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Últimos comentários


Creio que cometi um lapso. Onde eu disse que o governo não usa o seu dinheiro, eu quis dizer "não necessariamente". É comum que títulos de dívida emitidos pelo banco central sirvam como instrumento para controlar a alta dos preços resultante da inflação da moeda.

Na realidade, o governo também poderia pagar tua dívida por aumento da arrecadação, mas via banco central, normalmente é o caso que descrevi que acontece.


Isso mesmo. Se não aumentar impostos, o governo inflaciona a base monetária e/ou emite dívida. Ambas são medidas inflacionárias no longo prazo.

No caso da dívida, ele não usa seu dinheiro. No momento em que você compra, a base monetária do momento é reduzida. Os juros que você recebe são parte da expansão monetária nos anos seguintes. Ou seja, mesmo com a deflação no curto prazo, o contrato determina que tudo termine em inflação, de qualquer modo.



Será que os brasileiros em geral só vão aceitar e exigir mudanças profundas quando o Brasil falir?

* * *


Bem lembrado André Cavalcanti o esgoto e o lixo da favela nos córregos é culpa do estado ou da população,pois quando é a industria poderosa,o capitalismo é demonizado e satanizado,já quando é o povo o poluidor a esquerdalha, os estatistas e os desinformados os chamam de vítimas,enfim o estado é o grande vilão nos dois casos ao se omitir de fazer seu papel de fiscal e mantenedor do meio ambiente nas vias urbanas e dos recursos hídricos no campo e nas cidades.


Um individuo inepto, corrupto, e insano que não assume seus atos principalmente sendo um politico pode causar inclusive o colapso de civilizações inteiras deveria ser enjaulado e jogar a chave fora.


Vladimir existe também a alternativa da comunidade prejudicada pela poluição entrar com ação coletiva contra a indústria poluidora,mas como a Justiça é lenta,os advogados da indústria poluidora são poderosos e o lobby no congresso para favorece-lá é fortíssimo o que demonstra que o estado está envolvido até o pescoço na catástrofe e ainda vem gente defender este modelo de gestão dos serviços públicos,ou seja privatizar todos os serviços públicos é a melhor opção,não será o paraíso na terra,mas com certeza com a concorrência no fornecimento destes serviços(Justiça,Educação,Saúde,Segurança,Infra-estrutura,Controle da Poluição,dentre outros)o custo e a eficiência serão maiores e melhores do que é hoje,ou seja o sujeito só será miserável se quiser,pois hoje em dia estamos sendo forçados a viver miseravelmente para sustentar este monstrengo parasita e que pessoas bem-intencionadas chamam de mal-necessário e que nós libertários chamamos de Leviatã.


Boa tarde.

Ótimo texto como sempre todos os dias venho aqui ler, mas faz pouco tempo.

Uma dúvida é sobre o tesouro do governo, o governo emiti divida, isso que não entendo, seria como ele me emiti R$ 50,00 em divida eu compro isso, ele usa meu dinheiro e eu ganho uma porcentagem em cima disso?

Outra coisa é a divida publica, eu entendo que o governo não gerar riqueza apenas nos rouba com impostos, mas e quando ele está sem dinheiro o que ele faz? simplesmente imprimi mais ou ele pode pegar emprestado com "alguém" e quem é esse alguém que pode financiar um governo?

pode ser duvidas simples mas essas ainda não compreendi.

obrigado.



Algum minarquista pra defender que um "estado limitado" (sic) consegue impedir que os políticos pratiquem TODOS os itens acima?


colega. o seu filho de um ano apenas entende algumas situações de posse. Agora vc, uma cara instruído e adulto, não pode resumir a questão usando o exemplo de um invasor entrando na casa de alguém sem demonstrar uma enorme ingenuidade intelectual.

Países entram em guerras por causa disso. Não é algo tão simples para uma regra tão simplista.

Existem 1000 questões pertinentes ao conceito. E 1000 interpretações para cada uma delas.

E antes que comentem aqui, não sou contra a propriedade privada, nem sou comunista nem vou pra cuba. Sou contra a ignorância e a falta de debates sobre os assuntos. Que fique claro isso.



O que me dá nojo de militantes libertários que frequentam esse site é o mesmo motivo que me dá nojo de militantes socialistas. Quando alguém aqui questiona a argumentação libertária, muitas vezes de forma coerente e educada, rapidamente aparecem as linguinhas afiadas chamando de socialista comunista, volta pra cuba, e por aí vai (não quero nem descrever tudo que se vê aqui).

Este local deveria estar livre de gente assim, que não consegue dialogar. Se alguém é capitalista ou comunista não implica em não ser ouvido para defender o que pensa. Sabemos que a palavra "comunista" esta carregada de conceitos negativos pelos libertários, e usá-la nestas discussões pode ser conveniente para intimidar o outro a não se expressar livremente como gostaria. Mas acaba demonstrando um certo acovardamento para op debate. Um ad hominem enrustido e covarde.

Vergonhoso. E suja a imagem libertária, que sempre visa o diálogo sadio.

Sei que no Brasil é modinha calar os outros com discurso de ódio, ou o uso pejorativo de denominações políticas e filosóficas. Apesar de hoje essa características se apresentar desta forma, a exclusão da narrativa do "outro" sempre foi presente na cultura brasileira. E esse é um dos motivos nque não nos desenvolvermos intelectualmente como outros países que discutem respeitosamente estes assuntos indiscutíveis no Brasil. E as vezes do mises.org.também... infelizmente



Diria que 90% dos erros dos políticos são do tipo 3. Uns 9% são do tipo 2 (ignorantes úteis, que são peões nas mãos dos outros mais espertos) e só uns 1% são de fato erros do tipo 1.

Estatísticas completamente minhas e ninguém tem nada a ver com isso! :) :) :)

Abraços



Olá,

"Mas e quanto a empresários que despejam seus resíduos químicos nos rios de toda uma cidade?"

