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Concurso de artigos: “Como privatizar os Correios?”

Eis o RESULTADO FINAL:

1º lugar: Daniel Bastos Gasparotto

2º lugar: Marcelo de Arruda

3º lugar: Odair Desters

4º lugar (menção honrosa): Francisco Martins Loenert


__________________________________________________________________


Com os apoios do Instituto Mises Brasil, do Centro Mackenzie de Liberdade Econômica e do Instituto Liberal de São Paulo, a Rede Liberdade está organizando o Concurso de Artigos com o tema "Como Privatizar os Correios?"

Confira abaixo as regras:

1. Considerações gerais

  • Este concurso é organizado pela Rede Liberdade com apoio do Instituto Mises Brasil e do Centro Mackenzie de Liberdade Econômica e do Instituto Liberal de São Paulo, com o objetivo de estimular a produção intelectual e reconhecer as pesquisas que apresentem fundamentação teórica e proposição de soluções para o tema central do concurso.
  • Podem se inscrever no concurso maiores de 18 anos, independente do nível de formação acadêmica e profissional. 
  • Os artigos assinados serão de responsabilidade exclusiva de seus autores, não refletindo, necessariamente, a opinião das Instituições Organizadoras do Concurso.
  • O ato de inscrição do artigo neste concurso representa a concordância do autor com a publicação ilimitada do trabalho pelas Instituições Organizadoras, dispensando, de logo, qualquer remuneração a título de direitos autorais.
  • Dependendo da qualidade e adequação do artigo ele poderá compor uma Edição Especial (Special Issue) formada por uma seleção de artigos deste concurso no periódico acadêmico do Instituto Mises Brasil - MISES: Interdisciplinary Journal of Philosophy, Law and Economics (e-ISSN 2594-9187).
  • É vedada a inscrição de artigos de autoria de funcionários e colaboradores das Instituições Organizadoras, bem como pessoas com vínculo familiar com membros da Comissão Julgadora.

2. Prazos

  • O artigo deverá ser enviado até 27 de abril de 2018, às 23h59. Após esse prazo a plataforma não aceitará mais novas submissões, nem edição ou troca do material enviado.
  • O resultado deste Concurso será divulgado até dia 08 de maio e a premiação ocorrerá no dia 08 de maio durante a XVII SEMANA DO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E APLICADAS DA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE, campus Higienópolis.

3. Tema

  • O tema do Concurso é "Como Privatizar os Correios?". 
  • Os autores deverão abordar o tema proposto focando na aplicabilidade de soluções para o setor à luz de teorias de pensadores liberais, libertários e afins, e dos modelos e de experiências adotadas em outros países.

4. Sobre os artigos

  • Os artigos não podem fugir do tema proposto, sendo passíveis de desclassificação.
  • Somente poderão ser enviados artigos inéditos, de autoria do participante, não publicados em meios impressos ou eletrônicos, tais como blogs, jornais, revistas acadêmicas ou especializadas, periódicos de grande circulação ou, ainda, não divulgados pela imprensa ou pendentes de publicação. Serão desclassificados os artigos que não atenderem a essa requisito.
  • Todos os artigos enviados para o concurso passarão por sistema detector de plágio. Para evitar plágio, sugerimos aos autores que estejam atentos às recomendações a seguir:
  1. Paráfrase: coloque a ideia com suas próprias palavras. Certifique-se de não copiar literalmente mais de duas palavras em uma linha do texto. Caso utilize trechos maiores é necessário colocá-los entre aspas.
  2. Citação: Não citar corretamente pode constituir plágio. Ao citar uma fonte, utilize a frase exatamente como aparece no texto original entre aspas. Citações em bloco, ou seja, citações de 40 palavras ou mais, devem ter redução do tamanho da caixa da fonte e recuo de 1 cm, sem o uso das aspas.
  3. Autocitação: caso os autores utilizem ideias próprias, porém já publicadas anteriormente, devem se autocitar. Utilizar material já publicado sem referenciá-lo adequadamente denomina-se autoplágio.
  4. Notas de rodapé devem: (1) ser utilizadas para suplementar alguma informação, de forma concisa; (2) Realizar o apontamento das citações.
  • No caso de citações de livros, seguir o seguinte modelo:

MISES, Ludwig von. Ação Humana: Um Tratado de Economia. Trad. Donald Stewart Jr. São Paulo: Instituto Ludwig von Mises Brasil, 3ª Ed., 2010. p. 101.

