A ideia do socialismo — o compartilhamento comum
das propriedades produtivas e de sua produção — é tão antiga quanto os gregos.
Sua primeira concepção surgiu ainda sob Platão e
sua ideia da República ideal: nela, os guardiões vivem e trabalham comunalmente
sob a presunção de que uma mudança radical no arranjo das instituições sociais irá
transformar os indivíduos, fazendo com que eles deixassem de ser indivíduos
motivados pelo interesse próprio e se transformassem em abnegados servidores
altruístas, concentrados em satisfazer algumas necessidades prementes da sociedade
como um todo.
Isso ressalta a fundamental diferença de concepção
do indivíduo que há no liberalismo clássico e no socialismo. Teria o indivíduo
uma natureza humana básica e invariável, a qual pode ser multifacetada e
complexa, mas ainda assim invariável em certas qualidades e características? Ou
seria a natureza humana uma substância amplamente maleável e que pode ser
remodelada como uma argila nas mãos do escultor, perfeitamente adaptável a
arranjos sociais radicalmente diferentes?
Os liberais clássicos sempre argumentaram em prol
da primeira, afirmando que os seres humanos basicamente são aquilo que são:
seres razoavelmente sensatos, dotados de interesse próprio, e movidos pelo
objetivo de melhorar sua situação pessoal e material, sendo que essa melhoria é
definida diferentemente por cada um.
Para os liberais clássicos, o dilema social para
uma sociedade humana, justa e amplamente próspera é: como estimular uma ordem
institucional política e econômica que faça com que aquela invariável qualidade
da natureza humana seja usada para estimular o aperfeiçoamento humano geral em
vez de ser transformada em uma ferramenta de esbulho.
A resposta liberal-clássica para esse dilema é
basicamente o sistema proposto por Adam Smith: a liberdade natural com sua ordem
baseada em um mercado livre, aberto e concorrencial.
Sob este arranjo, mesmo o mais egoísta e insensível dos indivíduos terá
— para alcançar seus objetivos — inevitavelmente de beneficiar
terceiros no mercado, fornecendo-lhes bens e serviços, e esperando que estes,
voluntariamente, consumam estes bens e serviços. E para que consumam estes
bens e serviços fornecidos pelo egoísta, estes têm de ser de qualidade.
Desta forma, o egoísmo do indivíduo é domado e
direcionado para a cooperação com terceiros, fornecendo-lhes mais opções de
consumo e bem-estar, e beneficiando-lhes como resultado desta interação. Assim, uma economia de mercado é capaz de
domar as pessoas mais egoístas, ambiciosas e talentosas da sociedade, fazendo
com que seja do interesse financeiro delas se preocuparem dia e noite com novas
maneiras de agradar terceiros.
Já os membros daquele
movimento que surgiu no fim do século XVIII e início do século XIX, e que viria
a ser o movimento socialista, argumentavam exatamente o oposto. Eles insistiam
que se os indivíduos fossem egoístas, gananciosos, indiferentes e insensíveis
às circunstâncias de seus semelhantes, tudo era causado pela instituição da
propriedade privada e pelo sistema de associação humana baseada no mercado, o
qual era gerado pela propriedade privada.
Para eles, mudar a ordem
institucional na qual os seres humanos vivem e trabalham criaria um “novo
homem”.
Com efeito, eles
defendiam, como sendo o supremo ideal da sociedade humana, um mundo no qual o
indivíduo viveria e trabalharia apenas em prol do coletivo, da sociedade como
um todo, e não visando a melhorar a sua situação e as suas próprias
circunstâncias. Para os socialistas, o indivíduo que age visando a melhorar a
sua situação está fazendo à custa de todos os outros da sociedade. O socialismo, portanto,
dizia proclamar a ética do altruísmo.
A literatura socialista
é variada e os defensores do coletivismo não concordam entre si quanto à
sociedade ideal. Alguns ansiavam por um paraíso mais agrário e rural; outros
contemplavam um futuro industrial para a humanidade no qual a produtividade
teria alcançado um ponto em que as máquinas fariam virtualmente todo o
trabalho. Em todas essas versões, porém, a humanidade estaria livre — e aqui
recorro a uma versão das imagens de Karl Marx — para caçar pela manhã, pescar
à tarde, e sentar-se perante a lareira à noite para discutir filosofia
socialista com outros camaradas, os quais também teriam sido libertados do
fardo do trabalho e da preocupação.
E tudo isso seria
possível pela abolição da escassez, uma façanha criada pela adoção do paraíso
na terra: o socialismo.
Mudar a natureza humana requer uma “ditadura
do proletariado”
Mas o cerne da concepção
desta chegada do paraíso socialista na terra é o de que a natureza do homem
pode e deve ser mudada.
Em alguns escritos de
Karl Marx ele de fato chega a discutir sobre as instituições e o funcionamento
da sociedade socialista que surgiria após a derrubada do capitalismo. Um destes
escritos é a sua obra de 1875, Crítica do
Programa de Gotha, referente à agenda política de um grupo socialista rival
do qual Marx discordava profundamente.
O dilema, explicava
Marx, é que, mesmo após a abolição do sistema capitalista, ainda haveria alguns
resíduos deste sistema, os quais poderiam contaminar a nova sociedade
socialista e, assim, atrapalhar todos os esforços. Primeiro, haveria as sobras humanas
do agora descartado sistema capitalista. E dentre estas sobras humanas estarão
aqueles que irão querer restaurar o sistema de exploração do proletariado
visando aos seus próprios lucros imerecidos. Igualmente problemático seria o
fato de que a “classe trabalhadora”, embora agora libertada da “falsa
consciência” de que o sistema capitalista — sob o qual ela foi explorada —
era justo, ainda carregaria consigo resquícios daquela psicologia capitalista que
visa ao interesse próprio e aos ganhos pessoais.
Consequentemente, seria
necessário criar — e dotar de plenos poderes — uma “vanguarda revolucionária”
composta exclusivamente por socialistas dedicados, visionários e
ideologicamente inflexíveis, os quais liderariam “as massas” rumo ao belo e
brilhante futuro do socialismo. E os meios institucionais de se fazer isso,
disse Marx, seria pela “ditadura do proletariado”.