Isso é um erro? Uai e quem se arvorou de fiscalizar esse erro? Você acabou colocando mais um item ao artigo:

i) A política ambiental, que no fundo só faz a proteção de empresas já estabelecidas (vide Vale do Rio Doce), faz com que empresários gananciosos despejem toneladas de resíduos químicos nos rios, cuja responsabilidade de fiscalizar é do governo e, por erro (não-intencionalmente e intencionalmente) dos agentes públicos, que não fazem a fiscalização de forma correta redunda em consequência na piora da vida de milhões de pessoas que dependem daquele recurso natural.

"E favelados que usam de esgoto o córrego? Eles também estão impunes"

Mais um item:

j) Como o estado se arvora de ser o garantidor monopolista da propriedade privada e da justiça, milhões de pessoas que moram em favelas não conseguem nem um simples título de propriedade, o que lhes impede acesso a um sistema financeiro (que poderia modificar a sua vida), nem ir à justiça contra eventuais vizinhos poluidores. Nem tampouco vizinhos prejudicados pela poluição da favela vai conseguir ir à justiça (vai processar quem? a comunidade? o governo?) Quem arca com esses prejuízos? Toda a população que vive ao redor das favelas.

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Engraçado como as pessoas não pensam em como o sistema está montado justamente pra beneficiar o estado em detrimento do restante! E ainda acham que certos "erros" do sistema não são fruto justamente da ineficiência ou da pré-meditação das ações dos ditos "agentes públicos".




Até concordo com você, mas ainda assim há a questão de que o vendedor de hoje nada mais é que o comprador de ontem, ou seja, aquele cara que entrou no mercado no auge da bolha e que, por isso, se estrepou todo.

Só que, apesar de estar com seu imóvel encalhado, esse cara ao menos está em posse de um imóvel. Na pior das hipóteses, ele tem onde morar. Já o resto do povão ficou sem condições de comprar casa (por causa dos preços altos) e teve de recorrer ao Minha Casa Minha Vida, endividando-se para o resto da vida e ainda assim tendo de enfrentar preços igualmente crescentes.

Já a outra fatia foi para as favelas.

Ou seja, o vendedor encalhado de hoje (nada mais do que um cara que especulou errado) ainda consegue estar em uma situação muito melhor que a do resto.


Se o ministério público fosse sério, nego pulava pela janela do prédio depois de ler esse questionário.

O MP virou um defensor do estado, deixando a população como meros escravos do estado. O último objetivo do MP é defender as pessoas. A defensoria pública não passa de oportunistas, que usam as leis abusivas para fazer " justiça social" e defender seus próprios emprego.

Essa lista tem os pontos principais, mas ainda tem muita coisa. O FGTS é saqueado dos trabalhadores impondo rendimento abaixo da inflação. As pessoas pagam IPVA, mas andam em ruas que parecem trilhas asfaltadas. Pagam ônibus com wifi e interface usb, mas não usam transporte público.

Enfim, ame o capitalismo. O seu chefe sempre vai estar mais preocupado com você do que o governo.


Culpar políticos e burocratas pelos erros do governo eleito é como culpar o pão bolorento ingerido intencionalmente pela intoxicação alimentar. Os políticos são premiados com votos pela má gestão dos recursos públicos, leia-se políticas populistas.


O item c) dá a entender a política de crédito farto, que gerou o aumento no preço dos imóveis foi muito ruim para o comprador, mas há também a questão do vendedor. Com preços majorados no período anterior e, agora, vivendo-se em plena crise de crédito (necessário ajuste pela esbórnia de crédito no período anterior), ninguém tá conseguindo vender nada, ou ao menos não consegue-se vender pelos valores esperados. A sensação é que o preço dos imóveis implodiu: casa avaliadas em 500, 600 mil reais uns anos antes, hoje podem se vistas por 350, 400 mil, e olha que a inflação não foi baixa. Interessante, hoje os imóveis estão caros para quem compra (não se tem dinheiro e nem crédito pra isso) e estão baratos para quem vende (não se consegue vender a preços de hoje, mas somente a preços de muitos anos atrás), ou seja, ruim pra todo mundo (não só pro consumidor).



Vale lembrar que os governantes só representam, a rigor, aqueles que votaram neles, e não aqueles que não votaram neles. Consequentemente, ninguém deveria ser obrigado a pagar pelos erros daqueles governantes que não receberam seu voto.

Presidentes e governadores de estado têm poder sobre seus não-eleitores simplesmente porque a lei assim obriga, e não porque esse é o desejo de seus não-eleitores. A representação não-consentida faz com que aquele involuntariamente representado pague pelos erros de seu político não-desejado.


"Governantes erram e a única punição que o povo pode dar é a sua não reeleição."

Uma punição bastante suave, não?

Aliás, essa é a demonstração mais clara de como os políticos são capazes de externalizar seus erros com impunidade: a responsabilidade de um governante que destrói a economia se limitar apenas à sua não-reeleição.

O estrago gerado é totalmente desproporcional a essa eventual "punição".


"Um empreendedor privado pode muito bem pegar um empréstimo em um banco privado, investir em um negócio, contratar mão de obra, ser mal sucedido e quebrar."

Bom, até aí não houve nenhum "erro de livre mercado". Houve apenas um fracasso empreendedorial, algo que ocorre diariamente.

"Erro de livre mercado" seria quando conjuntamente todos os empreendedores fazem merda.

"É correto afirmar,nesse caso, que apenas esse empreendedor será punido pelo seu erro?"

Sim.

"Pessoas ficaram desempregadas"

Pessoas que voluntariamente escolheram trabalhar nesse empreendimento. Ninguém foi forçado a isso. E, ademais, tais pessoas ganharam dinheiro enquanto estavam trabalhando (é extremamente comum os assalariados de um empreendimento recém-iniciado ganharem dinheiro antes do patrão). Como isso é ser prejudicado?

Era preferível nem sequer ter trabalhado e ficado sem ganhar dinheiro?

Falar que demissão é "erro de livre mercado" é nonsense total.

"e o banco ficou com prejuízo"

Na verdade, não, pois bancos só concedem empréstimos tendo colaterais. Provavelmente ativos do tomador do empréstimo serão arrestados. Não precisa ficar com pena dos bancos.

