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Últimos comentários


Without Rules,

"Uma sociedade consegue ter um desenvolvimento mais CONSTANTE sob um governo monárquico minarquista..." do que sem governo ?

Não, pois o governo sempre irá expandir, e isso prejudicará o desenvolvimento CONSTANTE da sociedade.

"...ninguém manterá um porta aviões em sua propriedade"

É, então, de quem nós estamos nós defendendo? Do ladrãozinho ou do Estado?

Do ladrãozinho, então pra que militarização? Isso IMPLICA em "ninguém manterá um porta aviões em sua propriedade".
Do Estado, então TEMOS militarização. Isso IMPLICA que existem pessoas/empresas que tem "um porta aviões em sua propriedade".

"vejo que um governo monárquico minarquista evitaria esse riscos"

Então a sua conclusão é que, precisamos do Estado para nós defendemos do Estado?


Não entendo também pq gastam com itens relacionados a futebol(tenho familiares que são sócio torcedores e compram tudo do time a qual torcem ).Lembro que valor é uma coisa SUBJETIVA.


Without Rules,

"...ninguém manterá um porta aviões em sua propriedade"

É, então, de quem nós estamos nós defendendo? Do Estado ou do ladrãozinho?

Do ladrãozinho, então pra que militarização? Isso implica em "ninguém manterá um porta aviões em sua propriedade".

Do Estado, então temos militarização. Isso implica em algumas pessoas/empresas terão "um porta aviões em sua propriedade".


Cleidson, o sistema que você defende já está em vigência praticamente no mundo inteiro, inclusive no Brasil graças ao MEC.

E se as escolas públicas fossem abolidas e as particulares não mais tivessem de seguir o MEC?

Este site defende que cada um matricule seus filhos na rede de ensino que bem entender. E qualquer coisa poderia ser ensinada aos filhos, desde que os responsáveis estivessem de acordo.

A educação estatal - e como ela seria em um livre mercado


O cara vem aqui postar um vídeo desse, como se alguém fosse obrigado a comprar a ideia de quem quer que seja.


Difícil fazer esse povo entender que :

1) Dinheiro não possui valor intrínseco;

2) Dinheiro definitivamente não é riqueza;

3) Produtos e bens ofertados são riqueza;

4) O valor e utilidade de tais produtos é marginal e subjetivo;

5) há escassez no mundo físico material;

6) A quantidade de produtos ofertados não preenche a totalidade de pessoas;

7) Aumentar a quantidade de dinheiro não vai aumentar a quantidade de produtos, logo não vai aumentar a riqueza da população (vide inflação monetária de países como Zimbábue) tem tanto dinheiro lá que o povo pesa papel moeda para comprar meio quilo de arroz se ainda tiver.

8) A solução para reduzir a escassez e baraterar os custos é aumento de produção (o que significa aumento de bens e empregos ofertados)

10) Vale o reforço: Não adianta aumentar a quantidade de dinheiro para a população.

11) Aumento de poder de compra surge com acúmulo o que significa popança e não incentivando consumismo e crédito bancário.

12) nunca haverá igualdade, o trabalho é seu e a responsabilidade por acumular e/ou criar serviços que sejam valorizados o suficiente para que milhares de pessoas queiram pagar para você é somente sua.

13) Brincar de Hoobin Wood, e tirar dinheiro dos que passaram a vida acumulando não vai tornar todos mais ricos, vai apenas sabotar o poder de investimento dos que acumularam e fazer os bens sumirem da sociedade.

ENTENDEU?


Seu professor não compreende que sempre surgem formas novas de criar bens e serviços. a tecnologia é prova disso! silício não será usado para sempre como matéria prima para microchip, recursos naturais não vão acabar da noite pro dia, sempre que um recurso é escasso o custo e o preços dos bens ofertados aumenta para reduzir o consumo excessivo, isso estimula ao surgimento de novas técnicas e novos bens a partir de outros meios mais abundantes, isso é a base real de todo o desenvolvimento do mercado até hoje. se a terra se esgotar um dia, ainda há o espaço e abundantes recursos minerais, pois a terra foi feita dos mesmos recursos. Já que seu professor usou um argumento surreal destes, poderia usar algo similar, porém com o detalhe de que exploração espacial e barateamento do custo futuro de tais tecnologias não é necessariamente um mito, tem avançado ao longo do tempo e podem surgir mais agencias privadas o que a longo prazo pode baraterar a exploração. a space x já quer colonizar Marte.


"Os argumentos são convincentes de que a economia não é jogo de soma zero.
Qual a utilidade, pragmática ou teórica,dessa conclusão? "

experimenta explicar pra um socialista que acredita em planificação de preços e mais valia!


Perdão o OFF. Mas e essa queda global geral em ações, criptomoedas, etc? A bolha ta estourando?



Leandro, lembro de ter lido um comentário seu sobre o fato da inflação monetária interferir na qualidade dos materiais nos interiores dos carros. Por que isso acontece? Isso é exclusivo do Brasil ou ocorre também em países com mais liberdade econômica? E em países com deflação monetária?




Companheiro Lourenço,

já que eu estou zerado, veja por favor se consegue algum dinheiro para mim.

como sou ex-funcionário mortadela (com a crise fui demitido, a culpa é da lava jato), a única coisa que eu sei fazer é subir no ônibus, vestir vermelho, usar boné, assistir os companheiro no palanque, tacar fogo em pneus, bloquear a Paulista e comer pão com mortadela.

se conseguir uns 20 mil R$ para mim já tá bom, assim eu pego a minha parte que algum rico me tomou.

obrigado e saudações vermelhas !


E o grande propagandista desta doutrinação coletiva é o astuto Paulo Freire, "endeusado" com sua "Pedagogia do Oprimido" para infundir na veia do brasileiro o coitadismo das cotas


Vale lembrar que o nacionalismo estatista dos governos republicanos (que se revezam entre fascistas e socialistas) lavou nossos cérebros via MEC, removendo o discurso do liberalismo econômico ao ponto dos brasileiros hoje não terem noção dos 40% que são removidos da nossa produção via impostos para a "coroa" em Brasília. Ao contrário, os brasileiros estão tão alienados que, mesmo sendo usurpados com a incompetência e a corrupção do governo, continuamos demandando que o governo resolva nossos problemas. E pensar que por 1/5 os inconfidentes mineiros enfrentaram a forca.


E veja só todos esses empreendedores exemplares: nenhum veio de nações algemadas ao Marxismo


A religião enquanto contexto dogmático e doutrinador realmente não deve ser tratada no meio educacional por ser uma violência contra o pensamento livre do outro, entretanto ser conteúdo de disciplinas como História e Geografia é importante para compreender a trajetória das nações e contextualizar assuntos como o poder na Idade Média, o terrorismo em países do Oriente Médio e as relações de castas na Índia. O conhecimento e não a doutrinação é necessário para a formação geopolítica do estudante.


Concordo a posição de valores que tornem o homem mais sensível ao sofrimento alheio, mas penso que deidades, fé e dogmas devem ser exclusivamente tratados pelas instituições religiosas. A educação deve ser laica e a moral e ética deveriam vir do berço de cada um. Deus, Alah, Budda, Exus, Bhramma são assuntos para os religiosos tomarem com seus prosélitos e não para serem tratados pelos professores


Sabem o que é muito engraçado?

A Folha e os demais jornais da esquerda isentona SEMPRE foram a favor de altos salários para parasitas públicos. Mas na véspera da condenação do Lula, misteriosamente, começaram a fazer matérias mostrando as mordomias absurdas dos parasitas do Estado.

www1.folha.uol.com.br/poder/2018/02/moro-tem-imovel-em-curitiba-mas-recebe-auxilio-moradia.shtml

A esquerda está repetindo a mesma indignação que a direita sempre mostrou, mas com um atraso de 40 anos.

E lembrando, isso é tudo por conta da condenação do Lula. Só estão atacando o Judiciário por raiva da condenação do Lula. Tiveram 10 anos para fazer isso e nunca fizeram, ao contrário, sempre foram a favor dessas regalias de marajás para os parasitas públicos.


O maior exemplo e o exemplo mais duradouro de livre-mercado foi sob uma minarquia, os Estados Unidos entre 1776 e 1913.
Uma minarquia liberal conseguiu transformar um país de caipiras na maior potência mundial em menos de 2 séculos, coisa que a Europa cheia de intelectuais desde o surgimento da humanidade não conseguiu.

