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Um ano da abolição da neutralidade de rede: o apocalipse prometido não veio e os serviços melhoraram
Menos regulação estatal resulta em melhores resultados para consumidores e empresas

Nota do editor

Em novembro de 2017, publicamos um artigo saudando a decisão do governo americano de revogar a lei da "neutralidade de rede", a qual havia sido implantada em fevereiro de 2015.

Apresentamos números que mostravam que o investimento em internet, que até então subia continuamente, não apenas foi interrompido em 2015, exatamente quando da implantação da neutralidade de rede, como ainda retrocedeu 6% em relação ao ano anterior pela primeira vez na história. Apresentamos os argumentos teóricos que explicavam o porquê desta súbita interrupção (as regulações da neutralidade de rede eram uma espécie de controle de preços). E argumentamos que o fim da neutralidade de rede seria positivo, pois, com a abolição deste controles de preços, haveria novos entrantes no mercado, pois agora faria sentido investir para inovar.

Não foram poucos os leitores que nos xingaram de ingênuos, dizendo que o fim da neutralidade de rede seria uma catástrofe que geraria exatamente o contrário do que prevíamos, com a internet sendo "dominada pelas grandes corporações" (que, na realidade, eram a favor da neutralidade de rede, como mostramos no artigo) e com os consumidores sendo prejudicados. Não foram poucos os que disseram que a abolição da neutralidade de rede — que, atenção!, só foi implantada em 2015 — representaria o fim da internet como a conhecíamos.

Pois bem.

No último dia 14 de dezembro de 2018, completou-se um ano da abolição da neutralidade de rede nos EUA. O que ocorreu? Exatamente o que previmos no artigo: segundo a revista PC Magazine, a velocidade de download cresceu 35% ao longo de 2018. Já a taxa de download em redes fixas nos EUA passou para, na média, 92 Mbps. Nada mau.

A seguir, um artigo sobre isso.

_______________________________

Este mês completa um ano desde que a FCC (Federal Communications Commission, agência do governo americano que regulamenta a área de telecomunicações e radiodifusão) revogou as controversas regras da neutralidade de rede nos EUA, oficialmente matando a internet — ou, ao menos, era isso o que os defensores da neutralidade de rede juravam que ia acontecer.

Porém, se analisarmos o que realmente aconteceu desde que as regras foram abolidas, iremos constatar que a retórica (quase sempre histérica) não se converteu em realidade. Ao contrário: a internet melhorou desde que as regulações foram relaxadas.

A criação da histeria

A internet tem sido uma mercadoria familiar disponível para o público desde o dia 6 de agosto de 1991. No entanto, de acordo com os mais fervorosos defensores da neutralidade de rede, a internet só foi realmente decolar em fevereiro de 2015, quando a FCC aprovou e adotou as novas regras. Até então — a julgar pela retórica dessas pessoas —, era como se a internet mal funcionasse.

O período que antecedeu a votação sobre a neutralidade de rede, bem como o período de sua subsequente revogação, foi palco de uma incrível histeria em massa, em que várias pessoas estavam honestamente convencidas de que, sem as intervenções estatais, todos os serviços online que até então usufruíamos deixariam de existir.

Em um artigo intitulado "Como a abolição da neutralidade de rede irá arruinar a internet para sempre", a revista GQ chegou até mesmo a dizer o seguinte:

Pense em tudo que você sempre amou na internet. Aquele website que lhe fornece todos os códigos para trapacear em Grand Theft Auto: Vice City. Vídeos fofinhos de animais no YouTube. A música ilegal que você baixava no Napster e no Kazaa. A música legal que você escuta no Spotify. … Os filmes e seriados que você vê no Netflix, na Amazon e no Hulu em intermináveis maratonas. O site de namoros que ajudou você a encontrar a pessoa com que agora você está casado. Todas essas coisas só existem graças à neutralidade de rede.

É bastante espantoso que este raciocínio — na verdade, que este sentimento — tenha sido tão amplamente aceito como verdadeiro, considerando que absolutamente todos os exemplos citados acima já existiam antes das leis de neutralidade de rede.

Com efeito, a única razão de a internet ter se tornado uma parte tão integral de nossas vidas foi o fato de ela ter se mantido praticamente intocada pelas forças regulatórias. A internet, até então, nunca havia sido regulada pelo governo.

E desde que essa ordem espontânea foi permitida, os usuários de internet foram abençoados com contínuas e desenfreadas inovações geradas por uma robusta variedade de serviços, os quais a revista GQ estranhamente atribui a uma ação governamental que só ocorreu 24 anos após o uso da internet ter se tornado uma norma.

Estes pequenos detalhes foram, obviamente, ignorados por grande parte do público, e o pânico com a notícia da revogação continuou. Até mesmo instituições defensoras das liberdades civis se juntaram ao frenesi, dizendo que sem a neutralidade de rede "corremos o risco de quedarmos vítimas dos caprichos gananciosos das poderosas gigantes das telecomunicações".

