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O parasitismo sindical é outra praga que tem de ser extinta

Nota do editor

O artigo abaixo foi originalmente publicado em outubro de 2016. Pouco menos de um ano após sua publicação, o imposto sindical foi abolido no governo Temer (por obra do deputado Paulo Eduardo Martins, convertido à causa libertária por este Instituto).

Para surpresa de ninguém, no entanto, os parasitas se recusam a morrer, e a PEC 196/2019 quer insidiosamente ressuscitar a estrovenga.

Em 2023, o debate sobre a volta do imposto sindical ganhou novo capítulo.

Confira o que está em jogo.

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Os sindicatos se dizem organizações preocupadas em promover os interesses dos trabalhadores. Quando destituída de toda a retórica marxista, tal afirmação não é de todo inverossímil: em alguns casos, os trabalhadores de fato possuem interesses em comum, cuja defesa pode ser delegada a um agente especializado (os sindicatos).

Por exemplo, dentro de uma mesma empresa, os empregados podem se coligar para melhorar marginalmente suas condições de trabalho ou para influenciar em como serão cumpridos alguns dos direitos acordados em contrato com o empregador (calendário laboral, jornadas, forma de alimentação oferecida, turnos de descanso etc.).

No entanto, para resolver esses detalhes — que são de cunho estritamente localizado, peculiares a cada empresa e que variam para cada equipe de trabalho –, não é necessário recorrer a megacorporações sindicais, estilo CUT, Força Sindical e UGT.  Basta ter representantes especializados e independentes, os quais, inclusive, podem ser escolhidos entre os próprios integrantes da equipe de trabalho que está sendo representada.  Afinal, cada equipe de trabalho é algo muito bem definido, e não uma irreal “classe social”.

O motivo de existirem megaburocracias sindicais — só a CUT controla 2.319 sindicatos, ao passo que a Força Sindical e a UGT controlam, respectivamente, 1.615 e 1.277 sindicatos — tem muito pouco a ver com a defesa dos trabalhadores e muito a ver com a necessidade de adquirir influência junto a políticos para arrebatar privilégios concedidos pelo estado.

Perante a casta governante, uma central sindical que represente, de maneira realmente eficaz, algumas poucas dezenas de trabalhadores não tem a mesma importância que outra central sindical que represente, mesmo que de maneira torpe, centenas de milhares de empregados.  Vale mais a quantidade do que a qualidade.

O sindicalismo brasileiro

No Brasil, os grandes sindicatos já se converteram naquilo que a literatura econômica classifica como “rentistas” ou “caçadores de renda” (rent-seekers): seu verdadeiro propósito de existir não é representar os trabalhadores (essa é apenas sua desculpa instrumental), mas sim se beneficiar das prebendas regulatórias e monetárias garantidas pelo estado, com as quais alimentam sua própria burocracia interna.

O modelo de organização sindical vigente no Brasil tem raízes na Carta Constitucional de 1937, a qual tinha o objetivo explícito de fazer com que os sindicatos dessem sustentação ao governo, ignorando os interesses dos trabalhadores afiliados.

Esse arranjo se mantém intacto até hoje.  Sindicatos servem aos interesses de seus líderes e do governo que os apóia, e não aos interesses de seus membros.

Sendo assim, a pergunta inevitável é: por que os sindicatos prosperam se seus líderes são meros politiqueiros?

E a resposta é: por causa dos privilégios que as entidades sindicais usufruem.  Além de serem verdadeiros monopólios protegidos pelo estado, graças à unicidade sindical, eles são financiados compulsoriamente com dinheiro público, a chamada Contribuição Social Sindical — popularmente chamado de Imposto Sindical.

Vale ressaltar: embora ninguém seja obrigado a se filiar a um sindicato, todos os trabalhadores são obrigados a contribuir anualmente com o imposto sindical.

A lei estabelece uma contribuição obrigatória equivalente a um dia de trabalho de quem tem carteira assinada ao sindicato de sua categoria. Isto é, há o desconto em folha do trabalhador, mesmo que ele não seja filiado, tampouco se sinta representado por seu sindicato de classe.

Os valores movimentados pelo Imposto Sindical chegam a R$ 3 bilhões por ano. Trata-se de uma mamata para os sindicalistas. E, se há mamata, jamais faltará demanda por ela.

Consequentemente, apenas nos últimos oito anos, houve uma média de mais de 250 sindicatos criados por ano.  Já há mais de 15 mil sindicatos operando no Brasil, com mais outros 2 mil esperando o registro

Por uma questão de lógica, não é difícil concluir que criar um sindicato se tornou um grande negócio.  Hoje, sindicatos são criados visando apenas a arrecadar a “contribuição obrigatória”.

As fraudes, obviamente, só se avolumam. Há desde entidades que são somente um meio para que dirigentes se perpetuem em cargos com altos salários até organizações fantasmas.