  • No caso de artigos em periódicos acadêmicos, seguir o seguinte modelo:

MISES, Ludwig von.  Algumas Observações sobre a Praxeologia.  Trad.  Márcia Xavier de Brito. MISES: Revista Interdisciplinar de Filoso?a, Direito e Economia, Vol. I, No. 1 (Jan.-Jun. 2013): 21-26. Cit. p. 23.

  • A citação de artigo e/ou matéria de revista ou boletim em meios eletrônicos, seguir o seguinte exemplo:

MISES, Ludwig von. A Teoria Austríaca dos Ciclos Econômicos. Trad. Erick Vasconcelos. Publicado pelo Instituto Ludwig von Mises Brasil em 27 de agosto de 2008. Disponível em: <http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=149>.  Acessado em:  23 de março de 2018.

  • Extensão: Cada texto deve ter entre 10-15 páginas, tamanho A4;
  • Resumo e palavras-chaves não farão parte do texto do artigo, mas serão exigidos durante o preenchimento do formulário de submissão da plataforma on-line;
  • Idioma: Serão aceitos artigos somente na língua portuguesa;
  • Estrutura: Fonte "Arial", tamanho 12 e espaçamento de linha 1,5 cm, justificado, devem ser utilizados para o corpo principal do texto;
  • Para expressões em outros idiomas, deve-se usar itálico.
  • Não é necessário incluir uma bibliografia ao final do texto. As notas de rodapé devem incluir citação completa.
  • As contribuições recebidas que não seguirem as orientações acima (principalmente considerando o número de páginas) serão imediatamente rejeitadas pelo Conselho de Avaliação.
  • Não será aceita a inscrição de um artigo com mais de um autor.
  • Não poderá existir no texto nenhuma informação que identifique o autor.

5. Critérios de avaliação

  • Todos os trabalhos recebidos serão avaliados pelo método double blind review (avaliação por pares às cegas) segundo os seguintes critérios:

  1. Potencial de convencimento sobre o público geral acerca do argumento defendido;
  2. Vinculação do artigo ao tema;
  3. Desenvolvimento do artigo de maneira lógica e bem estruturada;
  4. Adequação, densidade e atualização dos referenciais utilizados no artigo;
  5. Conclusão que responda adequadamente ao problema do texto;
  6. Citações de fontes realizadas.
  7. Domínio do vernáculo;

  • Não haverá, sob qualquer pretexto, revisão dos trabalhos; e o resultado final do concurso não será passível de recurso.
  • Em hipótese alguma será validado empate entre os trabalhos inscritos.

6. Premiação

Os melhores artigos serão premiados da seguinte maneira:

1º lugar – R$ 6.000,00 (Seis mil reais);

2º lugar – R$ 3.000,00 (Três mil reais);

3º lugar – R$ 2.000,00 (Dois mil reais).

A Organização não se responsabilizará por custear gastos de deslocamento e hospedagem dos autores para suas participações no evento de premiação.

7. Considerações finais

As Instituições Organizadoras deste concurso reservam-se o direito de alterar os termos deste edital conforme necessidade e sem aviso prévio. 


