Observação: publicaremos nesta segunda-feira as respostas enviadas
pelo Banco Central, bem como nossos comentários às respostas fornecidas.
Chegou-nos
uma informação deveras interessante: o deputado Edmar
de Souza Arruda (PSC/PR) baseou-se nas informações contidas aqui no site do
IMB — chegando, inclusive, a copiar trechos extensos de nossos artigos — para
criar um requerimento que pede “informação ao presidente do Banco Central do
Brasil sobre os procedimentos relativos à condução da política monetária no
País.”
Como
se trata de um texto atipicamente bem escrito (para os padrões de Brasília),
vale muito a pena colocá-lo aqui na íntegra.
Nossa intenção é mostrar como estas ideias a respeito da perniciosidade
que é a existência de um Banco Central, até então restritas unicamente a
algumas poucas pessoas do meio acadêmico (se muito), felizmente já começam a se
disseminar, e com potencial até mesmo para incomodar os donos do poder.
Antes,
algumas considerações.
A
teoria econômica ensina que monopólios legalmente protegidos e que não precisam
prestar contas a ninguém serão sempre ineficientes. Sem estarem sujeitas à concorrência, ao monitoramento e ao
escrutínio do mercado, tais organizações sempre
tenderão a tomar decisões economicamente insensatas. Pior ainda: serão capturadas por interesses
especiais. E com os bancos centrais o
raciocínio não é nada diferente.
Um
banco central, por meio de suas expansões monetárias, de suas intervenções nos
juros e no mercado de crédito, faz com que os agentes econômicos aloquem
recursos de maneira insustentável, o que gera destruição de capital e,
consequentemente, um menor crescimento econômico real no longo prazo. Manipulações dos juros estimulam
investimentos irresponsáveis tanto nos mercados financeiros quanto em vários
setores da economia real, causando bolhas e subsequentes recessões.
A
criação de dinheiro feita por um banco central também gera um redistribuição
maciça de renda dos pobres para os ricos, para os bancos, para todo o setor
financeiro e para o governo.
Não
apenas a teoria fornece explicações profusas, como a prática seguidamente já se
encarregou de comprovar estas teorias.
Nos EUA, desde 1913, quando o Federal Reserve foi criado, o dólar já
perdeu mais de 96% do seu poder de compra.
As recentes manifestações contra a concentração de riqueza são uma mera
consequência das políticas do Fed. O
movimento Occupy Wall Street faria
melhor se atacasse o real gerador da concentração de renda, mudando seu nome para
Occupy the Federal Reserve.
No
Brasil, segundo as estatísticas do IBGE (INPC), desde a implementação do real
em julho de 1994, a moeda já perdeu 75% do seu poder de compra. Se utilizarmos as estatísticas da Fundação
Getulio Vargas (IGP-M), a moeda já se desvalorizou 80%. Aquilo que custava R$ 100 em julho de 1994
hoje custa R$405 (INPC) ou R$513 (IGP-M). A
redistribuição e a subsequente concentração de renda que tal fenômeno produziu
é incalculável.
Esse
fenômeno da desvalorização contínua da moeda gerou um agigantamento do setor
financeiro — pois as pessoas, afinal, têm de adotar alguma medida para
proteger o poder de compra da sua poupança –, criando justamente aquilo que os
críticos do capitalismo chamam de “financeirização” da economia, arranjo em que
os mercados financeiros adquirem importância central, deixando o setor
produtivo, que é quem genuinamente gera riqueza, em segundo plano. Esses críticos fariam bem caso realmente
entendessem que aquilo que estão criticando foi gerado justamente por aquele
ente a quem eles acorrem clamando por mais intervenções: o governo.
Fora
essa questão da contínua destruição da moeda, um banco central, em vez de
estabilizar, gera seguidas desestabilizações na economia de um país, tornado-a
muito mais propensa a seguidas e severas crises, como a que vemos
atualmente. A atual crise financeira dos
EUA e da Europa é um perfeito exemplo de como as expansões monetárias e a
manipulação dos juros tornam as economias totalmente dependentes do
endividamento. No Brasil, este fenômeno
ainda é incipiente, muito embora o endividamento
das famílias já esteja em níveis recordes.
Caso a atual bolha imobiliária que se observa na economia brasileira
continue sendo aditivada pelas políticas monetárias do Banco Central, e caso as
famílias continuem se endividando também estimuladas pelas políticas
monetárias do Banco Central, as consequências do futuro e inevitável estouro dessas
duas bolhas podem ser dolorosas — exatamente como ocorreu nos EUA e em toda a
Europa.
Colocando
de maneira mais direta, um banco central nada mais é do que uma agência de
planejamento central; e, como tal, possui um desempenho tão bom quanto qualquer
outra agência de planejamento central já criada em vários países ao longo da
história.
O
setor bancário — tanto os bancos comerciais quanto o banco central — funciona
melhor quando é transparente, responsável e opera sob forte concorrência. Uma das funções precípuas de um banco central
é blindar e proteger o setor bancário, isentando-o da obrigação de seguir as
mesmas leis que são impostas a todos os outros setores da economia, como a
proibição de fraudes e o cumprimento de contratos. Quanto mais um banco central e o setor
bancário que ele controla estiverem blindados do escrutínio e das leis cíveis,
mais pernicioso eles se tornam para a economia e para a sociedade.
É
chegada a hora de o Banco Central brasileiro ser submetido à concorrência e à
imputabilidade. Os cidadãos brasileiros
têm o direito de exigir do BACEN os mesmos padrões de transparência e
responsabilidade que exigem não só de todas as outras agências do governo como
também de todas as empresas privadas.