Qual exemplo de livre-mercado em um território sem Estado e sem legislação?

Qual o exemplo de sociedade presente em um território sem Estado conseguiu prosperar?

Como saber qual a Liberdade Econômica em um território que não possuem leis ou regras que garantem a Segurança Jurídica e os Direitos de Propriedade?

Já tinha lido todos os textos que você linkou. Eu posso linkar textos do vermelho.org que não irá provar que o Comunismo seja possível.


Anônimo.

Ninguém está questionando o fato de ser uma contradição.

A questão é: Uma sociedade consegue ter um desenvolvimento mais CONSTANTE sob um governo monárquico minarquista que ESPOLIE os moradores de sua região mas de forma MÍNIMA, ou sem governo?

Para mim, a resposta ainda é a primeira. E por dois pontos:
Militarização (Por mais que haja armamento, ninguém manterá um porta aviões em sua propriedade) e Individualidade cognitiva (nem todos terão a mesma ideia, e o propósito de criar um governo / fazer parte de um próximo sempre será uma opção).

Por esses riscos de INVASÃO e a natureza do ser humano de se unir em sociedades e criar hierarquias, vejo que um governo monárquico minarquista evitaria esse riscos, podendo fazer um país crescer mais constantemente.



Exemplo mais esdrúxulo,oferta e demanda meu caro e leia a história de vários empresários inovadores que levaram porta na cara por que ninguém acreditou em seus projetos e ideias,no entanto ao invés de chorarem e espernearem,foram a luta,persistiram,acreditaram e venceram,enfim o mundo é dos fortes e dos que persistem,quantos aos fracos e parasitas sucumbem ao primeiro vento que sentem,enfim mimimi e vitimismo não leva ninguém a lugar nenhum,quanto a cena do filme,o sujeito que vá bater em outras portas até seu sonho virar realidade.


É, você realmente fazer jus ao nome (Utopia).

"Há exemplos recentes de governos pequenos que protegeram a propriedade privada e as sociedades sob esses governos prosperaram."

Como já expliquei acima, um governo (Estado) protegendo a propriedade privada é uma CON-TRA-DI-ÇÃO! Mas eu vou facilitar as coisas para você, em ultima analise seria o mesmo que dizer, que o ladrão protege a carteira da vítima.

"...as sociedades sob esses governos prosperaram."

Não, as sociedades prosperaram APESAR DELE, E NÃO POR CAUSA DELE (governo).

"Qual exemplo recente de território sem governo que não houve nenhum tipo de tributação que a sociedade se tornou próspera?"

NÃO IMPORTA! O que importa é o que a solida ciência econômica (Praxeologia) diz: "liberdade econômica gera prosperidade". E isso inclui liberdade economia nos setores de justiça e segurança (anarcocapitalismo), e não um monopólio estatal (minarquismo).

- O governo não pode gerenciar empresas eficientemente
- A sociedade não precisa de dirigentes
- Serviços de defesa no livre mercado
- Por que um estado mínimo inevitavelmente leva a um estado máximo?
- A existência do estado é, acima de tudo, uma contradição jurídica
- Como funcionaria uma sociedade sem estado



E ao zerar a fila de consultas, gera uma fila de exames, reconsultas, cirurgias etc. Não estou dizendo que é errado fazer mutirões, mas que na prática só transferem a fila para o próximo gargalo.


Podemos ver como o estado é inútil a começar das prefeituras. Não precisamos delas, simplesmente! mesmo se ainda existisse um mínimo estado, não precisamos do monopólio das prefeituras para construir estradas ou limpar ruas, ou mesmo obras de saneamento, nem mesmo polícia. Estados são feitos de cidades e cidades de bairros. cada bairro pode ter uma associação de moradores, um representante conhecido e confiável que todos tem acesso fácil e sabem onde mora, como já é comum hoje em quase todo lugar. As pessoas que moram neste bairro podem fazer um contrato coletivo contribuíndo cada morador com uma pequena parcela aceitável por todos durante um tempo o suficiente para contratar uma empreitera privada e reformar estradas, ruas, saneamento, etc. O mesmo se daria com a polícia privada. cada bairro financia coletivamente atravéz de contrato, uma empresa de segurança para fazer ronda. Nada disso exige custo exorbitante por morador, e no caso de ruas, limpeza e estradas não exige contribuição compulsória por anos e anos, esperando a bondade de algum prefeito ou vereador.


Os idiotas que saem dessas escolas de economia se esquecem de ver as dívidas que o "estado de bem estar social" tem criado, a desvaloração contínua da moeda ao longo das décadas, e a redução da atividade de mercado, os monopólios que vem surgindo com o crescimento do estado e regulações. Mas a médio e curto prazo as dívidas que o governo jogará sobre a população.


Vou explicar pra vocês, usando apenas um vídeo, o porquê da economia ser um jogo de soma zero.








Realístico mesmo é o estado roubando dinheiro, fazendo mágica distorcendo preços, isso deve ser realístico pra vcs estatistas. Em que o mercado necessita de estado mesmo? pra receber mais imposto? Pra proteger o consumidor? kkkkk pode continuar mugindo gado!



O artigo é sobre liberdade econômica. Ninguém é obrigado a comprar uma ação de uma determinada empresa, é uma decisão livre. A pessoa também pode vender a ação na hora que quiser. A expressão "coletivismo disfarçado" é só uma forma de tentar fazer parecer que as sociedades anônimas funcionam da mesma forma que os regimes socialistas totalitários, onde quem discorda, morre. Seja lá o que vc entenda por coletivismo, não tem o mesmo sentido do usado por autores da escola austríaca.


Sim, é verdade.
Por isso é que eu e outros camaradas lutamos pela aprovação automática, assim a aprovação não será mais um privilégio de poucos, de uma elite de nerds egoístas, que só pensam em si próprios.


É porque o socialismo de cáu marquís nunca foi implementado.
Todos os líderes traíram os ideais socialistas, sendo assim o verdadeiro socialismo nunca foi implementado.

Vamos implementar aqui no Brasil o verdadeiro socialismo de cáu marquís, vocês vão ver como funciona.
É só eleger as pessoas certas.


Uma pergunta de alguém leigo: O ocidente teve grande influência do judaísmo e, em especial, do cristianismo. Ok. Nota-se que os países com população predominantemente católica se desenvolveram menos e são mais adeptos às ideias de esquerda (Brasil, é um grande exemplo). Existe alguma explicação para isso ou seria apenas uma coincidência?


Há exemplos recentes de governos pequenos que protegeram a propriedade privada e as sociedades sob esses governos prosperaram.

Qual exemplo recente de território sem governo que não houve nenhum tipo de tributação que a sociedade se tornou próspera?

Aliás, Segurança Jurídica e Direitos de Propriedade são itens importantes para o ranking de Liberdade Econômica.


Muito obrigado companheiro André.

Poderia me conseguir o dinheiro para a passagem ?

...de avião, na primeira classe se possível.



Caro órfão. Acredito que terá mais chance em Cuba ou na sua querida Venezuela.



É vdd, espero que o site volte assunto que por sinal é fundamental para entendimento da economia e geopolítica atual.


concordo, não se espera tamanho analfabetismo funcional de leitores de MIses.


Bom dia aos administradores da página, não li o artigo completo, vi apenas alguns recortes da internet, mas entendi tanto a ideia do escritor como o motivo da retirada. Realmente haviam alguns termos e até frases que pela simplicidade e superficialidade com que foram colocadas abrem margem p distorções torpes da patrulha do politicamente-correto. Por outro lado não discordo da ideia central do texto pois é fato mais que obvio que a nossa cultural engloba nossa história e nossa história contém elementos dos quais não temos controle e muitas vezes nem ao menos temos ciência, herdamos costumes, manias, ritos, doenças, habilidades e diversos outros elementos de forma hereditária. É evidente que todos esses elementos dificultam ou ajudam a conquistar uma condição social mais elevada, sem falar de heranças que as vezes vem de dinastias como acontece na família Rockefeller.
Em resumo achei a ideia do texto muito inteligente porém a forma superficial como foi dita abriu margem para más interpretações. Por favor espero que vcs repensem o assunto para ser republicado pois o msm consiste em um dos principais fundamentos da ciência política econômica e Mises, na minha opinião foi o maior cientista político da história.
Só p finalizar, não permitam nunca que essas ideias homogêneas de igualdade impeçam vcs de dizerem a vdd, afinal uma sociedade totalmente igualitária foi alcançada pelo comunismo/nazismo, sempre que nós que temos um compromisso com a vdd e com o bem social permitimos que essas ideias coletivistas,(que via de regra são totalmente totalitárias) não sejam rebatidas com o devido argumento, genocídios e desrespeitos aos direitos individuais são claramente o produto do nosso silêncio.
Aguardo a resposta do Instituto e espero sinceramente que esse assunto retorne ao portal.


