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Últimos comentários


Um dos melhores artigos que já li sobre funcionários públicos.

A real é que o funcionalismo existe majoritariamente somente para distribuir privilégios.


Escolas? Hoje, para quem tem disciplina e genuína força de vontade, já dá para se educar inteiramente (e gratuitamente) pela internet. Khan Academy (já em português), Coursera, e vários outros. Só otário coloca filho em escola gerenciada pelo governo. Sai de lá bandido.


Para começar, libertários defendem uma radical redução do estado, o que por definição levaria a uma radical redução da carga tributária. Hoje, os pobres têm quase que metade da sua renda mensal confiscada por impostos (federais), estaduais e municipais. A outra metade é levada pela inflação, que também é causada pelo governo (Banco Central).

Neste cenário de destruição causada pelo estado, é claro que os pobres não têm chance nenhuma. Eles próprios bancam o SUS via impostos, e vão pra lá pra morrer. E os "humanistas" dizem que qualquer outro arranjo que não seja este é totalmente desumano.

Realmente, vivemos no mundo da moral invertida.

Como seria em um arranjo libertário? Para começar, os pobres teriam, de imediato, um brutal aumento de sua renda disponível. Sem impostos confiscando 50% de sua renda, haveria muito mais renda disponível para eles.

Adicionalmente, a total liberdade de entrada no mercado para seguradoras e para hospitais reduziria acentuadamente os preços e melhoria enormemente a qualidade dos serviços. Afinal, é isso o que a genuína livre concorrência sempre faz: reduz preços e melhora a qualidade dos serviços. Não há um exemplo prático em contrário; não há um exemplo de arranjo que tenha piorado ao sair de um monopólio e adotar a livre concorrência.

Adicionalmente, vale também lembrar que, há algumas décadas, antes de o estado se intrometer na saúde, a Igreja mantinha hospitais (e escolas) de excelente nível, fornecendo vários serviços gratuitos -- serviços estes que eram financiados por doações, inclusive de ateus caridosos.

No entanto, desde que o estado entrou em cena para mostrar todo o seu amor aos pobres, a Igreja perdeu doações, pois as pessoas pensaram: "Eu já pago muitos impostos e o estado já faz o serviço; não preciso mais contribuir para serviços caritativos".

O curioso é que absolutamente ninguém toca nesse assunto. Ninguém comenta como os serviços caritativos da Igreja auxiliavam as pessoas no passado e hoje perderam espaço para o SUS.

As igrejas ajudavam bastante e voltariam a ajudar ainda mais caso recebessem doações de pessoas como você, preocupadas com os desvalidos. O problema, infelizmente, é que a esmagadora maioria das pessoas querem apenas vociferar indignação e delegar tal tarefa exclusivamente ao estado (que deve tomar o dinheiro dos outros, e nunca delas próprias). Por exemplo, vá ver quantas dessas pessoas fazem doações a instituições de caridade ou mesmo para as igrejas. E ainda fazem pose superior de preocupação para com os destituídos.

Aliás, e você? O que tem feito de prático para ajudar os mais pobres?


Sugiro não tentar se ardiloso. Este é o fórum menos recomendado da internet para isso.

Primeiro você disse que é "um fato" que existem cartéis e monopólios em um mercado livre. Expliquei que não (isso é uma impossibilidade prática) e pedi para você dar exemplos reais (nunca houve um na história do mundo).

Aí você manda um link falando do setor aéreo americano e da Google.

Eu, então, respondo mostrando que o setor aéreo é inteiramente regulado pelo governo (em prol das empresas aéreas) e que a Google não só não tem monopólio nenhum, como ainda tem vários concorrentes.

Aí você espertamente agora diz que está falando de antitruste em geral, sendo que este nunca foi o tema. Ora, é óbvio que há cartel e oligopólio em mercados controlados pelo estado. É exatamente para isso que o estado está ali: para proteger e privilegiar empresas.

Qual portanto é o seu ponto? Decida-se! Você está falando que há oligopólio no atual arranjo (o que é uma obviedade, pois o estado está no controle) ou que há oligopólio no livre mercado (uma impossibilidade)? Escolha um lado e fique nele. Até agora, você só ofereceu opiniões que se contradizem mutuamente.


É uma mentalidade parecida com a existente aqui. Querem direitos mas não querem pagar por eles.


Obrigado por divertir tanto o principal público deste blog com comentários polidos e arrogantes. O que vejo por aí de pseudo-intelectuais estadistas não está no gibi.


É como o Vitor disse acima, somente mudando primeiro as ideias de uma sociedade que ela mudará seu curso (citando grandíssimo Hayek).


Sua cara de pau é gritante, ainda mais se você for bait mesmo! (E entrou muito bem no seu personagem, conseguiu até refutar o Mises :D) Um abraço!




Por favor, gostaria muito de um artigo citando os top 10 países para imigrar.



Prezados articulistas e pareceristas, aprendo muito com vocês, admiro o contraponto e o contraditório. levo-os, às minhas aulas para debater com meus alunos, nas aulas sobre saúde publica...haja vista que podemos dizer que "a grande maioria" dos brasileiros, sequer sabe que é economia e para que serve. Saibam que suas opiniões me auxiliam a fazer a diferença para meus alunos. Grato a Todos!


Então,

Os exemplos dados foram casos de antritust, ou seja, como as empresas agem efetivamente no mercado.

Os EUA ocupam 17º posição de liberdade. Até Hong Kong, que está em 1º lugar tem regulamentação!

Já que não conheço sobre a matéria, e você sabe muito mais, diga-nos, no mundo real, qual país adotou o mercado totalmente sem regulamentação?

Para podermos avaliar se é possível adota-lo.




Problema é cultural. A mentalidade do brasileiro é de dependência do Estado, é da crença no almoço grátis. Eu praticamente não vejo saída pra nós, nas próximas eleições, o único não-esquerda forte no páreo é Jair Bolsonaro... até desanima, acho que ele nem entenderia este texto; quem dera tivéssemos um Macri (que não é o melhor possível, mas já é algo).

Diga-se de passagem, grande parte dos problemas que o Brasil tem hoje, é culpa dos militares que ele tanto ama (foram criados ou mantidos e fortalecidos pelos governantes); vide Petrobrás e empresas públicas, CLT e a bagunça da JT, agências reguladoras, problemas habitacionais, etc.

Enfim, são muitos anos de intervenção estatal na vida do brasileiro; o buraco é muito fundo.


Eu nunca vou te abandonar, sempre que precisar de um produto inviável pelos meios legais lá estarei para ofertá-lo sem nenhum questionamento, seremos abastecido pelo meu irmão Contrabando,para mim, servir a você e sua família é um fim em si mesmo.
E em caso de desastre econômico invocaremos nosso pai Escambo para te dar tanto poder de compra quanto for possível, eu nunca vou te abandonar porque você nunca faria isso comigo.



Dizer que empresas aéreas são exemplos de empresas que operam em um mercado livre e desregulamentado, sem protecionismos do governo, foi mesmo dose.

Aliás, nos EUA, vale lembrar que a United Airlines, após anos operando no vermelho, entrou em concordata em 2002. Foi a maneira de os consumidores dizerem que não mais queriam seus serviços. No entanto, o governo federal, contrariando os desejos dos consumidores, utilizou dinheiro de impostos (dos próprios consumidores) e socorreu a empresa: nada menos que US$ 644 milhões.

Com isso, o governo anulou o desejo dos consumidores, e manteve a empresa viva contra as demandas dos consumidores.

Dizer que isso é um mercado livre, competitivo e sem protecionismos estatais não pode ser uma afirmação séria.


Viu só? Exatamente como eu havia previsto, você não faz a mais mínima ideia do assunto (desculpe a sinceridade).

Empresas aéreas?! Operam protegidas dentro de um mercado completamente controlado pelo governo. Apenas para começar, o governo simplesmente proíbe que empresa aéreas estrangeiras façam vôos nacionais dentro dos EUA (o governo brasileiro faz exatamete o mesmo). Igualmente, é o governo quem decide qual empresa aérea pode fazer qual rota e em qual horário. É o governo quem aloca os slots.

No Brasil, quem faz essa regulação é a ANAC. Nos EUA, é a FAA (Federal Aviation Administration).

Com as empresas aéreas atuando protegidas contra qualquer concorrência estrangeira e usufruindo de um mercado cativo de 300 milhões de consumidores, é até um milagre que os preços não sejam ainda maiores.

Para enfatizar: vários economistas temem um oligopólio no setor aéreo simplesmente porque eles próprios cometeram o erro de criar um arranjo no qual empresas aéreas estrangeiras são proibidas de fazer vôos nacionais dentro deste país. Sendo assim, com o mercado nacional fechado ao mercado global, e com as empresas aéreas nacionais usufruindo uma reserva de mercado (por obra e graça das regulamentações estatais, que proibiram empresas aéreas estrangeiras de fazerem voos nacionais), a possibilidade de fusões e aquisições neste setor realmente irá levar a um oligopólio.

