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Últimos comentários


O problema principal, e que ninguém comentou, é a CONSTITUIÇÃO de 1988 feita, sob medida, para os Políticos e Burocratas. Essa Constituição atual possui umas toneladas de "Despesas Obrigatórias" e outras muitas outras.

E como mudar isto sem passar pelos POLÍTICOS? E como "votar" em um país com apuração ultra-secreta de votos pelo TSE e com urnas vindas da Venezuela?

Creio que estamos em um Ponto sem Volta, rumo a um Caos de tal ordem que esta geração (os que hoje estão vivos) não verá melhorar em nada!

Só Deus pode nos ajudar individualmente. Mas, como nação, o Brasil já foi pro brejo!


Não é necessário misturar moedas. Você pode comprar novo em auroora.one



É válida a explicação das origens de Stalin. Muito bem expostas. Isso todavia não válida o monstro histórico que foi. As mortes, tragedias e excursões macabras que promoveu nas Repúblicas Soviéticas, de sorte que ao odiar e disparar seus canhões contra o capitalismo, acabou destruindo seu próprio povo e imprimindo na consciência histórica soviética a alfange da destruição, do despedaçamento das pessoas e do povo que jurava proteger porém triturando suas cabeças, seus ossos e talvez suas almas. Nada justifica o que Stalin fez com os judeus russos e ucranianos . Nesse particular foi um funesto "partner" de Hitler, apesar de que muitos pensadores judeus, ingenuamente, defenderam com veemência essa religião de sangue e de eliminação seletiva. Que paradoxo! Obrigado.



"Genial. O governo vai reduzir o consumo de uns (retirando sua renda via impostos), vai aumentar o consumo de outros (repassando esse dinheiro de impostos) e, com isso, vai elevar o consumo de todos. Uma mágica que faria inveja em Houdini."

Parece que não é só a escola pública que forma analfabetos funcionais. Em nenhum momento eu defendi multiplicador keynesiano ou que redistribuir renda elevano consumo geral. O que eu escrevi foi a limitação da defesa do professor aos gastos do governo e o erro de achar que o problema maior dos gastos e confiscos eh econômico, quando o que libertários devem defender é o problema moral do estado.

Dando sequência ao seu post, o governo pode nao gerir educação e saúde, podendo conceder vouches para a população usar em serviços privados. Nao vou discutir as consequências econômicas no aumento dos preços, mas so estou mostrando que existe alternativa e que o dinheiro nao eh inteiramente gasto vom burocratas. Investir em educação nao tem como objetivo aumentar o consumo, mas qualificar mão de obra para o mercado de trabalho e diminuir a desigualdade social.

"Adendo: educação e saúde estatais são geridos por burocracias. Por isso são uma porcaria. Saia do seu mundo cor-de-rosa e venha para a realidade."

Saia dessa bolha, broder. Um dos paises com maior pib per capita do mundo possui educação quase toda subsidiada pelo governo(SINGAPURA), enquanto o pais que estano topo do ranking da OCDE tem educação 100% estatal (Finlândia). O problema maior não eh o fim alcançado ou a ineficiência dos gastos (ou retorno aos pagadores de imposto), mas a questão moral.









Um link sobre a dívida dos US em tempo real;

www.usdebtclock.org/

Se tiver um link do Br seria útil.


Muito bom. Agora basta você convencer as mulheres a irem trabalhar em carvoarias.


O ponto principal da guerra política e cultural, é que a liberdade não deve ser negociada.

Todas as transições democráticas com negociações serviram para salvar o socialismo.

O resultado disso foi nefasto. Países com milhares de mortos pelos socialistas, ainda defendem coisas que foram a base de sustentação do socialismo.

Não defendo revolução. A única coisa certa a fazer é não negociar e não ceder à pautas socialistas ou anti-capitalista.


Através dos impostos altíssimos o povo JÁ paga tudo, educação , saúde, segurança. Que tal devolver estes impostos para o povo poder pagar já que o custo particular é menor?


O melhor é deixar o país sangrando, até o povo começar a amar o capitalismo.

Nós já estamos vendo o crescimento de uma esquerda radical, porque a social democracia não funcionou.

Essa esquerda radical vai empurrar milhões de pessoas para a direita.

Nenhum país muda em uma eleição. Enquanto a eficiência e a competição não estiverem sendo defendidas, nenhuma constituinte vai resolver.

Nós só temos que ficar mostrando os resultados da social democracia. É exatamente o que esse artigo está fazendo.

Pergunte a um venezuelano se ele prefere o socialismo ou o capitalismo. Pode esperar, daqui uns 20 anos a Venezuela vai se tornar um país rico, porque o povo vai odiar o socialismo.


Essas transições democráticas do socialismo para o capitalismo sempre serviram para salvar o socialismo.


"É muito caro investir aqui. Tudo é caro demais. Hoje só investe quem tem muito incentivo fiscal e empréstimo do BNDS. "

E é exatamente essa a nossa jabuticaba: os salários são baixos mas os custos trabalhistas são altíssimos. Ou seja, os empregadores pagam muito mas os empregados recebem muito pouco. Toda a diferença vai para o governo e para o funcionalismo público. É claro que a coisa não irá se sustentar por muito tempo.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2808




"Minha experiência é um pouco diferente. Geralmente, não ligam muito para economia e finanças. A pergunta geralmente é: Por que brasileiros não conseguem parar de matarem uns aos outros?"

Porque é proibido à população punir ou passar medo nos bandidos. A segurança é monopólio estatal e, consequentemente, uma droga.



Infelizmente o cenário é desanimador!

Pois para diminuirmos o Estado, necessariamente, passa por uma nova constituinte. Isso para o país, por 02 anos.

Quem vai ter coragem? Ninguém.


Caro Leandro
O que você tem dizer sobre o seguinte artigo: brasil.elpais.com/brasil/2018/01/05/economia/1515177346_780498.html


isso que é fé... "nossos problemas nao estão sendo resolvidos, mas um dia serão!!" o lula tá virando um dom sebastião malacabado



a partir do momento em que vocês dizem que eles estão enganados. ao invés de dizer que fazem isso intencionalmente pra sabotar a independencia das pessoas pra continuar as vampirizando, já entram no campo de batalha derrotados


"É espantoso que alguns dos mais barulhentos defensores da manutenção do Estado do bem-estar social estejam igualmente na vanguarda da defesa do atual sistema previdenciário, que é deficitário porque estimula aposentadorias precoces e porque privilegia escandalosamente a elite do funcionalismo público. Essa situação traz graves prejuízos para o conjunto dos contribuintes, em vários aspectos.