Em outras palavras, para
que as massas sejam libertadas daquela mentalidade individualista e capitalista
— que dominava o mundo no qual nasceram e que os forçou a agir segundo seus
próprios interesses –, elas terão de ser “reeducadas” por uma elite política iluminada,
onisciente e, principalmente, auto-nomeada para a função. Essa elite seria
composta por indivíduos que já conseguiram libertar suas próprias mentes da
falsa consciência de classe criada pelo capitalismo no passado.
Em nome da nova era da
“liberdade socialista”, portanto, será necessário haver o reinado de uma
ditadura comandada por homens que sabem como a humanidade deve pensar, agir e
se associar — tudo isso enquanto se preparam para a chegada do comunismo pleno,
o qual inevitavelmente aguarda toda a humanidade.
Ao mesmo tempo, a
ditadura é necessária para suprimir não só toda e qualquer tentativa dos
antigos exploradores capitalistas de restaurar seu já findado poder sobre as —
agora socializadas — propriedades que a eles pertenciam, como também para
suprimir as vozes do passado capitalista, as quais devem ser impedidas de se
manifestar, pois elas falariam apenas mentiras interesseiras sobre por que a
liberdade individual é moralmente correta, ou por que a propriedade privada
traz melhorias para todas em uma sociedade (inclusive para os trabalhadores),
ou por que a liberdade significa aquelas virtudes “burguesas” como liberdade de
imprensa, de expressão ou de religião.
As massas, em suma,
devem ser doutrinadas e inculcadas com a “verdadeira” consciência, a saber: que
a liberdade significa propriedade coletiva dos meios de produção e a abnegada
dedicação de cada indivíduo aos interesses do coletivo. E quais são os
“interesses do coletivo”? Qualquer coisa que a vanguarda socialista
revolucionária que está no comando determinar.
Isso também explica por
que a fase socialista da “ditadura do proletariado” — a qual antecede o
comunismo pleno — jamais chegou ao fim em qualquer regime revolucionário de
inspiração marxista que foi tentado ao redor do mundo nos últimos cem anos. A
natureza humana não é algo que pode ser remodelada como argila, de modo a
adquirir uma nova forma e conteúdo. Humanos não são seres autômatos programados
para ser eunucos desinteressados, desprendidos e puramente altruístas.
Consequentemente, o
interesse próprio sempre comandará as condutas de cada indivíduo. Logo, se o
objetivo é abolir tal comportamento, então é necessário haver uma força
política altamente violenta e dotada de um grande poderio militar para
continuamente reprimir esta inevitável manifestação do comportamento humano,
tentando constantemente extingui-lo.
Adicionalmente, enquanto
houver inimigos capitalistas em qualquer lugar ao redor do mundo, a ditadura do
proletariado terá de ser isolada e preservada do contato externo para garantir
que as mentes reeducadas das massas que tiveram a sorte de viver sob o
socialismo não voltem a ser infectadas pelas idéias capitalistas que estão
vindo de fora do paraíso coletivista popular. Logo, uma “cortina de ferro” de
censura e controle de pensamento torna-se necessária nas regiões marxistas do
mundo, para o bem das pessoas sob o controle da vanguarda revolucionária.
O planejamento econômico socialista equivale
a controlar pessoas
Tão logo a propriedade
privada é abolida por meio da socialização dos meios de produção e colocada sob
o controle e a direção do governo socialista, criar um plano econômico
centralizado passa a ser essencial. Dado que agora não há empreendedores
individualistas no comando de empresas privadas, produzindo para satisfazer os
consumidores, sendo movidos pelo lucro e sendo guiados pelo sistema de preços,
então alguém terá de determinar o que será produzido, onde, como, em que
quantidade, e para quais propósitos.
A direção dos meios de
produção coletivizados “pelo povo” requer um planejamento centralizado, o qual
terá de decidir todos os detalhes de absolutamente cada processo de produção. Em
seguida, terá de impor essas suas decisões sobre cada indivíduo, e tudo para o
bem da sociedade como um todo. Isso significa que não só objetos como madeira e
aço terão seu uso estipulado para cada setor específico da sociedade
socialista, como também cada pessoa será direcionada pela vanguarda
revolucionária para trabalhar em um setor específico. As agências estatais de
planejamento centralizado irão determinar quais pessoas serão direcionadas para
quais habilidades e especialidades, onde elas serão empregadas e quais
trabalhos farão.
Em suma, é a vanguarda
revolucionária quem decidirá o que cada indivíduo deve fazer, e não o próprio. Consequentemente,
trabalhadores serão alocados para trabalhar em áreas nas quais não possuem
nenhuma vantagem comparativa. Agricultores serão enviados para trabalhar
em fábricas, alfaiates serão enviados para trabalhar em minas e advogados trabalharão
na produção de tratores. Vários trabalhadores estarão em linhas de produção
erradas tendo de lidar com máquinas e ferramentas que desconhecem.
E dado que o estado lhe
educou, lhe atribuiu um trabalho e passou a ser seu único empregador, ele
também irá determinar onde você irá morar: não somente a cidade ou vilarejo,
mas também em qual apartamento de um conjunto residencial construído pelo
estado. Instalações recreativas, locais de descanso e férias, quais bens de
consumo serão produzidos e distribuídos onde e para quem: tudo isso será
determinado centralizadamente pelas agências de planejamento socialista, e
sempre de acordo com as ordens da ditadura do proletariado.
Absolutamente nenhum
aspecto da vida cotidiana — sua forma, conteúdo, qualidade ou características —
estará livre do controle e das determinações do abrangente e todo-poderoso
estado socialista. Sua forma e implantação serão, inevitavelmente e por definição,
totalitárias.
Atribui-se a Benito
Mussolini, o pai do fascismo, a frase que diz que “totalitarismo” significa “tudo
dentro do estado, nada contra o estado, nada fora do estado”. No entanto, em
nenhum regime isso foi mais explícita, coerciva e insistentemente imposto do
que nos países socialistas.
Além de altamente
homicida, o socialismo é uma ideia falida, tanto na teoria quanto na prática.
_______________________________________
Leia também:
O socialismo
necessariamente requer métodos brutais para ser implantado
A defesa do socialismo é,
inescapavelmente, uma apologia da violência
Se o socialismo é
economicamente inviável, por que ele dura tanto tempo?

Finalmente o Livre Mercado acertou: Crianças estão sendo proibidas de adentrar em estabelecimentos comerciais.
