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Como ganhar dinheiro com essa teoria monetária moderna e com tanto keynesiano nas instituições públicas?
Sugestão:
Vocês poderiam filmar esses podcasts, e postar no YouTube, e ainda fazer lives deles na Twitch!
Olá! Tendo em vista que o post é de 2013, "vim do futuro" pra falar que o Nicolás está completamente correto e sua "profecia", de fato, ocorreu.

O esfacelamento da economia Argentina já está mais que confirmado: foi brutalmente acelerado como consequência da histeria do vírus chinês, com o governo ampliando a quarentena, proibindo demissões, complementando valor integral dos salários, e pra fechar com chave de ouro, os lacradores da mainstream disseram: " como medidas de isolamento contra coronavírus aumentaram popularidade do presidente da Argentina".

Resultado disso? Tá aqui, oh: Argentina restringe acesso ao dólar e induz empresas ao calote ,
Argentina vê fuga de empresas estrangeiras por causa de insegurança com cenário econômico . Tem mais coisas por vir, creio eu.
Interessante mencionar que os preços ao produtor dispararam no Brasil, recorde que não conseguimos no governo Dilma. Foi pior só no governo Lula, logo em 2003 e com o pânico por ele ter sido eleito.

Comparando esse índice de preços ao produtor com outros países (copiando um comentário antigo meu):

- Estados Unidos: deflação de preços ao produtor.
- Equador: deflação de preços ao produtor.
- México: inflação, mas muito mais civilizada do que no Brasil.
- Noruega: deflação ainda mais forte.
- Itália: deflação.
- Uruguai, que nem lockdown direito impôs: disparou, mas a inflação ao produtor está caindo e a de agosto está menor do que aqui. Provavelmente graças à pancada dos juros feita por eles recentemente.

No Peru quase não houve carestia.

Estaria esse fenômeno no Brasil ocorrendo mesmo nesses países que tiveram deflação nos custos de produção?

No caso sendo esses lockdowns, essa falta de insumos ocorreu logo pouco tempo após os lockdowns de março, ou demorou para aparecer os efeitos? Uma hipótese minha é que a demanda pelos insumos voltou a explodir com a retomada do setor industrial, e então essas cadeias ainda não conseguiram atender.

Que coisa caótica, se eu já vi gente reclamando para o Bolsonaro sobre a carestia nos supermercados, imagino que já tenha gente da indústria se queixando disso. Ele deveria abolir as tarifas de importação, como ele já fez com o arroz.

Como ficará essa situação para os próximos meses/anos?

PS: Essa notícia sintetiza tudo?
(vou puxar assunto dos meus parcos conhecimentos sobre filosofia da linguagem mas acho que serve para iluminar um pouco)

Parece ser uma afirmação do tipo:

O número de estrelas que existem no universo é ímpar

É uma pseudoproposicão

Conseguimos entender a frase e eu aposto que se eu fosse uma pessoa famosa ou com autoridade, a maioria das pessoas iriam acreditar no que eu disse.

Mas, obviamente, o que está escrito não tem valor algum já que, por uma dificuldade técnica, é impossível para um ser humano contar o número de estrelas que existem no universo...Mas a maioria das pessoas não pensa assim

Outro exemplo seria:

As paredes estão tristes hoje

Conseguimos compreender e as estruturas sintéticas e gramaticais estão ok mas, é óbvio, a proposição não faz o menor sentido...Por que? E por que do último por que?

Os cabeças do esquerdismo estudaram as estruturas íntimas da linguagem humana...nem tudo é besteirol e, agora, eles estão empregando aquilo que aprenderam (ou que foram induzidos a fazer por quem aprendeu)... Éééé liberal, você confia na sua lógica hoppeana? Tem esquerdista sabe o porquê da "lógica fazer lógica"
Nada seria a prova de apocalipse zumbi, além de armas e eventualmente ouro físico.
Como não gosto da ideia de guardar ouro físico, acabei investindo a maior parte via ETF em corretora nos EUA. Compro em geral GLD. Dessa forma pelo menos estou protegido em caso de um novo Collor.. rs.. já que está tudo fora do país.
Minha sugestão é diversificar (um pouco em ouro físico, um pouco em fundos, PAXG, etc) mas nada é perfeito. Pesquise o que funciona pra vc.
E não esqueça de comprar armas :)
Abs
Ambos. É só ler os relatos. Uma parte fala que os fornecedores não estão entregando porque não há o produto. Outros falam que não há matéria-prima. Outros falam que até há, mas está caríssima.

