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Últimos comentários


Discordo do ponto 9.

Geralmente quando alguém fala que se deve discutir política de forma "não-doutrinária" ela insinua que se deve tratar todas as ideologias de forma igual, sem tentar induzir as crianças a adotarem a ideologia do professor.

Na prática, isso implica tratar abominações como o bolchevismo, a maçonaria, o jihadismo, a ideologia de gênero, o globalismo, o supremacismo étnico, etc., como apenas "outras visões de mundo", sem fazer nenhum juízo de valor nem explicar aos pupilos os erros dessas ideologias.

Ao final, isso tornará a mente das crianças terreno fértil para mais degeneração, que acarretará o fim da liberdade das gerações futuras.


Em Muzambinho, para acessar o IF, há um morro enorme. A grande maioria ou vai de van, de carro, ou simplesmente chega lá na entrada e espera alguém para dar carona para subir ali. Alguns vão de bicicleta (acho que era uns três, incluindo eu).

Além de muitos morros, é ainda perigoso de ser pego por algum motorista maluco.


A boa educação também se adquire em casa, não apenas na escola. Acredito que os pais sempre tem importância fundamental, são eles os responsáveis pela próxima geração. No comentário acima apenas apontei um problema grave que ocorre dentro das escolas e uma punição mais severa para isso com objetivo de selecionar pessoas de melhor caráter para trabalhar mas o que precisa ser feito, claro, vai além disso.

Concordo que o bullying é consequência do modelo obsoleto de escola que está aí mas é de extrema importância que seja considerado um CRIME, qualquer que seja o modelo de escola reconhecido pelo MEC.

Uma mudança total no modelo de escola, como o autor do artigo apresentou, ajudaria a diminuir os casos de bullying, mas não acabaria totalmente com ele, por isso acredito que, além de uma punição mais severa, e muito antes de precisar aplica-la, deve-se considerar o papel da família na formação moral do indivíduo. A sociedade está doente, existe uma forte inversão de valores que a destrói cada vez mais e somente uma grande Revolução para acabar com isso, digo que precisamos recomeçar o país mas a iniciativa deveria partir da união do povo, tipo um movimento pela elaboração de uma Nova Constituição Federal, essa de 1988 é um retrocesso. Isso aqui precisa se transformar num país sério, e somente um recomeço completo e total para isso se concretizar, não só com as Leis e Instituições Democráticas, mas a mudança deve partir de cada cidadão. Sejamos nós a mudança.

Mas isso é quase uma Utopia, o povo está acomodado com a situação atual, pedir pro Zé Povinho se unir em prol de um bem maior é como pedir para um porco parar de fuçar.

Partindo para algo mais fácil de fazer, deveria existir pelo menos campanhas de conscientização da importância da Família e dos bons costumes para a formação dos indivíduos. Poderia ajudar até a diminuir o bullying, além da mudança no modelo escolar que é necessária também.


voce exclui elas do mercado de trabalho, e o crime organizado contrata
voce ve os indices de crimes violentos continuarem subindo pelas paredes e vai fazer cara de paisagem na hora de explicar as causas
esse mundo simplorio que alguns vivem é lindo , nunca precisa se preocupar com consequencia das propostas


90% ou mais do que hoje se denomina "bullying" é apenas a convivência com opiniões diferentes.

Mas no mundinho dos alecrins dourados de hoje em dia, ser contrariado ou ouvir qualquer coisa que não sejam elogios é considerado inaceitável. Exceto, é claro, quando realizado de forma coletiva em nome da "tolerância", da "diversidade", do "politicamente correto" ou qualquer outro slogan semelhante.

Idéias totalitárias como essa do Fábio são o sonho dos ditadores. Permitem formar desde a infância um povo obediente, submisso, que aceita sem questionar as ordens vindas de cima, no desejo de mostrar que é "do bem". Ao mesmo tempo, estão prontos a agir com violência, sempre em manada, contra qualquer um que ouse discordar da santa maioria.


"Pessoas que trabalham a 5-6 km de onde moram e não querem (nem é viável por motivos vários) usar metrô ou ônibus e acabam usando o carro porque é o único modal disponível."

Em qualquer cidade de MG é impossível andar 6 km em uma cidade sem se deparar com morros íngremes impossíveis de serem vencidos sobre uma bicicleta. E se o cara estiver carregando pertences, sem chance.

"Gastam mais dinheiro com estacionamento do que com o deslocamento."

Isso é facilmente resolvível: basta utilizar aplicativos de transporte. Várias cidades pequenas hoje já têm imitações do Uber. Isso é muito mais viável e barato do que sair construindo ciclovias toscas.

E de novo: na esmagadora maioria das cidades do Brasil, de terreno acidentado, não há como ter 6km de piso plano. Aqui não é a Holanda.

"Esse tipo de cidadão se beneficiaria de uma ciclovia. Este é um exemplo, existem milhares de casos possíveis."

De novo: depende da cidade e da topografia. Na esmagadora maioria das cidades do Brasil é impossível.

A acusação de que você vive numa bolha, portanto, é sim cabível.


"Piorou. "

Vc não sabe nem o que você fala. Desculpa. É fato.


"Quem é "obrigado a usar carro"? E como essa pessoa "obrigada a usar carro" estaria melhor se pudesse usar bicicleta?"

Pessoas que trabalham a 5-6 km de onde moram e não querem (nem é viável por motivos vários) usar metrô ou ônibus e acabam usando o carro porque é o único modal disponível. Gastam mais dinheiro com estacionamento do que com o deslocamento. Esse tipo de cidadão se beneficiaria de uma ciclovia. Este é um exemplo, existem milhares de casos possíveis.

Dê exemplos práticos e realistas.

Eu mesmo, moro a 8 km do meu trabalho q vou 4 dias por semana. Tem ciclovia em cerca de 7 km. Tenho uma bicicleta elétrica. Autonomia de 40 km com uma carga de bateria. Carrego ela sempre no trabalho. Ou seja, nem energia elétrica em casa eu gasto. Demoro cerca de 30 minutos para fazer o trecho. Quando eu fazia de carro, entre retornos e semáforos (no horario de volta com mais transito) eu gastava entre 20 e 30 minutos. Além de economizar no combustível, ainda evito multas de transito e danos variados ao automovel e ainda faço meu exercio do dia - ja que mesmo ela sendo eletrica tenho opção de pedalar.


Bullying é apenas uma das várias consequências inevitáveis do atual modelo. Mas está longe de ser o principal problema.

Com efeito, ainda que o bullying fosse completamente extirpado, todos os atuais problemas identificados continuariam exatamente os mesmos.

Bullying, portanto, é só um apêndice. Está longe de ser o principal problema. E sua abolição está longe de representar alguma solução.


rothbardbrasil.com/todas-as-comparacoes-de-dados-confirmam-que-as-mascaras-nao-servem-para-nada/


Tá atrasado, hein, campeão?

O Japão caiu em 1991. Não mais se recuperou desde então.

Sim, continuou rico, mas com uma riqueza estagnada. Seu poderio mundial nunca mais voltou a ser o mesmo. Todos os outros tigres asiáticos seguiram crescendo. Exceto o Japão.

Aquela temida potência econômica e comercial da década de 1980, que fazia os filmes de Hollywood profetizarem um futuro dominado por megacorporações japonesas, hoje não é nem sombra daquilo que já foi. Tanto é que, sem Google, ninguém mais sabe quem é o imperador e o primeiro-ministro do país.

O Japão hoje não assusta ninguém. Com a exceção de Toyota, Honda e Nissan, não há mais marcas japonesas onipresentes (na década de 1980 até meados da de 90, só se viam produtos japoneses).

A Europa, por sua vez, não se recuperou de 2008. Os EUA continuaram prosperando e criando riqueza. Já a Europa estagnou. Não criou nada. Foi invadida por muçulmanos e, hoje, ambiciona apenas sobreviver como está.

Logo, não entendi sua crítica. Até porque nunca se falou em implosão e sumiço dos países. Tampouco se disse que o capitalismo seria abolido e tais países voltariam ao paleolítico.

Tenta de novo.


Excelente artigo, descreve muito bem o que se passa nas quase inúteis escolas modeladas sob a Era Industrial, merece uma salva de palmas!

