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Na censura das redes sociais às supostas "fake news", a maior vítima é a responsabilidade individual
Somente o indivíduo é o responsável por seu consumo de informações

Um lado classifica de "fake news" as críticas recebidas e pede censura. O outro também. Um lado aplaude quando Facebook e YouTube tiram do ar páginas "ofensivas" e difusoras de "fake news" contra ele. O outro exige o mesmo.

Em comum, ambos os lados criticam as "fake news" quando estas lhes são desfavoráveis. E quase sempre pedem censura.

E então entra em cena a mídia convencional dizendo-se a única fonte confiável de notícias, e pede que os leitores ignorem as "inconfiáveis" redes sociais e recorram somente a ela (grande mídia) caso queiram saber "a verdade".

Sim, atualmente, todos estão obcecados em tentar exercer controle sobre o fluxo de informações. Consequentemente, páginas e perfis com opiniões tidas — por um dos lados — como "impróprias" estão sendo banidas das redes sociais.

Começando pelo básico

No que tange à "liberdade de expressão", ela não se aplica na propriedade privada alheia. Uma pessoa tem "liberdade de expressão" apenas em sua própria propriedade ou na propriedade de alguém que concordou voluntariamente em lhe conceder o espaço determinado.

Logo, não existe isso de "direito à liberdade de expressão" nas redes sociais; existem apenas direitos de propriedade. Você pode falar o que quiser em sua propriedade, mas não na propriedade alheia. Consequentemente, se uma determinada plataforma ou rede social (que são instituições privadas) decide banir usuários ou retirar páginas do ar, paciência. É um direito dela.

Ademais, embora sejamos totalmente livres para discordar dessa decisão das redes sociais, e também sejamos livres para estimular boicotes à grande mídia quando esta divulga notícias que julgamos incorretas, tal postura ignora o cerne da questão: Facebook, YouTube, Twitter e toda a grande mídia não são os responsáveis pela difusão de notícias falsas e de informações incorretas, por mais que nossa crença neste fato reforce nossa própria narrativa.

Ao fim e ao cabo, a única pessoa responsável por diferenciar fato de ficção é o indivíduo.

A responsabilidade individual ainda existe

Quando eu era criança, costumava ir com minha mãe ao supermercado. Na fila do caixa, eu sempre olhava maravilhada para os tablóides sensacionalistas que ficavam à mostra nas prateleiras ao lado. "Saddam Hussein, na realidade, é uma mulher", dizia uma manchete. Outra anunciava uma entrevista exclusiva com um homem de quatro cabeças. Outra alegava um furo inédito: o exorcismo de um gato demoníaco.

Mesmo ainda criança, eu já entendia que aquelas manchetes eram falsas. Mas ainda assim eu ficava confusa.

"Por que essas revistas podem contar mentiras? Isso não deveria ser ilegal?", perguntei para minha mãe. "E se alguém acreditar nelas?".

"Algumas pessoas de fato acreditam nelas", respondeu minha mãe, que então me contou sobre uma amiga de infância que nunca perdia uma edição do World Daily News [site que divulga intencionalmente notícias falsas para enganar leitores ingênuos].

E prosseguiu: "Mas cada pessoa é responsável por tomar estas decisões por conta própria".

A liberdade de escolher e de pensar por conta própria é um dos mais sagrados atributos do indivíduo. Porém, infelizmente, nos últimos anos, várias pessoas adotaram a atitude de colocar suas preferências políticas acima da responsabilidade individual.

A política criou um divisor: todos acusam aqueles com opiniões diferentes de estarem divulgando informações falsas.

E, apenas para deixar claro, no mundo político, há muita informação falsa. Faz parte do jogo. E isso não é exclusividade de um lado: todos são culpados. Só que, recentemente, a coisa ficou fora de controle, de modo que, para censurar "fake news" políticas, as pessoas estão recorrendo até mesmo à desculpa de "mau comportamento".

Por exemplo, quando o Facebook e o YouTube são pressionados e acabam banindo determinados usuários, a alegação é que tais pessoas "violaram seus respectivos termos de uso". Mais especificamente, as gigantes das redes sociais alegam que os usuários foram banidos porque incorriam em "discurso de ódio" e faziam "bullying", e não porque espalhavam "informações falsas".

Só que, embora neguem que o banimento de determinados usuários e páginas tenha a ver com o temor de estarem disseminando informações falsas, a verdade é que esta é exatamente a causa do banimento. Afinal, é exatamente por medo de que as pessoas irão simpatizar com tais visões, que essas organizações tomaram a decisão de censurar informações que elas consideram ser falsas ou incorretas.

