A pacífica revolução da Uber está alcançando um êxito que décadas de ativismo não conseguiram

Sede da Uber em San Francisco, sala de programação.  Estou em pé, na parte dos fundos da sala. O cenário à minha frente é de centenas de empregados absolutamente concentrados em frente a seus monitores.  Eles estão acompanhando todos os pedidos enviados e todas as corridas em andamento em centenas de cidades ao redor do mundo. 

As pessoas fazendo as negociações estão sendo conectadas entre si pelo sistema peer-to-peer (arquitetura de redes de computadores em que cada um dos pontos ou nós da rede funciona tanto como cliente quanto como servidor, permitindo compartilhamentos de serviços e dados sem a necessidade de um servidor central).

E trabalho aqui é o que não falta.  Os empregados da Uber estão, constantemente, observando os fluxos do trânsito, ajustando os preços, tentando descobrir e corrigir eventuais defeitos, testando novos recursos, monitorando a largura da banda, acompanhando todas as informações enviadas, aprovando novos motoristas, e tomando várias outras medidas para manter essa empresa de cinco anos de idade em contínuo crescimento.

Todo motorista precisa de um passageiro.  E todo passageiro precisa de um motorista.  A Uber está ali para fazer com que ambos sejam conectados da maneira mais eficiente possível — e de uma maneira que assegure que ambos os lados irão se beneficiar.

O escritório da Uber é silencioso e dotado de um amplo espaço para o trabalho.  As escrivaninhas possuem uma largura de aproximadamente 1,80 metro e são alinhadas em grupos de três.  A maioria dos empregados utiliza iMacs de tela grande, mas possuem notebooks de reserva que podem ser levados para outras áreas de trabalho, tais como pequenas salas de conferência e até mesmo pequenos cubículos criados junto às paredes.

À medida que você vai caminhando pelo escritório, você se depara com telas enormes, que vão do chão ao teto, e que mostram belas imagens em tempo real de tráfego dos veículos da Uber em várias cidades do mundo.

Há apenas sussurros na sala, dado que a maioria das pessoas fala bem suavemente.  O trabalho não parece ser estafante, e você também não vê aquelas tensas demonstrações de excentricidades que algumas vezes são associadas a startups.  Ao contrário, o trabalho simplesmente parece ser intenso e focado, e a busca pelo crescimento parece ser natural e inerente.

Se você desconhecesse toda a dinâmica política em jogo aqui, você simplesmente não captaria todo o revolucionário fenômeno que esse código está possibilitando.  Eis o que está realmente acontecendo: essas pessoas, serenamente digitando em seus teclados, estão sistematicamente arrebentando monopólios que já duram mais 100 anos ao redor de todo o mundo, uma corrida de cada vez.

Eu mesmo me perguntei se esses próprios funcionários entendem o significado disso que estão fazendo.  Afinal, os economistas vêm, há décadas, atacando e criticando o monopólio concedido pelas prefeituras do mundo inteiro aos serviços de táxi.  O setor de táxis é um ótimo exemplo de mercado totalmente protegido pelo estado e blindado da concorrência.  Os serviços de táxi são regulamentados pelas prefeituras, as quais emitem licenças que permitem que apenas determinadas pessoas realizem tal serviço.  Em quase todo o mundo o funcionamento é o mesmo: só pode prestar serviços de táxi quem o estado permite. 

A existência desse cartel protegido pelo estado não tem absolutamente nenhuma justificativa.  Trata-se de um caso explícito de protecionismo e reserva de mercado: um pequeno grupo de motoristas cria um lobby para obter um privilégio concedido e protegido pelo governo, e o excedente obtido com esse monopólio flui diretamente (na forma de financiamento de campanha) para os bolsos dos políticos que concedem e mantêm esse privilégio. [N. do E.: mas há deliciosas ironias].

Trata-se de um sistema tipicamente feudalista. 

Houve uma época em que a maioria das indústrias operava desta mesma maneira — até que a revolução liberal do século XVIII desmantelou todos os monopólios e criou o fenômeno da concorrência.  No entanto, e infelizmente, as cidades modernas ressuscitaram esse arranjo nefasto, criando serviços de táxi monopolistas que praticam preços altos, fornecem serviços abaixo da crítica, e proíbem uma livre transação entre concorrentes e consumidores — os quais, sem essa barreira estatal à entrada, estariam ávidos para entrar nesse mercado e praticar transações voluntárias.

Monografias acadêmicas e colunas de jornal vociferando contra o monopólio dos táxis, contra a corrupção endêmica que grassa nesse arranjo e contra os péssimos serviços prestados já foram escritas aos milhares.  Mas apenas argumentos racionais, mesmo que em profusas quantidades, não bastavam.  Eles não alcançavam nada.  Ninguém se mexia.  Os grupos de interesse que se beneficiavam do arranjo monopolista (cooperativas e sindicatos de taxistas) já haviam aparelhado a máquina e tinham todos os políticos no bolso.  Todo o arranjo era uma afronta, mas ainda assim persistia (uma observação que pode ser aplicada a todos os outros programas do governo).