Hoje já é possível ver com mais clareza quão absurdos eram os argumentos em prol da neutralidade de rede.

O que é a neutralidade de rede?

A neutralidade de rede foi uma política que queria definir a internet como um "serviço de utilidade pública", o que a colocava na mesma categoria de eletricidade, saneamento, água encanada e serviços telefônicos. Tal medida tornava a internet totalmente vulnerável a políticas de "fiscalização regulatória", especificamente no que diz respeito a velocidades de conexão e aos preços que os provedores podiam cobrar dos consumidores. Estes passariam a ser tabelados por burocratas.

Na teoria, a ideia da neutralidade de rede soava bonita aos ouvidos dos leigos: o governo passaria a regular os provedores de serviços de internet (os ISPs) para que eles não impedissem o livre acesso das pessoas à rede. Isso, inevitavelmente, gerou a pergunta: quem estava tendo seu acesso à rede negado? Ninguém.

A ideia vendida ao público era a de que os provedores estariam proibidos de discriminar e restringir o conteúdo que trafegava nos cabos, e não podiam cobrar preços diferenciados para cada conteúdo. Assim, uma pessoa que usa a internet apenas para checar emails deveria pagar o mesmo tanto pelos serviços do que aquela que usa a internet para ver filmes, ouvir musica e baixar volumosos dados.

Na prática, os provedores de serviços de internet ficaram proibidos de oferecer planos de acesso específicos, ao gosto do consumidor. E ficaram também proibidos de cobrar das empresas geradoras de tráfego (como Netflix, Skype, Youtube, Facebook, Twitter, Amazon etc.) por esse serviço, o qual exige uma grande largura de banda. 

A neutralidade de rede, portanto, determinou que os próprios provedores de serviços de internet (ISPs) deveriam arcar com os altos custos desse serviço.

Por isso, a medida contou com o entusiasmado e irrestrito apoio de todos os principais nomes do ramo de disponibilização de conteúdo: Amazon, eBay, Facebook, Google, Microsoft, Netflix, Twitter e Yahoo.

O então presidente Obama teceu louvores à neutralidade de rede, dizendo:

Por quase um século, nossas leis sempre estipularam que as empresas que conectam você ao mundo têm obrigações especiais para não explorarem o monopólio que elas possuem sobre o acesso para dentro e para fora de sua casa ou de sua empresa. É sensato que esta mesma filosofia seja utilizada para nortear qualquer serviço que se baseie na transmissão de informação — seja uma chamada telefônica ou um pacote de dados.

Para aqueles que pensam que as regras de neutralidade de rede são uma boa ideia, a indústria ferroviária americana serve como um perfeito exemplo prático do quão danoso é declarar que bens de consumo são "serviços de utilidade pública". Assim como a internet, as ferrovias mudaram o mundo ao conectar pessoas, idéias e bens de uma maneira até então inédita. Em 1887, a agência reguladora Interstate Commerce Commission foi criada especificamente para regular o setor ferroviário, controlando preços e estipulando serviços com o intuito de "proteger" os consumidores, para que "não quedassem vítimas dos caprichos gananciosos das poderosas gigantes" da indústria ferroviária.

Assim como hoje, a preocupação era que as poderosas empresas ferroviárias iriam arbitrariamente aumentar as tarifas ou fazer conluio com outras empresas para prejudicar os consumidores. Como consequência, a ICC classificou as ferrovias como um "serviço de utilidade pública". Porém, é claro, os resultados foram mais maléficos do que benéficos.

Como escreveu Robert J. Samuelson no Washington Post:

As empresas ferroviárias tinham de recorrer à ICC para conseguir aprovação para tudo: tarifas, fusões, alterações de rota e de itinerário, e abandonar linhas secundárias pouco usadas. De um lado, quem enviava mercadorias se opunha a mudanças que poderiam aumentar os custos. De outro, as ferrovias não conseguiam fazer frente à nova concorrência que surgia no formato de caminhões e barcas. Em 1970, a mastodôntica ferrovia Penn Central — que atuava no nordeste dos EUA — foi à falência e acabou sendo incorporada pelo governo.

Negada a liberdade de inovar e fornecer os melhores serviços possíveis aos consumidores sem antes de cumprir uma série de requisitos burocráticos e regulatórios, a indústria ferroviária ficou amarrada e definhou.

Em 1980, os impactos negativos já eram visíveis demais até mesmo para o governo, que não mais podia ignorá-los. A ICC foi abolida. Imediatamente em seguida, a indústria ferroviária se recuperou. Não apenas as tarifas de frete e os custos operacionais gerais diminuíram, como também as ferrovias finalmente conseguiram voltar a apresentar lucros — algo que havia se tornado raro após a criação da ICC.

Em outras palavras, a abolição da agência reguladora resultou em uma situação de ganhos mútuos para todos os lados envolvidos. E parece que o mesmo está acontecendo com a revogação da neutralidade de rede.

Vamos confessar que melhorou

Se fossemos levar a sério toda a azáfama feita no fim de 2017, era para hoje o céu já ter desabado e a internet estar ou obsoleta ou exorbitantemente cara devido à falta de regulação.

