A social-democracia é um arranjo paradoxal: embora ela seja vista como a salvação dos pobres, ela só pode funcionar — e ainda assim temporariamente — em países de população rica.
E o motivo é simples: para que um estado de bem-estar social — no qual o governo cuida de todos por meio de altos gastos sociais e ainda fornece vários serviços “gratuitos” — funcione, o governo tem de tributar pesadamente a população.
E para que essa alta carga tributária não afete a criação de riqueza da economia, essa população tem de ser extremamente produtiva e possuir uma alta renda per capita. Ela tem de produzir a taxas cada vez maiores, e já ter uma grande riqueza acumulada, para poder ser pesadamente tributada pelo governo e ainda conseguir manter seu padrão de vida. Só assim ela poderá arcar com a alta carga tributária necessária para bancar o estado de bem-estar social.
Caso contrário, se a produtividade não for crescente, o governo estará confiscando riqueza a uma taxa maior do que ela é criada. E aí a pesada tributação fará a riqueza definhar. E se a renda per capita não for
alta o bastante, simplesmente não haverá como o governo continuar tributando para manter o estado de bem-estar social.
Uma coisa é o governo tributar pesadamente uma população já rica e produtiva; outra, completamente oposta, é o governo querer fazer o mesmo com uma população pobre e pouco produtiva. Para efeitos de comparação, onde você acha que seria mais fácil manter um estado de bem-estar social: na Suíça ou no Haiti?
Obviamente, tributar apenas os “ricos” para então bancar todo o resto da população “não-rica” é algo numericamente impossível, pois simplesmente não há, em nenhum país do mundo, ricos em quantidade suficiente para serem continuamente tributados e custearem sozinhos os gigantescos gastos efetuados pelos estados assistencialistas ocidentais.
Portanto, para a social-democracia se manter, toda a população tem de ser rica e muito produtiva.
Consequentemente, uma social-democracia, para se manter, tem de criar um arcabouço amplamente liberal em termos de economia de mercado: as pessoas têm de ser extremamente livres para investir, produzir e criar riqueza; o ambiente burocrático e regulatório tem de ser leve e pouco intrusivo; a facilidade de empreendimento tem de ser máxima; o respeito à propriedade privada tem de ser total (caso contrário, não haverá investimentos); os investimentos estrangeiros têm de ser liberados.
O melhor exemplo prático, obviamente, são os países nórdicos, os quais seguem à risca essas regras: seu ambiente empreendedorial é extremamente desregulamentado e os países são um dos mais abertos do mundo para o livre comércio. Demora-se no máximo 6 dias para abrir um negócio e as tarifas de importação estão na casa de 1,3%, na média. A dívida pública é baixa, o que significa que o governo não estoura o orçamento. Não há salário mínimo estipulado pelo governo. Há uma robusta proteção dos direitos de propriedade. As alíquotas de imposto de renda para pessoa jurídica são das mais baixas do mundo. Não há impostos sobre a herança.
Todas as atuais sociais-democracias do mundo seguiram o mesmo ritual: primeiro elas enriqueceram por meio de uma economia de mercado amplamente desregulamentada; depois, só depois, adotaram um estado de bem-estar social.
Entra a Finlândia
Antes de a social-democracia ter se radicalizado nos países nórdicos ao final da década de 1960, a carga tributária destes países era de aproximadamente 30% do PIB — valor muito próximo ao de outros países
desenvolvidos. À época, todo esse fardo tributário era bastante visível, pois a maior parte da tributação se dava por meio de impostos diretos, os quais apareciam no contracheque dos empregados.
Ao longo do tempo, uma fatia cada vez maior da tributação passou a ser arrecadada por meio de impostos indiretos. Estes são bem menos visíveis para os que arcam com eles, uma vez que tais impostos ou são cobrados antes de o salário ser formalmente pago ao empregado, ou já estão incluídos nos preços dos bens de consumo.
A Finlândia é um exemplo bem interessante dessa política.
A carga tributária do país era de 30% do PIB em 1965. Os impostos indiretos, tanto na forma de VAT (imposto sobre o valor agregado, essencialmente um imposto sobre vendas) quanto de contribuições compulsórias para a previdência social, equivaliam a 25% da tributação total.
