pessoas estão tendo acesso aos produtos

  10. A pergunta que não quer calar: Essa medida de tabelar os preços é eficaz no curto e no médio prazo? (que é o tempo estimado da pandemia e, de certa forma, o tempo que os produtores conseguiriam suportar o tabelamento)

    E, caso ir para o longo prazo, será que o governo não pode, agora, prever os possíveis problemas que os produtores terão no longo prazo e já planejar uma solução de longo prazo beneficiando os produtores?

  11. Sou totalmente contra qualquer tipo de tabelamento. Mas fiquei com uma dúvida.

    Na hipótese de um tabelamento por que podemos afirmar que não haveria aumento na produção ?

    Se hoje o empreendedor vende a X e lucra com isso, por que ele não aceitaria aumentar a sua produção e vender o dobro pelo mesmo preço de X que ele vende hoje e lucra ?

    É normal investir em aumento de produção quando se nota um aumento de demanda, mesmo que o preço continue o mesmo, não ?

  12. No Japão teve uma empresa que aumentou o preço da máscara em 33 vezes, mas o mercado cuidou de tudo e as pessoas não compraram, levando um consumidor a chamar a tv e isso queimou a imagem da empresa(bem feito) ao fazer isso, visto que as outras aumentaram bem pouco. Foi uma péssima gestão dela.

  13. Sempre me impressiona essa coisa de “preço abusivo” ou “preço justo”. Justo pra quem?!? Sou o dono da loja. Comprei o álcool. Vou revender. A loja é minha, o álcool é meu, por que eu não posso colocar o preço que eu quero? (Retórica, já sei que nossos soças criaram um “código de defesa” que estimula o desabastecimento). Quem achar “abuso”, deveria ir à loja do lado e pagar o preço que o meu concorrente cobra. Aliás, é exatamente a concorrência que nos protegerá dos “preços abusivos” e “capitalistas malvadões”, não um bando de burocratas. Ninguém é obrigado a pagar pelo meu álcool… mas se for comprar o meu, “meu álcool minhas regras”.

    Aí escuto “ah, mas seu preço subiu 500% e você ainda tem o álcool em estoque!”. Oras, se ainda tenho algo no estoque (se é que o próprio aumento da demanda ainda não acabou com ele) e subi o preço, estou perdendo oportunidade de vender mais e tomar a clientela, já ao invés de vender mais barato que a concorrência, estou igualando meus preços aos deles.

  14. (…) dois rapazes do estado do Tennessee ganharam notoriedade por terem estocado 17 mil garrafas de álcool em gel e lenços desinfetantes com o objetivo de revendê-los na internet por um preço altíssimo. O que eles não esperavam era que empresas como Amazon e eBay proibiram a prática e começaram a suspender contas, tornando seu "investimento" inútil.

    olhardigital.com.br/coronavirus/noticia/homem-doa-18-mil-garrafas-de-alcool-gel-encalhadas-apos-punicao-da-amazon/98097

  15. Só quero ver então os liberais de verdade não dependendo de auxílio do governo para depois da crise conseguirem se reerguer. Se é menos estado na bonança tem que ser também na penúria.

  16. Nesse momento, o álcool em gel e as máscaras são considerados produtos essenciais. Evidente que, caso a demanda por determinado produto suba, o preço tende a subir. O problema é que alguém que tenha interesse em abrir uma empresa a fim de concorrer com aquela(s) determinada(s) empresa(s) cujos preços aumentaram vertiginosamente devido ao excesso de procura pelo produto não terá tempo hábil pra se consolidar no mercado, de forma que o preço volte a ser acessível a TODOS como o foi outrora.