O problema mais imediato é a necessidade de recorrer ao dinheiro dos impostos para cobrir o rombo da Previdência, que em 2017, até outubro, alcançou R$ 257 bilhões, 12% superior ao déficit de 2016. Um levantamento feito pela Folha de S.Paulo mostra, por exemplo, que em 2017, até outubro, cada servidor civil da União aposentado recebeu dos contribuintes incríveis R$ 63,3 mil, dinheiro que deveria ter sido destinado a outros fins – e o que não falta, no Brasil, são setores importantes carentes de recursos.

Os impostos cobrem o déficit dos sistemas previdenciários público e do INSS, mas os grandes destinatários são mesmo os servidores inativos – os da União recebem 13 vezes mais do que os aposentados pelo INSS, enquanto os dos Estados ganham 8 vezes mais. Assim, está mais do que evidente que uma reforma da Previdência, para ser efetiva, deve atacar essa distorção."

opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,a-conta-do-estado-do-bem-estar,70002149794


E vai só piorar. Segundo o Valor, "o número de servidores que pediram aposentadoria entre janeiro e novembro de 2017 aumentou quase 50% na comparação com o mesmo período em 2016".

www.valor.com.br/brasil/5257897/pedidos-de-aposentadoria-de-servidores-federais-sobem-50


Caros, uma pergunta relativamente off-topic:

Como é feito o cálculo oficial da inflação no Brasil? Dá pra confiar no índice de 2,95% divulgado?


Ótimo artigo! Gostaria de ver um artigo sobre esse mesmo tema com dados do Produto Privado Remanescente, como Rothbard fez no livro A Grande Depressão Americana.
Ainda faz sentido dentro da EA usar o PPR?


Até mesmo o Amoêdo que não tem a menor chance de ser eleito seria muito soft para a necessidade fiscal do Brasil. Isso sem considerar as complicações do legislativo.


Eu queria saber o que vem depois. Porque a reforma da previdência não vai passar esse ano por causa das eleições. O que vai acontecer depois que o Brasil quebrar? Vamos voltar a hiperinflação ou a situação do país ficará igual a do Rio? Porque se ficar igual o Rio até que não será tão ruim. Ver os dependentes do governo se estreparem até que não será tão ruim. O problema é voltar a hiperinflação ou ter confisco de poupança.


Liberdade de expressão , pode divulgar o conceito mas não pode agir. É diferente de politicamente correto que é um patrulhamento geralmente esquerdista e também hipocrita. O Obama apesar das repressões no Iran nunca disse que ali existia uma ditadura tirânica e corrupta que não se incomodava com a situação do povo.


Não sei que droga você injetou, mas até onde sei música não é um bem escasso. Você pode ouvir Bach enquanto seu vizinho ouve o MC genérico. Quais recursos escassos goram mal alocados?


Realista mesmo, olha aí o Bolsonaro liberal:

www.youtube.com/watch?v=rBf0CUp5M4o



Sim,pena de morte, enquanto funcionarios públicos e politicos roubarem e enviarem para paraisos fiscais ,sem solução, não se tatando nem de recursos mal aplicados mas sim de roubo,caso de policia.
UM politico protege o OUTRO, os tribunais de contas do PRÓXIMO governo serão do PARTIDO QUE ROUBA HOJE, as contas "estarão em boas mãos" dos companheieos e assim vem sendo,um acordo entre LADRÕES
Antes de "KEYNES ou não", Liberalismo ou não, é caso de policia e ladrão.
Quão longe estamos que não vemos o óbvio.
PÃO ou bolsa familia, + CIRCO e futebol,BBB,CARNAVAL
A FÓRMULA DE JULIO CÉSAR,pão e circo ,ARENAS...



Primeiro precisará cortar gastos radicalmente e desburocratizar toda a economia (as duas coisas mais difíceis).

Depois, só depois, deverá cortar impostos (outra coisa muito difícil).

Esse país não possui solução enquanto depender do Congresso pra mudá-lo.


Séries temporais número 1338, 1339 e 7354.

Sobre a outra pergunta, houve uma desvalorização cambial de 15% em 1995.

d3fy651gv2fhd3.cloudfront.net/charts/historical@2x.png?s=USDBRL&v=20180112202000&d1=19950101&d2=19951231

Por isso a indústria sofreu. Vários artigos neste site explicando por que é assim (desvalorização cambial prejudica a indústria). Apenas mais uma prova empírica.


Eu que agradeço pelas respostas. Agora, sob um Currency Board, existiria o compulsório e as reservas fracionárias?


"Na Suécia, se você perguntar a um líder sindical se ele tem medo das novas tecnologias, ele vai responder que não. Se os postos de trabalho desaparecerem, treinamos as pessoas para novos postos. Não protegemos empregos, mas sim os trabalhadores".

Ô, inveja. É o que eu sempre falei: qualquer esquerda minimamente sensata tentaria proteger trabalhadores e não empregos. Ficou desempregado pela tecnologia? Treine para uma nova função em vez de tentar abolir a tecnologia.

Aqui a esquerda quer abolir a tecnologia e o progresso para proteger empregos obsoletos. No que dependesse dela ainda estaríamos usando máquinas de escrever, carroças e luz de velas. E teríamos ascensoristas até em elevadores residenciais.

"Eu realmente não estou preocupado. Existem tantos empregos nesta mina que, mesmo que esta função desapareça, outra surgirá. A empresa cuidará de nós."

Ô, inveja de novo. Exatamente o que este Instituto sempre falou: a tecnologia irá gerar empregos que hoje ainda não existem, que exigirão pouco ou nenhum esforço físico, aumentando continuamente a qualidade de vida das pessoas.

Artigos sobre isso:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2045

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2603

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2405

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1649

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2638


1. Sim, totalmente. A desindustrialização no Brasil se deve à destruição da moeda, às políticas fiscais destrutivas, à carga tributária, aos sindicatos e, obviamente, à inexorável tendência de migração da economia para o setor de serviços.

Artigos sobre desindustrialização:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1918

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2055

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2277

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2378

2) Não existe. Aliás, um BNDES não existe em lugar nenhum do mundo. É uma jabuticaba bem nossa.


Pessoal vou tentar reacender esse debate que é um dos mais prazerosos de ver aqui no Instituto. O que vocês acham desse vídeo do Nerdologia sobre o aquecimento global?

Não consigo desassociar essa história de uma ideologia ambientalista. Eles geram medo, preocupação e culpa ao divulgarem que o homem é o responsável em alterar o clima, e depois querem que a solução para o suposto problema seja feita por burocratas. Está cheio de canais científicos divulgando isso em todo o YouTube.

