Nota do Editor:
Calcula-se que as enchentes no Rio Grande do Sul tenham, até o momento, provocado prejuízos de mais de R$4,6 bilhões. Os números ainda não preliminares, mas 78% das cidades gaúchas foram afetadas e quase 100 mil casas danificadas ou destruídas. Os estragos se estendem aos setores produtivos da economia gaúcha, mais notavelmente o setor agropecuário, com mais de R$550 milhões em prejuízos calculados.
Além daquilo que se pode calcular em termos monetários, há também quase 1,5 milhão de pessoas afetadas, centenas de milhares de pessoas deslocadas, mais de 100 mortes e mais de 130 pessoas desaparecidas por conta do desastre.
Em desastres dessa magnitude, há sempre aqueles especialistas que enxergam a oportunidade de crescimento e desenvolvimento econômico a partir da necessária recuperação da área destruída. Eles caem na “falácia da janela quebrada”. Entenda!
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Após a passagem do furacão Harvey no Texas, que causou inundações catastróficas e destruições maciças, inclusive de plataformas de petróleo no Golfo do México, há estimativas de que os estragos possam chegar a US$ 190 bilhões, o que equivale a 1% do PIB dos EUA. Isso faz do Harvey o furacão mais danoso que já atingiu os EUA, mais do que o Katrina (US$ 100 bilhões) e o Sandy (US$ 60 bilhões) juntos.
Já o furacão Irma, embora tenha sido menos intenso que o inicialmente previsto, gerou estragos estimados em US$ 50 bilhões.
No México, o mais forte terremoto em quase um século pode ter causado perdas de US$ 1 bilhão (a região era muito pobre).
Os palhaços entram em cena
E aí ocorreu o inevitável. Como sempre ocorre após um desastre natural — ou, no caso, vários desastres naturais em série –, economistas e comentaristas políticos já começaram a dizer que tais eventos trarão um “grande impulso à economia”.
A rede CNBC, por exemplo, disse que o Harvey irá “gerar um aumento dos salários“, e que toda reconstrução de Houston será “ótima para a economia“. Vale lembrar que os economistas desta mesma rede afirmaram que o Tsunami que devastou o Japão em março de 2011 também seria excelente para a economia.
Já William Dudley, presidente do Federal Reserve de Nova York, foi ainda mais direto: ele disse que “furacões estimulam a atividade econômica no longo prazo“.
Ainda sobre isso, não nos esqueçamos também de Paul Krugman, que declarou, dias após os ataques de 11 de setembro, que ao menos havia um consolo naquilo tudo: eles estimulariam a atividade econômica. Já outro economista keynesiano, Peter Morici, afirmou que o furacão Sandy, que castigou o nordeste dos EUA em 2012, traria um “futuro brilhante” para a economia.
A lógica dessa gente é sempre a mesma: desastres e destruições estimulam mais gastos do governo para a reconstrução e mais pagamentos das seguradoras para as vítimas. Os gastos do governo para a reconstrução geram obras e aumentam a demanda por maquinários, matérias-primas, cimento, argamassa, vergalhões etc., e com isso vários empregos são criados. O mesmo processo ocorre com o dinheiro pago pelas seguradoras às vitimas, que irão utilizar esse dinheiro para reconstruir seus imóveis e comprar novos carros. Tudo isso faz a economia “bombar”.
Quebrando a vidraça
Esse raciocínio é tão antigo, e tão torpe, que já foi refutado ainda no século XIX pelo grande Frédéric Bastiat. Em seu ensaio “Aquilo que se vê e aquilo que não se vê“, ele alerta para as consequências negativas (as quais poucos conseguem ver) de se direcionar recursos escassos para substituir bens que já existiam e que foram destruídos. Destruir riqueza apenas para reconstruí-la não é uma atividade que torna a todos mais ricos.
Resumidamente, eis o que explicou Bastiat: se um moleque quebra uma vidraça de uma padaria, obrigando seu proprietário a incorrer em gastos para trocar a vidraça, um economista incapaz de enxergar o longo prazo diria que tal ato de vandalismo foi bom para a economia, pois, ao ser obrigado a gastar dinheiro com uma vidraça nova, o padeiro não apenas irá estimular o mercado de vidros, como também irá estimular toda a economia.
O vidraceiro terá mais dinheiro para gastar com seus fornecedores, e os fornecedores terão agora mais dinheiro para gastar com outros setores da economia. Toda a economia sairá ganhando. A vidraça quebrada proporcionou dinheiro e emprego em várias áreas.
