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Star Wars e a política contemporânea

Este artigo foi originalmente feito a pedido da Folha de S. Paulo e antes do lançamento do episódio 9 da séria Star Wars


O que Star Wars tem a ver com a situação política contemporânea? Muito mais do que se imagina, considerando a devida licença poética. George Lucas, por meio de mitos e arquétipos, endereça os problemas que a ciência todavia não equacionou, como bem e mal, ordem e liberdade, vida e morte. Star Wars nos instrui sobre o presente, sensibilizando nosso imaginário moral como nos mitos e contos de fadas.   

As distopias, antíteses da utopia, encontram apelo porque explicam o mundo concreto no qual sofremos o inferno ilustrado pela ficção. Não é um futuro sombrio imaginário, mas o presente real. Por exemplo, a distopia ilustra o centralismo e a agressão legitimada que advêm de um sistema opressor, bem como o medo e a ganância presentes em nosso entorno e em nós mesmos. Lucas explora dilemas de milênios, como a tensão entre o indivíduo e o império. À distopia, oferece esperança, tema recorrente na saga.

O século XX foi marcado pelo declínio das religiões tradicionais e pela deterioração da ética, espremidas pela proliferação política do totalitarismo. Nossa cultura, mais rica em recursos, empobrecida em princípios, desprezou a sabedoria e conhecimentos que nos entrelaçam com gerações de outrora. Star Wars representou um tsunami de valores permanentes em um terreno de secularismo, relativismo moral e niilismo. Neste ensaio apresento minha leitura da saga e de seus arquétipos, bem como os paralelos com o Brasil contemporâneo.

O impacto inicial

Aquelas duas horas em julho de 1977 foram as mais alucinantes da minha vida. Jamais, antes ou depois, qualquer outra experiência causou tamanho impacto em meu imaginário. 

Tinha 10 anos de idade e visitava Nova York com meus pais e minhas duas irmãs. Para aquelas férias meu obcecado plano era este, negociado com meu pai desde o Brasil. Viajei já ciente de esparsos detalhes sobre o novo filme sobre galáxias, espaçonaves e guerreiros, cujo pôster figurava um jovem empunhando um sabre luminoso apontado ao céu.   

Nova York era uma experiência sem precedentes para um menino carioca. Tudo era exagerado: limusines como piscinas, o Radio City Music Hall com milhares de assentos, a maior loja de brinquedos do mundo, e vez ou outra um sujeito muito acima do peso na calçada, que meu pai passou a denominar "carambas" dadas as espontâneas exclamações da minha irmã caçula ao avistá-los.  

No asfalto, Nova York era sujeira, pichações e violência em níveis tupiniquins, muito distinto da Big Apple de 2019.

A memória engana, mas me recordo na poltrona, enorme expectativa...silêncio absoluto na sala: soa a fanfarra da 20th Century Fox; silêncio de poucos segundos, "a long time ago, in a galaxy far far way", ausência completa dos tradicionais créditos iniciais de atores e colaboradores. Novo silêncio momentâneo e...impacto! Um acorde orquestral explosivo em volume ensurdecedor, o logo de Star Wars se distanciando em um fundo infinito de estrelas; a descrição em letras amarelas se arrastando para o infinito ao som da épica trilha de John Williams; uma espaçonave invade pelo alto e prontamente um portentoso destroier a eclipsa cobrindo o campo de visão enquanto a bombardeia com canhões laser. Aqueles primeiros cinco minutos até a entrada de Darth Vader foram mágicos, gloriosos.

Tive sorte de ter meus dez anos. Meu pequenino mundo em tons de cinza foi suplantado por cores e sons, heróis e vilões, droids, a Millenium Falcon saltando para o hiperespaço, e duelos com sabres de luz. Aplaudi o herói Luke Skywalker e companheiros em completo êxtase. Assisti 13 vezes no cinema entre 1977 e 1978, quando chegou ao Brasil.  O impacto foi mais profundo e duradouro que as maravilhas visuais e sonoras, mas à época não sabia articular a ressonância em minha imaginação.

O mono-mito

George Lucas foi influenciado por seu mentor e amigo Joseph Campbell, o mitólogo autor de "O Herói de 1000 Faces", de 1949. A partir dos arquétipos de Carl Jung, Campbell mapeou a estrutura fundamental dos mitos e religiões. Sua premissa é que há um inconsciente universal que une os mitos de todas as eras, de todos os lugares. Todos os seres humanos, creem, dividimos as mesmas estruturas mentais que especificam o que é um herói, uma donzela em perigo, uma jornada, um sábio.

Campbell sugere um padrão nas estórias folclóricas, que denominou de "A Jornada do Herói", que todos trilhamos. Este "mono-mito" possui foco individual, distinto dos mitos nacional-coletivistas, fundadores de nações. Estes últimos tradicionalmente fomentam nos meninos o dever masculino de guerrear pela justiça e retidão. A Jornada do Herói, por outro lado, instrui a reflexão interior. Instrui sobre como superar ritos de passagem e alcançar o cumprimento de seu potencial, contribuindo com a sociedade.

Estórias como Harry Potter, Matrix, Rei Leão, Senhor dos Anéis, Star Wars e outras possuem estruturas correlatas. O futuro herói está em seu mundo ordinário e recebe um chamado a uma aventura ou desafio: uma carta da Escola Hogwarts, a mensagem para Neo seguir o coelho branco, o chamado a que Simba assuma seu reinado, a entrega do anel a Frodo, o pedido de socorro de Leia.  

