NOTA
O Congresso brasileiro aprovou uma
lei (ainda a ser sancionada pela presidente) que proíbe empresas de pagar salários menores para as mulheres em
relação aos homens. As empresas que
descumprirem esta lei serão multadas.
Segundo
o IBGE,
As mulheres receberam, em média, 72,3% do salário dos
homens em 2011, segundo o estudo ‘Mulher no mercado de trabalho: perguntas e
respostas’, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. O número repete a proporção
encontrada nos levantamentos de 2009 e 2010.O estudo mostrou ainda que a jornada de trabalho das
mulheres foi inferior à dos homens. Em 2011, as mulheres trabalharam, em média,
39,2 horas semanais, contra 43,4 horas dos homens, uma diferença de 4,2 horas.
Entretanto, segundo o IBGE, 4,8% das mulheres ocupadas em 2011 gostariam de
aumentar a carga horária semanal.
Observe
que não é preciso ser um gênio econômico para entender que, em média, os
salários das mulheres de fato têm de ser menores, uma vez que mulheres trabalham
em média menos que os homens.
Mas
é claro que a lógica nunca foi o forte nem de feministas e nem de esquerdistas,
que sempre operaram em conjunto. O raciocínio
marxista-feminista por trás desta lei totalitária é o de que o capitalismo é
inerentemente discriminatório e machista, e que, portanto, é necessário o
governo impor regulamentações salariais para se alcançar a “igualdade” e a
“justiça social” (daqui a pouco vão exigir quotas femininas para a construção
civil e para o setor de mineração, sob o rótulo de ‘diversidade’).
Afinal,
toda e qualquer disparidade salarial sempre será explicada unicamente pelo
inerente sexismo presente no capitalismo, que seria um sistema amplamente
masculino.
No
entanto, há outras explicações mais profundas sobre o porquê desta divergência
salarial entre os gêneros. Walter Block faz
o serviço.
__________________________________________________________
Em
primeiro lugar, quero deixar claro que, em um mercado de trabalho com liberdade
de contratação e demissão, é impossível haver divergências salariais entre
homens e mulheres em decorrência unicamente de discriminação. E isto por um motivo puramente econômico: se
houvesse tal discriminação, qualquer empregador iria obter lucros fáceis
contratando mulheres e dispensando homens, uma vez que as mulheres poderiam
receber um salário menor para fazer exatamente o mesmo trabalho. A concorrência entre os empregadores iria,
então, elevar os salários das mulheres e, assim, abolir qualquer diferença
salarial que porventura exista.
Logo,
sempre e em qualquer ocasião que houver qualquer tipo de discriminação salarial
— e isto vale não apenas para gêneros, mas também para cor de pele, religiões,
etnias etc. –, o capitalismo irá abolir tal situação, e não aprofundá-la. E o motivo essencial é que um empregador que permite
que seus preconceitos turvem seu juízo de valor estará assim criando uma
oportunidade de lucro para seus concorrentes.
Uma mulher que produz $75.000 por ano em receitas para seu patrão, mas
que recebe, digamos, $20.000 a menos que um empregado masculino igualmente
produtivo, poderá ser contratada por um concorrente por, digamos, $10.000 a
mais do que recebe hoje e ainda assim permitir que este novo empregador embolse
os $10.000 de diferença. À medida que
este processo concorrencial for se aprofundando ele irá, ao fim e ao cabo, elevar
os salários femininos ao ponto de paridade com os salários masculinos caso a
concorrência salarial seja vigorosa o bastante.
Esta
questão da “disparidade salarial” vem sendo abordada há décadas não só pelo
economista Prêmio Nobel Gary Becker (meu orientador de teses quando estava na
Columbia University), como também por vários outros economistas, sob um mesmo
prisma: o casamento afeta a capacidade de renda futura de homens e mulheres de
maneira substancialmente distinta. Há
exceções, é claro, mas, em termos gerais, a probabilidade de as mulheres saírem
da força de trabalho por um período de tempo — por causa de gravidez, criação
e educação de filhos e outras tarefas (das quais a maioria dos homens se
esquiva) — é maior que a dos homens. As
mulheres são muito mais propensas que os homens a se ausentar do mercado de
trabalho por um período de tempo (anos) para se dedicar à família. E mesmo que não façam isso, elas tendem a
gastar muito mais tempo que os homens cuidando das crianças e das tarefas
domésticas. Consequentemente, elas ficam
atrás de seus colegas homens em termos de acumulação de capital, produtividade
e salários.
Não
estou fazendo nenhum juízo de valor, não estou dizendo se isso é justo ou
injusto, se é correto ou enviesado; estou apenas citando um fato da vida. E isto ajuda a esclarecer um dos motivos por
trás da diferença salarial entre homens e mulheres.
Em
termos puramente econômicos, chamamos este fenômeno de “efeitos assimétricos do
casamento”. Em um casamento
convencional, cabe à mulher fazer a maior parte dos serviços domésticos, como
cozinhar, varrer, limpar, fazer compras e cuidas dos filhos. E isto, esta divisão de tarefas, por si só é
algo que acentua o rendimento masculino e reduz o feminino. Trata-se de um exemplo do mais básico axioma
econômico do ‘custo de oportunidade’.
Quando uma pessoa se dedica a fazer alguma
coisa, ela o faz à custa de estar fazendo outra coisa qualquer.
Podemos
ilustrar esta indelével realidade econômica utilizando o exemplo de Michael
Phelps, campeão mundial de natação. Ele
jamais poderia, por exemplo, ser um bom violoncelista, dado que ele gasta de 8
a 10 horas por dia em uma piscina em vez de estar praticando suas habilidades
musicais. O custo de oportunidade de ser
um atleta olímpico é a abdicação de todas as outras oportunidades de carreira. Da mesma maneira, o custo de oportunidade da
alegria da maternidade é a abdicação de um salário potencialmente maior no
mercado de trabalho. A maternidade e o
casamento fazem com que as mulheres se ocupem de várias outras atividades além de
ofertar mão-de-obra ao mercado de trabalho.
Daí sua produtividade neste setor ser menor do que aquela que poderiam
ofertar caso jamais se casassem.
E
isto pode ser comprovado por várias estatísticas que demonstram que, quando
você compara apenas homens e mulheres solteiros, a divergência salarial
virtualmente desaparece. Da mesma
maneira, quando você utiliza uma amostra composta unicamente de jovens entre 18
e 24 anos, a divergência salarial também não é encontrada, uma vez que a
maioria deles jamais se casou. E isto
faz completo sentido. Afinal, embora a
produtividade feminina, em média, de fato possa ter sido menor que a dos homens
durante os séculos passados, quando a força física era algo extremamente
importante, no século atual isto não mais é válido. Ademais, caso (todas) as mulheres de fato
apresentassem hoje a mesma produtividade que os homens (não apresentam por
causa do casamento), então, como dito, haveria uma oportunidade de maiores
lucros para qualquer empresa que se especializasse na contratação de mulheres. Certamente esta é uma situação que não
perduraria por muito tempo.
No
que tange às barreiras à ascensão da mulher no mercado de trabalho, há também
outra explicação, só que mais radical e, logo, mais politicamente
incorreta. Embora homens e mulheres, em
média, tenham produtividade semelhante no mercado (desconsiderando aqui as
influências do casamento), sua variância
não é a mesma de forma alguma. Os homens
são as “criaturas aleatórias” de Deus ou da natureza: em termos de habilidades
e capacidades, sua distribuição estatística está completamente dispersa no
espectro. Em comparação, as mulheres são
as “apólices de seguro” de Deus ou da natureza: sua frequência de distribuição
está bem mais concentrada na média, tanto em termos de QI quanto de
produtividade. Seu desvio padrão é muito
baixo.
Pensemos
na famosa “curva em forma de sino” que representa o fenômeno estatístico da distribuição
normal. Peguemos, primeiramente, o
lado esquerdo desta curva. Os homens
excedem vastamente as mulheres em
números de prisioneiros, de mendigos, de pacientes em manicômios e demais
instituições psiquiátricas, e de mortes precoces (ou seja, os homens morrem
antes das mulheres não apenas de causas naturais, mas também como vítimas de
homicídios). Do outro lado do espectro,
no lado direito, há muito poucas mulheres.
São pouquíssimas as mulheres campeãs de xadrez, vencedoras de Prêmio
Nobel em ciências exatas ou economia, ou reconhecidas físicas, químicas ou
matemáticas. O ex-reitor de Harvard,
Lawrence Summers, foi demitido de seu posto por ter especulado que parte da
explicação para este estado de coisas era de origem biológica. Vou mais além do que ele e digo que isto é
uma importante parte da explicação,
pois, em termos sócio-biológicos, foi esta baixa variância feminina o que
permitiu que nossa espécie fosse superior a todas as outras. Por exemplo, se as mulheres, assim como os
homens, pudessem hoje ser encontradas em números desproporcionalmente altos em
prisões, nas ruas como sem-teto, em instituições mentais etc., elas teriam sido
incapazes, milhões de anos atrás, de criar filhos. Tal espécie não teria durado, ao contrário da
nossa, na qual são muito poucas as mulheres
que não são capazes de criar e educar a próxima geração.