Para submissão do artigo: https://misesjournal.org.br/concurso

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23 votos

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Equipe IMB

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comentários (53)

  • Felippe Naves  28/02/2018 20:20
    Ótima iniciativa! É desse tipo de agitação (intelectual) que precisamos. Já estou repassando.
  • Tévora  28/02/2018 21:42
    Sempre defendi desestatização de serviços, tais como os Correios, mas defendo ainda mais depois que roubaram uma coleção do Shakespeare que eu tinha comprado. Simplesmente desapareceu e ninguém sabe onde está, ninguém sabe onde deveria estar, ninguém sabe de nada e eu perdi meu dinheiro :(
  • Arnaldo C.  28/02/2018 21:45
    Já vi Sedex (suposta garantia de 1 dia) de Natal para Recife (300km, 4 horas de carro) demorar 1 semana pra chegar.
  • Oliveira  28/02/2018 22:56
    Privatizar para "abrir" um mercado q já é concorrencial? Significará na verdade a interrupção do serviço em diversas localidades do País. ACORDA BRASIL
  • Campos  28/02/2018 23:08
    Mas hein?! Mercado concorrencial?!

    O governo proíbe que os Correios sofram a concorrência de importantes categorias: cartas — cujo conceito engloba cartas pessoais, contas de água, luz e telefone, boletos de cartões de crédito e qualquer outro documento que seja de interesse pessoal do destinatário —, cartões-postais e malotes só podem ser transportados pela estatal.

    Outros tipos de correspondências, como jornais, revistas e encomendas podem ser entregues por empresas privadas, cujos preços são, em média, 30% inferiores aos dos Correios. Porém, é considerado crime uma empresa privada fazer entregas de cartas.

    (Por isso, devemos glórias à invenção do e-mail, que possibilitou que as comunicações se mantivessem em níveis modernos. Sem ele — e com a proibição da concorrência aos Correios — ainda seríamos reféns de um serviço típico do mundo antigo, com sua arcaica prática de carregar sacos de um lado para o outro.)

    E um detalhe: vale lembrar que os Correios se recusam a fazer entregas em lugares perigosos, o que é um absurdo quando se considera sua posição monopolística. E aí você diz que se houver concorrência isso "significará na verdade a interrupção do serviço em diversas localidades do País"?!

    Acorda, Oliveira!

    Quer saber exatamente como deve ser a desestatização dos Correios, gerando concorrência forte no setor? Veja aqui:

    A urgente necessidade de se desestatizar os Correios
  • Igor  02/03/2018 14:33
    Tenho dúvida sobre a quebra do monopólio do Correio, o grosso das reclamações desta empresa é sobre seu péssimo e caro serviço de entregas de encomendas.

    Anos atrás trabalhei na instalação de equipamentos de petróleo na selva colombiana, cidade pequena e sem estrutura nenhuma, fazia compra dos produtos que me agradava via internet e para meu espanto o frete de uma pequena encomenda de até 1kg apenas me custava o equivalente hoje a US$2,15, 4 dias para entregar via estradas extremamente sinuosas atravessando 3 cadeias montanhosas, estradas de terra e um pequeno trecho de barco. Havia colegas que compravam até sua marca favorita de papel higiênico para entregar no meio do nada.

    Um PAC de 1kg entre SP-RJ custa estonteantes R$19,60 A modalidade de encomendas em teoria não é monopólio, por que até hoje não tivemos um player privado neste segmento com preços mais competitivos? Imagino que a resposta seja por todas as dificuldades de fazer negócios no Brasil e aí entra outra questão: Privatizar o correios e acabar com seu monopólio de cartas e etc não vai resolver a principal demanda da população, não é melhor usar a munição política pró liberalismo para privatizações que tragam melhorias mais concretas e que alimentem o sentimento pró mercado? Tal qual o Uber conseguiu.
  • Campos  02/03/2018 15:10
    Eu, hein? Você cita todas as ineficiências dos Correios e conclui que não há nada a ser feito? Que o monopólio não deve ser quebrado? Não entendi.

    "por que até hoje não tivemos um player privado neste segmento com preços mais competitivos?"

    Porque a entrada no mercado é rigorosamente regulada pelo governo exatamente para não afetar sobremaneira as receias dos Correios.

    Sempre me deliciei com a ingenuidade do brasileiro: ele genuinamente acredita que vivemos em um mercado livre, no qual a entrada da concorrência é totalmente liberada, sem burocracia nenhuma, sem papelada nenhuma, sem imposições nenhuma.