A princípio, o protagonista hesita em responder ao chamado. Ao encontrar o mentor, recebe conhecimento e ferramentas: Hagrid inicia Potter no mundo da feitiçaria, Morpheus dá a Neo a pílula vermelha, o sábio babuíno mostra a Simba que seu pai está vivo dentro dele, Gandalf prepara Frodo para enfrentar os inimigos, Obi-wan Kenobi entrega a Luke o sabre de seu pai.  

Desafios e tentações irrompem neste caminho sem volta, no qual o herói faz aliados e inimigos. Surge uma experiência de morte (a invasão da Estrela da Morte, a quase morte por esmagamento no compactador de lixo), uma provação (a morte de seu mentor Kenobi) e a recompensa (Luke resgata a Princesa Leia e obtém as plantas-baixas da Estrela da Morte).  

O herói retorna temporariamente a seu mundo ordinário, mas as tribulações não cessam. Um poderoso antagonista, uma Sombra jungiana (Vader) persiste. É preciso enfrentá-lo em uma provação suprema de sacrifício. 

Com o êxito (a destruição da Estrela da Morte), o herói Luke descobre que pode usar a Força, e é condecorado. O herói, inicialmente inocente, curioso, humano, e idealista prático, emprega sua valentia e cumpre seu destino ao se transformar, restaurar harmonia e contribuir com a justiça.

A Força, os Jedi e os Sith

Lucas concebeu Star Wars em nove episódios, em três trilogias, cada qual com uma estrutura clássica em três atos. A trilogia original (episódios IV-V-VI) apresentou o período cronológico intermediário, no qual o Império já havia suplantado a República Galáctica (ep. I-II-III). A atual trilogia ilustra o período posterior, que conclui a saga (ep. VII-VIII-IX).

O arquétipo fundamental é a FORÇA, que no universo Star Wars é real e tem base científica. É um campo de energia onipresente. A concentração de organelas microscópicas (midichlorians) habilitam seu hospedeiro a evocá-la. A FORÇA pode ser operada pelos Jedi — ordem de celibatários do bem que desejam se unir a ela —, e pelos Sith — vilões que a manipulam para exercer poder.  

Pelo Lado Luminoso dos Jedi, a FORÇA representa amor, compaixão, serenidade; pelo Lado Sombrio dos Sith, ódio, cobiça, agressão. 

Ao passo em que a meritocracia determina quem se torna um Jedi, entre os Sith só pode haver dois: um mestre e um aprendiz cooptado. O poder é central, e o aprendiz usualmente assassina o mestre, tomando o poder para si. 

Nota-se que a FORÇA não possui ideologia. Não é de esquerda, conservadora, liberal ou progressista, pois é energia impessoal que pode ser invocada por Jedi ou Sith.  

No entanto, posiciona-se do Lado Sombrio aquele que cobiça o que o outro possui ou que tolera a coerção sistemática para alcançar meta social ou pessoal (tipo ideal da esquerda).  

Aquele que sente ódio de quem discorda ou intolerância ao diferente também se posiciona do Lado Sombrio, bem como aquele que abomina comportamento pacífico de terceiro.  Aquele que odeia o mal em demasia também. Anakin Skywalker (Vader) afirma "se não está comigo, é meu inimigo", Kenobi responde "só um Sith julga apenas em preto e branco" (tipo ideal da direita).

O Lado Luminoso, por outro lado, rejeita a agressão física iniciada e admite apenas a legítima defesa; exige contínuo comedimento e controle das emoções, evitando ira e exasperação.  Não há dúvida: os Jedi são mais próximos ao tipo ideal dos liberais.

A política em Star Wars

Na trilogia original (episódios IV-V-VI), a galáxia é governada por um Império comandado a partir dos bastidores pelo Sith Lord Palpatine (Darth Sidious) e por um Politburo executivo liderado por seu aprendiz Darth Vader, nova identidade de Anakin Skywalker. Palpatine mantém resquícios da República ao manter o antigo Senado, agora corrompido para atender seus desígnios.

Anakin era de origem humilde, órfão de pai e filho de uma escrava, e se torna muito popular junto ao sofrido povo de seu árido planeta por suas habilidades como piloto.  Anakin inicia a jornada do herói: resiste inicialmente ao chamado para ser treinado como Jedi, e prefere ficar com a mãe. No entanto, Anakin não cumpre os ritos de passagem das tentações e desafios, sucumbe ao medo da perda e acaba seduzido por Palpatine, tornando-se o "herói trágico", arquétipo clássico.

Palpatine é José Dirceu, o homem que mudou de rosto, líder intelectual do aparelhamento das instituições, da compra de votos no Congresso no Mensalão e descaminhos generalizados das estatais e Petrolão.  

Lula é o executivo do Politburo petista, em última instância comandado por Dirceu, ou seja, Lula é Vader.

Nos episódios I-II-III, a galáxia é governada centralmente pela República, cujo poder é exercido pelo Senado.  Os Jedi, cerca de 1000, são um enclave dentro do governo e agem como guardiões da paz e estabilidade.  Há paralelo com o enclave de liberais no governo atual.  Paulo Guedes é Yoda.

