A era das
trevas, a era da veneração do estado — mais especificamente, a sangrenta era
do comunismo, do nacional socialismo, do fascismo e do planejamento central —
infelizmente não ficou restrita apenas aos livros de história. Os fenômenos
ocorridos nos últimos cinco anos ao redor do mundo mostram que a liberdade e o
bem-estar da humanidade estão sob sério risco de voltar a ser esmagadas pelos
governos. E o que é pior: dessa vez, planeja-se um ataque coordenado em
escala mundial.
Nunca foi
tão necessário conscientizar as pessoas da realidade e reafirmar nossa lealdade
à liberdade humana, que é a base da prosperidade e da própria
civilização. Para isso, é necessário o repúdio geral e incondicional a
todas as forças ideológicas que se opõem a ela.
Os
primeiros ataques empreendidos pelos inimigos da liberdade vieram ainda no
início do século XX, com a Primeira Guerra Mundial e a Revolução
Bolchevique. Esses dois eventos acabaram com a esperança e o ânimo de
toda uma geração de liberais clássicos, pois interromperam de forma sangrenta e
dolorosa séculos de progresso rumo à paz e à liberdade. Aqueles homens
entenderam algo que hoje nós próprios ainda não entendemos: os momentos da
história humana caracterizados pelo conforto, pela segurança e pela
prosperidade infelizmente são raros.
E a
realidade é que, para as massas, a história do último milênio foi uma história
de fome, escassez e doenças. Na Inglaterra do século XII, por exemplo,
ocorria uma crise de inanição generalizada a cada 14 anos. Do século XIII
ao século XVII, a escassez de alimentos aparecia a cada 10 anos. Já nos
dias de hoje, quando se fala em ‘tempos difíceis’, isso nada tem a ver com surtos
de fome, inanição e doenças letais — exceto em países da África, onde não há
nem resquícios de capitalismo. Esses episódios, comuns àquela época,
mataram dezenas de milhões, e obrigaram as pessoas a comer cachorros e cascas
de árvores.
E mesmo
aqueles que não sofriam com a fome também não viviam com conforto. Para a
maioria das pessoas, as casas eram minúsculas, com um buraco em seus tetos de
junco e palha para permitir que a fumaça saísse. As cidades tinham apenas
uma bomba d’água, que era a fonte de toda a cidade. A rede sanitária era
precária, e surtos de lepra, escorbuto e tifóide eram coisas comuns e
esperadas. As pessoas se consideravam abençoadas quando seu filho
conseguia sobreviver ao primeiro ano de vida, e eram muito poucos os adultos
que passavam dos 30 anos de idade.
Oportunidade
econômica era algo desconhecido, assim como a ideia de se ter uma prosperidade
material em contínuo avanço. A primeira ruptura nessa longa história de
sofrimento aconteceu com o surgimento das sociedades comerciais da Espanha e do
norte de Itália, e depois com a revolução industrial na Grã-Bretanha. As
pessoas passaram então a fugir em manada do interior rural em direção às
fábricas. Hoje os historiadores dizem que as condições de trabalho nessas
fábricas eram deploráveis, com longas e duras horas de trabalho. Sim, mas qual o padrão de comparação? As condições eram ruins comparadas a quais
outras? A alternativa para a maioria das pessoas era viver como um indigente
ou como uma prostituta — ou morrer de fome nas áreas rurais.
Muito pouca
atenção é dada aos heróicos proprietários das primeiras fábricas. Eles
geralmente eram pessoas humildes, que incorreram em enormes riscos empresariais
e que reinvestiam seus lucros na expansão das fábricas, em benefício dos
trabalhadores.
Eles
conseguiram abrir suas fábricas mesmo sob forte oposição das elites já
estabelecidas, que não queriam concorrência e que os acusavam de estar enchendo
a cidade de “gentalhas” e “ralés”. O único apoio
intelectual que esses empreendedores tinham vinha dos economistas liberais
clássicos, que perceberam que essa iniciativa empreendedorial representava
liberdade e prosperidade para o homem comum.
O que
estava sendo produzido nessas fábricas? Não eram bens para a nobreza, mas
vestuários e equipamentos utilizados pelas pessoas comuns para melhorar sua
vida diária. Como disse Mises, essa foi a primeira vez na história em que
a produção em
massa foi feita para as massas.
A população
da Inglaterra dobrou no século seguinte à Revolução Industrial — prova
evidente de que tal revolução expandiu dramaticamente o padrão de vida das
pessoas comuns. Em nossa geração também pudemos testemunhar uma extraordinária
evolução da livre iniciativa sempre e onde quer que a
liberdade tenha sido permitida. Apenas considere que, em 1900,
a expectativa média de vida no mundo era de 30 anos. Hoje, essa
média é maior que 65. É isso o que explica o extraordinário aumento da
população global.
Mas qual
foi a causa fundamental dessa revolução? O desenvolvimento econômico, que
nos trouxe alimentos abundantes, boa nutrição, saneamento e um grande avanço
medicinal. E, no entanto, analise nosso comportamento atual: simplesmente
assumimos que restaurantes, bares, lanchonetes e supermercados com enormes
variedades são coisas comuns, que sempre existiram e sempre existirão.
