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Últimos comentários



Os hospitais e clínicas do Brasil pagam mais de 17,5% de imposto na importação de equipamentos de saúde. Esse imposto varia entre os estados.

Isso mostra que o estado não quer salvar vidas. Isso sim é facismo. É o estado acima da vida das pessoas.

Em São Paulo o João Dória trocou o imposto sobre equipamentos médicos por consultas, e conseguiu zerar a fila de exames. Porém, não dá para achar que isso é bom, porque usa uma lei facista, onde o estado é mais importante que a vida das pessoas.

Os facistas do governo acham o estado mais importante do que a vida das pessoas.



"É extremamente raro — se não inédito — ver um político reconhecer que seu governo errou"

Pelo que sei, FHC gostaria de não ter feito as privatizações. Serve?

* * *


Leandro, poderia detalhar melhor como os juros da janela de redesconto são formados?

Pelo o que eu entendi os nossos juros são definidos pelo COPOM em meta, e essa meta tende a se aproximar no mercado interbancário pela quantidade de dígitos eletrônicos que se injeta ou que se contrai pela compra e venda de títulos pelo BACEN.

A taxa de redesconto seria o juro só que cobrado pelo BACEN após este fazer um empréstimo - que é apenas dessa forma em grande parte dos Bacos Centrais na Europa como você cita. Mas como tais juros são estipulados? E por quê são piores para os bancos?


As justificativas dadas para fazer a graduação em matemática são: carreira na área de finanças ou para se fazer o mestrado caso queira seguir a carreira acadêmica.
Quero seguir a carreira acadêmica, então a primeira justificativa é descartada, mas com relação a fazer o mestrado, sendo ele por exemplo na Espanha com o Huerta de Soto, não seria necessário uma quantidade absurda de cálculos nesse caso.
Sendo assim, a graduação em matemática não seria descartável?


A demanda da China diminuiu também então? Além do fortalecimento do dólar?

De qualquer maneira teriamos um crise como vc disse, mas então não seria esse desastre caso não fosse a Nova Matriz? Poderia estipular quais seriam as consequências se fosse apenas o aumento do dólar então?

Sobre minha pergunta que não ficou clara. Eu quis dizer que nós exportamos pouco em relação ao PIB (como diz o artigo sobre o governo Lula). Sugerindo que de fato tivesse uma queda nas commodities, nós seríamos pouco afetados então? Já que nossa exportação em relação a nossa economia não é grande.


"O fortalecimento cambial do dólar teve um impacto (por mais que seja pequeno) sobre a nossa crise, ou foi apenas as lambanças do governo?"

Bastante forte, como explicitado nos artigos abaixo. Apenas não se deve confundir "fortalecimento do dólar" com "demanda da China". São coisas completamente distintas.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2055

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2120

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2175

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2190

"Esse artigo sobre o governo Lula, diz que estamos fora da média mundial em exportações em relação ao PIB. Mesmo se tivesse as commodities tivessem em queda, teria um impacto grande já que exportamos "apenas" 12% de nosso PIB?"

Não ficou muito clara a pergunta.

"Sobre o corte de gastos, o governo na época pelo menos anunciou"

Anunciar é diferente de implantar. A economia responde a ações efetivas e não a meros anúncios. E a realidade é que o déficit explodiu, como mostra o gráfico (cuja fonte é o Banco Central).

"Agora se realizou é outra história."

Exato.

"Pois o cenário internacional e o tal "corte" de gastos é a desculpa da esquerda".

Basta um gráfico para mostrar que ele não ocorreu e que a esquerda está mentindo. Mostre o gráfico para o interlocutor esquerdista e imediatamente o debate acaba.

"Ciro Gomes por exemplo atribui a inflação, também, a questão cambial."

Sim, o câmbio intensifica a carestia no curto prazo. No longo prazo, o que determina é a oferta monetária. Se ela não cresce, não há como o câmbio permanecer desvalorizado para sempre.

"Ciro atribui a valorização no cenário internacional do dólar como o único motivo da moeda americana ter atingido a margem de 4 reais em 2015."

Não foi o "único motivo". É claro que o fato de o dólar ter se tornado mundialmente forte ajudou a empurrar o câmbio para cima, mas o real iria se desvalorizar de qualquer jeito, graças às políticas desastrosas da Nova Matriz Econômica. O dólar ter se tornado mundialmente forte foi uma coincidente fatalidade que transformou uma situação que já era ruim em péssima.

"Por isso perguntei acima se fortalecimento cambial do dólar teve um impacto (por mais que seja pequeno) sobre a nossa crise."

Teve, e muito. Mas, de novo, não confunda "fortalecimento do dólar" com "demanda da China". São coisas completamente distintas.


O fortalecimento cambial do dólar teve um impacto (por mais que seja pequeno) sobre a nossa crise, ou foi apenas as lambanças do governo? Esse artigo sobre o governo Lula, diz que estamos fora da média mundial em exportações em relação ao PIB. Mesmo se tivesse as commodities tivessem em queda, teria um impacto grande já que exportamos "apenas" 12% de nosso PIB?

Sobre o corte de gastos, o governo na época pelo menos anunciou:

g1.globo.com/economia/noticia/2015/09/governo-anuncia-bloqueio-de-gastos-no-orcamento-de-2016.html

Agora se realizou é outra história. Não consegui encontrar a não ser este link do Carta Capital (ta certo que não é uma bela fonte, mas ainda sim me gerou dúvidas):

www.cartacapital.com.br/blogs/parlatorio/um-ajuste-no-ajuste-fiscal-de-joaquim-levy-1166.html

Agora sobre vcs citarem, é apenas um sugestão. Pois o cenário internacional e o tal "corte" de gastos é a desculpa da esquerda. Ciro Gomes por exemplo atribui a inflação, também, a questão cambial. Pelo o que o artigo diz, desvalorização cambial era uma das metas da Nova Matriz. Mas Ciro atribui a valorização no cenário internacional do dólar como o único motivo da moeda americana ter atingido a margem de 4 reais em 2015. Por isso perguntei acima se fortalecimento cambial do dólar teve um impacto (por mais que seja pequeno) sobre a nossa crise.


"O CB seria uma alternativa viável para proteger o povo de psicopatas brincado de fábrica de dinheiro. Porém, eu ainda prefiro o câmbio flutuante sem intervenção estatal, desde que o teto da inflação seja 2% ao ano."

Sobre o Currency Board se tiver dúvidas sobre você pode ler esse artigo, assim como ver esse vídeo. Câmbio flutuante você pode checar esse artigo, também esse. Essa questão de metas de inflação é uma bobagem total, pois mesmo 2% já são o suficiente para gerar custos adicionais para os empreendedores e consumidores e, ninguém garante que eles vão cumprir meta. Tem um artigo sobre aqui.



Segundo a esquerda, o fato de dezenas de marxistas auto-declarados gastarem metade da vida para estudarem formas para promover o marxismo que não seja na economia (embora o fim fosse o Manifesto Comunista) é apenas uma coincidência. Isso não prova que o marxismo cultural exista.

Teoria Crítica, Politicamente Correto, Revolução Passiva, Hegemonia, tudo isso acabou e não compõe o "Marxismo Cultural".

Bom, para quem nega os genocídios ocorrido nos países comunistas e as declarações eugenistas de Marx em publicações antigas, é até normal negarem isso já que nenhum ideólogo de esquerda criou esse termo.


Não sei porque esquerdistas apoiam tanto regulamentações.

Eles não acreditam que o capitalismo irá colapsar e que o intervencionismo está mantendo o capitalismo funcionando?

Isso é só mais uma das provas que eles não acreditam realmente no que pregam.


"Qual o efeito da queda das commodities da China"

Não houve nenhuma "queda das commodities da China". Isso é uma invenção completamente sem sentido.

O que houve foi um fortalecimento do dólar, o que gerou uma redução nos preços das commodities em dólar. Commodities são cotadas em dólar, e, sendo assim, seus preços estão diretamente relacionados ao dólar. Se o dólar se fortalece, as commodities (que são cotadas em dólar) barateiam. Se o dólar enfraquece, as commodities (que são cotadas em dólar) encarecem.

Artigo inteiro sobre isso:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2190

A China, em si, não afetou nada, como também explicado no link acima.

"e da austeridade fiscal de Levy"

Qual austeridade?! Eis a evolução do déficit fiscal do governo (gráfico 2). Gentileza apontar onde houve austeridade em 2015 (o déficit pulou de R$ 300 para R$ 574 bilhões). Se isso é austeridade, então não quero nem imaginar o que seria uma prodigalidade.

"Se não teve algum, ainda sim poderiam ter citado..."

Se não teve nenhum, por que deveria ser citado? Não entendi.


Qual o efeito da queda das commodities da China, e da austeridade fiscal de Levy, sobre a queda da economia brasileira? Se não teve algum, ainda sim poderiam ter citado...