    O cidadão, aparentemente, desconhece que somos o país dos cartórios, carimbos, encargos, taxas, cobranças, filas, licenças e emaranhado de papeis -- além de todas as propinas exigidas por fiscais, os quais, se não receberem o arrego, não liberam a documentação.

    Realmente, por que não há concorrência, né?

    Quer saber como desestatizar os Correios, gerando concorrência e tudo? Comece por aqui.

    A urgente necessidade de se desestatizar os Correios
  • Andre  02/03/2018 16:14
    De fato não haverá grande melhoria no segmento de encomendas caso venha uma improvável quebra do monopólio e privatização dos Correios. Na melhor das hipóteses as encomendas atrasarão menos e chegarão menos quebradas.
    No dia seguinte à privatização, a classe média compradora ávida pela internet descobrirá que existem estradas péssimas, violência latente, leis trabalhistas que impedem flexibilidade do trabalho humano, imensa insegurança jurídica para o surgimento de empresas intensas em mão de obra, mão de obra de péssima qualidade, custos de transporte proibitivos e infraestrutura de comunicação sucateada que impactam os custos de maneira brutal.
    Transporte de mercadorias entre empresas no Brasil também possuem custos de transporte o dobro ou o triplo do valor de nossos vizinhos. Creio não ser coincidência.

  • Pérsio Sandir D'Oliveira  01/03/2018 00:33
    Boa noite!

    Discussão equivocada. Já comprei itens da amazon.com que vieram pelo DHL. Comprei no ebay.com e veio coisa pelo FedEx e USPS Priority Mail. Portanto, nos EUA existe o correio estatal e também empresas privadas,fazendo a mesma coisa. Acho mais importante acabar com o MONOPÓLIO dos Correios brasileiros, e permitir que empresas privadas entreguem cartas e encomendas.
  • Lysander  01/03/2018 01:18
    Dado que você mora nos EUA, sugira que você estude a legislação daí. Os Correios americanos (USPS) detêm o monopólio da entrega de cartas, mas graças a algumas brechas na lei, empresas privadas como UPS e FedEx puderam surgir até mesmo para entregar cartas, mas desde que sejam "extremamente urgentes" e que você pague pelo menos seis vezes a tarifa de uma postagem "fisrt class" dos Correios estatais (sim, a lei estipula esses preços).

    Está tudo aqui:

    mentalfloss.com/article/26424/why-cant-you-start-rival-post-office


    "Acho mais importante acabar com o MONOPÓLIO dos Correios brasileiros, e permitir que empresas privadas entreguem cartas e encomendas."

    Está começando a entender.

    A urgente necessidade de se desestatizar os Correios
  • Anderson Raffael   24/03/2018 13:33
    importante abrir concorrência pra mercado, isso vai baratear o preço e melhorar a qualidade do serviço, quem ganha com isso o consumidor, o que gera qualidade e concorrência, se só existe uma empresa no mercado, ela vai fazer o preço que quiser e o serviço da forma que quiser, pois ela e a unica opção, isso chama-se monopólio.
  • Pérsio Sandir DOliveira  02/03/2018 01:17
    Lysander,
    Não moro nos EUA. Moro no Brasil. Sou a favor do fim do MONOPÓLIO dos Correios. Como também da exploração do petróleo. Acho que o setor privado pode explorar este importante recurso natural com menos custos e menos corrupção.
    De novo: fim do monopólio não é a mesma coisa que privatizar. Deixe os Correios competirem com outras empresas que os serviços melhoram para o cidadão e consumidor (assim espero!!!)
  • Guinter  15/07/2018 12:17
    Também sou a favor do fim do monopólio, e acho que se os correios fosse competir com a iniciativa privada nas mesmas condições essa estatal iria quebrar de vez.
  • Wilton Louzada  02/03/2018 13:45
    Gostaria de saber quem está pagando os prêmios?
    Qual interesse de um instituto de difusão de idéias da escola austríaca de economia no assunto privatização dos correios?

