N. do T.: o artigo a seguir é uma transcrição de uma entrevista dada pelo professor Hoppe.
O sistema político que todos fomos ensinados a venerar desde cedo — seja pelas escolas cujos currículos são controlados pelo governo, seja pela mídia serviçal ao estado — é a democracia.
O que quero argumentar aqui é que a antiga forma de governo, a monarquia, não só era muito mais limitada, como também era mais pacífica, menos totalitária e mais propensa ao desenvolvimento de um país do que a democracia.
Democracia x Monarquia
O primeiro ponto a ser enfatizado é: estados — sejam eles monárquicos ou democráticos — não são empresas. Eles não produzem nada para ser vendido no mercado, e, como tal, suas receitas não advêm da venda voluntária de bens e serviços.
Ao contrário: estados vivem da coleta de impostos, que são pagamentos coercivos coletados sob ameaça de violência.
Portanto, sendo um anarcocapitalista, não sou apologista nem da monarquia e nem da democracia. Porém, se tiver de escolher um desses dois regimes maléficos, então é seguro dizer que a monarquia tem certas vantagens.
A razão é que os reis eram normalmente vistos pela população como aquilo que realmente eram: indivíduos privilegiados que podiam tributar seus súditos. E como todos sabiam que não podiam se tornar reis, havia uma certa resistência dos súditos contra as tentativas dos reis de aumentar impostos e expandir a exploração.
Sob a democracia, surge a ilusão de que nós somos nossos próprios governantes, de que governamos a nós mesmos. Entretanto, como já deveria estar mais do que claro, sob a democracia também existem soberanos e os súditos desses soberanos. Porém, o fato de que qualquer um pode potencialmente se tornar um funcionário público é algo que, além de também ajudar a estimular a ilusão de que governamos a nós mesmos, leva a uma redução daquela resistência que havia contra os reis quando estes tentavam aumentar suas receitas tributárias – afinal, o aumento da receita do estado ser-lhe-á favorável caso você seja um dos soberanos.
Há ainda outras desvantagens da democracia.
Na monarquia, o rei pode ser visto como uma pessoa que considera o país sua propriedade privada, e as pessoas que vivem nele são seus inquilinos, que pagam um tipo de aluguel ao rei.
Por outro lado, consideremos os políticos eleitos sob um sistema democrático. Estes políticos não são os proprietários do país da maneira como um rei o é; eles são meros zeladores temporários do país, por um período que pode durar quatro anos, oito ou mais.
E a função de um proprietário é bastante diferente da função de um zelador.
Imagine duas situações distintas: na primeira, você se torna o proprietário de um imóvel. Você pode fazer o que quiser com ele. Você pode morar nele para sempre, você pode vendê-lo no mercado — o que significa que você tem de cuidar muito bem dele para que seu preço possa ser alto –, ou você pode determinar quem será seu herdeiro.
Na segunda situação, o proprietário desse imóvel escolhe você para ser o zelador dele por um período de quatro anos. Nesse caso, você não pode vendê-lo e não pode determinar quem será seu herdeiro. Porém, você ganha um incentivo novo: extrair o máximo possível de renda desse imóvel durante o período de tempo que lhe foi concedido.
Isso implica que, na democracia, o zelador temporário é incentivado a exaurir o valor do capital agregado do país o mais rápido possível, pois, afinal, ele não tem de arcar com os custos desse consumo de capital. O imóvel não é dele. Ele não tem o que perder com seu uso irrefletido. Por outro lado, o rei, como proprietário do imóvel, tem uma perspectiva de longo prazo muito maior que a do zelador. O rei não vai querer exaurir o valor agregado de seu imóvel o mais rapidamente possível porque isso se refletiria em um menor preço do imóvel, o que significa que sua propriedade (o país) seria legada ao seu herdeiro a um valor menor.
Portanto, o rei, por ter uma perspectiva de longo prazo muito maior, tem o interesse de preservar — ou, se possível, aumentar — o valor do país, ao passo que um político em uma democracia tem uma orientação voltada para o curto prazo e quer maximizar sua renda o mais rapidamente possível. Ao fazer isso, ele inevitavelmente irá gerar perdas no valor do capital de todo o país.
Guerras
As guerras sob um regime monárquico tendiam a ser, como certa vez descreveu Mises, guerras exclusivamente entre soldados, ao passo que as guerras feitas por democracias envolvem o homicídio em massa de civis em uma escala jamais vista na história humana.
Essa diferença tem a ver novamente com o fato de que os monarcas consideram o país como sua propriedade. Tipicamente, os monarcas faziam guerras para resolver disputas de propriedade. “Quem é o dono de determinado castelo? Quem é o dono de determinada província?” O objetivo de uma guerra monárquica sempre era limitado e específico.
Já as guerras feitas por democracias tendem a ser guerras ideológicas. Ora quer-se liberar um país de alguma ditadura, ora quer-se converter um país a uma determinada ideologia. E é difícil determinar quando tal objetivo foi de fato atingido. A única maneira certa de atingi-lo é matando toda a população do país que se está tentando invadir ou ocupar.
Um monarca, obviamente, jamais teria tal interesse, pois ele quer adicionar — em vez de destruir — uma determinada província, uma determinada cidade ou mesmo um determinado castelo à sua propriedade privada. E, para atingir esse objetivo satisfatoriamente, é de seu interesse causar os mínimos danos possíveis – afinal, de nada adianta adquirir bens destruídos e sem valor.
Portanto, embora para um monarca fosse mais fácil começar uma guerra, também lhe era mais fácil determinar quando o objetivo havia sido atingido, o que dava fim à guerra.
Nunca houve alguma motivação ideológica que levasse diferentes reis a guerrearem entre si, ao passo que as democracias — assim como as guerras religiosas — são um conflito de civilizações, um conflito de sistemas de valores praticamente impossível de se controlar.
Ademais, as guerras iniciadas por reis eram vistas pelo público meramente como um conflito entre monarcas, uma vez que os reis geralmente dependiam de voluntários para lutarem suas guerras. Já nas democracias, todo o país participa da guerra, todos os seus recursos são forçosamente desviados para o esforço da guerra e nele são exauridos.
Com a democracia surgiu também o serviço militar obrigatório — uma situação típica em várias democracias atuais –, no qual os indivíduos são obrigatoriamente recrutados e forçados a ir às guerras. O argumento utilizado para tal escravidão mortal é: “já que agora você tem uma participação no estado (afinal, estamos em uma democracia), você também tem de lutar as guerras do estado”.
Já sob uma monarquia as pessoas não tinham uma participação no estado; o estado era visto como pertencente ao rei, sendo os cidadãos uma entidade completamente separada do estado. Por causa disso, o envolvimento da população nas guerras monárquicas era muito limitado.
Nacionalismo
Erik von Kuehnelt-Leddihn costumava dizer que uma das coisas de que ele mais gostava nos regimes monárquicos era o fato de que havia muito menos nacionalismo — o nacionalismo, obviamente, é uma característica democrática dos séculos XX e XXI.
Sob a monarquia não havia nada de errado em ser, por exemplo, um nobre germânico e ir trabalhar para a czarina da Rússia. Pessoas que lutavam em vários lados também não eram consideradas “traidoras” da pátria.
Foi com a ascensão da democracia que tivemos a ascensão da beligerante e inauspiciosa filosofia do nacionalismo.
As altas aristocracias foram, por assim dizer, as pessoas mais “internacionais” da história da civilização. Praticamente todos os altos nobres eram interrelacionados com aristocratas de outros países. O Kaiser alemão, por exemplo, tinha relações com os monarcas britânicos e russos. Todos os soberanos de Europa também tinham, de alguma forma indireta, ligações com Maomé — logo, com países islâmicos.
Quando havia contendas entre monarcas, estas eram vistas como brigas entre famílias. Sendo assim, o sentimento de nacionalismo era impossível de surgir — até porque, novamente, os nobres eram a mais internacionalista das classes de pessoas que existiam. Portanto, sentimentos nacionalistas eram totalmente estranhos e atípicos para uma classe como aquela.
E isso certamente poupou várias vidas e evitou muito empobrecimento.
*Esse artigo foi originalmente publicado em 9 de setembro de 2009.
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Nota: as visões expressas no artigo não são necessariamente aquelas do Instituto Mises Brasil.

Não tenho opinião formada sobre qual tipo de Estado é pior…\n\nPrimeiro o Hoppe parece automaticamente assumir que todos os proprietários possuem baixa preferência temporal… Parece que não existem Neros para queimar Roma…\n\nOutro fato é o de que uma monarquia absoluta, no qual o ditador supremo é proprietário de tudo nada mais é do que um sistema socialista (no sentido de Mises) – ou seja, entrará em colapso mais rápido mas também provocará um belo estrago…\n\nEsse post (sim é de um left-lib) é bem legal: \n\nhttp://polycentricorder.blogspot.com/2009/09/monarchy-and-democracy.html
Discordo quanto a sua conclusão de que seria socialismo. O rei é dono do território, e não dos meios de produção e dos bens que estão nesse território. Portanto, a formação de preços é totalmente natural – ao contrário de uma economia socialista.
Leandro, o rei não é apenas dono do território, ele é dono de tudo e está em cima da regra geral, o que é um absurdo.
Se o sujeito só é dono de um território ele não é rei, ele é um investidor, empresário ou algo parecido.
Rei, monarquia e similares indicam poder supremo de um sujeitinho qualquer.
Além de achar que defender o menos pior é tiro no pé, publicar esse tipo de texto dá margem pras pessoas pensarem que o IMB é pró-monarquia, o que não é verdade.
Apenas os analfabetos vão achar que o IMB é pró-monarquia. Logo no início Hoppe deixa bastante claro: “Portanto, sendo um anarcocapitalista, NÃO sou apologista nem da monarquia e nem da democracia. Porém, se tiver de escolher um desses DOIS REGIMES MALÉFICOS, então é seguro dizer que a monarquia TEM CERTAS VANTAGENS.”
Quanto a ser dono de tudo, isso se aplica muito mais explicitamente à democracia. Afinal, o seu apartamento não é de fato seu, porém o estado lhe concede o benefício de morar nele perante um módico IPTU de milhares de reais. O mesmo é valido para seu carro e sua renda. E, sendo uma democracia, o governante é estimulado a lhe extorquir o máximo possível.
Mas o que eu estou falando é isso mesmo. O Estado é dono de tudo nos dois sistemas, com a única diferença de quem exerce a propriedade, no qual um é rei, outro é presidente. No fim é tudo a mesma coisa e os interesses são todos no longo prazo. Todas as monarquias modernas não são monarquias, são democracias, com um rei de enfeite, sem poder algum.
Curto prazo*
Exatamente! Não são monarquias, são democracias. Mas é válido lembrar que aqueles estados que mais se parecem “feudos familiares”, como Mônaco, Liechtenstein e Luxemburgo (um grão-ducado), continuam em boa forma, ao passo que as “monarquias” democráticas, como a Inglaterra, estão em franco declínio. Não acho que seja mera coincidência.
Só para fechar, as pessoas são muito desonestas, então elas vão explorar esse título, independente da explicação e do seu real significado. Por isso é bom minimizar as oportunidades de fazerem isso.
Mônaco, Liechtenstein e Luxemburgo são locais pequenos. Eu não tenho idéia se a causa da atual situação melhor deles é o tamanho ou essa semi-monarquia. Andorra também é um bom exemplo; e extrapolando um pouco, países pequenos como Suiça e Luemburgo costumam ter uma situação muito superior. Eu dou mais crédito ao tamanho que o sistema deles…
Suriname, Paraguai, Guianas, Haiti, Cuba, etc. tmabém são pequenos. E nem por isso sÃo desenvolvidos. Canadá e EUA são grandes e desenvolvidos. Essa questão do tamanho não se sustenta. O sistema é importante, sim.
Discordo em alguns pontos:\nO monarca tem incentivo de maximizar sua riqueza no curto prazo sim. O que musa é a percepção do desse tempo: enquanto o rei tem a vida toda pra sugar da sociedade o governante tem um tempo específico que pode não ser renovado.\n O nacionalismo (em boa parte) é fruto justamente da formação de estados absolutistas que tinha o rei como seu governate supremo.\n As guerras na democracia são disfarçadas de ideológicas. o governo Bush nao incadiu o Iraque por causa da existencia de uma ditadura.Foi por petrólio. \n
Caros,\nAcho que Hoppe foi muito infeliz com essa sucessão de afirmações simplistas, mas não vem ao caso.\nO que me incomoda mesmo é que não vejo como este conteúdo esteja alinhado com a proposta do site. Espero que não seja o primeiro texto lido por alguns novos visitantes, não seria o melhor cartão de visitas.\nMy 2 cents…
Já eu concordei integralmente com o texto. Não há um só ponto onde a monarquia seaj pior que a democracia. Quem pensa o contrário são os incorrgiveis idólatras desse sistema maldito que é a democracia. e tanho dito!
Só sei que na época da monarquia nos revoltavamos contra o quinto, os americanos se revoltavam contra os desmandos da monarquia Inglesa, e em outros locais cabeças de reis tiranos rolaram por saturação da exploraçao da monarquia. Com a democracia não vemos tal coisa acontecer, o povo aceita leis, regulamentaçoes, impostos, taxaçoes e atentados contra a liberdade impensaveis por monarcas.\nComo Hoppe disse , nao podemos defender nenhum destes sistemas, pq ambos sao imorais e antiéticos, mas nao podemos deixar de notar que um mal é maior que outro.Ambos os males sao indesejaveis e indefensaveis.