Por
outro lado, explicações muito mais explosivas sobre diferenças salariais podem
ser encontradas no livro do professor James T. Bennett, do departamento de
economia da George Mason University, intitulado The
Politics of American Feminism: Gender Conflict in Contemporary Society.
Neste livro, o professor Bennett enumera, utilizando paráfrases, mais de
vinte motivos por que os homens ganham mais que as mulheres. Cumulativamente, tais explicações respondem
por completo a existência de qualquer “disparidade salarial”, embora o próprio
Bennett acredite que a discriminação salarial por gênero não seja algo
inexistente. Os motivos, baseados em
generalizações respaldadas por volumosas estatísticas, são:
- Homens têm mais interesse por tecnologia e ciências naturais do
que as mulheres. - Homens são mais propensos a aceitar trabalhos perigosos, e tais
empregos pagam mais do que empregos mais confortáveis e seguros. - Homens são mais dispostos a se expor a climas inclementes em seu
trabalho, e são compensados por isso (“diferenças compensatórias” no
linguajar econômico). - Homens tendem a aceitar empregos mais estressantes que não sigam
a típica rotina de oito horas de trabalho em horários convencionais. - Muitas mulheres preferem a satisfação pessoal no emprego
(profissões voltadas para a assistência a crianças e idosos, por exemplo)
a salários mais altos. - Homens, em geral, gostam de correr mais riscos que mulheres. Maiores riscos levam a recompensas mais
altas. - Horários de trabalho mais atípicos pagam mais, e homens são mais
propensos que as mulheres a aceitar trabalhar em tais horários. - Empregos perigosos (carvoaria) pagam mais e são dominados por
homens. - Homens tendem a “atualizar” suas qualificações de trabalho mais
frequentemente do que mulheres. - Homens são mais propensos a trabalhar em jornadas mais longas, o
que aumenta a divergência salarial. - Mulheres tendem a ter mais “interrupções” em suas carreiras, principalmente
por causa da gravidez, da criação e da educação de seus filhos. E menos experiência significa salários
menores. - Mulheres apresentam uma probabilidade nove vezes maior do que os
homens de sair do trabalho por “razões familiares”. Menos tempo de serviço leva a menores
salários. - Homens trabalham mais semanas por ano do que mulheres.
- Homens apresentam a metade da taxa de absenteísmo das mulheres.
- Homens são mais dispostos a aturar longas viagens diárias para o
local de trabalho. - Homens são mais propensos a se transferir para locais indesejáveis
em troca de empregos que pagam mais. - Homens são mais propensos a aceitar empregos que exigem viagens
constantes. - No mundo corporativo, homens são mais propensos a escolher áreas
de salários mais altos, como finanças e vendas, ao passo que as mulheres
são mais predominantes em áreas que pagam menos, como recursos humanos e
relações públicas. - Quando homens e mulheres possuem o mesmo cargo, as
responsabilidades masculinas tendem a ser maiores. - Homens são mais propensos a trabalhar por comissão; mulheres são
mais propensas a procurar empregos que deem mais estabilidade. O primeiro apresenta maiores potenciais
de ganho. - Mulheres atribuem maior valor à flexibilidade, a um ambiente de
trabalho mais humano e a ter mais tempo para os filhos e para a família.
Portanto,
caso as mulheres queiram salários maiores, elas deveriam prestar mais atenção a
estes determinantes e se concentrar menos em cruzadas quixotescas como legislações
sobre “diversidade e igualdade” que demonizam empregados e patrões homens.
A
sugestão de que atributos sexuais são utilizados na escolha de um empregado, ou
que eles são determinantes para o contra-cheque, nada diz a respeito dos
gostos sexuais do empregador. Diz apenas
sobre escassez. Empregadores não têm
como saber qual a produtividade de um empregado antes de sua contratação. Mais ainda: a produtividade deste empregado
pode não ser prontamente perceptível após sua contratação. O processo de contratação utiliza
recursos. Adicionalmente, o período de
teste e adaptação é custoso; ele também consome recursos da empresa na forma de
monitoramento, supervisão e materiais. E
empregadores têm um incentivo para economizar todos estes custos. Logo, uma contratação não pode ser algo
guiado unicamente pelo sexo do indivíduo.
Vários outros possíveis atributos e possíveis ocorrências futuras têm de
ser considerados pelo empregador.
Porém,
tal lógica econômica é normalmente suprimida por grupos politicamente corretos
que julgam ser muito mais fácil e produtivo simplesmente difamar aqueles que
tentam explicar que há motivos economicamente racionais para a existência de
eventuais divergências salariais entre homens e mulheres.
Gostei muito desse artigo, parabéns pro IMB por não desprezar o papel da biologia e da natureza nessa questão, coisa que as feminazi morrem falando que não existe.
Como o “politicamente correto” é a nova norma padrão a ser seguida pela nossa sociedade, é praticamente crime falar algo que deveria ser óbvio para todos: homens e mulheres são diferentes. E estas diferenças impactam na visão de mundo, nos valores, gostos, costumes, e assim por diante. Tentar impor uma igualdade forçada é, no mínimo, desrespeito a quem é obrigado a mudar estes fatores, que determinam a própria identidade da pessoa.\r
\r
Falando de economia, a lei que é citada no início do artigo pode ser prejudicial às mulheres, visto que se a lei força os empregadores a pagar um salário acima do que eles estão dispostos a pagar, pode acontecer de, em um processo de seleção, elas sejam preteridas. A mesma lógica que é aplicada à instituição forçada do salário mínimo.
Toda argumentação do texto cai por terra porque parte do falso principio de que os mercados são perfeitos. Então ele diz que se alguém está ganhando menos por discriminação os iluminados empresários vão perceber uma oportunidade de aumentar o lucro, contratando por preço menor, vão disputar essa mão de obra e subir sua remuneração até que não haja mais diferença de ganho por discriminação. Isso é de uma ingenuidade tremenda que acontece por uma fé romantica no mercado, mercado idealizado que por isso só existe enquanto ideal. O problema da teoria austríaca é que ela foge do empírico e se encerra numa torre de marfim, daí cai num idealismo e fundamentalismo de mercado, e espera que a realidade seja fiel ao plano das idéias. Mas a realidade não o será pois a realidade não é ideal.
Já existe um projeto de lei para exigir a contratação de um mínimo de 10% de ão-de-obra feminina: libertatum.blogspot.com/2012/02/absurdo-projeto-obriga-empresas-da.html
Um engenheiro amigo meu me informou que sua empresa livremente estava contratando mulheres, mas parou com a prática devido ao alto número de gravidezes e flagrantes de cenas amorosas…
Outro elemento importante que o artigo não menciona é a consequência dessas leis.
Ao contrário do que os esquerdistas acreditam, o resultado não vai ser um aumento do salário das mulheres, mas apenas o aumento do desemprego entre as mulheres.
Essas medidas são como um aumento do salário mínimo, causam consequências similares, com o diferencial que as mulheres serão mais atingidas (no caso do salário mínimo são as pessoas menos qualificadas que são atingidas).
Essa é a tragédia que várias mulheres vão sofrer por culpa de uns burocratas que acreditam que governar um país depende apenas de “boas intenções”.
Como assim ainda não tem lei que cria quota de empregos para mulheres na construção civil?
al-mt.jusbrasil.com.br/noticias/2765961/projeto-reserva-5-de-vagas-a-mulheres-nas-obras-publicas
Tem um igual esse aqui no Ceará também, da deputada Eliane Novais (Partido Socialista Brasileiro)
Este artigo me lembra este vídeo
Como bem ressaltado no preâmbulo do artigo, é mais uma obra dos filhotes da ideologia de Carlos Marx. Essa tchurma adora pichar os livre-mercadistas, dizendo que eles são insensíveis cultuadores do dinheiro.
Percebam que é exatamente o contrário. Os marxistas e seus seguidores enxergam o mundo única e exclusivamente à luz do dinheiro. Os seres humanos se reduzem a meras contas bancárias, sem mais nenhuma nuance que escape de sua remuneração.
“A ganha menos que B, portanto há aí uma odiosa exploração que precisa ser corrigida, custe o que custar”. Preencha A e B com qualquer coisa (patrões e empregados; homens e mulheres; brancos e negros; etc) e você terá praticamente toda a substância do “pensamento” marxista/esquerdista.
São anti-humanos na essência. Odeiam a complexidade da conduta subjetiva dos indivíduos e odeiam o que permite isso: a liberdade.
