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Uma crítica austríaca a Milton Friedman

Nesta
aula, o professor Walter Block fala sobre a crítica austríaca a Milton
Friedman.

Block começa
abordando as inegáveis qualidades de Friedman, sua capacidade de converter
pessoas à filosofia do livre mercado (qualidades semelhantes às de Ayn Rand e
Ron Paul, na opinião do professor) e o fato de ele ser mais conhecido pelo mainstream do que outros autores do
tema.

No
entanto, o professor explica por que Friedman não é tão bom se considerarmos
alguns pontos de vista que podem violar o livre mercado — antitruste, defesa
do monopólio estatal da moeda, análises econômicas matematizadas e empiricistas
etc.

Ele fala das
curvas de custo e de demanda, e da estranha opinião de Friedman que, se levada
ao pé da letra, colocaria na cadeia todas as pessoas que não produzem o
suficiente. 

Também é
discutido o apoio dado por Friedman a ideias que defender tirar dinheiro dos
ricos para dar aos pobres — algo contrário à ideia de respeito à propriedade
privada e à defesa da liberdade.

Block também
comenta que escreveu um ensaio extremamente crítico sobre Hayek e seu livro O Caminho da Servidão.  Mas como Hayek foi muito gentil ao falar da
obra de Block — Defendendo o Indefensável
— chegando inclusive a compará-lo a Mises, o professor sentiu-se como se
estivesse “mordendo a mão que o alimentou”. 
No entanto, prossegue Block, a crítica é importante para qualquer professor,
especialmente quando vem de um aluno. 

Uma lista
com 15 críticas a Milton Friedman é mencionada, e inclui diversos aspectos de
seu pensamento: a não-obrigatoriedade do serviço militar e sua relação com a
suposta eficiência do exército americano, a defesa de estradas estatais,  dinheiro controlado pelo estado por meio de
um Banco Central, entre outros.

Assistir à
aula do professor Block na edição 2016 do Mises Summer School:

 

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3 comentários em “Uma crítica austríaca a Milton Friedman”

  1. Não conseguiriam legendar a palestra em português? Aliás, as legendas colocadas em inglês estão erradas em algumas partes e não condizem com o que ele realmente falou.

  2. O vídeo e o texto parecem ser excelentes.

    Tentei assistir o vídeo até o fim, mas o inglês me dificultou bastante.

    Porém o pouco que entendi achei extraordinário.

    Um abraço
    Adriano

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