Opiniões consideradas abomináveis sempre existiram e sempre existirão, estejam seus portadores nas redes sociais ou não. No entanto, há uma grande vantagem em permitir que tais pessoas possam expressar livremente suas visões nas redes sociais: isso permitirá às demais pessoas tomarem suas próprias decisões quanto a estas visões. E se estas decisões incluírem a opção de julgar alguém tendo por base sua cor, sua religião, sua nacionalidade, seu gênero ou sua orientação sexual, então ao menos você já saberá quais pessoas deve evitar em seu convívio. 

Ao permitir que as pessoas livremente se associem a outras pessoas que você considera repugnante, isso lhe permitirá fazer um uso ainda melhor dessa mesma liberdade: você poderá optar por se afastar dessas pessoas. Isso vale tanto para pessoas que pensam diferente em questões mais explosivas como raça, sexualidade e religião, quanto para pessoas que pensam diferente em coisas mais prosaicas como economia e política.

Eventuais "discursos de ódio" ou mesmo "difusão de idéias erradas e notícias falsas" deveriam ser vistos como um sintoma social, e não uma desculpa para censura e banimentos.

A melhor maneira de combater idéias ruins é com idéias boas. Ao permitir uma miríade de opiniões diferentes circularem livremente nas redes sociais, você dá a todos os indivíduos a oportunidade de julgar os méritos de cada opinião e, assim, tomarem suas próprias decisões. E se as idéias que você defende são realmente as "verdadeiras", então não há nada a temer.

Pedir a censura de alguém que espalha "fake news", de alguém que diz algo com que você não concorda, ou mesmo de alguém que diz algo que você considera imoral e repugnante, apenas mostra sua insegurança. Você teme aquilo que está sendo dito. Você teme que tais idéias ganhem seguidores. Você teme que seu político de estimação seja prejudicado. Você teme que suas ideias percam espaço. E teme não saber contra-argumentar.

Há um enorme mercado de idéias em que diferentes pontos de vista concorrem entre si. Se nós, como indivíduos, acreditamos que nossa visão é a "certa", a "moral" ou apenas a "boa", então deixemos que ela concorra por seus próprios méritos no mercado de idéias.

Por fim, há também aqueles que dizem que "fake news" e "discursos de ódio" devem ser banidos pelo bem do "tecido social", e também para evitar que a sociedade fique "politicamente dividida". Dizer o quê? Se o fluxo de informações, verdadeiras ou falsas, pode afetar a convivência das pessoas e esgarçar o tecido social, então a verdade é que esse tecido social nunca foi muito forte, e iria se arrebentar de qualquer jeito.

O que fazer?

Logo, se Facebook, Twitter e YouTube podem, mas não devem, banir usuários e postagens das quais não gostam, e considerando que o governo certamente não deve censurar opiniões ou controlar a disseminação de informações, o que então podemos fazer para estancar a difusão de informações falsas?

A resposta, que certamente irá incomodar a muitos, é uma só: absolutamente nada.

Tudo o que você pode fazer é criar e circular informações, e acreditar que suas idéias são robustas o bastante para falar por si sós, e com isso convencer as demais pessoas.

Somente o indivíduo é responsável por seu consumo de informações. Se uma determinada pessoa opta por acreditar em coisas erradas, ou se ela não quer checar a veracidade das coisas que lê e ouve, ela própria sofrerá as consequências. Isso se chama responsabilidade individual.

Ao constantemente tentar censurar e banir tudo de que não gosta, você, na prática, está dizendo que todos os outros indivíduo são incapazes de tomar a decisão correta por conta própria. E isso, além de arrogante, é uma postura totalitária.


29 votos

autor

Brittany Hunter
é fundadora do website generationopportunity.org.

 

  • Rennan Alves  29/08/2018 17:02
    Parece que hoje é dia de chover comentários de neocons.
  • Conservador  29/08/2018 17:10
    Ué, por quê? O artigo é muito mais uma crítica à esquerda progressista. É ela quem pede (e consegue) que páginas sejam retiradas do ar. A esquerda nunca foi censurada nas redes sociais. Ela ganha todos os pedidos de censura. Ao meu ver, a autora desafiou exatamente essas pessoas.
  • Rogéio  29/08/2018 18:00
    Não, este Artigo serviu justamente ao Movimento Brasil Livre, que vive solicitando "reciprocidade" na censura de páginas o que, para mim, alimenta a ditadura do politicamente correto.
  • L Fernando  29/08/2018 18:24
    Por Favor
    Tu deve morar em Marte
    A esquerda pediu e levou
    O Facebook e o Twiter estão ligadissimos na agenda progressista
    90% dos banimentos são de perfis de direita e muitos deles com nenhum conteúdo de ideias que possibilitem este ato

    Parece que não leu o mensalinho do twitter para falar bem de politicos do PT por pagamento de 1.500,00 mensais
  • UNASUL  29/08/2018 18:26
    Você está atacando um espantalho. Não sei como é a realidade da autora, mas o MBL não pede censura de ninguém. No máximo mostrou diversas vezes que o Twitter e Facebook não possuem critérios para censurar páginas e manter outras funcionando. Isso é uma coisa completamente diferente de pedir para censurar os outros.
  • JP  30/08/2018 17:25
    Será mais interessante traçar um paralelo entre vida real e vida virtual.

