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Como o estado gera uma histeria coletiva – cinco maneiras

história da histeria coletiva, ou doença sociogênica em massa, é fascinante. Casos de histeria coletiva são documentados desde a Idade Média

Aqui, iremos mencionar apenas alguns dos casos mais recentes.

Quando uma peça de rádio de Orson WellesGuerra dos Mundos, foi transmitida em 1938, logo após o suspensão do Acordo de Munique, a peça supostamente causou pânico entre seus ouvintes, que pensavam estar sob o ataque de marcianos.

Outro caso intrigante foi o de um episódio de uma série de televisão portuguesa chamada Morangos com Açúcar. Neste episódio, os personagens foram infectados por um vírus fatal. Após o programa, mais de 300 alunos relataram sintomas semelhantes aos vivenciados pelos personagens do programa de TV, como erupções na pele e dificuldade para respirar. Algumas escolas chegaram até mesmo a suspender as aulas. O Instituto Nacional de Emergências Médicas de Portugal concluiu que o vírus não existia na realidade e os sintomas eram causados por histeria coletiva.

Da mesma forma, no voo 203 da Emirates, em setembro de 2018, dezenas de passageiros começaram a acreditar que estavam doentes após observar outros passageiros com sintomas semelhantes aos da gripe. Como consequência do pânico, todo o voo foi colocado em quarentena. No final, apenas alguns passageiros de fato apresentaram um resfriado comum ou uma gripe sazonal.

Nocebo e placebo

É amplamente sabido que existem efeitos nocebo, que são opostos aos efeitos do placebo. Devido ao efeito placebo, uma pessoa se recupera de uma doença porque ela espera se recuperar. Por outro lado, quando sofremos o efeito nocebo, adoecemos simplesmente porque esperamos adoecer.[1] 

(Em um caso famoso, um homem tentou suicídio. Ele acreditava estar engolindo vinte e nove cápsulas de uma droga experimental. No entanto, elas eram na realidade placebos. Mas ele realmente acreditava que estava se matando. Chegou ao hospital com pressão arterial extremamente baixa e outros sintomas graves. Quando o médico do ensaio clínico chegou e lhe disse que ele havia tomado apenas placebos, o homem se recuperou em apenas quinze minutos.)

Em uma espécie de profecia autorrealizável, a expectativa pode causar os sintomas. A ansiedade e o medo exacerbam esse processo. (Hoje já está comprovado que, durante a gripe espanhola, o pânico contribuiu para mortes que de outra forma não teriam ocorrido.)

histeria coletiva pode causar sintomas nas pessoas. Adicionalmente, a histeria, seja ela coletiva ou não, faz com que as pessoas se comportem de maneiras que pessoas prudentes não-afetadas pela histeria considerariam absurdas. 

O campo das pesquisas empíricas ainda está totalmente aberto para investigar se — e em que amplitude — o mundo tem sofrido histeria coletiva durante a epidemia de covid-19 (vale lembrar que a pressão psicológica e a ansiedade sofrida pela população durante os lockdowns foram enormes.)

Todos nós vimos pessoas acumulando papel higiênico e usando máscaras enquanto dirigiam sozinhas em seus carros. Conhecemos pessoas que praticamente não saíram de suas casas por meses. E também conhecemos pessoas que têm medo do vírus, embora seu próprio risco de morte seja minúsculo.

O estado e o estímulo à histeria coletiva

Embora investigar a possibilidade de uma histeria coletiva gerada pelo corona seja certamente interessante, o objetivo aqui é abordar outra questão mais fundamental: até que ponto a existência do estado pode exacerbar as histerias coletivas. 

Certamente, é possível haver casos de histeria coletiva em uma sociedade livre, devido ao viés de negatividade do cérebro humano. Nós tendemos a nos concentrarmos em notícias negativas e sofremos estresse psicológico quando pensamos que não temos o controle da situação. 

Isso também pode acontecer em uma sociedade livre, quando predominarem notícias negativas. Entretanto, em uma sociedade livre existem certos mecanismos de auto-correção que tornam mais difícil uma histeria coletiva sair do controle. Existem estratégias bem conhecidas para reduzir o medo e a ansiedade. 

