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O governo proibir o porte de armas é, acima de tudo, um problema de ordem moral
Ao proibir um meio de auto-defesa sem garantir segurança, o governo viola o nosso direito à vida

Comecemos com um experimento mental. Suponha que eu empurre você em uma piscina profunda como parte de uma aula de natação. Mas você não sabe nadar. Você tenta desesperadamente se manter flutuante, com a cabeça acima da água. Mas não consegue.

Agora, suponha que eu não faço nada para socorrer você. Fico apenas olhando. Como consequência, você morre afogado.

Minhas ações, neste cenário, equivalem a um assassinato. Eu intencionalmente coloquei você em uma situação de grande vulnerabilidade e, em seguida, recusei-me a lhe ajudar. Seus direitos foram flagrantemente violados por minha recusa em não fazer nada.

O princípio moral por trás deste experimento mental é este: se eu conscientemente coloco você em um estado de grande necessidade ou vulnerabilidade, então eu sou responsável por lhe ajudar ou socorrer. Se eu não fizer isso, estarei sendo negligente. Se minha negligência leva à sua morte, então eu sou culpado de assassinato.

Este princípio está consagrado no sistema legal como parte da doutrina chamada Perigo Criado pelo Estado. Se o governo faz algo que coloca alguém em uma situação de perigo, ele tem a responsabilidade especial de garantir a segurança deste indivíduo. Se falhar, ele pode ser considerado responsável por qualquer dano físico ou prejuízo que venha a ocorrer.

O que isso tem a ver com o porte de armas?

Esse princípio possui relevância direta no caso da segurança pública, em especial no caso da criminalidade urbana. O porte de armas é proibido pelo estado. Isso significa que as ruas das cidades, bem como os estabelecimentos comerciais nelas localizados, são locais em que o governo declarou — usando a ameaça de punição e violência para quem não cumprir sua ordem — que portar uma arma de fogo é proibido.

Ao coercivamente exigir que os cidadãos cumpridores da lei se desarmem, o governo está intencionalmente abolindo a capacidade destes cidadãos de efetivamente se protegerem contra agressores armados — os quais, exatamente por serem foras-da-lei, não cumprem as leis.

O governo, em outras palavras, colocou estes cidadãos em uma posição de enorme vulnerabilidade em relação à proteção de sua integridade física e de suas posses.

Isso, entretanto, não seria problema caso o governo fosse capaz de garantir a segurança e a integridade física de cada um dos indivíduos do país. Na prática, isso significa que cada indivíduo deste país teria de andar acompanhado de um policial que garantisse sua integridade e segurança.

Se o governo não for capaz de fazer isso, ou seja, se ele nada fizer para compensar o déficit de proteção que ele criou ao desarmar os cidadãos cumpridores da lei e deixá-los à própria sorte contra a agressão de criminosos descumpridores da lei — os quais podem, inclusive, estar armados apenas com facas —, então, por definição, o governo violou o direito mais básico do indivíduo, que é o seu direito de defender a própria vida.

Consequentemente, se um cidadão cumpridor da lei foi machucado ou morto como resultado desta política do governo, então o governo é o culpado pela violação do direito à vida deste cidadão.

Embora haja numerosas estatísticas comprovando que armas são extremamente efetivas em produzir resultados exitosos quando usadas em uma situação de defesa própria, a questão empírica ainda é o de menos. A questão ética e moral se sobrepõe. E seria assim ainda que as estatísticas mostrassem o contrário.

A questão é que há um robusto argumento moral em prol de permitir cidadãos cumpridores da lei portarem armas: afinal, nosso direito à vida (mais especificamente, o direito de não termos nossa vida ameaçada ou mesmo retirada de nós) é indelével e é válido onde quer que estejamos. Sendo assim, o direito de defendermos nossa integridade física e nossas posses deve nos acompanhar sempre e em qualquer lugar. Seja em casa, seja na rua, seja no campo. Ele não pode ser suprimido, a depender do local em que estejamos.

Se o governo suprime esse direito e nos diz que não podemos portar armas em determinadas localidades (como nas ruas de uma cidade e em seus estabelecimentos comerciais, ou mesmo em nossas propriedades urbanas ou rurais), então ele tem de assumir a responsabilidade especial de compensar por esse déficit de auto-proteção que ele criou. Ele tem, em outras palavras, de fornecer alguma alternativa que efetue a mesma função que minha arma de fogo efetuaria caso eu pudesse portá-la.

Em alguns locais muito específicos, esse déficit chega a ser compensado, como em aeroportos e tribunais, e em algumas ruas muito bem policiadas. No entanto, na esmagadora maioria das ruas e localidades do país, especialmente em horários específicos, o governo claramente não cumpre sua auto-declarada (e especial) obrigação de fornecer aos cidadãos cumpridores da lei um alto padrão de proteção. Com efeito, na maioria dos locais, ele não oferece proteção alguma.

Mesmo nas cidades com um alto efetivo policial, esse efetivo não basta, pois é fisicamente impossível haver um policial em cada esquina garantindo a proteção de todos os transeuntes e motoristas em todos os horários do dia. No caso de um assalto, na melhor das hipóteses, a resposta policial leva minutos. No caso de um assassinato, a polícia, por definição, sempre chega após o crime ter sido cometido.

As objeções mais racionais

Alguns podem se opor argumentando que, apesar de tudo, as chances de um indivíduo ser vítima de um crime é pequena, de modo que a liberação do porte de armas não se sustenta. Igualmente, pode-se argumentar que ainda há várias cidades pacíficas, de modo que o governo não está errado em não oferecer altos padrões de proteção.

No entanto, esses argumentos passam longe da questão. O exato motivo para se portar uma arma é precisamente para aquelas raras situações em que ela se torna necessária. Assim como um seguro de carro, é preferível portar uma arma e nunca ter de usá-la a ter de usá-la e não possuí-la.

O direito do indivíduo de se defender a si próprio não varia de acordo com probabilidades. Não depende de estatísticas. Não é uma função do risco (alto ou baixo) de ele se tornar uma vítima. Em nada importa se ele vive em uma cidade violenta ou em uma cidade extremamente pacífica. Seu direito à auto-defesa não pode ser suprimido e não é função de probabilidades. Trata-se de um direito baseado na dignidade do indivíduo, e não em médias estatísticas.

O direito à defesa própria é uma liberdade que qualquer indivíduo possui pela simples virtude de ele ser um ser humano. Ninguém pode me tirar esse direito baseando-se em estatísticas e probabilidades. Eu não perco esse direito só porque as circunstâncias em que precisarei de uma arma são estatisticamente raras. Se fosse assim, esse mesmo argumento poderia também ser usado para se proibir qualquer outro tipo de auto-defesa, como aulas de artes marciais e defesa própria.

E há também outra objeção, esta de cunho mais irônico, que diz que, se é para liberar o porte de armas de fogo, então por que não liberar também lança-chamas, bazucas, metralhadoras, mísseis e armas nucleares? Afinal, o governo proibir esses itens também afeta nossa capacidade de auto-defesa. Mas tal ironia, obviamente, não se sustenta, e por uma razão simples: lança-chamas, bazucas, metralhadoras, mísseis e armas nucleares não são métodos proporcionais para um indivíduo se defender contra ameaças que ele possa realisticamente encontrar. Revólveres, pistolas e carabinas são.