Os Jedi, enclave no governo, e outros indivíduos do bem serviram de massa de manobra em um golpe interno no Senado, operado pelo então senador Palpatine, que obtém poderes especiais.  "Então é assim que a liberdade morre; com um estrondoso aplauso", afirma a líder do planeta Naboo, mãe dos irmãos Luke e Leia.  

Os Jedi foram manipulados a liderar uma guerra que não era deles, levaram a culpa e foram dizimados pelo agora Chanceler Supremo do Senado, Palpatine, por força de seu Decreto 66.  A Guerra dos Clones, como se revelou mais tarde, foi obra de uma intensa polarização artificial articulada pelos Sith nas duas pontas. 

A lição: os liberais devem evitar viabilizar desígnios de terceiros, fazer o trabalho sujo e morrer ao final.  Outra lição é que não há por onde escapar em um governo "democrático" mundial (ou galáctico) comandado por indivíduos do mal, que usarão o poder para eliminar seus adversários.  As ditaduras modernas não se declaram ditaduras, mas corrompem a democracia por dentro. 

Anos depois, já no Império, rebeldes se articulam sob a liderança da Princesa e general Leia, apoiados por um anti-herói, o contrabandista anti-establishment Han Solo, que trabalha para um chefe do crime organizado, Jabba, o Hutt. 

Os rebeldes são os líderes que comandaram as ruas contra o Império de Dirceu, como o MBL e outros, que deram voz ao desconforto das mulheres, decisivas para o impeachment de 2016.  A Princesa Leia é a mulher brasileira que trabalha, cuida da casa, é intuitiva, e faz o chamamento à luta.  

O presidente Bolsonaro manifesta semelhança com o arquétipo do anti-herói, porém me vem à cabeça a cena do Episódio VI, na qual o droid C-3PO, confundido com Deus, é idolatrado e carregado em um trono por um bando de ursinhos de pelúcia.

O herói em Star Wars

É tema central em Star Wars que os filhos redimem os erros do pai.  Luke Skywalker é orientado por seus mestres Kenobi e Yoda a usar a FORÇA apenas para sabedoria e defesa.  Luke rejeita a agressão frontal contra sua combalida Sombra, Vader, e joga fora seu sabre de luz no ápice da luta no Episódio VI, se expondo desarmado a Palpatine.

Luke se diferencia dos demais heróis mitológicos ao declinar a aniquilar sua Sombra.  No Novo Testamento cristão, Jesus Cristo dá a outra face, se sacrifica e redime toda a humanidade.  George Lucas parece ter tido ali inspiração para compor nosso herói.

Na trilogia final, Rey representa arquétipo idêntico a Luke.  A heroína busca a sabedoria, compreende o mal que existe em nós e aprende a lidar com ele.  Luke/Rey é o arquétipo dos liberais, que rejeitam a iniciação da coerção e agressão física.  Luke/Rey é o brasileiro que invoca a sabedoria dos mestres vivos e do passado e que liderará o Brasil do futuro, distanciando-se do Lado Sombrio.  

"Passamos tudo que sabemos.  Mil gerações vivem em ti agora.  Mas esta é tua luta", escuta Rey.  Um herói brasileiro redimirá o Brasil de seus pais, dos Palpatines e Vaders.

Acredito que o Brasil tem um destino no mundo: trazer equilíbrio para a Força.




autor

Helio Beltrão
é o presidente do Instituto Mises Brasil.

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comentários (43)

