Nota do editor
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Introdução
A
armadilha da renda média ocorre quando um país emergente entra em um período de
estagnação após ele ter completado a sua “decolagem” e ter superado a armadilha
da pobreza e a armadilha malthusiana. Tendo chegado ao nível da renda média, a
trajetória do crescimento econômico efetuada durante a decolagem deixa de ser
sustentável.
Durante
a fase da decolagem, a mão-de-obra barata alimenta uma rápida expansão
econômica em decorrência da migração que ocorre das áreas rurais para as
cidades industriais. Nesta fase, a economia cresce pela migração, pela aglomeração
e pela acumulação de capital. As taxas
de crescimento econômico são altas porque a mão-de-obra é abundante e barata, e
a acumulação de capital ainda gera altos retornos.
As
taxas de crescimento começam cair quando a mão-de-obra se torna menos abundante
e o retorno marginal do capital se torna marginalmente menor.
O
Brasil representa um caso em que a entrada na armadilha da renda média resultou
em políticas erradas que pioraram a situação.
O conceito da armadilha
da renda média
Como
dito, o termo “armadilha da renda média” denota a situação de uma
economia emergente quando ela entra em um nível de renda média e não mais sai
dele. Atualmente, o Banco Mundial define
a faixa entre US$1.036 e US$4.085 per capita como “baixa renda média” e
entre US$4.086 e US$12.615 como “alta renda média”.
De
acordo com o tipo do cálculo do Banco Mundial, o Brasil chega bem perto do
limite da categoria dos países de alta renda, mas ainda está na faixa da renda
média alta.
|
Classificação |
Renda |
Países |
|
Alta |
> 12.616 |
Suíça (82.730) |
|
Renda |
4.086-12.615 |
Brasil (11.630) |
|
Renda |
1.036-4.085 |
Paraguai |
|
Renda |
< |
Congo (200) |
Tabela 1: Faixas da
renda segundo classificação do Banco Mundial — Fonte: Banco Mundial
Estar
preso na faixa da renda média significa que o país é incapaz de prosseguir o
seu caminho de crescimento, aquele que ele vinha mantendo durante a fase da
decolagem. Em vez de manter um crescimento moderado, o país cai em uma fase de
crescimento fraco, como mostra a figura abaixo.
Figura 1 – A linha verde
mostra a trajetória de um crescimento sustentado; a linha vermelha sólida
mostra a entrada na armadilha da renda média; e a linha vermelhada tracejada
mostra uma trajetória de crescimento insustentável.
A
armadilha da renda média significa que o país não consegue alterar sua
estratégia de crescimento, saindo de um modelo acumulativo e imitativo e indo
para um modelo de economia competitiva, empresarial e inovadora.
Imitar
as economias pioneiras gera altos retornos somente quando a distância entre a
economia emergente e os países avançados é grande. Quando a distância diminui, a imitação
torna-se mais difícil e mais arriscada. O futuro é desconhecido e exige
experimentação para se descobrir qual tecnologia irá funcionar.
Esta trajetória envolve um constante processo
de tentativa e erro, o qual requer habilidades muito mais sofisticadas do que a
mera imitação de tecnologias maduras.
Quanto
mais a economia emergente avança e se aproxima do grupo das economias
pioneiras, mais este país em desenvolvimento deve se engajar em uma busca ativa
pela próxima tecnologia. No entanto, dado
que os governos dos países emergentes sempre tendem a manter suas intervenções sobre
a economia, a transição para uma economia competitiva e moderna encontra uma
inflexível resistência da parte do poderoso aparelho de funcionários das
empresas estatais e da classe política.
Muitas
vezes, a decolagem de um país em desenvolvimento vem junto com uma ampliação da
atividade estatal. O típico efeito
colateral deste crescimento é um agigantamento do setor público, o qual acaba funcionando
como uma barreira quando o país alcança a faixa da renda média, impedindo-o de
entrar na faixa da alta renda.
Preso na armadilha
Os
países emergentes caem na armadilha de renda média porque, em vez de abraçar o
capitalismo inovador, acabam ficando presos a um sistema econômico estatista e
arcaico. Não é raro que a velha elite passe
a explorar o medo da população em relação à “tempestade perene da destruição
criativa” (Schumpeter) do capitalismo
dinâmico.
Porém,
ao renunciar à destruição criativa, esta economia em desenvolvimento também
acaba por rechaçar a prosperidade, e passa a alimentar a ilusão de que é possível
enriquecer dentro de um sistema estático.
Na realidade, os países em desenvolvimento que
permanecem com um capitalismo de estado não apenas não ganham prosperidade, como
também perdem a estabilidade quando inevitavelmente descambam no círculo
vicioso do declínio econômico, o que faz com que o sistema político comece a
oscilar entre o autoritarismo e o populismo. Vide Argentina e Venezuela, por exemplo.
