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A ameaça dos relativismos moral e cultural

Aladdin é um muçulmano que mora no Brasil há algum tempo e resolveu fazer a prova do ENEM para ingressar em um curso superior, dando prosseguimento aos seus planos pessoais.

Aladdin possui muita facilidade com produções textuais, e tem boa capacidade para construir redações e expor suas ideias de forma clara, objetiva e coerente, respeitando todas as regras gramaticais do português.

Outra característica marcante desse candidato é sua fé na religião islâmica e sua devoção aos dogmas do Alcorão.

Ao ser deparado com o tema da redação — a persistência da violência contra a mulher no Brasil —, Aladdin utilizou todas as suas capacidades de escrita e elaborou um texto formalmente incontestável. O conteúdo do texto de Aladdin, embora expressasse algumas preocupações com a crescente violência contra a mulher no Brasil, argumenta que, em algumas situações nas quais as leis do islã são feridas, seria justo que as mulheres fossem chicoteadas ou apedrejadas.

Eis a pergunta: se você fosse o avaliador da redação de Aladdin, qual nota daria para ele?

A resposta para essa simples pergunta parece dizer um pouco sobre suas verdadeiras convicções.

O problema com o relativismo moral

Pode-se dizer em relação ao relativismo moral que:

Ele consiste em três proposições: que "certo" significa (só pode ser coerentemente compreendido como) "certo para uma sociedade"; que "certo para uma sociedade" deve ser entendido num sentido funcionalista; e que (portanto) é errado que as pessoas de uma sociedade interfiram, condenem etc. os valores de outra sociedade. (Williams, 2005, p. 31-32)

Deixando-se de lado os problemas lógicos do relativismo (um relativista não pode dizer que é errado julgar outros valores), qualquer posição que abrace o relativismo (mesmo em suas formas mais mitigadas) não é capaz de fornecer uma base razoável e racional para a moralidade.

O experimento mental envolvendo Aladdin serve para mostrar como o relativismo moral (e até mesmo o relativismo cultural) é uma posição fraca e epistemologicamente irrelevante para interpretar fenômenos sociais.  A moralidade compartilhada por uma sociedade advém de um acúmulo de conhecimento social, algo que é impossível de equacionar, como o conhecimento científico, tecnológico, filosófico, artístico, religioso, histórico e diversos outros desenvolvidos por determinada cultura.

(É importante ressaltar que aqui não se pretende defender uma abordagem naturalista da moralidade, a qual assume conclusões normativas com base em premissas factuais; simplesmente se está assumindo que a evolução do conhecimento natural [acerca dos fatos] juntamente com outros tipos de conhecimento gera influências na moralidade compartilhada por determinada sociedade.)

Voltando ao caso de Aladdin, um relativista moral irá avaliar a redação desse candidato com uma nota consideravelmente alta. A posição de Aladdin em relação à punição de mulheres vem do fato de o candidato compartilhar valores culturais e morais distintos daqueles que o avaliador relativista compartilha.

Já outro avaliador que acredita que a moralidade islâmica é inferior à moralidade brasileira pode, sem dor na consciência, zerar a nota da redação do candidato muçulmano.  Parece razoável aceitar que valores morais devam ser objetivamente comparados e hierarquizados.  Determinados valores morais podem perfeitamente ser superiores a outros valores morais.

Contudo, é interessante notar como várias pessoas que criticam a violência contra as mulheres brasileiras não conseguem condenar a cultura islâmica pelo mesmo crime. Ao contrário, muitas delas enaltecem a cultura islâmica. Qual o problema em assumir que a moralidade islâmica é atrasada, suas crenças são piores e seus valores são inferiores?

Perceba que não se está defendendo a posição de que é possível estabelecer uma moralidade absoluta e correta; apenas se está assumindo que é possível estabelecer graus relativos de comparações morais[1].

Fazendo-se um paralelo com o conhecimento científico, é razoável dizer que mesmo não sabendo se a teoria X é absoluta e verdadeira, pode-se dizer que a teoria X é muito melhor que a teoria Y[2]. A moralidade funciona da mesma maneira.

O conhecimento moral compartilhado pela cultura que forma o Estado Islâmico, por exemplo, é um conhecimento moral muito inferior ao compartilhado pela cultura brasileira (mesmo a moralidade brasileira não sendo uma verdade absoluta). O conhecimento moral não depende somente das religiões envolvidas; depende de uma variedade de conhecimentos que opera sobre determinada sociedade.

No Japão, por exemplo, a violência contra as mulheres também é condenada, assim como em vários países do Ocidente, o que mostra que a religião não é aspecto determinante para o conhecimento moral compartilhado. Parece razoável aceitar que um conhecimento científico mais sofisticado tem influência sobre (mas não determina) as regras morais compartilhadas.

Sendo assim, pode-se dizer que a moralidade islâmica é atrasada, não somente pela sua religião, mas pela falta de conhecimentos científico, tecnológico, histórico e filosófico adequados.

Karl Popper forneceu o diagnóstico de que "a principal enfermidade filosófica de nosso tempo é um relativismo intelectual e moral, baseando-se este último no primeiro, pelo menos em parte" (1998, p. 389). 

Já Friedrich Hayek diz que "na esfera da conduta individual, é inegável e inevitável que os efeitos do coletivismo têm sido completamente destrutivos" (2007, p. 217).

E Popper, novamente, conclui que

Foram os intelectuais — "os revendedores de idéias de segunda mão", como os chama F. A. Hayek - que difundiram o relativismo, o niilismo e o desespero intelectual. Não há razão para que alguns intelectuais — os mais esclarecidos — não venham a ter êxito na difusão da boa nova de que a bulha niilista foi realmente para nada.

Tanto Popper quanto Hayek, nessas duas obras, procuram mostrar como a moralidade coletivista é pior do que a moralidade individualista. A valorização do indivíduo em detrimento do coletivo parece ser fruto de sociedades que desenvolveram um conhecimento científico e filosófico mais sofisticado, independentemente da religião em questão. A moralidade coletivista (ou tribalista, conforme Popper a descreve) só opera em sociedades fechadas, que não são abertas para o debate crítico e para a eliminação do erro[3].

Se as mulheres possuem mais liberdades em algumas sociedades, isso se deve ao fato de que houve evolução e alteração de todos os conhecimentos que formam a base da sociedade em questão. As sociedades mais evoluídas, e que possuem o conhecimento científico mais difundido entre os indivíduos que a compõe, são as sociedades onde as mulheres são mais respeitadas. As sociedades menos evoluídas, e com conhecimento arcaico, são as que menos respeitam as mulheres e as que mais violam os direitos individuais.

Uma pequena inclinação para o relativismo epistêmico abre as portas não apenas para o relativismo moral como também para algo bem pior: o irracionalismo.  Tanto o relativismo moral quanto o irracionalismo acabam por valorizar o coletivo em detrimento do indivíduo na esfera social.

Regras morais podem e dever ser objetivas, comparadas e hierarquizadas. O ataque ao relativismo intelectual, cultural e moral representa a reivindicação do racionalismo nas relações sociais, que é necessário para caminhar rumo à verdadeira sociedade aberta.

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Referências:

HAYEK, F. O caminho da servidão

Popper, K. A sociedade aberta e seus inimigos. Tomo 2. Belo Horizonte: Itatiaia, 1998.

WILLIAMS, B. Moral: uma introdução à ética. São Paulo: Martins Fontes, 2005.



[1] Defender esse ponto de vista não é o mesmo que defender o domínio de uma cultura sobre outra com base na força. Somente pessoas intelectualmente desonestas concluiriam coisas desse tipo com base nas premissas estabelecida.

[2] Novamente: defender que a física de Newton é superior à física de Aristóteles não implica a defesa de que os físicos newtonianos devam "converter" à força os físicos aristotélicos. Seria um absurdo fazer essa relação.

[3] O que os países como Brasil, Argentina e Japão estão fazendo, ao discutir o assunto sobre a violência contra mulheres, é justamente promover eliminações de erros na sociedade. As mulheres nesses países ainda sofrem com a violência, o que mostra que ainda existem valores fracos e ruins difundidos que precisam ser eliminados. Porém isso não exclui a possibilidade de comparação entre os valores desses países com os de outros países mais atrasados.


1 voto

autor

Diego H. F. Melo
é licenciado em Física pela PUC-Minas, licenciado em Filosofia pelo Claretiano, especialista em Temas Filosóficos pela UFMG e mestre em Filosofia pela UFMG. Atualmente é doutorando em filosofia pela UFMG. Atua nas seguintes áreas: Epistemologia e Filosofia da Ciência.

  • Liberal Clássico  03/11/2015 08:22
    Relativismos também pressupõem diferenças entre indivíduos, provocando diversidade, pluralidade e tudo mais. Enfim, tal autor foi infeliz no título, apesar de compreender sua critica.
  • cmr  03/11/2015 18:30
    Diversidade, pluralidade e tudo mais...

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1592
  • renato  03/11/2015 10:50
    A redação pode até exaltar Cthulhu, mas se for tecnicamente impecável (estando plausivelmente dentro do tema) merece um 10. Isto não tem nada a ver com relativismo moral.

    O avaliador pode dar um 10 e enviar um relatório para a polícia secreta, ou para o ministério da imigração, se achar que as opiniões do Aladdin são "problemáticas". O importante é não misturar as coisas. Quem mistura as coisas é esquerdista.
  • cmr  03/11/2015 18:22
    Só esquerdista mistura as coisas ?. E libertários não ?.

