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Últimos comentários


Mais do que provada a ineficiência do estado enquanto gestor. Todos sabemos disso.

Somente uma coisa permanece e não se pode esquecer que o estado DEVE existir como garantidor da vida, da propriedade e da liberdade. Não é possível sequer imaginar o mundo atual sem a presença das forças armadas, das polícias e do judiciário.

Estamos no início da caminhada liberal e nossas lideranças precisam entender isso. Não se esqueçam, mas no mundo real temos uma China ativa, movimentos de esquerda revolucionários extremamente ativos, bandidos armados de toda a sorte prontos para usurpar a sua propriedade privada e um mundo Islâmico que não reconhece liberdades individuais como a entendemos.

Somente um tolo poderia levar a abolição completa do estado no atual estágio em que nos encontramos.


A inflação pode subir bastante mas como o Leandro Roque já falou não é possível haver hiper inflação no Brasil graças a Lei de responsabilidade fiscal.

O banco central não pode comprar títulos diretamente do tesouro como no passado. E isso, por si só, já impossibilita um cenário de inflação de gigantesca.

Mas não devemos nos animar muito. Uma inflação de dois dígitos já causa muitos estragos.



Com certeza em bem pouco tempo será adotado pelo Brasil já que os políticos brasileiros adoram imitar ideias ruins de outros países, vide a nossa CLT fascista criada nos moldes das leis trabalhistas da era Mussolini na Itália!!!


Meu maior medo em tudo isso é a volta da inflação. A única diferença, até agora, do histórico Brasileiro em outras épocas de endividamento é a relativa ''estabilidade'' da moeda. Se fosse em outras épocas estaríamos com aumentos gigantes nos preços ..

A dívida sobe, a rolagem dela fica cada vez mais difícil, bancos começam a comprar títulos, a inflação de preços explode como consequência da expansão monetária..

Não é um cenário irrealista para o próximo ano até 2020 caso nada seja feito


Ora, destruído o mecanismo de preço, vai para o espaço qualquer possibilidade de cálculo valorativo de um determinado bem/serviço. A taxa tributária é o "preço" pago "involuntariamente" pela funcionalidade do estado e suas contrapartidas. Pagamos por toda a máquina em troca de serviços – geralmente – básicos, em seus mínimos, ou geralmente inexistentes. O artigo lembra-nos que, mesmo que escolhêssemos uma direção liberal/libertária para o país, a existência do estado per si, ainda seria um peso tremendo para a sociedade.



Bacana o exemplo do Pragmático e serve para reflexão, só vou adicionar um elemento que me parece ignorado por ele: a taxa de câmbio.

Se acontece todas as consequências listadas pelo Pragmático ao país B, simplesmente o país B não terá divisas para pagar as suas importações. E, sem elas, a taxa de câmbio do país B desvalorizará. Consequentemente, o preço do pão de queijo (em moeda estrangeira) no país B cairá.

Mas e se a moeda dos dois países fosse a mesma? Seria mesmo possível o pão de queijo em A ser mais barato que em B? Pelo exemplo dado pelo Pragmático, sim. Mas esse exemplo não me parece condizente com todas as complexidades econômicas do mundo real. Um exemplo melhor seria pegar uma situação onde a tributação sobre o consumo se desse em detrimento da renda e inverter a coisa, e, a partir daí, analisar o que aconteceria.

Peguemos então o país B, com seu exemplo do pão de queijo tributado em 50%. O chave aqui é analisar o fabricante do pão de queijo e não o consumidor.

Será mesmo que, se o governo, ao invés de tributar o pão de queijo, tributasse a renda do empresário, o preço do pão de queijo cairia? Alguém realmente acredita nisso? Sou todo ouvidos a explicações.








"Uma notícia de partir o coração: g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/com-crise-e-cortes-na-ciencia-jovens-doutores-encaram-o-desemprego-titulo-nao-paga-aluguel.ghtml "

Quem mandou estudar coisa para qual não há demanda? E para piorar estudaram as custas das velhinhas desdentadas que vendem café com bolo na porta do terminal de ônibus as 4:30 e de tantos outros extremamente humildes que tentam ganhar a vida honestamente.

Antes houvessem estudado como consertar celulares pelo YouTube, garanto que estariam fazendo algum dinheiro.


O seu diagnóstico está correto, mas aí entramos em um círculo vicioso:

1) O estado asfixia (tributa, regula e burocratiza) a economia e impede o desenvolvimento do setor privado;

2) Consequentemente, todo mundo sonha em se integrar ao estado;

3) Isso deprime ainda mais o setor privado;

4) Consequentemente, as pessoas buscam ainda mais refúgio no estado;

5) Isso deprime ainda mais o setor privado;

E aí, como arrebentar este círculo?

Até tem gente que deseja arrebentar, mas quando se dá conta do inevitável impacto que isso gerará no curto prazo, ele desiste, afunda a cabeça na areia, e espera o surgimento de outra solução mais indolor (ou seja, mágica).



Dizer que gastos do governo geram crescimento econômico é uma grande contradição

Pior que não é...

Aqui no Brasil se não tiver a mão do Estado, ninguém faz nada.

Tem lugares aí que a iniciativa privada é praticamente inexistente e eu to falando por experiência própria.
Vc pode argumentar : "Ah mas é por causa da burocracia, do custo Brasil, o Estado atrapalha o empreendedor..."
É verdade... concordamos.

E por isso as pessoas são reféns da ação estatal. Na cabeça delas, já crescem esperando ação do Estado e ainda tem todas essas condições ao redor pra confirma.
É a triste realidade.



Uma notícia de partir o coração: g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/com-crise-e-cortes-na-ciencia-jovens-doutores-encaram-o-desemprego-titulo-nao-paga-aluguel.ghtml






Reajuste de militares em 2019 está garantido, independentemente de equipe econômica

blogs.correiobraziliense.com.br/vicente/reajuste-de-militares-em-2019-esta-garantido-independentemente-de-equipe-economica/


Mas calma lá. A grande maioria dos contadores também é vítima do estado. Logicamente existem muitos que se aproveitam da burocracia estatal para ser o contador dos impostos, mas a contabilidade vai muito além disso. Contabilidade cuida do patrimônio da empresa, e é uma das ferramentas essenciais para as tomadas de decisões, porém, aqui no Brasil houve uma deturpação da função do contador, onde este, é apenas um office-boy do estado. Pega tudo da empresa e manda pro governo. Existe uma grande quantidade de contadores (como eu) que é contra isso e adoraria realizar a verdadeira contabilidade, mas num país emaranhado de leis, obrigações acessórias e burocracias idiotas, todos somos vítimas, e o contador é só mais uma delas. Para quem não conhece, existe uma série delas. Projeto SPED (Sped Contábil, Sped Contábil Fiscal, Sped Fiscal, Sped Contribuições, Nota Fiscal Eletrônica, Nota fiscal do consumidor Eletrônica, Nota fiscal de serviço eletrônica, e-Social, Reinf, e-financeira (para bancos), DIEF, Sintegra, Caged, Rais, Gfip. Posso falar mais, quer?