E eis que então surgiu a Uber.  Primeiro havia apenas incredulidade: "isso nunca irá funcionar".  Depois veio a surpresa: "está funcionando!".  Depois veio o pânico: "estamos perdendo nossa reserva de mercado!".  Depois vieram os protestos violentos e desesperados liderados pelos monopolistas. 

Mais recentemente, ao redor do mundo, estamos vendo sinais de aquiescência, com vários governos aceitando, ainda que resignadamente, aquela realidade que sempre temeram: passageiros e motoristas simplesmente adoram essa nova maneira, criada pelo livre mercado, de encontrar um ao outro.

Em uma inversão da tradicional dinâmica da "teoria da escolha pública" (que diz que toda ação de um grupo de interesse gera benefícios concentrados e custos difusos), os benefícios da concorrência são difundidos por toda a cidade, ao passo que os custos de se tentar abolir essa concorrência se tornam concentrados.  Isso dá à Uber uma vantagem sobre o status quo.

No final, toda a ideia da Uber é simples.  Os motoristas se cadastram; os passageiros anunciam que precisam de uma corrida; e o aplicativo da Uber se encarrega de facilitar o encontro e a transação monetária.  É algo que jamais poderia acontecer não fosse a revolução criada pelos aplicativos de smartphones.  Esses aplicativos em conjunto com a ubiquidade dos smartphones são o que possibilitam que passageiros se comuniquem com motoristas sem terem de balançar os braços na rua na esperança de que a pessoa certa esteja eventualmente passando por ali.

O aplicativo também permite um cuidadoso monitoramento de qualidade.  Os passageiros atribuem notas para os motoristas.  Os motoristas, por sua vez, também classificam os passageiros.  Ambos têm um forte incentivo para fazer com que a experiência seja a melhor possível, pois ambos têm interesse em repeti-la.

Redução de acidentes causados por embriaguez, redução do congestionamento nas ruas, novas finalidades para a carona solidária, novos empregos — todos esses benefícios já eram previsíveis, mas ninguém os previu.

Para mim, o mais incrível tem sido a política criada por essa revolução pacífica: consumidores rapidamente se tornaram também ativistas pela livre concorrência nos transportes.  Suas manifestações em apoio aos serviços de carona possibilitados pelo sistema peer-to-peer têm sido tão intensas e sonoras, que o establishment político em vários países do mundo teve de recuar.  E mesmo naqueles casos em que o poder dos taxistas é enorme, o livre mercado desferiu um poderoso golpe ao obrigar o cartel a reduzir dramaticamente seus preços.

Em tempos modernos, raramente uma empresa conseguiu se mostrar tão agressiva e ousada ao atuar contra as regulamentações estatais.  A Uber adentra as cidades quase que invisivelmente.  Um motorista quer dirigir.  Ótimo.  Um cliente quer uma corrida, e esse motorista concorda.  Trato feito, negócio fechado.  Mais motoristas se alistam nesse mercado promissor.  O livre mercado se expande.  A única maneira de você realmente perceber esse incrível fenômeno ocorrendo em tempo real é baixando o aplicativo e observando os carros na sua vizinhança.

Ano passado, estive na cidade de Wichita, estado do Kansas.  Na recepção do grande hotel em que estava hospedado, localizado exatamente no centro da cidade, perguntei se havia Uber na cidade.  A recepcionista me disse que não, e complementou dizendo que poderia chamar um táxi, o qual não demoraria mais do que 30 minutos para chegar.  Apenas para me certificar, abri o aplicativo do celular e vi que havia nada menos que quatro motoristas da Uber em um raio de um quilômetro do meu hotel.  Cliquei o botão e praticamente logo em seguida entrei no carro.  A recepcionista do hotel nunca entendeu o que aconteceu.

Praticamente todas as pessoas que já o utilizaram têm suas próprias histórias para contar.  Particularmente, as minhas favoritas são aquelas que envolvem as várias vezes em que utilizei o serviço para burlar as ridículas restrições em voga em vários aeroportos ao redor do mundo.  Há vários alertas nos aeroportos: utilize apenas veículos autorizados.  Não aceite caronas de uma pessoa que lhe aborde.  Utilize apenas os despachantes oficiais.  Certo.

O fato é que, no final, nem mesmo a mais rígida segurança aeroportuária pode impedir que um passageiro seja apanhado por amigos.  E os motoristas da Uber se vêem dessa maneira.  Eu clico no aplicativo e em seguida ligo para o motorista para combinar um bom local para ele estacionar, exatamente como você faria com um amigo ou com um familiar.  Funciona sempre.  E, para completar, há ainda aquela maravilhosa sensação de prazer oriunda do ato de, pacificamente, driblar sistemas monopolistas mantidos por meio da coerção e da ameaça de violência.