Gostaria muito de um dia poder moderar um debate sobre esse tema em meu canal no YouTube.

Aparentemente sou a única pessoa de biológicas que abomina essa ideologia. Seria muito bom se o Ricardo Felício e o Luiz Carlos Molion aderissem ao austro-libertarianismo, aí o estrago sobre a ideologia ambientalista seria maior ainda.


Instituto Mises está de sacanagem.

Vejo o noticiário e nosso querido governo só comemora a situação econômica do país. É inflação em queda, superavit na balança comercial, criação de empregos.

Henrique Meirelles nosso salvador da pátria, o presidenciável eleito por alguns sites de notícias, ao ser confrontado pela rebaixamento das agências de risco, diz que é normal...

Normal para mostrar o quanto está ruim, mas a resposta dele é temos que fazer reformas, principalmente na previdência, parece que todo o problema do país é em cima dos trabalhadores do setor privado. O salário dele nem um centavo é retirado


Oi? O market cap do bitcoin é de $229,012,175,579 (229 bilhões de dólares)...

Fonte: coinmarketcap.com/.


Eduardo, poderia me passar o link do BC que mostra esses gráficos? Não consegui encontrar la no site. E qual a metodologia que Trading Economics utiliza? Pois ao que consta, a indústria teve uma queda em 1995. Seria culpa das crises externas, ou das altas taxas de juros?


O anarco-capitalismo não corre o risco de virar uma "sociedade do dinheiro" ?

Eu ainda não descobri se nós vivemos numa sociedade teocrática, igualitária, da felicidade, da paz, da amizade, do sexo, da guerra, etc.




Ótimo. Mas poderia me responder essas duas perguntas que eu fiz ao longo do texto?

-Ha Joon Chang concedeu essa entrevista dizendo sobre a indústria brasileira, então este artigo mostra que ele ta errado?

- Até hoje não encontrei nenhum Banco de desenvolvimento na Suécia, poderiam me dizer se existe algum?


Gostaria de uma opinião dos(as) senhores(as) sobre a seguinte publicação: exame.abril.com.br/economia/a-automatizacao-nao-assusta-os-trabalhadores-suecos/
Achei totalmente contraditório, são os keynesianos que temem a falta de emprego.


Um parasita como o Bolsonaro não faria isso por dois motivos: 1) por ser antiliberal assumido que vê problemas até na importação de bananas do Equador (dose!) 2) porque é incapaz de fazer qualquer articulação com o congresso. Só adolescentes acham que basta eleger um presidente pra mudar as coisas.


Essa crise não vai passar com uma canetada tirando ou colocando imposto.

Quem fizer isso, só vai estar mexendo numa coisa errada.

O imposto único é a solução. Uma nota fiscal eletrônica pode ter mais de 50 campos a serem preenchidos, que resulta em erro, perda de tempo e perda de dinheiro pelo governo ou pelo contribuinte.

O imposto único vai abrir essa caixa preta da receita federal. A receita federal e o CoAF viraram uma caixa de Pandora, onde estão todos os males do mundo.

O ideal é imposto único até na renda.


"De resto, cá pra nós: o ápice da inflação lá na década de 1980 ter sido de 6%, e mesmo assim apenas pontualmente, durando poucos meses, é um tantinho invejável, não?"

Com certeza, embora tenha havido anteriormente também um pico de 12%.

Esse encarecimento do petróleo então causou maior inflação de preços em todas economias do mundo?




Mesmo que dessem lucros e estivessem concorrendo em um genuíno livre mercado, ainda assim haveria distorções. Sendo uma estatal, ela sabe que será socorrida com dinheiro de impostos caso haja lambança. Logo, ela sabe que poderá inchar sua folha de pagamentos e empregar apadrinhados políticos. Acima de tudo, ela sabe que sempre poderá ser mais ineficiente do que uma empresa privada, pois sabe que, sempre que necessário, poderá receber aportes do Tesouro (dinheiro de impostos).

Aliás, nem precisamos de ficar na teoria. Veja a empiria ao seu redor. Veja o que está acontecendo neste exato momento com a Petrobras. A empresa voltou a ter lucros, mas está fazendo isso escorchando o povo com uma das gasolinas mais caras do planeta (houve aumento de quase 30% só em 2017).

Conclusão: quando uma estatal é gerida politicamente (governos Lula e Dilma), ela fode com o orçamento do governo (e leva a economia junto). Quando ela é gerida mais eficientemente (gestão atual de Pedro Parente), ela esbulha o consumidor, pois tem de gerar altas receitas para garantir os salários de todos os apadrinhados políticos e ainda conseguir ter lucros.

Não existe estatal boa para a economia.


Já que o socialismo falhou miseravelmente, só resta o intervencionismo para defenderem.


Encarecimento do petróleo (última metade da década de 1970). E, ainda assim, observe que o "surto inflacionário" foi extremamente curto, tendo durado apenas alguns meses. Já no ano seguinte a inflação já havia caído para 0%.

Ou seja, foi apenas um choque pontual, o qual não durou nada, exatamente porque não houve expansão monetária.

De resto, cá pra nós: o ápice da inflação lá na década de 1980 ter sido de 6%, e mesmo assim apenas pontualmente, durando poucos meses, é um tantinho invejável, não?


SEo seu medo é que a violência aumente, a justiça não exista e se venda carne estragada, não se preocupe, tudo isto JÁ ESTÁ acontecendo. Abra os olhos.


Leandro, decidi fazer uma pequena pesquisa sobre o histórico de inflação de preços na Suíça e me surpreendi pelos altos valores que o país atingiu em alguns anos entre as décadas de 1970 e 1980, tendo tido o último grande pico no começo da década de 1990. Interessante que depois foram caindo as inflações de preços, que nos dados mais atuais não chegam a 1%.

Mas por qual motivo, afinal, ocorreram esses picos? Algum presidente ou burocrata tentou imprimir dinheiro loucamente nesses períodos?

Bom, como sempre, o nojento mainstream pseudo-econômico critica negativamente a deflação de preços, me fazendo lembrar os discursos da Dilma falando que "um pouco de inflação é bom para a economia."

Interessante mencionar como a inflação de preços chinesa é baixa (se forem dados confiáveis), isso é explicado pelo que exatamente?

PS: A única moeda estatal que hoje dou confiança é o franco suíço. Pena que não há mercado paralelo para isso no Brasil, pelo jeito...


Não se pode confiar em políticos e burocratas. Trump agora está com essa história de aumentar impostos sobre negócios online.