Porém, há as consequências que não são vistas. O padeiro ficará com menos dinheiro, fazendo com que ele deixe de comprar um terno. Se antes ele teria a vidraça e o terno (ou o equivalente em dinheiro), agora ele terá apenas a vidraça. O alfaiate deixou de ganhar dinheiro. Os fornecedores do alfaiate deixaram de ganhar dinheiro.
Igualmente, os fornecedores de insumos para a padaria — plantadores de trigo, criadores de fermento, cultivadores de leite etc. — também deixarão de ganhar dinheiro, pois a padaria teve de economizar para trocar a vidraça.
O que o vidraceiro ganhou, o alfaiate, todo o setor de tecidos e todo o setor de fornecedores perderam. Estes não poderão gastar este dinheiro com outros setores da economia. Sendo assim, não houve nenhuma criação líquida de emprego.
Mais: o ganho monetário do vidraceiro originou-se de uma mera recomposição de capital destruído. Ou seja, foi um dinheiro gasto apenas para consertar algo que foi danificado. Foi um dinheiro que, no final, serviu apenas para trazer algo de volta ao ponto inicial (a vidraça reparada).
Não foi um dinheiro que o dono da padaria gastou voluntariamente em investimentos, mas sim um dinheiro que ele foi obrigado a gastar apenas para voltar ao ponto inicial. Não houve nenhum aumento no estoque de capital da economia, mas sim apenas o conserto de algo que foi destruído.
Em suma, se a vidraça não houvesse sido quebrada, o proprietário da padaria poderia ter gasto seu dinheiro para melhorar sua situação em vez de meramente restaurá-la. Isto é o que não é visto.
Substituir bens que já foram produzidos e que foram danificados é e sempre será uma despesa negativa, e jamais um investimento positivo. Substituir um pneu furado ou um pára-brisa quebrado não é motivo para celebração.
Se destruição é boa, por que esperar por furacões?
Fazendo um simples, porém lógico, exercício mental de reductio ad absurdum, se desastres — que fazem apenas destruir riqueza, capital produtivo e infraestrutura — são bons para a economia, por que esperar por furacões?
Imagine tanques desfilando pelas ruas da sua cidade disparando contra edifícios, postes de luz, pontes e demais infraestruturas. Isso fará com que os governos e as seguradoras tenham de gastar dinheiro para reconstruir tudo isso.
Sim, tal medida irá empregar mão-de-obra e irá demandar uma grande quantidade de máquinas e equipamentos. Essas são as consequências que todos conseguem ver de imediato. Mas e as consequências não-vistas?
Para começar, o que é que foi produzido de novo por esta reconstrução? Nada. Na melhor das hipóteses, tudo voltará a ser como era antes. No final, tudo dando certo, todo o estoque de capital e riqueza terá simplesmente voltado à estaca zero. A economia como um todo não ficou mais rica do que era antes da destruição.
Em segundo lugar, e ainda mais importante, é necessário levar em conta todos os bens e serviços que poderiam ter sido produzidos por esse maquinário e mão-de-obra imobilizados no esforço de reconstrução e que não poderão ser produzidos simplesmente porque não há fatores de produção disponível para tal serviço. Impossível mensurar os custos econômicos das empresas que deixaram de ser abertas, dos empregos produtivos que deixaram de ser gerados e das tecnologias que deixaram de ser criadas simplesmente porque todos os recursos escassos da economia estavam imobilizados neste esforço de simplesmente trazer a economia de volta para seu estado inicial.
Tudo isso gera um enorme custo de oportunidade — ou melhor, uma enorme perda de oportunidade.
Toda a economia perde quando o capital tem de ser gasto duas vezes apenas para fazer a mesma coisa: uma na construção e outra na reconstrução. Neste processo, nada de novo foi criado; nenhuma riqueza real foi gerada.
Enxergando os custos
No caso específico de desastres naturais, há três custos enormes que afetam toda a economia, os quais, por si sós, anulam todos os “benefícios” das destruições glorificadas por estes economistas.
1) Os maiores gastos incorridos pelas seguradores irão encarecer as apólices e as prestações, afetando todo o resto da economia. Estas pessoas terão agora menos dinheiro para gastar em outras áreas.
