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Seção anarcocapitalismo


A seguir estão todos os textos que versam sobre a teoria do anarcocapitalismo, ou que são pertinentes ao assunto.  Sugere-se que a leitura se dê na ordem indicada.

 

É ilegítimo o estado possuir propriedades

O que significa ser um anarcocapitalista?

O setor público: desestatizando a segurança, as ruas e as estradas

Serviços de defesa no livre mercado

A possibilidade de uma justiça privada

Leis e justiça numa sociedade libertária (Concurso IMB)

Liberalismo Clássico versus Anarcocapitalismo

Em uma sociedade sem estado, os déspotas não assumiriam o controle?

Por que um estado mínimo inevitavelmente leva a um estado máximo?

Israel e Palestina: uma guerra estatal

Como o livre mercado lidaria com epidemias e quarentenas?

Se você gosta da natureza, privatize-a

Desestatizando o setor aéreo

Um sistema monetário de livre mercado

A fraude chamada 'estado'

Os libertários e o estado

Democracia - o deus que falhou

Reflexões sobre a origem e a estabilidade do estado

A máfia e o cinema

Os libertários são anarquistas?

A ética e a economia da propriedade privada

A ética da polícia

Quatro medidas para melhorar o sistema de saúde

A democracia não é a solução; é o problema


1 voto

autor

Equipe IMB

  • Rafael Hotz  29/05/2009 12:36
    sugestão (eu sei que será ignorada): abandonem o rótulo anarco-capitalismo... sei lá, coloquem panarquia, livre mercado, ecletarquia... estragtégicamente mais eficiente!
  • Lucas Mendes  29/05/2009 14:10
    Parabéns pela seção. Eu tenho gasto uma enorme energia em explicações primárias à amigos e leitores que tem dúvidas sobre o assunto. Muito bom que o Mises Brasil organizou essa seção. Abraço Lucas Mendes
  • Oriom Lisboa  11/06/2009 22:19
    Muito obrigado por fazer esta seleção. Facilitou bastante para explicar aos amigos. Fica aqui a dica: falem do Agorismo e de Samuel Edward Konkin III. Expliquem sobre a Contra Economia. Ágora, Anarquia, Ação!
  • mcmoraes  27/05/2010 14:41
    muito obrigado!
  • Eduardo Rodrigues, Rio  30/05/2010 19:07
    Concordo com Rafael Hotz. Usar o termo anarcocapitalismo é tornar algo que já não é fácil ainda mais difícil. De tão deturpado, capitalsimo não soa bem para muita gente; combinado com anarco então... Vão deitar e rolar ao distorcer os significados.
  • Zen  30/05/2010 19:34
    Gostaria de reforçar o pedido do Oriom Lisboa. Falem de SEK3 e sobre contra-economia (ou quaisquer outros métodos de lidar com a existência do estado. Aliás, contra tal existência).
  • mcmoraes  19/09/2010 09:07
    Acabo de assistir um vídeo interessante sobre comportamento humano, que me fez lembrar do anarco capitalismo.
  • Helio  20/09/2010 07:30
    Espetacular o video "Empathic Civilization", mcmoraes!
  • Angelo Noel  16/02/2011 21:39
    Equipe do IMB, existe a possibilidade de vcs compilarem os artigos desta seção em um livrinho?
    Já li todos esses artigos uma vez, mas é sempre bom reler, e ficar esse tempo todo na frente do pc é um tanto cansativo.

    Abraços.
  • mcmoraes  04/03/2011 00:08
    Angelo, compilei um PDF que talvez lhe sirva até que seu pedido seja atendido.
  • Angelo Noel  11/03/2011 15:17
    Obrigadíssimo, mcmoraes!
    Vou até imprimir e compartilhar o conteúdo com outras pessoas.