Por último, há o inevitável argumento de que armas não podem ser liberadas porque seriam mal utilizadas por terceiros. Outro argumento insensato. O governo coercivamente proibir o porte de armas para todos simplesmente porque alguns supostamente não serão mentalmente capazes de usá-las significa penalizar o direito à auto-defesa dos inocentes por coisas que terceiros podem vir a fazer. De novo, cai-se no problema das probabilidades. E o direito à auto-defesa, como já argumentado, não é algo que pode ser suprimido por probabilidades. Isso, além de imoral, é injusto.

Abdicar de sua segurança é imoral

Como ficamos?

O governo proibir o porte de armas é imoral, pois se trata de uma medida que clara e diretamente viola nosso direito à auto-defesa. E é assim porque o governo claramente não cumpre — e nem tem como cumprir, pois é fisicamente impossível — sua auto-declarada obrigação de garantir a segurança de todo e qualquer indivíduo em todo e qualquer canto do país.

Sendo assim, por definição, nós, na condição de indivíduos detentores do direito de defender nosso corpo e nossas posses contra agressores (estejam eles armados com armas de fogo, facas ou mesmo punhos cerrados), não podemos ter suprimido o nosso direito de portar armas em locais públicos.

Por fim, uma palavra sobre a atitude de delegar à polícia (o aparato estatal de proteção) a sua segurança e a de sua família. Se você é incapaz de se proteger e é desejoso de ser protegido por terceiros, isso é um direito seu. Entretanto, tal postura é também imoral. Pois, se você próprio não quer defender a sua família, como você pode esperar que outro indivíduo arrisque a vida dele para defender a sua família em vez da dele?

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A arma de fogo é a civilização


57 votos

autor

Tim Hsiao
é professor de Filosofia e Humanidades na Universidade de Grantham, Inglaterra.


  • Bernardo  30/08/2018 16:51
    Ainda que o estado fosse extremamente eficiente em fornecer segurança, ainda assim político nenhum tem o direito de me proibir de ter uma arma, que nada mais é do que um objeto inerte. Esse é o ponto.
  • Carlos  30/08/2018 16:57
    Dada a total incapacidade da polícia (e culpa não dos policiais, mas do treinamento estatal) e seu bem-documentado histórico de mortes acidentais de inocentes, eu confio muito mais na minha capacidade de autodefesa do que na de um policial.
  • Paul Kersey  30/08/2018 16:55
    O que eu realmente não entendo é libertário obedecer governo. Eu literalmente defeco para as ordens do governo. Tenho três armas compradas no mercado paralelo (e não foi de traficantes, mas de pessoas conhecidas) e sempre saio com ao menos uma delas às ruas. Faço isso já tem uns 10 anos. Nunca precisei, mas não quero estar sem ela caso eu venha a precisar.

    Jamais passou pela minha cabeça me submeter à humilhação de ficar pedindo permissão a burocratas para comprar uma arma. Jamais me passou pela cabeça ficar dando minhas informações pessoas pra Polícia Federal ou pro Exército.

    Sugiro que vocês façam o mesmo. Parem de mendigar a permissão de políticos. Isso é coisa de covarde. Consigam vocês próprios suas armas. E dado que o futuro cenário econômico é de grandes dificuldades, ter uma arma será imprescindível para manter a sua vida e a de sua família.
  • Desisti do Brasil  30/08/2018 17:09
    Boa! Parabéns pela atitude! Eu também não me conformo como tem gente que compra bitcoin (OK) mas tem medinho da receita federal e coloca na declaração de IR! Santo Deus! MEUS BITCOINS SÃO MEUS, FODA-SE A RECEITA FEDERAL!
  • Douglas  30/08/2018 17:39
    Você esta coberto de razão, mas tem uma coisa.

    Aqui no rio de janeiro ate a policia não gosta de saber que civis tem armas ou em casa ou em porte velado.

    Mas de fato e claro a ideia de que intimidar aparentando armas para policia e melhor do que a ideia de trocar tiros ate a morte. não e atoa, que no rio policia não entra em favela alguma sem apoio de blindados e helicópteros .

    Se não existisse a POLICIA SERIA TUDO MELHOR.
  • Pobre Paulista  30/08/2018 18:45
    Isso mesmo. Parabéns. Você é um exímio defensor da família.

    Só torça para nenhum policial te apreender com ela, pois não sei como você conseguirá defender sua família de dentro da cadeia.
  • JP  30/08/2018 21:33
    Muito Braddock você hein....kkkkkk

    Cada um com suas utopias, para mim o libertarianismo é um marxismo com sinal trocado. Como se dizia nos anos 80: "ideologia eu quero uma pra viver".
  • Paul Kersey  31/08/2018 00:30
    Não sabia que isso que eu venho fazendo há 10 anos se chamava utopia. Para mim, era apenas "proteção". Ou mesmo "precaução". Aprendi hoje mais um sinônimo para precaução e proteção: utopia.

    Obrigado por expandir meu vocabulário.
  • JP  31/08/2018 13:10
    O fato de você se proteger e ao mesmo tempo proteger sua família é uma coisa, considero isso nobre.

    Mas o fato de afirmar "O que eu realmente não entendo é libertário obedecer governo" já é outra coisa.

    Quando falei sobre utopia foi justamente nesse quesito. Todo ideólogo coloca as pessoas dentro de uma classe, um grupo, um rótulo e blá blá blá.

    A realidade da vida é muito maior e complexa do que qualquer caixa de idéias teóricas.

    Os esquerdistas nada mais fazem que colocarem a realidade e as pessoas dentro de suas mentes insanas. Quando os fatos, a realidade não encaixa, dá um bug nos neurônios e fazem igual ao mito de Procusto.

    Ao final, todo grupo quer uma verdade para chamar de sua e querer encaixar toda realidade em seu mundo teórico.

    Cada indivíduo é único e a realidade dele pode ser bem complexa para poder encaixar perfeitamente em um conjunto filosófico.

    Toda ideologia possui uma lógica inerente e tal lógica se mistura com emoções e achamos que estamos sendo perfeitamente racionais, quando na verdade não somos.

    Posso fazer um curso de tiro, comprar um arma, proteger minha família dos esquerdistas, comunistas e toda essa corja maldita de bandidos e, mesmo assim, estou pouco me lixando para me encaixar em grupos ideológicos seja lá qual vertente for.
  • Paul Kersey  31/08/2018 13:24
    Lamento se minhas afirmações e minha práticas diárias são consideradas ofensivas para seres delicadinhos como você. Se você acha lindo e maravilhoso se curvar para todas as ordens emitidas por políticos, e fazer o que eles mandam, temeroso de deixar transparecer o mais mínimo sinal de desobediência, nada posso fazer por você. Apenas ter pena.

    Aliás, a grande evidência da covardia é exatamente essa: o sujeito fica com raiva ao ver que há pessoas com coragem de fazer coisas que ele não faz. Aí ele sai escrevendo toda essa logorreia desconexa, apenas para tentar justificar sua covardia e assim ter alguma paz de espírito.
  • JP  31/08/2018 20:58
    Então faça um favor a si mesmo.