No entanto, em vez de custos disparando ou velocidades de conexão diminuindo, as coisas na verdade melhoraram bastante.

De acordo com o site Recode, de notícias sobre tecnologia, as velocidades de internet aumentaram aproximadamente 40% desde que a neutralidade de rede foi abolida. Não mais restringidas pelas regulações estatais, os provedores de internet ficaram livres para expandir suas redes de fibra ótica, o que permitiu maiores velocidades:

Finalmente boas notícias: a internet está se tornando mais rápida, especialmente a internet de banda larga fixa. Desde o ano passado, as velocidades de download em banda larga aumentaram 35,8% e as velocidades de upload aumentaram 22%, de acordo com o ultimo relatório da empresa Ookla, que testa velocidades de internet.

Agora, seria de se esperar que esse tipo de notícia faria com que aquelas pessoas que trabalharam tão diligentemente para espalhar o medo tivessem a humildade de vir a público e escrever artigos dizendo "oops, estávamos errados, desculpe". Mas não, isso não ocorreu.

A revista Wired, que publicou vários artigos defendendo a neutralidade de rede e espalhando temores, de fato publicou um artigo intitulado "Um ano sem a Neutralidade de Rede: sem grandes mudanças (ainda)", no qual admite que nenhuma das previsões catastrofistas se tornou realidade. Porém, ela ainda se apega à paradoxal crença de que uma internet livre de regulações e burocracias não é uma internet realmente livre.

Para concluir

Como disse Jeffrey Tucker em seu artigo de novembro de 2017, "o fim da neutralidade de rede é, até então, a melhor iniciativa de desregulamentação já tomada pelo governo Trump. Devemos sempre aproveitar toda e qualquer desregulamentação que eventualmente ocorra. É algo raro."

Estejam os negacionistas dispostos ou não a admitir, menos regulações governamentais resultam em melhores arranjos tanto para empresas quanto para consumidores. Logo, da próxima vez que você ouvir alguém dizendo que a falta de regulação será o fim da vida como a conhecemos, lembre-se do que realmente ocorreu quando o governo finalmente libertou a internet de suas garras regulatórias.

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Veja nossos artigos sobre a neutralidade de rede.


29 votos

autor

Brittany Hunter
é fundadora do website generationopportunity.org e membro da Foundation For Economic Education.

 

  • Renato  20/12/2018 15:57
    Aqui no Brasil, que também tinha os mais vociferantes defensores da neutralidade de rede, inclusive no Congresso, nem um pio. Nada na imprensa. O assunto simplesmente morreu. E com essas recentes notícias de melhora da internet nos EUA, vai continuar mais morto ainda.
  • Amazonense  20/12/2018 20:52
    Virou letra morta aqui no Brasil.

    As empresas não tão nem aí: Tim, Vivo, Oi, Claro, todas tem planos que dão de graça o acesso a determinados aplicativos (face, whats, etc.). Isso, tecnicamente, é contra a neutralidade de rede, porque as empresas estão beneficiando um agente da rede em detrimento de todos os outros. Mas, pra que se incomodar? Todo mundo quieto como se não houvesse a lei. Nem os advogados e juízes falam mais nada!

    Tomara que continue assim!
  • Infiliz  21/12/2018 19:57
    Mas isso é ruim!
    Isso é exatamente o calcanhar de Aquiles do BR... país que não é sério! Tem lei que não é lei, tem lei que serve uma hora, na outra não... tem aquelas que dependem da boa vontade do agente burocrata do momento, etc, etc etc. Se não é pra ser cumprida, tem que extinguir! Manter uma lei idiota em vigor (e mesmo as não idiotas) só contribui para nossa ETERNA insegurança jurídica total.
  • André  20/12/2018 16:03
    Ótimo update, obrigado pelas informações.

    Repito aqui o que disse no artigo do Tucker: Nunca, em lugar nenhum do mundo, uma regulamentação foi feita para beneficiar consumidores. Sempre, em todos os lugares do mundo, regulamentações são feitas para beneficiar produtores, formar cartéis e garantir extração de renda dos consumidores.

    Tudo isso começou com o Sherman Act.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1999


    Já no Brasil, as regulações são ainda mais explicitamente anti-consumidores e pró-grandes empresas:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2769
  • Rene  20/12/2018 16:14
    Ano que vem, poderíamos comparar quem afetou mais a internet: O fim da regulamentação da neutralidade da rede nos Estados Unidos, ou a regulamentação dos direitos autorais na Europa.
  • Ezequiel  20/12/2018 16:17
    Quando o Marco Civil foi imposto durante o governo petista, todos os petistas vibraram e demonstraram ardoroso apoio à lei (óbvio, o governo passaria a regular a internet).

    Mas agora que eles são oposição desde 2016, é bem provável que, ao menos silenciosamente, tenham virado a casaca e se tornado contra (não irão se manifestar, é claro, pois dará muito na cara).

