| “Quem manda nele sou eu!” |
Com
a recente decisão do COPOM, Alexandre Tombini eliminou os últimos resquícios
de dúvida quanto à sua real autonomia na presidência do Banco Central.
Ao manter a SELIC inalterada depois
de claros e sucessivos indicativos de que a taxa seria elevada, o
presidente do Banco Central mandou um sinal inequívoco ao mercado: quem manda
no Banco Central é ele, sim, e quem manda nele é a presidente Dilma.
Agora, além da Presidência da República, a Sra. Rousseff
acumula de facto os cargos de
ministra da Fazenda e presidente do Banco Central. Convenhamos, suspeitas todos
tínhamos, mas os recentes acontecimentos sacramentaram essa realidade. Mas isso
é assunto para outro artigo.
O que nos traz aqui agora é a postura servil e
embaraçosa do Sr. Tombini e as repercussões da decisão do COPOM no dia de ontem.
Desde 2010, quando Dilma indicou Tombini para a
presidência do Banco Central, o mercado vinha desconfiando do futuro da
autoridade monetária e do poder de compra do real. A não-independência de jure corria sérios riscos de ser
estendia à prática do dia a dia. A desconfiança do mercado tinha fundamento,
pois ao substituir Henrique Meirelles, Dilma colocaria alguém de sua “confiança”
— o que na prática significava um subalterno submisso e moldável.
Dilma encontrou em Tombini justamente esse perfil —
assim como em Guido
Mantega, Arno Augustin e Nelson Barbosa, muito embora o alinhamento
ideológico com estes seja muito mais cristalino.
Não foi a primeira vez que Tombini surpreendeu o
mercado. Ao final de agosto de 2011, quando já havia uma crescente preocupação
com a inflação — o IPCA havia fechado em 5,91% em 2010 e a o
COPOM decidiu por reverter a escalada dos juros e, contra
todas as expectativas, cortou 50 pontos-base (0,5 ponto percentual) da meta
para a SELIC, em uma guinada brusca que deixou o mercado perplexo.
Naquele ano, o IPCA registrou exatos 6,50%, encostando-se ao
limite superior da meta, mas sem ultrapassá-la — uma verdadeira proeza da
estatística. A perplexidade do mercado provou-se correta.
De lá para cá, foram sucessivos estímulos monetários,
fiscais e retóricos. O Banco Central estacionou a SELIC em 7,25% ao fim de 2012
e se viu forçado a elevá-la quando o nível geral de preços começou a mostrar
sinais claros de resiliência. O estrago já estava feito. Em todos os âmbitos da
política econômica.
Desta vez, Tombini voltou a surpreender o mercado. E não foi
a decisão em si — a não elevação da SELIC — a causa da perplexidade, mas a
forma pela qual o COPOM resolveu contrariar todas as expectativas e as suas
próprias sinalizações de semanas.
Manter os juros nos patamares atuais é uma questão
aberta ao debate. Em um momento em que há uma contração monetária em curso — o
M1 apresenta
crescimento negativo e o M2 está quase inerte (crescimento de 5%,
um recorde de baixa) –, e o crédito bancário, em termos reais, está contraindo (crescimento de 7,4%
contra uma inflação
de preços de 10,67%), talvez uma alta da SELIC não surta mais efeitos na
inflação de preços e jogue a economia em uma recessão ainda mais profunda.
Por ignorância ou convicção cega, o governo está
usando os juros como bode expiatório para os seus próprios fracassos.
Mas a taxa de juros não é a única variável a
determinar crescimento ou não da atividade econômica. E, especialmente no
quadro atual, há outros fatores tão ou mais importantes do que a SELIC. Um
deles é a já tão batida “confiança”, no sentido mais pleno do termo. Isso nos
leva ao grande mal causado pela decisão inusitada do COPOM.
Segundo o noticiário, Tombini
teria se encontrado com a presidente da República dias antes da reunião do
COPOM. Estaria a Sra. Dilma pressionando o Banco Central para que este
cedesse à pressão do Planalto e dos economistas do atraso? Primeira bola fora e
ponto de inquietude no mercado.
Se a especulação tinha fundamento, o que era
provável, Tombini teria de encontrar algum pretexto para justificar uma mudança
brusca e repentina. E ele encontrou. Aproveitou o
pessimismo do FMI em relação aos riscos da economia mundial e, em especial,
à piora das estimativas de crescimento da economia brasileira, e divulgou às vésperas da reunião do COPOM uma nota
juvenil, sem precedentes e, agora, histórica, declarando como “significativas”
as conclusões do órgão e adicionando que “todas as informações econômicas
relevantes e disponíveis até a reunião do Copom são consideradas nas decisões
do colegiado”.