Prezados,
O texto do Hoppe é um texto de caráter analítico e histórico. Contrasta a democracia com a monarquia e mostra porque a democracia é um regime pior que a monarquia. E notem que é justamente pelo viés da liberdade que a monarquia é superior a democracia. Acho que não se deve concluir que Hoppe é defensor da monarquia, como ele mesmo deixa claro no início. O ponto é revelar algo bastante claro e inédito do ponto de vista analítico: as democracias não representaram um avanço civilizacional. Para além das comparações entre os dois regimes, Hoppe vai defender uma Ordem Natural. Fica a dica para a tradução de outro texto do Hoppe, em que ele demonstra a sua defesa da ON. Talvez o segundo capítulo do Democracy: The God That Failed seria uma boa pedida; ou outros disponíveis no site do Lew Rockwell.
Grande abraço
Lucas
A observação do Roberto é muito pertinente, o regime de Estado monárquico e sua ideologia deixa muito mais às claras a exploração do que o regime de Estado democrático e sua ideologia… Mas não sei se por si só isto encerra a questão…
Todos os que postaram suas opiniões por motivo deste artigo assim como o proprio Hoppe precisam urgentemente voltar a ler Mises que deve estar se revirando no túmulo. O livro é ¨The Ultimate Foundation of Economic Science”.Diz ele(Mises) na página 100 que a deficiencia na abordagem do “conceito de um perfeito sistema de governo”,(pag.94),está em não levar em consideração que, 1º, se o homem fossse perfeito ele não precisaria de governo, e que dado a imperfeição humana nenhum governo funcionará satisfatoriamente(pag101). Na pag 98 ele afirma que o governo não é nenhum mal como muita gente pensa, mas um preço a ser pago por ser uma instituição benéfica e necessária sem a qual nenhuma sociedade vingaria. Por sua vez o Estado não é nenhuma entitade autonôma e independente do homem que sai por aí assustando os outros ou comendo criancinhas. O estado é a conformação que lhe dá os individuos. É por isso que seu método (de Mises) é chamado de individualismo metodológico. Hoppe pisa na bola e induz os outros que escreveram a ir na onda mostrando que ainda não aprenderam a pensar por conta própria a partir dos ensinamentos disposto por Mises. O livro que me referi se encontra para download e em ingles em http://www.mises.org.
Fizeram comparações de países aí. Arábia Saudita é uma monarquia e não está nem um pouco desenvolvida até onde eu sei.\n\nO Brasil foi uma monarquia durante todo o século XIX, ao mesmo tempo que os EUA eram uma democracia, e quem se desenvolveu mais?\n\nTambém achei essas considerações meio questionáveis, e como ressaltaram, neguinho vai poder usar de desonestidade intelectual pra dizer que o IMB é monarquista.
“Uma opinião”, não vi ninguem tentando dizer que possa existir um sistema perfeito de governo, nao sei de onde conseguiu extrair isso.\nE, quanto ao Estado ser conforme os individuos o desejam, eu não sei de qual individuo vc esta falando,mas nao me inclua nessa, e , dizer coisas que contrariam algumas das posiçoes de Mises já não lhe parece uma prova que nós já “aprendemos” a pensar por conta propria?
O texto que o Rafael Holtz postou logo no primeiro comentário é bom. Talvez se o IMB o traduzisse seria bom pra mostrar essa divergência entre libertários – e evitar um estigma de defensor da monarquia para o IMB.\n\nNa minha opinião, o Brasil não se desenvolveu durante o século XIX justamente por ter uma cultura aristocrática de privilégios, algo meio que inerente à monarquia. Quem nascia rico permanecia rico, quem nascia pobre permanecia pobre. Não havia espaço para o surgimento de uma classe média expressiva, tampouco pra industrialização já que essa oligarquia era agrária. O governo era “ausente” (já que dada as condições da época e o tamanho do Brasil, nem que quisesse ser um governo presente ele conseguiria), não havia assistencialismos, não tinha leis trabalhistas, nada de regulamentações exageradas etc, mas mesmo nesse contexto altamente propício ao desenvolvimento e industrialização, tudo o que sabíamos fazer era café…
Chiocca
Pelo que li e deduzi você não entendeu nada. Leia o livro que citei.Dê especial atenção ao tópico de nº10,que vai da página 94 até à página 101. O título é “O conceito de um perfeito sistema de governo”. Vem muito a calhrar ao artigo de Hoppe porque ele inicia uma disputa entre monarquia e democracia induzindo a um embate desnecessário e confuso de quem é o melhor é o pior, tendo como pano de fundo aquilo que Mises fala ser a preocupação eterna dos engenheiros sociais na busca de um sistema de governo perfeito, e se você não observou, é no fundo o que está se procurando, passando-se por cima do que Mises já tratou exaustivamente. Procure observar que Hoppe não é esta coisa toda. Está mais pra Chacrinha: estou aqui pra confundir.Veja que na página 93 da citada obra, Mises deplora dos demagogos irresponsáveis que propagam suas doutrinas com graves consequências, como no artigo em tela, de Hoppe, que pode levar ao desanimo a muitos que poderiam lutar pela democracia de forma resoluta a cederem bovinamente a uma das várias manifestações do socialismo. Leia também na página 98/99 o que ele diz dos anarquistas-que também como os socialistas gostam de trocar de nome, tais como anarcocapitalistas- Mises é claro e didático. Neste livro você vai aprender muito, se tiver disposto a pensar por conta própria, ou seja, despojado dos preconceitos “imorais e antiéticos”. Faça bom proveito e boa leitura.
Esse artigo é soberbo e realmente realçou com justiça o caráter internacional da aristocracia. \n\nMas a destruição em massa, permitam-me corrigir, não está diretamente relacionada à democracia. E sim ao estabelecimento da burocracia moderna do Estado (leiam a “Ascensão e Declínio do Estado” de Martin Van Creveld”). Para provar esse ponto, lembremo-nos que a WWI foi fundamentalmente uma guerra entre monarquias européias. Monarquias que tinham adiante de si uma máquina que funcionava à parte e que fomentava um nacionalismo chauvinista e darwinista desde Napoleão. E foi a burocracia moderna que, plantando e gerenciando um exército permanente em cada país, levou, infelizmente, toda a criatividade do empreendedor militar a criar formas eficazes de matar em massa.\n\nO problema, portanto, é mais profundo. E a solução exige primeiramente que se remova a causas da necessidade atual das nações de manterem exércitos permanentes e, ademais, que se traga de volta a burocracia para a sociedade civil. Penso que para o último problema, o reestabelecimento do Cristianismo como religião oficial pode sanar a irrefreável soberna da burocracia estatal em se impor contra o vulgo.\n\nNão deixem de visitar o meu blog, clicando no meu nome!
Não entendo. \nOs comentários a respeito do texto parecem fora de sintonia com a proposta inicial do autor.\nSe percebe que não leram na íntegra o texto ou meramente leram uma vez apenas e em seguida postaram suas opiniões geradas automaticamente, sem antes realizarem uma reflexão a respeito.\n\nO que diz respeito ao texto… considero interessante análise, concordo que em alguns aspectos foi um tanto superficial, do autor. \na pergunta que me faço, será que todos que leram o texto sabem diferenciar o que é república, democracia e monarquia?\n\nabraço a todos.
Seria muito bom se ele estivesse no trono…
http://www.youtube.com/watch?v=GfJBbTyJb3s&feature
O texto confundiu forma de governo (monarquia, república ou anarquia) com forma de exercício de poder (aristocracia, oligarquia ou democracia), apesar dele mostrar como o interesse pessoal do monarca é benéfico para sociedade onde ele reina.
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É importante lembrarmos que as monarquias podem ser democráticas, assim como há inúmeras repúblicas autoritárias pelo planeta. Aliás, dos 10 países mais autoritários do planeta, os 10 são repúblicas. Entretanto, das 10 nações mais democráticas do planeta, 7 são monarquias. Não existe nenhum tipo de oposição entre a forma de governo monarquia e a forma de exercício de poder chamada democracia como o autor deu a entender. São dois conceitos diversos. E a prova disso é que há no planeta inúmeras monarquias democráticas e várias repúblicas autoritárias e oligárquicas.
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Para melhor compreender esse assunto, recomendo ler o texto “Democracia: entenda o que ela é e não é.” em: http://www.matutando.com/2010/01/19/democracia-entenda-o-que-ela-e-e-nao-e/
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O texto lhe dará elementos para que você possa diferenciar a república da monarquia, assim como lhe dará condições de entender de vez o que é a Democracia e como identificar se uma nação é ou não democrática, seja ela uma monarquia ou república.
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Espero ter contribuído.
Chamem esse “cara” para o próximo seminário de economia austríaca.
Entrevista com o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança
http://www.youtube.com/watch?v=GfJBbTyJb3s
O texto é sofrível, de conceitos rasos e que comete erros amadores. Imputar conceitos republicanos à democracia é, no mínimo, ausência de estudo prévio desses fenômenos. O autor confunde Democracia em sua natureza filosófica com a República como forma de governo que em regra leva a nação a movimentos totalitários.
Vale lembra uma grande questão deste artigo:
“N. do T.: o artigo a seguir é uma transcrição de uma entrevista dada pelo professor Hoppe.”
Obs: Entrevista.
Leandro Roque, o Hoppe fez algum outro artigo discutindo essa questão com mais profundidade?
Abraços
“A razão é que os reis eram normalmente vistos pela população como aquilo que realmente eram: indivíduos privilegiados que podiam tributar seus súditos. E como todos sabiam que não podiam se tornar reis, havia uma certa resistência dos súditos contra as tentativas dos reis de aumentar impostos e expandir a exploração.”
Carlos Martel, por exemplo, era visto como herói e salvador (muito disso por culpa da Igreja).
Aliás: “Uma pesquisa feita pela organização YouGov, de 2010, revela que 68% dos britânicos preferem manter o monarca e apenas 16% querem que o país se torne uma república. Apesar do interesse na manutenção da realeza, o professor da Unicamp, Pedro Paulo Funari, lembra que há altos e baixos na popularidade. Escândalos, por exemplo, ajudam a prejudicar a credibilidade da realeza. Um exemplo é o episódio em que o Príncipe Harry foi flagrado com roupa de nazista em uma festa a fantasia.”
noticias.r7.com/internacional/noticias/ainda-popular-familia-real-britanica-nao-tem-poderes-politicos-20120419.html?question=0
“Sob a democracia, surge a ilusão de que nós somos nossos próprios governantes, de que governamos a nós mesmos. “
Ilusão da Democracia é igual a ilusão da Monarquia. A diferença é que essa ultima é tida como “tradicional”, ou “cultura de um país”.
“Isso implica que, na democracia, o zelador temporário é incentivado a exaurir o valor do capital agregado do país o mais rápido possível, pois, afinal, ele não tem de arcar com os custos desse consumo de capital. O imóvel não é dele. Ele não tem o que perder com seu uso irrefletido. Por outro lado, o rei, como proprietário do imóvel, tem uma perspectiva de longo prazo muito maior que a do zelador. O rei não vai querer exaurir o valor agregado de seu imóvel o mais rapidamente possível porque isso se refletiria em um menor preço do imóvel, o que significa que sua propriedade (o país) seria legada ao seu herdeiro a um valor menor.”
Falácia sem precedentes. As monarquias da França, Portugal e Espanha refutam essa tese, vide o déficit econômico constante desses regimes. Em contrapartida, em algumas Democracias é necessário um amplo respaldo para efetuar grandes gastos.
Fora que, teoricamente, a reeleição é um incentivo para que o Presidente tenha um bom desempenho.
“Guerras”
Não há guerras entre Democracias, nem preciso comentar mais nada.
“Erik von Kuehnelt-Leddihn costumava dizer que uma das coisas de que ele mais gostava nos regimes monárquicos era o fato de que havia muito menos nacionalismo – o nacionalismo, obviamente, é uma característica democrática dos séculos XX e XXI.”
Falácia! Unificação Alemã e a A Primavera dos Povos? são exemplos disso.
“Prezado Rodriguez, o senhor parece estar um tantinho desatualizado. Portugal deixou de ser uma monarquia em 1910. A França, em 1789. Já o rei da Espanha é uma peça meramente figurativa, pois quem tem poderes totais é o primeiro-ministro.”
Perdão se dei a entender o contrário, mas quis dizer sobre esses países no período moderno (1453 – 1789). Eu estava falando do alto gasto desses respectivos países no período monárquico.
“Quanto a não haver guerra entre democracias, ao que consta, aquele cavalheiro alemão do bigode excêntrico que resolveu sair fazendo tumulto pela Europa havia sido eleito democraticamente.”
Mas comparando com o número de guerras que os monarcas propiciaram ao mundo, o alemão foi um pacifista.
“É sério que você pensa isso? Qual guerra entre monarquias produziu os quarenta milhões de mortos da Segunda Guerra, a qual foi iniciada por um regime democrático?”
Na primeira guerra mundial, ocasionada pelas monarquias européias, morrem 20 milhões de pessoas. Se você juntar com os outros 20 milhões de chineses que morreram na segunda guerra sino-japonesa, ocasionada pela coroa nipônica, dá empate.
Isso sem contar a guerra dos 7 anos, que matou 2 milhões de pessoas.
“Ademais, onde estão as estatísticas da alta gastança dessas três monarquias durante esses três séculos? Superava os 50% do PIB atuais?”
