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Prepare-se para o resfriamento global

A notícia potencialmente mais explosiva das últimas décadas, que pode abalar indelevelmente as fundações da comunidade científica, segue sendo cuidadosamente desprezada pela grande mídia - que compreensivelmente será desmoralizada caso tudo se confirme verdade.

Que notícia é essa? 

Hackers invadiram os computadores da Universidade East Anglia - um dos (pelo menos até hoje) mais respeitados centros mundiais de estudo climatológicos, e cujos estudos não poupam palavras para dizer que o aquecimento global é causado pelo homem - e obtiveram acesso a mais de 6 mil e-mails trocados entre os cientistas especializados em clima de todo o mundo.

O conteúdo dos e-mails é, no mínimo, pateticamente engraçado - para não dizer trágico - e pode ser visto com mais detalhes no blog do jornalista James Delingpole, do Telegraph britânico.

As mensagens sugerem - de modo obscenamente explícito - que houve manipulação de dados, conspirações, maquinações para se exagerar aqueles dados que indicassem aquecimento, destruição ilegal de informações que negassem o aquecimento, resistência organizada a qualquer tipo de exposição, confissões privadas de incoerências em seus modelos e em suas afirmações públicas, e muito mais.

Os e-mails também revelaram como essa gente trata os "adversários" que não creem na tese do aquecimento global antropogênico (causado pelo homem): uns confessam sua vontade de "encher de porrada" o cientista Pat Michaels, notório cético aquecimentista; outros se regozijam ao saber da morte de John Daly, um dos primeiros cientistas a pôr em cheque a veracidade das teses aquecimentistas e fundador do website Still Waiting For Greenhouse (Ainda Esperando a Estufa).

Para quem é proficiente em inglês, vale a pena ler o texto do jornalista do Telegraph, que transcreve as mensagens que denotam (1) manipulação de evidências, (2) dúvidas sobre se o mundo está realmente ficando mais quente, (3) supressão de evidências, (4) fantasias de violência contra os céticos, (5) tentativas de ocultar a verdade inconveniente sobre o aquecimento havido durante a era medieval, e, talvez a mais séria de todas, (6) como criar um clima científico no qual todo aquele que demonstrasse dúvidas sobre o aquecimento global fosse visto como um maluco indigno de atenção.

Por que isso é importante?  Porque o ambientalismo é a última e mais poderosa cartada dos anticapitalistas.  Como o capitalismo não tem substitutos no campo econômico - algo que, aliás, Ludwig von Mises já havia explicado ainda em 1920 -, só resta aos seus inimigos tentarem combatê-lo no campo das emoções. 

E nada suscita mais comoção do que evocar os possíveis "danos planetários" que o capitalismo legará às futuras gerações. (Embora, ao menos no Brasil, esse povo obsequioso esteja muito mais preocupado em proteger o macuquinho-da-várzea, o curiango-do-banhado, o papa-formigas-de-topete-branco, o piraputanga, o rapazinho-carijó, o papagaio-do-peito-roxo, as tartarugas e o jacaré-do-peito-amarelo do que em ajudar os indigentes que precisam de capitalismo em larga escala para poder melhorar suas condições de vida.)

Assim, para o bem das espécies, o ser humano precisa ser convencido de que usar mais do que dois quadradinhos de papel higiênico após suas necessidades irá causar um arrasador aumento de 30 centímetros no nível dos oceanos, pondo um fim no bioma mundial.

Resfriamento global

Mas, não bastasse todo esse pastelão, avolumam-se as evidências de que haverá, ao contrário do que se imagina, um resfriamento global no futuro próximo, fenômeno muito pior do que o aquecimento.  Se houvesse aquecimento, a agricultura e as colheitas conseguiriam se adaptar; no caso do resfriamento, sem chances.

