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Em uma economia regulada pelo estado, o foco de atuação do empresariado é desvirtuado
E apenas os virtuosos resistirão

Em termos práticos, o que faz o capitalista-empreendedor?

Ele poupa (ou pega emprestado fundos que foram poupados por terceiros), contrata mão-de-obra, compra ou aluga bens de capital e terra, e compra matéria-prima. 

Ato contínuo, ele passa a produzir seus produtos ou seus serviços, quaisquer que sejam, na esperança de obter lucros nessa empreitada.

Lucros são definidos como sendo simplesmente um excesso de receitas de venda em relação aos custos de produção. 

Os custos de produção, no entanto, não determinam os preços e nem a receita. Se os custos de produção de fato determinassem os preços e as receitas, então todo mundo seria um capitalista. Ninguém jamais iria à bancarrota. 

A realidade, no entanto, é outra: é a antecipação correta dos preços e das receitas futuros o que irá determinar quais serão os custos de produção que o capitalista poderá bancar. Empreendedorismo é, acima de tudo, a arte de saber antecipar corretamente as demandas dos consumidores e direcionar os recursos presentes de modo a fabricar bens que atenderão aos desejos dos consumidores no futuro.

O capitalista não sabe quais serão os preços futuros e nem qual a quantidade de seu produto será comprada aos preços praticados. Tudo isso vai depender dos consumidores. E o capitalista não possui nenhum controle sobre eles. O capitalista tem de especular qual será a demanda futura por seus produtos; e, caso sua especulação se revele errada, ele não apenas não irá ter lucros como na verdade irá ter prejuízos.

Arriscar o próprio dinheiro (ou, em caso de empréstimo, o próprio patrimônio) antecipando uma demanda futura incerta é obviamente uma tarefa difícil. O resultado pode ser lucros magnânimos, mas também pode ser a ruína financeira. Poucas pessoas estão dispostas a se arriscar assim, e um número ainda menor de pessoas é realmente excelente nisso, conseguindo permanecer no mercado por um longo período de tempo.

Mas ainda há outras dificuldades.

A concorrência em um mercado livre

Cada capitalista está em permanente concorrência com todos os outros capitalistas pela limitada quantia de dinheiro que os consumidores estão dispostos a gastar em seus bens e serviços. Cada produto vendido concorre com todos os outros produtos vendidos. 

Sempre que os consumidores gastam mais (ou menos) em um bem, eles irão gastar menos (ou mais) em outros bens. Mesmo que um capitalista tenha criado um produto bem-sucedido e tenha lucrado com ele, não há garantia nenhuma de que isso irá continuar assim por muito tempo. Outros empreendedores podem entrar no mercado, imitar seu produto, produzi-lo a custos mais baixos, vender a preços menores e, com isso, tomar os seus clientes. 

Para impedir isso, todo capitalista já estabelecido precisa se esforçar continuamente para reduzir seus custos de produção e, com isso, reduzir (ou ao menos manter constantes) seus preços. 

No entanto, mesmo isso ainda não basta. Tentar produzir o que quer que você produza a preços cada vez menores ainda não é o suficiente.

O conjunto de produtos oferecidos pelos vários capitalistas está em um constante fluxo, assim como também está em fluxo constante a avaliação que os consumidores fazem destes produtos. Continuamente, novos e aprimorados produtos são oferecidos no mercado, e os gostos dos consumidores mudam constantemente, o que gera novos sucessos e também estrepitosas falências. Nada permanece constante. A incerteza do futuro que aguarda o capitalista nunca desaparece. 

Embora sempre haverá o chamariz dos lucros, também sempre haverá a ameaça de prejuízos. 

Por tudo isso, é bastante difícil se manter continuamente como um empreendedor bem sucedido. Um erro de estimativa, e um empresário pode voltar para a categoria de mero empregado. Por isso, este empresário estará continuamente à mercê dos caprichos, desejos e exigências dos consumidores. E estes são extremamente volúveis.

O capitalista em um ambiente estatista

Agora, coloquemos o estado neste cenário para vermos como ele afeta a atividade do capitalista.

O estado é convencionalmente definido como uma instituição que possui o monopólio da jurisdição de seu território, sendo o tomador supremo de decisões judiciais para todos os casos de conflito, inclusive conflitos envolvendo o estado e seus próprios funcionários. Adicionalmente, e em consequência desta característica, o estado possui também o direito de tributar, isto é, de determinar de maneira unilateral o preço que seus súditos têm de lhe pagar para que ele efetue essa tarefa de tomar decisões supremas.

Tendo o monopólio da jurisdição e o poder de tributar — sendo que ambos esses poderes lhe conferem um terceiro poder, que é o poder de legislar, regular, controlar e restringir —, o estado adquire a singular condição de poder escolher quem irá e quem não irá prosperar.

Agir sob estas restrições — ou melhor, sob esta falta de restrições — é o que constitui a política e as ações políticas. Consequentemente, já deveria estar claro desde o início que a política, por sua própria natureza, sempre significará transgressões, fraudes e delitos. 

Mais especificamente, podemos fazer a priori uma previsão sobre quais as consequências que a imposição de um estado terá sobre a conduta dos empreendedores. 

Na ausência de um estado, são os consumidores quem determinam o que será produzido, com que qualidade e em qual quantidade, bem como quais empreendedores irão prosperar e quais irão à falência. Com a intervenção do estado, a situação enfrentada pelos empreendedores torna-se inteiramente diferente. 