Trata-se de uma verdadeira caixa-preta, tendo em conta que, apesar de financiados com recursos públicos, não há qualquer prestação de contas e transparência. Por tudo isso, é comum os sindicatos brasileiros serem considerados irrelevantes.

O que fazer

Por causa desta renda compulsória e garantida, criada pelo estado, os sindicatos foram completamente desvirtuados: de representantes dos trabalhadores, se transformaram em caçadores da renda destes mesmos trabalhadores

Na prática, são meros parasitas do dinheiro público.  Criar um sindicato, hoje, é uma maneira legal de se enriquecer à custa dos mesmos trabalhadores que esses sindicalistas dizem defender.

Obviamente, não deveria ser assim. A questão é simples: o trabalhador não pode ter descontos em seu salário se ele não apóia a luta daquele sindicato.  Mais: ele não pode ter descontos em seu salário se ele nem mesmo apóia a própria existência daquele sindicato.

Por isso, o certo seria o empregado assinar uma declaração manifestando se deseja ou não contribuir para o seu sindicato, podendo, é claro, reconsiderar sua decisão posteriormente.

O ordenamento jurídico brasileiro atual contraria a Convenção 87 da Organização Internacional do Trabalho, que prevê liberdade de escolher e contribuir para o sindicato que o trabalhador preferir. O fim do imposto sindical e o estabelecimento de doações voluntárias dos empregados aos sindicatos gerariam a necessidade de sindicalistas apresentarem um trabalho de fato representativo, a fim de justificar doações e conquistar mais filiados.

Trata-se de algo tão óbvio que nem sequer deveria ser mencionado: sindicatos e as centrais sindicais devem viver do dinheiro pago voluntariamente por seus associados, e não dos repasses compulsórios dos trabalhadores que não são filiados. 

Conclusão

Na prática, o comportamento dos sindicatos de hoje em nada se distingue do das máfias clássicas, com a diferença de que os sindicatos atuam com o apoio do governo. Cobram uma “contribuição compulsória” de todos os trabalhadores e visam apenas ao interesse de sua própria hierarquia.

Uma verdadeira defesa aos interesses dos trabalhadores está no fim da contribuição sindical, uma imposição legislativa que beneficia sindicalistas que não representam ninguém e prejudicam, principalmente, os trabalhadores mais pobres.

Se isso acontecer, veremos quão realmente demandados são os serviços sindicais. Enquanto isso não ocorre, continuamos com a dicotomia ‘sindicalismo rico, trabalhador desesperado‘.

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Leia também:

O sistema trabalhista brasileiro é arcaico e tem de ser alterado

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Este artigo foi originalmente publicado em outubro de 2016.

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130 comentários em “O parasitismo sindical é outra praga que tem de ser extinta”

  1. Nessa hora cadê os MAV petistas e os seguidores fanáticos do PTpara refutar com classe e argumentos estas questões sindicais,o capital imoral não vale pois o troll só sabe digitar tolices.

  2. Por que os econômistas falam que deflação é pior que inflação? E o sonho de 10 entre 10 consumidores ver os preços dos bens e serviços cair

  3. A contribuição tem que ser obrigatória sim, quem escreveu isso ignora uma coisa básica, os donos do capital jamais permitirão que seus funcionários contribuam voluntariamente, e assim enfraquecendo os sindicatos e impedindo os reajustes anuais que garantem o poder de compra dos trabalhadores.

  4. Além de acabar com o imposto sindical, sindicatos deveriam prestar conta do dinheiro dos filiados, lembrando que em Narnia ( Cuba), só tem um sindicato e é controlado pelo estado. Se fosse bom teriam uns mil ou mais.

  5. Ótimo artigo.

    Só um adendo: A esquerda reclama que as igrejas não pagam imposto de renda sobre as doações VOLUNTÁRIAS, mas não reclama dos sindicatos, que também não pagam imposto de renda sobre as contribuições OBRIGATÓRIAS.

    Nunca entendi o motivo.

    Pergunte ao seu amigo esquerdista no facebook e descubra.

  6. São parasitas sociais, preocupados em estimular, visualizar ou fazer da luta de classes, o seu oxigênio. Nunca se preocuparam com a valorização da categoria, preferindo sempre a postura de confronto, fácil de “vender” aos pobres de crítica. Outro esgoto patrocinado pelo Estado, e um dos pilares de nossa baixíssima produtividade.

  7. Paulo Roberto Silva

    Além do mais, são redutos dos partidos socialistas. Sou filiado ao SEPE, por conta da profissão, mas é algo nojento as páginas com propagandas dos candidatos socialistas.

