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terça-feira, 3 nov 2020
Podcast 431 - A visão da genética sobre os aspectos de gênero (Eli Vieira)

feed_pmb.pngRodrigo Marinho recebe o biólogo geneticista, bacharel e licenciado em biologia pela UnB, mestre em genética e biologia molecular pela UFRGS, e PhD em genética na University of Cambridge, Eli Vieira. 


Na entrevista, Eli demonstra como a genética explica a homossexualidade e fala sobre a diferença do cérebro de homens homossexuais em comparação com o de héteros e sobre o corpo de mulheres transsexuais. 


Ele também aborda ideologia de gênero, movimentos coletivistas e as estatísticas de mortes por homofobia.  




  • Emmanuel Teixeira antunes  06/11/2020 16:14
    Pessoal,

    muito bom trazer convidados que façam defesa de teses. Mas, quando vi, infelizmente, o viés em cima do discurso do Silas Malafaia (programa Marilia Gabriela) que, como bem disse o entrevistado, não possui gabarito, seja pela insipiência da expertise alegada pelo Silas, seja pela maior especificidade por parte da biologia.

    Acredito, sinceramente, que uma tese, desse envergadura, pois que tendência mundial (e quem ousa defender o "todo mundo faz" como o melhor caminho?).

    Ele tocou em dois grandes pontos interessantíssimos: nature x natural.

    Sugestão: façam debates, com entrevistados de peso. Poderia colocar esse entrevistado para debater com o Ben Shapiro. Seria, isso sim, muitíssimo interessante.

    De outro lado, gostaria de ponderar os seguintes:
    1. tendo ou não precedência genética, poderíamos nos perguntar sobre a possibilidade/necessidade de mudança, ou isso, inegavelmente, leva à ofensa subjetiva? Exemplificando: eu acredito que o homem/mulher, viciados em sexo (inúmeros casos públicos) possam ser transformados sobre essa situação (nesse ponto entra minha crença, na qual eu vejo e provo que transforma, mas isso é cena para outro capítulo).

    A zoofilia, também deve ter base genética. A pedofilia..., o voyeurismo, a cleptomania... tudo isso deve (imagino) ser identificado geneticamente. A pergunta que me faço, é: devo permanecer assim, ou posso ser transformado em relação à base genética?

    ora, se hoje é tão comum mudar-se o fenotipo, mesmo permanecendo o genótipo, não seria possível alterarmos, transformarmos os fenotipos?

    Em síntese, eu me pergunto se todas as nossas variações de conduta, ínsitas, são e devam ser TOLERADAS porque eu vivo sob o império do Iluminismo e por isso, busco a minha satisfação pessoal acima do outro, sobrepujando o alter? é isso mesmo? ... só pra reflexão.

    por último: eu pensar diferente, me faz um condenado social? Sou obrigado a acompanhar o que se diz hoje "moderno"mesmo contra minhas convicções, sejam elas de consciência, de fé e etc?...

    Obrigado.
    Emmanuel


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