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Na Europa, a esquerda descobriu que o “almoço grátis” será pago por ela

Ao mesmo tempo, isso é apenas o início da crise, pois as condições que estão estimulando as pessoas a fugirem de seus respectivos países só irão piorar.  E a União Européia, com países que possuem os maiores e mais bem equipados sistemas assistencialistas do mundo, parece estar estupefata e impotente perante tudo isso — politicamente, moralmente e administrativamente.

Essa paralisia cria um significativo risco para a União Européia.  Ninguém acredita seriamente que os países-membros — particularmente Itália e Grécia, os dois países mais afetados — possam superar, por conta própria, os desafios de longo prazo gerados pela imigração em larga escala.

Por outro lado, vários países-membros rejeitam um esforço comum europeu, postura essa que ameaça acelerar a erosão da solidariedade dentro da União Européia e reforça a atual tendência rumo à desintegração — Joschka Fischer

Joschka Fischer foi Ministro das Relações Exteriores e vice-chanceler da Alemanha de 1998 a 2005, no governo do social-democrata Gerhard Schröder.  Posteriormente, ele fundou o Partido Verde alemão.  Ou seja, ele costumava estar dentro do sistema; hoje, ele está nas franjas.

No trecho acima, ele está descrevendo o colapso da União Europeia.  Ele está também descrevendo o colapso dos estados assistencialistas europeus do pós-guerra. 

Ambos os arranjos estão condenados.  Ao longo dos próximos anos, a Europa será atingida por milhões de imigrantes oriundos de países arrasados do Oriente Médio.  Estes imigrantes irão — como já fazem na França — tirar proveito de todo o sistema assistencialista em voga na Europa, da educação gratuita à saúde gratuita.  Eles tenderão a ser mão-de-obra de baixa produtividade e incapazes de falar os idiomas locais.  Terão baixa educação formal e viverão segregados em seus guetos, com suas antenas parabólicas apontadas para as redes do Oriente Médio.  Já é assim na França há décadas.  Será assim em toda a Europa.  

O tsunami de imigração em massa ainda não atingiu a Europa.  Atingirá na próxima primavera européia (a partir de abril de 2016).  Milhões já chegaram até a Europa.  Outros milhões farão essa mudança enquanto ainda for fácil.  As cercas de arame farpado foram colocadas apenas pela Hungria e pela Croácia.  Mas a tendência é que, na próxima primavera européia, elas se intensifiquem.

O governo da Polônia já anunciou que não aceitará mais imigrantes. O governo da República Tcheca está indo pelo mesmo caminho.

Os cidadãos europeus sempre pensaram que seriam os únicos beneficiados das generosas políticas assistencialistas de seus respectivos países, as quais são sustentadas pela tributação dos ricos. Agora, repentinamente, eles descobriram que eles se tornaram "os ricos", e terão de sustentar as massas de imigrantes. A consequência disso é que seus estados assistencialistas irão falir sob o peso de imigrantes oriundos de estados falidos.

Tudo parecia tão fácil após a Segunda Guerra Mundial... Apenas vote nas políticas social-democratas e você usufruirá segurança econômica por toda a sua vida, devidamente financiada pelos impostos sobre os mais ricos. E então, surpresa! O jogo virou, os beneficiados repentinamente se tornaram "os ricos", e serão devidamente tributados para sustentar os milhões que estão chegando para reivindicar esse "direito ao assistencialismo".

Esses imigrantes, que não pagam impostos, têm várias bocas para alimentar, vários corpos para abrigar, e jovens mentes para educar. Eles não conseguirão certificados e licenças profissionais nas esclerosadas burocracias européias. Eles não conseguirão fazer parte dos sindicatos em uma Europa que já é dominada por guildas mercantilistas.

Porém, sendo progressistas, a maioria dos europeus não exigirá que estes imigrantes se alimentem por conta própria, se eduquem por conta própria, e paguem sozinhos por suas moradias.  Isso seria uma intolerável e inaceitável demonstração de thatcherismo. Consequentemente, seus governos irão incorrer em maciços déficits orçamentários para arcar com tudo isso, e tudo devidamente financiado pelo Banco Central Europeu.

A Europa não é apenas consumida por sindicatos; ela também é consumida pela culpa. Seus cidadãos sempre acreditaram na promessa de votar para receber políticas assistencialistas. Dentro de 25 anos, eles não mais serão a maioria desses votos. Os filhos dos imigrantes serão os votos decisivos. Pode até ocorrer em menos de 25 anos.

Os estados assistencialistas europeus já estavam rumo ao colapso em decorrência de passivos futuros (gerados pelo estado de bem-estar social) para os quais não havia uma equivalente quantidade de receitas programas (algo que, contabilmente, é chamado de "passivo a descoberto"). Com as imigrações em massa, esse processo será acelerado.

O que um esquerdista irá fazer contra tudo isso? Coerentemente, nada. A esquerda sempre proclamou acreditar no "socialismo democrático", também chamado de democracia econômica. Agora eles receberão aquilo que sempre proclamaram defender, e em grandes doses. Eles apenas nunca imaginaram que seriam eles que arcariam com a fatura; sempre imaginaram que eles seriam os beneficiários da fatura. A esquerda sempre se viu como sendo o lado ativo do assalto perpetrado pelas urnas; repentinamente, descobriu que estaria do lado passivo do furto.

As lamúrias estão apenas começando.  "Isso simplesmente não é justo!". É verdade, não é justo.  Mas é o sistema que vocês próprios criaram.

Fischer termina sua coluna dizendo que:

No longo prazo, os estrategistas políticos terão de explicar aos seus eleitores que é impossível usufruir, simultaneamente, prosperidade econômica, um alto nível de seguridade social, e uma população em que pensionistas geram um crescente fardo sobre os economicamente ativos.  Para que tal sistema seja mantido, a força de trabalho européia terá de crescer continuamente, e esse é justamente um motivo pelo qual os europeus deveriam parar de tratar os imigrantes como uma ameaça e começar a vê-los como uma oportunidade.

Em uma economia de livre mercado, na qual cada pessoa, por meio do seu trabalho, provê a si própria, esse raciocínio é perfeitamente verdadeiro. Já em um estado assistencialista esclerosado, burocrático e dominado por sindicatos, são as multidões que abocanham a maior fatia do espólio.

Isso seria uma vitória do "eu avisei" dos teóricos anti-assistencialismo em uma escala jamais vista no Ocidente, embora já vivenciadas pela URSS e pela China comunista.

Ludwig von Mises passou 60 anos de sua vida alertando para isso.  A esquerda não quis escutar.

As ruas das cidades européias estão se tornando abarrotadas de imigrantes desempregados. Eles adquiriram o direito de ter três refeições gratuitas por dia (e, alguns casos, chegam a receber dinheiro vivo tão logo chegam ao país). Quem irá dizer a eles que "chega"? Quando? Utilizando qual argumento?

Esse é o início do fim daquilo que passou a ser chamado de "política da culpa e da comiseração". Ao contrário do que previu Karl Marx, a "revolução vermelha" jamais varrerá a Europa. O que varrerá a Europa serão as "contas no vermelho".

Será fascinante assistir a tudo isso . . . a uma distância segura.

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Leia também:

Uma teoria libertária sobre a livre imigração

A desastrosa combinação de assistencialismo e burocracia resulta em mortes em massa de imigrantes


6 votos

autor

Gary North
é Ph.D. em história, ex-membro adjunto do Mises Institute, e autor de vários livros sobre economia, ética, história e cristianismo. Visite seu website

  • Anderson S  16/11/2015 13:49
    Quando o maldito politicamente correto cair (se é que vai)... Muitas dessas políticas assistencialistas e coitadismo cederá, também.

    Esperemos para ver o que se sucederá nos próximos anos; se desgraça ou despertamento.
  • Anita Brignoni  17/11/2015 19:34
    Nada é definitivo, ao longo dos anos tudo precisa ser mudado. Nada é de graça, isso não existe
  • Rodrigo Nunes  16/11/2015 13:56
    E quando tudo isso acontecer os esquerdistas diram "A culpa é do capitalismo".
  • Arthur Tibúrcio Neto  16/11/2015 14:14
    E a solução proposta será "mais estado". Já vimos esse filme.
  • Nelio  16/11/2015 18:06
    Capitalismo já é um termo "defasado"

    Agora a moda é: Quando der merda, culpe o NEOLIBERALISMO

    (Sabe-se lá o que eles entendem com isso)
  • Gabriel  16/11/2015 20:43
    A desonestidade das pessoas alinhadas a esquerda é tamanha que muito provavelmente isso será mesmo o discurso deles, a culpa são dos gananciosos capitalistas que não querem dividir um pouco de suas fortunas com os pobres e oprimidos.

    É mais ou menos esses malucos que aparecem por ai dizendo que a culpa da crise de 29 foi uma crise de "superprodução" e do capitalismo, só que ninguém diz o porque disso ter ocorrido e o que causou todo esse problema.

    O maior problema dessas ideologias assistencialistas é que para elas dinheiro nasce de arvore. Qualquer sistema que não bote o desenvolvimento econômico em primeiro lugar está fadado ao fracasso.
  • ANDRÉ  24/11/2015 12:47
    Assim como o Capitalismo esta dizendo, que a culpa é do Socialismo.
  • Anonimo  25/11/2015 22:34
    Ué, e não são os socialistas que vivem de defender o estado babá?
    Se vc quer culpar o capitalismo, crie o capitalismo de verdade pra começo de conversa.
  • Batista  16/11/2015 14:04
    Essa invasão, digo, ocupação em massa que esta ocorrendo na Europa, irá destruir a economia do continente em poucos anos, quiçá meses. Qtos desses são de fato trabalhadores e não meros revolucionários, afoitos a tomar de assalto o patrimonio dos bonzinhos assistencialistas de plantão?

    Acaso isso vem ocorrendo com a Suiça? Qtos desses barbudos ja entrou na Suiça?