Se todo mundo cumprir as leis, os contratos, as promessas, as dívidas, etc; o mundo já seria bem melhor.

Nenhum sistema social sobrevive aos assaltos, a mentiras, fraudes, falsas promessas, a malandragem, expropriações, etc.

Antes de qualquer coisa, precisamos falar de honestidade e respeito.

Se não há respeito e honestidade, ao invés de livre mercado nós teremos uma guerra financeira.

Esse é um dos principais motivos de pessoas estarem virando esquerdopatas com problemas mentais.




Sim, vamos falar dos EUA. Seu caro e ineficiente sistema de saúde ainda é um paraíso perto da porcaria que o sistema estatal canadense oferece.

Por sorte, em sua maioria, as cidades grandes do Canadá estão próximas à fronteira com os EUA, o que faz com que fique fácil atravessá-la para buscar tratamento médico.

Leia aqui, vá se informar antes de passar vergonha. Se tiver problema com o inglês, use um tradutor:

www.usnews.com/news/best-countries/articles/2016-08-03/canadians-increasingly-come-to-us-for-health-care

nationalpost.com/news/canada/the-canadian-advantage-border-crossers-give-buffalo-a-1-25b-boost

Veja o número de empresas que oferecem ressonância magnética para canadenses, pacientes que preferem pagar mais de US$ 400 por um exame desse tipo do que ficar esperando centenas de dias pelo serviço gratuito em seu país:

www.google.com/search?q=buffalo+mri+canadians


Resumo de esquerdistas, estatistas e muita gente que trabalha no governo de qualquer país: vagabundos arrogantes, metidos, bisbilhoteiros, que não gostam de trabalhar, não sabem cuidar da própria vida e querem cuidar da vida alheia; em sua gigantesca maioria, jamais tocaram um negócio de sucesso, mas se acham no direito de dizer como os negócios (e a vida) dos outros devem ser administrados, apenas pelo fato de que passaram num concurso público depois de ficar anos esquentando o traseiro numa cadeira estudando assuntos sem qualquer relevância prática para a vida. Depois que seus sistemas idiotas e criados na base do super científico achismo não dão certo, a culpa é do clima, da estação do ano, da população, dos passarinhos, qualquer outra coisa, menos das ideias tortas provenientes de suas cabeças lesadas.

Sinceramente, não sei como tem gente que ainda aguenta conviver com essas pessoas.


g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2018/01/ans-tem-regras-mais-rigidas-para-planos-de-saude-de-microempresas.html

Lembrando que, como este site sempre enfatiza, uma agência reguladora existe exatamente para proteger as empresas (abolindo a concorrência e cartelizando o mercado) e prejudicar os consumidores.



É proibido em 6 das 10 províncias. Nas outras 4 em que é liberado, vale só para odontologia, optometria e medicamentos sujeitos a receita médica.

en.wikipedia.org/wiki/Healthcare_in_Canada#Private_sector

"In Canada, patients have long been legally prohibited from spending their own money to purchase medical care privately if that care was also provided under the Canadian government's health care program. Many Canadians who did not want endure the wait for treatment under the government program, or suffer the pain or inconvenience of these restrictions, would often have to travel to the United States to get the care that they wanted or needed."

www.heritage.org/health-care-reform/report/victory-freedom-the-canadian-supreme-courts-ruling-private-health-care


Vocês sabem algo sobre pragmatarianismo? Eu vi o termo sendo usado num debate no youtube e cheguei só a um site que foi deixado de lado sem explicar o que realmente era. Se alguém souber explicar as diferenças dele para o libertarianismo ia ser legal.



olá Bruno!

Acompanho seus podcasts a um tempo.
São ótimos anseios pela liberdade!

Só tenho um adendo em relação às aberturas, acho que o áudio é muito alto em relação ao áudio falado e quando entra a música pra quem escuta no fone de ouvido gera um certo incômodo.

Do mais, continue com as excelentes entrevistas


Há escassos hospitais privados (os últimos dados sobre eles são de 1979), e mesmo eles atendem pelo NHS: ou seja, o paciente usa as instalações mas não paga nada; quem paga é o NHS (dinheiro de impostos).

Os hospitais genuinamente privados -- que recebem pagamento via planos de saúde privados -- são do tipo especializado, que fazem apenas tratamentos específicos, como osteopatia e quiropraxia.

en.wikipedia.org/wiki/Healthcare_in_England

É mais perfeita demonstração empírica desta teoria:
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2020



Sobre isso, vale lembrar que, no Canadá, hospitais privados são simplesmente proibidos.


"Tão previsível quanto o surgimento contínuo de novas histórias desse tipo é a igualmente firme recusa dos comentaristas britânicos em considerar que estrutura estatal e monopolista do sistema seja a culpada. Vários, inclusive a própria primeira-ministra, afirmaram que a causa de tudo é o surto de doenças que ocorrem nesta época do ano, como a gripe, e que não há nada de errado no sistema."

Sempre vão achar um bode expiatório... certamente na China maoísta o Mao teria culpado os pardais pelos milhões que morreram de fome sob seu regime comunista.

Lembrei agora da cidade onde moro. Entrou outro político e ele fez uma bela lambança, fechando um pronto-socorro e deslocando o seu equivalente para o nada. Compará-lo a um jumento é uma ofensa ao pobre animal que, certamente seria muito melhor se estivesse no lugar do prefeito no cargo. E daqui 4 anos os trouxas vão ou reelegê-lo ou vai entrar outro igual. Sem contar a infestação de lombadas, a gastança com carnaval e artistas... uma putaria total.


Pois é... é aquela coisa, os serviços com corporativismo são caros e medíocres, mas ainda são melhores que os estatais. Eu como usuário do Unimed sei como funciona.


desculpa a ignorância, mas quando o artigo fala do sistema monopolista estatal, está querendo dizer que não existe sistema de saúde privado no Reino Unido? É isso mesmo? Ou, se existe um sistema de saúde privado, ele tem seu poder de atuação limitado a coisas triviais? De qualquer maneira, isso é o caos


Tenho uma dúvida. O esquema de voucher poderia funcionar caso não houvesse escolas públicas e o governo apenas concedesse vouchers para aqueles de menor renda? Com isso, entendo que o controle do governo nas empresas privadas seria menor, uma vez que a receita delas não viria em grande parte dessa contribuição.
Nesse caso, estariam sendo alocados os recursos para aqueles com mais dificuldades.

Vejo que seria melhor o governo ficar fora da educação, mas esse ponto poderia levar à conclusão de que afetaria os pobres, que não podem pagar pelos estudos, então os vouchers serviriam para contrapor esse argumento.

Mas claro, nesse cenário, não haveriam escolas públicas, nem funcionários públicos controlando a educação. Acredito que assim os professores poderiam ganhar mais (os mais qualificados, pelo menos) e realizar esse sonho da "categoria".

Seria um começo para uma mudança no país?


O artigo salienta que no sistema estatal com gratuidade não existe o cálculo econômico, que racionalize os custos, e elimine as ineficiências. Ao final temos um sistema de saúde com demanda infinita e oferta grandemente limitada pela ineficiência estatal, já de muitos conhecida. Não reconhecer isso é uma grave limitação da sua parte, posto que é o óbvio.



Caro Homem dos olhos de cifrão, Vamos abrir um negócio? Você parece alguém indicado para isso, dado seu nick.

Pensei em abrir uma central de triagem. Funcionaria assim: Seria um local simples, pode ser uma casa de tamanho padrão. As pessoas iriam aparecer lá com seus problemas médicos, ainda desconhecidos, e nosso trabalho seria indicar a causa mais provável do problema e, se for algo simples, resolver na hora (como uma vacina, curativo ou remédio), e, se for algo complexo, a direcionamos para algum hospital qualificado e apto a atendê-las corretamente. Naturalmente, o serviço seria cobrado de acordo com a complexidade, ainda que o paciente não tenha nada no final das contas.

Acredito que teríamos que adotar o modelo de franquia, ou seja, podemos até abrir nós mesmos uma ou outra unidade para testar e validar o modelo de negócio, mas também iremos permitir que outros empreendedores se encarregassem de encontrar as melhores localidades para abrir uma unidade, usando nossa marca, e em troca nos pagaria uma quantia a negociar sobre seus lucros.

Podemos até mesmo lucrar ao encaminhar pessoas aos hospitais, barganhando desses alguma parcela do dinheiro que eles recebem do seguro saúde e ameaçando enviar os pacientes a outro hospital caso se negassem. Mas acredito que haveria um lucro orgânico só na triagem mesmo, talvez nem seria necessário chegar a esse ponto.

Parece-me um excelente negócio: ao mesmo tempo aliviamos as infindáveis filas nos hospitais, melhoramos a vida das pessoas por poupá-las de esperas infindáveis e ainda lucramos no processo.