    Como a demanda é enorme, é natural que o produtor de um determinado produto procure fabricá-lo ainda mais pra poder suprir as necessidades do mercado, o que alavanca os preços. Contudo, perceba que estamos falando de algo primordial, fundamental e de necessidade imediata que certamente faltará pro menos abonado, haja vista a inviabilidade do mercado se autorregular em tempo hábil com a consequente alta dos preços por um período relativamente longo. Qual a solução, a meu ver? Intervenção do Estado, sim, de forma que haja uma REGULAÇÃO tanto dos preços como da quantidade comprada por pessoa, garantindo que TODOS tenham acesso aos produtos considerados essenciais, mesmo que temporariamente.

  17. Por que que, ao invés de cobrar mais caro do pobre, não se limita os gastos do rico para algo equivalente? Dessa forma, diminuiria a margem para especulação e impediria uma alta oscilação dos preços…

    Mas isso vocês não querem né? Até em catástrofe querem ter lucro máximo.

  18. Fiquei com uma dúvida: Como essa disseminação do vírus pode afetar muita gente, não seria o caso de o governo intervir e usar o dinheiro público para pagar as empresas fabricantes de álcool para que estas produzam mais pelo mesmo preço e não tenham prejuízo. Assim, o dinheiro que essas empresas usariam para investir em mais produção de álcool viria do governo, seria dinheiro de impostos. Portanto as empresas não teriam prejuízo e até lucrariam mais e o dinheiro público estaria sendo usado em benefício à população. Uma interferência desse tipo seria prejudicial a economia ou traria algum tipo de problema econômico? Sou leigo nesse assunto.

  19. Usando o bom senso

    A lei da oferta e demanda é algo óbvio, lógico, racional. Não se discute. A questão é que nós, seres humanos, não somos seres (apenas) lógicos, óbvios e racionais.

    Nós somos pura emoção TAMBÉM.

    Diante de uma tragédia, é uma atitude nobre e humanitária não aumentar os preços de produtos que estejam com caráter de essenciais dada a situação atípica; especialmente em uma forma absurda, para que os que dispõem de menos recursos financeiros possam ter menos dificuldades para comprá-los, mesmo que isto acarrete em prejuízo pessoal. No Japão, durante aquele terrível maremoto, muitos comerciantes BAIXARAM os preços ante o aumento da demanda e frotas de ônibus faziam o transporte de pessoas DE GRAÇA. Isto contraria a lei da oferta e da procura? Sim. A atitude desses japonese faz sentido? Nenhum…mas apenas para quem vê no valor de mercado o maior dos valores.

    Em tempo: “Emprego é bom e eu gosto, mas no momento eu necessito é de uma máscara e um pouco de gel para passar nas mãos; afinal morto não trabalha. Questão de prioridade”. Palavras do Zé Povim ao chegar em uma farmácia com os últimos 12 reis no bolso para comprar o tal gel e viu que o preço tinha subido para 30 pilas…

  20. Em momentos de crise profunda em que todos estamos passando, e considerando que nossa natureza é EGOÍSTA, já dizia Sr. Smith, isso explica por que esse sistema econômico prevalece, há que se doutrinar os oportunistas de plantão. A maioria não conhece as regras do jogo capitalista, suas engrenagens, portanto alguma disciplina deve ser imposta para tentar regular o comércio. Um grande exemplo foi o que aconteceu nos Estados Unidos, a empresa Amazon.com exclui do site um aproveitar americano que comprou muitos estoques de alcool gel , se antevendo a crise, e queria revender por preços bem acima do praticado, um atentado contra a economia popular. Como a peste negra derrubou o feudalismo, esse vírus irá doutrinar algumas perversidades incrustadas nesse combalido sistema capitalista, totalmente esgotado. Urge repensarmos como comportamos em um novo sistema econômico, porém, enquanto não reeducarmos nossas vontades próprias, nosso egoísmo sádico, acho muito difícil.

  21. Estudante ginasiano

    Duas dúvida:

    1) Suponhamos que é, por exemplo, prova do ENEM. Em frente das escolas os ambulantes vendem canetas a preços mais altos do que em uma papelaria ou armarinho. Por que se esse produto não está em escassez?

    2) Por que canetas e lápis não aumentam tanto o preço ao longo do ano como terrenos e imóveis?