As estatísticas eu não achei, e dificilmente superava a atual. Mas a dívida dessas três monarquias é histórica, principalmente sob o reinado de Felipe II de Habsburgo (Espanha), Louis XIV e Louis XVI (da França) e rei José (Portugal).
“Nenhuma era monarquia no sentido estrito do termo, pois havia divisão de poderes (Parlamentos) e forte militarismo.”
Falácia do escocês. Hoppe fala das monarquias básicas européias, que sempre possuíram parlamento e forte militarismo.
E mesmo assim, isso não se aplica ao Japão Imperial, que ceifou a vida de milhões de chineses, coreanos, filipinos, etc…
“No Império Alemão, por exemplo, o mais belicista de todos, o Partido Social Democrata controlava o Reichstag.”
Detalhe: Guilherme II era um “Social Democrata”.
Detalhe²: A aliança entre a Alemanha e o Império Austro-Húngaro foi realizada pelo monarquista Otto von Bismarck (que, aliás, virou um péssimo estrategista após a guerra franco-prussiana)
“E a decisão tomada até então havia sido apenas impor várias requisições à Servia, entre elas a de que agentes austríacos fariam parte das investigações do assassinato do príncipe.”
A Servia aceitou boa parte ou todos os requerimentos austríacos, mas os últimos, monarquistas, ignoraram e declararam guerra 5 dias após a resposta servia.
“E o que disparou a guerra, como sabemos, foi o assassinato em Sarajevo do herdeiro do trono austríaco, Francisco Ferdinando. “
Foi o que disparou a guerra (ou melhor, foi o que legitimou a guerra), mas não “O Motivo”. O “Motivo” era a soberania sobre os balcãs, disputada entre o Império Austro-Húngaro (monarquia) e o Império Czarista Russo (Monarquia). Depois foi um efeito dominó, os russos chamaram os franceses, que apelaram para a “Entente cordiale”, e os austríacos apelaram para os alemães, vide a aliança feito por Bismarck.
“No final, as democracias trucidaram as “monarquias”, como não podia deixar de ser e como a teoria já previa — e a única “monarquia” que possibilitou todo esse conflito foi justamente aquele fortemente militarizada (Alemanha), com parlamento e tudo.”
A Alemanha só entrou na guerra por culpa das besteiras diplomáticas de Bismarck.
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Sobre as taxações, prevejo a falácia do “Post hoc ergo propter hoc”. Temos que comparar as “monarquias puras” com as democracias de seu tempo. É só comparar
E.U.A e Inglaterra com Império Austro-húngaro e China imperial/Japão imperial.
Outra coisa, as monarquias surgiram advogando o feudalismo e as democracias (democracias burguesas para Marx) surgiram advogando a propriedade privada (no sentido clássico, de Locke).
O sistema político monárquico, na história, foi o único sistema que evoluiu da monarquia absolutista para monarquia democrática, parlamentarista ou constitucional. A matéria fala: "estados sejam eles monárquicos ou democráticos" O estado pode ser republicano eu monárquico, ambos podem ser democrático ou absolutista. "No debate das formas políticas, apenas os leigos não enxergam que os argumentos e as razões transcendem em muito os domínios da arquitetura política. A discussão não se limita ao fato de se ter um Rei ou um Presidente no alto das instituições. Vai mais longe. O cerne da discussão são dois modos de ser e de viver totalmente opostos."\r
"No Brasil, após o golpe militar que derrubou o Imperador D. Pedro II, ocorreram grandes mudanças no comportamento das pessoas. Este fato foi percebido por Monteiro Lobato que escreveu:"\r
“O juiz era honesto, se não por injunções da própria consciência, pela presença da Honestidade no trono. O político visava o bem publico, se não por determinismo de virtudes pessoais, pela influencia catalítica da virtude imperial. As minorias espiravam, a oposição possibilitava-se: o chefe permanente das oposições estava no trono. A justiça era um fato: havia no trono um juiz supremo e incorruptível. O peculatário, defraudador, o político negocista, o juiz venal, o soldado covarde, o funcionário relapso, o mal cidadão enfim, e mau por força de pendores congeniais, passava, muitas vezes, a vida inteira sem incidir num só deslize. A natureza o propelia ao crime, ao abuso, à extorsão, à violência, à iniqüidade – mas sofreava as rédeas aos maus instintos a simples presença da Equidade e da Justiça no trono.\r
Ignorávamos isso na monarquia.\r
Foi preciso que viesse a republica, e que alijasse do trono a Força Catalítica para patentear-se bem claro o curioso fenômeno.\r
A mesma gente, o mesmo juiz, o mesmo político, o mesmo soldado, o mesmo funcionário até 15 de novembro honesto, bem intencionado, bravo e cumpridor dos deveres, percebendo, na ausência do imperial freio, ordem de soltura, desaçamaram a alcatéia dos maus instintos mantidos em quarentena. Daí, o contraste dia a dia mais frisante entre a vida nacional sob Pedro II e a vida nacional sob qualquer das boas intenções quadrienais que se revezam na curul republicana."\r
Eu concordo em Juntar as vantagens da monarquia e da demogracia e formar uma terceira opcao que seria a soma das qualidades das duas!
O que eu poderia dizer sobre a monarquia é que o rei, tendo tanto poder e dinheiro nas mãos, não buscará o dinheiro, mas sim a glória e terá um comportamento mais honrado, visto que o que ele não tem e quer conseguir é a aprovação do povo. Sem aprovação, o rei é destronado.
Sempre me pareceu que a ideologia Mises era totalmente anti-parasitária, onde o Estado seria a instituição parasitária mor. Ocorre que o monarca é a figura mais emblemática do que se pode chamar de parasita, de tal forma que fiquei estupefato ao ler este artigo que de alguma forma defende algo tão absurdo como a monarquia.
A democracia por certo tem seus defeitos e a ideia da representatividade do povo é uma falácia, mas achar que um rei e uma corte de vagabundos seria melhor é uma afronta.
"Quanto às minhas opiniões políticas, tenho duas, uma impossível, outra realizada. A impossível é a república de Platão. A realizada é o sistema representativo [a Monarquia]. É sobretudo como brasileiro que me agrada esta última opinião, e eu peço aos deuses (também creio nos deuses) que afastem do Brasil o sistema republicano porque esse dia seria o do nascimento da mais insolente aristocracia que o sol jamais alumiou…"\r
(Machado de Assis em crônica, 5 de março de 1867)\r
Brasil: apesar de ser a nação mais rica em recursos naturais do mundo, adotou o pior sistema de governo da face da terra: a república presidencialista.\r
O melhor argumento em favor da Monarquia é o que ela faz. Já as repúblicas, só vivem de "discursos" e "boas intenções".\r
Absurdo alguém alogiar monarquia aqui. As piores democracias capitalistas são aquelas que herdaram traços corporativistas e partenalistas das monarquias.
O Hoppe realmente força a barra e faz propaganda negativa. Alguns reis tinham a “obrigação” de desvirginar as noivas de seus súditos antes do casamento. Não conheço democracia com alguns absurdos que haviam em monarquias.
abraços
"Há 121 anos a república não foi capaz de resolver nossos problemas. Pelo contrário, no dia 15 de novembro de 1889, o Brasil deixou de ser primeiro mundo para ser o que é hoje: um antro de corrupção para o qual não há esperança no futuro. Na época de Dom Pedro II, o último imperador, era uma nação industrializada e poderosa militarmente. Havia orgulho em ser brasileiro. Hoje, somos lixo, estrume. Até países pífios como o Equador e Paraguai pisam-nos e, o pior: nossos líderes os dão dinheiro. Dinheiro que falta em nossos hospitais, estradas e segurança."\r
Mas o povo é ingênuo. Acredita que um dia políticos "honestos" desejosos do "bem comum" serão eleitos e resolverão os problemas… É incrível como as pessoas, mesmo depois de crescidas, acreditam em conto de fadas. Isso nunca vai acontecer. É o mesmo que acreditar que "homenzinhos verdes" virão em espaçonaves para governar os terráqueos até que aprendam a viver em "paz" e em "amor". \r
A Monarquia é uma forma de governo moderna e eficiente. As doze economias mais fortes do mundo atual, oito são Monarquias. A República está sendo questionada em vários países, pois não tem solucionado seus problemas. O Monarca, sendo vitalício, pode inspirar e conduzir um projeto nacional, com obras de longo alcance e longo prazo. No caso de uma República, como a do Brasil, o presidente tem quatro anos para elaborar e executar o seu projeto de governo, cujo o alcance é forçosamente limitado. Mas há muitas outras diferenças…\r
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Para o burgues individual,a monarquia é mais fácil de ser comprada que a democracia,já que basta apenas oferecer propina ao monarca(no caso de monarquica absoluta),para o burgues poder reinar ” a vontade”.Na democracia,no entanto,é necessário subornar,além de parlamentares,ministros dos tribunais superiores,os governantes e prefeitos,o chefe do executivo e as autoridades administrativas.Portanto,é muito mais dificil.
Com essa “lógica”,pode-se dizer,sim,que a monarquica é”superior” à democracia.No entanto,do ponto de vista histórico e economico,a democracia burguesa é a melhor forma de perpetuação da dominação desta classe em face das classes inferiores.Por isso,é essa a forma de governo que prevalece no capitalismo.
Concordo com os fatos apresentados por Francisco Teixeira, o atual sistema de governo com 121 anos deve ser mudado, pois o antro de corrupção da “elite brasileira” é desenfreado. E eles reagem com violência quando algo vai contra de seus interesses financeiros, isso vale para todos, seja capitalista ou socialista.
Outro ponto importante, o País só teve desenvolvimento econômico de fato, foi na época do Brasil Imperial e na época do Brasil comandado por militares, fora isso, não passa de mais do mesmo, apenas revesamento de exploradores espertalhões.
Como Francisco Teixeira bem apontou os desempenhos econômicos do Brasil Império, com os militares havia o planejamento do Brasil 2000 Potência, com isso fora criadas as estatais que alavancaram a industrialização brasileira, o emprego e renda eram altos, tanto que nessa época, era absolutamente normal apenas o homem trabalhar para sustentar a família, era raro homem e mulher saírem para trabalharem. Por tanto, as famílias tinham estrutura sólida, hoje isso não temos mais, o que reflete nessa sociedade violenta e consumista. Controlada facilmente pelos espertalhões que lhes dão pão (drogas lícitas e ilícitas) e circo (entretenimento barato midiático, com direito a sexo banal e irrestrito).
Não sei se a Monarquia seria o ideal, muito menos defendo o Estado de Exceção com os militares no poder. Mas o importante e que deve ser feito o mais rápido possível, é alterar radicalmente a forma como a “elite” vê o Brasil, como um grande parque temático de locupletação.
Na verdade, tanto faz, se o governo não interferir na vida das pessoas, alternar entre as duas seria trocar seis por meia dúzia.
Me preocupa essa expectativa de melhora com olhar voltado ao dirigismo estatal. Esses elogios a Dom Pedro e aos militares como responsáveis pelo aumento de prosperidade. O máximo que um governante pode fazer é sair do caminho, permitindo aos indivíduos – únicos criadores de riqueza – tomar suas próprias decisões.
Qualquer lugar em que haja intervenção, seja republicana, monarca, “consevadora”, nacionalista, “de direita” ou “de esquerda”, haverá prejuízos relativos, mais pobraza relativa, menos prosperidade.
Ademais, lembrem-se que o fenomenal diferencial deste site é que ele não apresenta propostas políticas de “gestão social”; ele evoca a proposta moral de libertação individual. Acho isto precioso demais para se perder.