Verdade. E novamente cito Emirados Árabes.

A população em geral, mesmo estrangeiros, têm um respeito que beira o religioso pelo governo, que é visto como correto e sensato. Um tanto ingênuo e perigoso, mas a meu ver, a maneira como o governo é visto por lá é merecida. Sem impor, ganharam a confiança da população.

Não há muitos policiais nas ruas. E a população carcerária é minúscula. No entanto, a criminalidade é das mais baixas do mundo.

Questão toda é: leis claras e sensatas, liberdade. É isso que gera paz e prosperidade.


Pois é, infelizmente gasolina não substitui o alimento das necessidades humanas.
??????????


Ciro Gomes já sabe disso, mas ele é um psicopata político, quer fuder o povo local tornando o produto da indústria nacional uma pechincha para os extrangeiros e tornando não só os produtos nacionais mas principalmente os produtos importados, caríssimos para o consumo interno na moeda local, para com isso proteger o Brasil da competição desleal com a indústria e extrangeira, valorizando o poder de compra dos gringos e matando o poder do compra dos brasileiros. É o Cirão da Massa.


O sonho de Ciro Gomes, tornar o Brasil barato para os extrangeiros e caríssimo para os brasileiros, para assim proteger a indústria brasileira da competição desleal com os extrangeiros, pera aí tem algo errado ??????


Companheiros !

Alguém aqui pode me indicar um movimento social bem bacana ? Já fui funcionário-mortadela do MST e do MTST mas fui demitido.

Preciso muito desse emprego, sou excelente no que faço.

Obrigado.


Stranger Things e o mundo invertido

Diante de tanta porcaria que assistimos ultimamente, a série Stranger Things é uma gota de inocência em um mar de lixo intelectual {1}. Este seriado foi a melhor coisa que aconteceu nos últimos anos justamente porque não carrega este peso excessivo de sexualidade e violência gratuita. Eles conseguiram trazer uma atmosfera muito legal dos anos 80. Vamos entender um pouco mais sobre esta série.

A série se passa na década de 1980 e o ambiente gira em torno dos elementos culturais dessa época. Tudo acontece na cidade fictícia de Hawkins, onde o Laboratório Nacional de Hawkins realiza pesquisas científicas para o Governo na luta contra os Comunistas. Mas este laboratório realiza, secretamente, experimentos paranormais e sobrenaturais, incluindo experimentos que envolvem pessoas em testes humanos. Uma pobre menina de 12 anos foi sequestrada, pelos porcos imperialistas, ainda no ventre de sua mãe e desde o seu nascimento ela vai adquirindo super poderes telecinéticos. O problema é que esta menina abriu um portal que leva para o mundo invertido: O Mundo Invertido é uma dimensão espacial paralela que coexiste com a nossa própria dimensão. Portanto, existia à cidade Hawkins e o mundo invertido de Hawkins que seria um lugar obscuro de dor e sofrimento.

Precisamos ter uma visão social sobre o mundo invertido
Eu poderia ficar o dia inteiro falando sobre esta série, mas, eu não tenho espaço suficiente pois este instituto maldito fica censurando meus artigos. Então vamos diretamente ao ponto central da questão: O mundo invertido. A menina que têm super poderes e consegue deslocar entre os mundos se chama onze, e ela consegue experimentar durante a série como é viver no mundo real e na outra dimensão obscura. No mundo real, Ela vivia na casa de um menino branco e burguês onde haviam todos confortos da década de 80; e a série mostrava como ela ficava maravilhada diante do fato de estar em um ambiente familiar, em uma casa confortável, com uma família estável. O que quero dizer com tudo isso?

Ora, o Brasil tem o seu próprio mundo real e o seu "mundo invertido". Onde está o mundo invertido do Brasil? Está nas ruas meu amigo. Olhe para as ruas e você verá meninos de doze anos que não tiveram a mesma sorte que a onze. Olhe para miséria humana deste país e você verá um mundo tão obscuro quanto o que foi apresentado nesta série. Sabe o que é mais curioso? A maioria dos Brasileiros também não conseguem ver este mundo invertido.

{1} Pare de ver porcaria na internet, cara. Eu estou puto com a quantidade de lixo que as pessoas consomem no Facebook, Youtube, e Netflix. Como a pessoa consegue perder toda noção de estética e qualidade sonora? Veja que não se trata de um elitismo intelectual mas da noção básica do que é real e belo. Vá no trend topics do youtube para ver o que representa a mentalidade do Brasileiro médio. Um lixo! Um nojo. Depois vem reclamar que nós, socialistas, somos elitistas. Sim! nós somos, devido a realidade em que o Brasil se encontra, é impossível não ser.

Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.


Thales eu não sei por que a Margaret Thatcher não privatizou o sistema público de saúde talvez porque ela já tinha brigas demais para enfrentar mas eu duvido que ela acreditava nesse sistema. Existe muita gente que acha perfeitamente natural um país viver à beira da falência contanto que forneça educação, e saúde e empregos públicos para o máximo de pessoas possíveis países como a França os nórdicos a Inglaterra e principalmente países de terceiro mundo.


Nas Bahamas, sim: thebahamasguide.com/facts/taxes/

Infelizmente, os EAU estão abandonando seus princípios. Em outubro de 2017 introduziram VAT de até 100% para perfumes, refrigerantes e cigarros, inclusive em duty free; a partir do início de 2018, 5% sobre o restante dos produtos. E a declaração precisa ser em árabe, língua que boa parte da população não fala:

government.ae/en/information-and-services/finance-and-investment/taxation/valueaddedtaxvat

A nova geração de sheikhs, estudada na Europa, parece ter sido infectada pela doença do bem estar social:

www.vision2021.ae/en


Leandro e Ubiratan

Acho que este estudo do controle de preços da Petrobrás é melhor do que esse que você postou na alínea 'a':

zbn.com.br/controle-de-precos-da-petrobras-chegou-hora-de-pagar-conta/

Tem dados mais robustos que sustentam a argumentação.


"...um governo pequeno que defenda os direitos de propriedade privada..."

Um governo (Estado) não pode possivelmente defender os direitos de propriedade privada. Se o governo for proteger a propriedade privada utilizando uma Polícia Estatal, então ele terá que coletar impostos. No entanto, impostos são expropriação. Desta maneira, o governo paradoxalmente se transforma em um expropriador protetor da propriedade privada.

Aguardando algum embasamento teórico da sua afirmação:

"...um governo, de preferência monárquico, é capaz de manter a ordem vigente por um tempo mais prolongado que uma sociedade sem governo."



Pobre Paulista,

É exatamente esse ponto que questiono.

Concordo plenamente com você que, um governo limitado, ainda espolia a propriedade privada por definição.

Entretanto, o que eu coloco é outro ponto para contrabalancear esse defeito: Uma sociedade minarquista monárquica limitada geograficamente, por ter o monopólio das leis e amplo poder de fogo - não conseguiria manter por mais tempo essa proteção a propriedade (repito, mesmo a espoliando, mas em menor volume) do que uma sociedade anarcocapitalista?


Posso fazer uma analogia ao Bitcoin e ao Ouro atualmente. O Bitcoin, à longo prazo, tem a tendência de se valorizar mais firmemente que o ouro, já que foi moldado para ser uma moeda deflacionária. Ele, nessa relaçãop Risco x Crescimento, seria análoga a minha sociedade anarcocapitalista. Já o Ouro hoje, inflaciona devido a sua produção, mas em baixo volume, sendo mais estável que o Bitcoin e se desenvolvendo com mais firmeza. Essa seria a Sociedade Minarquista.



Já percebi que muitas pessoas acham que para saber a quantidade de impostos pagos nos países é só olhar a carga tributária. Mas isso está redondamente errado.

