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Últimos comentários



Ótima contribuição, FL.

No final, tudo volta ao ponto da "demanda infinita". E esta é exatamente a questão: a oferta de serviços de saúde é naturalmente escassa e restrita, mas a demanda por eles torna-se infinita (por vários motivos, inclusive leis trabalhistas).

Sendo "gratuita", as pessoas vão aos hospitais para coisas triviais como medir pressão, dor de cabeça, tosse, espirro, gripe corriqueira, febre, impotência, dor de garganta etc.

O Leandro escreveu um artigo inteiro sobre isso:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=923



Parece-me que vai piorar por aqui.
A contratação de planos de saúde particulares é impossível e agora a ANS acaba de publicar que irá dificultar a vida de funcionários de empresas de pequeno porte. Que não estiver empregado em grandes empresas não terá alternativa , a não ser o SUS.


Haha, boa ironia.

Aliás, a fila onde ocorria a venda de lugares era em um estabelecimento 100% estatal, e isso ocorreu sob os olhares complacentes de todos os funcionários públicos. A propriedade onde tudo isso ocorreu é estatal, e as pessoas estavam demandando um produto ofertado pelo estado (e três pessoas já morreram em decorrência dessa vacina estatal). Havia zero mercado no arranjo.

A ignorância do brasileirinho médio realmente é apavorante. Burocratas e políticos o fodem em todas as posições possíveis, e o sujeito não só põe a culpa em fantasmas como ainda diz que "se não fosse o estado, aí sim ele estaria fodido".

É de dar dó.



Caro Zé da Moita, Você levantou um tema muito apropriado diante do momento político, materialista e neoliberal, em que estamos vivendo. Pois neste momento, a sociedade está aceitando com normalidade a precificação do que sempre foi gratuito: o carnaval. O Carnaval foi uma festa popular que nasceu no seio do povo e para o povo com objetivo de unir a sociedade civil.

É uma Bobagem sem tamanho dizer que esta festa deveria ficar a cargo da iniciativa privada pois seria a mesma coisa que dizer que uma festa que nasceu com o objetivo de alegrar, pobres e minorias, mudaria seu rumo para algo precificado onde somente pagantes poderiam usufruir.. Sendo mais objetivo: Seria o mesmo que dizer que a felicidade tem um preço, material, que poderia ser facilmente comprado.

Não existe nada mais grosseiro, culturalmente falando, que a venda de espaços fechados dentro da rua pública com um carro elétrico berrando pela cidade. Isso não é carnaval! Isso nunca foi carnava!! Carnaval sempre foi algo popular que reunia vizinhanças e pessoas da comunidade para celebrar. Celebrar o quê? A vida, ora essa. Compare esses simples carnavais de bairro com aqueles carnavais, grotescos, dos grandes trios elétricos, e verá o porque é um absurdo que está festa esteja a cargo da iniciativa privada.

Capital Imoral é filosofo, escritor e já refutou Mises.



Quando você deixa o livre mercado acontecer, quando tudo passa a ser uma mera questão de compra e venda, chega um ponto em que as pessoas cobram dinheiro até nas filas das vacinas gratuitas. E enquanto você ,pobre coitado fica esperando, as pessoas com dinheiro PASSAM na sua frente e compram lugar na fila. Fazem comércio daquilo que não se deve... SAÚDE não é mercadoria.

É isso que acontece quando tudo vira mercadoria, as regras viram mercadoria, a moral vira mercadoria...


g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2018/01/postos-de-sp-tem-dia-de-tumulto-e-filas-para-vacina-contra-febre-amarela.html


Todo o argumento de alocação de recursos, oferta e demanda, é perfeito, e funciona tanto para a saúde como para qualquer outro serviço fornecido pelo governo. Quero apenas fazer um pequeno adendo:



Não sei como é a situação das leis trabalhistas britânicas, mas aqui no Brasil elas contribuem para o caos de atendimento.

Eu já trabalhei diretamente com triagem e atendimento em hospitais. É absurda a quantidade de pessoas com uma dor de cabeça, uma diarréia mais brava e tantas outras condições que podem ser tratadas com repouso, água, e medicamentos simples encontrados em qualquer farmácia. Mas o fulano tem que ir no hospital e passar com algum médico, pois corre o risco de ter o dia de trabalho descontado caso não apresente o atestado. Em conversas com médicos e enfermeiras que eu conheço a percepção é a mesma. Óbvio que existem casos que precisam de atenção, mas grande parte são coisas extremamente simples, pelas quais as pessoas passam horas em espera, ocupando o sistema, apenas para sair de lá com o papel carimbado.

Os próprios "beneficiários" dessa prática são os prejudicados: quando realmente precisam de algum atendimento, encontram o sistema entupido de pessoas que provavelmente não precisam estar ali. Pior: com tantos atendimentos, os próprios profissionais não têm tempo para fazer diagnósticos precisos, acarretando em mais erros.

Outro caso comum é o de acidentes de trabalho: a recomendação era (não sei se algo mudou) que o paciente seja atendido num hospital público, pois apenas estes fazem parte do sistema que informa ao INSS. Ou seja, mesmo que o fulano tenha um plano privado, vai ocupar uma vaga num hospital público.


Olá pessoal !

Vim do outro lado para avisar que onde o Estado bota a mão nada funciona.

Saúde !


Incentivos importam. Entidades burocráticas existem apenas para se perpetuarem e enriquecerem seus membros sugando dinheiro de impostos. Quanto mais dinheiro uma burocracia gasta (não importa com quê), maior a fatia do orçamento do ano que vem será destinado a ela.

Vale para o Detran, vale para qualquer repartição, vale para hospitais estatais.

Na saúde pública, atender ao paciente é algo secundário e eficiência é visto como algo nefasto (pois pode até mesmo gerar reduções de despesas).

Que haja pessoas querendo que a saúde seja gerenciada igual aos Correios beira o inacreditável.



fala fala fala fala fala, mas não diz coisa nenhuma. Só mais um esquerdista com suas visões de ácido.


"E qual a solução, um sistema privado igual no Brasil onde a maioria da população não consegue pagar e morre sem ter acesso?"

Ué, mas no Brasil há o SUS, que funciona exatamente igual ao sistema britânico! Parece que você se esqueceu desse detalhe, né? No Brasil, absolutamente nada impede que os pobres recorram ao SUS, que é totalmente gratuito. Logo, se elas estão "morrendo sem ter acesso", então você próprio acabou de admitir que nossa medicina estatal não funciona.

Aliás, na esmagadora maioria dos países europeus, não existe medicina 100% estatal. As pessoas são obrigadas a adquirir um plano de saúde. Não existe saúde 100% grátis. Só é 100% grátis no Brasil, no Reino Unido e no Canadá (que é outra tragédia; essa eu conheço de perto porque já fiz intercâmbio lá).

"Ah, para vc é beleza se pobre morrer né."

Ui, quanta maturidade, quanto equilíbrio, quanta racionalidade. Volta pro maternal; lá você tem alguma chance com esse argumento.

"Suas críticas ao Reino Unido são todas sem sentido porque vc evita o óbvio"

Críticas?! O autor citar fatos agora é "crítica"? Você ao menos sabe ler?

"a comparação de health outcomes com outros países, como os EUA"

Cita aí, por favor.

"O sistema tem problemas, okay, mas é o melhor do mundo."

Se isso é ser o melhor do mundo, então eu nunca estive tão satisfeito com a minha humilde Unimed, que nunca me negou tratamento nem (duas) cirurgias. Obrigado por me abrir os olhos.


Ah, sim, apenas para você se informar melhor antes de vir com chavões:

Como realmente funciona o sistema de saúde americano

Como o intervencionismo estatal está destruindo o mercado de saúde privado brasileiro

Com a explosão dos custos para a classe média, o Obamacare foi o definidor da eleição americana


Sério, o pessoal do Mises deveria dar uma coluna para o Capital Imoral. Ele está cada vez mais hilário!


Pra mim, o CREA é inútil. E tenho certeza que ele é assim por que é obrigatório. Tem a reserva de mercado e não precisa oferecer nada em troca para obter sua receita anual. Se fosse opcional, então, teriam que realmente ter ações que fizessem a diferença na vida dos profissionais de engenharia para fazer valer o total pago.


E qual a solução, um sistema privado igual no Brasil onde a maioria da população não consegue pagar e morre sem ter acesso? Ah, para vc é beleza se pobre morrer né. Suas críticas ao Reino Unido são todas sem sentido porque vc evita o óbvio - a comparação de health outcomes com outros países, como os EUA. O sistema tem problemas, okay, mas é o melhor do mundo.


O interessante é que aqui no Brasil temos as Santas Casas de Misericórdia, que é uma rede privada e voluntariamente financiada, que oferece tratamento aos pobres. Em Belo Horizonte, as Santas Casas fazem mais cirurgias e recebem mais pacientes em um só dia do que toda a rede da FHEMIG (Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais) que tem 11 hospitais no estado. E as Santas Casas são mais bem avaliadas.

Ou seja: não só elas são voluntariamente financiadas, tendo um orçamento muito menor do que rede estadual, como também fazem muito mais pelos pobres com menos recursos.