Ato contínuo, os próprios criadores deste cenário de reserva de mercado passam a aplicar políticas que visam a impedir o surgimento deste oligopólio — como leis anti-truste — ou que, em última instância, visam a tentar regular esse oligopólio.

Perceba, no entanto, que o erro foi cometido lá no início — quando o governo proibiu empresas aéreas estrangeiras de fazer voos nacionais —, e o que se está fazendo agora é um mero paliativo. A partir do momento em que o governo fecha um mercado à concorrência externa, tentar regulá-lo é um esforço inútil. É impossível tornar mais eficiente, por meio de imposições burocráticas, um mercado fechado que foi fechado à concorrência.

Por outro lado, se o mercado aéreo de um país é aberto ao mundo, de modo que empresas estrangeiras não são proibidas de — ao contrário, são bem-vindas para — fazer vôos nacionais, não há a mais mínima possibilidade de fusões que levem a um oligopólio. Para isso acontecer, todas as empresas aéreas do mundo teriam de se fundir em uma só.


Google é monopólio?! Monopólio significa, por definição, restrição à liberdade de entrada. E a única entidade com poderes para restringir a liberdade de entrada é o governo. O governo impede a entrada de concorrentes contra a Google? Como?

Qualquer pessoa é totalmente livre para entrar e concorrer com a Google. Mas poucos fazem isso? Sabe por quê? Porque os consumidores se mostram satisfeitos com os serviços ofertados pela Google. Tanto é que só usam essa ferramenta de busca.

No entanto, há mais de uma dúzia de concorrentes do Google, por exemplo. Por que você não os usa? Bing, DuckDuckGo, Blippex, Wolfram Alpha, Blekko, Naver, Yandex, Pipl, Baidu, Yacy e StartPage estão aí, implorando para você utilizá-los.


Por que você não os utiliza? Simples: porque você reconhece que os serviços fornecidos pela Google são os melhores. Consequentemente, você voluntariamente privilegia a Google em detrimento dos outros. Você não quer abrir mão da qualidade e da praticidade do Google. Nem eu.

Sigo no aguardo de um único exemplo de empresas operando em um mercado livre e desregulamentado (isto é, um mercado que não é controlado por agências reguladoras) que se juntaram, fizeram um truste e monopolizaram o mercado.

Dica: faça menos afirmações e mais perguntas.


Há uma contradição aqui.Em primeiro lugar o site leva o nome de Mises.Em segundo o site foda-seoestado.com explica que toda forma de estado é socialismo(foda-seoestado.com/por-que-toda-forma-de-estado-e-socialismo/).Em terceiro Mises defendia o seguinte:"A fim de estabelecer e preservar a cooperação social e a civilização são necessárias medidas para impedir que indivíduos antissociais cometam atos que poderiam desfazer tudo o que o homem realizou desde que saiu das cavernas. Para preservar um estado de coisas onde haja proteção do indivíduo contra a ilimitada tirania dos mais fortes e mais hábeis, é necessária uma instituição que reprima a atividade antissocial. A paz — ausência de luta permanente de todos contra todos — só pode ser alcançada pelo estabelecimento de um sistema no qual o poder de recorrer à ação violenta é monopolizado por um aparato social de compulsão e coerção, e a aplicação deste poder em qualquer caso individual é regulada por um conjunto de regras — as leis feitas pelo homem, distintas tanto das leis da natureza como das leis da praxeologia. O que caracteriza um sistema social é a existência desse aparato, comumente chamado de governo." Ludwig von Mises, Ação Humana, capítulo XV.
Além disso, em Ação Humana Mises deixa claro a necessidade da existência de impostos:
"A manutenção de um aparato governamental de tribunais, polícias, prisões e forças armadas requer despesas consideráveis. Cobrar impostos para pagar estas despesas é inteiramente compatível com a liberdade que um indivíduo desfruta numa economia de livre mercado." (Ludwig von Mises, Ação Humana, XV. 6).Se socialismo e liberdade são incompatíveis,então é melhor mudar o nome do site para Instituto Hoppe Brasil,pois tentar provar que imposto não é roubo e não fere a liberdade é impossível.É claro que respeitamos Mises e Milton Friedman por terem divulgado a liberalismo,mas temos de ser coerentes com nossas posições.


Eduardo,

Segue um exemplo de antitrust nos EUA (creio que seja um exemplo de livre mercado):

economia.estadao.com.br/noticias/geral,empresas-aereas-pagam-us-504-mi-por-truste-nos-eua,196293

www.tecmundo.com.br/google/87090-google-sendo-acusada-monopolio-agencia-governo-americano.htm

Na teoria, uma liberdade irrestrita seria positiva, mas é uma tendencia natural das empresas quererem eliminar a concorrência - mesmo sem regulamentação setorial.

Posso dizer o protecionismo do mercado local torna-o obsoleto; mas deixar o mercado operar sem uma regulamentação mínima (e tecnicamente voltada a estimular a concorrência setorial) seria um 'vale tudo'.


Já há décadas finados, meu avô e dois irmãos dele, eram militares brasileiros da ativa, durante toda a Segunda Guerra Mundial.
Eu tinha um agora finado tio-avô, José Belém Rocha, um finado oficial da Marinha do Brasil, que lutou contra os submarinos da Alemanha e Itália, em toda a Segunda Guerra Mundial e lutou contra Intentona Comunista, em 1935. Desde de que eu era criança, ele me contava umas coisas.
Primeiro, que na época e lugar onde ele havia nascido, a decisão de se tornar militar, que ele tomou foi altamente acertada, pelo bem que ele fez ao Brasil e ao mundo. A segunda é que ele se orgulhava de não ter nenhum descendente militar pois, segundo ele, há quase 30 anos atrás, a perspectiva real para nossos militares, se resume a bater continência a mafiosos.
Este mesmo tio-avô finado, me contava muitas coisas da Argentina maravilhosa, que ele viu ainda nos anos 1920 e, o desgosto de ver no que a Argentina havia se tornado de Perón(1946), para cá. Tanto era o desgosto dele com o destino da Argentina, que já no final dos anos 1970, ele decidiu nunca mais ir para aquele país. Que a Argentina maravilhosa que ele conhecera, vivesse só na lembrança. Na Argentina de 1976 a 1983, não foi o mesmo, que no Brasil do Regime Militar. Foi bem pior.
Tornar um país pobre, num país rico é raridade, mas a Coréia do Sul conseguiu tal feito, graças aos governos de dois generais desde 1961 a 1988. Peço a você, que veja a palestra que começa aos seis minutos e vários segundos do site www.youtube.com/watch?v=axuxt2Dwe0A


Eu estava acompanhando com curiosidade até que no capítulo "Cultura" você cometeu um "houveram pessoas". Daí você me perdeu de vez.


Bem observado, de maneira geral o executivo do governo de qualquer esfera entende a importância do corte de gastos e sabe perfeitamente quais são os gastos mais inúteis e os principais privilegiados, mas para manter a governabilidade abrem-se os cofres e mais atualmente, preenche-se títulos de dívida.
Quando o presidente Macri proferiu a seguinte frase:

"Não é sustentável este déficit orçamentário da Argentina; tem de ser diminuído. Tem de haver uma atitude do cidadão de exigir austeridade, de que o governo cuide bem do dinheiro."

Está corretíssimo, não haverá possibilidade de corte de gastos enquanto esta não for uma demanda clara da população, ainda que tola, o déficit público nas alturas é uma escolha democrática do povo.


E as pessoas que não possuem renda, e os assalariados que mal dá para comer, como ficariam ? Ficariam sem saúde e educação ? É isso ?


Eis o que vai acontecer: a duras penas a economia vai acertar, os investimentos voltarão e a estabilidade retornará. Aí, no futuro, o povo colocará outro populista na presidência para dividir o que foi conquistado durante anos de trabalho. Passadas algumas gerações, ninguém lembrará do passado ou procurará saber. E assim o círculo vicioso irá se repetir...

Sempre foi assim na América Latina (com as aparentes exceções, ao menos por enquanto, de Peru e Colômbia) e sempre será.


Exato. Em um mundo político "ideal" (coisa que todos sabem que está longe de ser) o liberalismo teria que ser feito igual Rothbard ensinou, ou seja, de uma vez só e rápido.

Mas no mundo real, pelo fato do liberalismo econômico demorar para dar frutos visíveis para a população (comparado ao populismo e assistencialismo) e pelo fato de que há jogo de interesses e privilégios pelos burocratas, deve ser feito aos poucos e de forma gradual.

Se fizer de uma vez, sua popularidade cairá e no mais extremo dos casos o político liberal perderá seu poder de exercer o cargo. E, para o horror dos horrores, a fama do liberalismo econômico ficará ainda mais manchada do que já é, ficando mais difícil de eleger políticos liberais e de ser posto em prática no futuro.


