Calma, cowboys! Armas nos coldres, por favor. Esse artigo não trata de filmes de Western,
apesar do titulo parodiar o clássico de Sergio Leone.
O Instituto Mises cresceu e cresceu muito mais do que
poderíamos imaginar. Se, no começo, éramos alguns poucos esforçados que não
sabíamos o que esperar quando o Instituto deu o seu pontapé inicial, não tardou
muito para sermos atingidos por uma avalanche de leitores, um público ávido que
consome com voracidade todo o conteúdo do site. Mas a avidez não é a única nem a principal
característica dos leitores do site; não tenho dúvidas de que aquilo que
distingue o nosso público é a qualidade.
Nosso maior ativo é termos um leitor extremamente qualificado, estudioso
e interessado.
E essa característica, além de ser extremamente benéfica à imagem do Instituto,
também exige sempre novos e maiores patamares de qualidade, obrigando-nos a
estar sempre à altura deste público qualificado.
Como acompanho o movimento austro-libertário desde o seu princípio,
pude, em minhas observações, mais ou menos mapear de onde vêm nossos leitores. Quem são essas pessoas que estavam escondidas
ou fragmentadas, e que vieram a formar um grupo coeso e crescente de leitores
fiéis, os quais, posso assegurar, já nos superaram em qualidade e conhecimento
muitas vezes? Hoje me percebo como um
aprendiz frente aos leitores do Instituto.
Nesse mapeamento, destaquei basicamente essas três figuras
que destaquei no título do artigo: o yuppie, o punk e o nerd. E não é necessário tomar essas definições
como literais. Estes
três tipos possuem variações que tentarei abordar a seguir. Também faço um mea culpa por esse artigo estar atrasado — com certeza, o
crescimento da audiência já abarca tipos diferentes que não cabem nas
definições que selecionei.
O yuppie
A porta de entrada de muitos que chegam ao IMB é o mercado
financeiro. Gente que ou tomou grande prejuízo
na bolsa ou obteve grandes lucros. Esses
extremos se encontram quando querem compreender melhor o que se passou, quando estão
munidos daquela curiosidade de investigar os fundamentos daquilo que muitas
vezes enxergam (ou deixam de enxergar), mas que não compreendem. A dinâmica do mercado de ações ou derivativos
já ensina muito sobre os fundamentos da liberdade de troca, dos riscos, das decisões
pessoais, do preço na margem, dos lucros e prejuízos, das informações contidas
nos preços, dos ciclos etc. Ao perceber
que tudo isso é uma ciência, o leitor encontra, condensado no site, todo o fundamento
teórico que ele tem vivenciado na prática.
Mesmo aquele que, por várias vezes, já percebeu que as
ofertas públicas são um jogo de cartas marcadas entre os tubarões irá encontrar
aqui no site os motivos por que isso acontece.
Irá também entender como se dá a formação de uma elite que oligopoliza
setores, e como a liquidez mundial viabiliza investimentos errôneos e insustentáveis,
que depois se provam verdadeiros fiascos.
Não é de se admirar que esse tipo de leitor tenha
preferência por artigos que falem de crises bancárias, padrão-ouro e teoria dos
ciclos. Não quero aqui restringir os yuppies à origem do termo: muitos deles
são empresários e empreendedores que nunca nem passaram perto de ações e
títulos.
O punk
Muitos poderiam se perguntar o que punks têm em comum com
alguém circunspecto como Mises. Por que
eles se identificariam com nossas ideias?
O fato é que, quando usei a figura do punk, quis abarcar aqui todo o tipo
de contracultura (a genuína, e não aquela que se finge de contracultura). Muitos, na juventude, perceberam que há algo de
errado; sabem que, de alguma forma dispersa, há algo de errado com o Lineu
(aquele personagem da Grande Família que é um “simpático” vigilante sanitário).
Esse tipo de leitor sempre buscou algo alternativo ao mainstream, desde a forma de se vestir até os movimentos culturais de que participa, passando pela música que escuta.
Quando essa tribo descobre o radicalismo
das ideias de Mises, Rothbard, Hoppe etc., é quase como um encontro cósmico.
Ao ver a coragem manifestada por aqueles velhinhos de terno
ou gravata borboleta, de fala serena, escrita elegante e sem tatuagem, os punks
logo veem ali seus semelhantes. Mais até
do que isso: veem ali inspiradores que nunca conheceram. Encontram fundamento teórico para ideias que
sempre ventilaram por suas mentes, mas que nunca souberam como organizá-las.
Assim como eles, os austríacos sempre estiveram à margem do mainstream e nunca sofreram afetações por
isso. Essa postura de defesa de
princípios, de paixão pela liberdade, é o que tem canalizado os leitores para o
site.
O nerd
Se, por um lado, o yuppie veio do mercado financeiro e o
punk da contracultura, do outro, podemos notar um paradoxo no nerd. Ou ele se identifica com economia e
contracultura, ou com nenhum dos dois.
Sim, isso é possível e até comum. Muitos dos nossos leitores são daqueles que já
leram de tudo e estudaram de tudo, e, por conta dessa característica de
curiosidade e busca, eles nos encontraram. Há o religioso que sabe tudo de apologética, o
matemático que sabe dos limites da matemática, o físico que entende das limitações
da mecânica, o especialista em guerras, aqueles que passaram madrugadas em
fóruns de toda sorte de debates pela internet etc. É impossível que, cedo ou
tarde, não encontrem o site do IMB.

epistemologia e de teoria. Como é de seu feitio, compram livros e leem quase
que compulsivamente todos os artigos do site. Passam noites sem dormir quando
veem alguma contradição ainda não resolvida ou se reviram tentando descobrir
“quem vai construir as pontes” em um mundo sem estado.
É isso que esses três tipos têm em comum (para parodiar
ainda mais o filme de Leone, que seriam três homens em conflito). Aqui, esses três tipos, ou nossos leitores, têm
em comum essa busca desenfreada pelo saber. Às vezes, a defesa natural dá uma capa de
arrogância, mas esta logo cai e a humildade frente ao conhecimento passa a ser
a característica comum. Hoje, graças ao
nosso crescimento, já posso dizer, como Murray
Rothbard disse a Lew
Rockwel com a chegada de Douglas
French ao Mises Institute: “Lew, tenho um aluno muito super interessado na Escola
Austríaca. Ele trabalha no mercado
financeiro e joga futebol americano (é centroavante). Ou seja, é uma pessoa do mundo
real!”.
O fundamento que nos move é o mesmo que moveu os decanos da
Escola Austríaca e tantos outros: a busca pelo saber e a paixão pela liberdade.
Estamos ansiosos pelos próximos 5 anos.
Eu cheguei nesse site depois de saber que George Soros ganhou 1 bilhão de dolares em uma movimentação financeira baseada em câmbio. Queria entender como os Bancos centrais funcionavam e acabei descobrindo um mundo novo após entrar no artigo de SELIC do Leandro.
Prezado Cristiano
Parabéns pelo excelente texto.
Eu cheguei ao site em meados de 2009 porque procurava textos sobre liberalismo clássico na internet. Era quase 22 horas quando descobri vocês.
Hoje tenho duas pastas grossas de plástico lotadas de textos retirados do site lidos já várias vezes. Eu até fiz fichamento de alguns textos que considero muito importantes, como o texto sobre a anatomia do estado e outro sobre liberalismo clássico comparado com o anarcocapitalismo.
O site é muito bom e sério, com diversos textos, livros e vídeos defendendo a economia de mercado de forma franca e aberta.
Repudio de forma cabal a hegemonia marxista na cultura brasileira.
Acesso o site todo dia.
Adoro os textos que tratam da principiologia da liberdade.
Desejo muita sorte, saúde e felicidade a equipe valorosa do IMB.
Abraços
Eu cheguei aqui por causa de um link no blog do Rodrigo Constantino.Que nem existe mais.
Na época ele era o único que eu tinha encontrado que era contra impostos altos, contra cotas e bolsa esmola
Vida longa IMB
Parabéns pelos cinco anos de instituto, Hélio, irmãos Chiocca, Leandro e outros integrantes do IMB.
Obrigado por fazer deste site uma leitura diária obrigatória para todos nós.