O político que fundou o NHS, Aneurin Bevan, foi incrivelmente honesto em relação ao seu propósito. Ele nunca alegou que os pobres estavam sendo rejeitados e tendo atendimento negado pelos hospitais privados, ele simplesmente acreditava que um sistema centralmente planejado, ao estilo comunista mesmo, e com um número menor de hospitais maiores seria mais eficiente do que qualquer alternativa que apresentasse elementos de livre mercado.

Com o tempo, o sistema foi sendo cada vez mais cultuado (Margaret Thatcher nunca nem sequer sonhou em fazer qualquer tipo de desestatização, por mais mínima que fosse) e até hoje qualquer crítica é proibida.

Morando hoje na Inglaterra, posso dizer que a expansão exponencial do NHS fez com que o sistema se transformasse em algo muito maior do que um mero serviço de saúde. Hoje o NHS virou um gigantesco mecanismo de engenharia social, que está ali para fornecer emprego a um exército de pessoas que o sistema educacional (ruim) cospe anualmente. E várias dessas pessoas (minha opinião) teriam muita dificuldade em encontrar algum tipo de carreira fora das instituições estatais. O NHS virou uma mera repartição pública, o objeto dos sonhos de pessoas que querem virar funcionário público aqui na Inglaterra. É meio que igual ao concurso público aí no Brasil.


Para o Haiti prosperar precisa se tornar um local com segurança jurídica, estabilidade/previsibilidade política e atrativo para investimentos estrangeiros (baixos impostos e poucas regulamentações PRINCIPALMENTE para empresas). Esses são os dois primeiros passos.

População inteligente e mão-de-obra qualificada, na maioria dos casos é consequência. Os Estados Unidos se tornaram a maior potência mundial ainda quando quase metade da sua população era analfabeta. Os primeiros países europeus a se tornarem desenvolvidos, o ensino público universal nem sequer existia.

Países com populações negras e latinas, se quiserem se tornarem lugares bons, irão precisar copiar o que os asiáticos da China, Hong Kong, Cingapura, Taiwan, Coreia do Sul e até Tailândia e Malásia fizeram recentemente.

E lembrando, assim como Cuba, o Haiti já foi um país razoavelmente bom (Cuba era rica, estava em outro nível). É incrível como políticos sem noção conseguem destruir tudo em tão pouco tempo.


Acho que você tá meio atrasado. Diria que uns três anos atrasado.

O swap cambial era utilizado pelo BC do Pombini em sua tentativa desesperada de impedir que o dólar chegasse a R$ 4,50 e levasse a economia pra breca. O BC não faz mais swap cambial desde 2016.

Aliás, não que eu queira defender, mas o atual BC está fazendo extamente o contrário: ele está se desfazendo destes swaps cambiais.

Por que o povo aqui iria criticar isso? Aliás, pela sua lógica, você deveria era aplaudir isso, pois o BC está desfazendo uma política que você critica.


Essas coisas não são novidade nenhum na medicina estatal do Reino Unido.

Comecem por aqui:

British Clinic Is Allowed to Deny Medicine (Os hospitais públicos ganharam a permissão de negar comida aos pacientes)

Depois vão aqui e vejam como a eutanásia compulsória de bebês doentes sempre foi rotineira por lá.

Now sick babies go on death pathway: Doctor's haunting testimony reveals how children are put on end-of-life plan

Sem recursos (que inesperado!), os hospitais do NHS estão simplesmente cortando a alimentação de vários bebês, que são deixados à míngua até morrerem.

Estatistas -- que são obcecados com controle populacional -- até salivam quando lêem coisas assim.

E terminem aqui:

Nearly 1,200 people have starved to death in NHS hospitals because 'nurses are too busy to feed patients'

1.200 pessoas morreram de fome nos hospitais estatais do Reino Unido (o National Health Service - NHS) porque as "enfermeiras estavam ocupadas demais para alimentá-las".

Como bônus, fiquem com isso (a foto é forte):

www.dailymail.co.uk/news/article-1218927/Plumber-shattered-arm-left-horrifically-bent-shape-operation-cancelled-times.html


Ah, sim, e jamais se esqueçam de Charlie.



No começo pensei que o tal do capital imoral fosse apenas um humorista tentando trolar o IMB,mas depois de hoje estou convicta de que se trata de complexo de fourier já em nível executivo.Precisamos urgentemente fazer uma vaquinha e mandar essa pobre alma para uma clínica psiquiátrica afim de que ele possa tratar suas neuroses e se livrar do seu preconceito contra o capitalismo.


Bom, a julgar por essa informação, melhor que devolver a casa de quem fez o comentário sobre os índios para os próprios, uma vez que eles são donos de tudo o que existe no Brasil. Que tal todos irmos embora e deixar a terra para os indígenas? Só poderiam ficar aqueles que provassem sua verdadeira ascendência indígena.


Tem muito liberal de fachada aqui.

Tem poucos comentários e críticas sobre os swaps cambiais do BC. Não é todo mundo, mas tem muita gente que gosta do "bolsa dólar" e do "meu dólar, minha vida".

A turma está acomodada com os swaps do BC. Esse protecionismo aos investidores também não deveria ser respeitado. Se é livre comércio, não pode ter proteção a ninguém.

Tenho nostalgia de quando a principal pauta do IMB era fechar o banco central. Muita gente defende o currency board aqui, mas estão confortáveis com o swaps do BC.

O CB seria uma alternativa viável para proteger o povo de psicopatas brincado de fábrica de dinheiro. Porém, eu ainda prefiro o câmbio flutuante sem intervenção estatal, desde que o teto da inflação seja 2% ao ano. O CB parece ser um fortalecimento artificial da moeda, e o flutuante ser uma forma de forçar a entrada de dólares. Se não entra dólar, não vai ter como ter moeda forte.

Não sou economista, mas parece ser paranóia querer uma moeda forte sem entrar dólares no país.


O comércio exterior é menos de 15% do PIB.

Esse câmbio controlado via swap é bizarro. Custa caro e não aumenta as exportações.

Precisa entrar dólares no país. Defendo a moeda forte, mas precisa entrar dólares no país.

É muito difícil ter moeda forte sem entrar dólar no país. É um esforço gigantesco via juros, swaps e bloqueio de importações, sendo que a melhor forma seria com exportação, desregulamentação e baixos impostos para empresas.

O Brasil precisa ter um PIB acima de 10 trilhões de dólares. Vai ser difícil chegar nesse valor sem investimento estrangeiro e sem moeda forte.

Enfim, não vai ser com "bolsa dólar" ou "meu dólar, minha vida" que o país vai ser rico. Temos que exportar para que entre dólares no país.


Pois permita-me, então apresentar as fontes.

A explicação para a educação da Finlândia -- e a da Estônia, quase tão boa quanto -- é outra: o idioma. Se o idioma é simples e claro, os estudos se tornam mais lógicos e o aprendizado, mais fácil. Há estudos inteiros sobre isso.

Desde 2006, a amostra de países do PISA foi aumentada, incluindo diversos países em desenvolvimento. Um deles foi a Estônia. E desde então ela também passou a ocupar as posições mais altas no PISA dentre as nações ocidentais (nunca tão boas quanto as da Finlândia, mas ainda assim acima de Noruega, Suécia, Alemanha).

Há um fator em comum entre Finlândia e Estônia: as línguas de ambos os países não pertencem ao ramo indo-europeu comum a quase toda a Europa, mas ao ramo fino-úgrico; e são muito parecidas entre si.

Se a tese ainda parece duvidosa, considere o seguinte: dentro da Finlândia há uma minoria de falantes do sueco. Essa minoria é, em média, mais rica do que a de falantes do finlandês. No entanto, as notas dela no PISA são muito inferiores às deles. A tese do papel da língua na educação finlandesa é exposta neste breve artigo de Taksin Nuoret.

finnish-and-pisa.blogspot.com.br/

Assim como saber latim ajuda muito no entendimento de outras línguas, até do inglês, tudo indica que o idioma fino-úgrico também é uma mão na roda.

Obs: gentileza ler a matéria completa antes de reclamar.

Segunda observação

Na Finlândia, não há estabilidade para professores. Eles podem ser mandados embora caso não tenham uma produtividade aceitável. Também, as escolas finlandesas possuem grande grau de autonomia onde o currículo tem liberdade para ser ajustado. Lá, Paulo Freire não tem vez.

Terceira observação

Atualmente, a Finlândia já caiu para a 5ª colocação no ranking da Pearson, ficando atrás de Coréia do Sul, Japão, Cingapura e Hong-Kong.

thelearningcurve.pearson.com/index/index-comparison

Quarta observação

A educação finlandesa é sempre usada como coringa pra justificar a gerência estatal da educação, mas muito pouco se vê de estudos detalhados sobre os reais motivos da eficiência do sistema educacional finlandês.

Tem muita coisa que é simplesmente ignorada, como a descentralização do sistema finlandês em contraste com sistemas engessados como o brasileiro:

Finland has a government school monopoly, as does the United States. However, in contrast to the USA's obsession with national standardized testing and federal mandates, the Finnish have chosen to allow wide discretion to local authorities in how money is spent for students. National standardized testing regimes at government schools is unheard of in Finland.