Porém, deveria ter abordado um sério problema social que acontece nessas escolas chatas: o bullying! Mais do que intimidação sistemática, o bullying deveria ser considerado como um dos primeiros crimes que uma criança ou adolescente passa a cometer em sua vida.

Para acabar com esse problema, não adianta apenas mudar o modelo escolar para o modelo apresentado no artigo acima, ajudaria mas nunca acabaria com o problema. A única solução DEFINITIVA para o bullying seria uma punição muito mais severa que um serviço comunitário e para isso a comunidade empresarial deve se envolver: a exclusão dos praticantes de bullying do Mercado de Trabalho. A única dor que o ser humano mais sente hoje é no bolso.

Tenho uma ideia para um novo modelo de currículo, é tão simples que até um pré adolescente de 12 anos pode entender, mas seria muito eficiente para as empresas e suas áreas de Recursos Humanos identificarem os criminosos que praticam bullying. O novo currículo teria que ter 2 folhas, na primeira o candidato a vaga de emprego descreve a si mesmo e suas habilidades, na segunda folha as ESCOLAS onde o candidato estudou deixariam um resumo de seu histórico social, e numa pequena seção marcariam se praticava bullying ou não! As boas pessoas seriam então admitidas nas empresas mas os maus seriam rejeitados.

Um dos meus sonhos, além de ver a mudança no sistema das escolas como descreveu o autor, seria também aplicar esse novo modelo de currículo em todo o país, tornando-o OBRIGATÓRIO!

Pareço estar sendo carrasco, muito ruim mas parem para pensar na situação: crianças e, principalmente, adolescentes entrando em depressão e até se suicidando por culpa de criminosos infanto-juvenis que os ficam oprimindo, praticamente destruindo sua segurança emocional, auto-estima e afetando o psicológico das vítimas. Pessoas de má índole demonstram os monstros que são desde cedo, e as brandas punições que existem não fazem nem cócegas nesses seres, mas existe uma punição muito mais severa para eles, que vai além de uma simples detenção, expulsão ou serviço comunitário: a total exclusão desses maus elementos do Mercado de Trabalho.

Para não me esquecer, é óbvio que existem os cargos no Setor Público, logo este também deveria adotar esse modelo de currículo e também excluir esses criminosos. Daí sentiriam o peso de suas más ações voltarem-se contra eles e teriam que sobreviver se tornando trabalhadores informais. Isso se chama JUSTIÇA!

Seria um tipo de seleção natural de Charles Darwin. Os bons se formariam e seriam admitidos



Aqui não se apoia bandido. De qualquer espécie. E nem político.

Quando se junta os dois em um só, então...


Acredito que Smith quis dizer que do lucro auferido com a venda, o empresário retira seu salário.


Falando nisso, o governo está com pretensão de abrir o mercado para empresas aéreas estrangeiras.

Eles estão realizando uma consulta pública. Eu vou ver se consigo mandar este e outros artigos do ramo para eles.


Eu acho que é o contrário. O crescimento da indústria é que proporcionou o surgimento dos estados modernos.

A chave é não pensar na revolução industrial apenas pelo lado econômico/político, mas pelo lado tecnológico: os avanços na produção de aço, por exemplo, e principalmente na energia: até o século 18, a produção era feita com força humana ou animal. O uso do carvão e da máquina a vapor (e posteriormente do petróleo) aumentou enormemente a produtividade e a riqueza.

Foi esse aumento da riqueza que permitiu o crescimento dos estados, porque havia mais riqueza para tributar. Antes da revolução industrial, os impostos eram baixos porque 95% da população trabalhava sete dias por semana apenas para ter o que comer. Não havia como sustentar uma burocracia estatal.


"se o salário mínimo sobe, mas a oferta monetária também sobe (ou sobe ainda mais)"

"Mais dinheiro na economia, maior o volume de gastos, maiores as receitas das empresas, maior a facilidade de se pagar maiores salários. "


Mais dinheiro na economia, pela lei da oferta e procura, significa que o dinheiro vale menos. Economia introdutória, também.



Mais dinheiro na economia, maior o volume de gastos, maiores as receitas das empresas, maior a facilidade de se pagar maiores salários.

Economia introdutória.


Sobre essa questão da demanda do governo aumentar os preços dos absorventes, basta ver o que houve com os preços das seringas antes e depois do início da vacinação de Covid.

Antes, custavam por volta de R$ 0,15. Depois, passaram a custar até R$ 0,48.

noticias.r7.com/economia/fabricantes-cobram-preco-realista-para-fornecer-seringas-ao-governo-30122020


Oferta monetária você quer dizer inflação de preços? No caso. O IPCA reduzir o aumento do salário minimo? Ou você quer dizer que, mesmo em uma situação onde os preços não subam com o aumento da quantidade de moeda se torna ainda viável pagar salário minimo acima do preço de mercado sem demissões?


Piorou. Quem é "obrigado a usar carro"? E como essa pessoa "obrigada a usar carro" estaria melhor se pudesse usar bicicleta?

Dê exemplos práticos e realistas.


Pessoas comuns do mundo real entendem muito mais de economia do que Ph.Ds.

Uma impagável lição de economia: taxistas impõem salário mínimo para motoristas da Uber

Em tempo, se o salário mínimo sobe, mas a oferta monetária também sobe (ou sobe ainda mais), então, obviamente, o efeito prático é que não há aumento real dos custos. Sendo assim, aumento do salário mínimo em um cenário de aumento da oferta monetária não gerará desemprego.

Isso é uma obviedade que estranhamente nunca é mencionada nestes trabalhos, que ignoram por completo a oferta monetária e fazem a abordagem como se a mesma fosse fixa.


"Mas, se o governo demandar um produto o preço dele não ficaria permantemetne em um patamar mais elevado do que sem a demanda dele?"

Correto.

"E por que?"

Trata-se de uma demanda garantida, definitiva e "infinita". Trata-se de um aumento de demanda que "veio para ficar", e cujo demandante possui recursos "inesgotáveis".

O governo não é um consumidor normal. Ele demanda bens e serviços independentemente da situação econômica (tanto é que o governo nunca corta gastos nem mesmo em recessões). Não há por que produtores reduzirem preços após o governo entrar em cena e passar a demandar seus produtos.
"Mas a produção não aumentaria nesse setor para compensar essa maior demanda do governo no produto?"

Se houver plena liberdade de entrada no mercado, sim. Mas se houver agências reguladoras impondo obstáculos à entrada de novos concorrentes, ou simplesmente se houver burocracia ao surgimento de novas empresas do ramo, aí isso não acontece.

Para que os preços caiam mesmo após o governo se tornar um comprador permanente (utilizando dinheiro de impostos e impressão monetária), teria de haver um enorme aumento na capacidade produtiva, o que demandaria vultosos investimentos, bem como a entrada de novos ofertantes (o que, por sua vez, exige um mercado livre). Não há por que haver aumento na capacidade produtiva quando se tem o governo como cliente (a demanda do governo é inelástica e não leva em conta qualidade nem custo-benefício). Sendo assim, apenas aumenta-se preços. É a solução mais racional a se tomar.


E quem falou aqui em obrigar?

Falou-se em ofertar uma nova oportunidade que hoje não existe para que aqueles q SÃO OBRIGADOS A USAR CARRO possam usar VOLUNTARIAMENTE esta nova via se este modelo se enquadrar dentro de suas necessidades objetivas e subjetivas.

Meus Deus Os caras leem uma coisa, e interpretam outra. Será q conseguem passar num concurso publico se tentarem? Tenho seria duvidas.


Leandro, desculpe a duvida um tanto leiga. Mas, se o governo demandar um produto o preço dele não ficaria permantemetne em um patamar mais elevado do que sem a demanda dele? E por que?

Vi essa afirmação por aqui. Mas a produção não aumentaria nesse setor para compensar essa maior demanda do governo no produto?


Eu li o estudo do Nobel recente sobre salário minimo. E ele me fez mudar minha opinião sobre ele gerar desemprego sempre.
As redes de fast food americanas subiram os preços dos alimentos pra comportar o novo custo salarial.. Ai a margem delas não caiu necessariamente e não precisaram demitir.. Lucro, como todo bom austríaco conhece, é a diferença entre os custos e os preços de mercado no tempo. Se ela subiu os preços com facilidade pra compensar os custos maiores.