Em uma sociedade livre, as pessoas são livres para fazer uso dessas estratégias. Pode-se liberar a tensão do corpo por meio de esportes e exercícios. Adicionalmente, é essencial se distrair das notícias negativas e se socializar. Em uma sociedade livre, essas distrações são abundantes.

É verdade que a histeria pode levar as pessoas a infligirem enormes danos a si mesmas e aos outros. No entanto, em uma sociedade livre, há uma essencial restrição para a destruição causada pela histeria coletiva: os direitos de propriedade privada. 

Em uma sociedade livre, a histeria coletiva não tem como gerar uma violação maciça dos direitos de propriedade privada pelo estado, simplesmente porque o estado não existe.

Além disso, ao passo que qualquer pessoa histérica em relação à saúde pode fechar voluntariamente seu negócio, usar uma máscara ou ficar em casa, em uma sociedade livre ninguém pode coagir terceiros inocentes e que não sucumbiram à histeria a fecharem seus negócios, usarem máscaras ou ficarem em quarentena. Isso seria uma agressão explícita à propriedade privada de terceiros inocentes.

Uma pequena minoria que continua a viver sua vida normal e é livre para fazê-lo pode ser um chamado de alerta para aqueles que sucumbiram à histeria coletiva. Imagine que um pequeno grupo de pessoas continua normalmente fazendo compras, indo trabalhar, respirando livremente e encontrando-se com amigos e familiares. E tudo isso sem morrer. Outros poderão seguir seu exemplo. Consequentemente, o grupo de histéricos irá diminuir.

Embora a destruição infligida pela histeria coletiva seja limitada pelos direitos de propriedade privada em uma sociedade livre, tais limites não existem quando há um estado (a obra clássica de Gustave Le Bon sobre a psicologia das massas e sua irracionalidade é indispensável). Com efeito, um grupo bem organizado que sucumbiu à histeria coletiva pode obter o controle do aparato estatal, atentar contra a propriedade privada impondo medidas coercitivas ao resto da população e, com isso, infligir danos inauditos. 

Cinco maneiras como o estado exacerba a histeria coletiva

A possibilidade de histeria coletiva é uma razão importante pela qual a instituição do estado — e a possibilidade este estar sob o comando dos histéricos — é tão perigosa.

Ademais, embora em uma sociedade livre existam mecanismos que reduzem o pânico coletivo, a histeria coletiva pode ser exacerbada pelo estado por várias razões:

Em primeiro lugar, o estado pode — e, com efeito, ele de fato fez isso durante a epidemia de covid-19 — proibir e restringir as atividades que reduzem medo e ansiedade, como esportes e diversão. 

O estado, na prática, promove o isolamento social, contribuindo para a ansiedade e a tensão psicológica, ingredientes que estimulam a histeria coletiva.

Em segundo lugar, o estado adota uma abordagem centralizada para lidar com a fonte da histeria; no nosso caso, a ameaça de um vírus. 

Como consequência, não há nenhuma — ou muito pouca — experimentação prática para resolver o problema, pois o estado impõe apenas a sua solução. Pessoas que não sucumbiram à histeria e se opõem à abordagem do estado são reprimidas. Elas não podem demonstrar formas alternativas de enfrentar a “crise”, pois essas formas alternativas foram proibidas pelo estado. 

Desta maneira, o pensamento de manada aumenta e a histeria se retroalimenta, pois nenhuma alternativa é mostrada às pessoas.

Terceiro, havendo um estado, a mídia é frequentemente politizada. 

Os meios de comunicação e as plataformas de mídia social mantêm relações estreitas com o estado. Os meios de comunicação ou podem ser de propriedade direta do estado, como canais de TV públicos, ou podem precisar de licenças estatais para operar, ou podem depender de verbas publicitárias do estado, ou podem simplesmente buscar agradar agências estatais ou mesmo empregar pessoas que foram educadas em escolas estatais. 

Essas agências de notícias e plataformas de mídia social se envolvem em maciças campanhas de notícias negativas, intencionalmente visando a assustar as pessoas, e suprimem totalmente informações alternativas. 

Se as pessoas ouvem, assistem ou leem histórias negativas e unilaterais durante todo o dia, seu estresse psicológico e ansiedade irão aumentar. A histeria coletiva patrocinada por um setor tendencioso da mídia pode ficar fora de controle.