    E pensar que o mesmo ja vem ocorrendo no Brasil, com a invasão de imigrantes que sequer se preocupam em aprender o idioma, imagine querer trabalhar...
  • Lucas Braga  16/11/2015 17:37
    Entrar na Suíça, entram, por causa do Acordo de Schengen, de livre circulação de pessoas. Mas ficar, só os que conseguem emprego. Lá na Suíça, o governo não sustenta imigrantes.

    Na Polônia, a situação é ainda mais tranquila, pois além de o governo de lá não dar esmola para imigrantes, a língua polonesa é das mais difíceis de se aprender, mais do que chinês ou russo. Daí dificulta a vida dos possíveis terroristas.

    Diria que Suíça e Polônia estão no seleto grupo de poucos países europeus que vão escapar dessa tragédia.
  • anônimo  17/11/2015 14:51
    " a língua polonesa é das mais difíceis de se aprender, mais do que chinês "

    Questionavel. Com 4 tons diferentes e mais de 18 mil caracteres (você tem que aprender no mínimo 4 mil para ter alfabetização funcional), eu acho bem difícil algum idioma ser mais complicado que o chinês
  • Martin  18/11/2015 02:23
    O Chinês quase não tem variação, enquanto no Polonês, como no Português, varia a forma verbal, a forma do adjetivo, a desinência do objeto e tudo isso junto também varia com gênero e número. Tem desinência para tudo! Não sei explicar exatamente, eu estudei pouco Polonês. É muito linda para mim. Mas eu colocaria o Finlandês como muito difícil também! Minä = eu. Pelaan jalkapalloa = eu jogo futebol. Cadê os radicais? Hehe. Desculpe por sair
  • cmr  18/11/2015 13:45
    "Questionavel. Com 4 tons diferentes e mais de 18 mil caracteres..."

    São 5 tons, só que para falantes de português o que seria o quinto tom é a nossa fala normal.
    Para a maioria da humanidade são 5 tons diferentes que o mandarim tem.
    O cantonês é ainda mais difícil de falar, com 9 tons.

    O dicionário Xin Hua fala em mais de 88 mil caracteres em uso atualmente na China, claro que nesse meio estão todos os caracteres de todos os idiomas e dialetos que usam ideogramas na China.
  • Batista  17/11/2015 19:03
    Lucas,

    Certa vez ouvi uma entrevista com um especialista em aprendizagem, o Walther Hermann.

    Segundo ele, um dos idiomas com o maior espectro/riqueza de sonoridade é o alemão. Depois, as línguas eslavas. O nosso português vem depois.


  • Vitor  12/01/2016 20:23
    Polonês, só por ser indo-europeia, já é muito mais fácil que Chinês para gente. E acontece algo de curioso, foneticamente polonês e português são parecidos, já vi uma polaca pronunciando palavras portuguesas com perfeição.
  • M.A.T  16/11/2015 18:24
    suissa quase 5% da população eh islamica.

    andei lendo sobre a finlandia e la os mulçumanos q vcs ñ toleram sao tão menos de 1% que nem sao distinguidos nas estatisticas estatais. la parece q ñ tem o incentivo a imigraçao da suecia e noruega
  • Batista  16/11/2015 23:44
    "...muçulmanos que vocês não toleram..."

    Ao contrário. Eles é que não toleram que pensa diferente.
  • Pedro Tavares  16/11/2015 14:12
    Deviam ter lido mais do tio Milton, ou como ele disse, não existe almoço grátis, ou melhor, não existem 3 almoços grátis.
  • Taxidermista  16/11/2015 14:22
    Deveriam ter lido mais Hans-Hermann Hoppe.
  • Anonimo  18/11/2015 09:21
    Quem disse que não leram? É tudo proposital.
  • Cigarro do olavo  16/11/2015 14:13
    esse é justamente um motivo pelo qual os europeus deveriam parar de tratar os imigrantes como uma ameaça e começar a vê-los como uma oportunidade.
    ----------------
    129 pessoas foram mortas em uma série de ataques em Paris, sendo que a autoria dos ataques foi pelo estado islâmico. Todos imigrantes.

    Como fica essa questão? Supondo que a Europa abra as fronteiras para todos (eu duvido muito), não iria haver uma imigração em massa de muçulmanos? e se eles se reunirem de novo para fazer mais ataques?
  • João  16/11/2015 14:23
    Prezado "Cigarro do Olavo", a sua afirmação está errada.

    "De acordo com a imprensa internacional, quase todos os suspeitos identificados são de nacionalidade francesa e alguns deles moravam na Bélgica. Há um sírio entre os investigados. Um grupo de três irmãos, os Abdeslam, é investigado."

    g1.globo.com/mundo/noticia/2015/11/ataques-em-paris-veja-quem-sao-os-suspeitos-da-serie-de-atentados.html

    Ismaël Omar Mostefäi, francês, de 29 anos, nasceu em Courcourones, município ao sul de Paris, em 21 de novembro de 1985, e tem origem argelina.

    Bilal Hadfi, francês, nascido em 22 de janeiro de 1995, morava na Bélgica.

    Ibrahim Abdeslam, de nacionalidade francesa, nascido em 30 de julho de 1984 em Bruxelas, na Bélgica.

    Salah Abdeslam, de nacionalidade francesa, nascido em 15 de setembro de 1989 em Bruxelas, na Bélgica.

    Ahmad Al Mohammad, identificado como um dos terroristas que se explodiu no Stade de France. Ele nasceu em 10 de setembro de 1990 em Idlib, na Síria.

    Samy Amimour, um dos suicidas que atacou o Bataclan. Ele nasceu em 15 de outubro de 1987 em Paris, e vivia no subúrbio de Drancy, ao norte de Paris.

    Abdelhamid Abaaoud, belga, o mentor dos ataques.
  • Diego   16/11/2015 16:42
    Ele não está errado. Uma coisa é uma pessoa que entre em um outro país mas que respeite as leis e a cultura locais, se adapte à realidade e trabalhe pra se sustentar. Outra bem diferente são fundamentalistas ignorantes que não só querem mamar no $ dos outros, como querem impor a sua visão de mundo e a sua cultura e tratam os europeus como lixo e que devem ser exterminados.
    Esses terroristas podem ter dupla nacionalidade e até terem nascido e sido criados na Europa, mas são todos de origem árabe/africana/muçulmana.
    Esse é o preço que os europeus pagam por terem aberto mão da própria cultura, economia e soberania elegendo socialistas ad aeternum e bancando os tolerantes e amiguinhos dos "pobres refugiados inocentes", levaram um belo cavalo de Troia e agora a situação saiu de controle.
    Como sempre, agora vai sobrar pra direita/conservadores, que serão eleitos em toda a Europa e vão ter que consertar o estrago.
  • Frederico  16/11/2015 22:55
    Coincidentemente o livro que estou lendo é um alerta visionário para essa situação.Imigrantes estão quebrando, jogando por terra toda cultura Cristã Ocidental. Bons costumes, respeitabilidade, meritocracia, artes, costumes nobres, tudo demonizado por gente que saiu do país de origem procurando melhorar suas vidas, e agora cospem em belos costumes que nos ajudaram a formar cidadãos íntegros. Obviamente existem exceções, porém, infelizmente, atualmente são raras.
  • Daniel Costa  18/11/2015 18:44
    Sim, uma boa leva desses imigrantes nasceram e se criaram em algum país europeu onde foram cooptados por grupos islâmicos, muitos já morrerem em combate.
  • opinador  16/11/2015 16:13
    Não acho que são os refugiados são ameaça.

    Isso é xenofobismo e não é compatível com a causa libertaria.

    A ameaça é o estado.

    O artigo é bem claro.

    O problema é o estado intervencionista e assistencialista.

    Por acaso os atentados de 11 de setembro foram realizados por refugiados nos EUA ?não

    Isso se aquilo for verdade.

    E os próprios europeus gostam de assistencialismo. Olhe a grécia, Olhe portugal.

    Olhe o numero de funcionários públicos parasitas. São todos europeus.

    Sugiro ver este ótimo video:

    https://www.youtube.com/watch?v=xz5zMiBBQv0









  • cmr  16/11/2015 18:39
    Refugiados não são uma ameaça ?

    Vamos supor, por hipótese, que todos ou a maioria dos que estão entrando são de fato refugiados, que estão fugindo de guerras; por que eles não vão para a localização segura mais próxima, em vez de viajarem milhares de km até a Europa ?.

    Imagine um país ser invadido por milhões de refugiados não qualificados, que não tem nada a acrescentar ao país, e que não farão o menor esforço em sequer aprender o idioma do país que os acolheu. E ainda por cima se reproduzirão feito pragas, e suas crias já nascerão dependentes do estado de bem estar social, e só votarão em políticos populistas com discursos esquerdistas.

    Não são uma ameaça ?.

    A Europa que se cuide, senão virará um grande favelão islâmico.



  • anônimo  16/11/2015 20:09
    Alguns libertários não estão querendo admitir isso com medo de serem taxados de xenofóbicos, igual outros adeptos de uma economia livre são taxados.