    Fatos históricos no século XX mostraram que na vida prática, a empiria da agenda política de ESQUERDA sempre foi de exterminar a "classe dominante" ou a "raça superior".

    Assim, por haver uma resistência contrária nesse conflito, o modo "natural" era censurar, prender, torturar, matar, enfim sumir com as ideias divergentes e deixar todos em um amontoado homogêneo de seres humanos (formigas) com atitudes e pensamentos iguais.

    Exemplos? URSS, China, Camboja, Coréia do Norte, Cuba, países comunistas da África e do leste europeu, Alemanha nazista e Itália fascista (esquerdistas por sinal) só aí já dá por alto, 2/3 da humanidade àquela época no século XX.

    Observem que tais países esquerdistas se fecham, proíbem o fluxo de informação, o fluxo mercadológico, o fluxo de pessoas, etc.

    Hoje, século XXI, temos o a União Européia (novo comunistão chique), temos o politicamente correto, as universidades ocidentais, o islã terrorista, ONGS, investidores "capitalistas" que financiam agendas políticas, capitalismo estatal russo-chinês.

    Enfim, toda uma nova miríade de grupos e classes que continuam tentando subjugar o indivíduo, a consciência individual.

    Quando vamos para o mundo virtual, fica claro que nada mais é que o transporte dessa gente-massa, querendo transformar o pensamento individual em pensamento-crime, já que não se pensa igual ao rebanho.

    A guerra do século XXI está sendo travada agora no mundo virtual, mas tem a mesma essência da época passada.

    Esse rebanho totalitário não cansa.
  • Cristiane de Lira Silva  30/08/2018 19:49
    Concordo. Atingiu e esquerda e a direita.
    Vou continuar a chamar de censura porque é só uma palavra, embora as redes sociais possam "censurar" quem elas quiserem porque são privadas. Estas redes ajudaram a eleger o Trump, pra quem se esquece disso e fala que elas só beneficiam as esquerdas.
    No mais, sou a favor do banimento e da "censura" de perfis que intencionalmente divulgam notícias falsas com o intuito de manchar até mesmo a imagem de pessoas mortas que não podem se defender. Sou a favor do banimento desses perfis, robôs e o que mais houver, à esquerda ou à direita, inventando e espalhando mentiras intencionais sobre qualquer pessoa. Também sou a favor do banimento de perfis que façam discurso de ódio ( desde que se defina o que realmente é discurso de ódio. Para mim fazer ameaça de morte ou incentivar seguidores a cometerem violência ou ameaça de violência é discurso de ódio).

    Por mais que eu odeie o antifeminismo não posso dizer que há discurso de ódio se não houver incentivo a violência contra feministas, por exemplo.
    Ha algumas frases repetidas, por feministas e antifeministas, poe exemplo, que desumanizam o outro: "homem não é gente" ou "feminista nem é gente". Mesmo sendo feminista eu acabo não compartilhando a maior parte destes textos feministas, especialmente por causa dos comentários horrendos. Qual o efeito produzido por estas afirmações sobre uma pessoa que só vê nas redes coisas deste tipo? A propaganda nazista associava a imagem de judeus com imagens de baratas e ratos. Aos poucos os não judeus foram associando judeus com estes animais - como se eles não fossem humanos- que deveriam ser exterminados sem piedade. A propaganda funcionou. A autora diz que quem sofre as consequências por acreditar em mentiras e divulgá-las são o próprios indivíduos que fazem isso. Discordo. O holocausto está aí para mostrar que as vítimas das mentiras são as principais ou as únicas prejudicadas. Não estou desculpando os não judeus ou as pessoas que deixam de checar a veracidade de informações. Só estou apontando que há um equívoco nessa história de que eles serão os prejudicados.

    Então sou a favor do banimento desses perfis e não vejo qualquer totalitarismo nisso. De fato há arrogância em ouvir só o que concordamos, mas há coisas que devem ser filtradas mesmo. E há pessoas que é melhor ficar bem longe. Por mais que eu não goste da Márcia Tiburi (com aquele papo de ser a favor do assalto) aprovei a atitude de se retirar do "debate" com o Kim Kataguiri (ela nem tinha sido informada que iria "debater" com ele.
    O desrespeito já começou aí), já que ele só iria colocar xingamentos, ridicularizações e distorções sobre o "debate" no canal do MBL.

    Todos acreditam que suas ideias são boas e que são a verdade, inclusive vocês liberais. Por acaso vocês se recusam a debater suas ideias? Mas apenas debater ideias não tem feito o liberalismo vencer. Muito pelo contrário, vejo os extremismos à direita e à esquerda crescendo nesta época. A esperança é que isso não vai durar para sempre de qualquer modo. Mas isso não tem a ver com disposição dos moderados ao debate.
  • Marcos  03/09/2018 12:48
    "Estas redes ajudaram a eleger o Trump, pra quem se esquece disso e fala que elas só beneficiam as esquerdas."