    Grande abraço.
  • Erik Frederico Alves Cenaqui  21/04/2011 19:18
    Prezada Equipe IMB\r
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    Acho muito interessante vocês criarem seções agrupando temas correlatos.\r
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    Esta seção é muito boa e deveria ficar sempre muito visível no site porque eu noto que muitos iniciantes no assunto da liberdade (como eu) ficam perdidos sobre como começar a leitura.\r
    \r
    Alguns textos do site são muito complexos e um novato que entra no site a primeira vez e dá de cara com um assunto profundo pode não entender.\r
    \r
    Claro que isto não vale para os marxistas que nunca entendem nada e nem querem entender.\r
    \r
    Eu não gosto muito do termo anarcocapitalismo. Acho uma palavra estranha.\r
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    Eu sugiro que seja adotado o termo LIBERAL AUSTRÍACO.\r
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    Assim, nós não seremos confundidos com os liberais (que nos EUA são os esquerdistas) e com os liberais clássicos (defensores do estado mínimo).\r
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    Me agrada a expressão liberalismo austríaco.\r
    \r
    Poderiam ser criadas diversas seções:\r
    01-)Introdução a Escola Austríaca, com textos simples sobre os conceitos básicos;\r
    02-)História da Escola Austríaca;\r
    03-)Estudos avançados da Escola Austríaca, este seção sim com textos de autores consagrados e aprofundamento dos temas;\r
    04-) Uma seção comparativa da Escola Austríaca com as outras escolas de pensamento ecônomico que existem;\r
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    Bem, fica a sugestão.\r
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    Abraços\r
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  • augusto  21/04/2011 21:15
    "Eu sugiro que seja adotado o termo LIBERAL AUSTRÍACO. \r
    \r
    Assim, nós não seremos confundidos com os liberais (que nos EUA são os esquerdistas) e com os liberais clássicos (defensores do estado mínimo)."\r
    \r
    Mas isso tambem nao vai resolver. Os austriacos "originais" - Menger, Böhm-Bawerk, Mises e Hayek nao defendiam o anarquismo. Do ponto de vista politico, estavam muito mais perto do que voce esta chamando de liberalismo classico do que do anarco-capitalismo.\r
    \r
    Outro termo a se considerar eh "liberatario", ou liberal radical... Liberal austriaco, acho que nao vai colar. Alem de confundir as pessoas, que certamente vao se perguntar o que a austria tem a ver com a historia toda....
  • Charles  02/05/2013 13:38
    em primeiro lugar gostaria de agradecer ao pessoal do site por essa seção, que é muito boa por sinal!

    agora, entrando no assunto do nome, eu acho que o mais correto é chamar de anarquismo libertário mesmo, como já vi alguns escritores de artigos do IMB falando... ou anarquismo de mercado também...

    realmente anarco-capitalismo é um termo que as pessoas deturpam instantaneamente...
  • Oficialmente, um Ancap  19/04/2015 00:01
    Vim até aqui fazer esse comentário com um único propósito:
    Obrigado IMB.

    Conheci o IMB ao acaso, numa época em que eu estava praticamente abraçando a esquerda socialista, e vendo o capitalismo, que defendia anteriormente, como realmente um sistema que não funcionava corretamente, eu não via como justificar a pobreza que ocorria e rebater todos os argumentos anti-capitalistas que via por aí. Os direitistas, com suas páginas no Facebook e discursos fracos, não me convenciam de nada, pareciam crianças que só zombavam dos socialistas, mas sem apresentar um argumento forte. Eu estava decepcionado porque desde criança eu simpatizava com o capitalismo e o individualismo, eu não conseguia aceitar o coletivismo, a ideia de todos serem iguais, das pessoas não poderem ter seus próprios negócios, mas parecia que era o único jeito de termos uma sociedade próspera e justa.

    Um dia recebi um vídeo que basicamente uma "batalha de rap" entre Hayek x Keynes, uma maneira divertida de explica a teoria austríaca e keynesiana de ciclos econômicos, e os argumentos de Hayek me atraíram mais, principalmente porque ele defendia um "capitalismo selvagem", mas não porque ele era um capitalista malvado e explorador, mas sim porque era o mais eficiente e correto. A parti daí, achei os vídeos do Milton Friedman, e a sua série Free to Choose, que mostravam que o capitalismo não tinha nada de explorador, antiético ou injusto, pelo contrário, ele representa prosperidade, progresso e liberdade.

    Depois, querendo entender melhor como funciona o livre mercado, encontrei o Instituto Mises Brasil, que parece ter artigos sobre tudo. Eu entrava no site, clicava em um artigo, lia, e nesse artigo, tinha outros 3 artigos que embasavam o primeiro, e assim sucessivamente, acabei passando dias lendo pelo menos dois artigos do IMB por dia, e eu estava estupefato, eu estava, e ainda estou, muito contente por ter meus ideais e princípios muito bem definidos, adorei ter encontrado o libertarianismo, as justificativas morais do capitalismo e sua superioridade sobre os outros sistemas, porém, algo não entrava na minha cabeça. O anarcocapitalismo.

    Um ano antes de encontrar o IMB, eu encontrei um anarcocapitalista, discuti com ele e achei a ideia ridícula, eu nem sequer dei ao trabalho de discutir, eu simplesmente ridicularizei a ideia, "Uma sociedade sem estado? E quem vai prender os criminosos? E os pobres? Mas olhe para a Somália" e todas aqueles argumentos furados que vemos por aí. O cidadão ancap que se deu ao trabalho de discutir comigo não tinha os melhores argumentos e acabou desistindo de me convencer. Hoje eu vejo que ele estava certo.

    No início, eu era um minarquista convicto. Depois, a semente da duvida foi plantada: O que difere o estado de uma gangue de ladrões? Dias pensando para chegar á conclusão: Nada. São idênticas. Então seria o estado um mal necessário? Um parasita que é vital para a sobrevivência da sociedade? Nem sequer isso, o estado é injustificável e ineficiente, é criminoso e imoral.

    Não precisamos de um órgão centralizador para nada, a liberdade funciona, e obrigado IMB por me mostrar isso.


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