Ao
longo da segunda metade do século XX, o Leste Europeu vivenciou várias
manifestações e atos de desobediência civil contra o regime soviético. Na Hungria,
em 1956; em Praga,
em 1968; e, especialmente, na Polônia ao longo das
décadas de 1970 e 1980, a resistência contra a tirania se inflamou. Mas todos os movimentos foram esmagados pelo
governo de Moscou, tanto por meio da imposição de leis marciais quanto pelo
recurso da intervenção militar direta.
No
entanto, no verão de 1989, os poloneses conseguiram realizar
eleições livres. Ativistas
anticomunistas (e, em vários casos, também anti-socialistas) surpreenderam seus
conterrâneos: eles conquistaram 99 das 100 cadeiras no Senado e absolutamente
todas as 161 cadeiras do Parlamento que o regime permitiu serem disputadas na
eleição. Isso essencialmente derrubou o
regime soviético na Polônia. Desta vez,
no entanto, em vez de enviarem tanques para esmagar os agitadores poloneses, a
URSS não fez nada.
Já
em novembro daquele ano, os dissidentes dos outros países ficaram animados ao
constatar a inação soviética na Polônia. Hungria e Tchecoslováquia arbitrariamente decidiram abrir suas
fronteiras, permitindo que os alemães orientais pudessem ira para a Áustria e,
dali, para a Alemanha Ocidental. Os
moradores da Berlim Oriental começaram a exigir livre trânsito para o
Ocidente. A “queda” do muro ocorreu logo em seguida.
Ao fim do ano, o ditador comunista da Romênia seria fuzilado com transmissão ao vivo na TV.
Muitos
americanos, e especialmente os conservadores, gostam de afirmar que o fim do
bloco soviético e da União Soviética foi um feito americano: a alegação é a de
que os oligarcas soviéticos não apenas não conseguiram acompanhar a escalada
armamentista americana, como também temiam o crescente e incontestável poderio
militar americano, e, por isso, simplesmente decidiram se render e permitir que
o regime acabasse naturalmente, como de fato ocorreu em 1991.
Essa
narrativa é ótima para fins de propaganda doméstica nos EUA, mas o fato de que
regimes tirânicos nunca simplesmente “se rendem” sem disparar um único tiro ao lidarem
com um poder externo ameaçador faz com que essa teoria seja bem improvável.
Uma
questão intelectualmente mais honesta seria, em vez de exaltar o poderio
militar americano, perguntar por que o estado soviético estava tão fraco na
década de 1980.
Afinal,
se os soviéticos haviam sido inquestionavelmente capazes de “manter a ordem” no
Leste Europeu durante as décadas de 1950, 60 e 70, por que eles repentinamente
perderam essa capacidade na década de 1980?
Partindo-se
dessa premissa, os fatos rapidamente nos levam a descobrir que, já na década de
1980, a economia soviética, bem como a maioria das economias do Leste Europeu, já
estava em
frangalhos. As
moradias eram decadentes e suas estruturas já estavam se esfacelando. Os automóveis e os aparelhos eletrodomésticos
eram inacreditavelmente antiquados e raramente funcionavam a contento. O padrão de vida dos cidadãos do Leste
Europeu havia caído para uma mera fração do padrão usufruído pelos seus
congêneres da Europa Ocidental. Itens básicos como
sabonete, ovos, leite e até meia-calça feminina eram luxo de poucos.
Em
outras palavras, as economias centralmente planejadas do bloco soviético
produziam muito pouca riqueza real, e seus regimes, para se sustentarem,
sugavam e consumiam uma quantia crescente dessa pouca riqueza que a população
ainda conseguia produzir. Como consequência
inevitável, tanto a população quanto os regimes empobreciam continuamente.
Essa
debilidade econômica significava que não apenas a legitimidade do regime estava
em risco, como também que os soviéticos não mais usufruíam um “excedente”
militar, ao qual eles podiam recorrer sempre que tinham de restabelecer a ordem
em algum país-satélite cuja população apresentava um princípio de rebelião.
Ou seja, a URSS estava pobre demais para conseguir pagar suas contas
políticas.
Mises e o problema do cálculo econômico
Nada
disso teria surpreendido Ludwig von Mises, caso vivo estivesse à época. Muito antes da derrocada soviética, Mises
havia demonstrado que, em uma economia socialista (com esse termo ele se
referia a uma ‘economia centralmente planejada’), é praticamente impossível
saber qual bem deve ser produzido, como deve ser produzido, em que quantidade
deve ser produzido, com que qualidade deve ser produzido, para quem deve ser
produzido e quando deve ser produzido.