Atualmente, a carga tributária total já está 44% do PIB, sendo que metade disso está na forma de impostos indiretos (ou, utilizando um termo mais apropriado, impostos ocultos).
Como mostra o gráfico abaixo, os governos finlandeses financiaram a expansão do setor público e do estado de bem-estar por meio da elevação dos impostos indiretos (ocultos), e não por meio da elevação dos impostos diretos (visíveis).
Impostos ocultos e visíveis na Finlândia
(como porcentagem do PIB)
Distribuição dos impostos na Finlândia:
a linha vermelha mostra a evolução dos impostos indiretos (VAT e previdência
social); a linha verde mostra a evolução dos outros impostos (diretos); a linha
azul são os impostos totais. Fonte: base de dados tributária da OCDE e
cálculos próprios.
Ou seja: para manter o estado de bem-estar social, o governo finlandês passou a tributar, de maneira crescente, toda a população. Isso era inevitável.
Mas mesmo este arranjo também não tem como ser duradouro. Há um fator crucial que simplesmente não pode ser ignorado, e o qual pode fazer todo o arranjo sucumbir: a demografia.
Mesmo as mais bem azeitadas sociais-democracias não podem contornar esta realidade: se a população parar de crescer, não haverá uma quantidade suficientemente grande de indivíduos para serem tributados no futuro para bancar os mais velhos, os aposentados e os mais pobres. Consequentemente, todo o estado de bem-estar social entra em risco.
De novo: mesmo os mais bem gerenciados estados assistencialistas terão de lidar com um futuro desafiador por causa das mudanças demográficas. Volumosos programas de redistribuição só funcionam se houver uma quantidade suficientemente grande de pagadores de impostos para bancar as prometidas redistribuições.
E, na Finlândia, a quantidade futura de pagadores de impostos está secando. Uma recente reportagem da Bloomberg relata que os políticos e economistas do país estão profundamente preocupados com o fato de que não haverá um número suficiente de pagadores de impostos no futuro para financiar o extravagante estado assistencialista do país. A Finlândia está vivenciando uma “escassez de bebês”.
Em 2016, o país teve o menor número de partos em 148 anos — ou desde a grande fome de 1868. A taxa de fecundidade da Finlândia caiu para 1,57 filho por mulher, e o percentual de pessoas com 20 anos de idade ou menos em relação à população em idade de trabalhar é de 40%. Era de 60% em 1970. Ou seja, a base da pirâmide etária encolheu acentuadamente, ao passo que o topo está só aumentando.
Este percentual de 40% é o menor entre todos os países nórdicos.
A situação pegou os economistas do país de surpresa. Eles não só não têm nenhuma solução para isso, como ainda se mostram um tanto desesperados. Para Heidi Schauman, economista-chefe do Aktia Bank, as estatísticas são “assustadoras”. Como ele próprio explica (negrito meu):
Essas estatísticas mostram quão rapidamente nossa sociedade está mudando, e não temos
nenhuma solução para evitar esse fenômeno. Temos um setor público grande e o sistema precisa de pagadores de impostos no futuro.
O economista claramente não percebeu a deliciosa ironia contida na última frase de sua declaração, a qual revela explicitamente a essência dos estados modernos: a função do setor público é apenas se servir
das pessoas.
Sem a capacidade de expropriar eternamente capitalistas e empreendedores ricos, o estado de bem-estar social passa a ser apenas uma máquina ensandecida cujo único propósito é perpetuar a própria existência
devorando quantidades maciças de impostos extraídos das próprias pessoas a quem ele diz estar servindo.
Se a tendência demográfica ameaça a existência dessa máquina, bem, então mais pessoas devem ser geradas apenas para continuar alimentando esse mecanismo. Isso lembra o enredo do filme Matrix.
Conclusão
Com suas baixas taxas de fecundidade, a demografia já é uma preocupação em todo o mundo desenvolvido. Mas as atuais tendências demográficas são particularmente problemáticas para países com generosos estados de bem-estar social, uma vez que uma baixa fecundidade coloca em risco a própria sobrevivência do sistema.