Tenho diversas críticas ao capitalismo e ao livre mercado, mas quando o grande Capital acerta, e isso acontece raras vezes, eu tenho que trazer uma nota alertando sobre este avanço na sociedade.
Você sabe o que é "childfree"?
No Brasil e no mundo, formou-se um nicho de espaços que rejeitam a presença de crianças, com a justificativa de garantir a tranquilidade dos demais clientes.
O nicho vem na esteira do movimento “childfree” – “livre de crianças” -, que existe desde os anos 1980 nos Estados Unidos e no Canadá para agrupar adultos que se sentiam discriminados pela sociedade por não terem filhos. – Eu pessoalmente sempre me senti muito mal perto de crianças, não é atoa que desejo proibir o sexo físico entre heterosexuais.- Mas vamos dar continuidade a excelente matéria da BBC:
"Hoje, porém, parte desse movimento childfree vai além do “não quero ter filhos” e adota o discurso de “não gosto de crianças” ou “não quero crianças por perto” e ganha corpo nas redes sociais.
“Não sou obrigada a aguentar crianças mal-educadas que não sabem se comportar”, “muitos pais não impõem limites” e “os estabelecimentos têm o direito de escolher quem vão servir” foram alguns dos argumentos citados por leitores da BBC Brasil ao serem questionados, no Facebook, se achavam correto o limite imposto à presença de crianças em determinados locais."
O que eu acho de tudo isso?
Eu acho isso maravilhoso. Isso é um indício que estamos evoluindo. Nunca me senti tão feliz durante anos na minha vida. Eu só gostaria de colocar um complemento: No futuro quando as crianças forem feitas via inseminação artificial controlado por um banco central de crianças; elas devem conviver distante dos adultos, em áreas controladas pelo governo. Não irá mais existir o conceito de pai e mãe, já que tudo será produzido em um ambiente científico, logo não há necessidade haver convívio misturado. Obrigado livre mercado por nos ajudar nessa empreitada, espero semelhante ajuda com relação à ciência.
Eu sou um adepto do childfree e veja como sou feliz. Sempre que converso com minhas plantas, eu vejo o quão superior elas são com relação às crianças. Somente elas podem entender minhas teorias e me amarem de verdade. Neste mundo cruel marcado pelo monstro conhecido como ser humano, somente a mãe natureza pode nos entender.
Como o ser humano é um monstro por natureza, logo é um perigo crianças conviverem com adultos, pois crianças além de trazer um incômodo que nos torna excessivamente humanos, também podem produzir verdades que carregam preconceitos linguísticos ou ofensas sociais. Finalmente, o Livre mercado acertou em alguma coisa.
Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/salasocial-40784489
Historiador Minimim é Filósofo, Professor de história, Escritor e já refutou Mises.
Nenhum país seguiu à risca tão bem o Socialismo que a URSS stalinista e a China maoista.
Não à toa, foram os países que mais mataram pessoas na história, a maioria por exaustão devido ao trabalho forçado na Sibéria e por fome.
O socialismo não é natural, não é espontâneo. O capitalismo é. Imagine o esforço monumental que seria necessário para planificar economicamente o próprio universo? Eis aí o custo do socialismo. E tudo para quê? Para destruir a ordem espontânea. Desejo de gente ruim e ruim de matemática.
O raciocínio é simples: imagine que você tenha uma casa, onde você mora com sua esposa/marido e filhos. É a casa onde você passou bons e maus momentos, deixou seu suor, riu, chorou.
Aí aparece uma tal de “revolução socialista” e eles determinam, sem te consultar nem nada, que você e sua família DEVEM deixar esta casa e passar a viver em uma fazenda coletivizada, trabalhando de sol a sol com um monte de gente que você nunca viu na vida.
Vai reagir passivamente? Claro que não! A casa é sua, é sua propriedade, terá derramamento de sangue e lutará com a última de suas forças para proteger você, sua casa e sua família. Mas age dessa maneira porque é reacionário, capitalista, egoísta? Agimos dessa maneira, protegendo nossa propriedade, da mesma maneira que o cão dá a vida pelo dono, da mesma maneira que o leão, o lobo ou qualquer animal age quando percebe que seu território foi invadido.
Agora, troque “casa” na narrativa acima por qualquer outra propriedade, inclusive, e principalmente, sua riqueza financeira. Muda algo? Absolutamente nada.
Nenhum sistema, por mais bem intencionado que seja, irá nos retirar este “instinto animal”…
Socialismo é dor, é sofrimento, é morte. A máxima não é “quem não trabalha não come”, e sim “quem não obedece não come e se brincar ainda morre”.
Igualdade não existe em lugar nenhum do mundo. E, nos países socialistas, a desigualdade é elevada aos píncaros: existe o estamento burocrático poderoso, com vida luxuosa, e com livre acesso a bens importados, e existe o populacho faminto, mas igual em seu esfaimamento.
No mais, nem num mesma ambiente familiar existe duas pessoas iguais. O ser humano já nasce individualista, único, e egoísta.
No Camboja, a ditadura socialista matou pessoas pelo simples fato de usarem óculos ou serem professores ou por terem um diploma. Isso denotava uma inaceitável “desigualdade intelectual”.
Dor, sofrimento, fome e miséria física e mental são subprodutos do socialismo. Socialismo é incompatível com a vida e com a dignidade das pessoas.
Uma característica do pensamento e do discurso político contemporâneos é o triunfo da conotação sobre a denotação. Corresponde a dizer que os sentimentos ou emoções provocados pelas palavras tornaram-se mais importantes, muito mais importantes, do que qualquer significado pelo qual elas estejam vinculadas ao mundo fora de nossas mentes.
Está acima de meu objetivo sugerir a razão pela qual isto pode ser assim, mas penso que será prontamente admitido que, se isto é assim, é um desenvolvimento que não pode senão impedir o pensamento claro.
Nesta palestra, o médico e escritor Theodore Dalrymple argumenta como o mito da igualdade de oportunidades não apenas é inalcançável como também indesejável para o desenvolvimento de uma sociedade livre e próspera, analisando os motivos pelos quais o desejo pelo igualitarismo é tão forte entre certas pessoas.