    Aproveitando o ensejo da vida prática, queime sua licença veicular, sua carteira de motorista, seu cpf, sua identidade, seu passaporte, bem com a da sua família, tudo isso é opressão.

    Quando for viajar diga para a polícia federal de qualquer país que ela é opressora e que conforme sua ideologia você anda armado e que vai entrar no avião portando-a na bagagem de mão ou na cintura. Ah! não, talvez essa situação não se encaixe no meu mindset, vou ter que deixar meu oitão em casa dessa vez ou escondê-lo.

    Seja livre, liberto de todas as amarras. Quando chegar um carnê do IPTU, IPVA e qualquer imposição estatal queime-os.



  • Paul Kersey  31/08/2018 23:12
    Ui!

    Não posso queimar minha licença veicular porque se o fizer, infelizmente, não poderei vender meu carro (os compradores doutrinados pelo estado não aceitarão).

    Também não posso queimar minha carteira porque, se for parado numa blitz, a quadrilha estatal pode querer me trancafiar numa cadeia. Ademais, já que já tenho a carteira (a qual tirei quando ainda era bobo), não vejo por que queimá-la. O mesmo vale para minha identidade.

    Meu CPF é eletrônico e está no banco de dados do estado. Nada posso fazer.

    Não vejo por que queimar meu passaporte, dado que a máfia (que você defende e apoia) não me permite sair do país sem ele. E eu também não posso entrar em outro país sem ele.

    Continue com seu desespero argumentativo. Está divertido.
  • anônimo  31/08/2018 04:14
    Complicadas são as implicações legais disto. Não deveria ser assim
  • Joaquim Saad  31/08/2018 19:16
    Paul Kersey,

    O conflito interno em minha mente referente ao ponto que levantou ("libertários" obedientes ao estado) vem me incomodando há um bom tempo ! Às vezes penso que no final das contas a grande maioria de nós não é mesmo digna de respeito e de liberdade... :-(

    ps: talvez seja interessante tentar aproveitar a autorização (ainda que bastante precária) concedida a atiradores esportivos para transporte de arma municiada entre a residência e algum clube de tiro, pois pode servir p/ tirar da cadeia em eventual prisão por "porte ilegal" efetuada arbitrariamente por policiais ignorantes e/ou mal-intencionados...
  • Mauro Caires  03/09/2018 13:22
    Show, exato...não tem definição melhor, parabéns.
  • Beto  30/08/2018 17:03
    O grande problema é que é exatamente a polícia quem garante o sossego dos bandidos armados. Bandido porta arma e cidadão de bem não, pois tem medo de arrumar problema com a PM. A coisa é tão bizarra que, se a PM não existisse, eu poderia andar armado igual bandido.

    Se pudesse optar entre ser atendido pela PM, mas andar desarmado, ou andar armado, mas não ser atendido pela PM, qual opção escolheria? Para mim a escolha é bem fácil. Infelizmente, é esse o estado de coisas no país.


    Obs: Já precisei da PM algumas vezes, em nenhuma delas ajudou. Minha casa de praia foi roubada e a PM não fez nada, sendo que os bandidos continuaram rondando a casa dias depois, se eu tivesse arma teria resolvido o problema sozinho. Já fui assaltado, reagi e passou um carro da PM para o qual corri... adivinha o que aconteceu com os bandidos? Nada. Nem presos foram, pois como eu reagi e eles não roubaram nada, "não havia provas". Amigos e familiares tem histórias parecidas. PM e nada para mim é a mesma coisa. Falo isso por experiência de vida, e não porque apanhei de um PM porque fumava um baseado na USP ou qualquer coisa do tipo.
  • Magno  30/08/2018 17:26
    Já falei isso em outros artigos e vou repetir: a polícia não é amiga, mas sim inimiga. E pode até ser pior que bandido.

    E o motivo é simples: o braço do estado que impinge o desarmamento do cidadão de bem é justamente a polícia.

    Sim, políticos fazem as leis do desarmamento, mas quem impinge a lei é o braço armado do estado. Se eu quiser comprar uma arma no mercado negro, a minha maior preocupação será a polícia me flagrar e me jogar em cana. Ou seja, paradoxalmente, é a polícia quem garante o sossego da bandidagem; é a polícia quem garante à bandidagem que o cidadão comum está desarmado. É a polícia a maior responsável pelo desarmamento.

    Tenho uma fazenda que fica bem no meio do mato. Recentemente, a polícia invadiu a casa de uma vizinha minha -- uma senhora de idade -- e tomou a garrucha antiga que ela sempre teve, que pertenceu ao pai dela. Suplicando ao policial, ela perguntou quem iria defendê-la do ataque de bandidos (roubos sao frequentes na região). O policial respondeu: "Lamento, minha senhora, estou apenas cumprindo meu dever".

    E a velha ficou desarmada. (Mas logo em seguida comprou outra arma, mais moderna, no mercado negro. E com o meu apoio).
  • Richard  30/08/2018 20:24
    Eu mesmo gostaria de comprar uma arma no mercado negro. Porém não tenho contatos... e não quero ajudar quem faz da nossa vida um inferno.
  • Emerson  30/08/2018 17:12
    Anotem aí, daqui a pouquinho vem alguém perguntando do Japão....
  • Paul Kersey  30/08/2018 17:24
    Mas essa é facílima.

    Há três coisas interessantes sobre o Japão:

    1) Pra começar, o Japão é uma das sociedades mais homogêneas do mundo. Aliás, é uma das poucas que ainda é assim. E sempre foi assim. Os japoneses possuem uma identidade cultural extremamente rígida.

    Mais: o Japão foi uma sociedade de castas por milhares de anos. O povo -- os camponeses, que formavam nada menos que 98% da população -- nuca teve armas. Nunca houve a mais mínima idéia de democracia no Japão feudal e o povo japonês -- que era dominado por uma aristocracia, por guerreiros e por mercadores; todos eles representando apenas 2% da população -- nunca considerou a hipótese de se insurgirá contra seus senhores.

    Ou seja, é uma sociedade historicamente formada por pessoas complacentes, ordeiras e submissas à autoridade. Se uma sociedade é formada por indivíduos ordeiros, totalmente homogêneos, e cumpridores devotos de qualquer lei (inclusive das ruins) e com tendências à submissão, dificilmente essa sociedade será violenta. (Você já viu sequer alguma greve no Japão? Houve violência?)

    Dica: comece analisando a composição de uma sociedade e sua evolução.

    2) A lei do Japão é esquisita: você não pode ter um .38, mas a compra de rifles e espingardas é liberada, desde que você se declare caçador ou esportista.

    Mas agora vem a mais importante.

    3) A polícia japonesa tem total liberdade para prender pessoas sem motivo aparente e torturá-las a rodo (até arrancar uma confissão incriminadora, mesmo de inocentes). Isso é algo bastante desconhecido por aqui, mas muito debatido por lá.

    Se o argumento contra o desarmamento é ter uma polícia violenta e completamente irrefreável, será legal ver um esquerdista falando sobre isso.