Cortar gastos não é tanto um problema econômico, é político. Há privilégios, e se você se voltar contra eles será atacado. A questão aqui é saber quais guerras você deve lutar, quando lutar e qual estratégia usar. É um jogo de xadrez.


O dinheiro utilizado para pagar ingressos em espetáculos musicais é um recurso escasso.


Pois é. Eu só irei começar a dar algum crédito para Macri quando reverter sua ridícula promessa de campanha de não re-privatizar a Aerolineas Argentinas, que foi estatizada pelos Kirchners e que dá um prejuízo de 1,2 milhão de dólares por dia para os pagadores de impostos. US$ 1,2 milhão por dia!

Quero ver se terá cojones para enfrentar os sindicatos dessa empresa.


Há uma significativa recuperação econômica na Argentina, mas os empregos melhor pagados só se recuperarão na indústria, que está muito sucateada e depende de importações brasileiras para reativar. Mas acompanhando as condições fiscais do governo brasileiro podendo criar uma nova crise econômica, parece que a Argentina não poderá contar com ajuda do Brasil para seu crescimento.


Sério, Capital Imoral, foi genial o seu discurso.
Não consigo dizer se você está falando a verdade e realmente acredita nisso ou está sendo extremamente sarcástico.

Só queria saber uns detalhes:
1)Se ninguém vai precisar trabalhar, quem vai oferecer os serviços de internet pra que possamos ficar filosofando na internet? Quem vai instalá-la?

2)Se não precisaremos mais trabalhar, como iremos na padaria ter uma conversa em francês com o atendente voluntário? Se nunca haverá tédio, por que precisaremos de um "atendente voluntário"? Não seria melhor ele ir pra casa e filosofar na internet (que não irá existir) como é lindo apreciar a alface antes de comê-la?

Mas de verdade, ainda não consigo dizer se você está sendo sarcástico.


Precisamos aprender a valorizar o que é público.

O grande problema da sociedade atual, e isso inclui ignorância ideológica sobre os serviços públicos, é que ninguém sabe explorar corretamente sua cidade. No artigos de hoje vamos conhecer os serviços públicos que todo mundo ama, utiliza, mas que mesmo assim preferem falar mal.
Se você é libertário muito provavelmente você já deve ter visto um daqueles vídeos em que mostra a empresa privada como a melhor coisa do mundo, que todo mundo ama, e o serviço público seria o "inferno na terra" no qual todos queremos fugir o mais rápido possível, tendo como grande exemplo, no vídeo, uma fila enorme e muita burocracia. Mas será que isso é inteiramente verdadeiro? Neste artigo irei te mostrar coisas que você ama e que são públicas.

Escolas e Bibliotecas Municipais
Temos uma visão muito negativa sobre às escolas atuais, associamos ao crime organizado, violência, e doutrinação. Mas o que está escondido em todas escolas municipais é um grande centro do saber, mesmo que você discorde ideologicamente de um professor, você nunca poderá dizer que o saber não está acessível. Pois vemos um esforço tanto dos professores quanto da prefeitura para disponibilizar livros, palestras, e até mesmo teatro; praticamente todo município tem uma Biblioteca Municipal, e vou te contar um segredo: É inteiramente de graça. Sim! é isso mesmo! você não precisa mais bancar burguesinho indo na Saraiva ou Cultura, basta visitar a biblioteca do seu Município e levar o livro inteiramente de graça.

Esporte e o Ginásio Municipal
Pagar 90 reais para usar academia cheia de gente escrota? que tal utilizar o Ginásio Municipal da sua cidade e aprender a praticar novos esportes? Neste espaço público haverá um professor para te ensinar futebol, volei, basquete; mas se você só curte levantar um peso, para parecer burguesinho padrão, no problem, sempre haverá equipamentos nesses espaços para que você pratique seu esporte. Isso sem contar os parques para caminhada e lazer, sempre haverá um espaço para você caminhar entre as árvores e agradecer a Deus por esse mundo ainda haver bastante verde. E adivinha só? Tudo isso é um serviço público e de manutenção pública.

Cultura e Museus
O Brasileiro é um povo tão ignorante sobre o que o Estado faz, que os museu acabou se tornando um espaço frequentado somente por professores de história e alunos que são obrigados por esse professor de história, a fazerem visitas. É muito triste saber que em diversos municípios existem museus que contam a história da cidade ou de uma cultura, mas que é porcamente frequentada. (O que é muito frequentado é Mcdonalds, imundos).
Outra coisa que está relacionada à cultura, são os eventos promovidos pelo ministério da cultura da sua cidade. Acredite, todos os anos essas pessoas trabalham duro para trazer mais cultura para sua cidade, e você não dá a mínima para tudo isso. Lembro-me que no ano passado trouxeram para minha cidade um lindo teatro, com bonecos e gente linda, promovido pelo Sesc Sp. É uma pena que houveram poucas pessoas para prestigiar.

Conclusão
Eu poderia ficar o dia inteiro falando sobre serviços públicos que você ama, e muitas vezes utiliza, mas não dá o minimo valor. Poderia falar sobre a Câmara Municipal, sobre o Mercado Municipal, sobre radios e canais de TV públicos, sobre universidades e centros de aprendizado. Eu poderia falar que talvez você odeias ficar em uma fila de espera para obter uma permissão estatal, mas você ficaria de joelhos para entrar em uma USP. Essa que é a verdade. Realmente, talvez você não goste da burocracia presente no Estado, mas adora usufruir dos principais produtos e serviços públicos da sua cidade, inteiramente de graça. Não sejamos hipócritas. Talvez o principal problema do Brasil atual esteja na ignorância ou na falta de informação sobre os serviços que são oferecidos pelo Estado. Precisamos aprender a utilizar a cidade e seus serviços antes de sair por aí falando mal.

Nota: O Estado malvadão da minha cidade está promovendo uma grande caminhada pela saúde. A verdade é que poucas pessoas vão comparecer, mas ao mesmo tempo, não faltará gente para reclamar da falta de saúde na cidade. Hipócritas.

Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.


Na América Latina, muitos falam do exemplo do Chile, mas poucos se lembram de outro caso de sucesso que foi o Fujishock no Peru. Feito em 1990, foi um raro exemplo de bom senso econômico neste continente.

Com uma inflação de 7.000%, com uma economia toda fechada e engessada, com déficits orçamentários gigantescos e com todos os gastos indo para o funcionalismo público e subsídios, o governo (utilizando um plano elaborado pelo grande economista Hernando de Soto) reverteu tudo isso de uma vez só: zerou o déficit, acabou com os subsídios, acabou com a inflação monetária, passou a tesoura no funcionalismo público e abriu a economia para as importações.

O negócio foi tão radical que até o ministro da economia da época pediu a ajuda de Deus em cadeia nacional, e apesar de todo o peso do ajuste, a população aceitou e anos mais tarde referendou a atual constituição liberal que rege o Peru.

Mas, desde então, foi o país que mais cresceu na América Latina, e o que mais reduziu a pobreza. Hoje o Peru é o maior caso de sucesso do continente. Um país que era paupérrimo hoje compete de igual para igual no mercado internacional. Deixou os bolivarianos de lado e hoje é aliado de Chile e Colômbia (os dois países mais sérios da América do Sul) no mercado do Pacífico.

Mas como é um país pequeno, poucos dão a devida atenção.


Uma coisa que impressiona negativamente na Argentina é como a destruição da moeda se tornou corriqueira e rotineira. Lá, uma inflação mensal de 2% é tida como natural e normal. E uma de 1% é comemorada como grande vitória do povo.

www.lanacion.com.ar/inflacion-y-precios-t46867


"Os argentinos querem que empresas emblemáticas como Aerolíneas Argentinas e YPF continuem nas mãos do estado, que os subsídios tarifários continuem generosos e que os gastos com salários e pensões não parem de subir. Mas, ao mesmo tempo, querem menos impostos, inflação de preços baixa e sob controle, e serviços de qualidade. É a quadratura do círculo.

Houve mudança de governo, mas não houve mudança na opinião pública. Sem isso, será muito difícil que a Argentina implante as reformas de que tanto necessita. Friedrich Hayek já havia chamado a atenção para isso há mais de meio século: a única maneira de mudar o curso de uma sociedade é mudando primeiro suas idéias."

Juan Carlos Hidalgo


"Não existe apenas monopólio Estatal e oligopólio dos privilegiados pelo Estado. Também existe fusões e incorporações de empresas com práticas antitrust, isso é fato."

Se é fato, apresente as fontes.

Coloque aí uma notícia sobre empresas operando em um mercado livre e desregulamentado (isto é, um mercado que não é controlado por agências reguladoras) que se juntaram, fizeram um truste e acabaram por monopolizar definitivamente todo o mercado.

Faça isso e concedo-lhe total e irrestrita vitória argumentativa.

"Um órgão regulador técnico, sem apadrinhamento político com meritocracia interna para cargos de direção, é um caminho plausível."