2) Os combustíveis aumentam de preço. No caso do furacão Harvey, isso foi explícito, pois várias plataformas foram e a capacidade de refino da região foi interrompida. Já no caso de desastres em geral, além de uma quebra na oferta (os canais de distribuição são afetados por causa da destruição da infraestrutura), há também um aumento na demanda exatamente por causa dos esforços de reconstrução.
E isso se traduz em encarecimento não só da gasolina e do diesel, mas também de todos os tipos de plásticos e de outros produtos produzidos por combustíveis fosseis, bem como de todos os bens e serviços que dependem de transporte (ou seja, praticamente toda a economia).
Preços maiores nunca são um benefício para os consumidores. E, de novo, com bens e serviços mais caros, sobra menos dinheiro para as pessoas gastarem em outras áreas.
3) Todo o dinheiro que o governo irá gastar para reconstruir a infraestrutura virá de onde? Certamente não virá da conta bancária dos políticos. O dinheiro virá ou do aumento de impostos ou de um maior endividamento do governo.
Um aumento de impostos traz um efeito direto: menos dinheiro nas mãos de pessoas e empresas. Já um aumento do endividamento significa que o governo está pegando mais dinheiro emprestado junto a bancos e investidores. E, dado que o governo está tomando mais crédito, sobrará menos crédito disponível para financiar empreendimentos produtivos. E, obviamente, todo esse endividamento do governo terá de ser pago no futuro, e provavelmente via mais impostos.
De novo, ambas essas medidas significam menos dinheiro nas mãos das pessoas para gastarem em outras áreas.
Como exatamente tudo isso irá ajudar a economia?
Não há consolo ou lado positivo
Desastres naturais são assim chamados por motivos óbvios. Se eles fossem bons, seriam chamados de “benesses naturais”. Gastar capital apenas para reconstruir algo destruído não gera riqueza para todos. Destruição é e sempre será algo negativo.
Apenas economistas completamente avessos à lógica podem dizer que destruição gera crescimento econômico e riqueza. Se gerasse, então o Japão alegremente convidaria as forças armadas americanas para dar aquele “impulso” à sua economia, que está estagnada há 20 anos. Um intenso bombardeio a Tóquio faria dos japoneses a população mais rica do mundo.
Se você considera tal raciocínio ridículo, saiba que não são poucos os economistas adeptos dele.
O fato é que, seja na forma de um furacão, de um tornado, de um terremoto, de chuvas torrenciais ou mesmo de uma guerra, não há consolo ou lado positivo em se destruir capital. Destruir recursos escassos sempre será algo estúpido. Os únicos que terão ganhos monetários com tudo isso serão as empreiteiras contratadas para fazer as obras de reconstrução, bem como seus funcionários. Mas isso dificilmente pode ser classificado como um “ganho para toda a economia”.
Mas tudo isso ainda é o de menos. A maior destruição ocorrida após qualquer um desses eventos é a insubstituível perda de vidas humanas, bem como a dilaceração de famílias e a destruição do trabalho de toda uma vida — como ocorre com pessoas que perdem suas casas e seus estabelecimentos comerciais. Os que sobreviveram ao desastre não ficarão mais consolados ao ouvirem economistas keynesianos lhes dizendo quão sortudos eles são. Tudo aquilo que mais estimavam na vida foi destruído. Não apenas casas e carros, mas fotografias, álbuns de recordação e relíquias de famílias que se perderam não são coisas substituíveis. Ademais, a perda de renda gerada por essa destruição pode empurrar várias pessoas para a bancarrota. Pessoas que hipotecaram suas casas podem ser despejadas. Tão logo a imprensa parar de dar atenção, essas vítimas serão aqueles que terão de lidar com todos os estragos.
Não, não há nenhum lado positivo após um desastre. Seja ele natural ou artificial.
*Este artigo foi originalmente publicado em 10 de setembro de 2017.
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Nota: as visões expressas no artigo não são necessariamente aquelas do Instituto Mises Brasil.
O socialismo é a vigarisse expressada no seu mais alto grau, e isto se aplica aos keynesianos.
Os parasitas burocratas pertencentes à elite governante, o funcionalismo marajá, e as ralés de militantes subsidiados: as ong’s de fachada, os falsos movimentos sociais, os sindicalistas, a classe jornalística, os professores marxistas, os intelectuais da esquerda, e a classe artística, compõe a pequena parcela de uma sociedade, que por motivos deploráveis, defendem essa ideologia.