Uma burocracia estatal que só pode funcionar blindada do escrutínio
público e que não é penalizada por nada não deve existir em
uma sociedade livre.
A
seguir, o
texto do requerimento do deputado Edmar de Souza Arruda. Duas observações, porém, merecem ser feitas:
1)
As respostas a todas as perguntas feitas pelo deputado — surpreendentemente
bem articuladas e sagazes, mostrando pleno domínio do assunto —
inevitavelmente levam à constatação de que o Banco Central deve ser
abolido. Não há um meio termo.
2)
No entanto, sempre há a preocupação de que um ataque ao Banco Central seja
interpretado como um desejo de subordiná-lo aos ditames do Congresso, que é
exatamente aquilo que querem os economistas keynesianos, sempre ávidos para
controlar eles próprios o ritmo da impressão de dinheiro. Contudo, vale novamente ressaltar que, caso
as perguntas feitas pelo deputado em seu requerimento sejam de fato respondidas
pelas autoridades do BACEN, não há nenhum espaço
para a interpretação de que o problema com a existência de um Banco Central é
meramente de gerência ou de controle político.
O problema é de ordem puramente econômica e moral.
Tenham
a bondade de ler o requerimento por completo (a leitura é fácil e
fluente). Ao final estão listados os
artigos que ele aparentemente utilizou como fonte.
_____________________________________________________
REQUERIMENTO DE INFORMAÇÕES No , DE 2011
(Do Sr. Edmar Arruda)
Solicita, por meio do Excelentíssimo Senhor
Ministro de Estado da Fazenda, o envio de pedido de informação ao presidente do
Banco Central do Brasil sobre os procedimentos relativos à condução da política
monetária no País.
Senhor
Presidente:
Com
fundamento no art. 50 da Constituição Federal e nos arts. 115 e 116 do
Regimento Interno da Câmara dos Deputados, solicito a Vossa Excelência seja
encaminhado ao sr. presidente do Banco Central do Brasil o seguinte pedido de
informações:
a)
Detalhes sobre as transações realizadas entre o Banco Central do Brasil e as
autoridades monetárias de outros países nos últimos 10 (dez) anos;b)
Qual é o método utilizado para a compra de títulos públicos em posse das
instituições bancárias? De onde vêm os recursos para a realização de operações
de Open Market? Alguma conta é
debitada para levantar tais fundos?c)
Qual é o valor total dos títulos públicos em posse dessa autoridade monetária?
De quais instituições bancárias foram eles adquiridos? Favor discriminar.d)
De que forma as operações de Open Market,
realizadas no mercado secundário para a compra de títulos públicos de posse dos
bancos, difere, em seus resultados, da antiga prática de financiamento direto
(feita entre o Tesouro Nacional e o Banco Central sem o intermédio de bancos),
hoje considerada ilegal pela Lei de Responsabilidade Fiscal?e)
Como é possível bancos e financeiras emprestarem dinheiro ao Governo Federal
(por meio da compra de títulos públicos) e, ao mesmo tempo, terem recursos
disponíveis para realizarem empréstimos ao setor privado sem, contudo, haver
uma explosão nas taxas de inflação?f)
Há alguma legislação específica sobre limites impostos à política monetária
desse Banco Central?g)
Qual é o papel dessa autoridade monetária no financiamento do déficit público
brasileiro?h)
Qual tem sido o procedimento, ou qual seria o procedimento desse Banco Central
no caso da insolvência de uma instituição financeira considerada Dealer Primária?i)
Como essa autoridade monetária vê o procedimento de criação de moeda
escritural, via reservas fracionárias, por parte das instituições financeiras?j)
Qual é a massa monetária que atualmente flui pela economia e que pode ser
qualificada como moeda fiduciária, ou moda escritural?k)
De que forma as variações de oferta monetária podem determinar como será a estrutura
produtiva da economia?l)
Possui essa autoridade monetária dados concretos que indiquem que a expansão ou
a contração da oferta monetária tenha alterado para cima ou para baixo o nível
da produção econômica?m)
De que forma essa autoridade monetária mede os impactos da entrada de dinheiro
novo na economia? É possível identificar quais setores são beneficiados com a
entrada de dinheiro novo? É possível identificar quais setores recebem esse
dinheiro em último lugar? Se sim, por favor discriminar.n)
Essa autoridade monetária reconhece o fato de que a expansão monetária não
ocorre de forma homogênea em todos os setores da economia? Há prejudicados?o)
Quais providências têm sido tomadas por essa autoridade monetária no sentido de
garantir concorrência ampla e irrestrita no mercado financeiro? Quais os
procedimentos que devem ser tomados para a criação de uma instituição
financeira?p)
É possível afirmar ser a concentração do setor financeiro brasileiro uma das
causas para as altas taxas de juros praticadas em empréstimos para pessoas
físicas e jurídicas?q)
Qual é o percentual de desvalorização do Real desde a sua criação?r)
É possível afirmar que essa autoridade monetária possui papel decisivo na
formação de bolhas na economia, semelhantes àquelas formadas pelo Federal
Reserve norte-americano no mercado imobiliário daquele país?s)
Quais países não possuem uma autoridade monetária central nos moldes do Banco
Central?
JUSTIFICATIVA
Em julho de 1994, a
dívida total do governo federal era de R$ 68,4 bilhões. Em abril de 2011,
o valor da dívida já estava em R$ 2,372 trilhões. Ou seja, em 17 anos, o
endividamento total do governo federal aumentou 34 vezes. Nesse mesmo período,
a base monetária, que é todo o dinheiro criado diretamente pelo Banco Central,
aumentou de R$ 6,495 bilhões em julho de 1994 para R$ 179,926 bilhões em abril
de 2011, quase 28 vezes. Não fosse essa criação de dinheiro, teria sido
impossível o Tesouro aumentar nesse volume suas vendas de títulos.