Vi um monte de austríaco atacando esse estudo sem lerem direito. Pra mim ele pode mudar a visão que minimo vai gerar desemprego setorial sempre. Mas eu não vejo como isso ataca a economia de mercado.

Obviamente, é problematico se os preços não subiram pra compensar os custos. Ai a conclusão que não afetou taxa de investimento setorial é problematica


Sim, hoje em 2021, eu chamo os defensores do estatismo de fascistas e acho estranho os liberais e alguns conservadores não reagirem com energia, quando são chamados assim pelos verdadeiros fascistas...

"seus divergentes os chamam de romanticos ou bem intencionados, de grande coração, mas tecnicamente errados. "


Cara feminsta,

No passado não muit distante, Haddad e Dilma também vetaram tal arranjo (é até admirável que a última tenha o feito, considerando a "contabilidade criativa" de então).
Deverias criticá-los pelo estímulo à pobreza menstrual padecida pelas mesmas donzelas desprotegidas, sendo que ao menos a "Marmota" alegou não ferir o orçamento da época, veja tu.


Há economistas neste fórum? Qual é a honesta opinião dos anões a respeito do CORECON?

De acordo com o site deles:
"O CORECON-SP estabelece na prática o elo entre o economista e a sociedade civil e tem avançado sistematicamente na perspectiva de ser a imagem refletida do papel do economista no contexto social, por intermédio dos produtos e serviços que oferece a seus inscritos e à comunidade paulista e brasileira como um todo (empresários, estudantes, políticos, jornalistas, etc.)."


Vi hoje essa avaliação do PoderData sobre o Paulo Guedes. É claro que não é uma avaliação extremamente ampla e altamente precisa, mas fica algumas notas interessantes:

- Grande parte das pessoas que avaliam bem o ministro possuem até ensino fundamental completo. Muitos são do Centro-Oeste, com faixa etária entre 45 e 59 anos. O setor agropecuário é uma base de apoio importante para o governo. Se a desvalorização do real torna as exportações de commodities mais atrativas, até que ponto isso é benéfico, afinal insumos como fertilizantes, máquinas e afins são importados. 80 % dos fertilizantes são importados. O setor agropecuário está se beneficiando, de certa forma, das ferrovias que serão feitas, afinal o custo logístico será muito menor e é difícil e oneroso transportar por rodovias da região. Mas a população, neste caso, também se beneficia.

- No ensino superior predomina as pessoas que avaliam mal o Guedes. Aí pode misturar tanto os esquerdistas por motivos ideológicos quanto os que sabem dos problemas da desvalorização cambial, como a inflação de preços e corrosão do poder de compra da classe média.

Tenho certeza que se fosse uma pesquisa sobre o Tarcísio, os números seriam bem diferentes.


Agradeço a contribuição do Tulio e do ex-micro empresário,
Creio que um debate aprofundado sobre o papel do estado requer uma definição precisa sobre o que é "moderno Estado- Nação na Europa" e "moderno capitalismo industrial europeu". Mas ainda me parece (e não aprecio esta conclusão) que o surgimento dos modernos Estados- Nação na Europa auxiliaram o surgimento do moderno capitalismo industrial europeu. O surgimentos destes Estados, paulatinamente, foram eliminando os antigos entraves medievais que restringiam o crescimento econômico da Europa. Isto, talvez, no início da formação destes Estados. Hoje, concordo, eles são entraves. Abraços


Amoedo já era. Ótimo. Não fará falta nenhuma, e só serve para queimar a imagem do liberalismo. O partido Novo até tem bons deputados federais, mas boa parte dos quadros tornou-se aliada do petismo e do piçolismo. Com "liberais" assim, prefiro mil vezes conservadores toscos. Estes ao menos não são falsos, não se vendem e têm mais hombridade.

Com Zema de saída do Novo, não sobrará nada.


A frase está correta. Se os gastos do governo subirem, haverá pressão nos preços, pelos motivos que tentei explicar acima.


Se houver plena liberdade de entrada no mercado, sim. Mas se houver agências reguladoras impondo obstáculos à entrada de novos concorrentes, ou simplesmente se houver burocracia ao surgimento de novas empresas do ramo, aí isso não acontece.

Na prática, havendo um forte aumento da demanda — e se trata de uma demanda garantida, definitiva e "infinita", pois é oriunda do governo —, não há por que preços caírem após terem subido. Trata-se de um aumento de demanda que "veio para ficar", e cujo demandante possui recursos "inesgotáveis".

O governo não é um consumidor normal. Ele demanda bens e serviços independentemente da situação econômica (tanto é que o governo nunca corta gastos nem mesmo em recessões). Não há por que produtores reduzirem preços após o governo entrar em cena e passar a demandar seus produtos. Para que isso acontecesse, teria de haver um enorme aumento na capacidade produtiva, o que demandaria vultosos investimentos, bem como a entrada de novos ofertantes (o que, por sua vez, exige um mercado livre). Pode até acontecer tudo isso, apenas não visualizo.


Vendo esse tuíte do Amoêdo, agora eu tenho certeza de que ele e o NOVO irão se afundar no ano que vem. A preocupação dele é a mesma do Guedes: de não perder a "arrecadação".

O partido foi contra também e há uma nota no site deles. Se a reforma traz benefícios, ainda que ínfimos, qual o problema de apoiar? Eles por exemplo podem propor abolir a ANP. A privatização da Petrobras é algo que dificilmente irá passar (e vai ficar uma porcaria, como o da Eletrobras; é claro que vai ficar melhor do que agora), então que eles continuem vendendo suas refinarias e participação, como já fizeram com várias refinarias e com a BR Distribuidora (que agora se chama Vibra).


Claro, se o todo-poderoso estado criar infra-estrutura, os milhões que moram em Itaquaquecetuba, Arujá ou Itapecerica e vão todo dia trabalhar no centro de São Paulo vão fazer o percurso de bicicleta, parando para tomar água de côco no caminho.

O autismo dessa gente é incurável. Vivem numa bolha de realidade virtual, acreditam que o mundo é realmente do jeito que suas redes sociais mostram.


Você mesmo explicou, sem querer, ao usar dois termos diferentes:

"Capitalismo" já existia séculos a.C, porque já existia capital (e comércio). Havia ferramentas, fábricas, carroças, navios, portos. Tudo isso são bens de capital, ou meios de produção. Tudo isso aumenta a produtividade e a produção de riqueza.

"Moderno capitalismo industrial" surgiu com a indústria moderna, ou seja, após a revolução industrial, que tem a ver principalmente com o uso do vapor e dos combustíveis fósseis (carvão foi o primeiro).


Sim, e mesmo com duas, três doses ministradas (daqui a pouco falarão de 4 ou 5), continuam como bem disseste, confinados e obedecendo às regras convencionais de distanciamento social e usar máscara até na hora de dormir.
Só não se alimentam com a máscara cobrindo metade do rosto por óbvias razões...


Sem contar a tendência de se gastar horrores para construir o prédio (dinheiro para as construtoras) e comprar equipamentos caros (dinheiro para os grandes fabricantes) e depois deixar o hospital sem verbas para funcionar. Têm um monte de hospitais fechados pelo país, cheios de equipamentos juntando poeira ou simplesmente desaparecendo.


A escola autríaca de economia é um clube de fanáticos por crises, só falam nisso. rsrs

Vem crise aí, vem crise aí...

(anos depois)

Vem crise aí, vem crise aí...

(anos depois)

Vem crise aí, vem crise aí...

...e finalmente a crise veio !!!!

Não falei, não falei, já estavamos prevendo isso há anos e ninguém nos ouviu... !!!!

Já estão prevendo a queda do Japão e da Europa faz décadas, quando finalmente acontecer você verá o foguetório que será... eu avisei, eu avisei, faz 80 anos que a escola austríaca está prevendo isso.


Eu creio que tudo que precisa de muita explicação não tem valor! E creio que saber que algo esta largamente oferecido vale menos que algo escasso é uma explicação bastante! Todo mundo pode fazer uma faxina mas pouquíssimos podem fazer um projeto de um avião!
O único que rouba essa ideia é o político, ou não....Muitos podem ser políticos e todos que são levam tudo...Esse é o verdadeiro problema que a sociedade não consegue solucionar rapidamente.