    Eis quem promoveu o Marco Civil no Brasil:



    Só de ver esse cara falando já tenho engulhos.
  • Ulysses  20/12/2018 16:22
    Neutralidade de rede nunca foi sobre igualdade, mas sobre controle. Tão logo o governo adquire o poder de supervisionar e regular, ele começa a usar seus "equipamentos" para monitorar tudo para garantir que "todos os dados estão sendo tratados de maneira igual".

    Que existam pessoas tão ingênuas a ponto de acreditar em políticos bem intencionados é algo totalmente incompreensível.
  • Jeff  20/12/2018 16:34
    O efeito da neutralidade de rede, como ocorre em todas as regulamentações governamentais, foi o de cartelizar a indústria e transformar um terreno até então genuinamente livre e voluntário em um sistema gerenciado pelo governo.

    O exemplo mais explícito disso foi o ataque da FCC, ainda sob o governo Obama, à empresa de telefonia celular T-Mobile. Por meio de seu programa Binge On, a operadora estava oferecendo dados gratuitos para determinados serviços de transmissão contínua de dados (streaming).

    A operadora não cobrava pelos dados usados na transmissão de Netflix, Spotify, Hulu e de vários outros serviços. Mas cobrava para YouTube. O governo disse que isso violava as regras de neutralidade de rede e atentava contra o consumidor (o qual, vale lembrar, voluntariamente optou por adquirir esse pacote).

    Ou seja, o governo, na prática, determinou que consumidores que querem receber dados gratuitos de empresas que se dispõem a ofertá-los é algo ilegal. Mas, ué, a lei não era para beneficiar o consumidor? Obviamente, a proibição à T-Mobile de ofertar esse serviço era do interesse das grandes ISPs concorrentes da T-Mobile.
  • Eliseu Drummond  20/12/2018 16:47
    Ainda em 2015, o órgão regulador da Eslovênia multou duas das principais empresas de telecomunicações do país por quebra da neutralidade de rede. Uma por oferecer gratuitamente aplicativo de música; a outra por não cobrar por serviços de back-up de dados de seus usuários.

    Na Holanda, a Vodafone foi multada por ousar oferecer a seus clientes, sem custos, acesso ao aplicativo de vídeos da HBO.

    Já no Canadá, duas operadoras de telefonia celular foram obrigadas a interromper o serviço gratuito de mobile TV a seus clientes. O ente regulador local decidiu que o zero rating é ilegal por constituir uma prática anti-competitiva, uma vez que isso "prejudica" outros produtores de conteúdo na Internet.

    No Chile de Michelle Bachelet, o zero rating é proibido desde maio de 2014.

    No Brasil do PT, o Ministério Público atacou a TIM por oferecer uso sem custos do WhatsApp.

    Ou seja, mesmo antes deste ataque à T-Mobile nos EUA já estava claro que o objetivo da Neutralidade de Rede era acabar com o zero rating, que é essa prática que se caracteriza pelo oferecimento gratuito de certas aplicações por parte das operadoras de rede, comumente as empresas de telefonia móvel.

    Quero muito entender como é que conseguiram fazer com que esta lei fosse vista como pró-consumidor.
  • Imperion  20/12/2018 17:16
    Em todos os casos, eles escondem os maleficios, a logica e vendem a ideia dos benefícios. So que os custos ficam pra alguem, e quando o nercado encolhe, algum birocrata bota culpa no produtor, no caso os orovedores de nao querer colaborar. E as pessoas com mentalidade esquerdista atacam a empresa" calitalista diabólica trapacesadora sanotadora" que nao quer ser generosa con o consumidor.
    Isso nasce da mentalidade eaquerdista da população que pede praser enganada
  • Imperion  20/12/2018 18:13
    Pessoas com a mentalidade esquerdista seguem os valores do mau caratismo , de.receber beneficio e deixar com que outros paguem. Essa mente entao esta sujeita a se.vender pelo beneficio, porque não segue valores virtuosos. Baixe um livro de persuasão na net, é tudo igual. Uma das tecnicas é descobrir o que a pessoa quer e prometer pra ela.
    Psicologicamente r os persuasivos ao de.adivinharem os desejos das pessoas, ja faz as pessoas sentirem que vao ter seus desejos realizados, é muito facil entao enganar legioes de seguidores , basta prometer,.nao precisa cumprir . A pessoa quando toma uma escolha , tende a.defendela,.mesmo contra.a.logica.
    Os políticos estudam persuasão e.sabem disso. Nao se engane. Isso se.chama engenharia social. É facil enganar os outros, subvertendo a logica das coisas. As pessoas tendem a se deixar enganar pra ter seus desejos realizados , principalmente politicamente. Leis assim,.passam assim porque as pesoas seguem a manada
  • Dane-se o estado  20/12/2018 19:36
    Usam do argumento de que servia para proteger o mercado de "trust" pois empresas fornecendo serviço muito barato ou gratúito, o estado tem que ser bonzinho e estimular "concorrência leal" para todos do parquinho brincarem! nunca passa na cabeça do povo que foi eles mesmos que decidiram qual empreza deve ou não exitir no mercado e que serviços devem ser mais duradouros que outros, além na preferência de consumo nunca ser uníssona para um tipo de serviço específico. Auto alienação total.
  • informado  21/12/2018 01:41
    Só tem um erro de informação neste comentário. A FCC não atacou o Binge-On da T-Mobile. Pelo contrário, em janeiro de 2017, a FCC publicou um relatório favorável ao Binge On da T-Mobile e o Data Perks da AT&T. O que foi proibido foi o Sponsored Data da AT&T e o FreeBee Data 360 da Verizon.