Daqui a pouco teremos os esquerdinhas autoritários que odeiam o fato que as pessoas fazem escolhas propondo projetos de lei para ter cota de vagas para homens nos cursos de fonoaudiologia, Nutrição, Serviço social…pra acabar com a discriminação dos homens pelas mulheres desta profissão, que piada. É tão difícil aceitar que os indivíduos fazem escolhas e vivem a consequência natural delas? Precisamos de um estado redentor para querer estabelecer os ideais com uso da força contra a natureza?…Quanto mais leio sobre comunismo, socialismo, e outros regimes autoritários mais nojo tenho, somente o fanatismo quase religioso sustenta argumentos desses….
Daniel, Vitor,
Realmente, mas quando eu entro em sala para começar uma aula de Sistemas de Controle, dá uma tristeza… Só tem “cueca”. (kkkk)
que tal criar uma cota para mulheres na engenharia?
Abraços
Que tal?
noticias.admite-se.com.br/empregos_diario_de_pernambuco/template_interna_noticias,id_noticias=46484&id_sessoes=267/template_interna_noticias.shtml
Projeto obriga construção civil a contratar pelo menos 10% de mão de obra feminina
Agência Câmara –
31/01/2012 11:24
Câmara analisa o Projeto de Lei 2856/11, do deputado Jânio Natal (PRB-PA), que obriga empresas da área de construção civil a contratarem pelo menos 10% de mulheres. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-lei 5.452/43).
O projeto também altera a Lei de Licitações (8.666/93) para tornar obrigatório a inclusão desse percentual mínimo para contratações de mulheres no edital de convocação ou, quando houver dispensa de licitação, no contrato administrativo.
Discriminação
O autor explica que o objetivo é combater uma inexplicável resistência à contratação de mulheres na área de construção civil. "Os empreiteiros normalmente ignoram as vantagens do trabalho feminino e não se sensibilizam com estudos, segundo os quais, a atitude sempre mais cautelosa e detalhista das mulheres contribui para a edificação de prédios mais confiáveis".
O autor acredita que, uma vez obrigadas a contratarem mais mão de obra feminina e a vencer injustificáveis preconceitos, as empreiteiras da área – até por visarem lucro – logo passarão a admitir mais mulheres.
Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Tenho medo do futuro:
noticias.admite-se.com.br/empregos_diario_de_pernambuco/template_interna_noticias,id_noticias=46814&id_sessoes=267/template_interna_noticias.shtml
Projeto estabelece folga de um dia por ano para trabalho comunitário
Agência Câmara –
02/03/2012 14:09
A Câmara analisa o Projeto de Lei 3129/12, do deputado Mandetta (DEM-MS), que permite ao empregado faltar ao serviço um dia por ano para participar de trabalhos comunitários. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT- Decreto-Lei 5.452/43).
A medida, segundo o deputado, vai estimular o trabalho comunitário e, consequentemente, o engajamento social e a colaboração com políticas públicas. Ele argumenta que, apesar da disposição de algumas pessoas em participar de ações comunitárias, as longas jornadas de trabalho combinadas às tarefas da vida familiar, acabam se tornando um empecilho.
"Nada mais justo", segundo ele, "que os empregadores liberem seus empregados, uma única vez a cada ano" para participar dessas ações. Ele afirma que a concessão da folga pelas empresas cumprirá um papel social importante e estimulará o voluntariado.
Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e Constituição e Justiça e de Cidadania.
Em relação às generalizações estatísticas do artigo, no passo que grande parte dela se explica pelas aptidões físicas inerentes aos sexos, uma outra boa parte é essencialmente consequente de hábito sociocultural.
O perceptível desinteresse feminino pelas ciências e tecnologia tem fundamentos históricos que ainda perduram na educação dispensada à meninas hoje em dia, apesar de não haver nenhum empecilho físico ou intelectual no gênero em si.
Mas isso entrando pela orelha de feministas sai não como apenas uma observação antropológica, mas como motivação perfeitamente justificável para instituir cota disso e daquilo, intervir na educação familiar, forçar direcionamento acadêmico, e afins. Eis que a listagem acaba sendo polêmica…
E não ignorando temperamento e personalidade, o tipo de educação usualmente dispensada a ambos os sexos pode vir a ser problemática não só para meninas com aptidões “mais masculinas”, mas também ao contrário. Tanto quanto uma mulher focada na carreira pode ter que enfrentar críticas frequentes em seu círculo social, também um homem focado no lar e família pode acabar tendo que acarretar o desgosto por suas escolhas. “Pressão social” é um argumento pífio hoje em dia.
E se posso incluir uma historieta… por mais que meus pais me empurrassem fogões e cozinhas e casinhas de bonecas, e minha mãe me cobrisse de cor-de-rosa e fofurinhas, meu negócio era videogames e quadrinhos e abrir os rádios e videocassetes. Nem educação familiar, nem pressão social, nem polaridade acadêmica jamais foram empecilho para o meu ingresso na área de TI.
Sim, eu preferiria que o material educacional e as opções de entretenimento para meninas não fosse tão uhm, vamos dizer “dócil”, mas no fim das contas, você é o que você é, seja de rosinha ou de azul =P
‘E impressionante a clareza, logica e simplicidade que a escola austriaca de pensamento (porque isso ‘e mais que economia) tem. Os textos sao construidos e desenrolados de maneira que fica muito dificil contra-argumentar. ‘E uma pena que nosso pais tenha niveis tao baixos de educacao, que faz com que a maioria da populacao sequer chegue a ouvir falar em qualquer teoria economica que seja. E os que tem a oportunidade de chegar a faculdade sao doutrinados com Marx e Keynes…
Não vou discordar nem um milímetro de que o livre mercado é uma condição necessária pra eliminação não só do machismo, como de qualquer outro preconceito.
Mas gostaria de levantar que, embora existam de fato inegáveis diferenças biológicas e psicológicas entre homens e mulheres, a ideia do feminismo em geral é a de que a mulher pode se autodeterminar, mesmo em face dessas diferenças.
A essência do machismo é estabelecer que há um comportamento moral feminino esperado, diferente daquele que é esperado pra qualquer ser humano. O ideário machista é de que existem regras para homens e mulheres, e algumas a mais para as mulheres. Isso está enraizado profundamente na nossa cultura, começando desde cedo com os brinquedos “para meninos” normalmente direcionados à aventura e o risco (dois dos fatores mencionados no texto para o menor salário feminino), e os “para meninas” geralmente relacionados à maternidade e afazeres domésticos.
Claro, isso não pode ser resolvido com legislação, tampouco com coerção. Na realidade, num mundo realmente libertário, a autodeterminação das mulheres tende a surgir naturalmente.
Gostaria de lembrar que embora o feminismo tenha há muito se identificado com o socialismo, os dois não estão necessariamente ligados. O feminismo tem muitas vertentes, e uma delas é justamente o feminismo individualista.
Ademais, ótimo texto.
E a pergunta fundamental: e daí que mulheres optem mais por trabalhos de pouco risco/etc e por isso ganhem menos? E daí que preferem, em geral, Letras à Engenharia?
Só atualizando, o senado recuou com essa proposta.
Parabéns pelo artigo. Achei seu pensamento bem argumentado.
Abraços,
http://www.guilhermeazevedo.com.br/
“Observe que não é preciso ser um gênio econômico para entender que, em média, os salários das mulheres de fato têm de ser menores, uma vez que mulheres trabalham em média menos que os homens.”
QUE LIXO!!!!!!!!!!!!
E CHAMAM ISSO DE LÓGICA?
Só porque a mulher trabalha uns 10% menos, tem que ganhar 70% do que os homens ganham, para a mesma função e responsabilidades?
QUE IMUNDICIE! PERDI O RESPEITO QUE TINHA PELO INSTITUTO.
Mulher chega em casa, vai pra tábua de passar roupa, pro fogão fazer a janta dos filhos e do vagabundo do marido, que vai pro sofá assistir o futebol.
LAMENTÁVEL ARTIGO!
PERDEU-SE TODO O RESPEITO QUE TINHAM.
Fabio MS
Agradeço as indicações e farei a leitura. No entanto, só pelo título do link enviado, creio que você tenha me compreendido de forma equivocada.
Aliás, notei que todas (as 3) mulheres que postaram pontos de vista divergentes dos demais foram vistas como radicais, feministas.
Sinto que o fato de existir ponto de vista diverso faça com que a gente precise se excluir de determinado grupo. Seria muito mais interessante se as pessoas estivessem abertas para novas idéias, novas visões… Ou que pelo menos tentassem se colocar no sapato dos outros..
“em equipes onde há muitas mulheres, é comum que haja muito mais problemas de relacionamento entre os membros.”
Perfeito. Eu tenho uma empresa de TI e vejo isso na prática. Evito contratar muitas mulheres justamente por causa disso. Elas falam demais, fofocam demais. Sempre comparando uma com a outra… sim, pode ser que alguma delas seja mais eficiente, mas o risco não vale à pena.
Pipe,
‘Ué, e por acaso a sociedade não desconfia de homens que escolhem enfermagem, por exemplo? Ou você vai me dizer que um cara que faz enfermagem nunca ouve nenhum tipo de piada? As mulheres que conheço na área de TI não sofrem todo esse absurdo de pressão. Para mim, isso que você está fazendo é vitimismo.’