    Uma empresa de mais de 30bi de receita.
    Está em ascendência, as encomendas aumentarão 6% o ano passado, o correios entregou mais de 8 bilhões de encomendas.

    O FedEx no primeiro ano - somente em São Paulo - teve mais de R$ 1.000.000.00,00 (um bilhão) de receita.

    Sofreu com os 13 anos de administração do PT como todas as outras empresas e administrações, falam em mais de 1- trilhões desviados, somente do plano de previdência dos correios teve 6 bilhões roubados.


  • Vitor  02/03/2018 14:00
    Isso tudo aí é medo de perder a boquinha? O mais legal é que você, ao mesmo tempo em que tentou defender a estatal, acabou involuntariamente fornecendo argumentos ainda mais forte para se desfazer dela.

    Afinal, por que manter um cabide de empregos que certamente será saqueado por um partido político (que pode voltar ao governo já no ano que vem) e por que manter um sorvedouro de dinheiro público que "teve mais de R$ 1 trilhão desviados" e cujo "plano de previdência teve R$ 6 bilhões roubados" (dinheiro esse que será prontamente restituído pelos pagadores de impostos)?

    Muito obrigado por sua colaboração. Só esses dois dados que você trouxe já justificam, de maneira irrefragável, a venda dessa estatal. Melhor que qualquer monografia a respeito.
  • Marcos   02/03/2018 18:38
    Até onde eu sei, quem está pagando a conta dos desvios no fundo de previdência dos empregados, são eles mesmos que tiveram um baita aumento na contribuição ao fundo. E só para lembrar que empregados/servidores públicos também são pagadores de impostos.

    Outra coisa: os Correios (por enquanto) são uma estatal não dependente, o que significa dizer que o Governo não bota dinheiro nela. Ao contrário, retira. Como retirou 6 bilhões a título de "antecipação de dividendos". Os Correios sobrevivem com suas próprias receitas.
  • Silvio  02/03/2018 18:50
    É mesmo?

    PF lança operação para investigar desvios em fundo de pensão dos Correios

    "Segundo a Polícia Federal, a gestão do Postalis e os desvios investigados pela operação Pausare geraram um déficit de 6 bilhões de reais no Postalis, e esse desequilíbrio fez com que aposentados e funcionários da ativa dos Correios, assim como o Tesouro Nacional, tivessem de aumentar sua contribuição ao fundo."

    E mais:

    Correios pedirão R$ 6 bi ao Tesouro

    Você tira R$ 92 do bolso por ano para financiar as estatais. Saiba por quê


    Ou você é desinformado ou está apenas tentando disseminar informação falsa para proteger seus próprios interesses. (Quero acreditar que é o primeiro, mas meu cinismo jura que é o segundo).
  • Tarantino  06/03/2018 03:01
    Sim, servidores públicos também pagam impostos, só que tais impostos são pagos com seus salários, os quais provém dos...pagadores de impostos! Ou seja, eles pagam seus impostos com o dinheiro dos impostos.
  • gilkrui  03/03/2018 21:06
    O que precisa ser feito nos correios é primeiro tirar os politicos dos altos cargos, que so roubam como fizeram com o postalis, segundo é contratar mais funcionarios para dar conta da demanda e os objetos como carta e encomendas chegar no prazo, e se engana quem pensa que privatizando vai melhorar pois as grandes empresas nao vao e nao querem entregar faturas , boletos pois nao da lucro, outra coisa o correio é autosustentavel não entra dinheiro do governo ao contrario é o governo que tira dinheiro dos correios para pagar suas dividas, propinas e sei lá mais o que, rasparam todo dinheiro dos correios por isso a falta de pessoal para dar uma boa qualidade na entrega das encomendas ,cartas ,etc.
  • Silvio  04/03/2018 02:18
    "outra coisa o correio é autosustentavel não entra dinheiro do governo ao contrario é o governo que tira dinheiro dos correios para pagar suas dividas, propinas e sei lá mais o que"

    É mesmo?

