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sexta-feira, 5 dez 2014
148º Podcast Mises Brasil - Adolfo Sachsida

logo_baixa.jpgPODCAST 148 – ADOLFO SACHSIDA

 

Esta semana foi uma surpresa ver nos principais jornais e sites do país a foto do doutor em economia e professor Adolfo Sachsida sendo retirado à força da galeria do Congresso Nacional. Sachsida fazia um protesto silencioso com uma mordaça vermelha na boca com a inscrição PT na sessão parlamentar em que seria votado um projeto que autorizava “o governo a descumprir a meta de economia para o pagamento de juros da dívida (o chamado superavit primário), estabelecida na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias)”.

 

Na mesma sessão, manifestantes próximos à Sachsida prostestavam da galeria para pressionar os parlamentares a votar contra a lei do calote. Após os gritos de “Vai pra Cuba” dirigidos à senadora Vanessa Grazziotin, do Partido Comunista do Brasil, estranhamente confundidos com “vagabunda” quando ela discursava, o senador Renan Calheiros, que presidia a sessão, determinou à polícia legislativa que as pessoas fossem retiradas.


Começou a confusão que resultou na expulsão violenta de Sachsida e na gravata aplicada na aposentada Ruth Gomes de Sá, de 79 anos.

 

Em entrevista ao Podcast do Instituto Mises Brasil, Adolfo explica a razão do seu protestos e dá detalhes sobre o que aconteceu durante e depois do episódio, e o que isto significa para as liberdades políticas no país. Ele também analisa a origem do problema e as consequências da lei do calote, que foi aprovada. Num podcast de agosto de 2012, o economista já alertara que o governo federal estava gastando dinheiro demais e que o grande ajuste econômico no país seria feito em 2015. Nesta conversa, ele reforçou o que havia dito e o cenário econômico que ele esboça para o próximo ano não é nada animador.

 

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  • luis  05/12/2014 18:32
    E ainda teve gente aqui pregando voto branco/nulo.
    Quanto ao policial bonzinho, é tática: um morde, outro assopra.
  • Silvio  07/12/2014 18:00
    Tem toda a razão. Esse negócio de pregar voto branco/nulo não está com nada. O pessoal deveria mesmo pregar o fim do estado pura e simplesmente.
  • anônimo  08/12/2014 10:00
    Mais corrupto e escroto que o PT é impossível, e eles ganham mesmo assim. Tem uma parte da 'direita' meio burra de achar que denúncias de corrupção vão fazer o PT deixar de ganhar, até porque depois da dilma quem volta é o molusco.

  • milkson  05/12/2014 21:14
    Ingenuidade do Adolfo achar que a Maria do Rosário se compadeceria com a injustiça cometida contra ele e demais pessoas que assistiam a votação da galeria. A senhora a quem nos referimos só está interessada em apoiar delinquentes - é só procurar as dezenas de vídeos que provam o que estou falando. Defender humanos direitos está fora da área de interesse desta senhora !!!!!!!!!!
  • Marcia Niedziolko  07/12/2014 13:35
    Adolfo, obrigada por sua heróica atuação no Congresso, por estar la e nos representar e por esse detalhado relato dos fatos e sua opinião sobre a atual situação política e econômica do pais. Excelente entrevista Bruno, como sempre, neste maravilhoso espaço de informação e opinião.


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