Essentially, districts in Finland compete for students (who bring funding with them) and this is facilitated by the fact that many large city schools have extremely small catchment areas. Essentially, the Finnish have discovered that the principle of subsidiarity and de facto competition result in extremely high quality educational outcomes.


Também nada se diz sobre os fatores culturais que fundamentam a organização social do povo finlandês - valores como responsabilidade individual, dedicação, valorização do crescimento intelectual, algo muito presente também nas sociedades asiáticas - o que explica não apenas o sucesso dos sistemas educacionais desses países (Coréia do Sul, Singapura e Japão inclusive ultrapassaram a Finlândia nos últimos testes internacionais) mas também o fato de que asiáticos se saem melhor nos estudos mesmo após várias gerações vivendo nos EUA

www.washingtonpost.com/blogs/wonkblog/wp/2014/05/05/hard-work-really-is-the-reason-asian-kids-get-better-grades-study-finds/

Quinta observação

Encontrei esse relato pessoal de um finlandês que ajuda a compreender o peso do fator cultural na educação:

Mikko Arevuo:

As a native Finn I must throw in my two cents' worth. Although I left Finland a long, long time ago after completing my secondary education, and I never attended university there, the obsession with the Finnish education system is a gift that keeps giving me much amusement.

Now we are obsessing about national IQ and the lack of Nobel laureates. Oh dear! To me the answer is pretty straightforward. Finns have always valued education; it has never been "cool" to be dim or lazy.

Finland is a relatively homogeneous society and the country has few valuable natural resources. When I was a schoolboy it was hammered to us at school, and most importantly at home, that for Finland to succeed internationally we can't rely on our good looks, Father Christmas, or timber exports alone. Knowledge, particularly technological knowledge, was the source of national competitive advantage.

Finland may have a great pedagogically sound education system. However, in my opinion, the success of the Finnish educational attainment is based on the core societal values of aspiration and continuous self-improvement. No amount of money or pedagogy can deliver results if pupils themselves and their families do not consider education as a priority.

I have never come across a Finnish family, regardless of their social or economic standing, that does not value education. Finns may be nation of introverts and a rather melancholy lot, but there is a deeply embedded belief shared by all that the next generation will be more successful than the previous. And this can be only achieved through education and hard work. Now, what was this talk about the lack of Nobel laureates?


www.adamsmith.org/blog/education/explaining-the-success-of-the-finnish-education-system/

Sexta observação

Recomendo também esse ótimo livro, que não fala especificamente sobre educação, mas ajuda a compreender o papel dos valores culturais no progresso das sociedades e ajuda a desmistificar essa crença no poder mágico da gerência estatal.

www.amazon.com/Culture-Matters-Values-Shape-Progress/dp/0465031765

Sétima observação

Os EUA gastam mais com educação por pessoa do que a própria Finlândia!

static2.businessinsider.com/image/4f0b5867eab8ea4c24000033/spending-per-pupil-by-country.jpg

Oitava obervação

A educação no Brasil também é 100% estatal, gratuita e universal (qualquer um pode estudar em escola pública). Por que não é boa?

Nona observação

Somados, Finlândia e Estônia não possuem a população da cidade de São Paulo. Sendo assim, uma educação pública pode ser "universal" de qualidade com maior facilidade do que em um país continental como o Brasil ou os EUA.


CAPITAL IMORAL, nunca deixe de postar suas respostas aqui!
Elas são NECESSÁRIAS.
São necessárias para confirmar minhas convicções que aqueles que são contra a liberdade são ignorantes e não tem nenhum argumento que possa ser verificado a luz da razão.
Se isso é o melhor que os socialistas podem escrever, continuo um Liberal e admirador incondicional de Misses.
Um abraço e aguardo suas próximas respostas.


Ao julgar ato de uma figura central do Poder de uma Nação, devemos observar o poder alcançado e exercido por ela, assim como sua época. Assim, tornemos Lincoln réu, vasculhemos os fatos e deixemos ele falar livremente, não nos limitando por ângulos de um prisma a refletir uma certa luz. Caso contrário, talvez, cheguemos a conclusões esdrúxulas, tais quais a de certos pesquisadores históricos, de que Lincoln era bissexual (e, sim, estes pesquisadores existem!).
Lincoln era inteligente, acima da média? Todos os historiadores, eu disse todos, o consideram formidável. Que ele tinha uma alta capacidade de se adaptar, de análise e confrontação de argumentos sem violência argumentativa (ad hominem, etc), como se pode observar em sua carreira como advogado. Era autodidata! Seu poder de oratória, retorica e conciliação de visões antagônicas foi admirado por muitos contemporâneos seus. Mas apenas isto não mostra o que ele era, ao contrário de muitos políticos na atualidade acharem que sim, como FHC, Lula, Temer, etc e etc.
Aqui, ele se torna um estranho para muitos, mas a quem os sábios passam a temer.

A informalidade, evidenciada em suas roupas desalinhadas, seu andar, seu rosto e sua mimica facial, foi unanimemente descrita naquele tempo pela elite política como sendo "desprezível" e "feia". Mas uma citação comovente, de Frederick Douglass, nos permite antever seu traço político "Em sua companhia, eu nunca fui lembrado de minha origem humilde ou de minha cor impopular" (Douglass, Frederick (2008 reeditado) - The Life and Times of Frederick Douglass, págs. 259–260). Ele encantava multidões em vilas para sua candidatura estadual, não só encantando corações, como se diz atualmente, mas se projetando nas multidões, como se ligasse um interruptor ocioso, qual seja, o motivo de estarem ali, naquela nova Terra, e de existirem, o ideal dos "Pais fundadores", como ele dizia, junto a todo o processo de transferência do velho mundo ao novo mundo. Quando todos se digladiavam sobre a Constituição e suas Leis que deveriam ser seguidas fanaticamente, ele reergueu a Declaração da Independência, de igualdade e liberdade para todos, em contraste com a tolerância constitucional a escravidão. Desta forma, ele se apoiava nos "Pais Fundadores", e não nos radicais abolicionistas que não chegavam a "lugar nenhum".

Lincoln era ostensivamente, em sua carreira inicial, a favor do "Free Soil" (Solo Livre), que era oposto tanto à escravidão quanto ao abolicionismo. Nas palavras dele: "A instituição da escravidão está fundada na injustiça e na má política, mas a promulgação das doutrinas abolicionistas tende mais propriamente a aumentar do que diminuir tais males" (Donald, David - Lincoln, 1996, pág. 134). Depois, em colaboração com o abolicionista Joshua R. Giddings, Lincoln elaborou um projeto de lei para abolir a escravidão no Distrito de Columbia com a indenização para com os proprietários, captura dos escravos fugitivos e um plebiscito sobre a questão. No entanto, ele não conseguiu continuar com a proposta pois não teve apoio de seus partidários Whigs. (Foner, Eric (2010). The Fiery Trial: Abraham Lincoln and American Slavery, p. 57).

Quanto à polêmica das declarações de Lincoln, caso leiam TODOS os discursos e cartas vocês verão alguém profundamente republicano em seu sentido mais benéfico e primitivo. E é um alívio lê-lo, diante de tantas mutações de governos republicanos atuais. Quando o lemos por completo e o incluímos dentro da história, vemos várias declarações firmes contra a escravidão, ao contrário do que faz parecer o autor do artigo, a quem inclui citações apenas de sua época de candidatura e posse, pré-guerra. Exceção a isto é a citação de não apoio ao projeto dos abolicionistas, que ocorreu cerca de 2 anos antes, quando um primeiro projeto, proposto pelos abolicionistas, era muito radical e ele viu que seria desgastante politicamente (suicídio político) e impossível de ser aprovado numa confrontação direta (imagine que por exemplo que a desapropriação de terras seja a coisa mais nobre e correta do mundo e que nós sejamos preconceituosos ao extremo quanto a isso e não aceitemos de jeito nenhum e alguém leva um projeto desses e é aprovado no congresso e o presidente assine. Imaginaram? Pois é, os militares e famílias brasileiras de 64 também. Então, eu, uma vez político, por que diabos apoiaria um projeto radical desses? Perceberam? A gente incrimina e revisa Lincoln de uma forma desonesta. Lembrando que Tiradentes tinha 5 escravos e Lincoln nunca teve.