  8. Sou um ex-esquerdista. Eu tenho uma explicação para o fato de muito dos brasileiros médios adorarem um Estado balofo de orientação marxista-leninista. A Elite local (sim ela existe) nunca se preocupou com o brasileiro médio que em regra é pobre. Nunca se preocupou em permitir que um pobre pudesse prosperar por meio da atividade comercial ou produtiva. Essa exclusão fez com que o brasileiro se identificasse mais com o chinês comunista, o africano, ou o mexicano do que com a classe média americana ou o europeu. Se vc for olhar a maioria dos ricos hoje no Brasil fizeram sua fortuna com relações umbilicais com a burocracia estatal. Por isso só virei à direita após conhecer Mises e os liberais anti-conservadores. Esses tem a percepção de que a prosperidade economica deve ser acessivel a todos por meio de um mercado livre.

  9. JOSE F F OLIVEIRA [Dede de Tony Oliveira]

    1] Conheço SIND.EMPREGADO aqui em Fort/Ce que antes de [2003-Abr/2016] detinha uma Modéstia Instalação e Kombi[automóvel] que ao acionar o motor, tinha que EMPURRAR.Hoje HILUX CABINE DUPLA[Carro] e luxuosas Instalações. 2] Leandro por que não se FORMALIZE UMA DECLARAÇÃO ESPONTÂNEA feita e assinada ,que poderia constar na CTPS, o mesmo estaria fora do regime da CLT: LIVRE – LEVE – SOLTO para fixar a sua HORA REMUNERADA DE TRABALHO.O mesmo seria o seu GESTOR DA SUA VIDA aqui e agora e para o amanhã.

  10. Eu trocaria a palavra “legítima” por “legalizada” no subtítulo do artigo.

    Penso que fica conceitualmente mais correto: “legítimo” remete a um critério (moral) normativo tido como o mais adequado (no nosso caso aqui, o critério libertário); “legalizado”, por seu turno, diz respeito, propriamente, à positivação por leis estatais.

    Abço a todos.

  11. Henrique Zucatelli

    OFF Topic: Ontem estava lendo sobre o COG ou Shadow Government, que segundo dizem “puxa as cordinhas” do Estado Americano.

    Alguém mais familiarizado com esse assunto pode me dizer se isso seria uma espécie de ditadura militar americana?

  12. Grande parte desses sindicatos foi constituída somente para arranjar a indicação para juízes classistas (ou vogais) nas antigas Juntas de Conciliação e Julgamento. Era a primeira instância da Justiça do Trabalho e existiu até 1999.

  13. Sugestão:

    1 – Acabar com o chamado “imposto sindical”, tanto dos empregados quanto dos patrões ( SESI, SESC, SENAI, etc), quem quiser que contribua voluntariamente;

    2 – Acabar com sindicato único. Quem quiser que monte seu sindicato, o governo não pode proibir o que a CF não proíbe.

    3 – Vender todas as estatais, inclusive bancos;

    4 – Proibir contrato, convênio, etc, com OS, OSCIP e semelhantes;

    5 – Restringir a um mínimo infinitesimal a verba de propaganda do governo;

    6 – Limitar a 1, para setores com até 19 servidores ou 10%, se mais de 19 servidores, a quantidade de comissionados no serviço público.

    Seria um bom começo.

  14. Comunista Cambojano

    E ainda há quem diga que não existe trabalho escravo no Brasil:

    “Os trabalhadores estavam alojados em barracos precários, de palha e lona, sem as mínimas condições de higiene, asseio e civilidade para a digna permanência humana. O córrego que abastecia de água os trabalhadores também servia como bebedouro dos animais. Não havia condições para armazenamento de alimentos. Os salários eram retidos para pagamento de dívidas com o empregador, incluindo os instrumentos de trabalho utilizados e os trabalhadores eram proibidos de se afastarem do local onde eram explorados, pois suas dívidas nunca eram quitadas.”

    http://www.pf.gov.br/agencia/noticias/2016/09/pf-resgata-trabalhadores-submetidos-a-trabalho-escravo-no-para

  15. “Trata-se de algo tão óbvio que nem sequer deveria ser mencionado: sindicatos e as centrais sindicais devem viver do dinheiro pago voluntariamente por seus associados, e não dos repasses compulsórios dos trabalhadores que não são filiados.”

    O óbvio só é óbvio para olhos treinados. E não doutrinados.

    * * *

  16. Leandro, gostaria que você observasse os gráficos e links que postarei e em seguida comentasse.

    Pois bem, o 1º gráfico é a dívida total dos EUA.

    Pouco antes da última recessão, ele estava em cerca de 50 trilhões de dólares, e hoje está rapidamente se aproximando dos 63,5 trilhões de dólares.

    All Sectors; Debt Securities and Loans; Liability, Level (DISCONTINUED

    O 2º gráfico é a velocidade do dinheiro. Quando uma economia está saudável, o dinheiro tende a mudar de mãos e circular através do sistema muito rapidamente. Portanto, faz sentido que a velocidade do dinheiro tenha caído drasticamente durante a última recessão. Mas por que ele continuou indo para baixo desde então? E uma queda tão drástica nunca tinha acontecido antes nos EUA como pode ver no gráfico.