Perguntei a um funcionário da Uber se aquelas pessoas ali se vêem como revolucionários políticos.  Ele disse que "absolutamente não".  Eles são ativistas de direitos civis, mas com conhecimentos tecnológicos.  Eles apenas criaram uma maneira de fazer com que pessoas que podem acrescentar valor à vida de terceiros se encontrem, transacionem livremente e cooperem voluntariamente.

No final, é exatamente isso o que o ativismo de livre mercado proporciona.  Ainda assim, a maneira como tudo está acontecendo é bastante surpreendente.  Dez anos atrás, eu jamais imaginaria que um time de programadores em um pequeno escritório em San Francisco deixaria de joelhos poderosos e centenários monopólios estatais em Nova York, Moscou, Pequim e em centenas de outras cidades ao redor do mundo.

Mas esse é o poder da tecnologia aliada ao livre mercado.  Esse é o poder da escolha humana, que torna tudo isso possível.

__________________________________

Leia também:

As aplicações P2P quebrarão os monopólios e as reservas de mercado, e tornarão todos capitalistas 

Uber, livros e os duzentos anos de conspiração contra o público consumidor

A batalha pela liberdade econômica – todos os louvores às empresas Uber e Lyft 

Uma solução de mercado para a briga entre taxistas e Uber

A surpreendente moda do "LUBERalismo" - um motivo para nos animarmos


0 votos

SOBRE O AUTOR



OFF-TOPPIC: pessoal do IMB, seria possível vocês redigirem um artigo refutando as teorias conspiratórias sobre o Nióbio que abundam desde a época do Enéias? Quinta-feira o Instituto Liberal reiniciou o debate, e seria ótimo se vocês dessem continuidade. Eis o que comentei no website do IL, é o que resumidamente penso do assunto:

"Se há indícios concretos ou, ao menos, motivos para crer que as empresas autorizadas pelo Estado brasileiro a retirarem do solo e comercializarem este metal estão cometendo fraudes de qualquer natureza, em conluio com grupos estrangeiros ou não, a solução é, em se confirmando as irregularidades, rescindir os contratos de permissão em vigor e abrir este mercado para mais empresas interessadas no empreendimento - seja lá de onde elas forem. A que oferecer a melhor barganha leva as jazidas - e paga impostos sobre tudo o que produzir. Elevar o preço na marra? Claro, abusar desta condição de quase monopolista pode funcionar no começo, mas no médio prazo surgirão alternativas de melhor custo-benefício para atender a demanda daqueles insatisfeitos com a situação. Deixar de vender o Nióbio como comodittie e agregar valor ao mineral em nossa indústria da transformação? Seria ótimo, se nosso parque industrial não estivesse parado no tempo desde meados do século passado. Só falta criarem a estatal NIOBRÁS no Brasil, que dará origem ao escândalo do NIOBRÃO. O brasileiro não aprende mesmo: sempre achando que vai encontrar um bilhete premiado no chão e poderá passar o resto da vida bebendo e sambando."
"Tal afirmação nunca foi feita. Em ponto nenhum do artigo. E nem em nenhum outro artigo"

Não me refiro à uma frase ou texto escrito nos artigos do IMB. Estou questionando a percepção daqueles que defendem esse modelo de afrouxamento da terceirização proposto pelo governo, pois essa discussão toda é parte da realidade em que estamos vivenciando. Aliás, não creio que esse artigo seja uma mera exposição teórico-dissertativa acerca do que seria e quais os benefícios de uma terceirização segundo os liberais, muito menos um texto desvinculado da conjectura atual, como você transparece para quem lê. Logo, minha indagação é pertinente, ainda que, o que questiono, não esteja explicitamente escrito no artigo.

Em relação ao artigo linkado, em momento algum vi algo a mostra que abordasse diretamente o problema terceirização-corporativismo privado que eu levantei acima. O que mais se aproxima seria esse trecho:
"Em primeiro lugar, a ideia de que custos menores para empresas é algo ruim. Além do fato de que custos baixos permitem maior acúmulo de capital — o que possibilita mais investimentos e mais contratações —, falta explicar como que custos de contratação menores podem ser ruins para pessoas à procura de emprego."
Sim, não há problema algum em um empresário tentar reduzir seus custos para se adequar a concorrência e auferir maiores lucros. O entrave se encontra, como eu falei, no empresário monopolista que não possui um fator invísivel para motivá-lo à otimizar sua produção. A mão visível do Estado garante que seu produto inevitavelmente será consumido e, com isso, seu lucro será certeiro. Por conseguinte, não há a preocupação constante deste em inovar, melhorar a qualidade, aumentar a produtividade da sua mão de obra. Nesse sentido, a terceirização beneficia esse empresário, justamente por rebaixar seus custos com contratados (temporários ou não) à niveis abaixos daquilo que os empregados produzem, sabendo se que eles estão confortáveis em relação aos processos trabalhistas que enfrentarão (ajudinha estatal). Bem como, estagna ou retarda as inovações, tendo em vista que sua produção atual será adquirida pelos consumidores à um preço "monopolístico" durante um tempo maior que o de uma concorrência que existiria num livre mercado. Ademais, seu produto foi feito empregando mão-de-obra com um ônus muito abaixo daquilo que ela de fato produz. Desse modo, a margem de lucro é gigantesca, sendo que esse lucro pode sim ser revertido em capital para futuras melhoras, o que, na minha opinião, não aflinge ou preocupa de modo algum uma empresa monopolista, pois esta pode facilmente pegar crédito subsidiado de bancos estatais, ou ser empreendido em outros investimentos pessoais e, na minha percepção, fúteis e de pouco potencial de gerar valor no futuro.

ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • Conservador  13/10/2015 14:19
    Excelente artigo.
  • Alguem  13/10/2015 14:35
    Mas no Brasil O uber foi "estatizado", meio que virou um "taxi preto".

    Só para obter a licença para ser motorista do uber, pode chegar a R$ 60 mil em SP.

    poxa isso não é livre mercado.
    www.valor.com.br/empresas/4262994/licenca-para-motorista-do-uber-pode-chegar-r-60-mil-em-sp
  • Ricardo  13/10/2015 14:48
    Não, não seria livre mercado. Mas não é isso o que está acontecendo:

    Uber vai continuar operando em SP mesmo com fiscalização

    Representante da empresa diz que serviço não quer ser enquadrado na categoria de táxi

    O Uber declarou guerra à prefeitura de São Paulo e avisou que vai continuar operando, com ou sem fiscalização, depois de o governo ter fixado novas regras para o transporte coletivo individual


    oglobo.globo.com/rio/uber-vai-continuar-operando-em-sp-mesmo-com-fiscalizacao-17744680?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=O%20Globo


    E outra coisa, ainda que você estivesse correto, essa seria apenas mais uma pororoca (coisas que só acontecem no Brasil). No resto do mundo, não tem nada desse papo.
  • mauricio barbosa  13/10/2015 15:08
    Alguem!Pode ficar tranquilo pois se o Uber se aliar ao cartel por conveniências, tu pode ter certeza que outros concorrentes surgirão no rastro dela e dos taxistas,enfim é um caminho sem volta,viva o Uber,viva a internet e principalmente a livre-concorrência.
  • Alguem  13/10/2015 15:19
    Olha o papo que está na noticia:

    Fernando Haddad reagiu:
    — Vamos analisar. Mas nós precisamos zelar para que essa expansão quantitativa e qualitativa se dê debaixo de um guarda-chuva regulatório. Dessa regulação nós não podemos abrir mão.


    "Especialistas Divergem"

    Para o advogado Rosan Coimbra, especialista em trânsito e transporte, o Uber não pode deixar de cumprir com suas responsabilidades:

    — Todo serviço de transporte individual de passageiro é concessão do município. Não adianta querer maquiar a situação e dizer que isso não é transporte público. Não é o fato de não ter taxímetro que vai mudar a natureza das coisas.

    -------------------------------------------------------
    Esse inferno nunca vai acabar, olha a mentalidade dos caras que se dizem especialistas, olha a mentalidade do prefeito.




  • Mohamed Attcka Todomundo  13/10/2015 18:08
    Esse inferno nunca vai acabar, olha a mentalidade dos caras que se dizem especialistas, olha a mentalidade do prefeito.

    zumbis ñ tem mentalidade. continue desobedecendo e deixe-os perecer!
  • Carlos  13/10/2015 15:05
    A revolução pacifica acaba quando o Estado decide não ser pacifico.

    A revolução só vai acontecer quando as pessoas entenderem e apoiarem com vigor o liberalismo.
  • Mohamed Attcka Todomundo  13/10/2015 18:11
    A revolução pacifica acaba quando o Estado decide não ser pacifico.

    continue desobedecendo! mesmo violencia tem limites. no DF por ex. tem 3 milhoes de habitantes e só 20.000 PMs. ha leis q eles ja desistiram de aplicar ou monitorar.

    A revolução só vai acontecer quando as pessoas entenderem e apoiarem com vigor o liberalismo.

    dito doutro modo, continue desobedecendo!
  • Renato La Porta Pimazzoni   13/10/2015 15:05
    Viajo há décadas e nunca encontrei serviço de táxi decente
  • Thiago Teixeira  14/10/2015 01:26
    Lembrei de um programa da TV paga, em que o ator britanico se deixa se enrolado por picaretas em várias cidades do mundo: praga, amsterdan, rio, buenos aires... Esqueci o nome do cara e do programa...