Surgem indícios de que o
sistema de reservas fracionárias e a emissão de moeda escritural, via
compulsórios, por parte do Banco Central, são fatores decisivos no surgimento
de bolhas na economia e nos surtos inflacionários, que solapam o valor da moeda
e distorcem o padrão de preços do mercado. Isto impede uma adequada alocação de
recursos por parte dos agentes de mercado, porquanto distorce os preços,
desencadeando, assim, o fenômeno dos ciclos econômicos, concebido pela Escola
Austríaca de Economia.
Não apenas isso, a
cartelização do setor bancário, que tem por guardião a Autoridade Monetária
nacional, é uma das principais causas para as abusivas taxas de juros cobradas
por bancos e financeiras no país.
A solicitação aqui
apresentada se espelha nas discussões travadas nos foros econômicos de vanguarda.
Nos Estados Unidos, por exemplo, diversos congressistas têm se mobilizado no
sentido de aprovar os projetos H.R. 459 e S 202, que visam auditar o Federal
Reserve (Fed), a autoridade monetária daquele país, que é suspeito de ter
insuflado a bolha imobiliária (dentre outras bolhas), que deu origem à crise
atual que vive aquele país, através de juros artificialmente baixos, a
concessão de empréstimos para maus pagadores e a garantia de que, caso ficassem
insolventes, os bancos receberiam ajuda financeira governamental.

fim do padrão-ouro, a capacidade quase infinita de imprimir dinheiro deu aos
governos do mundo inteiro a possibilidade de financiar déficits monstruosos,
colocando em risco a segurança econômica de inúmeros países. A crise do welfare state, na Europa, também é outra
faceta deste problema. Essa infinita possibilidade de autofinanciamento também
está na origem de muitas empreitadas militares internacionais. Fontes revelaram
aos congressistas dos EUA que enormes carregamentos de dólares seguem ao Iraque
e Afeganistão. Esse dinheiro, oriundo dessa capacidade de emissão de moeda do
Fed, tem servido para a perpetuação de conflitos militares, demonstrando uma
nova faceta negra que tal atribuição às autoridades monetárias tem relegado.
Assim, o presente
requerimento de informações tem por objetivo simplesmente coletar alguns
esclarecimentos sobre a política monetária do Banco Central, e de que forma ela
pode repercutir no setor produtivo nacional, seja através da expansão/contração
da oferta monetária, seja através de financiamentos indefinidos da dívida do
setor público.
Sala das Sessões,
em de de 2011.
Deputado EDMAR ARRUDA
Vice-Líder do PSC na Câmara dos Deputados
Fontes:
O sistema bancário de
reservas fracionárias
A taxa SELIC — o que é,
como funciona e outras considerações (Parte 1)
Sobre a não neutralidade da
moeda
Explicando a recente
disparada dos preços no Brasil
O que esperar da economia
brasileira
Fazenda ou Banco Central —
quem é o responsável pela atual disparada de preços no Brasil?
Por que o Banco Central é a
raiz de todos os males
Rio de Janeiro, royalties do
petróleo e ciclos econômicos
Em que ponto do ciclo
econômico está a economia brasileira?
Nos meus sonhos secretos e inconfessáveis de “revolução libertária”, o BC é sempre o primeiro braço de estado a cair, rsrsrs! Muito boas as perguntas, mas duvido que o BC seja sincero nas respostas. Ele não pode ser. Qualquer resposta será para falsear. Talvez não o deputado, mas algum assessor deve ler o IMB. Espero que toda a equipe do site continue fazendo esse ótimo trabalho de divulgar a EA aqui no Brasil. É um trabalho de formiguinha na verdade, mas extremamente importante. Aos poucos, mais pessoas serão acordadas das falácias keynesianas que tanto mal fazem à economia real. Fico muito contente de ser um leitor assíduo do IMB. Parabéns ao Hélio, Leandro, Fernando e todo o time. Obrigado.
Senhores, declaro (possivelmente) encerrada a Estaca Zero do processo de liberalização da Economia Brasileira.
Brindemos.
Tô passado(ui!), isso vindo de um partido que tem “social” em seu nome.Mas são 3 da manhã agora, talvez eu esteja sonhando acordado, amanhã eu volto para ver.
Muito boa essa informação, uma pena que nossa mídia principal seja comprometida com interesses elitistas e nem toca nesse assunto.
A questão que se coloca é: será que vão responder?
E, se responderem, será que não vão subordinar de vez o BACEN ao governo?
Abraços
Que beleza!!!!!!!! Pelo menos algo interessante na política brasileira. O IMB poderia entrar em contato com esse deputado para fazer uma entrevista, algum contato. Seria bem interessante ter as opiniões desse Deputado aqui no site.
Ficou complicado responder essas questões agora heín?! rs
Que excelente notícia ver que alguém na política brasileira tem idéias libertárias! E pela ótima qualidade das perguntas.
Estou muito curioso para ver essas respostas. Vão absolutamente encher linguiça.
E nossa mídia que não anuncia nada ?
Alias, seria ainda mais interessante ver os economistas da mídia responder essas perguntas… risos.
INCRÍVEL!
Uma boa notícia, em meio a todas as informações nada otimistas que temos recebido a respeito da Europa, dos Estados Unidos, e do próprio Brasil. Eu não entendo muito de direito, então vou fazer uma pergunta cuja resposta pode ser óbvia para alguns: Este pedido de informação pode ser simplesmente ignorado, ou existe alguma lei ou regulamentação que force o Guido Mantega a dar uma resposta? E caso a resposta não seja fatisfatória, ela pode ser contestada? Desde já, agradeço.