Outra, William parece ter entortado uma declaração de Lincoln. Onde ele cita: "Em um discurso proferido em Springfield, Illinois, ele explicou: "Minhas declarações sobre este assunto da escravidão negra podem até ser deturpadas, mas não podem ser mal interpretados. Já disse que não vejo a Declaração (de Independência) como sendo uma afirmação de que todos os homens foram criados iguais sob todos os aspectos. "". Na verdade Lincoln arguiu que "os autores da Declaração da Independência nunca tiveram a intenção de dizer que todos eram iguais em cor, tamanho, intelecto, desenvolvimento moral ou capacidade social, mas eles consideraram que todos os homens são iguais em certos direitos inalienáveis, quais sejam a vida, a liberdade e a busca da felicidade. "

Outra citação, grande e por isso não a incluo aqui, sobre o mais famoso debate político da história ocidental, na candidatura para a presidência dos EUA, entre Stephen Douglas e Abraham Lincoln, em que Douglas o acusava de desafiar a Suprema Corte na questão da escravidão (decisão aprovada por esta anos antes, de que negros não são cidadãos e de que nenhum direito lhes é dado a partir da Constituição e da qual a reação de Lincoln foi tremenda e causou rebuliço nacionalmente). Ora, era candidatura política! Se os candidatos políticos no mundo todo falassem a verdade do que fariam, para o bem ou para o mal, nenhum seria eleito. E o próprio STF americano já era a favor da escravidão! Tinha que se alinhar para não morrer politicamente. E se ele seguisse esta sua declaração, ele vetaria a 13ª Emenda da Constituição.

Sobre a citação da Emenda Corwin: " Mas ele, no entanto, se empenhou bastante em tentar aprovar, em 1861, uma versão de uma outra décima terceira emenda, conhecida como a Emenda Corwin (en.wikipedia.org/wiki/Corwin_Amendment), a qual visava a consagrar explicitamente a escravidão na Constituição americana. Essa emenda chegou a ser aprovada pelo Congresso. "
Sim, chegou a ser aprovada. O que o autor do artigo omite desonestamente é que: 1) foi aprovada pouco antes de sua posse turbulenta, em 1861; 2) que ela apenas impedia o Congresso de alterar a questão escravista sem o consentimento do Sul; e por último, mas não menos importante, 3): Por que então ele alguns meses depois, já na guerra, torna os escravos do Sul livres aos olhos do Norte? Porque era guerra e valia tudo ou porque com a guerra ele poderia justificar tudo, até fazer o que ele mais queria sem ser culpado por isto, de tornar escravos livres? São pensamentos que só os melhores enganadores e ilusionistas políticos conseguem responder. O resultado fora escravos livres, sem ajuda de abolicionistas radicais. Se Lincoln odiasse esta idéia de ter escravos livres do Sul no Norte, ele teria revertido a proclamação facilmente logo depois. Afinal, era guerra.

Lincoln talvez, eu disse talvez, intentava não confrontar os que se atinham a Constituição, mas sim conciliar os opostos e manter a União dos Estados. Penso assim pois os fatos levam a isso. Uma tentativa de assassinato a duas semanas antes de sua posse e a secessão dos Estados do Sul logo antes de sua posse (ele foi eleito em 6/11/1860, a Carolina do Sul oficializou a secessão em 2/12/1860, seguida de outros em 1/2/1861, depois Jefferson Davis se tornou o presidente dos estados confederados em 9/2/1861. E Lincoln toma posse em 4/3/1861). Então, o que um recém empossado Presidente falaria diante de um quadro tão perturbador, de fragmentação nacional contundente? Daí o discurso de posse (cortado, devido ao tamanho): "Apreensão parece existir entre a população dos Estados sulistas que, com a ascensão de uma administração Republicana, suas propriedades e sua paz e segurança pessoal estarão em perigo. Nunca existiu qualquer motivo razoável para tal apreensão. Na verdade, a mais ampla evidencia ao contrário tem sido o tempo todo aberto às suas verificações. Isso é encontrado em quase todos os discursos publicados aos quais me dirijo a vocês. Eu, no entanto, cito um desses discursos, de quando eu declaro que "Eu não tenho propósito, direta ou indiretamente, de interferir na instituição da escravidão nos Estados onde ela existe. Acredito não ter direito legal para fazê-lo e eu não tenho inclinação para fazê-lo"". Lincoln precisava acalmar facções, Estados INTEIROS, colegas de partido com pensamentos diferentes. De que ele não RADICALIZARIA.

Olhem uma declaração de Lincoln, onde ele fala oficialmente a favor da escravidão, mas deixa uma dúvida no final, que revoltou os escravocratas: "Meu objetivo primordial nesta luta é salvar a União e não entre resguardar ou destruir a escravidão. Se eu pudesse salvar a União sem libertar qualquer escravo, eu o faria, e se eu pudesse salvá-la libertando a todos, eu o faria; e se eu pudesse salvá-la libertando alguns e deixando outros, eu também o faria. O que eu faço referente à escravidão, e à raça de cor, faço porque acredito que ajuda a salvar a União; e ao que se dá minha resistência é porque acredito que não ajudará. Tenho aqui o meu propósito de acordo com a minha visão da missão o?cial; e não tenho a intenção de modi?car o meu desejo pessoal expresso de que todos os homens em todos os lugares podem ser livres" (Roy P . Basler, ed. (1953). The collected works of Abraham Lincoln, p.388). Ele era dúbio, não se comprometia com nenhum dos lados. Coincidência ou não, foi no seu governo que a condição de escravidão foi alterada pela primeira vez e, finalmente, inteiramente abolida AINDA DENTRO DO SEU GOVERNO.

Embora tudo seja dito a favor ou contra Lincoln, devemos saber que ele era político e dos mais serpentinosos. Exceto em sua carreira inicial, ainda jovem, onde vemos ele batendo de frente com opositores. No entanto, o vemos na maturidade política tentando contornar opositores ferozes (a primeira tentativa de assassinato mostra a ferocidade de muitos opositores) e radicais de seu próprio partido, além dos radicais abolicionistas. Ele aprendeu talvez em alguns livros que leu: "É o tolo que corre sempre para escolher lados. Não se comprometa com nenhum lado ou causa, mas apenas com você mesmo. Mantendo sua independência você se torna mestre dos outros – jogando pessoas umas contra as outras; fazendo-as segui-lo" e "Qualquer triunfo momentâneo que ganhar pelo argumento é uma vitória tênue: o ressentimento e o mal que serão incitados sobre você serão mais fortes e durarão mais tempo que qualquer mudança momentânea de opinião" (pequenas citações encontradas no excelente livro (que não é de autoajuda) "The 48 Laws of Power", onde são relatados muitos trechos da história da humanidade como exemplo. Recomendo).

Me perdoem por escrever tanto, mas é apaixonante a biografia de Lincoln. Não no sentido fanático ou de procura de um herói, mas de simplesmente descobrir uma vida tão cheia de elementos incríveis.



os professores jogam no capitalismo a culpa da miséria da áfrica, mas, "esquecem" que maior parte dos países são socialistas


aproveitando o tema carnaval, o que vc acha de pagadores de impostos custearem as escolas de samba do rio?? porque as escolas de samba não podem se manter só com financiamento privado??

se vc jogar conservadores e liberais no mesmo balaio chamado direita fica complicado, agora liberal curte o carnaval numa boa, pode tanto ir beber e se relacionar com outras pessoas como pode ir pra propriedade dele no interior ou no litoral, também pode trabalhar nessa época vendendo produtos 10x mais caros como água de coco ou marmitas que no rio em época de carnaval são um assalto...



Fico pensando: quando será que o Brasil irá respirar um pouco de capitalismo ? Até agora nada.


O Trump deveria aproveitar o bom momento da economia americana por causa da diminuição de regulações e impostos para resolver essa questão do FED.


Qualquer um sabe que a social-democracia é um modelo tão popular e louvado porque agrada a gregos e troianos.
Possui a economia de mercado e várias benesses sociais. Agrada a capitalistas e socialistas, mesmo não totalmente.

Mas a esquerda precisa começar a entender que quem sustenta esse sistema é a parte capitalista, ou seja, o mercado.
Se o governo começar regular e tributar cada vez mais o mercado, a produtividade irá ser cada vez menor e irão ter cada vez menos benesses sociais.

Para driblar essa queda de produtividade, os países europeus estão se endividando para conseguir continuar o aumento de gastos. Mas isso possui consequências que não poderão ser empurradas com a barriga para sempre, aliás os europeus já estão sentindo essas consequências inevitáveis.



Nunca vi sequer uma de seus argumentos fazerem sentido. Você sempre é humilhado pelos mestres aqui do IMB.
Agora continua a choradeira Capital Imoral que ta pouco ainda. O povo está começando a abrir os olhos. E essa sua "direita" que você fala foi mais esquerda que a sua Esquerda. Estatizou a nação, embarrerou o livre mercado e o pior deu espaço para as asneiras da esquerda dos corruptos.


Infelizmente o artigo comete equívocos a respeito de Skinner. Faltou um pouco de informação a respeito de sua teoria.
Abraço.





A doença dos custos de Baumol explica alguma coisa? Leandro Roque por favor me socorra.Pois esta teoria procura explicar por que os salários do setor público são altos independente de sindicatos e lobbies de grupos de interesse bem como de atividades culturais.Gostaria de saber a crítica austríaca quanto a esta teoria?


São parasitas. Por isso corporativismo e social-democracia são os arranjos favoritos dos políticos.

No socialismo é o estado quem precisa produzir, mas como burocratas são incapazes de produzir, então preferem simplesmente parasitar as pessoas produtivas do mercado.


Faz o seguinte...Experimenta cortar os benefícios sociais nos países nórdicos.