O cientista russo Habibullo Abdussamatov, chefe do laboratório de pesquisa espacial do Observatório Pulkovo e chefe do projeto Astrometria - um projeto conjunto entre a Rússia e a Ucrânia - acaba de publicar um estudo científico intitulado O Sol Define o Clima

O Dr. Abdussamatov é também citado no relatório do Senado americano que aponta que mais de 700 cientistas internacionais discordam da tese de que o aquecimento global é causado pelo homem.

Vale a pena citar trechos do seu estudo.

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O SOL DEFINE O CLIMA

Principais excertos: observações do sol mostram que, quanto ao aumento da temperatura terrestre, o dióxido de carbono "não é o culpado".  E em relação às décadas vindouras, o que teremos não será um aquecimento catastrófico, mas sim uma queda  muito prolongada da temperatura global. [...] Ao longo da última década, a temperatura global na Terra não aumentou; o aquecimento global cessou e já há sinais da futura e profunda queda da temperatura.  [...] Conclui-se que o aquecimento teve uma origem natural, que a contribuição do CO2 para tal fenômeno foi insignificante, que o aumento antropogênico na concentração do dióxido de carbono não serve como explicação para o fenômeno e que, no futuro próximo e previsível, o CO2 não será capaz de provocar um aquecimento catastrófico.  O chamado efeito estufa não impedirá o início do próximo ciclo de quedas profundas na temperatura, o 19º dos últimos 7.500 anos, que inevitavelmente se segue aos períodos de aquecimento natural. [...] O que temos de temer é uma enorme queda de temperatura - e não um catastrófico aquecimento global.  A humanidade terá de sobreviver às sérias consequências econômicas, sociais, demográficas e políticas de uma queda global da temperatura, algo que irá afetar os interesses nacionais de quase todos os países e de mais de 80% da população da Terra.  Uma queda profunda na temperatura é uma ameaça consideravelmente maior à humanidade do que um aquecimento.  Entretanto, uma previsão confiável do momento do início e da profundidade da queda global da temperatura tornará possível ajustar com antecedência a atividade econômica da humanidade, de modo a atenuar consideravelmente a crise. 

Excertos: Especialistas das Nações Unidas dizem, em seus relatórios rotineiros, que os dados mostram que a Terra está se aproximando de um catastrófico aquecimento global, causado pelas crescentes emissões de dióxido de carbono na atmosfera.  Entretanto, observações do sol mostram que, quanto ao aumento da temperatura terrestre, o dióxido de carbono "não é o culpado".  E em relação às décadas vindouras, o que teremos não será um aquecimento catastrófico, mas sim uma queda  muito prolongada da temperatura global.

A vida na terra depende completamente da radiação solar, que é a fonte suprema de energia para os processos naturais.  Por muito tempo imaginou-se que a luminosidade do sol nunca se alterava - e por essa razão a quantidade de energia solar recebida por segundo sobre um metro quadrado acima da atmosfera e à distância da Terra ao Sol (149.597.892 km) foi chamada de constante solar.

Até 1978, mensurações precisas do valor da irradiação solar total (IST) não estavam disponíveis.  Mas de acordo com dados indiretos - a saber, as grandes variações climáticas existentes na Terra em milênios recentes - deve-se duvidar da invariância desse valor.

Em meados do século XIX, um astrônomo alemão - Heinrich Schwabe - e um suíço - Rudolf Wolf - determinaram que o número de manchas sobre a superfície do sol muda periodicamente, diminuindo de um máximo para um mínimo e então voltando a crescer novamente - tudo durante um período de tempo de 11 anos.  Wolf criou um índice ("W") do número relativo de manchas solares, computado como sendo a soma de 10 vezes o número de grupos de manchas mais o número total de manchas em todos os grupos. 

Esse número tem sido mensurado regularmente desde 1849.  Baseando-se no trabalho de astrônomos profissionais e nas observações de amadores (que são de confiabilidade incerta), Wolf desenvolveu uma reconstrução dos valores mensais desde 1749, bem como dos valores anuais desde 1700.  Hoje, a reconstrução desta série temporal se estende até 1611.  Ela tem um ciclo de recorrência de 11 anos, bem como outros ciclos relacionados ao início e ao desenvolvimento de grupos de manchas solares individuais: mudanças na fração da superfície solar ocupada pelas fáculas (granulações luminosas nas vizinhanças das manchas solares), a frequência das protuberâncias e outros fenômenos na cromosfera solar e na corona (círculo luminoso em volta do Sol).