Brilhante! É imprescindível que o IBM entre em contato com a assessoria do Deputado para uma entrevista. É mais um meio para disseminar a pauta de um assunto ligado à escola austríaca de economia – agora até no Congresso – e tão essencial ao sólido debate econômico sobre a economia brasileira e não essa superficialidade tão enfatizada na impresa, como o “PIB zero” no último trimestre ou o atual nível das taxas de juros ou da taxa de câmbio.
Impressionante! Aguardo com anseio pelas respostas!
Parece que o deputado quer conhecer mais da EA. O Grupo de Estudos da EA de Brasília já está em contato com ele. Provavelmente teremos um encontro pessoal em breve para sabermos mais das suas intenções.
Fiquei bastante eufórico quando li o texto dele, mas conhecendo os órgãos públicos como conheço (trabalho na Secretaria de Orçamento Federal), a resposta provavelmente será hiper complexa, citando uma montanha de livros, cheia de matemática quase incompreensível. É aquela velha estratégia do “se não pode convencê-los, confunda-os!”.
Mano, tô surpreso. Sério! Sério msm!
Nunca imaginaria que nesse país paternalista haveria alguém no poder se empenhando na luta pela liberdade dos cidadãos.
Citar “padrão-ouro”, “Escola Austríaca”, “teoria dos ciclos econômicos” fará com que congressistas fiquem de cabelos em pé sem saber responder e pensando: “meu, do que ele está falando?”
Só o burburinho que poderá causar lá dentro já levantará a curiosidade de alguns. Ó o estardalhaço que Ron Paul vem causando no GOP, defendendo idéias bem diferentes de um republicano típico.
Lembrando que não é a 1a vez que a Escola Austríaca foi comentada por políticos do país. Ricardo Salles vez ou outra menciona Mises e Hayek qd entrevistado. Mas uma menção desse modo, direito no covil, pondo na parede as práticas desse país, acredito que seja a 1a msm.
Parabéns à todos do IMB. A semente plantada está realmente sendo germinada. Qr melhor prova que esta?
Todo meu apoio ao deputado Edmar Arruda. Espero que o povo brasileiro consiga evitar que o Brasil despenque no precipício keynesiano que as gestões PSDB/PT prepararam!
Sensacional!! Tomara que também haja um jornalista influente entre nós, para escrever uma matéria sobre essa requisição. O IMB cresceria e muito!\r
Excelente!!!\r
\r
Queria ver a cara de Tombine olhando para essas perguntas.\r
\r
Parabens ao Deputado e espero que ele siga em frente com os questionamentos.\r
\r
Parabens também ao IMB pelo excelente trabalhando que vem realizando!\r
\r
Abraços.
Só para constar: entrei em contato com o tal deputado pelo Twitter para saber de onde ele tinha tirado essa ideia. Ele disse que é economista e leu sobre EA e achou pertinente fazer os questionamentos. Ele é super acessível pelo Twiter e acho que vale muito a ideia do Juliano de fazer uma entrevista com ele.
Outra coisa que não sei se viram: a Época dessa semana, no perfil do Gingrich, cita que ele e o “libertário radical Ron Paul são os únicos pré candidatos republicanos com algo genuíno a dizer”.
Apesar do “libertário radical” que soa pejorativo, eu confesso que fiquei surpresa em ver a imprensa brasileira fazer menção ao Ron Paul.
b) Qual é o método utilizado para a compra de títulos públicos em posse das instituições bancárias? De onde vêm os recursos para a realização de operações de Open Market? Alguma conta é debitada para levantar tais fundos?
Quero ver se vão responder essa. 😛
O IMB poderia fazer um concurso entre os leitores para ver quem acerta as respostas, dando duas opções:
– As respostas reais às questões;
– As respostas que serão dadas pelo BACEN, caso sejam dadas.
Sds.
@Equipe IMB: “Chegou-nos uma informação deveras interessante: o deputado Edmar de Souza Arruda (PSC/PR) baseou-se nas informações contidas aqui no site do IMB — chegando, inclusive, a copiar trechos extensos de nossos artigos — para criar um projeto de lei que pede “informação ao presidente do Banco Central do Brasil sobre os procedimentos relativos à condução da política monetária no País…”
Essa me fez lembrar de um trecho de Ayn Rand: “…The spread of evil is the symptom of a vacuum. Whenever evil wins, it is only by default: by the moral failure of those who evade the fact that there can be no compromise on basic principles….”
Parabéns (e muito obrigado) ao IMB por não deixar o mal ganhar “by default” e por não praticar “compromise on basic principles”.
Eureka! Algo novo e para melhor na política brasileira! Será que o Edmar Arruda se transformará numa versão tupiniquim do Ron Paul? É esperar para ver. Mas essa notícia realmente é alvissareira, porque depois do falecimento do grande Bob Fields, o inesquecível Roberto Campos, idéias liberais e libertárias de verdade estavam longe do Congresso Nacional. Claro, que muitos vão dizer que Roberto Campos não era um genuíno liberal, já que serviu a governos intervencionistas militares e foi, justamente, um dos responsáveis pela criação do Bacen em 1964. Mas, ao sair do governo, e perceber o crescimento gigantesco do estado brasileiro nos governos de Médici e Geisel, se redimiu em muitos aspectos de suas posturas anteriores, ao defender de forma enfática o livre mercado e criticar fortemente o intervencionismo estatal na economia. Depois do desaparecimento de Roberto Campos, a qualidade do Congresso brasileiro só tendeu a piorar, com sanguessugas, mensalões e quejandos. Não surgiu mais ninguém por lá com a sua qualidade intelectual no Parlamento. Praticamente, em geral, só haviam discussões com teor ideológico esquerdista e intervencionista, ou proposições legislativas sobre questões bizantinas, como a criação do dia da corrupção (www.bocaonews.com.br/noticias/politica/politica/19267,deputado-propoe-criacao-do-dia-da-corrupcao.html) ou até mesmo bizarras, como a criação do “bolsa-estupro” (noticias.gospelmais.com.br/contra-aborto-deputado-evangelico-propoe-criacao-bolsa-estupro-28217.html ) .
