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Últimos comentários


Por que ele foi pior? Pior do que os que entraram no governo Lula e Dilma?

Dentro do COPOM, além do Roberto Campos e do Kanczuk, quais são os cargos mais importantes?


A Suíça assinou também a porcaria do acordo do imposto corporativo mínimo, não foi? Houve um referendo, acho que em 2001, para acabar com os últimos resquícios de padrão-ouro. Por que votaram a favor?

De todo modo, o mundo precisa voltar, em termos políticos, a ser o que era como no Sacro Império Romano-Germânico: várias pequeninas unidades políticas e com plena autonomia.

Brasil do jeito que está dificilmente será um lugar próspero e livre. Vendo gente do Senado querer tornar a "renda mínima" como um "direito" constitucional e com pessoas da Câmara querendo dar esmola para mãe solteira, realmente faz falta aquela reforma do welfare state do Bill Clinton por aqui.


Sim, a Suíça, Singapura e alguns outros cantos no mundo hoje são os últimos refúgios realmente libertários.

Singapura não !!.
Singapura tem muita liberdade econômica, e só.
O regime lá é nos mesmos moldes do da China, o politiburo, só que mais ditatorial e com ainda menos liberdades civis.

É um país cheio de leis ridículas, chiclete lá é crime por exemplo.
(e eles levam a sério mesmo todas as leis ridículas, não pague pra ver)


O interessante é que estamos voltando para algo que ocorreu há alguns meses: o real se fortalecendo, junto com a subida do DXY. DXY subiu forte nessas últimas horas.

DXY subindo, USDBRL caindo... Meus bitcoins (ou satoshis) não curtiram isso... :(


A saída do Kanczuk foi a melhor notícia dos últimos tempos da área monetária. Não foi à toa que o real se valorizou fortemente hoje.

Kanczuk era o número 2 do BC, e foi o pior sujeito a ocupar a área (diretor de política econômica) desde o início do real. Foi (muito) tarde.

Já o novo indicado tem um trabalho interessante, em que critica o Focus. Ela também fala bastante de depreciação cambial e reconhece que tem um grande peso no IPCA (chega a ser bizarro eu estar comemorando o fato de alguém no BC reconhecer esta obviedade).

livros01.livrosgratis.com.br/cp070045.pdf

Oremos.


O interessante é que estamos voltando para algo que ocorreu há alguns meses: o real se fortalecendo, junto com a subida do DXY. DXY subiu forte nessas últimas horas.

Com a substituição do Kanczuk depois de dezembro, tomara que o substituto pelo menos use o gogó para defender um real forte. É algo tão fácil, que é inacreditável que poucos tenham percebido isso. Meirelles já disse que um câmbio estável é bom para a economia, o Gustavo Franco já defendia abertamente um real forte. Acho que ele era o único que não tinha medo de falar isso.


Olá, Jovem Mediano!

Amigos, se a mulher já tem dinheiro e segurança financeira já, fica mais difícil. Eu não me relaciono com mulheres que tenham um padrão de vida menor que o meu, então minha situação financeira normalmente não é o ponto mais atraente.

====Jamais esqueça de uma coisa: mulheres são hipergâmicas! Quê significa isso? Que só se envolvem com homens que julguem ter no mínimo o mesmo poder de barganha e inclusive mais. Como foi dito antes, mulher só se envolve com homem com menos poder aquisitivo quando este é um fornecedor de uma montanha-russa emocional; do contrário, sequer sabem o nome do infeliz. Sinto inclusive em lhe informar isto, dado que escreveste há dias que não te relacionas com mulheres de padrão menor que o teu. Não desejando ser pessimista, mas é difícil em demasia que o contrário ocorra.
Em relação a não desejares relacionamento com alguém com padrão de vida menor que o teu, sinto em lhe informar

Pergunto ao senhores porque realmente investi em mim e melhorei muito, mas normalmente atraio mulheres problematicas, progressistas e que não duram muito comigo. Ainda que eu tolere sua degeneração progressista.

====A maioria delas é progressista, em maior ou menor grau; a minoria é "conservadia"; defende princípios conservadores, mas apenas da boca para fora, dado que jamais renunciariam à miríade de privilégios (leia-se "direitos") que o Judiciário misândrico lhes oferece, desde arrancar bens do ex até acusar um homem inocente de estupro/assédio e mais recente sandice: a violência psicológica. Dito isto, reitero meu conselho em continuar a focar exclusivamente em ti mesmo e de quando em vez recorrer às profissionais do sexo quando a libido manifestar-se.

Vocês acham que mulheres gostam de ser assumidas, vistas em publico com seus parceiros?
Ou isso é indiferente? Eu sou um cara mais privado, nao gosto de aparecer com elas em publico e tal, será que isso muda muita coisa? Digo antes ate de chegar a relacionamento, só ficante e saida e tal

====Quando o sujeito é um destacado social (cafajeste, "chad", zé-droguinha, famoso) falta apenas o cara com imenso poder de barganha pedir que a distinta lhe ofereça uma felação em praça pública que esta dificilmente negará. De novo: hipergamia.

Espero ter te auxiliado, amigo!


É bom para os portadores de títulos governamentais e ainda fica com boa cara entre o pessoal da bolsa de valores.

Deve haver mais, vamos ver se alguém responde.






O discurso tá bem genérico. Quanto ao bolsa: não pagaria auxílio, cortava os penduricalhos, cortava impostos, desestatizava tudo. Extinguia processos públicos burocráticos, e com isso a burocracia e o cargo do burocrata que o executa. Sem excesso de gasto, não teria déficit e não teria se que injetar dinheiro sem lastro na economia.


Estou curioso em como seria essa agência para erradicar a pobreza. Seria tipo uma US AID?

Pelo menos ele tem um discurso bom sobre privatizações e abertura econômica, e defesa do livre mercado.

Fez uma crítica fundamentada na lentidão das reformas. É isso mesmo, o Congresso está mais preocupado com as eleições do que com reformas estruturais, e o governo passou a correr atrás só nesse ano.

Queria saber sobre o que ele entende como "capitalismo cego".

Mas mesmo que ele ganhe (o que me parece difícil), fico me perguntando sobre a aplicabilidade desses discursos.


Você assumiria a chefia de uma empresa tendo todos os funcionários, auxiliares, fornecedores e contratantes totalmente contra você?