Debater qualquer assunto que seja com alguém que defenda essa ideologia é aceitar rebaixar-se a um nível onde nem mesmo a mais abjeta das escórias humanas jamais aceitaria. Quando uma situação desta se apresentar a você, não entre num debate, ao invés disto humilhe o vigarista farsante esquerdista até que não sobre um só sorrisinho amarelo no focinho do imprestável.
Há mais um grupo de pessoas que também defendem o socialismo, mas estes são dignos de pena, estou me referindo aos IDIOTAS ÚTEIS.
Eu produzi um pequeno texto em homenagem às 10 vítimas do Morumbi. Se houver algum professor com consciência social, eu gostaria que copiasse esse texto e colocasse na lousa para os alunos.
Os 10 do Morumbi
Mundo cruel, por que me tornaste vítima desses monstros de farda? Eu só queria ser feliz, eu só queria ter meu carro e minhas minas, dar um rolê, ver os manos, e ser feliz na vila onde eu nasci. Mundo cruel, por que me tornaste vítima desses monstros de farda?
Nós somos os 10 do Morumbi. 140 tiros. 140 buracos na pele. Tiro por tiro. Guerra por Guerra. O grande Capital me oprime, eu oprimo os homi. Nós somos os 10 do Morumbi.
O Estado não me deu nada, quando o neoliberalismo chegou, ele roubou os meus direitos. Era para mim ser douto, meu senhor.
Era para mim ser douto, meu senhor.
Era para mim ser douto, meu senhor.
Agora eu sou os 10 do Morumbi.
Por que você fez isso comigo, neoliberal?
Eu só queria ver meus minino, e você tirou eles de mim.
Naquele dia estávamos cansados de ser escravizados pelo capital, naquele dia, eu só queria pegar o dinheiro das madami e ser feliz na vila onde eu nasci. Os minino ia ficar tão feliz. Mas o Capital não leva desaforo pra casa; o ser racional, frio como o diabo, cedo ou tarde cobra seu preço, afinal, não existe almoço grátis. Tiro por tiro. Guerra por Guerra. Quem apertou aquele gatilho foi o Livre Mercado.
Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.
Se destruição é bom pra economia, então por que o mundo teme a Coreia do Norte? Ou o Irã?
Aliás, por que esperar por eles? Comecemos já a bombardear nós mesmos nossas próprias cidades.
Vale notar também que essas mesmas pessoas que fazem essas ridículas alegações de que a destruição, o desalojamento e a miséria trazidos por tempestades, terremotos, furacões etc. são coisas boas jamais oferecem suas próprias casas e carros para serem destruídos.
Destruição é bom, sim, mas apenas no c… dos outros.
Por trás de toda essa teoria bizarra está a ideia de que a escassez de recursos foi abolida. Não havendo mais escassez, todo o problema da economia passa a ser apenas como empregar esses recursos (pouco importa a eficiência disso). Toda a atividade econômica passa a ser apenas isso: como empregar recursos.
Dado que não há mais escassez, todo o necessário para se ter uma economia "forte" é estimular a demanda agregada. E não se engane: esta é a teoria por trás de toda e qualquer política governamental de estímulos e de crédito estatal farto e barato. Dilma foi a aluna mais aplicada desta tese aqui no Brasil.
Tem aquela também que os EUA adoram causar guerras, porque isso impulsiona a indústria bélica deles, impulsionando a economia. Eu proponho para o Brasil declarar guerra contra a Antártida, pra economia bombar.
São uns cretinos mesmo.
Sobre as seguradoras, vale também ressaltar que o dinheiro delas fica aplicado em títulos públicos de alta liquidez.
Aí, quando elas são acionadas, elas resgatam esses títulos, o que significa que o Tesouro os recompra. E de onde veio esse dinheiro do Tesouro? De títulos que ele acabou de emitir.
Ou seja, no final, o dinheiro que as seguradoras gastam foi simplesmente retirado de outro lugar da economia. Dinheiro foi retirado de um lado da piscina e jogado no outro lado da economia. E os keynesianos dizem que isso deixa toda a piscina mais cheia.
O que é o que é
1) Não gostam de matemática;
2) Só usam história;
3) Pouca publicação em revista séria;
4) Caçoados pelo main stream;
5) Recrutam adolescentes.
Marxistas ou austríacos? Marx ou Mises? Dúvida cruel.
Edson 11/09/2017 15:11
“Vale notar também que essas mesmas pessoas que fazem essas ridículas alegações de que a destruição, o desalojamento e a miséria trazidos por tempestades, terremotos, furacões etc. são coisas boas jamais oferecem suas próprias casas e carros para serem destruídos.”