Ao
explicar isso, ainda em 1920, Mises provou que a União Soviética, não obstante
quaisquer vitórias que pudesse obter no campo da remodelagem da natureza
humana, era economicamente impossível. Como resumiu
Murray Rothbard:
Antes de Ludwig von Mises expor o problema do cálculo
econômico no socialismo, em seu celebrado artigo publicado em 1920,
socialistas e não-socialistas já haviam percebido que o socialismo sofria de um
grave problema de incentivos.Se, por exemplo, todos os indivíduos em um
sistema socialista fossem receber uma mesma renda — ou, em sua variante, se
todos fossem produzir “de acordo com suas capacidades”, mas recebessem “de
acordo com suas necessidades” –, então, parodiando aquela famosa pergunta:
quem, no socialismo, fará o trabalho de recolher o lixo? Ou seja, qual será o incentivo para se
efetuar os trabalhos sujos? Mais ainda,
quem fará esses trabalhos? Ainda pior:
qual será o incentivo para se trabalhar duro e ser produtivo em qualquer
emprego?[…]
No entanto, a singularidade e a crucial
importância do desafio de Mises ao socialismo é que seu argumento estava
totalmente dissociado desse problema do incentivo. Mises, com efeito, disse: muito bem, vamos
supor que os socialistas tenham sido capazes de criar um poderoso exército de
cidadãos genuinamente ávidos para seguir todas as ordens de seus mestres, os
planejadores socialistas.Fica a pergunta: o que exatamente esses
planejadores mandariam esse exército fazer? Como eles saberiam quais produtos seus escravos deveriam produzir? Em qual etapa da cadeia produtiva cada
exército deveria trabalhar? Quanto de
cada produto deve ser produzido em cada etapa da cadeia de produção? Quais técnicas ou quais matérias-primas devem
ser utilizadas na produção como um todo? Qual a quantidade de matérias-primas a ser utilizada? Onde especificamente fazer toda essa produção? Como eles saberiam seus custos operacionais
ou qual processo de produção é mais eficiente?Mises demonstrou que, em qualquer arranjo
econômico que seja mais complexo do que o exemplo de Robinson Crusoé sozinho em
uma ilha, o comitê de planejadores socialistas simplesmente não teria como
saber o que fazer. E nem como
responder a essas perguntas vitais.Ao explicitar esse poderoso conceito do
cálculo econômico, Mises demonstrou que o comitê de planejamento central não
tinha como responder a essas perguntas porque o socialismo não dispõe daquela
indispensável ferramenta que só existe em uma economia de mercado, e a qual
empreendedores utilizam para fazer cálculos e estimativas:
existência de preços livremente definidos no mercado.Sob o socialismo, os meios de produção
(fábricas, máquinas e ferramentas) não possuem proprietários definidos (eles
pertencem ao estado). Se os meios de
produção pertencem exclusivamente ao estado, não há um genuíno mercado entre
eles. Se não há um mercado entre eles, é impossível haver a formação de
preços legítimos. Se não há preços, é impossível fazer qualquer cálculo
de preços. E sem esse cálculo de preços, é impossível haver qualquer
racionalidade econômica, o que significa que uma economia planejada é,
paradoxalmente, impossível de ser planejada.Sem preços, não há cálculo de lucros e
prejuízos, e consequentemente não há como direcionar o uso de bens de capital
para atender às mais urgentes demandas dos consumidores da maneira menos
dispendiosa possível.Dado que a própria essência do socialismo é a propriedade coletiva dos meios de produção, e dado que tal arranjo não permite
o surgimento de preços de mercado, e dado que sem preços não há o mecanismo de
lucros e prejuízos, que é o que traz racionalidade para qualquer processo
produtivo, o comitê de planejamento central não seria capaz nem de planejar nem
de tomar qualquer tipo de decisão econômica racional.Suas decisões necessariamente teriam de ser
completamente arbitrárias e caóticas.
Consequentemente, a existência de uma economia socialista planejada é
literalmente “impossível” (para utilizar um termo que foi muito ridicularizado
pelos críticos de Mises).
Os
planejadores centrais soviéticos nunca responderam a esse desafio. Com efeito, a “resposta” deles só veio em
1991, quando a URSS foi finalmente abolida. E, imediatamente antes do colapso, ainda havia proeminentes economistas
keynesianos sem perceber o óbvio.
Não
há exemplo melhor deste auto-engano intelectual do que o de Paul Samuelson,
professor de economia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), o
primeiro americano a ganhar o Prêmio Nobel de economia (1970), ex-colunista da
revista Newsweek, e autor daquele que é, de longe, o mais
influente livro-texto
de economia do mundo pós-guerra: pelo menos 3 milhões de cópias
vendidas em 31 idiomas distintos.
Ele
escreveu na edição de 1989 de seu livro-texto: “A economia soviética é a
prova cabal de que, contrariamente àquilo em que muitos céticos haviam
prematuramente acreditado, uma economia planificada socialista pode não apenas
funcionar, como também prosperar.”
Por que demorou tanto?
Em
resposta à afirmação de Mises sobre a impossibilidade do planejamento central, alguns
então perguntam: “Bom, se o planejamento central é impossível, então por que o
arranjo soviético se manteve por tanto tempo?”
A
resposta está no fato de que, mesmo em uma economia centralmente planejada, o
capital — ou seja, as riquezas existentes — não desaparece da noite para o
dia. Os planejadores soviéticos não
implantaram seu regime em um deserto. Eles não começaram do nada. Eles
tinham à sua disposição todo o capital que havia sido acumulado — durante
séculos de poupança e investimento — pelos russos, ucranianos, alemães,
poloneses, tchecos, húngaros e todos os outros sob seus domínios.
Sim,
é verdade que não era possível para os soviéticos planejar corretamente ou
determinar de maneira não-arbitrária quais bens deveriam ser produzidos. No entanto, eles ainda assim dispunham de uma
vasta quantidade de capital que havia sido acumulado ao longo de séculos pelos
seus novos súditos. E, ainda que esse
estado centralmente planejado produzisse zero de riqueza (o que não é necessariamente verdade, dado que até mesmo o estado soviético produzia algumas coisas que a população queria), ele ainda assim tinha à sua disposição uma farta quantidade de riqueza que podia ser consumida e redistribuída
até ser completamente exaurida.
Isso
pode ser observado de maneira ainda mais evidente em regimes que são apenas
parcialmente centralizados, como é o caso da Venezuela. Como explicado neste artigo:
[Se] um dos mais ricos e desenvolvidos
países do mundo adotasse, da noite para o dia, instituições cubanas ou
norte-coreanas . . . . sua riqueza e todo o seu capital acumulado não
desapareceriam em 24 horas. A dilapidação do capital, embora seja um
processo bem mais rápido do que sua acumulação, não se dá de imediato.O país deixaria de continuar acumulando
capital e passaria meramente a consumir seu capital, mas poderia demorar
décadas para dilapidar toda a riqueza já construída.Enquanto ainda houver riqueza, o governo
terá recursos para … continuar usufruindo a riqueza, as rodovias, a
infraestrutura elétrica e as redes de comunicação já existentes, as quais foram
resultado das instituições mais pró-mercado que existiram no passado.
Com
o tempo, no entanto, esse “fundo de reservas”, como Mises o rotulou, se
exaure:
Um ponto essencial na filosofia social do
intervencionismo é a pressuposição da existência de fundos inesgotáveis que
podem ser drenados permanentemente. O sistema intervencionista entra em colapso
quando essa fonte seca: desmorona o mito do Papai Noel econômico.
No
que mais, o regime soviético ganhava dinheiro vendendo petróleo (e outros bens)
no mercado internacional, e o alto preço do petróleo na década de 1970 ajudou a
prolongar a existência do regime. Não
fossem as vendas de petróleo no mercado internacional — vendas essas que
forneciam moeda forte ao regime soviético –, é bem possível que o regime
entrasse em colapso uma década antes.
Conclusão
É
sim possível que o programa militar americano e as relações internacionais do
país tenham sim tido algum efeito não-trivial sobre os regimes do Leste Europeu
(o papel do Papa João
Paulo II na derrocada do regime polonês é inquestionável).