Acompanho o instituto Mises americano há mais de 10 anos, e o brasileiro desde o início. Hoje o IMB é meu instituto Mises favorito devido à qualidade da escolha e tradução dos textos, aos excelentes artigos tratando da realidade brasileira, ao empenho dos membros em tirar dúvidas dos leitores, e às interessantes discussões dos leitores nos comentários.
Vida longa ao IMB.
Sensacional, Cristiano!
Descobri o site em 2011,e esse ano estou concluindo o ensino médio. Aprendi muito desde então, antes achava que o estado era soberano e devia resolver todos os problemas, agora o condeno……..A última,Renan Calheiros,presidente do senado ,é só um exemplo da podridão de Brasília,a ponta do iceberg. Que o trabalho do site continue ,e a luz da liberdade ilumine de novo o coração da humanidade. Antes de conhecer o Mises ,nunca tinha ouvido falar bem do liberalismo,o trabalho aqui é de hiper importancia…obrigado por tudo,equipe do Mises Brasil.
O negro, o pobre, o desfavorecido, a mulher e as outras classes excluídas estão onde?
Não pertencem aos “yuppies”, pois não possuem educação ou nasceram no sexo em que seja perfeitamente aceitável usar o mercado financeiro. Não pertencem aos “punks”, pois ou não possuem dinheiro para tal(O movimento punk é, quase sempre, movido por jovens da burguesia) ou simplesmente são considerados os inimigos da sociedade pela contracultura. Também não são “nerds”, não por serem incapazes de estudar, mas sim porque nunca a eles foi providenciada um estímulo para tal vindo de uma educação pública de qualidade.
Prefiro agrupar os usuários de sites mais puxados ao fascismo em apenas uma classe:
– Branco. (Por motivos óbvios)
– Classe B ou A. (Pequena ou alta burguesia)
– Sexo masculino. (Pois a sociedade não estimula as mulheres a entenderem o mundo)
Por tal classe ser predominante, como Marx diria, o pensamento governante sempre será movido pela motivação da parte de cima da luta de classes. Ao invés de desejarem mais impostos, serviços públicos de qualidade, estatização dos meios de produção e justiça social, desejam menos impostos, menos serviços públicos e desejam simplesmente retirar o estado da economia! Absurdo.
Conheci inúmeros artistas, educadores, líderes sindicais, radialistas, líderes de movimentos raciais, troco e-mails com deputados e até com o grande senador Cristovam Buarque. Sempre que vejo que sou encurralado argumentativamente por um usuário, apenas lembro: Quem é a classe que está falando comigo? É aquela que defendo e vejo sofrer todos os dias da janela do meu escritório na receita federal? É aquela cujo filho é meu aluno e enfrenta uma exclusão educacional todos os dias?
Não. A classe que me fala apenas busca alcançar seus interesses próprios. Nunca é o negro pobre que ataca as cotas raciais ou sociais. Nunca é o filho de criminosos que luta para impedir a justiça social.
É por tal motivo – e tal motivo apenas, que todo o arcabouço argumentativo dos usuários do IMB vai por água abaixo. Independente do quão bons sejam em economia, praxeologia, história ou lógica; pertencem à burguesia e apenas servem para continuar a luta em nome de sua classe e interesses.
Quem é o Típico Libertário perto de Paulo Freire, Caio Prado Jr, Milton Santos, Eric Fromm, Adorno e Antônio Cândido?
Chequem vosso privilégio antes de levantar a voz. Muita gente teve de ser pobre para que vocês chegassem aonde chegaram.
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Aos meus seguidores e opositores, em especial ao Leandro Roque:
Estarei fazendo uma viagem à França para comparecer a um fórum artístico e social em nome de uma muito famosa e excelente universidade PÚBLICA(Contraditório, não?) de São Paulo. Lá, debateremos como proteger o Welfare State europeu dos caprichos alemães, como o trabalho na conjuntura globalizada oprime e destrói o homem; quais os impactos da cultura pós-moderna no meio de vida da população; como uns direitos individuais devem ser violados em prol do bem comum e como o capitalismo apenas gera desperdício.
A universidade financiará minha viagem e todos os custos de minha estadia. Não jogarei fora vosso dinheiro: Em cada segundo que permanecerei lá, estarei com a cabeça à mil elaborando formas de acabar com a desigualdade econômica, com as más condições no trabalho, com a obsolescência programada e como oferecer serviços públicos de qualidade a todos.
Visto que tal luta pela justiça social vem crescendo no IMB, creio que poderei ausentar-me temporariamente ciente de que a igualdade continuará sendo defendida.
Voltarei em algumas semanas com muitas novidades.
Parabéns a todos do IMB !
Sou de Recife e conheço o site/instituto desde 2008 quando começava acompanhar o famigerado “midiasemmascara”, um belo dia o site saiu do ar e fui procurar na comunidade do orkut deles o porquê. Entrei em um dos fóruns e encontrei algo sobre MISES. Entrei no site e foi paixão à primeira vista!! hahahaha… Foi no auge da crise dos EUA.
Confesso que antes desses sites era um pouco esquerdista!
Desde então tornou leitura diária e obrigatória. Tenho bastante prazer em entrar todos os dias pela manhã e ver um novo artigo.
Forte abraço e vamos em frente !!! A luta está apenas começando !
Cheguei aqui ao pesquisar sobre a Bolha Imobiliária. Mesmo achando várias criticas por aí, principalmente de marxistas, acredito que as teorias da Escola Austríaca são as mais convincentes.
O comentário acima, do “Filósofo”, me emocionou um bocado. Conheci o libertarianismo através de um amigo que ficava postando no facebook artigos do IMB, e depois de muita relutância, minha mente e meu coração finalmente entenderam o valor inalienável da liberdade.
Depois de dezenas e dezenas de artigos lidos, estou lendo aos poucos Ação Humana. E quando vi acima o polilogismo marxista que o nosso grande Mises transforma em pó na primeira parte do livro, me emocionei ao perceber o quão valoroso e aplicável à realidade é o conhecimento que estou adquirindo.
Se muitos falam que se tornaram novas pessoas ao conhecer uma religião, posso dizer com toda a segurança que me tornei um novo homem ao conhecer a filosofia da verdadeira liberdade.
Não que o libertarianismo tenha se tornado uma religião para mim, mas certamente se tornou uma filosofia de vida e um padrão de moral.
Agradeço enormemente à Equipe do IMB por me proporcionar a oportunidade de ser uma pessoa melhor. Tive a imensa sorte de conhecer esse site ainda jovem, pois assim poderei aproveitar todo o conhecimento que estou adquirindo ao longo de toda minha vida.
Vida longa ao IMB!!!
Parabéns pelo instituto, e por todos os excelentes artigos que escreveram e/ou traduziram.
Eu cheguei aqui quando estava no fim do Ensino Fundamental. Eu escutava um monte de coisas nas aulas de Geografia e Historia que convenciam a maior parte da turma, mas eu sabia que alguma coisa simplesmente não batia. Um belo dia eu estava fuçando alguma coisa sobre Grande Depressão pra um trabalho e descobri esse site. Confesso que no inicio não era um leitor assíduo, mas depois passei pra uma escola técnica federal e sou obrigado a ouvir uma porrada de besteiras Marxistas todos os dias, até em algumas matérias do técnico (Eu tenho uma Profª socialista que usa Jeans Calvin Klein, lindo isso não ?), e isso me fez ler quase diariamente para procurar respostas e até confrontar os Profs algumas vezes. Me dá medo e um pouco até de pena ver uma outra Profª falar absurdos como Valor- trabalho, teoria do excedente social, etc… e toda a turma acreditar como se fosse um dogma. Eu penso como ficarão meus amigos no futuro com essa lavagem cerebral, e em geral, como ficará a população brasileira no futuro, é de assustar…
Eu só tenho a agradecer pelas explicações que me dão e por não ser mais um doutrinado como a maioria dos colegas….
Me considero o NERD, mais eu acho o Clint mais estiloso…hahahha.
Também tive o insite, gerado por um colega de trabalho esclarecido, a seguir esse site.
Está sendo fundamental para me dar mais noções cívicas sobre toda a conjuntura mundial. Tive matéria de economia na faculdade, mas não tinha a maturidade necessária para relacionar economia, religião e regime (capitalista e socialismo).
Estudei e estudo tudo sobre os três. É fascinante essa descoberta.