Os “beneficiários” das mais avançadas sociais-democracias não estão se reproduzindo em quantidade suficiente para bancar os benefícios que estão recebendo. Consequentemente, estão “colocando em risco” a sobrevivência de longo prazo dos mais generosos estados assistencialistas.
Por outro lado, é importante ressaltar que mudanças demográficas não necessariamente geram problemas econômicos e fiscais. Hong Kong e Cingapura possuem taxas de fecundidade extremamente baixas, mas não estão enfrentando problemas. Motivo: suas economias não são oneradas por estados assistencialistas de estilo ocidental.
No final, a ironia maior é que o arranjo que mais será afetado pela baixa taxa de fecundidade é exatamente aquele que é tão caro às esquerdas adeptas do controle populacional.
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Para resolver essa questão é necessário que às crianças tenham liberdade sexual desde os nove anos de idade. Eu escrevi um artigo sobre isso.
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Antes de começar minha crítica cultural, gostaria de fazer uma pequena introdução sobre o que é arte e quais os "limites da arte". Arte é tudo aquilo que eu julgar que é arte; ela segue movimentos sociais e individuais do mundo inteiro. Por exemplo: Alguém corta o próprio braço, congela, e deixa exposto nas galerias da Le Fonds, França, para todo mundo ver. Eu, um homem de sutilezas, me senti inspirado e decidi que esta arte poderia ser melhor. Porque eu não poderia fazer a mesma coisa, só que dessa vez; cortar o braço de um bebê morto e expor nas principais galerias do Brasil?? ora, não há nada de errado nisso. Isso é arte. Não quero que você me imponha limites. Eu quero avançar, quebrar padrões. Veja que o primeiro artista avança nos conceitos estéticos, cabe a mim, fazer o mesmo trabalho, segundo minhas interpretações. Pois bem, foi definido o que é arte. Agora, cabe apenas concluir que a arte não tem limites. É igual o humor, não tem limites. Se eu tenho uma interpretação de mundo – por mais louco que seja – esta loucura deve ser respeitada.
Nota: Se você assumir que o humor não tem limites, por consequência, você, obrigatoriamente, tem que assumir que a arte não tem limites. Caso o contrário será um neoliberal hipócrita.
Sim! As crianças precisam ver.
È um absurdo essa mania de querer proteger as criança dos novos conceitos artísticos e sociais. Ora, você nunca viu um pinto mole na vida, rapaz? Não há nada de errado, é só uma criança e um homem nu. Isso é puro moralismo de uma sociedade patriarcal, neoconservadora, escravocrata. Eu diria que faz até bem para criança. Ela fica mais madura; cedo ou tarde ela vai ver um pinto mole mesmo. De que lugar nasce está loucura? nasce do nosso instinto de sobrevivência, quando queremos resguardar os mais jovens e fracos. É um puro neoconservadorismo de fracassado, hipócrita. Para nós que somos "adultos" a partir dos 18 anos, tudo vale; mas se a pessoa tem 9 anos e 11 meses, então é uma criança que todo mundo quer proteger. Isso é uma hipocrisia, coisa que só pode advir de uma sociedade atrasada, como de fato é, à sociedade Cristã.
Ora, se a liberdade artística vale para você; por que não valeria para uma criança? Afinal, uma criança não tem liberdade de consumo? E se os pais deixarem?
Precisamos avançar socialmente e impor uma nova maioridade para esses seres que o homem moderno julga em desenvolvimento. Este novo ser será um adulto desde os nove anos de idade; poderá se relacionar com adultos[1]; ter filhos; ter emprego; consumir o que quiser; ser drag queen[2], etc. Precisamos trabalhar para que essa nova realidade avance na sociedade. Não existe melhor ferramenta do que a arte para indicar o futuro. Neste novo mundo precisamos mudar os conceitos. Não utilize mais o termo "Criança", isso pega mal para o semi-adulto. Como você percebeu, em minhas citações anteriores, devemos trazer esta liberdade que você de fato já possui na idade adulta para este novo indivíduo semi-adulto (Criança). É o que eu chamo de nova maioridade. Eu acho que a partir dos nove anos já está bom. No futuro nós abaixamos um pouco mais. Mas o fato é, se a liberdade artística é respeitado de modo irrestrito entre os adultos. Por que não entre os semi-adultos? Aliás, o que é uma criança? È apenas um adulto reduzido. È apenas um consumidor reduzido. Precisamos de uma nova maioridade artística e social.