    Imigração em massa e multiculturalismo atuais só servem para transformar um país livre em um país cada vez mais socialista, já que a Europa vive em uma democracia.
  • anônimo  16/11/2015 23:03
    em mais de uma oportunidade li sobre taticas de desmoralizacao e corrupcao de um inimigo atrave do multiculturalismo, a inteligencia dessas taticas de guerra eh justamente o blending junto a movimentos sociais, a infiltracao em atividades humanitarias.

    se for pensar como um terrorista, fica mto facil ao se aproveitar dessas situacoes, pois se aproveita de um veu moralista, como o discurso do politicamente correto, tal qual essa historia de xenofobia sobre quem critica uma posicao contraria ou mais rigida pra lidar com esse movimento (imigratorio indiscriminado)

    dissedentes da KGB relatavam que a questao de inteligencia e espionagem eram uma infima parte dos trabalhos executados, varias acoes eram com base em infiltracao e aliciamento de pessoas influentes em territorio inimigo, normalmente os que flertavam com ideias pro-sovietes, eae vc vai ganhando dominio e conquistando força sem ser importunado, no caso de um terrorista seria estupidez mandar um onibus com um monte de marmanjo barbado gritando allahu akbar

    seguranca nacional nao eh xenofobia e vice-versa... uma coisa eh ser intolerante ou ter aversao a um determinado grupo etnico tal, outra eh saber tomar conta do seu proprio quintal... afinal a menor unidade de uma democracia eh o individuo, e antes de se preocupar com os outros ele tem que cuidar da sua propria segurança, pior ainda eh a historia de querer blindar determinados coletivismos com base em conceitos de povo, pq isso ou aquilo
    e contextualmente alguns tem mais motivos pra terem uma desconfiança maior do que normalmente teria de determinados grupos

    vi gente dizendo que q a grande maioria dos muçulmanos nao sao terrorista, nao sao radicais, tra la la, mas essa grande maioria nao faz diferenca nenhuma na hora de evitar um atentado... com cerca de 20 loucos conseguiram derrubar as torres gemeas, atingiram o pentagono, acabaram com a vida de diversos inocentes (nao vou entrar em questoes conspiratorias), mas ja da pra ter ideia de como mesmo o "mto pouco" pode gerar um efeito "mto grande"
  • Gyn-mises  16/11/2015 20:27
    O problema são os terroristas.
    Vários países foram colônia, tiveram guerras e nem por isso possuem terroristas. Essa sua idéia não cola. A Índia já foi colônia inglesa, foram explorados, e hoje imigrantes indianos vivem na Inglaterra e não são terroristas. Com os africanos acontece o mesmo. O problema é o radicalismo de grande parte dos mulçumanos que não respeitam as mulheres, as outras religiões e a diversidade, eles são totalitários. E esse radicalismo tem aumentado com a ajuda da internet. Hoje os radicais sem encontram na rede.
  • Frederico  17/11/2015 00:18
    Voce confunde alhos com bugalhos. Uma coisa é a imigração no passado que ajudou países a properarem, outra é a incapacidade desses imigrantes de agora, que simplesmente nao respeitam a cultura local.Você citou indianos, africanos, saiba que na Inglaterra a maioria desses imigrantes estão pendurados no assistencialismo do governo. Por que?...
    Voto nas eleições para os progressistas. E para piorar ainda mais, em muitas famílias de imigrantes, os filhos querem se adaptar ao modo cultural, social e econômico, porém, seus pais simplesmente nao impedem. Nao entendo, por exemplo, mulheres usando burca num país do ocidente. Se seus maridos, pais, preferem tais costumes com falta de liberdade,então por que saíram de lá?



  • Frederico  17/11/2015 00:37
    Corrigindo: os pais impedem adaptação ao costumes.
  • ANDREA  24/07/2016 14:44
    Não é verdade. A maioria ABSOLUTA corintianos na Inglaterra não vive do Estado. E não impõem seus costumes.apenas o praticam entre si. Resultado: progressao nasociedade. Hoje em diasao os medicos; os advogados; os enge heiros cientistas professores e jornalistas da Inglaterra. Já Islã é culturalmente violento. Entre Os praticantes (mulçumanos realmente atvos) os homens culturalmente preguiçosos. Resultado : agressividade e exploração do sistema assistencialista. Poucos crescem.
  • anônimo  17/11/2015 00:52
    Meu filhinho, mais de 62% dos imigrantes ILEGAIS (fora os imigrantes legais) são beneficiários de programas assistenciais.

    Vídeo do Stefan falando sobre isso:

    https://www.youtube.com/watch?v=yjjSG705Inc

    "Xenofobia" é só mais um termo que a esquerda inventou, igual reacionário, para taxar qualquer um que se opõe em mais pobres virem para o país e votarem no candidato social democrata para aumentar cada vez mais o estado de bem estar social.

    Quer destruir o Estado? Ótimo, então primeiro impeça que o Estado se agigante.

    E a melhor maneira de impedir que o Estado se agigante é se opor que imigrantes vão para o país para criarem ou para aumentem o estado de bem estar social no país.

    Isso é xenofobia e é politicamente incorreto, mas é uma boa maneira de impedir que o Estado se agigante em uma Democracia.
  • Rafael  17/11/2015 04:43
    É o que venho dizendo faz tempo.
    A atual imigração que a esquerda apoia só serve para países livres e desenvolvidos ficarem cada vez mais socialistas e cheio de parasitas.

    Alguns libertários ou não perceberam isso ou não querem admitir isso para não serem taxados de xenofóbicos igual conservadores.
    Essa estratégia se chama Cloward-Piven e não é uma "teoria da conspiração" nem para o Wikipédia.

    Ótimo vídeo. Não tinha visto esse do Stefan.
  • Anonimo  17/11/2015 09:11
    'Isso é xenofobismo e não é compatível com a causa libertaria.'

    Bullshit. Cara, é impressionante como nego gosta de falar de tudo sem entender nada sobre o que fala.Não tem nada que impeça um libertário de ser xenófobo, contanto que siga o PNA qualquer um é livre pra discriminar sim.
    Cada vez mais vejo como Hoppe é superior em TUDO aos retardados libertários de esquerda.
  • Lucas  17/11/2015 11:27
    Os EUA é um dos países mais difíceis de adentrar. Os mexicanos que o digam. Nos brasileiros, mesmo sendo anões diplomáticos, necessitamos de visto para desembargar na terra do Tio Sam.
    Errado? Claro que não!
  • opinador  17/11/2015 17:11
    Claro que não é compativel.

    Sabe pq? Pois para criar um controle imigratório por criterios polticos e nacionalistas vc precisa de um estado.

    Primeiro que o libertarianismo nem reconhece o conceito de país.

    Isso significa que precisa deixar td mundo entrar ?

    Claro que não.

    Como se evita isso ?

    Pela propriedade privada.

    www.clubemissrand.com.br/artigos/sobre-livre-imigracao-e-integracao-forcada

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2183

    O resto é balela de conservador


  • Jew  15/02/2016 19:08
    opinador, em uma DEMOCRACIA (a porcaria que vivemos) o que você está propondo não está funcionando.

    Não adianta os territórios dentro do país serem privados se o Estado força (através de regulações e "direitos") os proprietários a aderirem em suas políticas "anti-discriminação" contra imigrantes e macacos da areia.

    O que o anônimo disse é apenas o reflexo disso.

    Multiculturalismo e livre imigração em uma Democracia é exatamente o resultado desastroso que você está vendo na Europa.
  • Lel  15/02/2016 23:59
    Mesmo se o governo não forçasse os proprietários a aderirem ao progressismo dele, ainda assim, o governo estará aumentando os gastos do Estado de bem-estar social às custas dos impostos dos proprietários.

    Democracia é um lixo de qualquer maneira.
  • anônimo  16/02/2016 19:57
    'Sabe pq? Pois para criar um controle imigratório por criterios polticos e nacionalistas vc precisa de um estado.'

    Se todos os espaços são privados ninguém precisa de estado nenhum.
    https://www.lewrockwell.com/1970/01/hans-hermann-hoppe/on-free-immigration-and-forced-integration/
  • opinador  17/11/2015 17:12
    E segundo: não existe libertario de esquerda...rs
  • Rennan Alves  17/11/2015 18:08
    Quanto antes você reconhecer a existência do seu inimigo, melhor estará preparado para enfrenta-lo.

    Bleeding Heart Libertarians
    Alliance of the Libertarian Left
    Why Left-Libertarianism is not Incoherent, Indeterminate, or Irrelevant
  • palpiteiro  17/11/2015 18:08
    Até porque esquerdista é coletivista.
  • anônimo  16/02/2016 20:00
    'E segundo: não existe libertario de esquerda...rs'
    Existe sim, nos costumes existem libertários de direita e de esquerda.
    Esses rótulos não são muito bons...direita e esquerda lembra a (bleargh) luta política dentro da democracia, mas nesse caso 'direita' significa alguém que reconhece a importância dos valores tradicionais.
  • Daniel Costa  26/11/2015 23:16
    E se for xenofobia qual é o problema, se determinado grupo quiser manter-se isolado? o problema da "xenofobia" é de quem o acusa, não de quem é "xenofóbico", seguindo diretrizes libertárias.
  • anônimo  17/02/2016 10:25
    'Xenofobia' é um rótulo criado pra fazer os países que ainda são mais ou menos decentes adotarem o multiculturalismo. E consequentemente o welfare state.
  • Cidadão Pacífico  16/11/2015 14:20
    Discordo respeitosamente.

    Se a Dilma sofrer impeachment, eu vou pedir asilo político e lutar com os movimentos sociais pró-tolerância religiosa na Europa contra o rótulo de terrorismo. Absurdo que reivindicação e exercício de direitos sejam considerados atos terroristas ou "injustos", como defendeu o autor. Apenas mostra o buraco ao qual vai ao ocidente. Já há gente usando este último atentado em Paris para querer aumentar o porte de armas para os "baguettes" (coxinhas) franceses.

    Ninguém mais tem consideração pelas minorias que sofrem de racismo estrutural, segregação econômica e geográfica; e intolerância religiosa, que somente através da criação de vítimas da classe opressora, consegue ser ouvida sobre as infindáveis e gordas esmolas das quais vive. É um ato de conscientização de classe que foi difamado pela mídia globalizada neoliberal burguesa. E o autor, data venia (respeito TODAS as ideologias, mesmo as reacionárias), através deste artigo, corrobora com os preconceitos entrincheirados no tecido social europeu.

    Terrorismo é CRIMINALIZAÇÃO dos movimentos sociais.
    ARMAMENTO é morte da classe trabalhadora.
    EXERCÍCIO de direitos sociais não é almoço grátis.
    Diga NÃO.
  • João  16/11/2015 15:15
    O que diabos é "neo"liberal? Liberal é liberal como sempre foi, apenas alguém contrário ao poder concentrado no Estado e povo dominado por este.