Só que o estado não é uma empresa e político não é empregado.
Empregado é cobrado, se não corresponder às expectativas do patrão, é demitido.

E políticos ?, como é que são as coisas para eles ?.

Se tem uma coisa que políticos não dão a mínima, essa coisa é a governabilidade; caso contrário, muitos políticos na história teriam renunciado aos seus cargos muito antes do fim. (isso no mundo inteiro)
O interesse deles é outro.

Cite um político, em qualquer lugar do mundo, em qualquer época, que renunciou voluntariamente, consegue citar pelo menos um ?. Todos os que renunciaram o fizeram sob forte pressão. (que eu saiba)


Parece um social democrata, ou seja, um socialista light quando fala que "acredita ser possível criar um mutirão para combater pobreza", utilizando servidores e especialistas das estruturas já existentes", oras, como que servidor vai reduzir pobreza e melhorar a economia, pedindo demissão em massa permitindo portanto a redução de tributos para quem realmente produz algo reduzir a pobreza???


Ainda: "Será uma força-tarefa permanente e atuará como uma agência independente, sem interesses eleitoreiros", mais uma agência? Que bela solução, mais um bando de parasitas acomodados, burocratas que só farão aumentar a burocracia. Vai fazer oq mais, criar o fundo de erradicação da pobreza que será usado por essa agência?

Ele continua: "precisamos identificar o que cada pessoa necessita para sair da pobreza" e ""Isso muitas vezes pode ser uma coisa simples. Uma vaga no ensino, um tratamento de saúde ou uma oportunidade de trabalho. As pessoas querem trabalhar e gerar seu próprio sustento. Precisamos atender a essas carências com atenção específica", oq isso significa? Os agentes de sua super agência anti miséria irão de casa em casa perguntando às pessoas oq as impedem de conseguir empregos de crescer na vida? Será no lugar (no lugar não, pq ele já disse que será algo além) do bolsa família uma equipe de burocratas decidindo para cada região que outro auxílio dar para permitir a auto realização individual, que piada!!

E quanto às suas críticas a estatais ineficientes, qual estatal não é ineficiente??? Então ele vai privatizar todas, vai privatizar o governo para ser eficiente também? Sério, esse discurso de temos que privatizar estatal ineficiente já é usado pelo socialismo light há mais de meio século, só os comunistas hardline e estatistas presos no início do século 19 ainda defendem estado como motor de crescimento, esses não foram avisados ainda que a onda do momento é estado como promotor de "bem estar social" (era do momento, 50 anos atrás, hoje já se mostrou falida).

As outras críticas também são vagas, tributos são complicados e pesam demais no Brasil, sim, até minha avó sabe isso, vai fazer oq sobre isso? Outra força tarefa 'independente' formada por servidores de carreira?

Sinceramente, a cartilha de generalidades dele parecem saídas de um PSDB, vai e se alia e entra como vice do leite de uma vez pq vai dar na mesma e no fim teremos mais um estatista contra liberdade individual, e que já se colocou contra coisas como porte de armas supremacia da propriedade privada contra abuso do estado, no governo... De novo.


Ok todos sabemos sobre os incentivos, que seria o certo a se fazer, mas esse seu caso exemplificado existe? Quero dizer, dentro do mesmo setor, na mesma região e com mesma regra estabelecida. Não que eu não me importe com a situação, mas eu queria saber seu ponto que não ficou claro: se seu exemplo existe na prática, então pra você seria melhor ou não que ambas NÃO merecessem a isenção fiscal? Já que você mencionou que isso é injusto, que gera distorção nesse mercado... Aliás qual seria o impacto disso no ponto de vista do consumidor? Estendendo o raciocínio, qual seria o impacto para nós brasileiros se as taxas pornográficas de importação fossem drasticamente reduzidas ou extintas, você acharia injusto com a produção nacional então dane-se nós e continuamos impedidos de desfrutar de bens mais baratos continuando a gastar a economia de uma vida na aquisição de algumas coisas?


Mais importante que as propostas é a técnica para aplica-la. Se ele chamar um lisboa, um gustavo franco, pode dar certo(ou menos errado), mesmo que tenha um viés social-democrata. Essa gente entende de técnica para sistema tributário, defende abertura comercial. São um dos maiores gargalos da nossa economia.

Outra coisa importante é a moeda. Esse governo atual é a prova que não da para só focar em fiscal e destruir o poder de compra da população via medidas erradas do BC.

Ainda assim, qualquer um que defenda o Teto de Gastos, que eu creio ser a única coisa que mantem o país de pé, é melhor que quem busca fura-lo .

Diante de um Lula unicamp. Até o Guedes continua sendo opção razoável que dira o Moro


O incrível é que lá a inflação está menor do que em muitos países (saíram os dados de outubro): 2,9 % anuais, menor que em países como Estados Unidos (6,2 %), Países Baixos (3,4 %), Noruega (3,5 %), Áustria (3,6 %) e Alemanha (4,5 %).



O que acharam do discurso do Moro? Votariam nele?

O que o Governo BOlsonaro pode fazer pra diminuir a inflação ano que vem?

www.gazetadopovo.com.br/economia/propostas-de-sergio-moro-para-economia-reformas-pobreza/


Blackpilled

Esquece isso cara. A maioria das pessoas são acomodadas e não tem senso de justiça. Uma vida sem "direitos", sem "auxilios", sem "bolsa", sem "políticas" é algo inconcebível para boa parte de quem pensa minimamente; e abstrato para a maioria.

Veja por exemplo o SUS, um programa de assistência em saúde de massas, mentiroso desde a primeira linha de seu projeto, que mata milhares de brasileiros todos os anos seja por sua atuação direita, seja pela falsa sensação de assistência que ele proporciona; que deseduca o cidadão a ser protagonista de seu próprio bem estar... Um programa que poderia ser chamado de exitoso se se assumisse eugênico. Mesmo neste cenário, perdendo amigos e parentes, as pessoas não se alertam para o que ele de fato é. As pessoas sucumbem à mentira de uma saúde socializada que nunca irá funcionar pois a conta simplesmente nunca fecha, se prendendo a uma falsa verdade de assistencia em saúde integral, gratuita e universal.

As pessoas preferem uma mentira bondosa que uma realidade dura. Preferem viver com uma bolsa miserável que poderem ter mais qualidade de vida sobre uma rotina de trabalho. Inclusive os mais ricos também, adora socializar custos e riscos. Esses não podemos chamar de ignorantes, afinal, adoram monopolizar os lucros quando ocorrem (errados totalmente não estão).