Isso que você está defendendo não está totalmente errado. O próprio Milton Friedman escreveu sobre isso.

O problema é que o governo destruiu tudo, depois as pessoas ficam com esse mimimi, alegando que os pobres estão sofrendo.

Aí, aparece um monte de burocratas, "juristas", "humanistas", "cientistas", funcionários públicos, etc; dizendo que possuem responsabilidade social e todas essas asneiras progressistas.

Isso está parecendo mais uma epidêmia de esquisofrênia.

Se a liberdade é restringida, todas as pessoas serão reféns de bolsas, mamatas, isenções, subsídios, lobbies, etc.


Com o atual quadro fiscal o Brasil está no limite das contas públicas e do descrédito internacional, não importa o eleito, nos 6 primeiros meses de 2019 a agenda é passar reformas econômicas mais abrangentes do que as atuais, cortar gastos e subir as receitas, qualquer coisa diferente disso é o abismo, redução de imposto no Brasil é ficção científica.


É um excelente nome.

O único problema é que isso não é garantia de nada, pois todos esses caras, tão logo chegam ao governo, alteram-se completamente.

Paulo Rabello de Castro escreveu "O Mito do Governo Grátis", no qual criticava, dentre outras coisas, o BNDES. No entanto, bastou assumir a presidência do próprio BNDES, que ele já alterou completamente o discurso, dizendo agora que o banco deve emprestar mais e a juros ainda mais subsidiados (ele criticou ferrenhamente a abolição da TJLP e a adoção da TLP).

Henrique Meirelles, quando estava fora do governo, escrevia excelentes colunas na Folha de S. Paulo criticando a carga tributária e mostrando a imperativa necessidade de sua redução. Porém, tão logo assumiu a Fazenda, apressou-se em sair aumentando impostos (duplicou os impostos sobre a gasolina) e continuamente faz ameaças sobre a volta da CPMF.

No caminho inverso -- mas comprovando a teoria do "dentro e fora" --, Nelson Barbosa melhorou acentuadamente após ter saído do governo.

O único que realmente manteve alguma coerência tanto dentro quanto fora do governo foi, até o momento, Gustavo Franco.

A sugestão de Paulo Guedes é excelente, mas não prenda a respiração.


Mas está lá no artigo, como complemento.

"Como mostra a empiria — que apenas comprova a teoria —, a desindustrialização no Brasil chegou ao auge justamente no período em que a moeda mais se desvalorizou. A desindustrialização está ocorrendo é justamente agora, quando temos uma moeda fraca, inflação alta e, para completar, as maiores tarifas protecionistas da história do real."

O protecionismo de Dilma também foi abordado aqui:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2120

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1943

www.mises.org.br/BlogPost.aspx?id=1522


"os gastos com funcionalismo vêm caindo, e a tendência é continuar em queda."

O artigo linkado -- que é ruim e mal escrito que dói -- não mostra nada disso. Tenta de novo.

"A concepção de estado inchado pelo excesso de funcionários públicos com salário avantajado é errônea."

Não, a coisa é pior ainda.

Em novembro de 2017, o Banco Mundial divulgou um abrangente e detalhado relatório sobre o setor público brasileiro.

Segundo o estudo, o gasto do país com funcionários públicos (agora de todas as esferas de governo) é de 13,1% do PIB. Trata-se também do maior percentual entre todos os países analisados. Muito acima de países como Portugal, França, Austrália e EUA. Nestes, o gasto do governo com funcionalismo público é de aproximadamente 9% do PIB.

Já o Chile gastou somente 6,4% do PIB em salários do funcionalismo público em 2015.

Ou seja, em relação à renda, o Brasil gasta 45% a mais que os países mais ricos com seus funcionários públicos. Em relação ao Chile, gastamos incríveis 104% a mais.

E um detalhe curioso: ainda segundo o Banco Mundial, o quadro do funcionalismo público brasileiro pode ser considerado "enxuto" em relação ao resto do mundo. Ao passo que, no Brasil, 5,6% da população empregada está no setor público, nos países da OCDE este percentual é de quase 10%.

A conclusão óbvia, portanto, é que o alto gasto com funcionalismo público no Brasil não decorre exatamente de um excessivo número de funcionários público, mas sim do elevado custo (altos salários) deles.

Mais: considerando todo o funcionalismo público federal, nada menos que 83% dos funcionários estão no topo da pirâmide da renda, compondo assim a parcela mais rica da população. E sete em cada dez estão no grupo dos 10% mais ricos do país.

Adicionalmente, entre 53 países pesquisados, o Brasil é o que a apresenta a maior diferença entre o salário de um funcionário público federal e o de um trabalhador da iniciativa privada, ambos com a mesma idade, a mesma formação e a mesma experiência profissional.

Pegando um exemplo prático: suponha dois irmãos gêmeos com a mesma formação e a mesma experiência profissional. Um escolheu uma carreira em uma grande empresa; o outro foi aprovado em um concurso para funcionário público federal. Esse último ganhará simplesmente 67% a mais.

Esta é a média da diferença entre os salários do setor público e do setor privado no Brasil. Para se ter uma ideia, no resto do mundo, o setor público paga em média "apenas" 16% a mais que o setor privado.

Ou seja, a situação brasileira simplesmente não tem par.


Chang é apenas (mais um) ideólogo desenvolvimentista em defesa das reservas de mercado para as grandes corporações (e, curiosamente, a esquerda diz que os libertários é que são os defensores das grandes empresas).

Ele é especialista em fazer propaganda protecionista em prol dos grandes conglomerados. E o faz com credenciais acadêmicas, o que traz mais respeitabilidade ao mercantilismo. Os políticos e os grandes empresários que têm pavor da concorrência adoram.

Não há nenhuma dúvida de que protecionismo é bom para as grandes indústrias e seus empregados, mas resta ainda alguém explicar como é que restringir as opções de consumo, diminuir a oferta e encarecer os produtos disponíveis pode ser algo bom para o enriquecimento da população.

O grande problema do livro (Chutando a Escada) é que ele confunde abertamente correlação com causalidade, algo imperdoável em economista. O argumento é que, "dado que a Coréia do Sul implementou tarifas protecionistas e suas empresas cresceram, então obviamente todos os países deveriam se fechar para enriquecer". Não há um só debate no livro sobre a possibilidade de a Coréia ter se desenvolvido ainda mais caso não houvesse implementado tais tarifas (daí a confusão entre correlação e causalidade).