Texto é bom, mas de pouca utilidade, é oração para convertidos, pois socialista em geral não tem neurônios para absorver tal texto, tenho uma empresa de divulgação que usa muito as redes sociais e consequentemente muitos jovens no quadro, e quase todos autodeclarados socialistas, jogo todos na corrida dos ratos, incentivando a adquirirem dívidas altas comprando carros populares brasileiros, viagens toscas e aptos de 44m², agora estão todos preocupadinhos se o próximo presidente vai ser economicamente sensato para que eles não percam o emprego.
Há quase 100 anos atrás, o escritor português Fernando Pessoa (1888 – 1935) escreveu: “O comunismo não é um sistema: é um dogmatismo sem sistema — o dogmatismo informe da brutalidade e da dissolução. Se o que há de lixo moral e mental em todos os cérebros pudesse ser varrido e reunido, e com ele se formar uma figura gigantesca, tal seria a figura do comunismo, inimigo supremo da liberdade e da humanidade, como o é tudo quanto dorme nos baixos instintos que se escondem em cada um de nós.” > conservadores.com.br/o-anticomunismo-de-fernando-pessoa/
"Eu me pergunto sempre: "Quais são as pessoas que curtem a esquerda e, em espécie, o comunismo?" Geralmente os fracassados, aqueles que nunca iriam conseguir chegar onde sonhavam sem a ajuda de uma corrente política que precisa de acólitos." > minutoprodutivo.com/internacional/entrevista-medico-romeno-conta-como-era-viver-num-pais-socialista
“Porém o suprassumo da cretinice é contestar a fidelidade de Lula ao comunismo mediante a alegação de que é um larápio, um corrupto. Qual grande líder comunista não o foi? Qual não viver como um nababo enquanto seu povo comia ratos? Qual partido comunista subiu ao poder sem propinas, sem desvio de dinheiro público, sem negócios escusos, sem roubo e chantagem?” > http://www.dcomercio.com.br/categoria/opiniao/el_mayor
Socialismo é uma religião sem Deus, maligna e assassina, travestida de sistema político e econômico, só isso.
O socialismo é uma ideia linda no papel,mas na prática não funciona,pois ninguém quer ser escravo do outro e um sistema econômico que prega o paraíso na terra onde tudo é produzido para ser dividido sem cobranças está fadado ao fracasso.
Um sistema que para ser implantado precisa de um comitê organizador que dá ordens para os demais está fadado ao fracasso e com o tempo todos percebem que estão sendo escravizados por esta cúpula e nem com arsenais atômicos iguais ao da ex-União Soviética serão capazes de segurar a fúria da massa revoltada e desmotivada para o trabalho comunitário,enfim só a liberdade e a livre-negociação produzem resultados auspiciosos e sustentáveis no tempo e no espaço,capitalismo é o nome que se deu a este processo de produção e ideias,mas muito além de ideologia o capitalismo é ação humana em seu estado mais avançado…
Socialismo,uma ideia que já deveria estar enterrada nos porões da história,mas que infelizmente suas viúvas os pensadores(intelectuais) parasitas vivem querendo ressuscitar,mas estaremos alertas para exorcizar-mos esse demônio da história
Estou com um profundo ódio do meu professor que, era para ser de administração, mas basicamente só quer pregar o marxismo e outras bobagens.
Um canalha que no mínimo merece ser processado por fraude. Ele é o típico perfil de quem defende uma ideologia como essa: um fracassado vagabundo que nunca se deu bem no mercado (“estudou” eCUnomia na URSS), então ele decide entrar num cargo estatal por concurso, mamar pelo tempo que quiser e falar mal do mercado que o sustenta, além de achar que os outros são obrigados à se sacrificarem por eles.
Fala tanto de escravidão de salários, do capital e afins e que nas sociedades indígenas eles são mais avançados por não possuírem propriedade privada, quero ver se ele tem coragem de ir pessoalmente passar a vida toda morando em uma tribo qualquer e, claro, coletivizar e socializar seus bens e sua esposa.
É até surpreendente de um sujeito que cita Adam Smith e David Ricardo…
E isso num curso de gestão empresarial de uma FATEC. Não consigo imaginar como é numa universidade federal em um curso de ciências humanas e sociais.
Meu conselho: se tiver oportunidade, fuja do ensino superior controlado pelo MEC (principalmente se for uma área com pouca regulação estatal como tecnologia da informação). Mesmo que você seja libertário, essas infecções coletivistas e marxistas podem fazer mal para a sua saúde.
Show de video!!!
Há algo que já não mais preocupa quase ninguém, sejam socialistas ou conservadores.
Esse “algo” é a idéia de JUSTIÇA.
Não se ouve ou vê quem quer que seja questionar: “ISSO É JUSTO?”
Os debates e proposições são sempre de caráter positivo ou no sentido de AGIR para IMPOR o “BEM COMUM” e Não no sentido de AGIR para IMPEDIR o MAL INDIVIDUAL.
A ausência do MAL é em si o BEM. Portanto se a ninguém for imposto qualquer mal, TODOS estarão bem.
A questão é que o “BEM” é julgado SUBJETIVAMENTE e o “meu bem” eu considero como o “bem geral”. Ou seja aquilo que subjetivamente considero bom, tendo a considerar bom para todos. Porém nem todos percebem o mundo como eu e aquilo que para mim é bom, para outros pode ser mau.
Porém somente o próprio indivíduo pode dizer o que é mau ou bom para si. Ou seja, BEM e MAL é sempre algo SUBJETIVO. Logo, a pretensão de fazer um pequeno mal em nome do bem pode revelar-se a ambição de apenas generalizar o mal para o próprio bem.
Um masoquista ou um sádico têm opiniões diferentes das pessoas naturais. Diogo naturais porque o prazer da dor não é natural. Já que esta existe para que o indivíduo fuja da dor e assim se PRESERVE. O prazer da dor é algo autodestrutivo e ANTINATURAL.
Não é possível haver IGUALDADE nem de oportunidade, que dirá uma igualdade material. A ínica igualdade possível é de IGUALDADE de TRATAMENTO ou RECIPROCIDADE.
RECIPROCIDADE é EXATAMENTE a idéia de JUSTIÇA.