Em meia hora a educação vai pro fundo do poço, e aparece um comunista ou um genocída de plantão.

O povo europeu está quieto, porque tem mamata do governo. Se acabar as mamatas do governo, em meia hora eles viram os piores bichos da face da terra.

Esse estado de bem estar europeu é movido à suborno.


Você está falando da educação na Finlândia ?

As creches públicas custam 300 euros na Finlândia. No primeiro grau e ensino médio, os livros são pagos e uma parte da escola é paga pelos pais dos alunos. Os pais dos alunos finlandeses tem um custo médio de 300 euros por mês. Quem não tem dinheiro, não precisa pagar por educação na Finlândia.

Isso é a Europa sendo Europa. Ali passaram os maiores genocidas da história da humanidade. Foi preciso duas guerras mundiais para eles tomarem o mínimo de vergonha na cara.

Milhões de pessoas morreram para que os cidadãos europeus começassem a respeitar as leis, a democracia e a liberdade. O custo social é meio bizarro, mas acho que foi uma maneira para evitar o aparecimento de mais psicopatas na política.

Essa conversa de estado de bem estar é uma falácia. A verdade é que os europeus se cansaram de tantos genocidas, comunistas, fascistas, agitadores, etc. Acho que esse modelo de livre mercado, império das leis e benefícios sociais, foi uma medida liberal com um bloqueio político, para não aparecer mais genocidas.

Ainda existe uma minoria de políticos psicopatas na Europa, mas o enfrentamento democrático ainda está segurando esses malucos.



Não é preciso ser douto em economia - nem mesmo fazer análises com exuberante acurácia - para perceber os imensuráveis benefícios gerados pelo mercado ao longo da história. Isto é tão óbvio que chego a crer que muitos burocratas realmente sabem disso, mas continuam acreditando apenas no discurso populista como forma de angariar votos de maneira mais rápida e lucrativa.


"Pelo que sei, dividendos são baseados nos lucros das empresas e não nos preços das ações listadas na Bolsa."

Correto.

"Portanto, a receita das empresas deveriam estar muito elevadas e isso não seria ruim para a economia."

Opa, se as receitas estão muito elevadas por causa da expansão monetária e do crédito fácil, então, sim, isso é muito ruim para a economia. Trata-se de uma riqueza artificial, sem bases reais. Tal "riqueza" advém do fato de a quantidade de dinheiro na economia (e, consequentemente, o volume de gastos) estar aumentando continuamente.

Isso é arranjo artificial, nada sustentado. Tão logo o crédito fosse restringido (por meio do aumento de juros) e a quantidade de dinheiro na economia parasse de crescer, tal arranjo entraria em colapso.

"A riqueza ilusória das pessoas estava no fato de elas estarem lucrando com a especulação do preço das ações"

Especulação essa tornada possível exatamente por causa do crescimento acelerado da oferta monetária. Tão logo tal crescimento fosse interrompido, as bases para essa especulação estariam imediatamente abolidas. Como de fato ocorreu.

"o que de maneira alguma interfere no dia-a-dia das empresas, que continuam produzindo normalmente seus produtos."

É claro que interfere. A expansão monetária e o crédito fácil falsificam a realidade econômica das empresas. Elas passam a produzir de acordo com uma demanda irreal e não-sustentada, a qual irá ser abolida tão logo a expansão do crédito seja interrompida (via aumento de juros) e a economia volte a um padrão mais racional de alocação de recursos.

"Aqui pode-se entender que uma simples queda na Bolsa não leva à recessão, apenas a ação do governo é capaz de fazer isso"

Queda na bolsa, não. Mas retração do crédito, sim.



Leandro,

Não entendi a parte que as empresas pagavam dividendos altíssimos para os acionista. Pelo que sei, dividendos são baseados nos lucros das empresas e não nos preços das ações listadas na Bolsa. Portanto, a receita das empresas deveriam estar muito elevadas e isso não seria ruim para a economia.
A riqueza ilusória das pessoas estava no fato de elas estarem lucrando com a especulação do preço das ações, o que de maneira alguma interfere no dia-a-dia das empresas, que continuam produzindo normalmente seus produtos.
Aqui pode-se entender que uma simples queda na Bolsa não leva à recessão, apenas a ação do governo é capaz de fazer isso.


Dizer que a educação europeia é excelente é pra lá de forçado. Na Europa existem alguns centros de excelência. E só.

Qual foi a última grande invenção europeia? Qual foi a última grande contribuição da Europa para o mundo? Infelizmente, nada de bom tem saído daquele continente. Tudo o que é criado de bem vem ou dos EUA ou da Ásia.


Exato. Você sabe só por documentário. A realidade é um tiquinho diferente.

g1.globo.com/mundo/noticia/servico-de-saude-britanico-sofre-crise-humanitaria-diz-cruz-vermelha.ghtml

www.dailymail.co.uk/news/article-2240075/Now-sick-babies-death-pathway-Doctors-haunting-testimony-reveals-children-end-life-plan.html

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1824

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2016

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1851

www.mises.org.br/Article.aspx?id=349

Como mostram os artigos acima, os sistemas realmente estatizados (Reino Unido, Canadá, Suécia e Brasil) estão em crise. Já naqueles mistos, em que todas as pessoas são obrigadas a pagar um seguro (todo o resto da Europa é assim, algo não exatamente pró-pobre), a coisa dura mais.

Surpresa nenhuma.


Na verdade, você precisa parar de levar panfletagem ideológica em formato de documentário a sério:

www.thelocal.se/20170807/swedens-hospital-bed-shortage-exposed-in-these-stats



Se um supermercado não me agrada ou não atende minhas expectativas eu deixo de comprar neste estabelecimento e procuro um que me atenda . Como fazer com a justiça , caso ela não atenda as minhas expectativas ?


Caros,

Percebo, apesar de ser por documentários e noticiário, que a educação e saúde em países europeus, principalmente nos nórdicos, é muito boa e pública. Eles terem alcançado esse patamar foi uma questão de altos impostos, cultura, ou alguma outra explicação que me foge a percepção?

Claro que entendo que a realidade brasileira é bem distinta. O país é muito maior, tem mais corrupção, políticos incompetentes, etc.
Mas nem estou falando de comparação e creio que no Brasil, por nossas peculariedades. isso não funcionaria.


Há regulações estatais no processo de se tornar um piloto de corrida? Pelo que já me responderam na Internet é um processo extremamente custoso.


De acordo com o PIB, se eu comprei um carro fabricado aqui, estamos mais ricos, mas se eu comprei o mesmo carro de outro país, estamos mais pobres. No final das contas eu tenho um carro, mas para o PIB estamos mais ricos ou pobres dependendo de que lado da linha imaginária ele foi fabricado.


"Ou seja, um carro trivial de hoje [nos EUA, cujo setor automotivo está sujeito à concorrência de importados, ao contrário do Brasil, cuja indústria é protegida] possui como itens de série tudo aquilo que o carro mais chique de 1987 oferecia apenas como opcional. Desnecessário dizer que a qualidade desses itens se aprimorou enormemente desde então."

Enquanto isso, as porcarias vendidas aqui aumentam de preço continuamente (nem os pouquíssimos importados foram perdoados)...

Jeep Renegade tem aumento de preços em janeiro
Jeep Compass tem aumento de preços em janeiro
Chery QQ recebe aumento de preços de até R$800
Ford Ka e Ka+ ganham aumento de preços
Fiat Argo tem seu primeiro aumento de preços e parte de R$47 990
Chevrolet Equinox tem aumento de preços de até R$6 mil
Ford Ecosport recebe aumento de preços de até R$1500
Trailblazer ganha aumento de preço de R$2 mil
HB20 e HB20S ganham aumento de preços
3008 tem outro aumento de preço, preço agora é de R$142 mil
Outro aumento do QQ...
A porcaria indo-tupiniquim já aumentou de preços também
Corolla tem novo aumento de preços e parte de R$92 690
Tracker LT recebe aumento de preço de R$2900
Duster ganha aumento de preços e versão de topo chega a R$88 890
Nissan Versa ganha aumento de preços e porcaria com motor 1,0 litro custa agora R$48 490

Tudo para proteger vagabundos da indústria nacional. Os britânicos estão preferindo comprar o Ka dos indianos do que o feito aqui, só para verem como esse país é uma palhaçada. Além de mais barato, o Ka é mais seguro, também (enquanto aqui três estrelas é louvável, para eles carro com quatro estrelas já é considerado porcaria). Isso sem falar na montagem vergonhosa do Ka feita aqui no Brasil, com plásticos vagabundos e frágeis, além de desalinhamentos e outras coisas, num carro com menos de 30 mil Km... realmente estamos num buraco mais fundo ainda, perdendo até para a China em facilidade de se fazer negócios.



"Agora, digamos que inexista o Estado (impossível): os "grandões" imporiam regras do tipo do mesmo jeito. Só que ao invés de impor pela constitucionalidade, pela Lei, imporiam na força, ou de outra forma qualquer."

É mesmo? Diz aí como, por favor.