Você topa? Digo, se o governo nos autorizar, você acha que teríamos sucesso nessa empreitada?

No aguardo.


Surreal. Chegamos ao ponto em que um cidadão tece elogios à Unimed, e, dado o contexto, ele realmente procede!



Ótima contribuição, FL.

No final, tudo volta ao ponto da "demanda infinita". E esta é exatamente a questão: a oferta de serviços de saúde é naturalmente escassa e restrita, mas a demanda por eles torna-se infinita (por vários motivos, inclusive leis trabalhistas).

Sendo "gratuita", as pessoas vão aos hospitais para coisas triviais como medir pressão, dor de cabeça, tosse, espirro, gripe corriqueira, febre, impotência, dor de garganta etc.

O Leandro escreveu um artigo inteiro sobre isso:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=923



Parece-me que vai piorar por aqui.
A contratação de planos de saúde particulares é impossível e agora a ANS acaba de publicar que irá dificultar a vida de funcionários de empresas de pequeno porte. Que não estiver empregado em grandes empresas não terá alternativa , a não ser o SUS.


Haha, boa ironia.

Aliás, a fila onde ocorria a venda de lugares era em um estabelecimento 100% estatal, e isso ocorreu sob os olhares complacentes de todos os funcionários públicos. A propriedade onde tudo isso ocorreu é estatal, e as pessoas estavam demandando um produto ofertado pelo estado (e três pessoas já morreram em decorrência dessa vacina estatal). Havia zero mercado no arranjo.

A ignorância do brasileirinho médio realmente é apavorante. Burocratas e políticos o fodem em todas as posições possíveis, e o sujeito não só põe a culpa em fantasmas como ainda diz que "se não fosse o estado, aí sim ele estaria fodido".

É de dar dó.



Caro Zé da Moita, Você levantou um tema muito apropriado diante do momento político, materialista e neoliberal, em que estamos vivendo. Pois neste momento, a sociedade está aceitando com normalidade a precificação do que sempre foi gratuito: o carnaval. O Carnaval foi uma festa popular que nasceu no seio do povo e para o povo com objetivo de unir a sociedade civil.

É uma Bobagem sem tamanho dizer que esta festa deveria ficar a cargo da iniciativa privada pois seria a mesma coisa que dizer que uma festa que nasceu com o objetivo de alegrar, pobres e minorias, mudaria seu rumo para algo precificado onde somente pagantes poderiam usufruir.. Sendo mais objetivo: Seria o mesmo que dizer que a felicidade tem um preço, material, que poderia ser facilmente comprado.

Não existe nada mais grosseiro, culturalmente falando, que a venda de espaços fechados dentro da rua pública com um carro elétrico berrando pela cidade. Isso não é carnaval! Isso nunca foi carnava!! Carnaval sempre foi algo popular que reunia vizinhanças e pessoas da comunidade para celebrar. Celebrar o quê? A vida, ora essa. Compare esses simples carnavais de bairro com aqueles carnavais, grotescos, dos grandes trios elétricos, e verá o porque é um absurdo que está festa esteja a cargo da iniciativa privada.

Capital Imoral é filosofo, escritor e já refutou Mises.



Quando você deixa o livre mercado acontecer, quando tudo passa a ser uma mera questão de compra e venda, chega um ponto em que as pessoas cobram dinheiro até nas filas das vacinas gratuitas. E enquanto você ,pobre coitado fica esperando, as pessoas com dinheiro PASSAM na sua frente e compram lugar na fila. Fazem comércio daquilo que não se deve... SAÚDE não é mercadoria.

É isso que acontece quando tudo vira mercadoria, as regras viram mercadoria, a moral vira mercadoria...


g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2018/01/postos-de-sp-tem-dia-de-tumulto-e-filas-para-vacina-contra-febre-amarela.html


Todo o argumento de alocação de recursos, oferta e demanda, é perfeito, e funciona tanto para a saúde como para qualquer outro serviço fornecido pelo governo. Quero apenas fazer um pequeno adendo:



Não sei como é a situação das leis trabalhistas britânicas, mas aqui no Brasil elas contribuem para o caos de atendimento.

Eu já trabalhei diretamente com triagem e atendimento em hospitais. É absurda a quantidade de pessoas com uma dor de cabeça, uma diarréia mais brava e tantas outras condições que podem ser tratadas com repouso, água, e medicamentos simples encontrados em qualquer farmácia. Mas o fulano tem que ir no hospital e passar com algum médico, pois corre o risco de ter o dia de trabalho descontado caso não apresente o atestado. Em conversas com médicos e enfermeiras que eu conheço a percepção é a mesma. Óbvio que existem casos que precisam de atenção, mas grande parte são coisas extremamente simples, pelas quais as pessoas passam horas em espera, ocupando o sistema, apenas para sair de lá com o papel carimbado.

Os próprios "beneficiários" dessa prática são os prejudicados: quando realmente precisam de algum atendimento, encontram o sistema entupido de pessoas que provavelmente não precisam estar ali. Pior: com tantos atendimentos, os próprios profissionais não têm tempo para fazer diagnósticos precisos, acarretando em mais erros.

Outro caso comum é o de acidentes de trabalho: a recomendação era (não sei se algo mudou) que o paciente seja atendido num hospital público, pois apenas estes fazem parte do sistema que informa ao INSS. Ou seja, mesmo que o fulano tenha um plano privado, vai ocupar uma vaga num hospital público.


Olá pessoal !

Vim do outro lado para avisar que onde o Estado bota a mão nada funciona.

Saúde !


Incentivos importam. Entidades burocráticas existem apenas para se perpetuarem e enriquecerem seus membros sugando dinheiro de impostos. Quanto mais dinheiro uma burocracia gasta (não importa com quê), maior a fatia do orçamento do ano que vem será destinado a ela.

Vale para o Detran, vale para qualquer repartição, vale para hospitais estatais.

Na saúde pública, atender ao paciente é algo secundário e eficiência é visto como algo nefasto (pois pode até mesmo gerar reduções de despesas).

Que haja pessoas querendo que a saúde seja gerenciada igual aos Correios beira o inacreditável.



fala fala fala fala fala, mas não diz coisa nenhuma. Só mais um esquerdista com suas visões de ácido.


"E qual a solução, um sistema privado igual no Brasil onde a maioria da população não consegue pagar e morre sem ter acesso?"

Ué, mas no Brasil há o SUS, que funciona exatamente igual ao sistema britânico! Parece que você se esqueceu desse detalhe, né? No Brasil, absolutamente nada impede que os pobres recorram ao SUS, que é totalmente gratuito. Logo, se elas estão "morrendo sem ter acesso", então você próprio acabou de admitir que nossa medicina estatal não funciona.

Aliás, na esmagadora maioria dos países europeus, não existe medicina 100% estatal. As pessoas são obrigadas a adquirir um plano de saúde. Não existe saúde 100% grátis. Só é 100% grátis no Brasil, no Reino Unido e no Canadá (que é outra tragédia; essa eu conheço de perto porque já fiz intercâmbio lá).

"Ah, para vc é beleza se pobre morrer né."

Ui, quanta maturidade, quanto equilíbrio, quanta racionalidade. Volta pro maternal; lá você tem alguma chance com esse argumento.

"Suas críticas ao Reino Unido são todas sem sentido porque vc evita o óbvio"

Críticas?! O autor citar fatos agora é "crítica"? Você ao menos sabe ler?

"a comparação de health outcomes com outros países, como os EUA"

Cita aí, por favor.

"O sistema tem problemas, okay, mas é o melhor do mundo."

Se isso é ser o melhor do mundo, então eu nunca estive tão satisfeito com a minha humilde Unimed, que nunca me negou tratamento nem (duas) cirurgias. Obrigado por me abrir os olhos.


Ah, sim, apenas para você se informar melhor antes de vir com chavões:

Como realmente funciona o sistema de saúde americano

Como o intervencionismo estatal está destruindo o mercado de saúde privado brasileiro

Com a explosão dos custos para a classe média, o Obamacare foi o definidor da eleição americana


Sério, o pessoal do Mises deveria dar uma coluna para o Capital Imoral. Ele está cada vez mais hilário!


Pra mim, o CREA é inútil. E tenho certeza que ele é assim por que é obrigatório. Tem a reserva de mercado e não precisa oferecer nada em troca para obter sua receita anual. Se fosse opcional, então, teriam que realmente ter ações que fizessem a diferença na vida dos profissionais de engenharia para fazer valer o total pago.


E qual a solução, um sistema privado igual no Brasil onde a maioria da população não consegue pagar e morre sem ter acesso? Ah, para vc é beleza se pobre morrer né. Suas críticas ao Reino Unido são todas sem sentido porque vc evita o óbvio - a comparação de health outcomes com outros países, como os EUA. O sistema tem problemas, okay, mas é o melhor do mundo.