A credibilidade minguante de Tombini se esvaiu por
completo em três curtos parágrafos. E, no dia seguinte à nota, a decisão
hesitante do COPOM em manter a SELIC estacionada serviu para confirmar de uma
vez por todas quem está de fato no comando da economia.
O Brasil vive diversas crises — fiscal, econômica,
monetária, política, moral e de confiança –, cada uma reforçando e
retroalimentando as outras. Mas fica cada vez mais claro que, para resgatar o
país do atoleiro, é preciso debelar a principal delas: a crise de confiança.
Infelizmente, a desconfiança gerada pela trapalhada do Banco Central é
incurável. O dia de ontem entrou para história para selar de uma vez por todas
o destino da economia enquanto ela estiver nas mãos de Dilma Rousseff e equipe.
Quando se trata de política monetária, a comunicação
e a transparência são fundamentais; são um ativo que deve ser cuidado todos os
dias com muito zelo e apreço. Uma decisão certa, feita da forma errada, pode
ser tão fatal quanto uma decisão errada, embora comunicada da forma correta.
Ao “desancorar as expectativas”
e causar perplexidade nos agentes, Tombini conseguiu a façanha de introduzir
uma dose adicional de incerteza no mercado, gerando volatilidade no câmbio e desvalorizando
ainda mais o real, o que, ao fim e ao cabo, pressionará os preços da
economia, reduzindo a pó as chances de a autarquia atingir as metas de
inflação, perpetuando assim o ciclo de desconfiança generalizado.
Paradoxalmente, isso tem um lado extremamente
positivo, pois está inserindo pelo menos uma certeza no mercado: a de que não
há recuperação com esse governo. Serão mais heterodoxia, mais estímulos, mais
keynesianismo-marxista tupiniquim, mais experimentos econômicos que têm tudo
para dar errado. E darão.
Para encerrar, gostaria de trazer uma citação de um
distinto economista brasileiro, formado na Universidade de Brasília e com PhD
pela Universidade de Illinois:
Não
há exemplo de país que tenha experimentado períodos prolongados de crescimento
econômico com inflação alta. Pelo contrário, há evidências empíricas de que
taxas mais elevadas de inflação trazem prejuízos ao crescimento e ao nível de
emprego por períodos prolongados.
Quem proferiu essa verdade foi ninguém menos que
Alexandre Tombini, durante seu discurso
na sabatina no Senado em 2010. Isso serve apenas para evidenciar que discurso
não importa bulhufas quando dissociado de ações palpáveis e condizentes. Sim, Tombini
prometeu defender a estabilidade do poder de compra da moeda brasileira. A
única estabilidade mantida, porém, foi a de sua subserviência à presidente e,
por consequência, a ideias refratárias ao bom senso e às boas práticas de
política econômica.
A economia tem saída? Tem, claro, mas ela começa com
a saída de “tudo o que está aí” no seu caminho. Impreterivelmente.
A “principal” crise não é de confiança, e sim a fiscal: Resolver a primeira não cura a segunda, mas resolver a segunda acaba com a primeira.
Very good.
Veremos ele se contradizer novamente quando a inflação de preços insistir em se manter elevada.
Então o que está gerando o aumento do IPCA, IGPM, etc. é o câmbio? Ou são as expectativas de que o governo terá de fazer, em breve, uso da senhoriagem para atender à sua restrição orçamentária intertemporal?
Ou é outra coisa?
Alguém poderia me explicar?
Obrigado.
Leandro, ultimamente tenho acessado a tabela de juros e preços de títulos no site do TN, e vi que os juros de praticamente todos os títulos dispararam no ano passado, com alguns títulos chegando a ter suas rentabilidades subindo de mais ou menos 12% pra 19% (especialmente aqueles indexados ao IPCA). Não seria mais adequado fazer a SELIC acompanhar os juros desses títulos para pelo menos frear as expectativas de alta da inflação, apesar da nossa depressão econômica?
O gauchão aqui vai repetir pela milionésima vez: compre ouro. Eu sei que há muitos que podem criticar a compra do metal precioso para se defender da alta dos preços, até porque, na verdade, esta não é a principal função do metal, mas aqui no Brasil o ouro funciona como uma proteção contra a desvalorização do real e do dólar ao mesmo tempo. Exceto na década de 80, comprar ouro sempre foi uma aplicação financeira interessante para quem quer se proteger dos desmandos econômicos da república das bananas.