O
desenvolvimento econômico é uma corrida de maratona com obstáculos.
O primeiro obstáculo consiste em saber superar
a barreira que surge quando a baixa renda passa a limitar a poupança e os
investimentos, e consequentemente a acumulação de capital.
O segundo grande obstáculo é a armadilha
malthusiana, que ocorre quando a população aumenta, mas a renda per capita não
sobe. Foi a Revolução Industrial quem quebrou este
padrão da estagnação. Parte do mundo
saiu da armadilha da pobreza. Com o
avanço da Revolução Industrial a taxa de reprodução diminuiu ao passo que a
produtividade econômica aumentou. A
armadilha malthusiana desapareceu com a transição demográfica e pavimentou o
caminho para um grande aumento dos níveis de renda.
Um
pequeno grupo de países pioneiros liderou este permanente processo de inovação. Sucessivas revoluções industriais durante os
últimos dois séculos levaram a ganhos cada vez maiores de produtividade.
No
entanto, enquanto um grupo de economias prosperou, muitas outras ficaram para
trás. Mesmo hoje, ainda há uma multidão
de países presos na armadilha da pobreza e na armadilha malthusiana. Um outro grupo de países que conseguiu obter a
decolagem e superar a armadilha malthusiana — como o Brasil — se encontra preso na
armadilha de renda média. Apenas alguns
países conseguiram realizar a façanha de alcançar os pioneiros e se tornar
membros do clube dos países de alta renda.
O caso do Brasil
Quando
o crescimento econômico baseado na acumulação de capital e na imitação
tecnológica terminou, o Brasil ainda não havia adquirido a capacidade de competir
com os países de alta renda em termos de tecnologia, produtividade e habilidades.
Nesta fase, o Brasil não mudou a sua
estratégia de crescimento.
Em vez de
promover uma economia empreendedorial de inovação, o Brasil implantou uma
política de forte protecionismo. Como
consequência, o país experimentou fases de crescimento artificial que se
degeneraram em recessões e altas taxas de inflação. Na maioria das vezes, o Brasil pagou o preço
de seu crescimento artificial com longos períodos de estagflação.
Após
um crescimento moderado na década de 1990 — consequência inevitável de seus
fortes e necessários ajustes econômicos –, e um crescimento mais robusto na
década de 2000, o Brasil pós-2010 adentrou uma nova fase de debilidade
econômica. Em vez de pular para frente,
a economia brasileira recuou. Desde o
começo dos anos 1990, a média da taxa de crescimento econômico do Brasil (até 2013) é de apenas 3%, o que
significa que o país já se encontra novamente, e há um bom tempo, em uma
armadilha da renda média.
Para
conseguir alcançar as economias avançadas, o Brasil precisaria apresentar
uma taxa média de crescimento do PIB per capita de 4,2% durante os próximos 50
anos. Só assim será possível alcançar o
nível médio dos países de alta renda da OCDE. Igualmente, seria necessária uma taxa de
crescimento econômico per capita de 4,7% para se chegar ao nível da renda dos
Estados Unidos.
Entre
as economias emergentes, apenas a China consegue apresentar uma taxa de
crescimento per capita suficiente para alcançar os níveis dos países ricos. O Brasil, com uma taxa de 1% durante o
período de 1980 até 2011, está bem fora desta expectativa. A China, no entanto, ainda está na fase de
decolagem, e dificilmente conseguirá manter suas atuais altas taxas de
crescimento econômico. Não se deve
excluir a possibilidade de que a China também caia na armadilha da renda média,
como já ocorreu com outros países emergentes na Ásia. Desta forma, no futuro, ao ter sua taxa de
crescimento econômico reduzida, a China inevitavelmente irá reduzir sua
contribuição para o crescimento econômico do Brasil.
O que fazer
Para
sair da armadilha da renda média, o Brasil teria de fazer uma grande
transformação em sua economia, deixando de ser uma economia acumulativa e
imitadora e se tornando uma economia inovadora.
Para sair da armadilha da renda média, o
Brasil teria de fazer uma mudança fundamental em sua estratégia econômica. Em vez de uma transformação de cima para baixo,
a economia precisa florescer de baixo para cima. Esta mudança requer a liberalização dos
entraves regulatórios e burocráticos que hoje incidem sobre o setor empreendedor. Redução da carga tributária e eliminação do
pesadelo burocrático são imprescindíveis. O setor estatal deve abandonar seu
intervencionismo ad hoc, o qual cria
incertezas, em prol de uma política que se limite a oferecer segurança jurídica
e institucional, e que facilite o empreendedorismo.