    Não foram as redes sociais em si, não foi o Youtube, o Facebook ou o Twitter que elegeram o 0 Trump, muito pelo contrário, essas redes junto com a grande mídia fizeram de tudo para demonizar ele e eleger a Hillary, porém a massa organizada (o povo) estava ciente dessa manipulação e usou o aparato das redes para fazer campanha para o Trump e desmentir as fake news contra ele, o que deu certo e o que agora essas redes estão censurando pelo mundo para impedir que isso aconteça novamente, vide as censuras recentes no Brasil.

    Ademais, os recordes de empregos e crescimento econômico dos EUA vêm demonstrando que ele realmente foi a melhor opção para o país.
  • Emerson Luis  05/09/2018 11:37

    É mesmo, "Rogéio"?

    Pode comprovar isso com exemplos específicos do MBL pedindo "reciprocidade na censura"? Meu cachorro pediu o link.

    Parece que hoje é dia de chover comentários de left-libers...

    * * *
  • Luis Alfredo  30/08/2018 13:07
    Deve-se ler atentamente o penúltimo parágrafo:
    "Somente o indivíduo é responsável por seu consumo de informações. Se uma determinada pessoa opta por acreditar em coisas erradas, ou se ela não quer checar a veracidade das coisas que lê e ouve, ela própria sofrerá as consequências. Isso se chama responsabilidade individual."
    Isso chama-se liberdade. Qualquer tipo de censura, e pode ser pelas melhores intenções, vai descambar para a censura total. É histórico. Mas parece ser letra morta. As pessoas gostam de ser comandadas, o que, aliás, é mais fácil do que ser um indivíduo pensador.
  • JP  01/09/2018 01:58
    Assim é. Tudo se resume a auto-responsabilidade.
  • cmr  29/08/2018 17:07
    Excesso de informação tende a levar ao mesmo resultado que a falta de informação.
    Em ambos os casos, você estará desinformado.
  • Cadu  30/08/2018 14:10
    Talvez, seja hora de aprender (mos) a selecionar as informações essenciais das triviais. O homem, em tudo, adora acumular coisas demais, que não fazem o menor sentido.
  • Caio  29/08/2018 17:07
    Extremamente importante (e necessária) abordagem. Se você olhar bem, esse negócio de "fake news" incomoda é aqueles que amam políticos e partidos. Quem não tá nem aí pra política e não tem políticos de estimação não está nem aí pra fake news de redes sociais.
  • Capital Imoral  29/08/2018 17:08
    Deep web está emergindo para superfície digital

    Grupos de uma ideologia obscura e racista, como liberais e conservadores, estão criando próprias plataformas para disseminar discurso de ódio contra negros, judeus, pobres, hossosexuais e qualquer grupo minoritário. Este é o caso de redes sociais como Gab, BitChute e Mises Brasil.

    Grupos de extrema direita na internet
    Há muito tempo idéias contra minorias vêm circulando na internet, mas de uns tempos para cá, principalmente depois da eleição de Donald Trump, depois da criação de diversos perfis e movimentos de extrema direita, o fascismo está criando uma própria independência tecnológica e social. No começo, os perfis de direita fizeram do Facebook, Twitter e congêneres uma espécie de Al-Qaeda digital. Levou-se anos para que essas empresas finalmente pudessem tomar alguma providência para expulsar esses monstros digitais. Mas parece que a resposta contra a ideologia fascista chegou tarde demais, está surgindo novas plataformas digitais como Gab e Bitchute com internautas assumidamente racistas, neonazistas, homofóbicos, sexistas e jingoístas (que diabos é isso?) proliferando feito ratos em sites e nas principais redes social.

    O caso mais impressionante gira em torno da rede social Gab, que funciona como uma espécie de Twitter nazista. Somente neste ano mais de 500 mil brasileiros criaram uma conta nesta rede social. Criada em 2016, por Andrew Torba, um supremacista branco e viciado em religião; a rede cresceu de forma surpreendente nos Estados Unidos e no Brasil. Isso é assustador porque já está se formando grupos neonazistas dentro desta plataforma. Há poucos meses atrás o dono do site quase perdeu o servidor da Microsoft porque um membro disse que "Judeus deveriam ser criados como gado[1]", este é o nível do discurso que ocorre nesta rede social.

    Outra rede social interessante que está surgindo é o BitChute, que funciona como um Youtube para fascistas. O grande problema dessa rede social está nas descentralização de dados, o site utiliza tecnologia peer-to-peer e isso torna quase impossível que um vídeo possa ser censurado por autoridades competentes e boas, como eu, que só querem seu bem.