***Obs.: Na década de 80, comprar ouro não foi uma boa devido às altas taxas de juros praticadas pelo FED a fim de tentar diminuir os índices de preços nos EUA, logo, tivemos um cenário de ouro e dólar fraco o que não parece se repetir daqui pra frente, ao menos durante um bom tempo.
É impressão minha ou essa noticia foi plantada pelos governistas? Seguindo a linha de queimar o pouco que resta da reputação do BC tal como faziam com o Levy.
economia.estadao.com.br/noticias/geral,o-bc-no-brasil-estrangula-a-economia,10000009585
Leandro Roque, quando vamos ver outro podcast seu com o Bruno G.? Você tem um blog ou conta em alguma rede social?
Como é bom ter um cara mais “flexível” no BC como o Tombini. Fosse um sem noção como o Gustavo Franco, a SELIC estaria lá na casa dos 16%(como querem os rentistas).
Acho(e espero) que os ortodoxos tenham aprendido que essa política contracionista além de ser ineficaz é absolutamente incongruente com as pretensões de um país em desenvolvimento. Sorte que nós temos uma economista de Campinas na presidência para impedir que o COPOM vá para o lado negro da força.
Enfim, o ano de 2015 foi um ano triste, repleto de experiências ortodoxas nas quais fomos cobaias. Agora que sabemos que deu errado, que tal dar espaço à heterodoxia?
“Cinco maiores bancos do Brasil criarão gestora para estimular crédito”:
veja.abril.com.br/noticia/economia/cinco-maiores-bancos-do-brasil-criarao-gestora-para-estimular-credito
Pelo que eu entendi: tudo é confiança!! Ajuste fiscal e pancada na Selic jogariam expectativa positiva no mercado. Logo vc precisa mostrar ao mundo que você tá jogando junto para sair da crise! As ferramentas são importantes, mas vc tem que desenvolver o espírito de confiança!! Nisso acho que tamos longe com esse governo que tanto erra na economia quanto erra em valores morais! Vão evitar qq medida austera que reduza muito o consumo e proporcione um recessão necessária para correção!
Acho que só um novo governo que sairá respaldado pelas condutas erradas do governo atual para dar um choque de realidade. Pergunta é: dá pra sobreviver até 2019??
Abs
Uma dúvida. Se o governo não conseguir fazer o ajuste fiscal via novos tributos (CPMF), ele não terá que fazê-lo via inflação (aumento de M1 e M2)?
O momento atual é parecido, e alguns pontos, do que se passou no período dos governos militares (1964/1984), quando ocorreu o chamado milagre brasileiro. Naquela época os Estados Unidos estavam em guerra com o Vietnam e despejaram trilhões de dólares falsos no mercado para sustentar a guerra. Sendo os Estados Unidos o Banco Central do Planeta, gerou no sistema financeiro internacional uma liquidez monumental, fazendo com que o crédito se tornasse fácil e barato em todo o planeta, gerando o falso milagre brasileiro, que em algum momento esse sistema (crescimento baseado em aumento de crédito) explode por ser um crescimento baseado em premissa falsa (emissão de moeda) provocando o esgotamento da capacidade de endividamento das famílias e não um crescimento baseado na poupança das famílias. Esse período acima citado, baseado em premissa falsa, quando estourou levou quase 15 anos para se recuperar (1980 até a criação do real em 1995).
Parecido ocorreu a partir de 2002.
Com as guerras do Iraque e Afeganistão os Estados Unidos inundaram o mundo com dólares falsos para sustentar as guerras, provocando uma liquidez esquizofrênica no mercado financeiro internacional, levando o preço do petróleo a sair de US$ 24,53 o barril em dezembro de 2001 para US$ 108,98 o barril em dezembro de 2012. Aumento de preço de 344,27% em 11 anos. Os preços das commodities (alimentos) tiveram um aumento de 196,11% de dezembro de 2001 até dezembro de 2012 e os preços das commodities geral (alimentação e metais) de 167,50% no período dezembro de 2001 até dezembro de 2012.