O interessante é que aqui no Brasil temos as Santas Casas de Misericórdia, que é uma rede privada e voluntariamente financiada, que oferece tratamento aos pobres. Em Belo Horizonte, as Santas Casas fazem mais cirurgias e recebem mais pacientes em um só dia do que toda a rede da FHEMIG (Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais) que tem 11 hospitais no estado. E as Santas Casas são mais bem avaliadas.

Ou seja: não só elas são voluntariamente financiadas, tendo um orçamento muito menor do que rede estadual, como também fazem muito mais pelos pobres com menos recursos.


O político que fundou o NHS, Aneurin Bevan, foi incrivelmente honesto em relação ao seu propósito. Ele nunca alegou que os pobres estavam sendo rejeitados e tendo atendimento negado pelos hospitais privados, ele simplesmente acreditava que um sistema centralmente planejado, ao estilo comunista mesmo, e com um número menor de hospitais maiores seria mais eficiente do que qualquer alternativa que apresentasse elementos de livre mercado.

Com o tempo, o sistema foi sendo cada vez mais cultuado (Margaret Thatcher nunca nem sequer sonhou em fazer qualquer tipo de desestatização, por mais mínima que fosse) e até hoje qualquer crítica é proibida.

Morando hoje na Inglaterra, posso dizer que a expansão exponencial do NHS fez com que o sistema se transformasse em algo muito maior do que um mero serviço de saúde. Hoje o NHS virou um gigantesco mecanismo de engenharia social, que está ali para fornecer emprego a um exército de pessoas que o sistema educacional (ruim) cospe anualmente. E várias dessas pessoas (minha opinião) teriam muita dificuldade em encontrar algum tipo de carreira fora das instituições estatais. O NHS virou uma mera repartição pública, o objeto dos sonhos de pessoas que querem virar funcionário público aqui na Inglaterra. É meio que igual ao concurso público aí no Brasil.


Para o Haiti prosperar precisa se tornar um local com segurança jurídica, estabilidade/previsibilidade política e atrativo para investimentos estrangeiros (baixos impostos e poucas regulamentações PRINCIPALMENTE para empresas). Esses são os dois primeiros passos.

População inteligente e mão-de-obra qualificada, na maioria dos casos é consequência. Os Estados Unidos se tornaram a maior potência mundial ainda quando quase metade da sua população era analfabeta. Os primeiros países europeus a se tornarem desenvolvidos, o ensino público universal nem sequer existia.

Países com populações negras e latinas, se quiserem se tornarem lugares bons, irão precisar copiar o que os asiáticos da China, Hong Kong, Cingapura, Taiwan, Coreia do Sul e até Tailândia e Malásia fizeram recentemente.

E lembrando, assim como Cuba, o Haiti já foi um país razoavelmente bom (Cuba era rica, estava em outro nível). É incrível como políticos sem noção conseguem destruir tudo em tão pouco tempo.


Acho que você tá meio atrasado. Diria que uns três anos atrasado.

O swap cambial era utilizado pelo BC do Pombini em sua tentativa desesperada de impedir que o dólar chegasse a R$ 4,50 e levasse a economia pra breca. O BC não faz mais swap cambial desde 2016.

Aliás, não que eu queira defender, mas o atual BC está fazendo extamente o contrário: ele está se desfazendo destes swaps cambiais.

Por que o povo aqui iria criticar isso? Aliás, pela sua lógica, você deveria era aplaudir isso, pois o BC está desfazendo uma política que você critica.


Essas coisas não são novidade nenhum na medicina estatal do Reino Unido.

Comecem por aqui:

British Clinic Is Allowed to Deny Medicine (Os hospitais públicos ganharam a permissão de negar comida aos pacientes)

Depois vão aqui e vejam como a eutanásia compulsória de bebês doentes sempre foi rotineira por lá.

Now sick babies go on death pathway: Doctor's haunting testimony reveals how children are put on end-of-life plan

Sem recursos (que inesperado!), os hospitais do NHS estão simplesmente cortando a alimentação de vários bebês, que são deixados à míngua até morrerem.

Estatistas -- que são obcecados com controle populacional -- até salivam quando lêem coisas assim.

E terminem aqui:

Nearly 1,200 people have starved to death in NHS hospitals because 'nurses are too busy to feed patients'

1.200 pessoas morreram de fome nos hospitais estatais do Reino Unido (o National Health Service - NHS) porque as "enfermeiras estavam ocupadas demais para alimentá-las".

Como bônus, fiquem com isso (a foto é forte):

www.dailymail.co.uk/news/article-1218927/Plumber-shattered-arm-left-horrifically-bent-shape-operation-cancelled-times.html


Ah, sim, e jamais se esqueçam de Charlie.



No começo pensei que o tal do capital imoral fosse apenas um humorista tentando trolar o IMB,mas depois de hoje estou convicta de que se trata de complexo de fourier já em nível executivo.Precisamos urgentemente fazer uma vaquinha e mandar essa pobre alma para uma clínica psiquiátrica afim de que ele possa tratar suas neuroses e se livrar do seu preconceito contra o capitalismo.


Bom, a julgar por essa informação, melhor que devolver a casa de quem fez o comentário sobre os índios para os próprios, uma vez que eles são donos de tudo o que existe no Brasil. Que tal todos irmos embora e deixar a terra para os indígenas? Só poderiam ficar aqueles que provassem sua verdadeira ascendência indígena.


Tem muito liberal de fachada aqui.

Tem poucos comentários e críticas sobre os swaps cambiais do BC. Não é todo mundo, mas tem muita gente que gosta do "bolsa dólar" e do "meu dólar, minha vida".

A turma está acomodada com os swaps do BC. Esse protecionismo aos investidores também não deveria ser respeitado. Se é livre comércio, não pode ter proteção a ninguém.

Tenho nostalgia de quando a principal pauta do IMB era fechar o banco central. Muita gente defende o currency board aqui, mas estão confortáveis com o swaps do BC.

O CB seria uma alternativa viável para proteger o povo de psicopatas brincado de fábrica de dinheiro. Porém, eu ainda prefiro o câmbio flutuante sem intervenção estatal, desde que o teto da inflação seja 2% ao ano. O CB parece ser um fortalecimento artificial da moeda, e o flutuante ser uma forma de forçar a entrada de dólares. Se não entra dólar, não vai ter como ter moeda forte.

Não sou economista, mas parece ser paranóia querer uma moeda forte sem entrar dólares no país.


O comércio exterior é menos de 15% do PIB.

Esse câmbio controlado via swap é bizarro. Custa caro e não aumenta as exportações.

Precisa entrar dólares no país. Defendo a moeda forte, mas precisa entrar dólares no país.

É muito difícil ter moeda forte sem entrar dólar no país. É um esforço gigantesco via juros, swaps e bloqueio de importações, sendo que a melhor forma seria com exportação, desregulamentação e baixos impostos para empresas.

O Brasil precisa ter um PIB acima de 10 trilhões de dólares. Vai ser difícil chegar nesse valor sem investimento estrangeiro e sem moeda forte.

Enfim, não vai ser com "bolsa dólar" ou "meu dólar, minha vida" que o país vai ser rico. Temos que exportar para que entre dólares no país.


Pois permita-me, então apresentar as fontes.

A explicação para a educação da Finlândia -- e a da Estônia, quase tão boa quanto -- é outra: o idioma. Se o idioma é simples e claro, os estudos se tornam mais lógicos e o aprendizado, mais fácil. Há estudos inteiros sobre isso.

Desde 2006, a amostra de países do PISA foi aumentada, incluindo diversos países em desenvolvimento. Um deles foi a Estônia. E desde então ela também passou a ocupar as posições mais altas no PISA dentre as nações ocidentais (nunca tão boas quanto as da Finlândia, mas ainda assim acima de Noruega, Suécia, Alemanha).

Há um fator em comum entre Finlândia e Estônia: as línguas de ambos os países não pertencem ao ramo indo-europeu comum a quase toda a Europa, mas ao ramo fino-úgrico; e são muito parecidas entre si.

Se a tese ainda parece duvidosa, considere o seguinte: dentro da Finlândia há uma minoria de falantes do sueco. Essa minoria é, em média, mais rica do que a de falantes do finlandês. No entanto, as notas dela no PISA são muito inferiores às deles. A tese do papel da língua na educação finlandesa é exposta neste breve artigo de Taksin Nuoret.

finnish-and-pisa.blogspot.com.br/

Assim como saber latim ajuda muito no entendimento de outras línguas, até do inglês, tudo indica que o idioma fino-úgrico também é uma mão na roda.

Obs: gentileza ler a matéria completa antes de reclamar.

Segunda observação

Na Finlândia, não há estabilidade para professores. Eles podem ser mandados embora caso não tenham uma produtividade aceitável. Também, as escolas finlandesas possuem grande grau de autonomia onde o currículo tem liberdade para ser ajustado. Lá, Paulo Freire não tem vez.