    Imparcialidade é uma palavra que no mundo real não existe, pois nem a omissão é uma forma de imparcialidade. Quem se omite, já tomou uma posição, já foi parcial.

    O ser humano é parcial e não tem como ser diferente, o que tem que ser feito é cada um assumir a sua parcialidade e parar com esses discursos fajutos de ser "imparcial".

    Logo, pode tacar zero nesse imbecil muçulmano, pois ele tem que entender o lugar dele, que é naquele monte de areia e petróleo, e não no Brasil, que é um país cristão.

    Ou ele renuncia a Alah ou volta para lá.
  • Anônimo  03/11/2015 19:26
    Não é assim que as coisas funcionam.

    O corretor não deve levar em consideração sua opinião pessoal sobre a do redator, mas avaliar, como o comentarista acima bem notou, a articulação, o respeito às regras gramaticais e a aderência ao tema - o que é perfeitamente possível. Todos avaliarão o texto de forma subjetiva, mas aqueles que derem nota de acordo com a opinião dos autores devem ser eliminados do posto de corretores. O que é possível, apesar de ser argumentável que não ocorre nem vai ocorrer numa prova organizada pelo MEC.

    Sobre a religião do sujeito e ele ser "bem-vindo" ao país ou não - o Brasil tem (felizmente) liberdade religiosa e ele não precisa renunciar a seus deuses para viver aqui. Assim como um libertário defende ações atualmente ilegais, ele pode muito bem defender ações atualmente ilegais, desde que não as pratique.
  • Ricardo  03/11/2015 22:49
    Só tem um detalhe.
    A redação do ENEM não deve ferir os direitos humanos, independente do que ou como o candidato escreva. Então se ele defende que as mulheres devem ser apedrejadas, ele vai zerar.
  • Ângelo M. Palmeira  04/11/2015 01:34
    Tenho que concordar 100% com o Renato. A função do avaliador da redação é emitir um parecer eminentemente técnico do texto. Se o autor respeita as regras da linguagem, é fiel ao tema e é capaz de tecer argumentos que sustentem seu ponto de vista, pouco importa suas ideias. A partir do momento que o avaliador se coloca na posição de julgar os pontos do vista do candidato, a prova de redação passa a ser um filtro ideológico, exatamente como ocorre com o ENEM.

    Afirmar isso não é ser relativista moral. É respeitar a liberdade de expressão.

    Se eu corrigisse a redação do Aladdin, não teria problema nenhum em dar 10 a ele, mesmo sabendo que as raízes de toda a desordem e do atraso dos países islâmicos está justamente no barbarismo de seus princípios.

    A exigência de "não ferir os direitos humanos" do ENEM, não passa de uma ferramenta que os canalhas do MEC encontraram de reprovar os que não rezam segundo sua cartilha.

    Se "discurso de ódio" realmente fosse perigoso como dizem, os EUA viveriam no caos, pois até partidos nazistas são permitidos por lá.

    minoriadeum.blogspot.com.br/2015/07/armas-nao-matam-palavras-nao-matam.html



  • Emerson Luis  21/03/2016 12:29

    Depende do que se quer dizer com "imparcialidade", outra palavra que a esquerda deturpou e vive mudando de significado conforme a conveniência do momento.

    Entendo "imparcialidade" como não dar privilégios a ninguém, não praticar o "dois pesos, duas medidas", não inventar nem esconder informações para enganar as pessoas, não favorecer indevidamente a quem quer que seja e por razão alguma.

    * * *
  • A.N.A  03/11/2015 11:42
    Excelente artigo.
    Convido a todos a assistir um vídeo em Inglês de um texto de um livro do CS Lewis escrito durante a segunda guerra mundial. Explica esse conceito com perfeição.

    www.youtube.com/watch?v=l_VYCqCexow
  • Marcos  03/11/2015 19:10
    Era o que eu iria sugerir..."O certo e o errado como chaves para a compreensão do universo".

    A propósito, também acompanho quem colocou que a redação deveria ser avaliada de acordo com os critérios estabelecidos, sem entrar no mérito do conteúdo, com todas as providências que se julgassem necessárias posteriormente ao feito, mas sem misturar as coisas.
  • anônimo  03/11/2015 12:27
    No livro civilização, de Nial Ferguson, é relatado que o Oriente médio vinha produzindo excelentes filósofos, matemáticos e astrônomos. E que todo esse avanço foi interrompido devido ao islã, que praticamente proibiu qualquer pesquisa cientifica contrária aos ensinamentos de Maomé.

    Então de fato o islã é uma religião arcaica e destrutiva, e que deve ser combatida pelo bem da civilização e do povo árabe (combatida por meios culturais e não institucionais)
  • Rodrigo Pereira Herrmann  03/11/2015 13:27
    isso revela apenas ignorância.

    Alguns dos maiores filósofos da humanidade eram muçulmanos, tendo desenvolvido muito o pensamento de aristóteles e platão (antes mesmo da escolástica). Veja Ibn Arabi, Averroes, Avicena, por exemplo.
  • anônimo  03/11/2015 13:55
    Seu argumento em nada contradiz o meu.

    Sim, houve excelentes cientistas e filósofos muçulmanos, mas até qual século? Estude e veja que com o passar do tempo a ciência no oriente médio foi fortemente condenada pelos lideres islâmicos.

    A filosofia islâmica é muito mais radical que a cristã, por isso os resultados foram desastrosos.
  • Rodrigo Pereira Herrmann  03/11/2015 14:16
    contradiz, sim. estude você, e ao menos leia o que ambos dissemos.

    esses filósofos produziram num ambiente islâmico, desenvolveram a teologia islâmica e praticaram os ensinamentos corânicos. o islamismo não os impediu, como você afirma.
  • David  03/11/2015 14:59
    Procure na internet um texto que chama: "A esplendorosa ciência islâmica".
  • anônimo  03/11/2015 15:05
    Meu amigo, clero islâmico passou a condenar a ciência moderna. Ainda na idade media estudos cientifico foram banidos, e cientistas ameaçados de morte, está tudo documentado no livro do Nial Ferguson.

    Se você acha que está tão certo, então me diz ai qual foi o último grande cientista ou filósofo muçulmano.

    E eu nunca disse que não houve um filósofo muçulmano, mas que o próprio avanço do islã, pelas instituições de poder (talvez não deixei claro essa parte), baniu o avanço da ciência no oriente médio.
  • Ângelo M. Palmeira  04/11/2015 10:55
    Até concordo com você sobre a questão do caráter nocivo do Islã. Só acrescento que não devemos nutrir pretensões universalistas sobre a nossa cultura. Os resultados nefastos da Primavera Árabe de 2011 só mostram que os conceitos ocidentais de democracia liberal e direitos humanos não são compatíveis com os valores e costumes muçulmanos. Se Ben Ali não fosse derrubado na Tunísia, Aylan Kurdi não teria morrido afogado numa praia turca. Sobre isso recomendo o excelente "Choque de Civilizações", de Samuel P. Huntington.
  • Thiago Teixeira  04/11/2015 20:09
    Sobre Islã e ciência, foi a cultura incialmente aberta do mundo islamico que produziu grande integracao do conhecimento e o evoluiu; em seguida uma radicalizacao e um retrocesso travaram essa evolução.

    Sobre o artigo, excelente. Há certos valores absolutos, e a cultura ocidental laica, em seus momentos de liberalismo, foi a que chegou mais perto desses valores.
    O relativismo moral da esquerda só evidencia sua incoerencia.
  • Anon1019  03/11/2015 12:39
    "As sociedades mais evoluídas, e que possuem o conhecimento científico mais difundido entre os indivíduos que a compõe, são as sociedades onde as mulheres são mais respeitadas".

    Não faça disso uma regra. No Brasil tu é obrigado a "competir" - em um mercado controlado - com mulheres que tem, simplesmente pelo fato de ser mulher, privilégios e apoio da "moral". Nossa moral não é verdade, o que existe é o estado enfiando goela abaixo um monte de leis e regras estúpidas, violando a liberdade, a propriedade, o indivíduo e etc.

    Parece ótimo, perfeito, belo e moral dizer que mulheres terão as mesmas oportunidades, os mesmos "direitos"(mas elas já nascem com eles, por que o estado teria que torná-los legítimos ou garanti-los? E quem disse que precisamos de estado ou que eu preciso dele?). O efeito esperado é proporcionalmente inverso. Isso só abre portas para um monte de gente incapaz de trabalhar, de prestar serviços, de argumentar e que apenas reconhecerá o estado como uma babá. Nessa posição as mulheres são o bebê, bastando apenas que alguém acabe com os privilégios ou simplesmente ultrapasse eles, sem usar a força, para que elas simplesmente gritem, chorem, pedindo por mais estado, por mais privilégios, por mais "igualdade" sem fazer o mínimo de esforço e acabando com a competitividade, tornando o mercado cada vez mais controlado, cada vez mais enfraquecido, cada vez mais sem estímulo.
  • anônimo  03/11/2015 16:37
    Pois é, e o articulista acha que essa é a sociedade 'evoluída'...
  • anon1814  03/11/2015 20:20
    Não compreendo. Isso ficou bem implicito no texto. Está sub-entendido que quem nos escreve está querendo dizer que nossa sociedade é "evoluída". A sociedade brasileira. Ele é um homem! Se ele considera essa uma sociedade evoluída e acha que as mulheres estão certas na posição que estão, que carregue esse projeto sozinho, pois eu não concordo com modelo político instaurado, que afeta toda a economia, cria diversos conflitos entre homens, mulheres e raças, usando a justificativa de "igualdade".