[1] Crianças de 11 anos já podem fazer sexo com adultos, na França. Quando chegará a nossa vez de evoluirmos também? nationalpost.com/news/world/a-28-year-old-had-sex-with-an-11-year-old-under-french-law-its-not-necessarily-rape
[2]Comunidade LGBT celebra "drag queen" de 8 anos no Canadá
https://padrepauloricardo.org/blog/comunidade-lgbt-celebra-drag-queen-de-8-anos-no-canada
Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.
É uma situação facilmente resolvida com uma simples adoção do estado: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2015/07/14/com-campanhas-e-subsidios-do-governo-dinamarca-apela-por-mais-filhos.htm
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/natalidade/casais-recebem-para-ter-filhos#/
E sobre os Tigres Asiáticos:
internacional.estadao.com.br/noticias/geral,plano-de-aposentadoria-em-hong-kong-discrimina-mulheres,70001737068
https://brasil.elpais.com/brasil/2016/04/08/internacional/1460110447_744683.html
https://www.terra.com.br/noticias/mundo/asia/maior-centro-financeiro-mundial-hong-kong-enfrenta-desigualdade-crescente,dd782dd84200f310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html
Ué, não precisa aumentar a fertilidade: Basta abrir as fronteiras para os “Refugiados muçulmanos” que tá tudo resolvido (-:
Apesar de você ter dito tudo isso com a intenção de escárnio, isso seria excelente, menos estado intervindo na sexualidade é melhor. Como se um garoto drag queen de 8 anos fosse problema meu para eu ficar dando pitaco. Daqui a pouco o estado vai me impedir de desenhar… ops! ele já fez isso.
A Europa está sendo islamizada.
O socialismo, o politicamente correto, o feminismo, o gayzismo, a ideologia de gênero, as políticas de Estado pró-aborto e a favor da descriminalização das drogas, o multiculturalismo, o relativismo em suas mais diferentes formas, e o ateísmo, tem reduzido o Ocidente, e em especial a Europa Ocidental, a um amontoado de imbecis sem opinião, descrentes, covardes, amorais, fúteis, medrosos, egoístas e animalizados.
Trata-se de uma geração de idiotas arrogantes que obedecem a cartilha do politicamente correto como um cãozinho adestrado obedece ao seu dono.
É óbvio que a permanência deste estado de coisas levará a Europa à sua completa destruição.
Para mim parece sintomático que a queda das taxas de fecundidade tem a ver com que o texto descreve A SOCIAL DEMOCRÁCIA..
Quando as pessoas recebem muitos beneficios elas querem mais é aproveitar a a renda ganha para viver de forma mais gratificante possivel, fazendo pouco caso com a criação de filhos.
Antigamente filhos poderiam ajudar no sustento da familia e também para ajudar na velhice dos pais.
Se não mais necessitar e por outro lado também devido aos altos custos de se criar um filho atualmente pela alta tributação , se cria um ambiente de estagnação da população.
Há uma solução racional e necessária: A Finlândia deve ligar-se, perpetuamente, aos Estados Unidos da América. Eternamente. Digo que é necessário que o território finlandês deve ser americano. A população e governo finlandês devem propor isso, abertamente, ao presidente Donald Trump, com a condição de manter o idioma finlandês, cultura e tradições, pelo tempo necessário à adaptação ou, se preferirem, para sempre. O resto será americano. Mas, a população e governo finlandês devem propor isso, abertamente, ao presidente Donald Trump, que deve aceitar de imediato, juntamente com os EUA, rapidamente. Esse ato será irrevogável.
Obrigado por mais um ótimo artigo.