Está errado por causa da Curva de Laffer. Se você cobrar, por exemplo, 30% de impostos das empresas e depois de alguns anos cobrar, por exemplo, 60% de impostos das empresas, a arrecadação pelo governo tende a ser menor ou menor proporcionalmente do que o governo esperava (se ele esperava dobrar a arrecadação das empresas, isso não irá acontecer).
E isso acontece porque quando os impostos são muito elevados de acordo com o padrão de vida do país, as empresas e as pessoas tendem a sonegar e a evadir os impostos. Mas esse esforço é desnecessário quando os impostos estão razoáveis para o padrão de vida daquele país.

O Haiti cobra MUITOS impostos das empresas que estão dentro de seu território. Apenas sobre o lucro cobra-se 30%, sob o ganho de capital cobra-se 15%, a taxa do valor da propriedade é de mais 15% e eu nem vou listar os outros, veja por conta própria:
www.doingbusiness.org/data/exploreeconomies/haiti#paying-taxes
Para se ter uma ideia, o Haiti é praticamente o país mais pobre da América Latina e na questão de liberdade fiscal está na metade inferior do ranking de países da América Latina.

Agora me diga, que tipo de louco irá querer investir em um país pobre que não oferece nenhum atrativo fiscal? O governo do Haiti deveria usar a cabeça e pensar: já que minha população é burra e improdutiva, eu irei atrair as empresas estrangeiras cobrando apenas 5% de impostos e irei reformar a minha Burocracia para melhorar a facilidade de se abrir negócios (outro ponto que não é nada bom no Haiti, só ver a posição no mesmo link). Mas não, o governo não percebe que se fizer isso iria até mesmo aumentar sua arrecadação.
O único culpado pela situação do Haiti ter chegado nessa condição é o governo. E o único culpado para a situação continuar nessa situação também é o governo. O mundo gosta do Haiti, mas não dá para investir em um país assim. E eu nem sequer toquei na questão da Segurança Jurídica, pelo que vi no ranking do Doing Business, a herança cultural do Papa Doc continua até hoje.


Embora o ideal defendido por libertários seja o anarcocapitalismo, apenas existiram exemplos de livre-mercado sob o minarquismo.

Para a ética anarcocapitalista começar a ser seguida por todos e a dar resultados, precisariam algumas gerações e uma população com uma moral avançada.


Engraçado quando falam em querer um estado mínimo mas opressor, que eduque e coloque regras, que sempre são infringidas por uns elementos da sociedade na sua maioria corrupta e que usa depois esse poder, para controlar os governos, que sempre usaram essas mesmas regras para controlar a população. Depois numa sociedade e estado corrupto, desejam o livre mercado sem interferência do estado. História já vista e contada, temos de aprender com o passado.

Pois bem, como acontece em países desenvolvidos, obviamente com uma grande e estável estrutura social, com grande poder de produção e de autossustentabilidade: econômica, energética, justiça, financeira, agrícola.... Onde há poucas diferenças sociais, pequenas diferenças salariais e com estado para regular, fiscalizar... Onde a riqueza do país é dividida pela população, vivem com grande apoios socais, educação, justiça, saúde, com excelentes salários e poucas diferenças de valor... Estas serão as sociedades próxima da perfeição.
Estes países são os nórdicos, Suíça, Nova Zelândia, Austrália, Canadá




TCHÊ, PARABÉNS! Que equaçãozinha interessante...mas dá para entender , e vi que o petismo não tem vez, não tem como encaixar, faltam todas as condições básicas:
---CIVILIDADE- são boquirrotos desbocados, já viram algum petista agradecer, sorrir,ceder a vez para um idoso?
---DIVISÃO DO TRABALHO- só divisão de propin e roubalheira
---MENOS ESTADO- Jamais,querem mais sindicatos,repartições,aspones
---POUPANÇA- só a dos outros
---inveja, nesse particular são campeões
---AMBIÇÃO- Desmedidas
---OBEDIENCIA A CONTRATOS - combinam tudo tudo e não cumprem nada,NADA

Como se vê, esta equação não contempla a seita de LULA nem seus fiéis


Um off topic, mas que pode ter relação com o assunto (acredito que sempre tem), nunca vi até agora alguém de fato justificar o porquer um sistema ancap seria uma utopia. O argumento que mais observo é a respeito de empresas ou coperativas privadas poderem acumular capital ou se unirem a outras empresas maiores para criar um supercongloberado de estado privado. A questão é: como isso seria possível? Levando em conta que soldados de uma empresa privada não tem obrigação de trabalhar para tal e não seriam punidos por se demitirem, porque milhares de soldados seriam idiotas para aceitar empreitar em uma guerra para matar suas próprias famílias para satisfazer os interesses de uns empresários qualquer?

No exercito e polícia estatal isto só é possível porque além do monopólio da força, você é coagido pela própria força a financiá-lo com impostos, assim, comandantes podem ser facilmente subornados por políticos e podem obrigar um exercito a atacar o povo já que tendo este monopólio, podem punir os soldados que se rebelarem. Por mais pobre e miserável que uma sociedade possa estar, inclusive por uma guerra, o estado continuará rico, pois pode escravizar o povo com impostos e coerção armada. Em uma sociedade onde eu trabalho como um soldado de uma empresa privada da qual não tenho obrigação de trabalhar e onde o povo não tem obrigação de financiar, porque aceitaria destruir o mundo onde vivo ou simplesmente matar uma parcela de inocentes para os interesses de alguns?


O senhor nunca terá esses livros porque esses não existem.


A polícia de Cingapura prendia quem não apertasse a descarga nos banheiros públicos. Também era proibido mascar chiclete na rua. Ladrões, traficantes e assassinos eram punidos com varadas nas costas e pena de morte em Cingapura.

Isso parece meio radical, mas não gerou nenhuma revolta. Como o governo era sério, as pessoas respeitavam as leis e o próprio governo.

A questão é mais simples do que parece. Se o governo for sério e competente, a maioria das pessoas vão respeitar as leis e a justiça.

Penas duras para criminosos só funcionaram em países sérios e com governos que respeitam a população. O oriente médio teve vários países com pena severas, mas não resolveu por conta dos governos corruptos.

A cultura do crime começa pelos políticos e funcionários do governo. Quando a justiça solta criminosos, ou quando corruptos usam o governo para roubar e obter privilégios, o país acaba virando um caos. Ninguém respeita mais nada e vira uma guerra desnecessária.

O Brasil está numa situação de ladrão roubando ladrão



A wikipedia em ingles é relativamente confiável, na maioria dos assuntos.


Não é um debate anarcocapitalismo x minarquismo e sim um debate sobre acúmulo de capital, livre mercado e respeito à propriedade privada. Aonde houver isso, haverá crescimento econômico, independentemente do governo.

Claro que com o governo em cena, independentemente de seu tamanho, há uma subtração nos ganhos de valor oriundos das livres trocas e da propriedade privada, no entanto, se essa subtração for sistematicamente menor do que os ganhos de valor, ainda assim haverá crescimento, embora não na sua maior velocidade possível.

Agora me explique como que um governo, ainda que limitado, é capaz de garantir o respeito à propriedade privada sem que haja um espoliamento da mesma.


Bahamas e Emirados Árabes Unidos são uns dos melhores exemplos do que acontece quando uma minarquia monarquista é colocada em prática. Democracia é suicídio no longo prazo.

E aliás, esse é o anarcapitalismo em prática: minarquias monarquistas. Infelizmente nenhum país com dimensões continentais possui esse modelo.



Aliás, notei agora. Os Emirados são tão ocidentais que a foto que decora o post é da Marina de Dubai.

Não sei se foi proposital por parte do editor.


Sobre a relação entre Liberdade Econômica e Desenvolvimento, tudo ok.

O que o texto me desperta a curiosidade é - como um governo pequeno (não apenas em atribuições, mas também geograficamente) que defenda os direitos de propriedade privada consegue manter um desenvolvimento contínuo e constante de suas regiões, e tenho minhas dúvidas se alguma região conseguiu se desenvolver dessa maneira enquanto anarcocapitalista - de forma que entendo que um governo, de preferência monárquico, é capaz de manter a ordem vigente por um tempo mais prolongado que uma sociedade sem governo.


Cito como exemplo a Dinastia dos Habsburgos e o desenvolvimento social e cultural da Áustria durante a Idade Moderna - em que, até onde sei (perdoem-se se estou sendo ignorante nesse ponto) teve um crescimento invejável sob um governo que não cresceu seu poder acima de seu povo, como vem ocorrendo com os E.U.A.

Obs: Sim, é um convite a um debate sobre o anarcocapitalismo x minarquismo


Ah, o bom e velho "Nós", o único resolvedor absoluto de todo e qualquer problema da humanidade.

