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Sete provas de que o governo faz mal à saúde

1. O governo cobra 41% de imposto sobre o protetor solar

Usar protetor solar é um ato simples para evitar câncer de pele, doença que
atinge 180 mil brasileiros por ano. Mas quem optar por seguir as recomendações
médicas e usar o produto terá que pagar
41% de imposto
(veja aqui
também
). Com os tributos, o protetor solar brasileiro é um dos mais caros
do mundo.

2. O governo proíbe remédios contra câncer (e prende quem os traz ao
Brasil)

A primeira regra do tratamento de câncer é que tempo é tudo. Quanto antes o
tumor for tratado, maior a chance de sobrevivência. Seria bom avisar isso para
a Anvisa. 

Há pelo menos onze remédios contra câncer já aprovados pelo FDA (a Anvisa
americana) e por agências europeias que não podem entrar no Brasil porque a
Anvisa tarda em
aprová-los. Essa burocracia está criando um mercado negro de
remédios no Brasil. Em março, uma operação da Receita
Federal
combateu o crime terrível, cruel e hediondo de trazer remédios
importados a doentes brasileiros.

3. Campanha contra o agasalho

A Campanha do Agasalho todo mundo conhece, mas pouca gente sabe que há no
Brasil uma campanha com o objetivo contrário: cobrar mais de quem quer se
proteger do frio.

Desde 2012, o governo sobretaxa
em 97%
o valor dos cobertores vindos do Uruguai, Paraguai e da China. O
motivo da sobretaxa é que os produtos são muito baratos, e poderiam ameaçar
fabricantes nacionais.

4. A Anvisa dificulta a importação de equipamentos médicos
modernos

Até 2010, clínicas e hospitais interessados em adquirir máquinas e
equipamentos mais modernos podiam importar qualquer produto que tivesse alguma
certificação internacional. De repente, porém, decidiu-se que somente
equipamentos certificados pela própria Anvisa entrariam no país.

Detalhe: a
agência demora em média quatro anos
para analisar e certificar equipamentos
que já são usados em todo o mundo.

Hospitais que em 2015 quiserem comprar equipamentos que emitem menos
radiação só podem escolher os lançados até 2011.

5.  Carro mais seguro paga mais imposto

Em 2011, montadoras da Ásia chegaram ao Brasil oferecendo carros com airbags
duplos e laterais e freios ABS, na mesma faixa de preços dos “peladões”
nacionais.

A reação do governo não foi aplaudir ou celebrar a inovação, mas sobretaxar
os veículos para que eles deixem de competir com os das montadoras nacionais.
Até hoje, as importadoras não voltaram ao patamar de vendas anterior. (Ver aqui, aqui, aqui e aqui)

6. O governo restringe o número de médicos no país

O Brasil tem 2
médicos por mil habitantes
, e boa parte deles concentrados em grandes
cidades. É menos do que a meta do Ministério da Saúde (2,5 por mil).

Como piorar esse quadro? Dificultando a criação
de cursos de medicina.

Desde
2013
, para se abrir uma nova turma é necessário esperar que os funcionários
do Ministério da Educação lancem um edital autorizando o negócio. Um menor
número de médicos significa, por oferta e procura, serviços piores e preços
maiores por consulta.

7. O governo proíbe cigarros que provocam menos câncer

Cigarros
eletrônicos
têm dez vezes menos substâncias cancerígenas que cigarros
comuns e não produzem fumaça, apenas vapor, sem prejudicar a saúde de quem vive
perto de fumantes.

Por isso os “e-cigarettes” são febre no mundo todo — com exceção da Turquia
e do Brasil.

Desde
2009
, a Anvisa proíbe a venda do produto por aqui. O mais incrível é que os
diretores da Anvisa dizem que têm como objetivo aprimorar, e não atrapalhar, a
saúde no Brasil.