É tão plausível quanto "imposto neutro" ou "estupro amoroso".

"mas como seria uma concorrência com o fornecimento de água, luz, saneamento básico - mesmo quando o serviço é concessionado."

Aqui:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=646

(Embora eu recomende a leitura integral do artigo acima, caso esteja com pressa pode pular direto para a seção "Desestatizando" e ler até o final).


Eduardo,

Obrigado pela resposta.

Mas o cerni é: qualquer empresário poder comercializar tudo e de qualquer forma? Se sim, ai não precisa de regulação mínima; se não, precisamos a burocracia mínima, até mesmo para estabelecermos a concorrência justa.

Da maneira exposta, me parece que o anarquista seria uma conquista, pois as pessoas são boas e justas por natureza e o mercado agiria sempre bem.

Sou a favor, o Estado mínimo, da regulação mínima e da livre concorrência. Não existe apenas monopólio Estatal e oligopólio dos privilegiados pelo Estado. Também existe fusões e incorporações de empresas com práticas antitrust, isso é fato.

Um órgão regulador técnico, sem apadrinhamento político com meritocracia interna para cargos de direção, é um caminho plausível .

E sua frase:
"Simples: dando liberdade e poder de escolha aos consumidores, que são os únicos e verdadeiros reguladores de todo e qualquer mercado. "

Muito simplista para o comercio, que pode até funcionar; mas como seria uma concorrência com o fornecimento de água, luz, saneamento básico - mesmo quando o serviço é concessionado.





Sim, os preços são arbitrariamente ditados pela Petrobras (os ajustes são diários), a qual, após ter sido quebrada pela corrupção e pela política de congelamento de preços, está agora vorazmente refazendo seu caixa. E faz isso aumentando seus preços.

Ao longo da história, os preços controlados pelo governo sempre aumentaram mais que os preços do livre mercado.


Fantástico podcast! É uma pena que no Bananil dificilmente tenhamos um líder do porte de Churchill.


Uma dúvida: se a inflação fechou em baixa em 2017, por que os combustíveis ficaram mais caros? Este aumento deles e por causa dos reajustes pra reequilibrar a Petrobrás ou é efeito inflacionário legítimo?


Sem duvida o livre mercado se mostra como uma alternativa plausível principalmente tendo em vista sua implementação na maioria dos países que tem uma economia estável, mas ao ler o texto e as argumentações anteriores não consigo me desater da questão humana, pois não é fácil dizer não não a um a uma fonte de renda quando se esta realmente passando necessidade como a fome pro exemplo.
Lembrando que os que realmente passam fome não vão expor seus ideais em discussões, por mais que os senhores tenham embasamento teórico e grande sabedoria em assuntos políticos/econômicos acredito não terem realmente passado fome ou outras varias formas de desespero real que um pai de família passa para dizer que simplesmente procure outro emprego, não é assim que funciona aqui em baixo. Na verdade é como foi colocado acima "é melhor ganhar qualquer coisa do que ficar parado" não estou dizendo que os empregadores são cruéis e inescrupulosos atras de seus lucros, mas que é inevitável que se queira diminuir custos dentro de um processo produtivo e realmente não estou convencido que o empresario vai por livre e espontânea vontade investir em segurança seu trabalhador mesmo que isto esteja afetando sua credibilidade pois como consumidor sei que o que importa de verdade é o preço baixo, não me interessa que tipo de produção determinado produto teve e sim o menor preço que podemos pagar. E acredito menos ainda que o empresario vai ter responsabilidade ambiental mesmo porque a maioria deles nem sabe o isto significa ou como no caso dos ruralistas que defendem a todo custo a ampliação das fronteiras agrícolas para dentro de unidades de conservação e mananciais que eles próprios ou sua próxima geração tanto vai precisar para continuar produzindo. do ponto de vista de um planejamento estratégico do próprio segmento isto é contraproducente.
realmente não estou convencido de que neste momento o livre mercado sem nenhum tipo de regulação seria a melhor opção.
Não há um meio termo? não seria possível simplesmente diminuir as intervenções do estado? me parece que a implementação do livre mercado no momento é pertinente só as abertura das fronteiras comerciais, deixando as questões trabalhistas e ambientais etc.. para um segundo momento.
Uma comparação que interessante é da família onde o existem regras para criança se desenvolver em um ambiente saudável, um bom pai deve dar parâmetros para que a criança desenvolva a responsabilidade mas se não houver liberdade não há desenvolvimento, uma criança superprotegida tem dificuldades em se encaixar na sociedade assim como uma criança sem regra nenhuma também não se encaixará.
lembrem se, o estivador "citado acima" que a meu ver é o mais vulnerável em termos de condições de negociação, neste momento não vai se manisfestar aqui e nem teria condições para tal pois partiu de um ponto bem atras dos senhores que aqui defendem suas ideias!


espero ter contribuído com minha duvida sobre a possibilidade do meio termo neste assunto!

Obrigado aos demais por compartilharem tão educadamente suas opiniões, muito construtivo!


Queria saber o motivo dos austríacos não darem tanta atenção para o Zimbábue como estão dando para a Venezuela.
A Venezuela não é o paraíso socialista porque ainda há propriedade privada. Mas o Zimbábue é o paraíso keynesiano, tudo o que os keynesianos pregam é feito à risca no Zimbábue.
Os políticos geralmente interrompem as políticas keynesianas quando percebem que o país está indo pro brejo, mas em nenhun momento esse foi o caso do Zimbábue.


Não é possível convencer, não há discurso que os convença dos malefícios do estado, é mais que doutrinação, é fé inabalável na estrutura estatal. Vide RJ e RS, a despeito de incríveis 2 anos sem receberem o salários em dia, maior parte de seus funcionários públicos seguem em suas funções acreditando que tudo se resolverá.
O Brasil já passou por hiperinflação, confisco dos ativos do país e pesadas recessões e em todas essas ocasiões o estado saiu mais forte do que entrou.


No japão como consequencia de toda proibição estatal a armas os bandidos continuam tendo livre acesso a elas, seja do governo ou seja da própria márfia.




Se ocorrer um cenario cujo o qual pessoas estao perdendo emprego, significa que nao ha mais necessidade de trabalhar tanto.Uma solucao para esse problema seria usar o tempo livre e ocio criativo que as maquinas proporcionam para desenvolver tecnologias que resolvem qualquer problema existente da humanidade.

Com mais tecnologia fica mais viavel tentar achar a solucao para a qualquer problema como a falta de recurso para a humanidade ou a destruicao hambiental.

Por outro lado se ocorrer um cenario cujo o qual a tecnologia cria mais empregos entao as pessoas tem que procurar aprender como essa tecnologia funciona e consequente evoluir junto para assim se tornarem empregadas.



Esses jovens cheios de "direitos" são feitos em casa; por papais e mamães irresponsáveis que terceirizam a educação dos filhos. Eles precisam aprender uma lição muito básica: EDUCAR, EM CERTA MEDIDA, É FRUSTRAR.


É fato. É o típico discurso de vagabundos que acham que os outros são obrigados a se sacrificar por eles. O socialismo é um discurso de vagabundos, ladrões e bandidos de todo tipo.



Muito interessante a sua observação. Em países de perfil de como foi a Iugoslávia e hoje são Coreia do Norte e Cuba o estado já monopolizou o crime. Bom no Japão há uma cultura totalmente distinta de outras partes do mundo, o que me intriga de certa forma.


Existem muitas críticas a Donald J. Trump e a seu estilo truculento de governar. A última "pérola" dele foi se referir a países pobres da América Latina, África e Ásia como "países de merda". Entretanto, em alguns países africanos, a coisa vai mal:
- incidência de HIV na população adulta acima de 35%;
- taxa de analfabetismo acima de 60%;
- renda "per capita" não chega a US$ 500.00/ano;
- expectativa de vida pouco mais de 50 anos.
Quando comparamos estes indicadores com aqueles de Japão, Suécia, Dinamarca, Canadá e etc., ficamos pensando: talvez o presidente dos EUA tenha errado na FORMA de passar a mensagem, mas no CONTEÚDO ele tem razão! Pior ainda, muitos destes países miseráveis tiveram longas ditaduras comunistas. Vale uma reflexão...


Pelos comentários que vejo, há pontos a serem melhor compreendidos.

1.) Bitcoin é altamente especulativo sim. Um dos principais indicadores disto é sua altíssima volatilidade.

2.) Bitcoin é 'bolha' e uma hora virará 'pó'? Ninguém sabe. É especulativo também esta afirmação. Há vários hipóteses para isto ocorrer, como também para não ocorrer. Aliás, teve 'vários momentos candidatos a um 'efeito manada de venda' e ter chegado a preço zero, ou o preço médio histórico. Aconteceu? Não. A atual queda, trouxe o BTC para o patamar de novembro (qual foi o retorno de 12 meses?). Então é necessário cautela para não fazer sensacionalismos com movimentos como estes. [Se alguém já operou forex, não veria nada de surpreendente nestas 'quedas'.]