    Velocity of M2 Money Stock

    O 3º gráfico é a taxa de emprego.Pouco antes da última recessão, aproximadamente 63 por cento da população em idade de trabalho nos Estados Unidos estava empregada. Durante a recessão, essa proporção caiu para abaixo de 59 por cento e permaneceu lá por vários anos. Apenas recentemente, subiu um pouco acima de 59 por cento, mas ainda está muito, muito longe do que costumava ser.

    Civilian Employment-Population Ratio

    O 4º gráfico é a taxa de participação da força de trabalho. Como podem ver a taxa de participação da força de trabalho está caindo desde a última recessão, o que demonstra que o mercado de trabalho está pior do que antes da recessão.

    Civilian Labor Force Participation Rate

    O 5º gráfico é a taxa de inatividade para os homens. Pouco antes da última recessão, a taxa de inatividade para os homens em seus anos de trabalho principal era de cerca de 9 por cento. Hoje é apenas de cerca de 11.5 por cento.

    Inactivity Rate: Aged 25-54: Males for the United States

    O 6º gráfico é a inflação. É dado que a renda média familiar americana está aumentando depois da recessão, mas os custos de vida não declinaram, eles aumentaram.

    Consumer Price Index for All Urban Consumers: All Items

    Ou seja, para mim os EUA estão em uma condição muito piores do que antes da última recessão, mesmo com alguns índices melhorando, a saúde financeira americana está debilitada mesmo depois do congresso americano diminuir os déficits orçamentários de Obama.

    Depois disto tudo apresentado, isto seria uma indicação de uma crise chegando? Pode ser a bolha da dívida?

    E não só isso, eu estou acompanhando um site que fala especificamente sobre isso, embora mais detalhadamente.

    Alguns artigos:

    Bubbles, Bubbles Everywhere

    58 Facts About The U.S. Economy From 2015 That Are Almost Too Crazy To Believe

    This Is One Of The Big Reasons Why So Many Families Are Feeling Extreme Financial Stress

    Virtually Everyone Agrees That Current Stock Market Valuations Are Not Sustainable And That A Great Crash Is Coming

    Até mesmo problemas estruturais: 11 Deeply Alarming Facts About America's Crumbling Infrastructure

    Passando para o lado da conspiração:

    A Crise do Dólar – O bilionário George Soros aposta contra os governos

    Essa semana uma noticia importantíssima foi veiculada pela Bloomberg.

    Como sempre, o mercado financeiro brasileiro, ignorou essa notícia para dar importância ao que hoje significa audiência, que é falar da política nacional.

    O bilionário investidor George Soros, revelou que fez investimentos agressivos no ouro e reduziu significativamente a exposição de seu fundo em ações.

    Chega a ser engraçado que um investidor desse porte esteja saindo do mercado de ações americano, no mesmo momento que a bolsa lá registra novos recordes.


    Deixa eu te contar uma história:

    Em Setembro de 1992, Soros apostou contra a Libra, a moeda inglesa. Uma aposta pequena de cerca de U$ 10 bilhões. Ele estava apostando contra a relutância do Banco Central da Inglaterra em aumentar a taxa de juros, exatamente como vemos hoje com o FED, nos Eua.

    Finalmente o BCI converteu a sua moeda com um mecanismo chamado, Exchange Rate Mechanism. Isso fez a Libra desvalorizar significativamente, gerando um lucro de U$ 1,1 bilhões a Soros.

    Ele ficou conhecido como " o homem que quebrou o Banco da Inglaterra."

    Agora Soros que já fala sobre a gravidade da crise chinesa e também da situação americana, resolve começar a montar posições estratégicas no ouro.

    Isso porque se espera uma forte valorização dos metais nesse cenário econômico mundial, abandonando até a euforia de topo na bolsa americana.

    Leia a notícia:

    (Bloomberg) — O bilionário George Soros reduziu em mais de um terço os investimentos de sua firma em ações dos EUA durante o primeiro trimestre e comprou uma participação de US$ 264 milhões na maior produtora de ouro do mundo, a Barrick Gold.

    O valor dos investimentos públicos do Soros Fund Management caiu 37 por cento, para US$ 3,5 bilhões, até o fim do último trimestre, de acordo com um documento do governo na segunda-feira. Soros adquiriu 1,7 por cento da Barrick, que passou a ser o maior ativo da firma em uma empresa negociada em bolsa nos EUA.

    Soros também divulgou a posse de opções de compra em 1,05 milhões de ações no SPDR Gold Trust, um fundo negociado em bolsa que monitora o preço do ouro

    Em janeiro, o ex-gerente de hedge fund que agora é filantropo disse que um pouso forçado na China era "praticamente inevitável" e acrescentou que uma queda assim intensificaria as pressões deflacionárias mundiais, faria com que as ações caíssem e daria um impulso aos títulos do governo dos EUA.