Não
obstante, tais análises ignoram o ponto principal: a grande debilidade dos
regimes que se baseiam em um planejamento central e na redistribuição de
riqueza.
Sem
mercado e sem preços de mercado, é impossível haver qualquer tipo de
planejamento econômico; e sem planejamento, não há como haver criação de
riqueza e, em última instância, durabilidade política.
Os
bravos rebeldes e
manifestantes do Leste Europeu merecem enormes créditos por terem
corajosamente enfrentado uma máquina homicida. Porém, no final, eles foram bem-sucedidos porque foram imensamente
ajudados pela escolha do momento certo e pelas decisões econômicas ruins dos
burocratas.
Parece um copo de limonada geladinha e adoçada na exata medida.
Ou um corte certeiro de uma faca perfeitamente afiada.
Ótimo texto.
“Muitos americanos, e especialmente os conservadores, gostam de afirmar que o fim do bloco soviético e da União Soviética foi um feito americano: a alegação é a de que os oligarcas soviéticos não apenas não conseguiram acompanhar a escalada armamentista americana, como também temiam o crescente e incontestável poderio militar americano, e, por isso, simplesmente decidiram se render e permitir que o regime acabasse naturalmente, como de fato ocorreu em 1991. “
A verdade é que o ocidente, especialmente os EUA não só não foram responsáveis pelo fim do bloco soviético como financiaram a URSS durante várias décadas como mostram os estudos do historiador Antony C. Sutton em livros como Wall Street and the Bolshevik Revolution: The Remarkable True Story of the American Capitalists Who Financed the Russian Communists e
The Best Enemy Money Can Buy .
Sem mencionar que todos os países comunistas foram sempre amplamente dependentes de atividades criminosas como o tráfico internacional de drogas, o que pode ser visto no livro Red Cocaine.
No fim das contas, a longevidade das experiências comunistas pode ser creditada a tudo, menos ao modo de produção centralizado.
Só é uma pena que haja tanto desperdício de vida humana em morte e sofrimento enquanto estes regimes não caem.
Quem adere ao romantismo socialista é aquele que preferiu o caminho mais curto para tentar “entender” os fenômenos sociais, acreditando que assim está exercendo a sua bondade interior. Uma crença comprovadamente enganadora.
O socialismo anda de mãos dadas com o populismo, governos que aprenderam a manter a população menos informada, sob mentiras, fomentação do ódio contra outras classes e a exploração do coitadismo
Creio eu que independentemente do regime adotado, as pessoas sairão de suas casas em busca de uma vida melhor . E isso é verdade seja trabalhando/produzindo na informalidade às margens do que os donos do poder pregam ou dentro das regras por mais restritivas que essas possam ser. Não sou especialista mas acredito que isso seja um pressuposto básico da praxeologia; agir para alcançar um estado de satisfação superior de acordo com os meios disponíveis.
Vejam o exemplo do Brasil, apesar de todo nosso histórico estatismo e todo o fracasso do dirigismo econômico recente, as pessoas ainda empreendem e criam. Certamente não tanto caso estivéssemos num genuíno livre mercado mas suficiente para manter um leve progresso.
Portanto acredito que a própria natureza humana seja um dos motivos responsáveis pela manutenção desses regimes por tanto tempo.
Socialism isn’t about money, is about power.
O comunismo e suas variantes não se sustentam: são como as doenças.
Acabei de ler este texto, logo depois de assistir a esta análise:
Basicamente, o camarada tenta associar comportamentos/linhas de pensamento com nossa carga genética histórica. A constatação é de que o comportamento “coelho” (evitar conflitos, apenas se importar com comida – enfim coisas de curto-prazo, reproduzir-se em grande escala e não dispor de um alerta mental de longo prazo proporcionado por nossas amídalas etc) vem sendo patrocinado por toda essa sanha estatal.
Basicamente, nós, leitores assíduos deste fórum, estamos em extinção. Isso me deixou muito triste mesmo…achei que os acontecimentos do porvir (crises econômicas globais imensas, perda de liberdades básicas como o dinheiro impresso, alta inflação doméstica etc) fossem fazer as pessoas acordarem. Espero que essa associação genética não seja realidade ou que pelo menos seja desfeita.
E convenhamos. A chance de surgirem novas Thatchers ou Reagans é diminuta para os próximos anos.
A única coisa que me pega nesses argumentos, é considerar que há produção de “riqueza zero”. Talvez se falar em riqueza liquida (aquilo que foi usado menos o que foi produzido, isso seja verdade, e até mesmo negativa). Mas algo sempre é produzido, e às vezes eles acertam.
E tem o individuo, que pode pegar a produção de um bem não usável (como um sapato que não caiba no pé), mas o acerta para que caiba no seu pé.
É o que eu faria, num país que foi o maior produtor mundial de sapatos (USSR), mas tinha muitos pés descalços.
Dura porque é eivado de propaganda enganosa e é ditatorial(vejam Cuba e a Venezuela), porque as massas seguem convenientemente o “pastor”, assim como ovelhas, por fim, as massas, seja no socialismo e até mesmo no capitalismo, preferem não VER a verdade.
Cuba está se entregando agora. Mais cedo ou mais tarde vai cair a aristocracia instalada na Coreia do Norte. Também na Venezuela a miséria é iminente. Últimos anos tem mostrado que intervenção estatal, mesmo que apenas parcial, tem destruído economias pelo mundo, o que dá esperança de um mundo mais justo e livre no futuro. Aristocratas não podem manter o mundo nesse “meio a meio” por muito tempo, a insatisfação e o conhecimento se difunde cada vez mais rápido.
Muito bom. Mas ainda acho que faltou abordar a questão dos mercados negros, que estão em operação ilegalmente nos bastidores de sistemas socialistas, e que continuam gerando riquezas, visto que opera com sistema de preços. Além disso, a União Soviética recebeu ajuda de grandes capitalistas e de outros países do ocidente. Ou seja, o capitalismo recebeu ataques, mas não foi extinto. Se ocorresse a completa socialização, o desmoronamento do sistema seria bem mais rápido.