"Se o déficit é zero, mas os gastos e as receitas estão subindo simultaneamente, isso gera pressão sobre os preços. "

A frase está escrita corretamente? Ou faltou colocar o "não" - "não gera pressão sobre os preços"?


Pois é. Esta aí uma variável que pode não ter sido incluída nessa pesquisa, o que pode ter gerado uma conclusão falha ao final.

Além da dificuldade de se dar pesos e descobrir causalidade nas variáveis, outro ponto complicado é saber se numa pesquisa foram incluídas todas as variáveis que podem influenciar o fenômeno.

Mas como leigo em estatística e econometria, penso que me falta base para avaliar melhor.




Leandro, se puder comentar essa questão que levantei ficaria muito grato.

É aquela máxima: "economia é uma análise das relações de causa e efeito"

Por isso, minha pergunta pra entender melhor as consequências dessa medida a longo prazo.

Aproveito e agradeço demais por sua atenção nos demais questionamentos que fazemos aqui.


Para ofertar algo na quantidade e qualidade que um mercado demande posteriormente, é preciso, antes de tudo, assumir o risco do retorno incerto no futuro. Ou seja, possíveis demandas fururas são "bancadas" no presente pela expectativa do lucro. E é essa mesma expectativa que faz um empreendedor arriscar pagar uma % de lucro futuro para alguém antecipadamente: salário!



Esses aí chamam os outros de "gado", mas são eles que obedecem bovinamente todas as ordens da grande mídia, e ainda ficam confinados esperando a vacina. E só se locomovem quando ordenados, e com a face devidamente coberta.

A definição suprema de ironia.


"E se o governo "gasta" para construir hospitais?"

Ganham as empreiteiras contratadas, os fornecedores de equipamentos e todos os participantes do processo de licitação (o que inclui políticos e suas propinas oriundas de superfaturamento).

"Vão dizer também que o lucro é privado e que o prejuízo é socializado?"

Sim, ué. Qual a diferença para o que foi explicado no artigo?

A questão é que fica a cargo do indivíduo fazer o juízo de valor a respeito da necessidade do hospital. Pode ser que os benefícios superem os custos e perdas. Sem problemas. Mas que houve lucros privados (todos os envolvidos ganharam) e prejuízos socializados (todos os pagadores de impostos que tiveram de bancar tudo, mas que não irão utilizar o hospital), isso é inquestionável.

Qual o problema?


Só essas mentes inescrupulosas da esquerda maquiavélica, que nunca estiveram no comando de uma pequena empresa, ou que nunca assumem o risco dos empreendedorees, é que defendem mais estado. Num discurso autista para justificar a pobreza, para no final das contas, empregar seus operadores para manipular as massas e instrumentalizar Governos, entidades e toda gama de maldades, para viver de mais e mais corrupção as custas do dinheiro público de quem mais produz, beneficiando inclusive países alinhados ao socialismo, narcotráfico etc.


O Banco Central de Chile surpreendeu o mercado no dia de ontem, 13 de outubro, ao elevar os juros em 125 pontos base (o Brasil elevou 100 pontos base na última reunião), assim com a taxa básica de juros saltando de 1,5 para 2,75 % anuais.

O índice de preços chileno acumulou 5,3 % no mês de setembro em valores anuais, acima da meta de inflação de 3 % estipulada pelo banco central.

A próxima reunião está prevista para o dia 14 de dezembro.

De curiosidade, gráfico juros x inflação de preços:

- Chile;
- Brasil;


Seu comentário é a maior prova de que 50% dos brasileiros efetivamente são analfabetos funcionais.


rapaz, tem gente que ja tomou 3 injeçoes e nao tira a cueca do rosto .. e nem é idoso
hahaha
existe algo de podre no reino da dinamarca


E se o governo "gasta" para construir hospitais? Vão dizer também que o lucro é privado e que o prejuízo é socializado?



ou voce pode pagar as pessoas para servirem de cobaia (é o mais comum), a pessoa é remunerada, existe um contrato, este contrato preve a obrigaçao do responsavel em interromper, indenizar ou reparar qualquer reaçao adversa que se manifeste

e o que temos pro "almoço" ?

centenas de milhoes de cobaias que nao tem nenhuma consciencia do que exatamente estao participando, os responsaveis pelo experimento nao tem nenhuma obrigaçao com qualquer pessoa que desenvolva algum problema em decorrencia do experimento

se eu fosse um auto-intitulado "defensor da ciencia" eu estaria horrorizado

mas a fraudemia serviu pra derrubar diversas mascaras :

a turba do "meu corpo, minhas regras" foi devidamente calada, nao se ouve nenhuma chiadeira quando o estado decide unilateralmente enfiar algo em voce

====Devidamente calada não, meu caro! Se aquiesceram deliberadamente, pois provaram ao mundo que só defendem autonomia corporal quando se trata de sacrificar crianças indefesas no útero. My Body My Rules só é válido na mentalidade "woke" para isso ou levar a vida mais promíscua que alguém atuante em filmes adultos.


os esquerdinhas que vivem de nhe nhe nhe sobre grandes conglomerados financeiros, como a industria farmaceutica , nao viram nada de errado dessas mesmas industrias terem passe livre pra experimentarem seus produtos sem se preocupar em contratar ou indenizar as pessoas que foram objetos do estudo , tampouco acharam estranho que os ricaços ficaram ainda mais ricos com rios de dinheiro vindos do bolso da populaçao atraves de governos pra la de suspeitos , na fraudemia nem licitaçao precisaram , roubalheira geral sem nenhum tipo de regra ou controle

====É porque tais empresas "lacram" no discurso e isto cai super bem aos olhos e ouvidos canhotos. E no caso do Brasil, a birra toda é obviamente para tentar enfraquecer ao presidente. Se quem defendesse o "tratamento preventivo" vestisse uma camiseta vermelha, os esquerdinhas de I-Phone defenderiam que a cloroquina fosse distribuída de graça até nos bordéis.


claro , a agulha voce "ve com os olhos" .. ja a sacanagem depende de ter um cerebro funcional, senso critico , capacidade de se indignar ...

====Eis elementos que socialistas de I-Phone não carregam consigo. Seus olhos são mais limitados e a visão mais imediata que a de uma formiga.


a moderna industrialização surgiu quando a liberdade privada passou a ser regra na Inglaterra. dentro da ilha vc era o mais livre do globo na época, ao passo que nas outras nações vc ou era escravo ou servo dos senhores ou nobres.
o arranjo inglês deu a esta a vantagem que gerou o capitalismo de livre mercado clássico. vantagem esta que fez a Inglaterra um império de dois terços do globo .
depois foi copiado pelos EUA e Alemanha. estes tb tardiamente tb se tornaram muito ricos
então, esses estados nacionais pouco atrapalharam o surgimento do capitalismo de livre mercado e se tornaram potências. outros estados nacionais( franca por exemplo) eram mais ditaduras reais e demoraram pra entrar no jogo
Portugal era um desses países que os súditos do rei eram pouco mais que servos e eles passaram isso as colônias. então os portugas e os brazucas sempre foram capachos da inglaterra.( Portugal atualmente saiu da pindaíba finalmente.)
o Brasil então não herdou a cultura liberaria e de livre mercado. e não consegue deixar de ser lanterna.


Bárbara,

Pedirei licença para ser politicamente incorreto:
Mulheres e a maioria das pessoas do segmento LGBT tendem a ser mais emocionais que a média da população. A Esquerda têm sabido sempre como cativar os corações e mentes mundo afora por penetrar no âmago emocional de quem deseja conquistar e isto ajuda a explicar facilmente por quê vemos mulheres, gays, lésbicas, bissexuais, transgêneros defendendo aqui e ali pautas progressistas.
É mister observarmos que boa parte desconhece a História e assim ignoram que historicamente, era (e é) exatamente aonde a Esquerda é quase hegemônica que seus direitos são suprimidos ou mesmo extintos.
Pessoalmente, snto atração por mulheres transgêneras e infelizmente vejo isto a miúde. Já fui inclusive escorraçado virtualmente por uma a quem seguia via rede social apenas por condenar a postura do Ministro Edson Fachin em anular condenações do Lula. Bastou para receber a pecha de "maricona conservadora" e que eu devesse fazer sexo oral no "Bozo". É isto, infelizmente...


Seria o preço do petróleo cotado em dólar americano ou em real brasileiro? Ou ambos?