E a maioria fala que os insumos que utilizam são importados e estão a preços proibitivos.

Agora, acrescente ao câmbio desvalorizado o fato de que as cadeias produtoras nos outros países produtores também foram interrompidas, e você tem aí a tempestade perfeita.

P.S.: o mais revoltante foi o relato da resina. No Brasil, ela é produzida pela Braskem, que exporta quase tudo (normal, eu também faria o mesmo); só que há uma altíssima tarifa de importação, a qual foi criada pelo governo Dilma exatamente para proteger a empresa da concorrência estrangeira, pois ela foi considerada uma campeã nacional.

Ou seja, por causa de um arranjo estatal, há apenas um produtor, que exporta quase tudo, e ao mesmo tempo há tarifas de importação que proíbem o povo de importar barato, obrigando-o a comprar apenas da Braskem. Intolerável.
"Taxa de cambio valorizada não favorece nem o setor primario nem a industria."

Interessante, pois a prática mostra o oposto.

É justamente quando o câmbio está se apreciando (de 2005 a 2008, 2010 a 2011), que a indústria fica mais forte. E é justamente quando o câmbio se desvaloriza (2009, e 2012 em diante) que a indústria encolhe.

Veja todos os gráficos aqui.

E aqui.

E a explicação é simples e direta:

No mundo globalizado em que vivemos, várias indústrias são também grandes importadoras. Para fabricar, com qualidade, seus bens, eles necessitam de importar máquinas e matérias-primas de várias partes do mundo. Uma mineradora e uma siderúrgica têm de utilizar maquinário de ponta para fazer seus serviços. E elas também têm de comprar, continuamente, peças de reposição. 

O mesmo vale para a indústria automotiva. Segundo o presidente da GM, a fabricante irá reajustar preços exatamente por causa do aumento nos custos de produção causados pelo dólar mais caro. Novidade nenhuma.

Vale acrescentar que a fabricante também é prejudicada pela redução da oferta de aço no mercado interno, dado que agora mais aço tende a estar sendo exportado. 

É claro que nem todos os custos de produção são afetados pela desvalorização da moeda, pois nem todos os componentes utilizados no processo produtivo são importados. No entanto, esse exemplo mostra como a desvalorização da moeda não irá necessariamente ajudar os exportadores no longo prazo.

Adicionalmente, se os exportadores de um país têm de recorrer continuamente ao mercado internacional para comprar maquinários e peças de reposição, e se os maquinários e as peças de reposição são demandados globalmente pelos exportadores de todos os outros países, então aqueles que tiverem uma moeda forte estarão em grande vantagem, pois poderão comprar tudo mais barato. Seu custo de produção será menor.  

E isso é algo que tem de ser continuamente enfatizado: uma moeda forte ajuda as indústrias mais competentes. Qualquer indústria exportadora tem também de importar máquinas e bens de capital de qualidade, além de peças de reposição, para produzir seus bens exportáveis (pergunte isso a qualquer mineradora ou siderúrgica). 

Se isso puder ser feito a um custo baixo (permitido por uma moeda forte), tanto melhor. Uma moeda forte permite que as indústrias comprem bens de capital, máquinas e equipamentos de qualidade a preços baixos.  Isso as deixa mais produtivas, aumenta a qualidade dos seus produtos, e faz com que eles sejam mais demandados lá fora.

Nenhum país que tem moeda fraca e inflação alta produz bens de qualidade que são altamente demandados pelo comércio mundial. Todos os bens de qualidade são produzidos em países com inflação baixa e moeda forte.  Apenas olhe a qualidade dos produtos alemães, suíços, japoneses, americanos, coreanos, canadenses, cingapurianos etc.