Obrigado,
Vocês são a bóia salva-vidas em águas obscuras.
Conheci o site em 2008, acho, mas não dei o devido valor. Foi apenas no final de 2011, quando eu buscava textos sobre o liberalismo clássico, que passei a ler diariamente os artigos aqui publicados. Quanto tempo perdido… Desde então, leio três ou quatro artigos por dia e sou sempre surpreendido por um conhecimento novo, uma nova forma de enxergar as relações entre as pessoas e o uso dos recursos escassos.
Pertenço ao grupo dos universitários cansados da lenga-lenga marxista e keynesiana reinante no meio acadêmico. Hoje, o universitário brasileiro, que na média já não é lá dos mais dedicado aos estudos, sofre com a carência de mestres (no sentido nobre do termo) capazes de instruir na verdadeira ciência econômica: a Escola Austríaca. Resta, então, o autodidatismo.
Parabéns, IMB! É um trabalho de formiguinha, mas o resultado já está saltando aos olhos nas academias. Bastiat neles! Mises neles! Rothbard neles!
Extraordinario el esfuerzo y la calidad del Mises brasilero para promover y difundir las ideas liberales libertarias. Es realmente lamentable que en Argentina no se haya formado aún (y que no fuera el primer país latinoamericano en hacerlo) pues ya en la década del 50 se empezaron a conocer las ideas de Mises con la actividad del Centro de Estudios de la Libertad encabezado por Alberto Benegas Lynch, la venida de Mises por su intermedio y las 5 conferencias que dio en Buenos Aires en 1958. Congratulaciones al IMB y a sus integrantes.
Eu cheguei nesse site em 2011, atraves do Olavo de Carvalho, no seu site tem uma área dedicada aos pensadores que influênciaram ele, e lá está o Mises, e também pelo True Outspeak, não me lembro qual, mas em algum momento ele citou o Mises, e alguns comentários que li em comunidades do Orkut onde alguns usúarios usaram os argumentos da escola Austríaca para desmascarar as mentiras e a ideologia do ódio dos marxistas. Apartir disso cheguei no IMB. Realmente transformou minha visão de mundo, do que é econômia e o que significa liberdade. Faz só 4 anos anos que terminei o ensino médio, e agora terminei a faculdade, mas já consegui reverter grande parte do processo de emburrecimento que recebi na escola e evitei de me contaminar de vez com os marxistas na faculdade, com os artigos e livros do IMB, é impagavel a contribuição que esse site me deu e continua ofertando todos os dias. Já consegui ‘converter’ alguns amigos, mas a luta tem que ser diária e continua, porque os marxistas e similares, estão sempre a espreita com alguma nova ‘mágica’ para iludir as pessoas, eu cursei Informática, mas mesmo assim tive professores marxistas… No mais, longa vida ao IMB e as idéias libertárias!
Comecei á acompanha o mises em 2011 por ver um link no blog do conturno noturno depois disso não pude mais parar de frequentar este grandioso templo de conhecimento libertario.
Para mim que passei minha juventude sendo um nacional socialista adorador de mussolini e de hitler conhecer Mises, Rothbard, Hoppe bastiat entre outros foi uma libertação.
Parabéns pela sagacidade e pela homenagem aos leitores, Christiano.
E digo mais: a Escola Austríaca é a única que captou o verdadeiro espírito da humanidade.
Espero muito que o IMB e todos os IMs sejam reconhecidos por suas atividades de grande benesse para nós.
Esse dia será um futuro genial.
Eu conheci a figura de Mises , não ainda tinha conhecido o site, pelo site pessoal do Olavo de Carvalho, quando me interessei pelos seus singelos e “exquisitely” artigos. Ele tem uma página intitulada meus gurus, então o Mises estava lá, como o sujeito que refutava de maneira sobrenatural o socialismo.
Nunca fui um socialista, o comunismo sabia que era sinônimo de roubo, mas achava a social democracia algo no mínimo razoável.
E o Mises simplesmente explicou para mim, por A + B por que qualquer forma de socialismo era e é inviável. Em simples palavras, um texto muito agradável de ler, enfim.
O Instituto Mises esta fazendo aniversário mas quem está ganhando o presente somos todos nós, pretendo ainda esse semana comprar alguns livros do site e queria parabenizar o mesmo pelos excelentes artigos e traduções do Mises.org e outros autores da EA.
Só uma contribuição em sugestões: acho que deve haver um seminário e curso presencial periodicamente, não se deve ficar só no virtual.
Vida longa ao Mises.org.br! E que Deus os abençoe.
Att
Conheci o site em 2011, quando estava num blog de basquete e um leitor nos comentários recomendou esse site dizendo que era um site que falava muito bem de economia , como era um assunto que me interessava , entrei e li e gostei, e acabei entrando nos videos e vendo a palestra do peter schiff, dai depois disso passei quase um ano devorando os artigos de vocês, aprendendo muito… esse ano quero ir ai para são paulo para participar da conferência da escola austríaca.. Só tenho a agradecer ao IMB por todo esse material disponibilizado para nós , trazendo conhecimento a muita gente…
Sou o nerd, mas queria ser o Clint Eastwood!
Eu, desde que me conheço por gente, sempre fui de esquerda… mas alguma coisa estava errada mas não sabia o que era. Fiquei dos 15 aos 25 anos analisando os fatos sob a ótica esquerdista, aprendida na “saudável” escola pública. Porém, vindo de uma família de colonos católicos, vários e vários conceitos marxistas não “desciam à goela”. Como pode, por exemplo, um trabalhador de uma empresa estatal de um país comunista ter algum estímulo de trabalhar mais e melhor se vai continuar ganhando a mesma coisa que o colega acomodado ao lado? Se a tal “Justiça Social” significa “todo mundo ganha igual”, então qual a vantagem de se esforçar e melhorar mais, sabendo de antemão que não vai ganhar nada a mais? E porque os agricultores de TODOS os países comunistas estavam mais ferrados que os dos países capitalistas, e o MST pregando a socialização da terra invadindo propriedades e tal? Minha mente estava em conflito constantemente.
Quando entrei num banco, era convocado pra fazer greve, mas tinha vergonha. E o pior: eu mesmo me tentava ao convencimento de que aquilo era bom, sabendo do potencial estrago que poderia me causar. Mas um pensamento via a mente: se é para fazer greve, é por que o emprego não é bom, e quem estiver descontente é só pedir demissão e partir pra outra, simples assim. E assim, após ter perdido a paciência com a tentativa de auto-lavagem cerebral estimulada pela escola pública e pelo sindicato, procurei o “outro lado da força”. E, finalmente, achei no Google o artigo sobre a greve nos aeroportos: “Greves e sindicatos criminosos”. Enfim, descobri o IMB. Era o tratamento que eu precisava…
Daí em diante, comecei a ler avidamente o máximo que eu podia, pois tudo começou a fazer sentido. Porém, de início, tive muita dificuldade para largar o marxismo. Vários sentimentos se misturavam: Raiva (por ter sido enganado), Ódio (do governo), Pequenas Recaídas (demora um pouco pra se livrar do besteirol marxiita). Hoje estou em franca recuperação. Minha vida está mudando. Obrigado IMB.
Que venha a Escola Superior de Economia Ludwing Von Mises….
Conheci o site no final de 2010. Tinha acabado de cursar um curso de economia básica na minha faculdade de engenharia (todas engenharias tem um semestre de economia básica na USP) e não tinha ficado satisfeito com inúmeras explicações da “mainstream economics” para inúmeros assuntos. Entre eles a explicação de que o socialismo era um mero problema de incentivos, sempre desconfiei que era mais do que isso quando então passei a pesquisar sobre o assunto e achei o problema do calculo economico desenvolvido por Mises na Wikipédia. Daí para achar o Instituto Mises americano e o brasileiro foi apenas uma questão de alguns clicks.
Quando prestei vestibular fiquei em dúvida entre prestar engenharia e economia. Paradoxalmente, graças ao Mises Brasil, descobri que realmente fiz uma boa escolha ao cursar engenharia já que esse Instituto provou que mais de 90% dos cursos de economia no Brasil ensinam tudo errado. Melhor mesmo é fazer curso de outra coisa que goste e aprender economia aqui. Pelo menos essa é minha opinião.