Ficamos irritados quando acaba o estoque de picanha do supermercado, e sequer
tocamos na alface que já murchou na prateleira. Deveríamos ter em mente
que somos apenas a terceira ou a quarta geração na história do mundo que tem
acesso rotineiro a essas coisas “banais” todos os dias do ano.
E qual é,
por sua vez, a causa de todo esse desenvolvimento econômico? Essa tão
vilipendiada instituição chamada capitalismo,
uma palavra que significa nada mais do que liberdade de gerir a sua
propriedade, de fazer trocas voluntárias e de inovar. O capitalismo se
mostrou o mais espetacular motor do progresso humano, e sua expansão foi a
maior ideia dos últimos séculos. Todo o conforto material de que
desfrutamos hoje devemos à economia de mercado, que talvez seja o menos
compreendido e mais atacado alicerce da vida civilizada.
Mas por que
o capitalismo, a economia de mercado e a liberdade, com todos os seus
benefícios intrínsecos e óbvios, precisam de uma implacável e inflexível defesa
intelectual? Por causa de declarações como esta:
A legitimidade do capitalismo global como sendo
o sistema dominante de produção, distribuição e trocas será erodida ainda mais,
até o nervo central de seu sistema…; embora os vilões já tenham sido
abundantemente apontados, todo o problema central está na dinâmica desse
sistema capitalista global, desregulado e voltado para as finanças.
As palavras
acima são do sociólogo e economista Walden Bello, mas em
nada diferem das palavras normalmente proferidas por Paul Krugman, Joseph
Stiglitz, acadêmicos, intelectuais e por todos à esquerda, à direita e ao
centro. Certamente, essa convicção de que o problema está no sistema de
mercado é acolhida gostosamente por todos os burocratas que atualmente regulam a
economia e provavelmente por quase todos os professores universitários
mundiais.
“O
capitalismo precisa de consciência”, dizem em uníssono, pois de outra
forma acabará sendo consumido pela “ganância destrutiva” dos
capitalistas. Alan Greenspan, o responsável-mor pela crise
financeira, concorda entusiasmadamente,
acrescentando que quando a ganância torna-se “infecciosa”, ela
desestabiliza os mercados.
“Esse
capitalismo desregulamentado tem de acabar”, esperneia a mídia, sempre
desnorteada, exigindo que os governos e seus bancos centrais assumam o controle
(o qual nunca abandonaram) e apliquem regulamentações punitivas ao mercado,
dando-lhe uma “consciência” e acabando com essa “ganância
infecciosa”.
A maior
regulação das economias e dos mercados financeiros é apenas o começo. Os
gastos governamentais e as dívidas dos governos ao redor do mundo estão em
franco descontrole. Clamores por mais protecionismo já estão sendo
atendidos em vários países. O estado policial já está atacando os
indivíduos que ousam manter sua segurança e privacidade. Países que até
então zelavam pela privacidade de seus habitantes — como a Suíça — foram
abertamente ameaçados pelas grandes potências, que consideram intolerável a
ideia de sigilo bancário, e tiveram de
ceder à ameaça. Com a arrecadação não
acompanhando o aumento dos gastos, políticos ameaçam colocar na cadeia
empresários sob qualquer suspeita de ‘sonegação’, que nada mais é do que o
pecado supremo de querer manter para si os frutos de seu próprio trabalho.
Vamos
deixar de lado nesse artigo todas as evidências (relatadas aqui e aqui) de que o atual
colapso econômico é uma consequência óbvia da intervenção governamental na
moeda, nos juros, nos mercados de crédito, bem como da própria regulação dos
mercados financeiros. Em vez de nos centrarmos nessas obviedades, vamos
nos concentrar apenas nas críticas e protestos feitos pelos que defendem mais
regulamentações.
Eles dizem
não querer erradicar a economia de mercado e nem substituí-la pelo socialismo;
eles querem apenas melhorá-la, deixá-la mais transparente, torná-la mais
honesta e salvá-la de si própria. Essa é a argumentação favorita dos
moderados, que se dizem a favor do mercado, mas contra um capitalismo sem
controles. (A óbvia contradição entre mais controle estatal e mais honestidade
e transparência é algo que aparentemente lhes escapa).
A pergunta
fundamental que deve ser feita a essas pessoas é: vocês acreditam que o
capitalismo é maculado pelos pecados dos indivíduos — sendo que, nesse caso,
nenhum sistema social poderia ser melhor, uma vez que todos são compostos por
indivíduos pecaminosos –, ou vocês acreditam que há um pecado intrínseco ao
capitalismo em si e que este pode ser suprimido pelo estado?
A resposta
deles é óbvia. Afinal, se estamos falando de pecados individuais, o
mercado foi brutal em sua punição. Da mesma forma que, durante a expansão
artificial fomentada pelo crédito fácil, as pessoas ignoraram preocupações
básicas como histórico de crédito, viabilidade dos investimentos e
rentabilidade das empresas, tão logo a expansão chegou ao fim e deu-se início à
recessão, o mercado logo se prontificou a fazer uma caça àquelas empresas e
pessoas que cometeram erros, que investiram no que não deveriam e que deram
dinheiro para quem não podia pagar. O grande problema é que este expurgo
não pôde ser completado em decorrência das intervenções governamentais e de
seus infindáveis programas de socorro, tanto por meio do aumento dos gastos
quanto por meio da redução dos juros.
