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sexta-feira, 16 jan 2015
152º Podcast Mises Brasil - Leandro Roque

logo_baixa.jpgPODCAST 152 – LEANDRO ROQUE

O que nos aguarda e o que deve ser feito? Esta pergunta orientada para a política econômica brasileira após a reeleição do atual governo foi o mote de um artigo escrito pelo tradutor e editor do site do Instituto Mises Brasil, Leandro Roque, e publicado no fim do ano passado.

Pela relevância do tema e diante do alerta vermelho que se seguiu à coletiva de imprensa concedida pelo ministro da Fazenda Joaquim Levy, o Podcast do IMB foi conversar com Leandro para aprofundar alguns pontos abordados em seu artigo. 

Nesta conversa, ele fez uma análise realista da situação econômica atual, pontuando o que vem pela frente e o que deveria ser feito pelo governo para resolver os graves problemas que ele criou e aqueles que ele agravou nos últimos quatro anos.

Falou do grave problema da carestia que vem assombrando o brasileiro e mostrou exemplos práticos de seus efeitos.  Dentre algumas medidas que sugeriu que deveriam ser adotadas (e que provavelmente não serão), Leandro afirmou que é fundamental adotar um plano para fortalecer a moeda brasileira e que a inflação deve ser combatida de outra maneira que não pelo mero aumento da taxa de juros, que, de resto, não tem funcionado.

Ele também apontou quais serão os principais efeitos negativos para a sociedade brasileira a partir das medidas já anunciadas pelo governo até agora.

***

A música da vinheta de abertura é o Cânone do compositor alemão Johann Pachelbel executada pelo guitarrista Lai Youttitham.

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Todos os Podcasts podem ser baixados e ouvidos pelo site, pela iTunes Store e pelo YouTube.

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  • Bruno  17/10/2010 06:24
    Que beleza hein!?

    Coisas da vida mesmo. Mises, Keynes, Friedman. Tudo farinha do mesmo saco.

    blogdomonjn.blogspot.com/2010/09/pensao-vitalicia-de-mises.html
  • Leandro  17/10/2010 10:02
    Você foi enganado, Bruno. E o pior é que você aceitou a calúnia, sem sequer se dar ao trabalho de verificar o link postado pelo próprio autor da calúnia.

    Permita-me ajudá-lo.

    O autor do blog diz que Mises aceitou pagamento de pensão do governo. Para sustentar tal afirmação, o autor cola um trecho em que Mises apenas diz que teria direito a tal pensão. Pode conferir lá, isso é tudo que ele diz.

    Logo em seguida, o autor do blog maliciosamente posta um trecho fora de contexto, em que Mises diz que lutou para a preservação da instituição da câmara de comércio, e não da pensão. De novo, pode ir lá ver (página 114 do pdf).

    Ainda no mesmo parágrafo, Mises narra que duas pessoas o induziram a defender seus direitos à pensão, mas não fala nada sobre se eles lograram êxito ou não.

    Nesse ponto, o autor do blog compreensivelmente encerra sua postagem, furtando-se de colar o importante trecho seguinte. Permita-me:

    "In the spring of 1934 I received, most unexpectedly, the invitation to assume the chair for international economic relations at the Institut Universitaire des Hautes Etudes Internationales in Geneva for the academic year 1934-35.

    I accepted immediately. I did not formally resign from the Handelskammer. I retained the direction of the Handelskammer's department of finance and promised to return to Vienna as often as it should become necessary. But I gave up two-thirds of my salary during my absence.

    When I went to Geneva in 1934, I assumed that my appointment was only for one academic year. But my contract was renewed; I stayed in Geneva until the end of the 1939-1940 academic year."

    Ou seja: Mises não chegou a receber sua pensão. Ele continuou trabalhando para Câmara de Comércio. E ainda por cima abriu mão de dois terços do seu salário. Após essa estadia em Genebra, teve de fugir para os EUA para escapar da perseguição dos nazistas. Sem nenhuma pensão no bolso.

    Você pode ler mais detalhes aqui: mises.org.br/Article.aspx?id=235


    Dica: quando ouvir uma calúnia, procure antes e acima de tudo investigar todos os dados. Não deixe que sua emoção ou o seu fígado falem por você.
  • Bruno  17/10/2010 10:48
    Eu baixei o livro por inteiro. Confesso que li somente o capítulo indicado pelo blogueiro. Mas foi o capítulo inteiro.

    Mas vamos fazer uma coisa. Ao invés de ler um capítulo apenas, vou ler o livro como um todo.
  • mcmoraes  20/10/2010 09:20
    Bruno,

    Sugiro fazer outra coisa. Após vc se convencer d q vc fez papel de tolo, vá ao blog q vc indicou e denuncie o abuso, no link no topo da página. Aliás, acho q todos os simpatizantes do IMB deveriam fazer isso, visto q o blogpost não permite nem comentários a respeito do q está escrito lá.
  • Bruno  20/10/2010 11:16
    Sugiro mcmoraes que você mesmo o faça pois ao que tudo indica o cara recebia mesmo o benefício.

    Pelo que li o pedaço do texto colocado pelo Leandro já se trata de outro assunto. O fato é relatado na página 113.

    Agora quero deixar bem claro. Ao que tudo indica ele tinha o direito, e na minha opinião não nada de errado aí.

    Mas que temos uma distância entre o discurso e a prática, isso sim temos.
  • Leandro  20/10/2010 12:16
    Truque sujo, Bruno. Mises não recebeu essa pensão e você insiste em argumentar o contrário, apenas para disfarçar o engano. Arrematar dizendo que "ele tinha o direito, e na minha opinião não nada de errado aí. Mas que temos uma distância entre o discurso e a prática, isso sim temos." é prática de quem quer se fingir de imparcial apenas para validar uma mentira.

    Você não precisa disso.
  • Getulio Malveira  20/10/2010 13:22
    Um homem verdadeiramente esclarecido jamais levanta um argumentum ad hominem. Isso não só atesta a incapacidade de discernir entre o relevante e o irrelevante, como, sobretudo, desvia o debate racional para uma briga de comadres. É lamentável que vez ou outra os comentários aqui no IMB sigam essa linha. Creio que o sr. Bruno, a mostrar que é homem sensato e honrado, deveria retratar-se perante seus colegas leitores do IMB independente de acreditar ou não no fato levantado, principalmente pela esdrúxula comparação entre Mises e Keynes.
  • Fernando Chiocca  20/10/2010 23:57
    Perfeita colocação Getulio.
    Eu estava evitando comentar aqui exatamente para não alimentar esse troll, que levanta uma questão totalmente irrelevante perante as ideias defendidas.
    Mas entendemos o desespero de alguém que já está a alguns anos tentando refutar a EA e não consegue absolutamente nada. Lhe resta apenas tentativas de ad hominem mesmo..
  • Emerson Luis, um Psicologo  19/03/2014 19:32

    Mises foi brilhante e atual, como sempre.

    Podemos incluir nas "doenças" promovidas pelo assistencialismo as atitudes e comportamentos que mantêm as pessoas em um estado de pobreza material e existencial.

    * * *
  • Amarilio Adolfo da Silva de Souza  03/04/2015 19:30
    Texto magistral.


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