Porém,
não apenas hoje, mas já por décadas, o Brasil pratica uma política
macroeconômica errada para lidar com a armadilha da renda média. Em vez de liberar a economia, o estado cria
cada vez mais controles e regulamentações. Em vez de promover uma economia empreendedorial, o Brasil se dedica a
fortalecer ainda mais seu sistema de capitalismo de estado. Em vez de abandonar as políticas
macroeconômicas de cunho dirigista, o país intensifica seu intervencionismo já extremado.
Adotar
políticas fiscais e monetárias expansionistas na tentativa de sair da armadilha
da renda média apenas agrava a situação. Falando em termos de teoria do crescimento
econômico, ambas estas políticas levam a economia a um desequilíbrio entre
poupança, investimentos, gastos e taxa de câmbio. Uma atividade econômica que exceda este ponto
de “crescimento equilibrado” é insustentável. Sem o progresso tecnológico para compensar
este hiato, a economia recua.
Ainda pior
será a situação se o governo apresentar déficits orçamentais, os quais geram
uma redução da taxa nacional de poupança. Neste caso, em consequência de um crescimento
artificial gerado pelos estímulos monetários e fiscais, a economia cairá abaixo
de seu nível anterior de renda.
O
grande erro desta política econômica está em confundir as consequências do
crescimento econômico com suas causas. A
política macroeconômica que o Brasil adotou para lidar com a armadilha da renda
média sofre do mesmo erro que Mises já havia denunciado ao recorrer à alegoria do mestre de obras
que tenta construir uma casa em um tamanho que excede a real quantidade de
insumos ao seu dispor. Este erro de
cálculo não apenas faz com que a construção da casa não seja concluída, como também
faz com que a casa nem sequer possa ficar de um tamanho menor do que aquele originalmente
projetado.
Conclusão
Países
de renda média, após superarem a armadilha da pobreza e a armadilha malthusiana,
enfrentam o esgotamento da mão-de-obra barata. Um país emergente cai na armadilha da renda
média quando, simultaneamente, perde sua capacidade de competir com os países
de baixa renda em termos de preços e, ao mesmo tempo, ainda não possui a
capacidade de competir com os países de alta renda em termos de tecnologia. A
continuidade da ingerência do estado na economia faz com que estes países caiam
no regresso.
Tentar
sair da armadilha recorrendo a políticas de estímulo monetário e fiscal não
apenas não funciona, como na realidade pavimenta o caminho para o endividamento
público, e gera ainda mais debilidade econômica no longo prazo. O caso do Brasil e seus famosos “vôos de
galinha” mostra como o país sofre de recorrentes ciclos de expansão econômica artificial
seguida de contração.
Para
continuar a crescer, o país tem de ter progresso tecnológico. No entanto, se o país recorre a déficits orçamentários
e a inflações monetárias, a tragédia econômica está programada. Para obter maiores níveis de produtividade, o
Brasil teria de abandonar o atual sistema de capitalismo de estado, o qual foi
escolhido como o caminho para a decolagem. Para sair da armadilha da renda média, o
Brasil tem de abrir sua economia para o capitalismo empreendedorial da
destruição criativa.

Concordo com o Artigo. Só tem um problema: Não vai acontecer. O objetivo do pessoal do PT não é fazer o Brasil crescer, mas sim permanecer no poder. Entre ter um crescimento de 5% em um país onde eles não possuem poder algum, e um crescimento de 0,5% onde eles mandam e desmandam, eles vão ficar com a segunda opção sem pensar duas vezes. Vou mais além: Se for necessário quebrar o país para se consolidar no poder, eles vão fazer isso sem nenhuma hesitação. E ainda vão dar um jeito de jogar a culpa em alguém e de se colocarem como os salvadores da nação, com a velha técnica de quebrar as pernas do povo, dar-lhes um par de muletas e falar: Estão vendo, por nossa causa vocês são capazes de andar.
Este país até pode ter jeito, mas somente com muito esforço. E vai demorar uns 40 anos, no mímimo.
Olá leitores do IMB,
Gostaria de saber se por acaso alguém aqui se interessa em bitcoins, para trocarmos idéias a respeito.
Grato pela atenção!
Uma pergunta que foge um pouco (um pouco, mas não totalmente) a essência do tópico e vai mais especificamente ao Leandro, mas lá vai:
Vocês chegam a observar o atual momento do movimento liberal como um movimento cultural?
Me refiro ao TAMANHO do movimento como um projetor de poder viável.
Eu digo isso, se nossa democracia/economia não erodirem de vez e entramos num longo processo de convulsão social, podemos arriscar em ver os liberais de hoje pegando o poder nuns 20 anos, visto que os que estão no poder hoje em dia eram os revolucionários de 20 anos atrás.
@Felipe 17/12/2013 12:56:01
Eu me interesso.
Se tivermos mais quatro anos de PT, pensar que o Brasil ficará preso na renda média será um otimismo comovente: o mais provável será o retrocesso, a venezuelização.
* * *
Dos vários que li, esse foi o melhor artigo de Antony Mueller.