  22. Reportagem do Jornal Nacional de ontem afirmou que a demanda normal era de 24 mil frascos de álcool em gel por mês. Hoje, passou para 800 mil frascos por mês.

    Aumento de 3.233%.

    Logo, qualquer aumento de preço abaixo de 3.233% é promoção.

    E Jandira Feghali dizendo que um aumento de R$ 12 para R$ 30 (150%) era exploração.

  23. Jairdeladomelhorqp/tras

    Colegas,

    Nada, mas nada mesmo expulsará da cabeça dos brasileiros que o aumento de preços é causado pelos “f da p” destes comerciantes capitalistas gananciosos.

    Aplaudo a iniciativa do Mises em publicar o artigo. Mas como alguém mencionou aqui, a emoção vence a razão.

    Abraços

  24. Cade a iniciativa privada solucionando o corona? Cade? Só vejo financiamento publico envolvido, até desenvolvendo a vacina.

    E se uma instituição publica acha a cura, como é que vocês vão ficar?

  25. Ótimo Artigo! Uma dúvida que gostaria de tirar e espero que o IMB responda com um artigo ou alguém aqui. Já ouviram falar da teoria da utilidade racional? Muitos dizem que refuta a teoria da subjetividade. Se alguém sabe, gostaria que me respondessem se realmente refuta a subjetividade.

  26. E num suposto caso onde não se controla os preços, mas limita-se a quantidade vendida por pessoa ou por CPF? Quais seriam as consequências?

  27. Jonatas da Cunha Reis

    Boa tarde vendo oque esta acontecendo com o petróleo devido a arabia saudita baixar os preços ,

    fiquei com uma dúvida: Vejo todos colocando a arabia saudita como monstros e errados na história.

    Devido a alta produção deles não seria no caso justo o preço que estão praticando , e tecnicamente deixar

    a oferta e demanda se equilibrarem a nivel mundial ?

  28. Na França . Um fabricante de perfumes adaptou uma fábrica para fazer álcool em gel. Luis vulton e o nome da grife. No Brasil. Fabricante dê cerveja usa fábrica para produzir álcool em gel. A maior cervejaria do Brasil. Como numa guerra normal, indústrias se adaptam para produzir material bélico. Na guerra contra o coronavirus. A indústria terá que se adaptar para produzir material para luta contra essa pandemia. A guerra contra a pandemia e responsável por avanços e transformações impressionantes. Avanços tecnológicos e dê criatividade.

  29. Jurista Liberal Democrata

    Uma dúvida:

    Como explicar o sistema de preços de países que tem uma liberdade econômica considerável, como no caso da Suíça, p.ex, tendo em vista ser um país com elevado custo vida (Bens e serviços caros).

    Seria a carga tributária?

  30. O artigo está perfeito, mas não sejamos cegos:

    Na prática o aumento é pelo lucro. Vendedor de farmácia não pensa na escassez

    E nada mais justo. O cara investiu, o estoque é dele, se ele quiser cobrar mil reais por ml de álcool, é direito dele.

  31. Peço encarecidamente que escrevam sobre a Selic, eu sei que é chover no molhado, que vcs já escreveram inumeras vezes, que o governo é burro, que ninguém entende nada e etc…

    Mas depois do que aconteceu hoje, só tenho coragem de ler algo deste sítio, pois todo o resto… melhor nem comentar.

  32. E complementando, só quem ta perdendo com o petróleo nas minimas são os integrantes do cartel da OPEP. O restante do mundo só tem a ganhar com ele barato.

    Menos custos pra produzir centenas de bens que dependem do petróleo, eh sinônimo de menores preços nos bens a venda e mais dinheiro nas mãos das pessoas e empresas.

    Num curto prazo vai trazer desemprego e economia estagnada e retraindo? Vai! Mas as economias mais abertas, com moeda forte e livres para se empreender vão se recuperar em poucos meses.