Aliás, esse é exatamente o histórico de Hong Kong e Cingapura (que o autor do livro parece ignorar). Ambos os países eram grandes favelas a céu aberto na década de 1970 e hoje têm as maiores rendas per capita do mundo. E jamais aplicaram políticas protecionistas. Ambos são mais ricos que a Coréia do Sul em termos per capita. E olha que ambos são asiáticos -- logo, possuem relativamente a mesma cultura.

Outro erro grave do livro é dizer que "o livre comércio funciona bem somente na fantasia do mundo teórico da concorrência perfeita". Ora, quem primeiro fez o argumento em prol do livre comércio foi David Ricardo, ainda no século XIX, e seu argumento jamais se baseou em tal teoria, que nem sequer havia sido inventada à época.

Aliás, com dados pra lá dúbios. Por exemplo, Chang se limita a analisar apenas os países que se desenvolveram no século XIX, e afirma que eles se desenvolveram porque adotaram políticas protecionistas em determinados setores; mas ele não analisa todas as políticas adotadas. E em momento algum ele analisa os países que não se desenvolveram, pois isso mostraria que tais países adotaram com ainda mais intensidade exatamente as políticas que ele defende.

A teoria indica que tais países protecionistas teriam se desenvolvido ainda mais (com empresas mais competitivas e população mais educada) caso o comércio fosse mais livre. O livro não faz essa contraposição de ideias, pois trabalha exclusivamente com dados empíricos.

Mais especificamente sobre a Coréia do Sul, não é verdade dizer que ela "era pobre e aí foram adotadas políticas intervencionistas e aí ela enriqueceu". Mesmo porque isso é econômica e logicamente impossível. O que o general Park fez foi adotar uma política extremamente favorável ao investimento estrangeiro (óbvio, pois a Coréia não tinha capital), principalmente de japoneses (com quem ele reatou relações diplomáticas) e americanos. Não fossem esses investimentos estrangeiros, o país continuaria estagnado.

Os japoneses investiram pesadamente em infraestrutura, em indústrias de transformação e em tecnologia, o que fez com que a economia coreana se tornasse uma economia altamente intensiva em capital e voltada para a exportação. Esse fator, aliado à alta educação, disciplina e alta disposição para trabalhar (características inerentemente asiáticas), permitiu a rápida prosperidade da Coréia.

Era economicamente impossível a Coréia enriquecer por meio de intervencionismo simplesmente porque não havia capital nenhum no país. Intervencionismo é algo possível apenas em países ricos, que já têm capital acumulado e que, por isso, podem se dar ao luxo de consumi-lo em políticas populistas. Já países pobres não têm essa moleza (por isso o intervencionismo explícito em países como Bolívia e Venezuela apenas pioram as coisas).

Esse livro é apenas propaganda protecionista em prol dos grandes conglomerados coreanos.

Para resumir tudo: a teoria de Chang é a de que reserva de mercado e abolição da concorrência são exatamente o que fazem algo prosperar, se modernizar e se tornar pujante. Economia fechada e reserva de mercado são o que cria pujança e prosperidade. Atentado à lógica.

Vale lembrar que o Brasil já é assim desde que foi descoberto em 1500. Por favor, cite um único período do país em que tivemos tarifa de importação zero. Aliás, facilito: cite um único período que tivemos baixas tarifas de importação.


Temos a economia mais fechada entre os países sérios, e nada de a indústria progredir e ficar pujante.


Logo, o Chang deve explicações.

A teoria que ele defende -- "economia protecionista gera indústria pujante" -- é aplicada no Brasil desde 1500. E nada de ela finalmente se comprovar.


E ele está certo, ainda que por vias tortas.

Você sabe o que realmente significa 'neoliberalismo'?

"Neoliberalismo é uma mistura de social-democracia, keynesianismo e alguma liberdade de mercado em termos microeconômicos."

"O neoliberalismo surgiu entre ex-socialistas que haviam percebido que o socialismo não funcionava, mas que também não queriam abraçar inteiramente o liberalismo clássico."

"O neoliberalismo possui uma agenda abertamente intervencionista, ainda que menos intervencionista que o próprio socialismo. Historicamente, neoliberais defendem monopólio estatal da moeda por um Banco Central, agências reguladoras para controlar determinados setores da economia, programas de redistribuição de renda, leis e regulações anti-truste, concessões em vez de genuínas privatizações e desestatizações, ajustes fiscais por meio de aumentos de impostos, além, é claro, de monopólio estatal da justiça, e saúde e educação fornecidas pelo estado."


"Em uma economia com excesso de oferta em relação à demanda, uma política fiscal expansionista que incentive a demanda é válida sim."

Vai precisar trabalhar um pouquinho mais seus argumentos do que simplesmente bater o pezinho e dizer "vai, sim, viu?".

O nível intelectual dos detratores que vem a este site é cômico.

Vou só dar uma dica: uma economia entra em recessão não porque faltou demanda ou sobrou oferta (essa, aliás, a maior piada da história; na prática, você está dizendo que um excesso de bens e serviços gera empobrecimento, de modo que a solução seria escasseá-los). Uma economia entra em recessão porque os fatores de produção foram mal direcionados e os investimentos foram errados. Capital foi imobilizado em investimentos para os quais nunca houve uma demanda genuína (apenas artificial, impulsionada pela expansão do crédito).

Na prática, capital e riqueza foram destruídos. Cimentos, vergalhões, tijolos, britas, areia, azulejos e vários outros recursos escassos foram imobilizados em algo para o qual nunca houve demanda genuína. A sociedade está mais pobre em decorrência desse investimento errôneo. Recursos escassos foram desperdiçados.


O governo querer estimular o consumo de algo para o qual nunca houve demanda natural irá apenas prolongar o processo de destruição de riqueza. Querer voltar a expandir o crédito e tentar criar demanda para estes investimentos errôneos irá apenas prolongar esse cenário de desarranjo, destruindo capital e tornando a recessão ainda mais profunda no futuro.

(Com o agravante de que consumidores e empresários estarão agora bem mais endividados, em um cenário de inflação alta — por causa da expansão do crédito —, e sem perspectiva de renda).

Artigo exatamente sobre isso e aplicado ao Brasil:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2466


"Esse dinheiro nao necessariamente será gasto com burocracias, mas com consumo das famílias e investimentos (educação e saúde)."

Genial. O governo vai reduzir o consumo de uns (retirando sua renda via impostos), vai aumentar o consumo de outros (repassando esse dinheiro de impostos) e, com isso, vai elevar o consumo de todos. Uma mágica que faria inveja em Houdini.

Mais: o governo vai tomar dinheiro de uns, repassar a outros e, assim, enriquecer a todos. Vai tirar água da parte funda da piscina, despejar na rasa e, com isso, vai elevar o volume total de água da piscina. Até Mister M daria gargalhadas.

