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Como o desarmamento se transformou em um instrumento de tirania na Venezuela
Os venezuelanos estão indefesos contra um governo que destruiu suas liberdades civis e econômicas

Estaria a Venezuela pagando o preço do desarmamento?

A natureza horrenda do colapso econômico da Venezuela já foi coberta ad nauseam por todos os veículos de comunicação. Entretanto, um aspecto da crise venezuelana que não recebe muita cobertura da mídia é o desarmamento da população imposto pelo governo.

A rede Fox News recentemente publicou um excelente artigo ressaltando o arrependimento dos venezuelanos em relação às políticas de desarmamento que o governo da Venezuela implantou em 2012. Eis alguns trechos.

Venezuelanos se arrependem de terem entregado suas armas ao governo

Cúcuta, fronteira da Colômbia com a Venezuela — À medida que a Venezuela sucumbe à ditadura socialista de Nicolás Maduro, cidadãos expressam seu lamento pelo dia em que foram forçados a entregar suas armas em razão da dura legislação implantada no país.

"Armas teriam servido como um pilar vital para manter o povo livre, ou pelo menos capaz de lutar", disse Javier Vanegas, professor de inglês venezuelano exilado no Equador. "As forças de segurança do governo, no início deste desastre, sabiam que não teriam uma real resistência à sua força. Quando as coisas ficaram realmente ruins, tornou-se evidente que a medida foi uma clara declaração de guerra contra uma população desarmada."

Sob o comando do então presidente Hugo Chávez, o Congresso venezuelano aprovou, em 2012, a "Lei do Controle de Armas, Munições e Desarmamento", cujo objetivo explícito era "desarmar todos os cidadãos". A posse de armas no país foi totalmente proibida. A lei entrou em vigor em 2013, proibindo por completo as vendas de armas e munição — exceto para entidades do governo.

Inicialmente, Chávez promoveu um programa de anistia, com meses de duração, estimulando os venezuelanos a trocarem suas armas por eletrodomésticos. Naquele ano, houve apenas 37 registros de entregas voluntárias de armas, sendo que a maioria das armas obtidas pelo governo — mais de 12.500 — foi na base da força.

Em 2014, já com Nicolás Maduro no poder, o governo investiu mais de US$ 47 milhões para impingir o desarmamento — o que inclui espetáculos públicos grandiosos de tratores destruindo armas em praças públicas.

Apenas podem ser proprietários de armas na Venezuela membros do governo. A restrição é tão abrangente que até mesmo estilingues e armas de pressão (airsoft) só podem transitar nas mãos dos agentes estatais, segundo informou um ex-vendedor de armas venezuelano, que hoje vende apenas produtos de pesca após a política desarmamentista do governo ganhar corpo.

A pena por vender ou possuir armas é de 20 anos de cadeia. [...]

Desde abril de 2017, quase 200 manifestantes pró-democracia na Venezuela — armados principalmente com pedras — foram mortos a tiros pelas forças do governo. [...]

"A Venezuela mostra como pode ser fatal os cidadãos serem privados dos meios de resistir às depredações de um governo criminoso", disse David Kopel, analista político e diretor de pesquisa do Independence Institute e professor adjunto de Direito Constitucional Avançado da Universidade de Denver. "Os governantes venezuelanos — assim como seus semelhantes cubanos — aparentemente veem a posse de armas pelos cidadãos como um grande risco para a perpetuação do monopólio comunista do poder".

Obviamente, o pretexto da legislação do desarmamento foi a "segurança da população", "a redução da criminalidade" etc. A realidade, no entanto, é que cidadãos desarmados são presas fáceis e oferecem uma resistência menor àquele que detém o monopólio das armas: o estado.

O governo venezuelano é hoje um dos mais tirânicos do mundo, com um comprovado histórico de violação das mais básicas liberdades civis, o que inclui proibir a liberdade de expressão e a imprensa livre, destruir a moeda nacional, confiscar a propriedade privada, e criar todos os tipos de controles econômicos que destroem a produtividade do país.

As eleições se mostraram totalmente inúteis, pois sempre foram repletas de denúncias de fraude, corrupção e manipulações do governo. Para muitos, pegar em armas era a única opção que restava para que o país se livrasse de seu governo tirânico. Entretanto, o governo venezuelano foi muito bem-sucedido em impedir essa insurreição popular ao aprovar e impingir o draconiano desarmamento da população, o qual será detalhado abaixo.

Nunca houve uma tradição pró-armas na Venezuela

Historicamente falando, a Venezuela nunca teve um robusto histórico de posse de armas, ao contrário da população americana. A ausência dessa tradição, e até mesmo a ausência de uma vigilância do povo sobre o monopólio governamental das armas, é um vestígio de seu legado colonial.

Seus conquistadores espanhóis não possuíam a cultura política da propriedade civil de armas de fogo. Durante a era colonial, eram majoritariamente os militares e a nobreza proprietária de terras que possuíam armas de fogo. Essa tradição se manteve mesmo após os países latino-americanos se tornarem independentes da Espanha nos anos 1820.

No século XX, a situação piorou, e a Venezuela iniciou suas primeiras tentativas de "modernizar" sua política desarmamentista. Em 1939, o governo venezuelano implantou a Ley de Armas y Explosivos, a qual estabelecia o monopólio estatal sobre o uso de armas de fogo. O estado passava a ser a única entidade que poderia possuir "armas de guerra", as quais incluíam desde canhões, rifles, morteiros, metralhadoras e sub-metralhadoras até carabinas, pistolas e revólveres. Os civis podiam possuir rifles calibre .22 e espingardas. Em certas circunstâncias específicas, eles podiam ter revólveres, desde que obtivessem uma licença para isso.

O papel das idéias progressistas na consolidação do estatismo venezuelano

Idéias importam. Idéias têm poder.

Não é surpresa nenhuma que a Venezuela tenha embarcado nesta aventura desarmamentista no final da década de 1930. [N. do E.: "coincidentemente", foi quando Getúlio Vargas também iniciou o desarmamento no Brasil]. Este foi um período em que o estatismo estava em voga em todo mundo, como pode ser comprovado pela ascensão do fascismo e do comunismo na Europa, e do New Deal nos EUA.

Com efeito, foi exatamente durante o New Deal que o governo americano fez sua primeira investida na seara do controle de armas com a aprovação do National Firearms Act (que aumentava impostos sobre a manufatura e transferência de determinadas armas, e exigia seu registro junto ao governo), em 1934.

Não obstante suas políticas desarmamentistas, a Venezuela ao menos ainda mantinha uma certa restrição ao envolvimento do governo na economia. Isso durou até o início da década de 1970.