    Japan crime: Why do innocent people confess?

    Criminal justice in Japan: Forced to confess

    Psicólogo diz que polícia japonesa pratica tortura mental para suspeitos confessarem crimes

    Segundo a reportagem acima, "Recentemente, um casal foi inocentado depois de ficar 20 anos na prisão por uma confissão forjada"

    "Policiais japoneses têm autorização para torturar em busca de provas", diz brasileira

    Eu aceito a tese de que um estado policial violento, totalitário e irrestrito coíbe bastante a criminalidade (dizem que na Iugoslávia do ditador Tito não havia um único assalto de rua). A esquerda aceita a tese de ter uma PM ultraviolenta, atuando sem restrições e com liberdade para obrigar inocentes a confessar crimes que não cometeram? É assim no Japão.
  • Capital Imoral  30/08/2018 17:22
    O que o golpe fez com o futuro de Bruno?

    Bruno era um jovem cheio de sonhos e potencialidades, que foi com o tempo sendo corrompido pelo capitalismo. Ele sonhava com um Brasil socialista,e estava estudando diariamente para passar no concurso público, sua noiva também se preparava para entrar na universidade do povo, gratuita e de qualidade.

    O Brasil de Lula seria maravilhoso, seria um Brasil de pessoas saudáveis e educadas, onde todos seriam ricos e ninguém passaria fome. Mas por obra do destino, fomos atacados por ideias do estrangeiro (neoliberalismo), que aos poucos foi corrompendo o paraíso na terra.
    O Brasil sofreu um duro golpe ideológico e mais da metade dos brasileiros sofreu com a corrupção da alma promovida pelo livre mercado; entre eles, Bruno.

    Bruno abandonou o concurso público, terminou com sua noiva, e decidiu que seria militante na internet a favor do capitalismo. Criou uma conta em uma rede social obscura (GAB) e ficou fazendo videos no Youtube; seu canal foi um fracasso. Bruno logo aprendeu que o livre mercado não é o paraíso que prometeram, que entre o sonho e a realidade, existe um abismo intransponível pelo homem comum. Mas não se preocupe, se por um lado o capitalismo deixa impossível que você atravesse a ponte; por outro, o capitalismo te oferece vícios e liberdades para te deixar preso dentro de suas potencialidades. Bruno conheceu o Xvideos, a maconha e a bebida alcoólica. Tudo servia como um consolo diante do peso da realidade.

    Um abismo leva a outro.
    E Bruno, deitado em uma calçada qualquer, como um mendigo, ficou a pensar:

    Os dias passam com seu peso insuportável, sonolento, que tudo consome e tudo distrai. Sim! é preciso distrair-se nos jogos e vícios. Afasta-te de mim homem materialista, seu porco, homem do consumo e sonhos não realizáveis, como uma miragem. Tudo é falsidade, tudo é enganação. Eles sabem trabalhar com nossas fraquezas e emoções. óh, como te odeio capitalismo. O que te fiz para você me escravizar através de meus vícios? Eu só queria ser feliz e você me prende, me escraviza, com minha própria liberdade.

    Tragam-me a ordem que perdi.
    Tragam-me o positivismo que perdi.

    Estou jogado em um mundo que não para de se mover. Parem! Parem! por favor. Parem de mover o lápis, parem de pensar, estejam em meu estado de contemplação.

    Pensei em meu pai: Como eu queria que ele me segurasse com suas mãos fortes, imponentes, que me protege das maldades deste mundo. Tragam-me a ordem que perdi. Como eu queria que ele pudesse dizer pela eternidade: eu irei te proteger meu filho. Poderá viver até os 90 anos como meu bebê. Tragam-me o positivismo que perdi. Eu quero a proteção eterna, aqui e agora.

    óh, Deus Estado, seja meu pai e me proteja deste mundo perverso.

    Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.
  • 5 minutos de ira!!!  30/08/2018 18:35
    Quase chorei............
  • Andrei Freire  30/08/2018 20:39
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
  • Sérgio Moraes  03/09/2018 16:21
    Esse Capital Imoral a cada dia se supera...sensacional... fiquei com os olhos marejados...
  • Douglas  30/08/2018 17:32
    Boa tarde,

    moro no rio de janeiro,(capital) mas precisamente em uma favela.
    uma vez conversando com um vizinho disse ele e um parente meu confirmou toda a historia, que o trafico de drogas que manda na favela teria ordenado a morte de um morador por ele ter em casa uma arma(revolver cal.38) .

    Mas oque tem isso com o artigo ?
    Bem sempre gostei de armas, mas percebi muito cedo, antes de conhecer o mises brasil, que praticamente todas as pessoas que quando eu tocava neste assunto de porte de armas elas ficava com medo só de pensar em ver uma arma que dirá pensar da ideia de andar com uma.

    Não posso falar pelo Brasil mas sera que os brasileiros são passivo a violência, Hora oque se ouve em todos os lugares e que se for assaltado não reaja, de maneira que se você não reagir o bandido, só te rouba, mas não te mata.
    esse e o pior se uma mulher for abordada por um estuprador ela não deve esboçar reação deve aceitar o ato isso fara com que seja menos doloroso e pode ser que ela ainda sai com vida.

    Eu serei criticado pelo que vou escrever mas faz parte, descordo de ambas, ando com minha faca de cinto tenho consciência de nada posso fazer contra armas de fogo, nunca fui assaltado mas me incomoda entrega meus pertence e minha vida nas mão de um assaltante ou apoiar que minha filha, esposa, mãe ou irmã não faça nada diante da segunda hipótese.

    Para min ser passivo a um ato de violação do pacto de não agressão uma ausência de coragem . Tal pessoa assume total imcompetencia diante da existencia isso e repulsivo,

    Acredito que o Brasileiro perdeu a vergonha de errar, vacilar, de ser feio, ser imoral. e pior perdeu a vergonha de ser frouxo, ate a bíblia critica este comportamento.

    ate.
  • Daniel  30/08/2018 17:35
    Os bandidos levam vantagem sobre pessoas desarmadas. A arma de fogo é o equalizador de forças. População armada é população + segura. O direito a autodefesa é um direito natural dos humanos. Já dissemos não ao desarmamento pois o estado não nos pode dar segurança, só desculpas a posteriori.
  • Desisti do Brasil  30/08/2018 17:46
    God created man and Samuel Colt made them equal.
  • Marko  30/08/2018 17:54
    A arma de fogo é o único objeto de uso pessoal capaz de fazer com que uma mulher de 50 kg esteja em pé de igualdade com um agressor de 100 kg; com que um octogenário esteja em pé de igualdade com um marginal de 20 anos; e com que um cidadão sozinho esteja em pé de igualdade com 5 homens carregando porretes.

    A arma de fogo é o único objeto físico que pode anular a disparidade de força, de tamanho e de quantidade entre potenciais agressores e a potencial vítima.

    O fato de que uma arma de fogo facilita o uso de força letal é algo que funciona unicamente em prol da vítima mais fraca, e não em prol do agressor mais forte. O agressor mais forte não precisa de uma arma de fogo para aniquilar sua vítima mais fraca. Já a vítima mais fraca precisa de uma arma de fogo para sobrepujar seu agressor mais forte. Se ambos estiverem armados, então estão em pé de igualdade.