    E por fim, existe a rede social acadêmica Mises Brasil, que funciona como uma rede para corromper a intelectualidade de pensadores, professores e alunos. Felizmente, esta rede social não tem tanto alcance, mas o problema está na profundidade e na loucura ideológica apresentada pelo neoliberalismo. Seus leitores se tornam pessoas profundamente anti sociais, que moram na casa dos pais e não fazem sexo; logo, esta falta de sociabilidade somada com uma ideologia que já foi refutada por socialistas, gera um discurso de ódio profundo na seção de comentários contra minorias. obviamente, isso acaba tendo uma reflexão no mundo real através de uma ocupação obscura nas universidades e centros acadêmicos.

    O mundo todo está assistindo ao vivo o retorno do fascismo através da liberdade irrestrita que as novas plataformas digitais permitem. Tudo isso está acontecendo por um deslize do Estado que há muito tempo vem permitindo a existência desse discurso de ódio sem que nenhuma ação concreta fosse tomada; e o pior de tudo é que essa grande rede ideológica já é um monstro autossuficiente.

    [1] Microsoft nearly banned Gab over post saying Jews should be raised as livestock
    arstechnica.com/tech-policy/2018/08/microsoft-nearly-banned-gab-over-post-saying-jews-should-be-raised-as-livestock/

    Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.
  • Jorge  29/08/2018 17:26
    " Seus leitores se tornam pessoas profundamente anti sociais, que moram na casa dos pais e não fazem sexo; logo, esta falta de sociabilidade somada com uma ideologia que já foi refutada por socialistas, gera um discurso de ódio profundo na seção de comentários contra minorias."

    kkkkkk
    Não foi o Leandro que recentemente disse que o Capital imoral alternava altos e baixos?
    Esse trecho está entre os altos, apesar de ter sido um golpe baixo.
  • Nordestino Arretado  29/08/2018 18:49
    Kkkkkkkk Capital imoral é demais, mas o mais engraçado é ver que tem gente que tenta rebater mesmo sabendo que se trata de um fake.
  • Cadu  30/08/2018 14:14
    Capital Imoral, vc escreve bem pra caramba. Juro que se fosse mais alienado do que já julgo ser, que compraria suas ideias.
    De quaisquer formas, parabéns, seus raciocínios me inquietam.. rs
  • Ricardo  29/08/2018 17:11
    O problema nisso tudo é que a grande parcela das pessoas nem sequer sabem que o termo "responsabilidade individual" existe. Logo, como fazer com que essas mesmas pessoas se interessem por checar a fonte/veracidade da informação? Entre uma verdade sem graça e uma mentira interessantíssima, acabamos preferindo a segunda. É mais criativa.
  • cmr  29/08/2018 17:17
    Não deveria se preocupar com isso; quem nasceu para ser gado, nunca chegará a pecuarista.
    Não importa o que seja feito...

    Soa arrogante e discriminatório, mas é uma verdade politicamente incorreta.
  • Jorge  29/08/2018 17:31
    "Logo, como fazer com que essas mesmas pessoas se interessem por checar a fonte/veracidade da informação?"

    Tudo o que se pode fazer, é aceitar que algumas (na verdade muitas) pessoas são assim e nunca irão mudar.

    Como o texto bem observou, quem aceita a informação sem questioná-la, arca com as consequências.

    É exatamente o que se quis dizer com "responsabilidade individual".

  • Bernardo  29/08/2018 17:15
    Uma vez, há uns 10 anos (ou seja, muito antes de sequer existir o termo fake news), eu acreditei numa informação política mentirosa e a espalhei boca a boca. Também discuti no Orkut tendo ela por base.

    Fui facilmente massacrado, pois, tão logo as pessoas descobriam que aquilo era mentira, minha credibilidade ia ao chão. Apanhei nos debates pessoais e virtuais.

    Após essa vergonha, aprendi a nunca mais deixar de checar informações, mesmo (ou principalmente) quando elas estão na grande mídia. Essa minha humilhação foi meu aprendizado. Foi meu wake-up call. Desde então, nunca mais passei vergonha.

    A aceitação de minha responsabilidade individual começou ali.
  • Armindo de Mello Magalhaes Gouvea  29/08/2018 17:44
    Concordo na grande maioria com as ideias expostas. Fiquei com dúvidas quanto ao parágrafo, de subtítulo - O que fazer?

    "Somente o indivíduo é responsável por seu consumo de informações. Se uma determinada pessoa opta por acreditar em coisas erradas, ou se ela não quer checar a veracidade das coisas que lê e ouve, ela própria sofrerá as consequências. Isso se chama responsabilidade individual".

    Na atualidade sofremos as consequências pela falta de conhecimento (cultura), até mesmo no meio onde pessoas com formação escolar, não possui conhecimento político, e / ou seus idealismos.