Professor Hoppe põe em discussão:\r
"O primeiro ponto a ser enfatizado é: estados – sejam eles monárquicos ou democráticos – não são empresas. Eles não produzem nada para ser vendido no mercado" \r
É claro que são empresa. O que é o Estado, senão o próprio povo? O país tem que produzir para sustento de seu povo e exportar o excesso. Como disse, é uma grande empresa, tem que comprar de outros países, mas também tem que vender, pra isso tem que ter empresas modernas, produtivas e com preços competitivos no mercado internacional.\r
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O Brasil teve quatro períodos: 1º.) Monárquico 1822 a 1888 – 2º.) República Presidencialista 1888 a 1989 – 3º.) República Presidencialista 1989 a 2.000 – 4º.) período do PT. 2.000 a 2012.\r
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Monárquia\r
Foi durante a monarquia que as mentes mais brilhantes do Brasil floresceram. Dentre elas, podemos dizer: Vital Brasil (Remédio contra picada de cobra), Santos Dumont (Avião, chuveiro, relógio de pulso e outros), Machado de Assis (Literatura), Ruy Barbosa (Direito), Marquês de Tamandaré (maior engenheiro da história mundial no séc. XIX). Aliás, Santos Dumont suicidou por causa do uso que a república deu as invenções dele…\r
Durante a Monarquia, o Brasil liderou 11 vezes seguidas a Feira Mundial da Indústria. Construiu mais de 16.000 km de estradas de Ferro. Era possível, inclusive, sair do Rio de Janeiro e ir à Manaus de trem. Já os republicanos deixaram as ferrovias se perderem e tornaram o Brasil num país agrário que depende de rodovias para tudo. Rodovia é uma forma cara, ineficiente e poluidora de transportar mercadorias e pessoas.\r
Dom Pedro II investiu em Louis Pasteur na França para os avanços da Biologia. Nem mesmo a república francesa acreditava em Louis Pasteur… Não preciso lembrar que Louis Pasteur revolucionou a biologia e a medicina modernas. E claro, se você pode estocar leite em caixinha na sua casa por vários dias sem estragar, agradeça Louis Pasteus e Dom Pedro II por isso.\r
As primeiras escolas para portadores de deficiência foram inauguradas por Dom Pedro II. Eram as primeiras do Mundo!!! Muito antes de do assunto "inclusão" virar moda na boca dos sociólogos e outros defensores dos "direitos humanos".\r
A primeira Reserva Florestal do Mundo foi inaugurada por Dom Pedro II. Floresta do Tejuco. Ele recuperou uma área degradada pela Cafeicultura. Fez isso no séc. XIX muito antes do assunto meio ambiente virar moda.\r
A Própria Agência Aeroespacial Brasileira reconhece o imperador Dom Pedro II como um visionário. Leia o que a Agência diz no início do parágrafo terceiro:\r
"Mas poderíamos estar bem mais adiante. Afinal, o Brasil teve D. Pedro II, o imperador visionário, encantado pela tecnologia, e o inventor Santos Dummont, um dos pais da aviação."\r
O Brasil império ombreava com o da Inglaterra, a diplomacia brasileira era uma das primeiras do mundo, tendo o Imperador sido árbitro em questões da França, Alemanha e Itália; – em 67 anos de Império tivemos uma inflação média anual de apenas 1,58%, contra 10% nos primeiros 45 dias da República, 41% em 1890 e 50% em 1891; – a unidade monetária do Império, o mil réis, correspondia a 0.9 (nove décimos) de grama de ouro, equivalente ao dólar e à libra esterlina; – embora o Orçamento Geral do Império tivesse crescido dez vezes entre 1841 e 1889, a dotação da Casa Imperial se manteve a mesma, isto é 800 contos de réis anuais\r
(Mas a república no Brasil não deixou que crescêssemos. Com a república o Brasil se tornou medíocre.) \r
Repúbica Presidencialista: (2º.) período:\r
Exemplo:\r
Até o fim do governo Sarney se acreditava que o pais era unicamente agrícola. Tínhamos que produzir na agricultura para exportação, porém, o Brasil exportava um navio de feijão para importar um caixote de ferramentas. A balança comercial durante todo esse período fechava em déficit, mantendo o país sempre do lado dos países emergentes.\r
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República Presidencialista: (3º.) período:\r
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Foi o que ocorreu após o governo Collor de Mello, Itamar Franco e FHC.\r
Grande parte do pátio industrial foi modernizada. As empresas públicas que davam prejuízos todos os anos, foram privatizadas e passaram a dar lucro. O país passou a ter computadores, Internet, telefones. Novas empresas automobilísticas, fabricantes de autopeças, A EMBRAER, na época, privatizada era responsável por 30% do PIB nacional, tornou o país o segundo produtor de avião do mundo, só perdia pro Canadá. O sucesso das privatizações colocou o país em superávit. O pátio industrial cresceu em todos os setores, aparelhos elétricos, celulares, etc. (O Brasil não precisa administrar uma empresa pra ser dono. As empresas continuam ser do Brasil, só que são bem administradas por empresários competentes).\r
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O plano Real estabilizou o país. O Brasil deixou pela primeira vez na República, de fechar a balança comercial deficitária para fechar com superávit.\r
As empresas estatais eram quem mais gastavam. Todos os anos, o balanço das empresas públicas fechava no vermelho, alem de não pagar impostos, o governo gastava impostos pagos pelos contribuintes para salvar as estatais espoliadas pelos políticos ambiciosos. \r
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Tivemos estatais que deviam mais do que seu valor patrimonial.\r
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Hoje, graças às privatizações, o governo passou do déficit ao superávit, todas as empresas que foram privatizadas, hoje pagam impostos ao governo e dão lucro no mercado internacional.\r
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O Brasil era confiável. Empresários do mundo vieram investir e produzir no Brasil tinha preços competitivos no mercado internacional. \r
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O país, como disse, é uma grande empresa, tem que comprar de outros países, mas também tem que vender, pra isso tem que ter preços competitivos no mercado internacional.\r
Pra diminuir a dependência do país, do petróleo internacional, foram realizados investimentos imensos na Petrobrás, refinarias etc. No ano 2002, o presidente Fernando Henrique já dizia, em 2005 o Brasil será auto-suficiente em petróleo, o que hoje, 2.006, foi cumprido.\r
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Pra diminuir a dependência do país, do petróleo internacional, foram realizados investimentos imensos na Petrobrás, refinarias etc. No ano 2002, o presidente Fernando Henrique já dizia, em 2005 o Brasil será auto-suficiente em petróleo, o que hoje, 2.012, o Brasil continua importando cada vez mais.\r
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4º.) período: \r
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Vejam o que ocorre hoje neste governo! Não há investimentos na indústria brasileira. Estão prejudicando os empresários com autos impostos. Querem estatizar novamente as empresa antes privatizada. O Brasil parou… É só bra-bra-bra. \r
Não vou tentar adivinhar o futuro. Embora esse fosse um exercício fácil e descomplicado.\r
Para não contrariar ou decepcionar alguns, a verdade que muitos aceitarão como fato rigorosamente verdadeiro. Será um fim de governo, rigorosamente tumultuados e ambiciosos, do ponto de vista negativo.\r
Ou fazem as reformas que o país exige, e contribuem para o desenvolvimento e a tranqüilidade, ou repetiremos 1930 e 1964.\r
Esse espírito foi sintetizado por Rui Barbosa, quando se penitenciava de seu erro histórico. Sua sobriedade lhe permitiu avaliar a situação e dizer:\r
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“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto… Essa foi a obra da República nos últimos anos. No outro regime (monarquia) o homem que tinha certa nódoa em sua vida era um homem perdido para todo o sempre – as carreiras políticas lhe estavam fechadas. Havia uma sentinela vigilante, de cuja severidade todos se temiam a que, acesa no alto, guardava a redondeza, como um farol que não se apaga, em proveito da honra, da justiça e da moralidade gerais. Na República os tarados são os tarudos. Na República todos os grupos se alhearam do movimento dos partidos, da ação dos Governos, da prática das instituições. Contentamo-nos, hoje, com as fórmulas e aparência, porque estas mesmo vão se dissipando pouco a pouco, delas quase nada nos restando. Apenas temos os nomes, apenas temos a reminiscência, apenas temos a fantasmagoria de uma coisa que existiu, de uma coisa que se deseja ver reerguida, mas que, na realidade, se foi inteiramente. E nessa destruição geral de nossas instituições, a maior de todas as ruínas, Senhores, é a ruína da justiça, colaborada pela ação dos homens públicos, pelo interesse dos nossos partidos, pela influência constante dos nossos Governos. E nesse esboroamento da justiça, a mais grave de todas as ruínas é a falta de penalidade aos criminosos confessos, é a falta de punição quando se aponta um crime que envolve um nome poderoso, apontado, indicado, que todos conhecem …” “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto … Essa foi a obra da República nos últimos anos. No outro regime (monarquia) o homem que tinha certa nódoa em sua vida era um homem perdido para todo o sempre – as carreiras políticas lhe estavam fechadas. Havia uma sentinela vigilante, de cuja severidade todos se temiam a que, acesa no alto, guardava a redondeza, como um farol que não se apaga, em proveito da honra, da justiça e da moralidade gerais. Na República os tarados são os tarudos. Na República todos os grupos se alhearam do movimento dos partidos, da ação dos Governos, da prática das instituições. Contentamo-nos, hoje, com as fórmulas e aparência, porque estas mesmo vão se dissipando pouco a pouco, delas quase nada nos restando. Apenas temos os nomes, apenas temos a reminiscência, apenas temos a fantasmagoria de uma coisa que existiu, de uma coisa que se deseja ver reerguida, mas que, na realidade, se foi inteiramente. E nessa destruição geral de nossas instituições, a maior de todas as ruínas, Senhores, é a ruína da justiça, colaborada pela ação dos homens públicos, pelo interesse dos nossos partidos, pela influência constante dos nossos Governos. E nesse esboroamento da justiça, a mais grave de todas as ruínas é a falta de penalidade aos criminosos confessos, é a falta de punição quando se aponta um crime que envolve um nome poderoso, apontado, indicado, que todos conhecem …” (Rui Barbosa – Discursos Parlamentares – Obras Completas – Vol. XLI – 1914 – TOMO III – pág. 86/87) Este discurso de 1914 foi e é até hoje atual.\r
Impostos deveriam ser limitados a 10%. O governo que se virasse para fazer as coisas mais eficiente ou, melhor ainda, não fazer. Deveria ser cláusula constitucional, nenhuma aliquota pode passar de um décimo. 38% de carga tributária numa nação subdesenvolvida como a nossa é se condenar ao subdesenvolvimento.
Só que nunca houve uma guerra entre duas democracias…
Anônimo. Esse é o maior perigo da DEMOCRACIA exercida pela república presidencialista. O povo vota no discurso de um populista, sem conhecer de fato seu conhecimento administrativo e sua ideologia. O Presidente é o todo poderoso. Não há limites. Até os partidos de oposição estão vendido. Nossos únicos aliados, ainda, são a imprensa e a internet.
Mas vocês se esqueceram de uma coisa: todos os regimes monárquicos na “Idade Moderna” se tornaram estatistas e intervencionistas. O que minava o poder dos reis era o poder temporal e o poder descentralizado na Idade Média (vários feudos). Bastou o Rei concentrar mais poderes e o poder temporal foi quebrado, os monarcas absolutistas começaram a confiscas as riquezas de seus súditos. Quem nunca ouviu alar nas políticas confiscatórias de Luis XIV na França, ou Carlos I na Inglaterra, ou Filipe II da Espanha? Já as Repúblicas Antigas e Medievais eram bem mais liberais. Basta ver a República Florentina na época do Renascimento e a República das Sete Províncias Unidas dos Países Baixos no século XVII. O mesmo ocorreu na civilização romana: a República era bem mais liberal do que era monárquica, depois, na época do Império, o Imperador concentrava cada vez mais poder…
Porra, afirmar que a monarquia é mais liberal do que a República é negar a própria História. A História que as Repúblicas eram menos estatistas e que quando uma República se transformava em monarquia, o sistema se tornava mais estatistas (caso da Roma Antiga).
É para isso que querem monarquia? Sem falar nos rios de dinheiro estão gastando agora com saúde…Nao tem nada de libertário com monarquia. Aliás, a História da mostrou que monarquia as liberdades e os valores. Eu prefiro uma República ao estilo romano, Florença e Veneza na Era do Renascimento, ou Holandesa no século XVII (que era muito mais liberal, próspera e civilizada que as monarquias da época).
Luiz Almeida, O Brasil não é uma merda, como diz o Anônimo. É uma república presidencialista. É quase sinônimo. NA MONARQUIA PARLAMENTARISTA os partidos políticos serão mais bem organizados em suas ideologias, congregando seus filiados e defendendo seus interesses partidários. Não há coligações partidárias, cada partido necessita ser forte e ter seus parlamentares para que no parlamento defendam os ideais de seus filiados. (O eleitor será mais bem representado)
A cor partidária do Rei/Imperador será o Verde e Amarelo, seu papel é intermediar todos os conflitos partidários, mantendo a paz.
Apesar de todos os preconceitos e mentiras disseminados, no decorres dos 120 anos de república, pelos republicanos, imprensa e sistema de ensino brasileiro sobre a monarquia, é em todo mundo o melhor Sistema de Governo. Senão veja:
Índice globais de eficiência:
1 – O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): ele mede a qualidade dos serviços básicos prestados a população: saúde, educação, segurança, saneamento básico e outros;
2 – O Índice de Democracia: ele mede a qualidade da democracia em cada país;
3 – O Índice de corrupção global: ele mede o índice de corrupção e honestidade em cada país;
Em todos os três índices a república presidencialista apresentou o pior desempenho. Em contrapartida, o melhor desempenho nos índices foi obtido pelas monarquias parlamentaristas. Elas foram classificadas como as melhores prestadoras de serviços públicos, as mais honestas, as mais democráticas (70% dos 10 mais). No nível intermediário/baixo encontramos as repúblicas parlamentaristas e na lanterninha, as repúblicas presidencialistas.
"Resultados negativos da mistura entre Estado e governo no Brasil
Quando governo e o Estado mistura-se, o Estado sempre perde. Não faltam exemplos disso no Brasil. Quantas vezes nossos tribunais, especialmente o STF e o STJ, proferiram decisões eticamente questionáveis por causa de interesses políticos em jogo? Quantas vezes vimos nossos políticos tomarem decisões claramente danosas para a pátria, mas que lhes favoreciam politicamente? Quantas vezes o partido político que se encontra no poder prejudica o partido adversário, por não querer entrar em conchavo?
É vergonhoso, mas é fato: no Brasil os órgãos de Estado servem prioritariamente ao governo e não à PÁTRIA, como deveria ser. A União é a principal cliente dos "órgãos de Estado", especialmente a presidência da república. E tudo por quê? Porque o Brasil é uma república presidencialista.
Quem perde com isso é a sociedade brasileira porque tal cenário favorece a corrupção política e a ineficiência dos serviços públicos. E claro: os órgãos de Estado perdem autonomia e credibilidade perante a nação.
Sem comentário Catarinense!
O excesso de liberdade conduz à anarquia. Anarquia não chega ser uma teoria, sim uma forma primitiva de convivência humana. O homem evoluiu. Não existe no mundo, sociedade na forma anárquica.
O Homem não não pode ser totalmente livre!