O Brasil vai se endividar muito mais ainda. E nosso futuro vai ser pior.
Nada de pessimismo gente!
Há menos de 2 anos um artigo como este levava dias para ter essa mesma quantidade de comentários que este teve em questão de 1 hora. Só isso mostra que as pessoas estão começando, mesmo que devagar, a prestar atenção a este tipo de conteúdo.
Abraços…
PS: corta aí a parte do “o que significa que o país se já se encontra novamente” – tem ses demais e o já pode ser completamente removido da frase: “o que significa que o país se encontra novamente”
Posso estar errado, mas não tinha ideia que a renda média do Paraguai era tão inferior à Brasileira. Mas nos dados wikipedia que verifiquei relativos a 2012 aparece um pib per capita de perto de 5290 dólares para o Paraguai e perto de 11800 Para o Brasil. Ou seja, o valor Brasileiro está de acordo com o indicado no vosso quadro, mas o do Paraguai está bem diferente perto de 5290 para os 3290 que indicam no vosso quadro. Alguém pode ter trocado o 5 por 3. 🙂
Uma pergunta:
Temos muitos jovens desempregados, que mesmo se oferecendo a trabalhar por pouca remuneração, não são contratados. Segundo, temos várias empregadas domésticas ainda em atuação aqui, diferentemente de em países desenvolvidos.
Como podemos estar com escassez de mão de obra barata?? Não faz sentido.
O artigo é primoroso. Muito bom mesmo. Eu diria excelente.
Mas gostaria de levantar um ponto específico para o debate. Quando Mueller escreve: “Para sair da armadilha da renda média, o Brasil teria de fazer uma grande transformação em sua economia” , ele está corretíssimo. O mesmo pode ser dito de afirmações como:
-Para sair da armadilha da renda média, o Brasil teria de fazer uma mudança fundamental em sua estratégia econômica.
-Esta mudança requer a liberalização dos entraves regulatórios e burocráticos que hoje incidem sobre o setor empreendedor. Redução da carga tributária e eliminação do pesadelo burocrático são imprescindíveis.
-O setor estatal deve abandonar seu intervencionismo ad hoc, o qual cria incertezas, em prol de uma política que se limite a oferecer segurança jurídica e institucional, e que facilite o empreendedorismo.
Realmente, esses silogismos lógicos são rigorosos, irrefutáveis, encadeando causa e consequência. Mostra o diagnóstico e aponta o remédio.
Mas o ponto para o qual quero chamar a atenção é o seguinte: Se as pessoas responsáveis pela política econômica em nosso país não forem mudadas, não haverá mudanças. A primeira lei da mecânica newtoniana, a qual afirma que um corpo permanece em estado inercial ou em movimento retilíneo uniforme, a não ser que atuem forças externas sobre ele, é aplicável também, neste particular, à economia, guardadas as proporções e as distinções de realidades, no caso da realidade física para a realidade econômica e social. Ou como interpretar o seguinte raciocínio:
-O setor estatal deve abandonar seu intervencionismo ad hoc, o qual cria incertezas, em prol de uma política que se limite a oferecer segurança jurídica e institucional, e que facilite o empreendedorismo
Alguém imagina que um sujeito como Guido Mantega ou como Dilma Roussef, que acreditam até à raiz dos cabelos no intervencionismo estatal, e outros ismos, como o desenvolvimentismo, irão se sensibilizar com argumentos como os expostos por Antony Mueller, por mais lógicos e convincentes que sejam? Alguém imagina um indivíduo como o Delfim Netto, que ainda está a servir de guru para o governo de plantão, apesar de todas as trágicas lambanças que fez quando czar de nossa economia nos governos militares a que serviu, ou mais precisamente por causa disso, irá mudar um único milímetro em sua crença de que fora do Estado interventor não há salvação econômica?
Esqueçam. O meu ponto é: ou se utiliza uma estratégia similar de ocupação de espaços como os esquerdistas fizeram e continuam fazendo, baseados nos conceitos da Revolução Cultural Gramsciana, ou nada feito. É mister ocupar os espaços. Espero que os defensores da economia austríaca (entre os quais me incluo)e liberais em geral, compreendam isso. Pregar verdades liberais para ouvidos intervencionistas é perda de tempo, é chover no molhado. Gritar slogans, como se vê muitas vezes por aqui " o Estado é ladrão", "funças são maus", não irá dar resultado. Slogan por slogan, os esquerdistas são especialistas neles.