A estatização de toda a indústria petrolífera na década de 1970 e as subsequentes recessões das décadas de 1980 e 1990 abalaram as bases institucionais da Venezuela. Consequentemente, o país se tornou propício para ser tomado por demagogos.

A agenda anti-armas de Hugo Chávez

Quando o socialista Hugo Chávez assumiu o poder, em 1999, as anteriores leis desarmamentistas da Venezuela não apenas foram mantidas intactas, como ainda foram expandidas. O artigo 234 da atual Constituição venezuelana (a 26ª da sua história) manteve o monopólio das armas de fogo com o estado e colocou as Forças Armadas como a entidade responsável por regular todas as armas de fogo no país.

Em 2002, o governo venezuelano aprovou a primeira versão da Lei do Controle de Armas, Munições e Desarmamento, reforçando o férreo controle estatal sobre as armas no país. Uma década depois, a lei foi modificada para aprofundar e expandir o escopo do desarmamento, entregando às Forças Armadas o poder exclusivo de controlar, registrar e confiscar as armas.

Sob a justificativa de estar combatendo a criminalidade, o governo venezuelano finalmente implantou a proibição total de toda a venda de armas e munições em 2012 [N. do E.: com o entusiasmado apoio da Viva Rio, vale ressaltar].

Como outros episódios de desarmamento, tal medida se comprovou completamente fútil na redução da criminalidade. De acordo com as estatísticas do Observatório da Violência venezuelano, a taxa de homicídios do país disparou de 73 assassinatos por 100.000 pessoas em 2012 para 91,8 assassinatos por 100.000 pessoas em 2016.

Desarmamento: transformando os cidadãos em reféns desarmados

Os venezuelanos estão hoje completamente indefesos contra um governo que diariamente destroça suas liberdades civis e econômicas. Um governo que impede sua liberdade de expressão, que confisca sua propriedade privada, que expropria sua riqueza, que destrói sua moeda e seu poder de compra, que empurra suas mulheres para a prostituição e que literalmente mata a população de fome.

Como se não bastasse, os venezuelanos também têm de lidar com a criminalidade desenfreada e com a constante ameaça dos colectivos, que são as infames unidades paramilitares pró-governo que assassinam pessoas consideradas inimigas do regime.

Embora uma política desarmamentista, por si só, não leve automaticamente para tirania, eventos históricos nos lembram que mesmo intervenções bem-intencionadas feitas por governos anteriores podem ser utilizadas por governos subsequentes para propósitos nefastos. A proibição, o confisco e mesmo a exigência de registro de armas dão ao estado o monopólio prático da violência, desta maneira transformando os cidadãos em meros reféns passivos e indefesos.

Quando a realidade se impõe, uma população desarmada simplesmente não tem nenhuma chance de oferecer resistência a um Leviatã muito bem armado e detentor do monopólio das armas.

Por fim, vale a lição: turbulências políticas e tentações autoritárias podem surgir a qualquer momento e em qualquer país, e os cidadãos têm de ter um meio final de se protegerem caso todas as opções institucionais estejam exauridas. Cidadãos armados impõem um limite natural à tirania do estado.


autor

José Niño
, nascido na Venezuela, faz mestrado na universidade de Fort Collins, Colorado. Já morou no Chile, na Venezuela e nos EUA. Atualmente, ele é analista do Círculo Acton, do Chile.

  • Revoltado  25/01/2019 16:04
    Eis o que todos os desarmamentistas da esquerda-caviar deveriam compreender a respeito, de playboys elitistas a hipsters votantes no PSOL.

    Defender a restrição à uma arma ao cidadão comum é fácil quando se vive em lugares seguros com cercas elétricas, videomonitoramento e portaria treinada e armada.

    Pensariam de modo bem diferente se não tivessem as mesmas regalias...
  • Gato Gordo  25/01/2019 17:03
    Talvez a grande vantagem de se ter uma cultura pró-armas, como nos EUA, é a atitude que ela gera. O cara que decide comprar uma arma para defesa própria pode até não estar pensando em "oferecer resistência" ao governo, mas ele certamente está pensando em duas coisas:

    1. Agora sou capaz de me defender por conta própria.
    2. Não posso confiar no estado para me proteger.

    Esses dois pensamentos são o que os progressistas realmente odeiam.
  • Pedro Henrique Ferreira de Souza  26/01/2019 11:15
    Ou seja, uma independência frente ao Estado.
    Eu sempre pensei nesse contexto, inclusive, até uso essa situação para tentar conversar com os pró-desarmamentistas. É importante um meio de comunicação explorar esse lado, já que as pessoas não costumam olhar o lado indivíduo x Estado.
  • Tarantino  29/01/2019 01:47
    Eles compreendem muitíssimo bem, são mesmo é canalhas.
  • anônimo  25/01/2019 17:07
    De que adianta, você com seu riflezinho, eles vem com um tanque e derrubam tua casa. Ou te matam usando um drone sem você nem ver a cor dele
  • Nulo  25/01/2019 17:11
    Um drone ou um tanque não podem matar o povo todo. A questão não é sair incólume de uma guerra contra o estado, mas resistir o máximo. A palavra heroísmo parece que vai ser a próxima a cair de todos os dicionários de todas as línguas. Os políticos estão cada vez mais brutais, e os civis cada vez mais bundões.
  • Dalton  25/01/2019 17:11
    Não precisa você ter uma metralhadora para impedir uma batida de polícia secreta alguma. Basta um revolver calibre 38 spl. Numa emergência, entre um revólver na mão ou um celular, eu prefiro o revolver na mão.
  • Oliveira  26/01/2019 11:37
    Prova de que é importante o cidadão ter arma é que os que apoiam o ditador estão armados. Primeiro se desarmam todos, depois se identifica os "aliados" e libera para eles. Quando há protestos, esse grupos saem em bandos e matam os que protestam. O governo possa de inocente e ninguém protesta mais. Ou se tira maduro agora, ou cada vez fica mais difícil. Outros ditadores vão o apoiando. China, Rússia, Iran, Cuba. Pobre Venezuela...
  • Victor  25/01/2019 17:12
    Pesquise sobre a guerra de inverno, onde fazendeiros finlandeses derrotaram as tropas soviéticas.
  • cmr  26/01/2019 08:30
    Sobre a guerra de inverno,
    os aviões de guerra soviéticos caíam aos montes sozinhos, os tanques soviéticos iam se desmanchando no caminho.
    Mas ainda assim a Finlândia PERDEU a guerra de inverno, a quantidade venceu a qualidade.

    Sobre a Rússia,
    a Rússia é um país que vive e sempre viveu de muita propaganda, de fato eles tem um tino para isso.
    Tirando os fuzis Kalashinikov nada mais presta, é tudo pura propaganda.