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74 comentários em “Sete provas de que o governo faz mal à saúde”

  1. Wellington Kaiser

    Texto muito bom, superlight para pessoas que tem preguiça de ler textos grandes. Também pode servir de chamariz para outras ideias do Mises. Ótimo pro pessoal compartilhar no facebook.

  2. A ANVISA se acha melhor que o FDA americano e proíbe a comercialização de inúmeros fármacos e princípios ativos aprovados nos EUA, Europa e até mesmo pela rigorosíssima agência japonesa….”por falta de estudos” dizem eles….desprezando conclusões científicas de estudos dos melhores centros de pesquisas e universidades do mundo….

  3. Eu incluiria como “Menção Honrosa”, os altos impostos sobre medicamentos, e também a grande vontade dos políticos de manter estes impostos, com a vergonhosa desculpa de que “resultaria em impacto negativo sobre os orçamentos estaduais e municipais” e que também a “redução de tributos não resultaria em redução de preços”.

    Basta lembrar que, o partido da senadora que disse tais vigarices, conseguiu um recorde de vendas de automóveis e eletrodomésticos, porque simplesmente reduziu os impostos.

    A vigarice desta gente é algo sem precedentes.

    “agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2014-11/senado-rejeita-pec-que-zerava-os-impostos-sobre-medicamentos

  4. Henrique Zucatelli

    ANVISA: Oficialização de cartéis. Não pagou comissão para eles, esquece. Você pode ter o melhor produto do mundo que eles engavetam.

  5. Incrível pensar que a simples extinção da ANVISA (sem ser substituída por nada) reduziria gastos governamentais inúteis e ainda seria melhor para saúde do brasileiro.
    Impressiona o nível de arrogância dessas pessoas.

  6. OFF (mas nem tanto):

    http://www.mirror.co.uk/news/uk-news/kate-middleton-royal-baby-preparations-5510786

    O link acima sobre o nascimento na realeza britânica, diz que ela usou um hospital privado. Onde estão os defensores da saúde pública britânica que aparecem aqui de vez em quando?

    Acho que se fosse tão bom assim ela usaria o sistema público, é claro que se a criança tivesse qq problema o sistema pública simplesmente deixaria morrer, mas os defensores preferem ignorar…

    Obrigado.

  7. Lenadro Narlock,

    Gostei muito das informações principalmente pelas fontes, coisa que não foi possível no post da revista VEJA. Muito bem !!!

    Abraços.

  8. Gosto dos seus artigos, mas com relação ao item 6, você está redondamente enganado. Hoje, o Brasil é o campeão mundial em número de faculdades de medicina.

    pt.wikipedia.org/wiki/Faculdades_de_Medicina_do_Brasil

  9. Pela primeira vez me sinto resistente a algo postado aqui no blog.

    Estudo para prestar vestibular em medicina e sei que muitas faculdades de medicina começaram a ser criadas no interior para preencher essa falta, porém apresentando um curso de péssima qualidade, reprovado em diversos exames (exames elaborados pelo governo, eu sei).

    Essa medida do governo visa combater essas faculdades ruins que estão abrindo em todo lugar e que sempre contam com vários desinformados para preencher as vagas, porque, afinal, é um curso de medicina de qualquer jeito, e as faculdades boas são muito concorridas.

    Sou leitor ávido do blog e sei que o governo no Brasil erra em praticamente tudo que faz.

    Portanto, alguém ve outra solução para o problema???

    Acho que a mera competição entre as faculdades pelo aluno não adianta muito, visto que muitos não ligam para a qualidade do curso só porque querem ser médicos de qualquer jeito, mesmo não tendo competência e vocação para isso.

    Aguardo resposta! Obrigado!

  10. Alexandre (SEP)

    Um projeto que poderia ser proposto frente a Anvisa serio de que todo medicamente ou equipamento aprovado nos EUA e Europa fosse automaticamente aprovado aqui.

    Que tanto que a Anvisa é melhor que a FDA?