  • Dione Martins Muniz  13/04/2020 22:01
    Embora apaixonada por Harry Potter, meu coração nunca se agitou por Star Wars.
    De qualquer forma, o que me incomoda em qualquer pessoa - mormente quando pretendente a líder - é a fuga/distância da Sombra (principalmente a própria).
    Luke/Rey, portanto, sinto que não se aproxima de Jesus que pregava "Não temas o mal".
  • Zuca em Tuga  14/04/2020 07:49
    Bolsonaro como C-3pO é perfeito, huahuauha
  • Ricardo Dariva Suso  14/04/2020 13:17
    Esse trecho acabou com a minha concentração "O presidente Bolsonaro manifesta semelhança com o arquétipo do anti-herói, porém me vem à cabeça a cena do Episódio VI, na qual o droid C-3PO, confundido com Deus, é idolatrado e carregado em um trono por um bando de ursinhos de pelúcia."
  • JULIO CESAR DIAS CHAVES  14/04/2020 13:32
    Interessante.
    Mas discordo veementemente da parte que diz que o séc XX foi o século do declínio das religiões tradicionais.
    As religiões tradicionais podem ter entrado em declínio na Europa, mas a Europa não é o mundo
    Em termos práticos, nunca houve tantos cristãos já história da humanidade. O cristianismo hoje conta com mais de 1 bilhão de adeptos e está espalhado por todos os continentes do mundo.
    Isso não é declínio.
  • marco antonio Lopes  14/04/2020 14:55
    De fato, há uma quantidade de cristãos impar, sem precedentes. Porém, creio eu, que o articulista quis dizer que a influencia cristão declinou, e isso em todos os lugares, apesar de sermos bilhões, o cristianismo não é mais o referencial moral para orientar a politica, a economia, a cultura. O elemento moral judaico-cristão é que fez, e faz, com que exista um certa harmonia no convívio social e em todas suas relações. Leia Salmos 11:3.
  • marco antonio Lopes  14/04/2020 15:21
    Ótima ilustração comparativa. O ser tem noção do bem e mal, devendo preservar o bem, logo, tem que lutar contra os maus, isso é um imperativo, uma obrigação, o mal tem que ser resistido. O ser tem consciência do mal nele, devendo sempre escolher o bem, se ele não o faz, eu tenho que impedir que prevaleça no seu intento de usar o mal para alcançar o seus objetivos. O filme retrata uma dinâmica da existência humana, e que não pode de forma alguma ser abandonada, esquecida. O mal destrói, óbvio, assim, sem a prática da virtude do mito-heroico, corre-se o risco de não ser possível derrubá-lo, e sem a bravura de homens e mulheres nobres(não no sentido de realeza) as Chinas, Cubas, Coreias do Norte se manterão, prevalecerão e somente algo catastrófico poderá desfazê-las, como em Sodoma e Gomorra, como na Alemanha Nazista, mas a um custo terrível, todos perdem, podendo ganhar as futuras gerações uma nova chance, e claro, sem garantias que saberão aproveitar a oportunidade, vai depender dos novos heróis serem heróis.
  • VALDIR ANTONIO CUSTODIO  10/06/2020 18:21
    A Igreja Católica (Idade Média) é a mãe do Ocidente (Europa), daí faz todo o sentido o declínio da religião. Hoje, como exemplo, a França, outrora bastião do cristianismo, não passa de terra ateia e islamizada.
  • Matheus Henrike  14/04/2020 21:02
    Com todo o respeito, esse realmente foi um péssimo artigo. Contém comparações absurdas e bobas, que denotam um completo desconhecimento do universo do Star Wars. Comparar Lula, Dirceu, Bolsonaro e etc aos personagens foi forçar a barra, pois, por mais errados que eles estejam, essa analogia ficou imprecisa e meio que desconexa, tanto dos filmes quanto da política. Jedis como liberais não é aplicável, até porque, quando uma análise crítica sobre a filosofia Jedi é feita, percebemos muitas inconsistências, além de tendências para o autoritarismo. Não quero, desse modo, dizer que os filmes não são bons! É preciso aceitar a magia do universo e desconsiderar o lado negro dos jedis, uma vez que o autor (George Lucas) não pretendia escrever um ensaio filosófico. Por fim, gosto bastante dos seus artigos, mas esse infelizmente não deu certo.
  • anônimo  15/04/2020 13:39
    O texto é muito bom.
    Acertou em cheio quando falou sobre Darth Sidious .
    O mestre Sith Sidious (Palpatine) ele tinha 2 coisas que outros mestres não tinham.
    1-Muito inteligente
    2- Psicopatia
    1+2-Resultado: Conseguia controlar todos ao seu redor

    Já com Yoda...

    Paulo Guedes é Yoda por 2 motivos:
    1-ocupa a posição de chefe máximo do conselho(economia)
    2- e pelos seus 900 anos rsrss
    Só que diferente de um mestre Jedi parece que não tem conhecimento profundo da Força e nem da economia.
    Youngling é pouco, padawan seria o ideal, jedi seria muito, mestre jedi sem chance.

    Já o MBL e outros são tipos rebeldes que querem derrubar os integrantes do império para poder fazer parte, se fossem da Ordem Jedi talvez Youngling seja muito.

    Mudaria alguns personagens tem um que se parecia com Jar Jar Brinks

    Outros querem apenas ganhar dinheiro com ou sem ajuda do império.

    É um universo de possibilidades...
  • jorge porcaro  16/04/2020 00:33
    Sensacional o texto. Mas Bolsonaro, mesmo que se tenha reservas a seus comportamentos, tem um papel de mais destaque que o C3PO, ele disputou poder com Palpatine Dirceu e venceu, não é pouca coisa, e também deu destaque a Guedes Yoda. Talvez um dos líderes dos rebeldes, não sei.
  • Weintraub  17/04/2020 21:24
    Interessante a conversa do ódio.
    A ditadura militar se encaixaria como nessa alegoria toda? Os presidentes e ministros que comandaram o país naquela época sombria são os herois ou o lado negro?
    Até hoje não expurgamos todos os delitos e crimes cometidos naquela época... E o pior tudo pago com dinheiro nosso, todos os contribuintes.
  • Chico  26/08/2020 16:50
    Ninguém defende aquilo cara, está no site errado
  • JOSE CARLOS DO CARMO  18/04/2020 00:40
    Não faz sentido chamar eleitores do Bolsonaro de "ursinhos de pelúcia", esta sendo pejorativo como as outras ideologias. admitam que ele ganhou pelo voto legitimo, Nitidamente quer passar a mensagem que os Liberais serão os herois do futuro, engraçando todos querem ser herois, pra que isso?, nós Brasileiros só queremos politicos honestos e que de um bom futuro para o país, não queremos herois pois sabemos que isso é só ficção.
  • Marcos Menezes  18/04/2020 01:03
    Boa noite,

    Apenas uma correção: Anakin não é orfão de pai. Ele não teve pai para ser concebido, conforme o relato da sua mãe no Episósio 1. Um tipo de Jesus Cristo o Salvador, aquele que traria o equilibrio a força segundo a profecia no filme.

    Na verdadeira Escritura Sagrada lemos em 1 Corintios 15:3: "Cristo morreu por nossos pecados...".
  • anônimo  19/04/2020 01:21
    Boa noite!

    Podem ter spoilers dos 6 primeiros filmes,hqs e e livros de Star Wars.