    E não entendi essa de ARMAMENTO é morte da classe trabalhadora. Não seria morte da classe não-trabalhadora? A arma não serve para o trabalhador garantir o seu direito à vida e defesa do que conquistou?
  • Viking  16/11/2015 15:54
    relaxa, esse ai é mais um daqueles fakes irônicos ao estilo do Típico Filósofo
  • cmr  16/11/2015 16:04
    Conscientização, outro lugar comum que substitui qualquer raciocínio crítico...
  • Leon Palma  16/11/2015 16:46
    hauauaauaua... foi ironia, né? O-o
  • PCO apoia Dilma e a democracia  16/11/2015 17:12
    Totalmente de acordo com o amigo Cidadão Pacífico, essa burguesia fascista, capitalista, nazista, patriarcalista, machista, corporativista, racista, misoginista, elitista e ''neoliberalista'' está acabando com o Brasil e o mundo.

    Mas acalme-se, a Dilmãe não sofrerá impeachment. Toda a esquerda está apoiando a Dilma e a democracia(que nós sempre priorizamos, diga-se de passagem).
  • Felipe R  17/11/2015 09:11
    Socialistas, dentre outros tipos de coletivistas elitistas, devem ser tratados como bandidos terroristas. O motivo é simples: todos vocês atentam contra a liberdade e a propriedade privada, que são os bens mais sagrados do ser humano.
  • Batista  16/11/2015 23:50
    Terrorismo é CRIMINALIZAÇÃO dos movimentos sociais.
    ARMAMENTO é morte da classe trabalhadora.
    EXERCÍCIO de direitos sociais não é almoço grátis.
    Diga NÃO.
    "

    Movimentos Sociais é EUFEMISMO para terrorismo.
    Desarmamento é controle sobre a classe trabalhadora.
    Direitos Sociais são dinheiros tirados de outras pessoas, que podem não concordar, mas pagam. Como se diz: "não é obrigatório, é compulsório".
    Diga não, ou melhor, diga sim. Concorde que estás errado.
  • Herbert Monni  16/11/2015 14:48
    Nó górdio se desata cortando, precisa ver se os esquerdistas europeus são suficientemente pragmáticos para isso ou não.
  • Klaus Nomi  16/11/2015 19:10
    Alguém que não os franceses já descobriu que a saída é sair cortando.
  • Luiz  16/11/2015 16:34
    "A culpa é do capitalismo" ou Políticas "neoliberais" Ignorantes.
  • Adelson Paulo  16/11/2015 17:33
    O artigo se esqueceu de um elemento fundamental neste cenário: o crescimento dos partidos de direita na Europa, que são abertamente contra a imigração e que defendem a manutenção dos valores culturais e históricos da civilização ocidental. Estas forças de direita, que abrangem um amplo arco político e ideológico (apesar de serem sempre rotulados pela grande imprensa como "xenófobos", "conservadores" e "neo-nazistas"), nas quais inserem-se inclusive as correntes ideológicas liberais (do ponto de vista econômico), vêm pregando a redução destes subsídios sociais e da intervenção do Estado na economia. Estas forças políticas de direita vêm sucessivamente ganhando terreno nas eleições na Europa, e podem inclusive vencer as eleições presidenciais na França (com Marine Le Pen).
    A História ainda está longe de seu fim...

  • Guilherme  16/11/2015 18:49
    "Estas forças de direita [...] vêm pregando a redução destes subsídios sociais e da intervenção do Estado na economia. Estas forças políticas de direita vêm sucessivamente ganhando terreno nas eleições na Europa, e podem inclusive vencer as eleições presidenciais na França (com Marine Le Pen)."

    Você está desinformado quanto ao que esta "direita" defende. A Frente Nacional francesa defende abertamente mais subsídios e mais assistencialismos, mas desde que seja apenas para os nativos franceses. Nas pequenas cidades cujas prefeituras são comandadas pela Frente Nacional, o partido reinstituiu medidas assistencialistas que haviam sido abandonadas até mesmo pelos Socialistas. Não tem nada de liberal e anti-intervencionista nesta direita nacionalista.
  • Adelson Paulo  16/11/2015 20:43
    Prezado Guilherme, como eu fiz questão de frisar, exite uma miríade de forças políticas dentro deste arco político denominado de "direita" na Europa. Podemos encontrar os discursos mais divergentes e conflitantes dentro deste amplo espectro político, variando inclusive para cada país. Estas divergências é que dificultam inclusive a formação de blocos parlamentares de "direita" no Parlamento Europeu. A própria direita francesa, no grupo representado por Sarkozy, tem dificuldades de aceitar a Frente Nacional.
    O que que quis ressaltar é que a Europa não assiste passivamente a esta derrocada do Estado de Bem Estar Social, e à tentativa de hegemonia do multiculturalismo.
  • Thiago Teixeira  17/11/2015 15:18
    Você mistura alhos com bugalhos.
    O Guilherme está correto, essa direita de Le Pen é populista, não tem nada de liberal economica.
  • Daniel  16/11/2015 17:48
    www.hojeemdia.com.br/horizontes/policia-vai-prender-em-flagrante-comerciantes-que-elevarem-preco-da-agua-em-valadares-1.359040
    Totalmente contrário a atitude policial, mas a atitude dos comerciantes não são lá muito louváveis também.
  • Professor  16/11/2015 18:52
    Esses comerciantes estão corretíssimos. Se há escassez de água, os preços têm de ser elevados.

    Aliás, seria uma verdadeira revogação da lei econômica se os preços não aumentassem.

    Não só a oferta de água diminuiu, como a demanda aumentou. Nesse cenário, se os preços se mantivessem baixos e inalterados, a demanda explodiria (todo mundo iria querer comprar mais apenas para poder estocar), os mais ricos seriam os mais beneficiados, e a oferta iria escassear. Consequentemente, justamente os mais pobres e necessitados iriam ficar sem água.

    É preciso entender de economia para se fazer determinadas afirmações. Fazer afirmações emotivas e sentimentais, deixando de lado a razão, não é sinônimo de conhecimento econômico.

    Nesse cenário de escassez de água, há duas alternativas:

    1) A mesma oferta de água a preços maiores;

    2) Nenhuma oferta de água a preços baratinhos.

    Não há terceira alternativa.

    Por algum motivo inexplicável, você acha que o segundo cenário, no qual os pobres simplesmente ficam sem água nenhuma, é mais socialmente sensível do que o primeiro, no qual os pobres têm acesso a água, só que a preços maiores.

    Gostaria de maiores explicações sobre o motivo de sua preferência pelo segundo cenário.
  • Daniel  16/11/2015 21:46
    Calma :)
    Eu fiz a pergunta justamente por não conseguir pensar nessa linha de pensamento que você explicou.
    Tenho família lá e realmente pensei com emoção.

    Sua resposta foi esclarecedora. Obrigado!
  • Ricardo  16/11/2015 22:18
    Claro que você tem uma terceira alternativa.
    Você pode não se aproveitar economicamente daqueles que sofreram um desastre.
  • Norberto  16/11/2015 22:28
    Ainda não entendeu. Não se trata de explorar ou não explorar. Mas sim de ter suprimentos ou não ter suprimentos.

    Você pode apresentar argumentos coitadistas e vitimistas o tanto que quiser; o fato é que as prateleiras ficarão vazias e os pobres ficarão sem água (a região é de difícil acesso e a reposição de estoques está longe de ser simples). Sendo assim, deve-se adotar medidas que retardem ao máximo a exaustão da água.

    O mundo é um pouquinho mais difícil e chato do que o dos mundos oníricos.
  • Taxidermista  16/11/2015 23:01
    Ricardo diz: "Você pode não se aproveitar economicamente daqueles que sofreram um desastre".

    Ricardo, tal hipótese não configura uma "terceira alternativa"; trata-se da segunda alternativa colocada pelo comentarista Professor: "2) Nenhuma oferta de água a preços baratinhos".

    Você achar que o fato de o comerciante vender água a preços mais elevados em virtude da maior escassez (e da maior demanda) colocaria ele como um "aproveitador" implica que você prefere que as pessoas mais necessitadas (mercê do desastre) fiquem sem água.

    A sua "raiva" em relação ao comerciante só tem o condão de deixar em pior situação as pessoas necessitadas que você está sensibilizado.

    Lembre-se de lição de Bastiat e de Henry Hazlitt, meu amigo...
  • Um observador  16/11/2015 19:15
    Daniel,

    É necessário observar os motivos econômicos apontados pelo "Professor" ali em cima.

    Mas se mesmo assim alguém achar ruim um comerciante fazer esse tipo de coisa, então que ela pare de comprar no local e avise todo mundo para fazer o mesmo. Depois que o pior passar, pode colocar um outdoor falando "esses foram os comerciantes que subiram o preço após o desastre: ...", ou coisas assim.

    Se alguém precisa tomar alguma ação, são os consumidores - não a polícia! (obs: sei que vc não é a favor da ação da polícia)
  • Daniel  17/11/2015 01:29
    Um observador
    Esse foi a primeira coisa que pensei: Boicotar e tentar obter de outra forma. E depois tentar convencer outras pessoas de fazerem o mesmo. Porém não me convenci com esse pensamento.
    Resolvi vir aqui procurando alguma ideia melhor e fiquei satisfeito com a explicação do Professor.

    Taxidermista
    Essa foi a ideia(bem simplista) inicial que tive: "comerciantes exploram pessoas necessitadas cobrando preços abusivos". Mas em momento nenhum fui a favor da polícia intrometer no comércio de ninguém, só não concordei com a atitude(que agora já faz sentido).
    Vou ler o que você indiciou.

    Obrigado pelas respostas.
  • Taxidermista  17/11/2015 11:54
    Prezado Daniel:

    Sim, meu caro, eu entendi desde o início que você se colocou contra a "polícia intrometer no comércio".
    A minha manifestação foi à vista de sua ideia inicial de que "comerciantes exploram pessoas necessitadas cobrando preços abusivos", ideia que você repensou.

    Daniel, resolvi complementar minha colaboração e trouxe à colação um artigo do George Reisman (um dos maiores economistas vivos) que vai bem no ponto:

    "Sandy: um furacão seguido de controle de preços - um desastre criado pelo homem": www.mises.org.br/Article.aspx?id=1458


    E mais esses três, que também abordam o assunto:

    "Uma defesa do preço abusivo":
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1248

    "Dez lições de economia para iniciantes - Quinta lição: os efeitos dos controles de preços": www.mises.org.br/Article.aspx?id=1422

    "Quatro mil anos de controle de preços": www.mises.org.br/Article.aspx?id=1761


    Abraço cordial.




