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Marxismo: a máquina assassina

Com a queda da União Soviética e dos governos comunistas do Leste Europeu, muitas pessoas passaram a crer que o marxismo, a religião do comunismo, está morto.  Ledo engano.  O marxismo está vivo e vigoroso ainda em muitos países, como Coréia do Norte, Cuba, Vietnã, Laos, em vários países africanos e, principalmente, na mente de muitos líderes políticos da América do Sul.  

No entanto, de extrema importância para o futuro da humanidade é o fato de que o comunismo ainda segue poluindo o pensamento e as ideias de uma vasta multidão de acadêmicos e intelectuais do Ocidente.

De todas as religiões, seculares ou não, o marxismo é de longe a mais sangrenta — muito mais sangrenta do que a Inquisição Católica, do que as várias cruzadas e do que a Guerra dos Trinta Anos entre católicos e protestantes. Na prática, o marxismo foi sinônimo de terrorismo sanguinário, de expurgos seguidos de morte, de campos de prisioneiros e de trabalhos forçados, de deportações, de inanição dantesca, de execuções extrajudiciais, de julgamentos “teatrais”, e de genocídio e assassinatos em massa.

No total, os regimes marxistas assassinaram aproximadamente 110 milhões de pessoas de 1917 a 1987.  Para se ter uma perspectiva deste número de vidas humanas exterminadas, vale observar que todas as guerras domésticas e estrangeiras durante o século XX mataram aproximadamente 85 milhões de civis.   Ou seja, quando marxistas controlam estados, o marxismo é mais letal do que todas as guerras do século XX combinadas, inclusive a Primeira e a Segunda Guerra Mundial e as Guerras da Coréia e do Vietnã.

E o que o marxismo, o maior de todos os experimentos sociais humanos, realizou para seus cidadãos pobres à custa deste sangrento número de vidas humanas? Nada de positivo.  Ele deixou em seu rastro apenas desastres econômicos, ambientais, sociais e culturais.

O Khmer Vermelho — comunistas cambojanos que governaram o Camboja por quatro anos — fornece algumas constatações quanto ao motivo de os marxistas acreditarem ser necessário e moralmente correto massacrar vários de seus semelhantes.  O marxismo deles estava em conjunção com o poder absoluto.  Eles acreditavam, sem nenhuma hesitação, que eles e apenas eles sabiam a verdade; que eles de fato construiriam a plena felicidade humana e o mais completo bem-estar social; e que, para alcançar essa utopia, eles tinham impiedosamente de demolir a velha ordem feudal ou capitalista, bem como a cultura budista, para então reconstruir uma sociedade totalmente comunista.  

Nada deveria se interpor a esta realização humanitária.  O governo — o Partido Comunista — estava acima das leis. Todas as outras instituições, normas culturais, tradições e sentimentos eram descartáveis.

Os marxistas viam a construção dessa utopia como uma guerra contra a pobreza, contra a exploração, contra o imperialismo e contra a desigualdade — e, como em uma guerra real, não-combatentes também sofreriam baixas. Haveria um necessariamente alto número de perdas humanas entre os inimigos: o clero, a burguesia, os capitalistas, os “sabotadores”, os intelectuais, os contra-revolucionários, os direitistas, os tiranos, os ricos e os proprietários de terras.  Assim como em uma guerra, milhões poderiam morrer, mas essas mortes seriam justificadas pelos fins, como na derrota de Hitler na Segunda Guerra Mundial.  Para os marxistas no governo, o objetivo de uma utopia comunista era suficiente para justificar todas as mortes.

A ironia é que, na prática, mesmo após décadas de controle total, o marxismo não apenas não melhorou a situação do cidadão comum, como tornou as condições de vida piores do que antes da revolução.  Não é por acaso que as maiores fomes do mundo aconteceram dentro da União Soviética (aproximadamente 5 milhões de mortos entre 1921-23 e 7 milhões de 1932-33, inclusive 2 milhões fora da Ucrânia) e da China (aproximadamente 30 milhões de mortos em 1959-61).  No total, no século XX, quase 55 milhões de pessoas morreram em vários surtos de inanição e epidemias provocadas por marxistas — dentre estas, mais de 10 milhões foram intencionalmente esfaimadas até a morte, e o resto morreu como consequência não-premeditada da coletivização e das políticas agrícolas marxistas.