Não importa
se o problema foi ganância, erro ou apenas um mau prognóstico, os mercados são
implacáveis. A bancarrota será o resultado. Os governos podem
apenas postergar o inexorável. Que
estejam utilizando dinheiro dos pagadores de imposto para tentar adiar os
problemas e salvar empresas com boas conexões políticas é algo que, além de
imoral, trará resultados maléficos mais pra frente. Nenhuma instituição —
e certamente não o governo — tem um maior desejo de se corrigir a si própria
do que o mercado.
Entretanto,
se você acredita que há algum pecado no cerne do capitalismo, então de fato não
faz sentido permitir que o mercado se policie a si próprio. Você
certamente irá querer deixar tal serviço para políticos e burocratas. A
consequência será inevitável: uma vez que os reguladores estiverem livres para
“corrigir” a economia de mercado, não haverá fim à quantidade de
falhas e defeitos que a classe política — para proveito próprio — irá
descobrir e tentar corrigir.
O resultado
final serão mercados restringidos e aleijados até o ponto em que não
conseguirão fazer o que supostamente devem fazer. Na melhor das
hipóteses, teremos uma sociedade imóvel, burocratizada e paralisada, com
escassez de inovações e oportunidades, tendo de sustentar um estado
assistencialista improdutivo e recheado de corrupção política. Isso, por
sua vez, irá infectar toda a mentalidade das pessoas, encorajando uma atitude
de dependência e de resignação, algo contrário ao espírito empreendedor, que é
o que traz desenvolvimento.
E isso — a
cultura da dependência — é também um dos maiores problemas da atualidade,
gerado justamente pela difusão de ideias anticapitalistas e estatizantes. Por exemplo, dentre as principais objeções à
idéia de uma sociedade de mercado está a de que os mais incapazes serão
deixados para trás, ficarão pobres e não terão ninguém para cuidar deles. Uma resposta fácil a essa questão seria dizer
que a caridade privada poderia cuidar disso; no entanto, quando olhamos ao
nosso redor, vemos as instituições beneficentes fazendo apenas tarefas
comparativamente pequenas. O setor simplesmente não é grande o suficiente para
cuidar da parte que o governo se omite em fazer.
É aqui que
se requer imaginação. O problema é que as atividades do governo inibem as
atividades privadas e reduzem os serviços do setor privado para níveis menores
do que seriam em um livre mercado. Antes da era do assistencialismo, as instituições de caridade do século XIX
formavam uma vasta operação cujo tamanho era comparável ao das maiores
indústrias. Elas se expandiam de acordo com as necessidades. Eram em grande
parte supridas por igrejas através de doações, e a questão ética estava lá:
todos davam uma porção do orçamento familiar para o setor caritativo. Uma
freira como Madre
Cabrini chegou a cuidar de um
verdadeiro império beneficente.
E então
veio a era progressista, e a ideologia mudou. A caridade passou a ser
considerada um bem público, algo a ser estatizado. O estado começou a invadir
um território até então reservado ao setor privado. E à medida que o
assistencialismo estatal cresceu durante o século XX, o tamanho comparativo do
setor privado diminuiu. Vejam a situação
trágica de Europa, justamente o continente que deu à luz aos serviços de
caridade. Hoje, poucos europeus doem para a caridade porque todos têm a crença
de que esse é um serviço para o governo. Além do mais, tendo que pagar impostos
abusivos, realmente não sobra muito para doações.
Parece
absurdo ter de dizer isso, mas a legitimidade do capitalismo não está em
questão. Não fosse a misteriosa persistência desse viés
anticapitalista, já estaria perfeitamente claro para todos que as únicas
instituições que devem ser seriamente questionadas atualmente são os governos (reguladores,
tributadores, burocráticos e protecionistas) e seus bancos centrais — estes, os
causadores da bagunça; aqueles, os inibidores da recuperação.
Pense bem na
histeria que vivenciamos nos últimos cinco anos, a quem direcionaram a culpa e
a quem pediram soluções, e você terá a perfeita definição de um mundo às
avessas. É algo não apenas incrível, como também assustador. A
economia de mercado criou uma prosperidade incomensurável e, década após
década, século após século, gerou miraculosos feitos de inovação, produção,
distribuição e coordenação social. Ao livre mercado devemos toda a nossa
prosperidade material, todo o nosso tempo de lazer, nossa saúde e longevidade,
nossa enorme e crescente população e praticamente tudo o que chamamos de
vida em si. O capitalismo, e apenas o capitalismo, salvou a
humanidade da pobreza degradante, das enfermidades desenfreadas e da morte
prematura.
Na ausência
da economia capitalista e de todas as suas instituições essenciais, a população
mundial iria, com o passar do tempo, definhar até uma pequena fração do seu
tamanho atual, sendo que o que sobrasse da raça humana seria sistematicamente
reduzido à subsistência, comendo apenas o que pudesse ser caçado ou
acumulado. Mesmo a instituição que é em si a fonte da palavra civilização
— a cidade — depende das trocas e do comércio, e não poderia existir sem
isso.
E isso é
apenas para mencionar os benefícios econômicos do capitalismo. Mas o
sistema também é uma expressão de liberdade. Ele não é exatamente um
sistema social; ele é o resultado natural de uma sociedade em que os direitos
individuais são respeitados, em que as famílias, os negócios e toda forma de
associação podem se desenvolver sem coerção, roubo, guerra e agressão.