3.) Bitcoin tem o comportamento semelhante ao de um ativo de renda 'variável'. Exemplo: negociar ações de uma empresa no mercado secundário na Bolsa de Valores. A ação também pode virar 'pó', de repente (ou até mesmo congelado). Vale lembrar, aqui no Brasil, no caso da OGX do Eike Batista.
O ponto é que, no limite, acredita-se que os ativos da empresa podem ser liquidados (pelo menos o imóvel e maquinário) para 'pagar algo' aos acionistas. Mas olhe bem, isto não significa que se o acionista investir 10mil, com a empresa falindo, ele receberá 10mil, ou 5mil, ou 1mil de volta, às vezes nem recebe. Um processo eterno e engavetado pode se estender.
Assim como com uma Debentures do tipo quirografáro. Há várias empresas oferecendo este tipo de título privado; não há praticamente garantia nenhuma ao comprador do título que receberá o valor rentabilizado ou principal no caso de falência da empresa; por isso, são títulos que oferecem maior rentabilidade (pois há maior risco). Me pergunto por vezes - em termos de 'garantias': Qual a diferença de investir numa debenture quirografária de Bitcoin? [Vale lembrar que tais debentures tem registro na CVM, tem registro na B3 (antiga Cetip) e são aceitas como ativo financeiro... ah, e algumas tem até isenção de IR.]

4) Quantidade de Bitcoin disponível. Ocorre praticamente do mesmo modo como a quantidade de ações emitidas por uma empresa. Isto gera o efeito de que a 'oferta de moeda seja limitada'. Por ventura, assim como uma ação, se houver 'falta de papel no mercado', houver demanda por mais papel, e a empresa tiver interesse, pode fazer um lançamento de mais papéis, ou dividir numa quantidade maior, ou mudar o tamanho do lote de negociação. E coisas do tipo. Este tipo de problema não deveria ser um 'monstro' para o bitcoin, hoje este tipo de coisa já acontece com os ativos financeiros no mercado.

5) O ponto final é credibilidade. Quanto mais ou menos credibilidade for dado a moeda, mais ou menos usos serão dados. Nisto incluí países tentarem lutar ou favorecer a tecnologia. Isto depende de vários fatores. A aceitação envolveria muitas mudanças de paradigmas, premissas de modelos de políticas para câmbio e modelos macroeconômicos. Há vários desafios semelhantes que 'já ocorrem' na zona do Euro (uma moeda comum, internacional, para vários países, em que nenhum país tem autonomia para influenciar diretamente em tal); além de guerras cambiais - como países oferecendo empréstimos da mesma moeda (euro) com taxas de juros diferentes. Porém, aumente a problemática numa escala mundial! O que, de certo modo, já ocorre com o dólar; é praticamente a moeda mundial que todo mundo tem e dá credibilidade; porém, é centralizada, e todos os países já tem suas regulações para tal.
Ou seja, quando se compara uma criptomoeda com o que 'já existe no mercado', não se vê nenhum monstro do apocalipse de 10 cabeças.

6) Bitcoin, e demais criptomoedas, é 'novidade', agora que está tomando notoriedade. Assim como IoT, dentre outros. Nos próximos anos, tais serão mais consolidados; seja para maior utilidade, ou para ser algo mais 'secundário'.

7) Quem investe em Bitcoin hoje, em geral, não está apostando todas suas economias. Mas apenas uma quantia pequena, assim como investiria em uma Opção 'out of money', na expectativa de que, por ventura, venha a ficar super 'in the money' e ter um um bom ganho... ou então, 'perder aquele dinheiro que não faz falta'.


Cabeça no lugar colegas.
Caso queira conhecer melhor este tema, me mande um e-mail.
evandroeco@gmail.com


Poderia explicar melhor. Pois eu entendi que o produtor (agricultor) tem um custo de $2000 para produzir 1000 batatas. Ainda que o revendedor de batatas fique livre de impostos a pagar; o agricultor venderia suas 1000 batatas por exatos $2000. O agricultor, acredito eu que, somente estaria disposto a vender mais barato que $2000 se houvesse uma redução de custo para produzir batatas... Redução do valores: mão-de-obra, encargos trabalhistas, insumos, terras, equipamentos e maquinários etc.


A queda da URSS foi muito mais impactante para a esquerda mundial do que a situação na Venezuela. A maioria dos especialistas esperavam que a URSS virasse a China do Xiaoping.

Hoje a porta de entrada para o socialismo não é mais o discurso marxista e sim a social-democracia. Eu estou só vendo qual vai ser a próxima estratégia quando a União Europeia falir e levar um terço das riquezas do mundo junto.


Venezuelanos famintos recorrem ao "trabalho em troca de comida"

MARACAIBO, VENEZUELA -- Leonard Altamar, um encanador de 41 anos, carrega sua caixa de ferramentas -- e um pacote com um quilograma de macarrão -- ao entrar em um restaurante em Maracaibo.

Este pai de dois filhos não vai utilizar a comida empacotada para consertar o vazamento em um dos banheiros encharcados do estabelecimento, mas ele não deixaria o pacote de macarrão em sua bicicleta por nada neste mundo. Trata-se de um tesouro que ele acabou de ganhar.

"Acabei de consertar uma lava-louças e fui pago com esse spaghetti. Recebi também um pouco de carne e 200 mil bolívares (aproximadamente US$ 1,20). Comecei a aceitar esse tipo de pagamento em setembro. Assim, pelo menos minha família pode comer", disse Altamar. [...]

A fome é algo rotineiro na casa de Altamar. Em outubro, ele perdeu 8 quilos em apenas algumas semanas. Seus filhos já se acostumaram a ir dormir passando fome, admitiu ele.

Altamar faz parte de uma crescente massa de trabalhadores venezuelanos disposta a receber alimentos em troca de serviços. Seu pai e seus dois irmãos, que são eletricistas e carpinteiros, também trabalham em troca de comida.

"Tenho de me ajustar à situação. Pergunto aos meus clientes 'O que você tem na sua despensa?' quando estamos discutindo o preço dos serviços. Nos dias atuais, essa é a única solução", diz ele.

Farinha, arroz, óleo vegetal, açúcar, maionese, refrigerantes e itens de cuidado pessoal são fortes moedas de troca para ele.

Empregadas domésticas, motoristas de táxi e de ônibus, carpinteiros, sapateiros, enfermeiras, empregados de lava-jatos, comerciantes e até mesmo profissionais estão dispostos a participar deste arranjo "trabalho por comida" para não morrer de fome.

Na última sexta-feira, Leonard recebeu de um cliente, em troca de seus serviços, aproximadamente dois quilos de farinho de milho, dois quilos de arroz e um litro de óleo vegetal.

O telefone toca e a entrevista é interrompida. Um cliente lhe pede para consertar sua lavadora que está vazando. O encanador marca o serviço para o dia seguinte. Seu preço?

"Você tem alguma manteiga? Isso vai servir", diz ele ao cliente.

[...]

Fernando Aristiguieta, 34 anos e dono de uma empresa de contabilidade, tem dois tipos de clientes: os que pagam com dinheiro e os que pagam com comida.

Ele começou a aceitar pagamento em comida -- quilos de carne, frango, manteiga, desodorantes ou outros produtos difíceis de conseguir -- quando a crise passou a demolir o orçamento de sua família em 2017.

"Ao menos assim eu não tenho de passar longas horas na fila de um supermercado e tendo de pagar preços excessivos", diz ele.

Até mesmo seu cabeleireiro aceita comida em troca de cortes de cabelo. Recentemente, diz ele, o estilista saiu no braço com um cliente que queria pagar por dois cortes de cabelo com apenas um quilo de farinha. O cabeleireiro queria dois quilos.

Os clientes acertam suas contas com Aristiguieta permitindo que ele pegue produtos de suas lojas.

"Nunca pensei que teria de fazer isso em minha carreira profissional. É uma necessidade e não um desejo. Temos de nos adaptar à crise", diz ele.

www.miamiherald.com/news/nation-world/world/americas/venezuela/article194511929.html



15 anos? Isso já está ocorrendo agora. Vá em qualquer universidade pública e ouvirá a repetição do que o fascista Maduro tem dito: "está ocorrendo uma sabotagem da economia por parte dos empresários capitalistas que não gostam que os pobres melhorem de vida", e por aí vai.


Mas é verdade, sociedades com culturas diferentes integradas, geralmente de maneira forçada, são muito mais violentas e com graves crises sociais entre os grupos que sociedades quase homogênea como Japão e Noruega por exemplo.


Foi retirado por isso ou pela ideia do texto não ser condigna ao pensamento liberal da página ?


Adorei o final desta insano relato, bem louco e contraditório.


Exatamente. Importação e exportação, por si só, não geram prosperidade. Dependem da maneira como são feitas.