Analisando um longo histórico dos números das manchas solares, o astrônomo inglês Walter Maunder, em 1893, concluiu que, de 1645 a 1715, praticamente não existiram manchas solares - período esse que ficou conhecido como o Mínimo de Maunder.  Em um período de trinta anos após o Mínimo de Maunder, os astrônomos da época contaram apenas 50 manchas.  Normalmente, durante esse período de tempo, por volta de 50.000 manchas solares deveriam aparecer.  Hoje, já foi estabelecido que tais mínimos ocorreram repetidamente no passado.  Também é sabido que o Mínimo de Maunder acompanhou a fase mais fria de um declive da temperatura global, mensurada fisicamente na Europa e em outras regiões - sendo o declive mais severo ocorrido em vários milênios - que se estendeu do século catorze até o século XIX (hoje conhecido como a Pequena Idade do Gelo).

A busca por uma relação entre as grandes variações climáticas e os fenômenos observados no sol gerou um interesse em se descobrir uma conexão entre os períodos de mudança no clima terrestre e as mudanças correspondentes e significativas observadas no nível da atividade solar, pois o número de manchas solares é o único índice que tem sido mensurado ao longo de um grande período de tempo.

O papel determinante do sol nas variações climáticas da Terra

A Terra, após receber e armazenar uma quantia anormalmente alta de energia térmica ao longo do século XX, começou a partir da década de 1990 a devolver gradualmente essa energia.  As camadas superiores dos oceanos - de modo completamente inesperado pelos climatologistas - começaram a resfriar em 2003.  O calor acumulado pelos oceanos infelizmente começou a se esvaecer.

Ao longo da última década, a temperatura global na Terra não aumentou; o aquecimento global cessou e já há sinais da profunda queda de temperatura que está por vir (figuras 7 e 11). 

fig 7.jpg

fig11.jpg

Entrementes, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera ao longo desses anos cresceu mais de 4%, e em 2006 muitos meteorologistas previram que 2007 seria o ano mais quente da última década.  Isso não ocorreu e, pela teoria, a temperatura global da Terra teria de ter aumentado pelo menos 0,1 grau caso dependesse da concentração de dióxido de carbono.  Conclui-se que o aquecimento teve uma origem natural, que a contribuição do CO2 para tal fenômeno foi insignificante, que o aumento antropogênico na concentração do dióxido de carbono não serve como explicação para o fenômeno e que, no futuro próximo e previsível, o CO2 não será capaz de provocar um aquecimento catastrófico.  O chamado efeito estufa não impedirá o início do próximo ciclo de quedas profundas na temperatura, o 19º dos últimos 7.500 anos, que inevitavelmente se segue aos períodos de aquecimento natural.

A terra não mais está ameaçada pelo catastrófico aquecimento global previsto por alguns cientistas; o período de aquecimento já passou pelo seu pico, que se deu durante o período 1998-2005, ao passo que o valor da IST entre julho e setembro do ano passado já havia declinado para 0,47 W/m2 (Figura 1 o pdf.).

fig 1.jpg

Durante vários anos - até o início, em 2013, de uma constante queda na temperatura - em uma fase de instabilidade, a temperatura irá oscilar ao redor do máximo que já foi atingido, sem mais aumentos substanciais.  Mudanças nas condições climáticas ocorrerão de forma desigual e irregular, dependendo da latitude.  Uma queda de temperatura, no mais mínimo grau, afetaria as regiões equatoriais e influenciaria fortemente as zonas de clima temperado.  As mudanças trarão consequências muito sérias, e é necessário que as preparações comecem de imediato, uma vez que praticamente não há tempo disponível.  A temperatura global da Terra começou seu decréscimo sem que tenha havido limitações no volume de emissões de gases causadores do efeito estufa por parte dos países desenvolvidos; portanto, a implementação do Protocolo de Kyoto, que visa a salvar o planeta do efeito estufa, deveria ser adiado em pelo menos 150 anos.