O que é espantoso é que esse histórico fúnebre do marxismo não envolve milhares ou mesmo centenas de milhares, mas milhões de mortes.  Tal cifra é praticamente incompreensível — é como se a população inteira do Leste Europeu fosse aniquilada.  O fato de que mais 35 milhões de pessoas fugiram de países marxistas como refugiados representa um inquestionável voto contra as pretensões da utopia marxista.  [Tal número equivale a todo mundo fugindo do estado de São Paulo, esvaziando-o de todos os seres humanos.]

Há uma lição supremamente importante para a vida humana e para o bem-estar da humanidade que deve ser aprendida com este horrendo sacrifício oferecido no altar de uma ideologia: ninguém jamais deve usufruir de poderes ilimitados.

Quanto mais poder um governo usufrui para impor as convicções de uma elite ideológica ou religiosa, ou para decretar os caprichos de um ditador, maior a probabilidade de que vidas humanas sejam sacrificadas e que o bem-estar de toda a humanidade seja destruído.  À medida que o poder do governo vai se tornando cada vez mais irrestrito e alcança todos os cantos da sociedade e de sua cultura, maior a probabilidade de que esse poder exterminará seus próprios cidadãos.

À medida que uma elite governante adquire o poder de fazer tudo o que quiser, seja para satisfazer suas próprias vontades pessoais ou, como é o caso dos marxistas de hoje, para implantar aquilo que acredita ser certo e verdadeiro, ela poderá impor seus desejos sem se importar com os custos em vidas humanas.  O poder é a condição necessária para os assassinatos em massa.  Quando uma elite obtém autoridade plena, várias causas e condições poderão se combinar para produzir o genocídio, o terrorismo, os massacres ou quaisquer assassinatos que os membros dessa elite sintam serem necessários.  No entanto, o que tem de estar claro é que é o poder — irrestrito, ilimitado e desenfreado — o verdadeiro assassino.

Nossos acadêmicos e intelectuais marxistas da atualidade usufruem um passe livre.  Eles não devem explicações a ninguém e não são questionados por sua defesa de uma ideologia homicida.  Eles gozam de um certo respeito porque estão continuamente falando sobre melhorar as condições de vida dos pobres e dos trabalhadores, suas pretensões utópicas.  Porém, sempre que adquiriu poder, o marxismo fracassou miserável e horrendamente, assim como o fascismo.  Portanto, em vez de serem tratados com respeito e tolerância, marxistas deveriam ser tratados como indivíduos que desejam criar uma pestilência mortal sobre todos nós.

Da próxima vez que você se deparar com marxistas ou com seus quase equivalentes, os fanáticos esquerdistas, pergunte como eles conseguem justificar o assassinato dos mais de cento e dez milhões de seres humanos que sua fé absolutista provocou, bem como o sofrimento que o marxismo criou para as outras centenas de milhões de pessoas que conseguiram escapar e sobreviver.

 

*Artigo originalmente publicado em 27 de abril de 2013.

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136 comentários em “Marxismo: a máquina assassina”

  1. A figura de Stálin fora deturpada e denegrida pelo capitalismo. Como fizera recordar-me meu amigo francês, Émile Schecroun, brilhantíssimo intelectual e que fora torturado junto à esposa enquanto lutavam pela implantação de um regime marxista igualitário na Argélia. Ele mostrou uma magna obra do autor inglês Simon Sebag a respeito da juventude de Stálin e aqui utilizarei o livro para a defesa do estadista de ferro.