Infelizmente é isso. Esqueça uma sociedade libertária no curto e médio prazo. Com esta geração que aqui está, impossível.


No mundo ganha quem é mais bem informado, não necessariamente os espertos, a não ser que você considere esperto os mais bem-informados, ou seja tem pessoas que se acham as espertas, mas é só papo...



Se o Estado der uma isenção significativa apenas para a empresa A e não para a empresa B, vai gerar uma distorção na concorrência entre elas, a primeira terá uma vantagem injusta.

Obviamente não estou sugerindo que não haja nenhuma isenção, mas que as duas tenham.

* * *


e como os investidores sabiam que a impressão ia causar inflacao, eles começaram a comprar papéis vinculados a inflacao antes dela explodir.


AGB

Isto que você narrou está correto.

Do mesmo jeito que existe melhoramento genético ao acaso e deliberado (atualmente realizado principalmente em animais e alimentos com vistas a selecionar características desejáveis), também existe (e sempre existiu) o pioramento genético - geralmente ao acaso.

De fato, com o advento da tecnologia, das ciências da saúde e correlatas, de saneamento básico urbano e medidas de higiene possibilitou-se que indivíduos que sucumbiriam no passado hoje possam viver e reproduzir e a despeito do aspecto humanístico que isto represente, as consequências serão (entre outras), o aumento do número de doenças - algumas com aspecto patológico bem definido, outra nem tanto, e variações comportamentais (vide por exemplo o boom de depressão/ansiedade dos últimos 10 anos - e tem quem coloque neste pacote, o aumento do LGBT para o LGBTQIAWZDTACGHH+).

O que você citou, é aspecto de fato relevante e bem observado.

Isto dito, desta vez fazendo a minha defesa, não foi a cerca deste aspecto que eu comentei no primeiro post. O que eu disse foi que, aspectos e/ou condições de consumo colocados como marcadores EXCLUSIVOS da felicidade por alguns nesta comunidade, não necessariamente representam o que seja DE FATO felicidade para todos, sequer para a maioria da sociedade. A felicidade é um conceito relativo e que está apenas em parte vinculada ao consumo e, todas as pessoas que investem tempo e dinheiro no consumo como forma de serem felizes devem ser muito cuidadosas, pois, a depender de como tal consumo é estruturado, recai-se em dívidas, juros e em necessidade de vinculações trabalhistas onerosas e cansativas para suprir estes compromissos e que muitas vezes (tais atividades trabalhistas) até mesmo atentam contra as próprias benesses proporcionadas pelo consumo.


Biden Laden foi eleito prometendo aplicação em massa da TMM… Isso mostra que essa geração atual de eleitores que cresceram no assistencialismo são a menos empreendedora da história americana. Seu plano é aprovar pacotes trilhonários de gastança, com emissão recorde e depois controlar a inflação com aumentos de impostos. Pela TACE já sabemos que, na fase da gastança, economia crescerá e se sentirão no paraíso. Depois virá o tombo. Políticas assim, à brasileira, não passariam há algumas gerações de americanos. Mas agora...


"Na retração, os juros sobem e os bancos ganham."

Juros em alta reduzem o valor nominal dos títulos públicos em posse dos bancos. Consequentemente, eles têm uma perda de capital.

Igualmente, juros maiores levam a uma redução do crédito. Dado que bancos ganham ao emprestar para pessoas e empresas, se houver uma redução nos empréstimos, eles passam a ganhar menos.

Matemática básica.

"Na inflação, os juros inflacionários são drenados para os bancos."

São drenados para qualquer pessoas em posse de títulos atrelados à inflação. Você mesmo pode tê-los. Inclusive, sugiro fundos de infraestrutura negociados em bolsa. IFRA11 e KDIF11. Passarão a pagar dividendos mensais: o IPCA do mês anterior mais um juro real (hoje, por volta de 5,50% ao ano). Ou seja, no momento, estão pagando 10,67% + 5,50%. Ou seja, 16,75% ao ano, com pagamentos mensais. Melhor que qualquer fundo imobiliário.

Estão lá dando sopa, para quem quiser. E você aí se vitimizando.

"De dreno e dreno, quem ganha são sempre os bancos."

Quem ganha são os espertos. Há várias maneiras de qualquer pessoas física, com taxa zero, ganharem com a inflação. Sugiro ser uma delas.

"Quem manda no mundo?"

Os espertos.




Na retração, os juros sobem e os bancos ganham.
Na inflação, os juros inflacionários são drenados para os bancos.
De dreno e dreno, quem ganha são sempre os bancos.
Quem manda no mundo?



Quem melhor analisa isso é o Peter Turguniev, do canal Ancap.SU.

Peter Turguniev do Ancap.su, eu sigo os canais dele, infelizmente o nível já caiu bastante...
Hoje só o Ancap.su Classic que se salva.

Os comentários lá são ainda mais sofríveis, era para ser majoritariamente de libertários mas o que predomina são estatistas de direita, bolsominions e trumpminions. (sério, tem gente lá até hoje esperando a volta do Trâmpi para nos proteger do malvadão do ursinho Pooh)
E o Peter; por sua vez, alimenta esse público. (Até entendo a situação dele, ainda assim critico a queda no nível)

Verifique o Ancap.su Classic e veja, são verdadeiras aulas...


Então a justificativa da inflação em mais de 10% é a impressão do papel moeda?
Não sei se entendi.


Meu palpite é que esse governo Biden (ou da Kamala) será uma auto-sabotagem dos Democratas. É um desastre atrás do outro: saída do Afeganistão, inflação de preços alta, falta de produtos, entre outras coisas. A derrota dos Democratas na Virgínia é uma amostra disso.

Não que os Republicanos sejam muito melhores (alguns realmente se destacam, como o Ron DeSantis da Flórida). Mas com o Trump reeleito, na pior das hipóteses, haveria um aumento no endividamento do governo. Na melhor, provavelmente mais medidas supply-side e sem cancelamento de leilões de petróleo.

Não escolheram o caminho do Bill Clinton e está essa maravilha.

"Let's go Brandon!"