Terceira observação

Atualmente, a Finlândia já caiu para a 5ª colocação no ranking da Pearson, ficando atrás de Coréia do Sul, Japão, Cingapura e Hong-Kong.

thelearningcurve.pearson.com/index/index-comparison

Quarta observação

A educação finlandesa é sempre usada como coringa pra justificar a gerência estatal da educação, mas muito pouco se vê de estudos detalhados sobre os reais motivos da eficiência do sistema educacional finlandês.

Tem muita coisa que é simplesmente ignorada, como a descentralização do sistema finlandês em contraste com sistemas engessados como o brasileiro:

Finland has a government school monopoly, as does the United States. However, in contrast to the USA's obsession with national standardized testing and federal mandates, the Finnish have chosen to allow wide discretion to local authorities in how money is spent for students. National standardized testing regimes at government schools is unheard of in Finland.

Essentially, districts in Finland compete for students (who bring funding with them) and this is facilitated by the fact that many large city schools have extremely small catchment areas. Essentially, the Finnish have discovered that the principle of subsidiarity and de facto competition result in extremely high quality educational outcomes.


Também nada se diz sobre os fatores culturais que fundamentam a organização social do povo finlandês - valores como responsabilidade individual, dedicação, valorização do crescimento intelectual, algo muito presente também nas sociedades asiáticas - o que explica não apenas o sucesso dos sistemas educacionais desses países (Coréia do Sul, Singapura e Japão inclusive ultrapassaram a Finlândia nos últimos testes internacionais) mas também o fato de que asiáticos se saem melhor nos estudos mesmo após várias gerações vivendo nos EUA

www.washingtonpost.com/blogs/wonkblog/wp/2014/05/05/hard-work-really-is-the-reason-asian-kids-get-better-grades-study-finds/

Quinta observação

Encontrei esse relato pessoal de um finlandês que ajuda a compreender o peso do fator cultural na educação:

Mikko Arevuo:

As a native Finn I must throw in my two cents' worth. Although I left Finland a long, long time ago after completing my secondary education, and I never attended university there, the obsession with the Finnish education system is a gift that keeps giving me much amusement.

Now we are obsessing about national IQ and the lack of Nobel laureates. Oh dear! To me the answer is pretty straightforward. Finns have always valued education; it has never been "cool" to be dim or lazy.

Finland is a relatively homogeneous society and the country has few valuable natural resources. When I was a schoolboy it was hammered to us at school, and most importantly at home, that for Finland to succeed internationally we can't rely on our good looks, Father Christmas, or timber exports alone. Knowledge, particularly technological knowledge, was the source of national competitive advantage.

Finland may have a great pedagogically sound education system. However, in my opinion, the success of the Finnish educational attainment is based on the core societal values of aspiration and continuous self-improvement. No amount of money or pedagogy can deliver results if pupils themselves and their families do not consider education as a priority.

I have never come across a Finnish family, regardless of their social or economic standing, that does not value education. Finns may be nation of introverts and a rather melancholy lot, but there is a deeply embedded belief shared by all that the next generation will be more successful than the previous. And this can be only achieved through education and hard work. Now, what was this talk about the lack of Nobel laureates?


www.adamsmith.org/blog/education/explaining-the-success-of-the-finnish-education-system/

Sexta observação

Recomendo também esse ótimo livro, que não fala especificamente sobre educação, mas ajuda a compreender o papel dos valores culturais no progresso das sociedades e ajuda a desmistificar essa crença no poder mágico da gerência estatal.

www.amazon.com/Culture-Matters-Values-Shape-Progress/dp/0465031765

Sétima observação

Os EUA gastam mais com educação por pessoa do que a própria Finlândia!

static2.businessinsider.com/image/4f0b5867eab8ea4c24000033/spending-per-pupil-by-country.jpg

Oitava obervação

A educação no Brasil também é 100% estatal, gratuita e universal (qualquer um pode estudar em escola pública). Por que não é boa?

Nona observação

Somados, Finlândia e Estônia não possuem a população da cidade de São Paulo. Sendo assim, uma educação pública pode ser "universal" de qualidade com maior facilidade do que em um país continental como o Brasil ou os EUA.


CAPITAL IMORAL, nunca deixe de postar suas respostas aqui!
Elas são NECESSÁRIAS.
São necessárias para confirmar minhas convicções que aqueles que são contra a liberdade são ignorantes e não tem nenhum argumento que possa ser verificado a luz da razão.
Se isso é o melhor que os socialistas podem escrever, continuo um Liberal e admirador incondicional de Misses.
Um abraço e aguardo suas próximas respostas.


Ao julgar ato de uma figura central do Poder de uma Nação, devemos observar o poder alcançado e exercido por ela, assim como sua época. Assim, tornemos Lincoln réu, vasculhemos os fatos e deixemos ele falar livremente, não nos limitando por ângulos de um prisma a refletir uma certa luz. Caso contrário, talvez, cheguemos a conclusões esdrúxulas, tais quais a de certos pesquisadores históricos, de que Lincoln era bissexual (e, sim, estes pesquisadores existem!).
Lincoln era inteligente, acima da média? Todos os historiadores, eu disse todos, o consideram formidável. Que ele tinha uma alta capacidade de se adaptar, de análise e confrontação de argumentos sem violência argumentativa (ad hominem, etc), como se pode observar em sua carreira como advogado. Era autodidata! Seu poder de oratória, retorica e conciliação de visões antagônicas foi admirado por muitos contemporâneos seus. Mas apenas isto não mostra o que ele era, ao contrário de muitos políticos na atualidade acharem que sim, como FHC, Lula, Temer, etc e etc.
Aqui, ele se torna um estranho para muitos, mas a quem os sábios passam a temer.

A informalidade, evidenciada em suas roupas desalinhadas, seu andar, seu rosto e sua mimica facial, foi unanimemente descrita naquele tempo pela elite política como sendo "desprezível" e "feia". Mas uma citação comovente, de Frederick Douglass, nos permite antever seu traço político "Em sua companhia, eu nunca fui lembrado de minha origem humilde ou de minha cor impopular" (Douglass, Frederick (2008 reeditado) - The Life and Times of Frederick Douglass, págs. 259–260). Ele encantava multidões em vilas para sua candidatura estadual, não só encantando corações, como se diz atualmente, mas se projetando nas multidões, como se ligasse um interruptor ocioso, qual seja, o motivo de estarem ali, naquela nova Terra, e de existirem, o ideal dos "Pais fundadores", como ele dizia, junto a todo o processo de transferência do velho mundo ao novo mundo. Quando todos se digladiavam sobre a Constituição e suas Leis que deveriam ser seguidas fanaticamente, ele reergueu a Declaração da Independência, de igualdade e liberdade para todos, em contraste com a tolerância constitucional a escravidão. Desta forma, ele se apoiava nos "Pais Fundadores", e não nos radicais abolicionistas que não chegavam a "lugar nenhum".

Lincoln era ostensivamente, em sua carreira inicial, a favor do "Free Soil" (Solo Livre), que era oposto tanto à escravidão quanto ao abolicionismo. Nas palavras dele: "A instituição da escravidão está fundada na injustiça e na má política, mas a promulgação das doutrinas abolicionistas tende mais propriamente a aumentar do que diminuir tais males" (Donald, David - Lincoln, 1996, pág. 134). Depois, em colaboração com o abolicionista Joshua R. Giddings, Lincoln elaborou um projeto de lei para abolir a escravidão no Distrito de Columbia com a indenização para com os proprietários, captura dos escravos fugitivos e um plebiscito sobre a questão. No entanto, ele não conseguiu continuar com a proposta pois não teve apoio de seus partidários Whigs. (Foner, Eric (2010). The Fiery Trial: Abraham Lincoln and American Slavery, p. 57).

Quanto à polêmica das declarações de Lincoln, caso leiam TODOS os discursos e cartas vocês verão alguém profundamente republicano em seu sentido mais benéfico e primitivo. E é um alívio lê-lo, diante de tantas mutações de governos republicanos atuais. Quando o lemos por completo e o incluímos dentro da história, vemos várias declarações firmes contra a escravidão, ao contrário do que faz parecer o autor do artigo, a quem inclui citações apenas de sua época de candidatura e posse, pré-guerra. Exceção a isto é a citação de não apoio ao projeto dos abolicionistas, que ocorreu cerca de 2 anos antes, quando um primeiro projeto, proposto pelos abolicionistas, era muito radical e ele viu que seria desgastante politicamente (suicídio político) e impossível de ser aprovado numa confrontação direta (imagine que por exemplo que a desapropriação de terras seja a coisa mais nobre e correta do mundo e que nós sejamos preconceituosos ao extremo quanto a isso e não aceitemos de jeito nenhum e alguém leva um projeto desses e é aprovado no congresso e o presidente assine. Imaginaram? Pois é, os militares e famílias brasileiras de 64 também. Então, eu, uma vez político, por que diabos apoiaria um projeto radical desses? Perceberam? A gente incrimina e revisa Lincoln de uma forma desonesta. Lembrando que Tiradentes tinha 5 escravos e Lincoln nunca teve.