    Enfim, em Buenos Aires, ele avidamente procura ser enrolado, quando começa a demorar ele apela, e explica: "na minha experiencia em sofrer golpes, os táxis são um ótimo lugar para começar"

    Ele pegou um taxi, surpreendentemente recebeu o troco certinho, foi bem tratado... Mas recebeu o troco em notas falsas... A corrida de 15 dólares custou 50...
  • Nenev  14/10/2015 12:46
    Qual o nome do programa?
  • Davi  15/10/2015 06:53
    Capitais do delito (Scam City). Passa no NatGeo. Excelente programa para se evitar ciladas como turista ao redor do mundo. E de fato o programa mostra que os taxistas são os campeões em golpes a turistas, em todo o mundo.
  • Lygia Pimentel  13/10/2015 15:06
    Quando bate no bolso do cidadão ele deixa o socialismo na gaveta.
  • Mohamed Attcka Todomundo  13/10/2015 18:12
    kkkkkkkkkkkkkkkkkk! disse tudo
  • Pedro Ivo  13/10/2015 20:39
    Socialismo só com o dinheiro alheio.
  • Carlos Magno   13/10/2015 15:07
    Aí os socialistas dizem: "quem nos protegerá dos monopólios senão o estado?" Meu amigo: O ESTADO CRIA E SUSTENTA OS MONOPÓLIOS, ACORDA, QUERIDÃO.
  • André Macedo  13/10/2015 15:08
    Mises como sempre determinante. Os poderosos tremem com as iniciativas voluntárias proporcionadas pelo livre mercado.
  • jackson  13/10/2015 15:39
    Ontem em BH peguei um UberX.

    o carro nao precisa ser preto. e ai, como vao "multar" o cara? pq carro sedã e preto já ta marcado. e um Voyage cinza, como o que viajei ontem?

    sem falar que o nivel de conversa do cara... brincadeira! que motorista educado, fala bem, nao faz nada de errado no transito... carro hiper limpo.

    e fico pensando tambem no recibo do Uber. acabou a "mafia da nota" do cara que viaja pela empresa e forja um valor pra ROUBAR a propria empresa.

    o recibo chega no email com horario, caminho percorrido, valor da tarifa...
    a empresa solicita o email de recibo do funcionário, e o valor que será restituído é exatamente o valor da corrida. 100% justo e sem essa malandragem abominavel de nota fria

    taxista e donos de frota que sao contra o Uber eu "entendo" pq querem garantir sua "boquinha"

    mas um cidadão qualquer ser contra?

    até agora nao consegui ver uma desvantagem num serviço como o Uber.
  • Magnum Rocha   13/10/2015 16:25
    Só tenho uma dúvida. Com esse monte de vagabundo qie há no Brasil... Quem irá garantir a idoneidade do condutor? E a conservação do veículo?
    Até no sistema oficial de táxi... Há problemas a este respeito... Quem dirá os de fora?

    Solucionados estes questionamentos... Sou a favor do Uber. Infelizmente, vivemos num país em guerra.
  • Vinicius Rocio   13/10/2015 16:27
    Os usuários do app dão nota ao condutor. Se ele tiver uma nota baixa, você recusa.
  • Raphael Brom  13/10/2015 16:28
    O mercado.

    O sistema atual de táxis é assim porque ele é formado por um sindicato com interesses políticos. A partir do momento que esses monopólios/carteis são quebrados, o mercado abre para novas coisas. Se o Uber começar a fazer merda igual aos taxistas, os clientes vão boicotar o serviço, obrigando eles a melhorar. Quando se tem opções, o consumidor ganha o poder de decidir qual empresa vai para frente e qual vai falir.

    O principal problema é que essa interferência absurda do estado inibe que o país tenha uma diversidade de empresas, isso retira o poder das mãos do consumidor. Por esse motivo o Uber é tão importante, ele está sendo uma revolução para a liberdade de escolha.
  • Victor Azevedo  13/10/2015 16:30
    Se vc tiver qualquer problema, vc relata ao aplicativo. Não usei no Brasil, usei na California, então tudo que irei relatar aconteceu lá.

    Um amigo esqueceu sua GoPro no banco traseiro do veículo. Na mesma hora ele contactou o app, que forneceu o telefone do motorista. A devolução da câmera aconteceu em 5 minutos. Quando vc solicita uma corrida, ele te informa o modelo do veiculo, vc se não gostar, pode recusar.