Não se há que tentar impor a castidade, a hegemonia hierarquizada da familia, a fé, a crença, a heterosexualidade ou a homosexualidade, a prosperidade, a cultura ou lá o que se ACHAR BOM, mas apenas deixar os indivíduos LIVRES para tentarem conquistar a vida que acharem mais desejável. Certamente uns alcançarão, outros chegarão perto e outros se distanciarão dos seus ideais ou mesmo mudarão suas IDEALIZAÇÕES sobre o que seria seu ideal.
Se todos desejarem morar, habitar, o MESMO PONTO DA PRAIA ou da MONTANHA, será impossível que tal igualdade se realize. Assim todos os discriminados pleitearão uma igualdade impossível, mas os espertalhões habitarão os melhores pontos das prais e das montanhas em nome da luta que empreenderão em sua alegada busca da igualdade.
Escravidão é viver no capitalismo, onde eu posso viajar e comprar o que eu quiser desde que eu tenha dinheiro para tal.
Liberdade é viver em um regime autoritário de coletivismo e mutualismo, onde eu sou obrigado a trabalhar pelo bem da sociedade.
Eis o pensamento socialista in a nutshell.
O socialismo, na prática, nada mais é do que uma ditadura. Não há igualdade em lugar nenhum, aliás, se há, é por baixo, todos na miséria…
É preciso lembrar também que os regimes comunistas são uma “ditadura perfeita”, pois o Estado ocupa todos os espaços e remove qualquer possibilidade dos cidadãos se manifestarem. Você conseguiria rebelar-se contra alguém que é, ao mesmo tempo, o seu governante, o seu patrão, o seu locador, o dono da escola onde seu filho estuda e o proprietário do jornal que você lê?
Por conseguinte, apenas o colapso causado pela falência absoluta da economia pode derrubar os regimes comunistas. Governos comunistas não são derrubados, desabam feito prédio condenado.
Antes de Ludwig von Mises expor o problema do cálculo econômico no socialismo, em seu celebrado artigo publicado em 1920, socialistas e não-socialistas já haviam percebido que o socialismo sofria de um grave problema de incentivos.
Se, por exemplo, todos os indivíduos em um sistema socialista fossem receber uma mesma renda — ou, em sua variante, se todos fossem produzir “de acordo com suas capacidades”, mas recebessem “de acordo com suas necessidades” —, então, parodiando aquela famosa pergunta: quem, no socialismo, fará o trabalho de recolher o lixo? Ou seja, qual será o incentivo para se efetuar os trabalhos sujos? Mais ainda, quem fará esses trabalhos? Ainda pior: qual será o incentivo para se trabalhar duro e ser produtivo em qualquer emprego?
No entanto, a singularidade e a crucial importância do desafio de Mises ao socialismo é que seu argumento estava totalmente dissociado desse problema do incentivo. Mises, com efeito, disse: muito bem, vamos supor que os socialistas tenham sido capazes de criar um poderoso exército de cidadãos genuinamente ávidos para seguir todas as ordens de seus mestres, os planejadores socialistas.
Fica a pergunta: o que exatamente esses planejadores mandariam esse exército fazer? Como eles saberiam quais produtos seus escravos deveriam produzir? Em qual etapa da cadeia produtiva cada exército deveria trabalhar? Quanto de cada produto deve ser produzido em cada etapa da cadeia de produção? Quais técnicas ou quais matérias-primas devem ser utilizadas na produção como um todo? Qual a quantidade de matérias-primas a ser utilizada? Onde especificamente fazer toda essa produção? Como eles saberiam seus custos operacionais ou qual processo de produção é mais eficiente?
Mises demonstrou que, em qualquer arranjo econômico que seja mais complexo do que o exemplo de Robinson Crusoé sozinho em uma ilha, o comitê de planejadores socialistas simplesmente não teria como saber o que fazer. E nem como responder a essas perguntas vitais.
Ao explicitar esse poderoso conceito do cálculo econômico, Mises demonstrou que o comitê de planejamento central não tinha como responder a essas perguntas porque o socialismo não dispõe daquela indispensável ferramenta que só existe em uma economia de mercado, e a qual empreendedores utilizam para fazer cálculos e estimativas: existência de preços livremente definidos no mercado.
Sob o socialismo, os meios de produção (fábricas, máquinas e ferramentas) não possuem proprietários definidos (eles pertencem ao estado). Se os meios de produção pertencem exclusivamente ao estado, não há um genuíno mercado entre eles. Se não há um mercado entre eles, é impossível haver a formação de preços legítimos. Se não há preços, é impossível fazer qualquer cálculo de preços. E sem esse cálculo de preços, é impossível haver qualquer racionalidade econômica, o que significa que uma economia planejada é, paradoxalmente, impossível de ser planejada.
Sem preços, não há cálculo de lucros e prejuízos, e consequentemente não há como direcionar o uso de bens de capital para atender às mais urgentes demandas dos consumidores da maneira menos dispendiosa possível.
Dado que a própria essência do socialismo é propriedade coletiva dos meios de produção, e dado que tal arranjo não permite o surgimento de preços de mercado, e dado que sem preços não há o mecanismo de lucros e prejuízos, que é o que traz racionalidade para qualquer processo produtivo, o comitê de planejamento central não seria capaz nem de planejar nem de tomar qualquer tipo de decisão econômica racional.
Suas decisões necessariamente teriam de ser completamente arbitrárias e caóticas. Consequentemente, a existência de uma economia socialista planejada é literalmente “impossível” (para utilizar um termo que foi muito ridicularizado pelos críticos de Mises).
Eu já desisti, não tem como convencer um marxista que o socialismo é um regime falido. A lavagem cerebral é muito forte. A retórica da vez é que deturparam Marx, que traíram os ideais socialistas.
Quantas “deturpações de Marx” (entre aspas mesmo) esses bitolados ainda terão que ver, quantos mais líderes “traindo os ideais socialistas” (entre aspas também) eles terão que ver para finalmente aceitar que o socialismo é um fracasso miserável?
O socialismo se contrapõe a características inatas: a competitividade, a ambição, a inovação, a criatividade, a liberdade, a livre iniciativa e o livre arbítrio.