Quando eu crescer quero ser tão imbatível quanto o "Nós".



A razão dele não libertar os escravos nos Estados do Norte foi única: não haviam escravos na maioria dos Estados do Norte e nos residuais, ele tentou alterar juridicamente eou através das assembléias estaduais. A nível federal, tentou remover Taney, chefe de justiça da Suprema Corte americana do cargo e alterar a Lei aprovada pelo próprio Taney (o caso Dredd Scott), de que os negros não eram cidadãos e não tinham direitos civis.

Antes, haviam leis estaduais no sul, aceitas federalmente, a "Lei dos escravos fugidos", em que um escravo que fugisse a outro estado poderia ser resgatado ou morto pelo dono, sem que ninguém interpusesse. Ainda ordenava que os estados não escravocratas ajudassem em sua captura. A questão ía até o nível internacional. Chegaram a tentar obrigar a Inglaterra a indenizar negros apreendidos em navio, no caso Trent.

Quando Lincoln impôs a Proclamação de Emancipação, mandou tudo isto que eu disse às favas e tudo isto perdeu legalidade.

Os eventos históricos são muito, mas muito mais complicados do que possa parecer. E muito mais complicado do que ocorreu no Brasil.


Lendo mais e mais o artigo, passei a ver mais nuances estranhas. É incrível ser tão fácil destruir e tão difícil construir ou, pior, reconstruir com honestidade intelectual. Tanto que, após lê-lo tantas vezes, passei a temer ser o agente perpetrador de futuras críticas.
O ponto em questão é o debate Douglas Lincoln citado. Primeiro de tudo, e do qual já perdemos uma confiança plena, é a referência bibliográfica: (traduzido) "Abraham Lincoln, Primeiro debate Lincoln-Douglas, Ottawa, Illinois, 18 de Setembro, 1858, no "The Collected Works of Abraham Lincoln"". Os eventos, na verdade, vêm na seguinte sequência: 16 de Junho 1858, discurso da "Casa Dividida", em Springfield; 21 de Agosto 1858, 1º Debate com Stephen Douglas em Ottawa, Illinois; 27 de Agosto 1858, 2º Debate, em Freeport, Illinois; 15 de Setembro 1858, 3º Debate, em Jonesboro, Illinois; 18 de Setembro 1858, o 4º Debate, em Charleston, Illinois, depois o 5º, 6º e etc. Desta forma, o primeiro debate em Ottawa foi dia 21 de Agosto e não 18 de Setembro. Pode parecer pouco, mas isto acaba confundindo muito quem procura verificar a veracidade do texto citado.
Bom, o primeiro debate, em Ottawa traduzi ao "pé da letra" o máximo que pude um trecho do seu texto de abertura que mais se aproxima do texto citado no artigo do Sr. Walter William, mas mantendo o parágrafo inalterado, mantido por inteiro. Me perdoem antecipadamente qualquer tradução errônea que, garanto, terá sido por ignorância minha (que não é pouca) e não por má intenção. Leiam a seguir o texto e depois comparem com o texto citado no artigo. Verão como difere bastante e omite partes importantes. Claro que no meio disso tudo, vemos um Lincoln que nega o potencial dos afrodescendentes. Mas estamos falando de um homem público que estava diante de uma Nação altamente polarizada e com alto potencial de violência e intransigência. Do seu íntimo talvez não saibamos nunca mais sobre isso.
O texto foi retirado do livro "Noted Speeches of Abraham Lincoln" última edição de 2015, por Richard Hulse, edição de Lilian Marie Briggs (Online: www.gutenberg.org e www.pgdp.net a partir dos arquivos na Biblioteca americana ( archive.org/details/americana )
" Agora, cavalheiros, não quero discursar por nenhuma grande extensão; mas esta é a verdadeira aparência de tudo o que eu tenho sempre dito a respeito da instituição da escravidão e da raça negra. Isto o é por completo; e qualquer coisa que me implique dentro de sua ideia de igualdade social e política perfeita com os negros é tão somente um arranjo falacioso e fantástico de palavras, pelo qual um homem pode provar que uma castanha-da-Índia (horse-chestnut) é um cavalo castanho (chestnut horse). Eu direi aqui, a respeito deste tema, que eu não tenho o propósito, direta ou indiretamente, de interferir na instituição da escravidão nos Estados onde ela existe. Eu acredito que eu não tenho direito legal de fazê-lo, e eu não tenho inclinação para fazê-lo. Eu não tenho propósito de introduzir uma igualdade social e política entre as raças branca e negra. Há uma diferença física entre as duas as quais, em meu julgamento, irá provavelmente afastar para sempre suas convivências em pé de perfeita igualdade; e, já que se torna uma necessidade de ter de haver uma diferença, Eu, assim como o Juiz Douglas, sou a favor da raça à qual eu pertenço como tendo a posição superior. Eu nunca tenho dito qualquer coisa em contrário, mas eu mantenho que, não me opondo a tudo isto, não há razão no mundo pela qual o negro não seja designado a todos os direitos naturais enumerados na Declaração de Independência, - o direito à vida, liberdade, e a busca da sua felicidade. Eu mantenho que ele é tão designado a estes quanto o homem branco. Eu concordo com o Juiz Douglas de que ele não é meu igual em muitos aspectos.- certamente que não em cor, talvez não em dote moral ou intelectual. Mas no direito de comer o pão, sem que seja o resto em qualquer outro, do qual suas próprias mãos conseguirem, ele é meu igual e o igual do Juiz Douglas e o igual qualquer homem vivente. " (1)

O trecho final, de que Lincoln gostaria de ver uma separação das raças, não foi encontrado. No entanto, há duas passagens em que ele descreve algo parecido, mas não tem nada a ver com o sentido completo da frase: onde ele questiona qual seria a melhor forma de libertar os escravos:

" Quando o povo sulista nos diz que eles não são mais responsáveis pela origem da escravidão do que nós, eu admito o fato. Quando é dito que a instituição existe, e que é muito difícil dela se livrar sob qualquer caminho satisfatório, eu posso entender e valorizar o que foi dito. Eu certamente não irei culpa-los por não fazer o que eu mesmo não possa saber fazer. Se todo o poder terreno fosse dado a mim, eu não saberia o que fazer com a instituição existente. Meu primeiro impulso poderia ser de libertar todos os escravos, e mandá-los para a Liberia – para a terra natal deles. Mas mesmo que uma reflexão momentânea possa me convencer disto, mesmo sendo de alta expectativa (como eu penso que é) deverá ocorrer em um tempo longo, sua execução de súbito é impossível. Se eles lá se estabelecerem num dia, eles irão todos perecer nos próximos dez dias; e não há suprimento de navios e suprimento de dinheiro suficiente neste mundo para carrega-los para lá por mais tempo que dez dias. Então o que fazer? Libertá-los todos, e deixá-los entre nós como uns subordinados nossos? É tão certo assim de que isto melhorará a condição deles? Eu penso que não posso manter alguém na escravidão, em nenhum grau; o ponto ainda não é claro o suficiente para mim a ponto de condenar violentamente alguém sobre isso. O que fazer? Libertá-los, e torná-los politicamente e socialmente nossos iguais? Minha intuição não admitirá isso; e se a minha pudesse, nós bem sabemos que aquelas da grande massa do povo branco não o admitirá. " (2)
e
" (...) Se assim for, então tenho o direito de dizer que, a respeito desta questão, a União é uma casa dividida contra ela mesma; e quando o Juiz me lembra de que eu tenho sempre dito a ele que a instituição da escravidão tem existido por oitenta anos em alguns Estados, e ainda que ela não existe em algumas outras, eu concordo com o fato, e eu adiciona a isso vendo o posicionamento do qual nossos pais originalmente a colocou - restringindo-a dos novos territórios onde não chegou, e legislando contra sua proliferação. O pensamento do público repousa na crença de que isto estava no curso da extinção final. Mas ultimamente, penso eu, - e nisso não mudo nada dos motivos do Juiz, - ultimamente, penso que ele, e aqueles agindo com ele, alteraram aquela instituição para uma nova fundação, da qual vislumbra a perpetualidade e a nacionalização da escravidão. E enquanto é posta em uma nova fundação, digo e tenho dito acreditar que nós não devemos ter paz sobre a questão até que os oponentes da escravidão impeçam a última proliferação disto, e coloquem ela onde o julgamento público deverá descansar na crença de que está no curso da extinção final; ou, de outro lado, de que seus encorajadores irão empurrar adiante até que possa se tornar próximo da legalidade em todos os Estados, o velho como o novo, o Norte tal qual o Sul. (...) A crise será passado, e a instituição (da escravidão) possa ficar por uma centena de anos – se puder viver tanto tempo – nos Estados onde ela exista, ainda assim ela deixará de existir de modo que seja melhor para ambas as raças branca e negra. "