Isso é tudo criação do governo e o infelizmente a função do contador virou atender todas essas exigências idiotas.


Felipe Lange, inflação faz os custos de produção aumentarem. Tanto a mão de obra quanto os materiais utilizados ficam mais caros.

Ao mesmo tempo, não é tão fácil simplesmente repassar esses custos maiores aos preços finais. Mesmo operando em um mercado fechado, com as importações praticamente proibidas, ainda há alguma concorrência entre as montadoras, de modo que o repasse aos preços finais sempre é menor que o aumento de custos.

Logo, com custos de produção maiores e sem espaço para repassar totalmente esse custo aos preços finais, a única solução é tentar cortar o que der na produção. E dado que os salários não podem ser reduzidos, a única alternativa racional é optar por materiais de qualidade menor.

Daí a abundância de materiais de plástico vagabundo nos carros, bem como itens sem nenhum acabamento.



Se o Dollynho + sanduba do Zé custarem o mesmo (ou quase) que um combo do McDonald's, fica fácil fazer a escolha, caso ela exista. Mesmo sendo o combo do Mc mais caro, consumidores pagam pela qualidade superior, assim como pagam por iPhones e Galaxys "caros", Range Rovers e todo o resto de produtos de qualidade existentes no universo.


Socialistas fabianos e desenvolvimentistas querem regular a economia, mas acabam prejudicando muito as pessoas.

Um exemplo é o imposto sobre o cigarro. O aumento do imposto sobre o cigarro criou um mercado negro que já está chegando em 20%.

Ao invés de melhorar a saúde, agora 20% dos cigarros consumidos são contrabandeados e sem a mínima qualidade.

Um cigarro de qualidade era para custar no máximo 7 reais, mas já está custando 9,5 reais.


Quando assisto algum desses pseudo-intelectuais doutrinados em universidade pública me vem a mente que a profecia de Nelson Rodrigues talvez já esteja se cumprindo, ele dizia: "Os idiotas ainda vão dominar o mundo, não pela capacidade mas pela quantidade".



Aqui está o seu comentário, e a resposta vem logo a seguir.

O site do instituto possui um campo enorme de busca ao lado do logotipo, no entanto pelo que percebi ele só procura nos conteúdos dos artigos, mas não nos comentários.

Mas é pra isso que tem o Google.

Dica: Antes de colocar o seu termo de pesquisa, digite "site:www.mises.org.br" (sem as aspas) e logo a seguir o texto que você procura. No seu caso, usei o seu nome seguido dos termos "inflação qualidade acabamento veículos" e acabei achando em alguns cliques.




"a espionagem industrial e militar chinesa sobre os EUA,principalmente sobre as empresas do Vale do Silício sem sombra de dúvida constitui uma ameaça..."

Kkkkkkk sabe é de nada inocente! Quando eu trabalhava no setor de marketing de uma grande loja de material de construção, cujo nome manterei em segredo, nós contratávamos falsos compradores para irem até às lojas concorrentes avaliar preços, produtos, atendimento dos funcionários e etc, e com isso atacávamos as concorrentes nos seus pontos fracos. Se uma loja de material de construção fazia isso, imagine o que não fazem essas grandes indústrias automobilísticas e de tecnologia de ponta e da informação, ou os governos.



Sem entrar no mérito da questão, mas me dá nojo ver os Estados Unidos da Europa, no maior cinismo e cara de pau, querer se colocar como o defensor do livre mercado, uma instituição que faz da Europa uma fortaleza.

Não que o Trump seja santo, mas ver essa turminha hipócrita da Europa gritando aos 4 ventos que é preciso defender o livre comércio é a piada do século.



Além do "socialismo do século XXI",

teremos o "ludismo do século XXI"!

* * *


Bem a cara desse pessoal idiota isso, outro exemplo desse tipo de imbecilidade é a possível volta da poliomielite no Brasil, uma doença que está erradicada há quase 30 anos.


A máfia também é prestadora de serviços, assim como o PCC, o CV e etc. Mas nenhuma máfia tem tanto poder quanta essa organização criminosa chamada estado.


Você não precisa entender, basta o eleitor do Ciro achar que foi dito algo coerente, o cara está jogando política e os incautos achando que ele está falando de economia.



Nossa,tem cada comentario maravilhoso aquii no mises,essa explicacao do mineiro sobre ser quase impossivel o Eua se interessar a invadir o Eua matou a pqu. Falta o site do misses colocar o botaozinho de curtir e descurtir em todos os comentarios para o povo poder dar o like. Segura o meu like ai mineiro.


Também sou a favor do fim do monopólio, e acho que se os correios fosse competir com a iniciativa privada nas mesmas condições essa estatal iria quebrar de vez.


E a gente aqui no Brasil nem entrou em guerra e nossa moeda perdeu valor frente ao dólar. Pessoal, sério mesmo, queria ver mais discussões assim no meu dia-a-dia, e não só na internet...


Dumping: qual o problema, para nós, se existem bens mais baratos porque o governo de outro país está usando dinheiro de impostos? Não é sustentável, mas é problema deles.


Supondo o seu cenário. O governo arrecada e não gasta.
E bem menos pior do que ele arrecadar e gastar.
Primeiro pq ele gera poupança e para de destruir a poupança do sociedade.
Não consome recursos escassos ao nao gastar.
Não perverte o mercado com suas demandas sem sentido.
Além de outros impactos na inflação e mercado de trabalho.


Ótimo artigo. Parabéns! Mas acho válido escreverem outro artigo também. Para quebrar a mística daqueles que realmente ganham com os juros. Muitos pensam que são os bancos. Mas na verdade os principais credores da dívida são pessoas comuns que adquirem cotas de fundos de renda fixa nos bancos de varejo. Outra parte importante tb são os aposentados e pensionistas nos fundos de pensão. Então, na dívida brasileira, que eh na maior parte em reais, parte relevante dos beneficiários são pessoas comuns.