Propriedade privada, livre mercado totalmente desimpedido,sistema de preços espontâneo, poupança, contratos, principio da não agressão, liberdade econômica, isso leva a formação e acumulação de capital, que leva a bem estar futuro. Na minha opinião esta é a chave para o progresso e a felicidade dos povos. A pobreza não faz parte do destino da humanidade. A opção preferencial da humanidade é pela riqueza. Os índices de liberdade econômica + ou – coincide com o índice de bem estar dos povos.O clima, a posição geográfica, a raça, não influem, vejam que Cingapura é tropical. O que pode obscurecer a mente das pessoas são a ignorância, a religião, a ideia de iguadade (universalmente impraticavel) e invenções como o socialismo, considerado a pior invenção da humanidade em contraste com o livre mercado como sendo a melhor coisa que apareceu na vida dos povos.Nossos filhos deveriam ser criados com a noção de prepararem-se para a vida prestando serviços a terceiros quando adultos para sobreviverem, pois quem não trabalha não come.
Quais seriam os estados mais liberais e mais intervencionistas do Brasil?
Lendo esse artigo e ponderando sobre o regime Cubano, que já deveria ter falido, por ser de escala muito menor que a URSS
imagino que o regime Cubano só não faliu ainda por estar sendo alimentado por outros povos.
Sendo um país pequeno é fácil manter o regime vivo por meio de doações dirfarçadas provindas de países maiores e mais ricos
que possuem governantes simpatizantes da escravidão dos Cubanos.
O exemplo mais emblemático que me vem à cabeça é o governo brasileiro alugando médicos cubanos e com isso financiando
o regime podre cubano.
Sendo assim, é até possível que Cuba dure ainda muitas décadas, bastando para isso que governantes de outros países
continuem fazendo doações para o regime podre de Cuba.
Agora, pensando algumas décadas a frente, imagino que no futuro haverão drones pequenos e baratos de baixo custo
que poderão ser usados remotamente para transportar os cubanso para fora de cuba.
Aí finalmente os senhores feudais de Cuba ficariam sem escravos e o regime acabaria.
É preciso lembrar também que os regimes comunistas são uma “ditadura perfeita”, pois o Estado ocupa todos os espaços e remove qualquer possibilidade dos cidadãos se manifestarem. Você conseguiria rebelar-se contra alguém que é, ao mesmo tempo, o seu governante, o seu patrão, o seu locador, o dono da escola onde seu filho estuda e o proprietário do jornal que você lê?
Por conseguinte, apenas o colapso causado pela falência absoluta da economia pode derrubar os regimes comunistas. Governos comunistas não são derrubados, desabam feito prédio condenado.
Eu achei o artigo interessante, mas eu acho que a resposta não está completa. Ele explicou de um ponto de vista de um pais que no caso era a união soviética, Venezuela etc.. Mas e o socialismo do ponto de vista de “ideia” como ela ainda sobrevive e continua sendo a idéia dominante, sendo que já foi refutada diversas vezes, tanto pela realidade, quanto por economistas.
È como se alguém insistisse que 2+2, não é quatro mas sim cinco, durante séculos. è isso que me deixa intrigado. O socialismo do ponto de vista de ideia, já está ai a séculos sendo a idéia dominante.
E a Coréia do Norte??? Pq o regime comunista ainda existe lá mesmo após tanas mazelas economia completamente exaurida, fora os devaneios do líder deles??? Será que a China que mantem Kim no poder???
E conservadores ainda insistem em dizer que foi o governo Reagan com seus déficits que salvou o mundo dos soviéticos…
Quando é que iremos aprender que:
1- Cada ser humano é uma unidade de consumo de recursos.
2- Cada ser humano pode ser uma unidade de acúmulo de recursos.
3- Cada ser humano pode ser uma unidade produtiva de recursos (extração, transformação, prestação de serviços).
4- Os recursos são finitos e estão espalhados de forma desigual pelo universo.
5- Quanto maior for a produtividade, mais recursos serão consumidos/acumulados.
6- Cada ser humano pode produzir, acumular e consumir mais ou menos recursos de acordo com a sua genética, história de vida e cultura.
O sexto fato econômico é o que mais chama a atenção: O que define os comportamentos econômicos (produzir, acumular e consumir) são as contingências em que cada um está inserido.
O liberalismo econômico, em poucas palavras, é uma contingência cultural que prega a noção de que cabe a cada ser humano deliberar sobre o consumo e o acúmulo, não tolerando que outro ser humano interfira no consumo/acúmulo de outrem.
Pregando que o consumo e/ou acúmulo deve ser determinado individualmente, o liberalismo incentiva a produtividade, porque quem produz mais consequentemente acumulará/consumirá mais.
E isso é interessantíssimo, pois de fato pode disponibilizar mais recursos para as pessoas.
O que preocupa é:
a) o ser humano nasce desprovido de recursos e de capacidade de produzir, mas precisa consumir. Significa que alguém deverá empregar recursos para mantê-lo até que ele aprenda a produzir para se manter. Isso não vai contra o liberalismo econômico?
b) num cenário de eventual hiper-concentração de recursos (poucas pessoas dominam a totalidade dos recursos e não estão dispostas a trocá-los), o que evitará a privação do consumo e a consequente morte de pessoas que não tem acesso a recursos?
O Socialismo é a crença utópica em uma igualdade humana.
Não é ciência econômica e sim uma crença política. Seus adeptos são como que crentes fanáticos de uma religião, dialogar racionalmente com eles é como tentar convencer um crente de que sua religião é uma ilusão. Assim como uma religião o Socialismo te promete o paraíso. Assim como uma religião ele tem seus santos( os líderes comunistas). Assim como na religião o Socialismo tem o seu Deus que é o Estado.
Não há razão no Socialismo, apenas discursos emocionais. Não há cálculo econômico, não há futuro, apenas promessas vazias.
O Socialismo é o inferno na terra.
Aproveitando alguém de vocês já viu o vídeo Minhas Férias na Coréia do Norte?
Se não viram vejam, até que ponto chega a loucura ideológica humana, pior é ainda existirem pessoas que defendem este regime. O Socialismo é com toda certeza uma ideologia cheia de Sociopatas e Psicopatas. Imagine você ter nascido norte coreano e desde criança ser ensinado a idolatrar o ditador da Coréia do Norte? Então com PT agradeçam ainda por serem brasileiros.
vejam o vídeo
https://www.youtube.com/watch?v=kPLUgwlKkgQ
Leandro não seria meio estranho afirmar que a economia seja toda planejada,sendo que no meio de todo o planejamento há um livre mercado de bens,apesar de negro? lembro que uma vez foi comentado em alguns artigos que a URSS tmbm só se manteve por 70 anos pelo fato de ter havido um grande mercado negro de produtos (mercado genuíno). Não teria ele auxiliado na reposição de parte do capital que era brutalmente destruído pelo estado ao longo do tempo?