  • Taxidermista  16/11/2015 19:16
    "a atitude dos comerciantes não são lá muito louváveis também."

    Pq, caro Daniel?

    Prezado, não é de hoje que o aparato estatal resolve "punir" comerciantes por vender a determinado preço bens que se tornaram mais escassos em virtude de alguma calamidade. Trata-se de um estúpido intervencionismo estatal na economia de mercado.

    A título de colaboração, dê uma conferida no Capítulo 1 desse livro do Howard Baetjer Jr. ("Free Our Markets"), em que ele mostra a consequência de tal tipo de intervenção com um caso (furação Katrina em New Orleans) bastante semelhante a esse de Governador Valadares:


    www.amazon.com/Free-Our-Markets-Essential-Economics-ebook/dp/B00EK3NVL8/ref=tmm_kin_swatch_0?_encoding=UTF8&qid=&sr=
  • Gabriel  16/11/2015 20:48
    Daqui a pouco vão querer chamar de volta os "fiscais do Sarney" também, e nós já sabemos que o resultado disso não foi lá muito satisfatório.
  • Anonimo  17/11/2015 09:16
    Não sobe o preço e sabe o que acontece? A água acaba em cinco minutos.E aí vai ser pior pra quem? Já o preço alto vai ser incentivo pra outras pessoas trazerem mais água ainda pra vender lá.
  • Adelson Paulo  17/11/2015 09:48
    Se algum comerciante tem a oportunidade de obter um lucro extraordinário, por possuir um bem para venda em um momento de escassez, excelente para seu negócio! É a mesma coisa que exportar carne mais cara em um momento de maior demanda no exterior, ou aumentar o preço do petróleo em uma crise no Oriente Médio, ou vender tomate mais caro na entressafra. Parabéns aos comerciantes que tinham água em estoque para auferirem este lucro!
  • cmr  16/11/2015 19:56
    A esquerda brasileira, em breve, descobrirá também que o "almoço grátis" dos haitianos, ganeses, senegaleses, sírios, etc... que estão vindo aos montes para cá, será pago por ela também.
  • Flávio  16/11/2015 23:52
    Nossa, realmente será duro sustentar esse "milhões" de imigrantes... Falando nisso, você deve ser tupi-guarani, né?
  • cmr  17/11/2015 01:48
    Só que no meu caso, que não sou tupi guarani, não tem nenhum tupi guarani me sustentando.
    Eu é que sustento vários tupis guaranis, através da FUNAI.
  • Anonimo  17/11/2015 09:33
    Não querer sustentar haitiano não tem nada a ver com raça.
  • Taxidermista  16/11/2015 20:34
    "A França e o ápice da social-democracia: impostos para todos, emprego para poucos":

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1719

  • Adelson Paulo  16/11/2015 20:46
    Não tive como evitar transpor aqui alguns trechos de um artigo da jornalista Dorrit Harazim, em O Globo, saudando a eleição do novo Primeiro Ministro do Canadá em outubro de 2015. Seguem alguns trechos:

    Justin Trudeau incluiu em sua lista de promessas de campanha a liberação imediata da maconha, uma profunda reforma do sistema judiciário, o engajamento radical do país no combate às mudanças climáticas e o retorno do Canadá a seu perfil multicultural. "Diversidade é o que somos e o que fazemos. O desenvolvimento de sociedades em que culturas diferentes possam construir algo em comum é um dos problemas globais mais urgentes e difíceis", acredita Trudeau. As legiões de refugiados errantes que vêm sendo enxotadas de fronteira em fronteira no continente europeu concordariam se pudessem ouvi-lo. Seu primeiro telefonema como chefe de governo, dado menos de 24 horas após assumir o cargo, foi para Barack Obama, na Casa Branca. Informou o presidente americano que o Canadá deixará de participar da coalizão militar contra o Estado Islâmico, liderada pelos Estados Unidos. Os seis aviões de combate canadenses atualmente envolvidos em bombardeios a alvos jihadistas serão repatriados. Em troca, oferece ajuda humanitária e treinamento militar.
  • Amarílio Adolfo da Silva de Souza  16/11/2015 22:02
    Bobagem:é só baixar uma lei proibindo a imigração, com punição de morte a quem desobedecer e pronto.
  • Amarilio Adolfo da Silva de Souza  16/11/2015 22:25
    As fronteiras européias devem ser fechadas imediatamente para os imigrantes: essas pessoas estão se reproduzindo rapidamente e não há comida para esse excedente populacional. Pena de morte aos que se atreverem a cruzar as fronteiras.
  • Luiz Silva  16/11/2015 23:15
    Será que o autor já leu sobre a estratégia Cloward-Piven?
  • Emerson Luis  24/03/2016 11:15
  • Batista  16/11/2015 23:55
    Ainda sou novato nesse site. Vejo alguns comentários pejorativos acerca do Olavo de Carvalho. Alias, foi através de artigos dele, e suas indicações, que conheci o Mises Brasil. Queria entender o motivo da discórdia entre ele e alguns comentaristas e pessoas do site.

    Inclusive, há até um podcast com o Olavo e o Bruno...
  • Anonimo  17/11/2015 09:29
    Olavo é um desinformante neocon, defende políticas externas das potências que não servem aos interesses dos pagadores de impostos mas sim das grandes corporações e grandes parasitas ligados ao governo.
    Políticas externas que em última instância acabam armando e criando os terroristas que os gringos tem que combater hoje.
    Sobre o libertarianismo ele bosteja uma merda diferente quase todo dia.Já chegou a dizer que Ron Paul é um agente russo.Veja bem, tudo, TUDO que ele fala de libertarianismo, está errado.É um espantalho tão tosco quanto esses que aparecem por aqui quase toda semana.
    https://youtu.be/PYZ-b2UJAkU
  • Felipe  17/11/2015 10:47
    Batista,

    Acho que o problema é o fato de que ele é apenas um conservador, e não um libertário (assim como muitos dos que frequentam este site).

    Por exemplo: ele é contra a descriminalização das drogas.
  • Pobre Paulista  17/11/2015 11:53
    Não. O problema é o fato que esse cara só fala besteira. O Hoppe também é conservador mas não diz asneiras.
  • Rodrigo Pereira Herrmann  17/11/2015 17:05
    Hoppe conservador?!! Jesus.....

  • Anonimo  18/11/2015 00:12
    'O Hoppe também é conservador mas não diz asneiras.'
    Errado, Hoppe é libertário de direita.
  • Luiz Silva  17/11/2015 11:11
    Ora, o Olavo tem seu pensamento nos livros, palestras e cursos, é um filósofo, conservador, emite opiniões sobre várias coisas, tem vários pontos em que concorda com os libertários, liberais, outros tantos discorda, possuem inimigos em comum: os marxistas. A essência da crítica do Olavo com relação aos liberais é na crença destes no poder da economia, do sistema econômico sobre a sociedade, sobre a cultura, o purismo e falta de praticidade na defesa de ideias e também tremenda falta e habilidade política dos mesmos, enquanto o filósofo defende uma abordagem mais ampla, começando o combate aos marxistas no campo cultural, com o resgate da Alta Cultura, valores, ocupação de espaços, etc, tendo a economia um papel menor na chamada Guerra Política. Olavo vê que em muitos casos os libertários/liberais são usados pelos esquerdistas (isso qdo n se trata de infiltração pura e simples mesmo) para determinadas bandeiras, e sem qualquer contrapartida, por exemplo, como no caso das drogas, abortos, patentes.
  • Taxidermista  17/11/2015 13:23
    "Olavo vê que em muitos casos os libertários/liberais são usados pelos esquerdistas (isso qdo n se trata de infiltração pura e simples mesmo) para determinadas bandeiras, e sem qualquer contrapartida, por exemplo, como no caso das drogas, abortos, patentes."

    Se, de fato, Olavo de Carvalho afirma isso, ele realmente está muito equivocado sobre o libertarianismo em geral e sobre o austro-libertarianismo em especial...
  • forasteiro  17/11/2015 14:44
    Isso mesmo como nesse texto que se encontra nesse link (www.olavodecarvalho.org/semana/070308jb.html) ele explica isso que você afirmou, eu também vim parar por aqui por indicação dele.
  • Batista  17/11/2015 15:31
    Em alguns casos vejo divergências das ideias desse site com o Olavo. Acho que o lado sensacionalista do Olavo causa aversão de alguns.

    Se formos observar bem, até críticos do Friedman, do Hayek, veremos aqui. Muitos aqui defendem o anarcocapitalismo, mas tem um Podcast (não me lembro qual deles, seria preciso ouvir novamente) do Bruno com o Leandro Roque, em que ele diz não ser um anarco, porém respeita a opinião de quem seja.

    Mas vejo casos de convergências, como o Podcast que citei acima, em que o Bruno entrevista o Olavo e em alguns pontos ele corrobora com as ideias do Mises em relação a economia em geral, mas discorda do Mises quando esse entra no campo filosófico.

    Outra questão que o Olavo citou nesse Podcast, é a respeito dos gastos e investimentos militares, como seriam feitos sem o Estado.

    Eu fui um dos que conheceu o Mises Brasil através do Olavo, nos seus artigos. Não sou aluno dele, discordo do apelo emocional e uso excessivo de "palavrões" em seus vídeos, mas admito que algumas ideias dele vão de encontro a algumas dos Liberais, principalmente ao objetivo comum: a liberdade e a responsabilidade (indissociáveis).

  • Taxidermista  17/11/2015 15:59
    Batista diz: "admito que algumas ideias dele vão de encontro a algumas dos Liberais, principalmente ao objetivo comum: a liberdade e a responsabilidade (indissociáveis)."

    Ainda assim essa afirmação precisa ser vista com cautela: como sabido, conservadores como Olavo de Carvalho não aplicam a liberdade "across the board".

    Libertários, diferentemente, aplicam a liberdade "across the board".