Se moeda forte fosse empecilho para a indústria, todos esses países seriam hoje terra arrasada.  No entanto, são nações fortemente exportadoras.  Moeda forte e muita exportação.

"O que ha hoje é inflação causada pelo cambio ou correção de preços que estavam estagnados a anos fruto de retenção dos produtos no mercado interno fruto de um real forte?"

Hein? Você está dizendo que mercadorias estocadas e escondidas causavam preços baixos, e que agora mercadorias desovadas estão gerando preços altos?

Isso é sério?
Pessoal, visto esse tuíte do Fernando Ulrich sobre insumos na indústria, ficou uma dúvida: essa falta foi causada pela desvalorização cambial e/ou lockdowns? Ok, cadeias de produção de alimentos ficaram funcionando e até houve exportação, mas e para os outros setores? O que esperar para próximos meses e anos?

O índice de commodities está alto, voltando para valores próximos dos de outubro de 2018 e de setembro de 2015. Commodities em dólares, por outro lado, ainda estão muito baratas.
Caro Skeptic, caso vc nunca tenha lido, recomendo ler o livro "A história da riqueza do Brasil" do Jorge Caldeira.
Vemos que algumas coisas por aqui não mudam a 500 anos. Um trecho que por acaso li e marquei esses dias sobre isso:

"Todavia, alterar a destinação dos recursos não era nada simples numa sociedade em que a lei funcionava como instrumento de garantia de privilégios estamentais – até mesmo para um homem com os poderes de rei. Para dar a quem necessitava, seria preciso tirar de quem não queria perder. E cada um contemplado pelo monarca anterior tinha tomado bastante cuidado para registrar a benesse como direito adquirido."
(...)
"Pombal* inaugurou uma fórmula para arrebanhar uma parcela ainda maior da produção brasileira: arrochar a riqueza local e encher os bolsos de governantes e comerciantes privilegiados com favores monopolistas do governo."

*Pombal era Secretário de Estado do Reino, como se fosse um primeiro-ministro noneado pelo rei
Ele é bem a cara do povo brasileiro, por isso foi eleito. Ele parece aquele tiozinho de uma cidade interiorana que tem um jeito descontraído e simpático.
Vejam por outro lado: se a moeda estivesse forte, esse cara nunca mais sairia da presidência. Viraria imperador.

twitter.com/PATRlOTAS/status/1306686856193507328

Ele é mais popular e carismático do que Lula.

Lula já é membro da elite chique e delicada. Jair, talvez por seu treinamento militar, não tem frescura com nada.
Lockdown inevitavelmente afeta a moeda. Com a economia caindo, ocorrem menos transações monetárias. O dinheiro parado em caixa vai para a segurança, como o dólar.

Fundos de investimento e principalmente tesouraria de grandes bancos têm de apresentar retorno, pois têm metas a bater. Neste cenário, basta o dólar começar a subir que todos vão atrás. E com o BACEN e a Fazendo deixando claro que de fato queriam um dólar caro, temos o trade mais óbvio de todos.
O dólar tá doidinho pra cair (como já está caindo no resto do mundo). Nosso adorável BC é que não quer deixar — vide o que ele faz com a oferta monetária e com a Selic.
Claro, ué, M2 sempre aumenta. Nenhum país do mundo tem oferta monetária estática.

O ponto é: nêgo diz que o Japão imprimiu moeda até as tampas e que isso deveria ter gerado inflação de preços. Simplesmente mostrei que não só não imprimiu a rodo, como, ao contrário, o ritmo de impressão foi extremamente brando.