Eu concordo. Aqui não há religiosos e nem ateus, não há raça nem classe social; embora cada um, dentro da ética libertária, tenha a liberdade para ser ou exercer aquilo que lhe convier. Este será o verdadeiro mundo novo, de homens trabalhando, enfrentando, sem medo e com orgulho, o desconhecido mudo da incerteza, mas sempre em busca de novos conhecimentos. Sem nenhuma intervenção estatal. Pois não haverá mais Estado. E, finalmente, até que enfim, estaremos por nossa própria conta e risco! Saberemos qual é o verdadeiro preço da realidade, qual o verdadeiro valor da liberdade. E isto é, em si mesmo, imensuravelmente maravilhoso!
Sonho? Não, senhores! Somente quando formos poucos. Mas em breve, quando a maioria acreditar, tudo isto se tornará um fato simplesmente real.
Conheci o IMB através do Mídia Sem Máscara e também foi amor à primeira vista.
Abandonei a “estabilidade” da carteira assinada e hoje sou sócio em uma empresa prestadora de serviços. Empregamos diretamente cerca de 100 pessoas.
Quando comecei fazendo estágio nas empresas, me sentia bem porque ganhava pelas horas de trabalho – se trabalhava mais, ganhava mais. Naquela época ainda não existia a “Nova Lei do Estágio” e podia trabalhar, se quisesse, 24 horas por dia. Conseguia fazer um bom rendimento mensal e o trabalho nunca me atrapalhou nos estudos (estudava Engenharia Mecatrônica). Conseguia pagar a mensalidade da faculdade com certa folga.
Em função da qualidade do meu trabalho me ofereceram ser efetivado. Lembro que o gerente que me contratou me olhou com espanto quando perguntei se poderia continuar com o contrato de estágio, apenas renegociando o valor da hora. Ele vetou a proposta e me “fichou” na empresa.
Com o passar do tempo, fui me acomodando, pois, independente do meu esforço pessoal, meu salário cairia na conta, fizesse sol ou chuva. Por um tempo até que achei bom. Por outro lado, comecei a me sentir preguiçoso e acomodado e isso começou a me fazer infeliz.
Quando comuniquei aos meus familiares que iria sair para me dedicar à microempresa da família, quase me crucificaram: “ficou doido?”, “vai largar sua carreira nessa grande empresa por uma empresa de fundo de quintal?”, e várias coisas do tipo…
Hoje me sinto realizado, mais capaz do que nunca. Quando entro no site do IMB e leio esses artigos maravilhosos tenho a certeza que escolhi o melhor caminho: o da honra, do trabalho, da prosperidade, da excelência.
Parabéns a todos vocês e muito obrigado por todo esse conhecimento que nos é dado de graça.
Um abraço a todos!
PS – Quando é que teremos um programa IMB na TV rede aberta?
Sou português a residir no Brasil faz 1 ano e pouco.
As minhas maiores e melhores descobertas aqui no Brasil em busca do crescimento do Saber foi sem dúvida o Instituto Mises e Olavo de Carvalho.
Encontrei o instituto através de uma pesquisa na net procurando entender a crise europeia.
Creio que vcs devem ter muitos leitores de Portugal.
Como sugestão, acho que deveriam criar vídeos no youtube (semanal ou mensal), com comentários sobre a atualidade económica no Brasil e no mundo. A visibilidade iria aumentar como nunca.
Abraços e bom trabalho!
Eu tenho que admitir que realmente cheguei ao site pelo punk (no meu caso mais hardcore, rsrs). realmente o punk ou hardcore abrem muito sua mente para muitas coisas, na verdade eu desde os 12 anos (hoje tenho 23) já questionava muitas coisas, com uns 16,17 de certa forma eu tinha já idéias semi anarco capitalistas, pensava que o governo era inútil, mas não concordava jamais com a anarquia ”comum” (anarco-sindicalismo, anarco-primitivismo, anarco-especifismo, etc…) nunca fui a favor de idéias comunistas também! ouvi falar de anarco-capitalismo a um ano atrás + ou -, só que não conhecia o site, eu ficava tentando imaginar como seria o anarco-capitalismo, mas quando descobri esse site, não consegui parar de ler os artigos, e não só sobre anarco-capitalismo, sobre varias outras coisas como propriedade privada, alguns falando que um mundo sem dinheiro não seria possível, etc…
esses dias atrás eu até imprimi umas folhas de artigos do site para ler, porque ler no pc cansa os olhos…rsrs
parabéns pelo site pelo conteúdo cada vez melhor! que continuem assim!
Conheci o IMB em 7 de setembro de 2009, dia da minha independência das ideias intervencionistas, seguindo a orientação de um experiente apologista católico fascinado pelos escolásticos.
Ainda em 2009, li Economia Numa Única Lição (http://www.mises.org.br/Ebook.aspx?id=25), de Henry Hazlitt. Livro curto (~200 páginas), mas intensamente educador, e que perpetuou minha fascinação pela Escola Austríaca de Economia!
Tempos atrás ganhei um Vinil da banda canadense Rush, já conhecia a banda por mp3 mas era a primeira vez que tinha um contato com algo original, no verso leio que o disco era baseado no livro “The Fountainhead” da Ayn rand, procuro sobre Rand no google e eis que surge um site anunciando o sorteio de A Revolta de Atlas e explicando de forma clara a relação entre a autora e o velhinho sorridente que carrega o nome do site… foi assim que conheci o Instituto Mises.
Eu cursei o ensino fundamental e médio em escolas públicas e sempre tive vários professores esquerdistas. Porém, meus pais, apesar do pouco conhecimento econômico e motivados por questões morais e religiosas, me mostravam os problemas do socialismo.
Quando estava no Ginásio, comecei a tentar confrontar os professores esquerdistas. Para isto comecei a pesquisar na Internet e comecei a ler o blog do Reinaldo Azevedo e os textos do Olavo de Carvalho, assim como os textos do Mídia Sem Mascara. Foi neste último que descobri o site do Instituto Mises, quando já estava terminando o ensino médio.
Sempre achei os textos do Reinaldo Azevedo, do Olavo de Carvalho e do site Mídia Sem Masca muito bons. Porém falta uma aprofundamento sobre a liberdade econômica que achei aqui no IMB.
Parabéns a todos do IMB, pelo excelente trabalho de vocês!
Eu não lembro como cheguei aqui, nem quando foi. Provavelmente foi bem no começo do site através do jeito nerd descrito aqui. Devia estar com insônia, ouvi alguém falar sobre padrão-ouro e a pesquisa do Google tinha a página de vocês logo de cara.
Cheguei a este site em meados de 2011 através do Midia Sem Máscara. Buscava algum site que apresentasse textos bem fundamentados sobre liberalismo clássico, sobre minarquismo e de defesa da economia capitalista. Buscava também encontrar textos críticos ao pensamento esquerdista em geral e, marxista, em particular. Quando comecei a ler os primeiros artigos tive a sensação de ter encontado um valiosíssimo tesouro enterrado em algum lugar desconhecido pela maioria. Foi uma sensação maravilhosa. De lá pra cá, visito o site todos os dias. Raramente posto comentários pois ainda não me acho devidamente preparado para opinar sobre os temas aqui discutidos. Como professor de Geografia de ensino médio procuro passar aos meus alunos a visão de mundo defendida aqui neste site. Apesar de não defender o anarcocapitalismo, compartilho da maior parte das ideias aqui defendidas. Ainda me considero defensor do Estado mínimo. Vida longa aos editores deste site.
Conheci o site em meados de 2011, ao procurar sobre a crise americana. Desde então não parei mais, acessando o site diversas vezes por dia.
Queria agradecer a todos que colaboram para esse site ser o que é: o reduto da verdadeira filosofia e ciência econômica.
Muito obrigado aos redatores, tradutores e comentadores do Mises Brasil, vocês realmente fazem a diferença!
Cheguei a este site pelo facebook ao ver um post de um amigo. Eu me enquadro em dois grupos: preponderantemente nerd, pela essência e natureza, mas também um punk por adotar em minha vida princípios da contracultura. Estou descobrindo o site aos poucos e tendo gratas surpresas ao encontrar diversos artigos sobre ideias de liberdade de pensamento, cunho sociais e até mesmo de política e mercados financeiros. Minha curiosidade impulsiona a busca e até mesmo para enfrentar as minhas inquietações e o lado punk me trouxe até essa página fora do mainstream. Continuem assim, com artigos inteligentes e propagando a escola austríaca.