    PF lança operação para investigar desvios em fundo de pensão dos Correios

    "Segundo a Polícia Federal, a gestão do Postalis e os desvios investigados pela operação Pausare geraram um déficit de 6 bilhões de reais no Postalis, e esse desequilíbrio fez com que aposentados e funcionários da ativa dos Correios, assim como o Tesouro Nacional, tivessem de aumentar sua contribuição ao fundo."

    E mais:

    Correios pedirão R$ 6 bi ao Tesouro

    Você tira R$ 92 do bolso por ano para financiar as estatais. Saiba por quê


    Ou você é desinformado ou está apenas tentando disseminar informação falsa para proteger seus próprios interesses. (Quero acreditar que é o primeiro, mas meu cinismo jura que é o segundo).
  • Alerson Molotievschi  17/03/2018 00:33
    Hahaha...

    Achei estranho até agora não vir nenhum "songo-mongo" defender a "igualdade" dos prêmios, afinal por que o primeiro lugar deveria receber mais que o segundo e o terceiro?

    Seria uma pergunta na mesma linha dessa aí: "quem está pagando os prêmios?" Hahahaha que comédia!
  • Alerson Molotievschi  24/04/2018 00:43
    Hahaha...

    Achei estranho até agora não vir nenhum "songo-mongo" defender a "igualdade" dos prêmios, afinal por que o primeiro lugar deveria receber mais que o segundo e o terceiro?

    Seria uma pergunta na mesma linha dessa aí: "quem está pagando os prêmios?" Hahahaha que comédia!
  • PAULO HENRIQUE ALVES FIALH0  25/04/2018 01:48
    mantenha os correios mas deixe as empresa privadas competirem para ver quem é a melhor
  • Daniel  08/03/2018 18:42
    Boa tarde, pessoal

    Já estou escrevendo meu artigo. Alguém poderia me dar um exemplo de privatização de serviços postais no exterior?

    Sei que o Royal Mail do Reino Unido foi privatizado em 2014, mas não encontrei muitas informações sobre expansão dos serviços, aumento dos lucros etc.
  • Capitalista Keynes  10/03/2018 16:54
    Os Correios eu sou a favor de privatizar, pois não é estratégico para o país entrega de carta e produtos.....mas sou contra privatização da Petrobrás , Eletrobrás, Banco do Brasil , Caixa e BNDES......o Governo tem 150 estatais...pra mim só ficaria com as top 5 o resto pode vender.
  • Marcelo Santos  13/03/2018 16:18
    Eu acho que o mais correto extinguir de uma vez por todas os correios.
  • Carlos Orion   14/03/2018 03:46

    A solução desta questão se revela num termo bastante utilizado ultimamente: "URERIZAÇÃO".

    Acho até que já deveríamos falar na URERIZAÇÃO dos correios ao invés de privatização.

    O mercado sempre dividido em transporte de passageiros e transporte de cargas, basta implantar a mesma filosofia UBER que o mesmo veículo que leva pessoas, poderia levar algns pacotes.
  • Gabriel Amorim  14/03/2018 12:51
    Uma dúvida, eu posso utilizar imagens no artigo?
  • Torrente  15/03/2018 01:24
    Como competir com uma empresa isenta de ICMS, IPTU e demais impostos, mesno os que nao são referentes sua atividade fim? Uma empresa que pode twr prejuizo acumulado de 5 bilhões sem se preocupar com isso?

    Mesmo assim ano apos ano a concofencia tem crescido, compre em uma empresa B2W da vida por exemplo, trnasportadoras contratadas entregam e nao um sedex da vida, por sinal B2W entrega em locais de risco ao contrario do correios.

    g1.globo.com/economia/noticia/2013/02/correios-sao-isentos-de-impostos-em-todos-os-servicos-decide-stf.html
  • JK  25/05/2018 00:06
    Não existe como competir com os correios. Por isso eles não possuem concorrentes.
    Quem vai entrar no mercado brasileiro percebe que é inviável se submeter a tudo isso.
  • Capitão Realista  15/03/2018 02:32
    Todos sabemos que nada será privatizado, os Correios fornecem uma boquinha formidável para vários figurões.