    Fica evidenciado que o sucateamento (aparelhamento ideológico), escolar / cultural das classes mais carentes, os tornam vitimas e reféns de uma massa de manobra que poderá trazer sérias consequências à sociedade, e aí contesto o parágrafo onde as consequências são trazidas somente ao indivíduo.

    Na realidade essa consequência pode se fazer nefasta a toda uma sociedade, como constatado em alguns países como Venezuela, Cuba, Coreia do Norte, etc...

    E em consonância com ultimo paragrafo, "Ao constantemente tentar censurar e banir tudo de que não gosta, você, na prática, está dizendo que todos os outros indivíduo são incapazes de tomar a decisão correta por conta própria. E isso, além de arrogante, é uma postura totalitária", dever-se-ia, cobrar da população uma escolaridade mínima para que habilitasse o cidadão a ser classificado como " ELEITOR".

    Att,
  • Leigo  30/08/2018 15:50
    O que fazer?

    Logo, se Facebook, Twitter e YouTube podem, mas não devem, banir usuários e postagens das quais não gostam, e considerando que o governo certamente não deve censurar opiniões ou controlar a disseminação de informações, o que então podemos fazer para estancar a difusão de informações falsas?

    A resposta, que certamente irá incomodar a muitos, é uma só: absolutamente nada.

    A melhor maneira de combater idéias ruins é com idéias boas. Ao permitir uma miríade de opiniões diferentes circularem livremente nas redes sociais, você dá a todos os indivíduos a oportunidade de julgar os méritos de cada opinião e, assim, tomarem suas próprias decisões. E se as idéias que você defende são realmente as "verdadeiras", então não há nada a temer.
  • Vladimir  29/08/2018 17:47
    É possível argumentar que os perversos incentivos criado por um estado paizão, que a todos provê e tudo garante, foi o que realmente destruiu a responsabilidade individual. E isso vem de muito tempo, muito antes dessa onde de censura das redes sociais.

    Pedir pra censurar coisas "ofensivas" é apenas a consequência inevitável de alguém não conseguir cuidar de si própio.

    Acho que a única coisa que ainda falta ser abolida é o termo "responsabilidade" do dicionário.
  • Amante da Lógica  29/08/2018 18:37
    E qual a surpresa?

    Gerações cresceram sob o controle estatal da educação, de modo que os pais hoje acreditam que não são responsáveis por educar seus filhos.

    Gerações cresceram sob a ideia de previdência social controlada pelo estado, a qual condicionou os trabalhadores a acreditarem que não são responsáveis por proverem para seu próprio futuro.

    Gerações cresceram sob a crença de que o estado existe para garantir e proteger financeiramente as pessoas, condicionando as pessoas a acreditarem que elas não precisam se esforçar para se sustentar

    Gerações cresceram sob a crença do assistencialismo e dos poderes mágicos de um diploma, acreditando que não mais são responsáveis por adquirir habilidades e se prepararem para buscar empregos.

    Acrescente a tudo isso o acentuado surgimento dos apologistas do vitimismo e do coitadismo, que dizem que uns se dão mal por culpa "dos outros".

    No final, essa mentalidade assistencialista, vitimista e coitadista, fomentada pelo estado e pelos adeptos de um estado grande, foi muito bem sucedida em fazer as pessoas acreditarem que burocratas e reguladores são os responsáveis pelo bem-estar geral, e não o próprio indivíduo.

    E quanto mais responsabilidade o estado (políticos, burocratas e reguladores) se arvora para si próprio (em troca de ganhos políticos), mais indivíduos abdicam de suas próprias responsabilidades. Hoje, o sujeito está tão incapacitado e mimado, que ele não consegue nem mesmo verificar fatos por conta própria. Quer receber tudo de mão beijada. Quando receber informações falsas ou vê algo que o afeta, pede censura.

    Individualismo, inclusive a responsabilidade individual, se tornou um palavrão e um comportamento reacionário.
  • Kira  29/08/2018 18:50
    "Gerações cresceram sob o controle estatal da educação, de modo que os pais hoje acreditam que não são responsáveis por educar seus filhos."

    Esse fato é dramático nos tempos de hoje. Estamos entrando numa era de vitimistas e seres integralmente dependentes, escravos e incapazes de agirem por si.
  • Cadu  30/08/2018 14:17
    PERFEITO.
  • Eduardo  29/08/2018 18:13
    Nada contra o FB ou outros impedirem ou removerem conteúdos do qual discordem. Mas não dá para se posicionar como neutro se não são. Aí é complicado.
  • Juliano  29/08/2018 18:23
    Em relação à autonomia das redes sociais de banir aquilo que não gostam, tenho uma objeção.

    Tanto Facebook como Twitter são redes sociais que sempre se venderam como um fórum neutro onde as pessoas podem criar comunidades e trocar informações. As redes sociais ganham com o volume de pessoas e as pessoas ganham uma plataforma.