Pessoal, eu sempre passo mais tempo lendo os comentários do que as reportagens em si. Obviamente eu não concordo com tudo que leio, mas os comentários costumam ser um contraponto interessante, pois acho as respostas interessantes e pelo menos bem pensadas.

Daí fiquei na dúvida se não tem alguma comunidade online no Facebook, telegram etc na qual a galera possa conversar de uma maneira mais direta.


O que não existe é isso de inflação subiu porque os "produtores estão repondo os lucros".

Se eles pudessem ir aumentando os lucros indefinidamente, somente aumentando os preços, eles já teriam feito isso há muito tempo.
Por que esperariam para só agora fazer isso, se tivesse lógica?

O preço é resultado do equilíbrio entre a demanda e a oferta, e está sempre no máximo. Ele não pode ser elevado acima desse máximo só porque o produtor quer. Ele perde cliente.

Somente quando há mais demanda (dinheiro em circulação) é que se pode subir os preços à vontade.


Calma. Poucos imaginaram a vitória do Trump. No ambiente político e institucional equatoriano, que é mil vezes pior que o do Brasil, elegeram o Lasso...

Vamos esperar.

Sempre há a oportunidade de acontecer um cisne negro às avessas. Mas eu não vou me iludir com político, mesmo que seja um "outsider".


Sim. E bem-feito. Frouxo e bunda-mole tem que ser enxotado mesmo. Achou que dava pra dialogar civilizadamente com esquerda. Tomou no rabo direitinho.

www.mises.org.br/article/3134/o-populismo-ataca-o-chile#ac243329


Nem todos, infelizmente...

Meu supervisor declarou ainda hoje mesmo, que entre o Ladrão de 9 Dedos e o Bolsonaro, votaria no Nine Fingers e deixando a entender que o "Bozo" é um nazista. O que torna a coisa mais amena é que ao menos declarou ser simático ao Sérgio Moro, caso este se candidate de fato em 2022.


Não é no mesmo Chile que pediram a abertura do processo de impeachment do Sebastián Piñera?


Muito bom. Mas a chance de ganhar é zero. A imprensa, os globalistas e todo o beautiful people não deixarão. As urnas tranquilamente serão violadas.

P.S.: se os próprios institutos o colocam na liderança, pode ter a certeza de que sua real vantagem é ainda maior. Mas não vão deixá-lo ganhar. Chance zero.


Com licença, mas uma cravada dessa, com dois anos de antecedência (e quando o cara ainda era totalmente desconhecido), eu não poderia deixar passar:

oglobo.globo.com/mundo/a-duas-semanas-de-eleicao-avanco-de-lider-da-ultradireita-no-chile-anima-seus-pares-na-america-latina-1-25267322

E o fato de a mídia chique estar com essa ardência anal mostra que o sujeito merece o benefício da dúvida.


Olá amigos!
E aí?
Mais um ano se passa e o real vira pó e a moeda de verdade, o btc, só valoriza.
Keynesianos! chupem bandidos sem coração, eu enriqueço apostando em moeda sólida com fundamentos austríacos APOSTANDO CONTRA sua TMM ou picaretagens afins!
Tomei empréstimo de mais de 4% ao mês e ainda ganhei dinheiro só para comprar btc.
Moeda fraca é assim, me endivido sem medo.
Tenho prazer em imprimir esses tokens inúteis (empréstimo em reais) e trocar por dinheiro de verdade.
Libertários. Não percam tempo com shitcoins. Não percam tempo com cassino. A nossa liberdade está no bitcoin. Austríacos! Esqueçam o ouro, esqueçam metais que estão em poder dos inimigos da liberdade (banco centrais), a nossa liberdade está a uma geração se fizermos o bitcoin dar certo.

O Bitcoin É o ápice da escola austríaca. o Bitcoin É o ápice da ética libertária. E com ele nós protegeremos nosso patrimonio, nossop trabalho, nosso suor para enfrentarmos os monstros parasitas. Existe esperança. Salvem suas famílias. O inimigo está começando a abrir o olho para sua inevitável derrocada, e vai começar a querer barrar onde puder a fuga de seus escravos! Fujam o quanto antes. Separe seu dinheiro do Estado.


Se isso do Bolsonaro tivesse sentido, ele já teria caído há muito tempo. O cara é popular e tem apoio de parte do Congresso. A imprensa tradicional está perdendo poder. Se tivesse o mesmo poder de décadas atrás, Bolsonaro nem eleito seria.

Quem melhor analisa isso é o Peter Turguniev, do canal Ancap.SU.


"Sem moeda forte, nenhum governante se mantém. Procure encontrar alguma exceção. Não há."

Vejamos o Brasil nas últimas décadas:

Militares: confere.
Sarney: confere.
Collor: confere.
FHC: confere.
PT (Dilma): confere.

É, não há mesmo.


Eu acho que comentario do Bernado faz muito sentido. Tanto e que tinha ate uma PEc para ex presidente. Os dois vao sair da disputa. o STF nao vai tirar so um. Na verdade vai tirar nenhum. e vao fazer acordo. E to jeito que a situacao esta, sera o melhor para país


Vai depender de como irá se comportar o M1 daqui em diante. A ótima notícia é que está em tendência de queda. Se isso se confirmar, apenas o seu quarto item irá se realizar, embora parcialmente.


Embora eu ache o Bernardo otimista, devo dizer que a lógica dele faz sentido. Analisando pelo lado prático, nem Lula nem Bolsonaro teriam qualquer governabilidade. Uma coisa é você sofrer oposição de 50% da população. Outra coisa, bem distinta, é você ser odiado mortalmente por estes 50%.

Ninguém governa sendo odiado pela população e tendo toda a imprensa contra. Ambos sabem disso, pois de bobos não têm nada. Sendo assim, por que iriam querer ser eleitos se sabem que não poderão fazer nada? Você assumiria a chefia de uma empresa tendo todos os funcionários, auxiliares, fornecedores e contratantes totalmente contra você?

Os dois apenas iriam queimar a própria reputação (ainda mais).


Se o dólar caísse para R$ 3,80 e a base monetária se mantivesse em R$ 400 bilhões, então seriam necessários apenas US$ 105 bilhões de reservas, pois 105 bilhões de dólares vezes 3,80 são 400 bilhões de reais.

Para um Currency Board, é necessário que as reservas em dólares tenham o mesmo valor (em moeda nacional) que a base monetária (que é em moeda nacional).