    Stálin não surgiu do nada. Sua figura, ainda muito jovem, sua paixão pela leitura, o seu interesse nos problemas da cultura, das artes e da filosofia, sempre a cantar e dançar alegremente com seus amigos. Anos depois, como com muitos tantas vezes ocorre, a vida levaria o jovem Stálin à luta política, que, apaixonado, o ocupou até a morte. E o livro relata as prisões sucessivas que ocorreram em plena juventude, as torturas que presenciou, enfim, tudo que marcou a sua atuação heroica na luta contra o capitalismo.
    É bom lembrar que não se trata de autor de esquerda, mas de alguém que, pondo de lado suas posições político-ideológicas, soube interpretar uma juventude diferente, marcada pela inquietação cultural, que levou Stálin à posição de revolucionário e líder supremo da resistência contra o nazismo e todo tipo de ideologia derivada do capitalismo.

    Denegrir o marxismo juntamente aos estadistas que visaram a criação do perfeito comunismo e ignorar as inúmeras deturpações na ideologia, a trajetória daqueles que a colocaram em prática e os problemas políticos não previstos enfrentados no caminho demonstra desonestidade intelectual reacionária-burguesa. As ações de Stálin, como já justificava um brilhantíssimo e inigualável historiador(Ao qual deve respeito até mesmo o mais ferrenho defensor da desigualdade), Eric Hobsbawm, foram pela criação de uma justiça.

    Diferentemente do cientista reacionário a criticar Stálin pelo mero esporte de fazê-lo, exaltando as supostas atrocidades sob seu regime, o marxista, ao analisá-lo, jamais deixará de estudar a luta do homem de ferro pelo fim de uma injustiça que não pode ser justificada de forma alguma, que é o capitalismo. Diferentemente de seu estudo sobre o estadista da URSS, a burguesia assiste calada ao massacre promovido anualmente aos povos famintos na África e Ásia devido à super-exploração do capital internacional no presente e passado.

    Almejar insistir em uma crítica desonesta frente à defesa feita de Stálin pelas grandes mentes como Hobsbawm é uma atitude corajosa, porém, data máxima venia, a força de vontade do autor jamais fará com que seu raciocínio chegue aos pés de esquerdistas brasileiros e estrangeiros como Paulo Freire e Sartre.

    Hoje, inúmeros intelectuais da direita dormirão em paz ignorando completamente que o massacre diário feito pelo capitalismo não se justifica, diferentemente das supostas atrocidades sobre as quais Stálin recebe crédito. Outros, como nós, ainda fortes na defesa do marxismo, permanecerão a sonhar com um mundo melhor e com o desejo de uma direita mais intelectualmente honesta.

  2. Ainda acredito que seja de má fé que os marxistas agem…não pode…olhe o exemplo que países como a Austrália e a Nova Zelandia dão…até vi um artigo que falou como a NZ prosperou no meio da crise economica apenas desinchando o estado, foi nesse site mesmo…é meio triste, a América Lat(r)ina inteira tá contaminada com essa doença. Um abraço.

  3. Mesmo após tanta fome e destrição, os Ucranianos ainda apoiam o regime Stalinista?
    Eu dúvido,

    Seria a sindrome de estocolmo afetando massas?

    Do arqui-inimigo do Mises.br:

    O cara simplesmente se fantasia de Lênin, um sujeito querendo aparecer? Um doido-varrido? Ou um agnete sovietico ganhando um trocado aqui no brasil?

    Mistério…

  4. A matança nao está ligada ao termo comunista e sim ao termo totalitarista e ao termo ditadura. Qual ditadura nao matou milhares ou milhoes de seres humanosseja ela comunista socialista capitalista franquista nazista ou qualquer ista ou ismo agregado!Esta é a verdade o resto é deturpação, balela, argumentos que podem ser usado pelos dois (?) lados. Se perguntarmos quantos mortos estao sendo contabilizados pela omissão dos estados nos países capitalistas, pelos efeitos da exploração do trabalhador, ou da população pelas grandes empresas, pelos agentes tóxicos de seus produtos (efeitos sabidos mas mantidos em sigilo) como no fato recente dos trangenicos revelados pela Justiça Francesa, daí a contabilidade fica sinistra. No caso do capitalismo estes números nao serao contabilizados em milhoes, mas sim em bilhoes, entao senhores e senhoras as mortes nao estao ligadas ao comunismo mas sim aos regimes ditatoriais impostos as populações, já os fatos aqui narrados causadores de mortandade de seres humanos sao devido ao capitalismo e seu sistema montruosamente destruidor, mesmo lá na China “comunista’ QUE TEM COLOCADO SUA POPULAÇÃO A SERVIÇO DO CAPITAL! vivem eles, os chineses – um momento de pragmatismo americanizado, absurdo e irresponsável, estao acabando com o planeta!