    Assim como vc avalia o motorista, vc pode reclamar do veiculo. Tive uma experiencia de um motorista que não apareceu e fui cobrado em 5 dolares. Na mesma hora relatei ao App e recebi um voucher de 20 dolares pelos transtornos. Isso tudo resolvido em questão de 5 minutos. A garantia é o mercado que faz... se um motorista cometer um crime, fica muito mais facil rastrear, como no caso da GoPro perdida. Sem contar que fica no GPs o trajeto que vc fez, ou seja, segurança total.
  • Bruno Fonseca  13/10/2015 16:32
    Magnum...comecei a usar o Uber recentemente e conversei bastante com os motoristas. Parece-me que o Uber avalia antecedentes criminais e tem um código de conduta muito rígido para garantir uma uniformidade na qualidade do serviço. Todos os carros que eu peguei até agora estavam impecavelmente bem cuidados e o tratamento que o motorista oferece está num outro nível de qualidade: sempre perguntam se o cliente quer água, balinha, qual a preferência de trajeto, se a temperatura do ar condicionado está adequada e se existe alguma rádio de sua preferência. Todos eles perguntaram essas coisas para mim. Muito bacana mesmo.
  • Diogo Pandolfo   13/10/2015 16:34
    Quem deve fiscalizar o serviço? O consumidor. Se o serviço é bom você usa, se é ruim se busca a concorrência. Por isso a importância de mercado aberto, concorrência livre, sem intermediários, os quais são caros e inúteis (sindicatos, políticos, burocratas em geral).
  • Philip Walter Hime   13/10/2015 16:31
    Hoje alguém garante a idoneidade do taxista? O Uber tem mais chance de garantir que a prefeitura.
  • Henrique  13/10/2015 16:31
    Jeffrey Tucker tem a incrível capacidade de nos fazer maravilhar pelos mais simples detalhes do funcionamento do mercado; com certeza o mais eloquente defensor da liberdade atualmente.
  • Anomalous  13/10/2015 16:55
    Infelizmente aqui no Rio de Janeiro estão numa guerra contra o Uber. Estou torcendo para o Uber vencer a guerra.
  • maria cristina correa  13/10/2015 17:42
    artigo excelente mas a situacao do brasil \e cada vez mais deprimente, aqui andamos de marcha ré
  • Daniel Andrade  13/10/2015 17:49
    Espero ansiosamente o dia em que os monopólios das grandes empresas de transporte coletivo serão colocados de joelhos frente às inovações do livre mercado. O número de pessoas beneficiadas pela concorrência será infinitamente maior do que o gerado pelo Uber.
  • Pobre Paulista  13/10/2015 17:56
    Calma pessoal. Já já aparece uma "interpretação libertária da constituição" e o Uber será liberado sem restrições no Brasil.

    Oremos.
  • rodrigo pereira herrmann  13/10/2015 19:04
    Oremos?! libertários que oram? seria um arranjo tupiniquim?

    There´s hope, after all.
  • Emerson Luis  10/03/2016 11:35

    "Oremos?! libertários que oram? seria um arranjo tupiniquim? There´s hope, after all."

    E qual o problema?

    O liberalismo não é uma religião secular que concorre com as religiões tradicionais, como o socialismo.

    * * *
  • Slaine  13/10/2015 19:37
    A interpretação libertária da constituição é usar ela como papel higiênico.
  • vinicius  13/10/2015 21:52
    A interpretação estatista da constituição e aval para escravizar seu semelhante.
  • Um observador  14/10/2015 15:26
    Tá nessa ainda, Pobre Paulista? Caramba, aquele artigo te afetou mesmo...

    Me responda uma pergunta... Se um bandido resolve te ameaçar com uma arma (roubada), e você conseguir desarmá-lo... Seria errado usar a arma do bandido contra ele mesmo?

    Da mesma forma, o governo nos rouba diariamente em tudo o que fazemos, usando como base uma constituição absurda para justificar os seus poderes... Se pudermos fazer uma "interpretação libertária" de um artigo dessa constituição e com isso conseguirmos nos defender de alguma coerção do governo, então qual o problema?

    Isso não implica em dizer que somos a favor do governo ou que a constituição é uma coisa boa. Significa apenas usar as armas do inimigo para nos protegermos.

    Ninguém precisa renunciar ao anarcocapitalismo para poder usar a constituição a seu favor.
  • Pobre Paulista  15/10/2015 13:02
    Foi só um sarcasmo cotidiano, não precisava ficar tão furioso. Do meu ponto de vista isso já é praticamente uma piada interna.

    Sobre sua surreal comparação:
    Uma arma é algo concreto, e dispara algo que é capaz de perfurar uma cabeça.
    Uma "interpretação libertária da constituição" é algo abstrato, tão abstrato quanto "nos abraçar por um mundo melhor".

    Se você acredita na segunda opção, bola pra frente. Siga seus ideais e faça o que achar correto, esse é o cerne do individualismo. Eu, pessoalmente, ainda prefiro enfiar uma bala na cabeça de quem tentar me matar, independente de quem era a arma. Mas duvido que o governo estará interessado nas minhas interpretações do texto que ele mesmo criou para me controlar.


    Um grande abraço, e tenha excelentes interpretações.
  • Um observador  15/10/2015 14:01
    Relaxa, ninguém estava furioso.