Consequentemente, o que temos de temer é uma enorme queda de temperatura - e não um catastrófico aquecimento global.  A humanidade terá de sobreviver às sérias consequências econômicas, sociais, demográficas e políticas de uma queda global da temperatura, algo que irá afetar os interesses nacionais de quase todos os países e de mais de 80% da população da Terra.  Uma queda profunda na temperatura é uma ameaça consideravelmente maior à humanidade do que um aquecimento.  Entretanto, uma previsão confiável do momento do início e da profundidade da queda global da temperatura tornará possível ajustar com antecedência a atividade econômica da humanidade, de modo a atenuar consideravelmente a crise.

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Mais links relacionados (e que você não vai ver na grande mídia):

UN Fears (More) Global Cooling Commeth! IPCC Scientist Warns UN: We may be about to enter 'one or even 2 decades during which temps cool' - September 4, 2009

Flashback: 'Sun Sleeps': Danish Scientist declares 'global warming has stopped and a cooling is beginning...enjoy global warming while it lasts' - Sept. 2009

Climate Fears RIP...for 30 years!? - Global Warming could stop 'for up to 30 years! Warming 'On Hold?...'Could go into hiding for decades' study finds - Discovery.com - March 2, 2009

Paper: Scientific evidence now points to global COOLING, contrary to UN alarmism

Meteorologist: 'Global cooling in its 8th year, declining ocean heat content, sea level rises slowed or stopped, sun in a deep slumber' - April 30, 2009

Geologist: 'Records of past natural cycles suggest global cooling for first several decades of the 21st century to about 2030' - June 5, 2009

Astronomers: 'Sun's output may decline significantly inducing another Little Ice Age on Earth' - August 15, 2009

Indian Geologist Dissents — launches website: 'Enjoy Global Warming: Its natural' - Sept. 2009

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Observação: não é a toa que os mais espertos, vendo o tamanho do furo no casco do navio, já começaram a correr para o bote salva-vidas.

Assim, houve uma mudança de discurso: não se fala mais em 'Aquecimento Global'; a moda agora é "Mudança Climática".  Desta forma, de um jeito ou de outro, eles sempre estarão certos.

Não se pode negar a esperteza, a flexibilidade e a capacidade de autoadaptação dos próceres do movimento.


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autor

Equipe IMB

  • Fernando Chiocca  27/11/2009 11:04
    Dando prosseguimento a observaão, incluo aqui a observação de Schumpeter em Capitalismo Socialismo e Democracia, que declarou:

    "-...assim também será julgado o capitalismo perante juízes que já trazem a sentença de morte no bolso do colete. Aplicarão a sentença, seja qual for a defesa. O único êxito que a defesa pode conseguir é uma modificação das acusações."
  • Helio  27/11/2009 13:10
    Os opositores à tese do texto utilizarão cada vez mais a expressão "mudança climática" em lugar de "aquecimento global". Mera tentativa de requentar uma tese crescentemente desacreditada...
  • Eduardo Li  27/11/2009 14:43
    aquecimento goblal é um embuste patife criado pelas nações ocidentais para tentar sabotar o ritmo industrial chinês. O alvo mais especifico, é a industria automotica chinesa.
    É a velha história, "o fraco na coragem, é forte na esperteza"...
  • L. Nutels  27/11/2009 16:10
    Bem que Alex Jones disse. O Global Warming tem função de:\n\na)Refrear o crescimento chinês\nb)Tirar o foco das questões de real importância\nc)Taxação mundial\nd)Internacionalizar a Amazônia (exagero?! talvez!)\n\nassitam:\n. The Obama Deception\n. The Great Global Warming Swindle\n\n\n
  • Rogério  27/11/2009 23:47
    O que vocês tem a dizer sobre o tal do buraco na camada de ozônio? Ele existe mesmo? Dizem que o CO2 ajuda a aumentar o buraco tambem - em menor grau que os CFC's.
  • Leandro  28/11/2009 03:06
    Pois é, Rogério. "Dizem"...