De fato. Esse ICMS no combustível é uma verdadeira safadeza, e eles não escondem que a preocupação deles é de confiscar cada vez mais dinheiro do povo. Enquanto nos Estados Unidos, vários estados cortaram impostos para impulsionar crescimento... Eu tentei até procurar no estado de São Paulo os gastos e os componentes deles, mas eu simplesmente não encontrei nada. É muito confuso. Precisam aprender com os americanos. Vale lembrar que muitos governos estaduais foram socorridos pelo governo federal, depois de ficarem proibindo as pessoas de trabalhar.

Sobre essa proposta do Guedes de vender ações da Petrobras para "ajudar os mais pobres" quando o petróleo sobe, alguém sabe como que isso poderia auxiliar? Afinal, em empresa estatal os lucros são privados e os prejuízos públicos.

Em empresa privada, os lucros são públicos e os prejuízos privados. Se uma empresa lucra, ela beneficia as pessoas ao seu redor. Se ela tem prejuízo, o problema é dela e/ou de seus acionistas.


"Haha, o cara realmente tá falando sério… Ele realmente acredita que dá pra substituir carros por bicicleta numa boa."

Não querido. Eu não falei isso. Eu falei que a bicicleta nao apenas poderia, como deveria ser considerada mais uma, MAIS UMA, alternativa para o transporte rodoviário. Em nenhum momento em falei em substituição SUBSTITUIÇÃO. Eu sou responsável pelo que eu escrevo, não pelo que você entende - ainda bem, né?


"Nem vou falar da questão da segurança pública (assaltar executivos numa bicicleta é um pouquinho mais fácil do que em carros)."

Ilação baseada em sua interpretação equivocada. Por isso que eu disse que seria uma alternativa, de adesão voluntária. Desnecessário maiores comentários.


"Mas se você acredita que pessoas que rodam mais de 60 km por dia de carro poderão fazer o mesmo numa bicicleta , sem nenhuma queda de produtividade ou tempo trabalhado"

Ja devidamente respondido.


"(só otário fala "bike")"

Fonte? Ja eu acho que otário é sua mãe.


"Isso apenas mostra o quão descolado da realidade você realmente está".

Todos os grandes gênios da humanidade estiveram descolados da humanidade companheiro.


É simplesmente lamentável essa obediência, essa idolatria quase bovina que as mulheres e os LGBT tem com o Estatismo, que é quem justamente mais submete essas pessoas as tais humilhações que vivem chorando que sofrem. Leia mais artigos Jéssica e vai ver que o que você fala não tem o menor sentido.


se voce tiver um farmaco novo , antes de pensar em comercializa-lo voce precisa testa-lo

voce pode conseguir voluntarios que irao de maneira consciente e proposital aceitar ser cobaia depois de serem informados sobre o escopo do experimento

ou voce pode pagar as pessoas para servirem de cobaia (é o mais comum), a pessoa é remunerada, existe um contrato, este contrato preve a obrigaçao do responsavel em interromper, indenizar ou reparar qualquer reaçao adversa que se manifeste

e o que temos pro "almoço" ?

centenas de milhoes de cobaias que nao tem nenhuma consciencia do que exatamente estao participando, os responsaveis pelo experimento nao tem nenhuma obrigaçao com qualquer pessoa que desenvolva algum problema em decorrencia do experimento

se eu fosse um auto-intitulado "defensor da ciencia" eu estaria horrorizado

mas a fraudemia serviu pra derrubar diversas mascaras :

a turba do "meu corpo, minhas regras" foi devidamente calada, nao se ouve nenhuma chiadeira quando o estado decide unilateralmente enfiar algo em voce

os esquerdinhas que vivem de nhe nhe nhe sobre grandes conglomerados financeiros, como a industria farmaceutica , nao viram nada de errado dessas mesmas industrias terem passe livre pra experimentarem seus produtos sem se preocupar em contratar ou indenizar as pessoas que foram objetos do estudo , tampouco acharam estranho que os ricaços ficaram ainda mais ricos com rios de dinheiro vindos do bolso da populaçao atraves de governos pra la de suspeitos , na fraudemia nem licitaçao precisaram , roubalheira geral sem nenhum tipo de regra ou controle

temos um mundo de absurdos pra analisar mas a unica coisa que os bovinos veem é a agulha

claro , a agulha voce "ve com os olhos" .. ja a sacanagem depende de ter um cerebro funcional, senso critico , capacidade de se indignar ...


Essa medida será boa se o preço do petróleo aumentar continuamente daqui para frente. Se o preço do petróleo cair (algo que eu não vislumbro), o preço aqui ficará artificialmente alto exatamente por causa dessa medida.

Em todo caso, tem governador chiando porque isso irá afetar suas arrecadações. Político esperneando sempre é bom. Quando um político esperneia porque está arrecadando menos isso é sinal de que a liberdade do indivíduo que trabalha e produz aumentou.

Muito embora seja errado dizer que "a gasolina subiu por causa do ICMS", é um fato matemático que a arrecadação do ICMS aumenta quando o preço da gasolina sobe. Neste sentido, governos estaduais têm sim que entrar no jogo. Aumentar a arrecadação (e com isso dar aumentos para os nababos do funcionalismo público) simplesmente porque o barril e o câmbio subiram é muito gostoso. Tá na hora dessa gente começar a dar sua "cota de sacrifício".


O problema está é na sua linha do tempo. Estado sempre existiu. Variava a forma, mas sempre havia alguém mandando e oprimindo.

O capitalismo despontou quando a propriedade privada passou a ser respeitada, e quando a busca pelo lucro passou a ser menos criminalizada.

Nada a ver com o "surgimento do estado", que já estava lá.

Deirdre McCloskey escreveu três tomos sobre isso.

www.mises.org.br/article/3337/como-o-acordo-da-burguesia-enriqueceu-o-mundo


Mesmo que a bicicleta fosse melhor que o carro, ainda assim seria imoral obrigar o consumidor a só utilizar esta, seja pelo motivo que for, visto que está interferindo na escolha pessoal do indivíduo em prol de dar a um burocrata o poder de controlar "quem usa o quê".

Sobre a produtividade, imagino que uns preferem que nas fábricas se pare de usar máquinas e robôs e se utilize trabalho manual mais improdutivo somente para economizar energia, com o argumento que " tem que obrigar a usar, para o bem de todos". E um burocrata vai ficar no controle.

Vamos mais além e vamos obrigar os agricultores a não usar máquinas e voltar a usar a enxada. Vamos proibir o uso de tratores que poluem com seus motores e magicamente a quantidade de alimentos vai continuar a mesma, já que o trabalho manual rende a mesma coisa. É só proibir e dar poder a um burocrata que os problemas da sociedade desaparecem por um milagre.

Aí é só pagar mais impostos pra pagar os salários desses burocratas que a sociedade vira um paraíso (ironic mode turbo).



"Câmara aprova alteração no ICMS dos combustíveis"

Parece uma medida boa, ou eu estou errado? Falta passar no Senado (se passar...). Na Câmara passou por uma ampla maioria.

Curiosamente, vejam esse trecho (contido na notícia):

"Essa ação é uma verdadeira cortina de fumaça. Tenho falado há meses: outros são os fatores que influenciam os preços de combustíveis, o 1º é a política econômica do governo Bolsonaro, que desvaloriza cada vez mais o Real e provoca o descontrole da inflação. O outro fator é a política da Petrobras, que tem o Estado seu maior acionista"

Será que o Isnaldo Bulhões está lendo os seus artigos, Leandro?


Vai aqui um comentário "provocativo" pessoal.
Mas antes de ser devidamente apedrejado, digo que sempre fui anarquista, daqueles antigos, obviamente, alijando a parte violenta e terrorista do antigo "anarquismo raiz".
Uma dúvida e que ainda não consegui uma explicação é a razão do capitalismo ter surgido após a formação do Estado-nação na Europa. E não antes. De alguma forma a industrialização capitalista só foi capaz de surgir após os modernos estados terem se formado. Tem gente que diz que já existia capitalismo na "propriedade de terras" do feudalismo ou que as corporações de ofício já eram organizações capitalistas na IdadeMédia. Mas o fato é que o moderno capitalismo industrial só surgiu após a formção do Estado-Nação. Acredito e apoio as idéias do Mises. Mas esta "contradiçao" me incomoda. Solicito auxílio do pessoal daqui. Abraços.