Esse conceito foi adotado na primeira Constituição Francesa de 1791: "a liberdade consiste em fazer tudo o que não prejudique a outrem – assim, o exercício dos direitos naturais de cada homem não tem por limites, senão aqueles que asseguram aos outros membros da sociedade o gozo destes mesmos direitos. Tais limites não podem ser determinados senão pela lei."
“O Homem não pode ser totalmente livre!”
Um autoritarista totalitário não demora para mostrar sua verdadeira face.
O homem pode sim, ser totalmente livre, desde que seja observado o direito natural. Não é preciso nenhum ser iluminado vestindo uma fantasia para dizer o que é a lei ( ou um grupo de seres iluminados vestindo fantasias, se você preferir ).
Mais uma vez mostrando sua ignorância por aqui, Francisco? Pesquise sobre anarco-capitalismo nos artigos. Vai lá, um pouco de esforço não faz mal a ninguém.
PREZADOS LEITORES,
AO LER O ARTIGO DE HANS HERMANN HOPE FIQUEI SINCERAMENTE CONFUSO POIS O AUTOR CONFUNDE DUAS COISAS CHAMANDO A DEMOCRACIA HORA DE SISTEMA DE GOVERNO HORA DE REGIME POLÍTICO.
ORA NEM UMA NEM OUTRA,POIS COMO MUITO BEM DEFINIU O FILÓSOFO POLÍTICO INGLÊS JOSEPH SCHUMPETER A DEMOCRACIA SIMPLESMENTE É UM ARRANJO INSTITUCIONAL DE TOMADAS DE DECISÕES POLÍTICAS (LEGISLATIVAS E/OU ADMINISTRATIVAS) E NADA MAIS.
NÃO PODEMOS EXIGIR DA DEMOCRACIA ÀQUILO QUE ELA JAMAIS PODE NOS FORNECER,OU SEJA ,A SALVAGUARDA DO VALOR SUPREMO DA LIBERDADE INDIVIDUAL QUE SEGUNDO HAYEK É UNA E INDIVISÍVEL.
A DEMNOCRACIA É UM MEIO E NÃO UM FIM NELA MESMO!!!!
PODEMOS CHAMAR DE SISTEMA DE GOVERNOS A MONARQUIA , A DEMARQUIA E ETC..
POR EXEMPLO O PARLAMENTARISMO ERRÔNEAMENTE É CHAMADO DE SISTEMA DE GOVERNO,QUE NA VERDADE NÃO PASSA DE UMA ALTERNATIVA AO PRINCÍPIO DE SEPARAÇÃO DE PODERES (VER MAKSOUD EM O CRUZADO E OUTRAS ILUSÕES – A PANACÉIA DO PARLAMENTARISMO)
PARA QUE A LIBERDADE POSSA ESTAR SALVAGUARDADA NECESSITAMOS EM PRIMEIRO LUGAR DE DEFINIR O SISTEMA POLÍTICO QUE DESEJAMOS,E QUE AQUI ME REFIRO A DEMARQUIA E EM SEGUNDO LUGAR DEVEMOS TER UMA CONSTITUIÇÃO QUE LIMITE OS PODERES DOS GOVERNOS,SALVAGUARDE A VIDA ,OVALOR SUPREMO DA LIBERDADE INDIVIDUAL,E OS DIREITOS DE PROPRIEDADE PRIVADA.
SOMENTE DESTA FORMA PODEREMOS DEFENDER A LIBERDADE
NÃO NECESSITAMOS DE UM REI ,MAS DE UM REGIME POLÍTICO DEFINIDO DE CUNHO DEMOCRÁTICO!!!!!
PRAZER EU ME CHAMO DEMARQUIA UM GOVERNO CONSTITUCIONAL DO POVO SUBORDINADO A ORDEM JURÍDICA (A LEI) EM CONFRONTAÇÃO COM A DEMOCRACIA QUE SIGNIFICA DE GOVERNO DA MAIORIA.
POR ISSO ANTES DE SAIR DEFENDENDO IDÉIAS E OPINIÕES VAMOS REALIZAR UM EXAME CRITICO-EVOLUCIONÁRIO PARA QUE MAIS TARDE AS COISAS NÃO SE COMPLIQUEM MAIS E DESTRUA O IDEAL DA LIBERADE INDIVIDUAL
POR
RENATO BARBOSA DA SILVA RAMOS
Agora entendo porque Aristóteles receava sobre a Democracia, nunca imaginei que de certa forma pensaria como ele:
“Aristóteles, que viveu por inteiro no século IV a.C., acreditava que os regimes políticos existentes no seu tempo comparavam-se com a regularidade dos ventos. Existe uma constância no soprar deles: sempre para o norte ou sempre para o sul. Há porém desvios de toda ordem. Assim se dá com as formas políticas. Podemos imaginar que algumas delas que são permanentes, tais como a monarquia, a aristocracia e a politéia (o governo constitucional), havendo porém os naturais “desvios”, provocados pelo comportamento errático dos ventos,que nos conduzem a outras organizações políticas, diversas, piores do que as ideais. Entres esses desviantes do que seriam os regimes mais apropriados, Aristóteles apontava a tirania (a mais nociva), a oligarquia e a democracia (apontada por ele como “a pior das formas boas, mas a melhor entre as variedades más”). O motivo dessa multiplicidade das formas políticas, boas e más, devia-se a que a sociedade humana era muito diversificada, pois a polis é o encontro do multitudinário.”
educaterra.terra.com.br/voltaire/politica/aristoteles.htm
Queria ver você falar isso morando na Arabia Saudita.
Proposta sua RENATO: "o importante é que seja uma miniarquia e que haja direito de secessão"
Defendo a forma de Governo Monárquica hereditária, com o sistema Constitucional ou Parlamentar. Por quê?
O Rei ou Imperador sendo hereditária, sua visão sobre o Estado é diferenciada: ele não está limitado à próxima eleição, nem a interesses partidários. Isso o dá mais liberdade para realizar projetos de longo prazo, realiza projetos que os interesses eleitoreiros de governo, não permitem. O Rei/Imperador tende a se identificar com o próprio Estado. Por não se encontrar filiado a nenhum partido político, ou agremiação sectária, vê apenas os interesses maiores da nação, conclamando-se defensor do povo. Não precisa subornar, corromper ou conchavar para a consecução do seu intento e, muito menos, preocupar-se, com a sua reeleição ou eleição do seu substituto. Realiza porque é permanente.
Encara a corrupção política e as ações danosas contra o Estado como se fosse lesões contra sua própria pessoa o que o motiva a agir contra elas. Zela pela casa, porque sabe que vai permanecer nela para sempre, devendo deixá-la em ordem, por amor também a seu herdeiro, provavelmente seu filho. Que pai não luta para legar o melhor a seu filho?
Veja a diferença. Os Chefes de Estado que alcançaram o poder através de eleições partidárias, acabam encerrados num pequeno círculo oligárquico, completamente alheados da nação que os elegeu, mantendo-se voltados para os interesses da legenda que os guindou ao poder. São inquilinos transitórios que passam pela casa, usufruem dela sem se deixar impregnar por sua estrutura; sabem que terão que abandoná-la vencido o contrato. Assim não promovem melhorias, apenas remendando os danos imediatos visando seu próprio interesse.
Francisco Silvino Teixeira das Flores, tenha a bondade:
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=685
Por que defender a existência do estado é algo radical e incoerente – em 21 argumentos
Ao lidarmos com a alegação de que alguma doutrina antiestado (por exemplo, o anarcocapitalismo) seria perigosa na prática — por causa de seu caráter radical —, é válido apontar o patente radicalismo presente em todas as doutrinas que defendam a existência de um estado.
Entretanto, apenas isso não basta. Sugerir que o radicalismo per se não é o problema de qualquer doutrina socioeconômica é uma postura válida, porém insuficiente. O que é ainda mais válido é enfatizar que qualquer teoria que defenda a existência de um estado não é apenas radical; é também radicalmente incoerente. Essa é uma descrição bastante adequada para teorias que dizem que:
1. A única maneira eficaz de se proteger contra a violência, agressão e coerção de terceiros é ajudando a instituir e a sustentar eternamente um vasto aparato que detém o monopólio da violência, da agressão e da coerção institucionalizada.
2. A única maneira eficaz de se proteger os direitos de propriedade é ajudando a instituir e a sustentar eternamente uma entidade coerciva cujos representantes não apenas não são donos de nenhum dos ativos dessa entidade, como também se arrogam a si próprios o direito de expropriar qualquer proprietário de qualquer propriedade, para propósitos cuja utilidade cabe apenas a eles avaliar.
3. A economia de livre mercado — cujos participantes, com o intuito de prosperar, têm de ofertar uns aos outros bens e serviços produtivos, assim como têm de sofrer todas as responsabilidades financeiras decorrentes de potenciais fracassos de suas ações — pode sobreviver apenas quando submetida à regulação intensa de um grupo monopolístico formado exclusivamente por pessoas que nada produzem, e que podem sempre jogar os custos de seus fracassos sobre os ombros dos produtores.
4. A coerção do estado é necessária para fazer cumprir os contratos. Entretanto, o pretenso “contrato social”, aquele que supostamente estabeleceu o estado, curiosamente não precisa de nenhum meta-estado para impô-lo, o que significa que ele na verdade é uma anomalia que se auto-impõe e se faz cumprir.
5. Os gerentes de qualquer aparato monopolista da compulsão e da agressão são dotados de motivações exclusivamente altruístas. Entretanto, se estas mesmas pessoas parassem de utilizar métodos coercivos (atividade política) e se dedicassem a métodos voluntários (atividade de mercado), seu altruísmo seria imediatamente suplantado pelo egoísmo vil e ganancioso.
6. Os estados, instituições responsáveis por mais de 200 milhões de mortes cruéis apenas no século XX, supostamente servem para nos oferecer proteção contra “criminosos privados” — os quais, mesmo em sua mais organizada forma de redes mafiosas internacionais, nunca lograram sequer chegar perto da mais ínfima fração do número de mortes causadas pelos estados.
7. O estado de anarquia entre os indivíduos — sendo que cada um deles pode, em termos gerais, financiar suas atividades apenas com seu próprio bolso — iria levar a uma intolerável escalada da violência e da carnificina, mas o estado de anarquia entre os estados — sendo que cada um deles pode impor os custos de suas atividades (inclusive belicistas) sobre todos os seus súditos — é um arranjo tolerável e relativamente pacífico.
8. A ausência de um fiscal externo e monopolista que impinge a execução de acordos entre indivíduos iria levar a infindáveis conflitos, porém a ausência desse mesmo fiscal externo e monopolista em relação a vários órgãos do estado não os impede de cooperar eficazmente e até mesmo benevolentemente.
9. Conceder a tarefa de zelar pela justiça a uma entidade que é ao mesmo tempo monopolista e coerciva não irá fazer com que ela continuamente perverta a justiça a seu favor.
10. A noção de um sistema de pesos e contrapesos, pelo qual os governantes controlam os governados e os governados controlam os governantes não viola o princípio da navalha de Occam, similar à visão na qual um único grupo de indivíduos autogovernantes mantém-se perfeitamente em equilíbrio pacífico.
11. Os governados são sábios o bastante para escolher seus governantes, mas não para escolher como utilizar seu próprio dinheiro.
12. Dois viajantes que se trombarem no meio de uma floresta desabitada não irão imediatamente se atracar e se esganar apenas porque temem serem punidos pelo estado.
13. Uma instituição que violentamente impõe seus serviços de proteção sobre as pessoas, determina unilateralmente seu preço e exclui toda a concorrência nessa área, não irá tentar criar conflitos para se beneficiar deles, e tampouco irá deixá-los evoluir ao invés de pacificá-los ou mesmo impedi-los de ocorrer.
14. A expropriação compulsória da propriedade privada de um indivíduo não deve ser considerada uma violação de um direito (considerando-se que haja uma “devida compensação monetária” determinada unilateralmente), porém a recusa de abdicar de uma parcela da riqueza que o indivíduo criou independentemente ou adquiriu contratualmente é uma violação direta, justa e clara de vários direitos.
15. Os direitos políticos precedem os direitos de propriedade, o que presumivelmente significa que o contrato social supostamente original foi concluído por uma fogueira em uma caverna e escrito na parede da caverna — caso contrário, estar-se-ia dizendo que as condições do mundo pré-contrato, misteriosamente e sem qualquer distribuição de propriedade, permitiram a criação do capital necessário para (pelo menos) abrigar os indivíduos que assinaram o contrato e fornecer-lhes tinta e papel.
16. Ter uma clientela suficientemente grande transforma aquilo que normalmente seria considerado um roubo em larga escala em algo que é comumente aceito como sendo parte de um serviço social necessário.
17. Um grupo relativamente pequeno de pessoas é capaz de possuir mais conhecimento e tomar decisões mais informadas e embasadas no que tange o gerenciamento de atividades de qualquer sociedade do que todo o resto da sociedade em questão.
18. A noção de igualdade perante a lei abre espaço para privilégios funcionais.
19. O respeito incondicional pelo princípio da não agressão é “absolutista”, mas o respeito incondicional pelas leis criadas pelo estado não é.
20. A prevalência do estatismo indica a vantagem desse sistema sobre os outros — como se o mesmo não pudesse ter sido dito sobre a astrologia, a escravidão, a perseguição ou difamação de uma pessoa ou de um grupo de pessoas, e a discriminação racial legal.
21. Cada uma das afirmações acima é solidamente justificada, tanto teórica quanto empiricamente, ao passo que a negação de qualquer uma delas está fundamentalmente além dos limites da integridade e da moralidade de qualquer discussão sensata.