Cara, eu acho que é o contrário, a Dolly arrancou um mercado imenso da Coca-cola vendendo refrigerantes a preços baixos. E não só a Dolly. Antigamente eu ia no mercado e a gandola de refrigerantes era composta basicamente só de produtos da Coca-cola. Agora a coca cola não passa de uma pequena parte da gandola. Ela perdeu tanto mercado para marcas desconhecidas que só com a ajuda do governo para poder recuperar. Veja o ataque que aconteceu do governo contra a Dolly. Essas grandes empresas só conseguem se manter em posição dominante do mercado por causa da atuação estatal.


Pessoal eu sei que é chato mas eu vou ter que repetir minha pergunta: Como e por que a inflação de preços faz as fabricantes piorarem os materiais internos de acabamento nos carros (no caso brasileiro)?

Pergunto isso porque eu perdi o meu comentário (poderia haver um sistema de pesquisa no site, que é um tanto deficiente, mesmo para encontrar artigos antigos) que fez essa pergunta e houve uma resposta muito bem-elaborada.



Correto. E isso já está acontecendo, vide as notícias linkadas no último parágrafo do item 1.

As pequenas empresas estão se estrepando.




Taxar esses insumos e bens intermediários não vai elevar os custos para as industrias, e consequentemente, ter um efeito oposto ao esperado?


Pra que voucher? quem melhor deve saber como investir é o dono do dinheiro. O estado subsidia o dinheiro retirado dos mesmos pagadores dos impostos, essa conta nunca fecha em lugar nenhum, por isso a tendência ao crescimento de dívidas e inflação. Os bancos centrais europeus tem acumulado dívidas trilionárias para sustentar o "estado de bem estar social" existe uma coisa chamada plano de saúde e consórcios que poderiam no mercado sem artificialidade governamental operar e competir por preços. Outro ponto é que a ausência de governo e de moeda de curso forçado permitiria uma revolução no mercado da saúde, a possibilidade de hospitais e clínicas concederem tratamentos caros gratuitos para o consumidor fim que consiga provar não ter capacidade de pagar planos que cubram tais tratamentos; tendo essas empresas buscando subsídios de investidores em troca de publicidade ou criptomoedas, tokens. semelhante ao que ocorre no mercado de tecnologia como google e grandes empresas que financiam recursos milionários pra entregar serviços gratuitos ao consumidor fim, mas que recebem suas receitas bilionárias via publicidade. hospitais poderiam lucrar em parte com tal arranjo (e lucrariam muito) e com esse financiamento conseguiriam investir em infraestrutura de tratamento acessível aqueles cujo plano não consegue cobrir. Outro ponto seria o uso de tokens e criptomoedas, pessoas do mundo todo poderiam constantemente investir nessas clinicas e hospitais pois teriam lucro com a valoração desses tokens. A possibilidade de concorrência entre esses hospitais baratearia ao longo do tempo os custos e ainda geraria mais lucro com mais expansão de serviços, além do lucro advindo daqueles que pagam os planos de saúde.



Então, para resolver esse entrave a solução seria privatizar todos os serviços que não são tão essenciais, por exemplo:

A SAÚDE, sim ela a saúde.
Veja bem saúde não é um direito fundamental, muito menos diz respeito ao estado arrancar meu dinheiro e dizer onde e como eu tenho que me tratar, porém como somos um país quase dependente desse SUS, um sistema de voucher para os mais necessitados poderia resolver o problema do acesso, além do mais hospitais particulares seriam incumbidos da obrigação de atender qualquer paciente em estado de emergência gratuitamente, após cessado a emergência aí sim o paciente seria tratado pelo sistema adequado a sua situação financeira (voucher ou plano de saúde)

Colocando esse sistema aí em cima em prática o governo deixaria de gastar instantaneamente $190 BI (3,6% PIB em 2013). Na verdade o governo deixaria de ser pagador para ser recebedor, pois os impostos sobre os serviços de saúde entrariam direto no seu caixa.

Outro ótimo exemplo é a educação, a melhor forma para explicar como funciona o exemplo de voucher na educação é utilizar o PROUNI e, olha só, por curiosidade eu sou um usuário desse sistema de voucher e acho ele sensacional.

Colocando um sistema 100% PROUNI a nível federal, usando o sistema de cadastro NIS (CRAS) para avaliar quantas vagas seriam necessárias em média para cada região o governo poderia instantaneamente deixar de gastar valores próximos a $170 BI com universidades Federais que de nada servem, apesar disso sou à favor das universidades Estaduais porém desde que ocorra triagens para que somente quem não possa pagar realmente utilize o sistema gratuitamente, isso acontece por exemplo na Universidade Municipal de Linhares que é mantida por uma parceria entre a prefeitura do município de Linhares - ES e uma empresa privada.

Quanto os colégios estaduais e municipais seguiriam a tendência das UFs com mais cautela, o governo poderia redirecionar parte das verbas poupadas das inúteis UFs às estas escolas e gradativamente privatizando elas, mantendo o sistema de voucher (bolsas escolas) e finalmente reduzindo o custo total na educação de forma gradativa que está por volta de $280 BI (5,6% PIB 2016), mantendo o apoio somente nas comunidades mais carentes.

Vale lembrar que com isso o sistema de educação seria desburocratizado instantaneamente e o número de escolas particulares que seriam abertas iria ser estrondoso, eu já morei em alguns vários municípios e é evidente o anseio de alguns destes lugares por uma escola particular de nível médio, o problema é que a burocracia é tão grande que quase ninguém se interessa. Além do mais nem o governo deseja isso pois ele mesmo reconhece que competir com escolas de nível fundamental já é absurdo, imagine com particulares de nível médio.

Utilizando valores bem pessimistas - uma vez que o governo sempre gasta mais do que é proposto - teríamos uma economia direta quase $500 BI, isso seria suficiente para quitar todas as dívidas do governo por ano e sobraria caixa (rombo previsto para 2018 é de $149,6 BI), outro fator importante seria a melhora nos níveis de educação que recentemente só diminuem com um ensino atrasado estatista.

Outro ponto importante é que com empresas privadas entrando no mercado nacional de Saúde e Educação teríamos mais pagadores de impostos, aumentando muito mais a receita do governo, sendo assim em um mundo ideal esses impostos deveriam ir diretamente para o MEC, que se tornaria um órgão independente, sendo administrado por competências meritocráticas ou democraticamente eleitas pelos corpos docentes das escolas e deixando de ser cabide de emprego de político.