O
capitalismo puro protege o fraco do forte, e garante liberdade de escolha e de
oportunidade para as massas que antes não tinham outra opção senão viver em um
estado de dependência em relação àqueles que detinham os poderes políticos.
Compare o
histórico do capitalismo com o do estado, que, apenas no século passado, matou centenas de milhões de
pessoas com seus campos de concentração,
suas guerras e com a fome provocada tanto pela economia planejada quanto
deliberadamente, como estratégia política. E o próprio histórico do tipo
de planejamento central que agora está sendo imposto ao mundo é totalmente
abismal.
Sempre que
o estado tentou erradicar alguma coisa — desemprego, pobreza, drogas, ciclos
econômicos, analfabetismo, crime, terrorismo –, ele acabou gerando mais
daquilo, muito mais do que seria gerado caso ele não tivesse feito
absolutamente nada.
O estado
nunca criou nada de bom. Foi o mercado quem criou tudo. Mas se a economia
entra em recessão e o desemprego sobe, o que acontece? Os principais
intelectuais se assanham e saem propagando novamente que a Revolução Bolchevique
foi uma ótima ideia, ainda que os resultados não tenham sido bem aqueles que os
idealistas desejavam. Todos começam a dizer que devemos repensar todas as
bases da própria civilização.
Em toda
sociedade há ganância, fraude e roubo. Nas sociedades socialistas, quando
esse tipo de comportamento é denunciado — não obstante a regra nestas
sociedades seja a luta contínua e sanguinária pelo poder –, poucos se
importam. Alguns até atribuem isso aos resquícios de pensamento
capitalista. Agora, quando esses vícios são denunciados em economias
relativamente livres, a gritaria é inevitável: acabem com a liberdade de troca
e coloquem o estado no comando!
Por fim,
voltando à pergunta original: por que o capitalismo, a economia de mercado e a
liberdade, com todos os seus benefícios intrínsecos e óbvios, precisam de uma
implacável e inflexível defesa intelectual?
Considere
a descrição que Ludwig
von Mises fez da cultura intelectual predominante em 1931, quando o mundo ia se
afundando na depressão econômica:
O sistema econômico capitalista, que é o
sistema social baseado na propriedade privada dos meios de produção, é hoje
rejeitado unanimemente por todos os governos e partidos políticos. Mas
nenhum acordo foi feito em relação a qual sistema econômico deve substituí-lo
no futuro. Muitos, embora nem todos, veem o socialismo como o objetivo
final. Eles teimosamente rejeitam o resultado do exame científico da
ideologia socialista, o qual demonstrou a impossibilidade econômica do socialismo. Eles se recusam a aprender com os
experimentos socialistas da Rússia e de outros países europeus.Entretanto, considerando-se os objetivos das
atuais políticas econômicas, parece haver um completo acordo entre as
partes. A finalidade é um arranjo econômico que supostamente represente
uma solução conciliatória, um “meio-termo” entre socialismo e
capitalismo. Não há a intenção de abolir a propriedade privada dos meios
de produção; a propriedade privada poderá continuar existindo, embora sendo
regulada, controlada e tributada, e tendo suas aplicações direcionadas pelo
governo e por outros agentes do aparato coercivo do governo. Com relação
a esse sistema intervencionista, a ciência econômica demonstra com indiscutível
lógica que ele é contrário à razão; demonstra que essas intervenções, que
objetivam moldar o sistema, jamais poderão cumprir os objetivos que seus
proponentes esperam alcançar, e que cada intervenção terá consequências
inesperadas e indesejáveis.
Após Mises
ter escrito isso, o fascismo se intensificou na Itália e o Terceiro Reich começou
seu programa de extremo intervencionismo, militarismo e
protecionismo na Alemanha.
O New Deal chegou
aos EUA e tudo terminou em uma
guerra mundial e em um holocausto. Quanto você acha que as coisas
realmente mudaram de lá pra cá? O ódio ao mercado deve ser retaliado com
a defesa da liberdade, em todas as gerações. Não é nenhum exagero dizer
que nossas vidas dependem disso.
Cansado de discutir com alguns místicos sociais a respeito da África, resolvi que seria melhor mostrar-lhes isto. Aqueles místicos sociais se recusam a ver, mas está aí a prova. A solução pra distanciar a África da miséria:
http://www.bedia.co.bw/article.php?lang=pt&id_mnu=2
Ola a todos, bom não concordo com o argumento de que o cpitalismo seja um sistema benefico para a humanidade, pois é um sistema que não tem por objetivo o conforto do pova mas sim a parametrização dos “bens” para fins de comercio,como a propriedade privada não nos prepara para as intempreres da natureza ou do tempo e não nos inspira realmente a evoluir. Concordo que o capitalismo foi indispensavel na evolução humana pois foi o catalizador que nos mostru o caminho para novos processos de produção e gerenciamento; Ao mesmo passo que tambem nos escravisou de inumeras formas tamto que não sabemos viver sem ele. Mas nada disso importa pois se o capitalismo não for trocado não haverá um futuro, afinal nosso planeta não suporta mais o nosso consumismo desesperado, O fato é que a humanidade esta gastando os recursos que temos para produção de bens de consumo para sustentar o capitalismo quando deveria estar gerenciando os recurços a fim de mante-los até que encontremos novas soluões. fora o fato é que por conta dos lucros as impresas retardam o lançamento de descobertas para poderem cobra cada pequena melhoria, as impresas de produtos médicos não fazem pesquisas de doenças que são tipicas de lugares muito pobres pq não lucrariam com as vendas, fora o fato de que se descartarmos os crimes passionais todos os outros tem origens no capitalismo e ou na propriedade privada.