"então não se pode afirmar que só o indivíduo que cometeu o erro foi punido, outras pessoas também foram punidas pelo erro"

Pessoas que voluntariamente decidiram se associar ao empreendedor fracassado. Ninguém foi coagido a nada. E, ademais, tais pessoas ganharam dinheiro enquanto estavam trabalhando (é extremamente comum os assalariados de um empreendimento recém-iniciado ganharem dinheiro antes do patrão). Como isso é ser prejudicado?

"então quem pagou foi a sociedade; pessoas que não tiveram participação na decisão arbitrária de um indivíduo que almejava um sucesso particular."

Oi?! Que salto de lógica foi esse?

Um sujeito abre uma padaria na minha cidade e um mês depois fecha. Como é que eu fui prejudicado?

Desculpe, mas perdi o interesse em ler o resto.
Quando as premissas são completamente falhas, a continuidade do raciocínio não tem como apresentar algo inovador.


As brechas inevitáveis nas regulamentações e subsídios que a esquerda tanto defende.

As leis não se aplicam ao corporativismo de políticos e empresários oligarcas.


Faltou ai o INCRA, IBAMA, ANA(agencia das águas), FUNAI, CNJ, CONTRAN, DETRAN, orgão de meio ambiente estaduais, COLOG ( comando logistico), departamento de recursos minerais, Ministério do Trabalho, Receita em todos níveis.


E ainda existe o caso do político causar isso propositalmente para ganhar mais votos e ajudar o estado a se expandir ainda mais.

Estado é a encarnação do demônio na Terra.


Quem cuida dos rios é o Ministério do Meio Ambiente, que, com sua política de "integrar o meio ambiente à produção", protege as indústrias com boas influências políticas e discrimina novos empreendedores ao, por exemplo, legalizar a poluição para as indústrias existentes ao mesmo tempo em que impõe custos proibitivos às novas.

Atualmente, cidadãos comuns prejudicados pela poluição não consegue processar os grandes poluidores, que estão protegidos pelo governo federal. E as indústrias com boas influências políticas utilizam as regulamentações ambientalistas para impor custos proibitivos a potenciais concorrentes, impedindo que estes entrem no mercado.


O livre mercado também não está imune a erros. Por exemplo:

Um empreendedor privado pode muito bem pegar um empréstimo em um banco privado, investir em um negócio, contratar mão de obra, ser mal sucedido e quebrar. É correto afirmar,nesse caso, que apenas esse empreendedor será punido pelo seu erro?

A resposta:

Pessoas ficaram desempregadas e o banco ficou com prejuízo , então não se pode afirmar que só o indivíduo que cometeu o erro foi punido, outras pessoas também foram punidas pelo erro, então quem pagou foi a sociedade; pessoas que não tiveram participação na decisão arbitrária de um indivíduo que almejava um sucesso particular.

Seguindo o mesmo exemplo...

Vários indivíduos podem fazer o mesmo e, ao mesmo tempo, movido por uma especulação serem mal sucedidos em determinado setor econômico. O prejuízo pode ser imprevisível e quem vai pagar pelo erro dessa minoria? A sociedade.

A sociedade é assim, poucos tomam decisões para tentar beneficiar muitos. E não dá pra dizer que só tivemos prejuízos, que não houve progresso nesses últimos anos no Brasil. Muita gente melhorou de vida, passou a ter um conforto que antes não tinha.

Houve erros inaceitáveis, principalmente por questões ideológicas, que o governo anterior cometeu. Exageros em incentivos econômicos e muita auto confiança com relação ao futuro do país. Houve também a mentira em tentar esconder a crise que já estava dando sinais claros antes das últimas eleições. A resultante disso é o que estamos passando hoje.

Governantes erram e a única punição que o povo pode dar é a sua não reeleição.


Existem vários tipos de erros:

1- Erros honestos, em que a pessoa sinceramente buscou agir certo, mas dispunha de informações insuficientes e/ou inexatas;

2- Erros cognitivos, em que a pessoa de algum modo processou as informações de forma errônea;

3- Erros deliberados, em que a pessoa age de forma propositalmente errada.


Muito bom o artigo. Os políticos são escória mesmo e saem impunes.
Mas e quanto a empresários que despejam seus resíduos químicos nos rios de toda uma cidade? E favelados que usam de esgoto o córrego? Eles também estão impunes.


O estado tem o monopólio da maior arma de propaganda que existe: o controle da educação.

De geração a geração é vendida a idéia que o estado é necessário (vejo isso diariamente na faculdade) e insubstituível, e que os políticos são nossos representantes e fazem apenas aquilo que nós mandamos. Aliás, sejamos sinceros, isso também acontece em praticamente em todos meios, rádio, TV e internet (embora nesta haja alguma reação contrária) .


Paralelamente, quando o empreendedor realiza um empreendimento (sendo ele humano como qualquer outro e passível de falha), é ele quem arca com o sucesso (lucro. Ele está provendo um bem ou serviço que as pessoas desejam) ou fracasso (prejuízo. Indicando que ele não está consumindo recursos escassos e não está provendo bens ou serviços corretos ou está fazendo de uma forma completamente errônea).

Metade das empresas não passa do terceiro ano de vida E o que ocorre com os empreendedores fracassados - senão 3, 4, 5 ou 6 anos de dívidas? Uma parcela significativa da vida de qualquer pessoa: você poderá dificilmente casar, financiar um carro, imóvel ou mais - no Brasil, há até mesmo a prática de ir embora do país.

Olha-se muito (em olho grande, inclusive, por parte do estado) os empreendimentos de sucesso, que logram atingir seus 5, 10 anos de vida; é omitido que somente uma minoria dos capitalistas entende os sinais do mercado com perfeição e são capazes de sustentar um empreendimento até aquele ponto. Geralmente, as empreitadas de sucesso advém justamente "dos primeiros a chegar e últimos a sair" - um mandamento cabal em qualquer listinha de dicas para novos empresários.