Não. Mas é assim no Brasil. Seu carro e seu imóvel são 100% do estado, o qual, mediante o pagamento de um arrego (conhecido como IPTU e IPVA), permite que você possa usar tais bens. O mesmo vale para o seu salário, que é 100% do estado, o qual, mediante o arrego do Imposto de Renda, permite que você fique com o restante.

Igualmente, 100% dos serviços de utilidade pública no Brasil também são controlados pelo estado. Alguns o são diretamente, como Correios, estradas, eletricidade, combustíveis, educação e hospitais públicos. Outros são controlados indiretamente, via agências reguladoras, como telefonia, empresas aéreas, bancos, linhas de ônibus, planos de saúde e internet.


Sério mesmo que vocês da equipe do Amoedo vão usar essa técnica surrada e imbecil de colocar comentários aparentemente despretensiosos em sites com "potenciais" eleitores?

Isso aqui não é G1 não.


"Mas, parando para refletir, como fica a questão do monopólio, oligopólio? Mesmo num mercado livre e competitivo, é possível uma empresa adquirir outras e assim dominar o mercado, estabelecendo preços."

Errado. Monopólio e oligopólio só ocorrem exatamente em mercados regulados pelo estado.

Quem cria cartéis, oligopólios, monopólios e reservas de mercado, garantindo grandes concentrações financeiras, é e sempre foi exatamente o estado, seja por meio de regulamentações que impõem barreiras à entrada da concorrência no mercado (via agências reguladoras), seja por meio de subsídios a empresas favoritas, seja por meio do protecionismo via obstrução de importações, seja por meio de altos tributos que impedem que novas empresas surjam e cresçam.

Apenas olhe ao seu redor. Todos os cartéis, oligopólios e monopólios da atualidade se dão em setores altamente regulados pelo governo (setor bancário, aéreo, telefônico, elétrico, televisivo, TV a cabo, internet, postos de gasolina etc.).

Artigos:
Como as regulações estatais prejudicam os pequenos, protegem os grandes, e afetam os consumidores

A diferença entre iniciativa privada e livre iniciativa - ou: você é pró-mercado ou pró-empresa?

Grandes empresas odeiam o livre mercado

Precisamos falar sobre o "capitalismo de quadrilhas"

Por que o livre mercado é o arranjo mais temido pelos grandes empresários

Brasil versus Romênia - até quando nosso mercado de internet continuará fechado pelo governo?

O estado agigantado gerou o estado oculto, que é quem realmente governa o país

Empresas grandes, ineficientes e anti-éticas só prosperam em mercados protegidos e regulados

O capitalismo de estado, ou "rent seeking", é o comportamento que explica a economia do Brasil

O estado, longe de garantir a livre concorrência, é exatamente quem garante a concentração do mercado, os privilégios, os oligopólios e os monopólios.

Por outro lado, não há e nem nunca houve monopólios no livre mercado. Empiria pura. Pode conferir aqui:

Monopólio e livre mercado - uma antítese

O mito do monopólio natural


Quem é a favor de estado regulador é, por definição, a favor de monopólios, oligopólios e cartéis. E quem é contra monopólios, oligopólios e cartéis é, por definição, a favor de estado mínimo ou mesmo nulo. Não há meio termo.

"Sou favorável ao livre mercado, no sentido competitivo; mas, é evidente, que todos os setores precisam de uma regulação mínima."

Ou seja, você é a favor de um pouco de oligopólio, monopólio e cartel.

"Gostaria de ouvir o IMB sobre um modelo eficiente de agência reguladora, pois o modelo brasileiro é mais um cabide de emprego."

Ora, mas todas as agências reguladoras são cabides de emprego (e que bom que ao menos esse ponto você concede). Elas foram criadas exatamente para isso (afinal, é ridícula a noção de que a livre concorrência deve ser implantada e regulada por burocratas). Varia apenas a explicitude com que o clientelismo é praticado.

"Um exemplo: na cidade de São Paulo, nossos estúpidos vereadores, aprovaram uma lei que disciplina o transporte por aplicativo. Resultado: com a nova regulamentação, mais de 50 mil motoristas estão fora do mercado."

Ué, mas sendo você um defensor da regulação (ainda que "mínima"), você deveria aplaudir isso. Essa é exatamente a função de regulação: expulsar do mercado os novos concorrentes e garantir uma reserva de mercado para os já estabelecidos. Não existe regulação pró-concorrência. Toda regulação é, em todo e qualquer lugar, pró-estabelecido.

"Uma agência reguladora deveria ter precedência sobre o legislativo em questões técnicas"

Aí lascou. Você quer uma agência reguladora com poder de suplantar outra agência reguladora (o legislativo nada mais é do que uma enorme agência que cospe regulações). Por que -- por favor, me diga -- você acha que combater regulações com ainda mais regulações irá aumentar a livre concorrência?

"Como regular o mercado sem burocratiza-lo?"

Simples: dando liberdade e poder de escolha aos consumidores, que são os únicos e verdadeiros reguladores de todo e qualquer mercado.

"Funciona bem, agrada aos consumidores e não é regulado? O governo tem de proibir!"

A mão invisível transforma ganância em benevolência

É impossível existir um mercado desregulamentado



E quem é que construiria armas de destruição em massa num cenário de liberdade econômica?

Você mesmo já deixou claro: Para fazer isso, é necessário ter muitos recursos disponíveis.

Para ter muitos recursos, é necessário ter acumulado muita riqueza.

Para ter muita riqueza acumulada, é necessário ter gerado muito valor.

Para ter gerado muito valor, é necessário ter atendido às demandas de mercado.

O mercado é composto pelos indivíduos de uma sociedade.

E essa sociedade é justamente aquilo que se pretende destruir com as armas de destruição em massa.

Logo, aqueles únicos capazes de construir tais armas são justamente os menos interessados em que elas existam.




Sobre o que foi este tempo, leia o livro deste site: lelivros.love/book/baixar-livro-autobiografia-o-mundo-de-ontem-stefan-zweig-em-pdf-epub-e-mobi-ou-ler-online/


Exportação só gera riqueza direto no bolso do "campeão nacional" e do político, enquanto o mercado interno permanece às moscas.


Vamos jogar isso para uma esfera microscópica, que é onde a coisa acontece.

O pai ou a mãe, funcionários públicos, chegam em casa depois de um dia de trabalho. A filha está no quarto, sonhando em ganhar um Iphone; o irmão só passou em engenharia na PUC com Prouni. A avó daquela família recebe uma aposentadoria e necessita de remédios caros porém de graça "na rede". Como convencer milhares de pessoas nessa situação de que é necessário extinguir cargos públicos? A Odebrecht criou um demônio.


Zimbabwe é o paraíso Keynesiano.

Possui uma carga tributária maior que todos os países nórdicos graças à impressão desenfreada de dinheiro e dívidas do governo.

Acho que nenhum país na história levou o Keynesianismo tão a sério como o Zimbábue.


Não dou nem 15 anos para os esquerdistas forçarem a narrativa que a culpa foi do capitalismo.


Uma dúvida: Se o Brasil arrecada anualmente 2,170 trilhões e o país está quebrado, então a máquina pública gasta muito mais que isso?

E todo santo ano são sempre novos trilhões em arrecadação? (A URSS ficaria até com inveja)


Adorei o texto, sucinto e explicativo!

Creio que este texto deixou claro que é necessário o livre mercado, etc. Mas, parando para refletir, como fica a questão do monopólio, oligopólio? Mesmo num mercado livre e competitivo, é possível uma empresa adquirir outras e assim dominar o mercado, estabelecendo preços. Sou favorável ao livre mercado, no sentido competitivo; mas, é evidente, que todos os setores precisam de uma regulação mínima.

Gostaria de ouvir o IMB sobre um modelo eficiente de agência reguladora, pois o modelo brasileiro é mais um cabide de emprego.

Um exemplo: na cidade de São Paulo, nossos estúpidos vereadores, aprovaram uma lei que disciplina o transporte por aplicativo. Resultado: com a nova regulamentação, mais de 50 mil motoristas estão fora do mercado. Uma agência reguladora deveria ter precedência sobre o legislativo em questões técnicas - a mesma coisa aconteceu com a pílula do câncer, pois a ANVISA não autorizou o uso e o Senado, em sua sapiência, fez uma lei autorizando, que logo foi suspensa por um ADIN.

Como regular o mercado sem burocratiza-lo?




"E quem é que proibiria a construção de armas de destruição em massa?"

A realidade econômica.

Armas de destruição em massa são criações inteiramente estatais. Absolutamente 100% delas foram criadas sob financiamento estatal. Nenhuma empresa privada criaria tais armas sob ordens de cidadãos privados, pois não haveria fundos para isso. E nem muito menos mercado.

Seriam necessários investimentos maciços e pesados para produzir uma coisa para a qual simplesmente não há mercado em massa -- o que, por definição, inviabilizaria o investimento.

Apenas o estado, que utiliza recursos de impostos, pode bancar a confecção destas armas.