Quem disse que mudamos? o mundo continua o mesmo que era na época dos egipcios a piramide de classes continua la os pobres ainda são pobres e ricos ainda são ricos. o que mudou? ah! Hoje temos conforto! Você! mas o mundo não funciona se só uns estão bem! A prva é que o capitalismo esta desmoronando, e agora é mantido por medidas de um grupinho que lucra sozinho! as custas do suor de metade do planeta que trabalha e não tem nada. pois não são beneficiados pelo sistema!
Este artigo devia ser uma leitura obrigatória em todas as escolas!
O capitalismo é responsabilizado por erros que são intrínsecos do ser humano e que em geral se manifestam ainda mais em economias intervencionistas e socialistas.
O consumismo não é incentivado pelo capitalismo (que baseia-se primariamente na poupança e não no consumo), trata-se de uma falha humana que é estimulada pelos governos para aumentar a arrecadação.
Esse artigo me lembrou este outro: “O que o capitalismo não é”
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1578
* * *
Não duvidando de que o capitalismo tenha proporcionado prosperidade e dado origem a industria mas apenas fazendo um questionamento.
Se antes dos primeiros industriais surgirem havia miséria e desemprego em abundancia, mas as leis e a burocracia eram as mesmas, nao foi então a INDÚSTRIA que provocou essa melhora na vida das pessoas?
O que eu acho interessante também em pessoas como o Marcos é o pseudo altruísmo.Eles implicam ao sistema a questão da falta de igualdade de condições, sendo que em nenhum momento se diz que é dever ou promessa do capitalismo que todas as pessoas serão “felizes e confortáveis para sempre”, como outros sistemas sociais o fazem.Mas essas mesmas pessoas justamente são as que estão pouco se lixando para com o próximo, pelo contrário, se juntam em grupos de “policiamento material”, movidos pela inveja, criticando quem tem mais do que eles, ao invés de se preocuparem com quem tem menos do que eles próprios.Vai ter gente pobre no mundo?Sim.Vai ter gente miserável?Sim.E isso não será culpa de ninguém, muito menos do sistema.Agora, se respeitado as premissas do livre mercado e da propriedade privada, a incidência desses casos será sensivelmente menor do que a que temos hoje.
OFF: Prezados, alguma recomendação de texto/artigo/livro que retrate bem aspectos econômicos da década de 80?
Pelo bem do planeta,o capitalismo precisa ser superado!somente socialismo pleno irá nos salvar!diga o não ao amor ao lucro,a burguesia se desespera com o bem estar do/povo cubano,onde existe,saúde e educação gratuita e de alta qualidade.
Viva che,viva Fidel,viva maduro!um outro mundo é possível!
Olá a todos,
Algumas colocações/dúvidas:
– Por exemplo, no Brasil, somos uma democracia, a maioria elege o governo. Partindo do princípio que todos buscam/escolhem o que percebem como melhor(o que é instintivo a todo ser vivo), por que a maioria da população escolhe repetidamente um governo que tem se mostrado contra este capitalismo citado aqui? Só consigo ver um único motivo que é não estar satisfeito com o outro modelo, correto? Esta maioria deve classificar este modelo melhor para seu bem-estar. Então este capitalismo não deve ser a melhor opção para esta maioria, pelo menos aqui no Brasil, correto?
Gostaria de entender isto um pouco melhor, parti do princípio que o modelo de governos anteriores eram mais próximos do sistema citado no artigo.
Obrigada
Mesmo considerando que o capitalismo é o melhor sistema economico existente, não podemos deixar de considerar que deveria haver uma regulação dos estados para garantir o correto uso dos recursos naturais, a nivel ambiental e de poluiçao, nem vale a pena falar no que se está a passar sem que os governos não façam o suficiente a nivel mundial para os nossos filhos ainda terem um planeta minimamente habitavel para herdarem… Atualmente a nossa sociedade vive dos frutos do sucesso do capitalismo e vive do consumismo (exagerado)… O sucesso do capitalismo e da sociedade de consumo vai bater rapidamente de frente com os recursos naturais finitos do planeta. Necessitamos de capitalismo, mas também necessitamos de bom senso e de regulação estatal (mas séria) relativamente os recursos naturais.
Nao concordo!
Capitalismo nao é invensao. Capitalismo é DESCOBERTA!
Invensao é o socialimos. Gente inventando coisa que nao da certo.
Admiro o site, mas ainda eu sou a favor de governo.
So que acho que os governos de hoje tem um defeito: sao monopolicos (ou Oligopolios, formando um cartel: voce governa daqui atè la, eu daqui até ai). E que nem todo monopolio, ao nao ter concorrencia fica na zona de conforto, nao tem motivo para melhorar, para progredir, para procurar mais clientes.
Imaginem um pais onde voce pode escolher diferentes tipos de governo, nao por eleicao, mas por escolha propria. Voce é comunista por exemplo, e decide entrar para o mundo do comunismo. Voce doa todo seu dinheiro a um “caixa unico” daonde cada um poe de acordo a suas possibilidades (todo seu dinheiro) e retira de acordo a suas necessidades. Beleza, participa quem quer, acho fantástico.