  11. a prova que o livre mercado é melhor pra saúde é fácil de se perceber quando olhamos para os dentistas brasileiros. O serviço melhorou exponencialmente e os preços são acessíveis no Brasil. Motivo: não são protegidos nem pelo governo nem por sindicatos

    blogoacari.blogspot.com.br/2014/07/dentistas-brasileiros-sao-melhores.html

  12. Descordo do pessoal que fica dizendo que FIES e PROUNI fomentou de forma extrema a criação das ditas “uniesquinas”.
    O que aconteceu foi uma universalização ao acesso ao nível superior, isto é, uma camada bem maior da sociedade passou a ter acesso a universidade.
    Isso quer dizer então, que aquele pessoal que estudou nas péssimas escolas publicas no ensino básico são os que tendem a ir para essas “uniesquinas”. Pois, salvo algumas miseras exceções, quem estudou nessas terríveis escolas publicas, dificilmente vão conseguir concorrer por uma vaga em uma universidade publica ou ter dinheiro suficiente para bancar uma particular de maior qualidade.
    Já a maioria que entra nas universidades publicas e particulares de conceito, foram justamente os que estudaram em escolas particulares de altíssima qualidade no ensino base.

    Sei que os ancaps não gostam da ideia do voucher ou coisa similar, mas se ao menos as escolas publicas de ensino básico fossem privatizadas e quem não tivesse $ poderia usar algum voucher e/ou linha de crédito, já seria um salto enorme, não apenas de modelo quanto de qualidade. Lógico que tal modelo não é perfeito mas é muito melhor do jeito que está atualmente.
    E tal modelo não impede que sejam feitas reformas pró-mercado na educação, até pelo contrario são essenciais.

  13. Eu sou masoquista com esse negócio de imposto. Eu sempre olho na nota fiscal do super mercado e fico maluco. Este fim de semana um Gatorade e um pó de suco ficou 5 reais, o imposto na nota mostrava 32%. O Governo diminui muito o poder de compra das pessoas.

  14. Dalton C. Rocha

    O artigo escreve: “6. O governo restringe o número de médicos no país

    O Brasil tem 2 médicos por mil habitantes, e boa parte deles concentrados em grandes cidades. É menos do que a meta do Ministério da Saúde (2,5 por mil).

    Como piorar esse quadro? Dificultando a criação de cursos de medicina.

    Desde 2013, para se abrir uma nova turma é necessário esperar que os funcionários do Ministério da Educação lancem um edital autorizando o negócio. Um menor número de médicos significa, por oferta e procura, serviços piores e preços maiores por consulta. “

    O autor,Leandro Narloch por acaso está então aplaudindo, a iniciativa de Lula, que mandou criar centenas de novas “faculdades de medicina” nos oito anos de governo dele. Graças ao Lula, hoje o Brasil tá formando mais médicos que os Estados Unidos, que tem 50% mais população, que o Brasil. Acabamos de achar mais um grande lulista,
    Leandro Narloch. Por sinal, fica provado, que Leandro Narloch é lulista do pior tipo, que é o enrustido. Será que ele quer que o Brasil tenha o nível de médicos de habitantes, comparado a Cuba, o país com maior número de médicos por habitantes do mundo? Por que será que em Cuba sobram “médicos cubanos” prontos a emigrarem para os cafundós do judas, no Brasil e ganharem a “fortuna” de R$2.500 mensais? É que em Cuba, se ganha muito mais sendo motorista de taxi, que “médico cubano”. Nos hospitais de Cuba, há décadas, falta até esparadrapo para os doentes. Nem Fidel Castro, se trata com nenhum “médico cubano”. Lula e Dilma, só se tratam no Hospital Sírio-Libanês. Achar que o governo vai melhorar a saúde pública mandando (já mandou) criar centenas de fábricas de diplomas de médicos é pseudo-capitalismo. Tão pseudo-capitalismo quanto alegar que ao se deixar, que se um sujeito imprima notas falsas de dólares, como defesa da liberdade de empreendimento e da liberdade de imprensa. O artigo presente no site http://www.horadopovo.com.br/2015/03Mar/3329-20-03-2015/P8/pag8a.htm do jornal-lixo “Hora do Povo” tem coisa menos ridícula que o item seis deste artigo, que tem como o artigo http://www.horadopovo.com.br/2015/03Mar/3329-20-03-2015/P8/pag8a.htm coisas até corretas e interessantes.
    Que Leandro Narloch peça a Deus, para que ele não morra sendo atendidos pelos médicos de araque, que Lula mandou fabricar em massa, nesta fábricas de diplomas de médicos de modelo cubano, que ele mandou abrir por todo o país.