O ato do empreendedorismo - de adiantar bens presentes (gastar seu capital: pagar salários, alugar terreno, adquirir máquinas, etc) na esperança de que consegue fazê-los render mais do que seus custos ao prover um novo bem e serviço às outras pessoas - é inerentemente suscetível à tragédia da incerteza: o mercado é, como explanado, BRUTAL com erros no direcionamento de recursos escassos.

Enquanto isso, na política, o estado pode servir quaisquer serviços e esses não precisam satisfazer ninguém para existir - na escola pública, por exemplo, a satisfação das crianças é completamente irrelevante para o mantenimento do empreendimento e dos empregos. Seus erros são remunerados com mais recursos direcionados a serviços que não têm motivo para funcionar; completa lógica inversa do empreendimento.


A política da Petrobrás de vender abaixo do preço importado de mercado foi uma das piores políticas já feitas pela empresa.
E pior, na época mesmo economistas não-liberais já tinham cantado a bola, tamanha a obviedade das consequências que isso geraria.



Essa não é a pergunta correta.


Você deveria perguntar o motivo das grandes fábricas terem ido embora dos Estado Unidos.

Também poderia perguntar o motivo do excesso de importações de produtos.

Pesquise se a arrecadação é maior cobrando 10% de todas as pessoas ou 60% dos mais ricos.

Também poderia perguntar se existem mais festas com pagamentos individuais, ou festas pagas por apenas uma pessoa. As festas com pagamento individual ocorrem quase todos os dias, enquanto o pagamento por uma pessoa é muito raro.

Enfim, ame o capitalismo.


O artigo é mais uma demonstração do quão foi necessário a Reforma Trabalhista e o pouco progresso que representa para um maior incentivo dos que se esforçam e não dos altos impostos cobrados sem retorno algum.


Sem contar que nesses lugares onde há aquilo que se considera como muita ostentação, você não vê gente passando fome. Nos Estados Unidos há poucos mendigos e é comum que estes sejam obesos; nos Emirados Árabes, há camareiras, faxineiros, trabalhadores da construção civil... mas com padrão de vida de classe média alta brasileira.

Além disso, os carros, casas, eletrodomésticos, roupas e outros itens de consumo comum e cotidiano desses povos seriam considerados de luxo no Brasil. Considerar esse estilo de vida como ostentação soa a mim como a desqualificação de Yoani Sánchez pelo governo cubano porque esta estava "ostentando" ao comprar frutas em uma feira.

Esquerdista vive fora da realidade, num mundo de ressentimento e inveja... para não dizer que vive "fora da casinha".


Difícil, dado que não é uma tradução mas sim um artigo original escrito por uma brasileira.


Se houvesse uma alíquota única de 10%, quem ganha R$ 100.000,00 por ano pagaria R$ 10.000,00 e quem ganha R$ 30.000,00 pagaria R$ 3.000,00. Quem ganha mais já estaria pagando mais de qualquer forma. Pra que ainda aumentar a alíquota sobre quem ganha mais?



O que aconteceria se os impostos fossem apenas sobre a renda de pessoas físicas que ganham altos salários e trabalham para o governo ou para empresas?


Economista, veja por esse lado:

Vamos supor um carro elétrico com o mesmo preço que o a combustão.
Um Toyota Prius 100% eletrico e outro hibrido ou somente a combustão.
Se taxar os a combustão ou hibrido, aumentando 50% o valor destes, logo todos irão comprar elétrico e isso gerara oferta e incentivos para que a industria foque nesse mercado

Você parte do pressuposto que carros elétricos são mais caros, acontece que hoje em dia não é bem assim.
Entre comprar um Tesla Model S P100D e uma Mercedes S63 AMG, você compraria qual? Obvio que a AMG, afinal é isso que acontece, poucas pessoas trocam seus BMW'S, Audis, Lexus, Infinitis e mercedes em um Tesla. Taxando isso já seria diferente.
Eu acho que o problema seria muito maior, o mercado tem que mostrar através dos preços, se algo é rentável ou não.
Caso contrário o preço dos carros elétricos poderia subir ou até mesmo, não cair. Isso gastaria recursos escassos pra desenvolver uma area que não necessariamente é rentável. Isso inflacionaria outros preços já que existem carros a combustão mais baratos. Todo recurso seria gasto atoa pra desenvolver e baratear algo, enquanto estes recursos não precisariam ser gastos caso os carros a combustão não fossem taxados. Isso ira fazer a economia direcionar os recursos pra área errada, iria engessar o crescimento. Simplesmente porque estes recursos poderiam ser gastos em areas realmente necessárias, mas é gasto somente para tornar algo rentável. Digo, já é rentavel porque todos comprariam só elétricos, mas rentável no sentido do desenvolvimento, pra chegar no nível de custos do a combustão.

Não sei se estou certo, mas o efeito não seria esse? Porque os recursos estariam sendo direcionados não porque de fato é melhor que seja assim e sim porque o governo criou um incentivo artificial.



"Não é válido para investimento produtivo, que gera valor."

Pior que é. E, talvez, de maneira ainda mais intensa.

Você investe $ 100 milhões para construir uma fábrica, comprar insumos e máquinas, contratar mão-de-obra, e finalmente começar a produzir.

Tudo dando certo e saindo perfeitamente de acordo com o plano, você vai ter um fluxo de renda de aproximadamente $10 milhões ao ano. Assim, vai demorar uns 10 anos apenas para você reaver o seu principal (o qual já estará depreciado pela inflação). Só depois de 10 anos é que você vai começar a ter um lucro nominal.

Ou seja, seu capital ficou imobilizado na esperança de que, dali a 10 anos, você começasse a ganhar alguma coisa. (Convenhamos, 10 anos de espera é um pouquinho pior do que uns 2 meses, que é a média de recuperação do Bitcoin).

E tudo isso, é claro, supondo que seu investimento deu certo e que você realmente está atendendo as demandas dos consumidores. Se você tiver errado na escolha, perdeu tudo.

"E a hora certa de entrar não é quando o Bitcoin está a 60 mil reais, e todo mundo está falando que é um negócio maravilhoso, não tem como perder."