  33. Olhem que maravilha… hoje abaixaram a SELIC de novo, para 3,75%. Desastroso, ainda mais perto de uma crise mundial. Já está negativa praticamente.

    Esperem mais desvalorização cambial e mais asfixia sobre todo mundo.

    Como o Brasil mudou quase nada de 2019 para cá, com reformas quase inexistentes e com o governo mais preocupado em brincar de telefone sem fio, então a tendência é de piora.

    E tem inocente que achou que o governo iria afundar a moeda para abater dívida…

    Eu apenas gostaria de estar errado.

    Alguém aqui mais tem saudades do Meirelles e do dólar a R$ 3,10?

  34. No Brasil, tem até dona de farmácia sendo PRESA por aumentar o preço do álcool em gel. Sim, vocês não leram errado: foi PRESA!!

    g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2020/03/18/dona-de-farmacia-e-presa-no-ceara-por-subir-preco-de-alcool-gel-de-r-199-para-r-1199.ghtml

  35. Muito interessante!!! Poderiam exemplificar casos na história de tabelamento de preços e escassez do respectivo produto ou serviço? Obrigado!

  36. lanpenn.wixsite.com/ocal/post/mercado-vs-socialismo-por-que-a-sa%C3%BAde-sul-coreana-est%C3%A1-superando-a-it%C3%A1lia-com-o-coronav%C3%ADrus

  37. João Doria, o super hiper mega ultra master blaster liberal, considerado a expressão máxima do livre mercado pelos ignorantes:

    Acabou de anunciar na Tv que vai decretar que os supermercados e farmácias vendam o álcool gel PELO MESMO PREÇO QUE ESTE FOI ADQUIRIDO, ou seja, sem lucro, a preço de custo. Ele garantiu que isso fará com que não haja preço abusivo do produto.

    Vai vendo.

  38. Vocês podiam explicar, então, o porquê do barril de petróleo ter caído 50% nos últimos dez dias e na bomba o preço continua praticamente inalterado??

  39. Olá! Sei que o assunto não é esse, mas hoje saiu uma notícia que a FED fez acordo com o BACEN para injetar dólares na nossa economia. Vocês acham que essa injeção de dólares vai estabilizar ou reduzir a desvalorização do real?

    g1.globo.com/economia/noticia/2020/03/19/fed-anuncia-acordo-temporario-com-bc-do-brasil-para-liquidez-em-dolares.ghtml

  40. Governos como sempre só fazem governices! Não existe preço abusivo! Controle de preços são práticas comunistas para manuseio do mercado. Se está caro, simplesmente, não compre! Preços se auto-regulam pela oferta e procura. Aproveitam e usem o Código de Defesa do Consumidor como papel higiênico durante a pandemia.

  41. Olá! Meu comentário não tem muito a ver com o conteúdo. Na verdade, li sobre uma tal de “Quarta Teoria Política” ou “Teoria do Mundo Multipolar”, que parece ter sido inventado por um tal de Aleksandr Dugin. Não consegui ler tudo pois me deu dor de barriga de tanta asneira.

    Li sobre isso no seguinte site: novaresistencia.org/

    Tudo se trata de socialismo e antiliberalismo (mesmo que os autores não admitam ser socialistas). Mas o que mais me chamou a atenção foi o fato do movimento ser anti ocidente.

    Procurei aqui no site algo sobre mas não achei. Se for possível, futuramente, gostaria de saber o que o pessoal da EA poderia dizer sobre. Quem sabe fazer um artigo sobre o assunto. Sou leitor assíduo aqui apesar de nunca ter comentado.

    Se julgarem o assunto irrelevante, tudo bem. É que fiquei um pouco assustado com o conteúdo dessa “teoria”.

    Obrigado desde já.

  42. Usando o Bom Senso

    “Se o cara colocou um preço, e a demanda caiu, então ele rapidamente voltará ao preço anterior.”