Há restaurantes, cantinas, e coisas similares surgindo o tempo todo, em cidades grandes e pequenas, mesmo aqui no Brasil, dentro de faculdades privadas, em toda esquina, aqui onde moro tem pizzaria contratando funcionários para fazer propaganda como ambulantes nas calçadas das ruas, oferecendo amostras grátis dos produtos, ou vendendo uma parte deles, quando não há dinheiro para publicidade massiva, surge a publicidade de rua, que ao meu ver consegue em certos casos ser até mais suficiente que outdoor, pois você tem funcionários lidando constantemente e diretamente com o publico que transita.


Uma dica que dou ao Instituto Mises, é não publicar metade do argumento explicativo junto com os links nos posts do facebook, isso desestimula a maioria das pessoas a acessarem o site do artigo e pela curiosidade natural seriam levadas a verem os comentários que são uma das partes mais valiosas do conteúdo aqui, as vezes conseguem superar os próprios artigos. Criem textos introdutórios sem explicação imediata ou sintética que estimulem a curiosidade das pessoas entrarem no site do artigo.


Queria saber como Ciro pretende pagar a dívida, porque ele explica e explica e eu não consigo entender.


Se o problema é a dificuldade de lojas menores conseguirem bater de frente, temos altos impostos e regulações que sempre favorecem em alguma medida os grandes, e a possibilidade de que grandes empresários multimilionários ao verem a empresa monopolista com preços muito altos simplesmente enxergar uma chance de alto lucro e investir muito dinheiro e publicidade e estabelecer nova concorrência. Esse tipo de iniciativa pode vir de inúmeros lugares. Não há nada que impeça isso, o que favoreceria os consumidores novamente.


O caso dos celulares Xiaomi são um belo exemplo, são bons celulares mas não conseguem competir com gigantes como Apple e Samsung e vale destacar que os custos de produções dos celulares sul-coreanos e norte-americanos são mais altos do que os chineses e mesmo assim os consumidores preferem dos primeiros do que os chineses, mesmo sendo este mais barato.


Os caras colocam os conservadores no mesmo balaio de gato dos comunistas, etc...


ei, eu sou conservador é não sou a favor do estado, sai pra lá com essas generalizações.


Só 50% certo.

O crescimento e a industrialização dos EUA começaram na década de 1820 com as ferrovias com locomotivas a vapor. E então vieram as estradas macadamizadas, assim chamadas em homenagem ao engenheiro escocês John Loudon McAdam. Depois surgiram as ceifadeiras, criadas por Cyrus McCormick, e as siderúrgicas, criadas por Andrew Carnegie.

Tudo isso antes de 1860 (quando realmente houve elevação das tarifas de importação, que foi o estopim da Guerra Civil).

Os estados americanos que mais se enriqueceram durante esse período anterior a 1860 foram os do nordeste. E o motivo é simples: os grandes industriais europeus aportaram lá, na Nova Inglaterra. Esse é um fenômeno que simplesmente não pode ser ignorado em qualquer análise econômica minimamente séria.

E aí houve o inevitável: regiões industrializadas sempre viram protecionistas. Em 1860, o Congresso aprovou a Morrill Tariff, que elevou enormemente as tarifas sobre importações para proteger as indústrias do norte bem como seus altos salários, prejudicando severamente os estados do sul, que agora tinham de arcar com os altos custos de importação, mas que não tinham como repassar estes altos custos para seus preços, pois vendiam três quartos da sua produção para o mercado mundial. Vestuário, equipamentos agrícolas, maquinários e vários outros itens ficaram extremamente caros de se obter. O sul queria livre comércio porque também era a única maneira de exportar sua produção.

Isso impulsionou os estados do sul se rebelaram. Aí deu-se origem àquela maravilha que foi a Guerra Civil Americana, com 600.000 mortos.

(Recomendo este texto a respeito, que faz uma ótima compilação destes eventos.)

Com a vitória do norte, tarifas protecionistas foram implantadas que vigoraram até o ano de 1900, caindo a partir dali.

Como consequência dessa imposição tarifária e da destruição do livre comércio, o sul empobreceu (e, até hoje, é mais pobre do que o norte).

Tarifas fizeram exatamente o que prometiam: protegeram (de 1865 a 1900) aquelas indústrias do nordeste americano que já estavam estabelecidas, e empobreceram o resto do país. E, de quebra, mataram 600.000 civis em uma guerra.


Alguns detalhes:

1) Até 1913, a única forma de o governo federal americano se financiar (a única forma que era permitida pela Constituição) era por meio de tarifas de importação. Ou seja, toda a carga tributária federal se resumia a tarifas de importação.

2) A Morrill Tariff elevou progressivamente a tarifa de importação de 15% em 1860 para 44% em 1870. Foi uma década perdida para os EUA.

A partir de 1870 a tarifa voltou a cair, chegando a 27% em 1880, a 15% em 1910 e a 7,7% em 1917.

E vale um adendo importante: como os preços só caíam por causa da moeda forte (os EUA viviam o padrão-ouro), os preços nominais dos produtos importados também só caíam. Logo, os custos nominais dessas tarifas -- que já eram decrescentes -- caíam ainda mais.

3) De resto, é de crucial importância distinguir entre tarifas de importação com intuito protecionista e tarifas de importação com intuito arrecadatório. Uma é o exato oposto da outra.

Uma tarifa com intuito protecionista é imposta exatamente para impedir que as pessoas importem. Se ela realmente lograr tal objetivo, a receita do governo será zero. Óbvio. Se o intuito do governo é desestimular as pessoas de importar -- e se as pessoas realmente não importarem --, então a arrecadação do governo com essa tarifa será zero. E ele não ligará, pois era isso o que ele queria.

Já uma tarifa com intuito arracadatório existe, ao contrário, para trazer o máximo possível de receita para o governo. Ela não está ali para impedir as pessoas de importar; ao contrário, o governo está torcendo para que as pessoas importem o máximo possível, pois só assim ele terá muitas receitas. E se o governo exagerar na tarifa, então ela vira meramente protecionista, e a arrecadação do governo tenderá a zero -- exatamente o contrário do que ele almejava.