  5. Marx foi um grande filosofo e seu legado nao pode ser menosprezado. Independente se vc eh de direita ou esquerda, vc deve ler Marx, Adam Smith, Polanyi, Weber se quiser compreender como o capitalismo funciona. Vejo nas discussoes acima que o debate fica entre quem matou mais. Primeiro eh importante lembrar que Marx falou muito pouco sobre comunismo. Em sua visao, o comunismo viria naturalmente quando a classe trabalhadora despertasse da sua condicao e promovesse a revolucao. O que aconteceu na Russia e na China jamais teria aprovacao de Marx. Se vc busca um modelo economico alternativo para o capitalismo, vc nao vai encontrar nos escritos de Marx. Mas se vc quiser compreender como o capitalismo realmente funciona, leia seus livros. Com certeza te ajudarao a comrpeender.

  6. Amarílio Adolfo da Silva de Souza

    Não sei por que tamanha glorificação ao capitalismo. Tudo é questão de ponto de vista. Do ponto de vista do trabalhador, nenhum dos dois(socialismo ou capitalismo) é aceitável, pois se um favoreceu ao partido comunista o outro, por sua vez, só favorece(u) ao empresário, o que significa exploração, apenas sob roupagens diferentes. Negar esse fato corriqueiro é negar as “leis praxeológicas”, que tanto os “libertários” defendem. Isto é, cada um pode dizer o que é bom para os outros, desde que estejam se beneficiando ou diretamente interessados no “negócio”. Portanto, para o trabalhador comum, não importa qual sistema seja o “superior”, mas o que lhe consegue pagar o maior salário(mais outros benefícios)em troca de menor quantidade de trabalho despendida pelo trabalhador.

  7. ótimo artigo, porém isso aqui está errado:
    “vale observar que todas as guerras domésticas e estrangeiras durante o século XX mataram aproximadamente 35 milhões de pessoas”

    Só as duas guerras mundiais mataram umas 70 milhões de pessoas. Diminuir esse número para aumentar o impacto dos 110 milhões de vítimas do comunismo (que podem ter sido muito mais, aliás) pode prejudicar não intencionalmente a credibilidade do artigo

  8. “A matança nao está ligada ao termo comunista e sim ao termo totalitarista e ao termo ditadura.”

    Mas nenhuma ditadura matou mais do que a ditadura comunista. Basta comparar o número de mortos na ditadura militar brasileira com o número de mortos na ditadura comunista em Cuba.

    “Se perguntarmos quantos mortos estao sendo contabilizados pela omissão dos estados nos países capitalistas, pelos efeitos da exploração do trabalhador, ou da população pelas grandes empresas, pelos agentes tóxicos de seus produtos (efeitos sabidos mas mantidos em sigilo) como no fato recente dos trangenicos revelados pela Justiça Francesa, daí a contabilidade fica sinistra.”

    Por que você não diz que os produtos mais tóxicos são os produzidos e vendidos pelos comunistas chineses? Vide os brinquedos produzidos na China que tem chumbo na tinta e mata as crianças.

    No capitalismo, o produtor vai procurar vender o produto da melhor qualidade possível. Qual empresário que quer matar seu consumidor. Se um determinado produto faz mal, os consumidores boicotam aquela marca e a empresa que produz tal marca, vai à falência.

    E transgênicos não fazem mal à saúde. Tanto é que tem em vários alimentos que você consome. Então vá correndo pro hospital.
    E é usado exatamente para aumentar a produtividade e baratear os alimentos aos consumidores que os agricultores capitalistas utilizam transgênicos.