Os defensores da economia austríaca, e liberais em geral, têm que deixar de lados certos pruridos e purismos, como o de achar insuportável ocupar um cargo público, e adotar a estratégia de ocupação de espaços como os esquerdistas fizeram. Um liberal em um cargo público será um esquerdista ou intervencionista a menos nessa posição. Será preciso passar em concursos públicos para isso? Paciência. Há outros meios para tirar os intervencionistas e esquerdistas em geral de suas posições no serviço público? Não dá para imaginar outro meio do serviço ser feito. Não existe algo como um inseticida intelectual que, se você passar em determinados ambientes, vai acabar com o parasitismo intervencionista, com os micróbios do estatismo, ou com os germes do diferentes esquerdismos. Não existe, neste caso, um Detefon ideológico que possa eliminar cupins intelectuais. Não adianta argumentar com o esquerdista, com o marxista, com o leninista, com o trotskista, com o stalinista, com o defensor da Escola de Frankfurt, com o estruturalista, com o desenvolvimentista, com o neo–desenvolvimentista, como keynesiano, com o neokeynesiano ou como o pós-keneysiano de que a Escola Austríaca é a melhor e mais correta escola de pensamento econômico. Eles não se deixarão se convencer, sejam quais forem as técnicas de persuasão a ser empregadas.
Os liberais tem a capacidade suficiente para superar os esquerdistas e passar nos primeiros lugares de qualquer concurso público. Uma vez lá, aí sim, poderão fazer o trabalho bem feito, coisa que só eles poderão fazer, nem que seja para ir embora depois que o serviço estiver terminado. Uma vez lá, os liberais poderão colocar em prática as recomendações de Antony Mueller e de toda a Economia Austríaca, na medida do possível.
Ou algum defensor da Economia Austríaca por estas bandas espera que haja uma "conversão" de tipos como Dilma, Mantega, Mercadante ou Delfim Netto aos preceitos da boa teoria econômica austríaca? Bem, se existir gente desse tipo por aqui, já que estamos em época natalina, creio que deve também acreditar na existência de papai Noel. Neste caso, aproveite para pedir para o Noel, como presente de natal, que Dilma Roussef e Guido Mantega leiam este artigo do Antony Mueller e coloquem em prática, já no início do próximo ano novo, tudo que este grande economista recomenda.
1. Mais devagar com essa novidade do BitCoins, pessoal! Vejam o esclarecedor artigo do economista Yanis Varoufakis na página: resistir.info/crise/bitcoin_22abr13.html
2. Prefiro me ater a esse excelente artigo do Antony Mueller, sobre a realidade econômica brasileira. Precisamos urgente de e-s-t-a-d-i-s-t-a-s corajosos no governo para encarar a nossa realidade e promover as mudanças com determinação para elevar o nosso pibinho a 4,5% durante 50 anos para chegar ao nível do EUA!!
Oi, Pedro, sua pergunta sobre Paraguai. O cálculo é do Banco Mundial que usa um método chamado “Atlas”, veja aqui na wikipedia
en.wikipedia.org/wiki/List_of_countries_by_GNI_(nominal,_Atlas_method)_per_capita
Note que comparações internacionais do PIB variam muito com a taxa de câmbio. O Banco Mundial procura com o método Atlas (veja a referência no texto mesmo) de reduzir o efeito transitório das flutuações da taxa de câmbio.
Sobre o método:data.worldbank.org/about/country-classifications/world-bank-atlas-method
Essa “correria para as áreas industriais” citada logo no início do texto é característica de país subdesenvolvido. Pessoal vai para os grandes centros, trazendo crescimento desordenado, violência, aglomeração, miséria, tráfico pesado e outras mazelas causada pela saída do pessoal da zona rural. O pessoal de menor conhecimento e capacidade acaba por ficar desempregado, entram em negócios proibidos, se reproduzem mais rápido e não conseguem sustentar a prole. Na geração seguinte, o conhecimento por lidas no campo já se perdeu. Essa situação é reforçada pelos resquícios do Feudalismo, que perpetua pelo interior do país, com fazendas de 10, 20, 50, 100 mil hectares, tirando a chance de muitas pessoas serem auto suficientes e ainda produzirem para obterem lucro. Bons tempos em que a cidade era um lugar organizado, espaçoso, limpo e seguro e o campo era habitado. Estamos cada vez mais longe de um equilíbrio saudável.
O artigo é muito coerente, apesar de não ser tão austríaco. Poderia ser encaminhado para os presidenciáveis, mesmo sabendo que isso não resolva alguma coisa.
me arriscaria a dizer o seguinte sobre o Brasil em termos de tecnologia/padrão de vida:
Ter negócios no Brasil sem chupar o pinto do governo já é impossível. O PT deve tender a sufocar mais ainda os pequenos e bravos guerreiros da microeconomia (a verdadeira economia). Por outro lado a informalidade só cresce. Ou seja, só 2 tipos de pessoas vão acompanhar a tecnologia: os muito ricos/ ostentadores/ applemaníacos que gastarão quatro mil em playstations ou os consumidores de “lixo” tecnológico e “muamba” – na informalidade – que deve ser a economia de fato do Brasil.