    As baterias anti aéreas S300 e Pantsir na Síria que o digam... A força aérea americana e principalmente a israelense, brinca de bobinho com aquelas tranqueiras caras e inúteis. (já destruíram um monte delas e saíram ilesos)
  • Dedé  07/05/2019 15:50
    O S300 da Rússia está passando vergonha na Síria. A Rússia fala de seus sistemas anti mísseis como se fossem o melhor do mundo, os mesmos não conseguem barrar os caças de Israel em ataques previsíveis, como segurariam um F22 raptor num ataque surpresa?
  • Daniel  25/01/2019 17:17
    Anônimo, um fuzil de assalto custa menos que um smartphone.

    Um drone é caro mas não coleta impostos para auto-pagar sua construção e operação. E um cidadão com um fuzil de assalto não vai pagar caso a merda atinja o ventilador. Simples assim.

    Outra coisa, RPGs, mísseis e "technicals" (canhões leves ou metralhadoras pesadas em pickups) são baratos e efetivos. E vale lembrar que uma insurgência armada NÃO é o equivalente a uma guerra assimétrica país vs. país. Os pró-governo perdem meios (de combate, produção e financiamento) no processo e correm contra o relógio.

    Outra coisa: já checou as condições de defesa das bases aéreas e de tanques do Brasil? Qualquer grupo de insurgentes com fuzis e granadas medianamente treinados toma uma base dessas com um golpe de mão e inutiliza ou captura os equipamentos.
  • anônimo  25/01/2019 17:19
    Os afegãos e vietnamitas conseguiram resistir e vencer os dois maiores exércitos do mundo com armas piores do que dos civis de primeiro mundo.
  • Tarantino  29/01/2019 02:02
    Riflezinho? Nos USA, com US$ 800,00 você compra uma AK-47. Ou seja, com menos do que um salário mínimo.
    Está certo que o estado possui uma quantidade gigantesca de armamentos, mas com uma população armada dessa maneira, certamente iriam pensar duas vezes antes de tomarem atitudes mais drásticas. Afinal, ninguém quer morrer, nem mesmo os soldados.
    Entendeu agora o porquê do desarmamento?
  • Rafael  30/01/2019 14:41
    Amigo, tem vídeos dos revolucionários venezuelanos lutando contra blindados usando coquetel molotov
  • Dane-se o estado  04/05/2019 14:08
    Basta uma greve de caminhoneiros e transporte de combustível que em pouco tempo os veículos militares ficam desabastecidos e incapacitados de percorrer todo o território de um país.
  • Askeladden  06/05/2019 15:05
    Basta o governo aplicar multas milionárias , cadeia e apreender o caminhão de meia dúzia de grevista e contratar funcionários públicos para dirigir os caminhões.
  • 5 minutos de ira!!!  06/05/2019 16:36
    E então, um caminhão de Florianópolis para São Paulo levará dois dias e meio e gastará, não se sabe bem como, o dobro do combustível.
  • Bruno  25/01/2019 17:13
    Conclusão: ser civil, não estar ligado ao estado e não ter arma é uma merda.
  • Henrique M.  25/01/2019 17:14
    É bom para os políticos terem carneirinhos ingênuos e dóceis. Carneirinhos armados não é uma boa ideia. Não é a toa que o PT e o PSOL já se mobilizaram para revogar completamente o decreto de armas de Bolsonaro. Já estão visualizando maior possibilidade de resistência caso voltem ao governo.
  • anônimo  25/01/2019 17:18
    Sou completamente a favor do direito ao cidadão de ter/portar armas de fogo, mas só é útil para se defender contra bandidinhos de meia-tigela. Em se tratando de se defender contra governos tirânicos, acho que não faz diferença alguma estar armado ou não. Uma pessoa comum com uma pistolinha mixuruca não vai conseguir se defender de fuzis e metralhadoras.
  • Jonathan  25/01/2019 17:24
    E quem está defendendo o uso apenas de "pistolinha mixuruca"? A liberdade de acesso a armas tem de ser geral. Políticos e burocratas não têm o direito de especificar quais calibras eu posso e não posso comprar. Questão básica.

    Outra coisa: você realmente acha que mesmo uma população armada apenas com pistolinhas mixurucas já não impõe um certo temor nos agentes estatais? Eu não visualizo famílias inteiras sendo retiradas de suas casas e mandadas para campos de concentração caso seus integrantes possuíssem pistolinhas mixurucas. Não só haveria muita resistência, como os próprios burocratas seriam bem mais temerosos. E o motivo é simples: ao contrário do que você parece imaginar, burocratas estatais são pessoas medrosas e covardes. Elas só atacam quando têm a certeza de que ganharão sem baixas e sem risco de danos físicos.

    Essa sua postura é perigosa. Ela leva a conclusão de que, já que atualmente só é permitido o porte de um .38, então não faria mal algum o governo banir também esse direito, dado que um .38 é uma "pistolinha mixuruca". O próximo passo é banir a venda de facas. Depois, de automóveis. E você estará lá dizendo: "Ah, não faria diferença nenhuma, mesmo..."
  • Gabriel  25/01/2019 17:26
    Pelo visto o anônimo nunca ouvir falar da Revolta do Gueto de Varsóvia.

    www.ushmm.org/outreach/en/article.php?ModuleId=10007745

    Um pistolinha faz diferença. E muito.
  • anônimo  25/01/2019 17:36
    Ok, é melhor uma pistolinha do que nada, mas se o governo quer te exterminar, seja porque motivo for, as chances de você escapar da morte são pequenas. A única saída viável ao meu ver é o refúgio.

    Imagine uma situação em que 10 soldados altamente treinados e bem armados e com ordem pra matar você e sua família cercam sua casa. A não ser que você seja um super herói Rambo de filmes, o máximo que você pode fazer é mandar 1 ou 2 pro inferno. Mas no fundo você já sabe que está morto. É esse meu ponto.

    No que se refere a proteção contra bandidos comuns, a pistolinha mixuruca é extremanente eficaz !! rsrsrsrs

    Saudações fraternais.
  • Victor  25/01/2019 17:43
    Discordo. Imagine um bairro de judeus na Alemanha da década de 1930. Embora de fato seria fácil para o governo nazista invadir um apartamento, como ele faria isso para todos os apartamentos de todos os prédios de todo o bairro? Dado que toda a vizinhança estaria armada, quem garante que os vizinhos não formariam uma resistência?

    Como perfeitamente lembrou o leitor Gabriel acima, e como já foi discutido neste artigo, foi uma "pistolinha mixuruca" que salvou vários judeus num gueto em Varsóvia.
  • Guerrilla Warfare  25/01/2019 17:49
    Vale também ressaltar que a cada soldado derrubado seria mais uma arma pesada na mãos de civis. No Egito, os militares em desacordo com o governo de Mubarak fugiam com seus equipamentos, desviavam armas e munição e treinavam os civis.