    Isso está bem explicado no Capítulo 2 de "Libertarianism Today", Jacob Huebert:

    www.amazon.com/Libertarianism-Today-Jacob-H-Huebert/dp/0313377545


    E também no Capítulo 3 de "Libertarian Anarchy", Gerard Casey:

    www.amazon.com/Libertarian-Anarchy-Against-State-Think/dp/1441125523/ref=mt_hardcover?_encoding=UTF8&me=

  • Taxidermista  17/11/2015 16:06
    O estimado Leandro Roque escreveu um artigo específico sobre a questão 'minarquismo x anarcocapitalismo':

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=704
  • Confuso  17/11/2015 17:39
    Outro dia li um comentário dele em que afirmava que todos do IMB são anarcocapitalistas. Fiquei confuso agora.
  • Taxidermista  17/11/2015 19:48
    Confuso diz: "Outro dia li um comentário dele em que afirmava que todos do IMB são anarcocapitalistas. Fiquei confuso agora."


    Nem todos do IMB são anarcocapitalistas. Alguns são minarquistas.

  • Batista  18/11/2015 12:54
    Confuso,

    Há um Podcast do Bruno com o Leandro Roque, em que o Leandro diz não ser anarco, porém, respeita quem é.

    Não me lembro qual Podcast foi, mas é de anos anteriores.
  • Taxidermista  17/11/2015 11:38
    Batista:

    os motivos das divergências são, basicamente, os mesmos motivos das divergências entre direitistas-conservadores e libertários.


    Para maiores detalhes, confira o Capítulo 2 de "Libertarianism Today", Jacob Huebert:

    www.amazon.com/Libertarianism-Today-Jacob-H-Huebert/dp/0313377545
  • Tio Patinhas  17/11/2015 15:37
    Bom dia.

    Aqui tem um artigo dele ("Por que não sou Liberal"), onde ele demonstra que não sabe o que é liberalismo:

    www.olavodecarvalho.org/semana/070308jb.html

    Aqui tem outro, onde ele demonstra que não sabe o que é libertarianismo (e apaga quem discorda dele):

    https://pt-br.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10151536571842192

    Isso sem contar as asneiras que ele propaga via youtube.

    Obrigado.

  • Anonimo  19/11/2015 16:39
    E cristãos, abram o olho: ele também não é católico coisa nenhuma.
    Astrologia, esoterismo, maçonaria, perenialismo...pesquisem direito sobre essas coisas que ele little by little vai botando na cabeça dos incautos.
  • Anonimo  17/11/2015 09:56
    Não só os EUA criaram o ISIS como também deixaram ele vivo pra chegar ao ponto de hoje
    https://www.lewrockwell.com/2015/11/bionic-mosquito/believe-government-media-isis/
  • Sérgio  17/11/2015 14:45
    E tem "libertário" culpando o Ocidente pelo ocorrido. O tal de Daniel McAdams disse que a ação dos terroristas foi uma "retaliação".
  • Sérgio  17/11/2015 14:47
    Tem muitos libertários fazendo o discurso da esquerda, culpando o Ocidente...
  • Felipe  17/11/2015 15:24
    Hummm... Onde você leu isso? Que tipo de coisa falaram?
  • Taxidermista  17/11/2015 16:04
    Mas tem direitista-conservador culpando o Ocidente, como é o caso do conhecido blogueiro da Veja.
  • Anonimo  18/11/2015 00:20
    Falar que os EUA criou o ISIS é a verdade, se é o discurso da esquerda ou não, não é isso que faz deixar de ser verdade.

  • Anonimo  18/11/2015 09:32
    Pense bem no que vc está falando, não existe esse negócio de 'ocidente'.O que existe por um lado são pessoas de bem, tentando viver em paz e os parasitas estatais que vivem de sugar o taxpayer.As guerras que Bush, Obama etc, promovem e que acabam gerando coisas como o ISIS são feitas pelos parasitas estatais pra benefício deles e dos grupos ligados ao governo deles.

    'Ocidente' é uma generalização que coloca parasitas e hospedeiros do mesmo lado, feita por gente que não está do seu lado.
  • Hollande palhaço  17/11/2015 17:27
    E o Hollande está adorando tudo isso. Ganhou mais popularidade e ainda tem apoio para aumentar seus poderes com o tal do État de Siège.

    Acho que é pelo contrário, a gauche está saindo até mais forte do que antes...
  • Rodrigo Pereira Herrmann  17/11/2015 17:28
    O Olavo tem o inatacável mérito de denunciar o pt e o foro de são paulo e a esquerdização da sociedade e o controle comunista da grande mídia há mais de 20 anos, numa época em que a hegemonia era praticamente total.

    A incoerência e radicalização crescentes de seus comentários em nada diminuem suas contribuições pra o debate intelectual no brasil. Da mesma forma, foi devido a sua persistência mórbida em furar a cortina de fumaça da desinformação que hoje resta desmascarado o projeto revolucionário da esquerda continental.

    É só reter o que é bom e descartar o resto. Não tem necessidade dessa histeria pró e contra.

  • Batista  17/11/2015 19:12
    Agradeço o posicionamento dos demais acerca do que perguntei sobre o Olavo de Carvalho.

    Seguindo na linha do Rodrigo Pereira Herrmann, sim, é preciso descartar o que não serve, e aproveitar o que pode ser útil. Ainda mais que se lermos artigos e livros do Olavo dos anos 80 e 90, é possível constatar que suas análises estavam prevendo o que ocorreria no século seguinte; muita coisa aconteceu e acontece. Fora o sensacionalismo, muita coisa que o Olavo diz faz sentido. Ainda mais quando ele disse no Podcast com o Bruno que "o Mises foi o mais filósofo dos economistas".

    Porém, ele se diz adepto do cristianismo; mas, se olharmos a quantidade de publicação dele nesse sentido, bem como seus discursos, veremos que ele se esforçou mais no aspecto da astrologia do que no cristianismo em si. Parafraseando, "ele poderia ser um dos filósofos com menor característica cristã" (se é que existe muitos filósofos cristãos).
  • Rodrigo Pereira Herrmann  17/11/2015 20:35
    "ele se esforçou mais no aspecto da astrologia do que no cristianismo em si...

    os escritos sobre astrologia datam de uma fase em que ele estava envolvido com as filosofias perenes (o tradicionalismo guenoniano e o esoterismo de schuon). é bem interessante, pra quem conhece um pouco o assunto (já li). aos poucos ele vai abandonando esse caminho para retornar ao cristianismo e ao catolicismo. de qualquer maneira, a defesa do cristianismo e das religiões reveladas já vem de longe (até mesmo do islã. daquele envolvimento com o schuon, parece surgir um interesse na filosofia muçulmana árabe-persa. publicou até um livro sobre o assunto), seja repisando os filósofos da escolástica, seja denunciando as atrocidades e perseguições que os cristãos experimentam pelo mundo. mais ainda, a preocupação central dos textos filosóficos do Olavo é restituir o papel da metafísica e da ontologia antigas que o mundo moderno substituiu pelos idealismos, positivismos e materialismos da vida. é voltar à ideia do transcendente e de Deus.

    enfim, já fui longe demais.
    (nunca fui aluno dele. apenas conheço a obra e um pouquinho da biografia)
  • Anonimo  27/11/2015 10:21
    'aos poucos ele vai abandonando esse caminho para retornar ao cristianismo e ao catolicismo.
    Mentira, quem acompanha ele no face sabe que ainda hoje ele dá valor a essas merdas.
    E como já foi dito, ele não é católico coisa nenhuma.
    Cara vc não acerta uma, putz.
  • Wolmar  17/11/2015 18:19
    Pegando carona na discussão, as colunas que o Reinaldo Azevedo e o Felipe Moura Brasil publicaram, colocam a culpa na esquerda e no multiculturalismo ocidental. Tem também outro ótimo artigo do IL que denuncia a decadencia européia causada justamente por esse multiculturalismo.

    www.institutoliberal.org.br/blog/europeus-o-futuro-nao-pertence-mais-a-voces/

    Eu não li o artigo da Dorrit Hazarin, mas pelo que eu li no coment acima, ele vai na mesma linha deste outro:

    brasil.elpais.com/brasil/2015/11/16/internacional/1447667622_460439.html

    Os enfoques são completamente distintos

    Abs
  • Mr Citan  17/11/2015 19:17
    Gostaria de saber se a Estonia também esta nesta lista de países nos quais o multiculturalismo não se cria, e assim, mais seguro.
    Na semana passada, eles detiveram uma família Armenia, que fingiram ser refugiados sírios.
  • Amador  17/11/2015 19:58
    Curioso que temos uma situação semelhante, embora com várias diferenças, no Brasil, e ninguém fala nada. Aqui houve, e ainda há uma onda migratória de grandes proporções de nordestinos para o Sudeste, com várias consequências socio-econômicas. Existe um subsídio oculto aos migrantes: eles podem invadir imóveis, terrenos e áreas de preservação ambiental, sem que as autoridades façam nada. Se não fosse esse subsídio, a migração seria bem mais controlada e não haveria o caos, e consequentemente, a xenofobia.
  • Occam's Razor  17/11/2015 21:16
    Esse problema em particular tem uma solução simples: abolir o salário mínimo. Feito isso, teremos empresas migrando em busca de trabalhadores de mais baixo custo, e não trabalhadores migrando em buscar de maiores salários.

    O salário mínimo eleva artificialmente o custo da mão-de-obra em alguns lugares, destruindo o incentivo para a migração de empresas.
  • Mr Citan  17/11/2015 23:29
    Tá lá na Constituição Federal Socialista de 1988, que a Propriedade pode e deve ter Função Social.
    Ou seja, se um burocrata julgar que seu terreno, ou um bem público for invadido, ou tomado para um bem maior, já era.
    Não sei como este povo ainda tem sangue frio para comprarem propriedades por aqui.
  • Amador  18/11/2015 13:40
    Sim, mas mesmo com essa caracterizacao de "funcao social", ainda deveria haver um processo legal para ocupacao de terras, mas nao há. Os migrantes simplesmente invadem as terras, que em alguns casos sao areas de preservacao ambiental, e ninguém faz nada, ninguem fala nada, a mídia não mostra, etc.