  • Dallan  04/11/2015 13:02
    Também achei que esse artigo flertou bastante com esquerdismos...
  • Emerson Luis  21/03/2016 12:24

    "Respeito" não é reverência nem privilégio.

    O liberalismo defende o indivíduo mulher, não "por causa" e nem "apesar" dela ser mulher, mas independentemente disso. E o mesmo vale para qualquer subgrupo: minorias étnicas e religiosas, estilos de vida alternativos, etc.

    Para o liberalismo, todo indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à propriedade privada, independentemente de a quais subgrupos ele pertence. São direitos naturais e "negativos", não impõem obrigações a terceiros.

    Daí vem a esquerda e inventa direitos "positivos" (cotas, meia-entrada, leis especiais) que, além de impor obrigações a terceiros, ainda jogam as pessoas umas contra as outras.

    A esquerda usurpou e distorceu diversas bandeiras do liberalismo, pervertendo o combate à injustiças em pretexto para privilégios e coletivismos, pervertendo a tolerância em relativismo e niilismo.

    Cabe aos liberais expor essas distorções e o que o liberalismo realmente defende.

    * * *
  • cmr  03/11/2015 12:54
    Depois quando se fala que a islamização do ocidente representa um perigo real, os politicamente corretos dizem que há islamofobia, que o islã é uma religião de paz, de amor...

    Não existe muçulmano moderado, eles são todos radicais, uns mais, outros menos.
    Tente ser cristão no oriente médio.
  • anônimo  03/11/2015 16:19
    Muita gente está levando a ferro e fogo o artigo.

    Pelo que eu entendi o autor não está condenando especificamente o islã, mas está sugerindo que inovações cientificas, a lógica e o bom senso são superiores a qualquer dogma ou crença.

    A liberdade religiosa deve ser respeitada, mas não é superior a racionalidade.

    O islã foi somente um exemplo.

    Realmente se comprado com outras religiões é muito ultrapassado, mas a religião cristã, ou melhor a igreja católica tem em nível menor também sua ignorância.

    Na idade média Copérnico foi acusado de heresia por falar que a terra girava em torno do sol.

    Hoje ainda os criacionistas insistem em dizer que não há evolução mesmo com tantos avanços científicos sobre genética, DNA ,etc

    Nenhuma religião deve ser combatida. O que pode ser feito é a elucidação de ideias cientificas.

    Agora atos violentos em nome de religião realmente devem ser combatidos.

  • Rodrigo Pereira Herrmann  03/11/2015 16:46
    você fala daquela teoria de que todos os seres provêm de uma sopa de aminoácidos que se combinaram mágica e aleatoriamente surgidos de um big bang antes do qual só havia um grande e inexplicável nada?!

    o evolucionismo não só não impugna o criacionismo como não faz outra coisa senão apelar a uma teoria miraculosa sobre o surgimento das espécies.
  • anônimo  03/11/2015 17:22
    A sopa de aminoácidos não se combina magicamente,isso já foi feito até em laboratório.
    Estou pra ver um criacionista que não use a falácia do espantalho...
  • anônimo  03/11/2015 17:59
    Engraçado.

    Não vou entrar em um discussão.

    Mas quando alguém vai ver sobre a paternidade vai analisar o barro ou o DNA ? rs

  • Tannhauser  03/11/2015 18:55
    Errado. A teoria da Evolução não é uma teoria sobre a origem da vida. Ainda não existe uma teoria consolidada sobre a origem da vida.

    A teoria da evolução busca explicar como surge a diversidade da vida.

    Segundo a teoria, as espécies que melhor se adaptam a um ambiente transmitem suas características aos seus descendentes.

    Existe uma infinidade de fatos que corrobora essa teoria, como fósseis, geologia, análises de radioisótopos, dna, etc. Também não existe nenhum fato que invalide a teoria. Mas se surgir, não tem problema, basta adaptar a teoria ou criar uma nova.

    Sugiro a você ler alguns dos livros do Richard Dawkins.


  • Rodrigo Pereira Herrmann  03/11/2015 19:30
    nenhum fato corrobora essa teoria. são apenas analogias, correspondências morfológicas, correlações.

    se você quer mostrar que as espécies evoluem e se transformam e que uma está linkada com a outra e que uma é antepassado da outra e que mecanismos biológicos mais simples ensejam outros mais sofisticados e adaptados, é incontornável a questão da origem das espécies.

    se há uma diversidade enorme de espécies, e se houve uma evolução adaptativa conforme as variações ao ambiente terrestre tal e coisa, então em algum momento havia menos diversidade, menos variações, menos complexidade. e se nada surge do nada e as espécies evoluem de seus ancestrais, é preciso admitir que todas evoluíram de uma ancestralidade comum, de um organismo primevo biologicamente simples (daí falei do caldo de aminoácidos), donde o evolucionismo levar à questão da origem das espécies, que é a questão da origem da vida. e daí a problemática insolúvel do big bang, quando surgiu algo (que ninguém sabe o que era, provavelmente elementos químicos simples) do nada em algum momento (vem o problema da eternidade e do tempo, de lambuja). e resta ainda um outro problema, que é a necessidade a priori dos esquemas de possibilidade constantes da estrutura da realidade (o logos) para explicar a constituição do mundo e a formação de organismos vivos complexos pela combinação matemática de certos elementos em certas circunstâncias.

    então, evolucionismo não explica nada (nem sequer aquilo mais imediato e concreto), não prova absolutamente nada, e não impugna coisa nenhuma.
  • Anarquista  04/11/2015 13:55
    Existe alguma outra teoria a qual explique essas questões de maneira satisfatória? Gostaria de ler sobre se existir, sei que explicar a origem do universo satisfatoriamente nenhuma irá, mas gostaria de saber de outras correntes.
  • Tannhauser  04/11/2015 13:57
    Como já havia dito, a teoria da evolução serve para explicar a origem das espécies, não a origem da Vida. É a única teoria que consegue explicar todas as evidências de fósseis, DNA, geológicas. Só por que ainda não temos uma boa teoria sobre a origem da Vida, não quer dizer que a Teoria da Evolução está errada. As teoria da gravidade de Newton está correta (parcialmente), mesmo não conhecendo a origem da gravidade.

    Já a hipótese de desenho inteligente tem que considerar que a Terra foi criada há alguns milênios, que os isótopos radioativos não decaem às taxas observadas atualmente, que as medidas cosmológicas estão todas equivocadas e que alguém enterrou fósseis no solo da Terra só para nos enganar.

    Se não gosta da teoria da Evolução basta apresentar um único fato que a negue. Apresente 1 fóssil de um homem na mesma camada de sedimento de um dinossauro ou vice versa. Menos filosofia e mais fatos.
  • Rodrigo Pereira Herrmann  05/11/2015 23:15
    isso é apenas uma tautologia.

    como expliquei, uma coisa leva à outra. e essa dificuldade não deixou de ser notada pelo próprio Darwin. da mesma forma, o eminente biólogo reconhecia explicitamente as limitações de sua teoria (as explicações mais demonstradas e as conclusões mais verossímeis se concentraram no estudo de espécimes da mesma espécie) e afirmava com todas as letras que as espécies descendem uma das outras e que a ascendência é comum e convergente em formas mais simples de organização biológica.

    você pode começar lendo a própria 'A Origem das Espécies'. o próprio Darwin irá te contradizer em muitos pontos.

    darwin-online.org.uk/converted/pdf/2009_OriginPortuguese_F2062.7.pdf
  • Rodrigo Pereira Herrmann  06/11/2015 01:16
    (pra ser mais exato, espécimes de espécies do mesmo gênero.)
  • Tannhauser  06/11/2015 13:03
    Prezado,

    Aguardo o envio de alguma evidência que contradiga a teoria da evolução ou apresente uma teoria que já não tenha sido derrubada pelas evidências.


    Saudações!
  • Rodrigo Pereira Herrmann  06/11/2015 15:42
    já leu este, ao menos?: www.amazon.com/Shattering-Myths-Darwinism-Richard-Milton/dp/0892818840

    você não leu nada, afirma coisas que os próprios autores contradizem, e ainda quer falar de evidências (como se um fóssil ou o dna fosse a suprema e inabalável evidência de que as espécies e os gêneros se originam um dos outros). faça-me o favor.

    Darwin himself sabia das limitações radicais da sua mera teoria, e de que a pergunta sobre a origem da vida era não só uma dedução natural como também algo inevitável (você parece que não entendeu nem isso).


  • Tannhauser  06/11/2015 20:54
    Aí vai a crítica e refutação do livro:

    ""googleweblight.com/?lite_url=www.2think.org/darwinism.shtml&lc=pt-BR&s=1&m=388&ts=1446839584&sig=APONPFlzElzZ3omdDdoBgPNH_-aMnLg7vA

    Não li este livro realmente. Também não li nenhum livro sobre gnomos. Meu tempo é limitado.

    Pergunto qual seria uma prova irrefutável para você da evolução. Talvez um filme sem cortes de alguns milhares de anos de um indivíduo e seus descendentes?