    Bem, concordo com sua afirmação de que Anakin criou equilíbrio a força só que não da forma que os Jedi pensaram(exceto talvez Mace Widu-Samuel L.Jackson) sendo tipo acabar com os sith mas antes ajudou a acabar com os Jedi.

    Ele de certa forma criou equilíbrio 2 vezes...

    Equilíbrio da Força 01- Tipo tinha 10 mil jedi espalhados no universo+alguns usuários do lado luminoso da força(desconhecidos) antes da Ordem 66 e depois cai para algumas dezenas sendo alguns sobreviventes Yoda, Kenobi, Kanan Jarrus, ... e alguns outros que depois que sobrevivem aos clones são caçados pelo próprio Vader e sua tropa a legião 501 e pelos usuários do lado negro(o grande inquisidor por exemplo).Tipo tinha assim o Conselho inteiro no mano a mano em conjunto poderia dar conta dos Sith(Sidious e Vader) lutando imagina 10 mil, tem até hq que mostra Vader apanhando de uns 8 jedi ao mesmo tempo que só virá por causa dos clones. Sobrou 2 Fortes Sith(Sidious-Vader) e 2 Fortes Jedi(Yoda-Kenobi)

    Equilíbrio da Força 02 - os 2 Jedi mais Fortes(Yoda - Kenobi) morre e fica os 2 Fortes Sith(Sidious-Vader) onde Luke luta contra os 2. Vader se redimi(ou apenas temporariamente pois o lado negro é muito forte) e volta a ser um Jedi (o retorno do Jedi) empurrando o Mestre Sith e morrendo no processo causa dos raios da Força que destruiu o equipamento que mantém ele vivo e mesmo se sobrevivesse morreria executado pelos rebeldes. Sobrou nenhum Sith ou Jedi Forte. Luke ainda não era forte o suficiente porém com muito potencial.

    Anakin é filho da força está correto, porém quem o ajudou a fazer(através da manipulação dos Midi-chlorians) e moldou foi Palpatine sendo digamos assim o "Pai"dele e a mãe bem tinha pecados Ou seja fazendo uma analogia seria tido como se satanás tivesse gerado ele e ele seria o filho dele.

    Resumindo o oposto do Cristianismo.
    Na redenção depende se foi verdadeira(sincera),de momento ou estratégica para ele se tornar Mestre Sith.
    Várias possibilidades...

    www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-145529/
  • Felipe  19/04/2020 16:43
    Bem liberal uma ordem religiosa entrar em uma guerra a mando do governo para impedir outras pessoas de saírem desse governo
  • Caio  21/04/2020 17:50
    "Eu sou o Senado" (Senador Sheev Palpatine [Darth Sidious] em Star Wars III: The Revenge of the Siths)

    "Eu sou, realmente, a Constituição" (Presidente Jair M. Bolsonaro em 20/04/2020)
  • Prado  21/04/2020 17:59
    Essa sua frase foi completamente tirada de contexto, o que mostra como a mídia está completamente desesperada.

    O contexto era: governadores estaduais e prefeitos estão claramente atentando contra a Constituição ao perderem pessoas inocentes pelo simples fato de estarem andando nas ruas (há vídeos revoltantes de comerciantes sendo presos e desmaiados pela polícia).

    Bolsonaro disse que é contra isso (no que faz ele muito bem). E, ao ser contra isso e defender o direito de ir e vir, ele era o único político que realmente está respeitando a Constituição.

    Logo, se o debate é a Constituição, então há de se reconhecer que ele é o único que realmente a está respeitando. Logo, a Constituição de fato só é acatada por ele. Daí a frase.

    Tirá-la de contexto para querer fazê-lo parecer Luis XIV, sendo que os verdadeiros déspotas são os governadores adorados pela imprensa, mostra bem o nível latrinário da moralidade da imprensa no Brasil. E de alguns coitados manipulados por ele. Né?
  • Caio  22/04/2020 14:33
    Constituição de 1988 (a de verdade):

    "A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à REDUÇÃO DO RISCO DE DOENÇA e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. "

    Sabe-se que direito algum é absoluto, inclusive o de ir e vir.

    "A verdade é frequentemente o que fazemos dela. Você ouviu o que queria ouvir. Acreditou no que você queria acreditar. " (Mestre Obi Wan Kenobi em Rebels)

  • Prado  22/04/2020 16:38
    Correto. Ao selecionar esta frase da Constituição, e querer forçar que ela está dizendo que pode "mandar prender todo mundo em pandemias" (sendo que claramente não está), você prova a frase do Obi Wan Kenobi se aplica perfeitamente a você.
  • Ex-microempresario  22/04/2020 19:48
    O Caio ia ficar felizão como membro da Guarda Vermelha do Mao:

    "Por favor, não me mate"

    "Quiéisso, não tá sabendo que direito algum é absoluto?"
  • Caio  24/04/2020 01:02
    Quem pensa diferente do Bolsonaro é Comunista, é inimigo?

    Há mais farinha nesse caldo!

    "Apenas os Sith pensam de forma tão radical." (Mestre Obi-Wan Kenobi em Star Wars III)
  • anônimo  22/04/2020 19:54
    E qual direito se sobrepõe ao outro? Se não posso sair de casa por conta de um coronavirus, então um gripado, um aidético, um hepático, um leproso, um tuberculoso, não podem viver em público. Seja coerente e defenda suas tiranias em todas situações, seja um ditador convicto e prenda os doentes em casa todos os dias do ano.
  • Caio  24/04/2020 01:06
    Um direito não é um fim em si mesmo, ele existe para a realização de um valor, há de depender do caso concreto.