    Qto a questao do salario minimo, é verdade que influencia, mas nao é o unico fator. Se nao ha respeito a propriedade privada, as pessoas migram para regioes mais desenvolvidas sem arcar com os custos (aquisicao de propriedade), portanto é um subsídio velado.
  • Dallan  18/11/2015 00:24
    Quantas pessoas, entre os que aqui comentam, tem a impressão, assim como eu, de que o mundo está muito mais convergindo para um apocalíptico governo mundial, comprovando o que é dito no Apocalipse, do que para uma crise do assistencialismo esquerdista que alimentaria uma tendência liberal?

    É sério: eu, como cristão, nunca tive tanto essa sensação como nos últimos dias. Sei que muitos aqui nem mesmo são cristãos e talvez rejeitem esta ideia, mas analisando todo o contexto mundial, de forma racional, eu consigo ver o muito mais uma tendência ao advento do governo mundial, pelo Anticristo (ou, para os não-cristãos, por um indivíduo ou órgão qualquer), do que um futuro liberal ou libertário para o mundo. Ainda que eu retirasse o fator cristão do pensamento, eu teria a mesma impressão sobre o futuro da humanidade. Eu queria uma mundo mais livre e são para criar minha família, mas creio que o futuro é nebuloso.

    Exemplo: observem como a nossa sociedade reage a um atentado como o de Paris. Se eu vivo em um país social-democrata, que deseja controlar todos os apectos da minha vida, e acontece algo terrível assim, quem eu culparia, seguindo a mais banal lógica? O Estado! Quem deveria pagar pelos erros? Os governantes! Mas, pelo contrário, as pessoas tem "o sentimento de patriotismo" aumentado, o Presidente se torna um "representante máximo do sentimento da nação" e capitaliza em popularidade! As pessoas acreditam que aqueles indíviduos estão realmente tristes com o que aconteceu?

    Alguém aqui realmente acha que deste mundo pode surgir uma sociedade libertária? Digo isso não para provocar, mas sim, para lamentar. Não vejo futuro! E, pensando como cristão, seria o momento apocalíptico do fim dos tempos? Não sei! Vários cristãos, em todas as gerações, devem ter pensado que Jesus voltaria em seu tempo.

    Enfim, deixo a pergunta no ar!
  • Aprendiz  18/11/2015 14:06
    Trazendo para a discussão baseada na bíblia cristã, desde o início desse milênio a humanidade está caminhando para o apocalipse. Isso é algo que compreendo e posso conversar tranquilo; todavia para uma discussão sobre um governo mundial dá sim para analisar sem tomar referência na bíblia (neste aspecto, para falar com pessoas não próximas a você, mas eu também analiso como você). Veja só como as coisas estão acontecendo:

    Lembro-me de uma aula na faculdade que perguntei ao professor sobre a atual aglutinação dos estados e um futuro governo mundial, e ele parou um bom tempo da aula para falar sobre isso (ele é uma exceção em . Ele falou do que eu havia destacado, a integração da América do Sul, que já há um projeto de criação de moeda, porém, a união dos estados sul-americanos muito provavelmente não acontecerá sob a forma de "Mercosul"; já há o plano para integração das placas de automóveis também, além da atual facilidade de tráfego em países membro.

    Os fatores que estão ocorrendo para que um governo mundial surja são os seguintes (minha opinião):

    Aumento exacerbado do controle do estado na maioria dos países do mundo;

    guerras e conflitos provocados por um grupo de países (EUA e seus aliados);

    o novo fôlego islâmico por uma nova expansão (guerras santas);

    o futuro colapso da união europeia e sua renovação através de um real governo continental (se as coisas continuarem como estão);

    todos os conflitos que ocorrem hoje no mundo precisam de um mediador, segundo os governantes (são as opiniões que uma vez ou outra vem de forma subjetiva, como agora nos atentados em Paris, em que no final de algumas reportagens traz-se um homem que canta aquela atordoante música, Imagine - que para mim traz uma mensagem muito aterrorizante -, que ao tratar de ideais pacifistas, deixa implícito que tudo só se resolverá quando alguém intervir, mediar, acabar com as causas dos problemas mundiais - religião, armas, etc);

    a "saúde" do planeta precisa de cuidados, como alertam os ambientalistas, indo desde os que procuram espalhar a consciência ambiental desde os que apoiam a redução da população (esse é o grupo mais perigoso e melhor estruturado, com seus "estudos" sobre como a humanidade prejudica o planeta, disseminando ideias como "ser humano: o vírus da Terra", "a população está consumindo uma terra e meia", "haverá fome mundial com o aumento da população" (tsc); "aquecimento global/mudanças climáticas", "capitalismo insustentável", "o capitalismo só destrói a natureza", entre outros);

    Eu ainda poderia citar vários outros pontos, mas prefiro resumir a esses. E ainda tenho uma pérola da internet, um rapaz resolveu desenhar e idealizou como seria a bandeira mundial (essa informação cai mais pro lado dos conspiracionistas, mas não deixa de ser interessante e faz os curiosos pró estado imaginar sobre o mundo perfeito.

    PS: Não pude elucidar muito bem sobre o conteúdo perverso da música Imagine, mas espero ver o que você acha dessa música, que pra mim é perfeita pra ser utilizada por um governante mundial em um discurso popular/sentimental qualquer.

    Abraços!
  • Aprendiz  18/11/2015 15:02
    Em cima disso, Leandro, não li ainda um artigo sobre essa fase final para qual estamos caminhamos (do jeito que as coisas estão), um estado mundial (para um libertário, creio que isso é o inferno). Acho que através da analise econômica dê para fazer isso, mas ainda não base para fazer esse tipo de coisa. Isso deve sair muito interessante.

    PS: Me perdoem por sempre me referir ao Leandro, mas sempre quando falo assim espero a resposta dos membros do IMB também!
  • Batista  18/11/2015 15:03
    O assistencialismo, bem como as peripécias políticas, podem ser as ferramentas para chegar ao que você disse acima.

    Como exemplo, veja a história do Império Romano. Na Bíblia, há passagens que esse império seria derrubado; algumas ferramentas, ou meios para que isso acontecesse, podem ser observados nesse e nesse artigo.
  • Aprendiz  18/11/2015 15:29
    Concordo, esse aspecto nem mencionei pois já há uma enxurrada de comentários e artigos sobre isso. Mas foi bom mesmo você trazer esse ponto aqui.
    Ainda há o sentimento de dependência que isso causa na sociedade, cada vez mais.
    Vejo o assistencialismo como uma forma de aumentar o tamanho do estado, mas esse não irá se sustentar com essas medidas, e mais dia ou menos dia vão impor uma nova solução para essa crise, o "estado controlador mundial que salvará toda humanidade, respeitando a natureza e todas os bichinhos que nela vivem, sem guerras, sem desigualdades, e que todos serão felizes para sempre"

    imagine...
  • Dallan  18/11/2015 19:56
    Aprendiz

    Muito obrigado pela resposta! Espetacular!

    Sobre a música Imagine (não consegui entender se você é ou não cristão), mas eu posso dizer algo sobre uma visão cristã, e se você é cristão talvez tenha conhecimento do que eu vou dizer.

    Quando eu era criança (tenho 34 anos), eu frequentava a Igreja Batista e muito era falado sobre a tendência de um Governo Mundial, o "famoso microchip" da marca da Besta e sobre a Nova Era, com toda a influência hinduísta na forma de pensar da sociedade contemporânea. Falava-se sobre John Lenon e essa influência hinduísta em sua música, mas também ressaltando Imagine como prova do surgimento do Anticristo e o Governo Mundial. Quando você falou sobre esta música eu já me lembrei disso. Acho que este debate é mais forte hoje nos Estados Unidos, mas aqui no Brasil não vejo as igrejas falando tanto com este foco. Falam de governo mundial mas sem demonstrar tanta profundidade.

    Sob a ótica libertária (creio eu), um governo mundial se auto implodiria se ele fosse extremamente regulatório e opressor (com certeza seria desta forma). Assim, como qualquer sociedade deste tipo, o mundo seria um caos e haveria fome e toda sorte de malefícios. Porém, creio que quando todas as amarras morais foram derrubadas (processo de descristianização da sociedade ocidental) eo tal governo for estabelecido, nada impedirá este governo de exterminar populações sob pretexto de salvar o planeta (ambientalismo). E nada se oporá a isso. A escassez sempre poderia ser combatida "eliminando o problema". A população sempre acreditará no que a "imprensa" irá dizer.

    O que acha sobre isso?
  • Aprendiz  18/11/2015 21:12
    Obrigado Dallan.

    Não sou cristão, mas simpatizo pelo que é ensinado e não pelas igrejas.
    A respeito da música, eu sempre fui apático a ela, até o dia em que eu parei para refletir na música, e a apatia virou temor ou qualquer outro sentimento inexplicável. Desde então vejo as pessoas dizerem "oh, queria que o mundo fosse assim"; mas para ser assim como é descrito na música, é necessário um aparato que aja sobre o psicológico das pessoas, que elimine as imperfeições, e assim o mundo será melhor. Só de pensar que há pessoas que não concordam, você já imagina que pra isso acontecer vai ter que, muitas vezes, ser na base da força. Essa música retrata a última parada da ideologia igualitária (não tenho certeza disso que falei).


    Sob a ótica libertária (creio eu), um governo mundial se auto implodiria se ele fosse extremamente regulatório e opressor (com certeza seria desta forma). Assim, como qualquer sociedade deste tipo, o mundo seria um caos e haveria fome e toda sorte de malefícios. Porém, creio que quando todas as amarras morais foram derrubadas (processo de descristianização da sociedade ocidental) eo tal governo for estabelecido, nada impedirá este governo de exterminar populações sob pretexto de salvar o planeta (ambientalismo). E nada se oporá a isso. A escassez sempre poderia ser combatida "eliminando o problema". A população sempre acreditará no que a "imprensa" irá dizer.