    De acordo com a FCC, a T-Mobile "não obrigou os provedores ou consumidores a participar do Binge On, e não cobrava nada se optassem por fazê-lo." De acordo com a FCC, "ao contrário da T-Mobile, no entanto, que cobra a todos os provedores a mesma taxa zero para participar do Binge On, a AT&T impõe pesadas cobranças por gigabyte em terceiros não afiliados pelo uso do Sponsored Data." Já FreeBee Data 360 da Verizon, de acordo com a FCC, adota práticas semelhantes ao Sponsored Data da AT&T.
  • Eliseu Drummond  21/12/2018 03:56
    Contrariando seu nome, você está sim desinformado. A FCC de 2017 que elogiou o Binge On é diferente da FCC de 2014 que o puniu.

    A FCC de 2017 é a mesma que aboliu a neutralidade de rede. A FCC de 2014 foi a que a instalou. Houve uma eleição presidencial em 2016, e ela gerou toda uma troca de diretoria nas agências (e consequentemente de mentalidade). A FCC de 2017 foi nomeada por Trump. A de 2014, por Obama.

    Mudança de gestão faz toda a diferença. É como você dizer que a Petrobrás de Pedro Parente tinha a mesma filosofia da Petrobras de Sérgio Gabrielli, Graça Foster e Aldemir Bendini.

    Faça jus a seu nome e informe-se melhor.
  • OFF  20/12/2018 16:53
    O IMB poderia trazer um artigo sobre as regulamentações do Brasil comparado, por exemplo, aos EUA?

    Sei que existe os índices de liberdade econômica, mas seria bom ver um com aspecto histórico e focado no Brasil.
  • ON  20/12/2018 17:02
    Este não traz um histórico, mas faz um bom apanhado das principais regulações atuais em âmbito macro:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2769

    Já esse fala do setor elétrico brasileiro, muito bom:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2138
  • Guilherme  20/12/2018 17:15
    Um dos argumentos dos defensores da neutralidade de rede era que a regulação era necessária para evitar que as provedoras proibissem o tráfego na rede. Mas o gozado é isso (proibição de tráfego) nunca ocorreu desde a invenção da internet até 2015, ano da imposição da legislação.

    Por isso, sempre fiquei curioso: inventaram uma lei proibindo algo que nunca sequer tinha ocorrido. Obviamente, a lei foi apenas um lobby das grandes empresas para fazer com que outros pagassem por seus custos. E vários otários, a maioria na esquerda, caíram direitinho achando que tudo era "pelo social".
  • Vladimir  20/12/2018 17:32
    Sim, a neutralidade de rede foi criada pelas grandes empresas do setor (que já estavam estabelecidas) para restringir a entrada de concorrentes. A imposição da neutralidade de rede, de um lado, elevava seus custos, mas de outro havia um esplêndido efeito positivo: seus potenciais concorrentes futuros também teriam de lidar com esses mesmos custos.

    Já estabelecidas no mercado e usufruindo uma grande clientela cativa, as grandes empresas ficavam em uma posição muito mais privilegiada para absorver esses custos. Já seus potenciais concorrentes não teriam capital para absorver esses custos. Isso significa que as grandes podiam até mesmo reduzir seus planos de desenvolvimento, esfriar seus planos de investimentos em fibras óticas, e se dar ao luxo de descansar sobre seus louros. Sua fatia de mercado estava protegida.

    Eis uma notícia que ilustra isso:

    www.techdirt.com/articles/20160204/05121433515/states-wake-up-realize-att-lobbyists-have-been-writing-awful-protectionist-state-broadband-laws.shtml


    E aqui, um executivo da Comcast exige que o Congresso crie uma nova lei de neutralidade de rede:

    www.theverge.com/2014/3/10/5491908/comcast-buys-congress

    www.phillyvoice.com/comcast-executive-congress-must-protect-net-neutrality/
  • Fabrício  20/12/2018 17:46
    Também nunca entendi a lógica por trás da lei (no caso, a lógica que foi vendida ao público). E olha que tentei. Nunca houve problema de restrição de acesso. Ninguém nunca bloqueou o acesso à internet. E sempre houve expansão dos investimentos e aumento contínuo na velocidade e na largura de banda. Tudo isso muito antes de alguém sequer inventar isso de neutralidade de rede.
  • Osmar  20/12/2018 19:02
    Na prática, a ideia por trás da neutralidade de rede equivalia a exigir que uma mercadoria que tem de ser entregue em 24 horas do outro lado do mundo pela Fedex tenha o mesmo preço de uma que pode ser entregue daqui a um mês, pelos Correios, na cidade vizinha.