Se não houvesse o estado, como é que meia dúzia de bostas da Braskem iria impedir 200 milhões de habitantes de transacionar livremente com qualquer pessoa do resto do mundo? Explica aí, por favor. Estou muito curioso.

Artigo inteiro sobre esse devaneio:
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2737


Só um adendo: importante frisar que quem ditou a regra nesse caso foram os EMPRESÁRIOS donos da Braskem. O Estado, corrupto e clientelista, só fez cumprir a regra ditada pelos "grandões".
Agora, digamos que inexista o Estado (impossível): os "grandões" imporiam regras do tipo do mesmo jeito. Só que ao invés de impor pela constitucionalidade, pela Lei, imporiam na força, ou de outra forma qualquer.
O correto seria simplesmente o Estado cumprir o que seria seu papel: manter o equilíbrio do jogo, a Justiça. Um Estado interessado em cumprir seu papel, não em ganhar dinheiro ou adquirir vantagens para seus "patrões" plutocratas...
Digo mais: um Estado assim seria possível ou apenas uma teoria? Resposta: na mesma medida que um "livre mercado" seria possível ou mera teoria...



Nós estamos vivendo numa década de forte pressão comunista. Após a Intentona de 1930 e das guerrilhas de 1960, agora veio mais uma tentativa de revolução.

O muro caiu, a URSS foi dissolvida, a China abriu a economia, e vários países socialistas e comunistas adotaram a democracia.

Como muita gente morreu e a conta foi atribuida aos comunistas, a revolução armada acabou e começou a revolução cultural. Agora não são os comunistas que matam as pessoas. A escola de Frankfurt mandou "terceirizar" as mortes, transferindo todo o radicalismo para organizações criminosas, religiosos radicais, terroristas, pobres e favelados que querem viver do crime, corrupção generalizada, empresários criminosos, estudantes criminosos, jornalistas criminosos, etc.

Os comunistas estão fazendo as mesmas coisas de sempre, só que dessa vez eles não vão pagar a conta. Eles terceirizaram os crimes.



Brilhante e excelente maneira de explicar para aqueles que desconfiam da liberdade e do livre mercado que tal arranjo é a maneira mais justa e pacífica de criar prosperidade para todos e, ao mesmo tempo, aliviar a pobreza extrema.


A direita estragou até o carnaval brasileiro

Haaaa, como eu adoro o carnaval! É uma época em que as pessoas estão alegres por algum motivo que não sabemos bem, mas mesmo assim, estão alegres. Talvez seja apenas uma maneira de conseguir sexo fácil, ou uma maneira de encher a cara para esquecer as mazelas desse país; não importa, o carnaval é uma das melhores épocas do ano.

O carnaval tornou-se a época em que o país fica mais colorido, mais diversificado, mais alegre, mais carinhoso com todos que fazem parte da liturgia sou da paz. Todas pessoas que batem palmas para o sol se encontram na rua; todas pessoas que acreditam em más energias se encontram para praticar o amor e encher o país de boas vibes. - Eu fico impressionado como o Brasil ainda não deu certo, diante de tantas boas vibrações; como isso foi acontecer com meu pais? Eu não quero ficar triste, estamos no carnaval, alegre-se.

Vou relatar como foi o melhor carnaval da minha vida: Lembro-me que o ano era 2011 e nossa mãe Dilma havia sido eleita recentemente. Tudo era tão feliz, todo mundo estava feliz, à direita nem sequer existia; nesse ano eu estava tão empolgado que decidi sair da minha cidade para visitar o Rio de Janeiro. O "bloco soviético" era o melhor bloco de carnaval do país, todo mundo que tinha conciencia social, queria participar. Eu, por exemplo, que sempre morei nos altos edifícios de um bairro nobre da Paulista, sai de São Paulo e fui para o Rio, unicamente, por causa do Bloco soviético.

Os melhores bofes do mundo você encontra no Bloco soviético; não me venha com papinho! se você quer encontrar a nata da pureza social, humanitária, estética, você tem que ir para o bloco soviético. 2011, foi o ano em que beijei mais bofes por metro quadrado - afinal, tinha que compensar o alto gasto com a viagem de primeira classe - era tanto homem bonito, tudo de olho azul e loirinho. - Embora eu não tenha preconceito social com os favelados cabelo de cascão, só quero que eles fiquem longe de mim, por segurança. Mas voltemos ao melhor bloco do Rio de Janeiro, neste bloco você só vai encontrar gente cool, gente colorida, gente que se diferencia da ralé periférica, careta, que vive em culto evangélico. Quem dera o Brasil inteiro fosse um grande bloco soviético, iremos evoluir um país inteiro somente pela estética.


Bloco "Porão do Dops"
Voltemos ao ano de 2011, nesta época, os malas, os chatos, os que não usam desodorante, ficavam em casa enquanto nós, adultos, iamos fazer sexo e construir o Brasil. O que aconteceu posteriormente foi que após a revolução ideológica que ocorreu no Brasil, entre os anos de 2013 e 2016, esses monstros começaram a sair do esgoto e começou um processo de tomada de espaço dentro da cultura. O bloco "Porão do Dops" é o que chamamos de bloco de carnaval de "direita" - esqueceram que não existe nada mais anti-carnaval do que um bloco de direita. O que eles vão fazer neste bloco? Rezar? Falar sobre bitcoins? Ler os gráficos deturpados de Leandrinho rock? a esquerda deve ter total monopólio desta festa pois a ideologia de esquerda e as minorias que são representadas pelo carnaval formam uma simbiose estética que traz uma vibe perfeita para o Brasil. Não tem sentido juntar uma boa vibe com um gordinho careta que fica roubando gráficos do banco central.

Eu estou puto da vida com esse maldito bloco de direita. Será que eles não pensaram nas vitimas do Dops? Será que eles não pensaram na violência que é comer carne vermelha durante uma festa em que se deve ter respeito pelos animais e minorias? Definitivamente, esse bloco acabou com o carnaval Brasileiro. Até eu que sou apaixonado pelo carnaval, fiquei desanimado com essa tomada de poder, indevido, de algo que é tão da esquerda. Vocês não levam jeito para canaval! Se afastem desta festa! Mas de qualquer forma, eu te desejo um feliz carnaval, senhor neoliberal.

Dicas do Capital Imoral para este carnaval
Eu sei que estou escrevendo para uma Insituto que só tem gente fracassada que ganhou algum dinheiro com bitcoin e esta gastando com prostitutas para tentar reverter sua falta de capacidade para lidar com pessoas. Mas mesmo assim, eu gostaria de recomendar alguns blocos de carnaval para esse ano: Se você quer beijar muito, e é pobre, eu recomendo o bloco "Boladão do amor", lá, provavelmente, você irá encontrar o povão do funk e o pessoal do tipo cascão. Mas se você é um pouquinho mais limpo e tímido, eu recomendo o bloco "Casa comigo", provavelmente você deve encontrar alguns forever alone, classe média alta, que ouve Sandy. Outra dica importante é não encher a cara e sair dando a bunda pra todo mundo; cara! você pode pegar aids e morrer. Fica brincando de bumbum guloso pra ver o que acontece com você. Drauzio varella, com aquela cara de morto-vivo, vai te visitar. Feliz Carnaval. ;D

Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.


Frédéric Bastiat em seu livro Harmonias Econômicas já tinha explicado como o livre mercado e a livre concorrência "transformam utilidades onerosas em utilidades gratuitas".

A transmutação dos bens da natureza em "coisas gratuitas" é exatamente o que políticos vivem prometendo, mas que, na prática, o livre mercado entrega.



O autor afirma:

"o Bitcoin é o arranjo monetário que mais se aproxima daquele idealizado pelos economistas da Escola Austríaca"

Isso é mentira. Querer relacionar a escola austríaca a essa FRAUDE que se chama Bitcoin é muita leviandade.

O BITCOIN É UMA FRAUDE. E NÃO VAI DEMORAR MUITO PARA ESTE CASTELO DE CARTAS DESABAR.


Muito bom artigo. Se o autor quisesse enfatizar mais o progresso sob o livre mercado, poderia lembrar que há duzentos anos o processo de produção era o mesmo de mil, dois mil, três mil anos atrás. Praticamente ainda viviamos sob os frutos da Revolução Agrícola ocorrida na Pré-História. O que abriu as portas para a Revolução Industrial foi a implantação das idéias dos economistas liberais, particularmente Adam Smith, no final do séc. XVIII, como já disse Mises.

É uma tristeza as salas de aula do Brasil verem os professores pregando que alguns países são ricos por causa de sindicalismo, socialismo, intervencionismo ou revoluções. Aliás coisas que América Latina e África estão cheios, porém são os continentes mais pobres do mundo.


Todos os trabalhadores deveriam saber que o a força revolucionária do livre mercado. Excelente artigo.


Em primeiro lugar, conheci a Escola Austríaca recentemente, nem mesmo sabia o que significava liberalismo econômico, ou porque os desenhos norte americanos que eu assistia quando criança faziam tanta apologia à suposta "liberdade". Como criança eu pensava, "grande coisa, a gente também é livre aqui no Brasil". Ledo engano , como percebi enquanto crescia e me inseria no mercado de trabalho.