Por uma questão de lógica simples, sabendo que o governo americano da época sobrevivia exclusivamente com as receitas dessas tarifas, então a conclusão lógica é que, à época (antes de 1860 e pós-1870), elas não tinham caráter protecionista. Se tivessem, o governo não teria receita.

As tarifas de importação do governo Sarney e do governo Dilma, por exemplo, eram meramente protecionistas. Já as americanas eram arrecadatórias.

E, ainda assim, eram mais baixas que as nossas atuais.

4) Os EUA cresceram porque havia ampla liberdade de empreendimento e o governo federal era mínimo (excetuando o período Lincoln). Não havia regulamentações (ao menos, não como as de hoje), e o governo federal coletava impostos unicamente via tarifas sobre importados, pois esta era a única maneira permitida pela constituição.

Excetuando-se o período da Guerra Civil, os EUA cresceram de 1820 a 1929. E, até 1913, como não havia um Fed, era um crescimento com queda de preços.

Livre mercado e moeda-forte. Combinação que jamais deu errado.

Estude mais antes de repetir clichezinhos da oitava série.


Trump está tentando recuperar basicamente o que fez os Estados Unidos serem a nação mais poderosa da história: livre mercado interno e protecionismo.

Bill Clinton e Donald Trump são os melhores presidentes recentes dos EUA. Foram os que fizeram as melhores reformas e os que colheram os melhores números ainda em mandato.


O texto está certo.

Uma empresa privada visa o lucro.
O estado não visa o lucro, visa atender às necessidades da população.


Ótimo raciocínio. E continuando, nessa situação hipotética que ele subisse os preços para 40, provavelmente alguém ficaria sabendo e tentaria copiar o método para também lucrar tudo isso, e em breve teríamos uma nova concorrência.


Publicaram este mesmo texto no époch times, 5 anos depois, sem mudar sequer uma vírgula.


www.epochtimes.com.br/nao-auschwitz-mas-sim-hospital-em-cuba/



No link abaixo veja o gráfico da dívida externa. Ou seja, os governos militares 64-84 se endividaram pesadamente pra fazer o tal "milagre econômico".

E sabe quem capitaneou isso? Delfim Netto, aquele mesmo economista desenvolvimentista que aconselhou Lula e Dilma.

Por fim: altamente endividado, o governo militar se viu quebrado com a alta do dólar na crise do Petróleo. A solução? Impressão monetária e inflação.

infograficos.oglobo.globo.com/economia/entenda-os-numeros-da-economia-no-regime-militar.html?mobi=1


Nada tenho a dizer de um artigo assim, a não ser que ele atingiu a perfeição. Leitura agradável. Sou economista e posso perceber a profundidade do que foi escrito aqui. Desmitifica os fundamentos dos velhos chavões brizolistas, lulistas, populistas e tudo mais que representa o atraso que se vale da ignorância do povo brasileiro.


Pois é, Kira. E o caso Petrobras deixa evidente o que você disse.

A empresa praticou "preços predatórios" no governo anterior. Mesmo não tendo concorrência, este foi um fator primordial para a empresa ficar sem caixa. E quando isso ocorreu, o que fez ela? Lascou preços altos no consumidor, culminando na greve dos caminhoneiros. E, como reconheceu o próprio Cade, só pôde fazer isso justamente porque não pode ter concorrentes.

Não deixa de ser cômico que as práticas mais temidas pelos detratores do livre mercado sejam aplicadas rotineiramente por empresas estatais.



Não creio.

Se invadir um paiseco como Iraque foi péssimo para a economia dos EUA, a ponto de fazer o valor do dólar desabar, imagine uma aventura militar na China !!!. (foi o dólar baixo que fez o Brasil crescer na última década)

A China é um país muito maior, atualmente está muito forte militarmente e fica localizada ainda mais longe que o Iraque.
A logística de guerra será absurdamente cara para os EUA e nem tanto para a China.
E não creio que Japão e Coréia do Sul vão querer comprar esse barulho, se os EUA quiserem guerra com a China, terão que atacar sozinhos.

Os EUA, apesar de seu poderio militar, são como aqueles bundões que só são valentes quando estão com a turma.
Logo não terá nenhuma guerra.


E se apenas cortar gastos e não reduzir impostos, iae? O TRUMP reduziu impostos mas não cortou gasto, a única coisa ruim disso é o déficit nas contas do governo.

Mas e o ao contrário, cortar gastos e não reduzir impostos?

A pergunta é: Como o governo deixando de gastar, gera produtividade? O simples ato dele não gastar ao invés de gastar, o que já arrecadou, não tem como produzir riqueza ao meu ver.
O que produz é o governo não arrecadar, se ele tira o dinheiro da economia uma vez, é sempre pior que ele retenha esse dinheiro. É melhor que ele gaste o que arrecadou para o dinheiro entrar na economia novamente, isto é, voltar pra onde ele nem deveria ter saído.

Portanto, austeridade por austeridade não é o suficiente, o governo precisa tomar menos dinheiro de quem produz riqueza, se ele vai gastar o que arrecadou ou não, é irrelevante pro dano que já causou ao tirar o dinheiro da economia, no máximo é menos danoso que ele gaste e ponha de volta esse dinheiro na economia.


Não há nada mais predatório que os monopólios das empresas estatais.


Meu caro, quem é que está falando em o governo tributar e reter esse dinheiro? A tributação já é uma destruição de riqueza. Tributar e gastar é uma dupla destruição de riqueza.

O certo é cortar gastos e impostos. Isso sim é austeridade. E é essa austeridade que gera crescimento econômico.

Por quê? Resposta completa aqui:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2013

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2361


"Fui ao hospital ontem aqui na provincia de New Brunswick onde moro e tive atendimento de hospital particular."

Foi ontem e já está em casa hoje? Então certamente foi para algo trivial. Certamente não foi para algo mais grave. Muito menos para uma cirurgia. Certo?

"Nao concordo com algumas premissas apresentadas do artigo"

O artigo não apresentou premissas, mas apenas apresentou fatos e estatísticas, complementadas por notícias da própria imprensa canadense. É a primeira vez que vejo alguém dizer que não concorda com fatos, dados, estatísticas e notícias.

"O unico pais onde a pessoa tem problema de saude e tem que se preocupar em declarar falencia do G7 voces sabem qual pais e? Os Estados Unidos."

Óbvio. O governo está no controle da medicina nos EUA, que está longe de ser de livre mercado.