Tem outras pessoas que podem achar isso um absurdo, entao entram no grupo dos socialistas, doam “somente” 50% do seu salario, e alem disso quando compram carros e demais coisas superfluas pagarm um imposto de 100% do valor para contribuir, recebem escolas de graca, saude, e tudo isso.
Esses grupos podem fazer o que querem, podem se auto-prohibir de comprar coisas de outros sistemas, mas nao podem obrigar voce a entrar, nem a sair.
Seriam que nem grandes familias ou grupos de afinidade.
Tenho certeza que funcionaria bem melhor cada grupo, já que so participaría quem quer, e nao quem é obrigado que nem hoje.
Acredito que esse sería o verdadeiro mundo libertario.
“…heróicos proprietários das primeiras fábricas. Eles geralmente eram pessoas humildes, que incorreram em enormes riscos empresariais e que reinvestiam seus lucros na expansão das fábricas, em benefício dos trabalhadores.”
Que meigo… Tadinhos dos empreendedores inaugurais… Eram verdadeiros altruístas…
Confesso que às vezes não sei quais discursos soam mais distantes da realidade, os de radicais que se dizem liberais, corrente da qual me sinto parte, ou dos radicais socialistas/marxistas etc.
O capitalismo teve uma grande vantagem em relação ao que existia porque barateou produtos, criou outros. Enfim, a produção em massa.
No entanto, não podemos creditar no capitalismo tudo de bom que aconteceu desde o seu início. O capitalismo foi consequência do iluminismo, mas devemos creditar ao iluminismo a busca pela ciência, progresso e avanços em geral, e não ao capitalismo.
Como é de se esperar, o capitalismo nada mais é do que um meio de produzir; ele, por si só, não inventa nada, pois é imaterial. Quem inova são pessoas. O capitalismo consegue sim espalhar com rapidez estes avanços, mas não passa disso.
Os avanços que permitiram a construir as primeiras máquinas a vapor, depois a eletricidade, avanços na química e na física e a revolução médico-sanitária, não foram “invenções capitalistas”, mas foram grupos de pesquisa formados em universidades europeias os responsáveis pelos avanços. No século XX, projetos militares pesquisaram sobre satélites e internet; transistores e as ciências em geral, tudo isso nasceu fora do mercado.
São raras as empresas que investem pesado em inovação pelas próprias pernas, pois isso daria um retorno incerto. Por isso, elas montam laboratórios em universidades, e deixam a bolsistas o trabalho sujo de desenvolver tecnologia, comprando o conhecimento como uma commodity qualquer.
Mas voltando às origens do liberalismo, a liberdade econômica realmente não existia, por causa das oligarquias ligadas ao Estado, que sabotavam tentativas de iniciativa individual. Quando houve condições na Inglaterra para que o Estado financiasse os primeiros empresários, e cercasse os campos para forçar o movimento de pessoas em direção às cidades, começou essa tal de liberdade econômica.
Mais de dois séculos se passaram. Críticas aos estados à parte, o liberalismo não foi um jogo de soma zero. Foi um jogo de soma 10 aos mais pobres, mas foi um jogo de soma 1000 aos mais ricos. Liberais e libertários assumem que essa é uma faceta que deverá continuar. É impossível, no liberalismo, acabar com a desigualdade. Nem é mesmo possível revertê-la, e vocês sabem disso. O capitalismo (com ou sem estado) é um jogo piramidal, onde sempre a ponta vai ficar mais rica, mesmo que a base melhor um pouco de vida. Sim, pobres ficam com uma condição um pouco melhor do que antes, mas a longo prazo, quem vai mandar mesmo no mundo são uns poucos.
Dito isso, o liberalismo tinha antes a Igreja e o Estado como empecilhos à liberdade econômica. Superada a liberdade individual, o Estado tem um jogo de amor e ódio com o sistema capitalista. Enquanto uns dizem que o Estado intervém na propriedade ao taxar, existem outros que dizem que se não fosse o Estado, não haveria condições para florescimento da liberdade econômica, tais quais a defesa da propriedade, a até mesmo a existência de uma mão-de-obra barata e educada. No fim das contas, o Estado acaba sendo uma força coercitiva, tal como a Igreja foi.
Mas agora vem meu ponto principal. Se a Igreja e o Estado foi/é algo que atrapalha a liberdade, o socialismo propõe que o Capital* também tornou-se uma destas forças. [*Por Capital, leia-se concentração de riqueza junto com a inacessibilidade pela maioria aos meios de produção].
O socialismo não é a “ideologia da inveja”, pois entende que em um sistema onde há muitas empresas (e os profissionais liberais, microempresários e cooperativas representam uma fatia mínima do sistema) quem realmente produz são os empregados, na maioria dos casos. Eles não são pagos totalmente pelo fruto do seu trabalho, mas a ideia nem é que sejam pagos. Se entende que a riqueza, na forma de lucro, deve sim ser gerada… mas não ficar em mãos privadas. A riqueza gerada hoje é a maior da história, no entanto ela gera iates e joias, ao invés do mais básico e necessário.