    Uma arma leve é melhor que nenhuma.
  • Askeladden  03/05/2019 22:55

    Os sobreviventes relatariam mais tarde sobre o cheiro de cadáveres nas ruas, das bombas incendiárias e mulheres saltando dos andares superiores dos prédios com crianças nos braços. Somente em 8 de maio os soldados alemães conseguiram cercar os rebeldes. Para não serem mortos pelas bombas de gás jogadas pelos alemães, muitos optaram pelo suicídio.
    A ação nazista foi encerrada às 20h15 de 16 de maio, com a explosão da sinagoga do gueto, que se encontrava em ruínas. Mais de 56 mil pessoas haviam morrido na rebelião que entrou para a história judaica como a primeira resistência civil contra a crueldade fascista
  • Tarantino  29/01/2019 02:07
    Pois é, mas os soldados também têm família e parentes...pense nisso. A vingnaça é uma coisa bem real.
  • Pobre Paulista  25/01/2019 18:12
    Esse artigo foi publicado amanhã?
  • Ombud  25/01/2019 18:28
    Devido a detalhes técnicos, se publicarmos dois artigos com a mesma data, o mais antigo fica em primeiro lugar. Consequentemente, o que ficaria em primeiro lugar seria este outro, que é antigo, mas que foi repostado hoje por motivos óbvios.
  • Diogo  25/01/2019 18:12
    Lista de governantes que impuseram leis de desarmamento aos seus povos apenas nos últimos cem anos: Lenin, Stalin, Hitler, Mussolini, Mao Zedong, Pol Pot, Fidel Castro, Idi Amin, Ceausescu, Mobutu, etc.

    No Brasil, o desarmamento foi imposto aos índios e aos escravos negros antes mesmo da República ser proclamada, em 1889. E sob a República, três governantes fizeram leis de desarmamento do povo brasileiro: Getúlio Vargas, FHC e Lula.
  • Nulo  25/01/2019 18:23
    De políticos é compreensível que sejam contra as armas em mãos populares, mas o que eu não entendo são os idiotas úteis que defendem isso. Pessoas que guardam algum tipo de medo, ou sentimento emotivo. Parecem animais adestrados, daqueles que creem que quem bate é o chicote, nunca a mão do seu senhor. É puro preconceito, pois muitos desconhecem, simplesmente, o que é uma arma: apenas um objeto que lança projéteis, como um arco, um estilingue ou mesmo uma mão que joga pedras ou dá pauladas.
  • Marieva  26/01/2019 17:27
    Esqueceu do John Winston Howard.
  • Revoltado  25/01/2019 21:27
    1. Agora sou capaz de me defender por conta própria.
    2. Não posso confiar no estado para me proteger.

    Esses dois pensamentos são o que os progressistas realmente odeiam.

    ====Gato Gordo, todos os esquerdistas que conheço têm esta atitude. Não conheci até agora uma bendita exceção! A impressão que dão é que querem ser eternamente crianças politicamente falando, carentes do papai estado sugar-daddy até para tomar uma mera decisão pessoal. E como escrevi acima hoje, em geral os mais progressistas são os que vivem bem longe do que o socialismo produz de fato.
  • Felipe Lange  25/01/2019 23:27
    Essa diferença cultural é algo que me fascina. Por exemplo, uma colega minha que morou no exterior (na Espanha) e conhece quem morou no Canadá, disse que culturalmente os pais preparam os filhos para serem independentes muito mais cedo, de forma que no Canadá após os 18 anos, o filho que ainda for morar com os pais tem de pagar um aluguel. É algo realmente intrigante, mesmo porque só uma população muito produtiva poderia se dar ao luxo de mimar tanto os seus descendentes, algo que por exemplo não ocorre no Brasil, onde a renda média já é menor do que na China. O que vocês pensam sobre? Seria isso algo característico de países latino-americanos? Por que isso ocorre? Alguma espécie de cultura de paternalismo estatal? Um getulismo?

    E essa do desarmamento é clássico. E depois eu tenho que ver pseudo-historiador falando que não foi o armamento civil na Suíça que impediu a invasão nazista na Segunda Guerra Mundial (e que acusam os que discordam das suas ideologias de "revisionistas"). Se os venezuelanos estivessem armados, já teriam fuzilado o Maduro. Agora só se os militares começarem a se rebelar em massa, aí não sobra mais nada para o Nicolás.
  • cmr  26/01/2019 08:17
    Primeiramente tenho que avisar que sou totalmente a favor do armamento civil, sem qualquer restrição de calibre e tipo de arma, senão já serei logo rotulado de esquerdista.

    Mas há muita fantasia e romantismo, principalmente quando entra Suíça e Vietnã na história.

    Alguns esclarecimentos abaixo.

    Sobre a Suíça "não ter sido invadida":
    youtu.be/Au-8n01bFM4

    Sobre a "surra que os EUA levaram no Vietnã"
    youtu.be/s1rkLPdOvAo
    youtu.be/qHgx1QdVwzg


  • Dom Arquilinus II  26/01/2019 08:14
    Lugar de esquerdistas e DESARMAMENTISTA é na Venezuela.
  • Revoltado  26/01/2019 12:42
    Uma semana mesmo na capital Caracas seria um estágio espetacular ao esquerdinhas-caviar, sim! Depois de um mês, voltariam ao Brasil chorando de alegria com uma cabeça ancap.
  • Milton Aguiar  26/01/2019 15:06
    Sou homem e estou armado, melhor receita contra a tirania .
  • Curioso  26/01/2019 15:14
    Estou a fazer este comentário apenas para esclarecer uma duvida que tenho que não tem nada a ver com o artigo. Tenho 16 anos já agora e noção de que tenho muito a aprender, tenham paciência.
    Eu diria que sou, antes de tudo, egoísta (e de certa forma um hedonista) e que só sigo "regras morais" se elas me "derem prazer". Por exemplo: eu nunca violei ninguém, mas simplesmente porque me sentiria mal depois do ato e não porque a violação é de alguma forma errada.
    Ando também numa escola pública, vou a serviços de saúde públicos e tudo mais e nunca me senti mal por isso e ao pensar em no futuro eventualmente me tornar um funcionário público não sinto qualquer tipo de repulsa que me faça pensar que me oporia a trabalhar para o Estado.
    Entendo que possam defender o anarco-capitalismo (ou minarquismo ou o vosso tipo favorito de utopia) de um "ponto de vista utilitarista", mas não entendo defendê-lo falando de direito natural ou com outro juízo de valor. Alguém me pode explicar se houve algo que eu não entendi ou porque acham que o hedonismo não faz sentido ou outra coisa qualquer que achem relevante?
  • Matheus  27/01/2019 23:16
    Entendo que possam defender o anarco-capitalismo (ou minarquismo ou o vosso tipo favorito de utopia) de um "ponto de vista utilitarista", mas não entendo defendê-lo falando de direito natural ou com outro juízo de valor.