Outra, William parece ter entortado uma declaração de Lincoln. Onde ele cita: "Em um discurso proferido em Springfield, Illinois, ele explicou: "Minhas declarações sobre este assunto da escravidão negra podem até ser deturpadas, mas não podem ser mal interpretados. Já disse que não vejo a Declaração (de Independência) como sendo uma afirmação de que todos os homens foram criados iguais sob todos os aspectos. "". Na verdade Lincoln arguiu que "os autores da Declaração da Independência nunca tiveram a intenção de dizer que todos eram iguais em cor, tamanho, intelecto, desenvolvimento moral ou capacidade social, mas eles consideraram que todos os homens são iguais em certos direitos inalienáveis, quais sejam a vida, a liberdade e a busca da felicidade. "

Outra citação, grande e por isso não a incluo aqui, sobre o mais famoso debate político da história ocidental, na candidatura para a presidência dos EUA, entre Stephen Douglas e Abraham Lincoln, em que Douglas o acusava de desafiar a Suprema Corte na questão da escravidão (decisão aprovada por esta anos antes, de que negros não são cidadãos e de que nenhum direito lhes é dado a partir da Constituição e da qual a reação de Lincoln foi tremenda e causou rebuliço nacionalmente). Ora, era candidatura política! Se os candidatos políticos no mundo todo falassem a verdade do que fariam, para o bem ou para o mal, nenhum seria eleito. E o próprio STF americano já era a favor da escravidão! Tinha que se alinhar para não morrer politicamente. E se ele seguisse esta sua declaração, ele vetaria a 13ª Emenda da Constituição.

Sobre a citação da Emenda Corwin: " Mas ele, no entanto, se empenhou bastante em tentar aprovar, em 1861, uma versão de uma outra décima terceira emenda, conhecida como a Emenda Corwin (en.wikipedia.org/wiki/Corwin_Amendment), a qual visava a consagrar explicitamente a escravidão na Constituição americana. Essa emenda chegou a ser aprovada pelo Congresso. "
Sim, chegou a ser aprovada. O que o autor do artigo omite desonestamente é que: 1) foi aprovada pouco antes de sua posse turbulenta, em 1861; 2) que ela apenas impedia o Congresso de alterar a questão escravista sem o consentimento do Sul; e por último, mas não menos importante, 3): Por que então ele alguns meses depois, já na guerra, torna os escravos do Sul livres aos olhos do Norte? Porque era guerra e valia tudo ou porque com a guerra ele poderia justificar tudo, até fazer o que ele mais queria sem ser culpado por isto, de tornar escravos livres? São pensamentos que só os melhores enganadores e ilusionistas políticos conseguem responder. O resultado fora escravos livres, sem ajuda de abolicionistas radicais. Se Lincoln odiasse esta idéia de ter escravos livres do Sul no Norte, ele teria revertido a proclamação facilmente logo depois. Afinal, era guerra.

Lincoln talvez, eu disse talvez, intentava não confrontar os que se atinham a Constituição, mas sim conciliar os opostos e manter a União dos Estados. Penso assim pois os fatos levam a isso. Uma tentativa de assassinato a duas semanas antes de sua posse e a secessão dos Estados do Sul logo antes de sua posse (ele foi eleito em 6/11/1860, a Carolina do Sul oficializou a secessão em 2/12/1860, seguida de outros em 1/2/1861, depois Jefferson Davis se tornou o presidente dos estados confederados em 9/2/1861. E Lincoln toma posse em 4/3/1861). Então, o que um recém empossado Presidente falaria diante de um quadro tão perturbador, de fragmentação nacional contundente? Daí o discurso de posse (cortado, devido ao tamanho): "Apreensão parece existir entre a população dos Estados sulistas que, com a ascensão de uma administração Republicana, suas propriedades e sua paz e segurança pessoal estarão em perigo. Nunca existiu qualquer motivo razoável para tal apreensão. Na verdade, a mais ampla evidencia ao contrário tem sido o tempo todo aberto às suas verificações. Isso é encontrado em quase todos os discursos publicados aos quais me dirijo a vocês. Eu, no entanto, cito um desses discursos, de quando eu declaro que "Eu não tenho propósito, direta ou indiretamente, de interferir na instituição da escravidão nos Estados onde ela existe. Acredito não ter direito legal para fazê-lo e eu não tenho inclinação para fazê-lo"". Lincoln precisava acalmar facções, Estados INTEIROS, colegas de partido com pensamentos diferentes. De que ele não RADICALIZARIA.

Olhem uma declaração de Lincoln, onde ele fala oficialmente a favor da escravidão, mas deixa uma dúvida no final, que revoltou os escravocratas: "Meu objetivo primordial nesta luta é salvar a União e não entre resguardar ou destruir a escravidão. Se eu pudesse salvar a União sem libertar qualquer escravo, eu o faria, e se eu pudesse salvá-la libertando a todos, eu o faria; e se eu pudesse salvá-la libertando alguns e deixando outros, eu também o faria. O que eu faço referente à escravidão, e à raça de cor, faço porque acredito que ajuda a salvar a União; e ao que se dá minha resistência é porque acredito que não ajudará. Tenho aqui o meu propósito de acordo com a minha visão da missão o?cial; e não tenho a intenção de modi?car o meu desejo pessoal expresso de que todos os homens em todos os lugares podem ser livres" (Roy P . Basler, ed. (1953). The collected works of Abraham Lincoln, p.388). Ele era dúbio, não se comprometia com nenhum dos lados. Coincidência ou não, foi no seu governo que a condição de escravidão foi alterada pela primeira vez e, finalmente, inteiramente abolida AINDA DENTRO DO SEU GOVERNO.

Embora tudo seja dito a favor ou contra Lincoln, devemos saber que ele era político e dos mais serpentinosos. Exceto em sua carreira inicial, ainda jovem, onde vemos ele batendo de frente com opositores. No entanto, o vemos na maturidade política tentando contornar opositores ferozes (a primeira tentativa de assassinato mostra a ferocidade de muitos opositores) e radicais de seu próprio partido, além dos radicais abolicionistas. Ele aprendeu talvez em alguns livros que leu: "É o tolo que corre sempre para escolher lados. Não se comprometa com nenhum lado ou causa, mas apenas com você mesmo. Mantendo sua independência você se torna mestre dos outros – jogando pessoas umas contra as outras; fazendo-as segui-lo" e "Qualquer triunfo momentâneo que ganhar pelo argumento é uma vitória tênue: o ressentimento e o mal que serão incitados sobre você serão mais fortes e durarão mais tempo que qualquer mudança momentânea de opinião" (pequenas citações encontradas no excelente livro (que não é de autoajuda) "The 48 Laws of Power", onde são relatados muitos trechos da história da humanidade como exemplo. Recomendo).

Me perdoem por escrever tanto, mas é apaixonante a biografia de Lincoln. Não no sentido fanático ou de procura de um herói, mas de simplesmente descobrir uma vida tão cheia de elementos incríveis.



os professores jogam no capitalismo a culpa da miséria da áfrica, mas, "esquecem" que maior parte dos países são socialistas


aproveitando o tema carnaval, o que vc acha de pagadores de impostos custearem as escolas de samba do rio?? porque as escolas de samba não podem se manter só com financiamento privado??

se vc jogar conservadores e liberais no mesmo balaio chamado direita fica complicado, agora liberal curte o carnaval numa boa, pode tanto ir beber e se relacionar com outras pessoas como pode ir pra propriedade dele no interior ou no litoral, também pode trabalhar nessa época vendendo produtos 10x mais caros como água de coco ou marmitas que no rio em época de carnaval são um assalto...



Fico pensando: quando será que o Brasil irá respirar um pouco de capitalismo ? Até agora nada.


O Trump deveria aproveitar o bom momento da economia americana por causa da diminuição de regulações e impostos para resolver essa questão do FED.


Qualquer um sabe que a social-democracia é um modelo tão popular e louvado porque agrada a gregos e troianos.
Possui a economia de mercado e várias benesses sociais. Agrada a capitalistas e socialistas, mesmo não totalmente.

Mas a esquerda precisa começar a entender que quem sustenta esse sistema é a parte capitalista, ou seja, o mercado.
Se o governo começar regular e tributar cada vez mais o mercado, a produtividade irá ser cada vez menor e irão ter cada vez menos benesses sociais.

Para driblar essa queda de produtividade, os países europeus estão se endividando para conseguir continuar o aumento de gastos. Mas isso possui consequências que não poderão ser empurradas com a barriga para sempre, aliás os europeus já estão sentindo essas consequências inevitáveis.