Desde a década de 1960, os EUA possuem um sistema de saúde altamente regulado pelo governo. Dentre outras coisas, o governo proíbe que uma seguradora de saúde de um estado forneça serviços em outro estado, o que criou uma reserva de mercado tentadora. [É como se a Unimed só pudesse atuar no Rio, a Amil só em São Paulo, a SulAmerica só em MG e por aí vai]

Adicionalmente, as seguradoras sempre foram obrigadas pelo governo a cobrir até mesmo consultas de rotina. Se você fizer algo tão simples e corriqueiro quanto um exame de sangue — que é coberto pelos planos de saúde e pelos programas estatais Medicare e Medicaid —, o hospital cobra um preço astronômico do governo ou da seguradora. Consequentemente, os preços das apólices e mensalidades só aumentavam. (Leia todos os detalhes aqui).

Como realmente funciona o sistema de saúde americano

Com a explosão dos custos para a classe média, o Obamacare foi o definidor da eleição americana

E o simples fato de você não saber disso demonstra seu grave desconhecimento. Ou então você sabe muito bem, e apenas está agindo de má fé.

"Toda vez que leio artigos de cunho politico como esse"

Qual cunho político? O artigo por acaso fez propaganda de algum partido? Defendeu algum político?

"me pergunto qual e o objetivo?"

Que tal o objetivo de informar?

Aliás, o simples fato de você ter se incomodado com verdades mostra que quem realmente tem uma agenda política é você.

"Aqui nos comentarios so to vendo um echo-chamber ferrado, ou o moderador esta sendo anti etico e so publicando os comentarios que interessa ou porque bom mesmo deve pagar uma fortuna nos estados unidos, so pode"

Já passou pela sua cabeça que a esmagadora maioria dos comentários vão na linha do artigo simplesmente porque ele relatou a realidade (atente que ele foi escrito por um canadense) e esta realidade não tem como ser negada?

Aliás, esse artigo foi postado no Facebook (áreas de comentários totalmente livres) e houve literalmente centenas de depoimentos de brasileiros que fizeram intercâmbio no Canadá ou que estiveram lá a turismo e necessitaram de hospitais corroborando o conteúdo do artigo.

De resto, o simples fato de você estar exigindo que mentiras sejam contadas para contrabalancear verdades mostra bem a sua ética.

"O MIses Brasil poderia talvez dedicar energia pra falar do maravilhoso sistema de saude do Brasil por exemplo."

Opa! Desejo já atendido:

Como Mises explicaria a realidade do SUS?

Como o intervencionismo estatal está destruindo o mercado de saúde privado brasileiro

Como a Anvisa prejudica (e mata) os brasileiros para ajudar o orçamento do governo

Uma análise ética, sócio-política e econômica da saúde socializada

Um retrato da saúde brasileira - um desabafo de dois médicos


Você mesmo já confessou a causa desse "predadorismo" o estado subsidiando e barrando artificialmente outras. "os preços predatórios entre os países leia-se China." Estes preços criados por intervenção governamental totalmente arbitrária e fora do mercado. em todos os casos você cita exemplos de intervenção e controle estatal sobre o mercado internacional e local como o favorecimento da própria Amazon por governos. Você é um tipo tão imbecil que é incapaz de ver a incoerência do seu próprio argumento.


A pior parte desse exemplo é colocar uma empresa estatal como argumento. primeiro como se o estado fosse anular a existência e consequência prática das leis econômicas, segundo, como se uma empresa estatal fosse algo genuinamente defensável em termos de economia livre, uma vez que só por ser estatal por si já implica que a manutenção do capital dela é forçada por impostos e preços fora do mercado, logo arbitrários como toda empresa estatal. Se uma empresa estatal pratica preços abaixo do custo de produção, o que vemos é o que tem ocorrido claramente no Brasil, déficits milionários pagos coercitivamente com impostos e mais inflação, onde todos são obrigados a pagar, isso é nada mais que o estado intervido e monopolizando pela força, é o centro que motiva toda a discussão deste site.


Os idiotas querem tirar até o direito de você ser mais eficiente que os outros no mercado.


"Qual empresa de lavagem de dinheiro (e existem milhões dela) quebrou toda a concorrência do ramo, assumiu um monopólio mundial e attraiu para si toda a atenção do planeta? "

O FED :-D


Como austeridade nos gastos do governo, gera mais crescimento economico?

Veja, o governo arrecada um trilhão, se ele gasta esse um trilhão, ele joga de volta na economia o dinheiro que ele tirou.
Se ele não gasta, ele retem esse dinheiro contraindo a base monetária, é como se pegasse esse 1 trilhão da economia e botasse fogo.

A pergunta é: Como o governo deixando de gastar, gera produtividade? O simples ato dele não gastar ao invés de gastar, o que já arrecadou, não tem como produzir riqueza ao meu ver.
O que produz é o governo não arrecadar, se ele tira o dinheiro da economia uma vez, é sempre pior que ele retenha esse dinheiro. É melhor que ele gaste o que arrecadou para o dinheiro entrar na economia novamente, isto é, voltar pra onde ele nem deveria ter saído.

Portanto, austeridade por austeridade não é o suficiente, o governo precisa tomar menos dinheiro de quem produz riqueza, se ele vai gastar o que arrecadou ou não, é irrelevante pro dano que já causou ao tirar o dinheiro da economia, no máximo é menos danoso que ele gaste e ponha de volta esse dinheiro na economia.

O governo federal arrecada 1 trilhão, o problema é esse. Tem que fazer ele parar de arrecadar ao meu ver.


Queria uma contra-ponto de vocês, estou nessa reflexão a dias e não consigo seguir em frente.


Abraços


Fui ao hospital ontem aqui na provincia de New Brunswick onde moro e tive atendimento de hospital particular. Nao concordo com algumas premissas apresentadas do artigo, obvio que da pra melhorar, assim como tudo, mas o sistema particular e longe de ser desejavel conforme desenhado aqui. O unico pais onde a pessoa tem problema de saude e tem que se preocupar em declarar falencia do G7 voces sabem qual pais e? Os Estados Unidos.

Toda vez que leio artigos de cunho politico como esse, me pergunto qual e o objetivo? Aqui nos comentarios so to vendo um echo-chamber ferrado, ou o moderador esta sendo anti etico e so publicando os comentarios que interessa ou
porque bom mesmo deve pagar uma fortuna nos estados unidos, so pode. O MIses Brasil poderia talvez dedicar energia pra falar do maravilhoso sistema de saude do Brasil por exemplo.