    "Muito a aprender você ainda tem" (Mestre Yoda em Star Wars II)
  • Junior  22/04/2020 16:39
    É verdade, Bolsonaro tem uma longuissima tradição democrática. Sempre foi um grande defensor da democracia, sempre criticou períodos ditatoriais e nunca deu declarações contra as instituições democráticas. Nem ele nem seus filhos.

    Nos seus mais de 40 anos de carreira política (tanto tempo lhe deu o status de nova política) eu nao consigo lembrar de uma declaração antidemocrática dele. Tudo foi fruto de distorção midiática, pois sabiam desde o início que ele era o Messias.

    Até o seu secretário da Cultura que se amparou em Goebbels foi uma tramoia da esquerda golpista travestida de mídia tradicional para atingirem o Mito, que diga-se, só o demitiu por conta da pressão da comunidade judaica.

    O mais engraçado disso tudo é que o Bolsonaro sempre precisa de uma Tecla SAP dos seus apoiadores incondicionais. Tudo o que ele diz nunca é o que realmente disse, sempre tem uma interpretação florida da coisa.

    Podem ter certeza, voces serão ridicularizados pela História, serão o que os Nazistas são na Alemanha
  • Prado  22/04/2020 19:54
    Docinho, essa sua ironia me é indiferente. Eu nem sequer voto, e a última coisa que farei na vida é defender político indevidamente.

    No entanto, ao contrário de você, eu tenho honestidade intelectual. E também ao contrário de você, eu não me informo exclusivamente por manchetes sensacionalistas da mídia e nem por repercussões de redes sociais. Eu vi o vídeo em questão. E o contexto da fala foi exatamente esse que eu coloquei.

    Aliás, no dia em que você e a mídia ao menos começarem a reconhecer que os grandes riscos às nossas liberdades estão vindo dos governadores (estes, sim, os autodeclarados Luíses XIVs), aí sim eu darei mais atenção ao seu esperneio.

    Até lá, chorar, oops, digo, passar bem.


    P.S.: é originalíssimo chamar os outros de "nazista". Demonstra profunda e invejável capacidade intelectual.
  • Júnior  22/04/2020 20:29
    Entendi, Prado. Devo presumir que vc desaprova o governo Bolsonaro, estou certo?

    O Bolsonaro há alguns meses disse ter provas de que a eleição de 2018 foi fraudada. Um agente público tem provas de um crime contra a democracia, não as apresenta ao público tão pouco às autoridades competentes, o que devemos fazer com o referido agente público na sua pomposa opinião?

    Ahh, mas gostaria de checar com você se ele realmente disse isso, pois eu só me informo através das manchetes espetaculosas dos jornais expostos nas bancas da esquina da minha rua. Ele deve ter dito outra coisa completamente diferente! Traga-me a luz por favor

    Com relação a suposta sanha autoritária dos nossos governadores, realmente vc está certo. Os políticos do mundo inteiro, de uma hora para outra, resolveram virar Luíses XIVs. Itália, Espanha, Alemanha, India, EUA, Portugal, Canadá, Japão e mais uma centena de países, orquestradamente, querem acabar com a nossa e as suas democracias.

    O verdadeiro bastião democracia está agora, na sua luta solitária, amparado apenas pelos iluminados de sua claque, apoiando manifestações que pedem o fechamento do Congresso, do STF e um novo AI-5. Seu passado terrorista, de maquinador de explosões a bomba contra patrimonio público o fia.

    PS: Não te chamei de nazista, apenas comparei o que pessoas como vc serão aos olhos História (mas, relaxa, vc sempre poderá chamar os historiadores de comunistas). Mas vc ainda pode se ajeitar, pode ter sido uma má interpretação minha. Na verdade vc é um grande crítico do Bolsonaro, apenas aquela frase específica vc indicou um ruído na comunicação.
    PS2: Não existe sujeito verdadeiramente libertário que defenda alguém apoiador de Ditaduras, por mais que o seu programa economico chegue um pouco mais perto do governante passado.
    Saudações
  • Prado  22/04/2020 21:01
    "Devo presumir que vc desaprova o governo Bolsonaro, estou certo?"

    Eu cago para governos. Sou anarcocapitalista. Mas, ao contrário de você, sou intelectualmente honesto.

    E mais: só de ver essa súbita ardência anal que o atual parasita do Palácio do Planalto causa nos outros parasitas que estão doidinhos para estar ali (e que seriam ainda piores para as minhas liberdades), confesso que minhas simpatias aumentam.

    "O Bolsonaro há alguns meses disse ter provas de que a eleição de 2018 foi fraudada. Um agente público tem provas de um crime contra a democracia, não as apresenta ao público tão pouco às autoridades competentes, o que devemos fazer com o referido agente público na sua pomposa opinião?"

    Caguei. Aliás, se ele quiser desacreditar a democracia, terá todo o meu apoio. Meu desprezo por democracias só é um pouquinho menor que o meu desprezo por ditaduras. Destas já estamos livres. Ainda falta livrarmo-nos daquelas.

    "Ahh, mas gostaria de checar com você se ele realmente disse isso, pois eu só me informo através das manchetes espetaculosas […]"

    Já disse que cago para o que um político disse sobre qualquer coisa que envolva democracia. Se ele provar que houve fraude, ótimo. Se ele não provar, tudo ficará na mesma.