Você simplesmente está repetindo a falácia da multiplicação de renda inventada por Keynes. Sugiro se informar melhor:

Por que o "efeito multiplicador" é uma brutal falácia keynesiana

O erro central da teoria keynesiana em uma única frase

Adendo: educação e saúde estatais são geridos por burocracias. Por isso são uma porcaria. Saia do seu mundo cor-de-rosa e venha para a realidade.


"Outra coisa que se divulga bastante, mas com omissão de todas as informações necessárias para entender melhor o problema, é a de que a previdência do servidor público é a responsável pelo déficit previdenciário."

E é.

No Brasil há dois regimes de previdência: o "Regime Geral", válido para os trabalhadores do setor privado e gerido pelo INSS, e o "Regime Próprio", gerido pelo Ministério da Fazenda, para os funcionários públicos.

O "Geral", que abrange mais de 29 milhões de aposentados e pensionistas — os quais recebem uma aposentadoria média mensal de R$ 1.200 —, acumulou déficit de R$ 150 bilhões no ano passado.

Já o "Próprio", feito para apenas 3 milhões de funcionários públicos civis e militares, somou um déficit maior, de R$ 164 bilhões. Nesta classe estão os cidadãos com maior aposentadoria mensal média: R$ 7.500 para o funcionário público civil, R$ 9.500 para o militar, R$ 18.000 para servidores do Ministério Público Federal, R$ 25.700 para o Judiciário e R$ 28.500 para o Legislativo (confira todos os escandalosos valores aqui).

Só um completo ignorante em matemática pode fazer esta sua afirmação.

"Os servidores públicos pagam a mesmíssima alíquota de contribuição da previdência privada, ou seja, 11%. E ainda paga essa mesma contribuição de 11% depois que se aposenta [...]."

Segue sem entender o básico. Funça não paga previdência nenhuma. E isso é fácil de mostrar.

Se um funcionário público recebe $ 10.000 oriundos de impostos pagos compulsoriamente pelo setor privado, e, se destes $ 10.000, $ 1.100 (11%) são retidos na fonte pelo próprio governo, é incorreto dizer que o funcionário público pagou $1.100 de impostos.

A analogia é a de uma quadrilha que repassa para seus integrantes o dinheiro que extorquiu dos comerciantes do bairro. Se a quadrilha extorque $ 10.000, retém $ 1.100 e repassa os $8.900 restantes para seus membros, não é correto dizer que seus membros pagaram $1.100 de impostos. Afinal, eles não geraram esses $ 1.100 vendendo serviços consumidos voluntariamente no mercado. Os $ 1.100 são apenas uma fatia da espoliação, a qual o agente espoliador achou por bem reter para si próprio.

No final, quem paga a previdência dos funcionários públicos são os trabalhadores da iniciativa privada.

"Então, se o déficit da previdência do setor público é bem maior que a do INSS, significa dizer apenas que desviaram/roubaram muito mais as contribuições que os servidores públicos fizeram ao longo dos anos do que as contribuições do INSS. "

Errado. Significa apenas constatar que o arranjo é imoral, indecente e deve ser abolido. Funça já tem estabilidade e salário garantido. Eles que banquem suas próprias previdências. Querer que os desdentados do país continuem garantindo o bem-bom desses parasitas após sua aposentadoria é coisa de gente sem absolutamente nenhuma moral.

"Não é todo serviço público que é desperdício de dinheiro público. Aliás, alguns serviços públicos são essenciais para que um país tenha condições minimas de se desenvolver, ex. segurança pública, educação básica de qualidade, judiciário eficiente, etc."

Só falou trivialidades. Quero ver argumentar que, no Brasil, para manter esses serviços essenciais, é necessário o governo sugar 42% do PIB.

No aguardo. E boa sorte.


Olá... vim parar nessa página de 5 anos atrás sem querer,,, hoje é dia 14 de janeiro de 2018. Então... texto longo, comentários longos, curtos, não li todos, mesmo porque passados cinco anos muitas das dúvidas aqui relatadas já forma resolvidas e outros tantos problemas surgiram..!!!! Vale a pena comprar bitcoin a 50 mil reais? sim com certeza... já comprei... saudações


O Jair Bolsonaro não seria o homem que poria a cara a tapa pela diminuição dos impostos?


Quase todos que afirmam que a crise de 29 foi causada pelo livre-mercado são ideólogos de esquerda.

O conhecimento mainstream e o senso comum afirmam que a crise foi causada pelo capitalismo. E isso está certo. Mas precisa explicar o que é o tal "capitalismo", pois há diferentes tipos de capitalismo.


O problema não foi o crédito dos bancos estatais, o problema foi o crédito subsidiado (fornecido pelo BNDES).

FHC e Lula tiveram prudência em manter o fornecimento desse tipo de crédito estável, possivelmente porque sabiam do desastre que causaria se fosse expandido da forma como foi feito a partir de 2009.




Por que a esquerda moderna possui tanto tesão em Keynes e Desenvolvimentismo?

Será que não sabem que ambos são bases econômicas do Fascismo?


Keynesianismo, social-democracia e desenvolvimentismo só possuem alguma chance de dar certo se a economia do país for livre e se forem interrompidos no momento certo.


A esquerda ainda não aprendeu a causa e efeito das coisas.

Defender aumento de gastos e ao mesmo tempo reclamar do aumento da dívida e dos juros é apenas um dos casos de completa ignorância e incoerência econômica dessa gente.


Ao tributar, o governo toma aquele dinheiro que poderia ser usado para investimentos das empresas ou para o consumo das famílias, e desperdiça esse dinheiro na manutenção da sua burocracia.

Isso nao está correto. O governo pode gastar o dinheiro confiscado em politicas de distribuição de renda, como educação, saúde e bolsa família. Esse dinheiro nao necessariamente será gasto com burocracias, mas com consumo das famílias e investimentos (educação e saúde). Os impostos são mais um problema moral que econômico.


Parabéns conteúdo muito bom e esclarecedor sobre a Economia Capitalista.Bravo


São os mesmos asnos que acham que foram essas míseras 35 empresas estatais e o governo que nunca ultrapassou 15% do PIB que fizeram Cingapura ser desenvolvida.

Argumentar com ideólogo doente é perda de tempo. Eles que vivam no mundinho deles.


Não exatamente. Mesmo sem subsídio, o critério de direcionamento do crédito não atende leis de mercado (oferta e demanda) e sim critérios políticos, e por isso causam distorções, investimentos mal direcionados que terão que ser liquidados no futuro.