A guerra de secessão teve como principal motivo o a diferença ideológica dos sulistas, que queriam uma nação pro livre comercio e os estados do norte que queriam adotar politicas protecionistas, segundo o texto http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1406. Com a vitoria do norte, tais politicas protecionistas foram implementadas?
se foram, esse não seria um caso no qual a intervenção estatal foi benéfica, pois veio a nascer a maior economia mundial?
grato
O instituto da heranca e uma coisa importante, faz com que as pessoas trabalhem mais e poupem mais,com o proposito de deixar sua prole em boa situacao. Se fosse habolida a heranca, por que eu ainda estaria trabalhando e, principalmene, poupando? Pegaria o que tenho e passaria a ser um curtidor e dispenderia o maximo possivel para deixar o minimo possivel para o governo. Se a heranca for abolida, o Sistema capitalista sofreria um baque irreparavel. As pessoas acumulariam bens ate certa altura da existencia e gastariam o acumulado no tempo restante.
Congratulations Ryan McMaken!
Discorreu com maestria sobre o tema. Entrementes a URSS sugava das riquezas acumuladas há séculos pelas nações contíguas. Agora com esse lance de “Pátria Grande” na América Latina e coadjuvando alguns países do Continente Africano, dado a sucessão de governos populistas [desenvolvimentistas]que ao longo do tempo foi detonando diversas economias domésticas, então coube ao Brasil que surfou na crista da onda do inchaço mundial, sob a batuta de sucessivos governos pró socialistas, dar a sua cota de sacrifício por meios nada convencionais [com aportes bilionários], a fim de dar sobrevida ao modelo soviético e que ora começa a cobrar o seu escorchante preço junto a incauta sociedade brasileira.
Não sou economista, e por isto considero fundamental dispor de argumentos mais acessíveis para debater com as pessoas sobre a inadequação das ideias socialistas, de centralização da economia nas mãos do Estado e de seus funcionários.
Assim, considero a ideia original de Mises, sobre a ausência do cálculo econômico nos regimes socialistas, com a consequente impossibilidade de planejamento econômico eficaz, um excelente argumento para debater com pessoas não especialistas. A grande maioria das pessoas entende a importância dos preços para a tomada de suas decisões no dia a dia e para o planejamento de suas vidas.
Sempre que coloco esta questão em debate junto aos “socialistas”, percebo que gero uma dúvida e incerteza em suas mentes. Quando alguns me respondem que caberia ao Estado decidir, de acordo com critérios políticos ou sociais, o melhor uso dos recursos para investimento, eu contraponho que o Estado nunca conseguirá prever e contabilizar as futuras tecnologias ainda não disponíveis, e que assim o regime socialista, mesmo que garanta condições básicas para a população, sempre vai perder a corrida tecnológica e da inovação.
Queria ver um político liberal assumir uma prefeitura e propor uma batalha.
Ele abriria o mercado de determinado setor e deixaria sua estatal concorrer com dois empresários.
Os indivíduos da cidade decidem quem ganhou.
OFF:
Mais uma vez alguém fornece um serviço melhor e o governo quer impedir:
oglobo.globo.com/rio/moradores-da-ilha-do-governador-criam-sua-propria-linha-de-barca-pela-baia-de-guanabara-16734299?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=O%20Globo
O socialismo não funciona, mesmo tendo educação de Harvard para todas as pessoas.
O socialismo dura tanto tempo, porque o povo tem medo de boicotar o governo. Se todas as empresas parassem de pagar impostos, o governo cairia no mesmo dia.
O Brasil está muito próximo do socialismo. O povo quer que o governo faça tudo e cuide de tudo. A maioria da população ainda acredita em serviços públicos. Quando a mídia está reclamando ou denunciando algum erro do governo, ao mesmo tempo está incentivando o inchaço do estado.
Ninguém aguenta mais pagar tanto imposto, sem ter nada em troca. Nem a justiça funciona direito. Como pode ter 40 mil processos por ano no STF ? É como se a decisão de um juiz de primeira instância fosse apenas um protocolo.
Tem muita gente que acredita em liberdade, mas apoia distribuição de renda. Eu não acredito em distribuição de renda. Esses programas tem muitas fraudes, e retiram dinheiro de quem produz e trabalha.
Não existe economia viável com um governo mamando nas tetas de quem trabalha. É como carregar chumbo no porta malas do carro. Essa proteção ao emprego feita pelo governo é bizarra. Isso é tirar dinheiro de quem produz, para entregar para quem errou ou investiu errado. É a destruição do sucesso para ajudar o fracasso.
A liberdade não deve ser encarada como um anti-socialismo. Se alguém quiser ser cliente do governo, o problema só diz respeito a ele. Quem acredita em governo, que pague seus impostos. Quem não acredita em governo, que seja responsável pela sua vida e não pague impostos. A liberdade deve proteger o indivíduo e não apenas ser contra o governo.
Gostei muito do artigo, é simples, direto e responde uma pergunta muito comum quando se diz que o socialismo é impossível. Minha única sugestão é que o autor poderia ter expandido mais esse ponto. Outro fator que permite que o regime soviético e países socialistas sobrevivam por mais tempo foi a capacidade da URSS e seus estados vassalos de “imitar” os preços de outros países onde havia maior liberdade econômica. Lógico que esses preços não refletiam as condições reais de oferta e demanda dentro do bloco soviético e o resultado era o caos dentro da economia. Tivessem os socialistas tido sucesso em estabelecer uma ditadura global, sem preços e referências para produzir, aí sim teríamos uma verdadeira impossibilidade de cálculo econômico.
Além disso muitos bens importados do Ocidente como calças jeans, discos de rock, alimentos e etc eram contrabandeados à URSS, algumas vezes através do mercado negro ou mandados de parentes refugiados no Ocidente a seus conterrâneos nos países comunistas, como agora fazem os refugiados Cuba que vivem nos EUA mandando produtos a familiares em Cuba.