Sendo o Brasil grande exportador de commodities se beneficiou dessa valorização, levando nossas reservas em moeda estrangeira de US$ 35,9 bilhões em dezembro de 2001 para US$ 373,1 bilhões em dezembro de 2012. Crescimento nominal de 939,28% no período. Porém não podemos comemorar, visto que foi gerado pela emissão de dólares falsos, assim sendo sem nenhum valor econômico, haja vista que essas reservas são remuneradas pelos Estados Unidos ao Brasil com juros negativos (juros próximo de zero menos inflação americana), ou seja, estamos pagando aos Estados Unidos para financiar a sua dívida. E a estupidez coletiva brasileira comemora.
Em vista do acima exposto a ilusão monetária acima descrita (dólares falsos) fez com que a economia brasileira aumentasse sua capacidade de crédito, saindo de R$ 332,4 bilhões (25,52% do PIB) em dezembro de 2001 para R$ 2.359,6 bilhões (53,60% do PIB) em dezembro de 2012. Crescimento real em relação ao PIB de 110,03% no período.
Como o Brasil não cresceu na mesma proporção do endividamento das famílias (crescimento real do PIB, no mesmo período, de apenas 40,10% e crescimento real do PIB PER CAPITA de apenas 25,80% no mesmo período), é óbvio e ululante que essa mágica está para explodir (esgotamento da capacidade endividamento das famílias), da mesma forma que explodiu na década de 80, terminado assim o segundo falso milagre brasileiro.
Sera preciso novo conflito para ter uma avalanche de dólares no mundo para o Brasil ter uma nova aparência de milagre? Aparecera algum governo que faça algo que coloque o Brasil no caminho de um crescimento solido, nos moldes que a Escola ]Austríaca defende?
O que significa quantitativamente essa pancada no juros? Em quanto deveria ficar a SELIC agora?
Mas o aumento da SELIC não fica extremamente prejudicado pela atuação dos bancos públicos? Mesmo assim funcionaria como um estímulo de confiança, algo psicológico?
Leandro,
“mas como a oferta monetária não está crescendo, cria-se essa desconexão: preços em alta, mas oferta monetária estagnada, o que significa que não há dinheiro suficiente para arcar com esses preço”
Mas isso não teria um efeito de curto prazo apenas ? pois chega uma hora que os preços vão ter que cair se não há dinheiro suficiente para arcar com as elevações de preços.
No médio e longo prazo é possível que os preços continuem subindo mesmo com uma oferta relativamente estagnada ?
Ontem conversando com um colega ele falou que 2016 será um ano ruim, mas que 2017 e 2018 serão melhores por que o PT vai querer ganhar 2018 e vai resolver os problemas da economia.
É como se fosse fácil, para resolver a crise basta o governo apertar alguns botões e tudo se resolve.
Eu, com meus parcos conhecimentos sobre economia, não vejo como o Brasil poderá sair desse atoleiro num futuro próximo. O que precisa ser feito todos sabemos: cortar despesas do governo. Mas qual partido quer assumir o ônus de aumentar a idade de aposentadoria, reduzir salário do funcionalismo, cortar “direitos sociais”. O PT não fará essas reformas e quando sair do governo irá votar contra tais medidas. Mesmo que outro partido venha a assumir o poder no Brasil, enfrentará oposição ferrenha da esquerda populista, que ocupa boa parte do congresso: PT, PDT, PSB, PSOL, PCdoB.
Estamos lascados!
E se o banco central abaixasse os juros nesse momento de recessão qual seria as consequências ?
Pelo que entendi a falta de confiança não é o problema, mas sim a solução. Imagina se os empresários continuassem a investir com esse governo administrando as riquezas do país de forma totalmente irresponsável. Seria um aval para continuar com a politica econômica vigente: aumento de gastos, do tamanho do estado, de politicas assistencialistas, de tributos e de produtos com preços administrados para disfarçar a inflação e a derrocada da economia. A meu ver era uma bomba que iria explodir em algum momento, e só não ficou maior exatamente porque o governo não teve a confiança suficiente do empresariado para continuar com a dita política econômica.
Dólar em 4,16. O Bananão em queda livre. Sem motivo para acreditar em melhora.
Daqui só afunda. E o fundo do poço é fundo. O fim da história do Brasil já passou. Agora é ladeira abaixo para os coitados dos filhos da década perdida. Que eles a encontrem algum dia!
Meus parabéns ao lixo do STF. Meus pêsames à dignidade e ao bom senso. Escrevo uma carta de amor ao Temer. “Esse país eu não entendo.”
Nada aqui importa e agora a gente já tem prova. Quantas atividades compromissadas vão ser para o real dar bancarrota? Do fundo não dá pra ver a luz chegar. Só consigo ver é a república de Weimar.