  • Rodrigo Pereira Herrmann  06/11/2015 21:36
    se o seu tempo é limitado (e você não é nenhum privilegiado), limite-se a debater assuntos que você estudou minimamente. é uma postura mais prudente, e nos poupará a todos dessas ironias infantis.

    fique com Deus.
  • Tannhauser  06/11/2015 23:43
    Prezado,

    Apresentei a refutação dos principais pontos do livro. Eu li livros sobre o assunto, não o apresentado por você. Solicitei um fato que refutasse a teoria, mas você simplesmente postou um link de um livro. Realmente o melhor é encerrar o assunto.
  • Batista  06/11/2015 19:03
    Qual a origem da vida? A partir de uma evolução de especies? Do macaco? Então, por que ainda há macacos na Terra, e por que esses não se transformam em humanos?

    Se não houve criação da vida, do ser humano, bem como todas as coisas existentes no universo, como poderia ter surgido, com tamanha precisão, todo esse sistema pra lá de complexo?

    Me desculpem os evolucionistas (não pretendo ofender quem pensa diferente, por favor) que não creem que haja um criador, mas, se o computador que está usando certamente foi criado por alguém e não algo que tenha surgido ao acaso de um ocorrido químico ou físico, por que com o universo seria diferente?
  • Felipe  06/11/2015 20:09
    Batista,

    Qual a origem da vida?
    Ninguém sabe exatamente... A principal teoria é que compostos orgânicos cada vez mais complexos foram se combinando até chegar a uma estrutura capaz de reproduzir a si mesma.

    A partir de uma evolução de especies?
    As formas de vida atualmente existentes, claro, teriam surgido a partir de bilhões de anos de evolução desde a primeira forma de vida.

    Do macaco? Então, por que ainda há macacos na Terra, e por que esses não se transformam em humanos?
    Muita gente ainda confunde "evolução" com "transformação", como parece ser o seu caso. Se a comida de um bicho está no alto de uma árvore, isso não significa que o pescoço dele irá crescer até que ele possa comer. Os que tem pescoço pequeno em geral vão morrer, e a tendência é que fiquem vivos (e reproduzindo) apenas quem tem o pescoço comprido. Ao longo do tempo os bichos terão um pescoço comprido e serão chamados de girafas... Não é que o pescoço do bicho começou a crescer...
    Sobre os macacos, de forma bem simples: os macacos só evoluíram nos locais em que onde era necessário evoluir para sobreviver (nas savanas africanas, por exemplo). Macacos morando em florestas conseguiam se virar relativamente bem, mesmo com pouca inteligência se comparado ao homo sapiens. Por isso surgiu uma espécie de super macacos (nós), ao mesmo tempo que macacos normais continuaram existindo.

    Se não houve criação da vida, do ser humano, bem como todas as coisas existentes no universo, como poderia ter surgido, com tamanha precisão, todo esse sistema pra lá de complexo?
    Ninguém sabe como surgiu tudo. Mas porque você acha que um deus criador é a única opção?

    (...) mas, se o computador que está usando certamente foi criado por alguém e não algo que tenha surgido ao acaso de um ocorrido químico ou físico, por que com o universo seria diferente?
    Eu devolvo a pergunta: só porque existem coisas complexas projetadas por uma mente consciente (ex. computadores), porque tudo mais no universo também precisa ter sido criado por um ser consciente?
  • Batista  09/11/2015 16:08
    Felipe,

    Eu sei da dificuldade em acreditar nas duas coisas: criação e evolução. Muitos tem resistência em acreditar na "fé", atendo somente à ciência. Outros, não imaginam um universo surgindo de combinações químicas, mas, creem que haja um Criador. Me coloco no segundo grupo. Acredito na evolução das espécies, mas como adaptação para sobrevivência, bem na base do exemplo que você citou.

    Certa vez, em uma aula de Biologia, após o professor explicar uma hora acerca do evolucionismo, do ponto de vista científico, ao final, ele surpreendeu a todos, creio que ainda mais a mim. Não lembro bem suas palavras, mas foi algo parecido: "Gente, eu acabei de explicar para vocês o que aprendi na academia, da graduação ao meu pós-doc. Isso é o que a ciência diz. Mas, o meu ponto de vista, minha opinião pessoal, é a de que há um criador para tudo o que vemos, sentimos e sabemos que existe no planeta." E saiu da sala.

    Quando você diz: "Ninguém sabe exatamente... A principal teoria é que compostos orgânicos cada vez mais complexos foram se combinando até chegar a uma estrutura capaz de reproduzir a si mesma." Seguindo esse raciocínio, se ninguém sabe exatamente, fica impossível dizer que foi 100% evolução. E os compostos orgânicos teriam surgido do que?

    Independentemente de religião (não é esse o objetivo na discussão), ao ver a complexidade das coisas, desde um ovo de codorna, passando pelas forças físicas da Terra, oceanos, até as galáxias, planetas, imensidão do universo, creio ser inconcebível a ideia de que não haja alguém responsável por isso.

    "Ninguém sabe como surgiu tudo. Mas porque você acha que um deus criador é a única opção?" E por que o evolucionismo seria a única alternativa?

    Eu devolvo a pergunta: só porque existem coisas complexas projetadas por uma mente consciente (ex. computadores), porque tudo mais no universo também precisa ter sido criado por um ser consciente?

    Felipe, me desculpe, mas assim como você, e outros, não conseguem acreditar que alguém consciente criou o universo, também não consigo vislumbrar que a evolução dos computadores tenha ocorrido - e ainda ocorra - sem a intervenção humana, ou seja, sem um Projetista.

    Ou, formulando uma em cima da sua pergunta: por que não haveria um criador para o universo, sendo que até o palito de fósforo teve um criador?

    Abraços.
  • Felipe  12/11/2015 14:37
    Batista,

    Antes de mais nada, apenas para ficar bem claro no debate: é importante não confundir teoria da evolução com teoria de surgimento da vida. A teoria da evolução não serve para explicar como os primeiros serem vivos surgiram. Ela apenas fornece uma explicação de como seres primitivos deram origem às espécies que temos hoje.

    Dito isso, se você (ou aquele seu professor) preferem acreditar que houve um criador para tudo, OK. Não existe ninguém no mundo que pode provar que vocês estão errados.
    Assim como vocês não podem provar que estão certos.

    No entanto, a teoria da evolução é uma teoria bem fundamentada e que, até então, está de acordo com as descobertas científicas e observações na natureza (Galápagos, fósseis, DNA, etc).

    Já o criacionismo é mais complicado... Apesar de ser impossível refutá-lo, seus defensores precisam fazer malabarismos argumentativos para responder a algumas perguntas... Mas para falar mais disso e dar exemplos dessas perguntas, antes eu gostaria de saber exatamente dos detalhes da sua crença.

    Você diz que algum tipo de consciência criou tudo que existe. Especificamente sobre os seres vivos, como você acredita que ocorreu esta criação? Na sua opinião, como surgiu o ser humano? Foi criado diretamente do nada ou evoluiu a partir do macaco? E se veio do macaco, o macaco veio de quem?

    Basicamente, quero entender quando você considera que a vida surgiu.
  • Leon Palma  04/11/2015 14:16
    Cara, eu não sou nenhuma autoridade no assunto, mas até onde eu sei a Teoria da Evolução, pelo simples fato de se chamar "Teoria" (cujo significado em ciência é muito diferente do que ordinariamente as pessoas lhe atribuem), já indica que existe farta prova corroborando sua premissa. Teoria científica é uma hipótese que, após ser amplamente testada, jamais foi falseada. Além do mais, a Teoria Evolutiva não se propõe a buscar a origem do universo ou das espécies, mas sim suas modificações no decorrer do tempo.
    Assista algo a respeito. Eu assisto o Canal do Pirula e do Yuri Grecco seguidamente. Não é algo do meu interesse, então eu busco informações a título de lazer; e tem muita coisa interessante lá sobre esse assunto.
  • Julio  04/11/2015 14:51
    Errado. Mesmo alguns criacionistas admitem que houve alguma evolução. A evolução é um fato, só sendo muito obtuso para não admitir. O criacionismo é que não prova nada, não demonstra nada e muito menos não consegue desmentir o evolucionismo. Com todos os avanços científicos das últimas décadas (principalmente o mapeamento do DNA), para desespero dos criacionistas o evolucionismo continua incólume.
  • cmr  03/11/2015 18:33
    "Nenhuma religião deve ser combatida."
    As religiões do mal devem sim ser combatidas. O islã é uma religião do mal.
  • Rodrigo Pereira Herrmann  03/11/2015 13:18
    1) entender a origem dos relativismos modernos que nos assombram é entender o problema e a solução;

    2) é impossível excluir a metafísica (o transcendente ontológico) do problema;

    3) como não citar Kant?!, posto que a lei moral como dever objetivo de um imperativo categórico é a única alternativa razoável para a cura do relativismo sem recorrer à moral teológica das religiões (ainda que a formulação kantiana não seja nada original e contenha algumas aporias filosóficas das quais o filósofo espertamente se esquivou).




  • Nill  03/11/2015 13:22
    "Contudo, é interessante notar como várias pessoas que criticam a violência contra as mulheres brasileiras não conseguem condenar a cultura islâmica pelo mesmo crime. Ao contrário, muitas delas enaltecem a cultura islâmica. Qual o problema em assumir que a moralidade islâmica é atrasada, suas crenças são piores e seus valores são inferiores? "
    O problema é que os esquerdistas,secularistas,relativistas,ateus gostam e simpatizam com o Islamismo. E vem o Islamismo como um aliado contra o Cristianismo,conservadores.
    Aí ! Como se protege que gosta,simpatiza,admira. O Islamismo é protegido. Aí ! Condenam a violência contra as mulheres brasileiras e não conseguem condenar a violência contra mulher na cultura islâmica. Trata-se de um caso horroso de hipocrisia e falsidade.