Lincoln podia ser preconceituoso (na época não era nada anormal e hoje ainda existem muitos) mas ele caminhou e lutou contra a escravidão desde o princípio entre os radicais de cada lado, com duas tentativas de assassinato pelo menos e, direta ou indiretamente, aboliu a escravidão. Não podemos torna-lo herói porque ninguém resiste ao tempo, mas notem a diferença de discursos (ainda no 1º debate) e verão que ele era no mínimo alguém para ser muito admirado:

Do Juiz Stephen A. Douglas (ele era da elite jurídica à época): " (...) Em primeiro lugar, eu me oponho à cidadania do negro em toda e qualquer forma. Acredito que este governo foi feito em uma fundação branca. Acredito que foi feita pelos homens brancos, para o benefício dos homens brancos e para a sua posteridade para sempre; e eu sou a favor em restringir a cidadania aos homens brancos, os homens de nascimento Europeu e seus descendentes, ao invés de conferi-la aos negros, índios, e outras raças inferiores. (...) ". (4)
De Lincoln: " Esta declarada indiferença, mas que por mais que eu pense encobre o real zelo para a proliferação da escravidão, não posso senão odiar. Eu odeio isso por causa da monstruosa injustiça da escravidão por si mesma. Eu odeio isso porque ela priva nosso exemplo republicano de sua correta influência no mundo; permite que inimigos das instituições liberais, com plausibilidade, nos zombem como hipócritas; causa aos amigos da liberdade a duvidarem de nossa sinceridade, e especialmente porque força muitos bons homens contra nós mesmos em uma guerra aberta nos princípios fundamentais da liberdade civil (...) " (5)

Novamente, peço antecipadamente desculpas por qualquer má tradução.
Abraços e boa sorte a nós brasileiros, sejamos quem formos, todos com potencial enorme, no que virá a ocorrer nos próximos anos.

1 - " Now, gentlemen, I don't want to read at any great length; but this is the true complexion of all I have ever said in regard to the institution of slavery and the black race. This is the whole of it; and anything that argues me into his idea of perfect social and political equality with the negro is but a specious and fantastic arrangement of words, by which a man can prove a horse-chestnut to be a chestnut horse. I will say here, while upon this subject, that I have no purpose, either directly or indirectly, to interfere with the institution of slavery in the States where it exists. I believe I have no lawful right to do so, and I have no inclination to do so. I have no purpose to introduce political and social equality between the white and the black races. There is a physical difference between the two which, in my judgment, will probably forever forbid their living together upon the footing of perfect equality; and, inasmuch as it becomes a necessity that there must be a difference, I as well as Judge Douglas am in favor of the race to which I belong having the superior position. I have never said anything to the contrary, but I hold that, notwithstanding all this, there is no reason in the world why the negro is not entitled to all the natural rights enumerated in the Declaration of Independence,—the right to life, liberty, and the pursuit of happiness. I hold that he is as much entitled to these as the white man. I agree with Judge Douglas he is not my equal in many respects,—certainly not in color, perhaps not in moral or intellectual endowment. But in the right to eat the bread, without the leave of anybody else, which his own hand earns, he is my equal and the equal of Judge Douglas, and the equal of every living man. "

2 - "When Southern people tell us they are no more responsible for the origin of slavery than we, I acknowledge the fact. When it is said that the institution exists, and that it is very difficult to get rid of it in any satisfactory way, I can understand and appreciate the saying. I surely will not blame them for not doing what I should not know how to do myself. If all earthly power were given me, I should not know what to do as to the existing institution. My first impulse would be to free all the slaves, and send them to Liberia,—to their own native land. But a moment's reflection would convince me that, whatever of high hope (as I think there is) there may be in this in the long run, its sudden execution is impossible. If they were all landed there in a day, they would all perish in the next ten days; and there are not surplus shipping and surplus money enough in the world to carry them there in many times ten days. What then? Free them all, and keep them among us as underlings? Is it quite certain that this betters their condition? I think I would not hold one in slavery, at any rate; yet the point is not clear enough to me to denounce people upon. What next? Free them, and make them politically and socially our equals? My own feelings will not admit of this; and if mine would, we well know that those of the great mass of white people will not.

3 - " If so, then I have a right to say that, in regard to this question, the Union is a house divided against itself; and when the Judge reminds me that I have often said to him that the institution of slavery has existed for eighty years in some States, and yet it does not exist in some others, I agree to the fact, and I account for it by looking at the position in which our fathers originally placed it,—restricting it from the new Territories where it had not gone, and legislating to cut off its source by the abrogation of the slave trade, thus putting the seal of legislation against its spread. The public mind did rest in the belief that it was in the course of ultimate extinction. But lately, I think,—and in this I charge nothing on the Judge's motives,—lately, I think that he, and those acting with him, have placed that institution on a new basis, which looks to the perpetuity and nationalization of slavery. And while it is placed upon this new basis, I say and I have said that I believe we shall not have peace upon the question until the opponents of slavery arrest the further spread of it, and place it where the public mind shall rest in the belief that it is in the course of ultimate extinction; or, on the other hand, that its advocates will push it forward until it shall become alike lawful in all the States, old as well as new, North as well as South. Now I believe, if we could arrest the spread and place it where Washington and Jefferson and Madison placed it, it would be in the course of ultimate extinction, and the public mind would, as for eighty years past, believe that it was in the course of ultimate extinction. The crisis would be past, and the institution might be let alone for a hundred years—if it should live so long—in the States where it exists, yet it would be going out of existence in the way best for both the black and the white races. "

4 - (...) For one, I am opposed to negro citizenship in any and every form. I believe this government was made on the white basis. I believe it was made by white men, for the benefit of white men and their posterity forever; and I am in favor of confining citizenship to white men, men of European birth and descent, instead of conferring it upon negroes, Indians, and other inferior races.(...) "



É natural que as nações jovens estejam inclinadas ao protecionismo até sua hora chegar.

Bahamas e Emirados Árabes são nações que se tornaram independentes no começo dos anos 1970 e não são, nem nunca foram, protecionistas. Aliás, protecionismo provavelmente provocaria até fome e mortes em lugares que precisam importar ou dessalinizar água do mar, porque sequer têm fontes de água doce suficientes para suas populações.

Emirados Árabes é um caso sui generis, que demonstra que o problema não é o povo que vive em um lugar, mas sim o sistema:

- é um país islâmico, mas administrado segundo os melhores conceitos de liberdade econômica (embora não seja perfeito, como nenhum lugar o é);

- concentra a população com o maior consumo per capita do mundo e um padrão de vida de fazer inveja a muita cidade americana, senão a todas;

- hoje tem uma mistura de raças absurda: fachadas de lojas chegam a apresentar propaganda em quatro alfabetos diferentes, como árabe, chinês, inglês e russo;

- não obstante, também é o país com a menor taxa de crimes violentos per capita do mundo (www.khaleejtimes.com/nation/government/uae-has-lowest-recorded-violent-crimes-rate-in-the-world).


Ótimo, agora só uma última pergunta. Acabo de ver um dado do IFI que em 2015 houve um impulso fiscal de 0,6% do PIB, descontada as pedaladas e as despedaladas...o tal impulso fiscal significa diretamente um aumento de gastos? Ou significa outra coisa?

Valeu pelas respostas!


Onde eu poderia encontrar farto material (e confiável) contando a história política e econômica da China, Japão, Índia e dos islâmicos ao longo das idades média, moderna e contemporânea?


O Mises defende o individualismo recorrendo ao passado, a condições que nada mais tem em comum com a atual realidade. Omite que as grandes corporações são sociedades anônimas de controle pulverizado, em que o acionista majoritário raramente possui mais de 5% das ações. Omite que os principais investidores nessas ações são fundos de pensão de operários, professores e outros profissionais da base da pirâmide - que elegem os CEO em assembléias. Assim, as principais empresas do mundo subordinam-se a um coletivismo organizacional bem distanciado do individualismo. Espero que este Marco Polo que vos fala tenha contribuído para que o instituto possa corrigir suas ideias ultrapassadas.