Não estou questionando se com homens é diferente. Seu exemplo é bom, e comprova ainda mais o ponto que eu coloquei.
Qual a proporção de homens que em cargos considerados ‘femininos’? A sociedade pressiona realmente para nos ditar o que devemos fazer ou não.
Um homem que opte por seguir carreira de enfermeiro, psicologo, cabeleireiro, bailarino e afins é sempre mal visto como e taxado de gay. Talvez por este mesmo motivo, conforme o artigo, que os mesmos optem por cargos com melhor remuneração porém menos humanitários. A idéia com meu post não é me fazer de vitima. Ao contrário, é colocar que existe sim pressão da nossa sociedade sob qual caminho seguir.
Alguns tem mais estrutura e não se deixam pressionar, como acredito ser meu caso.
Independente das criticas e comentários, eu decidi por esta carreira e estou aqui.
‘Nenhuma pessoa no mundo é obrigada a concordar com tudo o que você faz. Você sempre vai encontrar homens idiotas e machistas, isso não quer dizer que a sociedade inteira seja machista e idiota. ‘
Também não disse em nenhum momento que a sociedade masculina seja machista e idiota.
O ‘machismo’ não parte exclusivamente da mente masculina. As mulheres também tem esse tipo de mentalidade e as críticas com relação a não querer ter filhos, muitas vezes, partem delas. ‘Porque não estou cumprindo com o meu dever de esposa perante a sociedade’.
Sinceramente? Eu não ligo para isso, senão já teria cedido. Mas acho que para uma discussão saudável, vale colocar sim essa questão. Afinal, no artigo, colocaram como se a opção de interromper a carreira para focar em família, etc foi culpa exclusiva da mulher. Na minha opinião, se homens tivessem a habilidade fisiológica para gerar filhos, grande parte das mulheres não os teriam. E isso baseado no que converso com minhas amigas e colegas de trabalho.
Não acho homens ‘idiotas’ e ‘machistas’ de forma generalizada como você fala. Caso contrário, não teria me casado e nem trabalharia tão próxima a eles.
‘Talvez você precise começar a analisar as coisas de uma forma menos desapaixonada, porque, sinceramente, se você faz 2,5 vezes mais do que os outros e recebe muito menos, então já deveria ter procurado outro lugar há muito tempo. É comum que as pessoas se imaginem como “carregadores de piano”, que fazem o serviço de todos os outros e recebem muito menos. Essa auto-martirização é, creio eu, um mecanismo de defesa comum.’
Já ouviu falar em ‘fator higiênico’? Se sim, você saberá que salário é um deles. E que ‘salário’ não é o principal fator que mantem funcionários em uma empresa.
Oportunidades de progressão de carreira por exemplo, neste momento da minha vida, são mais importantes e relevantes do que meu salário.
Se você tivesse se atentado aos meus posts antes do seu comentário, teria visto que mencionei isso e da mesma maneira o colega Uriel também citou essa questão.
Tenho vários homens que são subordinados a mim dentro dos projetos que eu gerencio e muitos com salários acima do meu. Afinal de contas, eles são profissionais ‘sênior’ dentro da linha de carreira que escolheram. E eu não me sinto revoltada ou vitimizada em relação a isso.
No meu ponto de vista, se você tem uma chefe mulher, ela vai avaliar você como um profissional, sem levar em consideração se é homem, ou mulher.
Mas eu já tive problemas com um chefe homem que fez essa diferenciação e que eu questionei sobre isso e ele desconversou. Um bom exemplo é o colega Daniel que postou aqui também. Você mesmo pode ver a diferença no tratamento.
‘Sabe o que é engraçado? Um homem que fica em casa cuidando dos filhos não é lá muito bem-visto pelas mulheres também. É considerado frouxo porque não está sustentando a casa. Pense no que algumas das duas amigas diriam se o marido decidisse ficar em casa cuidando do lar. Garanto que uma boa parte delas achará bizarro.’
Concordo com você. É isso mesmo que acontece. Como falei, a nossa sociedade tenta ditar qual o caminho que nós temos que seguir.
O que eu coloquei ali é que muitos homens acham que é humilhante colaborar com tarefas domésticas, dividir a responsabilidade pelos filhos, etc.
Mesmo a mulher trabalhando fora, a sociedade ainda entende que tarefas domésticas e filhos sejam responsabilidade da mulher. (Eu estou generalizando a situação – existem pontos fora da curva, assim como o artigo fala e eu acredito que ao longo das gerações isso comece a mudar).
‘O que tem uma coisa a ver com a outra? Veja bem, eu posso mesmo ser um ‘homem vagabundo’. Você não me conhece, e pelo jeito sofre de um vitimismo que ainda não é tão grave, pois você ainda está disposta a conversar sobre isso. Portanto, deve imaginar que os homens ganham 50 vezes a mais, fazem 1% do serviço e ganham viagens semanais para a Europa enquanto a mulher limpa o chão com uma escova de dentes usada previamente por um buldogue raivoso. O que eu vejo na área de TI não tem nada a ver com isso. Vejo mulheres em cargos importantes. Minha chefe é uma mulher e a chefe da minha chefe é uma mulher. Já trabalhei algumas vezes com mulheres em cargos superiores ao meu. Sim, havia sempre um ou outro machista, mas no geral isso era considerado bastante natural.’
Mais uma vez, se você tivesse lido os posts, teria visto que um dos colegas recriminou um post dizendo que a solução era a mulher não se casar com ‘homem vagabundo’. Eu achei que foi um comentário infeliz da pessoa e questionei o fato dele generalizar a situação e transferir a responsabilidade para a mulher.
Não tenho dados em mãos, mas se você conversar de forma imparcial com a maioria das mulheres casadas, você vai ver que é super comum o homem não dividir as tarefas.
E tem mulheres que acreditam que isso seja normal. Minha cunhada trabalha fora e faz tudo sozinha em casa e acha isso absolutamente normal.
Imagino que você deveria ter seguido carreira como psicologo, afinal, por um post você fez uma super análise realmente do meu perfil! (Talvez eu te recomende gastar uns minutinhos lendo mais e vendo a situação total para então poder fazer julgamentos)
‘Agora, algo que certamente a deixará muito irritada: em equipes onde há muitas mulheres, é comum que haja muito mais problemas de relacionamento entre os membros. Não é algo que eu estou falando porque sou um porco machista, não, é algo que eu ouço das próprias mulheres! Elas mesmas reclamam disso o tempo todo. E não foi uma ou duas vezes que eu ouvi essas coisas, não.’
Concordo com você também. Mulher é competitiva e facilmente leva críticas para o lado pessoal. Eu realmente prefiro trabalhar com homens pela frieza que geralmente levam com essas questões. Não fiquei nem um pouco irritada com seu comentário, pois como falei anteriormente, não sou feminista e tento, dentro do possível, ver os dois lados da moeda.
Eu vejo diferenças entre gêneros e tento tirar proveito das oportunidades para aprender o que cada lado faz de melhor.
Alguns dados interessantes (de fonte conceituada no mercado):
‘A última pesquisa do IBGE mostra o rosto das diferenças por gênero.
Para cada R$ 100 de salário de um homem de baixa renda, uma mulher vai receber R$ 76.
Para cada R$ 100 recebidos pelo funcionário do sexo masculino, uma mulher receberá R$ 66,10.’
‘Na pesquisa por faixa de escolaridade as mulheres com até quatro anos de estudo recebem 80,6% do salário dos homens com a mesma escolarização. Com 12 anos ou mais de estudo as mulheres recebem apenas 61,6% do que os homens
As mulheres têm mais tempo de estudo: elas estudam, em média, 8,6 anos, quando a média nacional entre a população ocupada é de 7,6 anos.’
‘Segundo o IBGE, grande parte da responsabilidade pelas diferenças de rendimento entre homens e mulheres se reproduz no mercado de trabalho onde as divisões dos papéis ainda desempenhados pela mulher dentro da família, cabem a mãe os cuidados com filhos, idosos e doentes.
Pesquisa revela que as mulheres inseridas no mercado de trabalho dedicam 22,1 horas por semana às tarefas da casa, enquanto os homens gastam apenas 9,9 horas com essas atividades. A dupla jornada ainda é a realidade da mulher brasileira, mesmo com a melhora de escolaridade e maior inserção no mercado.’
Fonte: Editorial do Valor – 17/04/2006
Jornada da mulher trabalhadora
Durante a semana, a jornada diária da mulher é de 502 minutos, 5% maior que a do homem (480 minutos);
No fim de semana, a jornada diária da mulher é de 326, 62% maior que a carga masculina (201 minutos).
Fonte: Dados da pesquisa da socióloga da UF de MG, Neuma Aguiar Horizonte, em 2002. (OGL-16)
Mais detalhes:
http://www.feebpr.org.br/Mulher/Estatisticas.
super.abril.com.br/cotidiano/homens-x-mulheres-eles-estao-ficando-632124.shtml
“Apenas para constar, os colegas estão há mais tempo que eu na empresa. Essa é a justificativa que você procura.”