    Os ensinos do Profeta(falso profeta) Maóme são a fonte de toda violência contra a mulher no Islamismo. Veja esses versos do Alcorão neste site : www.answering-islam.org/mulheres/10mulheres.html

    Pior veja este texto deste site :A inequivalência de gêneros é exibida numa contexto teológico. Essa hadice mostra que a maioria dos habitantes do inferno são mulheres.

    O Profeta disse, "Eu olhei para o Paraíso e encontrei pessoas pobres compondo a maioria dos habitantes; e eu olhei para o Inferno e vi que a maioria dos habitantes eram mulheres." (Bukhari, ênfase adicionada; veja essas tradições paralelas aqui e aqui.)

    Essa hadice paralela explica que a maioria dos habitantes do inferno são mulheres porque elas são ingratas e duras para com seus esposos. Não há qualquer palavra sobre a ingratidão e dureza dos maridos. Nota-se que alguns missionários Muçulmanos e polemizadores argumentam que já que as mulheres são a maioria do mundo, só isso já basta para dar razão de que elas seriam maioria no inferno. Entretanto, respondendo, isso ignora o ponto-chave – e pode ignorar a possibilidade de que as mulheres podem ser mais espirituais que os homens. Diferentemente, a razão de que as mulheres são a maioria no inferno é que elas são ingratas e duras. Então isso nada tem a ver com maioridade matemática. O Islã claramente não honras as mulheres.

    Veja este artigo para detalhes sobre as mulheres no inferno Islâmico.

    Mohamed também foi supersticioso (veja aqui para a evidência). Esta próxima hadice diz que as mulheres são parte de um agouro maligno.

    Eu ouvi o Profeta dizer: "O agouro maligno está em três coisas: No cavalo, na mulher e na casa." (Bukhari)

    Aqui está o artigo de apoio. Este aqui também é (role até o fim do artigo até as notas finais e veja uma breve discussão sobre mulheres Muçulmanas no inferno).

    XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

    Imagine ! Se um simples pastor aí,dizer que acha que a maioria das pessoas no inferno são mulheres. Esquerdistas,secularistas,ateus,relativistas,feministas,marcha das vadias,etc. Tornariam a vida deste homem um tremendo inferno. Mas ! Maóme disse isto e é referenciado até pelas feministas.
  • anônimo  03/11/2015 18:01
    Ateus não simpatizam com o islamismo, nem com o cristianismo, nem com nenhuma outra religião... Para um ateu fica claro que as religiões são um enorme gerador de violência. Quanto mais ferrenha a fé, maior a violência gerada contra terceiros. Quanto maior o fanatismo, mais sofrimento. Historicamente a religião sempre tem servido para justificar atos de violência contra terceiros.
    As religiões criaram as cruzadas, a inquisição, o Estado Islâmico, a Al Qaeda, o enriquecimento fraudulento de pastores protestantes, a discriminação, e muitos outros males.
  • Rodrigo Pereira Herrmann  03/11/2015 18:35
    é?

    e o ateísmo criou o comunismo, o fascismo e o positivismo que, somados, mataram infinitamente mais gente. o ateísmo, turbinado pelo racionalismo de cunho iluminista, lançou as sementes de todas grandes tragédias humanitárias dos últimos dois séculos.
  • anônimo  03/11/2015 19:42
    Relacionar ateísmo com fascismo e violência é um completo absurdo.
    O fato de uma pessoa não acreditar em deuses não a torna necessariamente imoral. Muito pelo contrário: os ateus buscam a moral na lógica filosófica - no jusnaturalismo, por exemplo...

    Já com as crenças religiosas é preciso tomar cuidado: muitas das ideias morais pregadas por elas servem de justificativa para intervir na vida alheia - ou seja: violência.

    Uma visão simples sobre a questão em debate é: a moral decorrente do jusnaturalismo não pode ser violada - nem mesmo pelas religiões. A moral religiosa e consuetudinária é inferior aos direitos naturais do jusnaturalismo. As religiões que se adaptem a este fato.
  • rodrigo pereira herrmann  03/11/2015 22:04
    não, não é. absurdo é você fazer essas afirmações peremptórias sem conhecer realmente o problema.

    a questão do direito natural é infinitamente mais complexa do que isso. a discussão vem desde os estóicos e de aristóteles. mesmo a definição de aristóteles como pai do jusnaturalismo, bem como a própria definição que ele dá ao problema quando analisa o conceito de justiça, é algo controverso, que pensadores posteriores interpretaram a seu próprio modo e que apenas Eric Voegelin parece ter verdadeiramente elucidado. você sabia disso? você conhece as diferenças entre o jusnaturalismo escolástico e moderno, por exemplo? você domina a formulação kantiana, tão cara aos libertários? você tem a solução pras aporias da filosofia kantiana? você realmente conhece a moral religiosa e a história da sua formulação? você sabe rastrear a origem filosófica dos movimentos revolucionários modernos? você conhece a base filosófica do positivismo e do comunismo? você sabe a diferença entre o liberalismo inglês e liberalismo francês?

    se você sabe disso tudo, você não diria aquilo. então não venha bancar o revoltado.

    (pra anônimo não respondo mais)




  • anônimo  04/11/2015 16:34
    Muito blablabla e pouca prática. Vamos aos fatos: a mulher é dona de seu corpo (jusnaturalismo). As religiões se acham no direito de restringir o uso de seu corpo por ela. A sharia prevê apedrejamento para sexo antes do casamento. Isso não é violência?
  • anônimo  04/11/2015 16:58
    'As religiões se acham no direito de restringir o uso de seu corpo por ela.'
    Essa é uma descrição porca do que acontece no mundo real.No caso do aborto o que as religiões dizem é que matar o bebê na barriga é tão criminoso quanto matar ele fora, e nisso elas estão certas.
  • anônimo  04/11/2015 19:31
    No caso do aborto não vejo grande conflito entre a religião e o jusnaturalismo. É um caso típico de conflito de direitos. O direito à vida do bebê é um dos direitos naturais: vida, liberdade, propriedade.
    Já a sharia é claramente imoral.
    O papa defender a teologia da libertação (roubo) também é imoral. Esta imoralidade é agravada pelas enormes riquezas e valiosíssimas obras de arte acumuladas no Vaticano. Se desejam ajudar os pobres, vendam tudo e doem aos pobres antes de por a mão no meu bolso.
    A forma como pastores evangélicos induzem as pessoas mais simples a lhes darem o pouco dinheiro que possuem não tem outro nome a não ser "fraude".


  • Bruno Torrente  05/11/2015 13:09
    Por favor não acuse o ateísmo como criador de tais absurdos, pessoas contrarias a religiões incorporaram o cunho ateu em suas ideias ( ex comunismo com seu ateismo de estado forcado ) e infelizmente isso é comum. O foco é montar no imaginario das pessoas um projeto autoritário fácil de vender.

    Tomo como exemplo o roubo de ideias liberais por movimentos autoritários ( Ex esquerda moderna a favor de liberação da maconha a favor dos direitos da mulher ao mesmo tempo que prega ditadura do proletário, pegar em armas se necessário dizem eles ) e isso também ocorre com o ateismo, dizem que ateu é contra religião, inverdade, apenas pontuam os males das religioes, as vezes de forma exaltada infelizmente.


  • anônimo  03/11/2015 18:53
    Perfeito !

    Mas deixamos claro que respeitamos a liberdade religiosa.


  • cmr  03/11/2015 19:16
    Sim, respeitamos.

    Os muçulmanos lá no Oriente Médio e nós cá.
    Sem essa de multiculturalismo.
  • anônimo  03/11/2015 19:56
    Todos são livres para ter a sua religião, mas as convicções religiosas não podem ser usadas para justificar a violência contra terceiros.
    Ideias religiosas que pregam a violência, a discriminação, a crueldade, etc., devem ser rejeitadas. E as religiões que contém grande quantidade de ideias violentas, devem se transformar, ou serão rejeitadas também.

    De forma mais simples: se o sujeito quer acreditar em Papai Noel, Coelhinho da Páscoa, Fada dos Dentes, isso não interfere na minha vida.
    Agora, se o sujeito acha que tem o direito de pôr uma bomba num lugar público, atingindo inocentes, porque o deus dele acha bonito, isso é violência. O sujeito bomba e seus líderes que o instigaram a cometer tal crime têm que ser presos e punidos. Simples assim.
  • Rodrigo Pereira Herrmann  03/11/2015 20:05
    Veja bem. aproveitando o gancho. pensando alto.

    o princípio ético universal da não-agressão que é o corolário do pensamento libertário, é algo que existe há pelo menos 4.000 anos, desde a civilização védica (no Industão). e NUNCA houve uma sociedade sequer que vigorasse nos moldes aspirados pelo libertarianismo. pois é. ao contrário, sempre houve opressão, governo, reis, imperadores, chefes tribais, hierarquia, submissão, violência, expropriação, guerras, religião, e assim vai.

  • Anomalous  03/11/2015 19:54
    Boa tarde, Anônimo.