Este site é 2008. Não é mera coincidência, ele surgiu no mesmo ano da crise mundial que provou mais uma vez o lado perverso do falido sistema capitalista. Este site é uma das formas de tentar inutilmente por uma cortina de fumaça ante o fracasso de um mundo sem as mãos do Estado regulador e gerador da justiça social.
Vejam o exemplo de Lula, o presidente que mais fez pelos pobres em 500 anos de Brasil. O nosso querido ex-presidente encarou a crise de frente. Ele, que não entende de economia, reduziu o IPI, não demitiu trabalhadores e chegou até mesmo a aconselhar Obama a usar o exemplo do nosso PROER.
Por causa do estadista Lula, a economia do país cresceu incríveis 82% de 2003 a 2008, diferentemente do liberal entreguista FHC, cujo governo cresceu dez vezes menos de 1995 a 2002.
Qual o segredo de grande nosso Lula? Estudar economia? Ler as sandices deste site? Não! Lula só tem uma arma: ter boa vontade política! Regular as empresas gananciosas! Permitir o aumento contínuo e assistencial do Estado!
Lula provou que é o Estado forte, e não o mercado desenfreado, quem mais estimula a geração de empregos aos mais pobres e consequentemente, mais põe comida na mesa dos mais miseráveis.
Também cheguei ao IMB através do Mídia Sem Máscara. Na época, eu estava em busca de conhecimento sobre economia, frequentei vários tipos de sites, desde os de extrema-esquerda (anarquista e marxista), passando pela social-democracia, até mesmo a extrema-direita.
Mas desde que passei a frequentar o IMB, minha visão sobre política, economia e outras questões sociais mudou completamente. Antes, eu era mais um dos estudantes estatistas. defendia o Estado em todos os casos. Hoje, eu tenho aversão ao Estado e passei a defender o livre mercado. (eu ainda sou minarquista, tenho ceticismo sobre anarco-capitalismo)
Mas eu ainda tenho muito a aprender, por isso venho acompanhando os artigos, o blog e os livros da biblioteca do instituto.
Muito obrigado Instituto Mises Brasil!
VIDA LONGA AOS AUSTRÍACOS!
Cheguei ao IMB através de um link disponível no site do Olavo de Carvalho em 2011.
Hoje, GRAÇAS A DEUS ( E AOS AUSTRÍACOS), me sinto um cidadão melhor. Sou estudante de direito, e na faculdade só se ver um conhecimento dogmático, burro, pobre, impregnado pelo socialismo barato, que não consegue formar nenhum ser humano para enfrentar a vida real. Por isso agradeço à EAE por me incluir em um processo de conhecimento verdadeiro. Seja para se apoiar ou refutar, aqui existe seriedade.
Obrigado!!!
Quando adolescente eu era Bakuninista, depois fui me tornando social-democrata sem perceber. Chegou uma hora que eu tive que questionar todo esses esquerdismo.
Confesso que no começo de tudo eu lia Mídia Sem Máscara, mas achava a maioria dos artigos muito ruins. Os artigos do Constantino lá no MSM me chamaram a atenção, ele defendia o livre mercado sem a neurose ultra-conservadora.
O orkut com os grupos Liberalismo e Liberalismo (verdadeiro) do Helio também ajudaram.
Eu descobri o IMB por acaso, vi o podcast em destaque na iTunes Store, e achei bonitinho o icone, e baixei por baixar, achando que aquele icone era algo que eu ja tinha visto. Faz um ano, o podcast era com o André, por ironia ele é servidor publico, procurador federal (eu trabalho no BB), e me identifiquei com o tema. E realmente, acho que não paramos de ler sobre o assunto, pois queremos ver uma falha que nunca se acha hehehehe. Tem sido bom, já cancelei o sindicato, economizo 720 reais anuais. 🙂
Acho que o IMB tira as rédeas do pescoço das pessoas, e coloca-as em suas mãos.
Eu venho aqui sempre para dar uma boa risada.
Que venham os próximos 5! Vocês mudaram a minha vida. Muito obrigado!
btw, meu caminho para o site foi crash de 2008 -> Peter Schiff was wright -> Mises Institute -> IMB.
O IMB é realmente uma válvula de escape pra todos aqueles que sempre desconfiavam que o ensinado na escola não era o 100% correto, mas não sabiam explicar o porque de sempre terem esse pensamento, já que todo o conteúdo de todos os artigos do site e também os seus livros permanecem obscuros da maioria. Espero que esse maravilhoso trabalho não só permaneça com sua primorosa qualidade, como também aprimore-a cada vez mais.
O trabalho do IMB é de uma importância tremenda pra muita gente, mas acho que nem preciso dizê-lo, o próprio artigo já atesta exatamente isso.
Encontrei esse site por acaso no mês de setembro de 2010 pesquisando sobre a crise econômica de Dubai,foi paixão,ceticismo e curiosidade ao mesmo tempo,sou formado em economia e a cada dia reaprendo a verdadeira economia aqui neste site sensacional,longa vida ao IMB.
Esse é o melhor site de toda a internet 🙂
Mas pelo amor de Deus, arruma o RSS do BLOG e dos Artigos. Só o feed do podcast ta funcionando.
Descobri este site porque já tinha visto referências a Mises através do Olavo de Carvalho. Sou um conservador miniarquista, e certamente, não um ancap. Creio que isso me coloca fora do chamado movimento libertário. Como miniarquista, creio na necessidade de diminuir o escopo das atribuições do estado (cinco por cento de carga tributária talvez já fosse excessivo) e destruir as estratégis dos engenheiros sociais. Certamente os objetivos dos ancaps e dos miniarquistas são bastante diferentes. Existe alguma confluência tática entre eles. E uma grande admiração comum em relação a Mises.
Conheci o IMB pelo perfil do Partido Libertários no Facebook. Eu estava procurando um partido ou movimento que se encaixasse melhor nas minhas idéias, pois não existe nenhum partido no Brasil atualmente que me represente.
O primeiro artigo que li foi “O socialismo como um imperativo moral” que achei meio complicado na época, mas depois de alguns dias voltei ao site e comecei a ler os artigos publicados diariamente. E não parei mais.
Sou formado em Relações Internacionais e era bolsista Prouni. Mas diferentemente dos meus amigos bolsistas eu não defendo a ajuda do Estado nem choro de amores pelo PT, pois sempre tive em mente que aquele sistema não era o ideal. Diferente deles eu não vendi minha mente pela bolsa.
Parabéns IMB pela qualidade dos artigos e pela informação disponibilizada.
Estou postando outro comentário,não mais para elucidar minha admiração pelo IMB, mas para ressaltar a importância extrema do mesmo, acabei de ler o seguinte comentário:
“estamos caminhando pra cada vez mais assistencialismo, impostos sobre fortunas e reduçao da carga horaria. a economia hj eh baseada em O Vencedor leva tudo. Poucas empresas dao conta do mercado facilmente e nisso rola tanto downsizing que os empregos somem. So keynes salva neste contexto de tecnologia e automacao hardcore. logico que a solucao tem que ser politica pq o mercado quer imposto zero e desregulacao. o olho grande nao leva a mais riqueza e sim a mais concentracao de renda e sumico da classe media. eh um processo mundial.”
E essas palavras são proferidas por inúmeras pessoas, que por sua vez praticamente uma lavagem cerebral nos desavisados. Lamentável.
Me senti o punk deste texto. Passei do ateísmo a conhecer Ayn Rand, depois Rothbard, Mises Intitute, alguns textos do Fernando Chiocca em inglês e finalmente ao IMB. Sou um tatuado admirador desses engravatados.
Vocês fazem parte da minha vida.
Parabéns pelo grande trabalho e muito obrigado.
Sou acadêmico das Ciências Sociais, o reduto marxista no Brasil, e no transcorrer da minha formação me dei conta de quão limitada e anacrônica é a análise marxista.
Mas antes de chegar a Escola Austríaca, passei a ler a literatura liberal, Locke e companhia…
Só recentemente tive acesso, por acaso, ao IMB, e desde os últimos 3 meses venho com frequência visitando o site.