    "Com relação a suposta sanha autoritária dos nossos governadores, realmente vc está certo. Os políticos do mundo inteiro, de uma hora para outra, resolveram virar Luíses XIVs. Itália, Espanha, Alemanha, India, EUA, Portugal, Canadá, Japão e mais uma centena de países, orquestradamente, querem acabar com a nossa e as suas democracias."

    Antes, diziam que não era para copiarmos nada lá de fora (principalmente modelos econômicos). Agora, repentinamente, dizem que é pra fazer tudo absolutamente igual.

    Mas a minha pergunta é: imitar quais países? Por que não imitar Suécia, Japão, Alemanha, Holanda, Cingapura e Hong Kong?

    Você, que é adorador de políticos e governadores, o que tem a dizer em nome de seus ídolos?

    É muito altaneiro copiar o que se vê lá fora com o simplório argumento de que "Ah, já que os gringos estão fazendo, então vamos fazer igual!"

    É vira-lata que chama?

    P.S.: coloca aqui a prova científica do lockdown. Coloque aqui um link para um paper acadêmico, revisado por pares, multi-cêntrico, duplo-cego, que tenha utilizado grupos de controle e que tenha feito estudos randomizados controlados (RCT), demonstrando irrefutavelmente que o lockdown é a maneira mais garantida de se combater uma epidemia, inclusive mostrando que tal prática garante imunidade para a população no eventual retorno da epidemia no inverno.

    "O verdadeiro bastião democracia está agora, na sua luta solitária, amparado apenas pelos iluminados de sua claque, apoiando manifestações que pedem o fechamento do Congresso, do STF e um novo AI-5. Seu passado terrorista, de maquinador de explosões a bomba contra patrimonio público o fia."

    Não faço a mais mínima ideia do que você fala.

    "PS: Não te chamei de nazista, apenas comparei o que pessoas como vc serão aos olhos História (mas, relaxa, vc sempre poderá chamar os historiadores de comunistas)."

    Tradução: não te chamei de nazista mas você será um nazista no futuro.

    Infelizmente a moderação parece não ter respeito pela própria propriedade privada, e permite que desqualificados que recorrem à Lei de Goodwin invadam a casa e saiam emporcalhando o site. Vão perder os leitores sérios assim.
  • Caio  24/04/2020 01:09
    Quanta raiva, jovem!

    Há de se ter um equilíbrio, radicalismos são incompletos, problemas são muitos!

    "Verdadeiramente maravilhosa, a mente de uma criança é" (Mestre Yoda em Star Wars II)
  • Caio  24/04/2020 23:25
    Parece que o Senador Sheev Palpatine (Bolsonaro para alguns) cortou a cabeça de Conde Dookan hoje.


    "Muito a aprender você ainda tem" (Mestre Yoda em Star Wars II)
  • Constatação  22/04/2020 16:33
    O Cabral achava que era o Sebuba (sempre ganha...)
  • anônimo  24/04/2020 22:46
    Interessante como a obra mostra que os trapaceiros estao sempre em busca do poder. Alis a ordem sith consiste no valor da submissao alheia. Dos outros , da força, o que é contra a liberdade dos outros e das coisas.
  • Realista  25/04/2020 01:23
    O bandido de estimação de alguns foi desmascarado hoje. Sempre em nome do combate a um mal maior
  • Humberto  25/04/2020 05:11
    Defina quem é e o que é "bandido de estimação" e defina quem seriam os "alguns".

    Das notícias que eu vi hoje, vi apenas burocratas se engalfinhando em uma briga de egos — exatamente o tipo de coisa que se espera de um arranjo estatal baseado no intervencionismo que garante plenos poderes a esses burocratas.

    Se, depois dessa, ainda tem nêgo que acredita em democracia e em políticos, aí, meu amigo, pode se matar.
  • Realista  27/04/2020 16:32
    Até onde sei as maiores economias do planeta são democracias liberais.
    Ah, em alguns desses países há núcleos de anarquismo, como as aldeias indígenas. Caso queira, você pode se mudar pra uma delas
  • Douglas  26/04/2020 01:29
    Muito bom a análise e comparação. Show !
  • Ricieri  27/04/2020 23:17
    A nave capitânia dos separatistas eram chamada de Invisible Hand, que remete ao livre mercado, e eles eram os vilões da história. Eram formados por banqueiros, industriais, corporações comerciais, etc. Eles se revoltaram contra a república, que os jedi protegiam, em virtude das taxações e tributos. Sua análise é enviesada e não leva em conta as "forças" materiais, e não místicas, que motivaram os conflitos.
  • Constatação  05/05/2020 14:30
    Mas tudo isso era um jogo de cartas marcadas. Quem é que estava por trás das guerras e intrigas? Palpatine. Desde a invasão de Naboo (provocada por ele próprio), já ambicionava o poder absoluto e trilhou todo o caminho dele dessa forma, até chegar a imperador.
  • Imperion  05/05/2020 20:42
    Palpatine controlou os dois lados, jogando as rivalidades contra. É o velho método de dividir e conquistar. Qualquer lado que se saísse vitorioso ele ganharia. Ao atacar Naboo e obrigar a fazer um tratado, eles tb estavam agindo politicamente e não com liberdade. Eram separatistas, mas queriam formar uma nova federação, obrigando outros pro seu lado.