Deixo aqui uma sugestão: Seria interessante a equipe do Mises Brasil entrar em contato com o deputado Edmar Bacha, e após verificar o seu interesse, propor ao mesmo, e aos seus assessores, a oportunidade de participar gratuitamente do próximo curso de Economia Austríaca a ser ministrado. Não só ao deputado, mas a qualquer personalidade de destaque que quisesse conhecer as idéias da Economia Austríaca. Seria uma forma de amplificar a ressonância das idéias libertárias austríacas. Fica registrada a sugestão.
Estou aguardando ansiosamente as respostas.
Ah, deixo outra sugestão: enviar ao deputado versões em capa dura dos livros da biblioteca e da loja virtual do IMB. As Seis Lições de Mises seria um bom começo. Quanto mais essas idéias circularem, melhor.
Interessante. Provavelmente nunca vai ser respondido pelo BC, obviamente, mas é interessante ver os questionamentos ocorrerem aqui no Brasil também. Se alguma resposta for dada, vai ser completamente incompreensível, com milhões de dados inúteis para desviar a atenção do assunto, informações genéricas e vagas, e até mesmo podem pedir mais tempo em função do grande escopo temporal e até lá o requerente já terá o mandato encerrado.\r
\r
Por falar em mandato, causa espanto saber que a consulta vem de um parlamentar, já que essa turma, via de regra, só está preocupada em se perpetuar no poder. Enquanto deveriam servir ao povo por intermédio do cargo eletivo, servem-se do cargo que ocupam.\r
\r
De toda sorte, por mais sulreal que seja começar a semana com uma notícia dessas, o parlamentar merece os parabéns pela ousada iniciativa.\r
\r
Resta agora torcer pra que ele não receba um telefonema qualquer dia desses ordenando que ele desista do requerimento ou que se contente com qualquer resposta mequetrefe, sob pena de sofrer represálias políticas/orçamentárias. Pensando bem, já estou querendo demais…
Inacreditável! Eu nunca esperaria isso de um político do Brasil. Estou pasmo!!
Parabéns à todos do IMB. A semente plantada está realmente sendo germinada. [2]
Parabéns também aos ANCAP e Minarquistas, partidários do LIBER e que estão no lado do bem da força!!!
Vamos elogiar o deputado e mostrar que sua atitude é bem vista pelos cidadãos de bem!
www2.camara.gov.br/participe/fale-conosco/fale-com-o-deputado?DepValores=530119-PR-M-PSC&partidoDeputado=PSC&sexoDeputado=M&ufDeputado=PR
Temos que nos unir mais, cadê um fórum para discutirmos como proceder para implantar o ANCAP no Brasil? Discutir as ações individuais na luta?
Descentralizemos o poder ANCAP assim como o poder econômico deve ser descentralizado!
Fiquei absolutamente perplexo diante da notícia. Inclusive, tomei a liberdade de elogia-lo no site da Câmara, afinal não é todo dia que um “milagre” desse acontece !!
Segue minha mensagem de elogio ao deputado:
“Gostaria de parabenizar o deputado Edmar Arruda por sua atitude no pedido de informações ao Banco Central do Brasil, demostrando princípios verdadeiramente cristãos compartilhados por todos nós ANCAP e Minarquistas que queremos acabar com a escravização da sociedade através da economia onde os maiores prejudicados são os mais pobres.
Gostaria de informar ao Sr. que esse sistema escravizador econômico (Reservas Fracionárias e Sistema Monetário Fiduciário sem Lastro) funciona em âmbito internacional, onde o produto de nosso trabalho é transferido para outros países em troca de papel-moeda que é desvalorizado continuamente. (Observe nossas reservas de US$350bi que não valerão nada em pouco tempo e que foram trocados por muitos recursos advindos dos nossos trabalho e propriedades).
Passo a me preocupar agora com sua integridade física pois esse assunto é suficiente para causar guerras entre países, quiçá simples assassinatos.”
Espero que ele continue estudando EA.
Parabéns ao Deputado.
Parabéns ao IMB.
Segue também o e-mail que eu enviei ao ilustre deputado. Todos nmós devemos demonstrar apoio a essa atitude.
Prezado Deputado,
Mesmo não fazendo parte da sua base eleitoral por residir em outro estado, gostaria de parabeniza-lo pela excelente iniciativa contida no RIC 1527/2011, o qual tive acesso hoje a partir do site da Câmara dos Deputados.
Os cidadãos brasileiros, apesar das supostas boas notícias que lêem nos jornais tradicional, estranham o fato do seu salário não subir no mesmo nível dos preços dos alimentos, energia, aluguel, etc e não entendem da onde vem tanto otimismo. Se o senhor conseguir obter as informações que solicitou no referido pedido, vamos poder entender melhor como o Banco Central favorece uma minoria de empresas e grandes bancos em detrimento do resto da nossa população.
Esse seu requerimento já esta se tornando viral nas redes sociais e sendo entusiasticamente comentado por várias pessoas que nunca imaginariam que poderia haver um representante do povo interessado nos detalhes da relação entre o Banco Central e os grandes bancos do Brasil.