Encontrar o IMB foi como encontrar uma família perdida.

Mas, de volta ao artigo:

Sempre fiquei impressionado com os benefícios que a internet nos traz, as facilidades, os serviços gratuitos... enquanto que no mundo "real" somos tarifados por tudo, parece que a internet se esforça para oferecer serviços gratuitos. Como disse, antes de conhecer a EA, achava que o que ocorria na internet se dava graças a pessoas "excêntricas", que por algum motivo pessoal disponibilizavam conteúdo inovador em troca de nada ou muito pouco.

Hoje entendo perfeitamente que a internet é o maior bastião do liberalismo que já existiu, e que suas benesses não são frutos do acaso, nem nos foram dados como "favores" por pessoas maravilhosas e abnegadas.

Só pra exemplificar alguns pontos de surpresa, que não precisam de nenhuma leitura ou erudição liberal para explicar mesmo ao mais inculto brasileiro como a "desregulação" é benéfica para o povo:

- e-mails, sites de busca e aplicativos só se tornaram gratuitos porque hoje são a nova plataforma de marketing da era digital.

- youtube hoje permite artistas divulgarem seu material, não importa quão específico venha a ser seu público alvo, ou quanto dinheiro para capital inicial eles tenham.

- Kickstarter e outros métodos de croudfunding e croudsourcing.

- Todos os aplicativos gratuitos dos smartphones, principalmente aqueles que permitem o empreendedorismo sem fronteiras (como o OpenBazaar e AirBnB).

Ou seja, a Internet (com maiúscula mesmo) é uma celebração ao indivíduo. Sem planejamento central, sem barreiras nacionalistas, o conteúdo que você quer "vender" pode ser tão específico ou tão abrangente quanto você quiser.


Herança é legado. Se você tributar a herança, que incentivo o indivíduo vai ter para ter uma visão de futuro, acumular capital e deixar legado? A herança é um incentivo para o indivíduo ter uma visão futuro e deixar bons legados. Aliás, a jogada do marxismo cultural é esta: é extinguir a propriedade e o capital a partir da destruição família. Destruindo-se a família, acaba-se a herança, e assim, acaba-se a propriedade privada.


Mas que lindeza moral sem fim! Tributar herança é uma babaquice inominável.

Eu trabalho duro a vida inteira, junto dinheiro, poupo e me esforço para dar uma vida digna para meus filhos apenas para que um vagabundo chegue, tome meu dinheiro e o repasse para Sarney, Renan Calheiros, André Vargas, Lula, Dilma, Collor, Eduardo Cunha, Temer, Moreira Franco, Rodrigo Maia e canalhas afins. Segundo a esquerda, isso é "justiça social". Segundo outros, isso "incentiva a investir em fundações"(!!!).

Durante todo o meu processo de acúmulo de riqueza por meio de trabalho duro e honesto já pago vários impostos. E aí eu morro e vem um burocrata estipular que devo pagar ainda mais além de tudo o que já paguei?

Eu já pago impostos diretamente e indiretamente durante toda a minha vida e realizo um planejamento no qual beneficiarei meus herdeiros. E então vem o governo e dá mais uma mordida. Meus filhos pagarão impostos durante toda a vida até que passem o patrimônio aos seus netos, e mais uma vez, a herança é tributada.

Siga este ciclo por algumas gerações e seus descendentes precisarão de bolsa-família.

Nós acumulamos riqueza com o objetivo de não corrermos atrás delas. Quando poupamos e investimos, temos o objetivo de algum dia (talvez apenas na velhice) vivermos dos lucros desse dinheiro. Essa é a meta. A outra opção seria não economizar nada e confiar no INSS para sustentá-lo na velhice (e isto não seria nada prudente).

Aí, após uma vida inteira juntando patrimônio, você é "recompensado" com mais um imposto sobre sua fortuna, pois você foi muito egoísta ao tentar se precaver na velhice.

Negar o direito de herdar o seu patrimônio é o mesmo que proibir a caridade. As pessoas são livres para presentear e doar o que quiserem de seus bens (o governo já faz o contrário, toma tudo por meio de achaque).

Alguém defender isto, sendo pobre ou rico, é uma estupidez incalculável. Por coerência, tal pessoa tem de estar desde já fazendo um testamento legando tudo para Michel Temer e Lula.


Por mim pode continuar a taxar pouco para crescerem, mas quando morrerem aí sim taxar como os países ricos fazem.
economia.estadao.com.br/noticias/geral,brasil-e-um-dos-que-menos-tributam-heranca-no-mundo-imp-,1170532

Desta forma os ricos serão obrigados a investir em Fundações e tantas outras coisas.
Chega de coroneis mandando no Brasil ad eternus.


Resumo de toda a argumentação do tal Um Filósofo:
- Esse texto é ruim e deveria ser censurado. Por quê? Porque sim, ora! Ele está bem escrito e pode convencer pessoas de tudo aquilo que considero errado, mas como não posso derrubar os argumentos, visto que o que está exposto é a verdade, possui argumentos lógicos e racionais, a saída seria a censura...
Que sujeito patético, mas típico dos metidos a filósofo: preocupação com a forma maior do que com o conteúdo. Não derrubou um ÚNICO ponto do texto, nenhum, nada, fora aquilo que é só pode ser produto de uma mente esquizofrenia, dizer que nosso sistema educacional é conservador? Que existe liberdade e igualdade de pensamento dentro de nossas universidades, que a mídia é "neoliberal" e por ai vai...a impressão é que ao escrever a, a sua, é, vejamos...ta, vá lá, ao escrever a sua argumentação, na falta de conteúdo, tenta priorizar a forma, o resultado é algo brega, como um panfleto universitário que passou pela mão do coleguinha da classe metido a redator...o produto como contraponto é tão fraco, que só mesmo apelando a censura...


g1.globo.com/economia/noticia/entenda-a-reforma-de-trump-que-levou-empresas-a-subir-salarios-e-criar-vagas-nos-eua.ghtml

Notícia ótima para ser jogada na cara de ofensores do livre mercado!



Brilhante seu comentário Fernando. Você resumiu com propriedade a situação atual do Brasil. Como você disse os prognósticos são os piores. Agora que vejo pessoas mudando e abrindo a mente, mas o futuro ainda é incerto.


Algumas coisas ainda não ficaram esclarecidas pra mim.

1 - Ao trocar a moeda nacional (parte da Base Monetária) por dólares, o que a Agencia de Conversão faz com a moeda recebida? No caso o Real...ela simplesmente o apaga?

2 - Supondo que o Real seja atrelado ao dólar. E supondo que o FED faça uma lambança e acaba por inflar fortemente sua Base Monetária, obviamente o dólar perderá seu valor e com isso o Real se valorizará, mas para manter o valor estipulado, o BACEN terá de aumentar também sua BM para atrelar ao valor que foi decidido (semelhante ao mecanismo Franco suiço ao Euro a pouco tempo). Isso seria um regime cambial atrelado.
Já no Currency Board não existe política monetária, mas supondo que novamente o FED faça tal lambança e acaba desvalorizando o dólar. Mesmo após isso o Real deve manter seu valor inicialmente estipulado? Se sim, isso não seria desvantajoso para o Brasil? Pois supondo que o cambio esteja valendo 2 dólares a cada Real, e como o FED fez tal lambança, 2 dólares acaba por na valer nada la, mas aqui ele acaba valendo a mesma coisa...ja que não mudou o seu valor, por ser um cambio fixo.


As palavras que dão origem aos termos "moral" e "ética" são "Morus, em latim, costume" e "ethos, do grego, costume". Ou seja, etimologicamente, as duas palavras têm o mesmo significado, o que faz com que muitos filósofos, como Sam Harris, não façam distinção entre elas. Quando fazem a distinção, ética significa parte da filosofia que estuda as normas de comportamento humano e moral é o modo como cada povo ou grupo de pessoas analiza as questões de costumes sociais.


Tentar explicar o artigo aos seguidores do INRI-Lula não é nada fácil. Podem-se apresentar textos, números econômicos, exemplos práticos em que a própria pessoa vive ou aqueles vividos por outras pessoas (Cubanos, Norte Coreanos, Venezuelanos, Bolivianos, Chineses e Soviéticos/Russos) e nada. A fé no socialista bonzinho, aquele conhecido por "pai dos pobres", que deu carro, casa, passagens de avião, faculdade e boletos de financiamento para 30 anos, segue inabalável. Para quem não pode desistir (mudar de país), é desanimador.


Robson. Ano passado o dolar desvalorizou 6% ante o yuan e os titulos americanos pagaram 6%. Ou seja ferro de 5,2%, com essa redução dos impostos do Trump o deficit vai aumentar ainda mais e com o aumento de 0,8 para 2% dos títulos o custo da dívida vai ser 500 bilhões esse ano. Os principais donos de títulos americanos são os chineses e europeu. É o fim da liderança de um império que se manteve desde a segunda guerra.