Para melhorar o nivel chame os Luletes ou poderia deixar de ser ignorante e explicar o a divida dos anos 80


Para passar muito tempo acumulando capital é necessário abster-se em alguma medida de vários outros investimentos, colocando a empresa em risco em relação aos concorrentes que podem investir mais frequentemente em melhores no negócio. Mesmo que uma empresa maior consiga compensar os defcitis de vender mais barato, isso não é garantia de que a concorrência irá quebrar, pois temos a preferência utilitária do consumidor, o quanto o consumidor está disposto a pagar em tal produto, e não existe estoque infinito, nem é possível estabelecer preços sempre baixos em todo lugar. Além do que o capital acumulado tem limite, uma empresa muito rica poderia até tentar se garantir na primeira leva, mais aí virá toda a consequência dela esgotar o estoque e dar vazão para a concorrência, e ela gastou todo o capital acumulado para cobrir brechas, e agora quem vai socorrer ela na próxima leva?


Engraçado, essas afirmações pressupõe que apenas o preço baixo por um certo tempo fará com que todos os consumidores abandonem os outros produtos como se a preferência subjetiva não tivesse efeito nenhum. O outro ponto é que é impossível qualquer empresa abaixar seus preços além de seus próprios limites de risco e estoque, tendo concorrentes que se aproveitariam facilmente, pois nenhuma empresa tem estoque para satisfazer 100% da população e se ela se arriscar a baixar de mais o preço e ficar temporariamente no prejuízo ela terá mais custo para repor o estoque e confrontar as empresas que tem mais estoque e podem se aproveitar para contra atacar.


No entanto, a Amazon vem DESTRUINDO as pequenas empresas de varejo americanas, devido a estas pagarem mais impostos que ela, a Amazon forma um monopólio através disso e também dos subsídios graças ao financiamento criminoso aos democratas. Mas os liberteens a acham fantástica...

Além disso, os preços predatórios entre os países (leia-se China) também ameaçam a segurança alimentar, como diz o Bolsonaro, estamos perdendo nossas terras agricultáveis. Não estão comprando do Brasil, estão comprando O BRASIL.





Que prejuízos recorrentes terminam em falência?

Achei que essa fosse fácil demais pra explicar.


Detalhe: empresa que faz lavagem de dinheiro declara receitas e lucros maiores do que os realmente auferidos (afinal, ela foi criada exatamente para depositar no sistema bancário, pagar impostos e tornar legal um dinheiro ilegal).

E isso é o exato oposto de uma empresa que pratica "preços predatórios", que só tem prejuízos e só declara prejuízos.


Imaterial. Empreendimento utilizado para lavagem de dinheiro não tem nenhum interesse em quebrar toda a concorrência, muito menos de assumir o monopólio mundial da área.

Muito pelo contrário. Empresa que faz lavagem de dinheiro quer exatamante o oposto: passar despercebida e não chamar atenção nenhuma.

Se eu fosse traficante e adquirisse um empreendimento pra lavar dinheiro (Breaking Bad), a última coisa que eu iria querer é chamar a atenção, é muito menos enfurecer meus concorrentes, que poderiam me denunciar.

Dizer que empresa que existe exclusivamente para lavar dinheiro almeja quebrar toda a concorrência para depois elevar preços é o ápice do desconhecimento do assunto. Qual empresa de lavagem de dinheiro (e existem milhões dela) quebrou toda a concorrência do ramo, assumiu um monopólio mundial e attraiu para si toda a atenção do planeta?

Vamos pensar um pouco antes de falar.



O que o discurso de um personagem fictício do filme Cidadão Kane tem a ver com o tema?


Depois de ler as respostas dadas ao indivíduo "socialista puro" eu também tenho uma pergunta:

Como é que o socialista vai competir com argumentos que utilizam raciocínio lógico?


Não é necessário qualquer um desses competir de igual pra igual com o maior. A pergunta que vc tem que se fazer é: essas empresas menores estão funcionando bem? estão gerando lucro? estão gerando empregos? Então não existe necessidade nenhuma delas serem as maiores. Se dona cleide consegue tirar seu sustento com o pão de queijo dela, mesmo com a existência do starbucks, então isso já não é positivo? Pois além dessa última empresa não conseguir cobrir 100% das localidades, ainda vc deve levar em conta que a preferência das pessoas nunca é 100% para determinado produto, logo sempre haverá demanda diferenciada (como exemplo, aposto que vc conhece inúmeras pessoas que não gostam do mc donalds, coca cola ou starbucks e que prefeririam qualquer alternativa menos mainstream industrial).


O nome disso não é dumping? Passarei esse artigo para o meu irmão. Foi exatamente isso que ele disse temer, a dois dias atrás, na ausência de intervenção estatal.



Não sei por quanto tempo, mas um empreendimento utilizado para lavagem de dinheiro poderia tranquilamente manter seus preços abaixo do que é praticado no mercado.


Charles Foster Kane:

"You're right, I did lose a million dollars last year.
I expect to lose a million dollars this year.
I expect to lose a million dollars next year.
You know, Mr. Thatcher, at the rate of a million dollars a year, I'll have to close this place in... 60 years.
"


Marketing puro.O que tem de excepcional no pão de queijo do Starbucks ou na picanha do Outback?


Desconheço casos de CADE atacando "concorrência predatória" no Brasil. O que há são ataques a cartéis que praticam preços altos (todos eles em setores protegidos pelo estado, o que é uma baita incoerência) e proibições de fusões.

O Brasil ainda não foi abençoado por "concorrência predatória". Quem dera. Aqui o que é predatório são os preços, mas no sentido de serem astronômicos. No Brasil, os preços só são predatórios para a nossa renda.


Não há nenhuma realidade de livre mercado que permita que preços predatórios sejam uma prática sustentável. O que há são apenas empresários ineficientes chorando porque há outros mais eficientes que ele.

Porém, quando o estado entra em cena e escolhe vencedores e perdedores, a coisa muda, e ele de fato consegue tornar possível qualquer deturpação na associação econômica entre humanos. Ainda assim, desconheço algum caso de empresa protegida pelo estado, ou mesmo estatal, que praticou concorrência predatória. Mesmo a porcaria dos Correios não conseguem, com monopólio e tudo. Haja vista a enormidade de transportadoras que há no Brasil.


O CADE Conselho Administrativo de Defesa Econômica tem analisado casos de cartéis e conluios de concorrência predatória e até onde isto é realidade ou não?