Quarto, notícias negativas divulgadas por fontes tidas como confiáveis são especialmente prejudiciais para a saúde psicológica e produzem ansiedade. 

Se existe na sociedade uma instituição de poder total, como o estado, que intervém na vida das pessoas desde o nascimento até a morte, as declarações de seus representantes ganham peso. Muitas pessoas atribuem grande autoridade a esses representantes e às advertências das instituições estatais. 

Sendo assim, quando uma autoridade médica conhecida fala em nome do estado e diz às pessoas para se preocuparem e usarem máscaras, torna-se mais fácil desenvolver uma histeria coletiva do que ocorreria em uma sociedade descentralizada.

Quinto, o estado às vezes deseja ativamente instilar medo na população, contribuindo assim para a produção de histeria coletiva. 

Com efeito, durante os primeiros meses da epidemia de corona, um documento interno do Departamento do Interior da Alemanha vazou para o público. No estudo, os especialistas recomendavam que o governo alemão ativamente instigasse o medo na população alemã. O artigo recomendava aumentar o medo por meio de três medidas de comunicação. 

a) as autoridades devem enfatizar os problemas respiratórios dos pacientes com Covid-19, pois os seres humanos têm um medo primordial da morte por asfixia, o que pode facilmente desencadear o pânico. 

b) o medo também deve ser instilado nas crianças. As crianças podem ser infectadas facilmente quando se encontram com outras crianças. Elas deveriam ser informadas de que, quando elas, por sua vez, infectassem seus pais e avós, estes poderiam sofrer uma morte dolorosa em casa. Essa medida pretende invocar sentimentos de culpa. 

c) as autoridades devem mencionar a possibilidade de danos irreversíveis de longo prazo após uma infecção por Covid-19 e a possibilidade de morte súbita de pessoas que já foram infectadas. 

Todas essas medidas visavam a aumentar o medo na população. O medo, afinal, é a base do poder de todo governo

Como H.L. Mencken colocou:

Todo o objetivo prático da política é manter a população em constante estado de alarme (e, portanto, clamando para ser conduzida à segurança), ameaçando-a com uma série infinita de monstros, todos eles imaginários.

Para concluir

A histeria coletiva é possível em uma sociedade livre, mas existem mecanismos de auto-correção, e o dano que essa histeria pode infligir é limitado pela aplicação dos direitos de propriedade privada. 

Já o estado, ao contrário, amplifica e exacerba o pânico coletivo, causando uma devastação tremenda. O que seriam surtos locais, limitados e isolados de histeria coletiva em uma sociedade livre, o estado pode converter em uma histeria coletiva global. 

Infelizmente, não há limite para o dano que a histeria coletiva pode causar à vida e à liberdade caso ela tome conta do governo, uma vez que o estado não respeita a propriedade privada. 

A violação inescrupulosa das liberdades básicas durante a epidemia de Covid-19 é um exemplo disso. 

A possibilidade de histeria coletiva é outra razão pela qual o estado é uma instituição tão perigosa de se ter.

Por último, vale uma observação de cunho mais espiritual.

Há inevitáveis consequências práticas quando uma população deixa de acreditar em Deus e passa a acreditar no estado. Quando as pessoas se afastam da religião e param de acreditar em uma vida após a morte, elas começam a temer mais a morte. Um forte medo da morte é outro fator que contribui para o pânico, os distúrbios e a histeria coletiva. 

Como disse Erik von Kuehnelt-Leddihn

É difícil temer a morte quando se é muito devoto. É difícil não adorar a saúde quando se teme a morte. É difícil impor a saúde geral sem uma intervenção estatal em grande escala, e é igualmente difícil imaginar um aumento da intervenção estatal sem a perda de liberdades.

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62 comentários em “Como o estado gera uma histeria coletiva – cinco maneiras”

  1. Já notaram que existe uma diferença comportamental entre a população das grandes cidades e a população do interior?

    A população das grandes cidades em quase nada se distingue de ovelhinhas. Todo mundo obedece sem questionar o que políticos e mídia mandam.

    Já o povo do interior tem mais hombridade e menos medo.