    Quanto aos “bilhoes” de mortos pelo capitalismo, fica por sua conta. Só sei que no chamado Livro Negro do Capitalismo, organizado por Gilles Perrault, tabela em 106 milhões de mortos pelo capitalismo (a edição é de 1997, teria que rever o valor), mas a falcatrua dos autores é tanto que coloca no mesma quantidade os mortos da II Guerra Mundial (quando a URSS também participou do conflito e defendeu seus interesses ao anexar os Países Bálticos, dividiu a Polônia com os nazistas e atacou a Finlândia), o total dos mortos da Guerra Civil Espanhola (quando os também mataram muita gente).

  9. Ser de Esquerda é

    Ser de esquerda é não aceitar as injustiças, sejam elas quais forem, como um fato natural. É não calar diante da violação dos Direitos Humanos, em qualquer país e em qualquer momento. É questionar determinadas leis – porque a Justiça, muitas vezes, não anda de mãos dadas com o Direito; e entre um e outro, o homem de esquerda escolhe a justiça.

    É ser guiado por uma permanente capacidade de se estarrecer e, com ela e por causa dela, não se acomodar, não se vender, não se deixar manipular ou seduzir pelo poder. É escolher o caminho mais justo, mesmo que seja cansativo demais, arriscado demais, distante demais. O homem de esquerda acredita que a vida pode e deve ser melhor e é isso, no fundo, que o move. Porque o homem de esquerda sabe que não é culpa do destino ou da vontade divina que um bilhão de pessoas, segundo dados da ONU, passe fome no mundo.

    É caminhar junto aos marginalizados; é repartir aquilo que se tem e até mesmo aquilo que falta, sem sacrifício e sem estardalhaço. À direita, cabe a tarefa de dar o que sobra, em forma de esmola e de assistencialismo, com barulho e holofotes. Ser de esquerda é reconhecer no outro sua própria humanidade, principalmente quando o outro for completamente diferente. Os homens e mulheres de esquerda sabem que o destino de uma pessoa não deveria ser determinado por causa da raça, do gênero ou da religião.

    Ser de esquerda é não se deixar seduzir pelo consumismo; é entender, como ensinou Milton Santos, que a felicidade está ancorada nos bens infinitos. É mergulhar, com alegria e inteireza, na luta por um mundo melhor e neste mergulho não se deixar contaminar pela arrogância, pelo rancor ou pela vaidade. É manter a coerência entre a palavra e a ação. É alimentar as dúvidas, para não cair no poço escuro das respostas fáceis, das certezas cômodas e caducas. Porém, o homem de esquerda não faz da dúvida o álibi para a indiferença. Ele nunca é indiferente. Ser de esquerda é saber que este "mundo melhor e possível" não se fará de punhos cerrados nem com gritos de guerra, mas será construído no dia-a-dia, nas pequenas e grandes obras e que, muitas vezes, é preciso comprar batalhas longas e desgastantes. Ser de esquerda é, na batalha, não usar os métodos do inimigo.

    – Fernanda Evangelista.
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    Apenas trazendo uma pérola romântica esquerdista a um artigo comentando os massacres promovidos pelos românticos como o autor de tal prosa.

  10. Antonio Henrique

    Se qualquer regime comunista fosse pelo menos ruim (seria muito querer que fosse regular, bom ou ótimo) estaria recebendo imigrantes.

    Porém, nunca se soube de nenhum trabalhador do mundo que teria desejado ir para algum destes paraisos comunistas: Cuba, Coreia do Norte, Vietnan, China?…

    As pessoas que querem melhores oportunidades almejam ir para EUA, França, Inglaterra, Alemanha, Australia, Japão… PAISES CAPITALISTAS.

  11. “foram um produto de circunstâncias políticas que tornaram a morte de milhARES de opositores justificável.”

    Parei de ler aqui. A morte de ninguém é justificável.

    Dont feed the trolls.