Se o PT tbm não restringir esse mercado de informalidade, temos aí boas notícias: muita sonegação e as massas tendo acesso à tecnologia (mesmo que muito atrás do que se tem na gringa, mas o bastante pra manter um padrão de vida ao menos 20 anos atrás do mundo desenvolvido) – um grande Panamá – onde o que coloca comida e tecnologia nas casas das pessoas são as boas feiras livres, como numa feira da idade média das massas latinas – o verdadeiro poder das massas.
Por outro lado, se eles pegarem pesado em combater o “trabalho escravo” e querer “democratizar” o comércio (o radical “demos” para comunas não é povo, e sim “daimos” ou “daemonium”, o famoso satanás – quer dizer – democracia é poder do cão na novilíngua PTtralha).
Enquanto isso vamos ver o que os 60.000 dos curtidores do Instituto Mises de agora vão ter a dizer quando isso chegar (diria 2017).
A extinta URSS é isso: metade da economia era comércio clandestino, a outra metade era a economia de favores (pra chamar o encanador gratuito você dava um presentinho pra ele adiantar, pra comprar um carro e não ter que esperar 10 anos, você dava um preço por fora pro fiscal adiantar – e assim por diante).
A Argentina já tá assim em relação ao dólar. A informalidade toma conta – mercado negro de dólar bombando.
Nasci e moro aqui no Brasil. Só tenho dois pedidos: 1-Não me cobrem impostos NUNCA mais; 2-Não aumentem os preços das mercadorias sem um considerável motivo para isso.
Paridade Poder de Compra per capita seria sinonimo de renda per capita também?
Será que a dona Philma Rossbif lê os artigos publicados aqui, e ou livros de economia ?
Não parece que ela é formada em economia.
Para o Brasil crescer também, é necessário que as pessoas que ocupam o governo não sejam corruptas.
Gostei do artigo. Espero que um dia nossos governantes levem as questões econômicas
a sério.
É o dilema do populismo. Esse regime nutre-se da pobreza assistida, então não pode acabar com a pobreza, pois isso seria dar um tiro no próprio pé, secar o caldo de cultura onde viceja. Porque precisa dos pobres, o populismo está sempre produzindo pobres em larga escala. O problema é que para manter os pobres fiéis, é necessário proporcionar-lhes alguma melhora em seu nível de vida, e isso acarreta o risco do pobre aproximar-se da classe média e assimilar alguns ideais típicos desta classe, como a queixa contra a alta carga tributária e a exigência de transparência administrativa e do fim da corrupção. Então o populismo fica na corda bamba entre a pobreza e a classe média. A longo prazo é inviável, pois como todo artista sabe, não é possível equilibrar-se para sempre em uma corda bamba.
Alguém poderia me dizer qual é a variável em escala logaritimica Y/N ?
Simplesmente sensacional! Como o conhecimento é sensacional
Quanta sabedoria, pena que dizer isso aos idiotas do governo seria jogar pérolas aos porcos.
Muito oportuno o artigo do Muller, mercê uma analise conjunta com o de ontem, sobre o PIB.
Agora, analisando historicamente, pelos ciclos e as eventuais “constantes” na história de um Toynbee, Mário Ferreira dos Santos concluiu pela inviabilidade de previsões históricas, mas elencou pontos recorrentes nas civilizações que dizem e desdizem previsões.
A lei malthusiana é frequentemente invocada como uma dessas espécies de constante universal para propugnar catástrofes futuras, mas todas elas, salvo catástrofes totalmente alheias à previsibilidade, foram superadas por eventos inovadores, o evento do Cisne Negro (www.mises.org.br/Article.aspx?id=1955), fruto do potencial de superação da criação humano, frente a algum desafio ou resiliência.
Sugiro aqui apenas alguns citados em artigos do próprio IMB, exemplos de surtos de prosperidade em ciclos de crescimento populacional vertiginoso: (fora as guerras)
1. 5.000 AC
Eventos de superação – ES (potencial de inovação): o homem caçador-coletor vira agricultor e desbravador graças a instrumentos de aumento da produtividade agrícola e de deslocamento para a ocupação de novas terras por parte dos filhos "excedentes".
Evento da catástrofe – EC (imprevisível): catástrofes naturais (era glacial, etc.).
http://www.mises.org.br/ArticlePrint.aspx?id=1037
2. Império romano:
ES: direito romano, racionalidade grega e espiritualidade hebraica unidas pela ética pessoal do evento de Cristo (segundo o historiador Giambatista Vico)
EC: desvalorização da moeda pela adulteração do ouro (clímax na tirania de Maximiliano)
3. Século XIV: (período de aquecimento interglacial na Europa)
ES: fornos industriais, universidades, escolas, feiras de Champagne, etc.
EC: Absolutismo de Reis (duas faces do Rei) iniciada pela tirania tributária de Felipe IV – o Belo e Pepino, e a Peste Negra.