Mais uma vez, parabéns pela iniciativa e continue nessa luta pois o senhor se surpreenderá ao perceber como existe uma grande legião de pessoas, principalmente os mais jovens, interessadas pelo assunto.
Obrigado,
Ele merece ganhar um cópia do livro do Ron Paul.
mal consigo dizer o quanto to emocionado de saber disso. quase chorei mesmo. esperar q ainda existisse integridade e coerencia em nosso parlamento era uma esperança à qual nunca me dei o luxo.à todos vcs do IMB minhas orações: que Alah desça graças sobre vcs pelo bem que vcs cultivaram. creio profundamente q esse eh só o primeiro broto de uma floresta q vai vicejar.
faço coro a ideia da entrevista com o deputado. ate p/ ver se ele realmente sabe do que fala e p/ constatar suas intenções. por via das duvidas eh bom ver p/ crer
ao Marcelo Cerri, uma pergunta: como contatar seu grupo de estudo em brasilia? estudo na católica de bsb e kero ter contato c/ vcs.
tb faço coro ao LIVIO LUIZ SOARES DE OLIVEIRA: [1] incluir personalidades da politica brasileira e seus acessores nos cursos de EA [2] mardar de presente pro deputado 1 ou 2 livros capa dura do instituto (mas as 6 lições é um livrinho meio fraco. acho q a ética da liberdade do rothbard ou a teoria do capitalismo e socialismo do hoppe são bem melhores. eu li os 2, e acho muito acessiveis, ao contrario da ação humana, em qpatinei muito até achar aqueles artigos do ubiratan iorio, q explicam bem os conceitos, e dão uma introduçao legal)
tb mndei email pro deputado, pedindo uma cópia eletronica das respostas ele receber. sugiro a todos fazer o mesmo
Fiquei pasmo com a notícia! Torço muito que as idéias viagem viralmente no ambiente político, e principalmente nas mentes das pessoas.
O que acho mais interessante, é a descoberta que existe o IMB, que existem outras idéias diferentes das idéias de Mantega e Tombini. Poderia ser realizado também uma entrevista, onde poderia ser aprofundado mais as posições e quem sabe a “mídia” publicasse alguma coisa. Pode ser sonho, mas já é um bom começo. E pensar que isso é dito aqui todos os dias. É bom saberem que existem brasileiros que se preocupam realmente com a nação. Paarabéns a equipe IMB.
Desculpem o longo post, fiz umas pesquisas e só para deixar claro qual o trâmite do pedido de informações ao Sr. Ministro (o pessoal do IMB pode editar se achar muito grande):
Art. 50 – A Câmara dos Deputados e o Senado Federal, ou qualquer de suas Comissões, poderão convocar Ministro de Estado ou quaisquer titulares de órgãos diretamente subordinados à Presidência da República para prestarem, pessoalmente, informações sobre assunto previamente determinado, importando em crime de responsabilidade a ausência sem justificação adequada.
§ 1º – Os Ministros de Estado poderão comparecer ao Senado Federal, à Câmara dos Deputados, ou a qualquer de suas Comissões, por sua iniciativa e mediante entendimentos com a Mesa respectiva, para expor assunto de relevância de seu Ministério.
§ 2º – As Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal poderão encaminhar pedidos escritos de informação aos Ministros de Estado ou a qualquer das pessoas referidas no caput deste artigo, importando em crime de responsabilidade a recusa, ou o não atendimento, no prazo de trinta dias, bem como a prestação de informações falsas.
Art. 115. Serão escritos e despachados no prazo de cinco
sessões, pelo Presidente, ouvida a Mesa, e publicados com a respectiva
decisão no Diário do Congresso Nacional79 , os requerimentos que
solicitem:
I – informação a Ministro de Estado;
II – …
Art. 116. Os pedidos escritos de informação a Ministro de
Estado, importando crime de responsabilidade a recusa ou o
não-atendimento no prazo de trinta dias, bem como a prestação de
informações falsas, serão encaminhados pelo Primeiro-Secretário da
Câmara, observadas as seguintes regras:
I – apresentado requerimento de informação, se esta chegar
espontaneamente à Câmara ou já tiver sido prestada em resposta a pedido
anterior, dela será entregue cópia ao Deputado interessado, caso não tenha
sido publicada no Diário do Congresso Nacional81 , considerando-se, em
conseqüência, prejudicada a proposição;
II – os requerimentos de informação somente poderão referir-se a
ato ou fato, na área de competência do Ministério, incluídos os órgãos ou
entidades da administração pública indireta sob sua supervisão:
a) relacionado com matéria legislativa em trâmite, ou qualquer
assunto submetido à apreciação do Congresso Nacional, de suas Casas ou
Comissões;
b) sujeito à fiscalização e ao controle do Congresso Nacional, de
suas Casas ou Comissões;
c) pertinente às atribuições do Congresso Nacional;
O número da Requisição de Informações é: RIC-1527/2011. Status: aguardando parecer.
Como em janeiro há recesso, então isso vai ficar para fevereiro.
Pelo que entendi, o Sr. Ministro tem 30 dias para comparecer à Comissão e responder às questões. Então, mais 30 dias depois de fevereiro então lá para março podemos ter um desfecho do caso, isso se não for glosado antes no parecer interno da câmara.
Leandro,
Boa tarde.
Tenho uma dúvida em relação a inflação. Alguns produtos caem de preço ao longo do tempo, por exemplo as TVs e celulares. O ganho de produtividade é um fator de deflação. Frente a esses produtos, o poder de compra da moeda aumentou. Certo? Só que esses produtos não entram no cálculo dos índices de inflação. Entendo que um índice de inflação deve se preocupar com a maioria das pessoas.