Quando isso ocorre, diz-se que a base monetária está 100% lastreada em reservas internacionais.

Eu realmente recomendo a leitura:

www.mises.org.br/article/2196/os-tres-tipos-de-regimes-cambiais-existentes--e-qual-seria-o-mais-adequado-para-o-brasil


Isso em efeitos práticos para pessoas significa o que? (claro, sabendo que nínguem tem bola de cristal)
- gasolina a 10 reais?
- preço dos alimentos mais caro?
- botijão de gás a 150 reais?
- desemprego em massa?
- salário mínimo de 2000 reais?


Vou até salvar o link para voltar daqui a um ano e perguntar que erva o Bernardo usou antes de escrever o comentário ou pra bater palmas.


Vi que ainda preciso aprender bastante. O CB não seria 1 dolar para cada real na base monetária e a cotação fixada?(Por exemplo, uns 3,80 caso o mercado levasse para isso após o anuncio) Então, teria menos dolares nas reservas que a quantidade de dinheiro na base monetária


Eles não farão isso. Leia de novo o que escrevi lá em cima, na primeira postagem. Haverá um acordo para que o próprio abra mão da candidatura à presidência e concorra a outro cargo.


Exato. Pessoal ainda acha que Lula é popular por causa do discurso, da aparência ou memo do histórico pessoal.

Lula é popular simplesmente porque escolheu para o Banco Central uma equipe comprometida com moeda forte (o que exige juros reais altos). Mesmo o Bolsa-Família não teria função nenhuma se fosse feito sob um arranjo de moeda fraca.

Já Dilma fez o oposto e foi pra lata de lixo de história.

Sem moeda forte, nenhum governante se mantém. Procure encontrar alguma exceção. Não há.


Se eles tornarem Bolsonaro inelegível, ainda que o Lula fique junto nessa, os ministros terão ainda menos sossego.


"Isso é um fator MUNDIAL, produto da subida das commodities pela desvalorização do dólar. A inflação subiu até nos EUA. Acham mesmo que numa conjuntura como essa o impacto inflacionário iria ficar só no Brasil?"

Mesmíssima coisa aconteceu no período 2004-2011. Com ainda mais intensidade. As commodities encareceram em dólar por causa da desvalorização mundial do dólar.

Mas o Brasil sentiu bem menos. Por quê? Porque aqui ainda havia uma política monetária sensata, com juros reais positivos.

O câmbio, em vez de virar a putaria atual, se apreciou. Ou seja, em reais, as commodities pouco mudaram (você acha que Lula é popular por quê?)

Querer que uma expansão de 50% no M1 acoplada a juros reais binariamente negativos não se traduza em explosão do câmbio é querer revogar a economia básica.

Sim, a lambança atual é coisa nossa.

A boa notícia é que dá pra reverter. A má é que não será indolor.

"Estados Unidos, Alemanha e China também estão com inflação alta"

Algum deles chegou a ter inflação no atacado de 50%? Pois é. Nosso IPA bateu esse valor em maio.

Dica: em vez de tentar proteger burocratas, aponte com sinceridade seus erros para que eles aprendam e evitem repeti-los no futuro.


"por que eles liberaram ele nesse ano para candidatura?"

Praticamente todos os ministros do STF foram indicados pelo PT. Até os que não foram, como Mendes, se revelaram ainda mais lulistas.

Nenhum poderoso quer ver outro poderoso na cadeia. Isso não só atenta contra o status deles, como também é um indicativo de que ninguém está imune, e que eles próprios podem vir a ser presos.

Em suma: liberaram Lula por interesse próprio.

Ademais, uma coisa é um Lula inelegível comandar uma campanha (isso é péssimo para a imagem de quem quer que seja o petista escolhido, bem como péssimo para a imagem das instituições brasileiras). Outra, bastante distinta, é um Lula livre e ficha-limpa fazendo o mesmo.

"E por que sem o Lula os ministros teriam sossego?"

Com a polarização do país, os atuais ministros do STF, que antes nem sequer eram reconhecidos, não mais conseguem nem andar em aeroportos sem serem xingados. São assediados aonde quer que vão. Ninguém gosta de viver assim.

Tudo o que essa gente mais quer é voltar a ter sossego.

Não terão sossego se um dos dois for eleito. E também não terão sossego se apenas um deles tiver a candidatura melada.

Logo, a maior aposta é tirar os dois, posar de isentão, e torcer para um tucaninho progressista ganhar.


Se o Lula não será candidato, então por que eles liberaram ele nesse ano para candidatura? E por que sem o Lula os ministros teriam sossego?


"mas como eles explicam sobre a inflação dos alimentos, já que houve recorde de safras no ano passado, com até alimentos e demais commodities exportados?"

Isso é um fator MUNDIAL, produto da subida das commodities pela desvalorização do dólar. A inflação subiu até nos EUA. Acham mesmo que numa conjuntura como essa o impacto inflacionário iria ficar só no Brasil?

Preços altos é uma situação CONJUNTURAL e MUNDIAL e não tem nada a ver com a política econômica do governo. Estados Unidos, Alemanha e China também estão com inflação alta. Isso é culpa do governo brasileiro?

A única forma de arrumar esse problema seria obrigando o FED aumentar a taxa de juros. Ou intervindo na marra nas decisões do BC, que é o pior dos mundos.

O que o Guedes deveria fazer? Passar por cima das decisões do BC e subir os juros na marra? Se tivesse feito isso, a galera estaria falando que o Guedes deveria ser processado por invadir a prerrogativa do BC. Então se decidam gente: o BC deve ser independente como em todas as economias avançadas, ou o BC deveria ser uma sucursal do Ministério como na Venezuela ou Argentina?

E, mesmo assim, o Brasil está batendo quase 300 bilhões em exportações, superávit comercial batendo quase 90 bilhões em 2021, indústria puxando retomada em 2020 e em 2021, foi o primeiro setor a recuperar o patamar pré-crise, os estados industriais do Sul/SE batendo recordes de geração de emprego etc, o que mostra que nossa política econômica está no caminho certo.


Que nada colega, essas ideias não são levadas a sério apenas por nossas bandas e outras periferias do mundo, infelizmente na Europa e nos EUA toda essa patifaria está na moda por parte da elite e dos influenciadores.


Nem Lula nem Bolsonaro serão candidatos. O STF vai garantir isso, até mesmo para que seus ministros voltem a ter sossego. Barrar a candidatura dos dois é a única maneira de os ministros voltarem a poder andar pelas ruas.