    Comunistas, resolvam o problema da escassez de recursos do planeta, primeiro. Estatistas em geral, digam porque um estado é necessário.

    Não vou nem assinar os comentarios desse post, porque meu tempo é precioso demais pra ver professor universitário defendendo totalitaristas e assassinos em massa.

  12. Ao ler este artigo, me fez pensar sobre o que o governo está querendo fazer.

    “mais.uol.com.br/view/1575mnadmj5c/governo-dilma-prepara-grande-salto-para-o-pais-diz-pt-04028C993164C8A14326?types=A&amp”

    Será que a Dilma ficou inpirada nas idéias do “Grande Timoneiro”?

    Rezemos para que os resultados não venham a ser os mesmos.

  13. Em artigo de 29/04/2013 Midia Sem Mascara sôbre o Dalai-lama e o marxismo: “assim,pois,por exemplo, depois de descobrir a familia terrena como o segredo da familia sagrada, há que destruir teórica e praticamente a primeira”(Karl Marx,Manuscritos Economico-Filosóficos,Porto,1971). A estratégia gramskiana de desconstrução familiar através dos movimentos gaysistas e abortistas continua com sua agenda macabra enquanto se discute filosofia e economia. Não “caiu a ficha” ainda do que está acontecendo no Brasi,enquanto o totalitarismo esquerdista vai avançando em sua agenda.

  14. O comunismo mata mesmo,rouba e mente sem escrupulos:Veja o marionete CHAVES,foi usado ate as ultimas pelos CASTROS ,pois o ungido dos CASTROS era o MADURO,treinado bem antes de CHAVES,para assumir o poder na Venezula e manter cuba sobrevivendo,mamando, as custa do povo venezuelano.Foi enviado 13 toneladas de OURO e 20 bilhoes de dolares para o banco central de cuba, em um aviao vindo da RUSSIA , como ultima ordem de CHAVES ( OU CASTRO?) antes de fechar os olhos.Resumindo :fortuna da familia CHAVES = 2bi U$$ ,fortuna familia CASTROS = proximo de 2 bi U$$ . Marxicista , idiotas uteis ,acreditam em papai noel mesmo. fonte :GRACA SALGUEIRO,BLOG

  15. Galera….o Human Action é bem grande, o Man, Economy and State também é enorme. Tem 24 videos de INTROUÇÃO a Escola Austriaca nesse site. Isso só pra começar! Bora estudar o assunto e deixar esse povo que não vai mudar de idéia perder o tempo deles. Eu não tenho esse tempo para perder. Fui!

  16. Divergir quanto a teorias tudo bem, mas eu queria saber mesmo é como os marxistas se tornam intelectualmente desonestos. São apenas os livros ou a doutrinação cara a cara tem um peso maior ?
    Quais os mais importantes escritos marxistas que incentivam a desonestidade intelectual nas universidades ? (provavelmente todos, mas eu queria saber a opinião dos colegas em ordem de importância).
    Valeu.

  17. essa briga entre defensores do capitalismo e socialismo nao vai acabar nunca!!!

    isso eh quetao de opiniao, tem gente que acha que o liberalismo eh melhor…tem gente que acha q o socialismo eh melhor….

    eu particularmente acho que um regime misto, +ou- como acontece no brasil é o melhor

    tentando sempre erradicar a pobreza

  18. realizações do comunismo pelo mundo
    1)estupro de 5.000.000 de mulheres pelos comunas(comunistas)
    2)assassinato de 100.000.000 de pessoas pelos comunistas
    só isso é o suficiente para mostrar que comunismo não presta

  19. Mais de 110 milhões de mortes. A mais poderosa máquina de geração de fome e pobreza. Um regime baseado na institucionalização do crime. Nada disso balança os tímpanos dos corajosos da Universidade Federal de Ouro Preto.

    CENTRO DE DIFUSÃO DO COMUNISMO (CDC-UFOP)
    http://www.cdc.ufop.br/

    E pensar que empresários e trabalhadores ralam o dia inteiro pra pagar impostos e financiar essa organização criminosa.