    Abraço
  • Andre  13/10/2015 18:38
    Tá na hora desses taxistas procurarem um emprego em que eles sejam mais eficientes.
    E pra isso eles podem até se tornarem motoristas do Uber.
  • Trader Carioca  13/10/2015 20:42
    Já usei o Uber diversas vezes em SP (UberX e Black). O serviço é impecável e os mimos aos clientes fazem diferença, mais ainda quando o preço é mais barato no final das contas.

    Mas um ponto interessante: reparei que alguns (poucos) taxistas melhoraram o serviço. Vi alguns usando terno, abrindo portas para passageiros, com água e balinha cortesia, e ar-condicionado ligado. Se alguém tem dúvida de que a concorrência melhora os serviços, basta ter um olhar mais atento.
  • Vitor Sousa  13/10/2015 21:26
    Moro em SP e parei de usar taxi convencional. Só UberX.

    Dou uma risada interna sempre que faço uma corrida pelo Uber que antes fazia com o taxi. É uma espécie de vingança a choradeira dos taxistas.

    Já até peguei motorista Uber que era taxista e tinha sua autonomia alugada enquanto ele dirigia Uber hahaha.

  • RR  14/10/2015 04:29
    Seu que esse não é o artigo mais oportuno para eu expor meu comentário, pois o mesmo não tem nada a ver com o assunto, mas fiquei com uma dúvida. A fusão da SABMiller à AB InBev, que aconteceu ontem, não é prejudicial para o mercado de cervejas como um todo? Eles passaram a produzir um terço de toda a cerveja mundial!!! Ao meu ver isso é claramente um monopólio. intervir nesses tipos de negócio? Gostaria de opiniões a respeito, sob a ótica do livre mercado, do qual a cada dia que passa sou mais adepto.
  • Soares  14/10/2015 11:20
    Meu caro, quem criou esse "monopólio"? Já ouviu falar em BNDES e sua política para criar "campeãs nacionais"?

    O BNDES já deu R$ 935 milhões para a Ambev, e é com esse dinheiro que ela está comprando outras cervejarias. Aponte o dedo para o real culpado em vez de pedir que o culpado intervenha para "salvar" o mercado.

    Não existe monopólio, oligopólio e cartel sem a atuação do estado. Por isso o estado é um mal que deve ser extinto.

    A diferença entre iniciativa privada e livre iniciativa - ou: você é pró-mercado ou pró-empresa?

    Monopólio bom e monopólio ruim - como são gerados e como são mantidos
  • Marcelo  14/10/2015 12:36
    além disso, 30% não é monopólio.
    significa que você ainda pode comprar cerveja de outras empresas, que detem 70% do mercado
  • Pobre Paulista  14/10/2015 12:57
    Você pode acabar com este "Monopólio", basta não comprar nada deles.

    Se outras pessoas continuam comprando, bem, sinto lhe dizer mas a empresa está de parabéns por atender os anseios de seus consumidores. Tenha ela 1% ou 100% do mercado.
  • anônimo  14/10/2015 11:45
    Off topic -

    O que o IMB acha sobre o novo Nobel de economia, Angus Deaton?
  • Porta-Voz  14/10/2015 11:58
    Eis o grande insight dele: pegar dados sobre consumo e desigualdade e unificá-los de maneira agregada é uma prática que irá ocultar diferenças importantes que há entre os indivíduos.

    Hayek, na década de 1940, já falava isso.
  • Andre  14/10/2015 12:24
    Eu acho o Uber fantástico e me empolgo tanto quanto o autor do artigo, mas pergunto se a popularização do serviço de "taxi" não aumentará o congestionamento nas grandes cidades, visto que diminui o uso de bicicleta/metro/onibus/etc?
  • Marcelo  14/10/2015 12:34
    acredito que ajuda a diminuir o transito, afinal, mais gente usando taxi/uber significa menos pessoas viajando com seu próprio carro. Logo, um mesmo veiculo vai transportar mais pessoas.
  • Pobre Paulista  14/10/2015 13:02
    A solução é privatizar as ruas. Mas até a direita tem calafrios em ouvir isso.
  • cmr  14/10/2015 14:17
    Legal será o dia em que pudermos, por exemplo, trabalhar para uma empresa do outro lado do mundo recebendo em criptomoedas, sem nenhum contrato de trabalho.
    Aí poderemos sonegar impostos a vontade, mas para isso as criptomoedas tem que vingar pra valer.
  • Aaron  15/10/2015 12:47
    OFF-TOPIC

    Nunca achei que iria aplaudir uma medida do Haddad Suvinil, o prefeito mais babaca que São Paulo já viu. Mas ele concedeu duas isenções (minorações, na verdade) regulatórias e tributárias recentemente, o que mostra que até petistas tem (raros)momentos de lucidez.