Isso acontece porque as pessoas são recursos como outro qualquer, e se há alguma fórmula que faça chegar na eficiência de Pareto, ninguém se importa em que nível está o salário ou o desemprego. A teoria subjetiva do valor desconsidera completamente quem não tem poder de compra. A economia torna-se um leilão. Só que a economia deveria servir às pessoas, e não as pessoas à economia!
Redistribuição de renda da social democracia não resolve o problema! O que é preciso é redistribuir a riqueza (e não a renda). Se a humanidade gera riqueza, deve ser dada a qualquer pessoa a oportunidade de produzir a partir desta riqueza, não apenas a quem possui propriedade dos meios de produção e do conhecimento.
O único jeito é a coletivização, primeiro do conhecimento, depois dos meios de produção como um todo. Não digo estatização, pois isso a história mostrou que não funciona. Mas a economia deve voltar para as pessoas. A única lei que deve existir é a lei da oferta e da procura. E deixar que as pessoas produzam. A mais importante proposta é juntar o conhecimento em uma rede única, aberta e colaborativa, reunindo universidade, indústria e qualquer um que queira colaborar. Teríamos um avanço nas ciências e na cultura sem precedentes, ao mesmo tempo libertando as pessoas do pesado fardo de terem que “se virar”, entrar na parte de baixo da pirâmide, ter que poupar, para depois concorrer com os grandes. As pessoas são criativas e colaborativas por natureza, não egoístas. Imagine quando o capital humano for libertado de vez do capitalismo, e cada ideia puder ser desenvolvida em sua plenitude.
Pode ser impossível acabar com mercados, principalmente para atividades altamente especializadas… mas o BÁSICO, como alimentos e habitação, saúde/educação poderiam ser produzidos com a teoria do valor-trabalho. A “produção em massa” e a “melhor utilização dos recursos” capitalistas seriam mantidas, e portanto seria impossível “concorrer” em um suposto mercado negro, tal como aconteceu nos lugares onde o socialismo está incompleto.
A produção colaborativa de software já mostrou que pode ser melhor do que o mercado, e agora temos as impressoras 3D, que poderão acabar em um piscar de olhos com várias indústrias. Ao termos modelos para vários produtos jogados na rede via copyleft, as coisas deixarão aos poucos de terem valor de troca, e se aproximarão cada vez mais de seu valor de uso. Caso essa “peer production” seja aplicada a vários ramos da economia, o capitalismo será insustentável no longo prazo.
“Liberdade econômica”, na nossa opinião, é isso. Não é liberdade para alguns, é liberdade a todos. E aos que dizem que coletivismo anula o indivíduo, se as premissas estiverem corretas, esse sistema será muito mais vantajoso AO INDIVÍDUO do que o atual.
Penso eu que os libertários no geral deveriam parar de usar o termo CAPITALISMO e começar a usar o termo LIVRE MERCADO,ou outro termo porque capitalismo já é um termo altamente deturpado e para um esquerdista, parece ser impossível de assimilar isto.
Offtopic: alguém com mais conhecimento de TI pode opinar a respeito dessa novidade? Quando escuto falar em algo que pode dificultar o controle do governo sobre a internet já fico todo feliz 🙂
O que acho bom é os esquerdistas falaram “o povo pode comprar carro, ou celular ou tv ou geladeira, pode ir pra faculdade” E fico com aquela de paisagem, e fico pensando Carro é fabricado e melhorado por empresas privadas, assim como os motores, os cambio, pneus, air-bags, som, roda. Tv idem e todo o resto e fico onde entra o governo nessa, alem de dificultar a importação e cobrando impostos altíssimos, elevando o preço final e prejudicando o pobre que vê seu dinheiro indo embora em impostos, além de beneficiar as “empresas companheiros” com incentivos. Olharmos para os pobres indo para faculdade, ver os em sua maioria para faculdades privadas, ou seja o mercado viu uma oportunidade e aproveitou. O cidadão falou sobre uma possível teoria de que a indústria farmacêutica retarda alguns remédios, mas esquece que essa mesma criou remédios importantes que salvaram a vida de milhões. A iniciativa privada eleva a vida das pessoas, lhes oferecem mais conforto, lhe oferecem opção, mas o governo que não lhe dá saúde, educação ou qualquer outra coisa, é considerado o salvador da pátria, não dá para entender.
Saudações, o socialismo até até que tem umas propostas interessantes, mas acontece que o capitalismo tem aquelas televisões de 57 polegadas………
Escutei isso no PODCAST CAFÉ BRASIL, eu ri muito.
Quem ainda não leu, deveria ler AYN RAND,[i]A Revolta de Atlas[/i, o coletivismo romanceado, anúncio do fim dos tempos, há sinais reais.
O socialismo é a antítese do capitalismo. Ele defende a barbárie, o crime, o roubo, a prostituição, a corrupção, a miséria etc., mas revestido numa linguagem do bem, do progresso, da proteção do indivíduo. Ele rouba aquilo de bom que o capitalismo representa e apresenta o livre mercado como a raiz de todos os males.
Acho que é preciso agressividade no discurso dos defensores do único sistema em que a liberdade pode existir, o capitalismo.