  20. Com certeza, os comunistas são os líderes em assassinatos.
    Juntos, Stalin, Mao e Pol-Pot mataram 91,9 milhões de pessoas.
    Veja em super.abril.com.br/revista/246/materia_revista_261295.shtml?pagina=1

  21. Aos socialistas e comunistas de plantão, como vivem atualmente? Tem carro do ano, viajam nas férias para o nordeste ou exterior,tem salário de 5000 a 100000 reais, seus filhos estudam em escolas particulares?, é o comunismo que lhes dá isto ou quer largar e fazer um estágio em cuba?

  22. E é por isso que não dá pra divergir moderadamente dessas aberrações morais. É dever de toda pessoa que se oponha ao comunismo combatê-lo com toda sua determinação, eloquência e garra.

  23. O Comunismo, na verdade, matou mais do que é dito, mesmo as estatísticas mais anti-comuna não levam em conta o lamaçal de sangue que foi o Comunismo. Dez anos atrás diziam que o Comunismo tinha matado 50-60 milhões, hoje o consenso dos historiadores é outro, já subiu pra 100 milhões. Na década de 90, pouco depois do fim da União Soviética, quando os arquivos puderam ser revisados, o consenso geral era de 40 milhões, mas hoje já se sabe que só a revolução cultural matou uns 20 milhões e a grande fome 30 milhões, só na China. Não me surpreendo se daqui a uns anos o número subir pra 120-150 milhões, o entendimento da história muda com o passar do tempo, um dia o Comunismo vai bater lado a lado com os 270 milhões de mortos causado pelo Islã.

  24. Para um conhecido meu que é esquerdista, as milhões de mortes foram necessárias, pois morreu “gente que não presta”.

    Esta foi umas das mais imbecis respostas que ouvi de esquerdistas marxistas.

  25. Há um outro genocídio socialista que é pouco lembrado: a Índia de Nehru, um socialista fabiano (estilo FHC, educado em Cambridge, falava muito bem o inglês e sua ‘leve’ ditadura pouco perseguiu ou matou adversários, comparativamente a Stálin ou Mao). Contudo, os planos quinquenais (outro fetiche socialista) adotados na Índia entre 1948 e 1988 (coloco sua filha Indira na conta) levou à morte, por baixo, umas 70 milhões de pessoas por fome, desnutrição, abortos (espontâneos ou não), baixa expectativa de vida, alta mortalidade infantil, doenças epidêmicas indevidamente tratadas. Enfim, um show de horror que lembra muito o universo petista, em que o estado indiano se arvorou a planejar tudo e, a cada erro tardiamente percebido, novo plano “infalível” o substituía, tornando ainda mais mortífera a máquina socialista anterior. Claro, tudo isso em nome de uma sociedade “mais humana, fraterna, justa e solidária”… E, claro, sempre botando a culpa no imperialismo britânico. Só agora é que a Índia está recuperando o tempo perdido na construção daquela utopia.

    Acrescento este comentário apenas com o intuito de lembrar que não são apenas os revolucionários (leninistas ou gramscianos) que matam. Os fabianos (simpáticos social-democratas) involuntariamente também pisam feio na jaca.

  26. “Nada deveria se interpor a esta realização humanitária”, eu substituiria por “Nada deveria se interpor a esta realização HUMANISTA”.

    Nao fica melhor? e ai ja da nome aos bois tambem.

  27. Só uma pergunta: os libertários (como os antigos isolacionistas) são contra intervenção militar. Como seria possível derrotar os comunistas na Coréia do Sul, sem intervenção militar dos EUA e da ONU (como os “isolacionistas” defendiam)? Se não fosse a intervenção militar, a Coréia do Sul seria anexada à do Norte e seria um só país, comunista…

  28. Leo Nardo Sverdlov

    fake.

    a revolução do proletariado só é violenta na medida em que a contrarrevolução é violenta.