Dispenso ironias e falta de argumentos,é uma pergunta honesta e procuro nesta provocação e pergunta uma resposta plausível e convincente para destronar esses esquerdopatas alienados ou mal-intencionados e o que no fim da na mesma desinformar e emburrecer as pessoas.


Ronaldo, permita-me ilustrar este cenário que você criou:

1) A empresa X reduziu seus preços de $ 50 para $ 10;

2) Quebrou todos os concorrentes;

3) Miraculosamente, descobriu um método que reduziu estrondosamente seus custos de produção (improvável, mas vamos aceitá-lo pelo bem do debate);

4) Consequentemente, essa empresa descobriu que pode continuar vendendo a $ 10 e ainda assim ter lucro.

Isso não é concorrência predatória. Isso é eficiência. Os consumidores foram os grandes beneficiados.

Ademais, vale ressaltar duas coisas:

a) neste cenário, ainda que essa empresa voltasse a subir o preço para, sei lá, $ 40, ainda assim os consumidores teriam sido beneficiados, pois o resultado líquido foi uma queda de preços.

b) quanto mais altos forem os preços que a empresa voltar a cobrar, maiores serão seus lucros. Lucros altos atraem não só concorrentes como também imitadores. Estes rapidamente passariam a emular o processo produtivo adotado por essa empresa. Ato contínuo, ela teria de reduzir seus preços para continuar à frente. Consequentemente, impossível ela manter custos baixos e preços altos. Os preços terão de ser baixos para não atiçar a concorrência.

Os consumidores ganharam.


"Mas se a empresa conseguir economia de escala a ponto de ter lucro após quebrar todas as outra empresas"

Então, por definição, duas coisas aconteceram:

1) ela não vendeu abaixo do custo de produção e não teve prejuízos. Foi simplesmente mais eficiente.

2) Ela, após reduzir os preços, não voltou a subi-los.

Ser mais eficiente e por isso mesmo vender a preços mais baixos e manter esses preços baixos não é "concorrência predatória". É concorrência eficiente.

"será uma monopolista super, mega, ultra lucrativa."

De novo: neste cenário que você próprio criou, ela manteve os preços baixos.

Logo, isso não é "concorrência predatória". Se você reduz os preços porque foi mais eficiente, e mantém os preços baixos (até porque se subisse os preços atrairia a concorrência de volta e perderia seu "monopólio"), então todos os consumidores se beneficiaram. Continuam tendo acesso aos mesmos produtos, e agora mais baratos.

A Standard Oil fez exatamente isso: reduziu o preço do galão de querosene de 30 centavos em 1869 e para 6 centavos em 1897 ao mesmo tempo em que aumentava sua lucratividade (o exato oposto de concorrência predatória).

Ato contínuo, o que os concorrentes mais incompetentes fizeram? Exato, correram para o governo, choraram e aprovaram o Sherman Act, o que ferrou a Standard Oil, garantiu proteção às ineficientes e fez o preço dos combustíveis voltar a subir. E tudo para o "bem" dos consumidores.

"Ou se for uma empresa estrangeira fazendo dumping, mesmo depois da quebra de todas as empresas de um determinado mercado, vai ter capital em caixa."

Oi? Contra todas as empresas do mundo?

Impressionante como as pessoas não param um segundo pra pensar antes de repetir clichês surrados...



"...sem a propriedade intelectual, sem as regulações estatais, a China dominaria o mundo em três semanas" - Nando Moura.

E aquele patife neocon já tem mais de dois milhões de seguidores no YouTube, que o seguem bovinamente....


Não precisa saber economia, basta observar a realidade:


"Como é que o Dollynho vai competir com a Coca-Cola?"

E todo mundo compra Coca-Cola? Se Dolly não estivesse conseguindo competir não continuaria existindo depois desses anos todos que está no mercado.



"Como é que o pão de queijo da dona Cleide vai competir com o Starbucks?"

Existem milhares de lanchonetes espalhadas pelo país inteiro que vendem pão de queijo e que eu saiba o Starbucks até hoje não as quebrou.


"Como é que a barraquinha de hambúrguer do seu Zé vai competir com o McDonald's?"

E todo mundo compra hambúrguer no McDonald's? Recentemente, então, têm surgido diversas novas hamburguerias artesanais, além de hambúrguer artesanal em carrinhos de food truck.






Sim, essa lógica dos "chineses escravos quebrando todo mundo" é sensacional.

A afirmação, em si mesma, já é totalmente destituída de qualquer sentido econômico. E o fato de ser necessário explicar isso denota a miséria intelectual.

Afinal, desde quando "trabalhadores semi-escravos" conseguem produzir bens de qualidade ao ponto de quebrarem todas as indústrias de todos os países livres do mundo?

Esses chineses são realmente espetaculares. Trabalhando sob um chicote, conseguem produzir com mais competência e capricho do que trabalhadores que ganham altos salários no ABC, nos EUA e na Europa!

Se isso realmente ocorrer, então, francamente, esses trabalhadores americanos, europeus e toda a turma do ABC deveria sumir do mundo, nem que fosse de vergonha. Se um semi-escravo fizesse constantemente um serviço melhor que o meu, eu morreria de vergonha, ficaria quietinho no meu canto (com medo de alguém me ver), e jamais teria a cara de fazer qualquer exigência.

Extrapolando, se toda a indústria de um país conseguiu a façanha de ser quebrada por "semi-escravos", então ela realmente não tinha nada que existir. Era uma vergonha perante o mundo, e um constrangimento para nós.

Mais ainda: se toda a indústria do mundo conseguiu a façanha de ser quebrada por "semi-escravos", então é melhor nos mudarmos todos para Marte. Lá vai ter gente mais capacitada.


Falou tudo. Mesmo com os McDonalds e BurgersKings da vida, todo dia eu vejo um novo foodtruck vendendo hambúrguer na rua e lotado, mesmo praticando preço acima desses gigantes...na cabeça socialista, todas as empresas deveriam ter o mesmo tamanho? Sendo uma mais bem sucedida, deve ser penalizada? Como tal arranjo produzirá, senão, produtos e serviços medíocres e caros, visto que ao se destacar o sujeito é penalizado? Me lembra aquela imagem de pessoas de diferentes tamanhos tentando ver um jogo e os socialistas imaginam que é função do governo dar uma caixa para que os menores possam ver também (ficando todos do mesmo tamanho), mas que na prática o que acontece é que cortam as pernas de todos e ninguém mais assiste é nada...