Compare com Argentina, por exemplo:

d3fy651gv2fhd3.cloudfront.net/charts/argentina-money-supply-m2.png?s=argentinamonsupm2&v=202009172300V20200908&d1=19201013

Ou até mesmo com o Brasil:

d3fy651gv2fhd3.cloudfront.net/charts/brazil-money-supply-m2.png?s=brazilmonsupm2&v=202009172300V20200908&d1=19950718&d2=20200918
Secessão, e outras medidas como proibir o Congresso de aprovar um orçamento deficitário seriam o caminho. Porém quem acredita que qualquer medida que diminua o Estado alcançaria?
Eu não acredito. A casta nunca vai abrir mão do poder por vontade própria.
Não sei se juridicamente funciona - já que estamos falando de uma autarquia - mas se um presidente liberal (de verdade) fosse eleito, e ao invés de perder tempo passando reformas, simplesmente pudesse fechar o BCB, as contas teriam que ser ajustadas na marra (como na Grécia).
Como isso só acontecerá nos nossos sonhos, então só nos resta comprar ouro.
É inegável o benefício que uma vacina eficaz pode oferecer ao arsenal de combate às doenças contagiosas. Mas seu efeito poderá sofrer interferência de adaptação comportamental e compensação de risco? Receber a vacina significa receber um passe livre para que se abandone o uso de máscaras e a redução da mobilidade? Essas são questões importantes envolvidas no cálculo do impacto das vacinas contra o novo coronavírus.

A Organização Mundial da Saúde recomenda que uma vacina seja considerada caso proteja, no mínimo, metade dos vacinados de ter Covid-19. Supondo que tenhamos uma vacina com 50% de proteção, isso significa que a outra metade ainda poderia desenvolver a doença, como se não tivesse tomado a vacina. Se todos estes vacinados abandonarem as recomendações de segurança poderíamos observar um aumento da infecção e adoecimento por Covid-19?

Para impedir que isso aconteça, a adoção de uma potencial vacina como política pública de saúde não deve ser instituída de forma isolada. A manutenção de outras medidas de prevenção deve fazer parte de um conceito, também empregado na abordagem de infecções sexualmente transmissíveis, conhecido como prevenção combinada.

Estamos, sem dúvida, ansiosos por uma vacina que ofereça o mais alto nível de proteção possível. Entretanto, alguma limitação é esperada, tal como é observada em todas as outras vacinas, mesmo as mais eficazes que dispomos hoje.

Embora parte da solução, as vacinas não são a solução única, como muitos imaginam. Será preciso analisar sua implementação com o devido cuidado, junto às outras formas de prevenção.

Esper Kallás
Médico infectologista, é professor titular do departamento de moléstias infecciosas e parasitárias da Faculdade de Medicina da USP e pesquisador na mesma universidade.

Íntegra: www1.folha.uol.com.br/colunas/esper-kallas/2020/09/compensacao-de-risco-e-covid-19.shtml
Trader,

tenho pesquisado sobre PAXG nas últimas semanas, mas como sou meio desconfiado de tudo ainda tenho um pé atrás.

Parece uma alternativa segura e bastante prática de se expor ao ouro. Já tenho conta na Mercado Bitcoin. Pensando seriamente e fazer algum aporte em PAXG.
Eu tenho notado uma certa "reação" do Índice DXY. Desde que começou a cair continuamente a partir do mês de março, o índice parece ter encontrado um suporte na região dos US$ 92,00: quando chega ali, ele sempre acaba subindo. Em compensação, desde o final de julho parece haver uma resistência ao redor dos US$ 93,70. Sempre quando chega ali, inicia uma tendência de baixa. Nesses últimos meses, o DXY segue andando de lado entre esses valores, conforme pode ser visto no gráfico a seguir:

www.tradingview.com/x/TofvAoDn/

A propósito, desde o início de setembro o DXY vem se valorizando, tendo apresentado seis dias seguidos de alta. Curiosamente, nesse mesmo período, o dólar perante o real iniciou uma tendência de queda, indo de R$ 5,6057 até os atuais R$ 5,2394. No dia 8 de setembro, essa tendência de queda parecia que iria se reverter, mas, no dia seguinte voltou a cair de novo.

www.tradingview.com/x/bUcvpqia/

Interessante observar também que, esta semana, a cotação do dólar rompeu pela primeira vez o suporte da linha de tendência de alta iniciada lá no dia 2 de janeiro:

www.tradingview.com/x/r7MpAIFh/