Lula será indiciado em um de seus dezenas de crimes e ficará de fora pela lei da Ficha Limpa. Bozo fará um acordo com o STF para proteger seus filhos e, em troca, abrirá mão da reeleição, que é uma exigência do STF (aquela trégua costurada por Temer é só o início disso). Concorrerá ao Senado, manterá imunidade parlamentar e indicará Tarcísio.

A eleição, portanto, será entre Tarcísio, Leite, Moro, Haddad e Ciro.

Ciro não passa dos 12%, ainda mais agora que brigou feio com o PT. Mas vale ressaltar que o jogo de Ciro Gomes NUNCA foi a presidência. Desde 2002, ele tem um só objetivo: conseguir o máximo possível de votos para eleger uma boa bancada para seu partido e, com isso, viver de fundo partidário.

Ciro Gomes não trabalha e não exerce cargo público há anos. Ele próprio já admitiu em entrevistas que vive de estipêndios que seu partido lhe repassa via fundo partidário (algo que não é ilegal, ressalte-se).

Seu objetivo é, de 4 em 4 anos, manter esse arranjo.

Leite será idolatrado pela imprensa e será também o candidato de todo o Beautiful People, mas não tem nenhuma penetração popular, principalmente no Nordeste, que não vota nem em sulista nem em homossexual (quem é nordestino sabe disso).

Moro terá seguidores fieis entre os lava-batistas, mas estes são uma espécie em extinção.

Haddad tem o recall e o apoio de Lula. Está no segundo turno.

Tarcísio tem inúmeras vantagens: tem um currículo incriticável, possui várias realizações efetivas no Nordeste, e não é almofadinha nem mauricinho. Ainda mais importante: tem uma feição (no sentido de aparência mesmo) bem popular. Está longe de passar a imagem de um bacana rico. Isso dialoga com o povo. Também é bom de debate e é carismático. Nem mesmo a imprensa anti-bolsonarista delirante consegue criticá-lo.

Se fizer tudo direitinho, dá pra levar. Mas vai depender inteiramente de como estará a economia até lá.


Mas Lula ou o Cirão da Massa tem alguma chance ?.

Eu espero que não, mas no final é irrelevante, basta outro com o mesmo perfil.

Lembrando que engravatados, ricos e bem sucedidos como o Sérgio Moro, Amoedo, etc... não vencem no Brasil.


Ao contrário: as reservas são de US$ 340 bilhões (R$ 1,8 trilhão), e a base monetária é de R$ 400 bilhões.

Dá pra fazer quatro Currency Boards.

Mas chance zero de isso acontecer.


Porque, no curto prazo, os preços continuam subindo (embora a um ritmo menor), mas a quantidade de dinheiro (portanto, a renda nominal) está caindo.

Passa a haver menos dinheiro para lidar com preços mais altos.

Gastos dos consumidores caem, receitas das empresa caem, mas preços e custos ainda sobem. Demissões e redução de investimentos são a consequência.

Surge aquela sensação, real, de "falta de dinheiro" - algo que, hoje, ainda não está nem perto de acontecer.

Até seria possível evitar isso: bastaria permitir que preços e salários caíssem livremente. Como o segundo é constitucionalmente proibido (só se os sindicatos autorizarem), os primeiros também se tornam mais rígidos.


Mas, se não houve má alocação de recursos, por que uma contração da oferta monetária geraria uma recessão? Seria uma redução apenas na demanda, sem o fechamento de empreendimentos?


Entendi, bom exemplo o do relógio, ficou claro. Muito obrigado pela resposta;
Atualmente nossas reservas internacionais devem estar abaixo da base monetária, ficaria um pouco mais complexo, até pouco antes da pandemia o Brasil poderia fazer um BC facilmente, uma pena


Vale ressaltar, inclusive, que é exatamente a expansão da oferta monetária o que permite que aumentos do salário mínimo por decreto não se traduzam em desemprego da mão de obra menos qualificada.

Aumento do salário mínimo por decreto significa aumento de custos para o produtor. Sendo assim, se o salário mínimo sobe, mas a oferta monetária também sobe (ou sobe ainda mais), então, obviamente, o efeito prático é que não há aumento real dos custos.

Mais dinheiro na economia, maior o volume de gastos, maiores as receitas das empresas, maior a facilidade de se pagar maiores salários.

Sendo assim, aumento do salário mínimo em um cenário de aumento da oferta monetária não gerará desemprego.


Não, não existe "inflação de custo". Só é possível repassar inflação de custos quando há expansão monetária. Não houvesse expansão monetária não haveria como repassar eventuais aumentos de custos.

Se salários e outros custos trabalhistas ou de produção forem forçados para cima, mas não houver um aumento na quantidade de dinheiro na economia, e os produtores tentarem repassar estes aumentos aos consumidores elevando os preços de venda, a maioria deles irá apenas vender menos produtos. O resultado será um menor nível de produção e a perda de empregos. Custos maiores podem ser repassados para os preços somente quando os consumidores têm mais dinheiro para pagar por estes preços mais altos. 

Isso vale para tudo: de petróleo e comida, a carros e roupas.


P.S.: falando especificamente sobre petróleo, leve em conta isto aqui:

Como a agenda ambientalista e a imposição do ESG estão causando uma crise energética global

Houvesse aumento de preços apenas de petróleo, tudo certo. Mas havendo aumentos de preços de absolutamente todos os bens e serviços, então só há uma explicação: oferta monetária.


Se observarmos a explosão da oferta monetária, e levarmos em conta que a economia já está totalmente aberta, concluímos que ou esse M1 cai forte ou teremos um ensaio de um retorno à década de 1980.

Não há motivo nenhum de termos esse M1 com uma economia plenamente operante. A economia está mais ativa do que estava em 2016 e com um desemprego menor.

Todo esse M1 terá de vazar para algum lugar. O dreno maior até agora está sendo o dólar (que é um produto como qualquer outro), a gasolina e os alimentos.


Programa 'Direto ao Ponto' entrevista Maílson da Nóbrega, ministro da fazenda do governo Sarney que enfrentou uma inflação de 1000%:



Peraí..... existe a inflação de custos que todo economista fala. O petróleo subiu porque um grupo de produtores resolveu repor os lucros perdidos na pandemia. Não tem relação com moeda alguma. Pelo menos imagino isso. Então os prejuízos da pandemia são repostos aumentando e aí os custos de toda a cadeia mundial de petróleo e produção aumenta. Então não seria somente monetário.