    Soros vendeu uma participação na Level 3 Communications que estava avaliada em US$ 173 milhões até o dia 31 de dezembro e um ativo na Dow Chemical , avaliado em US$ 161 milhões. A empresa familiar também vendeu suas participações na Endo International e na Delta Air Lines.

    A Crise Mundial do Dólar – Bilionários se Protegem da Grande Crise

    “Dois bilionários revelaram nessa semana as suas posições frente a crise mundial que virá.

    Um deles é o Jacobs Rothschild. Uma das famílias mais ricas e poderosas dos Eua.

    Ele disse que o os bancos centrais perderam o controle, conforme venho relatando.

    Aos seus acionistas da RIT Capital Partners , ele confirmou esta reduzindo o mercado de ações e vagarosamente aumentando sua posição em ouro.

    Ele disse mais:Nos estamos navegando por mares incertos. É impossível prever as consequências de ser manter a taxa de juros tão baixa por muito tempo. Isso com mais de 30% de dívidas governamentais do mundo com juros negativos.

    Não é impossível de prever. Vai haver um crash gigantesco.

    Outro bilionário a falar sobre a crise foi Crispin Odey.

    Recentemente ele enviou um carta de administração para seus clientes de seu Fundo Hedge. Recomendando o investimento em ouro, no que ele acredita será a próxima grande onda.

    A mesma política adotada pelos fundos administrados por outro bilionário George Soros.

    A proximidade dos dois não é coincidência!

    Eles andam no mesmo círculo elitista. Soros investiu U$ 150 milhões no fundo hedge de Odey no início dos anos 90.

    Crispin Odey foi casado com a filha de Rupert Murdoch dono dos canais Fox. Hoje em dia ele é casado com Nichola Piase, que é uma das famílias fundadoras do banco Barclays.

    O fundo de Odey comprou U$ 15,5 milhões em ações da Kinross Gold Corporation, uma empresa canadense mineradora de ouro, avaliada em U$ 75 milhões.

    Alguns importantes pontos da sua carta aos clientes.

    Num mundo onde U$ 13 milhões de bonds estão com juros negativos, onde U$ 4 trilhões de dos investimentos são em ETF, será prudente que somente U$ 1,5 trilhões de de recursos estão investidos para proteger investidores contra uma mudança de tempo?

    Disse mais:

    Hoje existem 300.000 toneladas de ouro extraídos. A cada ano, são mineradas 2700 toneladas, ou seja, menos de 1% do estoque de ouro.

    O PIB mundial está em torno de U$ 75 trilhões e o suprimento de dinheiro do mundo está em torno de U$ 83 trilhões.

    A interferência aqui é clara, a produção de ouro é bem menor que a impressão de papel moeda.

    Odey antecipa que o preço do ouro contra o papel moeda esta massivamente mal precificado e que deve se valorizar muito.

    E isto é interessante:

    Why Is JP Morgan Accumulating The Biggest Stockpile Of Physical Silver In History?

    Why Is JP Morgan Accumulating The Biggest Stockpile Of Physical Silver In History?

    Coincidência? Acho que não.

    Uma outra pergunta, a subida dos juros do FED pode ajudar a estourar essa bolha no governo Trump?

    Vlw

  17. Pra quem quiser ver, no livro do F.A.Harper, ”Why Wages rise”, tem dois gráficos que absolutamente destroem o argumento de que os sindicatos garantiram o aumento dos salários. Nele dá pra ver claramente que mesmo dobrando a quantia de trabalhadores sindicalizados na primeira metade do século XX, não houve impacto nenhum no aumento dos salários, e mesmo com nenhum trabalhador sindicalizado em 1880, os salários ainda se mantiveram na mesma consistência.

  18. Acho que pode haver sindicatos sem nenhuma ligação com o governo e cujas contribuições sejam todas voluntárias,nunca obrigatorias. Que os filiados a algum sindicato possam poder entrar e sair quando desejarem. E proibido ao governo fazer repasses dos impostos aos sindicatos.

  19. Eu tenho uma dúvida em particular, em um arranjo em que temos um livre mercado genuíno, como faríamos para que os salários subissem pelo menos ao nível da inflação ?

  20. “Na prática, o comportamento dos sindicatos de hoje em nada se distingue do das máfias clássicas, com a diferença de que os sindicatos atuam com o apoio do governo. Cobram uma “contribuição compulsória” de todos os trabalhadores e visam apenas ao interesse de sua própria hierarquia.” (2)

    Excelente!

    Na prática os sindicatos são falsos inimigos dos parlamentares (lobistas). A função deles é manter tudo como está. Ganhando esmolas já previamente combinadas e fazendo barulho em cima delas. Sindrome de Estocolmo total.