    A solução é criar um aplicativo que faça entregas e agir na clandestinidade como o Uber e Uber Eats agiu por bastante tempo. Se for tentar agir dentro do que é imposto pelo estado brasileiro, as entregas serão taxadas para que fiquem quase do mesmo preço dos Correios.
  • +55  18/03/2018 18:00
    Você percebe que os veículos de informação não leva esse assunto de Privatização com o mínimo de seriedade quando falam "privatização da Petrobras". A Petrobras detém 97% das jazidas do país e os outros 3% são posse do governo brasileiro.
    Nenhum burocrata, por mais burro que seja, irá simplesmente vender uma empresa assim. Nem quando a TELESP foi comprada e fechada fizeram uma cagada que esses jornalistas imaginam que vá supostamente acontecer (pode-se criar infinitas linhas telefônicas e ainda assim nosso estado corporativista não deixou tudo nas mãos de uma única empresa).

    Agora, a privatização dos Correios e do setor elétrico é MUITO, mas MUITO mais fácil de ser feita. É tão simples, mas tão simples que para começar a "privatização", você nem ao menos precisa vender nenhuma empresa que participa desses setores, você apenas precisa abolir todas as taxas, burocracias e regulamentações que impedem de empresas estrangeiras atuarem no país. Lá fora já geram energia elétrica com quase qualquer coisa. Quando os preços despencarem e ficarem parecidos como é em países sérios, até mesmo os jornalistas brasileiros que formam a opinião dos outros irão implorar para os correios e o setor elétrico ser totalmente privatizado.
  • Marc elo   18/03/2018 20:57
    Sou funcionário dos correios!
    A gente ganha o pior salário de TODOS os órgãos federais!Não é nem metade do segundo pior salário! Querem que paguemos mensalidade em nosso plano de saúde com um salário já ruim! !Quero que privatize essa empresa 100% o mais rápido possível porque só assim nós iremos para outras empresas ou órgãos públicos ganhando o dobro do salário e sendo valorizados de verdade e não tratados igual lixo! Aí depois da privatização eles podem contratar quantos terceirizados quiserem ganhando pouco e sem plano de saúde.
  • Rodrigo  19/03/2018 12:25
    Se está ruim, pede conta. Mas não vem querer nos obrigar a sustentar essa empresa ridícula.
  • Pérsio Sandir D'Oliveira  22/03/2018 19:12
    Prezado Marcelo,
    Não sabia que o salário dos Correios era assim tão baixo. Contudo, o que impede você de procurar OUTRO emprego, que ofereça um salário melhor?
    Cartas, objetos adquiridos pela internet, etc., são extraviados ou chegam com atraso. A EBCT é muito ruim porque não tem concorrência. É preciso ACABAR com o monopólio dos Correios - para ontem. Deixem o setor privado competir em condições de igualdade, o consumidor terá liberdade de escolha. Que vença o melhor serviço!
  • Lucas de Araújo Sousa  23/03/2018 14:54
    No caso de citação, tenho que colocar a obra de onde foi extraída no corpo do texto, ou no rodapé?
  • anônimo  29/03/2018 05:42
    É só colocar 100% das ações da empresa na Bovespa e ponto final. E monopólio se quebra com abertura de mercado à concorrência. O que mais é necessário?
  • Lucas Jeha  30/03/2018 18:02
    Excelente iniciativa! Não apenas é necessário privatizar os Correios, bem como eliminar todos os privilégios fiscais dos quais a empresa goza e findar o monopólio postal! Além disso é preciso urgente que tenhamos uma nova Reforma Trabalhista, desta vez com a total revogação da CLT e a criação de uma nova legislação, onde os trabalhadores tenham mais responsabilidade e liberdade, bem como os empreendedores tenham mais condições para investir sem o sufocamento estatal e gozem de maior proteção contra organismos grevistas!
  • Samuel Buttner S.   03/04/2018 23:36
    Parabéns ao Instituto Mises Brasil por essa ótima iniciativa.
  • PAULO HENRIQUE ALVES FIALH0  25/04/2018 01:46
    acho um absurdo ter que pagar 20 reais por uma encomenda que ainda vai demorar um mes para chegar, não é uma encomenda internacional, privatiza essa lixeira, estamos cansado de sermos refens dessa porcaria estatal
  • Guri  25/04/2018 14:31
    O Brasil é o país da burocracia, dos cartórios e dos processos judiciais.
    E não é só na área de entregas. Tente abrir uma empresa de telefonia e de internet legalmente, nem as gigantes Vodafone e AT&T conseguiram entrar aqui na década passada.
    A Ambev é gigantesca por um único motivo e não é porque suas cervejas são gostosas.