Além, é claro, de ler os principais nomes da EAE no integra.
De qualquer forma, para além da efetividade (ou não) da EAE, o IMB permite ao povo brasileiro ter contanto com uma articulada literatura que coloca em cheque as figurinhas sacralizadas do pensamento político, econômico e social vigentes.
Já conhecia o liberalismo econômico por ter lido “A história da economia” do socialista Robert Heilbroner. Quando li o capítulo que falava sobre Adam Smith, simplesmente a questão da liberdade me fascinou! Comecei a ver o quão era importante os mercados e a liberdade para eles (nós, nesse caso). A partir daí comecei a defender o livre mercado sem ter informações relevantes sobre o assunto. O que eu sabia era: a liberdade funcionava!
Era engraçado porque, mesmo eu tendo muito pouca informação, eu era um cético sobre o assunto “A grande depressão” e que o livre mercado era o culpado. Eu ficava imaginando: “Mas a liberdade funciona! A mão invisível de Smith não estava errada.” Ficava ainda mais encucado por saber que, quanto eu olhava pra sociedade, mais eu via a “mão invisível da liberdade” funcionando. Não descia essa de “os mercado livres provocaram a depressão”. Porém não tinha resposta.
Além disso, eu não entendia bulhufas do funcionamento dos bancos (hoje entendo alguma coisinha) mas sabia que as reservas bancárias não tinham riquezas suficientes para todos os seus clientes. Me causava um transtorno em pensar “já pensou se todos retirarem seus dinheiros ao mesmo tempo? O que vai ser das pessoas e do banco?”. Não entendia como isso funcionava mas sabia que havia algo mais a fundo nisso.
Então, não lembro exatamente quando cheguei aqui, se era em final de 2009 ou início de 2010. Fato é que vim por causa de discussões no Orkut em comunidades políticas. Ouvindo Olavo de Carvalho e lendo discussões na net, pude perceber que existia uma escola liberal que destruía conceitos meio que instalados em nossas mentes sobre o status quo.
Como sempre fui um questionador mais alternativo e, tão alternativo a ponto de passar longe do marxismo e pelo qual me identifico totalmente com as características do “punk” (como um amigo acima comentou, ouvir coisas como hardcore, heavy metal também e ter contato com artes em geral foi fundamental pra mim), googuei e achei este site maravilhoso. Foi amor a primeira vista.
Comecei a lê-lo diariamente. No trabalho, em casa, não tinha hora. Conforme foi passando o tempo, pude entender realmente o que era e o que ocasionou a Grande Depressão. Mais pra frente vendo artigos e vídeos sobre Reservas Fracionárias, pude entender o que era essa falta de reserva bancária.
Aos poucos o libertarianismo como um todo foi se adentrando na minha cabeça. Bandeiras defendidas tanto pela esquerda quanto na direita foram, aos poucos, sendo minadas. Eu já era um anti-estatista sem saber o que isso significava, outro fator por eu ter ficado sempre longe do marxismo. Sempre tive um espírito contrário ao governo. Então assuntos como a defesa de uma “ditadura militar salvadora” ou “o estado como salva-guarda” da sociedade não me pegava.
Aos poucos fui entendendo e ficando fascinado com conceitos como a “ordem espontânea” e a “evolução cultural” de Hayek, o “apriorismo praxeológico” de Mises e o desprezo pelo estado e o louvor ao “mercado anárquico” de Rothbard e etc. Daí eu pensei “Encontrei meu lugar, sou um libertário”.
Sou leitor do MSM, mas cheguei aqui por conta do Vanguarda Popular. Depois de ler os seus textos engraçadíssimos, fui fuçar nos links dos “inimigos” e lá encontrei o IMB. Meu primeiro texto aqui foi um criticando o ambientalismo, foi um choque para mim. Depois li um sobre o direito de dirigir bêbado, outro choque, kkkkk.
Agora sou leitor voraz de tudo que é publicado.
Vida longa ao IMB.
YouTube me recomendou um vídeo do Peter Schiff prevendo a crise de 2008. Assisti a outros vídeos, gostei das ideias dele e fui ler mais a respeito. Descobri assim a Escola Austríaca, mas não me despertou muito interesse porque parecia ser algo seguido por ´rogue economists´. Uns anos depois vi que o Hélio Beltrão (ou seria o Fernando Chiocca?) estaria palestrando na LBV em Brasília. Não atendi á palestra mas vim visitar esse site e dessa vez li vários artigos. Amor a segunda vista, hehehe.
Em 2009, fui estimulado por meio de subsídios públicos à demanda agregada a conhecer este site, o qual afeta positivamente a correta previsão das regras de conduta normativas.
É importante questionar o quanto a expansão dos mercados mundiais cumpre um papel essencial na formulação das diretrizes de desenvolvimento para o futuro. Assim mesmo, o consenso sobre a necessidade de qualificação deve passar por modificações independentemente do sistema de participação geral. No entanto, não podemos esquecer que a consolidação das estruturas auxilia a preparação e a composição dos relacionamentos verticais entre as hierarquias.
A nível organizacional, o novo modelo estrutural aqui preconizado garante a contribuição de um grupo importante na determinação dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência.
Sou só eu, ou tem mais gente que considera que o anarquismo é um movimento que se encaixa na direita, e não de esquerda? Digo, pessoalmente acho essa separação esquerda/direita ridícula e ineficaz, mas ainda assim, na minha visão, um anarquista é acima de tudo um individualista, e não um coletivista, por isso considero que merece o rótulo de ‘direita’.
Cheguei ao Mises.org.br através do bolhaimobiliaria.com. Os caras lá adoram a idéia dos ciclos econômicos, mas não são muito fãs da luta pela diminuição do estado.
Posso dizer, sem dúvida, que sou uma pessoa melhor em todos os aspectos depois de conhecer as idéias aqui divulgadas.
Que venham os próximos 5 anos!
Conheci esse site por acidente. Estava eu, esquerdista desde os 12, pesquisando para minha monografia de graduação em Direito que tratava sobre concessões… minha intenção era defender um conselho social de comunicação e acabei por descobrir o real problema no setor de comunicação de massa no Brasil…. o excesso de leis, a competência estatal… De defesa de conselho parasita, passei a defender maior abertura pro setor e desde lá trilhei cada vez mais longe o caminho da liberdade. Leitor diário e consumidor de livros. Hoje sou mais feliz!
Em 2010 ouvi o Olavo citando Mises e Hayek em um de seus programas como os refutadores da teoria econômica socialista. Perguntei sobre eles ao um professor do meu mestrado (economista PhD e marxista) e a resposta foi: “não, você não vai entender isso”. Nenhum dos livros de economia que eu havia comprado citavam qualquer coisa sobre eles. Inconformado, busquei no google e acabei aqui. Um novo mundo surgiu. Abandonei o mestrado, passei a estudar por conta própria e a devorar os artigos deste site.
O conhecimento gerou também uma grande frustração profissional, mas vou deixar de ser funça ainda este ano, se nada atrapalhar. Por outro lado, fico feliz por ter contribuído com algumas poucas traduções para o site e por ter conseguido converter algumas poucas pessoas à minha volta ao pensamento econômico austríaco.
Vida longa ao IMB!
P.S.: Alguma previsão sobre a IV Conferência? Preciso programar passagens, hotel, etc…
Cheguei ao site, não ao pesquisar Mises, mas ao pesquisar Hayek no Google. E de onde o nome Hayek me surgiu? Bem, depois de ler dois livros muito interessantes: “Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano” e “A Volta do Idiota”, escritos em conjunto por Alvaro Vargas Llosa, Plinio Apuleyo Mendoza e Carlos Alberto Montaner. Quem nunca leu esses livros, faça-o imediatamente. Garanto que não vai se arrepender. São bons livros para despertar a consciência.
Conheci o site após ganhar de um amigo “A Revolta de Atlas” e devorar vorazmente a cultura libertária por detrás deste belíssimo romance. Leio quase que diariamente, me considero um libertário e odeio o sistema atual de sociedade onde o populismo e o parasitismo são a lei.
Duas palavrinhas sobre os cinco anos de IMB: muito obrigado.
Conheci o Mises por meio de comentários sobre a Bolha Imobiliária, mas me aprofundei pelo interesse no mercado financeiro, entre outros fatores.