Não apenas o socialismo deve ser abominado mas também o estado mínimo proposto pelos liberais clássicos. Não existe essa história de opressão limitada e necessária, defendida por minarquistas sem escrúpulos. Roubo é roubo e pronto! É um absurdo o contribuinte americano ter que pagar pelos estragos do furacão Harvey enquanto seus estados tem infraestrutura defasada. A infraestrutura do Kansas por exemplo é considerada insuficiente, e certamente permanecerá assim, pois além do Harvey, o furacão Irma e muitos outros furacões vão causar prejuízos nos EUA que serão pagos por todos. Nunca vai ter dinheiro para o Michigan reconstruir sua infraestrutura obsoleta e devolver a exuberância de Detroit! E o que o Michigan ganha com isso? R:Fazer parte da porra dos EUA! E isso significa que além de pagar por desastres ocorridos em lugares distantes, eles também terão que pagar por guerras como a do Afeganistão e Iraque e gastos militares exorbitantes. Os EUA só são bons em comparação com Cuba, quando comparamos com a Islândia Medieval não passam de uma republiqueta opressora!
O socialismo é um crime.
"Deus criou o gênero humano para a comunicação e a comunhão de uns com os outros, como ele, que começou a repartir do seu e a todos os homens proveu seu Logos comum, e tudo fez por todos. Logo tudo é comum, e não pretendam os ricos ter mais que os outros.”
– Da homilia Quis dives salvetur? (“Que rico se salvará?”), baseada na história de Jesus e o jovem rico (Marcos 10:17-31).
“De sorte que não é rico aquele que possui e guarda mas aquele que dá; e este dar, não o possuir, faz o homem feliz. Portanto, o fruto da alma é essa prontidão em dar. Logo na alma está o ser rico.” (Pedagogo 3, 6).
O socialismo não funciona por uma única razão. Ele contraria a principal e mais marcante característica humana: não existem dois seres humanos iguais.
Percebo que há apenas três tipos de pessoas simpatizantes ao socialismo: 1. aquelas mentalmente inaptas para tomar decisões,preferindo obedecer a ordens claras, bem como manter o status quo (esses são o que chamo de “soldadinhos de guerra”; 2. aquelas desprovidas de raciocínio lógico e que acham que todos os seres humanos são igualmente capazes e bondosos por natureza(o porquê de existir pessoas assim eu não sei) e; 3. aqueles que são sedentos por poder e conhecem significativamente a mente humana, manipulando-a a fim de saciar seus propósitos utilitaristas. Enfim, o socialismo é fruto da ignorância, preguiça e ganância, e daí,portanto, não sairá nada de bom.
Nossa… Estou morrendo de medo do governo de Maduro… Ele já está quebrado. Não vai muito longe. Ah, devo pedir desculpas. Li o texto sobre derrubar estátuas de intolerantes e não era contra a esquerda devido ao caso da Virgínia. Vocês mostraram que não são nazistas. Dá até pra perdoar o fato de vocês ficarem falando que nazismo e socialismo é a mesma coisa. Para mim nunca será a mesma coisa. Nunca. Mas, por favor, só não façam a m**** de apoiar de algum modo os neonazistas! Se não querem se engajar contra eles, ok. Mas alguém precisa se colocar ativamente contra isto. Que sejam os progressistas então. Isso sempre foi coisa da esquerda mesmo.
Olha, acho que quando uma pessoa não quer trabalhar 16 horas por dia em um trabalho mal remunerado. Quando ela sente que está sendo “escravizada” e que sua vida está sendo roubada eu duvido muito que ela esteja se preocupando com o coletivo. Muita gente de esquerda fala que se preocupa com o coletivo, mas na verdade isso não passa de discurso bonito. É claro que a preocupação com o bem estar das outras pessoas existe, mas há, principalmente, uma vontade de ter algo melhor para a sua própria vida. Mas eles acreditam que a via para viver melhor seja o aumento do estado. Pensam que o aumento do estado significa mais liberdade. Esquerdistas também são “egoístas”, mas não acreditam no caminho que vocês propõe para a satisfação desse egoísmo. Conheço alguns comunistas (sim, os loucos dizem que querem a revolução) que falam que se tivessem escolha seriam ricos! Eles só são “comunistas” porque não enxergam qualquer possibilidade de melhoria na própria vida dentro do capitalismo. E talvez seja difícil mesmo para eles. É apenas isso.
Vocês usam muitas definições, teorias, pra falar de liberdade. Vocês já se perguntaram se alguma pessoa que se diz “comunista” se sente livre e capacitada para mudar a própria vida. Para ela liberalismo não significa liberdade. Não se trata de ficar teorizando sobre o que é liberdade, mas de como as pessoas se sentem. E não é trabalhando 16 horas por dia a ganhar 200 reais por mês que as pessoas se sentirão livres.
Achei comentários de vocês no blog da Lola, (ainda tenho dúvidas se é fake!) sobre a moça reaça que processou a professora feminista. P**** Mises! Vocês foram comentar justo no post sobre uma pirralha frustrada porque o próprio casamento não deu certo e que decidiu culpar as feministas por causa disso (e também culpar o feminismo pra ganhar biscoito de homem, é claro!). Mas voltando ao assunto do comentário, vocês explicaram bem o ponto de vista dos liberais a respeito de nazismo/socialismo (ponto de vista do qual discordo), pena que os bons comentários se perderam em meio a um assunto que não valia muito pena.
A pior coisa para um socialista/fascista é ser governado por socialista/fascista que não são seus amigos. #EzeMises
É muito mais preocupante a crise entre o Trump e o ditador da Coréia do Norte. Reedição no século XXI do velho embate entre nazismo e comunismo. Eles deveriam parar de falar em guerra e participar de alguma competição inofensiva como por exemplo o concurso do homem mais feio do mundo. Os dois disputariam pelo primeiro lugar!
Precisamos retirar dos burgues aquilo que a nois pertence. Nascemos vitimas da sociedade opreçora e acreditemos que temos o direito a usufluir aquilo que foi criado com o suor dos nossos.
O socialismo é libertador e aquilo que se vê na TV e na internet é montagem. A Venezuela hoje, segundo meus camaradas, é o país mais feliz do mundo.
Vocês não passam de votadores de Temer e da turma da extrema direita.
O grande problema da Venezuela foi a crença nas instituições.
Enquanto os socialistas aparelhavam todo o governo, o povo ainda estava acreditando na justiça.
O maior problema foi a guerra política, enquanto o funcionalismo público estava sendo aparelhado.
Se a justiça e as forças armadas forem aparelhadas, não adianta ter 100% de apoio no congresso.