“Destruição é bom, sim, mas apenas no c… dos outros. ”
O mesmo vale para o liberalismo….se tu nasceu numa favela e não estudou numa escola boa porque está sempre de greve ou tu tem que trabalhar na roça desde pequeno para ajudar em casa , azar o teu , destino ,acaso, alinhamento das estrelas não favoráveis a ti….
O Estado nada deve fazer para corrigir, aliás nem deve existir … O MERCADO faz a seleção natural e vai escolher entre você e um aluno saído da Avenues cuja mensalidade é de 8 mil reais /mês, ou do Vértice de São Paulo que é de R$ 4mil /mês….justa competição por um lugar ao sol.
Realmente Edson, no c…dos outros é refresco.
Desastres naturais recorrentes são benéficos tão somente às seguradoras, uma vez que, à medida que a consciência da probabilidade de ocorrência de tais eventos aumenta, a demanda pelos serviços de seguro,consequentemente, aumenta. Não é preciso ser um gênio para perceber que aqueles que atribuem benefícios a tais desastres são financiados pelo ‘lobby’ das seguradoras.
Mas e aquele caso do terremoto que destruiu o Haiti em 2010 e que transformou um país que era pobre em uma potência econômica?
Isso vocês não mostram.
Quebrar tudo gera desenvolvimento sim, é por isso que nas manifestações de esquerda patrimônios são depredados, é o vandalismo cumprindo a sua função social de impulsionar a economia.
Off-Topic
O que vcs acham dessa classificação?
http://www.bbc.com/portuguese/brasil-41058120
Leandro, a economia brasileira está se recuperando naturalmente ou é por causa da queda na taxa de juros? Nesse caso vamos ter uma nova crise?
“Todo o dinheiro que o governo irá gastar para reconstruir a infraestrutura virá de onde? Certamente não virá da conta bancária dos políticos. O dinheiro virá ou do aumento de impostos ou de um maior endividamento do governo.”
Trump sancionou lei que prorroga limite da dívida e concede US$15 bi em ajuda para efeitos de furacões, então não precisam esquentar, a demanda agregada foi estimulada.
Bom para a economia é não sugarem o povo com altos impostos, que bancam a burocracia da máquina estatal, é uma ótima forma de fazer justiça. Alguém que se forma em economia e diz coisas dessa natureza, nada mais é que analfabeto funcional, parece que a Unicamp tem muitos, e os liberais continuam demonizados pela casta.
Off topic:
Leandro poderia dar uma comentada sobre esse “estudo” do Instituto do picareta do Piketty que tá rolando na mídia aí
É preciso rever os conceitos.
Por que a economia irá crescer? Porque um furacão vai destruí-la.
Sensacional a lógica keynesiana.
https://www.cnbc.com/amp/2017/09/08/feds-dudley-hurricanes-will-boost-economic-activity-over-the-long-run.html
É muito triste dizer isso mais essa sequência de furacões nos EUA, vai fazer eles pensarem mais um pouco no Aquecimento global na terra. http://www.fenomenosnaturaisnaterra.com/
É triste saber que algo assim ainda seja repetido, a falácia da janela quebrada foi uma das primeiras coisas que aprendi quando tive contato com os austríacos.. Isso deve significar que esses supostos especialistas nunca nem sequer chegaram perto de ler bastiat.. Reflexo das universidades?Enviesamento?
Sempre quis entender o que leva pessoas que deveriam entender muito da área cometer essas opiniões medonhas refutadas a séculos atrás ..
Parece que se esqueceram do conceito de escassez completamente
Cara, eu tenho muito vontade de fazer economia, mas graças a Deus, que eu nunca fiz, porque eu seria doutrinado a ser tornar um universitário Keynesiano, mas pretendo algum dia tiver uma melhor situação financeira, eu irei estudar na escola austríaca, será um orgulho para mim.
Muita gente acha que a liberdade é o fim de qualquer controle, mas na verdade é o começo do poder com controles que funcionam.
O boicote ao Santander mostra exatamente isso. Não foi necessário controle estatal para as pessoas se sentirem ofendidas e repudiarem a mostra cultural de Porto Alegre.
O ponto mais importante da liberdade é que as pessoas realmente possuem um poder efetivo, capaz de boicotar até mesmo um banco bilionário.