Mas a nossa não vai, como nunca e como nunca será, chegar a algum lugar.
Até agora só vi especulações nos comentários e a conclusão que chego é que “só sei que nada sei”,com governos mentirosos igual o atual salve-se quem puder pois as incertezas estão dominando nossos corações e tudo isto por causa desse gigantismo danado dos estados nacionais mundo afora,os sites pró-governos só sabem atacar os eua e elogiar rússia e china como se as duas fossem as grandes redentoras do mundo e os eua o terror,haja paciência e os defensores dos eua como se o resto do mundo fosse quintal deles e eu enquanto libertário combato qualquer estado e para não ser incoerente se houver um conflito(Improvável por serem potências atômicas) entre essas potências prefiro o menos pior entre os piores no caso os eua por pura falta de opção pois se existisse na face da terra um território anárquico temido e respeitado por todas as nações eu migraria para lá,pois é cansativo ver os dois lados se acusando e querendo enganar a opinião pública ou seja obama,putim e o lider chinês em menor escala só sabem blefar e se acusarem hipócritamente e nós por sermos amantes da liberdade ainda temos de aguentar os pelinhas dos MAVs petistas pagos com nosso dinheiro e os inocentes úteis enchendo a linguiça em nossos comentários diariamente,mas é nessa hora que me dá mais alegria,pois argumentos pífios deles são desmascarados e pisoteados com elegância e maestria pela equipe IMB,pelo Leandro Roque(Sem bajulações,apenas meu reconhecimento)e demais debatedores pois sabemos que só venceremos essa guerra contra o(Cruz credo)Marxismo cultural debatendo com eles no campo das idéias e nunca com armas de fogo pois somos pacifistas ao contrário de Marx(O inescrupuloso com sus teorias furadas e fracassadas)que pregava a revolução armada e deu no que deu,o banho de sangue comunista(Tanto em tempos de guerra e bem mais em tempos de paz)no século 20 e esses crápulas tentam esconder esses fatos acusandos-nos de fazer terrorismo com tais informações e os intelectuais(pró-governo)desonestos(além dos MAVs) e seus blogs sujos se esquecem que quem denunciou os crimes e absurdos de Stálin foi seu sucessor Nikita Khrushchov,portanto não aguento mais as mentiras de políticos de todos os partidos da esquerda a direita em sua esmagadora maioria são um bando de falsos e oportunistas que só querem e pensam em enriquecer e manipular mentes e corações para seus projetos de poder e perpetuação no poder a qualquer custo a presidenta tem uma rejeiçaõ gigantesca mas a vaidade cegou seus olhos e a sede de poder é tamanha que ela só mete os pés pelas mãos é lambaça atras de lambança e eu aqui na praça jogando milho aos pombos é o que tem me restado fazer nesses dias de desemprego,angustia,apreensão,esperando o apocalipse ou um milagre feito a libertação dos hebreus da terra de faraó o teimoso.Enfim meus amigos por hoje é só,esperemos dias melhores virem pois com essas incertezas acho que dias sombrios virão,Deus nos livres e lutemos sem temor e esperança o bom combate contra este estado gigante e escravizante que a cada dia nos sufoca e oprime…
Acho que se um presidente de um banco central americano ou europeu desse atenção pra FMI iria ser meio estranho, eles ignoram normalmente, não dão a mínima. Sinceramente o Tombini citar relatório de uma entidade estrangeira, é praticamente dizer que o FMI conhece a realidade daqui melhor que o próprio Banco Central do Brasil. Então eles admitiram que não possuem utilidade nenhuma. E também, basicamente jogaram o sistema de meta de inflação pro ar, não estão preocupados com inflação em 2016.Ainda deu ouvidos à Rainha da Mandioca. BACEN virou casa da mãe joana. Esse Tombini é grande fanfarrão.Deve estar de saída, pra nunca mais voltar.
Mudando de assunto, qual a visão do pessoal aqui sobre os parques nacionais?
“O que nos traz aqui agora é a postura servil e embaraçosa do Sr. Tombini”. O champz é um espantalho mesmo, mas que opção ele tinha? O BC é autarquia federal e atua como “longa manus” da União. Todavia, se acreditasse no que falava naquela ocasião da citação, iria lutar contra o cadáver da presidente, mesmo correndo risco de perder a boquinha. Enfim, só teatro. Mais uma vez o federalismo e a separação de poderes do Brasil se mostram inviáveis e provam que é tudo de faz de conta. A melhor maneira de ver a real intenção do revolucionário é analisar seus atos, não o que ele diz – suas palavras são o pano vermelho do toureiro.