    epoca.globo.com/brasil/noticia/2017/07/como-os-correios-criaram-uma-maquina-de-acoes-judiciais-para-manter-monopolio.html
  • Equipe IMB  08/05/2018 22:21
    Eis o RESULTADO FINAL:

    1º lugar: Daniel Bastos Gasparotto

    2º lugar: Marcelo de Arruda

    3º lugar: Odair Desters

    4º lugar (menção honrosa): Francisco Martins Loenert


    Entraremos em contato brevemente
  • Libertariozinho  10/05/2018 18:10
    Onde foi feita a divulgação dos artigos?
  • Leitor  10/05/2018 18:45
    Como assim? Sei que o resultado final foi lido ao vivo no Facebook, anteontem, às 19h.
  • Marcelo Ferreira  04/06/2018 13:20
    IMB, quando os artigos serão disponibilizados para leitura?
  • RODRIGO  15/05/2018 12:24
    Quando poderemos ler os artigos?
  • Carlos Junior  09/06/2018 17:26
    Também quero ler os artigos ...
  • anônimo  18/06/2018 00:56
    Na próxima edição da Revista Mises.
  • JK  25/05/2018 00:02
    Na minha sincera opinião, esse tipo de tema é muito simples que nem precisava de concurso.

    Correios, assim como Telecomunicações, são setores que não trabalham com recursos finitos como a Petrobrás. Se o governo privatizar os Correios, pode entregar a empresa 100% pra uma única pessoa que não vai ter nenhum problema de monopólio se abrir o mercado para concorrência interna e externa.

    Mas esse caso dos Correios não é o mesmo caso da Petrobrás. A Petrobrás detém 98% da gasolina brasileira. Se privarizar uma empresa assim, entregará o monopólio da gasolina para uma única empresa.
    A solução é fragmentar a empresa (suas jazidas e refinarias) e vender cada pedaço para diferentes compradores. Além claro, de abrir o mercado para a gasolina estrangeira sem impostos.

    No aguardo da criação do concurso do tema "como privatizar a Petrobrás".
  • Marcelo Ferreira  16/07/2018 14:38
    Quando os artigos serão disponibilizados para leitura?
  • Marcelo O Violato  04/08/2018 18:07
    Parabéns pela iniciativa dos patrocinadores e pela participação, isso é importante para o país.
    É possível ler os artigos dos ganhadores?
  • Diego  22/08/2018 21:58
    Verdade seja dita estão falando de livre concorrência, aí vai ter preços melhores,
    Aiai, quantas vezes já comprei no mercado livre, paguei a taxa de transporte, na pra da entrega alguma vezes era o correio e outras entregadores particulares. Detalhe o frete foi o mesmo valor tanto pro serviço econômico tanto pro expresso
  • Demolidor  23/08/2018 02:38
    Acredito que pela maneira como você escreveu, você não seja fluente em português. Sugiro que coloque a página para traduzir para a língua que você fala, para que possa entender a diferença de valor do frete entre as várias modalidades de entrega.


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