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Seção anarcocapitalismo


A seguir estão todos os textos que versam sobre a teoria do anarcocapitalismo, ou que são pertinentes ao assunto.  Sugere-se que a leitura se dê na ordem indicada.

 

É ilegítimo o estado possuir propriedades

O que significa ser um anarcocapitalista?

O setor público: desestatizando a segurança, as ruas e as estradas

Serviços de defesa no livre mercado

A possibilidade de uma justiça privada

Leis e justiça numa sociedade libertária (Concurso IMB)

Liberalismo Clássico versus Anarcocapitalismo

Em uma sociedade sem estado, os déspotas não assumiriam o controle?

Por que um estado mínimo inevitavelmente leva a um estado máximo?

Israel e Palestina: uma guerra estatal

Como o livre mercado lidaria com epidemias e quarentenas?

Se você gosta da natureza, privatize-a

Desestatizando o setor aéreo

Um sistema monetário de livre mercado

A fraude chamada 'estado'

Os libertários e o estado

Democracia - o deus que falhou

Reflexões sobre a origem e a estabilidade do estado

A máfia e o cinema

Os libertários são anarquistas?

A ética e a economia da propriedade privada

A ética da polícia

Quatro medidas para melhorar o sistema de saúde

A democracia não é a solução; é o problema


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SOBRE O AUTOR

Equipe IMB


OFF-TOPPIC: pessoal do IMB, seria possível vocês redigirem um artigo refutando as teorias conspiratórias sobre o Nióbio que abundam desde a época do Enéias? Quinta-feira o Instituto Liberal reiniciou o debate, e seria ótimo se vocês dessem continuidade. Eis o que comentei no website do IL, é o que resumidamente penso do assunto:

"Se há indícios concretos ou, ao menos, motivos para crer que as empresas autorizadas pelo Estado brasileiro a retirarem do solo e comercializarem este metal estão cometendo fraudes de qualquer natureza, em conluio com grupos estrangeiros ou não, a solução é, em se confirmando as irregularidades, rescindir os contratos de permissão em vigor e abrir este mercado para mais empresas interessadas no empreendimento - seja lá de onde elas forem. A que oferecer a melhor barganha leva as jazidas - e paga impostos sobre tudo o que produzir. Elevar o preço na marra? Claro, abusar desta condição de quase monopolista pode funcionar no começo, mas no médio prazo surgirão alternativas de melhor custo-benefício para atender a demanda daqueles insatisfeitos com a situação. Deixar de vender o Nióbio como comodittie e agregar valor ao mineral em nossa indústria da transformação? Seria ótimo, se nosso parque industrial não estivesse parado no tempo desde meados do século passado. Só falta criarem a estatal NIOBRÁS no Brasil, que dará origem ao escândalo do NIOBRÃO. O brasileiro não aprende mesmo: sempre achando que vai encontrar um bilhete premiado no chão e poderá passar o resto da vida bebendo e sambando."
"Tal afirmação nunca foi feita. Em ponto nenhum do artigo. E nem em nenhum outro artigo"

Não me refiro à uma frase ou texto escrito nos artigos do IMB. Estou questionando a percepção daqueles que defendem esse modelo de afrouxamento da terceirização proposto pelo governo, pois essa discussão toda é parte da realidade em que estamos vivenciando. Aliás, não creio que esse artigo seja uma mera exposição teórico-dissertativa acerca do que seria e quais os benefícios de uma terceirização segundo os liberais, muito menos um texto desvinculado da conjectura atual, como você transparece para quem lê. Logo, minha indagação é pertinente, ainda que, o que questiono, não esteja explicitamente escrito no artigo.

Em relação ao artigo linkado, em momento algum vi algo a mostra que abordasse diretamente o problema terceirização-corporativismo privado que eu levantei acima. O que mais se aproxima seria esse trecho:
"Em primeiro lugar, a ideia de que custos menores para empresas é algo ruim. Além do fato de que custos baixos permitem maior acúmulo de capital — o que possibilita mais investimentos e mais contratações —, falta explicar como que custos de contratação menores podem ser ruins para pessoas à procura de emprego."
Sim, não há problema algum em um empresário tentar reduzir seus custos para se adequar a concorrência e auferir maiores lucros. O entrave se encontra, como eu falei, no empresário monopolista que não possui um fator invísivel para motivá-lo à otimizar sua produção. A mão visível do Estado garante que seu produto inevitavelmente será consumido e, com isso, seu lucro será certeiro. Por conseguinte, não há a preocupação constante deste em inovar, melhorar a qualidade, aumentar a produtividade da sua mão de obra. Nesse sentido, a terceirização beneficia esse empresário, justamente por rebaixar seus custos com contratados (temporários ou não) à niveis abaixos daquilo que os empregados produzem, sabendo se que eles estão confortáveis em relação aos processos trabalhistas que enfrentarão (ajudinha estatal). Bem como, estagna ou retarda as inovações, tendo em vista que sua produção atual será adquirida pelos consumidores à um preço "monopolístico" durante um tempo maior que o de uma concorrência que existiria num livre mercado. Ademais, seu produto foi feito empregando mão-de-obra com um ônus muito abaixo daquilo que ela de fato produz. Desse modo, a margem de lucro é gigantesca, sendo que esse lucro pode sim ser revertido em capital para futuras melhoras, o que, na minha opinião, não aflinge ou preocupa de modo algum uma empresa monopolista, pois esta pode facilmente pegar crédito subsidiado de bancos estatais, ou ser empreendido em outros investimentos pessoais e, na minha percepção, fúteis e de pouco potencial de gerar valor no futuro.

ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • Rafael Hotz  29/05/2009 12:36
    sugestão (eu sei que será ignorada): abandonem o rótulo anarco-capitalismo... sei lá, coloquem panarquia, livre mercado, ecletarquia... estragtégicamente mais eficiente!
  • Lucas Mendes  29/05/2009 14:10
    Parabéns pela seção. Eu tenho gasto uma enorme energia em explicações primárias à amigos e leitores que tem dúvidas sobre o assunto. Muito bom que o Mises Brasil organizou essa seção. Abraço Lucas Mendes
  • Oriom Lisboa  11/06/2009 22:19
    Muito obrigado por fazer esta seleção. Facilitou bastante para explicar aos amigos. Fica aqui a dica: falem do Agorismo e de Samuel Edward Konkin III. Expliquem sobre a Contra Economia. Ágora, Anarquia, Ação!
  • mcmoraes  27/05/2010 14:41
    muito obrigado!
  • Eduardo Rodrigues, Rio  30/05/2010 19:07
    Concordo com Rafael Hotz. Usar o termo anarcocapitalismo é tornar algo que já não é fácil ainda mais difícil. De tão deturpado, capitalsimo não soa bem para muita gente; combinado com anarco então... Vão deitar e rolar ao distorcer os significados.
  • Zen  30/05/2010 19:34
    Gostaria de reforçar o pedido do Oriom Lisboa. Falem de SEK3 e sobre contra-economia (ou quaisquer outros métodos de lidar com a existência do estado. Aliás, contra tal existência).
  • mcmoraes  19/09/2010 09:07
    Acabo de assistir um vídeo interessante sobre comportamento humano, que me fez lembrar do anarco capitalismo.
  • Helio  20/09/2010 07:30
    Espetacular o video "Empathic Civilization", mcmoraes!
  • Angelo Noel  16/02/2011 21:39
    Equipe do IMB, existe a possibilidade de vcs compilarem os artigos desta seção em um livrinho?
    Já li todos esses artigos uma vez, mas é sempre bom reler, e ficar esse tempo todo na frente do pc é um tanto cansativo.

    Abraços.
  • mcmoraes  04/03/2011 00:08
    Angelo, compilei um PDF que talvez lhe sirva até que seu pedido seja atendido.
  • Angelo Noel  11/03/2011 15:17
    Obrigadíssimo, mcmoraes!
    Vou até imprimir e compartilhar o conteúdo com outras pessoas.

    Grande abraço.
  • Erik Frederico Alves Cenaqui  21/04/2011 19:18
    Prezada Equipe IMB\r
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    Acho muito interessante vocês criarem seções agrupando temas correlatos.\r
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    Esta seção é muito boa e deveria ficar sempre muito visível no site porque eu noto que muitos iniciantes no assunto da liberdade (como eu) ficam perdidos sobre como começar a leitura.\r
    \r
    Alguns textos do site são muito complexos e um novato que entra no site a primeira vez e dá de cara com um assunto profundo pode não entender.\r
    \r
    Claro que isto não vale para os marxistas que nunca entendem nada e nem querem entender.\r
    \r
    Eu não gosto muito do termo anarcocapitalismo. Acho uma palavra estranha.\r
    \r
    Eu sugiro que seja adotado o termo LIBERAL AUSTRÍACO.\r
    \r
    Assim, nós não seremos confundidos com os liberais (que nos EUA são os esquerdistas) e com os liberais clássicos (defensores do estado mínimo).\r
    \r
    Me agrada a expressão liberalismo austríaco.\r
    \r
    Poderiam ser criadas diversas seções:\r
    01-)Introdução a Escola Austríaca, com textos simples sobre os conceitos básicos;\r
    02-)História da Escola Austríaca;\r
    03-)Estudos avançados da Escola Austríaca, este seção sim com textos de autores consagrados e aprofundamento dos temas;\r
    04-) Uma seção comparativa da Escola Austríaca com as outras escolas de pensamento ecônomico que existem;\r
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    Bem, fica a sugestão.\r
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    Abraços\r
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  • augusto  21/04/2011 21:15
    "Eu sugiro que seja adotado o termo LIBERAL AUSTRÍACO. \r
    \r
    Assim, nós não seremos confundidos com os liberais (que nos EUA são os esquerdistas) e com os liberais clássicos (defensores do estado mínimo)."\r
    \r
    Mas isso tambem nao vai resolver. Os austriacos "originais" - Menger, Böhm-Bawerk, Mises e Hayek nao defendiam o anarquismo. Do ponto de vista politico, estavam muito mais perto do que voce esta chamando de liberalismo classico do que do anarco-capitalismo.\r
    \r
    Outro termo a se considerar eh "liberatario", ou liberal radical... Liberal austriaco, acho que nao vai colar. Alem de confundir as pessoas, que certamente vao se perguntar o que a austria tem a ver com a historia toda....
  • Charles  02/05/2013 13:38
    em primeiro lugar gostaria de agradecer ao pessoal do site por essa seção, que é muito boa por sinal!