    Se a arma de fogo não fosse nem letal e nem de fácil manipulação, então ela simplesmente não funcionaria como instrumento equalizador de forças, que é a sua principal função.

    Pessoas que defendem a proibição das armas estão, na prática, clamando para que os mais fortes, os mais agressivos e os mais fisicamente capacitados se tornem os seres dominantes em uma sociedade -- e isso é exatamente o oposto de como funciona uma sociedade civilizada.

    Quando as armas são restringidas por lei, não há nenhum motivo para se acreditar que criminosos irão obedecer a esta lei. Pessoas que utilizam armas para infringir a lei também infringirão a lei para obter armas. A máxima segue irrefutável: se as armas forem criminalizadas, apenas os criminosos terão armas.
  • J. Novais  30/08/2018 18:02
    Sua lógica é até convincente mais discordo. Uma arma não inibe quem está disposto a agredir. Sabendo o criminoso que pessoas não criminosas estão armadas, não irão simplesmente render essas pessoas usarão o fator surpresa e já chegarão atirando para anunciar depois. As armas só torna o mais fraco mais forte se o outro também não estiver armado. Em uma briga de trânsito, se os dois cidadão estiverem armados? Numa briga feia de casal, se os dois estiverem armados? Uma briga em família com pessoas alcoolizadas? Segurança de carros fortes, vigias de banco e empresas estão sendo rendidos e tendo suas armas roubadas, casas de policiais são furtadas em busca de armas. imagine o cidadão comum.
  • Marko  30/08/2018 18:13
    "Uma arma não inibe quem está disposto a agredir"

    Tal afirmação é meramente achismo. Não há nenhuma pesquisa científica concluindo isso. Não há nenhum conjunto de dados abrangentes que mostrem que "o criminoso decidiu atacar a vítima após saber que ela estava armada".

    Mas isso será abordado em mais detalhes mais abaixo.

    "sabendo o criminoso que pessoas não criminosas estão armadas, não irão simplesmente render essas pessoas usarão o fator surpresa e já chegarão atirando para anunciar depois."

    Cenário completamente fictício (e ignaro). Se o bandido "chegar atirando antes e rendendo depois" ele irá chamar uma desnecessária atenção para si próprio. Estando as outras pessoas à volta armadas, a chance desse cara escapar ileso é nula.

    Há um motivo de bandidos optarem pela rendição e não simplesmente pelo tiro: um disparo é algo extremamente barulhento e chamativo. Se o cara chegar atirando para só depois tomar a carteira e o celular, ele chamará a atenção de todos à sua volta, dando tempo para qualquer contra-reação.

    Bandidos não são tão burros quanto você quer fazer parecer.

    "As armas só torna [sic] o mais fraco mais forte se o outro também não estiver armado. Em uma briga de trânsito, se os dois cidadão [sic] estiverem armados? Numa briga feia de casal, se os dois estiverem armados? Uma briga em família com pessoas alcoolizadas?"

    Se os dois estiverem armados, aí tudo fica exatamente igual. E isso foi salientado acima:

    'O fato de que uma arma de fogo facilita o uso de força letal é algo que funciona unicamente em prol da vítima mais fraca, e não em prol do agressor mais forte. O agressor mais forte não precisa de uma arma de fogo para aniquilar sua vítima mais fraca. Já a vítima mais fraca precisa de uma arma de fogo para sobrepujar seu agressor mais forte. Se ambos estiverem armados, então estão em pé de igualdade.'

    Agora, resta a você dizer que, estando os dois armados, ambos estarão mais propensos à violência. Isso é um total contra-senso, e é um delírio criado apenas por teóricos que nunca nem seguraram uma arma.

    Quando eu sei que a outra pessoa também está armada, a minha tendência é de ficar muito mais quieto, muito mais "na minha", pois sei que, se eu sacar a arma, o outro também irá sacar. E aí duas coisas poderão acontecer: ou eu serei morto, ou eu matarei e irei preso. Não há terceira hipótese. E nenhuma dessas duas me agrada.

    Já se ambos os lados estiverem desarmados, o mais forte sempre irá prevalecer.

    "Segurança de carros fortes, vigias de banco e empresas estão sendo rendidos e tendo suas armas roubadas, casas de policiais são furtadas em busca de armas. imagine o cidadão comum."

    Ataques a policiais e a carros-fortes entram em uma categoria completamente distinta: estes não são ataques a um cidadão comum, mas sim ataques planejados por quadrilhas altamente especializados nesta própria atividade.

    Cabe a você argumentar que se os policiais estivessem desarmados ou o carro-forte não possuísse segurança armada a situação deles seria melhor.

    De resto, você está pegando ações de quadrilhas especializadas exatamente neste tipo de ação (roubo a bancos, a carros-fortes, ataques a policiais etc.) e dizendo que isso ocorrerá também para cidadãos comuns. Ora, se nem hoje isso ocorre, por que começará a ocorrer quando o cidadão comum estiver capacitado para oferecer resistência? Sua lógica é reversa.
  • 5 minutos de ira!!!  30/08/2018 18:48
    Esses dias, dois garotos de capuz foram filmados assaltando um posto de gasolina na minha cidade. Tive acesso ao vídeo.

    Um deles ficou na porta e parecia estar armado, o outro foi pegar dinheiro do caixa e revistar os clientes que estavam na Loja de Conveniências em busca de itens de valor.

    Havia 4 clientes e um funcionário na loja que aparecem na filmagem. Não sei sobre frentistas ou outros clientes do lado de fora.

    Matematicamente, se um em cada cinco cidadãos tivesse arma, ali naquela loja deveria haver um cidadão armado.

    Os bandidos, se chegassem atirando, como o colega teme, teriam de acertar o primeiro tiro diretamente no portador da arma. Seria uma chance em cinco, senão, o cidadão teria tempo de sacar a arma e, a partir de então, viraria uma troca de tiros.

    Tenho convicção de que, nesse cenário, esses moleques teriam pensado duas vezes antes de assaltar o posto.

    Concluo que se meros 20% da população andasse armada, já seria um clima muito diferente em nossa sociedade. Imagina 30 ou 40%.

    Att.
  • anônimo  30/08/2018 17:43
    - Por que você quer carregar uma arma?

    - Porque eu não posso carregar um policial.
  • Lee Bertharian  30/08/2018 19:15
    Quando visto um casaco, não quero que o inverno acabe. Simplesmente quero me proteger do frio...
  • Rod  30/08/2018 17:45
    Alguns pontos sobre esse assunto que gostaria de comentar:

    1- Tenho um amigo que envolveu-se numa briga de trânsito, o outro motorista parou o carro, pegou uma barra de aço e partiu para cima. Meu amigo apenas mostrou a arma de fogo no coldre e o ofensor virou um cordeirinho e foi embora. Daqui tiro 2 conclusões, a primeira é que o porte de arma para fins defensivos até pode levar a um tiroteio ou morte, mas suponho que a larga maioria dos casos em que a arma é usada defensivamente, não é necessário nem mesmo sacá-la ou dispará-la. Em segundo, todos esses casos em que a situação foi resolvida sem alarde não geram estatística a favor das armas. Ainda, não fosse o porte de arma de meu amigo, ele poderia ter saído ferido ou até talvez morto, e essa estatística seria excluída de uma comparação de taxa de homicídio por armas de fogo. Fica a crítica às comparações estatísticas que escondem o uso da arma sem disparo ou sem empunhá-la e que descartam a violência sem arma de fogo envolvida.