  15. [OFF]
    Notícia interessante pra esfregar na cara e uns e outros aqui que vivem dizendo que os gigantes capitalistas estão protegidos da concorrência com sua estrutura e capital monumentais e que o livre mercado cria uma oligarquia inabalável.
    Só quem não precisa se preocupar com concorrência e vicissitudes do mercado são os apaniguados do governo.

    Após seis trimestres consecutivos de queda nas vendas, McDonald’s luta para rever estratégia e recuperar clientes.

  16. Me dá calafrios toda vez que vejo um jornal reverberar o discurso do governo de “procure um médico” quando tratam da automedicação.

    O correto mesmo é orientar a população a procurar primeiramente informar-se sobre o remédio que pretente-se tomar (“conheçam os medicamentos mais comuns”), bem como os males mais comuns em sua região e sua familia.

    A orientação deveria ser de procurar um profissional apenas em caso de duvida ou situações mais sérias. Afinal, a maioria da medicação utilizada no país é medicina antiga, que atendem a males comuns, coisa que qualquer avó (ou farmaceutico da esquina) poderia indicar ao neto.

    Esse “informar-se” deve ser feito também quando o remédio é receitado por um médico. Afinal, é exatamente o que se faz quando, por exemplo, um mecanico indica a troca de uma peça no seu automovel. A primeira coisa que se faz é certificar-se se realmente é necessário tal intervenção, pois mecanico pilantra é o que mais se tem no mercado.

    Médico não é diferente de mecanico, e o seu carro e seu corpo não são muito diferentes quando se trata de cuidados.

    Da mesma forma que se procura saber os problemas mais comuns que afetam um modelo de carro que se adquiriu bem como os cuidados que ele exige, deve-se ter igual atenção aos males comuns em sua familia e região.

    Isso lhe poupará muita dor de cabeça pagando caras consultas pra se informar de uma condição (e solução do problema) que sua vó poderia lhe orientar de olhos fechados. E de graça.

  17. Não é sensato repetir esse EMBUSTE de que a carga tributária é de quase 40% do PIB.
    Isso é consequência de uma mentira repetida insistentemente tornar-se verdade, mais propriamente ser considerada verdade em vez de assim tornar-se.

    O cálculo do PIB é um embuste em si. “calcula-se” com base em movimentações e sob critérios se não pérfidos pelo menos fajutos. Não é preciso nem ir muito longe quando o próprio autor afirma que em média há uma carga tributária de 69% sobre as empresas.

    Fosse o PIB uma real medida de produção de bens e serviços e a fórmula não poderia ser mudada ao sabor dos interesses do momento. Aliás mudanças constantes sempre em benefício do Poder estatal. A carga chegava aos 40% qdo sob Lula alterou-se o “cálculo”. Ademais vejamos como avaliar produção SUPERFATURADA nos PARCOS e PORCOS serviços que o Estado presta, seja lá por que critério vagabundo for???

    Um cálculo de PIB poderia ser um parâmetro válido para se aferir VARIAÇÕES e não quantitativos pretensamente reais.