O que este site e outros veículos libertários sempre dizem mais uma vez se mostra verdadeiro, deem uma olhada nisso:

www.msn.com/en-us/tv/news/cnn-loses-nearly-half-its-viewers-in-post-trump-network-ratings-bloodbath/ar-AALBCKu

Mídias tradicionais estão cada vez mais minguando e perdendo relevância, as pessoas cada vez mais enxergam que a verdade morreu à tempos nesses meios (se é que se pode dizer que já houve qualquer preocupação com a verdade por ali) e que hoje servem apenas como ferramentas de propaganda de causas progressistas idiotas eu patetices da direita. Enquanto isso, mídias descentralizadas online seguem conquistando espaço. Apenas reparem o nível da coisa, a matéria tem a cara de pau de dar à entender que o Homem Laranja Mau é o culpado disso...


Haha, o cara realmente tá falando sério… Ele realmente acredita que dá pra substituir carros por bicicleta numa boa.

Nem vou falar da questão da segurança pública (assaltar executivos numa bicicleta é um pouquinho mais fácil do que em carros). Mas se você acredita que pessoas que rodam mais de 60 km por dia de carro poderão fazer o mesmo numa bicicleta (só otário fala "bike"), sem nenhuma queda de produtividade ou tempo trabalhado, isso apenas mostra o quão descolado da realidade você realmente está.


"Pra começar, os congestionamentos piorariam (pois haveria menos espaço para a mesma quantidade de carros se deslocarem)."

O espaço que 2 carros ocupam - levando um cidadão cada - e considerando a distancia de segurança entre eles em movimento a 60km/h, cabem no mínimo umas 20 bicicletas. Fazendo as projeções 1000 ciclistas ocupam o espaço de 50 carros. Havendo uma politica pública que tire o cara do carro e o coloque (volutariamente) em cima de uma bike, tendo bpor base 01 ciclista a mais = 1 carro a menos; temos 1000 ciclistas a mais = 1000 carros a menos. Contudo, 1000 ciclistas ocupariam o equivalente a 50 carros em movimento. Que obviamente é muito menor do que o espaço ocupado pelos 1000 carros que esses ciclistas usavam quando eram motoristas. Sendo assim fica claro que não haveriam engarrafamentos (ao menos nao haveria aumento de engarrafamentos) mesmo que parte das vias fossem direcionadas para as bikes - ao contrario a tendencia maior é que houve redução dos engarrafamentos. Se, por outro lado o Estado investisse em ciclovias fora das ruas, o impacto negativo para os carros seria zero e o positivo extremamente alto.



"Com mais congestionamentos, as pessoas demoram mais tempo para se deslocarem. Pessoas paradas no trânsito significa perda de produtividade. A economia degringolaria. Entregas nunca seriam feitas no tempo combinado. Pessoas estariam sempre chegando atrasadas em seus compromissos."

Projeção feita numa premissa errada. Mais bikes = menos engarrafamento. Se considerarmos o caotico transito de SP onde média de velocidade é de 30 km/h (se a media é 30, logo existem trechos que não chega nem a 30), pode-se dizer que a bike é tão ou mais rapido quanto o proprio sistema de transporte por carros/caminhoes numa cidade como sao paulo.


"De resto, bicicletas nem de longe transportam pessoas de casa para o trabalho. No máximo, elas são um meio para um deslocamento a uma distância trivial. Na maioria das vezes, apenas para lazer."

Porque não existem estruturas urbanas adequadas. Ciclovias isoladas da via de trafego de carros, com sombras de arborização, zonas de estacionamento para as bicletas, pontos para tomar uma agua de coco, um soco, são espaços super utilizados por todo tipo de cliclista no mundo civilizado - do laser, aos negócios. Aqui em Banania não é porque simplesmente não existem. Mas é uma demanda do futuro sustentável. A questão é, ou abrimos os olhos para isso agora, ou, corremos atrás à altos custos no futuro - como é de praxe aqui em Banania.


"O PIB do país não se locomove via bicicletas."

Nem o da holanda.



"No fim, você está perguntando se uma medida extremamente autoritária (e a qual empreendedores e trabalhadores nunca pediram voluntariamente) teria como funcionar e gerar bons resultados. A resposta é óbvia."

Pense nos resultados que teríamos a titulo de saude publica. Redução de doenças cardiovasculares que são as maiores causas de mortalidade e custos de uti do SUS e no sistema privado de saude. Sem contar a redução de custos com derivados de petroleo onde tal economia seria utilizada em diversos outros setores do mercado. Hoje, o que eu vejo, é muito gente se desfazendo de fazendas produtivas para investir em postos de combustiveis (o que é outra discussão, mas que é uma dinâmica péssima para a pais).


Não entendi. É esse o seu exemplo prático? Eu não querer ter substâncias desconhecidas injetadas compulsoriamente em meu corpo pelo estado é uma agressão a terceiros? É algo que impõe a obrigações a terceiros?

Tá sabendo direitinho…

Seu desconhecimento e sua ignorância só não são maiores que o seu desespero argumentativo.


P.S.: desprezo tatuagens.


Ué, escreva um, publique em seu blog e espalhe para o mundo.


Cahan... mises.org.br/article/3347/passaportes-de-vacina-uma-maneira-garantida-de-os-regimes-expandirem-seus-poderes- cahan... mises.org.br/article/3289/uma-vacinacao-compulsoria-e-incompativel-com-o-mais-basico-conceito-de-liberdade

Tudo isso é medinho de uma agulhinha? Mas na hora de fazer tatuagem...


"Se for verdade, ela mesma não se denuncia como sem base nenhuma na realidade, uma vez que é estruturada como um 'deve'?"

O vídeo a seguir busca responder essa questão:



A Super era boa quando falava de ciência. Mas agora, de 4 anos pra cá, fazem umas reportagens baseadas em opiniões, sem embasamento, o que agrada a ideologia da esquerda e progressista. Nessa mesma reportagem nota-se que os autores disseram que desde 1971, com o fim do padrão-ouro, nunca a humanidade cresceu tanto.... o dinheiro de mentira financiando bens verdadeiros…

Parece mais um texto pra passar no Enem do que um artigo científico.



"Empatia", meu caro?

Concordo, está em falta no momento. Melhor se juntar à Legião da Má Vontade!
www.youtube.com/watch?v=Zup0FlwsCgo


O livro "Por que o Brasil é um país atrasado?" fala muito sobre isso, mas ele usa muito o termo oligarquia, e explica que no Brasil só cresce quem tem privilégio estatal, do governo e de burocratas. Ele explica que no Brasil existem tantas regulamentações que, ao invés de ajudar os trabalhadores, só da autonomia para o Estado controlar mais ainda a nação, e impede que existam novos empreendimentos. E isso consequentemente mina a economia nacional. Leiam esse livro, é do descendente real Luiz Philippe de Orleans e Bragança.


Sim. Entre criar "programas sociais" (que nada mais são do que a criação de burocracias e cabides de empregos para apaniguados políticos, bem como esquemas de fraudes em licitação, propinas e superfaturamentos) e simplesmente dar dinheiro para o destinatário final, esta última opção é 100% preferível.

Por mais bizarro que pareça, nesta questão dos absorventes havia "liberais" dizendo que era preferível o estado criar um programa específico de distribuição de absorventes do que simplesmente dar o dinheiro do absorvente para as meninas pobres porque, se o governo apenas desse o dinheiro, pais machistas iriam desviar o dinheiro para consumo próprio.

Ou seja, "liberais" passaram a defender o estado-babá. E utilizando uma justificativa abertamente progressista.


Essa lógica é sensacional. Empresas privadas, se não forem estritamente reguladas por políticos (esses seres tão honestos, angelicais e preocupados com o povo), irão matar todos os seus consumidores. Afinal, é exatamente assim que empresas capitalistas ganham dinheiro: matando seus consumidores.

Só mesmo um povo que não entende absolutamente nada de capitalismo pode realmente pensar que há lucro ao se fraudar ou mesmo exterminar todo o seu público consumidor.

Nossa mentalidade anticapitalista, que não entende nem sequer o básico sobre economia de mercado, leva a raciocínios esdrúxulos assim. Daí nosso atraso.