Isso é o mais irônico de tudo, apesar de terem a economia mais controlada do mundo, é justamente nos países socialistas em que há o maior mercado negro. Mas nesse caso podemos até dizer que tais ações desses empreendedores na ilegalidade impediram uma desgraça ainda maior…
Não existe país 100% socialista nem 100% capitalista.
O grau de capitalismo restante sustenta o sistema até certo ponto.
Depois de certo ponto, todo sistema socialista entra em um processo de autofagia.
* * *
Perfeito. Isso mesmo. Não se destrói a riqueza de nação do tamanho do Brazil de uma hora para outra. Em dez anos ele conseguiram uma recessão nunca vista, a que começou neste ano.
Tem algum livro que tenha todos os argumentos dele? sou o tipo de pessoa que não consegue ler virtualmente
Além dos argumentos do texto, vale lembrar também que a própria União Soviética sob o Governo Brejnev no final da década de 60, “privatizou” (o nome correto seria Concedeu) mais da metade das fazendas que produziam alimentos.
O motivo de tal “absurdo” sob um regime comunista foi que houve uma crise agrícola durante o Governo Kruschev. Se o Kremlin não tivesse feito isso, com certeza teria ocorrido mais uma grande fome do mesmo modo que ocorreu em 1921-1922 na Rússia.
Além disso, vários estabelecimentos comerciais pequenos operavam tranquilamente no Mercado Negro. Os comunistas sabiam que se começassem a perseguir os comerciantes e produtores (como a Venezuela de Chávez fez), a economia soviética que já era estagnada, pararia de vez.
Considerando que os americanos acumularam uma riqueza equivalente a 10 vezes do seu pib,o Bernie Sanders precisaria de no mínimo uns 20 mandatos para transformar os EUA na Venezuela.
O texto está incompleto, faltou mostrar como funcionava a “economia paralela” no regime soviético e quem eram os seus agentes, que, segundo as estimativas mais confiáveis, controlavam mais de 50% do PIB.
O socialismo durou muito tempo na URSS porque o povo de lá era(e é) tão estúpido e invejoso das conquistas dos Estados Unidos da América e aliados que preferiram arruinar o próprio país a “dar o braço a torcer” para o Ocidente avançado. A Rússia é um país inviável, economicamente falando.
Acompanho o Mises a pelo menos 2 anos. Fico impressionado como volume de comentários aumentou bastante. É sinal positivo de que as pessoas estão mais abertas as ideias liberais, que por tantos anos foram oprimidas pelo discurso ” “politicamente correto” da esquerda.
Um fato que passou desapercebido a todos era que a Alemanha Oriental era mais comunista que a propria Russia , sendo natural do espirito alemão a obediencia às ordens . A economia da Alemanha Oriental tinha mais chances de sucesso que a propria Russia .
Assim , causou surpresa a descoberta que pouco depois da Alemanha Oriental desmoronar com a queda do muro de Berlim , haviam negociações entre grandes bancos ocidentais e o governo da Alemanha Oriental um empréstimo de 13 bilhões de dólares para comprar COMIDA.
Enquanto as condições climaticas da Europa naquela época eram favoraveis aos outros paises para produzir o suficiente , agricultura planejada e centralizada da Alemanha Oriental não conseguia alimentar o proprio povo.
Que garantias a Alemanha Oriental deu aos bancos para garantir os empréstimos ? Isto até hoje não foi esclarecido !!!
1 Como a URSS se sustentou com capitais acumulados sendo que todos os países citados (com exceção da Alemanha) eram pobres e não tinham capital algum?
2 Os Planos Quinquenais de Stalin tiveram exito para o crescimento econômico?
3 Poderiam me dizer quais eram os clientes da URSS que fizeram com que ela continuasse viva?
Ao meu ver, a URSS sobreviveu por tanto tempo justamente por não seguir o socialismo real, pois tinha presença de instituições – inclusive financeiras – que o próprio Marx condenava. Se de fato fosse o real, a economia teria entrado em colapso a muito tempo. Os Planos de Stalin até onde eu sei, não são encontrados em nenhuma das obras de Karl Marx. Seria uma espécie de Nacional Desenvolvimentismo que teria dado certo a curto prazo. Ou seja, o capitalismo – de uma maneira ínfima e distorcida – ainda esteve presente.
A explicação não se sustenta, ela afirma que a URSS durou tanto tempo porque foi gastando o capital gerado em tempos anteriores, com uma complementação de exportação de commodities. Como explicar o gráfico de crescimento econômico do país (é só procurar no Google que tem), se essa teoria fosse válida, a economia não deveria estar sempre em declínio (afinal, não se produziria riqueza real, e as exportações de petróleo e gás não sustentariam isso)? Como explicar as tecnologias (satélites, armamentos, aviões, máquina pesada…) que a URSS desenvolveu? Eu achei o artigo extremamente frágil, parte de um argumento que não se confirma e usa da teoria do Mises a partir de um prisma teleleológico.
A origem do Comunismo http://www.youtube.com/watch?v=y2CmPLxV26A
Lúcifer queria roubar a glória de Deus, e ocupar o Seu Trono no Reino dos Céus. Assim começa uma grande guerra.
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João escreveu sobre isso, dizendo…
"E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos;
Mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus.
E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele…"
"E ouvi uma grande voz no céu, que dizia: Agora é chegada a salvação, e a força, e o reino do nosso Deus, e o poder do seu Cristo; porque já o acusador de nossos irmãos é derrubado, o qual diante do nosso Deus os acusava de dia e de noite…"
Apocalipse 12:7-10
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Lúcifer seduziu e arrastou a terça parte dos anjos de Deus, criando para si, um partido político, para lutar contra Deus, a fim de tirá-lo do poder. É exatamente assim, agem os ditadores comunistas na face da terra. A história nos mostra as atrocidades e barbaridades que o comunismo já causou ao redor do mundo.
O filósofo grego Platão, por volta do século IV, defendeu um modelo de "comunismo". Os séculos se passaram e, dois homens decidem escrever a respeito de uma filosofia que tinha como principal objetivo, tornar a sociedade mais igualitária. Estes homens são KARL MARX e seu amigo, ENGELS.
O comunismo surgiu na Rússia, com um homem chamado LÊNIN. Desde então o mundo tem sido BANHADO DE SANGUE LITERALMENTE; por homens que lutam para chegar ao poder, usando a "FOICE e o MARTELO". E assim, vão guerreando, assaltando, destruindo propriedades, queimando bíblias, perseguindo cristãos, matando e torturando os seus adversários.