A Holanda é um país minúsculo que foi totalmente criado pela engenharia. Por se situarem abaixo do nível do mar, os holandeses criaram diques para barrar o Mar do Norte e manter suas terras secas.

O país literalmente cresceu à custa do oceano. Não se sabe de nenhum outro país que tenha feito isso em toda a história humana.

Em 1568, os protestantes se revoltaram contra o controle espanhol do país. Este conflito, a Guerra dos Oitenta Anos, durou mais de uma geração. Os líderes desta revolta eram majoritariamente calvinistas. O calvinismo se difundiu pela cultura holandesa no início do século XVII. Esta foi a grande mudança cultural que ocorreu durante todo este período. De acordo com McCloskey, houve uma mudança de atitude em relação ao empreendedorismo e à riqueza em geral.

Ao mesmo tempo, houve uma quase-revolução na pintura. Os pintores holandeses se tornaram famosos por toda a Europa. E então houve uma expansão do império marítimo holandês. Os holandeses se espalharam por todo o globo.

Eles estabeleceram um enorme enclave na América do Norte, na região em que hoje está a cidade de Nova York. Naquela época, a cidade era chamada de Nova Amsterdã. O império holandês se espalhou também para a costa oeste da Índia e depois para a Indonésia. Os britânicos e os holandeses travaram uma guerra em meados do século XVII, quando ambas as nações eram lideradas por calvinistas. Foi uma guerra para delimitar impérios.

No final do século XVII, a Escócia era conhecida apenas pelos rigores de seu clima, por sua paisagem e por sua teologia calvinista. A produção de algodão vinha ocorrendo há séculos, mas a Escócia continuava sendo um país atrasado. E então, sem nenhum aviso, os escoceses começaram a dominar o pensamento europeu. Adam Smith chegou atrasado nesse processo. Antes dele houve Francis Hutcheson. Houve Lord Kames na área do direito. Houve o poderoso intelecto de David Hume. Houve Adam Ferguson na teoria social. O pensamento social nas ilhas britânicas e na América do Norte passou ter uma orientação crescentemente escocesa.

E então, no século XIX, os escoceses começaram a dominar a indústria com os indivíduos citados no artigo (James Watt, John Loudon McAdam, Cyrus McCormick, Andrew Carnegie)

Recomendo: How the Scots Invented the Modern World: The True Story of How Western Europe's Poorest Nation Created Our World & Everything in It.

Mais tarde, no início do século XX, os escoceses foram substituídos pelos judeus. Estamos vivendo, como disse um livro recente, no século dos judeus. Nas áreas da ciência, da matemática, da teoria econômica, do entretenimento, do investimento e aparentemente de tudo o mais, exceto na agricultura, os judeus se tornaram dominantes. Sua influência é totalmente desproporcional à sua quantidade.

O curioso é que parece não haver nenhuma explicação consistente para essas idas e vindas das pessoas. No caso dos holandeses e dos escoceses, havia de início uma forte dedicação ao calvinismo, mas isso só foi gerar efeitos econômicos muito tempo depois. No caso da Escócia, foram escoceses secularizados que fizeram as grandes contribuições, e não os calvinistas.

Um fenômeno similar ocorreu entre os judeus. O processo de liberalização do judaísmo ocorreu no início do século XIX. Os judeus que fizeram grandes contribuições foram judeus seculares. Calvinistas ortodoxos e judeus ortodoxos parecem não possuir nenhuma vantagem específica sobre as outras culturas.

Até hoje não há nenhuma explicação para esta sequência: ortodoxia, secularização, sucesso. Mas ela claramente existe, e existe fortemente entre os holandeses, os escoceses, e os judeus.


Os liberais e conservadores são os maiores culpados pela falta de liberdade. Isso está mudando, mas a culpa é nossa.

Nós deixamos a esquerda assumir o poder. Nós não fomos capazes de mostrar que a liberdade é o melhor caminho.

Os liberais elogiam apenas políticos que já estão mortos. Os liberais e conservadores que entram na política não possuem apoio, nem mesmo apoio financeiro.

Nós não tivemos capacidade para criar um país livre. Enquanto os liberais trabalhavam, a esquerda tomava de assalto as escolas, universidades, jornais, justiça, etc.

Eu acho que ainda é possível reverter essa situação, mas não será fácil.

Existe um funcionalismo público estabelecido que não vai querer voltar a trabalhar na iniciativa privada. Por isso, a mudança vai ser longa e demorada.


Adam Smith disse que a Holanda era o país que mais próximo havia chegado da adoção integral de suas ideias. Os holandeses foram os primeiros genuínos capitalistas. Só que eles absorveram seus princípios econômicos dos teólogos da Universidade de Salamanca.

Esse livro conta toda a história:

www.amazon.com/God-Capitalist-Markets-Moses-Marx-ebook/dp/B078333TVD/ref=sr_1_4?s=books&ie=UTF8&qid=1513046555&sr=1-4


Olá companheiros !

Algém poderia me dizer onde posso conseguir uma boquinha "teta-de-governo" como a que eu tinha antes do fim do imposto sindical ?

P.S. não sei fazer nada e nunca trabalhei.

saudações vermelhas !


Então os comerciantes basicamente compraram seus direitos de propriedade. Isso me lembra os escritos de Thomas Sowell, que disse que alguns escravos compraram sua liberdade. Interessante que a influência do dinheiro na política, que é vilipendiada, foi o caminho que as pessoas usaram para elevar a humanidade ao maior nível de liberdade que já havia sido alcançado à época.


Houve muitos fatores influindo na Europa (e depois na América do Norte). Até a geografia conta, como mostrou Thomas Sowell em outro artigo. Segurança institucional, liberdade econômica, livre concorrência ajudaram muito.

Outro fator é a abertura mental para novas possibilidades. Os chineses inventaram o papel, a pólvora, a bússola, etc. Mas pensavam: "Meu pai e meu avô não precisaram disso; eu, meu filho e meu neto também não precisamos".



Paz e prosperidade = {[(civilidade + individualismo + divisão do trabalho + poupança + ambição - estado) x população]/ inveja} elevado à potência da obediência aos contratos.

Notem que se a inveja for igual a zero a equação tem de ser solucionada pelo uso de limites, mas tende ao infinito desde que o numerador seja maior ou igual a 1.



Muito interessante.

Quando uma nação concorre com as outras dentro de seu próprio território, o simples fato de ser "local" dá algumas vantagens, como o conhecimento do terreno e do mercado em que atua. Além disso, o governo daquele país desenha as regras do jogo da competição, e as empresas estrangeiras deverão se ajustar a estas regras. Mas essas regras podem ser mais ou menos abertas ou mais ou mais ou menos fechadas em relação às empresas estrangeiras, dependendo da vocação competitiva do país anfitrião.

A imagem que tem prevalecido neste assunto é ilustrada com animais, o ouriço ou porco-espinho de um lado, e a raposa ou a lebre do outro. Enquanto a lebre e a raposa possuem um espírito aventureiro que incentiva a concorrência, o ouriço e o porco-espinho são fechados em si mesmos para se proteger. Os primeiros amam a liberdade. Os outros, a segurança. Os primeiros são inovadores. Os outros são estáticos. Há algo sobre o caráter de cada povo inclinando-se, conforme o caso, pela liberdade ou pela segurança.
Tudo depende do grau de desenvolvimento que tenha o país em um determinado momento. Os países que são "vencedores" aceitam de bom grado a concorrência. Os países que são "perdedores" tentam evitá-lo.

Dos países que evitam a concorrência dizem que são "protecionistas", porque sua prioridade é proteger, por agora, o que eles já têm. Outros países, que têm mais confiança, ao invés de proteger o que eles já possuem, estão inclinados a buscar o que lhes falta. Estas distinções valem não apenas para países, mas também para os seus diversos setores.
Assim, alguns paises apresentam o seguinte: o campo porque se sente competitivo, invade o mundo, e a indústria, ao contrário, precisa de proteção.
]
As tendências protecionistas podem ser razoáveis ou doentes. É natural que as nações jovens estejam inclinadas ao protecionismo até sua hora chegar. Mas há países e setores que parecem nunca ter tempo para competir. Eles são como Peter Pan: crianças eternas que, na primeira dificuldade, procuram ansiosamente refúgio no útero materno.