    Ele já era o chefe dos separatistas, embora estes não fosse unificados, e no decorrer da guerra ele virou ditador, com poderes maiores.

    Com uma boa lábia, no começo ele atrapalhava cada um dos lados pra que nenhum se sobressaísse e quando a guerra, ao desperdiçar recursos e provocar provações, enfraqueceu cada lado, fez a sua organização, que vendia pra cada um, ficar mais forte.

    Ao conseguir o poder máximo na república, ele precisaria eliminar os chefes separatistas, então ele os traiu e acabou com a guerra unificando os fracos.

    E depois pra se reerguer ( finanças ), o governo do império veio com mais privações, pra não haver revolta.

    Tudo gênio político. Vc vê muitas dessas estratégias nas 48 leis do poder.
  • Caio  07/05/2020 02:43
    Bem comum esse comentário, a culpa eh sempre dos outros.

    O fato é que os liberais da Confederação de Sistemas Independentes (CSI) liderados por Conde Dookan (um Sith) e o General Grievous queriam derrubar a democracia e colocar no poder a Federação de Comércio, a Aliança Corporativa, o Clã Bancário InterGaláctico e a Guilda de Comércio.

    "Qualquer lado que saísse vitorioso" especulação é, o "se" não existe.

    "Difícil de ver. Sempre em movimento está o Futuro" (Mestre Yoda em Star Wars 5: O Império Contra-Ataca)

  • VALDIR ANTONIO CUSTODIO  10/06/2020 18:17
    Não dá para levar a sério a inclusão do bruxo potter, um carbonão da obra de Tolkien muito mal feito e saído da mente de uma escritora, no mínimo, esquisita.
  • vastolorde  21/08/2020 18:13
    Esse artigo é ruim. Esses filmes são o lixo da cultura pop, ( se a palavra cultura pode ser usada para designar coisas, como essa série de filmes). A comparação é absurda. Uma coisa que fez afastar deste tipo de "cultura" foi exatamente o tipo de fantasia mais comum, que é produzida nos EUA, principalmente na TV e no cinema. Elas são totalmente hipócritas. Todas essas fantasias medíocres, baseiam se em um mundo perfeito e em uma luta de livres, que são os bons vs tiranos, aqueles que querem escravizar. Os livres defendem necessariamente o mundo perfeito e lutam contra aqueles que querem destruir essa perfeição. O problema é que os livres tendem a um autoritarismo absurdo e escondido. A ideia de bem nessas histórias americanas, é tão aburrda que eu acho que o próprio Diabo as escreveram. Veja os Jedis, eles são uma seita, político-religiosa, que no mundo real, estariam próximos de Stalin e Hitler. Possuem classes e castas. Mercadores são sempre os trapaceiros. O soldado é confundido com o guerreiro,etc.

    Eles não só saem da realidade, eles não conseguem ser coesos. Para não ser injusto, George Lucas, produziu Willow na Terra da Magia. Por mais boba que é a história seja, ela é muito mais sensível ao significado de "ser bom". Willow é no principio o tipo herói como Luke, mas ele continua a ser o mesmo do começo ao fim. Ele é fraco, sonhador, mas possuí um forte senso de dever, mesmo que a menina que ele carregue pouco tem haver com sua vida. Ele assim protege a pobre criança. Todos os personagens tem defeitos e não há nem um Karnal, digo Yoda, falando coisas sem sentido para parecer inteligente e sábio. Willow só quer voltar a sua família, arar seus campos e aprender magia. Uma pessoa simples, com vida normal, já que ele sofre um bocado na sua terra com as intrigas de seus semelhantes, coisas normais.
    Já o Luke, é um personagem medíocre, básico e sem graça. Aos poucos em sua evolução, ele se torna em pouquíssimo tempo um mestre absoluto. Inabalável e sempre corajoso, porém de uma forma artificial. A história fica dependente dele, como o Salvador, um Churchil as avessas. Alguém magnífico, um Aquiles sem os defeitos. Todos estão ali apenas como complementares, e para ajudar o Luke em suas batalhas quase solitárias. Sem o Solo, o filme seria difícil de assistir.

    Tem muito mais enlatado americano bom para falar de liberdade. A série Desejo de Matar, Demolidor, com Stallone. O primeiro Rambo. Fuga de Nova York. Os filmes históricos de Mel Gibson, Coração Valente, Apocalypto e O Patriota. Até o filme Armagedom tem mais a ensinar de Política e Economia que essa série de filmes do artigo. (há uma cena divertida, quando o personagem do Bruce Willians chega na NASA e descobre que a agência roubou seu projeto, porém quando ele checa, pergunta como é possível uma agência com tanto dinheiro, pessoas capacitadas e poder não puderam montar a perfuradora direito com o projeto em mãos, mostrando aí a incompetência do governo. )
  • Edson Monteiro  28/09/2020 09:26
    Muito bom o texto. Como os filmes tem muito a nos ensinar e não apenas proporcionar entretenimento.
    Um filme como a Fuga das Galinhas mostra uma organização onde a proprietária é arrogante e dominante e o marido submisso. O galo que chega no galinheiro só pensa em transar com a "funcionárias", a produção em série das tortas e a galinha que planeja uma fuga para salvar todas da opressão e de ir para o abate.
    E outros filmes, como Monstros S.A. também vão além do entretenimento.


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