    Os usuários também fazem um grande investimento dentro da rede: trazem seus amigos, criam conteúdo, criam interações. É só por causa de seus usuários e o conteúdo que eles geram que o Facebook tem o valor que tem. Isso sem falar na questão de pagamentos diretos ao Facebook para aumento de visibilidade. O investimento feito por todos os usuários vem de anos.

    Daí, de uma hora pra outra, eles resolvem mudar o contrato de forma unilateral. Passam a ter um lado e a excluir usuários e comunidades de forma arbitrária. O investimento de vários usuários foi jogado no lixo.

    Isso não configura fraude? Apesar de ser gratuito, o Facebook se propõe como uma plataforma neutra. Inclusive usa essa expressão quando é pressionado por governos para se responsabilizar pelo que é publicado na rede.

    Não é como se um monte de gente tivesse entrado no Forum da Carta Capital e começasse a reclamar de censura. A Carta Capital tem lado, todo mundo sabe. O Facebook atraiu milhões de usuários justamente por ser aberto.

    Entendo que o Facebook tem o direito de mudar de política, mas precisa ser responsabilizado pelos contratos que já assumiu, que era sob termos completamente diferentes. Ou ele prova que a exclusão está dentro dos termos que os usuários já assinaram, ou ele tem que ser responsabilizado pelo prejuízo gerado em todos os usuários afetados.
  • Tulio  29/08/2018 18:44
    "Isso não configura fraude? [...] Entendo que o Facebook tem o direito de mudar de política, mas precisa ser responsabilizado pelos contratos que já assumiu, que era sob termos completamente diferentes. Ou ele prova que a exclusão está dentro dos termos que os usuários já assinaram, ou ele tem que ser responsabilizado pelo prejuízo gerado em todos os usuários afetados."

    Certo. E concordo.

    Mas o que você sugere na prática?
  • Demolidor  29/08/2018 19:51
    Minha visão também é da quebra de contrato. Facebook, Twitter e afins tiveram plena liberdade de definir quais os termos pelos quais se daria a interação com seus usuários e aqueles que rodam páginas supostamente ofensivas. Se alegavam que não poderia haver conteúdo que espalhasse ódio, mentiras, difamação, etc. e tiraram uma página do ar por fazer isso, o criador da página tem pleno direito de contestar a alegação e a quebra de contrato na justiça.

    Propriedade privada não significa fazer tudo que se quer com sua propriedade, mas liberdade para estabelecer as regras pelas quais será usada sua propriedade. A partir do momento em que concordo com um contrato para uso de minha propriedade, sou obrigado a cumpri-lo.

    Se sou dono de um imóvel e concordo em alugá-lo por cinco anos, não posso simplesmente resolver, de uma hora para outra, despejar meu inquilino alegando que a propriedade é minha. É um contrato de aluguel. Caso similar. Não vejo nada anti-libertário em tais movimentos buscarem a justiça. Se só há a opção de justiça estatal, paciência também. Mas o direito à contestação e ao contraditório são fundamentais.
  • Juliano  30/08/2018 13:47
    Mas o que você sugere na prática?

    A utilização do poder judicial para a cobrança de indenizações e para exigir que o Facebook cumpra com o que foi combinado. Não vejo nada de anti-liberal nisso.
  • Antonio Jose  29/08/2018 18:29
    E quanto ao argumento dos termos de uso, as plataformas digitais se compremeteram a ser neutras politicamente e à livre disseminação de idéias. Não seria uma quebra de contrato?

    Concordo com o artigo a censura é muito pior que a difusão de "fake news". Há também o interesse da mídia convencional que está perdendo o monopólio da informação.

    Governantes e "formadores de opinião" estão assustados com a livre disseminação de idéias e querem usar as "fake news" como desculpa para censurar.
  • Paulo Henrique  30/08/2018 04:03
    E quando você acha que finalmente o país vai ter liberais na política, eis que o Partido Novo quer dar mais poderes a burocratas para censurar ''fake news'' ''Partido Novo pede ao TSE que juízes eleitorais tenham poder de polícia contra 'fake news'

    Digo que nem o PT teve essa idéia... Abram o olho com esses ''liberais''.
  • ed  29/08/2018 18:52
    Mais uma vez o próprio mercado oferece a solução. Esse instituto já falou isso mil vezes.

    Como parte dos consumidores demanda liberdade de expressão empreendedores já produziram uma rede social que oferta exatamente isso.