Aproveito a oportunidade para sugerir que lancem um material compilado especial em comemoração a esses anos, com os melhores artigos devidamente esquematizados e separados por tema, material que seria muito útil tanto para acadêmicos, como interessados em geral.
Eu sou ateu e frequentava uma comunidade sobre ateísmo no orkut. Era 2008 e alguém publicou um link para o IMB. A discussão do tópico era sobre se Mises era ou não um ateu ou agnóstico. Eu nem sabia quem era esse tal de Mises, mas cliquei no link e era um artigo escrito por Rothbard falando sobre Mises. Fiquei estarrecido com a qualidade dos artigos e passei a ler o site diariamente. Eu não era nem de esquerda e nem de direita, me apresentava como “centrista”, pois não conhecia o libertarianismo. Nunca concordei com as restrições de liberdade impostas pela esquerda e pela direita. Muito do que eu acreditava sobre o mundo, estava no IMB. Hoje sou anarcocapitalista e muito mais feliz do que há cinco anos.
Fantástico o texto! Dá pra identificar muito bem esses grupos nas conferências! hahahahaha
Meu primeiro contato com um nome da escola austríaca foi no Orkut. Não sei se vocês lembram, mas quando íamos preencher nossas informações do perfil havia um campo de “political view”, que ia de “very authoritarian”, passava por, sei lá, “liberal” e ia até “very libertarian”.
Um dia encontrei uma comunidade chamada “O que é very libertarian”. A foto da comunidade era a de um velhinho sorridente de gravata borboleta, e a descrição do grupo era: “comunidade para explicar às pessoas de esquerda no orkut o que quer dizer ‘very libertarian'”. A comunidade tinha sido criada pelo Alexandre Soares Silva, que, à época, fazia parte dos Wunderblogs, um portal (genial, aliás) de blogs que chegou até a virar livro depois, e que também me ajudou muito a me libertar das baboseiras esquerdistas que meus professores de História tinham me enfiado na cabeça.
Esta comunidade do orkut era sensacional. Postagens articuladas, bem embasadas, de gente que sabia o que estava falando, mas sem pender para a embromação típica de quem quer vencer no palavrório complicado. Descobri que o velhinho simpático da foto da comunidade era o Rothbard, um “libertário de direita”, coisa que eu nunca pensei que pudesse existir até então (doutrinação esquerdista, ninguém tem culpa, né?). Fui navegando pelas comunidades relacionadas e descobrindo um pouco mais sobre cada um dos icônicos velhinhos – Mises, Hayek, o próprio Rothbard. Acho que o IMB não existia na época, mas a semente já estava plantada. Daí a encontrar o site eu não lembro como foi, mas foi o que estava faltando para completar minha conversão. Não dá pra ler um conteúdo desses e não sair com as crenças abaladas.
HAHAHAHAHHAHAHAHA
Tenho nem o que comentar… só dar risada mesmo
Os yuppies são tua turma mesmo, mas a comparação com punks, hahahaha, muito bom mesmo, fez meu dia.
Eu, como a grande maioria das pessoas aqui, também conheci o IMB através do Mestre Olavo de Carvalho. Graças aos sites MSM e IMB a minha percepção da realidade foi iluminada. A impressão que tenho é que nasci novamente, ou saí de um poço escuro e profundo para a verdadeira luz. Dentre as teorias dissidentes dentro do libertarianismo, acho o anarco-capitalismo descentralizado o mais próximo daquilo que penso ser o mais sensato e realizável. O problema com o minarquismo, em minha opinião, é que cedo ou tarde irá se transformar em estado totalitário novamente, devido ao fato de haver uma tendência irresistivelmente insistente no ser humano em amealhar poder.
Muito obrigado a todos os responsáveis pelo IMB.
Que Deus os abençoe !
Não sei como cheguei aqui ,
mas em ritmo de carnaval eu canto:
“daqui eu num saio, daqui ninguém me tira!”
Sou um grande nerd.
Cheguei aqui em julho do ano passado creio que através da comunidade UFSC do orkut (não lembro se foi exatamente nela). Me encaixo entre os “nerds”.
Eu nunca tinha me interessado muito por posição política ou economia, mas comecei a ser leitor tanto dos artigos quanto dos livros disponíveis aqui. Tinha conhecido um pouco do libertarianismo desse vídeo http://www.youtube.com/watch?v=8BXqMusqtGE e por ele percebí que eu era um libertário e não sabia.
Parabéns pelos 5 anos, mas se a influência predominante do Instituto fosse Mises e não Rothbard seria muito melhor.
“When you’re young you worry about people stealing your ideas, when you’re old you worry that they won’t.” – David Friedman
E quando o novo rouba as ideias do velho, e como um alquimista maluco transforma ouro em poeira?
Acompanho vcs desde o começo, cheguei aqui via Ordemlivre.org . O IMB, sem dúvida, deu uma “turbinada” na vida intelectual brasileira, não apenas no âmbito do pensamento político e econômico, mas no geral, mesmo. Pode-se não concordar em tudo com o IMB (como eu), pode-se mesmo discordar de tudo, mas já não se pode fingir que o IMB não está aí, vide mises.org.br/Article.aspx?id=1178 e o aumento da popularidade de ROn Paul aqui.
PArabéns, que sejam só os primeiros de muitos anos.
Eu conheci o site no segundo semestre de 2010, quando, trabalhando no CADE, pesquisei no google algo mais liberal sobre antitruste e caí num artigo do Klauber sobre o caso AMBEV.
Assisti aos vídeos da I conferência de EA, fui para as duas conferências seguintes (2011 e 2012) e passei a ler vários textos (no começo, uma média de 5 por dia).
Baixei vários livros (no site do próprio IMB e em outros, como IL e Ordem Livre), fiz uma lista de autores liberais/libertários, em ordem cronológica, e pesquisei sobre eles.
Descobri que havia um grupo de estudos da EA aqui no DF e pedi pra entrar. Hoje os membros fundadores desse grupo de estudos são meus grandes amigos, e já conseguimos fazer um seminário aqui em Brasília com a presença do Hélio Beltrão e do Fábio Barbieri. O próximo será nos próximos meses!
No final do ano passado saí do CADE pq me convenci de que ele deve ser extinto, e a lei antitruste, revogada. Tenho tentado, na medida do possível, levar esse debate para a comunidade jurídica.
Ano passado eu fui ao Mises University, no Alabama (recomendo a todos!).
Fico muito feliz e honrado de ter artigos publicados neste site e de saber que pessoas o conheceram por causa desses textos.
Hoje sou um libertário convicto, decidido a largar o serviço público e com alguns ex-amigos (uns me odeiam veladamente).
Obrigado, IMB!
Muito obrigado, IMB! Como YuppiePunkNerdWhatever, cheguei a vcs através da curiosidade estimulada pelo livro da Ayn Rand. Hoje sou leitor assíduo, que lê, fica puto, coloca os artigos no facebook e tenta trazer os amigos.
Não posso deixar de mencionar:
– Leandro: Tradutor, editor, comentarista… Quanta paciência! Seus artigos são quase desenhados e fácil para serem. Mesmo quando fica uma dúvida ou outra, vc sempre está lá na área de comentários tirando dúvidas (muitas vezes as mesmas de sempre), postando artigos relacionados e até não relacionados. Sou teu fã!
– Fernando Chiocca: Tb sou seu fã! Quando crescer quero ser igual a vc! =D
– Helio: Valeu pela iniciativa de criar o IMB junto com os Chiocca Bros.
Vida longa ao IMB!
Excelente artigo. Contarei a minha (curiosa) trajetória até encontrar o libertarianismo e, especialmente, Rothbard, pessoa que entre os libertários tenho uma admiração especial.
Certamente, como muitos outros, sempre fui ensinado ao modo marxista desde a minha infância. Embora sempre tenha sido um excelente aluno, desde cedo comecei a perceber como a escola tradicional era uma grande perda de tempo (e de dinheiro, consequentemente). Assuntos que demoravam três anos para serem ministrados poderiam ser ministrados em três meses e sinceramente, eu não tinha o mínimo interesse na mera reprodução de conteúdo – única coisa que a escola faz – sendo que eu poderia simplesmente ir à biblioteca ou encomendar um livro pela internet ou ainda ler as versões eletrônicas do mesmo. Devido a isso, eu simplesmente parei de “copiar matéria” e até levar mochila para escola. Obviamente, isso causou uma situação engraçada – enquanto não fazia nada na escola, eu era o melhor aluno da escola. Provas? 10!(sempre escrevia o que o professor queria ler, afinal, não sou bobo)Trabalhos? 10!(vide anterior).