    De forma, bem bem, bem resumida pode-se dizer que você tem direito sobre você mesmo (auto propriedade, incluindo vida e liberdade) e basicamente tudo que decorra de você ou do seu esforço, desde que você não ataque ninguém pra isso (propriedades).

    É errado alguém vir a violar sua auto propriedade (liberdade, vida), ou o que decorre dela (propriedades).

    Se o Estado faz isso, é legítima a defesa contra ele.

    Resumidamente é isso.


    Eu diria que sou, antes de tudo, egoísta (e de certa forma um hedonista) e que só sigo "regras morais" se elas me "derem prazer". Por exemplo: eu nunca violei ninguém, mas simplesmente porque me sentiria mal depois do ato e não porque a violação é de alguma forma errada.

    Faça o que quiser da sua vida, mas no momento em que você ataca a vida, ou a liberdade ou a propriedade de outros (vide o caso da violação) seu ataque deve ser prontamente repelido. (caralho qual é o seu problema mental em achar que é uma boa violar outras pessoas?)
  • Curioso  02/02/2019 14:54
    Lendo o meu comentário (e principalmente as respostas) uns dias depois acho que me exprimi mal e fui mal interpretado.

    Eu não quis dizer que para mim violar alguém é "uma boa", eu sinto sim que é algo "errado". Se eu bebesse demasiado ou fumasse uma droga qualquer mais potente (no fundo se por alguma razão eu "perdesse o meu juízo") e violasse alguém, não sei se não pensaria em suicidar-me. Da mesma maneira, se eu visse uma violação, faria tudo o que pudesse para a impedir.

    Mas isto é o que eu sinto, não o que "é". Para falar do que todos os Homens devem ou não fazer (e não do que eu quero ou não fazer) eu acho que tenho não só de falar do que eu (ou um grupo de pessoas) sente mas de algo comum a todos os seres humanos, que faça sentido que todos os seres humanos sigam. E a única coisa em que consigo pensar é o prazer. Porquê? Porque, por definição, todos gostamos e queremos prazer.

    Para mim fazer "coisas certas" faz sentido porque me "dá prazer". Impedir os outros de fazer "coisas erradas" também me "dá prazer", eu meio que não gostaria de viver numa sociedade em que violações são "uma boa". Não sei se é possível dizer isto sem parecer um psicopata, mas também não consigo não dizer isto sem sentir que me estou a contradizer.

    "De forma, bem bem, bem resumida pode-se dizer que você tem direito sobre você mesmo (auto propriedade, incluindo vida e liberdade) e basicamente tudo que decorra de você ou do seu esforço, desde que você não ataque ninguém pra isso (propriedades)."

    Mas porque é que eu tenho esse direito, porque é que os outros mo hão de respeitar e porque é que eu hei de respeitar o dos outros? "Porque te dá prazer" não funciona, porque não usar a saúde pública só me ia deixar ou doente ou com menos dinheiro e não me faria sentir melhor.

    Tu és o dono do teu corpo, portanto os outros não devem tentar interferir com o teu uso dele. Antes da vírgula temos um juízo de facto e depois um de valor, que eu não consigo entender de onde vem. Se achar que o que me disse deveria chegar para me convencer da "ética libertária", nesse caso eu simplesmente não concordo com ela.

    TLDR: Eu sinto que a única ética universal/objetiva possível é uma que se baseie no prazer, porque por definição (o prazer é aquilo de que gostamos) toda a gente gostaria de sentir mais prazer. Isto não significa que quando chegar a casa vá violar a escrava que tenho presa na minha cave.
  • João  28/01/2019 15:41
    Se essa doutrina hedonista que você se identifica fosse regida no mundo, eu iria, sem pensar duas vezes, matar você. Seria bem prazeroso pra mim matar uma pessoa que apresenta um risco para o sociedade com um pensamento doentio desses.

    Se houvesse um mundo libertário, sendo regido pela ética e a lógica, nunca chegaria a esse ponto (e se chegasse eu seria punido, afinal não é por que é prazeroso que é correto).

    Um pensamento bem infantil seu, que no máximo bem escrito. Continue assim que vai ir ótimo na redação do ENEM e talvez entre em filosofia em alguma federal e conheça pessoas com os mesmos gostos peculiares que você.
  • Curioso  02/02/2019 15:12
    [i]"Se essa doutrina hedonista que você se identifica fosse regida no mundo, eu iria, sem pensar duas vezes, matar você. Seria bem prazeroso pra mim matar uma pessoa que apresenta um risco para o sociedade com um pensamento doentio desses."[i/]

    Não sei se acredito em si. Aceitar a "minha doutrina" não ia fazer de si um psicopata sedento de sangue, ia (tal como eu) continuar a sentir que há coisas que não devia fazer, como matar pessoas.

    Em relação ao risco que apresento para a sociedade, nunca matei nem nunca violei ninguém e não penso que o vá fazer. Acho também muito improvável que vá votar ou trabalhar para o Estado (não porque é "errado" mas porque tenho coisas melhores/mais rentáveis para fazer com o meu tempo), portanto o meu pecado é mesmo não sentir remorsos por usar passeios, escolas e centros de saúde públicos.

    Se continuar a achar que matar gente que pensa assim é "bem prazeroso" para si, acho que não são precisas 72 virgens para lhe valer a pena arranjar um camião e levar uns 50 infiéis aleatórios da praça mais próxima de sua casa.

    [i]"Se houvesse um mundo libertário, sendo regido pela ética e a lógica, nunca chegaria a esse ponto (e se chegasse eu seria punido, afinal não é por que é prazeroso que é correto)."[i/]

    Não comentei este artigo para "destruir os inimigos num debate", mas para tentar entender a parte da ética que tem lógica. Acredito sinceramente que ela tenha e quero que me expliquem, não que digam simplesmente que estou errado e só não me matam porque estou errado.