O poder de compra da moeda não seria melhor explicado pela aumento da base monetária?
Grato,
Marcos
Interessante. Mais talvez por sabermos que há um deputado e economista conhecedor da EA do que pelo pedido de informações em si mesmo, que não deve dar em nada. Vou pesquisar mais sobre esse deputado… que sabe ele não vem a ser o Ron Paul brasileiro… sonhar não custa.
pq o IMB, junto com outras entidades, não faz um abaixo assind]ado em em apoio, só pra fazer pressão?
Prezado Leandro,
Se extinguíssemos o Banco Central, quais seriam os passos seguintes para desenvolver, fazer crescer a economia?
É a melhor notícia do ano! Parabéns à equipe do IMB.
Talvez ele se oponha ao establishment da política monetaria brasileira e mundial pelo fato de ser um economista, porém, algumas informações encontradas na descrição disponibilizada em seu site evidencia que ele é um liberal, no mínimo, demasiadamente moderado.
Caríssimos,\r
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o que fazer com o mercado de livros? Não é um monopólio, mas um oligopólio. TODAS as livrarias vendem os livros pelo mesmo preço. Como enfrentar esse problema?\r
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abraços.\r
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josé.
59-60 comentários crescimento e tanto do site fico feliz com isso.
Não sei quem esta moderando,pergunto as visitas ao site estão aumentando ou e so impressão minha?
Segundo a TACE uma expansão do crédito gera ciclo econômico, mas o seu bust pode ser adiado por décadas, correto?
Parabéns ao IMB e a todos que têm participado deste protagonismo em favor da vida, da liberdade e da propriedade.
Parabéns especialmente ao Leandro Roque, cujo acurado raciocínio serviu de boa fonte ao deputado e seus assessores.
A todos nós que queremos o ANCAP ou Minarquismo:
Como vender uma idéia:
A prática mostra-nos que na maioria das vezes, o mérito de uma idéia é determinada pela sua procedência, e não por ser a melhor, portanto antes de apresentar a sua idéia, tome os seguintes cuidados:
*Pense na idéia como um todo e certifique-se de que irá funcionar.
*Pense numa apresentação organizada, nos benefícios mais importantes. Indique as desvantagens, mas compare-as em relação aos benefícios.
*Esteja preparado para defender a idéia. Saiba onde ela pode ser atacada e tenha resposta às possíveis perguntas que possam surgir.
*Demonstre como a idéia pode ser melhorada.
Daniel Marchi: “Caro Mohamed (que estuda na Universidade Católica, ops!)”
kkkkkkk. tive q fazer 2 semestres de teologia com um professor padre.
Mandei email e até liguei para o Disque Câmara para elogiar o deputado. 0800 619 619 – Para quem quiser ligar.
Temos que dar força para ele.
Uma pergunta a respeito da dívida pública brasileira. Primeiro, vou mostrar estas duas fontes (não muito) confiáveis:\r
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economia.estadao.com.br/noticias/economia,divida-do-setor-publico-fecha-2011-em-365-do-pib-a-r-15-trilhao,101215,0.htm#\r
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De acordo com o Estadão, a dívida pública fechou em 1,5 trilhões. A porcentagem da dívida em relação ao PIB caiu, o que é interpretado como um desempenho melhor do que 2011.\r
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g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2012/01/divida-publica-sobe-10-em-2011-para-r-186-trilhao-diz-tesouro.html\r
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O G1, por outro lado, anuncia uma piora do desempenho da dívida pública.\r
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Já este artigo fala que a dívida estava em 2,372 trilhões de reais em Abril de 2011. A pergunta óbvia é sobre a diferença dos números. Eu entrei no site do tesouro, mas não encontrei um relatório que pudesse me indicar números oficiais, a fim de tirar a dúvida. Alguém poderia me dar uma ajuda com isso?\r
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Obrigado.
Alguém sabe se o BC respondeu a estes questionamentos do deputado?
Para acompanhar a tramitação:
http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=530583
Situação: Situação: Aguardando Despacho do Presidente da Câmara dos Deputados na Mesa Diretora da Câmara dos Deputados (MESA)
Último ação:
Data 30/12/2011
Ação Mesa Diretora da Câmara dos Deputados (MESA). Parecer da Relatora, Dep. Rose de Freitas (PMDB-ES), pela aprovação.
Ainda tem muito chão: se aprovado, o BACEN tem 30 dias pra responder a partir da data do recebimento do requerimento. Lá pra março ou abril vamos ter algum notícia…
Ontem o jornal “Brasil Economia” publicou um artigo de Priscila Dadona e Claudia Bredarioli sobre o candidato Ron Paul e a proposta dele de acabar com o Federal Reserva. A reportagem menciona o livro “End the FED” e comenta que a ideia esta ganhando certa popularidade nos EUA.\r
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Ai, do nada, diz, “a teoria inicial (de que o FED eh desnecessario) eh do economista americano Steve Horwitz”.\r
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Hein? Que? Pelo visto as duas jornalistas nem sequer se deram ao trabalho de ler o livro “End the FED”, ou de fazer qualquer investigacao…\r
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Adoraria ver uma “carta do leitor” escrita pelo Mises Brasil corrigindo esse erro do artigo!
A ideia de eliminar os bancos centrais é ótima. Tais organismos dificultam a dinamização da economia, por manterem uma estrutura semelhante à dos órgãos governamentais, que os induz a ficarem estanques, reproduzindo procedimentos que pela própria dinâmica econômica precisariam ser revistos de tempos em tempos. Além disso, é foco de informações privilegiadas e, no Brasil principalmente, tornaram-se verdadeiras sinecuras cheias de privilégios.