    Eu sempre imaginei que isso fosse por causa do maior conservadorismo interiorano, mas a questão da religião apontada ajuda muito também a explicar o fenômeno.

  2. A última agora para assustar o populacho é dizer que surgiu uma nova cepa vi-o-len-tís-si-ma no Reino Unido, e que se todo mundo não se trancar em casa, essa nova cepa vai pegar tudo mundo (como um bicho-papão) e aí nem sequer as vacinas poderão funcionar.

    E o mais bizarro é que tem realmente uma baralhada de gente que acredita nisso. Mídia e governos sambando na cara do povo, e o povo pedindo mais.

  3. a maior surpresa que tive ao longo da pandemia foi ver como pessoas que reputava como inteligentes (e o são em muitos sentidos, mas…), se entregam ao desvarios da mídia interesseira em relação a cair na onda de desespero e messianismo da “vacina” como cura de todos os males…

    por favor!!!!!!! um amigo de posses, me disse que não acredita que o governo não deixaria uma vacina com potencial perigo fosse aplicada na população!… pedi para que ele pegasse qualquer livro de história, abrisse em qualquer página e entao lesse o que pessoas são capazes de fazer com outras pessoas e o que governos são capazes de fazer com seu próprio gado…

    santa inocência…

  4. A população está sendo infectada por outro vírus: O progressismo.

    Essa última eleição em SP foi uma vergonha total, 2 candidatos ultra-progressistas no segundo turno, e quem venceu foi uma marionete do Doria, realmente lamentável.

  5. Quem aqui vai tomar a vacina? Se os nossos planos e as empresas não quiserem clientes não vacinados? Alias, olha só que loucura, nem isso seria possível no Brasil, porque não tem segurança juridica e o contrato não vale nada, seria ”clausula abusiva”.

  6. Então não existe a Covid-19? É tudo uma “histeria coletiva” gerada pelo Estado? Então, o estado não deveria ter feito nada e deixar as pessoas morrerem? Se não fossem as medidas de isolamento social, muito mais gente teria morrido.

    A Nova Zelândia que é o país onde morreu menos gente, aplicou lockdown. O Brasil nem chegou a aplicar lockdown, pois o lockdown não foi a realidade para a grande maioria das pessoas, ou alguém consegue sobreviver recebendo R$ 600,00 (depois R$ 300,00) por mês? A grande maioria das pessoas tiveram de seguir trabalhando.

  7. Saiu o resumo oficial de 03 dias de vacinação nos Estados Unidos.

    272.000 doses aplicadas até o dia 19/12.

    112.800 relatos de efeitos colaterais.

    Mais de 3.000 ficaram incapacitados de realizar atividades diárias.

    Com 5% de efeitos colaterais, sendo 1% de efeitos graves, talvez mande tanta gente quanto o vírus para os hospitais.

    Relatório oficial do CDC:

    http://www.cdc.gov/vaccines/acip/meetings/downloads/slides-2020-12/slides-12-19/05-COVID-CLARK.pdf

    http://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/index.html

  8. para enfrentamento do covid sem histeria:

    1. aumentar sua imunidade através das vitaminas A, C (com zinco é melhor) e D3 (especialmente) + própolis

    2. manter hábitos de higiene (exemplo: lave as mãos! ohhhhhhhhh revolucionario isso em pleno séc. XXI)

    3. evite aglomeraçoes… pode pegar covid e “perder” a carteira

    a grande diferença dessa crise para outras é que agora todo mundo é criador e receptor de noticias em um nível nunca antes visto, todos com seus estimados whatsapp, instagram, twitter e o que mais quiserem!…

    há um fator da escatologia judaico-cristã que explica isso tudo, porém, como isso é só conto de fadas para muitos, deixemos momentaneamente de lado….

  9. Liberal Inteligente e educado

    Veja o que é “permitido” fazer: saude.estadao.com.br/noticias/geral,veja-o-que-e-permitido-fazer-na-fase-vermelha-de-combate-ao-coronavirus-em-sp,70003560631

    Como exatamente eles pretende fiscalizar 20 milhões de cabeças de gado? Provavelmente nem o exército americano seria capaz disso.