Livre concorrência e livre iniciativa são coisas muito arriscadas. Já capitalismo de estado é muito melhor. No capitalismo de estado seu sucesso é garantido pelo governo. É algo certo. Você está sempre protegido. Você tem subsídios e pacotes de socorro. Você dificilmente vai à falência.

Já no liberalismo você tem de suar para agradar os consumidores. Não há nenhuma garantia de lucros. Há concorrentes por todos os lados. Se você fracassar, você vai à falência. Ninguém irá lhe socorrer. Você não receberá subsídios nem pacotes de socorro.

Não há nenhuma chance de o povo como um todo trocar o atual arranjo (mercantilismo) pelo outro (livre mercado). Até porque ele nem sabe que é ele que banca essa farra toda.


É inevitável essa dinâmica. Se eu recebo.meu salário e vou ao mercado também estou enriquecendo alguém. Dinheiro só troca de mãos ...
Creio que, se inevitável for a intervenção do estado e o fim for social, o mais barato é por o dinheiro na conta do beneficiado final.
Quando o estado gasta dinheiro do contribuinte ele, em tese, funciona como uma cooperativa onde todos "dão" uma fração em dinheiro para comprar/produzir/construir algo de interesse comum.
O sistema de licitação precisa ser 100% digital e transparente onde algoritmos vasculham o mercado e fazem comparações numéricas...


O único arranjo em que é possível o cara enriquecer fornecendo péssimos serviços é justamente em mercados regulados, onde a concorrência é banida e você não tem opção a não ser continuar comprando do mesmo fornecedor. Exatamente o arranjo que você defende.

É por isso que você consegue qualidade em restaurantes e padarias, mas passa raiva no mercado de telefonia celular, no mercado bancário, no mercado aéreo, no mercado elétrico, no mercado de postos de gasolina etc., pois todos esses são estritamente regulados pelo governo via agências reguladoras.

Não existe isso de "falta de regulação". Sempre haverá dois tipos de regulação: regulação feita por políticos e burocratas, ou regulação feita pelas forças do mercado. Regulação feita por decretos, ou regulação feita pela liberdade de escolha.


Como assim?!

Quer dizer que, se eu, na condição de empreendedor, quiser ter lucro, a primeira coisa que irei fazer é enganar consumidores e fraudá-los? Como é que eu vou ficar rico assim?

Se eu fraudo e engano você, a primeira coisa que você irá fazer é me denunciar no Reclame Aqui, nas redes sociais, para seus vizinhos e amigos. Minha clientela irá despencar.

Por favor, me diga como é possível eu ganhar dinheiro assim?

Você não irá comprar, em uma padaria, uma picanha que não esteja fresca caso acredite que irá conseguir uma de melhor qualidade no supermercado mais próximo. Os comerciantes até gostariam de conseguir vender uma picanha do mês passado que já esteja se deteriorando, mas os consumidores, em conjunto com o interesse próprio dos outros vendedores, não deixarão isso ocorrer.

As escolhas dos consumidores e as ações dos concorrentes restringem (isso é, regulam) até mesmo a qualidade dos produtos serão colocados à venda — para não falar dos que realmente serão vendidos —, pois os consumidores irão denunciar e falar mal daqueles estabelecimentos que vendem produtos de pior qualidade em relação aos outros.

Em um mercado concorrencial, nenhum estabelecimento pode se dar ao luxo de desapontar ou de tentar ludibriar os consumidores. Sendo assim, eles são obrigados a manter uma qualidade decente, mesmo que não queiram.

Dessa maneira, as forças do mercado regulam a qualidade melhor que burocratas e políticos, que não têm nada a perder ou ganhar (exceto propinas).


Não é qualquer empresa, mas uma grande empresa que tenha contratos (e contatos) com o Estado.

Nesse país, os maiores anunciantes serão ou o Estado ou [grandes] Empresas que vendem pra o Estado.

Como é o caso do Brasil.


Não acredito que um estado muito menor, no sentido de excessiva desregulamentação seja positivo. Daria no mesmo, empresários sem controle algum iriam fraudar produtos, enganar consumidores, explorar trabalhadores. Tem que ter um meio termo.


A melhor coisa que existe para uma empresa capitalista é um Estado socialista, pois assim com muito menos gasto este lhe garante uma reserva de mercado, já que é mais fácil subornar um punhado de pessoas do que investir no desenvolvimento dos produtos e em boas iniciativas de marketing.


Seria ótimo, se for pensar.

A gente pode esperar isso de países mais sérios.

Em países como a Venezuela, eles preferiram o caminho da direta monetização e, no caso argentino, estão indo pelo mesmo caminho.


Eis o problema de quem repete lugares-comuns sem entender de economia: fala bobagens.

O crescimento e a industrialização dos EUA começaram na década de 1820 com as ferrovias com locomotivas a vapor. E então vieram as estradas macadamizadas, assim chamadas em homenagem ao engenheiro escocês John Loudon McAdam. Depois surgiram as ceifadeiras, criadas por Cyrus McCormick, e as siderúrgicas, criadas por Andrew Carnegie.

Tudo isso antes de 1860 (quando realmente houve elevação das tarifas de importação, que foi o estopim da Guerra Civil).

Os estados americanos que mais se enriqueceram durante esse período anterior a 1860 foram os do nordeste. E o motivo é simples: os grandes industriais europeus aportaram lá, na Nova Inglaterra. Esse é um fenômeno que simplesmente não pode ser ignorado em qualquer análise econômica minimamente séria.

E aí houve o inevitável: regiões industrializadas sempre viram protecionistas.

Em 1860, o Congresso aprovou a Morrill Tariff, que elevou enormemente as tarifas sobre importações para proteger as indústrias do norte bem como seus altos salários, prejudicando severamente os estados do sul, que agora tinham de arcar com os altos custos de importação, mas que não tinham como repassar estes altos custos para seus preços, pois vendiam três quartos da sua produção para o mercado mundial.

Vestuário, equipamentos agrícolas, maquinários e vários outros itens ficaram extremamente caros de se obter. O sul queria livre comércio porque também era a única maneira de exportar sua produção.

Isso impulsionou os estados do sul a se rebelarem. Aí deu-se origem àquela maravilha que foi a Guerra Civil Americana, com 600.000 mortos.

(Recomendo este texto a respeito, que faz uma ótima compilação destes eventos.)

Com a vitória do norte, tarifas protecionistas foram implantadas (que vigoraram até o ano de 1900, caindo a partir dali).

Como consequência dessa imposição tarifária e da destruição do livre comércio, o sul empobreceu (e, até hoje, é mais pobre do que o norte).

Tarifas fizeram exatamente o que prometiam: protegeram (de 1865 a 1900) aquelas indústrias do nordeste americano que já estavam estabelecidas, e empobreceram o resto do país. E, de quebra, mataram 600.000 civis em uma guerra.

Alguns detalhes:

1) Até 1913, a única forma de o governo federal americano se financiar (a única forma que era permitida pela Constituição) era por meio de tarifas de importação. Ou seja, toda a carga tributária federal se resumia a tarifas de importação.

2) A Morrill Tariff elevou progressivamente a tarifa de importação de 15% em 1860 para 44% em 1870. Foi uma década perdida para os EUA.

A partir de 1870 a tarifa voltou a cair, chegando a 27% em 1880, a 15% em 1910 e a 7,7% em 1917.

E vale um adendo importante: como os preços só caíam por causa da moeda forte (os EUA viviam o padrão-ouro), os preços nominais dos produtos importados também só caíam. Logo, os custos nominais dessas tarifas — que já eram decrescentes — caíam ainda mais.

3) É de crucial importância distinguir entre tarifas de importação com intuito protecionista e tarifas de importação com intuito arrecadatório. Uma é o exato oposto da outra.

Uma tarifa com intuito protecionista é imposta exatamente para impedir que as pessoas importem. Se ela realmente lograr tal objetivo, a receita do governo será zero. Óbvio. Se o intuito do governo é desestimular as pessoas de importar — e se as pessoas realmente não importarem —, então a arrecadação do governo com essa tarifa será zero. E ele não ligará, pois era isso o que ele queria.