Desenvolvimentistas e social-democratas ainda não perceberam que estão no paraíso idealizado por eles.

Brasil é a prova viva que se um país aplica políticas estatistas por várias gerações com o intuito de se desenvolver não irá chegar a lugar nenhum. Muito pelo contrário, a riqueza da população será completamente drenada.

Se Getúlio Vargas tivesse, pelo menos, não criado a CLT, desde o começo fixasse a mesma porcentagem de impostos para pessoas jurídicas e físicas e não criado centenas de agências e secretarias para burocratizar a economia, quem sabe o Brasil não teria um destino bem diferente mesmo com suas políticas desenvolvimentistas.



Existem previsões climáticas de que os invernos serão mais rigorosos e duradouros até pelo menos 2060. Esse fenômeno já começou. Significa que parte da agricultura do setentrião sera afetada, reduzindo a produção de alimentos. O consumo de petróleo sera crescente, bem ao contrário das atuais estimativas. O Brasil tera papel de destaque na produção de alimentos e petróleo e a poupança externa pode financiar nossa infraestrutura. A China deu passos iniciais para preparar essa mudança. Muito dinheiro sera direcionado ao Brasil, tornando toda essa dívida uma merreca. Esqueçam essas previsões catastrofistas, típicas dos míopes. A escola austríaca é ótima para explicar os fatos e entender a economia, mas é inútil para para fazer previsões. Deixem isso para os profissionais.


Nunca se perguntaram porque esquerdistas, especialmente marxistas, possuem tanto fetiche por História?

História nada mais é do que um combate de narrativas e interpretações. Se eles dominarem a narrativa do passado, eles dominam o presente e o futuro.

O presente também é uma guerra de narrativas e interpretações, mas é muito mais difícil distorcer o presente porque todos o estão vendo com seus próprios olhos.


Uma simplificação do fluxo circular da renda e apelação à lei de Say. É a crença do automatismo do mercado, mas, é claro, sem citar os impactos sociais das ações. É claro que há insuficiência de demanda, essa pode ser ajustada pelos preços e pelo desemprego? Sim, sem novidades. Mas não é a melhor opção. Em uma economia com excesso de oferta em relação à demanda, uma política fiscal expansionista que incentive a demanda é válida sim.



Ha Joon Chang concedeu essa entrevista dizendo sobre a indústria brasileira, então este artigo mostra que ele ta errado? Achei bem seletivo os posicionamentos de Chang.

Sobre Inglaterra ele nem sequer citou que Corn Laws teve um papel fundamental.

Sobre Suécia ele cita tal protecionismo, mas economistas históricos como Eli Heckscher argumentam que o rendimento tarifário ao final do século XIX foram baixos, sem contar que o protecionismo foi algo muito relativo, já que as tarifas de importação foram colocadas em prática em 1888 ao Governo de Robert Themptander. E as demais tarifas vieram com Gillis Bildt e posteriormente com Erick Bostron. O protecionismo foi relativo, pois:

1 - As matérias primas não tinham tarifas
2 - Aço para construções pesadas como vigas e trilhos de trem, também não tinham tarifas
3 - Produtos químicos também não tinham tarifas
4 - A tarifa para Ferro-gusa foi implementada apenas em 1892 e foi revogada em 1896, pois estava gerando queda na produtividade
5 - As tarifas para capitais industriais vieram apenas em 1892 e voltaram a cair gradativamente em 1896

Além dele também ignorar o trabalho realizado por Johann Gripenstedt que teve um papel extremamente fundamental para o enriquecimento Sueco de 1850 até 1950. E atualmente Estocolmo é um centro tecnológico estimulado por constantes isenções fiscais tanto para consumidores, quanto para produtores. Não atoa que a cidade é um dos maiores criadores de unicórnios financeiros do mundo com um comércio relativamente livre. Até hoje não encontrei nenhum Banco de desenvolvimento na Suécia, poderiam me dizer se existe algum?

Sobre a Coréia do Sul ele não cita por exemplo que a poupança daquele país em seus governos militares chegaram quase 40% do PIB, sem contar que exportadores tiveram isenção para produtos importados a serem utilizados em suas fábricas. Também ignorou Que General Park ao ao longo da década de 1970 reduziu as tarifas de importação de 40% para 13% e que os gastos governamentais não ficaram cerca de apenas 10% do PIB, quando Park foi assassinado em 1979.

Sobre Cingapura, ele confessa que é um livre comércio, mas cita que o governo está presente em outros fatores, ou seja, o próprio diz que o comércio é apenas uma correlação sem ao menos perceber.

De fato, da pra ver que esse cara não fala coisas 100% honestas, e ainda sim vale lembrar que ele disse em 2013 que o Brasil tava no caminho certo com taxa de juros na canetada e desvalorização cambial constante.

Peço a vocês que respondam minha primeiro pergunta, e se possível, trazer mais incoerências desse cara. Obrigado.


Leandro, não faltou também o Protecionismo que aumentou no período Dilma?
Esquerdistas adoram evocar essa prática fascista.



Dúvida (apesar de parecer bem idiota):

Quando se fala: "O governo, por definição, não produz nada. Ele não tem recursos próprios para gastar. O governo só pode gastar aquilo que antes ele confiscou via tributação ou tomou emprestado via emissão de títulos do Tesouro" (...) temos duas únicas alternativas de "renda" para o "guloso" estado (em minúscula mesmo!).

Como entram os lucros das "estatais" nessa equação? (supondo que num "mundo"/Brasil ideal elas dessem lucros e fossem, de fato, concorrentes num mercado livre).


Já que Friedman passou a defender o fim do BC. Que modelo monetário ele passou a defender? Padrão ouro?


Você confunde riqueza com um suposto potencial para a riqueza. Todo país tem potencial para a riqueza, porém a maioria da população entende que medidas confiscatórias irão gerar mais riqueza. Sugiro que você saia desse sonho de pessoas que um dia adminstrarão bem o país.


Fiquem tranquilos, o progresso do mundo todo já está "planejado". Até 2030 a terra será um verdadeiro paraíso, então seguramente o Brasil será beneficiado por esse plano, confiram: nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/


www.sitraemg.org.br/post_type_artigo/o-estado-esta-inchado/

Esse artigo mostra que os gastos com funcionalismo vêm caindo, e a tendência é continuar em queda. A concepção de estado inchado pelo excesso de funcionários públicos com salário avantajado é errônea. Como diz o autor do artigo, a maior parte da riqueza do Brasil escoa para o bolso do capital financeiro por meio da dívida pública, que atualmente consome quase 50% do orçamento da União.