ótimo texto, só um detalhe, quando fala em "alta idade média" deveria ser "baixa idade média", isso porque a classificação da idade média é diferente no Brasil e nos eua.


Essa ascensão do individualismo no ocidente foi fundamental para o desenvolvimento daquela região. Palavra como "obrigado" e "por favor" com certeza começou a ser mais frequentemente utilizada naquela época.

Uma economia de mercado é mágica por isso: as pessoas precisam uma das outras para atender seus prazeres. É fácil enxergar isso até no dias hoje: países com uma forte economia de mercado são mais pacíficos e tentam evitar, a todo custo, qualquer tipo de conflito, pois sabem que precisam uns dos outros para continuarem prósperos e que guerras só trarão prejuízos.

A idade média foi recheada de guerras por não conseguirem entender esse processo do mercado.

Vivemos a era mais pacifica da história do mundo. Graças ao capitalismo, ao individualismo, a ganância, ao egoismo.

Lidem com isso.


"A demanda da China diminuiu também então?"

No grande esquema das coisas, foi imaterial. Demanda da China não explica queda de 10% do PIB em dois anos, e estagnação em um. Aliás, nem sequer há dados concretos de que "houve redução da demanda da China".

"De qualquer maneira teriamos um crise como vc disse, mas então não seria esse desastre caso não fosse a Nova Matriz?"

Certamente, seria bem mais branda. A Nova Matriz Econômica dearranjou toda a economia, fazendo um estrago monumental.

"Poderia estipular quais seriam as consequências se fosse apenas o aumento do dólar então?"

Não haveria retração da economia. Todo o segundo mandato de FHC ocorreu sob aumento do dólar. A economia foi prejudicada e a renda das pessoas foi afetada, é verdade, mas a economia não encolheu.

"Eu quis dizer que nós exportamos pouco em relação ao PIB (como diz o artigo sobre o governo Lula). Sugerindo que de fato tivesse uma queda nas commodities, nós seríamos pouco afetados então? Já que nossa exportação em relação a nossa economia não é grande"


Correto.


Calma, dá um desconto pro cara. Sendo brasileiro, ele foi acostumado a ver corrupção em tudo e a acreditar que tudo o que ocorre de errado se deve à corrupção, mesmo quando corrupção nada tem a ver com a calamidade.

Aliás, vários brasileiros juram que a situação econômica da Venezuela se deve à corrupção.



Oi?! Quer dizer que seu resolvo comprar um cachorro-quente numa barraquinha da esquina, isso necessariamente depende da existência de uma "estrutura hierárquica"?!

Ou seja, sem Sarney, Temer, Lula ou Dilma, e sem os patetas do STF, essa transação voluntária entre mim e o vendedor de cachorro-quente seria impossível?!

Quanto a existir acordo mútuo, ora, é exatamente isso mesmo. E desde quando haver "acordo mútuo" implica a existência do estado? Se o acordo é mútuo, então aí mesmo é que a existência de qualquer "estrutura hierárquica" acaba sendo ainda mais desnecessária.

Cara, você involuntariamenta acabou de mostrar como o estado é inútil. O estado vai entrar neste arranjo apenas para tomar uma fatia do dinheiro que o vendedor de cachorro-quente conseguir. Uma maravilha.

Belo tiro no pé.


Não. Se uma moeda enfraquece, então você precisa de mais dessa moeda para continuar comprando a mesma quantidade de bens.

Suponha que $1 compra uma banana. Logo, uma banana custa $1.

Agora, suponha essa moeda se desvalorize (porque foi inflacionada ou por qualquer outro motivo).

Logo, esse mesmo $1 não mais consegue comprar a mesma banana. Você vai precisar de mais do que $ 1 para comprar essa mesma banana.

Se uma moeda enfraquece, todos os preços mensurados por ela sobem. Se a moeda está fraca, então é necessário uma maior quantidade dela para adquirir o mesmo bem.

Se o dólar está forte, com 50 dólares você compra uma tonelada de minério de ferro. Se o dólar está fraco, você precisa de 150 dólares para comprar esta mesma tonelada de minério de ferro.


"não há argumentos ou dados demonstrando que a corrupção dos burocratas esteja influenciando na ordem dos atendimentos"

O que apenas mostra que você sofre de crônico analfabetismo funcional.

Em momento algum o autor afirma que o problema da medicina estatal é a corrupção. Em momento algum o autor afirma que os problemas com a saúde britânica se devem à corrupção. Aliás, cazzo, em momento algum a palavra "corrupção" sequer aparece no texto.

Sendo assim, de onde vem esse seu delírio de que o autor está culpando a corrupção?

Vou tentar desenhar: o argumento do autor é que, em uma medicina estatal, inevitavelmente haverá problemas de escassez e racionamento (pelos motivos explicados no texto). Havendo escassez e racionamento, quem irá decidir quem irá receber esse tratamento racionado são as pessoas que estão no comando deste sistema, isto é, os burocratas. São os burocratas que irão decidir qual tratamento é primordial, qual é secundário e qual é desnecessário. Com base nessa triagem, são os burocratas que irão decidir quais indivíduos serão admitidos imediatamente, quais ficarão na fila de espera, quais terão suas cirurgias canceladas e quais serão mandados de volta pra casa,

Isso não tem absolutamente nada a ver com corrupção, cidadão.

Começou a entender agora?



Justificando o estado com uma pergunta..."Que tomada de decisão que envolva duas pessoas não demanda uma estrutura hierárquica entre elas ou de um acordo mútuo?"


O autor do texto informa no subtítulo que "Quando o governo controla a saúde, burocratas determinam quem recebe tratamento" e conclui, ao fim, que "Em um sistema de saúde controlado pelo governo, é o estado quem determina quem pode receber tratamento, como e quando", mas ao longo do texto não há argumentos ou dados demonstrando que a corrupção dos burocratas esteja influenciando na ordem dos atendimentos. O texto ficou empobrecido por essa lacuna na fundamentação, o autor parte de uma premissa e chega a uma conclusão sem demonstrar de onde essa conclusão veio.


Fiquei um pouco confuso na parte das commodities, " o enfraquecimento do dólar gera um aumento nos preços do minério, e isso leva as mineradoras a expandirem seus investimentos." por que o enfraquecimento do dólar gera um aumento nos preços, se ele são reajustados pelo dólar, uma queda no dólar não iria diminuir seus preços?


O autor do texto pegou carona em uma ideologia barata e tornou-se totalmente parcial. Sou Encarregado de Pessoal de um Órgão Federal em que a média salarial anual gira em torno de R$ 52.000,00 (isso incluindo o Décimo Terceiro e ainda tomando por base o salário de quem está em fim de carreira). E isso é espelho de uma pequena parte, pois é daí para baixo, sendo óbvio que há salários maiores que representam uma parcela muito baixa.

O autor faltou citar que o Servidor Público não faz jus ao FGTS, horas extras, PIS, PL, ETC; e que ainda ao contrário do que dizem, o servidor público NÃO É ESTÁVEL, pois somos regidos por legislação especifica e não seguindo os ditames da Lei É RUA SEM CHORORÔ.

Ainda não possuímos dados de 2017, porém em 2016 a aplicação de punições expulsivas resultou na demissão 550 agentes públicos por envolvimento em atividades contrárias à Lei nº 8.112/1990 (Estatuto do Servidor Público Federal). Esse número refere-se apenas aos Servidores Federais, não se levando em consideração os servidores Estaduais e Municipais. Então não falem mais em estabilidade.

Já que estão fazendo comparativos, deveriam comparar por exemplo o salário de um Oficial General que leva quase 30 anos de carreira para chegar ao seu posto, e que para dirigir uma Organização Militar recebe em torno de R$ 15.000,00 com o de um Executivo de uma grande empresa, que recebe várias vezes mais do que isso???

E antes que eu me esqueça, os concursos estão aí... É só estudar para passar.


A esquerda chama os capitalistas de facistas, mas eles mesmos são os facistas.

O estado cobra imposto sobre coisas que salvam vidas, ou que são necessidades básicas da população pobre.

Eles cobram impostos sobre comida, remédios, equipamentos médicos, água, esgoto tratado, etc.

O estado ficou mais importante do que a vida das pessoas. Isso é facismo do século 21.

A esquerda sempre usou aquele frase: "chame os outros do que você é".

Uma máquina de exames médicos possui 17,5% de imposto. Ou seja, o estado é mais importante do que a vida das pessoas.