Concordo que, olhando em retrospecto, a hora de entrar era quando estava a 1 dólar. Mas por acaso estaria você dizendo que o Bitcoin nunca mais vai recuperar os 60 mil reais? Você está aqui, em público, fazendo esta afirmação ousada? Caso o Bitcoin ultrapasse os 60 mil, posso vir aqui lhe cobrar explicações?

Acho que você está sendo um tiquinho precipitado.

"Charlatanismo intelectual é tergiversar sobre não ser bolha, não ser pirâmide, ter lastro, etc., e não alertar o possível comprador para o fato de que, bolha ou não bolha, pirâmide ou não pirâmide, lastro ou não lastro, é um investimento de alto risco, altamente volátil, e está muito provavelmente sobrevalorizado, o que significa que a próxima "volatilidade" vai ser para baixo."

Só de curiosidade, para quem essa sua agressão está direcionada? Não vi ninguém aqui dizendo que era para comprar bitcoin ao preço vigente (o próprio artigo, com efeito, alertou - corretamente, pelo visto -, que uma correção era inevitável, no último parágrafo do item 1).

"E agora, o que você aconselha ao camarada que vendeu o carro para comprar Bitcoins? Que se livre disso e corte o prejuízo por aí, que segure e espere que daqui a meses, anos, décadas, vai voltar a valer 60 mil reais? Que tome um empréstimo para não ficar sem carro? Que se lasque, por que o mercado é assim mesmo, e este mundo é dos espertos?"

Mas hein? Por que diabos eu, que nem tenho bitcoins, tenho de dar conselhos reconfortantes a esta pessoa (a qual, diga-se de passagem, você nem sequer sabe se realmente fez isso)? Ela é adulta e vacinada, ela que se vire. Por que você a trata como uma coitada incapaz?

Aliás, por essa mesma lógica, vou tentar de novo, já que você fugiu. O que você aconselharia ao camarada que comprou Tesouro IPCA 2035 em 24 de janeiro de 2013, e que, um ano depois, tinha perdido 42% do principal investido? Que se livrasse disso e cortasse o prejuízo por aí? Que segurasse e esperasse que dali a três anos e meio iria voltar a valer o mesmo tanto? Que tomasse um empréstimo para recuperar o que perdeu? Que se lascasse, pois títulos do Tesouro são assim mesmo, e tal investimento é para os espertos?

Repito as mesmas perguntas para quem entrou no Ibovespa em maio de 2008 e só recuperou o principal em setembro de 2017 (e ainda assim totalmente destroçado pela inflação acumulada no período). Quais seriam as suas respostas?

No aguardo.


P.S. de novo: não invisto em Bitcoins e não pretendo. Mas gosto de combater os indignados seletivos.


E hoje o litro da "gasolina" já passa dos R$4... E assim o Brasil segue indo ao buraco, e o estado querendo nos espoliar cada vez mais. Se combustível caro é impopular para o governo, será que hoje nesse caos as pessoas estão furiosas?


A economia deve ser tratada de maneira científica,e não ideológica.

O governo deve se limitar a recolher os impostos gerados pela produtividade da iniciativa privada estimulada pelo consumo,ao invés de taxar o consumo como se isto fosse a produtividade do governo,como se existisse uma iniciativa econômica pública capaz de substituir a iniciativa privada...

Quem se beneficia em onerar o consumidor e sobrecarregar o empresariado são os velhos burocratas do socialismo,incapazes de prosperar pela iniciativa privada,descrentes da ciência administrativa que norteia os parâmetros da economia de mercado,e manipuladores da ignorância alheia,subornada pelo comodismo das benesses sociais, financiadas por quem não pode pagar por elas,enquanto as usufrui em meio ao caos financeiro criado pela má gestão dos recursos do erário público,repercutindo na falência dos serviços públicos,carente dos recursos maus gastos feitos tanto por quem contribui quanto por quem os administra.

Esse é o mau do brasileiro,este cidadão medíocre:Procura as causas dos seus problemas em todos os lugares,menos ,na sua forma de pensar sobre eles...É um ciclo viciosos no qual só os idiotas e desinformados se acostumam.


"tal raciocínio seletivo também é válido para todo e qualquer investimento em todo e qualquer ativo." Não é válido para investimento produtivo, que gera valor.

"E aí? Os títulos do Tesouro estavam numa bolha?" Não sei se o Bitcoin está numa bolha; não tenho informação suficiente para afirmar ou negar. Se houver muita gente tomando dinheiro emprestado para comprar Bitcoin (ou vendendo propriedade para comprar Bitcoin e depois se endividando para recompor o patrimônio), então provavelmente está. Se não houver, então, no momento não está, embora nada garanta que não entre numa no futuro.

"Se o cara não souber a hora certa de entrar ou de sair, ele leva um ferro bonito."

Poizé.

E a hora certa de entrar não é quando o Bitcoin está a 60 mil reais, e todo mundo está falando que é um negócio maravilhoso, não tem como perder.

Charlatanismo intelectual é tergiversar sobre não ser bolha, não ser pirâmide, ter lastro, etc., e não alertar o possível comprador para o fato de que, bolha ou não bolha, pirâmide ou não pirâmide, lastro ou não lastro, é um investimento de alto risco, altamente volátil, e está muito provavelmente sobrevalorizado, o que significa que a próxima "volatilidade" vai ser para baixo.

E agora, o que você aconselha ao camarada que vendeu o carro para comprar Bitcoins? Que se livre disso e corte o prejuízo por aí, que segure e espere que daqui a meses, anos, décadas, vai voltar a valer 60 mil reais? Que tome um empréstimo para não ficar sem carro? Que se lasque, por que o mercado é assim mesmo, e este mundo é dos espertos?


São 3 e apenas 3 maneiras, todas gerando inflação cedo ou tarde.

1. Impostos

2. Endividamento

3. Emissão de moeda


a) Doações voluntárias.

b) Vendendo serviços que sejam voluntariamente adquiridos pelos consumidores.

c) Oferecendo loterias (essa a opção defendida por Ayn Rand).

d) Para que estado?