    Esse, claro, era o argumento apresentado ao público. Na prática, é claro, a lei era apenas para beneficiar as grandes empresas fornecedoras de conteúdo.
  • Frederico Costa  20/12/2018 19:14
    Na verdade, a neutralidade de rede tinha de ser revogada porque ela é fisicamente impossível.

    Todos os roteadores têm de perder pacotes se o link para o qual são enviados está saturado. Mas dado que perder um pacote de TCP gera um pedido de retransmissão, o que torna o congestionamento ainda pior, os pacotes UDP caem antes.

    E isso, por definição, já é discriminatório: streamings de vídeo e de bit torrent usam UDP e podem tolerar perdas de pacote. Já um VoIP não pode tolerar uma perda de pacote. Um atraso de um segundo no streaming da Netflix é imperceptível. Já um atraso de um segundo em um VoIP é intolerável.

    Para que a internet realmente funcione, ela não pode ser neutra.
  • Sérgio  20/12/2018 19:42
    O que vcs acham de redes sociais e ferramentas de busca como Google, Bing, Yahoo, Facebook, Twitter, Reddit, reter os dados dos usuários e vendê-los (até mesmo os dados dos usuários que não possuem login nestas redes sociais e ferramentas de busca)? O Facebook rastreia até o movimento do mouse.
  • Roberto  20/12/2018 20:11
    Que tem muita gente acreditando em conto de fadas.
  • Amazonense  20/12/2018 20:36
    Você leu o "agreement" da Google quando você cria uma conta? Pois é, eu li. E lá tá escrito que eles vão coletar informações e vão passar a terceiros. Você concordou com isso? Tá reclamando de que agora? Poderia simplesmente não ter concordado e não ter criado uma conta Google.

    Isso vale para o Face, Instagram etc.
  • Sérgio  20/12/2018 21:53
    A Google retem e vende dados até de quem não possui conta no Gmail.. O próprio Google disse que faz isso (pesquisem notícias de 2006, 2007, 2010).

    E não é conto de fadas. Existe um dispositivo chamado "mouse tracking", que rastreia o movimento do mouse. E o Facebook usa este dispositivo. Eles esqueceram de avisar aos usuários sobre isso nos seus Termos de Serviço, mas revelaram ao Senado Americano .

    Não deveria haver estes dispositivos.

    Vcs são contra identidade, RG, CPF, e outros documentos exigidos pelo governo, pois de acordo com vcs isso torna mais fácil pro governo identificar as pessoas e poder espioná-las. Já ví libertário sendo contra até placa de carro. Mas são a favor de retenção e venda de dados, contanto que isto seja feito por empresas privadas. Se fossem estatais que fizesse isso, haveria artigos criticando isso, mas como são empresas privadas que fazem isso, vocês acham certo.

    Assim como acham certo tb a censura de páginas pró-vida pelo Facebook, Google e outras empresas que são párte da Big Tech.

    Se vcs não estão preocupados com a privacidade de vcs, e preferem defender grandes corporações, o problema é de vcs.. Eu tô preocupado com a minha privacidade.
  • anônimo  20/12/2018 20:51
    E qual o problema do facebook vender os dados?

    incrivel como as pesssoas fazem um escandalo com uma coisa tão boba. Um netflix da vida não vai ficar fuçando a conversa de sua paquera na internet, as empresas querem apenas a massa de dados, que permitem elaborar estatisticas e assim lhe ajudem a tomar decisões. E mais um detalhe, informações essas que as pessoas já fornecem publicamente nas redes sociais, e o facebook apenas organizou para as empresas.
  • Minerius  20/12/2018 22:51
    Moralmente questionável mas eticamente válido, porque está nos termos de uso.

    Agora o engraçado é que muita gente reclama disso mas passa pano para espionagem feita pela NSA, ABIN, IRS, RF, detalhe que sem o seu consentimento, todos pagos pelo seu dinheiro pilhado. Após a fecundação você já é escravo deles.
  • Edujatahy  21/12/2018 11:35
    Acho importante fazer apenas uma pergunta:
    Google, Facebook? São serviços gratuitos?

    Se sim? Qual a reclamação mesmo?
  • Sérgio  21/12/2018 13:36
    PEssa política de registro, rastreio, retenção e venda de dados por estes sites e redes sociais, facilita o trabalho de espionagem destas agências de espionagem. Ou vc acha que o Facebook e o Google não enviam todos os seus dados pra CIA, FBI, NSA, ABIN e outros?