Se eu pudesse, eu já teria feito um embargo contra a China, Vietnam, Cuba e todos os paízes socialistas ou com regimes autoritários.
Não podemos pagar pelas bombas que serão jogadas sobre nós mesmos.
O socialismo é a vigarisse no mais alto grau.
Só defendem essa ideologia os parasitas burocratas pertencentes à elite governante e/ou ao funcionalismo marajá e as ralés militantes subsidiadas: ong’s, mov.sociais, jornalistas, professores, intelectuais de esquerda e artistas.
Não tente debater com alguém que defenda essa latrina, o que se deve fazer é impor ao farsante vigarista uma total desmoralização (se for em seu reduto melhor ainda), e a razão é simples: retórica e dialética sofistas não buscam a verdade.
Mesmo para construir estradas socialistas, pontes socialistas, escolas socialistas, fábricas socialistas, é necessário capital, ou você vai trabalhar de graça? Os socialistas acham que sim, mas é óbvio que as pessoas não o farão por altruísmo, esperando que outra pessoa esteja lá trabalhando para produzir alimento, e que outra pessoa esteja trabalhando para produzir roupa para eu me vestir. O resultado é escravidão, caso contrário a sociedade entra em colapso.
OFF: https://brasil.elpais.com/brasil/2017/08/28/politica/1503943808_270910.html?rel=cx_articulo#cxrecs_s
Embora a ganância às vezes seja evidente no sistema capitalista, temos que entender que não é por causa do sistema, é porque a ganância faz parte da natureza pecaminosa do homem. A solução não se encontra em mudar o sistema econômico, mas em mudar o coração do homem através do poder do evangelho de Jesus Cristo.
nem o socialismo, nem o capitalismo são sistemas justos. ambos são sistemas injustos. eu diria até que o socialismo é a continuação do capitalismo.
Ricos só pensam em ganhar dinheiro. Jesus já dizia que é mais fácil passar um camelo pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino dos céus.
Se eu dono de uma floresta, desmato ela inteira e ai causo uma externelidade negativa(provoco seca em determinada região ou coisa do tipo), como fica essa situação pra vocês.
SOU 100% a favor de desregular e privatizar, menos as florestas que mantem o equilíbrio do clima e coisa do tipo.
Isso é ciência e não achismo
Gostaria de pedir um favor aos administradores.estou tentando estudar sobre o funcionamento dos bancos e como eles inflacionar o moeda e a história desde o início do século xx alguém poderia me indicar artigos para compreender melhor o assunto?confesso que estou um pouco confuso
Socialismo requer ditadura??
Parece-me uma afirmação muito frágil.
Será que o povo escandinavo sabe disso?
Este sistema econômico será viabilizado na inexistência da vontade pessoal ou desejo humano, que diferenciam as pessoas. Sendo os humanos um povo sonhador e com capacidade de desenvolvimento pessoal, acontece a modificação entre as pessoas, não tendo como permanecer uma forma robotizada da humanidade. Observe, pense, tire sua conclusão sobre este novo modelo que está se desenvolvendo.
Existe outro sistema econômico que deve ser colocado em prática o mais rápido, pois os meios de produção, os bens de produção e a matéria prima devem ser controlados por um sistema único, composto do mercado, apenas o mercado, sem interferência do governo e/ou de uma elite social. Quem implantar nunca mais será esquecido. Dê-me retorno.
O aumento do poder de compra interno trás benefício moral ao povo e também confiança na política de quem o governa. Uma das maiores forças para alavancar o crescimento da geração de renda por habitante é uma popularização de expectativa de aplicação dos recursos financeiros oriundos de sobras monetárias da população. Caso as aplicações financeiras disponíveis aos habitantes sejam a nível popular, tem se a abertura de novas formas de investimentos e uma crescente uniformidade em nível de geração de novos empregos e aumento da renda passiva em massa. Não privatizar e sim criar novas empresas privatizáveis.
A oportunidade de aplicação dos recursos financeiros oriundos de sobras monetárias da população cria a possibilidade de um esquema mercadológico que garantirá a população o controle do sistema econômico. Sendo proprietário das ações empresariais o povo passa a ter controle, pois é o próprio dono. Na abertura de capital das empresas, qualquer pessoa tem o direito de compra das ações, podendo ser o padeiro, o açougueiro, o dentista, o médico, o advogado, o professor, os funcionários, em fim todas as pessoas que tenha um capital disponível pode aplicar em ações destas empresas, garantindo uma renda extra pelo investimento a qual é conhecida como renda passiva, pois não necessita da presença do proprietário do capital para se realizar. Após um período de aplicação das sobras monetárias de forma precisa e constante resultará que esta renda passiva se tornará maior que a renda ativa (que é a renda vinda da ação ativa ou trabalho direto com a presença para a renda se realizar), quando a renda passiva ultrapassar a renda ativa, a pessoa só trabalha se quiser, não tendo mais a obrigação de trabalhar, a partir deste momento terá o fator diferencial na vida, podendo gozar de tempo para realizar o que antes o tempo ocioso não existia e impossibilitava de realizar. Esta renda é um direito hereditário podendo o sucessor já começar a vida sendo desobrigado a trabalhar pela renda, realizando o serviço não por obrigação, mas sim por opção, realizando-o de forma mais agradável e atingindo qualidade superior no trabalho. Ao aplicar as sobras desta nova renda e a renda passiva anterior, terá uma crescente renda passiva, a qual se trabalhada com precisão só tende a aumentar.
Neste sistema econômico os meios de produção, os bens de produção e a matéria prima não pertencem ao governo e nem a uma elite da sociedade, a qual é disponibilizada pelo mercado, o qual é o único responsável. Não existindo a tão falada divisão de classes. Cada qual é responsável pelo seu direito de existir e viver da forma que melhor lhe convêm.
Sendo criado um conselho municipal com um fundo provedor de recursos financeiros para ampliação do complexo industrial no município com caráter exportador para o qual fica estabelecida a responsabilidade deste conselho da verificação de potencialidade da economia local em aproveitar os recursos municipais disponíveis. Uma vez que todo município tem vantagens naturais em relação a outros, sendo aproveitadas por meio de industrialização com prioridade na exportação. Atuando em qualquer setor da economia, serviços de segurança, saúde, educação, lazer, etc. Este conselho municipal tem como objetivo e responsabilidade maior e prioritário o aumento da geração de renda passiva para seus habitantes, com autonomia na decisão de aplicação dos recursos financeiros disponíveis da população em qualquer uma das empresas criadas pelo sistema.