    Você disse que
    "Ateus não simpatizam com o islamismo, nem com o cristianismo, nem com nenhuma outra religião... Para um ateu fica claro que as religiões são um enorme gerador de violência. Quanto mais ferrenha a fé, maior a violência gerada contra terceiros. Quanto maior o fanatismo, mais sofrimento."
    Diga isso a Stalin e a outras ditaduras ateístas do Sec XX.

    Você disse
    "Historicamente a religião sempre tem servido para justificar atos de violência contra terceiros."

    Historicamente, parece uma falta de conhecimento de história. Em parte o que você falou é verdade, mas sempre servindo a objetivos políticos ou econômicos e se aproveitam da ignorância das pessoas na própria religião. O cristianismo genuíno não pode e nem tem como ser utilizado para fazer mal a outrem. Simplesmente porque a maior lei do cristianismo é "Amar a Deus com todas as suas forças e o próximo como a ti mesmo." Mas isto não impede que criem outras religiões e digam que é cristã e não respeitem nada do que foi ensinado por Cristo.

    Você disse
    "As religiões criaram as cruzadas, a inquisição, o Estado Islâmico, a Al-Qaeda, o enriquecimento fraudulento de pastores protestantes, a discriminação, e muitos outros males."

    Novamente, faltou conhecimento de história. As cruzadas foram uma reação a invasão islâmica do sul da Europa. Se não houvesse ocorrido esta reação, hoje a Europa já seria islâmica. E não teríamos tido renascença, nem Galileu, nem Newton e muito menos a ciência moderna.
    O Estado Islâmico e Al-Qaeda são frutos de interferência dos estados ocidentais no oriente médio.

    Há muita desinformação quando se fala em violência causada pela religião.
    O grande problema da generalização que é feita neste sentido é devido a idade média.
    Infelizmente a idade média é muito mal compreendida. Todo este manto escuro foi lançado, quem diria, pelos iluministas. Para entender este período da história temos que ter três coisas em mente:
    1 - A queda do império romano do ocidente;
    2 - O que foi que sobrou da civilização após as invasões bárbaras;
    3 - Como é que a cultura romana sobreviveu.

    A queda do império romano é marco histórico que deu início da idade média. No século V o império romano já havia se tornado cristão e ainda sim era a civilização mais avançada da época. Haviam diversas igrejas. Com os problemas econômicos devido a muito assistencialismo e políticas inflacionárias e a falta de escravos (muitos culpam o cristianismo por isso, já que muitos donos de escravos, ao se tornarem cristãos, os libertavam), o império se enfraqueceu militarmente. As invasões feitas pelos povos bárbaros causaram a queda do império.
    Mas onde foi que toda a cultura ficou abrigada e a salvo das pilhagens? Nas igrejas.

    Os povos bárbaros, supersticiosos e ignorantes, se misturaram aos romanos e isto aliado ao fato de que durante as invasões houve uma redução da população das cidades que foram para os campos, causou um declínio cultural. Os homens que lutaram contra estas invasões receberam terras e títulos de nobreza.

    A cultura romana sobreviveu nas igrejas, onde ficou guardada e foi sendo ensinada a poucos, ao clero e aos nobres. Podemos observar que na idade média teve muita filosofia e ciência feitas pela igreja. Os nobres aprendiam também, mas com uma visão aristotélica. Eles deviam aprender moderadamente, nunca exercer ao máximo. Com o tempo isto foi saindo dos templos e chegando a mais pessoas, assim, foi possível o renascimento.

  • Mohamed Attcka Todomundo  03/11/2015 13:32
    Voltando ao caso de Aladdin, um relativista moral irá avaliar a redação desse candidato com uma nota consideravelmente alta. A posição de Aladdin em relação à punição de mulheres vem do fato de o candidato compartilhar valores culturais e morais distintos daqueles que o avaliador relativista compartilha.

    Ñ acho q é kestão de relativismo moral a nota alta. Redações para concursos e vestibulares seguem parâmetros de como a redação deve ser realizada pelo candidato e corrigida pelo avaliador. A 'redaçao de tema polemico' eh texto corrente e valido em provas. em cursinhos, escolas, oficinas de texto, e por ai vai, ensinam como fazer as redações formalmente adequadas, e o tema vc escolhe: se vai polemizar ou seguir a corrente. O avaliador me deve uma correção isenta. Ele tem o direito de discordar de mim, mas ñ de violar minha convicção
    Já outro avaliador que acredita que a moralidade islâmica é inferior à moralidade brasileira pode, sem dor na consciência, zerar a nota da redação do candidato muçulmano.
    Ñ pode justamente pq viola as regras do certame. Numa prova vc tem sim q aceitar polemicas. Eh so a adequação formal da redação q ta avaliada. Isso ñ é relativismo moral, é o oposto. É respeito as normas do concurso. Alem do + um concurso tem q avaliar o conhecimento técnico do candidato em realizar uma redação formalmente correta (redaçaoes p/ provas tem normas de elaboração e desenvolvimento do tema. Ñ eh como as redações da tia Maricota no colégio, em q só precisa diferenciar gêneros fundamentais [narração, dissertação, crônica, conto, etc]) e comunicativamente preciasa (capacidade de informar a idéia claramente).

    Vou dar 2 exs. q me ocorreram a alguns anos, um quando fiz vestibular e outro durante a faculdade. O tema da redação oferecia 2 assuntos neutros (Uma boa sociedade é aquela em que cada um trata o outro com respeito – pode ser visto aki ; e arte moderna russa), e desenvolvi de jeito q pode ter parecido polemico (acho) sobre 'a boa sociedade'. Falei q a distancia entre ações e palavras das pessoas (leiam, no link acima, a proposta de tema I, da redação, p/ ficar claro) vinham da falta de hierarquia entre social entre elas, e moral entre suas subjetividades, oq facilmente é superável por normas religiosas claras, inkestionaveis pois vindas do Altíssimo, e dei 2 exs. do Islã: justamente [1] sobre a submissão da mulher ao patriarca ou marido, e deste homem ao Corão, no modo que deve educar e diciplinar as mulheres; e [2] dos deveres de respeito dos + jovens aos + velhos.

    Tenho certaza de que choquei o avaliador(a), mas recebi perto da nota máxima, porque fui claro na apresentação e na fonte do raciocínio (so cometi 4 ou 5 erros de ortografia, daí ñ ter gabaritado). Acho q fui tratado com justiça.

    No outro caso estava na diciplina de teologia (todo aluno da católica do DF faz 2 disciplinas básicas de teologia), e disse à freira q nos dava aulas q era um absurdo uma mulher tentar ensinar a palavra de Deus pq mulheres ñ são sujeitos espirituais: a mulher nunca atinge uma maioridade espiritual, sendo sempre dependente e tutelada por homens. Ela me respondeu q de certo modo eu tinha razão, pois o Testamento Cristao e o Judaico ñ conferem a mulher papel idêntico, espiritualmente, ao do homem, mas sempre secundário. E q saber disto e reconhecer esta condição é sine qua non p/ uma mulher lecionar teologia, e q no caso do catolicismo, envolvia obediência a seus superiores (no caso dela, à madre superior de seu convento e ao bispo, aos quais ela respondia e q acompanhavam sua pratica doscente) e submissão a condição q a mulher pode ter dentro da igreja. e q uma vez q seus superiores hierarquicos endossavam sua pratica, e q ela atendeu aos critérios acadêmicos, e ñ violava a doutrina, quem era eu p/ kestionar, em minha ignorância, algo q eu nen entendia?
    Tb Acho q fui tratado com justiça neste caso.

    Notou a diferença nos 2 casos? No 1º, Minha liberdade de consciência e obediência as regras do concurso/vestibular. No 2º meu dever de obediência a instituição a q voluntariamente filiei-me. Ñ teve relativismo moral.
  • edu  03/11/2015 13:46
    Nota 10 para o Aladdin, redação não deve avaliar opinião. Tem que avaliar construção, sintaxe, gramática etc.

    Concordo com o artigo, mas o exemplo do ENEM foi ruim. Dá para pensar facilmente algum tema caro aos esquerdistas que elaboram o ENEM sobre o qual muita gente teria que omitir seus pensamentos, caso o avaliador tivesse que julgar tamém quais os pontos de vista corretos.
  • Mohamed Attcka Todomundo  03/11/2015 14:04
    Concordo com o artigo, mas o exemplo do ENEM foi ruim.

    verdade. tb concordo q dá p/ discutir a superioridade ou ñ da moralidade, mas o ex do ENEM é pessimo.
  • cmr  03/11/2015 18:26
    Mas o Aladdin tem que tomar uma decisão, ou ele renuncia a Alah e fica no Brasil ou volta para a latrina de areia e petróleo de onde ele veio.

    Vide o que esses imbecis muçulmanos estão fazendo na Europa, e os europeus deixando, enquanto cristãos no Oriente Médio são perseguidos.

    Abaixo o multiculturalismo.
  • anônimo  09/11/2015 10:00
    Contanto que não agrida ninguém Alladim não tem que renunciar a p nenhuma. E nenhum árabe estaria 'invadindo' a europa se não fosse a intervenção dos países ocidentais por aquelas bandas, desestabilizando governos, armando terroristas e criando seus futuros inimigos.
  • Refugiado do socialismo  03/11/2015 14:11
    Gostei do tema do artigo !

    Países menos liberais são mais agressivos. Todos os países autoritários e menos liberais sofrem com a violência. Não se pode relativizar as coisas, achando que regras radicais podem ser aceitas pacificamente pelas pessoas.