Nunca vi sequer uma de seus argumentos fazerem sentido. Você sempre é humilhado pelos mestres aqui do IMB.
Agora continua a choradeira Capital Imoral que ta pouco ainda. O povo está começando a abrir os olhos. E essa sua "direita" que você fala foi mais esquerda que a sua Esquerda. Estatizou a nação, embarrerou o livre mercado e o pior deu espaço para as asneiras da esquerda dos corruptos.


Infelizmente o artigo comete equívocos a respeito de Skinner. Faltou um pouco de informação a respeito de sua teoria.
Abraço.





A doença dos custos de Baumol explica alguma coisa? Leandro Roque por favor me socorra.Pois esta teoria procura explicar por que os salários do setor público são altos independente de sindicatos e lobbies de grupos de interesse bem como de atividades culturais.Gostaria de saber a crítica austríaca quanto a esta teoria?


São parasitas. Por isso corporativismo e social-democracia são os arranjos favoritos dos políticos.

No socialismo é o estado quem precisa produzir, mas como burocratas são incapazes de produzir, então preferem simplesmente parasitar as pessoas produtivas do mercado.


Faz o seguinte...Experimenta cortar os benefícios sociais nos países nórdicos.

Em meia hora a educação vai pro fundo do poço, e aparece um comunista ou um genocída de plantão.

O povo europeu está quieto, porque tem mamata do governo. Se acabar as mamatas do governo, em meia hora eles viram os piores bichos da face da terra.

Esse estado de bem estar europeu é movido à suborno.


Você está falando da educação na Finlândia ?

As creches públicas custam 300 euros na Finlândia. No primeiro grau e ensino médio, os livros são pagos e uma parte da escola é paga pelos pais dos alunos. Os pais dos alunos finlandeses tem um custo médio de 300 euros por mês. Quem não tem dinheiro, não precisa pagar por educação na Finlândia.

Isso é a Europa sendo Europa. Ali passaram os maiores genocidas da história da humanidade. Foi preciso duas guerras mundiais para eles tomarem o mínimo de vergonha na cara.

Milhões de pessoas morreram para que os cidadãos europeus começassem a respeitar as leis, a democracia e a liberdade. O custo social é meio bizarro, mas acho que foi uma maneira para evitar o aparecimento de mais psicopatas na política.

Essa conversa de estado de bem estar é uma falácia. A verdade é que os europeus se cansaram de tantos genocidas, comunistas, fascistas, agitadores, etc. Acho que esse modelo de livre mercado, império das leis e benefícios sociais, foi uma medida liberal com um bloqueio político, para não aparecer mais genocidas.

Ainda existe uma minoria de políticos psicopatas na Europa, mas o enfrentamento democrático ainda está segurando esses malucos.



Não é preciso ser douto em economia - nem mesmo fazer análises com exuberante acurácia - para perceber os imensuráveis benefícios gerados pelo mercado ao longo da história. Isto é tão óbvio que chego a crer que muitos burocratas realmente sabem disso, mas continuam acreditando apenas no discurso populista como forma de angariar votos de maneira mais rápida e lucrativa.


"Pelo que sei, dividendos são baseados nos lucros das empresas e não nos preços das ações listadas na Bolsa."

Correto.

"Portanto, a receita das empresas deveriam estar muito elevadas e isso não seria ruim para a economia."

Opa, se as receitas estão muito elevadas por causa da expansão monetária e do crédito fácil, então, sim, isso é muito ruim para a economia. Trata-se de uma riqueza artificial, sem bases reais. Tal "riqueza" advém do fato de a quantidade de dinheiro na economia (e, consequentemente, o volume de gastos) estar aumentando continuamente.

Isso é arranjo artificial, nada sustentado. Tão logo o crédito fosse restringido (por meio do aumento de juros) e a quantidade de dinheiro na economia parasse de crescer, tal arranjo entraria em colapso.

"A riqueza ilusória das pessoas estava no fato de elas estarem lucrando com a especulação do preço das ações"

Especulação essa tornada possível exatamente por causa do crescimento acelerado da oferta monetária. Tão logo tal crescimento fosse interrompido, as bases para essa especulação estariam imediatamente abolidas. Como de fato ocorreu.

"o que de maneira alguma interfere no dia-a-dia das empresas, que continuam produzindo normalmente seus produtos."

É claro que interfere. A expansão monetária e o crédito fácil falsificam a realidade econômica das empresas. Elas passam a produzir de acordo com uma demanda irreal e não-sustentada, a qual irá ser abolida tão logo a expansão do crédito seja interrompida (via aumento de juros) e a economia volte a um padrão mais racional de alocação de recursos.

"Aqui pode-se entender que uma simples queda na Bolsa não leva à recessão, apenas a ação do governo é capaz de fazer isso"

Queda na bolsa, não. Mas retração do crédito, sim.



Leandro,

Não entendi a parte que as empresas pagavam dividendos altíssimos para os acionista. Pelo que sei, dividendos são baseados nos lucros das empresas e não nos preços das ações listadas na Bolsa. Portanto, a receita das empresas deveriam estar muito elevadas e isso não seria ruim para a economia.
A riqueza ilusória das pessoas estava no fato de elas estarem lucrando com a especulação do preço das ações, o que de maneira alguma interfere no dia-a-dia das empresas, que continuam produzindo normalmente seus produtos.
Aqui pode-se entender que uma simples queda na Bolsa não leva à recessão, apenas a ação do governo é capaz de fazer isso.


Dizer que a educação europeia é excelente é pra lá de forçado. Na Europa existem alguns centros de excelência. E só.

Qual foi a última grande invenção europeia? Qual foi a última grande contribuição da Europa para o mundo? Infelizmente, nada de bom tem saído daquele continente. Tudo o que é criado de bem vem ou dos EUA ou da Ásia.


Exato. Você sabe só por documentário. A realidade é um tiquinho diferente.

g1.globo.com/mundo/noticia/servico-de-saude-britanico-sofre-crise-humanitaria-diz-cruz-vermelha.ghtml

www.dailymail.co.uk/news/article-2240075/Now-sick-babies-death-pathway-Doctors-haunting-testimony-reveals-children-end-life-plan.html

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1824

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2016

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1851

www.mises.org.br/Article.aspx?id=349

Como mostram os artigos acima, os sistemas realmente estatizados (Reino Unido, Canadá, Suécia e Brasil) estão em crise. Já naqueles mistos, em que todas as pessoas são obrigadas a pagar um seguro (todo o resto da Europa é assim, algo não exatamente pró-pobre), a coisa dura mais.

Surpresa nenhuma.


Na verdade, você precisa parar de levar panfletagem ideológica em formato de documentário a sério:

www.thelocal.se/20170807/swedens-hospital-bed-shortage-exposed-in-these-stats



Se um supermercado não me agrada ou não atende minhas expectativas eu deixo de comprar neste estabelecimento e procuro um que me atenda . Como fazer com a justiça , caso ela não atenda as minhas expectativas ?


Caros,

Percebo, apesar de ser por documentários e noticiário, que a educação e saúde em países europeus, principalmente nos nórdicos, é muito boa e pública. Eles terem alcançado esse patamar foi uma questão de altos impostos, cultura, ou alguma outra explicação que me foge a percepção?

Claro que entendo que a realidade brasileira é bem distinta. O país é muito maior, tem mais corrupção, políticos incompetentes, etc.
Mas nem estou falando de comparação e creio que no Brasil, por nossas peculariedades. isso não funcionaria.


Há regulações estatais no processo de se tornar um piloto de corrida? Pelo que já me responderam na Internet é um processo extremamente custoso.


De acordo com o PIB, se eu comprei um carro fabricado aqui, estamos mais ricos, mas se eu comprei o mesmo carro de outro país, estamos mais pobres. No final das contas eu tenho um carro, mas para o PIB estamos mais ricos ou pobres dependendo de que lado da linha imaginária ele foi fabricado.


"Ou seja, um carro trivial de hoje [nos EUA, cujo setor automotivo está sujeito à concorrência de importados, ao contrário do Brasil, cuja indústria é protegida] possui como itens de série tudo aquilo que o carro mais chique de 1987 oferecia apenas como opcional. Desnecessário dizer que a qualidade desses itens se aprimorou enormemente desde então."

Enquanto isso, as porcarias vendidas aqui aumentam de preço continuamente (nem os pouquíssimos importados foram perdoados)...