Tendo enumerado esses (ou outros) argumentos, vale a pena confrontar o estatista com a tarefa de defender a supostamente moderada natureza da doutrina que ele defende. E mesmo que ele aguente a dor de confessar e reconhecer o radicalismo do estatismo, deve-se resolutamente confrontá-lo com outra tarefa igualmente difícil — a de defender a suposta coerência do estatismo. Se ele admitir derrota nessa tarefa também, não devemos ficar intelectualmente surpresos, mas ao menos poderemos nos sentir taticamente satisfeitos.
[i]Jakub Bozydar Wisniewski é filósofo graduado pela Universidade de Cambridge. Atualmente trabalha em seu PhD, experimentalmente voltado para a teoria dos bens públicos de acordo com a Escola Austríaca de Economia, na Queen Mary, University of London. Já publicou artigos em, dentre outros, The Libertarian Papers, The Quarterly Journal of Austrian Economics e LewRockwell.com.[i/]
Francisco Silvino Teixeira das Flores, tenha a gentileza:
Dez objeções típicas ao anarquismo libertário
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1556
Estado, violência e leis privadas
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=948
Por que não podíamos abolir a escravidão ontem e não podemos abolir o governo hoje
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=899
O setor público: desestatizando a segurança, as ruas e as estradas
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=174
Por que você é um libertário e provavelmente não sabe
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=865
A produção privada de serviços de segurança ( do mesmo autor que defende, no artigo desta página, que a monarquia é superior a democracia )
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1221
Mercado versus estado
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=827
E para fechar com chave de ouro ( LEIA ),
Como parei de inventar desculpas e finalmente libertei minha mente
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1540
Entende agora, Francisco? Esta lista é uma pequena amostra. Tem muito mais material sobre o assunto aqui. Eu, o Renato, e os demais debatedores já lemos todos estes, além de muitos outros, sem comentar o material disponível em inglês, que é extremamente vasto, e os livros disponíveis na biblioteca, que são simplesmente magistrais. Você não está debatendo com iniciantes. Na verdade, a chance é que é exatamente o contrário.
Talvez tenha sido um erro de tradução, ou uma confusão do entrevistado, mas a monarquia não é um regime oposto à democracia, basta lembrar Inglaterra, Espanha, Dinamarca, Países Baixos etc, que são monarquias democráticas. Parece-me que quando ele fala “democracia” está na verdade falando em “república”. Esse tipo de confusão contribui para atrapalhar ainda mais a mente já avacalhada do brasileiro.
Qual seria a diferença de uma monarquia e uma ditadura?
Não entendi direito uma coisa: ou autor se refere à monarquia parlamentar ou à antiga? Obrigado pela atenção!
não sei quanto a vcs, mas tive, em minha tenra infância, uma matéria ufanista chamada Educação Moral e Cívica, na qual éramos obrigados a jura bandeira, lealdade a República entre outras coisas… (Monarquia Já)
O texto confunde “democracia” com “república”. Uma monarquia pode ser democrática e uma república pode ser ditatorial. O ideal democrático baseia-se no princípio da isonomia e só descarrilha quando este é desrespeitado.
* * *
Como professor de História, não quero aqui defender nenhuma forma de governo e muito menos me posicionar ideologicamente, no entanto, quero deixar um questionamento, dos países que ocupam as dez melhores posições do IDH, seis são monarquias parlamentaristas, sendo, 1º Noruega, 2º Austrália, 4º Suécia, 7º Nova Zelândia, 8º Canadá e 10º Dinamarca, concluindo. Será que a Monarquia como forma de governo é tão ruim assim?
“Notadamente, além das monarquias possuírem os menores gastos, possuem também o melhor resultado com relação ao Índice de Desenvolvimento Humano – IDH, melhor expectativa e qualidade de vida.
A formação do futuro Chefe de Estado, o parlamentarismo e a alta performance do regime monárquico, fazem com que a monarquia seja a melhor opção.
O sistema republicano é marcado por ser, ao contrário de sua significação nominal, um regime de poucos, onde a população não tem vez e voz e onde a democracia não é respeitada. Sua instabilidade permanente, aliada a característica corrupção, são provas da falência deste regime.” Do Blog: Monarquia já.
Não há motivo de regressão à monarquia. O estado deve ser simplesmente extinto.
Bom ao meu ver a monarquia é melhor mas sei que muitos vão dizer, deixar de ser cidadão para ser súdito ? Bom eu também pensava desta maneira mas se pensarmos bem o que é ser cidadão ? bom na republica já vimos o que é e não gostei muito, mas já viram como é os súditos de um governo monárquico ? Bom nem precisa comentar não é mesmo pois são países de 1º mundo e uma observação a fazer vocês sabiam que o príncipe vai a guerra quando tem uma ? Pois é né na república não o presidente manda o general e promove ele a marechal e fica só esperando o resultado, pois é não sei se entenderam bem o que quis transmitir mas tudo bem, vamos lá o modelo monárquico é sem dúvida melhor!
André Luiz Bezerra, vamos resgatar a monarquia no Brasil! Chega de experiências macabras! Visite o face book: “Círculo Monárquico de Rio Bonito”
CARTA DA PRINCESA ISABEL 1889
PROJETO DE INDENIZAÇÃO AOS EX-ESCRAVOS
11 de agosto de 1889 – Paço Imperial
Caro Senhor Visconde de Santa Victória
Fui informada por papai que me colocou a par da intenção e do envio dos fundos de seu Banco em forma de doação como indenização aos ex-escravos libertos em 13 de Maio do ano passado, e o sigilo que o Senhor pediu ao presidente do gabinete para não provocar maior reação violenta dos escravocratas. Deus nos proteja dos escravocratas e os militares saibam deste nosso negócio, pois seria o fim do atual governo e mesmo do Império e da Casa de Bragança no Brasil. Nosso amigo Nabuco, além dos Srs. Rebouças, Patrocínio e Dantas, poderem dar auxílio a partir do dia 20 de Novembro quando as Câmaras se reunirem para a posse da nova Legislatura. Com o apoio dos novos deputados e os amigos fiéis de papai no Senado será possível realizar as mudanças que sonho para o Brasil!
Com os fundos doados pelo Senhor teremos oportunidade de colocar estes ex-escravos, agora livres, em terras suas próprias trabalhando na agricultura e na pecuária e delas tirando seus próprios proventos. Fiquei mais sentida ao saber por papai que esta doação significou mais de 2/3 da venda dos seus bens, o que demonstra o amor devotado do Senhor pelo Brasil. Deus proteja o Senhor e todo a sua família para sempre!
Foi comovente a queda do Banco Mauá em 1878 e a forma honrada e proba, porém infeliz, que o Senhor e seu estimado sócio, o grande Visconde de Mauá aceitaram a derrocada, segundo papai tecida pelos ingleses de forma desonesta e corrupta. A queda do Sr. Mauá significou uma grande derrota para o nosso Brasil!
Mas não fiquemos mais no passado, pois o futuro nos será promissor, se os republicanos e escravocratas nos permitirem sonhar mais um pouco. Pois as mudanças que tenho em mente como o senhor já sabe, vão além da liberação dos cativos. Quero agora me dedicar a libertar as mulheres dos grilhões do cativeiro domestico, e isto será possível através do Sufrágio Feminino! Si a mulher pode reinar também pode votar!
Agradeço vossa ajuda de todo meu coração e que Deus o abençoe!
Mando minhas saudações a Madame la Vicomtesse de Santa Vitória e toda a família.
Muito de coração
Isabel
Heaven… I’m in heaven… Ler algo assim e saber que foi um Ultra-libertário Anti-Estado é o máximo! A Nova Zelandia é atualmente a monarquia mais proxima da liberdade e da mão invisível, mas ainda tem muito a melhorar. Sou postulante a minarquista porque acredito que o Estado Mínimo é a penultima fase para a Liberdade, e ainda não vi futuro na total inexistencia do Estado. Deus salve… Hoppe!
Que artigo impactante…
Mas na minha opinião, é falacioso.
Se nas monarquias tinha terra quem era liberado pelo rei, isso era um ataque sério ao direito de propriedade.
O rei arbitrava leis e justiça. Não havia habeas corpus, nem necessidade de comprovação de culpa.
O sistema de sucessão era uma loteria. Um dos motivos da queda da monarquia brasileira foi a falta de um bom sucessor.
Havia castas na sociedade, uns tinham mais direitos que outros.
Nada disso representa superioridade em relação à democracia.
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O único bom argumento que eu vi foi a questão do tempo de permanencia no poder, ficando 4 anos você é o inquilino que aluga o imóvel, suga até onde pode, e se o dono vacilar você leva a prataria, a mesa entalhada…
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Acho que dá para reformar a democracia, impondo um constituição próxima ao Direito Natural, e impedindo que maiorias violem esses princípios.
As antigas democracias reunia o povo para decidir questões de Estado. Imagine:
Se um cidadão está doente, e for pedir conselho com alguém em matéria de saúde, procuraríamos um especialista, o médico. Procuraríamos alguém que tenha tido formação específica para desempenhar a tarefa ou íamos reunir uma multidão e pedir aos presentes que elegessem, através de voto, o remédio certo?
Permitir que o povo decida é como navegar em alto mar consultando os passageiros, ignorando ou desprezando aqueles que são verdadeiramente competentes na arte da navegação. Tal como um navio assim comandado se transviará e irá a pique, também o navio do Estado naufragará.
A saúde do Estado tem tanta ou mais importância que a saúde de um dado indivíduo. Tomar decisões políticas, decisões no interesse do Estado, requer reflexão e competência na matéria. É função que se deveria deixar aos especialistas.
Olhem, até simpatizo com a familia imperial brasileira… O atual imperador de jure declarou que caso ascendesse, cenderia tudo e armaria o Brasil até os dentes!! Eu acharia bem interessante que fossemos uma monarquia parlamentarista.
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Descobri porque a galera aqui gosta de monarquia… Menger era mentor do príncipe herdeiro do Império Austro-Húngaro! Rá!
Os políticos eleitos na república são todos simpáticos, senão não seriam eleitos pelo povo. Não se trata de simpatia. A Foma Monárquica no Sistema Parlamentarista é melhor por ser mais Democrático. Estado é a nação politicamente organizada e soberana, tendo, portando, governo próprio.
P – Se a Monarquia é a melhor forma de governo, porque a maioria das nações prefere o sistema republicano?
R – Já foi demonstrado que a Monarquia Hereditária representa uma evolução racional no sistema de governo do Estado. Entretanto, a inovação da liberal-democracia no século XIX despertou o desejo de uma novidade. Aliás, como já citava o Papa pio X, "O amor das novidades basta, por si só, para explicar toda a sorte de erros". Mas, na medida em que se constatam as falhas do regime adaptado, as nações mais perspicazes retomam à sua antiga forma de governo e com grande vantagem. A Espanha, por exemplo, aí está a corroborar a resposta.
P – A República não luta pela melhoria de condições sociais?
R – Sim, mas as dificuldades são maiores pela politicagem e pela corrupção que gira em torno das verbas destinadas às obras públicas, sem supervisão do Estado.
P – E se o Monarca ligar-se a um partido político que lhe seja mais simpático ou bajulador?
R – O Monarca não pode ligar-se a partido político nem a grupos sectários, pois eles representam um parcela da sociedade e o soberano o é de toda a nação.
P – Se a Monarquia for restaurada, voltarão ao cenário político os Marqueses, Condes e Barões?
R – Os títulos de nobreza são concedidos aos cidadãos do país que, por seus méritos em prol da pátria, logrem merecê-los. A República também assim o faz, e por isto encontramos Cavaleiros de uma determinada Ordem ou Comendadores de alguma Legião de honra. Desta forma, é provável que os títulos nobiliárquicos retornem à atividade.
P – Mas estes nobres não irão onerar o erário público?
R – Por si só, os títulos de nobreza não mantém qualquer vínculo com privilégios, político-administrativos e muito menos com privilégios financeiros. Em nada onerará o sistema.
P – E se algum súdito receber um título de nobreza por serviços prestados à nação e depois desmandar-se dos deveres básicos para com a dignidade pública?
R – Numa Monarquia dos tempos atuais, a nobreza é aberta para tantos quantos façam jus a ela. Entretanto, a porta de entrada é a mesma de saída. Se o caso em questão vier a ocorrer, o que é improvável, a cassação de título será inevitável.
p – E o princípio de igualdade entre homens, como fica numa Monarquia? O Monarca não é superior?
R – Todos os homens são essencialmente iguais como membros da sua espécie, mas moral e funcionalmente diferentes em suas atitudes. Apenas é a função de Monarca o que torna tal homem diferente. Não como ser humano posto que é igual aos demais, mas como Chefe de Estado, intrínseco da nação. Assim, o cargo bem como suas atitudes funcionais são os fatores que diferenciam o monarca dos demais homens e não apenas sua pessoa.
P – Não é preferível uma forma de governo que ofereça igualdade de direito a tantos quantos ambicionam exercer o poder?