Porque tal medida não envolve alteração na oferta monetária.

No arranjo atual, uma moeda contaminada e de baixa demanda (logo, com poder de compra decrescente) tem de passar por um processo de redução forçada em sua oferta para que seu poder de compra pare de cair. Esta redução da oferta monetária é recessiva.

Já no arranjo que envolve troca de moeda, uma moeda contaminada e de baixa demanda (logo, com poder de compra decrescente) é trocada por outra moeda menos contaminada (e, logo, mais estável). Não se provoca nenhuma redução forçada na oferta monetária. Apenas troca-se uma moeda ruim por outra melhor, que já existe e que é mais estável.

Utilizando uma metáfora, estamos utilizando uma relógio errático, que vive atrasando e informando as horas erroneamente. Temos duas alternativas: tentar consertar o relógio (o que significa que não poderemos utilizá-lo durante este período de conserto, ficando sem saber as horas) ou trocar imediatamente de relógio.


P.S.: um surto inflacionário, causado por expansão monetária direta, é diferente de um boom econômico causado por expansão do crédito. Neste último, a inflação é menor e mais lenta, e, exatamente por causa deste período de tempo mais prolongado, há uma maior má alocação de recursos. Nosso problema atual não é de má alocação de recursos (mesmo porque nem tivemos um boom econômico), mas sim de inflação monetária pura.


Eu só não entendi direito porque isso não provoca uma recessão. Se deve pela razão explicitada? Já existe os preços dos bens e serviços em dolares para a economia nacional se basear? Os juros passam a ser próximos aos americanos? Por que me parece que as má alocações de recursos já ocorreram com a moeda antiga(assim como os investimentos dependentes da inflação), não é como se eles ''sumissem'' só por trocar a moeda;


A inflação generalizada de preços é um fenômeno estritamente monetário. Embora lockdowns sejam completamente nefastos e devam ser criticados sempre, eles por si sós não têm como gerar carestia generalizada. Isso é (in)competência de BC.


Não tem mais jeito de se fazer isso. Já passamos do ponto. Isso era para ter sido feito ainda em 2019, ou, no mais tardar, no primeiro semestre de 2020. Agora já era.

A partir do momento em que o câmbio passa de um determinado valor, ele não retrocede apenas com a venda de dólares. Como bem dito acima, seria enxugar gelo. Reservas seriam queimadas e o efeito seria totalmente passageiro. Sendo assim, passa a ser necessário um constante influxo de capital estrangeiro. E este só vem para arbitrar juros. Mas os juros reais precisam ser positivos. Os nossos estão em bizarros -6%.

Vale também lembrar que, em última instância, a taxa de câmbio reflete o poder de compra entre as duas moedas. Dado que o real perdeu muito poder de compra em 2020 e em 2021, como consequência da nossa adoção da Teoria Monetária Moderna (de janeiro de 2020 até hoje, o IGP-M subiu 42%), o "preço correto" do dólar inevitavelmente está maior. Esqueça dólar abaixo de R$ 4. Só volta a este valor se o próprio dólar também se desvalorizar muito. Ou então se houver uma grande contração monetária (diminuição da quantidade de reais na economia).

Como eu disse em outro comentário, até seria possível — dado o nível de nossas reservas — criar um arranjo em que o BC atuaria como atua um formador de mercado de um ETF: ele diariamente entraria estabelecendo um teto e um piso para o câmbio (com US$ 375 bi de reservas, isso seria sopa), e a cada dia ele iria diminuindo o valor do teto e do piso. Ou seja, ele estabelecia bandas superiores e inferiores, e a cada dia iria reduzindo essas bandas.

Seria como foi no início do Plano Real (de 1995 a 1998), só que fazendo o movimento contrário: lá, o dólar se desvalorizava (pouco) diariamente; aqui, ele teria de se valorizar diariamente.

No curto prazo, tal arranjo funcionaria perfeitamente como medida anti-inflacionária, o câmbio iria para onde o BC quisesse, e isso abateria a carestia.

Mas, a longo prazo, isso secaria completamente o mercado de câmbio. Ninguém mais iria atuar; o BC seria o único demandante e ofertante. Adicionalmente, perder-se-ia toda e qualquer noção do valor real do dólar. Ainda pior: isso liberaria o populismo fiscal dos políticos, pois, com o dólar controlado (temporariamente), não haveria punição para farras fiscais.

Sendo assim, tão logo este arranjo fosse abandonado, haveria o risco de um forte overshooting cambial (dependendo das condições econômicas vigentes), o que desorganizaria ainda mais a economia.

No fim, não tem mágica: sendo o câmbio flutuante, você só controla a inflação via oferta monetária (a qual é alterada via juros).


Analisando o gráfico com mais amplitude, a inflação de preços deu uma disparada para a Alemanha. É óbvio que nem se compara ao Brasil. Mas o abrupto fim do acordo de Bretton Woods afetou todas as moedas do mundo. O engraçado é que no caso brasileiro nessa época, a inflação de preços foi se descontrolar no fim da década de 1970.

Para um germânico, uma inflação de preços de 4 % já é muito preocupante. Aqui em terras tupiniquins é que acham que isso é uma maravilha e está tudo bem.


Não. Com efeito, uma troca de moeda é a única medida de abatimento quase que instantâneo da carestia sem nenhum efeito recessivo.

A inevitável consequência de todo boom inflacionário é uma recessão. Mises e Hayek dedicaram suas vidas a explicar isso. A única maneira de se sair de um boom inflacionário sem recessão é quando se faz uma reforma monetária completa e se troca o regime cambial — como, por exemplo, quando se sai de uma hiperinflação trocando a moeda e adotando um regime de câmbio fixo. Ou quando se dolariza.

Como isso não será feito, não há alternativa.


Cansei de falar isso, mas parece que há pessoas que insistem em não querer aprender e entender.

É muito gostoso o Bolsonaro falar que a culpa da inflação é dos políticos e burocratas que proibiram as pessoas de trabalhar. "A economia a gente vê depois?". Pois é, mas como eles explicam sobre a inflação dos alimentos, já que houve recorde de safras no ano passado, com até alimentos e demais commodities exportados? Detalhe que teve país que importa alimento com inflação no setor menor do que aqui (como Singapura). Essa frase de efeito do Bolsonaro não difere muito do Powell que coloca a culpa da inflação somente nas cadeias de suprimento.