    A Revolução de Outubro de 1917, por exemplo, teve pouquíssimas mortes quando a multidão de trabalhadores tomou o Palácio de Inverno. E as mortes se deram em conflitos isolados longe do Palácio, em outras partes de Petrogrado, portanto a tomada do Palácio em si foi pacífica. Até que a França, a Inglaterra e os EUA intervieram contra a revolução em 1918 e explodiu uma sangrenta Guerra Civil que matou mais de 3 milhões (de ambos os lados).

    No Vietnã, a intervenção dos EUA destruíram completamente centenas de cidades e vilas, deixando mais de 7 milhões de mortos dos dois lados.

    Na Coreia, mesma coisa = 4 milhões de mortos.

    A revolução comunista nunca tomou iniciativa de matar ninguém, o fez por defesa, isto é, depois de muito atacada.

    Esses números ridículos incluem esses milhões de soviéticos mortos pelos nazistas na Segunda Guerra, o que é um absurdo atribuir ao comunismo. Incluem também os 8 milhões de nazistas que os soviéticos mataram para vencer a Guerra, esses eu acho muito digno colocar na conta dos comunistas, uma honra e um orgulho para a história do comunismo!

    As fomes (na Ucrânia e China) são em contextos de explosão de luta de classes onde a burguesia agrária se recusou a coletivizar a produção e boicotou a distribuição de alimentos, não restando nada para o governo centralizado fazer.

    Enfim… por aí vai…

  29. Olá! Recentemente tenho buscado conhecimento sobre o assunto capitalismo, socialismo e etc. Porém, tenho umas dúvidas enormes sobre certas coisas no modelo liberal, em que não há nenhuma intervenção estatal na economia por que o mercado se autorregula.

    1ª Como ficaria a fiscalização do ambiente em que, por exemplo, se produz algum tipo de alimento, já que não haverá regulação. Ainda haverá informações nutricionais ou não?

    2ª Como haverá a concorrência entre monopólios e pequenas empresas, já que as últimas não tem muita mão de obra e lucro por serem recentes e mal conhecidas, em contraste com as transnacionais.

    3ª E a proteção do meio ambiente, já que, na busca pelo lucro, o empresário tende a utilizar gases poluentes, por serem mais baratos e executarem a mesma função que energias renováveis, que são mais caras.

    4ª Salário mínimo e horas de trabalho: haverá uma garantia, ou tendência a não haver “exploração” por meio da concorrência?

    5ª Escolas/educação. Vocês defendem que as Escolas devam apenas ensinar conhecimento científico e que ajudará a conquistar profissões no futuro, ou acha que, por meio dos direitos individuais, a escola pode ensinar o que quiser, cabe aos pais/responsáveis decidirem o que o filho deve estudar, para ser mais útil na sociedade.

    Por gentileza, peço respostas para minhas perguntas, já que não tenho muito conhecimento aprofundado e estou sempre buscando conhecer melhor tudo!

  30. MARXISMO(COMUNISMO,FASCISMO E NAZISMO)É A PIOR DESGRAÇA DA HISTÓRIA MUNDIAL POIS OS MARXISTAS ASSASSINARAM MAIS DE 100.000.000 DE PESSOAS E ESTUPRARAM MAIS DE 3.500.000 DE MULHERES NUM PERÍODO DE POUCO MAIS DE 100 ANOS E NINGUÉM NUNCA NA HISTÓRIA MUNDIAL ASSASSINOU E ESTUPROU TANTO FEITO OS MARXISTAS LOGO OS MARXISTAS SÃO OS MAIORES ASSASSINOS E ESTUPRADORES DA HISTÓRIA MUNDIAL

  31. Guilherme Silveira A. Santos

    A esquerda é responsável pelas falhas educacionais. Pensadores como Kautsky, geração Beat, Roszak, Sandra Harding, Chomsky, Keynes, Paul Krugman, John Kenneth Galbraith, etc são profundamente desonestos em suas conclusões. Recomendo os livros Culture Wars e Writers on Left.

  32. Guilherme Silveira A. Santos

    Marx foi um arquiteto de conceitos genocidas. Como também o foram Shaw e Rodionov. Leiam Allen Paul sobre o massacre de Katyn.

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