Um abraço ao Ricardo Sondermann, grande figura, parabéns pela publicação de seu livro. Sou grande admirador do Churchill, já li uma biografia dele e tenho visto os filmes que tem saído no cinema. Um grande personagem da nossa história, a pessoa certa, na hora certa, salvou a Inglaterra e o mundo de Hitler. Um exemplo a ser estudado e admirado como defensor da liberdade e da democracia.



Que outras maneiras o Estado poderia se financiar que não seja impostos e títulos do Tesouro?



Olá poderia por gentileza enviar esta matéria para o meu email? Obrigado.



Se isso é espoliação, então qualquer receita tributária também é.


1) Você inviabilizaria completamente a compra de carros novos, empurrando todos os consumidores para o mercado negro, que bombaria.

2) Até poderia haver, de início, uma grande produção de carro elétrico, mas como seu abastecimento é complicado e caro, ele continuaria sendo inviável para as massas. Não visualizo, no longo prazo, uma explosão nem na produção e nem muito menos no consumo destes carros.

3) Não é porque os carros a combustão interna foram inviabilizados pelo governo que o carro elétrico imediatamente passará a ser viável. Há toda uma questão de logística e engenharia que são incontornáveis, tornando este tipo de carro inviável no curto prazo.

4) No final, apenas os milionários teriam carro. A classe média iria tentar alguma coisa no mercado negro. E os pobres voltariam a andar de jumento.


Boa tarde, caros amigos.
Reproduzi este artigo em meu site (como todos os devidos créditos), pois representa 100% minha visão de mundo.

Peço que dêem uma olhada, se possível! Caso a reprodução tenha sido ofensiva, me avisem que eu retiro. Desde já, obrigado!

anarcotatuaria.com.br/post-e-artigos/


Imposto existe de todo sempre. Estado significa imposto, sua existência depende dele. Não vejo como alterar esse status-quo.


Se aumentasse os impostos dos carros a combustão e isentasse em 100% dos carros elétricos, o que aconteceria com a economia?
Os carros elétricos iriam virar eternos e 100% da realidade?

Eu to precisando desenvolver meu raciocínio, isso causaria investimentos errôneos, me ajudem a desenvolver

Grato e abraços


A solidariedade com o próximo se traduz em espoliar? Conceito estranho esse seu de solidariedade. Sempre imaginei que solidariedade significa esforço voluntário e individual para ajudar o próximo. Já o seu conceito de "solidariedade" significa apontar uma arma para a cabeça de terceiros, tomar a propriedade deles e fazer a redistribuição.

Você quer ajudar terceiros, mas você quer que terceiros sejam espoliados nesse processo. Você quer solidariedade mas prega a violência. Típico. Quem quer repartir o bolo quer acima de tudo manter o controle da faca.

Quer ajudar os pobres? Ajude-os. Com o seu próprio dinheiro. Você tem uma obrigação moral em ajudar os destituídos, mas você não tem o direito de roubar terceiros neste processo. Para de defender a imoralidade.


Vitor, o senso de justiça que expus é o do nosso ethos, que prega a solidariedade com o próximo e a colaboração com o coletivo segundo a capacidade de cada um. A institucionalização desse ethos humanista, que substituiu o ethos romano, este último estranhava qualquer piedade, se traduz em onerar mais quem tem mais e menos quem tem menos.


Ué, mas tal raciocínio seletivo também é válido para todo e qualquer investimento em todo e qualquer ativo. Vale inclusive e até mesmo para títulos públicos, que são considerados os mais seguros do mercado.

Exemplo: quem comprou um Tesouro IPCA 2035 (NTN-B Principal 2035) no dia 24 de janeiro de 2013 pagou R$ 963,33 por título. Dali em diante, as taxas dispararam e os preços desabaram, chegando ao valor mínimo de R$ 554,74 em 4 de fevereiro de 2014 (mais de um ano depois).

Ou seja, um ano após a compra, o cara perdeu 42% do capital.

Pior ainda: sabe quando este título voltou a superar, de forma definitiva, o mesmo valor de 24 de janeiro de 2013? Só em 12 de julho de 2016 (três anos e meio depois).

Traduzindo: quem comprou aquele que é considerado o investimento mais seguro do mercado em 24 de janeiro de 2013 teve de esperar até 12 de julho de 2016 (três anos e meio) apenas para voltar a ter o mesmo valor nominal inicial.

E aí? Os títulos do Tesouro estavam numa bolha? Se sim, essa seria a primeira teoria sobre isso.

Ah, quer falar sobre o Ibovespa? Esse é pior ainda. Quem aplicou no Ibovespa em maio de 2008 (73.500 pontos) só superou este valor em.... setembro de 2017 (mais de nove anos depois).

E aí? Você também vai dizer que Ibovespa é a mesma coisa que Bitcoin? Pela sua lógica, sim.

Observe que o Ibovespa demorou mais de nove anos para se recuperar. Já o Bitcoin está apenas com um mês de queda, e você já está fazendo elucubrações e dizendo que a queda atual é definiva.

Eis a lição: todo investimento que não esteja atrelado ao CDI passa por flutuações (muitas vezes bruscas). Se o cara não souber a hora certa de entrar ou de sair, ele leva um ferro bonito. Até mesmo com títulos do Tesouro, os mais seguros do mercado.

P.S.: não invisto em Bitcoins e, por enquanto, não pretendo (e muito menos recomendo vender carro para fazer isso). Entretanto, não tolero charlatanismos intelectuais.


Mas que senso de justiça é esse? Por que quem ganha mais deve pagar mais?

Não discuto que no Brasil, país em que não há meritocracia e todos fazem conchavos com o estado, há várias pessoas que ganham muito sem fazer nada. Porém, em uma economia livre, ganha mais aquele que mais serviços presta à sociedade, aquele cujos serviços são altamente demandados por todos justamente por ser competente. Você acha justo espoliar este para repassar àqueles que não são produtivos e que pouco contribuem para a sociedade?

Espoliar os bons e competentes para repassar aos ineptos e acomodados é o caminho certo para transformar a sociedade em uma idiocracia apologista da mediocridade.