  21. Os sindicatos não conseguem garantir melhores salários aos trabalhadores pois não possuem o poder mágico de aumentar o bolo de dinheiro disponível na empresa para a massa salarial. O que aumenta essa massa é o aumento de produtividade (sindicatos não defendem e nem se preocupam com isso pois significa fazer mais com menos) ou aumento de volume de vendas (forças naturais do mercado, como o aumento populacional).

    A empresa não cria dinheiro, a massa disponível para os salários é o que veio diretamente da receita de vendas da empresa naquele mês (se usar constantemente sua poupança para pagar os salários, irá quebrar inevitavelmente).

    O que o sindicato faz de fato é redistribuir a massa salarial entre os trabalhadores, fazendo os que produzem pouco ganhar um pouco mais as custas de quem produz mais.

    Além de incentivar a preguiça esse arranjo é totalmente injusto pois tira parte do fruto do trabalho de alguém para dar para quem produziu bem pouco.

    Isso limita o poder da empresa de premiar quem produz mais, pois essa visibilidade de quem realmente fez o quê é da empresa e não dos sindicatos.

    Um retrato do prejuízo que um sindicato causa para uma categoria é vista no funcionalismo público, onde não há como distinguir os funcionários bons que contribuem para a eficiência das repartições daqueles que simplesmente mamam nas tetas do governo. O sindicato garante que ambos ganhem o mesmo, não importando a produtividade, fazendo com que o dinheiro que deveria ir para o funcionário eficaz vá para os ineficazes.

  22. A estrutura sindical está contaminada pelos interesses individuais de seus dirigentes. Formam verdadeiras máfias e influem, até mesmo, na política de pequenas cidades do interior, conseguindo eleger vereadores, prefeitos e até, mesmo, deputados estaduais.

    Não só os sindicatos de empregados se beneficiam da estrutura criada por Getúlio Vargas. Também os sindicatos de empregadores.

  23. Deveria ser organizado no Brasil um boicote geral ao Imposto de Renda.

    FODA-SE, não vou declarar/pagar porra nenhuma para este Estado que não me representa

    Muito melhor que estes feriados prolongados disfarçados de “greve geral”.

  24. Olá pessoal,

    confesso-lhes que fiquei surpreso com o texto acima publicado justamente aqui no Mises: O sítio liberal da forte direita!

    Mas, o texto trata do tema de forma, digamos, técnica-profissional e menos ideológica, embora às vésperas da greve geral. rsrsr ( e não tem jeito, a greve vai ocorrer de acordo com as regras sindicais atuais!)

    Eu, por exemplo, que sigo com um pensamento mais “progressista”, que apoia a existência do Estado( com “E” maiúsculo, um Estado Social atualizado xiii! , agora provoquei a galera do mises e suas “agências” de outrora, fiquei surpreso.

    Parabéns pessoal do Mises. ( sem ironias) Parece-me que vocês evoluíram um pouco. Digo isso porque num passado recente a retórica seria outra. Mais ou menos assim: Fim dos sindicatos! Deixe que o “empregado” trate direto com o “patrão” como vai ocorrer a “compra e venda” da “força de trabalho”. Mas, não. Aqui, ao menos, V.Sas reconheceram que o sindicato deve existir.

    E eu estou concordando que no Brasil há um sério problema na representatividade sindical. De fato, a unicidade sindical, ao limite de um município, misturando profissionais diferentes numa mesma “categoria” acaba não representando de fato e de direito, os interesses dos Empregados ( e não trabalhadores).

    De qualquer forma, os sindicatos, seres coletivos assim como os “patrões”, são importantes.

    E mesmo estes, que já são coletivos, têm seus sindicatos econômicos. Logo, também pagam a sua contribuição compulsória.

    Tirante algum equívoco do texto acima, estou tendente a concorda com V.Sas ( mesmo sendo “progressista”)

    Sem dúvidas, as regras sindicais brasileiras necessitam de atualização.

    E , nesse sentido, é um equívoco tentar atualizar as regras trabalhistas ANTES das regras sindicais.

    Por isso mesmo, convido a todos os empregados que, eventualmente, tecem alguns comentários aqui,( certamente a minoria) para participarem da greve do dia 28/04/2017. Será um bom momento de reflexão e de reivindicação dos direitos e deveres para o tão almejado progresso nacional, preservando nossas particularidades bem como nossas instituições tais como o direito a greve.

    Saudações

  25. João de Alexandria

    Meu pai trabalhou anos em sindicatos e centrais sindicais, como funcionário. Acompanhei muita coisa e vou citar algumas, das quais presenciei ou ele mesmo me contou, deixando de lado a digressão sociológica.São fatos:

    Diretoria de sindicato costuma ter uma mamata sem igual. Conta de celular sem limite, gasolina, jetom por participação em reunião (coisa hoje de R$ 300 paus)…presidente, vice-presidente, de 15 a 20 diretores na chapa principal (os que tem mamata boa) e uns 100 diretores de base.Pois bem:

    Presidente de sindicato que apresenta nota de gasolina usada no fim de semana com gasto equivalente ao de duas viagens ida e volta de São Paulo a Araçatuba, por volta de 2240 km num fim de semana…quem roda isso ?