A maior sacanagem do governo foi baixar as taxas de juros via medida provisória. Aí o empreendedor viu uma oportunidade onde o custo do dinheiro baixou, o quanto ele iria pagar de juros era menor que a inflação, ou seja, estava ganhando dinheiro. Isso fez com que milhares de projetos engavetados voltassem para a mesa. Os próprios bancos já sabiam que o calote viria em breve. Não deu outra, a empresa demorou 1 ano para ficar pronta, mais um ano para comecar as vendas e quando chegou no mercado não havia mais clientes.



Se alguém doar uma loja de material de construção para um socialista, a loja vira fumaça de maconha.

Se doar para um liberal, vira um condomínio de casas.

Se doar para um conservador, vira uma loja lucrativa.

Se doar para um keynesiano, a loja vira um dívida.

Se doar para um comunista, a loja vira materiais espalhados que não servem para nada.

Se doar para um social-democrata, a loja vira uma casa sem telhado.

Se doar para um facista, a loja vira um monopólio.

Se doar para um progressista, a loja vira uma crise financeira.

Se doar para um anarco-capitalista, a loja vira um condomínio fechado.


Gostaria de obter referencias bibliograficas sobre o tema: "Revolução Indutrsial". Livros que falam sobre o contexto, pobreza, acensão industrial, o desenvolvimento do IDH, fatores positivos da revolução indutrial, produtividade e melhoria de vida, etc.



Eu vejo o anarco-capitalismo como uma excelente ferramenta para empurrar toda a opinião pública para a direita.

Isso é uma boa estratégia. Muita gente chama o centrão de extrema-esquerda.

Os ancaps fizeram isso muito bem. Até quem defende o estado mínimo foi chamado de socialista.

Concordo que Assistencialismo e desenvolvimento social são formas de socialismo. Não é um socialismo completo, mas são formas de socialismo.

Também existe um erro conceitual na teoria libertária. Não significa uma defesa irrestrita da liberdade. Significa que as pessoas não acreditam no governo. Muitos libertários são contra as drogas e aborto, mas não acreditam no controle do governo. É muito diferente da teoria da esquerda,mque defende a liberdade de usar drogas e matas bebês.

Eu ainda acredito que o país será pior sem existir justiça. Por mais que exista uma farra nos gastos da justiça, a situação poderia ser muito pior sem essa justiça capenga estatal. A própria justiça pode permitir no mínimo 8 recursos. É como se as duas primeiras instâncias não tivesse legitimidade. Porém, é melhor 8 recursos e 4 instâncias do que nada.


Troque São Paulo por Tóquio e o texto ficaria perfeito.

Em São Paulo, os anti libertários, logo se apressariam em mostrar as mazelas da cidade, alegando que o estado abandonou uma grande parte dela.


Ouvi dizer que maior poupança gera queda nos juros no mercado interbancário. Poderiam me dizer se tal citação é verdadeira? E o motivo?


Penso que num cenário desses o produtor de cenoura passaria a produzir outro bem que lhe desse lucro parecidos com os da cenoura anteriormente. É o que acontece nos dias de hoje com os produtores de cana de açúcar. As vezes é melhor produzir álcool e as vezes é melhor produzir açúcar. Mas talvez Leandro tenha uma explicações mais econômica do fato kkkkk


Correto. Haveria sindicatos em uma sociedade totalmente livre. Na medida em que um sindicato pode ser entendido como uma associação voluntária tanto de empregados quanto de patrões, e sem poderes coercitivos, não há nada de errado com o sindicalismo.

O problema começa exatamente quando o sindicalismo não apenas adquire poderes coercitivos, como também passa a ser uma associação protegida pelo governo e com benefícios monopolistas.

O sindicalismo voluntário é consistente com a liberdade quando ele serve para representar pacificamente as demandas de um determinado grupo de trabalhadores de uma determinada empresa. Este sindicato — representando trabalhadores específicos de uma empresa e lidando com questões estritamente localizadas — negociaria perante o empregador o cumprimento dos direitos acordados em contrato (jornada de trabalho, alimentação, calendário, turnos de descanso etc.).

O sindicalismo se torna coercitivo quando as características acima desaparecem e os sindicatos se transformam em megacorporações de amplitude nacional, bancadas compulsoriamente por todos os trabalhadores, protegidas pelo governo, com o poder de proibir membros não-sindicalizados de trabalhar em determinadas áreas, e podendo recorrer à violência para alcançar suas demandas.

Pegue, por exemplo, a questão das greves. O problema não é o direito de greve, mas o direito de — pela intimidação ou pela violência — forçar outras pessoas a fazer greve, e o direito adicional de impedir qualquer pessoa de trabalhar em um estabelecimento ou setor que esteja em greve.

Para que uma paralisação seja bem-sucedida, ela tem de ter alta adesão. E para haver alta adesão, os sindicatos têm de fazer com que seja impossível a empresa ou o setor continuar operando. Para isso, os sindicatos não apenas têm de coagir e intimidar todos aqueles colegas que querem continuar trabalhando normalmente (chamados de "fura-greves"), como também devem proibir — por meio da intimidação — que os patrões continuem utilizando sua propriedade e/ou que contratem trabalhadores temporários substitutos.

Em ambos os casos, o "sucesso" só é alcançado por meio da coerção e da violência.

Para garantir o sucesso de sua empreitada, sindicalistas e grevistas sempre recorrem à violência — ou à ameaça de violência — contra os "fura-greves" e contra os trabalhadores não-sindicalizados que porventura venham a ser contratados temporariamente, ambos formados por pessoas que querem e estão dispostas a trabalhar (o tão reverenciado piquete nada mais é do que uma tentativa criminosa de intimidar outros trabalhadores ou mesmo clientes que queiram atravessar a multidão).

Agindo assim, sindicalistas grevistas proíbem os empreendedores e capitalistas de empregar mão-de-obra em seus meios de produção.


Isso explica por que você jamais deve levar um auto-declarado socialista a sério. O problema nem sequer é a mentira, mas sim a psicopatia. O sujeito não sabe que está mentindo. Ele simplesmente jura que sua mentira é a mais pura verdade.

O sujeito simplesmente confundiu os fatos.

Henry Ford de fato duplicou o salário básico de seus empregados. Mas fez isso em 1914. A lenda é que ele fez isso para possibilitar a seus funcionários comprarem Fords. Falso. A verdade é que ele aumentou o salário de seus empregados para diminuir a rotatividade deles. Em 1913, a rotatividade de empregados na economia americana era de incríveis 370%. Ford, ao aumentar os salários e diminuir a rotatividade, reduziu seus custos trabalhistas, pois não mais tinha de treinar novos empregados.

Quanto à Grande Depressão, aqui um paper inteiro sobre os salários durante aquele período. Uns foram mantidos e outros foram elevados (exatamente como defendeu Requião). Daí a pesada recessão. Como você vai aumentar salários de todos se a oferta monetária caiu 33%? Como pagar mais caro pela mão-de-obra se a quantidade de dinheiro na economia caiu?


Mas o sindicato pode existir, correto ? Não há justificativa plausível para impedir que pessoas se associem, desde que voluntariamente, e deem parte de seu salário para uma instituição privada que lhes dará convênios, auxílio jurídico e os representem frente aos empregadores (requisições salariais). Mesmo que isso influencie na lei da oferta e procura (o empregador só terá acesso à oferta se concordar com certo piso salarial), não há justificativa para um Estado liberal os proibir, pois isso seria uma afronta à liberdade humana. Não estou falando de sindicatos financiados por porções obrigatórias do salário do trabalhador, como a CUT. Mas um indivíduo só teria direito de dissolvê-los se aconselhasse seus líderes e filiados e estes aceitassem seu ponto de vista.


Detroit é apenas UMA da cidades americanas destruídas pelos "liberals".


g1.globo.com/jornal-da-globo/videos/t/edicoes/v/argentina-e-o-caso-unico-de-um-pais-muito-rico-que-se-tornou-pobre/3532577/

Eu estava falando com meu amigo sobre a Argentina e o Brasil na semana que passou. Junto com Venezuela e Uruguai, foram os países mais escolhidos pelos europeus que vieram imigrar para a América do Sul.

E por conta disso foram países extremamente ricos no passado, mas por causa do populismo e estatismo simplesmente estagnaram no tempo.


Gostaria muito de ter participado :(

Obrigado por compartilhar ´ótimas dicas


Leandro não sei se vc assitiu a um debate ocorrido numa rádio gaúcha entre o senador Roberto Requião (socialista intervencionista doente) e um vereador Kim Kataguiri. Bem o debate em si não é de grande valia o que me chamou a atenção foi uma versão dada sobre a história americana pós crise de 29 em que segundo Requião fora o Henry Ford quem procurou o presidente americano com a "solução" para a crise alegando que ele aumentaria os salários dos funcionário de suas fabricas. Achei uma história muito descabida e totalmente contrario ao que esse artigo menciona que o presidente americano que obrigou as empresas a não demitir nem baixar salários.
Gostaria que você comentasse o que este velho senador esquerdoso falou. Se existe alguma fonte sobre a história verdadeira.

Falei o nome do Leandro porque é um dos mais ativos e sabio nos comentário, mas quem quiser comentar eu agradeço.