    Não foi a esta a situação que coloquei. Releia atentamente e perceba: A demanda refletiu em um aumento normal, naural; mas, em meio a este cenário, alguém específico, apresensou um preço anômalo, corrigido pelo próprio mercado. Note que o preço anômalo não correspondeu ao aumento da demanda, por isso a correção do mercado.

    “E o pior é que você jura que congelamento garantirá oferta plena para todos.”

    Releia novamente e me mostre onde falei em congelamento de preços ou mesmo insunuei.

    “Embora eu saiba que é mentira, vou partir do princípio que seja verdade, pelo bem do debate.”

    Saiu nos jornais locais daqui. Não sei o que está havendo. Quase sempre que posto uma opinião, aparece alguém para dizer que estou mentido. Mas me diga: Por que você acha que é mentira? Acha inverossímel? Seu achismo é bastante sujestiva. Pois saiba que isto ocorreu e houve casos piores ainda.

    “Pare de girar em círculos…isso é estratégia…interlocutores…”.

    Não é. Sei que é bastante cômodo e confortante expressar uma opinião e ouvir um “amém” dos leitores e ver cabeças balançando de cima para baixo, mas se acostume. Discordâncias ocorrem. Não faço questão alguma de usar qualquer estratégia retória para expor uma opinião baseada no meu simples no senso. Não concorda com o que eu disse? Tudo bem. Se houver algo que puder me acrescantar para meu crescimento pessoal, mande aí; eu aprecio e agredeço. Não tem? Então não queira me calar. Tudo o que leio, passa pelo crivo do meu bom senso. Retenho o que é bom, dispenso que é mal como bem manda o sábio conselho…

  43. O álcool em gel foi o primeiro produto estrela nesta guerra contra o coronavírus. Mas as luvas são outro produto famoso na crise. Tem também o desconhecido respirador, aparelho que ajuda quem tem dificuldade em respirar. Além de testes antivírus. Mas a cada dia um novo produto celebridade surge. Agora surgiu uma tal de ”hidroxicloroquina”, produto de nome muito difícil. O certo que na guerra contra o coronavírus surgirão uma enormidade de produtos famosos. Seguindo o exemplo do álcool em gel, de uma hora para outra. Terão um aumento de demanda fantástico. Por isto é importante deixar os preços livres. Para estimular a produção destes produtos. A industria é capaz de produzir tudo que precisamos na guerra contra o coronavírus. Desde governos não atrapalhem.

  44. Sou recente no movimento liberal, entendo que o estado ao limitar os preços gerou escasses e para resolver esse problema que ele mesmo causou precisou limitar a quantidade comprada.

    A atitude de limitar o preço está completamente errada na minha visão pelos motivos citados no artigo, entretanto vejo a estratégia de limitar a quantidade de pessoas como um “solução” para o problema que eles mesmos causaram, problema esse que nem existiria se não congelassem.

    Não vejo essa atuação de limitar a quantidade como um erro completo, mas vejo como aqueles casos em que um vilão causa um problema e arruma uma solução pra se passar como herói para a população.

  45. só uma sugestão e não uma afirmação e peço desculpas se eu estiver equivocado nas palavras, e agradeceria, se podessem corrigir essas plavras minhas pra não passar elas pra quem precisa dessas informações de forma errada, a gente tem que ter muita responsabilidade, com aquilo que a gente escreve, porque muitos podem seguir elas

    não daria certo um pedaço de pano novo cortadinho direitinho na casa da gente no mesmo formato desses comercializados, com elástico, custurado ou só uma alça, fazer uns pares pra não ficar na mão, se precisar lavar, já tem a outra limpinha de prontidão?

    na falta do alcool poderia servir o calor do ferro de passar roupas, nessa máscara?