    2- Um outro amigo que eventualmente porta arma e é esquentado me disse numa oportunidade que, quando está portando, fica muito mais "na dele", portanto menos propenso a entrar numa briga por besteira. Suponho que o porte traz consigo um senso de responsabilidade que também é beneficial ao convívio social. Este é um argumento que não lembro de ter visto em lugar algum, mas entendo que ele possa ser contraditório.

  • Ricardo  30/08/2018 17:50
    É exatamente por saber que o outro pode estar armado que os ânimos serão bem mais contidos. Se um cidadão lhe dá uma fechada no trânsito, a hipótese de ele estar armado fará com que você pense várias vezes antes de abaixar o seu vidro e xingá-lo. O fato de o cara saber que o outro pode estar armado certamente irá diminuir em muito as imbecilidades no trânsito.
    A sociedade fica muito mais civilizada assim.

    Como diz o ditado americano: boas cercas criam bons vizinhos.
  • Geraldo  30/08/2018 18:11
    Oi, tudo bem?

    Assim como vocês, sou contra o desarmamento civil. Só que, ao mesmo tempo, acredito que não é todo mundo que pode ter uma arma. Desequilibrados mentais e pessoas com ficha criminal, por exemplo, não devem ter armas, pois estas, na mão dessas pessoas, podem levar vários inocentes à morte.

    Sendo assim, algum controle tem que existir (claro, não como o que temos no Brasil, onde é quase impossível ter arma legalmente): exigir exame psicológico e atestado de bons antecedentes já seria suficiente.
  • Bruno  30/08/2018 18:16
    Ex-criminosos não têm direito à arma, ao menos não em uma sociedade libertária. Quem comete crime perdeu seus direitos naturais. Quanto a desequilibrados mentais, já existe o teste psicológico. É a mesma lógica para dirigir carros.
  • Pobre Paulista  30/08/2018 18:59
    "Ex-criminosos não têm direito à arma, ao menos não em uma sociedade libertária"

    Só de curiosidade, quem os impediria de ter?
  • Minarco/Anarco  30/08/2018 19:13
    Vai depender do arranjo.

    Se houver estado, então o comerciante está proibido de vender, sendo passível de punição.

    Se não houver estado, então o comerciante que foi flagrado vendendo pode ser denunciado para uma corte privada e ter sua licença cassada de acordo com o contrato, pois estará em uma rua privada.
  • Domingoa  31/08/2018 15:54
    Genial. Não tem estado, mas tem uma licença privada para ter um comércio.
  • Minarco/Anarco  31/08/2018 16:52
    Não, cidadão, tem aluguel e contrato. Se você quer abrir um comércio na propriedade privada alheia (uma rua privada), você tem de pagar um aluguel. E, junto com este aluguel, vem um contrato que estipula as regras daquela propriedade. Qual o busílis?
  • Geraldo  30/08/2018 19:23
    Pelo que li em outros artigos, mesmo em sociedades libertárias onde tudo é privado, haveria pelo menos uma empresa (poderiam haver várias concorrendo entre si) mantendo um banco de dados onde ficariam registradas quaisquer atividades criminosas de um indivíduo. No caso, bastaria uma consulta a essa(s) empresa(s) para negar não só venda ou porte de arma, mas qualquer coisa que requeira "ficha limpa" (de acordo com os critérios de cada um).
  • 5 minutos de ira!!!  30/08/2018 19:01
    Bom que você falou dos carros, amigo.

    Um carro pode ser letal se mal utilizado. O que impede pessoas, ao brigarem no trânsito, de atropelarem o seu rival?
    R: Consciência.

    Uma arma de fogo pode ser letal se mal utilizada. O que impede pessoas, ao brigarem no trânsito, de atirarem em seu rival?
    R:...

    Já aconteceu de haver atropelamentos por brigas? Sim. Isso acontecerá com as armas de fogo? Sim.

    Devemos proibir as pessoas de dirigirem veículos? Não. Devemos proibir pessoas de portarem armas de fogo?...

    Gostei do comentário do camarada acerca das estatísticas sobre crimes com armas de fogo. Não tem como você mensurar quanto as armas de fogo evitam o crime numa sociedade que não pode portar armas de fogo e, pior, quando elas evitam o crime, o crime não acontece e, portanto, não entra pras estatísticas. A única forma é comparar a criminalidade em lugares em que o armamento foi liberado antes e depois. Nesse caso, tudo indica que a diminuição do crime violento ganha disparado do aumento dos doidões atiradores.
  • Gustavo A.  30/08/2018 19:04
    Na realidade, o estado de necessidade é apenas uma excludente de ilicitude penal. Se o indivíduo comete um crime, estando em "estado de necessidade", não será punido.

    Ex.: em um naufrágio, uma pessoa mata outra para pegar o último lugar no bote salva vidas...
  • Jorge  30/08/2018 19:23
    Ia comentar justamente isso.

    Se a tradução correta fosse "estado de necessidade", significaria dizer que o Estado não tem responsabilidade alguma por seus eventuais crimes, justamente o oposto do pretendido.

    Acredito que a tradução mais apropriada para o texto seja "omissão penalmente relevante", figura prevista no artigo 13, §2º do código penal:

    " Art. 13.
    § 2º - A omissão é penalmente relevante quando o omitente devia e podia agir para evitar o resultado. O dever de agir incumbe a quem:

    a) tenha por lei obrigação de cuidado, proteção ou vigilância;

    b) de outra forma, assumiu a responsabilidade de impedir o resultado;

    c) com seu comportamento anterior, criou o risco da ocorrência do resultado.
  • Desisti do Brasil  30/08/2018 19:53
    Cara... tudo isso é muito lindo. Minha esposa é advogada e vive me falando desses conceitos maravilhosos. Mas quem decide no final é um juiz burocrata com grandes chances de ser socialistazinho de merda. Aí o que vale é a interpretação desse lambe saco do Estado.
  • Gustavo A.  31/08/2018 14:29
    Exato, Jorge.

    "Desisti do Brasil", você tem razão que a grande maioria dos juízes são lambedores do Estado, mas nós comentamos sobre o estado de necessidade por que a havia uma informação errônea no texto que foi prontamente corrigida pelo IMB.
  • José M. de Souza  30/08/2018 19:21

    O direito à autodefesa é sagrado. Vem desde o princípio dos tempos. Proibi-lo dá chances a que sejamos dominados por um governo autoritário como ocorre em Cuba.
  • Gustavo A.  30/08/2018 19:35
    "I have a very strict gun control policy. If there's a gun around, I want to be in control of it" - Clint Eastwood.