Quando as pessoas se sentirem ofendidas com a poluição gerada por indústrias da mesma cidade, elas terão poder para boicotar os maus empreendedores.
O grande problema é que hoje as pessoas são extremamente submissas ao governo, aceitando até mesmo transporte público que joga fumaça preta na nossa cara.
O próprio governo é o responsável pelos lixões, pelos ônibus que jogam fumaça preta na nossa cara, etc.
Esclarecedor o artigo! Muito bom.
Um exemplo para desmentir o artigo, veja quanto o Chile estava crescendo antes de 27F 2010 e depois do Terremoto 27F. O Chile é um exemplo claro de economia neo kenessiana desde os 90, veja o cuanto cresceu a economia em 25 anos. Acreditar que liberalismo puro sem ningun incentivo vai reconstruir infraestructura, ou investimentos onde o retorno economico é muito baixo, ou o risco e muito alto, mas o retorno social é importante, por exemplo refazer casas, estradas, portos arrasados pelo Tsunami, disculpem pero é “bullshit”, talvez o Misses funciona em condicoes ideais de economia, solicedade avanzada mas pra Latam nao.
Equipe IMB
O curso de extensão AÇÃO EMPRESARIAL E INVESTIMENTO NA PERSPECTIVA DA ESCOLA AUSTRÍACA DE ECONOMIA é apenas para quem já têm o curso superior? Universitários podem fazer esse curso? Quem apenas tem o ensino médio pode fazer o curso?
Obrigado e bom dia.
Eu até iria nesta exposição do Santander para falar a verdade, não sou conservador, crente, muçulmano ou qualquer coisa que o valha. O Santander utilizou dinheiro privado, obtido de seus clientes, que contrataram seus serviços por livre e espontânea vontade. “Ah mas é dinheiro de impostos via isenção fiscal”. Ué, você preferiria que esse dinheiro fosse para o bolso dos políticos e burocratas do estado? Melhor investir em exposição mesmo… A ação do MBL foi legítima, assim como seria o Santander se continuasse com a exposição (eu preferiria). Se um lado é “babaca” ou o outro é “libertino”, isso é sua opinião pessoal e ninguém tem nada com isso… Mas que de fato a reação da mídia progressista só faltou xingar de nazista.
Não é um comentário e sim duvidas.
Gostaria de saber como um pais pode adotar Mises na economia se o mundo usa Keynes?
O pais que optasse pelo liberalismo econômico não estaria em desvantagem frente aos outros países que adotam uma economia controlada?
O efeito não seria parecido com o de um “Dumping Econômico”?
Off-Topic
Leandro, me recordo de você falar da importância de estudar contabilidade para entender a economia e principalmente o sistema bancário/financeiro, por isso gostaria de perguntar, você fez algum curso ou é autodidata em contabilidade?
Eles literalmente dizem que destruição causa riqueza, como conseguem dominar o meio acadêmico mundial com tantas bobagens?
Gostei muito do texto , tem bons argumentos. Mas o que realmente me chamou a atenção foi o último paragrafo, isto é, o texto foi fechado com chave de ouro. Obrigado.
Como disse Sowell, ideias tão absurdas que só um intelectual poderia acreditar…
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Os esquerdistas apoiam o catastrofismo ambientalista porque são contra o progresso. Essa atitude remonta ao romantismo do século dezenove que criticava a Revolução Industrial bem como todo os aspectos civilizatórios. Típico exemplo disso é o místico William Blake que queria retroceder a uma Inglaterra rural medieval e se referia às usinas e fábricas como “tirânicas”.
Gostaria que o pessoal aqui lêsse essa página e comentasse, vão achar interessante
https://outraspalavras.net/alemdamercadoria/mito-criminoso-deficit-publico-partido-da-troika/
Perfeito artigo, as consequências não vistas tanto na economia quanto na saúde dos habitantes são muito piores que a euforia e orgasmos múltiplos dos planejadores sociais e políticos ineficientes (exatamente os que negligenciaram a construção de mais barragens e um plano de infraestrutura para maior vazão de água com canais para o mar em Porto Alegre). A BBC publicou um artigo sobre os impactos não vistos na área de saúde, com base na pesquisa de Carlos Machado da Fiocruz, onde expõe uma lista de danos aos indivíduos remanescentes.
O artigo pode ser lido em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd188p1n98jo
Rio Grande do Sul: vítimas registradas até agora ‘são apenas a ponta do iceberg’ da tragédia, diz pesquisador da Fiocruz – BBC News Brasil