Depois que passei a ler Mises me sinto como um “profeta do acontecido”. Toda lambança passada brasileira está explicada. E o presente mostra um futuro complicado, vejamos:
“seguem à risca essas regras: seu ambiente empreendedorial é extremamente desregulamentado e os países são um dos mais abertos do mundo para o livre comércio. Demora-se no máximo 6 dias para abrir um negócio e as tarifas de importação estão na casa de 1,3%, na média. A dívida pública é baixa, o que significa que o governo não estoura o orçamento. Não há salário mínimo estipulado pelo governo. HÁ ROBUSTA PROTEÇÃO DOS DIREITOS DE PROPRIEDADE. Há uma robusta proteção dos direitos de propriedade. As alíquotas de imposto de renda para pessoa jurídica são das mais baixas do mundo. Não há impostos sobre a herança.”
Estamos ao avesso em relação a isso. Sobre propriedade privada, o que dizer de um país que tem MST e MTST?
Seria por isso então que paises nordicos abrem suas fronteiras pros islamicos?
Pago o mesmo imposto que a Filandia e não tenho o estado de bem estar social igual aos deles.
Acho que irei me mudar para lá e aumentar um pouco a população.
Desmontar o estado social democrata com uma população idosa e que viveu a vida toda nesse arranjo é a opção correta,mas é praticamente inviável politicamente. Sobram 3 opções: falir, imigração controlada e imigração sem controle. Dessas, um programa de imigração bem feito, tal como acontece no Canada ou Austrália pode melhorar o problema atraindo imigrantes bem educados e dispostos a se integrar na sociedade. Mas o que provavelmente vai acontecer é a opção 3: imigração de gente que em vez de se integrar vai querer implantar a sharia no país. Ou seja, teremos o califado da Finlandia daqui há algumas décadas.
Eu vi um vídeo desses radicais islâmicos ameaçando : ” Vamos fazer filhos nas suas mulheres, 1, 2,3 4 filhos e islamizar a Europa”.
Na Alemanha na Oktoberfest o cara dança e se esfrega com a mulher de um alemão e quando questionado ele diz: “Pelo menos ele não tá bebendo minha cerveja”.
Aí é dose mesmo. Com aquelas mulheres Nórdicas TOPS fazer filho é muito fácil.
Mesmo que um país seja desenvolvido e tenha uma população crescente, isso só adia o colapso do “Estado de Bem-Estar Social”, pois nenhum organismo individual ou coletivo pode continuar crescendo indefinidamente em um mesmo ambiente.
* * *
Uma pena ver isto ocorrer na Finlândia.
È provavelmente (dos escandinavos) o menos influenciado pela onda PC que assola o Ocidente, sem contar que, com poucos recurso, enfrentou uma invasão soviética durante a Segunda Guerra Mundial, além de sua peculiar língua, capaz de formar cerca de 1 bilhão de palavras, tamanha flexibilidade.
Mas, infelizmente, quando se esquerda, é questão de tempo para os resultados negativos virem à tona. Seja homeopaticamente ou em doses cavalares.
Quanto mais eu leio os artigos deste site e pesquiso sobre economia e etc, mais me vem a certeza de que o sistema educacional deste país está completamente podre, eu faço faculdade de Ciência da Computação, e uma das matérias chama-se “Desafios sociais contemporâneos”, só o nome já pode causar náuseas, mas dá pra piorar, o professor é um esquerdista ferrenho, daqueles que quando algo ruim acontece joga os dados pra decidir se coloca a culpa nos banqueiros, no liberalismo econômico ou no imperialismo americano, isso quando não joga nos três ao mesmo tempo, mas quando algo bom acontece, o responsável é sempre o estado, em 100% dos casos. O cara chegou ao absurdo de afirmar que a pobreza no Brasil é culpa do “Neoliberalismo”, que permitir que as pessoas possuam armas em casa é uma ameaça à democracia, que reduzir o estado e significa dar mais poder “prus banqueru”, o que é uma ameaça à democracia (como se um estado grande, gordo, lento e burro, lotado de burocratas autoritários e inúteis fosse algo extremamente democrático. Enfim… é rir pra não chorar.
Para a minha sorte a esmagadora maioria da minha turma tem mentalidade mais liberal, e ninguém caiu no papo dele.
Segundo o comentário do cidadão anencéfalos acima a solução é fazer com que a população inicie a sua vida sexual mais precocemente pra poder engravidar mais precocemente ? Piada isso e sobre arte eu até concordo com ele mas no caso do homem pelado no museu não houve censura mas sim boicote coisas bem distintas