Apenas o tempo? este é um fator muito importante na formação do capital. Com o conceito de juros e etc….Justamente por um compreendimento errado deste fator, o toda teoria marxista foi inventada com base em nada que corresponde a realidade da subjetividade da ação humana.
II. A teoria do capital de Böhm-Bawerk
Leitura altamente recomendada!
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=745
Já parou para pensar que justamente por eles trabalharem por mais tempo, talvez já trouxeram muita mais lucros para empresa e estão sendo recompensados por isto. Que por estarem a mais tempo na empresa, reduziram os fatores de incerteza pois mostraram “serviço”. O fato de você ser nova e receber mais serviço pode ser algo que o patrão subjetivamente está usando para verificar o seu potencial? E você não foi obrigada a passar por isto, pois pode beneficiar sua carreira…
Desconsiderar O fator tempo e as Taxas de Juro é desconsiderar a realidade da ação humana. Que não dá para ser julgada e medida completamente com números
A mesma coisa vale para um sujeito “afetado”.
Eu não vou contratar um sujeito desses a não ser que o lucro que ele dê seja muito, mas muito superior do que o lucro de um sujeito normal. Como a maioria dos serviços prestados são simples, eu sei que o “afetado” não vai me gerar muito lucro assim… dessa forma, para comepensar, ou ele aceita trabalhar para mim por menos, ou que vai procurar emprego em uma empresa de “afetados”.
Noticia um pouco fora do assunto desse artigo, mas muito interessante.
tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5697823-EI15608,00-Apple+funcionarios+escravos+da+Foxconn+querem+trabalhar+mais.html
Quando eu vejo em alguma matéria, “estudo afirma…” eu tenho até calafrios.\r
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http://www.valor.com.br/carreira/2598436/cfos-mulheres-ganham-16-menos-que-seus-pares-homens-nos-eua
TORNOU-SE UM CLICHÊ REFERIR-SE ÀS FEMINISTAS DE FORMA DEPRECIATIVA. MUITOS UTILIZAM-SE DESSE RECURSO SEM AO MENOS ENTENDER DE FEMINISMO OU ENTENDER AS DIFERENÇAS ENTRE FEMINISMO E FEMISMO, POR EXEMPLO. NÃO POSSUEM CONHECIMENTO SOBRE COMO A SOCIEDADE MACHISTA ENCARCERA NÃO APENAS AS MULHERES, MAS ENCARCERA HOMENS AO DITAR, ESTABELECER E PERPETUAR COMPORTAMENTOS QUE NÃO LEVAM NEM UM GÊNERO A FELICIDADE PLENA. MAS, ISSO É OUTRO ASSUNTO.
A ESSÊNCIA MACHISTA BUSCA GARANTIR A SUPREMACIA MASCULINA. VAI COLOCAR EM DÚVIDA A CAPACIDADE FEMININA, VAI AGREGAR NO SEU DISCURSO A BIOLOGIA, VAI PASSAR PELA HISTÓRIA E ATÉ PELA INSTITUIÇÃO DO MATRIMÔNIO…APENAS PARA UM ÚNICO FIM: PROVAR DE FORMA REDUNDANTE E POUCO INOVATIVA AQUILO QUE NÓS MULHERES JÁ CONHECEMOS DE SÉCULOS: O PRECONCEITO
O SEU TEXTO E MUITOS COMENTÁRIOS ACIMA SÓ SIGINIFICAM ISSO PARA MIM: PRECONCEITO.
AO AFIRMAR QUE NÃO SABEMOS LIDAR COM SOFTWARES, COM ÁREAS DE EXATAS, COM PROFISSÕES DE RISCOS, COM ALTA CARGA HORÁRIA DE TRABALHO, TODOS VOCÊS ESQUECEM QUE SOMOS NÓS QUEM TEMOS 2 OU 3 TURNOS: TRABALHO, TRABALHO EM CASA, FACULDADE OU FILHOS.
DESCULPEM, EU TRABALHO MUITO MAIS DO QUE O AUTOR E MAIS DO QUE TODOS OS HOMENS QUE COMENTARAM AÍ EM CIMA. OCORRE QUE O TRABALHO DOMÉSTICO NÃO É VISTO PELA MAIORIA DOS HOMENS COMO UM TRABALHO QUE MERECE MÉRITO E RECONHECIMENTO, NÃO É MESMO?
SERÁ QUE É POR ESSA RAZÃO QUE NÃO FAZEMOS HORA EXTRA NA EMPRESA? POR QUE QUASE TODO O TRABALHO DOMÉSTICO AINDA RECAI EM NOSSAS COSTAS E A HORA EXTRA CONTINUA EM CASA?
QUANTO VALE O TRABALHO DO LAR PARA VOCÊS? ALIÁS, VOCÊS CONSEGUEM ENXERGAR ESSE TRABALHO? SOBRE O QUE TRATA OS DADOS DO IBGE?
SOMOS NÓS QUEM SOMOS CONDICIONADAS A BRINCAR COM BONECAS REPRODUZINDO PAPÉIS QUE TODOS OS HOMENS DESEJAM QUE PERPETUEMOS: DE DONAS DE CASAS, MESTRAS DOS SENTIMENTOS, AS BOBONAS QUE CHORAM A TOA…DEVE SER POR ISSO QUE QUANDO CHEGA A ESCOLHA DO CURSO SUPERIOR MUITAS OPTEM POR AQUILO QUE DESDE SEMPRE FORAM CONDICIONADAS A FAZER: VÃO PARA RAMOS DA PEDAGOGIA, TRABALHO SOCIAL, PSICOLOGIA…OS HOMENS, AO CONTRÁRIO, SEMPRE MUITO PODADOS DO MUNTO DOS SENTIMENTOS, SEMPRE FORAM LANÇADOS PARA OS CARRINHOS, PARA MONTAR E DESMONTAR TUDO, MAIS ENVOLTOS COM A TECNOLOGIA OPTAM, DA MESMA FORMA, PELO QUE FORAM CONDICIONADOS A FAZER DESDE PEQUENOS: VÃO PARA AS EXATAS, TECNOLOGIA, ETC E QUE PASMEM, NA SOCIEDADE MACHISTA, SÃO AS ÁREAS QUE GANHAM MAIS.
RELACIONO A PURA IGNORÂNCIA ALGUNS COMENTÁRIOS SOBRE A RELAÇÃO ENTRE UM AMBIENTE FEMININO DE TRABALHO E FOFOCAS,ETC. EU TENHO UMA PROFISSÃO FEMININA (PELO JULGAMENTO DA SOCIEDADE MACHISTA) E SOU APENAS EU DE MULHER: O QUE VEJO É UM BANDO DE MARMANJO FALANDO SOBRE SEXO O TEMPO INTEIRO…ESTUDO COM MUITOS HOMENS (SIM, ESTOU NA ENGENHARIA) E O QUE VEJO É UM BANDO DE MARMANJO FALANDO O TEMPO INTEIRO SOBRE SEXO, CADA UM TENTANDO DERRUBAR O OUTRO, AMBIENTE EXTREMAMENTE COMPETITIVO, ESTRESSANTE E PASMEM: FOFOCANDO MUITO MUITO MESMO….MAIS DO QUE EM OUTROS AMBIENTES QUE TRABALHEI APENAS COM MULHERES.
FALAR DE ESMALTE OU FALAR DE SEXO? NÃO CONSIGO VER QUAL SERIA MAIS ÚTIL PARA CONTERMOS A INFLAÇÃO OU ENTENDERMOS O PIB…
AS RAÍZES DOS PROBLEMAS RELACIONADOS A QUESTÃO DE GÊNERO SÃO MUITO MAIS PROFUNDAS…ADOREI A LEI!!!
BEIJOS, AMORES!
ASS.: UMA FUTURA ENGENHEIRA, FEMINISTA, LINDA E CABEÇA A ABERTA!