    [i]"Um pensamento bem infantil seu, que no máximo bem escrito. Continue assim que vai ir ótimo na redação do ENEM e talvez entre em filosofia em alguma federal e conheça pessoas com os mesmos gostos peculiares que você."[i/]

    Aceito que seja infantil, bem escrito é que já não (estaria bem escrito se o texto passasse a mensagem que queria passar, que infelizmente acho que não passou). Não sou brasileiro portanto não posso fazer o ENEM e gosto demasiado de dinheiro para entrar em filosofia. Para além disso acho que falar com quem eu concordo não é muito interessante.
  • Moraes S%C3%83%C2%A9rgio  02/05/2019 19:58
    Meu querido, e se eu te falasse que o Hitler tinha prazer em mandar judeus para a câmara de gás ou pra vala, com um tiro na cabeça?
    E se eu te falasse que o Stalin tinha prazer em matar os ucranianos de fome, com o confisco de alimentos??
  • Dane-se o estado  04/05/2019 14:15
    A ética não é baseada no prazer ou desprazer que você sente, muito menos em hedonismo, e sim no direito de autopropriedade que indivíduos possuem de si próprios. A única forma de uma civilização funcionar minimamente economicamente e eticamente é através do direito de propriedade. Uma questão de lógica.
  • anônimo  26/01/2019 15:18
    Os EUA já tem projeto para proibir assault weapons de novo.

    Afinal, o que são assault weapons?
  • Paul Kersey  26/01/2019 17:41
    Fuzis. AR-15, M-16, AK-47 etc.

    pt.wikipedia.org/wiki/Fuzil_de_assalto
  • Mais um Brasileiro  26/01/2019 15:42
    Esse esquerdista é um gozador,perguntem se ele confia na polícia para protege-lo de um governante tirano e como diz o ditado"Pimenta nos olhos dos outros é refresco",o povo armado prevalece contra tiranos e povo desarmado vira massa de manobra de tirano,Maduro irá cair por causa da debandada de parte dos militares que estão se rebelando contra ele,ou seja sem armas é quase impossível derrubar tiranos.
  • Skeptic  26/01/2019 20:35
    Coisa que Bolsonete não entende de jeito nenhum, o motivo No 1 para o povo ter armas é para se defender do governo, pior org criminosa que pode existir.
  • Askeladden  27/01/2019 13:10
    Na realidade estariam entre a frigideira e o fogo.
    Quase todo governo que é derrubado pelo povo vira esquerda, grupos narco traficantes ou ditaduras. Não raras vezes tudo misturado.

    Melhor sair do país e esperar implodir de dentro para fora. Deixa a população sofrer o diabo, do contrário depois ainda aparece outro líder e voltam o esquerdistas dizendo que não deu certo porque os tiraram do poder.
  • Adilson Salomão  27/01/2019 13:30
    Infelizmente o Bolsonaro tomou uma medida modesta demais, armas nem deveriam ser registradas, quanto mais ter validade um registro.
    O porte faz da pessoa um potencial agente em combater o crime e proteger quem precisa.
    Sem falar nas propriedades rurais, onde a telefone não pega e a policia não vai, além de possível ataque por bandidos, temos animais de toda sorte, como a praga do javali que ataca e te mata sem dó.
    Armas deveriam ser obrigatórias.
  • Revoltado  28/01/2019 22:16
    Infelizmente o Bolsonaro tomou uma medida modesta demais, armas nem deveriam ser registradas, quanto mais ter validade um registro.
    O porte faz da pessoa um potencial agente em combater o crime e proteger quem precisa.
    Sem falar nas propriedades rurais, onde a telefone não pega e a policia não vai, além de possível ataque por bandidos, temos animais de toda sorte, como a praga do javali que ataca e te mata sem dó.
    Armas deveriam ser obrigatórias.

    ==== Não querendo agir off-topic, mas aqui no Sul os javalis são de fato uma praga. Não soube de nenhum óbito causado por esses porcos selvagens, em compensação, vemos quase diariamente quantos estragos fazem em fazendas no geral. Eliminá-los por aqui é quase uma situação "sine qua non".
  • %C3%83%C2%B3rf%C3%83%C2%A3o  29/01/2019 00:28
    Não existe almoço gratis.
    Milton F.

    Não existe almoço.
    Maduro.
  • Ze Ninguem  03/05/2019 11:25
    e nem armas!
  • Mateus Andriolli   29/01/2019 01:29
    Na verdade todo desarmamento implica na tirania dos que tem sobre os que não tem armas.
  • Apenas um Libertário  30/01/2019 04:27
    O que vocês tem a dizer sobre isso?

    www.espn.com.br/esports/artigo/_/id/5222248/apos-polemica-mundial-fifa-points-deixam-de-ser-vendidos-na-belgica
  • Régis  30/01/2019 11:40
    Que boa parte da população mundial, especialmente na Europa, é completamente desocupada.
  • Lucas  30/01/2019 12:19
    Como assim desocupada ?
  • Régis  30/01/2019 12:58
    Nêgo gastando dinheiro com apêndices para videogame? E esquentando cabeça com isso? E o estado intervindo?

    Videogame, por definição, é coisa de gente desocupada. Gastar dinheiro com apêndices para videogame, então, é o ápice da vagabundagem. Que o estado tenha decidido intervir nisso, então, mostra que o ócio alcançou níveis preocupantes.
  • Dane-se o estado  05/05/2019 05:22
    Vagabundo é a puta da tua mãe! O que tem gastar dinheiro com video game? é de tua conta, ou do estado? Tu estás pagando as contas dos outros? fazendo o trabalho do emprego deles? prestando contas para seus chefes, cuidando de suas famílias? acho que não! Acho que você é o vagabundo que veio aqui fazer baderna e de quebra defender merda!
  • Demolidor  06/05/2019 12:54
    Videogame, por definição, é coisa de gente desocupada

    É mesmo? Futebol também? E novela? E aeromodelismo? E colecionar selos?

    Confesso que mexeu com meus brios. Jogo quase todo dia, gasto um bom dinheiro com isso, cheguei até a participar de torneios, e ainda tenho tempo de rodar pelo mundo, tocar meus negócios e ganhar acima do teto do funcionalismo público nacional. E você vem dizer que é coisa de vagabundo...
  • Ubisoft desenvolvedor  06/05/2019 16:17
    "Videogame, por definição, é coisa de gente desocupada"

    A afirmação é muito forte, mas não está totalmente errada, jogos são de fato direcionados para um público que dedique ao menos 2h por dia, o que num país como o Brasil onde as cargas horárias não são as menores, enorme tempo de deslocamento casa trabalho e afazeres de casa com baixa produtividade acabam deixando o mundo Gamer distante do brasileiro médio empregado, casado e com 1 filho.

    "e ainda tenho tempo de rodar pelo mundo, tocar meus negócios e ganhar acima do teto do funcionalismo público nacional."

    Exatamente isso, nossos produtos são para pessoas com bastante dinheiro para gastar ou pessoas comuns que direcionem gastos típicos de uma vida ordinária, carros, decoração de apartamento, alimentação e vestuário da moda com games.
  • Dane-se o estado  05/05/2019 03:23
    Jogos de azar também são proibidos aqui, exceto é claro, quando o estado faz jogos de aposta através de loteria com seus impostos!
  • Emerson Luis  02/02/2019 21:36

    Se os venezuelanos se arrependeram, provavelmente sim.