Só acompanhando. Já foi para o BACEN:
08/02/2012 Primeira Secretaria (1SECM )
Remessa por meio do Ofício 1ªSec/RI/E nº 113/2012, ao Ministro Presidente do Banco Central do Brasil, ALEXANDRE TOMBINI.
Não teria alguém pra lançar uma nota para a impressa, aproveitando a repercussão do encontro na Fecomercio (economia.estadao.com.br/noticias/economia,ideia-de-eliminar-os-bancos-centrais-ganha-seguidores-no-brasil,102335,0.htm), mostrando que agora o BACEN tem 30 dias pra responder?
As respostas do questionário já estão prontas e serão encaminhadas ao deputado na 6ª feira 09/03/2012.
Assim que possível postarei aqui as respostas.
Meu contato no BC está com medo de vazar as respostas, pois acredita que a alta diretoria alterou uma coisa ou outra e, se ele me passar as respostas que tem em mãos, pode ficar diferente do que foi mandado ao deputado.
Vamos aguardar…
Interessante isso. Vejamos:
Deputado, economista, PSC…
Ao menos uma coisa não me assusta: é do Paraná.
Legal essa notícia!.
Por sinal, tem um artigo aqui sobre a selic muito esclarecedora datada de 2009. Não encontrei a continuação dela por aqui. O Deputado se baseou nela também pra refutar o BC. Se possível queria ler a parte 2 do embate entre libertários e keynesianos sobre os juros baixos sem o perigo inflacionário. No mais, queria parabenizar mais uma vez o IMB por esta cutucada no intocável.
Muito boa iniciativa! É bom relatar também que esse deputado, além de atuante, possui freqüência invejável para um parlamentar! Meus cumprimentos.
Excelente matéria, uma das melhores que já li, parabéns ao pessoal do site.
Por que o Dólar é uma referência?
Durante a segunda Guerra em Bretton Woods – Estados Unidos, firmado acordo para garantir estabilidade financeira internacional, desenvolvimento mundial, liberdade de comércio.
Foi criado o FMI e BIRD, neste acordo foi estabelecido um sistema monetário baseado no dólar, porque o FED lastreava o dólar em reserva de ouro, suas reservas constituíam em dois terços do ouro de todo o mundo, excluindo a URSS.
Estabelecido a paridade: 35,0875 dólares por onçatroy (31,104 g)
Banco Central Europeu – um modelo alemão.
controle do déficit público em 3% do PIB, dívida pública em 60% do PIB, inflação em 1,5% a taxa médias dos 3 melhores membros (países).
Justificação: Mão de Obra pressiona a competitividade e inflação.
Medidas: Flexibilização dos salários, fim das negociações coletivas e seguro desemprego que é substituido pelos minitrabalhos e temporários.
http://www.pampalivre.info/noticias.htm
Brazil: o sistema bancário mais draconiano do mundo
SAIBA A DIFERENÇA ENTRE POUPAR 100 REAIS E DEVER 100 REAIS PELO MESMO TEMPO
Se um correntista tivesse depositado R$ 100,00 (Cem Reais) na poupança em qualquer banco, no dia 1º de julho de 1994 (data de lançamento do Real), teria hoje na conta a FANTÁSTICA QUANTIA de R$ 374,00 (Trezentos e Setenta e Quatro Reais).
Se esse mesmo correntista tivesse sacado R$ 100,00 (Cem Reais) no Cheque Especial, na mesma data, teria hoje uma pequena dívida de R$139.259,00 (Cento e Trinta e Nove Mil e Duzentos Cincoenta e Nove Reais), no mesmo banco.
Ou seja: com R$ 100,00 do Cheque Especial, ele ficaria devendo 9 Carros Populares, e com o da poupança, conseguiria comprar apenas 3 pneus.
Que maravilha! Será que teremos uma confissão mais transparente do que as confissões publicadas na mídia. Ou será que o governo pensa que “todos” acreditam nas bravatas de nossa Presidenta, do Mantega et caverna? Não podem enganar a todos o tempo todo, um dia tudo isso vem a tona… oxalá que o Brasil ainda resita a toda essa manipulação financeira!
off topic mas…bizarro demais, nem no pior pesadelo eu imaginava isso:
"Ai como eu sou bandida!" – Questão de concurso público?
Qual foi a frase que deixou a personagem Valéria, do programa Zorra Total, famosa? Qual o nome da atriz que fez a protagonista Griselda em Fina Estampa, novela da Rede Globo? Essas foram algumas das questões abordadas no concurso público, realizado no dia 25 de março, para a contratação de funcionários para a Prefeitura Municipal de Cambé (16 km de Londrina). As perguntas estavam na parte de conhecimentos gerais para a prova de gari. ‘
br.educacao.yahoo.net/conteudo.aspx?titulo=%E2%80%9CAi+como+eu+sou+bandida!%E2%80%9D+-+Quest%C3%A3o+de+concurso+p%C3%BAblico%3f
Agora cadê os concurseiros que aparecem por aqui pra falar que concurso seleciona ‘os melhores’ ??
Da teoria à prática. Esse é o verdadeiro poder das ideias.
Sinceramente eu não me empolgaria muito não.Acaber com o FED nem nos EUA eles conseguem.
Já é segunda! Quero as respostas!
Ótima notícia, principalmente tendo em vista que o instituto não tem como objetivo ser um ‘think tank’ próximo de políticos ou do governo. Parabéns Mises Brasil.
Questionamentos como estes poderiam ser mais corriqueiros.
As respostas do Banco central permanecem em sigilo?