Jeep Renegade tem aumento de preços em janeiro
Jeep Compass tem aumento de preços em janeiro
Chery QQ recebe aumento de preços de até R$800
Ford Ka e Ka+ ganham aumento de preços
Fiat Argo tem seu primeiro aumento de preços e parte de R$47 990
Chevrolet Equinox tem aumento de preços de até R$6 mil
Ford Ecosport recebe aumento de preços de até R$1500
Trailblazer ganha aumento de preço de R$2 mil
HB20 e HB20S ganham aumento de preços
3008 tem outro aumento de preço, preço agora é de R$142 mil
Outro aumento do QQ...
A porcaria indo-tupiniquim já aumentou de preços também
Corolla tem novo aumento de preços e parte de R$92 690
Tracker LT recebe aumento de preço de R$2900
Duster ganha aumento de preços e versão de topo chega a R$88 890
Nissan Versa ganha aumento de preços e porcaria com motor 1,0 litro custa agora R$48 490

Tudo para proteger vagabundos da indústria nacional. Os britânicos estão preferindo comprar o Ka dos indianos do que o feito aqui, só para verem como esse país é uma palhaçada. Além de mais barato, o Ka é mais seguro, também (enquanto aqui três estrelas é louvável, para eles carro com quatro estrelas já é considerado porcaria). Isso sem falar na montagem vergonhosa do Ka feita aqui no Brasil, com plásticos vagabundos e frágeis, além de desalinhamentos e outras coisas, num carro com menos de 30 mil Km... realmente estamos num buraco mais fundo ainda, perdendo até para a China em facilidade de se fazer negócios.



"Agora, digamos que inexista o Estado (impossível): os "grandões" imporiam regras do tipo do mesmo jeito. Só que ao invés de impor pela constitucionalidade, pela Lei, imporiam na força, ou de outra forma qualquer."

É mesmo? Diz aí como, por favor.

Se não houvesse o estado, como é que meia dúzia de bostas da Braskem iria impedir 200 milhões de habitantes de transacionar livremente com qualquer pessoa do resto do mundo? Explica aí, por favor. Estou muito curioso.

Artigo inteiro sobre esse devaneio:
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2737


Só um adendo: importante frisar que quem ditou a regra nesse caso foram os EMPRESÁRIOS donos da Braskem. O Estado, corrupto e clientelista, só fez cumprir a regra ditada pelos "grandões".
Agora, digamos que inexista o Estado (impossível): os "grandões" imporiam regras do tipo do mesmo jeito. Só que ao invés de impor pela constitucionalidade, pela Lei, imporiam na força, ou de outra forma qualquer.
O correto seria simplesmente o Estado cumprir o que seria seu papel: manter o equilíbrio do jogo, a Justiça. Um Estado interessado em cumprir seu papel, não em ganhar dinheiro ou adquirir vantagens para seus "patrões" plutocratas...
Digo mais: um Estado assim seria possível ou apenas uma teoria? Resposta: na mesma medida que um "livre mercado" seria possível ou mera teoria...



Nós estamos vivendo numa década de forte pressão comunista. Após a Intentona de 1930 e das guerrilhas de 1960, agora veio mais uma tentativa de revolução.

O muro caiu, a URSS foi dissolvida, a China abriu a economia, e vários países socialistas e comunistas adotaram a democracia.

Como muita gente morreu e a conta foi atribuida aos comunistas, a revolução armada acabou e começou a revolução cultural. Agora não são os comunistas que matam as pessoas. A escola de Frankfurt mandou "terceirizar" as mortes, transferindo todo o radicalismo para organizações criminosas, religiosos radicais, terroristas, pobres e favelados que querem viver do crime, corrupção generalizada, empresários criminosos, estudantes criminosos, jornalistas criminosos, etc.

Os comunistas estão fazendo as mesmas coisas de sempre, só que dessa vez eles não vão pagar a conta. Eles terceirizaram os crimes.



Brilhante e excelente maneira de explicar para aqueles que desconfiam da liberdade e do livre mercado que tal arranjo é a maneira mais justa e pacífica de criar prosperidade para todos e, ao mesmo tempo, aliviar a pobreza extrema.


A direita estragou até o carnaval brasileiro

Haaaa, como eu adoro o carnaval! É uma época em que as pessoas estão alegres por algum motivo que não sabemos bem, mas mesmo assim, estão alegres. Talvez seja apenas uma maneira de conseguir sexo fácil, ou uma maneira de encher a cara para esquecer as mazelas desse país; não importa, o carnaval é uma das melhores épocas do ano.

O carnaval tornou-se a época em que o país fica mais colorido, mais diversificado, mais alegre, mais carinhoso com todos que fazem parte da liturgia sou da paz. Todas pessoas que batem palmas para o sol se encontram na rua; todas pessoas que acreditam em más energias se encontram para praticar o amor e encher o país de boas vibes. - Eu fico impressionado como o Brasil ainda não deu certo, diante de tantas boas vibrações; como isso foi acontecer com meu pais? Eu não quero ficar triste, estamos no carnaval, alegre-se.

Vou relatar como foi o melhor carnaval da minha vida: Lembro-me que o ano era 2011 e nossa mãe Dilma havia sido eleita recentemente. Tudo era tão feliz, todo mundo estava feliz, à direita nem sequer existia; nesse ano eu estava tão empolgado que decidi sair da minha cidade para visitar o Rio de Janeiro. O "bloco soviético" era o melhor bloco de carnaval do país, todo mundo que tinha conciencia social, queria participar. Eu, por exemplo, que sempre morei nos altos edifícios de um bairro nobre da Paulista, sai de São Paulo e fui para o Rio, unicamente, por causa do Bloco soviético.

Os melhores bofes do mundo você encontra no Bloco soviético; não me venha com papinho! se você quer encontrar a nata da pureza social, humanitária, estética, você tem que ir para o bloco soviético. 2011, foi o ano em que beijei mais bofes por metro quadrado - afinal, tinha que compensar o alto gasto com a viagem de primeira classe - era tanto homem bonito, tudo de olho azul e loirinho. - Embora eu não tenha preconceito social com os favelados cabelo de cascão, só quero que eles fiquem longe de mim, por segurança. Mas voltemos ao melhor bloco do Rio de Janeiro, neste bloco você só vai encontrar gente cool, gente colorida, gente que se diferencia da ralé periférica, careta, que vive em culto evangélico. Quem dera o Brasil inteiro fosse um grande bloco soviético, iremos evoluir um país inteiro somente pela estética.


Bloco "Porão do Dops"
Voltemos ao ano de 2011, nesta época, os malas, os chatos, os que não usam desodorante, ficavam em casa enquanto nós, adultos, iamos fazer sexo e construir o Brasil. O que aconteceu posteriormente foi que após a revolução ideológica que ocorreu no Brasil, entre os anos de 2013 e 2016, esses monstros começaram a sair do esgoto e começou um processo de tomada de espaço dentro da cultura. O bloco "Porão do Dops" é o que chamamos de bloco de carnaval de "direita" - esqueceram que não existe nada mais anti-carnaval do que um bloco de direita. O que eles vão fazer neste bloco? Rezar? Falar sobre bitcoins? Ler os gráficos deturpados de Leandrinho rock? a esquerda deve ter total monopólio desta festa pois a ideologia de esquerda e as minorias que são representadas pelo carnaval formam uma simbiose estética que traz uma vibe perfeita para o Brasil. Não tem sentido juntar uma boa vibe com um gordinho careta que fica roubando gráficos do banco central.

Eu estou puto da vida com esse maldito bloco de direita. Será que eles não pensaram nas vitimas do Dops? Será que eles não pensaram na violência que é comer carne vermelha durante uma festa em que se deve ter respeito pelos animais e minorias? Definitivamente, esse bloco acabou com o carnaval Brasileiro. Até eu que sou apaixonado pelo carnaval, fiquei desanimado com essa tomada de poder, indevido, de algo que é tão da esquerda. Vocês não levam jeito para canaval! Se afastem desta festa! Mas de qualquer forma, eu te desejo um feliz carnaval, senhor neoliberal.

Dicas do Capital Imoral para este carnaval
Eu sei que estou escrevendo para uma Insituto que só tem gente fracassada que ganhou algum dinheiro com bitcoin e esta gastando com prostitutas para tentar reverter sua falta de capacidade para lidar com pessoas. Mas mesmo assim, eu gostaria de recomendar alguns blocos de carnaval para esse ano: Se você quer beijar muito, e é pobre, eu recomendo o bloco "Boladão do amor", lá, provavelmente, você irá encontrar o povão do funk e o pessoal do tipo cascão. Mas se você é um pouquinho mais limpo e tímido, eu recomendo o bloco "Casa comigo", provavelmente você deve encontrar alguns forever alone, classe média alta, que ouve Sandy. Outra dica importante é não encher a cara e sair dando a bunda pra todo mundo; cara! você pode pegar aids e morrer. Fica brincando de bumbum guloso pra ver o que acontece com você. Drauzio varella, com aquela cara de morto-vivo, vai te visitar. Feliz Carnaval. ;D

Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.


Frédéric Bastiat em seu livro Harmonias Econômicas já tinha explicado como o livre mercado e a livre concorrência "transformam utilidades onerosas em utilidades gratuitas".

A transmutação dos bens da natureza em "coisas gratuitas" é exatamente o que políticos vivem prometendo, mas que, na prática, o livre mercado entrega.