    Se 10% do gado se revoltasse já seria impossível cumprir isso. Mas Boi não sabe fazer conta

  10. Como exatamente eles pretende fiscalizar 20 milhões de cabeças de gado?

    Fiscalização é o menor dos problemas. Sempre tem algum vizinho para denunciar as cabeças de gado desobedientes. “Fiscal voluntário” é o que não falta, infelizmente.

  11. Desculpe não concordar com a conclusão. Sou ateu e não temo a morte, ela virá fatalmente. Como disse alguém ateu antes de mim: porque temer a morte, se ela é o retorno ao Nada de onde vim? Eu não existia antes de nascer e voltarei à não-existência ao morrer. Não haverá diferença entre o antes de nascer e o pós-morte.

  12. Morte faz parte da vida, asssim como vida faz parte da morte, temer ela porque?

    Todo dia a gente morre um pouco, agora vamos deixar eles acabar com a nossa vida e da nossa familia?

    Natureza já ensina a todos a se virarem desde de seu nascimento, e já ensina que se não abrir os olhos o leão vem e devora.

    Mas se essa criatura viver com medo do leão, ela não faz mas nada na vida, e acaba virando um avestruz, enterra a cabeça no chão e fica esperando que seu medo passe, e se depender do leão vai ficar com a cabeça enterrada no chão o resto da vida e das próximas encarnações também, depois vai lá e mete os dentes, adiantou muito ficar com com a cabeça enterradas?

    Quem deixa se levar e controlado pelos outros, acontece o que está acontecendo no mundo inteiro, entregaram suas almas chaves do galinheiro e o controle , pros lobos, raposas, papagaios, abutres….. isso além de não ter cabimento isso vai dar poder ilimitados pra esses fdp, fazerem o que quiser e sempre que quiser, será que ninguém percebe que é controle que eles estão fazendo com a população e um genocidio global, porque as pessoas não morrem só de uma coisa e sim de várias, então as outras e suas consequências deixaram de ter importãncia por causa de uma?

    As pessoas com cancer etc estão proibidas de fazerem seus tratamentos por causa dessa porcária, tem cabimento, isso ninguém vê, vocês todos são inocentes demais, pelo amor de deus, use a lógica e não sentimentos e medo, eles estão fazendo o que querem com vocês.

    As pessoa não morre só de uma coisa só, desde do dia que nasceu está morrendo, ponha isso na cabeça, ou se não mude todos vocês e vão morar na lua pra dar sossego

    As coisas só vão mudar quando cada um tirar a cabeça do chão e enfrentar a vida de peito aberto, como a natureza ensinou, se não vai ficar nessa novela o resto da vida, nas mãos desses caras.

    Vocês acham que essas vacinas são de graça, lógico que não todos nós estamos bancando essa aventura perigosa, e porque os seus fabricantes estão lavando suas mãos e não dando garantia de nada contra efeitos colaterais, hoje ou daqui 10 anos?

    Primeira coisa é segurança e garantia o resto é balela, eles que ousem me obrigar a me vacinar com essas coisas eu e minha familia não somos rato de laboratório não.

    vai vir a onda 1,2,3,4,5,6,7,8,……… etc, enquanto vocês derem essas liberdades para eles,

    Ciência não é feito de achismos, tudo feito as coxas ou pulando etapas, pressa, adivinhos, politicos, palpiteiros. ISSO é PSEUDA CIÊNCIA

    Todo mundo sabe que o sol e exercicios faz bem pra saúde, o que não faz bem para saude é ficar enfurnado dentro de casa, recebendo essa dosagem de terrorismo todo santo dia da imprensa, dos governantes, ministros, promotores, juises, governadores… em nome de uma ciência que não é ciência e sim uma pseuda ciênncia

    Será que eles estão assistindo muito filme de ficção ciêncificas e querendo que todos se tornem zumbis?