Essa é a verdadeira história do comunismo. Onde o socialismo se instalou, houve diversas tragédias, mortes bárbaras, fome e muita miséria.
O BRASIL NÃO PODE SE TORNAR UM PAÍS COMUNISTA!
SOCIALISMO É MALDIÇÃO!
Em lugar nenhum da face da terra, o comunismo teve sucesso. Pelo contrário, a filosofia do socialismo só gerou MASSACRES E GENOCÍDIO.
LENIN não conseguiu eliminar a pobreza da União Soviética, e matou milhares de pessoas.
STALIN assumiu o controle da União Soviética, e também nunca conseguiu eliminar a pobreza em seu país. Sendo covarde, ele matou milhões de pessoas.
MAO TSÉ-TUNG matou cerca de 70 milhões na China comunista.
POL POT exterminou 1/4 da população do Camboja.
HO CHI MINH matou centenas de pessoas na guerra do Vietnã.
IDI AMIN DADA matou milhares de pessoas na África.
FIDEL CASTRO e CHE GUEVARA, mataram centenas de pessoas em Cuba, e tinham o sonho de implantar o comunismo no Brasil.
– A Matemática do Comunismo
Na matemática do Comunismo só existem duas operações:
Subtração e Multiplicação.
Observe que, onde chega o Comunismo, Multiplicam-se:
A Fome, a Miséria, o Desemprego, as Tragédias, Corrupção, Lavagem de dinheiro, escândalos, sequestros e mortes.
E também, subtrai-se:
A Saúde, a Educação, o Progresso, A Paz, a Liberdade de expressão, a Liberdade religiosa, o direito de ir e vir, e o acesso á informação.
Essa é a Matemática de Karl Marx, Lenin, Stalin, Mao Tsé Tung, Hitler, Kim Jong Un, Xi Jinping, Fidel Castro, Nicolas Maduro, Evo Morales, Lula e Dilma! Essa é a Matemática do Comunismo!
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“Quando os justos governam, o povo se alegra.
Mas quando o ímpio domina, o povo geme”
– PROVÉRBIOS 29:2
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O COMUNISMO É UMA FARSA!
A verdadeira paz está na pessoa de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
E nenhum ditador poderá dar ao seu povo essa verdadeira paz!
Líderes e governantes, vem e vão, mas a Palavra de Deus é eterna e permanece para todo o sempre. Sem o Senhor Jesus, todas as nações estão debaixo de maldição.
Não importam quais sejam os planos de governo, ou as propostas de um político, para com as pessoas que nele esperam confiantes…
Jesus Cristo disse: “SEM MIM, NADA PODEIS FAZER” – João 15:5.
* Junior Omni
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Alguém poderia me recomendar um livro que resume a economia soviética ?
“ele ainda assim tinha à sua disposição uma farta quantidade de riqueza que podia ser consumida e redistribuída até ser completamente exaurida.”
Então 70 anos oi o tempo que a riqueza capital acumulado levou pra ser exaurida?
“O país deixaria de continuar acumulando capital e passaria meramente a consumir seu capital, mas poderia demorar décadas para dilapidar toda a riqueza já construída. ”
Quando os comunistas venceram na Rússia eles confiscaram os bens da igreja e de outras pessoas
Estão correndo nos noticiários as prisões dos manifestantes que foram invadir os prédios dos três poderes em Brasília, agora fica aqui um conselho para todos os que estão insatisfeitos com o sistema (o governo que veio pra ficar): não quebre nada e não ataque ninguém, não adianta fazer isso.
Quer saber a melhor forma de protestar? É se mudar do país! Como diz um velho ditado: “os incomodados que se mudem”, assim nós, parcela honesta e inteligente que sobrou deste povo, devemos nos preparar para imigrar, isso geraria muito mais impacto no governo do que esses protestos como os de Brasília porque cada indivíduo que deixa pra trás o país é um pagador de impostos a menos pro governo, gente, isso é muito melhor porque imigrar não é crime, não dá multa e o governo não pode fazer nada pra impedir, nem o Maduro conseguiu impedir centenas de milhares de venezuelanos de deixarem o país.
Eu estou me preparando para um dia sair da banania, não que aqui seja muito ruim, temos muitíssimos recursos naturais, o grande problema é a corrupção generalizada que está no DNA de + ou – 80% da população do país. Pra onde se olha tem algum ilícito, desde o armazém do seu Zé até Brasília, está em quase todo o lugar, e isso estraga o país e trava o crescimento econômico, portanto a imigração é o único caminho para os melhores brasileiros dentre nós, os de boa índole que ainda não se deixaram levar pela corrupção e inversão de valores, o infame jeitinho brasileiro de levar a vida, desse jeitinho aí eu quero distância!
Let’s go abroad people!
Psicologicamente, seu serviço é demasiado eficiente! Ele sabe, lamentavelmente, como mexer corações e mentes e mais recentemente, foi esperto em ser bem mais diplomático com os grupos minoritários, do que no século XX.
Acabo de ler em uma rede social um meme com gráfico pizza declarando que os ricos são endinheirados em 50% por herdarem fortunas e 50% em explorar os trabalhadores. Detalhe: o autor declara-se orgulhoso em ser LGBT+
30 anos atrás, tal segmento sequer pensava em política e apenas queria viver sua vida pacificamente; no século XXI, defendem ardorosamente que o papai sugar-daddy e amante Estado progressista inche e domine a sociedade inteira, enquanto estes usufruem de privilégios à custa dos demais.
Pobre mineiro diz ” Só tome cuidado com as idéias românticas acerca do exterior. Você já morou no exterior mais de 1 ano ?.
Dificilmente você será no exterior mais do que você já é no seu país e você perceberá que todos os problemas que você tinha apenas mudaram de nacionalidade. Isso gera frustração e faz muitos voltarem ao descobrir que eram muito mais brasileiros do que inicialmente imaginavam.”
FATO,A MAIS PURA VERDADE.