    E eles "dizem" tanta coisa...

    Até o dia em que se descobre que o que eles dizem em público é o oposto daquilo que comentam em privado.

    Se existe de fato o tal buraco? Não tenho a menor a ideia. E a julgar pelas últimas revelações, creio que ninguém tenha ao certo.
  • Rafael Crivelli  28/11/2009 14:20
    Além da manipulação de dados, outro fato que ajudou bastante na disseminação da teoria do aquecimento global foi a manipulação de conceitos. Simplesmente transformaram o crescente fenômeno das ilhas de calor nas grandes cidades para convencer as pessoas, afinal elas sentem que "realmente" está ficando mais quente, como de fato está. Mas este é um fenômeno isolado, devido à absorção de calor pelo asfalto, concreto e aço, que foi utilizado para alarmar o mundo sobre o aquecimento catastrófico e irreversível, entre outras artimanhas. L. Nutels já disse os motivos aqui acima.
  • Mujo  28/11/2009 15:17
    isso tudo é pra legitimarem uma taxa para todos os países, e implementar uma moeda mundial sob o controle deles.\n\nfaz parte do plano do governo mundial, que já foi descaradamente citado por alguns deles:\n\n "We shall have world government, whether or not we like it. The question is only whether world government will be achieved by consent or by conquest." - James Warburg (Feb. 17, 1950, to the United States Senate Committee on Foreign Relations)
  • Angelo Viacava  28/11/2009 19:03
    Não são coisas que estão em discussão. Buraco na camada de ozônio, efeito estufa, etc. São idéias dominadoras que estão tomando conta de nossas mentes cotidianamente. Quase tudo no mundo é questão de convencimento. Alguém convence-se de que determinado fato possa ser verdade, e simplesmente, para este indivíduo, passa a ser assim. O que ocorre é que os convencimentos de hoje são embasados em gigantescas mentiras, falta de conteúdo, de concisão, de todo e qualquer conceito filosófico que diga respeito à busca da verdade. Simplesmente afastamo-nos desta busca por comodismo, preguiça, ou conveniência. Não é porque uma minoria barulhenta disfarçada de maioria decide sobre algo que eu deva aceitá-lo como dogma. Simplesmente vejo em mim mesmo que é possível discordar, duvidar, questionar, sobre quase todos os assuntos em pauta hoje em dia. Porque busco a verdade, não que a encontre, mas simplesmente não me contento com a primeira impressão. Este aquecimento global, tão lucrativo para meia dúzia, já estava cansando há muitos anos, pois era sabido inverossímil. A liberdade individual na busca da verdade, através de fatos e não de boatos, daria-nos grandeza de reais seres humanos independentes, vivendo uma vida muito melhor porque mais livre. Simples assim.
  • Nitzan  29/11/2009 10:50
    E o que dizer da Groelândia,que teve grande parte de suas geleiras derretidas nos últimos tempos???