  • Dalton Catunda Rocha  30/08/2018 20:16
    Leis de desarmamento só servem para três coisas: 1- Desarmar os honestos. 2- Enganar os tolos. 3- Dar segurança aos bandidos.

    O restante sobre assunto, não vale um tiro...
  • Cristiane de Lira Silva  30/08/2018 21:00
    Ué? Imoral por quê? O policial não é obrigado a ser policial. Escolheu essa função porque quis e sabendo quais seriam as atribuições. Se ambas as partes concordam com isso não há nada imoral.
    Não tenho opinião definida sobre esta questão do porte de armas. Me inclino a ser favorável porque se uma pessoas quer ter uma arma é direito dela. Só não levo muito a sério esses estudos empíricos. Uma pessoa conseguiria mesmo se defender de um assaltante usando uma arma ou o assaltante, sabendo que sua vítima está armada, não pensaria duas vezes em atirar para matar antes que ela pudesse se defender? Não sei se seria efetivo para a defesa pessoal e se reduziria os crimes.

    Só acho engraçada essa história de andar com armas pelas ruas, kkkkkkkkk Vai ficar parecendo o sertão antigo da época de Lampião com brigas e assassinatos nas feiras livres, nas ruas, na vegetação fechada. Todo mundo armado com peixeiras e bacamartes!
    E os bolsominions? vão adorar! Vão pensar que entraram num túnel do tempo ou num vídeo game de guerra! kkkkkkkkkkkk
  • Paul Kersey  31/08/2018 13:32
    "Ué? Imoral por quê? O policial não é obrigado a ser policial. Escolheu essa função porque quis e sabendo quais seriam as atribuições."

    Eu tenho um dó dessas pessoas ingênuas. Aliás, confesso também que tenho até uma certa inveja: se eu também fosse ingênuo assim, minha vida seria mais leve.

    Minha cara, permita-me ser direto: o policial virou policial não porque ele ama você e quer proteger você e a sua família. Ele virou policial porque quer ascender na carreira burocrática, galgando cargos e acumulando salários. E isso na melhor das hipóteses. No Rio de Janeiro, por exemplo, o cara vira policial já com a intenção de se corromper (apenas confie em mim, sei do que estou falando).

    Ninguém vira policial pensando em "dar a própria vida para proteger a família de terceiros". Fosse assim, o cara seria guarda-costas de rico, pois ganharia muito mais. Quando um policial morre em um tiroteio com traficantes, ele estava ali não porque queria, mas porque estava seguindo ordens da alta hierarquia da burocracia que manda na polícia (como a Secretaria de Segurança Pública). Você acha que um policial sobe uma favela de livre e espontânea vontade, por prazer? E você acha que ele faz isso porque ama você?

    Agora, se você quer confiar a proteção do seu corpo e da sua propriedade a burocratas (fardados ou engravatados), fique à vontade. Apenas não reclame.

    Lamento quebrar suas ilusões.
  • Refugiado do esquerdismo  31/08/2018 01:47
    Nossa Cristiane,voce so entra aqui para escrever baboseira. So para voce saber. No Eua em boa parte das cidades,maioria com baixissimos indices de criminalidade muitas pessoas andam armada,e tem cidade que voce pode andar com arma a mostra,EUA,nao sertao. Na Suica entao,nem se fala.
  • anônimo  31/08/2018 04:13
    Poderiam colocar a caixa de texto para escrever comentários mais acima. Nao contigo votar o artigo tb, da erro
  • Inimigo do estado  31/08/2018 10:45
    O estado socialista brasileiro sempre irá fazer de tudo para barrar o porte de armas pelo cidadão de bem. Obviamente tal medida, garante uma não ocorrência de uma possível revolta social, causando uma guerra civil contra o establishment. É puramente por questão de controle social. Para eles, pouco importa a sua segurança.

    Como todos aqui já devem saber, todos governos de esquerda ao assumir o poder, desarmou sua população. Isto garante a eles a perpetuação no poder, sem nenhuma resistência, por parte da sociedade.

    Fora que o sistema jurídico está todo montado para favorecer a criminalidade, instaurando o caos social, assim facilitando a revolução social. Esta conjuntura, se sustenta em três pilares, marxismo cultural, positivismo jurídico e garantismo penal.

    "Ordem através do caos".




  • Carlos  01/09/2018 02:42
    1 - Uma sociedade armada é uma sociedade civilizada.

    2 - Polícia, na minha cidade, não existe. Existe um grande número de ladinos fardados.

    3 - Não adianta de M**** nenhuma falar de "estado de necessidade", "legítima defesa", citar o criminalista do momento, a tese jurídica que está em voga ou artigos do código penal. A interpretação da lei, na minha experiência de mais de 15 anos chafurdando no excremento jurídico é a de que ela é dada, com desalentadora frequência, pela ótica ideológica do aplicador, via de regra um esquerdopata de carteirinha. Enquanto permanecerem com a fantástica troca do ** pelo cérebro, e a aplicação da lei continuar a fazer jus à uma fossa sanitária, não há nem porque mencionar os perdigotos nauseabundos com a forma de "lei". Para quê lei, se o jirimum a interpretá-la sempre usará de uma cama de procrusto para que a realidade por elas descrita se enquadre no molde que ele quer ver? Nem menciono os casos em que a própria "lei" é digna do cadafalso, pois estas existem aos milhões nesse Brasil...
  • Nilberto Lopes  01/09/2018 20:51
    Bom, li alguns "libertários" que defendem que não devemos ter controle nenhum do estado, como se isso melhorasse a vida, já pensaram voltarmos ao tempo da barbárie, onde cada um pode pegar oque bem entender e o estado opressor não pode intervir na liberdade individual. O direito á legítima defesa deve ser respeitado sim, assim como algumas regras que são necessárias para uma convivência em sociedade. Fico me perguntando como será essa liberdade para apenas oque eu acho certo, qual o limite que nos faz entender que isso não pode e aquilo pode? Enfim não defendo a liberação geral, mas o respeito a escolha individual, quem quer compra e não obriga ninguém a comprar, quem não quer não compra e não proíbe quem quiser de comprar.
  • Pobre Paulista  03/09/2018 03:01
    Uma instituição forte o bastante para lhe garantir a liberdade também é forte o bastante para lhe retirá-la. Não se "impõe" a liberdade através do estado.
  • Leigo  03/09/2018 13:06
    Bom, li alguns "libertários" que defendem que não devemos ter controle nenhum do estado, como se isso melhorasse a vida, já pensaram voltarmos ao tempo da barbárie, onde cada um pode pegar oque bem entender e o estado opressor não pode intervir na liberdade individual. O direito á legítima defesa deve ser respeitado sim, assim como algumas regras que são necessárias para uma convivência em sociedade. Fico me perguntando como será essa liberdade para apenas oque eu acho certo, qual o limite que nos faz entender que isso não pode e aquilo pode? Enfim não defendo a liberação geral, mas o respeito a escolha individual, quem quer compra e não obriga ninguém a comprar, quem não quer não compra e não proíbe quem quiser de comprar.