    Desconto de IPTU em prédios verdes

    www.capital.sp.gov.br/portal/noticia/6144#ad-image-0

    Isenção de rodiízio para carros elétricos

    g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/09/haddad-assina-decreto-que-isenta-carros-eletricos-e-hibridos-de-rodizio.html

    Agora só falta liberar o Uber sem restrições, em vez daquele rídiculo "táxi preto" proposto por ele, Tatto et caterva.

    Mais liberalismo do que isso é impossível vir de um petista, mas rezemos para que ele conclua o mandato sem mais nenhuma medida para escravizar o povo (aumentar IPTU, comprar tinta superfaturada, fechar ruas etc etc), o que vai ser bem díficil.
  • Tiago RC  15/10/2015 13:45
    As pessoas fazendo as negociações estão sendo conectadas entre si pelo sistema peer-to-peer (arquitetura de redes de computadores em que cada um dos pontos ou nós da rede funciona tanto como cliente quanto como servidor, permitindo compartilhamentos de serviços e dados sem a necessidade de um servidor central).

    Esse não é o caso do Uber. É importante entender a diferença. O Uber é uma arquitetura centralizada.
  • Tecnólogo  15/10/2015 14:02
    Mas o Uber é peer-to-peer, não?
  • Tiago RC  15/10/2015 14:47
    Não, como eu disse, do ponto de vista de redes de computadores, o Uber é uma plataforma centralizada.

    O Uber replica o modelo do e-bay para o setor de transporte (conectar "fornecedor" e consumidor, facilitar a entrada de novos "fornecedores" no mercado etc). Algo que só foi possível de se fazer tão bem nesse setor após a hegemonia dos smartphones.
    Se você quer chamar esse modelo de p2p porque conecta "pessoa a pessoa", bom, não posso te impedir. Mas eu acho que isso gera confusão. O Jeffrey Tucker, por exemplo, claramente se confundiu no parágrafo que eu citei acima, porque ali é claro que ele está falando de rede de computadores.

    Redes p2p tem certas vantagens que sistemas centralizados como o Uber não têm. A principal vantagem é que não há um único ponto de falha. Não há uma empresa para fechar, ou servidores para confiscar, caso você queira derrubar o sistema.
  • Rafael  15/10/2015 15:37
    Este site de tecnologia diz que o Uber é P2P:

    techcrunch.com/2015/06/28/theyre-all-p2p-employment-agencies/
  • Tiago RC  15/10/2015 15:59
    Este site está usando o termo peer-to-peer, originalmente uma referência a uma arquitetura de redes, com outro significado. E com isso está aumentando a confusão. Fazendo as pessoas entenderem coisas de maneira incorreta, como o autor desse artigo no parágrafo que citei, erroneamente dizendo que o Uber usa uma arquitetura distribuída.

    O Uber é centralizado. Há uma empresa por trás. Há servidores. Derrube essa infraestrutura, e o Uber morre. Copycats poderiam nascer em outras jurisdições, mas o Uber morreria. E se esses imitadores forem centralizados de novo, sofrerão da mesma vulnerabilidade.

    Exemplos de sistema verdadeiramente p2p: Bittorrent, Bitcoin, ou mesmo SMTP (e-mail). Embora você provavelmente acesse seus e-mails de maneira cliente-servidor, os e-mails são enviados entre os diferentes servidores de maneira p2p. Não há um "servidor de e-mails" ou empresa por trás, centralizando tudo. (ok, na prática o GMail tem uma porcentagem enorme, mas mesmo assim, duas empresas podem enviar e-mails entre si sem passar pelo Google)
  • anônimo  16/10/2015 12:32
  • Vinicius  16/10/2015 14:32
    O Uber obteve esta vitória no Reino Unido por ter leis trabalhistas e de livre iniciativa menos retrógradas e arcaicas que as brasileiras:

    "Os taxistas locais argumentavam que havia concorrência desleal e que Uber funciona como um taxímtetro comum"

    Aqui o argumento é o maldito monopólio de transporte de passageiros

    "Esses motoristas são tratados como funcionários independentes."

    Aqui até existe classificação de trabalhador semelhante, mas para transporte de passageiros está vinculada aos malditos taxistas e seu asqueroso monopólio estatal.

    Sinceramente, torço pra economia piorar mais e o poder público se ver obrigado a ignorar boa parte das leis e fiscalizações trabalhistas para conter o desemprego informal e dar alguma liberdade a quem à deseja.
  • Andre  16/10/2015 14:11
    "Enquanto o Brasil proíbe a inovação, os ingleses abraçam...".

    E assim o abismo entre países desenvolvidos e o bostil se alarga.
  • Dan  21/10/2015 17:02
    www.topatudonews.com.br/mobile/ver.php?id=7981
    Aqui na cidade o monopólio perdeu o controle simplesmente porque a população usa o táxi lotação. E poucos usam ônibus e táxis.


Envie-nos seu comentário inteligente e educado:
Nome
Email
Comentário
Comentários serão exibidos após aprovação do moderador.