    Antes de dar créditos a um dos lados, continuarei pesquisando...
  • Leandro  29/11/2009 12:19
    E o que dizer da mesma Groelândia, cujo nome original - Terra Verde, em dinamarquês - remete à época em que aquele lugar era bem arborizado e coberto de vegetações, antes de ser congelado durante a Pequena Era Glacial? Aliás, período esse que, em termos históricos, perdura por lá até hoje? Como você bem disse, é bom continuar pesquisando.
  • Bruno  29/11/2009 13:41
    Pô Leandro, vocês acham ruim os ambientalistas, mas vocês são fanaticamente anti-ambientalistas.\nAs mudanças climáticas naturais não acontecem no espaço de 100 ou 500 anos. São eventos longos. E as ilhas de calor nas grandes cidades são um dos efeitos. A temperatura média está subindo mesmo e sendo em espaços tão curto, está claro que é obra humana.
  • Leandro  29/11/2009 14:05
    Bruno, não é isso o que aponta o relatório. Aliás, ele aponta o exato oposto. Você pode tentar refutá-lo, mas para isso vai precisar de mais do que essas afirmativas desconexas exsudando esse ar de superioridade.
  • Guilherme Inojosa  29/11/2009 14:34
    Nitzan, só me explica uma coisa: Se o mundo todo está aquecendo, por que o número de ursos polares está crescendo? Isso é meio estranho, já que com o aquecimento eles seriam os maiores ameaçados.\n\nhttp://www.nationalpost.com/news/story.html?id=1ea8233f-14da-4a44-b839-b71a9e5df868
  • L. Nutels  29/11/2009 20:09
    É imporante frizar o potencial de filmes/documentários que firmaram o "perverso" pensamento ambiental: a)A inconvenient truth b)HOME c)Last Hour | Principalmente o filme do Al Gore que é repleto de equívocos. Quem conhece a esfera de amizades dele deve ter idéia do que tá por trás. O aquecimento é algo natural, assim como a era glacial. O mundo é instável, nada é constante.
  • Santiago Staviski  29/11/2009 22:42
    Segundo o Prof. Dr. L. C. Molion, professor de meteorologia da UFAL, o que existe na camada de ozônio não é um buraco, e sim uma anomalia, que sempre existiu, independente da ação do homem, e independente do CFC. Diz ele que o jogaram a culpa no CFC por causa de royaltys e interesses economicos.
  • Bruno  29/11/2009 23:56
    Se esse discurso patético continuar, não vou me surpreender com descuido com o descarte decente de resíduos, com contaminação de aguá potável, desperdício de energia, com parada brusca de pesquisa em melhor eficiência energética.\nE não vou me surpreender com um novo equilíbrio ecológico. E nem me surpreender com a possibilidade das pessoas não suportar viver nesse novo equilíbrio.
  • L. Nutels  30/11/2009 02:04
    É fato que existe o problema ambiental. Cabe discernir o que é real e o que é fantasioso. Não acho que as pessoas que se posicionam contra o Global Warming devem ser tachadas de anti-ecológicas. A água é escassa, áreas imensas são desmatadas todos os dias, águas são poluídas...\n\nÉ lamentável que algumas palavras às vezes fiquem isoladas das idéias, impedindo que as pessoas pensem o real significado destas.\n\n1)Globalização\n2)Internet\n3)Bug do Milênio\n4)Terrorismo\n5)'SUSTENTABILIDADE'
  • Fernando Chiocca  30/11/2009 15:06

    Lindzen Presentation on Global Warming

    by Stephan Kinsella on November 30, 2009

    in Mises Blog Posts, Tech-Geek

    An acquaintance passed on to me this PDF file of a Powerpoint presentation on global warming by MIT Professor Richard S. Lindzen. As my friend said, "it is a powerful rebuttal to those who are sure that humans are causing global warming." The file is: http://www.stephankinsella.com/wp-content/uploads/texts/lindzen-rockhurst-2009.pdf
  • Julio Z.  12/12/2009 00:52
    Agora estão correndo pra Copenhague pra fechar um acordo sobre o argumento do CO2. Quando estiver em pratica tal acordo e as temperaturas caírem... os políticos envolvidos serão herois.
  • Isaias Barbosa  09/02/2012 08:46
    Frio glacial e neve deixam mais de 500 mortos na Europa

    Frio glacial, fortes tempestades de neve e ventos violentos continuam nesta quinta-feira na Europa e podem se agravar ainda mais neste fim de semana, enquanto a onda de frio já matou mais de 500 pessoas em pouco mais de dez dias.
    -
    Na Ucrânia, onde as temperaturas podem chegar a -30°C no final de semana, as autoridades pararam de dar novos registros diários sem explicação. A Ucrânia até terça-feira, quando foi divulgado o último registro oficial, era o país da Europa mais afetado com 135 mortes (112 mortes causadas diretamente pelo frio).
    O Estreito de Kerch, que liga o Mar Negro ao Mar de Azov, continua completamente congelado. Cerca de 130 barcos estão presos e não podem ser retirados pelo quebra-gelo por causa do mau tempo.