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1091
4. Século XIX:
ES: revolução industrial, uso de fertilizantes minerais, desbravamento de novas terras
EC: latifúndios de citadinos (UK), 1ª guerra do cambio em Bismarck (Alemanha)
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1925
5. Século XX:
ES: tratores, aviões, irrigação, internet, etc., etc.
EC: Estados absolutistas, intervencionismos, New Deal, eugenia, etc., etc.
6. Século XXI:
ES: produtividade agropecuária altíssima, sementes OGM, GPS, Impressora 3d…
EC: renovação da eugenia pela esterilização feminina em massa, redução natalidade dos mais ricos, quebra sistema previdenciário…
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1861
Em todos estes o crescimento populacional foi essencial, não entrave, para a prosperidade.
Se a armadilha pode ser malthusiana a solução certamente é antimalthusiana.
A celebração de que a população está crescendo menos advém majoritariamente do movimento ambientalista, cujo sentimento anti-humano é frequentemente explícito. No entanto, até mesmo naqueles círculos menos cáusticos o preconceito contra a humanidade já se espalhou. Hoje, é algo generalizado e que praticamente já adentrou a consciência popular. Entre as esquerdas, tal sentimento é predominante; há um instinto de que as pessoas são naturalmente ruins. (Logan Albright)
PS: topo parceria para desenvolver melhor este tema em um artigo…
É o off-topic mais alarmante da história do site: a civilização ocidental corre perigo.
Os países ocidentais ficaram chocados com a decapitação do jornalista e planejam operações militares contra o ISIS. Noticiam todos os planos de poder deles, mas até agora não vi o maior de todos eles sendo noticiado: estão prestes a lançar uma nova moeda – mais precisamente duas – o ouro e a prata. A notícia.
Como o próprio texto lembrou, o Greenspan havia dito que nenhuma moeda fiduciária pode superar o ouro e nós austríacos não hesitamos em concordar.
Esse Estado Islâmico começou bem. Aprontando altas magnificências econômicas em prol de seus fins de poder, enquanto os bancos centrais estão desgastando suas impressoras e desvalorizando suas moedas. E o pior é que pode haver uma onda de demonização seguida de confisco do ouro e da prata.
tenho varios cursos e estudo e não consigo achar emprego na area de minha formação, no minimo as empresas pedem 6 meses de carteira assinada! Para elas meus cursos não serve para nada. Queria saber se isso é apenas regional ou é um problema nacional?
Vejo jornais e sempre dizem que falta mão de obra qualificada, mas quando bato na porta de uma dessas empresas não tenho chance se quer de competir por uma vaga!
Se alguem puder me dar uma explicação fico grato
O que vcs pensam a respeito da reforma agraria?
O Unico problema que vi no argumento teórico (bem fundamentado) é que nunca tivemos mão-de-obra barata no Brasil. Como uma mao de obra é barata se não existe condições abertas de negociação salarial ? se os encargos para as pequenas empresas são os mesmos das grandes ? Se as exigências são expropriadoras e levam necessariamente a total falta de competitividade ? No meu entender inovação parte das pequenas empresas e estas são as que mais pagam a ineficiencia gritante de nossa economia !
Isso sem contar com o total despreparo educacional e técnico que vem de heranças decenais !
kkkkkkkkkkkkkkkk, como se a Alemanha e os países escandinavos que eram pobres não tivessem crescido para a renda mais alta que existe com estados gigantescos, estou falando de 50% do pib em impostos. No Brasil é 35%, vocês adoram conclusões falaciosas, então porque não dizem que falta imposto no Brasil? kkkkkkk
Quando o crescimento econômico baseado na acumulação de capital e na imitação tecnológica terminou, o Brasil ainda não havia adquirido a capacidade de competir com os países de alta renda em termos de tecnologia, produtividade e habilidades.
Onde estão os “sientista” e “ingeneros” do ITA, USP, Unicamp, etc… ???? Estão fazendo ciência, engenhando ?.
Não, estão ocupando cargos públicos de aspones ou estudando para prestar concursos públicos para aspones.
ôôô paisinho !!!
Quase 3 anos depois da escrita deste artigo, o tempo encarrega-se de confirmar que realmente o Brasil não vai sair de pais de renda média.
Pessoal, existe um razoável consenso entre os austríacos sobre as causas de a economia do Japão estar estagnada há de 20 anos?
Abraços.
Não li o artigo mas vou postar assim mesmo.
Segue link:
noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2016/01/28/escovacao-3-vezes-por-dia-explica-falta-de-pasta-de-dente-diz-ministra-na-venezuela.htm
e absorvente? Tá faltando também? Receio que sim, e aí, como fazer? A ministra vai ensinar?
