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segunda-feira, 13 nov 2017
Podcast 293 – A praxiologia é mesmo uma ciência geral da ação humana? (Felipe Rosa)
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Mestre em economia e professor da pós-graduação em Escola Austríca, Felipe Rosa vem estudando a possibilidade de categorizar a praxiologia não mais como uma ciência geral da ação humana como propôs Ludwig von Mises, mas como uma ciência da ação humana. Em vez do geral, o específico.

 

Neste Podcast do Instituto Mises Brasil, Felipe explicou os fundamentos da sua investigação, em que consiste essa nova abordagem da praxiologia e o impacto disso na aplicação do apriorismo e do dedutivismo

 

Uma parte desse esforço acadêmico a partir da concepção misesiana pode ser lida na edição mais recente da revista MISES. Há lá um artigo escrito por Felipe em parceria com Henrique Heichert que é um resumo de sua dissertação de mestrado onde ele comparou a praxiologia de Mises e a economia evolucionária de Geoffrey Hodgson.

 

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A música da vinheta de abertura é “Gotham” executada pelo guitarrista Eric Calderone.

 

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  • Alan Almeida Santos  15/11/2017 12:49
    Olá Bruno. Realmente o estudo da ação humana é fascinante e você tentou explorá-lo a com inteligência nessa entrevista com o jovem professor. Porém, na questão que vc levantou sobre a influência do meio e da natureza como elemento instigador da ação humana, percebi que o Felipe não foi direto ao ponto e meio que tergiversou. Dadas as diferenças econômica e tecnológicas entre as nações de clima tropical e as de clima temperado, eu penso que a natureza tem forte influência nas ações humanas que levam um povo ser mais desenvolvido que outros. Pena que o professor Felipe não destrinchou seu argumento.
    Parabéns pelo trabalho. Continuo ouvinte fiel do podcast.
    Sou professor de matemática da Universidade Federal de Sergipe.
    Abraço.
  • Felipe Rosa  25/11/2017 12:16
    Olá Alan, ótimo ponto. Quando respondemos assim, de improviso., algumas coisas passam. O ponto levantando pelo Bruno e ressaltado por você tem sentido. O que eu quis dizer, quando trouxe o antropologismo enquanto método na resposta, foi que é preciso ter cuidado para não cairmos em um determinismo histórico quando trazemos tais condicionantes da natureza. Em outras palavras, não se pode definir que uma nação está condenada a tal situação porque o clima é assim ou "assado" como se diz no sul (hehe). Sei que você não está afirmando isso e, tampouco, o Bruno, mas é importante fazer esse alerta.
  • iury  21/01/2018 18:04
    O que mais me dificulta na análise e no próprio entendimento da praxeologia é aceitar, de maneira lógica, ou seja, entender logicamente a construção da teoria. A teoria da praxeologia diz que toda ação humana é propositada, ou seja, toda a ação humana busca alcançar algum objetivo, não há então uma ação aleatória sem objetivo. Eu não consigo observar essa tese e generalizá-la, talvez por não compreensão dos termos, pois ações reflexas por exemplo, não são anteriormente planejadas para um objetivo, ou você ficar em casa sem ter o que fazer também, a meu ver, é um exemplo de que nem toda ação humana é propositada.
  • Vitor  22/01/2018 19:10
    "você ficar em casa sem ter o que fazer também, a meu ver, é um exemplo de que nem toda ação humana é propositada."

    Ora, como não? Ficar em casa é uma opção. Optar por não fazer nada é uma opção. A própria inação é, em si mesma, uma ação.

    Você pode perfeitamente questionar a inteligência de um indivíduo que opta por isso, é claro. Mas você não pode dizer que tal ação foi tomada inconscientemente.


    Praxeologia - A constatação nada trivial de Mises

    Ação humana é ação propositada

    Prêmio Nobel para a praxeologia
  • Pedro  02/01/2019 21:18
    Alguém tem a referência aos autores e livros citados? Aliás venho ouvindo alguns dos podcasts e sempre sinto a falta das referências no posto.


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