No mais, você diz defender o imposto de renda progressivo com base na ideia de que quem ganha mais deve pagar mais. Mas um imposto de alíquota única já faz isso. 20% de 10.000 é maior do que 20% de 5.000, por exemplo. Logo, você não quer apenas extrair mais dos mais ricos. Você quer realmente espoliá-los e viver à custa deles.

Essa não apenas é uma postura vergonhosa, como, pior ainda, trata-se de uma confissão de inveja e de incapacidade de viver às próprias expensas. Lamento por sua situação.


As Agênciare reguladoras são criação do governo FHC. Coisa típica de social-democrata, que sabe que não vive sem o mercado,mas não confia nele, então regula.

O poder da Justiça do Trabalho se acentuou com a Constituição de 1988, aquela em que pode tudo e ninguém precisa pagar nada. E olha que nós conseguimos nos livrar daquela excrescência chamada de "Juiz classista".



Por isso eu digo que os impostos mais justos são aqueles atrelados a capacidade de pagamento de cada um. Quem recebe mais, deve pagar mais; quem recebe menos, deve pagar menos. O imposto de renda progressivo, por exemplo, eu acho um dos mais justos. Já impostos sobre os itens e serviços mais populares, acho menos justos, porque acabam onerando mais aquelas pessoas de menor renda.


Se você comprou bitcoins em 20 de dezembro de 2017, comprou a cerca de 60 mil reais.

Hoje, 18 de janeiro de 2018, eles estão valendo cerca de 40.000 reais.

Portanto, neste momento, você está perdendo uma terça parte do que investiu. Ou seja, uma terça parte do seu Onix.


Capital Imoral pode até ter refutado Mises, mas pelo visto conhece tanto de realidade dos municípios brasileiros quanto eu conheço mecânica quântica.


Um doce pra quem conseguir enfiar isso na cabeça de um vermelhinho...


Redução nos preços por causa de redução de impostos só poderá acontecer em ambientes que há livre concorrencia. Pois, como a margem de lucro subirá, novos concorrentes ou aqueles que quiserem ganhar mercado reduzirão seus preços. Em contrapartida em ambientes cartelizados como temos no Brasil, tais reduções não refletem nos preços.


A ironia cruel é que a justificativa para impostos tão elevados no Brasil é financiar os programas assistencialistas que visam auxiliar os mais pobres, sendo que são justamente estes impostos que os mantêm na pobreza.



Quem realmente sustenta os impostos? O pequeno e médio empresariado? Todos os empresários inclusive os ligados ao estado? O trabalhado assalariado ao consumir?


O Estado é o causador de quase odos os problemas da sociedade, escravizando os cidadãos.
E as pessoas acham normal isso, como se estivessem dependentes de uma droga, o "estatismo".
Me lembra de um trecho de "Matrix", que Morpheu diz que as pessoas se tornaram dependentes da escravidão e farão de tudo para proteger os escravizadores.


O problema é que o governo não suporta cidadãos ricos.

Um PIB de 10 trilhões com 15% de imposto, é igual a um PIB de 5 trilhões com 30% de imposto. A arrecadação seria exatamente a mesma.

O governo não suportaria ficar com apenas 15%. Ele quer que empresários sobrevivam com dinheiro do mês, formas de multar, impedir que as pessoas ganhem dinheiro, etc.

Já está claro que o governo só quer roubalheira. O mundo ideal para o governo é um monte de escravos que não reclamam. São pessoas sem o mínimo de carácter.


As 10 infelizes leis brasileiras – resultado da doutrinação marxista:
1) O Estado é imperativo para o desenvolvimento econômico e a manutenção da ordem e da justiça
2) Todo empresário é ganancioso e escraviza seus funcionários
3) Impostos são justos pois são usados para ajudar os mais pobres
4) O capitalismo gera desigualdades
5) O Lucro é imoral
6) As minorias são perseguidas
7) Os sindicatos são defensores dos direitos dos trabalhadores
8) A polícia é violenta
9) As instituições estão cada vez mais fortalecidas
10) A "democracia" tem que ser "defendida" a qualquer custo (inclusive através de terrorismo).


Concordo em gênero,número e grau.A Liberdade e o Capitalismo é o casamento perfeito em vida,enquanto a democracia e o assistencialismo é o casamento promíscuo em vida e o controle(s) e o socialismo é o casamento da opressão em vida.


Correto. Mas valem alguns adendos.

A empresa poderá, sim, reduzir os preços. Mas, se fizer isso, não há por que repassar integralmente a redução do imposto -- isto é, não há por que fazer uma redução integral dos preços.

Para uma demanda totalmente elástica, qualquer redução de preços trará para aquele produto uma grande demanda. Logo, qualquer corte de impostos seria repassado em sua totalidade. Mas isso obviamente é ficção e está apenas no âmbito da teoria neoclássica, pois demanda totalmente elástica não existe.

Na prática, o que ocorrerá será um arranjo de meio termo: uma redução de impostos será, no máximo, apenas parcialmente repassada para os preços, e isso u[]dependendo totalmente do quão concorrencial é este mercado[/u], o que inclui as tarifas de importação.

Porém, se for um mercado com grande demanda -- e caso a economia esteja aquecida, ou mesmo caso os custos de produção estejam ascendentes --, uma eventual redução de preços pode aumentar substancialmente a demanda, de modo que os preços não apenas podem voltar a subir, como podem na verdade acabar em um nível mais alto do que estavam antes do corte de impostos.


Uma dúvida: assim como a empresa não pode repassar imediatamente os custos decorrentes dos impostos sobre o consumo, da mesma forma ela não reduzirá os preços no caso da diminuição de alíquota, certo? Como a empresa quer maximizar seus lucros, e como não houve alteração na demanda, ela não tem motivos para reduzir o preço. É isso?


Muito obrigado mais uma vez pela clareza e simplicidade como esses assuntos são explicados. Mesmo uma pessoa completamente leiga como eu consegue entender e repassar a ideia.


"O governo quis aumentar suas receitas mas acabou apenas gerando desemprego."