Sem o estado para financiar (com dinheiro de impostos) estas imbecilidades, elas jamais existiriam.

"Se eu tiver uma refinaria e pessoal o suficiente poderia construir bombas termo-báricas, quem me impediria disso?"

A realidade econômica.


P.S.: o simples fato de que seu único contra-argumento é a invenção de um cenário completamente irreal, sem sentido e, acima de tudo, economicamente impossível mostra seu desespero.


Japão? Pode deixar que eu explico.

Há três coisas interessantes sobre o Japão:

1) Pra começar, o Japão é uma das sociedades mais homogêneas do mundo. Aliás, é uma das poucas que ainda é assim. E sempre foi assim. Os japoneses possuem uma identidade cultural extremamente rígida.

Mais: o Japão foi uma sociedade de castas por milhares de anos. O povo -- os camponeses, que formavam nada menos que 98% da população -- nuca teve armas. Nunca houve a mais mínima idéia de democracia no Japão feudal e o povo japonês -- que era dominado por uma aristocracia, por guerreiros e por mercadores; todos eles representando apenas 2% da população -- nunca considerou a hipótese de se insurgirá contra seus senhores.

Ou seja, é uma sociedade historicamente formada por pessoas complacentes, ordeiras e submissas à autoridade. Se uma sociedade é formada por indivíduos ordeiros, totalmente homogêneos, e cumpridores devotos de qualquer lei (inclusive das ruins) e com tendências à submissão, dificilmente essa sociedade será violenta. (Você já viu sequer alguma greve no Japão? Houve violência?)

Dica: comece analisando a composição de uma sociedade e sua evolução.

2) A lei do Japão é esquisita: você não pode ter um .38, mas a compra de rifles e espingardas é liberada, desde que você se declare caçador ou esportista.

en.wikipedia.org/wiki/Overview_of_gun_laws_by_nation

3) A polícia japonesa tem total liberdade para prender pessoas sem motivo aparente e torturá-las a rodo (até arrancar uma confissão incriminadora). Isso é algo bastante desconhecido por aqui, mas muito debatido por lá.

Se o argumento contra o desarmamento é ter uma polícia violenta e completamente irrefreável, será legal ver um esquerdista falando sobre isso.

Japan crime: Why do innocent people confess?

Criminal justice in Japan: Forced to confess

Psicólogo diz que polícia japonesa pratica tortura mental para suspeitos confessarem crimes

Recentemente, um casal foi inocentado depois de ficar 20 anos na prisão por uma confissão forjada

"Policiais japoneses têm autorização para torturar em busca de provas", diz brasileira

Eu aceito a tese de que um estado policial violento, totalitário e irrestrito coíbe bastante a criminalidade (dizem que na Iugoslávia do ditador Tito não havia um único assalto de rua). A esquerda aceita a tese de ter uma PM ultraviolenta, atuando sem restrições e com liberdade para obrigar inocentes a confessar crimes que não cometeram? É assim no Japão.



Interessante, Luiz Moran.

Se o debate sobre segurança pública resume-se a armar a população, como você explica o Japão?


Mas não é em Singapura que o governo detém 90% das terras e boa parte dos serviços públicos são exlusivos do estado?


E quem é que proibiria a construção de armas de destruição em massa? Se eu tiver uma refinaria e pessoal o suficiente poderia construir bombas termo-báricas, quem me impediria disso?


não use esse argumento " me mostre um pais que faz isso, ou já fez". Quem usa esse argumento nunca será pioneiro em anda?


É, vai empurrar milhões de pessoas para a Direita igualzinho como fez na Venezuela. E o país vai sangrar até virar um paraíso feito Cuba!

Deixe de ser imbecil e para de dar esse tipo de orientação tosca, que nunca funcionou em lugar nenhum do mundo.




Foi sorte nossa a terrorista ser sido "impichada". A Dilma ficar "sangrando" seria o Brasil ficar sangrando - muito mais do que está.

Caos é tudo o que a esquerda quer. Sempre foi assim e sempre será. Pois é isso que Marx prega. É através do caos que se faz a "revolução".

Mas essas bestas costumam esquecer que normalmente isso implica que perderão a cabeça as primeiras gerações de revolucionários, devido a lutas internas pelo poder, como mostra a história.

Em todo caso, Dilma, PT e os demais partidos da esquerda mais radical, queriam transformar o Brasil em Venezuela e estavam conseguindo.

Felizmente, houve pressão popular e também toda um conjunção de fatores - que envolve mesmo o que o comentarista "Político" mencionou - medo da Lava-Jato e a tentativa de fazer um "acordão", um grande pacto político para salvar o sistema político vigente e o status quo.

Também é verdade como mencionou o "Político" -e como sempre digo aos que me conhecem -, que o Cunha só ajudou a Dilma. Diante de inúmeros pedidos de Impeachment ele só aceitou o que tinha o argumento mais complicado (embora verdadeiro), o argumento que poderia gerar mais lenga-lenga jurídica, mais contestações, mais recursos, e mais munição para o marketing do PT. E segurou a Dilma no poder enquanto pode. E depois de usado foi descartado como todos que servem ao PT. E ainda acabou prestando a eles um último serviço: o de bode expiatório - muito conveniente para o PT.

Dilma, por sua vez, saiu impune, devido ao acordo de bastidores com Renan Calheiros e Lewandowski. Eles cometeram crime e rasgaram a Constituição (mais uma vez), para manter Dilma impune.

A propósito, Renan Calheiros quando se sentiu ofendido pelos ataques da petista Gleisi Hoffman - a "amante' - aos demais integrantes do Congresso, não teve pudor nenhum em dizer em rede nacional que ela não tinha direito de dizer aquele tipo de coisa pois foi garças à intervenção dele junto ao STF que ela e o marido foram salvos da prisão.






Leandro, toda hora eu tenho que explicar isso a algum atrapalhão desavisado e obcecado com o "pagamento da dívida"...

P.S.: sim o correto é atrapalhão e, não, "trapalhão".


Para que essas suas ideias façam o mínimo de sentido, é melhor você defender a extinção de qualquer forma de estado e passar a defender a anarquia ou coisa parecida, pois qualquer sociedade organizada precisa de um poder constituído e qualquer poder constituído, ou mesmo qualquer organização pública ou privada, necessita de pessoas para trabalhar.




Seu comentário foi inteligente e humilde Marcela. Já o anônimo que respondeu a você deve ser um novo Mises, o Capital Imoral ou um keynesiano maluco.

Deve ser um novo "gênio" que desponta sem o conhecermos. Não ficarei surpreso se esse daí lançar um livro com o pseudônimo Thomas Piketty.



Para termos saúde precisamos respirar focados na expiração: inspirar o mínimo (se possível, nada) e expirar o máximo possível.

Assim nossa respiração vai ser ótima e nosso organismo, supersaudável!

* * *


Perfeito o artigo que esclarece tudo sobre a Secessão nos EUA. Muita gente desconhece a verdadeira história e o discurso do Lincoln. É bom lembrar, que aqui a Princesa Isabel só assinou a carta da Abolição, pois queria salvar o Império, se não fosse isto, porque não o fez antes? A escravidão iria acabar nos EUA, era uma questão de tempo.


Vou dar uma olhada nos links!

Abaixo transcrevo parte da entrevista do ex diretor di instituto nacional de educação de Singapura:

"É necessário saber para que queremos educar nossas crianças, em que áreas e quais as habilidades elas têm que aprender para que tenham capacidade de se empregar e possam contribuir com a sociedade", diz Kong

Não sei vcs, mas eu nao gosto de governos fascistas dirigindo a sociedade, mesmo que isso resulte em pib elevadíssimo, pleno emprego e maior distribuição de riqueza.

Isso tudo demonstra que não necessariamente uma educação financiada por impostos e dirigida pelo governo resultará em uma educação ineficiente.



A única coisa que os sindicatos deveriam cobrar dos patrões é o cumprimento dos contratos trabalhistas e as indenizações por acidente de trabalho em alguns casos.

Salário mínimo, imposto sindical, não poder demitir sem pagar indenização, obrigação de aumentar salários, etc, é puro fetiche marxista que todos os países estão seguindo em alguma intensidade.


Quando existe liberdade trabalhista, o líder sindical protege os trabalhadores e deixa de ser um vagabundo que vive de imposto sindical e que pede por privilégios estatais... hoje no mundo há locais onde sindicatos têm quase nenhuma força? Só conheço a China, onde quem tem a força é só o Politburo e os burocratas que vivem no luxo.

Que inveja dos suecos. É claro que esse detalhe os socialistas aqui nunca irão mostrar.

Bom esse ludismo imbecil me lembrou o meu professor de matemática da FATEC que começou a contar a história de quando havia vários cortadores de cana e os bancos eram lotados de funcionários... se dependêssemos desse pessoal estaríamos usando carroças, lamparinas, caravelas e contratando monges copistas para escrevermos um texto. Parece bonito, mas o que não se vê eles não irão demonstrar.