    Um casal homosexual pode se casar tranquilamente na igreja ortodoxa e ser abençoado por Deus. Os ricos podem ter suas Ferraris. Os maconheiros podem ficar com suas laricas. Os trabalhadores não precisam pagar honorários para o governo. Os músicos podem ficar com suas batucadas e danças. Os empreenderores podem ficar com suas obseções para produzir coisas.Os judeus podem ficar com suas economias. Os alunos podem estudar sem ser doutrinados. Além de ninguém ficar de saco cheio do governo.

    A liberdade deve ser defendida sempre. Violar o direito das pessoas que não agridem ninguém, só gera violência.
  • Mohamed Attcka Todomundo  03/11/2015 15:46
    [b]tem igrejas cristãs q casam homossexuais?!!!!?!!!?
  • anônimo  04/11/2015 14:59
    Sim, mas que eu saiba, igrejas protestantes.
  • anônimo  03/11/2015 16:21
    Perfeito !

    O único limite da liberdade é somente a liberdade do outro.

  • anônimo  03/11/2015 16:43
    Na verdade não tem limite, essa é uma frase comum mas infeliz que confunde liberdade com poder
  • anônimo  03/11/2015 18:51
    Não tem limite? Então eu tenho a liberdade de entrar na sua casa sem sua permissão...rs

    Cada uma...rs

    A liberdade de um termina quando a do outro começa...

  • anônimo  04/11/2015 17:11
    'Então eu tenho a liberdade de entrar na sua casa sem sua permissão...rs'

    Qual parte de - isso não é liberdade, isso é poder - que vc não entendeu?
    Liberdade = vc só pode fazer algo com a propriedade dos outros se tiver consentimento. Os burros confundem isso com o que eles GOSTARIAM de fazer se tivessem esse consentimento.
    Se eu permito vc entrar na minha casa, vc é livre.Se eu NÃO permito vc entrar na minha casa, vc continua livre.Nos dois casos vc precisa pedir permissão primeiro.

    Mais ou menos o mesmo erro do astrólogo aqui:
    https://www.youtube.com/watch?v=PYZ-b2UJAkU

  • Mohamed Attcka Todomundo  08/11/2015 11:40
    gostei dessa distinçao q vc apresentou anonimo. pode falar + dela e por uns links p/ eu ler sobre? desde ja, obrigado.

    ________________________________________________________


    sobre esse lance q outro anonimo falou de 'igrejas ortodoxas' q casam viados. outro dia vi umas fotos de umas lesbicas numa igreja ortodoxa vestidas para auxiliar o padre no culto (os catolicos chamam isso de 'ministros da palavra', 'ministros da eucaristia' ou 'coroinhas', creio). achei estranho, e pensei q era montagem ou outro tipo de enganação. por isso tou curioso. sei q a igreja luterana da dinamarca casa bambis, mas ortodoxos eh novidade p/ mim. alguem sabe algo sobre? posta uma explicaçao ou link?

    valew
  • anônimo  08/11/2015 13:18
    Mohamed, lá pelo 23 parágrafo:
    a nenhum homem seria permitido (ou nenhum permitiria a si mesmo) invadir a propriedade de outro. Isto significaria que seu poder de ação seria limitado; porque o poder do homem sempre é limitado por sua natureza; isto não significaria qualquer restrição de sua liberdade.
    www.mises.org.br/EbookChapter.aspx?id=11
  • Mr Citan  03/11/2015 14:53
    Aproveitando este gancho, deixo meu desafio aos movimentos feministas, para que façam numa mesquita, o mesmo que os movimentos feministas fizeram na Catedral de São Paulo neste final de semana.
  • anônimo  04/11/2015 15:01
    Na verdade, já fizeram, mas em encontros muçulmanos em que são realizados no ocidente, como na França.
  • Rhyan  03/11/2015 15:03
    Não teve como não lembrar disso:
  • Rolando Escadabaixo  03/11/2015 15:14
    Achei a crítica sobre o relativismo muito válida na sociedade e no momento atual, mas creio que ela não se aplica à correção da redação do ENEM por um simples motivo: critérios de avaliação. Um dos critérios expressamente indicados e de amplo conhecimento público para não zerar a redação (independente de questões lógicas ou gramaticais) é não ferir os direitos humanos. Logo, cabe ao candidato que se julga minimamente preparado (é o caso do fictício Alladim, segundo depreende-se do texto) conhecer e respeitar tais direitos internacionalmente estabelecidos (embora raramente cumpridos).
    Se o candidato não os conhece, ou conhece mas mesmo assim arrisca desrespeitá-los, como faz Alladim, o fez por sua própria conta, e incorre no mesmo erro de quem desconhece, por exemplo, a norma padrão de escrita, ou usa propositalmente uma forma popular por acreditar que está também é uma forma válida de se expressar.
    Resumindo, é uma questão de referencial adotado. Na prova de ciências da natureza, por exemplo, não importa se o candidato é criacionista literal, ele precisa saber e responder de acordo com com o referencial científico adotado pela prova, a teoria sintética da evolução, no caso. Do mesmo modo, não importa se o candidato é muçulmano, onde certas situações envolvem a punição de mulheres com chibatadas, ou índio, onde em algumas culturas bebês com síndrome de Down são enterrados vivos. Ele deverá ter sua redação zerada pelo simples fato de ter desrespeitado uma das condições previamente indicadas como motivo para receber tal nota. Mesmo que o avaliador concorde totalmente com a argumentação de Alladim, é dever dele corrigir a redação segundo os critérios estabelecidos.
  • anônimo  03/11/2015 16:35
    Me lembrou alguns questionamentos que me tenho feito:
    Dos comentaristas deste site (IMB), quantas por cento são mulheres? Por quê?
  • Lucas Braga  03/11/2015 16:36
    Fiz o ENEM esse ano

    O Alladin pode tomar nota zero sim, por que a questão de apedrejamento diz respeito à uma pena de morte cruel. Isso está diretamente envolvido com os 'direitos humanos'.

    É muito provável que defender uma forma de pena de morte cruel, como o apedrejamento, signifique desrespeito aos "direitos humanos". Desrespeitar os "direitos humanos" é um dos critérios da redação que leva à nota zero.
  • anônimo  03/11/2015 17:19
    Pois é, esse artigo foi muito infeliz ao usar o ENEM.Só mesmo alguém que nasceu ontem pode esperar alguma lógica naquilo.
  • LegDF  03/11/2015 20:37
    O autor só utilizou um exemplo para dizer que a opinião é pessoal e não deveria ser objeto de avaliação. Desrespeitar os "direitos humanos" pode ser qualquer coisa em que a pessoa se sentir prejudicada.
    Agora amigo, se você acha que o estado vai resolver os seus problemas... Boa sorte.
  • Alexandre  08/11/2015 18:01
    Parabéns, Lucas.

    Enfim uma consideração fundamental sobre o "artigo".

    Por mais ornamentado de títulos que seja o Sr. Diego Melo, parece que não conhece um dos critérios de correção do ENEM: RESPEITO AOS DIREITOS HUMANOS.

    E respeitar Direitos Humanos significa justamente afastar-se de convicções políticas e religiosas radicais, que ainda cogitam apedrejamento e até mesmo a morte de "transgressores".

  • Frota  08/11/2015 19:35
    Oi?!

    Quer dizer que "respeitar direitos humanos" significa justamente coadunar "com práticas que cogitem o apedrejamento e a morte de humanos inocentes"?

    É isso mesmo?

    Caramba, que mundo!

    Pelo visto, o autor acertou em cheio em sua crítica. E relativistas culturais como esse Alexandre (certamente membro da bancada do ENEM, a se julgar pelo fanatismo religioso com que saiu em defesa do órgão estatal) caíram na armadilha direitinho. Tolinho.
  • Luiz  03/11/2015 16:47
    Relativismo Moral é imposição, e se os homens tbm fossem punidos ?
    é claro que esse pessoal concorda em castigar as mulheres, pois estão confortáveis.
    Eu n concordo com isso nem pra homem ou mulher, Sou Cristão convicto, mas Discordo dessas parafernálias sustentadas por alguns países, como moralidade.
  • Vinicius  03/11/2015 16:54
    Vestibular é facil, esquerdou passou.
  • amauri  03/11/2015 20:33
    Diego Melo, boa noite, podemos dizer que onde ha o coletivismo a chance de violência as mulheres (ou aos homens) tem maiores chances de serem mais comuns?
  • Henrique Zucatelli  03/11/2015 20:42
    Mesmo se comparada a cultura islâmica, acho a brasileira bem atrasada. Uma mulher não pode sair na rua sozinha que leva todo tipo de cantada, pressão e até mesmo xingamentos. Isso é agressão, isso é totalitarismo, sob o bastião do machismo brasileiro. E vivemos em um país laico. Os níveis de estupro e mutilações de mulheres é altíssimo, fora os casos de assassinato.

    Por isso li e achei o artigo deveras prolixo, pois basta tomar a máxima libertária do acordo de não agressão, que toda moral e ética se perfaz de maneira simples, clara e objetiva. Texto pouco didático mesmo para os mais afeitos a filosofia e sociologia, onde a precipua causa desse instituto é multiplicar liberdade com simplicidade.

    Cai entre nós, liberdade se aprende de cima para baixo (Mises, Hayek etc), mas se ensina debaixo para cima (vulgo be-a-bá).