    agora, entrando no assunto do nome, eu acho que o mais correto é chamar de anarquismo libertário mesmo, como já vi alguns escritores de artigos do IMB falando... ou anarquismo de mercado também...

    realmente anarco-capitalismo é um termo que as pessoas deturpam instantaneamente...
  • Oficialmente, um Ancap  19/04/2015 00:01
    Vim até aqui fazer esse comentário com um único propósito:
    Obrigado IMB.

    Conheci o IMB ao acaso, numa época em que eu estava praticamente abraçando a esquerda socialista, e vendo o capitalismo, que defendia anteriormente, como realmente um sistema que não funcionava corretamente, eu não via como justificar a pobreza que ocorria e rebater todos os argumentos anti-capitalistas que via por aí. Os direitistas, com suas páginas no Facebook e discursos fracos, não me convenciam de nada, pareciam crianças que só zombavam dos socialistas, mas sem apresentar um argumento forte. Eu estava decepcionado porque desde criança eu simpatizava com o capitalismo e o individualismo, eu não conseguia aceitar o coletivismo, a ideia de todos serem iguais, das pessoas não poderem ter seus próprios negócios, mas parecia que era o único jeito de termos uma sociedade próspera e justa.

    Um dia recebi um vídeo que basicamente uma "batalha de rap" entre Hayek x Keynes, uma maneira divertida de explica a teoria austríaca e keynesiana de ciclos econômicos, e os argumentos de Hayek me atraíram mais, principalmente porque ele defendia um "capitalismo selvagem", mas não porque ele era um capitalista malvado e explorador, mas sim porque era o mais eficiente e correto. A parti daí, achei os vídeos do Milton Friedman, e a sua série Free to Choose, que mostravam que o capitalismo não tinha nada de explorador, antiético ou injusto, pelo contrário, ele representa prosperidade, progresso e liberdade.

    Depois, querendo entender melhor como funciona o livre mercado, encontrei o Instituto Mises Brasil, que parece ter artigos sobre tudo. Eu entrava no site, clicava em um artigo, lia, e nesse artigo, tinha outros 3 artigos que embasavam o primeiro, e assim sucessivamente, acabei passando dias lendo pelo menos dois artigos do IMB por dia, e eu estava estupefato, eu estava, e ainda estou, muito contente por ter meus ideais e princípios muito bem definidos, adorei ter encontrado o libertarianismo, as justificativas morais do capitalismo e sua superioridade sobre os outros sistemas, porém, algo não entrava na minha cabeça. O anarcocapitalismo.

    Um ano antes de encontrar o IMB, eu encontrei um anarcocapitalista, discuti com ele e achei a ideia ridícula, eu nem sequer dei ao trabalho de discutir, eu simplesmente ridicularizei a ideia, "Uma sociedade sem estado? E quem vai prender os criminosos? E os pobres? Mas olhe para a Somália" e todas aqueles argumentos furados que vemos por aí. O cidadão ancap que se deu ao trabalho de discutir comigo não tinha os melhores argumentos e acabou desistindo de me convencer. Hoje eu vejo que ele estava certo.

    No início, eu era um minarquista convicto. Depois, a semente da duvida foi plantada: O que difere o estado de uma gangue de ladrões? Dias pensando para chegar á conclusão: Nada. São idênticas. Então seria o estado um mal necessário? Um parasita que é vital para a sobrevivência da sociedade? Nem sequer isso, o estado é injustificável e ineficiente, é criminoso e imoral.

    Não precisamos de um órgão centralizador para nada, a liberdade funciona, e obrigado IMB por me mostrar isso.


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