R – De um modo geral, teoriza-se o exercício do poder na mão das pessoas mais capacitadas para exercê-lo. Do momento em que se proclame o mito da igualdade, imagina-se um nivelamento que permita a ascensão ao poder a todos os componentes da sociedade e, portanto, a maioria, composta, predominante, por indivíduos de médio e baixo nível. Tais indivíduos (a maioria) idealizam que se exercendo a prática da igualdade a eles seria outorgado o direito de atingirem a maioria e, assim, o exercício do poder, inerência desta classe. Tal desastrada teoria agradou a maioria e numa política de prevalência do número de votantes, a utopia triunfou ornando-se norma. Tal princípio, que torna cada eleitor um Chefe de Estado em potencial, não poderia aceitar a Monarquia, virtual barreira a tão absurdas pretensões. Como numa sociedade igualitária quantidade vale mais que qualidade, tal idéia prevaleceu. Há sempre tempo de se rever um erro reconhecido. Uma sandice proclamada pela maioria, nem por isto deixa de ser sandice.
P – Por que, ao morrer um Monarca, cabe seu filho mais velho a herança da coroa? Não poderia ser outro filho que assim o desejasse, ou que para tal oferecesse melhores condições?
R –Já ficou demonstrado que a luta pela disputa do poder foi, durante toda a História, a causa fundamental das lutas e dissensões internas e, até mesmo, externamente. A mais longa das guerras que enfrentou a Humanidade em todos os tempos, teve como causa uma querela sobre hereditariedade do trono. Foi para que tantas desgraças onerosas em todos os sentidos, não se repetissem que, racional e naturalmente, assentou-se o direito de primogenitura masculina na linha sucessória, a fim de que o Príncipe mesmo criança, não visse seus direitos ameaçados. È tácito, axiomática, diríamos até, dogmático.
P – E se o Príncipe demonstra ser um estróina, ou até mesmo atingir os limites da idioticia, terá a nação que suportar um estadista incompetente?
R – Sendo a Monarquia a Forma de Governo que vela sobremaneira pelos interesses da nação, lógico se torna que, se alguma deficiência fosse detectada na mente ou físico do Príncipe herdeiro, deficiência esta que poderia torná-lo impedido de realizar sua obra na plenitude da razão pela qual foi preparado, seriam acionados os mecanismos encarregados de solucionar o problema. Os educadores, a Família, o Conselho de Estado e, por último, o Parlamento, usariam de suas prerrogativas de recorrer a um filho segundo ou a quem de direito na linha sucessória. O fato primordial è que a Monarquia protege a nação, ao ponto de não permitir um incompetente na Chefia do Estado.
P – Sendo o reinado de um Monarca, cargo vitalício, se ele, após ser coroado, adoecesse ou enlouquecesse, teria a nação de suportá-lo até ao fim? Já vimos casos assim na História…
R – Idênticas providências seriam aplicadas no caso da pergunta acima formulada, relativa ao Príncipe Herdeiro. Idênticas providências são tomadas nos casos havidos com chefes de Estados eleitos. Insiste-se na tecla que a Monarquia é a Forma de Governo mais atual, por ser a que mais evolui, adaptando-se às exigências, da vida hodierna. O que se viu de loucura de Monarcas reinantes na História pertence a um passado muito remoto e nunca em Monarquias Hereditárias, como foi o caso de alguns Césares de Roma. Com a institucionalização de hereditariedade monárquica, os raros casos constatados de loucura entre Reis e Rainhas foram satisfatoriamente resolvidos com as providências citadas.
P- E se o Monarca torna-se um déspota, imoral e corrupto, sem atingir as raias da loucura?
R – Desconhecemos o exemplo citado, mas, se tal viesse a ocorrer, o que é improvável, mas não impossível, a própria organização monárquica assegura a solução. O Conselho de Estado, o Tribunal de Garantias e o Parlamento dispõem de meios que vão desde a suspensão das Regalias Reais, passando pela instituição de uma Regência, chegando até os extremos da deposição.
P – Pode-se afirmar a existência de uma analogia entre a Monarquia e a Família?
R- Três são os elementos constitutivos de um lar: o pai, a mãe e os filhos. Cabe ao pai ser o repositório da autoridade maior; à mãe, o equilíbrio entre o pátrio poder e as aspirações dos filhos; aos filhos, que representam os anseios da família uma esperança de futuro promissor. Na Monarquia Nacional, o Monarca representa o pátrio poder. A mãe está simbolizada pelos partidos políticos, que devem ser os verdadeiros transmissores da vontade popular e, finalmente, o povo, verdadeira razão da preocupação em se cogitar de Formas de Governo. Governar a quem e para quem, se não exclusiva e primordialmente o povo? Sem a menor sombra de dúvida que o interesse monárquico e o interesse popular se confundem.
P- Mas não é a monarquia uma forma de Governo na qual somente conta a vontade pessoal do Monarca?
R – A função do Monarca, já foi dito, é apenas de autoridade protetora do seu povo. Não cabe a ele a execução do governo. Se ele governasse sozinho o seu bel-prazer, isto seria ditadura, cesarismo ou tirania.
P- A quem compete, então, o poder monárquico?
R. O poder monárquico caracteriza-se por ser perpétuo e hereditário, assim como a nação. Ora, a nação se perpetua através da hereditariedade das famílias. Assim também o poder monárquico se perpetua através da família monárquica.
P – Mas ao realizar suas atuações, não visa o Monarca o seu interesse pessoal?
R – Na felicidade do povo reside o interesse pessoal do Monarca.
P – E se o Monarca apresenta característica de uma personalidade não Luca, mas medíocre?
R. Muitas vezes constatamos personalidades medíocres que se notabilizam por uma aptidão específica; o mesmo se dá em casos contrários. A História nos m ostra que sempre que surgirem Monarcas medíocres ou fracos, eles se assessoram de ministros fortes. Ora, o Monarca é trinado desde sempre para o exercício do seu dever. Assim, mesmo medíocre, ele será melhor do que um improvisado do mais alto nível de cultura.
P – Não representa a monarquia algo obsoleto, romântico ou infantil, mais próximo às prática da idade média?
R – A Monarquia se embasa em princípios imutáveis, mas o mesmo se dá com os costumes, os métodos e as necessidades da vida, sempre dinâmicos. Assim, ocorre uma adaptação constante entre o Estado Monárquico e a instituição política, visando a harmonia entre Monarquia e povo.
P – Pode-se então, afirmar que a Monarquia é progressista?
R. Sem sobra de dúvida. A adaptação de um Monarca a outro, em linha sucessória e hereditária, marcha, passo a passo, com a evolução dos tempos, num processo constante, paulatino, sem promover agitações sociais.
P – Isto significa que a Monarquia é popular?
R – Por ser o próprio povo representado no Estado, a Monarquia é, sim, a essência do povo e, portanto, seu auto-protetor.
P – E se o Monarca apresentar má índole, caracterizando-se por ser um homem mau, não será por isso mesmo, má a Monarquia?
R – Em princípio filosófico, perguntaríamos o que é ser mau. Mas em termos mais práticos, pode-se afirmar que um órgão humano doente não torna o corpo todo doente. O Monarca representa uma peça, a mais importante, na engrenagem da Monarquia, mas não o seu todo. Já foi exposta a existência de meios fiscalizadores de atuação do Monarca, a fim de que a razão fale mais alto.
P – E se o Monarca, por algum motivo, implantar uma forma absoluta de governo, à semelhança de seus predecessores na Idade Moderna?
R – Alem de tal tentativa ser completamente impossível nos dias atuais, o mesmo pode vir a acontecer em uma república, como vemos em diversas ditaduras republicanas espalhadas pelo mundo. Existem mecanismos, na Monarquia, mais eficazes que nas Repúblicas, para evitar tal fato, como já ficou demonstrado.
P – O rei, então, é sujeito às leis e à Constituição?
R – Evidentemente; como qualquer cidadão. Ele é apenas o primeiro dos cidadãos, mas não está acima da lei, nem mesmo é seu elaborador. Isto era característica das monarquias absolutistas.
P – Caso o Monarca morra ou abdique, deixando o herdeiro do tono em idade inábil para governar, o que seria feito?
R – Como tivemos o exemplo quando da abdicação do Imperador D. Pedro I, é constituída uma Regência até a maioridade do príncipe herdeiro. Em momento algum a nação ficaria acéfala.
P – É verdade que o Príncipe Herdeiro é treinado para governar?
R – Desde a infância. O que não acontece nas Repúblicas, quando corre-se o risco de aparecer algum aventureiro demagogo, inapto para o governo.
P – A Monarquia não cerceia a liberdade de escolha do povo?
R – Absolutamente. O parlamento, verdadeira sede do governo, continua a ser eleito diretamente pela nação, sem interferência do monarca.
As monarquias que supostamente “funcionam” são monarquias parlamentares, o Rei tem um poder simbólico para não dizer nulo em alguns casos. O cargo de ”presidente” passa-se a um primeiro ministro
Então é a Monarquia mesmo que funciona, ou é meramente o Parlamentarismo e a perda de poder um cargo?
Monarquias Absolutistas ou que concentraram poder foram e são tão ruins quanto qualquer outro regime
No caso da rainha Elizabeth, ela recebe cerca de um milhão de libras esterlinas por mês, por ser a rainha da Inglaterra, quanto o monarca brasileiro de fato ganharia -sim ganharia, por que ele não precisa ir trabalhar-, só por ser descendente de dos monarcas brasileiros, e não ter poder político nenhum dentro do seu próprio país ?
No Brasil por causa do primeiro Golpe de Estado de 1889, os brasileiros perderam a noção de NAÇÃO, ESTADO, e GOVERNO. Parecem a mesma coisa, mas não é. Nação é nosso território, bandeira, hino, cultura, religiosidade etc. Estado é a organização da Nação: Constituição, Leis, S.T.F., S.T.J., A.G.U., S.T.E., Conselho de Estado, Forças Armadas,etc. Governo: Eleito pelo povo sob a égide do Estado. EM UMA MONARQUIA PARLAMENTARISTA, O REI OU IMPERADOR,NÃO É UM FANTOCHE. As atribuições de um Chefe de Estado, junto ao Poder Moderador mantem a ORDEM, EQUILÍBRIO,JUSTIÇA,SOBERANIA,e sobre tudo mantem a pátria livre dos maus políticos. A fim de que o êxito seja logrado no mister a que se propõe, o Chefe de Estado deve ser preparado. Para isto mesmo, desde criança, o príncipe é educado com extremo cuidado pelos preceptores mais idôneos, desde uma cultura geral ampla e vertical com instrução militar, até a freqüência em regime de estágios nos vários ministérios onde pratica o exercício do poder. As dúvidas surgidas na problemática dos negócios de Estado são tratadas diretamente com seu pai, o Monarca.
Assim, quando chegar o dia em que as funções majestáticas reclamem sua presença, ele estará devidamente preparado. A Nação pode ficar tranqüila. O novo Monarca não é um estranho, e notório é o seu conhecimento para o exercício efetivo do poder. O Estado se encontrará nas mãos seguras de um profissional competente, autorizado, formado, um "expert", pronto a exercer o poder na plenitude de suas exigências; segurança e estabilidade, condições básicas para o êxito na administração.
Enquanto que o poder efêmero frutifica a tentação dos desmandos morais e dos êxitos rápidos e ofuscantes, o Monarca sente o peso do poder que o acompanhará até o fim, legando-o depois a seu filho.Conheça “Parlamentarismo Monárquico” Visite a face book: Círculo Monárquico de Rio Bonito – e a página http://www.monarquiaja.wordpress.com
Só gostaria de entender o sentido de apoiar a volta da monarquia e ao mesmo tempo o livre mercado. Já que existe um tal o laudêmio (taxa do príncipe), uma espécie de premiação pela ocupação daquele espaço (tão conveniente, racista e elitista) e se tornou um grande empecilho ao mercado imobiliário de Petrópolis, já que 2,5% de toda transação imobiliária é destinada aos Orleans, ou seja, uma ótima teta a ser mamada.
É possível simular como estaria o Brasil atualmente,economicamente falando,se ainda existisse a monarquia?
Essa tese endossaria de forma indireta inequívoca ate mesmo a “república semi-monárquica” da Coreia do Norte!
Quem sabe eu seja muito chato, mas me incomodo quando comentaristas colocam mentiras, mesmo que pequenas, para “inflar” seus argumentos.
O Francisco Teixeira, que deu Control-V de praticamente um site inteiro nos seus comentários, tentou elogiar a monarquia brasileira assim:
“Foi durante a monarquia que as mentes mais brilhantes do Brasil floresceram. Dentre elas, podemos dizer: Vital Brasil (Remédio contra picada de cobra), Santos Dumont (Avião, chuveiro, relógio de pulso e outros), Machado de Assis (Literatura), Ruy Barbosa (Direito), Marquês de Tamandaré (maior engenheiro da história mundial no séc. XIX).”
Nem vou discutir Marquês de Tamandaré (maior engenheiro do mundo ? Construiu o quê ?)
Mas quando o Brasil virou república, Santos Dumont tinha 16 anos e Vital Brasil 24. Se algo havia “florescido” neles antes disso, era a puberdade.
Já Ruy Barbosa era uma mente tão brilhante durante a monarquia que ele era republicano.
Coisas assim me fazem desacreditar quase irremediavelmente do caráter e das supostas boas intenções de uma pessoa.
O que entendo ponto fundamental da proposta democrática é que sem ela não existe a ditadura, visto que a democracia é calçada no “divide et impera”, ou seja, a base filosofica da democracia é o confronto vazio (o voto) com a imposição (ter 55% dos votos não é unanimidade, é imposição de ditadura para 45% dos votantes, os que não apoiam) para garantir a imposição de uma agenda que nunca será em busca da melhora do povo, pois a política do divide et impera é para dominar, imperar, não por meritocracia, mas sim pelo caos que instaurado garante um povo clamando pelas intervenções militares, garantindo o poder para os donos reais do sistema de armas do país!