O desmascaramento do que o comunismo\socialismo de fato representa é extremamente simples: basta apresentar os fatos! O que foi o comunismo na União Soviética e países que foram vitimados pelo IMPERIALISMO vermelho, como vivem chineses, norte-coreanos e cubanos ainda hoje, a herança comunista em Angola, Vietnã.. Falta fazer circular esses informações , educar as pessoas simplesmente mostrando-lhes a realidade. Sei que isso está bastante complicado pela ação das esquerdas, mas deve ser uma luta de liberdade ou morte, pois é isso que está em jogo.
Lembrem-se de que o comunismo sempre teve um projeto de domínio global. A própria ONU é um antro de comunistas, a União Europeia idem, ou seja, se o comunismo vencer, vencerá em escala internacional. O governo mundial em gestação será socialista, totalitário e usará de toda a tecnologia disponível para exercer seu controle sobre os cidadãos do planeta. O que afirmo pode ser facilmente comprovado, basta que leiam, por ex., os documentos da ONU e UE. A infame Agenda 21 é um projeto de larga escala, está sendo implementada mundialmente, e põe sob tutela da ONU tudo o que existe no planeta, água, ar, recursos minerais, transportes…Vejam que a ideia de SUSTENTABILIDADE tão alardeada pela mídia e repetida por idiotas úteis, como um que postou aqui dizendo o capitalismo está “esgotando o planeta”, já se tornou senso comum. Impostos globais brevemente serão impostos para sustentar a burocracia da ONU, com seus ministérios UNESCO, OMS, OMC etc. Interessante que, nas Seis Lições, Mises cita a ONU como uma solução (se não me engano) em relação a protecionismo, na criação de uma legislação mundial contra esse problema. Mas acho que aí ele acaba ajudando o projeto das Nações Unidas. A ONU precisa ser desmoralizada!!! É dominada por comunistas e sua legislação foi criada por comunistas como Alger Hiss…O problema, meus caros, é muito mais abrangente.
FOTO FEIA, ÁRVORES SÃO NATURAIS, ESSAS CAIXAS DE SAPATO NÃO!!!!!!!!!!!
O que acho na discussão socialismo e capitalismo principalmente em nosso pais brasil onde se imaginam socialista alguns com praticas capitalistas e consumistas., e o capitalista que é capitalista e pronto vive de seu capital especulativo ou construtivo que afinal também o são os mais defendidos principalmente quando os governos de esquerda que chegam ao poder nunca se parecem tanto não hà luz a esta discussão principalmente com a classe politica de nosso país e com a farta juventude do século vinte hum alheia as discussões politicas vemos isto nas escolas e nas universidades , mas por favor sem o esquerdismo barato e dominante que são alheios a modelos reais e verdadeiros, E que só mantem rótulos e praticas que não sejam o consumo desenfreado e a falta da formação tanto de ensino fundamental em péssimo nível logo veremos que o acadêmico também segue o mesmo caminho ou seja não tem caminho com direção firme de propósitos politico diciplinador e construtivo da sociedade que precisamos e que o País necessita como nosso governo , logo tanto o povo quanto a classe estudantil é manobrada ao sabor de interesse da minoria que não sabemos quem é como sempre foi onde o interesse publico não existe o desenvolvimento da nação como formação de alto nível não existe como plano de governo e a nação sendo desenvolvida na marra sem o devido planejamento porque sem a inteligência da formação técnica acadêmica País nenhum se desenvolverá principalmente no ponto em que chegou a humanidade informática mecatrônica nanotecnologia, e sem este preparo e serio compromisso de nossos governantes e do nosso povo que também se omite as necessidades da transformação seja por falta de oportunidade do bom ensino e seja por falta de cobrança aos governos e com mudanças significativas em quadros políticos de nosso País vejo que continuamos e por muito tempo sermos principalmente das massas desqualificadas ao modelo que o brasil precisa e que continuamos como sempre sendo grande massa de manobra e sem o avanço necessário, acho que não é nem uma coisa nem outra os modelos políticos são meramente de interesses para determinados grupos políticos que almejam e dominam o poder seja ele de esquerda ou de direta (são meramente rótulos) o poder esta nesta rotulação que não tem mais cabimento principalmente em nosso País que vejo o povo distante mais muito distante desta realidade necessária.
Texto completamente mentiroso, claramente quem o escreveu está prestando um desserviço à educação. O capitalismo, durante anos, gerou exploração, pobreza, fome e escravidão, e isso já foi irrefutavelmente demonstrado por Marx (o qual, junto com Keynes, destruiu completamente a ideia de um livre-mercado). Hoje o trabalhador brasileiro está, graças a Deus, protegido pela CLT. Não fosse ela, já teríamos pessoas desesperadas trabalhando por salários irrisórios. O neoliberalismo afunda completamente qualquer país em que seja implementado. No Brasil de FHC, não mudou em absolutamente nada nossa situação, aliás só piorou, com as inúmeras privatizações que colocaram nossas riquezas nas mãos dos estrangeiros. No Chile, a situação foi tão intensa que o povo tempo atrás saiu às ruas implorando por um governo de esquerda. Aqui no Brasil, só houve crescimento econômico durante o mandato de Lula (esse sim genuinamente se preocupava com os mais pobres). A única forma de nosso país ficar rico é com mercantilismo pesado e moeda desvalorizando, pois só assim as indústrias nacionais se desenvolverão e isso gerará emprego e melhoria na qualidade de vida. Parem com esses devaneios de ”laissez-faire”, isso é só desculpa de quem quer um Estado fraco que fique refém das superpotências.