    A vida emita a arte ( mas não na minha e da minha familia)

  13. secretário do estado de SP ao comentar sobre a minha região ignorar as medidas policialescas de fechar a economia local

    “Quando o município não segue as regras determinadas pela ciência…”

    que ciência, cara pálida ?

    ciência não é entidade, nem autoridade, para determinar coisas

    impossível chegar em 2021 e ter gente que ainda não entendeu que nunca se tratou de saúde , vírus ou qualquer outra ocorrência natural …

    a ciência, assim como a justiça, foram prostituídas pelo estado

    detalhe: aqui na minha cidade vai tudo muito bem, obrigado. pelos pandeminions toda a população local deveria ter sido exterminada por completo desde o feriado de 7 de setembro, quando a imprensa necrotério recheou suas páginas com comentários absurdos sobre pessoas saindo de casa depois de meses trancadas pra ir tomar sol na praia

  14. Estamos no final do ano e, por isso, vale fazer algumas observações:

    –> O aumento de mortes ocorrido entre o ano passado e esse ano ficou dentro da média dos últimos anos;

    –> O excesso de mortes ocorrido entre o ano passado e esse ano foi menor que o número divulgado de mortes causadas pelo vírus;

    –> Mesmo assim, o número divulgado de mortes causadas pelo vírus ficou dentro da margem se comparado ao número usual de mortes causadas por outras doenças, como pneumonia;

    –> Lockdown não funciona;

    –> O vírus não é atípico;

    –> Botaram medo e pavor nas pessoas tendo como base um elevado número de mortes ocorrido na Itália, sendo que a Itália costuma sofrer com fortes temporadas de gripe, inclusive, se juntarmos as duas últimas fortes temporadas de gripe vivenciada pelos italianos ( dez. 2013/ jan. 2014 ) e ( dez. 2016/ jan. 2017 ), o número de mortes chega a aproximadamente 68 mil;

    –> Politizaram o uso de um remédio conhecido há décadas, enquanto que, no surto de zika ocorrido há alguns anos atrás, teve até matéria no Jornal Nacional recomendando o uso deste, inclusive para mulheres grávidas;

    –> Estão querendo obrigar as pessoas a tomar uma vacina feita às pressas, cujos efeitos a curto, médio e longo prazo são desconhecidos;

    –> Inflaram o número de mortes;

    –> A mídia continua com sua agenda de desinformação e manipulação.

    Obs: Quem quiser complementar ou comentar algo, pode fazê-lo de bom grado.

  15. Breno,

    Eis uma observação óbvia, porém validíssima:

    —-Canhotos vivem em um constante “doublethink”; basta um político do qual não lhes agrade emitir determinada opinião, mesmo sobre algo que necessariamente abarque a política “per se” que os vermelhos defendem o oposto apenas por tara ideológica e birra.

    Bato de todo na seguinte tecla: Bastaria Bolsonaro defender abertamente o ozõnio anal como ministração contra a COVID-19 que a cidade de Itajaí-SC (cujo prefeito concebeu tal idéia) para que toda a casta progressista adotasse um comportamento social e mesmo sexual de uma igreja protestante/evangélica. Teríamos uma “Novela das 8” tida como “de época”, ambientada dentro duma igreja batista ultraconservadora, cujos herói principal seria um pastor assassino de bêbados, homossexuais, travestis e prostitutas e o principal vilão seria alguém deste segmento (talvez o “bêbado”, já que esse seria o menos “minoria” dos demais grupos elencados); era capaz do movimento puritano “Eu Escolhi Esperar” ser apoiado pelos mesmos canhotos e a defesa pelo lockdown fosse não apenas combater o “coronga”, mas quem sabe inibir também “pecados capitalistas”, “burgueses” como a pratica recreativa do sexo e algum “estudo” surgiria dizendo que a COVID-19 e o HIV são na verdade o “mesmo vírus” (risos), resultado de usar-se o canal retal como veículo para prazeres carnais (rindo ainda por aqui)

  16. Boa tarde, pessoal. À propósito, alguém poderia me indicar algum site que mostre os números totais de mortes de cada país nos últimos anos?

  17. Jogo de interesses, nada de novo no reino da Dinamarca.

    Assim como na guerra meia dúzia ganha rios de dinheiro, destroem seus concorrentes e deixam a conta para o contribuinte pagar.

  18. ELCIO ROBERTO FERREIRA MAIOLINI

    Eu defendo que alguém aperte o botão vermelho. Começar uma sociedade quase do zero vai ser mais saudável que morrer lutando contra o que vem por ai. Hoje no meu dia a dia eu só enxergo escravos, no futuro vamos enxergar apenas … nada.

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