Acho que você confundiu as palavras desenvolvimento e desenvolvimentismo.

Desenvolvimentismo é a política de tentar desenvolver o país por meio de estímulos keynesianos e grandes gastos públicos, inflacionismo como política monetária e hiperativismo do tesouro como política fiscal.

Quanto a isso, todos aqui somos contra.


Neoliberalism – the ideology at the root of all our problems
George Monbiot, The Guardian


www.theguardian.com/books/2016/apr/15/neoliberalism-ideology-problem-george-monbiot


Esse texto precisa ser interpretado "cum grano salis".

Não é todo serviço público que é desperdício de dinheiro público. Aliás, alguns serviços públicos são essenciais para que um país tenha condições minimas de se desenvolver, ex. segurança pública, educação básica de qualidade, judiciário eficiente, etc.

Muito serviço prestado pelo estado deveria ser extinto, é a mais pura verdade, mas há serviços públicos que são essenciais e que precisam é ser melhorados.

No Brasil, infelizmente, sofremos tanto com os serviços públicos como os privados ruins.

Outra coisa que se divulga bastante, mas com omissão de todas as informações necessárias para entender melhor o problema, é a de que a previdência do servidor público é a responsável pelo déficit previdenciário.

Os servidores públicos pagam a mesmíssima alíquota de contribuição da previdência privada, ou seja, 11%. E ainda paga essa mesma contribuição de 11% depois que se aposenta (o que não acontece por quem se aposenta pelo INSS), só que apenas sobre o que ultrapassa o teto do valor do INSS (o que ultrapassa cinco mil e pouco).

Esses 11% de contribuição do servidor público é sobre tudo o que ele ganha (se o cara ganha R$10.000,00, paga R$1.100,00 de contribuição), enquanto que o empregado que contribui para o INSS contribui com 11% até o teto do valor que pode receber do INSS (11% de cinco mil e pouco) o que passa desse cinco mil e pouco fica livre de qualquer contribuição previdenciária.

Então, se o déficit da previdência do setor público é bem maior que a do INSS, significa dizer apenas que desviaram/roubaram muito mais as contribuições que os servidores públicos fizeram ao longo dos anos do que as contribuições do INSS.

Sou a favor de existir o mesmo teto de aposentadoria para o servidor público e empregados do regime privado (cinco mil e pouco, por exemplo), assim, o servidor público terá a liberdade de fazer o que melhor lhe aprouver com o que não será confiscado do seu salário a título de contribuição previdenciária, que, afinal, é um mal negócio (contribuir para a aposentadoria, quando há investimentos bem melhores no longo prazo).


Não tá mais aqui quem falou,anônimo.Mas corrigindo, o Ubiratan e o Leandro entendem mais de economia do que "EU" e seguindo 'minha interpretação pessoal' dos seus textos é melhor se preparar para o pior.Eles não me mandaram mas de livre vontade eu decidi que o negócio é investir em criptomoedas e se preparar para uma possível fuga do Brasil.Mas que fique claro que o IMB não tá dizendo que o país vai quebrar,apenas está trazendo dados e fatos que cada um interpreta como bem entende.


Ninguém é contra o desenvolvimentismo.

As pessoas querem invistir em educação, em indústrias novas, em energias renováveis, em melhores hospitais, em melhores escolas, em alimentos mais saudáveis, em ajuda aos mais pobres, etc.

O problema é um grupo de burocratas e corruptos roubando a narrativa do desenvolvimento e das coisas boas. Esse sequestro do discurso positivista, de melhores condições de vida, da caridade, da ajuda ao próximo, acabou virando uma malandragem usada por pessoas que não entendem o mínimo de economia e do conceito de sociedade.

Os caras querem viram Santos sem nunca ter trabalhado na vida.

Por exemplo, quem começou a fornecer energia elétrica no Brasil foi uma empresa privada.

Aquela velha frase dos liberais mostra isso: A fome no mundo diminuiu muito por causa da ganância dos agricultores..


Respondido no artigo.

"Entremos agora em 2016. Mais especificamente, em maio de 2016.

O que houve naquele mês? Trocou-se o governo, trocou-se a equipe econômica, e trocou-se a diretoria do Banco Central.

Com um Banco Central agora mais sério e com um Ministro da Fazenda com bem mais credibilidade (e que montou uma equipe exclusivamente técnica), a expectativa das pessoas quanto à inflação mudou. Os formadores de preços mudaram de atitude.

Para começar, o dólar caiu de R$ 4 pra R$ 3,15.

Os preços livres, que até então vinham sendo reajustado com intensidade, pararam de ser reajustados.

Hoje, a inflação dos preços livres é a menor desde o início de 2006.

Sim, é claro que toda aquela contração monetária ajudou, e muito, a conter o aumento dos preços. Mas a contração já existia desde o início de 2015.

Foi a troca da equipe econômica o que acelerou o processo de contenção de preços. Foi exatamente no meio do ano, tão logo houve a troca de governo e de equipe econômica, que os preços passaram a se estabilizar.

Este é um caso de mudança positiva de expectativas gerada por uma troca na equipe econômica."


Adendo: a inflação dos preços livres está no menor nível da história. O que está ferrando tudo, como sempre, são os preços controlados pelo governo.

www.bcb.gov.br/pec/Indeco/Port/IE1-05.xlsx


1) Os déficits do Japão são bem menores. Ao passo que aqui no Brasil eles estão girando em torno de 9% do PIB (uma insanidade), no Japão eles são de 4,5% do PIB (metade do Brasil), e com tendência de queda.

2) Mais importante: a população japonesa é muito mais rica e muito mais produtiva que a brasileira. Assim, quem investe em títulos japoneses sabe que tais títulos estão lastreados na riqueza, no trabalho, na produtividade e na capacidade de pagamento do povo japonês. Acima de tudo, estão lastreados em um povo cuja cultura é confiável e responsável, e que nunca deu calote. Infelizmente, o mesmo não pode ser dito do Brasil.

3) Os títulos japoneses pagam juros ínfimos, tamanha é a demanda por eles. Um título de 10 anos paga o ridículo juro de 0,08% ao ano. No Brasil, o mesmo título paga 10,30% ao ano.

4) Tendo dito isso, vale ressaltar que a situação japonesa está longe de ser tranquila, e o país não cresce há duas décadas (exatamente quando sua dívida começou a se tornar explosiva). Se com o Japão a juro zero foi assim, imagine com o Brasil.


Professor Iório, soi acontecer, muito bem!
Não aprecio usar a régua "PIB" para indicar alguma coisa.