    Vou te dar uma dica: é muito mais seguro para a sua privacidade vc usar o bom e velho PC do que smartphones. Não use Android. Sabemos hj que o Google rastreia seus movimentos, você queira ou não. Vc acha que eles não enviam tudo pra essas agências governamentais? Claro que enviam.
  • João Bosco  20/12/2018 20:36
    Prezados, é importante destacar o seguinte, conforme a conclusão da própria revista citada:
    "The big conclusion: The more fiber networks and gigabit-level speeds the ISPs build out, the better it is for the US."
    Não se estabelece qualquer relação, ao menos literalmente, que a neutralidade de rede foi a responsável por esse aumento. De acordo com o artigo foi a CONTINUIDADE da expansão da fibra que MANTEVE o ritmo de crescimento. Aliás, sequer se menciona se esse crescimento foi o maior durante o período que se observa de implantação dessa tecnologia. Qualquer coisa além disso, é a mais absoluta especulação e opinião sem qualquer fundamento, ao menos, quando se considera o artigo em tela.
  • Tecnólogo  20/12/2018 20:51
    Acho que você não entendeu absolutamente nada, nem do artigo e nem muito menos de todo o debate que se deu acerca da abolição da neutralidade de rede.

    Vou tentar desenhar: os defensores da neutralidade de rede diziam que a abolição da neutralidade levaria ao fim da internet tradicional. Sem a neutralidade de rede, as velocidades iriam cair, os preços iriam disparar, ninguém mais conseguiria acessar nada e tudo ficaria uma carroça, pois as "grandes corporações" não iriam investir em melhoria nenhuma.

    Sem o porrete do estado para "pressionar as grandes corporações para entregar serviços decentes", a internet voltaria a ter a velocidade de uma internet discada, pois as "grandes corporações" não mais teriam interesse nenhum em internet rápida. E ninguém acessaria livremente os sites.

    Pois bem, a neutralidade foi abolida e aconteceu exatamente o oposto do que essas pessoas diziam que iria acontecer. Investimentos cresceram, redes se expandiram e velocidades aumentaram. E o acesso a todos os sites continuou livre. Os defensores da neutralidade diriam que iria acontecer tudo exatamente ao contrário.

    Ora, meu caro, se você diz que corporações passariam a ser maldosas em decorrência do fim de uma regulação, mas na prática elas passam a investir mais e entregam serviços melhoram, então você deve explicações.

    No aguardo.
  • Dane-se o estado  20/12/2018 21:48
    A lógica dos defensores da neutralidade da rede é risível: na cabeça deles, se os provedores não forem livres para estipular preços para serviços específicos, as empresas vão parar de investir em tecnologia, infraestrutura e velocidade, mesmo com o conteúdo da interent crescendo constantemente, o que exige cada vez mais demanda por velocidade e desempenho, o que estimula mais lucro, concorrência por clientes, lucro por publicidade, etc... na cabeça dos idiotas, as empresas iriam abandonar todo esse mar potencial de investimento em lucro. É de dar risada até o infinito!
  • Régis  20/12/2018 20:57
    A neutralidade de rede só foi defendida vigorosamente pela mídia e pela esquerda progressista porque ele foi propagandeada por Obama (e, aqui no Brasil, pelo PT e pelo PSOL). Vocês realmente acham que se fosse Trump e/ou Bolsonaro propagandeando essa ideia ela teria tido toda essa aceitação plena e imediata dessa gente?
  • Felipe Lange  20/12/2018 21:25
    Neutralidade da rede é como se, por exemplo, a Mercedes-Benz não pudesse oferecer e diferenciar em preço a sua linha de modelos, que vai desde o mais simples Classe A até o Classe S Maybach. Aí só pode oferecer por exemplo, o Classe C. É uma ideia um tanto idiota, que só tem coerência se defendida pelas corporações que terão a boquinha garantida.

  • Yuri  20/12/2018 21:28
    O mais legal de tudo: algo que nunca existiu até 2015 passou subitamente a ser visto como a solução e como a explicação para tudo de bom que havia ocorrido até então em sua ausência.

    E nêgo levou isso a sério, principalmente na imprensa. Inteligência de fato é uma commodity escassa.
  • Karlos Markes  20/12/2018 22:34

    A regulação governamental só diminui os investimentos e os lucros no setor da internet ou qualquer outro quando há práticas predatórias e lucros excessivos do capitalismo selvagem que desrespeita totalmente os direitos do consumidor se não for domesticado pela mediação do Estado. Assim, é extraordinário constatar que pessoas alfabetizadas consigam ser contra a neutralidade da rede. Se não tiverem interesses pecuniários ocultos, com certeza foram lubridiados pelos que têm.

    É necessário sim que o governo regule os provedores de serviço de internet para que estes não obstruam o livre acesso à rede, discriminando e restringindo conteúdos, oferecendo planos que beneficiam somente as pessoas de rendas mais elevadas e excluindo injustamente aqueles que não podem pagar muito e por isso não são importantes para as multinacionais.

    Digno de nota é que todos os setores da economia funcionam de acordo com o princípio da neutralidade, oferecendo os mesmos serviços para todos pelos mesmos preços; por que só os provedores de internet seriam diferentes e poderiam discriminar as pessoas?