Lei universalmente válida sobre governos.


Perfeito o artigo. Como o varejista arca com o imposto (pois não tem como repassar tudo para o preço), ele tem de cortar custos. Logo, ele tem de fazer pressão sobre seus fornecedores, os quais acabam pagando o pato.

Para uma explicação extremamente detalhada sobre todos os impostos e todas as suas consequências, recomendo o capítulo IV do livro Governo e Mercado, de Murray Rothbard.

www.mises.org.br/Ebook.aspx?id=74


Esse exemplo dos Iates é muito bom. Deixa claro o que os progressistas se recusam ver: Esses "luxos" e "mimos" dos ricos geram milhares e milhares de empregos. Isso é que é distribuição de renda: Receber uma renda por produzir algo de valor. Ao taxar esses produtos, o rico fica com o dinheiro para si e o pobre fica desempregado.


Caso você tenha querido ser sarcástico, meus parabéns!

Mas caso tenha falado sério, recomendo que procure um bom tratamento psiquiátrico.


Se tivesse like teria ganho um.

Bom site o da Montfort, combatente do Vaticano II e de sua filha, a CNBB, e defensor da igreja tradicional.


OFF-Topic.
Prezados,
Sou um novato em Escola Austríaca, aprendendo muitas informações novas.
Eu tenho lido em vários artigos do IMB, sobre a esquerdopatia presente nos jornais New York Times, Washington Post, El País etc... e em redes como CNN e BBC.
Eu conheço apenas a Fox News, que faz um jornalismo sem esquerdopatias.
Peço indicações de jornais americanos e europeus que sejam mais alinhados às ideias conservadoras e da Escola Austríaca.
Grato!


Só clicar no link do blog "verdades inconvenientes", daí se entenderá o comentário.

Pode-se concordar ou não, alguns pontos hiperbolizados, mas de uma forma geral há de fato uma degradação cultural em curso no ocidente.


Off Topic: O que vocês acham da Miriam Leitão? Hoje me surpreendi que até ela admitiu que o sistema bancário é um monopólio de 4 grandes Bancos.



Não há nenhuma vantagem em se destruir a moeda e fazê-la valer menos. Ao contrário: só há desvantagens.

Sobre isso, artigos cruciais:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2175

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2378

www.mises.org.br/BlogPost.aspx?id=2277

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2033


Sobre o câmbio fixo, só há uma maneira de fazê-lo:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2196


Em relação ao item 5 "É a produtividade o que determina os salários" o que dizer dos artesãos e artistas?


Buffett está falando em não confiar cegamente na equipe que gerencia seu dinheiro,ou seja você tem de estar sempre checando a equipe,revezando as posições de cada um neste trabalho,exemplo:Já repararam que em grandes empresas os auditores estão sempre checando as contas das filiais mês a mês e há um rodízio dos mesmos,eles estão sempre mudando e a cada mês é uma cara nova,isto é feito para que não aja conluio entre auditor e auditado ou seja na realidade é um fiscalizando o outro,as igrejas estão sempre trocando bispos e sacerdotes de suas regiões,igrejas evangélicas também fazem estas mudanças,Bancos trocam gerentes e inspetores com frequência etc.Enfim só confie em si controlando sua equipe com rigor,pois" seguro morreu de velho" e responsabilidade não pode ser terceirizada.Lembrem-se"Com o suor do seu rosto ganharás o teu pão" e"Não existe almoço grátis" .Quem pensa em ganhar dinheiro sem trabalhar está fadado a morrer na sarjeta.


lembro de um trabalho que fiz de direito constitucional que tinha que comparar o direito a propriedade no Peru com o do Brasil, com a constituinte mais recente deles, acabaram com a desapropriação por interesse social, o que foi mantido no Brasil e é bem mais difícil para o governo desapropriar, além de que a indenização tem que ser em dinheiro



O Artigo é bem interessante, de tudo quanto explicado sobre as consequências da desvalorização da moeda num determinado país, parace não ter vantagens o que n-ao creio, portanto gostaria de saber quaus são as possíveis vantagens para os países em desenvolvimento. Por outro lado, será que a taxa fixa pode ser solução?


Sou novo no IMB.
Minha dúvida é: Precisamos converter reais em dólares porque o dólar é a moeda internacional de troca, então por que não se circula em nossa economia apenas o dólar e se extingue o real? É até melhor porque não sofreremos variações pois o dólar é estável, até onde eu sei. Se não estou enganado no Panamá é assim, o dólar americano é a moeda forte do país e lá é um país que não está nada mal


Sabem qual o mercado mais desregulamentado de quase qualquer lugar do mundo? O de alimentos.

E sabem qual o mercado que mais produziu e cresceu nos últimos 50 anos? O de eletrônicos e o de alimentos.

A esquerda se apavora com o rumo que o mundo tomou depois da segunda guerra mundial. Mais e mais países escolheram o lados dos EUA e deixaram a URSS e os Fascismo para trás. Não é atoa que o mundo está cada vez mais rico.


O que é defendido por Mazzucato é o Fascismo explícito, mas com outro nome.

Stalin estaria completamente envergonhado com o que a esquerda moderna defende.



Olhe o que acontece na Bolivia. PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA. www.youtube.com/watch?v=gzvhuhAhnMo

noticias.gospelprime.com.br/na-bolivia-lideres-cristaos-protestam-contra-evo-so-teremos-paz-nos-cemiterios/

noticias.gospelprime.com.br/maduro-exige-punicao-para-lideres-religiosos-que-oraram-contra-corrupcao-de-seu-governo/


O ponto principal é que as pessoas precisam amar o capitalismo.

Amar o capitalismo é ter paixão pela liberdade.

Nossa liberdade é que nos faz acordar todos os dias.

A igualdade é uma ex-namorada que nos prejudicou. O socialismo é um romance que não deu certo, que nos fez pagar pensão, repartir nossos bens e duvidar da boa vontade.

Amar o capitalismo é como um casamento até o último dia de vida. Nós viveremos juntos até a morte, com a certeza de que seremos felizes pelo resto da vida.