Já uma tarifa com intuito arrecadatório existe, ao contrário, para trazer o máximo possível de receita para o governo. Ela não está ali para impedir as pessoas de importar; ao contrário, o governo está torcendo para que as pessoas importem o máximo possível, pois só assim ele terá muitas receitas. E se o governo exagerar na tarifa, então ela vira meramente protecionista, e a arrecadação do governo tenderá a zero — exatamente o contrário do que ele almejava.

Por uma questão de lógica simples, sabendo que o governo americano da época sobrevivia exclusivamente com as receitas dessas tarifas, então a conclusão lógica é que, à época (antes de 1860 e pós-1870), elas não tinham caráter protecionista. Se tivessem, o governo não teria receita.

As tarifas de importação do governo Sarney e do governo Dilma, por exemplo, eram meramente protecionistas. Já as americanas eram arrecadatórias.

E, ainda assim, eram mais baixas que as nossas atuais.

4) Os EUA cresceram e se industrializaram porque havia ampla liberdade de empreendimento e o governo federal era mínimo (excetuando o período Lincoln). Não havia regulamentações (ao menos, não como as de hoje), e o governo federal coletava impostos unicamente via tarifas sobre importados, pois esta era a única maneira permitida pela constituição.

Excetuando-se o período da Guerra Civil, os EUA cresceram de 1820 a 1929. E, até 1913, como não havia um Fed, era um crescimento com queda de preços.

Livre mercado e moeda-forte. Combinação que jamais deu errado.


Pode até ser que ocorra tudo isso (eu nem ligo) mas a única alternativa é o desenvolvimento econômico dirigido pelo estado com a parceria com a iniciativa privada assim como foi com os EUA industrializando através do protecionismo com as altas tarifas alfandegárias, portanto o país se tornou essa superpotência em que se tornou.


Isso mostra a profunda ignorância econômica da mídia. O crash de 1929 foi uma inevitável consequência da forte expansão monetária orquestrada pelo Fed e implantada pelo sistema bancário de reservas fracionárias.

Com o bitcoin, tal expansão, por definição, seria impossível.

Ou seja, os autores reconhecem a rigidez da oferta do Bitcoin, e em seguida dizem que haveria uma crise que só pode ser causada se houvesse uma grande elasticidade na oferta de Bitcoin.

E piora: a grande depressão nada teve a ver com "rigidez do padrão-ouro" (o qual já tinha sido totalmente adulterado por Roosevelt), mas sim com a adoção de várias políticas de controle de preços e anti-livre iniciativa.

Artigo inteiro sobre isso:

www.mises.org.br/article/2594/sobre-a-crise-de-1929-e-a-grande-depressao--esclarecendo-causa-e-consequencia


P.S.: se você somar o QI de todos os jornalistas econômicos da grande mídia, e multiplicar por 2, você ainda assim não alcançará três dígitos.


Isso é absolutamente certo. Vai ocorrer, sem nenhuma sombra de dúvida. A questão não é apenas econômica; é também demográfica e matemática. Ou seja, é irreversível.

Este será o calote mais inevitável de todos (para qualquer governo).

Mas o calote não ocorrerá subitamente. E também não será sobre os títulos públicos: o governo só consegue se manter porque pega dinheiro emprestado; ele precisa se endividar simplesmente para continuar funcionando. Ao dar um calote, o governo estaria fechando exatamente aquela fonte de financiamento que o mantém vivo. Você não mata quem sempre lhe empresta dinheiro e que faz com que seja possível você fechar suas contas

Portanto, o governo (de qualquer país) vai começar cortando alguns benefícios previdenciários daqueles grupos que têm menos poder político e pouco poder eleitoral. E daí vai começar a aprofundar. Nos EUA, o governo vai começar a cortar o Medicare e o Medicaid. Aqui no Brasil serão alguns pensionistas, aposentados e dependentes de assistencialismo. E assim por diante. A faca começará sempre sobre os menos influentes. Chegará um momento em que estes não mais receberão nada.

Mas, antes disso, ainda haverá cortes na saúde, na educação e na cultura. Terá de haver. Assim como também terá de haver vendas de ativos. Haverá privatizações, mesmo que a contragosto. Em última instância, o governo preferirá vender todas as suas estatais a calotear a dívida pública (e há muitas estatais a serem vendidas).

Haverá gritaria, mas será feito.


E se todos os países adotassem bitcoin?

Por Fábio Marton e Alexandre Versignassi

(...)

Não haveria mais inflação. Fato. Mas… se a economia travar, danou-se. Os governos não terão como injetar dinheiro novo na economia. 1929 está de prova. Uma quebra da bolsa seguida de uma cascata de falências bancárias secou o crédito no mercado. O dinheiro deixou de circular, basicamente. O governo amercano, porém, decidiu que era hora de levar o padrão-ouro a sério e não imprimir dinheiro novo. O resultado foi a Grande Depressão, que traria de reboque uma guerra mundial. Adote-se o bitcoin como moeda única e teremos um colapso parecido em mãos.

super.abril.com.br/sociedade/e-se-todos-os-paises-adotassem-bitcoin/


Resumindo, um liberal (ou genuíno conservador) é aquele que é contra o uso do estado para enriquecer artificialmente, pela coerção, os magnatas amiguinhos do governo, mas que defendem que o cara que enriqueceu produzindo valor para a sociedade merece ficar com o seu dinheiro. E sabe que não tem cabimento ficar taxando o cara produtivo só por ele ser rico.

Um esquerdista é aquele cujas idéias intervencionistas idiotas têm por consequência (que uns percebem, e outros não) enriquecer artificialmente os ricaços poderosos com conexões políticas. E aí ele olha esse arranjo, conclui que os ricos (que muitas vezes são beneficiados pelo intervencionismo esquerdista) têm dinheiro demais, e defendem que todos os ricos (sem distinção, inclusive os que geram valor) sejam taxados para compensar essas injustiças.

De um lado temos um arranjo em que o poder de parasitas é limitado, e os frutos do trabalho de pessoas capazes é recompensado. E do outro temos um arranjo em que o governo e amigos do governo vão ficando cada vez mais ricos e poderosos às custas do resto da população.


Pessoal,
os governos, principalmente dos países desenvolvidos, vão conseguir continuar se endividando e honrar os compromissos do welfare state relativos à saúde e à aposentadoria da população?
Em algumas décadas, veremos cortes profundos nesses governos?


Quando ocorre inflação de preços em decorrência da inflação monetária (expansão monetária), o dinheiro perde seu poder de compra e a demanda por ele diminui, ou seja as pessoas poupam menos (isso é fácil de verificar, se você sabe que com o mesmo dinheiro você irá consumir menos no futuro, a tendência é que você consuma hoje).

Ao passo que, se a oferta monetária for constante, o poder de compra do dinheiro vai aumentando com o passar do tempo e nesse cenário a demanda por ele aumenta (isso também é fácil de verificar, se você sabe que com o mesmo dinheiro você poderá consumir mais no futuro, a tendência é que você deixe de consumir hoje, para poder consumir mais no futuro).



"Eu só faria uma correção: corporações que se beneficiam do estado não são capitalistas e sim corporativistas"

É um bom ponto. Mas a definição precípua de capitalista é 'detentor do capital'. Isso vale tanto para o mega empresário detentor dos sofisticados meios de produção de uma fábrica quanto para o pipoqueiro detentor do carrinho da pipoca, das panelas, do milho e do butijão de gás.

Se esse capitalista (o mega empresário ou o pipoqueiro) faz negócios com o governo, ele também se qualifica como corporativista, mas a definição de capitalista (detentor do capital) não é alterada.



é verdade que há uma relação inversa entre o volume de poupança interna e a taxa de inflação, ou seja, quanto menor a inflação mais poupança e vice-versa?

Pergunto isso porque noto nos gráficos do ibge essa relação inversa entre a fatia da poupança no PIB e a inflação anualizada.


Tentando conciliar o fato de não ser jogo soma zero e o ótimo de pareto (melhorar a situação de um, sem prejudicar outro):

Enquanto a teoria do "jogo não é soma zero" fala do TAMANHO DO BOLO;

O ótimo de pareto fala da DISTRIBUIÇÃO DA FATIA que pode ser prejudicando ou não (ex: impostos melhoram a situação de alguém, prejudicando outros). Se alguém ganha mais fatias, sem prejudicar ninguém, atende o ótimo de pareto, se ganhou fatia prejudicando outros, não.

Falei algo errado? Obrigado!!