E um adendo importante: conforme eu falei no ano passado (não achei o meu comentário, se alguém achar eu agradeço), o índice de preços ao produtor brasileiro explodiu já em 2020, antes de quase todo o resto do mundo. Nos países desenvolvidos, o negócio começou só nos últimos meses, sendo que no ano passado muitos vivenciaram deflação de preços ao produtor, em pleno lockdown.


O BC está sentado em cima de US$ 340 bilhões de reservas. É absolutamente incompreensível essa passividade dele.

Ainda mais incompreensível é ele preferir disparar a Selic em vez de atuar no câmbio.

Há vários especialistas mundiais na área de câmbio dizendo que, levando em consideração o balanço de pagamentos, os juros atuais, os preços das commodities e os termos de troca, o valor correto do câmbio é de R$ 4,50.

Com três leilões o BC resolveria isso. Não gastaria mais do que US$ 50 bilhões (uma ninharia) e resolveria o problema da inflação sem ter de disparar juros e jogar a economia em recessão.

Tombini foi péssimo, mas de 2012 até o fim de 2014 ele segurou a inflação no câmbio. E olha que absolutamente tudo conspirava contra: BNDES descontrolado e bancos estatais concedendo crédito a juros de 2% ao ano. Conseguiu reeleger aquela completa inapta da Dilma.

Em 2015, ele foi seguir os conselhos do chicaguista Levy, e parou de atuar no câmbio para mexer exclusivamente nos juros. Jogou a Selic para 14,25%, arregaçou a economia e não segurou a inflação (a qual só começou a cair depois que trocou o governo).

Espero, MUITO, que o atual BC não siga pelo mesmo caminho. Mas parece que será.


Não mais. Já passou do ponto. Antes, até dava para vender dólares e, com isso, manter o câmbio em valores mais realistas.

Mas com esse estúpido aumento de 50% no M1, esquece. Vender dólares seria apenas enxugar gelo.



Se a economia fosse dolarizada, e dado que já existe preços em dolares para a economia se basear(não precisa descobrir eles).. Seria recessivo uma dolarização para abater a carestia?


A julgar pela opção demonstrada pelo Bacen, eles vão elevar a Selic até causar uma forte contração monetária.

Até vai resolver a carestia, mas vai causar uma brutal recessão econômica. A eleição de 2022 vai cair gratuitamente no colo da oposição. Não vai precisar nem fazer campanha.



Amigos, se a mulher já tem dinheiro e segurança financeira já, fica mais difícil. Eu não me relaciono com mulheres que tenham um padrão de vida menor que o meu, então minha situação financeira normalmente não é o ponto mais atraente.

Pergunto ao senhores porque realmente investi em mim e melhorei muito, mas normalmente atraio mulheres problematicas, progressistas e que não duram muito comigo. Ainda que eu tolere sua degeneração progressista.

Vocês acham que mulheres gostam de ser assumidas, vistas em publico com seus parceiros?
Ou isso é indiferente? Eu sou um cara mais privado, nao gosto de aparecer com elas em publico e tal, será que isso muda muita coisa? Digo antes ate de chegar a relacionamento, só ficante e saida e tal



O BC até agora:

- Selic a 2% é o novo "lower bound"
- Foward guidance
- Dólar alto não incomoda
- Inflação é passageira
- Susto
- Três aumentos de 0,75 ponto percentual
- Dois aumentos de 1 ponto percentual
- Um aumento de 1,5 ponto percentual
- Acreditamos que talvez será necessário um aumento ainda maior

Nem adolescente tem tanta instabilidade de comportamento.



Meus caros, a eleição já foi decidida pelo BC em 2020. Estamos apenas esperando a data chegar.



Nem precisa ir para a Alemanha. O próprio Brasil em 2017 foi um bom exemplo. Gasolina subia semanalmente nas bombas, mas o IPCA era comportado. Com um BC mais austero naquela época (M1 crescendo pouco), esses "choques" não se transmitiam por toda a economia.



Na altamente inflacionária década de 1970, com dois choques de petróleo, o IPCA da Alemanha mal se moveu.

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Subiu pontualmente por conta dos preços da energia, que representam uma parcela grande da cesta de consumo, mas não houve inflação generalizada. Isso diz bastante sobre a seriedade de um Banco Central.


Dado que o PIB não vai crescer 50%, e dado que a demanda por reais não irá disparar sensivelmente (ao contrário: ao redor do mundo a demanda por papel-moeda só faz cair, inclusive em relação a dólar, euro e franco-suíço), a única solução será uma contração da oferta monetária — algo que, convenhamos, não é muito difícil após uma subida de 50% (uma contração de 10% fará com que o aumento total do M1 tenha sido de 35%).




Essas pecs que você citou provavelmente nem serão votadas,a fiscal e a adm, e mesmo que fossem sairiam algo tão meia boca e desidratado que não adiantaria de nada, o foco de todos ali agora é a reeleição.


Ah, sim!

Quando isso ocorre em países governados pelo lado vermelho da Força (possivelmente seja o caso dos Países Baixos), ninguém fica sabendo a respeito, por meio da mídia mainstream...


Certa vez, alguém perguntou aqui por que as mulheres costumam pender às pautas de esquerda e tendem a rechaçar as pautas libertárias. Responderam que é porque a mulheres valorizam muito a segurança - mesmo que seja uma falsa sensação de segurança - mais até mesmo do que a liberdade.

Se realmente mulheres valorizam tanto a segurança, é de se esperar que elas irão querem se relacionar homens que lhes forneçam... segurança!

Talvez seja por isso que muitas prefiram se relacionar com "cafajestes". Pois, por mais que o cara "não preste", ele passa uma imagem de "destemido", "corajoso" e isso as faz sentirem seguras ao seu lado. O mesmo vale para segurança financeira. Daí preferirem caras que também tenham dinheiro - ou que ao menos aparentem isso - pois pobreza também é uma ameaça à segurança.

Portanto, se você quer conquistar uma mulher, faça com que ela se sinta segura ao seu lado, demonstre coragem e faça-a sentir-se protegida - inclusive financeiramente.

Boa sorte.