    Sem contar que pilantroficas estatísticas podem ser manipuladas ao sabor de interesses safados do Poder estatal. Aliás a meretríssima pesquisa do IPEA afirmando que 2/3 dos brasileiros são favoráveis ao estupro de mulheres provocantes (subjetivo esse provocante, mas nem que ficassem peladas tal ocorreria) foi apenas mais uma canalhosa forma de lançar a pecha de “SOCIEDADE MALVADONA PRECISA da ILUMINAÇÃO ESTATAL”. Mais uma propaganda política para inferir que a TAR DI SOCIEDADE PRICISA da TUTELA ESTATAL SÁBIA e MORALMENTE SUPERIOR.

    Tal fraude vagabunda levada a termo por um orgão estatal (deve ser o intestino/anus) de grande credibilidade, como todos os demais, foi apenas mais um arroubo idiota de imbecis querendo ser mais realistas do que o rei. Acharam que tal lhes garantiria beijos e abraços da alta hgierarquia estatal. No fim, como a IMBECILIDADE SUPEROU QUALQUER VESTÍGIO de BOM SENSO, o “tiro” saiu pela culatra e SÓ E SOMENTE SÓ FOI ADMITIDO O “ERRO” POR CONTA de SER UMA ASNEIRA, UM EMBUSTE, TÃO SEM VERGONHA QUE MELHOR DESMENTI-LO A BEM DE ALGUMA CREDIBILIDADE.

    Quando falamos em IMPOSTOS não falamos de dinheiro ou quantidade de moeda. Afinal o governo pode emiti-la quanto desejar e o BC a fabrica em segundos por caminhos atualmente menos calhordamente diretos.

    Ora impostos significam que a renda daqueles que produziram, todos juntos, certa quantidade de bens e serviços não se equivalerá, todas somadas, ao montante de bens e serviços úteis disponível. Ou seja, o GOVERNO COBRA IMPOSTOS PARA REDUZIR A CAPACIDADE DE CONSUMO DAQUELES QUE PRODUZIRAM BENS E SERVIÇOS ÚTEIS:
    – Se a quantidade de moeda retida após descontados os impostos é inferior ao total dos preços de bens e serviços disponíveis, isso significa que SÃO AQUELES QUE RECEBERAM OS IMPOSTOS QUE IRÃO CONSUMIR ESSA DIFERENÇA NESTES BENS E SERVIÇOS DISPONÍVEIS.
    – OU SEJA:
    IMPOSTOS TRANSFEREM CONSUMO DOS PAGADORES PARA OS RECEBEDORES DE IMPOSTOS, E NÃO APENAS DINHEIRO/MOEDA.

    O grande erro dos ditos economistas é raciocinar com base em moeda e não com base nos bens e serviços consumiveis ou aproveitáveis.

    Porém, há outra questão oculta que é a INFLAÇÃO de MOEDA (representação de CRÉDITO contra a sociedade) que leva a uma elevação um tanto generalizada de preços. Isso acontece exatamente porque FABRICANDO MOEDA/DINHEIRO DO NADA, SEM LASTRO NA PRODUÇÃO, a quantidade de créditos contra a produção da sociedade fica maior do que a quantidade de bens e serviços disponíveis e por tal os preços tendem a subir a fim de equilibra quantidade de créditos contra produção com a quantidade de produtos disponíveis. Claro que tudo depende do que os recebedores de impostos mais consomem com esse EXCEDENTE de CRÉDITO. Porém, isso acaba influenciando NOS CUSTOS de outros bens e serviços que assim são instados a subir seu preço por conta da pressão nos custos. Esse processo não é aferível ou facilemnte aferível. A inflação de preços assim se reflete a posteriori das emissões de créditos falsos e nunca imediatamente refletida nos indices apurados e também passiveis de manipulações por EXPURGOS e aferições duvidosas em benefício do Estado todo poderoso e senhor dos exércitos.

    Ou seja, há os créditos provenientes dos impostos contra a sociedade e ainda os creditos “fabricados” igualmente para prover o consumo dos recebedores do Estado. Assim eles sacam maior quantidade de bens e serviços da sociedade do que aquela que seria possível apenas através dos impostos EXTORQUIDOS ou tomados da população produtiva. (Ah! essa egoísta e malvada sociedade que precisa da superioridade moral e da sabedoria do Estado seu senhor e arbitro).