    E é justamente sob o bastião da liberdade encabeçado aos mais simples que levou a Suíça a ser o que é, a independência dos EUA, etc. É sob esse guardião maior - a não agressão - é que sociedades avançadas existem. O direito de buscar a felicidade a todos e penas duras aos que se atrevem a agredir quem quer que seja.

  • Nogueira  03/11/2015 22:23
    Engraçado é que no Brasil já existe vários mecanismos para proteção das mulheres (lei Maria da Penha, delegacia da mulher, casa da mulher, etc...).

    No Brasil, também, apesar de ter a maioria da sua população conservadora cristã, nossa cultura está longe de incentivar algum tipo de violência contra as mulheres.

    Não dar pra saber qual é essa violência a que o tema do ENEM se refere, pois se ainda existe violência contra mulher, em que o estado ainda não conseguiu tratar com todas essas instituições que foram criadas, alguma coisa deve estar errado: ou são as pesquisas que estão dizendo que a violência contra as mulheres está aumentando ou é o estado que não está atuando.

    O que fica claro é que essa parece mais uma daquelas promessas que sempre fazem parte do discurso esquerdista. Agora só falta pintar a prova de vermelho e colocar a estrela do PT.
  • Dallan  04/11/2015 13:40
    Tenho certeza que este aluno receberia 10 pelo simples fato de ser mulçumano (ainda que falasse em punições físicas), mas não pelo relativismo moral e sim, pela guerra ideológica. Se fosse cristão e simplesmente enunciasse a ideia bíblica de que a mulher é auxiliadora do homem e seu papel é fornecer um ambiente de amor e cuidado aos filhos enquanto o pai busca o sustento da casa, receberia uma nota bem baixa.

    Não se trata de relativismo moral - sei que o autor não defendeu isso, estou apenas desenvolvendo o raciocínio. Se trata de guerra ideológica: derrubar o "capitalismo", o ocidente é, na essência, derrubar o cristianismo. Qualquer coisa serve, mesmo que contraditórias - islamismo e gayzismo juntos confirmam isso.

    Essas feminazis e gayzistas, quando se calam diante do Islã, só confirmam que eles são mesmo só marxistas e as causas que defendem são só fachada, as que estavam disponíveis no momento.
  • anônimo  06/11/2015 20:46
    Essa foi uma crítica ao relativismo moral extremamente infeliz, pois coaduna abertamente com a doutrinação por via de exames escolares. Valores morais precisam estar sujeitos ao debate aberto e honesto, não serem impostos goela abaixo de ninguém. Tal como todo o conjunto de idéias, apenas num ambiente livre a adequada seleção pode ocorrer.

    Até onde bem sei, o propósito de uma prova de redação não é mensurar os valores do aluno, e sim sua capacidade de formular um raciocínio, construir uma argumentação coerente, fazendo bom uso do vernáculo.

    É claro que há sistemas de valores superiores e inferiores. Mas isso não pode ser definido na base da canetada, como claramente sugere e apóia o autor do texto.

    Num livre mercado de idéias, as melhores práticas prevalecem. As incorretas e equivocadas sucumbem. Finito.

    A propósito, sou muçulmano. Creio firmemente na superioridade plena de meu sistema moral, e utilizarei todos os expedientes que a comunicação me provê para convencer meus concidadãos do mesmo, quando oportuno.

    Agora, a sala de aula não é o lugar para catequese. Deixe isso para as igrejas. Prova não é lugar de filtro ideológico. Deixe isso para a vida pública. Transformar aula numa sessão de adestramento é a suma perversão dos propósitos da educação. Como pontuara Weber,

    "O professor que sente a vocação de conselheiro da juventude e que frui da confiança dos moços deve desempenhar esse papel no contato pessoal de homem para homem. Se ele se julga chamado a participar das lutas entre concepções de mundo e entre opiniões de partidos, deve fazê-lo fora da sala de aula, deve fazê-lo em lugar público, ou seja, através da imprensa, em reuniões, em associações, onde queira. É, com efeito, demasiado cômodo exibir coragem num local onde os assistentes, e, talvez, os oponentes, estão condenados ao silêncio."
  • Rômulo C.  08/11/2015 23:09
    Recentemente, fiz um trabalho a respeito do relativismo moral. Eis minhas conclusões:

    Não é possível definir, de forma absoluta, se uma moral é superior a outra, pois não há critérios objetivos para tal. Hans Kelsen já identificou isto ao descrever que a justiça, no Direito, é relativa: como identificar o que é absolutamente justo com objetividade metodológica? A própria necessidade de uma "objetividade metodológica" é parte de uma construção essencialmente ocidental, baseada em valores que só quem aqui vive tem maiores chances de compreender, de forma tal que não podemos compreender a construção dos valores de outras sociedades sem lá vivermos. Como se daria uma comparação coerente?

    Ainda assim, este relativismo não serve para nos tirar do lugar. Decidi percorrer um outro caminho: encontrar o que é universalmente comum a todos os seres humanos.

    Não importa onde e sob qual influência, é inegável que o ser humano busca a felicidade. Não me refiro a uma felicidade que se traduz em alegria e prazer, mas ao conceito aristotélico de felicidade: plena realização de sua vida.

    Tal realização plena não pode ser definida, pois é individual e varia de acordo com o ser humano. Buscar defini-la seria obra do mais brutal totalitarismo.

    Ora, se é natural ao homem buscar a realização plena em sua vida, então podemos falar em um direito, também natural, que seja válido para todas as pessoas e em todos os casos: o direito de buscar a plena realização. Ou como coloca a declaração de independência dos USA: o direito inalienável da busca pela felicidade.

    Entretanto, este direito não pode ser absoluto, pois ameaçar a possibilidade de um terceiro de perseguir a felicidade contradiz o próprio princípio do qual partimos. Desta forma, os seres humanos estão limitados, pelo menos em um plano ideal, pelo princípio da não agressão: o ser humano é livre para buscar sua felicidade, mas qualquer agressão ou atentado contra um indivíduo pacífico é ilegitima e deve ser contida.
  • Rodrigo Pereira Herrmann  09/11/2015 02:22
    O problema é que trocamos a realidade pelo subjetivismo, no trajeto que vai do racionalismo clássico de Descartes ao idealismo crítico de Kant e ao iluminismo (com sua moral sem Deus).

    Daí, a transformação de um princípio metodológico de etnografia no dogma do relativismo cultural foi um passo.
  • anônimo  10/11/2015 06:24
    Vejam esse vídeo que interessante
    A mulher enfia uma faca na jugular do guarda com a intenção de matar, chegar a cortar o pescoço dele mas...no julgamento é absolvida
    https://www.youtube.com/watch?v=qyvIif2YL9o
    ISSO é um exemplo do que o feminismo+estatismo gera nessas sociedades 'evoluídas' que 'respeitam os direitos das mulheres' e que esse articulista parece admirar.
    Quem acha que feminismo é sobre igualdade é um candidato sério a idiota útil da pior espécie: o idiota útil left lib.
  • anônimo  11/11/2015 12:47
    Mais maravilhas dos países civilizados e evoluídos que respeitam os direitos das mulheres...
    https://www.youtube.com/watch?v=BuFuyp8aq2A

  • Marcosm  10/11/2015 21:35
    Tema muito bem explorado. Eu me espanto em como as ciências sociais entraram numa espiral de destruição a partir do século XIX. O que deveria ser uma ciência se tornou em grande parte um amontoado de justificativas toscas com o objetivo de alcançar certas metas ideológicas, que jamais são encaradas com ceticismo. É mais ou menos como se na biologia pusessem a teoria da geração espontânea como ponto de partida inquestionável e e partir daí construíssem uma série de artifícios infantis para tentar explicar a realidade à luz da premissa falsa de que seres vivos aparecem do nada.



    O "mainstream" das ciências sociais deixou de ser ciência faz tempo. Felizmente, ainda temos uma boa produção de gente séria que geralmente não é muito bem encarada nas universidades.
  • Croc  10/03/2016 20:59
    Artigo muito fraco.

    Argumentação frouxa e confusa, meio sem rumo.

    Uma mixórdia de coisas desconexas.

    Querendo falar de muitas coisas, acabou perdendo o fio da meada.

    Estilo adolescente de redação.

    Foi o primeiro artigo ruim com o qual me deparo neste site. Os outros foram excelentes.



  • Emerson Luis  21/03/2016 11:58

    O objetivo da redação é verificar se o candidato redige bem ou verificar se o candidato defende ideias "corretas"? [ou seja, politicamente corretas]

    Multiculturalismo não é a mera aceitação pacífica da existência de diferentes culturas. O liberalismo faz isso. O que os multiculturalistas querem impor é que, visto não haver verdade e tudo ser relativo, não podemos dizer que uma cultura é superior a outra em nenhum aspecto, que devemos aceitar tudo sem pensar, pois pensar é "preconceito".

    Contraditoriamente, os multiculturalistas afirmam ou dão a entender que a cultura ocidental, de base judaico-cristã e greco-romana, é a pior de todas, a causadora de todos os males da Humanidade, e deve ser dissolvida para dar lugar à Nova Ordem.

    Só falta combinar com os russos. E chineses. E muçulmanos. E...

    O multiculturalismo é um jogo de poder dissimulado dos neomarxistas. Não confunda o relativismo moral e niilismo do multiculturalismo com a tolerância racional do liberalismo.

    * * *


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