AH! E QUE ADORA SITES DE ECONOMIA, POLÍTICA…ESSAS COISAS DE HOMENS! 😉
Senhora(ita) F.M.,\r
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Como mulher e com todo respeito a sua opinião, foi deprimente ler as suas palavras no tópico acima. Fico frustada ao saber que esse discurso feminista está cada vez mais penetrado na sociedade.\r
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Esse câncer social que é o feminismo (e todos esse movimentos em que não privilegiado o debate real, mas sim uma lavagem cerebral feita em parcela (“minoritária”, “explorada”) das pessoas)acaba por retroceder cada vez mais o progresso moral da sociedade. Sim, digo moral, porque a pior crise que a sociedade pode passar é a moral: em que princípios são invertidos, direitos são suprimidos, e o abismo se aproxima.\r
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Outrossim, enfatizo que igualdade não é fazer as mesmas coisas queum homem faz, tampouco ganhar como eles ganham, agir como eles agem. Isso não é igualdade, isso é burrice, é fechar os olhos para a realidade: homens e mulheres sao diferentes, tanto fisiologicamente quanto às aptidões que cada um desenvolve mais ou menos, é natural. \r
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Grosseiramente, FRISO: não se olvide, minha cara F.M., de que a maior revolução de todos os tempos que ocorreu no período neolítico, em que a partir de então a humanidade teve domínio sobre a agricultura e deixou de ser nômades, por exemplo, foi GRAÇAS à mulher que se dedicava, não à caça e à pesca como os homens da época, mas às atividades mais domésticas como a coleta de frutos e atividades congêneres. \r
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Em suma, peço para que reflita mais sobre a função da mulher na sociedade, do que é viver em sociedade, antes de ficar pateticamente engolindo discursos emocionados prontos, que possuem um viés muito preconceituoso por trás de palavras tão mansas aos seus ouvidos. Espero que saiba receber esse comentário crítico ao seu posicionamento positivamente!\r
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Um abraço. \r
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Caramba! Por que a tal FM precisa escrever gritando? Não percebeu que o tom era de conversa, não de panfletagem? Os argumentos não são bons o suficente, sendo necessário impor no grito? No mais, tendo a paciência de ler o que escreveu, mesmo em caixa alta, constatam-se duas coisas: problemas com a norma dita padrão da língua; problemas com leitura e interpretação textual, afinal ou não leu o artigo ou não entendeu lhufas dele. O artigo apresenta questões bastante lógicas, que a cara FM sequer pensa em debater, fazendo-o parcamente por meio de chavões ideológicos e vagos. O artigo PROVA (também sei gritar um pouco) que, caso mulheres que exercem as mesmas funções que homens realmente ganhassem menos, haveria contratação em massa de mulheres, pelo princípio óbvio da economia que as empresas fariam. Uma vez que isso não acontece, é mais do que simples deduzir que as mulheres ganham menos pois produzem menos (para a empresa, e é só isso o que importa aqui, não se você trabalha muito em casa, que não é problema nosso nem da empresa para a qual você trabalha). Alguma argumentação no sentido de derrubar essa obviedade? Nenhuma. Só chavão e ideologia barata, que já infestam o mundo há mais de século.
Vou ignorar a situação do indivíduo com 4 braços, e considerar que os seus argumentos se referem ao indivíduo com 1 braço.\r
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(…)ele é necessariamente menos moral, menos produtivo ou menos digno de ter sua individualidade respeitada?(…)\r
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Não sei, pode ser que sim, ou pode ser que não. Sua condição não diz nada sobre suas capacitações morais e individuais, mas podemos dizer com certeza que certas atividades não seriam possíveis para este indivíduo. Como por exemplo, pilotar um helicóptero. Esta seria uma justificativa plausível para sua não contratação para um cargo de piloto em uma empresa aérea, por exemplo.\r
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(…)E exemplifique como isso é relativismo moral.(…)\r
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O relativismo moral dita que não existe verdade ou valor absoluto. Você tá dizendo que sexualidade e gênero são características do indivíduo, que não existe essa história de “homem é homem” e “mulher é mulher”.
Às vezes eu acho que as pessoas vem aqui mais para discutir do que para se informar.
Às vezes eu acho que elas nem leem o texto, vão direto para os comentários.
Só para “lembrar” o texto:
“Em primeiro lugar, quero deixar claro que, em um mercado de trabalho com liberdade de contratação e demissão, é impossível haver divergências salariais entre homens e mulheres em decorrência unicamente de discriminação. E isto por um motivo puramente econômico: se houvesse tal discriminação, qualquer empregador iria obter lucros fáceis contratando mulheres e dispensando homens, uma vez que as mulheres poderiam receber um salário menor para fazer exatamente o mesmo trabalho. A concorrência entre os empregadores iria, então, elevar os salários das mulheres e, assim, abolir qualquer diferença salarial que porventura exista.
Logo, sempre e em qualquer ocasião que houver qualquer tipo de discriminação salarial — e isto vale não apenas para gêneros, mas também para cor de pele, religiões, etnias etc. —, o capitalismo irá abolir tal situação, e não aprofundá-la.”
Abraços
Eu trabalhei em empresas em que as pessoas que exerciam a mesma função que eu e tinham filhos ganhavam mais que eu. Isso não é discriminação? Em vez de ficar lamuriando continuei trabalhando e recebendo aumentos acima do dissidio da categoria. Sempre falo o seguinte se você acha que ganha pouco e quer aumento real procure outro trabalho e quem não te conhece que te compre.
Fácil entender a questao, sem essas teorias dos liberais.
Mulher é feita pra obedecer seu dono, é uma condcao natural, biológica.
óbvio que devem ganhar mais pois o homeme é mais qualificado
O fato é que não é feio a mulher ter filhos e cuidar da casa. Você vai passar 30, 40 ou 50 anos em uma empresa, o dia que vc sair terá outra pessoa no seu lugar e em poucos dias ninguém vai lembrar que vc passou por lá. Se vc não tiver uma família ao seu lado nesse momento vai ser um infeliz, sentado no banco de uma praça alimentando pombos ou em um asilo, só e sem ninguém. Se vc tiver uma família ao seu lado vai poder sair da vida realizado, se não tiver vai sair fracassado como ser humeno mesmo que tenha sido bem sucudido profissionalmente. A carreira é um meio de sobreviver, não pode substituir a família, porque um dia ela vai acabar. Se vc tiver uma família ao seu lado nesse momento vai se sentir realizado, se não tiver vai sentir como se a vida não tivesse valido a pena. Parabéns ás mulheres, e aos homens, que consideram que a família vale mais que que alguns reais a mais na conta por mês, que ao final não valerão nada.
Tasco
Você vai passar 30, 40 ou 50 anos em uma empresa, o dia que vc sair terá outra pessoa no seu lugar e em poucos dias ninguém vai lembrar que vc passou por lá.
Baseado em que você diz isso?
Se a pessoa passa 30, 40, 50 anos trabalhando para uma empresa e sai, e ninguem se lembra dela, é porque ela não tinha nada especial para alguem lembrar dela.
E outra, é escolha da pessoa passar 30, 40 ou 50 anos trabalhando para outra pessoa.
Essa escolha por si só já é deprimente, ela tendo familia ou não.
Se vc não tiver uma família ao seu lado nesse momento vai ser um infeliz
Se uma pessoa passa pela vida sem alimenta uma única amizade sequer, não será uma família que vai salvar ela da infelicidade.
A carreira é um meio de sobreviver, não pode substituir a família, porque um dia ela vai acabar.
Carreira e família são duas coisas diferentes, mas baseado em que você diz que a carreira um dia vai acabar ??
Gostaria de saber por que as mulheres no Brasil trabalham cinco anos a menos que os homens para poder se aposentar considerando o fato de que elas têm uma expectativa de vida maior do que os homens e estes realizam os trabalhos mais insalubres. Até hoje não entendo a lógica desta lei brasileira.
Quanto a chamada dupla jornada de trabalho da mulher, isto se aplica geralmente às mulheres que realizam trabalho de baixa remuneração. Isto dificilmente ocorre com mulheres que ganham mais de 2 mil por mês e o marido também trabalha. Nesses casos os serviços domésticos são feitos por uma empregada doméstica.
Queria só ver se os homens trabalhassem fora, cuidassem da casa, dos filhos e da própria companheira se seria assim (por que até do marido a mulher tem que cuidar). Ninguém cita que fica tudo nas costas das mulheres. Enquanto nos tempos fora do emprego formal o cara está com as pernas para cima assistindo futebol e tomando umas, a mulher está limpando, cozinhando, cuidando da casa, dos filhos etc. Ainda querem mensurar quem trabalha mais? Vamos falar de trabalho? Enquanto o ‘menininho’ de 20 anos ainda está soltando pipa na rua, a irmã de 8 anos está em casa aprendendo a limpar, cuidar do irmão mais novo e fazer os deveres de casa (lembrando que não estou falando de todos, mas da maioria). A mulher só não passa por isso se tiver como pagar uma empregada ou se for como eu que deixa passar fome, mas se não dividir o serviço não faz.
Falam que é injusto as mulheres se aposentarem 5 anos mais cedo, mas vamos colocar nos papéis todos os tipos de trabalho, incluindo bicos feitos para aumentar a renda para ver quem trabalha mais durante a vida?
Se existem mulheres que são atoladas de tarefas domesticas e e cuidados dos filhos isso é culpa da sociedade machista que obriga as mulheres a realizarem estas tarefas.