    A questão é se eles aprenderam a lição.

    * * *
  • Victor  03/02/2019 01:24
    De verdade, não, maioria pensa que após no máximo 1 anos após a queda do ditador vai voltar a exercer sua profissão qualificada na Venezuela e receber salários próximos ao dos colombianos, não entenderam que começarão do zero que o país não tem nenhuma base econômica para partir.
  • Gustavo A.  02/05/2019 17:24
    Exato! É bem provável que a Venezuela não tenha um choque de capitalismo... Se bobear nem uma Constituição nova vão fazer.

    Um país totalmente quebrado e miserável, saindo de uma ditadura, vai querer saúde, educação, cultura, esporte e tudo mais gratuitamente.

    Aí vai dar errado novamente... E a culpa será do capitalismo, que não resolveu o problema da Venezuela de um ano pro outro.
  • Yoshimoto87  19/03/2019 05:48
    Quem apoia o desarmamento é genocida, por quê o desarmamento é uma das ferramentas de redução e controle populacional.
  • anônimo  02/05/2019 18:35
    OFF-TOPIC

    Parece que refutaram a TACE: medium.com/@economiamainstream/6fd5f4a2b4ba

    O Leandro vai responder?
  • Sérgio  02/05/2019 20:24
    Com a Câmara Democrata, os EUA estão indo pro mesmo caminho.

    Só falta a maioria republicana do Senado trair os armamentistas.

    Só que lá eles não chamam de desarmamento, eles chamam de universal background checks.
  • Paulo Henrique   03/05/2019 01:13
    Esse é o problema. Que adianta um povo se armar para se defender do governo, se basta esse governo assinar uma lei de desarmamento e esse mesmo povo entrega ou deixa tomar suas armas como cordeirinho?
    Quero ver se os EUA vai se defender com desobediencia civil se um dia tentarem desarma-lo
  • brunoalex4  03/05/2019 17:58
    Mas nos EUA acontece algo que eu considero praticamente impossível de acontecer aqui: muitos agentes da lei já disseram publicamente que vão desobedecer a qualquer ordem no sentido de se desarmar a população ordeira ou que desrespeitem a segunda emenda. Dá para imaginar algo semelhante vindo da parte de nossos "servidores" da segurança pública aqui no Brasil?
  • Gustavo A.  03/05/2019 20:07
    Há uma cultura armamentista muito forte na America sobre armamento, não é tão fácil assim tomar as armas dos caras. Observe a Nova Zelândia, logo após aquele imbecil matar os muçulmanos na mesquita, a primeira ministra frouxa orquestrou o banimento de fuzis de assalto, com apoio total do parlamento (se não me engano, apenas um congressista votou contra) e sem qualquer revolta popular.

    Nos EUA já ocorreram diversos massacres, porém a esquerda nunca conseguiu desarmar totalmente a população. E imagine o lobby que não é feito, quanto dinheiro não é colocado em campanhas desarmamentistas financiadas por bilionários, artistas e atletas.

    Inclusive, recentemente, na Florida foi permitido que os professores permaneçam armados na escola.

    Enfim, não sei quanto tempo isso vai durar, se vê jovens americanos gritando por socialismo e aberrações como Sanders, Ocasio e O'Rourke na política; mas, mais forte que as instituções é o pode das ideias.
  • Sérgio  04/05/2019 15:43
    Se informe melhor sobre a realidade americana. Pelo contrário, depois do massacre de Parkland, em 2018, o governador da Flórida assinou medidas de gun control. Devido a essas medidas de gun control, a fundação Giffords (que é controlada pela democrata Gabby Giffords), que dá nota aos estados (como é uma fundação desarmamentista, quanto maior a nota do Estado, mais gun control) elevou a nota de Flórida de "F" em 2017 para "C-" em 2018.
  • Gustavo A.  07/05/2019 12:53
    Mas não foram medidas extremas: "a provision that raises the age to purchase a gun, bans bump stocks and allows law enforcement, with the approval of a judge, to bar a person deemed dangerous due to mental illness. "
  • Sérgio  02/05/2019 20:40
    Dizem que a NRA está em crise interna, pois tem uma disputa interna de poder entre o presidente da NRA, Wayne LaPierre, e um tal de Oliver North que tá tumultuando.... E que por causa destas disputas internas, eles não resistem às medidas de gun control aprovadas pelos democratas na House. Pra piorar, a procuradora-geral de Nova York, a tal da Letitia James, uma democrata que considera a NRA uma organização terrorista, está investigando a NRA. Pra piorar, aprovaram uma lei que vai soltar os bandidos nos EUA.

    Os EUA tá a caminho do Brasil.
  • Estado o Defensor do Povo  04/05/2019 00:08
    Pera eu sei que tem uns estados dos EUA que são bem soça, mas putz será que todo o país tá começando a ir nessa vibe? Se for assim fica escroto, daqui a pouco todos os países do mundo são socialistas e não vai mais ter pra onde correr.
  • Sérgio  04/05/2019 15:49
    Parece que a eleição do Trump fortaleceu o desarmamento. O Obama nunca conseguiu passar uma única medida desarmementista na House. O Trump proibiu bump-stocks. Agora com maioria democrata, a House aprovou"universal background checks".
  • ????????????  05/05/2019 13:03
    Cara,a coisa no eua esta mais feio do que voce pensa nessa area de socialismo. Esses tempos fizeram uma greve forte no Eua que colocou empresa grande de joelhos aos grevistas,tudo devidamente apoiado por democratas. Por que? Falta mao de obra. O estado de bem estar social mantem muita gente fora do mercado de trabalho recebendo sem trabalhar. Caras como o Sanders recebe muita simpatia de muito americano. Lei de salario minimo esta ficando forte no pais,junto com a inflacao,que esta chegando devagar,a taxa de juros de curto prazo e longo prazo que o Leandro tanto fala faz sentido,e eu tenho uma teoria para isso. Muita gente grande esta com medo de investir no pais a longo prazo pois as pessoas ja estao vendo no futuro o colapso que esta se formando com mao de obra e assistencialismo. O Trump pegou uma bomba armada na presidencia do pais,e nao tem como ele agir sem retirar assistencias estatais de bem estar social,e se ele tentar fazer isso ira causar confusoes com os esqueedistas que ja odeiam ele. O pais vai bem,porem,precisa avancar em reformas e cortes de bem estar social profundo e muita desregulamentacao. O site prageu university explica muita coisa nesse sentido como funciona no Eua.
  • Sabio  03/05/2019 01:15
    Mas os estudos mostram que menos armas diminui a violência e o oposto a aumenta. Então sou a favor do desarmamento. Seria totalmente a favor se fosse o contrário. O que me importa é o bem comum, que no caso é menos violência. Sou pragmático. Não me interessam ideologias, mas sim resultados. Mostre me os estudos e eu os apoio. Vcs podem alegar o direito do indivíduo de portar armas. Mas antes do direito deste vem o da sociedade de viver em paz.
  • Ubiratã  04/05/2019 08:25
    O mais engraçado é o racha na esquerda. Os esquerdistas mais sensatos e subversivos já abandonaram o barco em meados de 2016 para não mancharem o movimento. Os mais radicais e sinceros não conseguiram esconder o amor pelos ditadores que apoiaram e defenderam desde o começo.