Quando tinha 16 anos, em 2006, um professor de geografia – marxista – mandou a gente fazer um trabalho sobre como o desperdício de recursos sob o socialismo seria menor do que sob o capitalismo. Mesmo antes de ter uma capacidade intelectual mais refinada eu sempre desconfiei dos desejos socialistas de um burocrata divino que tudo ouve e tudo vê e que saiba todas as minhas necessidades – mesmo que elas mudem daqui a cinco minutos. Voltando ao trabalho, eu já de saco cheio de tanta groselha marxista do meu curso de geografia(decorar a cor da bauxita e de rochas vulcânicas seria um enorme avanço) tive a oportunidade de aplicar um xeque mate no professor barbudo. Para isso pesquisei em sites estrangeiros e confiáveis artigos sobre o liberalismo e tentei fazer o trabalho mais impecável possível. Foi aí que tive contato com Mises e Rothbard e seus discípulos.
Pela primeira vez na minha vida eu vi uma explicação econômica que se baseava em fatos e deduções aceitáveis e não apenas em fé ideológica e agrado popular.
Meu argumento básico foi que a produção central jamais teria a capacidade de se ajustar as demandas dos consumidores, já que elas mudam a cada dez segundos. Mostrei também a incapacidade do planejamento central de trabalhar com o “micromanagement” das necessidades individuais, argumentando que – se um sujeito compra um saco de arroz a mais e ele estraga, o sujeito é punido pelo mercado de modo ele obtém prejuízo individual sob seu antigo produto. Agora caso o estado produza comida a mais e ela estrague, esse mesmo prejuízo – em escala muito maior, agora – será do mesmo modo repassado todos os consumidores de modo indireto, na forma de escassez de outros produtos que poderiam estar sendo produzidos no lugar do excedente alimentício. Falei, ainda que, como o estado jamais paga por seus erros, diferente do consumidor e do empreendedor, não há nenhum motivo para que os burocratas tentem acertar da próxima vez.
Concluí, portanto, que em um ambiente de livre iniciativa, de responsabilidade individual e de liberalismo o desperdício tenderia a atingir um mínimo, enquanto no socialismo, não existe nenhum exemplo prático e nenhum tipo de exercício intelectual que mostre que o desperdício seria minimizado, pelo contrário, mostrei, citando exemplos práticos e teóricos que o socialismo levaria a uma enorme falta de disciplina produtiva e consumidora, distorcendo completamente a oferta e demanda de um país, resultando em todo tipo de calamidade.
Embora o texto fosse completamente antimarxista, os professores “tiveram de me engolir”, e o trabalho até ficou famoso na escola devido a sua grande complexidade. A partir desse momento, me tornei um anarcocapitalista e um libertário convicto.
Depois do ensino médio veio a faculdade. Entrei em economia na USP. Decepção total! Percebi que o curso de economia era curso de marxismo com o nome “economia”. Mantras sem nenhum fundamento teórico eram repetidos diariamente. Qualquer um que estudasse sério poderia o quão “groselha” eram aquelas aulas. Depois de dois semestres percebi que os cursos de astrologia de pop-ups do google são mais sérios que os curso de economia da USP e procurei um curso onde teria maior liberdade intelectual. Mudei para matemática, do qual não me arrependo e continuo estudando economia por fora.
Vida longa e muito ouro pra todos nós
ixala
Conheço o site desde 2011 via MSM, devo agradecê-los de coração por tudo que me ajudaram. O IMB é meu vício diário que não pretendo largar.
Descobri que sou punk. Não sei quem fará as pontes num mundo privado, mas também não importa muito, desde que a travessia de balsa privada tenha um preço mais verdadeiro do que uma ponte de gosto arquitetônico duvidoso orçada cinco vezes acima do preço, quando é o ladrão-governo que a constrói ou intervenha em sua construção. Se bem que as balsas também sejam concessões.
O Mises me ensinou o pouco de noção econômica que tenho hoje, suficiente para não deixar dúvidas tornarem-se erros permanentes em minha cabeça. Parabéns pela ideia de criar este excelente site e que dure muito, aumentando cada vez mais a frequência de curiosos, especialistas, arrependidos e outros enfim.
P.S.: o caboclo do Filósofo não sobe mais. Encarnou de vez!
Eu cheguei no site no começo do IMB.
Durante a graduação em economia tive contato com alguns livros do Mises (intervencionismo – uma análise econômica, liberalismo segundo a tradição clássica) e o essencial von Mises do Rothbard. Depois comecei a ler Hayek…
E depois comecei a pesquisar escola austríaca no Google… foi fácil então.
Antes de conhecer a EA eu já era liberal mas não tinha fundamentado completamente o entendimento do por que mercado é o melhor caminho pra prosperidade. Eu já reconhia os erros, incoerências e a história do intervencionismo. Não é necessário refletir muito pra saber que o fracasso é o resultado único.
IMB = minha paixão!
Nem me lembro quando li o primeiro texto, mas foi a partir de fóruns de mercado financeiro. Assumido yuppie.
Mudou minha vida e minha visão de mundo. Obrigado, IMB! Obrigado a todos os liberais! Espero um dia poder retribuir!
Cheguei aqui em 2008. Em poucos meses passei de Petista não-assumido(defendia muito o PT, porém não gostava de ser taxado de Petista) à Austríaco. O gatilho foi a crise financeira.
Naquela época era esquerdista ferrenho, defendia estado forte e empresas estatais. Achava doença alguém querer “vender o país ao capital estrangeiro”. Porém nunca fui comunista, embora muito nacionalista.
Como eu tenho uma paixão por discussões, sempre gostei de estar à frente de meus adversários e conhecer suas armas. Então resolvi estudar a “direita”, para entender como alguém de direita pensava, podendo assim atacar seus pontos fracos.
Aconteceu que abandonei a esquerda e virei conservador. Passei cada vez mais a me aprofundar nas discussões, e com isso fui cada vez aprendendo mais.
Decidi então que era Social-Liberal, estado apenas na segurança, educação e saúde, nada mais. Mas não parei aí, claro.
Então, ao fim de 2008, tentando ainda entender com clareza a crise americana me deparei em alguma comunidade no orkut com o vídeo do Hélio Beltrão na FGV explicando como o mercado financeiro funcionava. Então dou todo o crédito ao Hélio, graças a ele conheci o IMB, a escola austríaca e estou aqui, quase diariamente desde o fim de 2008.
Essa é a primeira parte do vídeo que me fez conhecer o IMB:
http://www.youtube.com/watch?v=yMYPB2tLxc4
Hoje me considero um seguidor da escola austríaca de economia, gosto de ler e escrever sobre o assunto, sou libertário ao extremo. Tenho até um artigo publicado aqui no site, hoje ao lê-lo percebo como fui superficial perto dos grandes nomes do IMB, mas fico feliz em poder ajudar.
Mais um “punk” por aqui… Estudei em escola católica, com madres diretamente ligadas à “teologia da libertação”. Hoje sou ateu, libertário, e muito mais feliz.
Obvio que o professor “Um Filosofo” ira defender o Estado. Nossos impostos fluem para ele, vao pagar sua viagem a Europa, ‘e natural que ele advogue em prol do status quo. So nao da pra entender sua critica aqueles que nao roubam de ninguem (operarios, empresarios e profissionais liberais), que obtiveram seus bens atraves de trabalho e consequente renda resultantes de livres trocas, sem a coercao de ninguem.
Desculpem a falta de acentos e sinais graficos.
Abraco!
Gostei muito deste site por se tratar de conteúdo com teor de liberdade de expressão. Adoro temas polêmicos e que mexe na alma e aprofunda onde outros canais de comunicação não tem a força capaz de fazer a diferença. Sou guitarrista e também cultivo o lema de liberdade e paz. Irei voltar mais vezes, parabéns!
Exatamente! Uma soma ao tempo um conflito a administrar: objetividade do Yuppie, a crueza do Punk e a galáctica voluntariedade do “Nerd”.