Os homens trabalham mais??? NÃO! Os homens trabalham MENOS e ganham mais. Pense em um casal de engenheiros, ambos formaram no mesmo ano e trabalham na mesma empresa por 8h, quando eles chegam em casa a mulher tem que arrumar a casa e fazer comida, o homem deita no sofá e vai ver TV, o filho que antes estava com a babá chora, quem vai olhar? a mulher, o homem o que faz? continua vendo TV e ainda pede uma cervejinha para a mulher… ONDE que esse homem trabalha mais? Ele trabalha MENOS e ganha MAIS. Vejam como nossa sociedade é CRUEL: a mulher é obrigada pelos costumes da sociedade a trabalhar mais, pois é ela quem tem q fazer os TRABALHOS de casa, e os patões machistas ainda pagam menos a essa mulher que não recebe NADA pelo trabalho que exerce em casa. É uma MERDA ser mulher nessa sociedade.
Se existem mais homens nas áreas de tecnologia e menos nas áreas de pedagogia é pq a nossa CULTURA MACHISTA prega que deve ser assim, a culpa é da cultura. Nenhuma mulher é incapaz de ser engenheira, trabalhar em coisas arriscadas, nada disso, é a cultura que impede que mulheres se interessem por estas coisas.
Se a maioria dos campeões de xadrez, dos grandes cientistas, inventores, etc é homem é pq eles são mais incentivados, DESDE CRIANÇA, a seguir estas carreiras. Dizer que isso acontece por causa da biologia é MACHISMO PURO! Ainda bem que eu só leio esse tipo de pensamento na internet mesmo, se um dia alguém me dizer que homens são mais inteligentes que mulheres (sim, é isto que vcs estão afirmando) pessoalmente, eu xingo a pessoa, isso se eu não agredi-la fisicamente.
Os trabalhos domésticos e o cuidado dos filhos deveriam ser divididos entre o casal, e homens e mulheres deveriam ganhar a mesma quantia, isso é o JUSTO, qualquer coisa diferente disso é MACHISMO.
E o principal: Se as áreas de humanas são menos valorizadas que as áreas de exatas, é pq o nosso capitalismo é uma MERDA!
Pra Gabriela:
meninos e meninas aprendem de modo diferente:
http://www.youtube.com/watch?v=2lcwCpdgkNE&playnext=1&list=PLE1BB0B6762558E5F&feature=results_main
estudo mostra como cérebros masculino e feminino respondem diferente ao stress:
http://www.youtube.com/watch?v=dW6iRyP3PCg
E o principal: Se as áreas de humanas são menos valorizadas que as áreas de exatas, é pq o nosso capitalismo é uma MERDA!
Isso, colegas, resume o “pensamento” de uma marxista feminista. Sem raciocínio lógico, sem argumentação coerente. Só o ódio puro e simples a quem produz, a quem inventa, a quem utiliza a mente para produzir coisas que as pessoas realmente desejem. É o mal em seu estado puro, como diria Ayn Rand (que, por sinal, colega feminista tonguinha, era uma mulher, viu?).
O link é deu uma matéria sobre a proteção as futuras mamães: Se uma mulher for contratada como temporária e esta engravidar nesse periodo ela adquirirá estabilidade e o contrato será de mais 12 meses. Será que com esse risco as empresas não contratarâo mais empregados do genero masculino?
g1.globo.com/jornal-hoje/videos/t/edicoes/v/justica-do-trabalho-define-novas-regras-nas-relacoes-entre-patroes-e-empregados/2145165/?fb_action_ids=494070667279314&fb_action_types=og.recommends&fb_source=aggregation&fb_aggregation_id=288381481237582
Para levar à loucura as feministas e o movimento LGBT: Como Harald Eia abalou a ideologia de gênero
lucianoayan.com/2013/08/13/para-levar-a-loucura-as-feministas-radicais-e-o-movimento-lgbt-como-harald-eia-abalou-a-ideologia-de-genero/
Olha só como o livre mercado lida com a “discriminação”: Fábrica troca homens por mulheres, cria ‘vale-salão’ e dobra produtividade
O empresário percebeu que ganhava mais contratando mulheres para realizar o “trabalho de homens”, e, óbvio, foi o que fez. Seu faturamento triplicou.
Feministas cuspindo e berrando em cristãos, na argentina
Feminista, esquerdista, é tudo covarde.Cuspir em cristão é fácil, queria ver fazer isso com muçulmano.
“Fora do Comentário”:
As mulheres são o grupo mais privilegiado do que qualquer grupo, mas, de longe… milhões de anos-luz do que qualquer outro grupo. O que me faz concluir que as mulheres são o próprio Estado:
“Justiça proíbe no Brasil app ‘Tubby’, em que homens avaliam mulheres”:
g1.globo.com/tecnologia/tem-um-aplicativo/noticia/2013/12/justica-proibe-no-brasil-app-tubby-para-homens-avaliarem-mulheres.html
Prestem atenção do meio até o final
Liberalismo e Marxismo se encontram?
Vejam o estudo feito pelo sacerdote abaixo.
https://padrepauloricardo.org/episodios/herodes-e-pilatos-ficaram-amigos
Os trabalhos de engenharia social são muito mais sofisticados do que podemos imaginar?
Agora não entendo o porquê?
Será a dimensão espiritual. O próprio mal?
Agora não tem mais desculpa pra mulher pagar mais barato na balada e não pagar a conta do motel também, agora só falta elas servirem o exército, Campanha – (Serviço militar obrigatório para mulheres), dai a igualdade delas já tá garantida. Melhor pra rapaziada
O Stefan Molyneux tem algumas ideias um tando interessantes…
Ele diz que é mais vantajoso pra uma mulher ter seus filhos cedo, cuidar deles pelos primeiros anos e somente entao focar no trabalho. Elas teriam mais energia para cuidarem das criancas, nao ficariam desesperadas mais tarde com seus “relógios biológicos” e poderiam falar na entrevistas que nunca se ausentariam por gravidez, já que nao teriam mais filhos.
Mas o que mais me chamou a atencao foi a hipótese dele de como o welfare state cresce.
Ele comeca explicando que, biologicamente falando, enquanto homens sao provedores, as mulheres sao recebedoras. O “valor” de uma mulher é medido por quantos drinks ela consegue de graca na balada, enquanto o “valor” do homem é medido por quao bem ele pode prover para sua família.
Até aí, até que tem algum fundo de verdade, principalmente na parte masculida. É bem sabido que quanto melhor provedor, mais atraente é o homem. Mas o mais chocante vem a seguir.
Ele parece acreditar piamente que o que leva ao crescimento do estado é o fato de mulheres votarem, aliado à lei de divórcio (por motivo qualquer). Esquecam FED e New Deal. Maes solteiras votando, este é o problema! Isso se estenderia às demais mulheres, já que sao todas maes solteiras em potencial devido ao divórcio.
Ele aponta que, enquanto mulheres casadas sao mais propensas a serem contra aumento de impostos, maes solteiras sao mais favoráveis a este aumento, já que se beneficiariam diretamente do welfare state…
Seria algo “hardwired” no cérebro das mulheres querer coisas de graca. Ele ainda diz que o comeco dos modernos welfare states coincide com o direito feminino de votar.
Apenas misoginia dele, ou tem algum fundo de verdade? Mais polêmico que isso, somente mamilos… https://www.youtube.com/watch?v=PORknrd-cv8
“Uma banana para os estereótipos“, por Suzana Herculano-Houzel.
https://www.youtube.com/watch?v=Es1pADNS78w
Se alguém quiser uma prova de que a mente feminista é incompatível com o libertarianismo, google por gamergate + anita sarkesian
Em resumo: Ela chama a indústria dos jogos de machista por causa dos jogos que são feitos pro público masculino (como se não existisse também jogos feitos pro público feminino) e clama por regulação estatal pra corrigir isso
A resposta óbvia pra ela, do ponto de vista libertário seria: Olhe, se você não gosta desses jogos, então não jogue.Simples assim.
Mas isso é inconcebível pra ela.Gente assim não sabe viver sem se meter na vida dos outros, e sinceramente, os libertários dão um tiro no pé quando tentam conviver com gente assim.
E Hoppe é o cara.
Pessoas participantes desse grupo, algum de vocês pode me explicar qual a incoerência que existe entre o feminismo e o libertarianismo? Sei que há uma certa ligação de feministas com ideais de esquerda, mas esse vínculo não é obrigatório. Tenho certeza que a proteção da liberdade também se aplicaria às mulheres na mesma medida que se aplicaria aos homens em uma sociedade libertária ideal, não? Com exceção da questão do aborto, altamente controvertida, algum libertário não é a favor da liberdade feminina em todas as formas (incluindo profissional, amorosa, comportamental…)? Não compreendo em que medida as ideias seriam contrárias. Mais uma vez, defender a autonomia feminina não necessariamente implica em defender que o Estado faça algo a respeito (até porque o Estado é mesmo ineficiente em tudo que faz), mas apenas que os homens e mulheres, como sociedade, possam assimilar esse entendimento pela propagação do raciocínio, assim como ocorre com o libertarianismo, para que todos sejam tratados com devido respeito, inclusive respeito à sua individualidade e à sua liberdade de escolha.