Sem limites… vá pra @#@#@#$%¨%¨%$#@$%¨&*&*&¨¨%$##@$%¨&
ficaremos eternamente nessa armadilha
m.oglobo.globo.com/economia/medidas-de-incentivo-ao-credito-chegam-r-83-bilhoes-18562057
Olá!
Por favor: alguém poderia me dizer se já existem dados atualizados acerca da real taxa de desemprego no Brasil?
Desde já agradeço as respostas!
Tudo de bom!
Essa renda média é uma igualdade disfarçada.
Não tem como o país crescer 4,5% ao ano, com um governo drenando tudo que é produtivo.
Uma coisa eu não tenho dúvida, o governo nunca sobreviveria sem mentir. Sem enganar as pessoas, é impossível existir um governo.
Bom Dia a todos.
Não sei o que é pior: governos mentirosos(todos são) ou imprensa incompetente.
A UOL DESMENTIU a notícia sobre o “dentifrício” …rsrs (foi assim né?), reproduziu notícia de um site de humor e deu como verdadeira – o termo é “barriga” – por isso tirou do site rapidinho.
Mas o q chateia é que a imprensa faz dessas volta e meia e nunca é chamada pra arcar com suas responsabilidades, confirmando o que um sujeito disse: “imprensa foi feita para não informar”.
Reforço o papelão do UOL por que não fosse a internet e tudo ficaria como se fosse fato. Na época dos formadores de opinião era como funcionava, não tinha como questionar os jornalões e seus correlatos. E é por isso que viajo por todos os sites pra tentar entender onde está o poder por trás da notícia.
Uber tá caindo como uma luva na sede insana por impostos. GENIAL!!!!!
É um absurdo é ver esse quiprocó todo por causa de um serviço que teria ser como outro qualquer. Afinal quem utiliza táxi?São os mais pobres? Essa pergunta cabe pra um gov de esquerda, não? Entendem como nada faz sentido?
Regulamentam o serviço e o dinheiro entra limpinho nos cofres públicos.
Eu estava estranhando essa boa vontade dos políticos com o Uber. Começa a fazer sentido.
Além do que os veículos do Uber não contam com nenhum tipo de “incentivo” como nos táxis, ou seja, seria uma receita mais.
Já fizeram as contas?
O UBER foi um presente dos Deuses.
Este artigo é realmente de 2013? Mal posso acreditar! Parece que foi escrito ontem.
É triste o caminho que o nosso país está tomando, muito triste. Poderiamos ser uma super economia, um país de primeiro mundo se não fosse todos esses escandalos ai. Espero que o Brasil mude pra melhor, pois senão pode acontecer com o Brasil o mesmo que aconteceu com a grécia, infelizmente.
Abraços,
Cada vez mais o nosso país entra em uma crise sem precedentes. Hoje vi no jornal a noticia do rebaixamento do grau de investimento e a coisa tende a piorar ainda mais infelizmente.
Excelente artigo bem explicado a situação atual do Brasil. Apesar od artigo ter quase dois anos ele demonstra o momento atual perfeitamente.
Parabéns pelo artigo muito bem explicado,apesar de tudo o brasil continua com os velhos problemas de sempre.
Excelente artigo, O Brasil sempre esteve em crise, só estava escondido tenho quase certeza que será difícil sair dele tão facilmente.
Nosso País Passa por um verdadeiro Caos Interno A Política esta devastada sem nenhuma credibilidade entre a População brasileira.
Ótimo Post Parabéns Muito bem Escrito essa e Nossa Realidade.
“Neste caso, em consequência de um crescimento artificial gerado pelos estímulos monetários e fiscais, a economia cairá abaixo de seu nível anterior de renda.”
impressiona como é certeira a previsão.
Em primeiro lugar parabéns pelo o valoroso conteúdo, na verdade o Brasil já tem um bom tempo que está em crise, mas agora se alastou mais ainda.
Excelente artigo muito bem explicado,apesar de tudo o brasil continua com os velhos problemas de sempre, demonstra o momento atual perfeitamente.
E a tal aristocracia não é novidade nenhuma, todo mundo sabe que o bitcoin acaba enriquecendo os primeiros usuários.Tanto que os próprios bitcoinzistas não negam e até justificam. ‘ah, os primeiros usuários merecem se beneficiar, foram eles que correram mais riscos’
Bullshit, risco nenhum, comprar bitcoin no começo ou minerar era a coisa mais fácil do mundo.
Nosso país e um verdadeiro caos, passa o tempo e nada muda tudo sempre acaba em pizza.
Acesse:cursoimportadoraliexpress.com/
Concordo plenamente com esse título, a renda média com toda certeza é uma grande armadilha para o povo brasileiro, que uma grande maioria trabalha para sobreviver, verdade seja dita.
Por isso criamos técnicas que se sobre saem em meio a crises…
caso queira conhecer meu site e comentar o que acha, fique a vontade.