    Não ajudaria a todos das indútrias e outras, se usa-se uma roupa de plastico , luva, mascara, para poder trabalhar nas industrias, vestido tipo esses cientistas ou de outra forma mais facil, pra poderma trabalharem, imagino assim que muitas empresas não precisariam fechar as portas tendo essas seguranças,

    e se os estudantes, professores e todos podem de alguma forma se ajudarem bastante, pra não sobrecarregar apenas os médicos e o pessoal da saúde, da segurança?

    minha intenção é só poder ajudar de alguma forma

  46. A Mão Invisível Me Deu Um Tapa

    Deixar o preço acompanhar a demanda é a melhor forma de garantir, lá na frente, a baixa dos preços, pois a produção foi aumentada graças a isso.

    Com maior oferta do produto no mercado estimulada pela subida nos preço, este volta a cair, ficando acessível aos mais pobres.

    O problema — dizem os estatistas –, é que até chegar neste ponto, passa-se um precioso tempo que pode significar a diferença entre viver ou morrer para os mais pobres. E em temp0s de rápida disseminação da pandemia de corovírus — continuam eles — tempo para esperar é o que não se tem. E neste interím, como ficarão os mais pobres que esperam? Indagam eles.

    “É aqui que entra o Estado Malvadão socorrendo os desvalidos”, ironizam com a cara mais lavada do mundo.

    Conclusão: o Estado não protege os mais pobres.

  47. ATENÇÃO: álcool em gel na Magazine Luiza por… R$ 9,90.

    Sim, nove reais e noventa centavos.

    http://www.magazineluiza.com.br/alcool-em-gel-para-as-maos/mercado/s/me/agmo/

    Ué, mas os intervencionistas não tinham dito que era necessário congelar o preço e obrigar as fábricas as produzirem estoques adicionais? Como eles explicam essa queda nos preços? Seria o sistema de preços em ação, como explicado no artigo?

    Pois é. Eis aí o milagre: é só deixar o mercado livre, com o sistema de preços funcionando normalmente, que no final tudo se acerta.

    Mais uma vez, o IMB acerta.

  48. GUSTAVO AUGUSTO BASTOS DOMINGOS

    Entendi o artigo, mas só fiquei com uma dúvida: E se o governo decidisse não congelar o preço, mas colocar um limite, tipo, preço máximo de R$20,00 para o álcool em gel e limitasse a quantidade de que cada pessoa poderia comprar, para evitar que uma única pessoa compre todo o estoque disponível? Que efeitos isso geraria?

  49. Eu não costumo rir de piadas repetidas, mas eu confesso que eu ri disso daqui:

    Doria diz que álcool em gel será vendido a preço de custo em supermercados

    exame.abril.com.br/brasil/doria-diz-que-alcool-em-gel-sera-vendido-a-preco-de-custo-em-supermercados/

    Álcool gel a preço de custo começa a valer, mas mercados não têm o produto

    economia.uol.com.br/noticias/redacao/2020/03/23/alcool-gel-preco-de-custo-sao-paulo.htm?cmpid=copiaecola

    Você precisa de um QI muito alto para estabelecer uma relação entre políticos controlando preços dos produtos e o sumiço destes produtos do mercado.

  50. “Doria diz que álcool em gel será vendido a preço de custo em supermercados”.

    1)Sem esse medida do governo estadual, podemos afirmar que a oferta de álcool gel já estaria em volume bem maior e os preços menores?

    2) Supondo que não houvesse controle de preços, mas com imposição de cota limitando a quantidade por cliente. Nessa situação, os preços livres em alta estimulariam entrada de novos produtores no ramo e o aumento da produção pelos atuais.

    Mas, ao mesmo tempo, imagino que essa limitação agiria no sentido de reprimir artificialmente a demanda. Uma demanda artificialmente menor desestimula a entrada de novos produtores, desestimulando assim o aumento da oferta? Correto?

    Como ficaria esse cenário?

    Pode-se concluir que a limitação de quantidade por pessoa também contribui para manutenção do cenário de escassez?

  51. anderson de oliveira sousa

    16/07/2020 – Até o momento não faltou álcool em gel e os preços estão em uma faixa razoável. O que houve? As previsões falharam?

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