    Conta de celulares da diretoria: por volta de R$ 2000 por mês.

    Presidente de sindicato ganhando carro zero do sindicato patronal pra entubar a categoria em 2% da proposta salarial. Eu e meu pai fizemos umas contas e ele vendeu um ganho de R$ 700 milhões pra categoria por um carro de R$ 60 mil. Além de mamador, mesquinho.

    No Rio, a família Mata Roma fez disso um negócio de pai pra filho. No tempo em que mandaram no sindicato dos comerciários do Rio (por volta de 50 anos) acumularam fazendas, casas de veraneio, jóias e até avião.

    Contador de sindicato andando de Mercedes e viajando pro exterior a cada 6 meses, além de morar no melhor bairro da cidade.

    Confraternização de fim de ano com whisky 12 anos raro e cerveja belga.

    Central Sindical mandando “Sinceros parabéns para o Grande Lider” Kim il-Sung, afundador da Coreia do Norte,avô do atual Napoleão de hospício Kim Jong-Un.

    Pelegada montando Congresso em destino turístico no Nordeste pra ficar de boa e se servir dos serviços da nobres moças que vendem prazer…eu estive nesse. O que teve de financeiro de sindicato pagando presentinho de prostituta na rubrica “Diversos” é escandaloso.

    E por fim a pior, Sindicato tentando comprar sentença de causa coletiva de um juiz do trabalho com uma picape O km…o portador recebeu voz de prisão e deu um trabalho danado pra história não vazar.

  26. Mas as atuais reformas que estão prestes a serem aprovadas não beneficiam o empresariado? Em um contexto de crise, onde ocrre uma flexibilização das normativas da CLT e onde a reserva de mercado de trabalhadores é maior, o empregador não veria nisso uma oportunidade de reduzir o salário da mão de obra?

  27. Imposto Liberal Clássico

    Eu não acho que imposto é roubo porque:

    Você conhece algum ladrão que te oferece a chance de fugir dele e que te devolve em serviços o que ele “roubou”?

    Se você não quer viver nesse estado, pegue um barco e more em uma ilha, ou na antartida, ou em uma terra perdida, ou no mar.

    Você tem total liberdade de sair daqui e viver em um lugar sem imposto, tipo somália também.

    Mercado tem que ser livre? Tem, mas o imposto é inevitavel.

    Abraços livre-mercadistas

  28. Como? Cite de cabeça.

    Simples, se uma crise econômica está em vigência e eu, empresário com capital mais abundante, pretendo contratar (demandar) 1.000 funcionários, porém concorrem entre si 2.000 possíveis empregados oriundos de um exército de reserva. Irei, logicamente, contratar aqueles que por vontade própria estiverem dispostos a receberem menos e terem uma boa produtividade. Além disso, é factual que o meu poder de barganha e de exigências seja muito superior, haja vista que o dobro de pessoas se dispuseram a trabalhar para mim, logo eu posso utilizar dessa preferência de reserva para induzir os atuais empregados a acatarem minhas exigências, caso o contrário, terei a minha disposição outro trabalhador se sujeitando a receber menos e produzir o mesmo. Fenômeno esse facilitado pela provável flexibilização da CLT.

    Você acha que, reduzindo salários, você terá mão-de-obra de qualidade? Qual você acha que seria a qualidade de seus bens e serviços produzidos? Mais: como você acha que os consumidores reagiriam às suas porcarias

    Seu erro consite em achar que ainda operamos em um contexto onde o que determina a qualidade de um produto é a qualificação e o empenho da mão de obra utilizada, não, não é manofatura. O que define a qualidade do seu produto é a técnica ou tecnologia empregada para obtê-lo, ora, uma maquina não fica doente, não tem que chegar no trabalho de onibus todo o dia, não tem que levar os filhos à escola,etc. Nesse sentido, o maquinário representa um capital altamente rentável, na medida que a durabilidade de uma maquina é mensurável, quando seu empregado ficará doente, não; o tempo de surgimento até uma nova máquina mais eficaz é previsível, a condição e capacitação do seu empregado daqui a dois anos, nem sempre, etc. Portanto, na economia de escala que se vivencia em muitos setores da economia, o que prepodera para delinear a qualidade de um produto é o maquinário e a técnica adotada.