    Fora isso temos ainda que mesmo as pesquisas sobre influencia de impostos sobre os produtos não é uma aferição precisa e deve-se apenas à parcela aferível mais diretamente. Por exemplo uma empresa e seus produtos são tributados. Porém, aferir-se carga sobre os produtos não confere precisão possível no que tange a alvarás, IPTU e o imposto de renda inclusive que incide sobre o aluguél pago pela empresa ao locador que paga IR, bem como IPTU de seus funcionários, IR sobre o aluguél que estes pagam e etc.. OU SEJA, JAMAIS se poderá aferir com precisão o montante de impostos que os bens e serviços carregam em si embutidos.

    Quanto a alegação sobre o tamanho do PIB como medida de quantidade efetivamente produzida é uma GRANDE e descarada FRAUDE!!! …tanto que tudo depende de critérios arbitrários que podem fazer o PIB crescer ou diminuir ao sabor dos interesses do momento.

    Qual o valor da produção da burocracia estatal superfaturada???

    Enfim, o assunto é longo e complexo para tentar destrinchar em um comentário.

    Não por acaso o governo gosta de divulgar a proporção da arrecadação em comparação com o FAJUTO PIB ALEGADO, segundo a dinâmica metodologia.
    Certamente que a carga tributária passa fácil dos 50% e muito provavelmente supera com folga os 60%. Ou seja, há efetiva exploração ou COLONIZAÇÃO DA SOCIEDADE POR PARTE DO GOVERNO. Isso para não usar o termo preciso que seria ESCRAVIDÃO, já que o Estado obtém sua renda através da COERÇÃO e não em trocas voluntárias.

    A SOCIEDADE PRIVADA É COLÔNIZADA, na verdade escravizada, PELO ESTADO!!! …Nada diferente da colonização de um pais sobre outro (certamente pior).
    O Estado extrai, SOB AMEAÇA DE MAL MAIOR, AS RIQUEZAS PRODUZIDAS PELA SOCIEDADE PARA SEREM CONSUMIDAS GOSTOSAMENTE PELA HIERARQUIA ESTATAL.
    Se os escravos pudessem participar da escolha de seus senhores, isso não faria com que deixassem de ser escravos, sobretudo se os senhores candidatos fossem previamente escolhidos segundo critérios arbitrários estabelecidos segundo as conveniências escravocratas.

    ================================================================================

    Quando o governo TOMA o dinheiro que os produtores de bens e serviços (pessoas juridicas e físicas) trocado pelos bens e serviços produzidos, o governo/Estado esta DE FATO

    REDUZINDO A CAPACIDADE DE CONSUMIR DAQUELES QUE PRODUZIRAM os BENS E SERVIÇOS DISPONÍVEIS no MERCADO.

    Este é o objetivo do Estado expropriar o dinheiro em mãos dos produtores que trocaram seus bens e serviços por moeda (representação de crédito contra o mercado ou sociedade).

    Através desta expropriação de moeda o Estado reduz a capacidade de consumo dos produtores para que aqueles que RECEBEM do ESTADO estes CRÉDITOS EXPROPRIADOS possam adquirir s bens e serviços que não poderiam ser adquiridos por falta de moeda dos PAGADORES de IMPOSTOS para adquiri-los.

    Até tudo bem: o montante de moeda expropriada é do exato tamanho dos bens e serviços que “sobrariam” por estarem A MAIOR do que a quantidade de moeda dos PAGADORES de IMPOSTOS.

    OCORRE que quando o Estado FABRICA MOEDA/dinheiro do nada ELE se FAZ CAPAZ de CONSUMIR DA SOCIEDADE/MERCADO AINDA MAIS DO QUE AQUILO QUE ELE ARRECADOU VIA EXPROPRIAÇÃO.