A criação das empresas fica a cargo de uma comissão executiva de pesquisa para verificar a possibilidade presente de uma fábrica capaz de utilização dos recursos disponíveis no município. Uma vez implantada, tem se a obrigação de que seja alcançado de forma rápida o ponto de equilíbrio e um crescente lucro financeiro. Assim que ultrapassar a fase de estabilidade e tornar a empresa lucrativa, abre-se o capital a nível municipal e sempre com lucro pela implantação, com esse capital somado com o lucro dá início à abertura de outra empresa com finalidade de exaurir completamente o consumo da matéria prima por meio de exploração industrializada localmente e assim chegar a nível zero de exportação de matéria prima e sim tendo uma frente massiva de exportação dos produtos acabados.
Após utilização de todos os recursos disponíveis localmente, faz se necessário a importação de matéria prima para novos produtos desenvolvidos no município. A abertura de capital a nível municipal se dará pela popularização da bolsa de valores para compra e venda de ações empresariais. Sendo esta municipal, uma agência pequena para transações dos habitantes locais. Assim que esta pequena agência se tornar lucrativa abre-se o capital e sempre com lucro pela implantação.
Tendo como finalidade deste conselho municipal a geração de renda passiva aos habitantes, fica evidente que uma vez iniciado o esquema, sempre haverá recursos financeiros disponíveis para abertura de novas empresas. Sendo que jamais serão utilizados os recursos do fundo deste conselho para outros fins a não ser em novas empresas com finalidade de abertura de capital e sempre com lucro pela implantação. Os funcionários deste conselho serão contratados por prestar concurso escrito e assinado no papel e microfilmado, para ficar arquivado como documento que pode ser apreciado por qualquer pessoa a qualquer tempo pela internet e a partir dos pontos acumulados, ocupa-se a cadeira o mais apto, sem estabilidade, errou, deixa a vaga para o próximo imediatamente.
O socialismo prega que para haver liberdade é necessário que se constitua um Estado totalitário; e que para haver “igualdade”, uma elite aristocrática hiperprivilegiada controlando a maioria totalmente desprovida de autonomia e individualidade.
O ser humano é incrivelmente versátil comparado aos outros animais, mas ele ainda funciona dentro dos parâmetros da biologia, da física, da termodinâmica e da cibernética e sua versatilidade não pode ser expandida além desses limites.
Logo, TENTAR mudar a natureza humana requer uma “ditadura do proletariado”. Mas mesmo com o mais totalitário dos totalitários isso seria impossível. Portanto, jamais se passaria da “ditadura do proletariado” para o novo mundo utópico do comunismo.
É uma cilada, Bino!
* * *
Os comunistas pregam que a vanguarda revolucionária deve mudar e libertar o homem da ideologia capitalista e transforma-lo em um ser altruísta,mas se esquecem da impossibilidade física para tal intento,ou seja os recursos são escassos e só com inovações tecnológicas imprevisíveis a priori,mas factíveis a posteriori geram riqueza,portanto ao combater os capitalistas( Grandes Poupadores)eles matam essa possibilidade de expansão e jogam a população na miséria,enfim prometer o Céu na Terra é fácil,basta saber discursar(Lula)e ser eloquente(Fidel),mas realizar(Empreendedores)e fomentar(Capitalistas com suas poupanças)isso comunista nenhum sabe fazer,esses sonhadores gigantes de pés de barro.
“Já os membros daquele movimento que surgiu no fim do século XVIII e início do século XIX, e que viria a ser o movimento socialista, argumentavam exatamente o oposto.”
Por favor alguém sabe me dizer exatamente que teóricos socialistas do século XVIII são esses? Estou me referindo aos anteriores a Marx.
Obrigado
Qualquer sistema mudado é um inferno a revolução francesa burguesa teve o seu momento de terror,o que falar da revolução russa Stepan Petrichenko que diga,os bolcheviques foram muito criticados pelos mencheviques tanto da esquerda muito diferente dos de direita acreditavam que socialismo foi desvirtuado pelo conceito ideológico leninista,que presumiu acreditar que todo o seu processo contestado era oportunista,as vezes era mesmo,mas o que queriam fazer na Revolta de Kronstadt era modificar os rumos exagerados no que concerne a autocracia do partido oficial comunista,havia economia de guerra e nenhuma democracia qualquer desvio ideológico era penoso a qualquer um,porém os marinheiros queriam era um socialismo mais democrático e não a derrubada da revolução e sim aperfeiçoa-la como foi com o próprio modelo capitalista porém este parece que esgotou no seu cerne,mesmo assim ainda acredito que o liberalismo social ainda é útil em certos aspectos mas não na sua concepção geral,concordo que o socialismo tem os seus erros mas vejo por seu lado mais possibilidade de reformas que o capitalismo o qual ruma para o completo rumo do esgotamento de recursos nos quais são finitos e a elite nacional tem uma concepção meramente de venda de recursos naturais sem nenhum investimento é este capitalismo que defendem e ainda demonizam tudo no socialismo,Usa é um pais imperialista e ainda consegue ter um padrão saúde e educação pior que o cubano estranho isso,o que o chefão faz é assaltar recursos dos outros co conveniência da conversa do mercado mas o que está atrás disso é um superestado militar e financeiro que tem toda uma superestrutura midiática disfarçando todo a contradição do seu sistema que se encontra em profunda crise que por uma questão de sobrevivência imperial precisa avançar sobre os recursos dos outros povos,se isto que os senhores defendem então que me perdoem acredito que precisam ler mais.
Irônico é que quase todas as ideologias socialistas/comunistas/coletivistas são estratégias que vem à séculos sendo financiadas por grandes capitalistas mundo afora.
“Agricultores serão enviados para trabalhar em fábricas, alfaiates serão enviados para trabalhar em minas e advogados trabalharão na produção de tratores. “. Em Cuba, engenheiros e advogados trabalham como taxistas.
Porque os países socialistas e comunistas se tornaram ditaduras, são fechados a entrada e saída de pessoas de outros países e mataram milhões de pessoas?