    Funcionário bom escolhe onde quer trabalhar e quanto quer ganhar, e empresário inteligente paga com gosto, pois sabe que este empregado lhe traz receitas

    Não creio que em uma economia estagnada ou em recessão, caminhando para uma depressão, tal situação se concretize

  29. de acordo! um dos pressupostos básicos para a existência dos sindicatos é a “luta de classes”. E só em um estado parasitário, que tem empresários laranjas e não verdadeiros empreeendedores, precisa de uma corporação daninha para manter o trabalhador para sempre na condição de trabalhador, e nunca competidor. Ademais, os tempos das grandes industrias ACABOU. Hoje há gestores, muitas máquinas e alguns trabalhadores. E isso é irreversível. A curva das industrias em todos paises decentes é decrescente, e isso não é coincidencia.

    Agora, qual a opinião do MIses acerca da OAB?

  30. O que fazer agora com esses apoiadores de greves que só “param” instituições, organizações públicas e privadas direta ou indiretamente na sexta feira, na qual você é obrigado a aderir a paralisação e contribuir com essa vergonha?

  31. Não há esperança num país onde exista:

    – Ministério do Trabalho / CLT / Justiça do trabalho

    – Imposto sindical

    – 15.300 sindicatos (e outros 2.000 aguardando registro)

    – MTST / MST

    – Cotas raciais

    – 70 mil homicídios

    – Professores marxistas

    – Jornalistas marxistas

    – Estátua do J. Lennon em Universidade pública

  32. O brasil sempre teve essas vergonhas, oque precisa e de um governo honesto pra melhorar. Mas a questão é cade esse governo né? Esse sempre o problema do brasil!

  33. Bom amigos, acho que a resposta mais óbvia é que, digamos, a população normal, realmente não tem poder para reagir aos verdadeiros atentados do Estado brasileiro, infelizmente. Talvez se tivessem armamentos em casa, o grosso da classe média pelo menos, penso que eles respeitariam mais. E, sim, acho que precisamos de fato e de verdade de uma intervenção, interna ou externa, de uma força militar, do bem, que, literalmente, destrone estas elites satânicas que aí estão. Nós imploramos para que nos respeitem, baixem os impostos, tirem leis desnecessárias, parem de explorar o dinheiro dos impostos, que são altos, e eles apenas riem de nós lá do palácio em Brasília. É um esquema socialista perfeito, o povo pode protestar à vontade, pode eleger quantos conservadores quiser inclusive, nada muda, é um sistema sem representação. Meus amigos ,só a FORÇA resolve isso! Obrigado!

  34. Em busca da verdade

    Gostaria de perguntar aos nobres liberais, cadê os milhões de empregos que a reforma trabalhista geraria? Por que antes duma reforma liberal, promete-se um cenário maravilhoso com sua adoção, e depois, se ela não entrega o que promete, algo frequente, fica por isso mesmo?

    A propósito, se vc juntar 2+2, concluirá que não importa muito o custo do trabalho para se gerar empregos. O que importa, ou seja, o que gera contratação é a necessidade de se contratar. Afinal, por que um empresário contrataria se não precisa do trabalhador, mesmo que este custe menos? Dito isso, não seria um erro a ideia do Guedes de desonerar a folha pra gerar emprego, o que a Dilma já tentou e deu errado?

  35. Sindicato dos “vendedores da lojinha da esquina” versus sindicato dos “vendedores de todas as lojas da cidade”…qual é o mais forte?…qual terá mais força para cobrar do patrão , por exemplo, o mínimo de segurança para o empregado? ou o pagamento em dia?…quem reprensenta mais: um sindicato de 9 vendedores ou um sindicato de 900 vendedores e mais 5 políticos?

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    Outra situação estranha que vejo no site: O empregado trabalha num serviço….o patrão dele não oferece o EPI mínimo (já vi empregado trabalhando sem botas)…o que o site geralmente propõe: se o empregado é livre para escolher e se ele estava ciente da falta de EPI, então o empregado deve, caso aceitar o emprego, trabalhar sem EPI…se ele achar que é inseguro/desconfortável demais, é só pedir demissão….simples

    Sorte, para o empregado, que existe um sindicato para forçar o patrão a dar o EPI

    EPI, salário, jornada máxima, seguridade, etc

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  36. Em busca da verdade

    Enquanto o desemprego assola o país, SC, na contramão, está com quase pleno emprego e se tornou o terceiro estado com maior pib per capita, segundo o Valor de hj, perdendo só pra DF e SP. Detalhe, é o estado onde o emprego industrial tem maior força relativamente.

    E aí, liberais, vão continuar negando a importancia da industria? Vão continuar negando que onde não tem industria o desemprego e emprego precário são muito maiores? Vão continuar negando que o Brasil precisar recuperar sua industria e que sem intervenção inteligente do estado, o Brasil vai virar um fazendão agro minerador, cheio de engenheiros trabalhando pro Uber, loggi, Ifood? O negocio vai ficar tão feio, se o Brasil não acordar a tempo, que daqui uns 10 anos vai ter médico fazendo entrega de moto.

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