Qualquer filosofia que prega o desarmamento pessoal, a desresponsabilização das pessoas que acabam delegando inclusve a educação de seus herdeiros a outros (o estado) sem entender que o estado vai educar para seus filhotes sejam servis ao estado e não livres autárquicos e completos em si mesmos!
A irresponsabilidade pessoal, a geradora do conceito estado, essa sim é a desgraça de todos os governados!
Pessoas que não dependem de medicos, planos de saúde, e todo o aparato medico hospitalar não podem ser chantageadas por alguma organização farmacológica/medica, são livres!
Por isso se cria o conceito de “os outros”, “os especialistas”, é que sabem de nossa saúde, e todos caem na esparrela!
É assim que se cria as polícias, garante-se pessoas fracas pela irresponsabilidade da saude própria e essas fracas já não conseguem se defender, dependendo de agentes externos, que naturalmente são os mesmos que geram os ataques esclarecedores da fragilidade do tolo que caiu na esparrela!
É tudo uma engenharia de caos, os bandidos começam tocando fogo no “galinheiro” e depois aparecem todos equipados na hora certa já vestidos de bombeiros, e fazem a alegria da galera emplumada, e depois nem precisam cobrar, as penosas já oferecem tudo aos “heróis” salvadores!
Por isso a “anarquia” é uma palavra multitraduzivel e sempre mal vista, estigmatizada, pois os anarquistas são governos de si mesmos e governados na proa absoluta não carecem de governo, aliás, sabem bem que todo governo republicano tem um cunho rapace, parasitário,. psicopata, escravista, criminoso!
O povão tem que se atentar que a saúde É TUDO, e: mens sana in corpore sano é a única verdade irredutível em todo mundo filosófico!
Fiquemos fortes, limpemos o corpo, larguemos o alccol entendendo que baixar a guarda é algo demente, é dar chance para o azar, a indignidade, e o risco de morte, é apostar como se tivessemos mais outra vida, e isso é contar com o ovo na cloaca da galinha!
O médico precisa de sua doença, sem ela ele fica pobre, não entro em um hospital ou médico há mais de vinte cinco anos, remédio nem em sonho, só sendo sadio em meus hábitos! Qual o médico que iria estar rico dependendo de pessoas como eu?
Entenderão? Nossa saúde só interessa a nós, pois só nós ficamos com a dor, a mutilação e a morte!
Só isso já garante a mudança, pois mente sadia não cai em esparrela de filosofias dos outros, ela entende que a filosofia nossa tem que ser nossa ou então não nos beneficia!
MENS SANA IN CORPORE SANO!
O resto a gente corrige nem que seja esperando os degenerados parasitas morrerem decompostos em suas cupidezes! 😀
Cara, tu deveria colocar “Por que a Monarquia é superior à República” e não “democracia”! A Monarquia pode ser democrática por ser aceita e representada pela maioria independente de partidos ou ideologias, assim como a Monarquia Constitucional Parlamentarista como Reino Unido, Noruega, Suécia, Dinamarca, Holanda, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Japão e o próprio Império do Brasil no século XIX! Enquanto a maioria das repúblicas surgiram por golpes, ditaduras, guerras civis e genocídio como foram as republiquetas latino-americanas, a revolução francesa, revolução russa, república portuguesa, Alemanha Nazista, URSS, China, Coréia do Norte, republicas africanas etc.
O que é melhor: Presidencialismo Pleno, República Parlamentarista ou Monarquia Constitucional?
dralessandroloiola.blogspot.com.br/2018/04/pensando-um-projeto-politico-para-o.htm
Então a monarquia não é um sistema democrático?
Creio que muitos devem ter feito essa observação, mas, Monarquia e Democracia não são dois tipos de governo distintos. Talvez Monarquia e república fosse o que o autor quisesse dizer.
Para que fique de exemplo, o Império do Brasil era uma Monarquia Constitucional Parlamentarista. Ou seja, tínhamos um Imperador, cujos poderes iam até onde lhe permitia a constituição, e tínhamos um parlamento que era eleito pelo voto popular.
Nossa Monarquia era infinitamente mais democrática do que essa republiqueta em que vivemos.
AVE GLORIA! AVE IMPÉRIO!
Realmente acredito que a monarquia constitucional parlamentar é o melhor/menos pior dos regimes políticos, pois além de servir como filtro contra acesso de facções ao poder, assegura princípios como unidade, estabilidade e continuidade à nação.
VIVA O BRASIL IMPÉRIO DE 1822
ABAIXO A REPÚBLICA DO BRASIL DE 1889
INSTAURADA POR UM GOLPE DE ESTADO REPUBLICANO MILITAR IMPOPULAR EM 15/11/1889
DESAFIO ALGUÉM ME PROVAR SE TEVE ALGUM GOVERNO REPUBLICANO MELHOR QUE O GOVERNO IMPERIAL PRINCIPALMENTE O SEGUNDO REINADO
DESAFIO ALGUÉM ME PROVAR SE TEVE ALGUM PRESIDENTE MELHOR CHEFE DE ESTADO DO QUE O NOSSO IMPERADOR DOM PEDRO II.
PESQUISEM SOBRE A MONARQUIA PARLAMENTARISTA DO IMPÉRIO
Defendo que o brasil volte a ser império com um parlamentarismo monárquico como são hoje os melhores países do mundo para se viver, como também são os mais democráticos, mais felizes e menos corruptos a exemplo: Canada, Austrália, Nova Zelândia, Suécia, Noruega, Dinamarca, Holanda, Bélgica, Espanha, Inglaterra, Escócia, Gales, Japão, Mônaco, Leinchestein, Luxemburgo, Bahamas, Andorra.
A maioria dos paises que foram monarquias e hoje sao repúblicas tiveram seus auges na história enquanto eram monarquias a exemplo: Alemanha, Italia, Portugal, França, Bulgaria, Servia, Grecia, Macedonia, Brasil, Egito, Libia, Israel, Vietnam, Russsia, China, Mongolia, Turquia, Romenia.
Me avise quando a república der certo, até hoje só serve para tirar nosso dinheiro em impostos e aumentar seus próprios salário e cuidar de seus interesses.
Com o ditador da Coréia do norte morto, me ocorreu a dúvida:
Qual a diferença de um Rei para um Ditador? A exemplo o ditador da Corea do Norte que, me parece tratar o país como uma propriedade privada herdada de seu pai e que pode ser transmitida aos herdeiros, entretanto, não vemos no país os benefícios desse arranjo, como o Hoppe defende que haveria.
Só sei de uma coisa. Em 138 anos de Republica, ela falhou misevalmente.
Pensar na volta do monarquismo não é loucura, doido mesmo é quem ainda acredita na República.
Pesquisem sobre Monarquismo Parlamentarista…
Entre ré pública (baderna, desmando, incompetência Lula, Dilma e Bolsonaro, corrupção construção Brasília, JBS, gasto inútil dinheiro público Temer reforma palácio Planalto, obras superfaturadas transposição Rio São Francisco, rodoanel) x monarquia (cuidado no gasto dinheiro público, mínima corrupção, exoneração definitiva cargos públicos através da fiscalização do monarca). Monarquia!
Gostar de monarquia, tudo bem. Gostar do que foi a monarquia brasileira, é questão de gosto.
Mas ficar repetindo essas maluquices de “Brasil era a terceira economia do mundo”, “Brasil tinha a segunda maior marinha do mundo”, aí já é fanatismo daqueles bem burrinhos.
Personalmente creo que el proceso de convivencia en sociedad o comunidad aun esta en vias de ser comprendido plenamente. De las formas practicadas en occidente, la forma de administracion democratica es la mas cercana a los valores fundamentales consagrados en la dignidad humana; ya que se fundamenta principalmente en la misma dignidad como punto de construccion y semejanza al orden universal o vindicacion. Tambien es la unica forma de administracion social que reconoce y respeta la libertad responsable y plena del ser humano caracterizada por la naturalea de las responsabilidades y derechos de sus mienbros. En este modo de convivencia social los mas talentosos (no los mas inmorales) son elegidos, por su modo de vida y resultados, para guiar la sana administracion del proceso social. Aqui la democracia es el medio de toma de deciciones para manener una buena relacion social. La democrcia no es entendida y practicada solo para asuntos electorales y los administradores son ciudadanos honorables (no necesariamente de alta academia) y la administracion de los recursos es transpaente no es propiedad de los funcionarios elegidos como sucede actualmente en occidente.
A democracia basicamente é : 50% falam sim e 50% falam nao, nao chegam a lugar nenhum.
Democracia só é bom para a classe politica, que mantem o status quo da nacao e segue roubando ad infinitum graças a falta de vergonha na cara, um povo abestado e politico safado, viva a democracia!
Ve-se claramente que o autor deste texto não conhece história ou então é um político tendencioso querendo enaltecer o Regime monárquico apenas .
Primeiro, as monarquias quando estão numa guerra não poupa civil uma ova. Apenas os nobres ficam a salvo do alistamento para guerra. VEJA no caso do Brasil quando estava em Guerra contra o Paragauai o Imperador Don Pedro II mandou OS NEGROS para a GUERA DO PARAGUAI com a promessa de serem libertos caso vencessem a guerra e voltassem vivos. MUITOS NEGRROS MORREM VIOLENTAMENTE NESTA GUERRA
O rei não tem responsabilidade perante ao povo, não sofre imptmam, não pode ser preso , pode mandar matar,até mesmo estuprar, e se corromper,nunca será cobrado.por nada, pois não precisa prestar nenhuma conta com seus sudito e com certeza eles dificilmente empobrecem pois sua riqueza , seu luxo está sobre exploração sobre seus inquilinos como o texto gosta de falar. Todo os privilégios da monarquia se entendem a toda família real príncipes, condeças, rei, rainha e seus nobres.
Vejam tambem:o caso da Segunda Guerra dos Barões de 1264 a 1267 em Inglaterra, em que a política fiscal do Rei Henrique III levou a uma revolta orquestrada pelo terratenente Simon de Montfort,6º Conde de Leicester, um dos pais da monarquia constitucional. Este fidalgo obrigou o Rei a voltar a jurar a Magna Carta, garantindo as liberdades fundamentais dos ingleses e mostrando que monarquia e democracia não são opostos, mas sim complementares.
Até com o fim da monarquia no Brasil a família real se deu bem
Pra terem uma ideia, o fim da monarquia no Brasil, rendeu uma negociação. A família real subsiste até hoje vivem de impostos que o Brasil lhes mantém. No RJ parte dia Imposro tal como IPVA , IPTU, ITR , vai para os cofres da família real . Além disso eles ficaram com algumas faixas de terras no Brasil , facilmente se sabe pelos registros históricos que possuem terras no RJ na Bahia e outros estados.
Outra coisa o texto está comparando forma de Governo , com Monarquia com Democracia. Nada haver
Forma de Governo é Monarquia ou República, deveria estar comparando com República.
Outra coisa que o Amigo do texto não cita é que atualmente existe monarquia Democrática que o caso da Inglaterra que usa um sistema parlamentarista democrático.
Então a democracia é um completo da monarquia.
O rei não deve ser absolutista como nós períodos antigos em que um suditido não tinha muitos direitos ,
Na monarquia modernas e nao ditatoriais o Rei deve respeitar uma constituição.
Se os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário representam no projeto democracia as funções de Planejamento, Execução e Ajuste, percebemos que o planejamento não foi realizado para a Execução, planejamentos distintos inviabilizam a Execução, O ajuste é escolhido pela Execução, O Ajuste é o Protagonista, é prejuízo ao país, o projeto não tem sinergia, mas falta um poder, a coordenação, o ajuste não sabe quando parar e encerrar o projeto democracia, encerrar o projeto, nova constituição
Crises republicanas; governos ora de esquerda, ora de direita. se democracia é o equilíbrio e separação entre os poderes Empresa, Governo e Trabalho
Pela falta de um poder, Coordenação, por exemplo, quanto em valores o país já perdeu? Se democracia é a separação e equilíbrio entre os poderes e se as funções administrativas de Planejamento, Execução e Ajuste relacionam-se com os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, o planejamento não foi pensado para a atual execução, o ajuste é o protagonista e foi escolhido pela execução, o projeto não tem sinergia, é ´prejuízo ao país, encerrar projeto, nova constituição. Quanto o país já perdeu?
Mesmo assim. O rei nao era dono das terras dos nobres, dos burgueses, dos camponeses.
Todos eram donos do que possuiam.
Isso so ocorreu quando o estado se agigantou. Luiz 14 disse que o estado era ele. E mesmo depois dele, o estado continuou passando por cima das liberdades dos cidadaos.
A figura do rei absoluto , estatal é que e dono do estado e de 300 anos para ca.
Os reis absolutos tornaram os títulos de propriedade inuteis e as propriedades passiveis de se tomar.
Com isso , as democracias nantiveram o Estado como dono das propriedades e na ilusao de que povo governa.
Acabaram com as liberdades dos cidadaos.
Mas na verdade, ganharam os politicos , que podem perseguir os opositores e atrapalhar as atividades dos cidadãos.
E pra terem mais poder criaram is monopolios estatais. Pra vc fazer atividades, vc tem que ser do estado.
E vc vai mandar em quem nao é, mesmo nao sendo eleito. E vc vai , junto com seus cupinhchas , mandar no estado.
E a chamada democracia, nao é democratica. Quem verdadeiramente manda, não recebe votos.
O artigo é muito bom em sua crítica à democracia, mas não aborda a questão de que como o povo pode conter os abusos de Rei tirânico