    Sim, concordo, não tem como ser extremamente regulatório, mas pode chegar quase lá. Penso eu que, como estamos engessados com o pensamento da "democracia - o modelo certo", a maioria irá vencer. E quando a maioria aceitar absurdos em prol da paz e preservação ambiental, a minoria ficará acuada, podendo ser ceifada. Mas isso só ocorrerá depois de alguma(as) guerras que extermine alguns milhões de pessoas. Sou pessimista, mas só quando observo o que anda acontecendo. Obviamente haverá eventos que podem mudar o futuro idealizado pelo meu "achismo", mas até agora é assim como vejo as coisas.

    Só pra reforçar, isso que estou dizendo é só um exercício mental, não estou me fazendo profeta rsrs

    Acho que me enrolei um pouco com a resposta, mas é isso, qualquer coisa, estamos em um debate, é só debater.
  • Daniel Costa  18/11/2015 19:05
    Concordo com você Dallan, principalmente porque no atual sistema, cada vez mais coletivista, as pessoas viram manadas e me assombro com a bestialização delas. Acho que no "ultimo instante" não terão nenhum discernimento para defenderem a própria família.
  • Dallan  19/11/2015 02:00
    Daniel Costa,

    Creio firmemente que estamos nos últimos tempos. O projeto globalista teve muitos revéses no passado, mas acho que agora está muito avançado. Da mesma forma que a tecnologia poderia potencializar grandemente a viabilidade de um mundo libertário, ela também é o instrumento para controle e imbecilização coletiva. Falo com tristeza pois trabalho com Computação há muitos anos e fico extremamente frustrado com a maneira como as pessoas desperdiçam algo tão espetacular e se expoem tão facilmente.

    Para um cristão seria o final dos tempos, com a volta de Cristo. Porém, mesmo que eu não fosse cristão e não acreditasse na volta de Cristo, ainda assim eu teria a impressão de que estamos convergindo para um governo mundial. A diferença é que não seria o final dos tempos e talvez houvesse a possibilidade de um colapso fazer a sociedade retroceder a um mundo fragmentado novamente, mas, sinceramente, não acho que haveria volta. Como eu disse antes, sem as amarras morais que possibilitavam a existência da sociedade cristã ocidental, este governo mundial seria hábil em detectar quaisquer ameaças e eliminá-las antes mesmo que as pessoas pudessem por em práticas qualquer ato de revolta.

    Se ainda não foi possível o advento do governo mundial, é porque ainda há grandes conflitos de interesses que não foram sanados. Se dependesse das pessoas da nossa geração, esse governo já estaria em pleno funcionamento.

    Creio que é a misericordia de Deus com sua Igreja mesmo!
  • Anonimo  19/11/2015 09:29
    Bom, no final o anticristo vai perder não é mesmo? Então temos que continuar fazendo o que dá e divulgando a verdade.
  • Dallan  20/11/2015 00:31
    Eu concordo!

    Só falei sobre minha perspectiva pessoal. Não sou dos que fala que devemos parar de lutar. Pois, sendo cristão, não posso ficar inerte só por causa que acho que Jesus voltará daqui a pouco.

    Se os primeiros cristãos que formaram os Estados Unidos pensassem assim, não teriam formado a maior potência mundial. Acredito que muitos deles pensavam que a volta de Cristo seria em sua geração também, mas ainda sim não se resignaram e continuaram suas vidas e lutas.

  • Aprendiz  19/11/2015 10:37
    "no atual sistema, cada vez mais coletivista, as pessoas viram manadas"

    Me impressiona a veracidade desta frase.


    "Porém, mesmo que eu não fosse cristão e não acreditasse na volta de Cristo, ainda assim eu teria a impressão de que estamos convergindo para um governo mundial."

    Foi isso que tentei explicar lá em cima. Além disso, a palavra apocalipse já está tão batida que quando é posta em alguma discussão não é levada a sério. Tenho o sentimento de que estamos ao mesmo tempo no início e no na eminência de um governo mundial, posto que hoje, se pensarmos em todos países do mundo e as ilhas governamentais, seria dado como o início do processo, porém, temo por algum evento surpresa que mude totalmente a política global.
  • Batista  20/11/2015 14:17
    Para quem ainda não leu, procurem sobre a "estátua com pés de barro" e a relação com os impérios ao longo da história.

    "As partes do corpo eram de metal; do alto para baixo, eram feitas de metais progressivamente menos valiosos porém mais duros, começando com ouro e terminando com ferro; os pés e os dedos dos pés, porém, eram de uma mistura de barro e ferro."
  • Daniel costa  26/11/2015 23:33
    Tenho a mesma impressão sua. Os estados nacionais, como o brasil, são uma farsa e sempre nos impediram, com seus governos centralizados e falso nacionalismos,de expandir nossos individualismos. Base nisso, entendo que governos de esquerda são como catalizadores de um novo mundo apesar de parecer contraditório. Preparam, sem querer, o colapso deste farsante estado nacional já em decadência deste sua criação com os estados nacionais absolutistas mercantilistas. Eu por exemplo nunca me senti brasileiro.
  • Richard  18/11/2015 05:26
    Melhor texto que li hoje.
  • Anonimo  18/11/2015 09:01
    O objetivo é responder ao desafio do casamento interracial.Não é uma escolha.É uma obrigação. Se o voluntarismo não funcionar pra república então o estado entrará com medidas mais coercivas.
    @4:06
    https://www.youtube.com/watch?v=otd2ipDtb9U&feature=iv&src_vid=8uMjnRz2o4I&annotation_id=annotation_2551703017
  • Erick  18/11/2015 11:39
    "a "revolução vermelha" jamais varrerá a Europa. O que varrerá a Europa serão as "contas no vermelho"".

    Hahahaha
    BRILHANTE!
  • Daniel Costa  18/11/2015 18:27
    Isso tudo, sem falar na resistência, que muçulmanos têm, em assimilar a cultura cristã e capitalista. Lembramo-nos, que centenas de voluntários do estado islâmico nasceram na europa, filhos de imigrantes muçulmanos,e nunca se converteram ao nosso estilo de vida tolerante às "minorias".
  • Zé Pitaco  24/11/2015 11:50
    Mais uns 15-20 anos e os muçulmanos vão dominar a Europa podre e degenerada e, vão aplicar a sua lei Sharia, depois vão degolar todos esses traidores que recebem muçulmanos hoje! A lei muçulmana Sharia, vai matar todos os degenerados liberastas, "democratas", comunistas, judeus, pederastas, multiculturalistas e outros desse naipe!
  • Leninmarquisson da Silva  24/11/2015 11:59
    Aprendam crianças:

    Síria não tem banco nem governo marionete dos Rotschilds, logo a Síria precisa de "Democacia", e os EUA decidem então enviar armas para os "moderados", que ops, deixaram elas caírem nas mãos do IS.
    IS mata todos, desestabiliza a região e cria uma crise de refugiados que a Europa acolhe, junto com os terroristas infiltrados entre eles.
    Os terroristas fazem - e continuarão fazendo - o seu trabalho de espalhar terror; hoje na França, depois toda Europa, depois mundo, enquanto políticos "chocados" se masturbam com os seus novos superpoderes de decretar lei marcial, "estado de emergência", "alerta total" etc ao mesmo tempo a "ameaça terrorista" se torna o novo Goldstein a ser combatido em todo o mundo.

    Quando essa crise for mundial, apresentarão a solução: um governo mundial, com uma NSA mundial e nesse dia não vai mais importar se as contas da UE ou de todo mundo estiverem no vermelho. Muito pelo contrário: o desespero econômico que todos os governos deliberadamente se esforçam para criar fará as pessoas clamarem por mais estado e mais "soluções".

    É o plano perfeito.
  • anônimo  23/07/2016 10:45
    'Síria não tem banco nem governo marionete dos Rotschilds, logo a Síria precisa de "Democacia", e os EUA decidem então enviar armas para os "moderados", que ops, deixaram elas caírem nas mãos do IS.
    IS mata todos, desestabiliza a região e cria uma crise de refugiados que a Europa acolhe, junto com os terroristas infiltrados entre eles.'


    Bem isso.
    E com ajuda da Arábia Saudita, que até envolvida no 11/7 está mas ninguém diz nada pq...queridinha de Israel.
  • Eduardo Sefer  25/11/2015 20:41
    É curioso observar que as levas de imigrantes estão indo para a UE, onde a cultura do assistencialismo é forte, ao invés de tentar a sorte no Golfo Pérsico, países de maioria demográfica estrangeira, onde não há virtualmente nenhuma assistência da parte dos governos. Apenas trabalho.

    Não é possível afirmar que os refugiados estão cometendo um crime terrível, ao visar seus próprios interesses, e buscar os lugares onde suas vidas certamente serão mais fáceis. Mas é tolice esperar que o sistema assistencialista não atraia uma multidão de interessados em sobreviver às custas dele. É, aliás, a inefável tendência do estado do bem-estar social. Senão os refugiados, os próprios cidadãos passarão a viver a ilusão de que todos podem viver às custas de todos.
  • Emerson Luis  24/03/2016 10:53

    "Ao contrário do que previu Karl Marx, a "revolução vermelha" jamais varrerá a Europa. O que varrerá a Europa serão as "contas no vermelho"."

    welfare state + imigração desenfreada = colapso socioeconômico

    * * *

  • Paul Manes  23/07/2016 00:26
    Isso sem levar em conta o impacto sócio-cultural que essa imigração terá sobre a Europa.

    E ainda mais: com essa quantidade de refugiados, mais cedo ou mais tarde eles chegarão ao poder por meio do voto. Aí teremos conflitos catastróficos entre os ocidentais que querem manter seu estilo de vida e os ex-refugiados, agora cidadãos, que vão querer alterar a cultura e as tradições do "lado de cá" do mundo.
  • Roberta Barros   23/07/2016 00:27
    Eu participo de algumas redes sociais onde também participam vários jovens europeus e é uma coisa de se observar a forma como eles defendem com unhas e dentes esse sistema socialista e assistencialista europeu. Como ainda não trabalham, não se deram conta de que serão eles que trabalharão e verão o estado lhes arrancar metade do salário para sustentar essas hordas muçulmanas que chegam para exigir sua parte no assistencialismo europeu...
  • Débora Fuhrmann  23/07/2016 00:40
    Assim são muitos dos meus amigos europeus.


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