    Além disso, todas as gigantas da internet (Google, Amazon, etc.) só cresceram por causa da ajuda e proteção do governo; a própria Internet só existe por causa do Estado. Sem o Estado, a maioria seria analfabeta e os pouquíssimos leitores (privilegiados da nobreza) estariam usando livros na forma de rolos copiados à mão.

    Portanto, nada mais justo que os provedores arquem com os custos dos serviços presta-dos à população carente, visto que eles obtêm lucros altíssimos e devem devolver para a sociedade parte do que tiraram dela. É a justiça social em prática.

    Que "liberais" são esses que se opõem à liberdade de acesso? A única liberdade que realmente defendem é a das megacorporações abusarem do seu poder econômico em prejuízo da população. Felizmente nossos legisladores estão atentos para combater os cartéis que fatalmente se formam quando o mercado é livre demais e garantir que todos tenham acesso, a igualdade econômica através da regulamentação do mercado, incluindo o tabelamento eficaz de preços, prática que já salvou civilizações inteiras.

    Algumas megaempresas do setor apoiam a medida porque se preocupam com a população e temem que novos concorrentes sem escrúpulos prejudiquem os usuários em sua ganância por poder econômico. Se não podem oferecer nem o mínimo de qualidade que a regulamentação propõe, além de usarem estratégias como traffic shaping, dumping monopolista e cartelização multiaxial, então o governo deve restringir esses predadores para humanizar o capitalismo.

    Com a supervisão compassiva do governo, a tecnologia avançará cada vez mais e todos terão acesso a serviços de qualidade crescente e preços decrescentes, o contrário do que ocorre nos países mais capitalistas. Com o tempo, todos terão suas demandas plenamente atendidas a custo praticamente zero, pois o governo conduzirá a sociedade para níveis cada vez mais elevados de eficiência econômica e justiça social.

    * * *
  • Kelvin  20/12/2018 23:25
    Você e discípulo do Capital Imoral? Nah, prefiro o original. Mas valeu a tentativa.
  • João  21/12/2018 17:06

    Karlos Markes é economista, psicógrafo e já refutou o Leandro!
  • Emerson Luis  21/12/2018 08:01

    Copiou meus três asteriscos!

    Vou abrir processo de propriedade intelectual!

    * * *
  • Stuart Mill  21/12/2018 16:23
    Propriedade intelectual? Ridícula intromissão do Governo sobre a livre circulação de ideias.
  • Constatação  21/12/2018 14:52
    O último tabelamento de preços que houve por aqui serviu para uma coisa: faltar muita coisa no mercado, e quem conseguia comprar pagava ágio.
  • Darius  21/12/2018 15:52
    Além disso, todas as gigantas da internet (Google, Amazon, etc.) só cresceram por causa da ajuda e proteção do governo; a própria Internet só existe por causa do Estado. Sem o Estado, a maioria seria analfabeta e os pouquíssimos leitores (privilegiados da nobreza) estariam usando livros na forma de rolos copiados à mão.

    Portanto, nada mais justo que os provedores arquem com os custos dos serviços presta-dos à população carente, visto que eles obtêm lucros altíssimos e devem devolver para a sociedade parte do que tiraram dela. É a justiça social em prática.


    Oi?! Mas se as grandes como a Amazon e Google cresceram por conta do estado, não seria elas que deveriam custear, por que seriam os provedores?

    Com a supervisão compassiva do governo, a tecnologia avançará cada vez mais e todos terão acesso a serviços de qualidade crescente e preços decrescentes, o contrário do que ocorre nos países mais capitalistas.

    Deflação, é isso mesmo que ouvi de um keynesiano?
  • Morte à Burguesia   21/12/2018 02:51
    A Internet é sim um serviço de utilidade pública, seus burgueses ancaps de merda!!
  • thiago  21/12/2018 15:00
    Todo dia as Casas Legislativas aprovam "leis de declaração de utilidade pública", declarando de "utilidade pública", por exemplo, a "Associação de Moradores Ação, União e Cidadania de Lagoa de Baixo, com sede no Município de Rubelita". São cerca de 400 por ano só nos legislativos estaduais. Eu acho que a padaria na esquina da minha casa tem muito mais utilidade pública que esses conchavos.
  • anônimo  21/12/2018 15:34
    Todo social-democrata deveria olhar pro Brasil e perceber que é isso o que a social-democracia produz em um país pobre.
  • Jaime Camargos  24/12/2018 20:18
    Na mesma toada, tomara que Bolsonaro acabe com o frete mínimo. Precisamos de empreendedorismo no setor de transporte e se queremos desenvolvimento devemos desregulamentar tudo.
  • Skeptic  29/12/2018 15:14
    O que mais me impressiona nessa besteira inacreditável de neutralidade de rede é como muitas pessoas da área da tecnologia e computação (não falo de empresas, muito menos de grandes empresas) acreditam nesse lorota regulatória.
    É o típico "vamos regular o mercado para impedir as falhas de mercado", pronto, fica tudo muito pior e mais concentrado.


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