Eu percebi isso em 6 meses vivendo no exterior e quase voltei ao Brasil,só nao fiz isso pq tive contra tempos e vendo a situaçao do Brasil e a minha eu nao queria arriscar e queria aprender mais sobre outra cultura,vida e pais. E te falo. No começo sofri muito ate me estabilizar um pouco,hj estou melhor apesar de sofrer muito. É dificil se adaptar em outro pais,outra cultura e nos aprendemos tudo errado em bosso pais. Para crescer na vida sendo brasileiro tem que ter muita força,coragem e sabedoria. Muitos que conheço ou ficam poucos anos e retornam sem grandes patrimonio,sem aprender nada,outros vivem so para trabalhar,manda tudo para o brasil,chega no brasil e ou perde tudo ou a outra pessoa gasta tudo que o sujeito trabalhou,outros conseguem se regularizar no pais e vive bem e alguns conseguem fazer patrimonio no brasil,volta e fica bem. Mais,no fundo é tudo ilusao. O ideal é adquirir conhecimento e preparo psicologico. O resto é ilusao.
Por favor, ajude-me.
Esse texto é de um professor e gostaria de por a luz do mises, para manifestar-se. Só um expecator nato dos senhores e tenho aprendido muito aqui.
O Brasil está à beira da morte, quiçá o mundo todo. O demônio tem dois braços. O braço direito do demônio dentro da política e da economia se chama capitalismo amoral ou também neoliberal e o braço esquerdo é o Socialismo e o Comunismo.
Por que se trata de dois braços do mesmo demônio? Porque o sonho dos dois é destruir nosso senhor Jesus Cristo e a moral Cristã, chamada por eles de ilusão:
O capitalismo e o socialismo ou comunismo não são opostos entre si. São diferentes, mas não são antagônicos entre si. O comunismo/socialismo é na verdade o objetivo, a meta maior do capitalismo e a grande prova disso é que são os metacapitalistas, os donos de banco, os grandes banqueiros, que hoje financiam o comunismo/socialismo, pois com o empobrecimento geral das nações, eles querem que todos precisem do banco.
A diferença entre o capitalismo Liberal amoral e o socialismo/comunismo está no grau de fanatismo do desprezo e do ódio que cada um tem pelos valores cristãos. Enquanto o capitalismo Liberal é “indiferente” ao cristianismo, pregando a laicidade, isto é, a independência entre a política e a religião (que a gente sabe que é impossível), o socialismo/comunismo especialmente o socialismo atual, esse socialismo progressista, esse keynesianismo, é declaradamente satanista e promete perseguir e matar os cristãos como nunca. Se você não entende o que é isso na prática, eu recomendo você assistir o filme – Cristiada ou Cristeros, que narra o que aconteceu no México e querem repetir a mesma tragédia, com uma maior proporção no mundo todo.
Então o que o socialismo/comunismo usa como ferramenta principal no campo do convencimento do socialista/comunista é o engodo semântico de Antonio Gramsci. (Engodo é= armadilha. Semântico = é o uso de palavras com significados que não são o que os que achamos, não são o que entendemos – o politicamente correto/ o novilínguas ou nova língua).
Os Comunistas/socialistas tem um dicionário próprio, para enganar o povo . Enquanto nós entendemos por exemplo a palavra DEMOCRACIA, como o governo do Povo ou o governo da maioria das pessoas de uma nação, o socialistas/comunistas guiados por Antônio usam a palavra “democracia” como sinônimo de poder de quem é socialista. É por isso que acusam os conservadores de serem contrário a “democracia”. ( Ele sabem que os conservadores são Democráticos, eles sabem disso pelo menos a maioria dos conservadores atuais são favoráveis à democracia, mas como o significado tradicional de governo da maioria, governo do Povo. Mas como para eles, todos os não socialistas, portanto o contrário ao socialismo, nesta armadilha de significado, são antidemocráticos, ou seja anti comunistas) o significado é outro.
E quem os ouve, fica confuso isso também diz respeito por exemplo a palavra Inocência, usada por exemplo pelo Lula. Para o socialista/comunista, a palavra Inocência significa lealdade ao comunismo lealdade a causa deles por isso o Lula diz sempre que pode que – não há pessoa mais inocente que ele. E é engraçado, mas ele não está mentindo. Segundo o dicionário de Granmsci. Ele é um grande corrupto ele desviou bilhões, isso se tem provas e se sabe tudo que ele tem feito de ruim ou pelo menos aqueles mais informados sabe. A questão é que o significado é outro. Quando ele diz que não há ninguém mais inocente que ele, ele está dizendo – não há ninguém mais leal à causa socialista/comunista do que ele. Ou seja, vocês sabem que eu farei qualquer coisa, custe o que custar pela causa. E como engodo semântico não é de conhecimento de todos, como Antônio Gramsci não é de conhecimento de todos, como muitos ainda estão iludidos com aquela ideia de teologia da libertação de causa dos pobres, como isso tudo é falso, como isso é o engodo semântico e o Brasil era e é, a última resistência a esta nova ordem mundial socialista/comunista, financiada pelos metacapitalistas eu convido você conservador, você conservadora de fato, que se percebe pela causa da virtude, da verdade, eu convido você ao heroísmo da paciência e da diligência de informar os que estão iludidos com o socialismo/comunismo, devido a este engodo semântico, a estas armadilhas de significados. Todos devem saber sobre isto e com paciência, com gentileza – é a vida ou a morte do nosso país. Se o socialismo/comunismo conseguir enganar o povo, acabou o nosso país. Acabou a nossa liberdade, Eles estão queimando igrejas em todos os países onde se instalaram. Eles estão calando a liberdade de todos e onde eles estão. Portanto, eu convido você a este heroísmo de convencê-los por meio da Educação, do diálogo e com isso convidá-los a nos ajudar a salvar o país.
A salvar o Brasil. Como sugestão eu aconselho você a indicar o filme dos cristeiros por exemplo e as aulas da Brasil paralelo. Por incrível que pareça milhares de pessoas nunca ouviram falar sobre os cristeiros e é um fato histórico. Existe esse filme no YouTube. Adrmais, sem isso, sem este teu ato de heroísmo, sem esse teu ato de paciência de diligência, de trabalho de apostulado, não haverá um milagre, e sem um milagre para a virtude, para a liberdade, para o Brasil, para cristandade. Não deixemos isso acontecer. Façamos esse apostolado acontecer. E viva Cristo Rei!!!
Prof. André L. R. CARDOSO.
http://www.google.com.br/amp/s/g1.globo.com/google/amp/politica/ao-vivo/governo-pacote-economia-rombo-contas-publicas.ghtml?espv=1
1980; 1960; 1970… Não são décadas. Aprendi na escola primária, na década de 60, que década são intervalos de dez anos.