Simplesmente desoladora essa nossa situação. Estou com verdadeiro asco de ver a cara desse tombini na tv… Sem falar nos comentários de ‘jornalistas-papagaios’ que repetem o que outros (imbecis) falam: ‘taxa de juros não aumentando, o crédito não ficará mais caro…’ ou ‘agora o governo vai poder investir, pois pagará menos juros da dívida…’ Meu Deus! Que rumo estamos tomando…!!!
A medida anunciada pelo Banco Central de não subir as taxas de juros, mesmo que tenha sido influenciadas por Dilma, estão de acordo com o resultado da última eleição, em que a maioria da população votou por essa linha de pensamento econômico.
A adoção de outras medidas econômicas, para agradar os mercados, não seria ilegítima no âmbito do resultado de uma eleição democrática?
Abraços.
Caros colegas,
Vendo a reação generalizada (com razão) à atitude do BCB, pergunto: de que realmente adianta a medida tomada (de manutenção da taxa de juros) se, na prática, o Tesouro está negociando taxas de 15%, 16%, e o mercado trabalha até com 19% de juros? Tirando a parte da confiança (que não é pouco), o efeito econômico da medida se daria aonde, em linhas gerais?
Grande abraço.
Quanto estrago o PT está fazendo. Quando essa corja finalmente sair do poder, este pais terá virado terra arrasada.
Hoje em dia 99% dos políticos são a favor da baixa da Selic, a principal alegação é que a inflação que está aí é causa do câmbio e preços administrados, será que abaixando a Selic não geraria inflação?
Para quem acredita no TD saiba que o governo já deu cano várias vezes, união, estados e municípios.
E essa alegação “a lei diz que…”, no confisco da poupança, tb era ilegal, a lei dizia outra coisa e naquela época o STF aceitou tranquilamente, atualmente alguém aqui acha que o a atual composição do STF é melhor do que a do começo dos anos 90?
E não precisa saber nada sobre o STf para responder essa pergunta…
Obrigado.
A questão é simples. Sem superavit o país vai para o buraco. Além disso, sem vender uma boa parte das reservas cambiais, nós também iremos para o buraco.
A dívida nunca cresceu tanto e esse ano vai subir ainda mais em 2016. Esses títulos do tesouro ligados ao IPCA e a Selic são uma bomba relógio.
Subir os juros não vai resolver o problema. Falta um corte radical nas despesas e valorização do real.
Esse Tombini é uma piada. O cara tá vendo a inflação acima do teto da meta e não faz nada.
A inflacao em si e otima para o governo, pois nos temos ai o chamado ” calote branco”. Gostaria de pedir ao Leonardo explicar esas frase. Há como?
Segue o vídeo sobre a nossa situação.
Peço desculpas antecipadamente, por não ter cortado a imagem do Zé Anibal.
Pessoal, boa noite!
Vejo muita gente falando em ” calote no TD” mas isso é possível? Pergunto dentro uma visão geral: caso ocorra mesma, não seria catastrófico para o mercado ( Confiança)? Vale lembrar que os títulos são emitidos em moeda corrente.
Att,
E agora Leandro ?
“Medidas de incentivo ao crédito chegam a R$ 83 bilhões”
oglobo.globo.com/economia/medidas-de-incentivo-ao-credito-chegam-r-83-bilhoes-18562057
a verdade é que economia está sendo incinerada pela quadrilha do planalto. incinerada significa completamente destruída. não existe saída, nem como melhorar, porque simplesmente a raiz do problema não está sendo atacada. o fato é no mínimo aterrador: a principal lei da economia, a lei da escassez, está sendo solenemente ignorada. agora, no que diz respeito ao aumento da aprovação do pt, bem, ela depende mais da alienação dessas ovelhinhas que votam – e acreditam nesse engodo chamado de democracia – do que dos resultados da economia propriamente dita. em resumo: os idiotas votam porque os outros votam, e o voto apenas obriga o cidadão a escolher seu ladrão preferido. nada mais que isso.
Claro que é a Dilma que controla tudo e não seus fantoches emasculados.
Dilma é a materialização da arrogância.
* * *
O juros a 14.25% nessa época não foram eficientes para combater inflação por quê então? Por dominância fiscal ou por falta de confiança do mercado no BACEN?