    Ou seja, além do montante arrecadado através da expropriação via impostos os RECEBEDORES de IMPOSTOS TERÃO POTENCIAL PARA CONSUMIR MAIS AINDA DO QUE O MONTANTE EXPROPRIADO.

    Assim, este excedente de moeda/dinheiro FABRICADO do NADA, ira disputar com o dinheiro/moeda nas maso dos pagadores de impostos um uma parcela dos bens e serviços disponíveis na sociedade/mercado.

    ESSA DISPUTA por essa parcela de BENS e SERVIÇOS FARÁ COM QUE OS PREÇOS destes bens e serviços SE ELEVEM PARA ADEQUAREM A OFERTA À DEMANDA!!!!!

    ESSE ROUBO DISFARÇADO CAUSA EMNORMES DISTORÇÕES NO MERCFADO E EXATAMENTE POR ISSO A INFLAÇÃO DE MOEDA PROVOCA DIFICULDADES NA GERAÇÃO DE RIQUEZAS E EMPÓBRECIMENTO GENERALIZADO DOS PAGADORES DE IMPOSTOS.

  18. Dalton C. Rocha

    “Recém-formado erra o básico no “provão”

    Exame de avaliação reprova mais da metade dos jovens em SP, mas não impede ninguém de exercer ofício
    DE SÃO PAULO
    “Eu tenho medo de médico hoje. E olha que dou aula há 30 anos.” A frase de Segisfredo Brenelli, presidente da Abem (Associação Brasileira de Educação Médica), arrancou risadas da plateia no 2º Fórum a Saúde do Brasil, promovido pela Folha, mas reflete bem o atual cenário da formação médica no país.

    Em vigor há dez anos, o exame de avaliação do Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) tem reprovado mais da metade dos recém-formados em medicina no Estado de São Paulo –que concentra algumas das melhores escolas médicas do país.

    Segundo Bráulio Luna Filho, presidente do Cremesp, os estudantes erram questões básicas sobre atendimento inicial de vítima de acidente de trânsito ou de ferimento por arma branca, pneumonia, pancreatite aguda e pedra na vesícula.

    Apesar de ser exame obrigatório para obtenção do registro do CRM (Conselho Regional de Medicina), mesmo quem vai mal nele não é impedido de exercer a profissão. O conselho não pode, por força de lei, condicionar o registro ao resultado da prova.

    A taxa de reprovação é ainda maior nas escolas privadas: 65,1% contra 33% nas escolas públicas, conforme dados do “provão” de 2014. As instituições mais novas são o maior problema, segundo Luna Filho. “Não tem uma escola aberta nos últimos dez anos que tenha tido resultado bom no exame.”

    Segundo os especialistas, o número elevado de cursos de medicina dá margem a discrepâncias em todo o país, como cursos de medicina coordenados por profissionais de outras especialidades e escolas que cobram caro pelas mensalidades sem oferecer formação de qualidade.

    “Antes, era preciso ser um bom médico para ser um bom professor de medicina. Hoje, já não precisa ser nada”, afirma Brenelli, da Abem.

    Para Mario Dal Poz, professor do Instituto de Medicina Social da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), a avaliação de alunos, além de ser ferramenta para as próprias escolas aprimorarem o ensino, tornou-se uma necessidade pública, uma medida protetiva para a sociedade.

    “Já são 250 escolas, sendo que 70 delas, mais recentes, ainda não formaram nenhum médico. Aquelas com mais de seis anos já formam mais de 20 mil médicos por ano.”

    O tipo de avaliação necessário não é um consenso. Tanto governo federal quanto CFM (Conselho Federal de Medicina) e Abem defendem que os alunos sejam avaliados periodicamente durante o curso, e não no final.

    “Defendemos um teste de avaliação contínuo, não no final. Mas o CFM não desqualifica o exame do Cremesp”, diz Mauro Ribeiro, vice-presidente da CFM.

    (LCAUDIA COLLUCCI) ” > www1.folha.uol.com.br/fsp/especial/219124-recem-formado-erra-o-basico-no-quotprovaoquot.shtml

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