    Também não faço parte dessa "liberação geral". Enfim, é importante analisar alguns artigos:
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=93
    mises.org.br/Article.aspx?id=605
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=174
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1221
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=767
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1671
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=973
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=302
  • Kira  05/09/2018 00:35
    Porque você acha que humanos em tribunais privados de justiça seriam maus e burocratas com o monopólio dela não?

    se a justiça for privada atos de autoritarismo seriam respondidos com boicote financeiro e concorrencial.

    rothbardbrasil.com/lei-privada/
  • Kira  05/09/2018 00:40
    Crime é violação a propriedade privada. Todo crime é violação a propriedade de alguma forma. Essa é a única lei, universal e sem contradição.
  • 5 minutos de ira!!!  06/09/2018 12:14
    O pensamento libertário não é sem lei.......... você está enganado.............

    Leia sobre direito natural. Neste site têm um monte de coisa a respeito.
  • Emerson Luis  06/09/2018 11:28

    Lembro-me vagamente de já ter visto notícia de alguém que processou o Estado com a argumentação dessse artigo: o Estado assumiu a responsabilidade e não cumpriu.

    Surpreendentemente, foi indeferido!

    Alguns estatistas (como a Marina Silva) dizem que o governo não pode ser negligente transferindo ao próprio cidadão a responsabilidade de protegê-lo.

    É exatamente o contrário: o Estado não pode usurpar o direito do indivíduo de proteger-se.

    Detalhe: a arma não serve apenas para autoproteção, mas também para proteger terceiros.

    Com o desarmamento, o criminoso tem certeza de que quase todas as pessoas estão desarmadas; sem o desarmamento, ele quase nunca tem certeza de que uma determinada pessoa está desarmada, nem que não há ninguém armado por perto.

    E com a cultura de "vitimismo social" e de proteção dos "direitos dos desumanos", o criminoso tem certeza absoluta que sairá praticamente impune. Não é mesmo, Maria do Ossário e Champinha?

    * * *
  • Edujatahy  06/09/2018 15:12
    Ao meu ver, liberdade para ter armas é essencial para se ter liberdade econômica.
  • anônimo  07/09/2018 23:25
    Por que depois que o estado de Missouri, EUA, facilitou o porte de armas, abolindo a exigência de obter licença para comprar uma arma, o número de homicídios aumentou exponencialmente naquele estado?
  • Marcos  08/09/2018 02:34
    Não sei qual a sua fonte, mas a taxa de homicídios no Missouri hoje é a mesma de 20 anos atrás. Informe-se melhor.

    en.wikipedia.org/wiki/List_of_U.S._states_by_homicide_rate
  • Brady Campaign  10/09/2018 16:58
    A taxa de homicídios de Missouri em 2016 foi de "8.8", mais alto que "8.1", há 20 anos atrás.

    Até 2007, o número de homicídios estava diminuindo em Missouri. Depois que Missouri revogou permit-to-purchase (PTP) em agosto de 2007, o número de homicídios só aumentou naquele estado.

    www.nytimes.com/2015/12/22/health/in-missouri-fewer-gun-restrictions-and-more-gun-killings.html

    www.disastercenter.com/crime/mocrimn.htm

  • Amante da Lógica  10/09/2018 17:44
    O gozado é que segundo as próprias estatísticas que você postou, a taxa de praticamente todos os crimes caiu forte de 2006 a 2015.

    www.disastercenter.com/crime/mocrimn.htm

    * A taxa de crimes violentos caiu de 545,6 para 498,5 (chegando a esbarrar em 433 neste meio tempo).

    * A taxa de crimes contra a propriedade teve uma queda fragorosa: de 3.826 para 2.860 (e depois para 2.799).

    * A taxa de roubos caiu de 130 para 105 (tendo esbarrado em 90 neste meio tempo).

    * A taxa de assaltos violentos caiu de 380 para 342 (chegando a cair para 298 neste meio tempo).

    * A taxa de arrombamentos a domicílios desabou: de 764 para 520.

    * O mesmo para Larceny-Theft: de 2.627 para 1.978.

    * Finalmente, roubo de carros: de 435 para 300 (tendo chegado a 255 neste ínterim).

    A taxa de estupros caiu forte de 2006 a 2012. Depois voltou a subir e está hoje no mesmo patamar de 2006. Conclusão: de início, os agressores ficaram com medo de que as mulheres pudessem estar armadas, e reduziram os ataques. Com o tempo, ao constatarem que as mulheres infelizmente não têm essa prática, os estupros simplesmente voltaram ao normal.

    Já a taxa de homicídios se manteve rigorosamente igual entre 2005 e 2014. Aí, em 2015 e 2016, por algum motivo estranho, houve um surto, o qual certamente necessita de alguma explicação (pois destoa completamente do resto da série histórica).


    Conclusão: a julgar pela frieza dos números (e note que basear-se em estatísticas está longe de ser argumento para um libertário, pois a ética e a moral sobrepujam totalmente estatísticas e probabilidades), a política de armas no Missouri está no caminho correto.
  • airton  13/09/2018 04:56
    Voces poderiam fazer um post sobre a rede social GAB? O que acham?
  • Thomaz  25/09/2018 12:01
    Esses políticos são todos corruptos. Comando vermelho, como o PCC, são guerrilhas da esquerda, ninguém percebe isso?! Vou te contar, deveriam estudar historia. Pois, hoje em dia, só tem pessoas ignorantes, não é por acaso que maior parte da população são analfabetos intelectuais e funcionais. Oras! Acorde capitalismo! Cheio de esquerdistas e pessoas corruptas infiltradas na policia, politica, e outras instituições, até no exercito e na policia federal. Por isso que o exercito sempre esta investigando um ao outro, pois não pode abaixar a guarda para o inimigo. Por que eles não dizem sobre a cura do câncer, pois dois iluminados da vida descobrirão sobre a cura, mas foram mortos pela oposição. Isso foi aproximadamente antes, durante ou depois da primeira guerra mundial. Foi na época de criações de armas bélicas e armas químicas, mas interessante para desenvolvimento tecnológico dos países. Segunda guerra mundial mesma coisa, mas com armas biológicas, bactérias e desenvolvimento de tecnologias de alto avanço. EX: navios capaz de usar camuflagens. Apensar que não funcionou em algumas tentativas, pois a tripulação morreu, eles foram encontrados de um jeito complicado. Que saber vou para ilha de Fênix, depois que acabar a guerra e a radiação, eu volto. Vai acabar em um milênio ou décadas. kkkk
  • Caio Joshua  11/10/2018 05:30
    O direito à posse de arma de fogo é essencial seguindo a premissa de que, não é possível (ao menos em países que não vivem sob regime ditatorial) que haja polícia ostensiva em cada quarteirão, pensando também nos momentos de urgência, como por exemplo: surge um elemento ameaçando a integridade de sua esposa ou filhos, é necessário impedi-lo naquele exato momento.
    Claro, as forças policiais ainda são e sempre serão necessárias, o porte de arma de fogo é para situações extremas. Cabe a policia investigar, conceder suporte técnico/tático e ostensivo para impedir o crime e capturar os criminosos, essa função não cabe ao cidadão comum, pois se assim o fosse o que ocorreria seria justiçamento, não justiça. Pois tornaria o combate ao crime algo relativizado (resposta emocional, conflito de interesses subjetivo).


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