    Esse é o resultado de uma democracia em que a esquerda ganha por 2 décadas de forma consecutiva e consegue implementar todas as políticas que defende. O mundo está precisando urgentemente de algum país com uma regime liberal com um sistema político parecido da Rússia e China, ou todos países tenderão a ser uma Venezuela.
  • Ricardo  05/05/2019 02:00
    Não tentem convencer a esquerda a parar com o desarmamento. Eles sabem muito bem o que estão fazendo. Na verdade o povo que não percebeu ainda o real motivo dos governos sempre buscarem desarmar a população.
  • Dedé  07/05/2019 15:37
    Eu sou contra o desarmamento, mas por uma questão de respeito a liberdade individual. Mesmo um população armada com pistolas e fuzis dificilmente conseguirá fazer frente às forças armadas.

    Seria uma guerra assimétrica, de um lado as forças armadas treinadas para a guerra com caças, blindados, tanques, helicópteros e dinheiro dos impostos para comprar munição e mais armas. Do outro lado uma resistência armada a ser esmagada. Só há guerra civil quando há divisão nas forças armadas ou quando grupos insurgentes são armados por outros países. Se não houver apoio de outros países com armas de guerra o que há é um massacre.

  • Sérgio  07/05/2019 20:45
    Hoje fui travado de entrar em um banco pela porta giratória porque estava com umas moedinhas no bolso. Eu quase perdí a paciência mas conseguí entrar.

    A questão é a seguinte: portas giratórias que impedem o porte de metais (o objetivo destas portas giratórios é evitar o porte de armas de fogo e de armas brancas como facas, canivetes, navalhas) fazem dos banco uma gun free zone? E se todos os lugares tivesem portas giratórias? Sendo assim, o que impede que o desarmamento seja imposto pelo livre mercado?
  • Benedito  07/05/2019 21:11
    Apesar da clara (e gozada) ironia, vale lembrar que donos de propriedade são livres para determinar as regras de seu estabelecimento, e isso em nada afeta a sua liberdade de posse em sua propriedade.

    O fato de uma agência do Itaú não permitir o porte em seus recintos (aliás, quem ainda vai a agências bancárias?) em nada afeta a minha liberdade de portar em minha casa, em meu carro, na rua e em outros estabelecimentos, como shoppings.


    P.S.: na minha propriedade, também não admito ninguém armado, exceto eu. Isso afeta a sua liberdade? Você não é obrigado a entrar em minha casa.
  • Jéssica Bertoldo  08/05/2019 14:47
    Saiu hoje (08/05/2019) uma notícia no Portal G1 detalhando fatos interessantes sobre a violência doméstica contra mulheres no Brasil. Cerca de 53% delas foram vítimas de ex companheiros por ciúmes, 29% por atuais companheiros por ciúmes. Mas o mais interessante é o tipo de arma utilizada. Cerca de 62% dos homens utilizaram armas brancas, 16% agressão física, 6% outro método, como por exemplo, incendiar a companheira ainda viva. Apenas 16% usaram armas de fogo. Ou seja, 84% das vítimas foram assassinadas por um meio que não é uma arma de fogo, e a maioria delas por um sujeito que invadiu a casa. Se estas mulheres tivessem uma arma de fogo em casa poderiam se proteger dos ataques. Não podemos ter certeza que sairiam vivas, mas com certeza boa parte conseguiria sair viva da situação. Se um cara entra em sua casa com uma faca querendo te matar e sabe que você tem uma arma dentro de casa, ele tem duas alternativas, desiste da empreitada ou assume o risco de levar um tiro. Não sou eu inventando estes números, está na matéria divulgada pela própria Rede Globo.
  • Ricardo Bartolome  19/06/2019 16:50
    "Re Independência" ou a morte.
    Não adianta lamentar. O correto é planejar, engajar e agir. Em 7 de Setembro de 2022 o Brasil comemorará os 200 anos de Independência de Portugal. São exatos três anos de ouro para planejarmos, mobilizar e agir de forma contundente. Agora temos a Direita no Executivo, e temos a grande ou esmagadora maioria dos cidadãos de bem ao lado do Governo que até prova em contrario está à favor da Nação. Os resquícios da esquerda, não servem nem para eleger 6 duzia de deputados (espero). Então, hora de planejar e agir. Vamos promover ações que deixem claro o que tem que ser mudado, quais os políticos que são desafetos óbvios aos anseios do nosso povo, e quais as Instituições não estão correspondendo.
    O STJ e o judiciário como a um todo, necessita se concatenar com a austeridade contra o crime e a corrupção. Temos o Time certo para este Projeto, só necessita de coordenação mutua, e engajamento.
    Deixar de lado as vaidades entre os movimentos de Rua e das Redes Sociais.
    Temos duas ferramentas poderosíssimas a nosso favor. O Artigo 1º da Constituição Federal que determina que o Poder possa ser exercido pelo Povo na sua Forma Absolutamente direta TAMBÉM, não necessitando que o seja unica e exclusivamente por "representantes eleitos", e o outro Mecanismo Constitucional que são os Projetos de Lei.
    Vamos listar em praça pública, nas manifestações, quem, o que e quais Instituições funcionam como Desafetos de Nossa Nação. Vamos colocar o dedo sobre cada político, cada ferida, e cada um que não sintonizar com o desenvolvimento desta Nação.
    Um pouco de foco, concentração de esforços e inteligência, seremos vitoriosos para os próximos 100 anos como Republica.
    A Nação é generosa, agora é hora de povo corresponder com a Nação.
    Ricardo Bartolome.

    #ReindependênciaBrasil200 #Reindependência200anos.

  • Pobre Paulista  19/06/2019 20:39
    "Temos que".

    "Vamos".

    "Agora é hora de".

    Discurso esquerdista, passo.
  • David Corrêa  21/06/2019 15:00
    A posse de uma arma de fogo não deve ser vista como uma concessão do Estado mas, como um direito do cidadão. A restrição desse direito constitui violação do Direito do Consumidor, a arma é apenas um objeto, ela por si só não mata ninguem, e violação do direito de proteção à vida e propriedade, garantidos na Constituição.


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