Por que esse povo não tenta viver uma vida como eles idealizam? Porque sabem inconscientemente que isso seria terrivelmente desconfortável comparado com a vida que eles vivem hoje.

Um ditador marxista não vive sem uma família burguesa, assim como um ativista socialista não vive sem os seus aparelhos eletrônicos e suas dezenas de aplicativos.


Gustavo

Você ainda tem chance de mudar. Pior sou eu que acordei 20 anos depois de formado em Direito. Esse site mexeu com as minhas estruturas, e isso foi bom. Hoje sou contra OAB, Justiça Trabalhista e toda essa visão socialista dos operadores do Direito por aqui. Mas. confesso, a tarefa não é fácil, mas gratificante.


A proposta do João é a melhor. O Bolsonaro já está pensando em proibir a importação de bananas.

Ganhar a eleição seria bom, mas nesse momento precisamos de gente séria e com ideias novas, acabar com a gastança, acabar com o populismo, acabar com a fantasia socialista, etc.

O país não vai mudar sem o fortalecimento das ideias, princípios e valores.


Ué, no Reino Unido, mesmo não tendo havido nenhuma desestatização (o governo continua firmemente no controle dos setores via agências reguladoras, estipulando preços e determinando serviços), os serviços melhoraram substantivamente.

E, de novo, como este Instituto nunca cansa de repetir, de nada adianta privatizar sem desestatizar. De nada adianta vender uma empresa mas deixar que o estado continue controlando o mercado. Mais importante do que privatizar é desestatizar.

Artigos para você:

Por que é preciso privatizar as estatais - e por que é preciso desestatizar as empresas privadas

Sobre as privatizações (Parte 1)

Sobre as privatizações (final)

Não basta privatizar - tem de desregulamentar e liberalizar
Como as privatizações criaram novas estatais no Brasil


As propostas do João Amoedo, do Partido Novo, cobrem praticamente tudo isso.


Claro que aprendeu, aprendeu que pode facilmente resolver todos os problemas de déficit fiscal apenas imprimindo dinheiro.


Exemplo de empreendedorismo. Os empresários devem ter ou criar asas próprias e fortes para não se esconderem debaixo das asas do governo. Os que fazem isso utilizam um método sórdido de regresso ao socialismo. O socialismo é o maior desincentivador do empreendedorismo, pois pensam eles, se o Estado faz porque iremos nós fazer? Pergunta essa que esterliza o empreendedorismo.


A Tatcher privatizou a agua e a eletricidade, vocês consideram isso um sucesso?

Na america do sul, a privatização da agua só deu certo no Chile, graças a grande regulação no setor.

Eu acho que tem que privatizar tudo, mas na agua eu tenho receio pelo resultado que deu...


A explicação para a educação da Finlândia -- e a da Estônia, quase tão boa quanto -- é outra: o idioma. Se o idioma é simples e claro, os estudos se tornam mais lógicos e o aprendizado, mais fácil. Há estudos inteiros sobre isso.

Desde 2006, a amostra de países do PISA foi aumentada, incluindo diversos países em desenvolvimento. Um deles foi a Estônia. E desde então ela também passou a ocupar as posições mais altas no PISA dentre as nações ocidentais (nunca tão boas quanto as da Finlândia, mas ainda assim acima de Noruega, Suécia, Alemanha).

Há um fator em comum entre Finlândia e Estônia: as línguas de ambos os países não pertencem ao ramo indo-europeu comum a quase toda a Europa, mas ao ramo fino-úgrico; e são muito parecidas entre si.

Se a tese ainda parece duvidosa, considere o seguinte: dentro da Finlândia há uma minoria de falantes do sueco. Essa minoria é, em média, mais rica do que a de falantes do finlandês. No entanto, as notas dela no PISA são muito inferiores às deles. A tese do papel da língua na educação finlandesa é exposta neste breve artigo de Taksin Nuoret.

finnish-and-pisa.blogspot.com.br/

Assim como saber latim ajuda muito no entendimento de outras línguas, até do inglês, tudo indica que o idioma fino-úgrico também é uma mão na roda.

Obs: gentileza ler a matéria completa antes de reclamar.

Segunda observação

Na Finlândia, não há estabilidade para professores. Eles podem ser mandados embora caso não tenham uma produtividade aceitável. Também, as escolas finlandesas possuem grande grau de autonomia onde o currículo tem liberdade para ser ajustado. Lá, Paulo Freire não tem vez.

Terceira observação

Atualmente, a Finlândia já caiu para a 5ª colocação no ranking da Pearson, ficando atrás de Coréia do Sul, Japão, Cingapura e Hong-Kong.

thelearningcurve.pearson.com/index/index-comparison

Quarta observação

A educação finlandesa é sempre usada como coringa pra justificar a gerência estatal da educação, mas muito pouco se vê de estudos detalhados sobre os reais motivos da eficiência do sistema educacional finlandês.

Tem muita coisa que é simplesmente ignorada, como a descentralização do sistema finlandês em contraste com sistemas engessados como o brasileiro:

Finland has a government school monopoly, as does the United States. However, in contrast to the USA's obsession with national standardized testing and federal mandates, the Finnish have chosen to allow wide discretion to local authorities in how money is spent for students. National standardized testing regimes at government schools is unheard of in Finland.

Essentially, districts in Finland compete for students (who bring funding with them) and this is facilitated by the fact that many large city schools have extremely small catchment areas. Essentially, the Finnish have discovered that the principle of subsidiarity and de facto competition result in extremely high quality educational outcomes.


Também nada se diz sobre os fatores culturais que fundamentam a organização social do povo finlandês - valores como responsabilidade individual, dedicação, valorização do crescimento intelectual, algo muito presente também nas sociedades asiáticas - o que explica não apenas o sucesso dos sistemas educacionais desses países (Coréia do Sul, Singapura e Japão inclusive ultrapassaram a Finlândia nos últimos testes internacionais) mas também o fato de que asiáticos se saem melhor nos estudos mesmo após várias gerações vivendo nos EUA

www.washingtonpost.com/blogs/wonkblog/wp/2014/05/05/hard-work-really-is-the-reason-asian-kids-get-better-grades-study-finds/

Quinta observação

Encontrei esse relato pessoal de um finlandês que ajuda a compreender o peso do fator cultural na educação:

Mikko Arevuo:

As a native Finn I must throw in my two cents' worth. Although I left Finland a long, long time ago after completing my secondary education, and I never attended university there, the obsession with the Finnish education system is a gift that keeps giving me much amusement.

Now we are obsessing about national IQ and the lack of Nobel laureates. Oh dear! To me the answer is pretty straightforward. Finns have always valued education; it has never been "cool" to be dim or lazy.

Finland is a relatively homogeneous society and the country has few valuable natural resources. When I was a schoolboy it was hammered to us at school, and most importantly at home, that for Finland to succeed internationally we can't rely on our good looks, Father Christmas, or timber exports alone. Knowledge, particularly technological knowledge, was the source of national competitive advantage.

Finland may have a great pedagogically sound education system. However, in my opinion, the success of the Finnish educational attainment is based on the core societal values of aspiration and continuous self-improvement. No amount of money or pedagogy can deliver results if pupils themselves and their families do not consider education as a priority.

I have never come across a Finnish family, regardless of their social or economic standing, that does not value education. Finns may be nation of introverts and a rather melancholy lot, but there is a deeply embedded belief shared by all that the next generation will be more successful than the previous. And this can be only achieved through education and hard work. Now, what was this talk about the lack of Nobel laureates?


www.adamsmith.org/blog/education/explaining-the-success-of-the-finnish-education-system/

Sexta observação

Recomendo também esse ótimo livro, que não fala especificamente sobre educação, mas ajuda a compreender o papel dos valores culturais no progresso das sociedades e ajuda a desmistificar essa crença no poder mágico da gerência estatal.

www.amazon.com/Culture-Matters-Values-Shape-Progress/dp/0465031765

Sétima observação

Os EUA gastam mais com educação por pessoa do que a própria Finlândia!

static2.businessinsider.com/image/4f0b5867eab8ea4c24000033/spending-per-pupil-by-country.jpg

Oitava obervação

A educação no Brasil também é 100% estatal, gratuita e universal (qualquer um pode estudar em escola pública). Por que não é boa?

Nona observação

Somados, Finlândia e Estônia não possuem a população da cidade de São Paulo. Sendo assim, uma educação pública pode ser "universal" de qualidade com maior facilidade do que em um país continental como o Brasil ou os EUA.



Os brasileiros não aprenderam absolutamente nada com a década de 80.


Mesmo com a moeda atrelada ao dólar, o Equador já está sofrendo as consequências de suas políticas populistas.

noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2017/11/01/crise-no-equador-presidente-e-retirado-da-lideranca-de-partido-governista.htm

A Bolívia ainda irá demorar mais tempo para sofrer, pois possui petróleo e gás natural.