    Conheçam o Gabi.
  • Rene  29/08/2018 19:12
    De certa forma, o mercado já está dando um jeito nisso. Já está começando a ficar notório o crescimento da rede Gab.ai, justamente por promover a liberdade de expressão.
  • Ninguem Apenas  29/08/2018 20:47
    Quem não da assistência, abre a concorrência, perde a preferência, fica na carência, e aguenta as consequências.
  • Rene  30/08/2018 18:35
    Pois é. O Zuckerberg poderia levar em consideração que, antes do Facebook, já existia uma rede social chamada "Orkut", que parecia invencível em um período de tempo, mas que fechou as portas. Ele quer Lacrar ou Lucrar?
  • Eduardo  30/08/2018 18:46
    Qual a surpresa? Esse próprio site já havia alertado sobre isso:

    O Facebook e o governo: uma demonstração prática de como as regulações funcionam
  • Ozeias  29/08/2018 20:29
    Com essa censura promovida nas redes sociais,aquela premissa liberal que a liberdade econômica vai trazer a liberdade política cai por terra.já que é o próprio capitalismo que está promovendo a censura em escala mundial e destruído a liberdade!!!
  • Leigo  31/08/2018 13:30
    Escreva com clareza para entendermos o senhor.
  • Richard Gladstone de Jouvenel  29/08/2018 20:35
    Fake news se combate com o hábito da leitura, bom senso, ceticismo e no meu caso específico, uma dose moderada de cinismo...


  • Cristiane de Lira Silva  30/08/2018 20:27
    Infelizmente grande parte das pessoas não tem hábito de leitura ou ceticismo. Não gostam disso. É caso perdido lutar contra fakenews. Apoio a iniciativa das redes sociais embora não ache que vá eliminar o problema porque sempre haverá pessoas dispostas a enganar propositalmente (sem um pingo de vergonha) e pessoas que preferem mentiras.
  • Pobre Paulista  30/08/2018 12:29
    A questão não é a censura ideológica em si, pois bem ou mal as empresas tem o direito de decidir o que pode e o que não pode ser publicado em suas plataformas, até porque, no nosso sistema jurídico atual, há transferência de responsabilidade daqueles que geram conteúdo para aqueles que o publicam, e portanto elas correm efetivamente um risco financeiro por isso.

    O problema é que essas empresas estão violando seus próprios contratos com os consumidores para fazer isso, basta ver a parcialidade e a falta de justificativa dos conteúdos bloqueados.
  • Cristiane de Lira Silva  30/08/2018 20:22
    E longe de mim chamar o MBL de nazista (só usam uns métodos de Goebbels). Não foi isso que eu quis dizer. Eu duvido que a propaganda nazista tivesse algum sucesso se a sociedade da época não fosse um tanto antissemita. Também não digo que não exista a responsabilidade individual pois muitos indivíduos ajudaram os judeus apesar do antissemitismo e da propaganda nazista. Coloquei o MBL porque pra mim não importa se quem divulga mentiras é o estado, entidades privadas ou pessoas. E quis chamar a atenção para as fake news que procuram distorcer a imagem ou desumanizar determinadas pessoas ou grupos e como estas pessoas ou grupos são os principais prejudicados.
  • 5 minutos de ira!!!  03/09/2018 17:26
    em off......

    última pesquisa eleitoral:

    primeiro turno: Bolsonaro e Ciro

    segundo turno: Ciro Gomes..........

    e ai, camaradas!? bora comprar e não pagar!?
  • Emerson Luis  05/09/2018 11:20


    "Um lado classifica de "fake news" as críticas recebidas e pede censura. O outro também. Um lado aplaude quando Facebook e YouTube tiram do ar páginas "ofensivas" e difusoras de "fake news" contra ele. O outro exige o mesmo."

    Pelo menos aqui no Brasil só tem um lado pedindo censura e aplaudindo o que o Facebook anda fazendo, apenas um lado tem medo do debate limpo/livre e quer que o Estado e os "amigos do rei" interfiram. Expor a hipocrisia da plataforma NÃO é pedir censura.

    Sim, o Facebook tem todo o direito de selecionar as páginas que quer manter. Mas NÃO tem o direito de quebrar contratos e fazer propaganda enganosa ("somos neutros e imparciais") impunemente.

    Dizer que "todos são iguais" rebaixa os melhores e poupa os piores. O discurso "isentão" parece esclarecido, mas faz o jogo dos coletivistas/socialistas.


    * * *
  • Henrique Silva Aguiar  06/09/2018 18:28
    Pessoal, olhem isso. A mulher enfiou um bebe na própria vagina:

    worldnewsdailyreport.com/babysitter-transported-to-hospital-after-inserting-a-baby-in-her-vagina/

    Que horror, gente...Isso é psicopatia... Não podemos deixar isso passar despercebido. Vamos divulgar nas redes sociais.
  • Victor  24/09/2018 13:32
    E quando uma notícia falsa leva a situação a uma tragedia? Por exemplo, alguém criar dados falsos relativo a uma pessoa, incriminando-a e atraindo "justiceiros"?
    "Ah mas é responsabilidade dos justiceiros", alguém aqui acha que responsabilizar alguém depois de uma tragedia como esta, exemplo, uma morte, ajuda em algo? Depois de morrer acabou. E aí? Faz como?


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