    Na Polônia, apesar das temperaturas um pouco mais amenas nos últimos dois dias, foram registrados nesta quinta-feira mais três novas mortes por hipotermia, elevando para 77 o número de mortos deste o início da onda de frio. Acrescentam-se a este registro cinquenta mortes ligadas a aquecedores defeituosos, que provocaram asfixia por monóxido de carbono e incêndios. Em uma cidade do norte, a polícia repreendeu motociclistas que circulavam em lagos congelados para filmar e colocar na internet.

    Na Rússia, o frio matou pelo menos 110 pessoas neste ano, 46 só em fevereiro, segundo o Ministério da Saúde, que não informou se os mortos foram registrados na parte europeia ou asiática do país. O frio matou igualmente 23 pessoas na Lituânia, 10 na Letônia e uma na Estônia.

    Na República Checa, um sem-teto morreu de hipotermia na quarta-feira em Kolin (60 km de Praga), elevando o número de mortos para 25. Para este fim de semana são esperadas temperaturas de -40°C nas montanhas e -25°C em Praga.

    noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5603423-EI294,00-Frio+glacial+e+neve+fizeram+mais+de+mortes+na+Europa.html
  • Leandro  09/02/2012 09:15
    Era mais legal falar contra essa palhaçada de aquecimento global na época em que toda a mídia e todo o establishment acadêmico ainda acreditavam religiosamente nesta charlatanice. Mas agora que ficou difícil encontrar algum bobo alegre que ainda acredite nisso, a coisa perdeu a graça. Debater aquecimento global ficou tão emocionante quanto chutar cachorro morto. Keynesianos e marxistas são mais desafiadores do que aquecimentistas.
  • Hay  09/02/2012 09:36
    A moda agora não é falar em aquecimento global, mas em "mudanças climáticas". Esse termo é muito mais cômodo, pois pode ser utilizado como coringa em qualquer discussão. Afinal, com ele você não precisa se preocupar com coerência na sua argumentação. Basta citar exemplos diversos de mudanças climáticas que porventura ocorram no mundo.
  • Tiago RC  10/02/2012 03:29
    Acho que você está cantando vitória um pouco cedo demais, Leandro... ao menos pelo que eu vejo, a maldita ideia de subsidiar "fontes renováveis de energia" como alternativas aos malvados "combustíveis fósseis" está longe de morrer, pelo contrário.

  • Maurício  11/09/2013 16:19
    Essa vale a pena, pois é engraçadíssima:

    Em 2007, a BBC previu que o ártico estaria sem gelo nenhum durante o verão de 2013, por causa do aquecimento global.

    Chegou o verão de 2013 e constatou-se que a extensão da camada de gelo no ártico bateu todos os recordes. KKK!

    And now it's global COOLING! Record return of Arctic ice cap as it grows by 60% in a year

    Almost a million more square miles of ocean covered with ice than in 2012

  • Tiago RC  12/09/2013 09:48
    haha, genial essa notícia!
  • Dw  30/09/2013 16:01
    E vejam, em meados de julho deste ano (2013), nevou aqui na minha região (Blumenau), algo que a pricípio, não ocorria a mais de 30 anos. Aonde está o aquecimento global?
  • Emerson Luis, um Psicologo  09/04/2014 19:48

    Merece desconfiança uma suposta verdade que precisa ser escoltada por tantas mentiras.

    * * *
  • Fernando Medeiros  22/06/2015 03:33
    Excelente artigo. Foi o Olavo de Carvalho que me recomendou esse artigo.
  • Douglas  13/06/2016 21:17
    Qual será a nova desculpa dos "aquecimentistas"?

    ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2016-06-13/florianopolis-registra-maior-frio-em-junho-dos-ultimos-115-anos.html

    www.bbc.com/portuguese/geral-36505072


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