Cara Natália, receio que o problema da sua análise não está no libertarianismo, mas sim no feminismo. Falando em léxico, define-se o feminismo como o conceito de que homens e mulheres devem deter direitos idênticos; no libertarianismo, significa que qualquer uso da violência contra inocentes é ilegítimo – o que significa que homens, mulheres e o que for, independentemente do gênero, não detêm o direito de lançar violência contra ninguém. Ou seja, finalmente, todos os indivíduos são verdadeiramente iguais; pois o ladrão do centro do RJ agora se iguala a Sarney perfeitamente – todos os homens são efetivamente iguais, donos de si próprios, daquilo que criam e daquilo que voluntariamente venham a trocar entre si para obter maior satisfação.
A verdade é que embora feminismo permaneça sendo, enquanto palavra, a igualdade de direitos entre os gêneros; os movimentos feministas (há tantos e tão diferentes uns dos outros – principalmente porque não guardam o velho objetivo comum) não só não fazem valer a definição em suas propostas (apesar de legitimar suas ações por ela. Basta você se manifestar contra um movimento feminista e de alguma forma, isso eminentemente significa que você não deseja a igualdade entre os gêneros – trata-se de uma horrenda estratégia retórica), como muitos advogam (ou postulam) pela (a) violência contra inocentes como solução e / ou completamente se abstém da defesa de direitos de um grupo masculino que está tendo direitos desapropriados pelo estado. Vide a defesa por cotas de gênero, o jingoísmo contra o marketing que ousa diferenciar meninos e meninas, “alimony”, a completa omissão do papel feminino no ciclo da violência (moça, antes de sermos homens, somos crianças e somos criados por mulheres em casa, na creche e nas escolas – mães britânicas batem nos filhos antes de eles terem 5 anos e a risível apresentação da Emma Watson diz que o maior problema dos homens é “não poder chorar”) a completa omissão da defesa dos homens quanto à perda do direito à guarda dos filhos (o maior problema de direitos dos homens no ocidente e do qual NINGUÉM fala).
Toda a narrativa de vitimismo – se há vítima, deve haver justiça – é, tradicionalmente, um esquema para intervenção estatal legitimada.
Além disso, há a questão da completa desonestidade intelectual presente em vários clamos das feministas utilizados para justificar a violência por parte do estado ou denegrir desonestamente os produtores (Sarkeesian, uma feminista que ganhou fama e dinheiro recentemente ao acusar a indústria dos jogos eletrônicos de sexismo agora a segura como refém; inclusive ganhando dinheiro para não fazer acusações, como fazem os movimentos dos negros nos EUA). Infelizmente, como não há validação de quase nenhuma narrativa no Brasil (postula-se o que for conveniente à classe política-intelectual e aos que acham que precisamos de Gleisi Hoffman, Eduardo Cunha e Michel Temer para viver); ficarei somente com a exposição de contradições das tradicionais narrativas dos feministas com a verdade (nos EUA):
https://www.highlights.com/media/hfc/highlights/state-of-the-kid/2009SOTK.pdf (Meninos e meninas fazem virtualmente o mesmo nível de atividades domésticas. Diferença de somente 8%. Matando a narrativa de que meninas nascem escravas da ordem da casa – infelizmente, essa pergunta, por controvérsia, não pode mais ser perguntada)
24.media.tumblr.com/98652195cb11992c4aefa7e7bf832060/tumblr_n0cl2al34T1sjsxf6o1_1280.jpg (uma simples imagem feita por uma feminista fazendo graça das contradições entre as narrativas de vitimismo [utilizado para justificar “justiça social” do estado] expostas pelos diferentes movimentos feministas.)
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1246&comments=true#ac133608 (Expondo a narrativa tradicional de que produtores, por algum motivo, pagam mais aos homens como se fosse um capricho do clube dos garotos e eles gostassem de perder dinheiro)
Sarkeesian ganha dinheiro para não gritar “Sexismo!” contra uma companhia:
nypost.com/2015/01/04/how-sharpton-gets-paid-to-not-cry-racism-at-corporations/ (Mesma estratégia de Sharpton. Um integrante dos movimentos dos negros que ganha dinheiro para não gritar “Racismo!” contra empresas)
Como é que simular um ritual pagão, fazer cerimônias de claro regojizo de manada e pura loucura sobre o ódio e agredir religiosos se estabelece como uma forma de diálogo?
Creio que após o material acima entenderá o motivo de tanto receio entre os libertários e conservadores contra os feministas. Há também a questão dos juízos de valor adotados pelos feministas de hoje em dia: a família é reduzida a escravidão e através da desigualdade nas negociações de divórcios e “alimony” (nos EUA, você é obrigado a pagar indeterminadamente, além do auxílio ao filho, para que sua ex-mulher permaneça com o padrão de vida anterior – ou seja, a mulher é basicamente paga para se separar do homem pelo estado e tudo justificado na narrativa de que “a mulher está sendo trocada ou ignorada pelo marido detentor do poderio econômico na unidade familiar”); a deterioração da família é algo expõe a criança a perigos enormes (padrastos e madrastas põem os filhos sob 30 vezes mais chances de serem abusadas fisicamente e / ou sexualmente) e é uma força motora do ciclo da violência. Se não há negociação, razão e contratos voluntários sendo ensinados às crianças; mas sim o conflito e o fracasso de comunicação (75% dos divórcios são iniciados por mulheres nos EUA e o clamo é puramente “insatisfação) – exatamente o que ameaça um mundo pacífico pelo qual advogamos.
Após a compreensão desses três problemas: (Abstenção da Defesa que faz jus à definição) / Retirada dos direitos dos homens, a desonestidade intelectual presente nas mais recorrentes narrativas feministas e, finalmente, o desencontro entre juízos de valores; você compreenderá o motivo de tamanho receio e mágoa entre os libertários conhecedores e os movimentos feministas.
Ótimo artigo. Pena que os legisladores brasileiros, além de ignorantes no que tange a assuntos econômicos, são imunes a qualquer forma de análise crítica dos fatos.
Artigo magnífico.
Conheci o IMB por essa maravilha de artigo. Parabéns para quem escreveu e para o site.
Beijos.
Primeiro, direitos iguais onde são necessários, pq homem é homem e mulher é mulher e pronto!
homem se desgasta mais e destrói seu corpo em construções e em serviços braçais, já trabalhei em serviço que nem macho aguenta quem dirá mulher, eu cresci vendo meu pai se matando em construções minha mãe se matando de trabalhar e cuidar da casa, meu pai chegava do serviço jantava e tomava banho e ia dormir pq não aguentava o peso do próprio corpo, minha mãe fazia o que dava também a coitada sofreu pra cuidar dos filhos, homens e mulheres de verdade se juntam pelo mesmo objetivo, se lembrem que a maioria do povo brasileiro é tradicional, tem papo de machista estuprador aproveitado e tem papo de feminista lésbica, que sujam a face dos heróis que lutam por suas famílias. minha mulher cuida da casa e nunca reclama, eu nunca reclamo do meu serviço perigoso, pergunte pra uma mulher de verdade e pra um homem de verdade como tem que ser as coisas.
Quem inclui atributos físicos, de gênero, etnia ou preferências sexuais em qualquer que seja o debate, é, na melhor das hipóteses, um débil mental.
Boa tarde a todos,
Vocês não acreditam que ao observar somente sob o prisma do custo/produtividade entre homens e mulheres ( tomando como verdade que as mulheres se dedicam mais, quando casadas e com filhos, ao âmbito familiar) se ignore completamente o capital social e futuramente produtivo que uma mãe produz ao dedicar mais tempo a criação do filho, que terá – em condições favoráveis – uma melhor infância, desenvolvendo habilidades que vão do campo do afeto a tarefas executivas importantes da vida adulta que, por consequência, fará dessa criança no futuro mais produtiva? Há estudos longos que apontam que os primeiros anos de vida de uma criança são determinantes para o desenvolvimento dela ao longo da vida, e parte desse desenvolvimento se dá pelo convívio familiar. Dessa forma não é interessante uma empresa saber que de certo modo, ao garantir que mulheres e homens tenham salários parecidos, mesmo com a menor produtividade delas se garantiria, em um cenário ideal, que no futuro haveria jovens melhor formados, não só tecnicamente, mas capazes de demonstrar outras habilidades que hoje são caras ao mercado, mas difíceis de serem encontradas, como responsabilidade, empenho, resiliência, capacidade de pensar/planejar e inovar? Por mais proibida seja a palavra impacto social (principalmente a última) no meio neoliberal, não haveria uma taxa de retorno as empresas por garantir melhor formação e base familiar na fase que os pequenos estão se preparando para a vida produtiva? Parece-me que a Coreia do Sul passa por um problema nesse espectro, mercado extremamente competitivo, no qual mulheres estão deixam desejos pessoais em nome de evolução profissional, pressionando para baixo a taxa de natalidade, o que leva a um problema no horizonte.
Tem empresa que simplesmente NÃO contrata mulheres!2 anos atrás,estive em uma pizzaria no Recife e só tinha homens no quadro de funcionários.