Agora passa a ser o estado e seus funcionários, e não os consumidores, quem em última instância irá decidir quem irá prosperar e quem irá falir

Dado que o estado vive repleto de dinheiro de impostos, de dinheiro adquirido via endividamento (dívida esta que será paga por toda a sociedade via impostos) e de dinheiro criado por seu próprio Banco Central, ele pode gastar em maior volume do que qualquer outra entidade. Consequentemente, o estado pode sustentar qualquer empreendedor concedendo-lhe subsídios, empréstimos a juros baixos ou fornecendo contratos exclusivos para obras públicas. Ele pode também socorrer qualquer empreendedor que esteja passando por dificuldades (porque os consumidores não mais querem seus produtos).

Por outro lado, o estado também pode arruinar qualquer empreendedor ao simplesmente decidir investigar suas operações e encontrar alguma violação (sempre haverá uma, inevitavelmente) de leis e regulamentações estatais. Ou mesmo qualquer deslize tributário.

Sendo o monopolista da violência, o estado (seus membros) pode achacar e extorquir aqueles empresários de quem ele não gosta, os quais não poderão simplesmente se negar a pagar o achaque, pois sabem que, se o fizerem, sua empresa poderá ser prejudicada das mais diversas formas. [N. do E.: no Brasil, quem trabalha na construção civil sabe que em algum momento um fiscal do governo surgirá pedindo um "agrado"].

Ademais, o estado pode ele próprio utilizar o dinheiro que extrai da população para tentar se tornar um empreendedor. E dado que ele não precisa se preocupar em ter lucros e evitar prejuízos — pois ele sempre poderá suplementar suas receitas por meio de impostos, endividamento ou criação própria de dinheiro —, ele sempre poderá sobrepujar qualquer produtor privado que esteja produzindo bens ou serviços similares.

Finalmente, em decorrência de seu poder de legislar, de criar leis e de alterar regras, o estado pode conceder privilégios exclusivos para algumas empresas específicas, isolando-as ou protegendo-as da concorrência, seja por meio de tarifas protecionistas, de barreiras alfandegárias ou mesmo por uma simples e direta reserva de mercado. Ele também pode expropriar parcialmente — e criar uma série de empecilhos sobre — outras empresas.

Nesse ambiente, torna-se imperativo que todos os empreendedores prestem total e constante atenção ao mundo político. Para permanecer vivo e possivelmente prosperar, um empreendedor terá agora de dedicar muito tempo e esforço a tarefas que nada têm a ver com a satisfação de seus clientes, mas sim com a satisfação do poder político

E, desta forma, baseando-se em sua compreensão acerca da natureza do estado e da política, ele terá de fazer uma escolha: uma escolha moral.

Ele pode escolher se juntar ao estado e se tornar parte desta vasta organização criminosa

Ele pode subornar políticos, partidos políticos ou funcionários públicos, seja com dinheiro ou com promessas tangíveis (algum emprego futuro no setor "privado" como "membro do conselho administrativo" ou como "conselheiro" ou "consultor"), com o objetivo de obter para si próprio algumas vantagens econômicas em detrimento das outras empresas concorrentes. 

Ele pode pagar propinas para assegurar contratos (de obras públicas ou de fornecimento de material para empresas estatais) ou garantir subsídios para ele próprio em detrimento dos outros concorrentes. Ou ele também pode pagar propinas para conseguir a aprovação ou a manutenção de legislações que assegurem a ele e à sua empresa privilégios legais e lucros monopolistas — ao mesmo tempo em que parcialmente expropria e oprime seus concorrentes.

Desnecessário dizer que vários empresários optaram por este caminho. Em específico, grandes bancos, grandes indústrias e empreiteiras se tornaram desta maneira intricadamente envolvidos com o estado, e vários empresários hoje bilionários construíram suas fortunas muito mais em decorrência de suas habilidades políticas do que em decorrência de suas habilidades como empreendedores preocupados em bem servir aos consumidores.

A escolha

Mas há a outra escolha: um empreendedor pode optar pelo caminho honroso — e ao mesmo tempo muito mais difícil. 

Este empreendedor está a par da natureza do estado. Ele sabe que o estado e seus funcionários estão ali apenas para intimidá-lo, chantageá-lo e extorqui-lo, para confiscar sua propriedade e seu dinheiro. Pior: ele sabe que eles são hipócritas arrogantes e presunçosos, que afetam superioridade moral e se acham acima de todo o bem e todo o mal. 

Sabendo disso, essa espécie bastante rara de empreendedor terá então de se esforçar e tentar fazer o seu melhor para sempre se antecipar e se ajustar a toda e qualquer manobra maléfica do estado. Ele não irá se juntar à gangue. Ele não pagará propinas para assegurar contratos ou privilégios do estado. 

Ao contrário, ele estará sempre tentando, na medida do possível, defender o que quer que tenha restado de sua propriedade e de seus direitos de propriedade, e tentará ainda obter o máximo de lucro possível operando nesta situação estressante.

Ou seja, é só para verdadeiros heróis.

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autor

Hans-Hermann Hoppe
é um membro sênior do Ludwig von Mises Institute, fundador e presidente da Property and Freedom Society e co-editor do periódico Review of Austrian Economics. Ele recebeu seu Ph.D e fez seu pós-doutorado na Goethe University em Frankfurt, Alemanha. Ele é o autor, entre outros trabalhos, de Uma Teoria sobre Socialismo e Capitalismo e The Economics and Ethics of Private Property.



  • Alexandre   13/08/2018 16:10
    Esse é o exemplo claro do que acontece em nosso pais, o governo cria "caminhos" para empresas grandes, como as empreiteiras, obterem todo o mercado de grandes construções no pais, em troca de financiamentos para campanhas eleitorais e tudo o mais. Monopólio só beneficia grandes empresas e o próprio governo (mesmo porque só há monopólio em setores regulados pelo estado). O consumidor que era pra ser o "manda-chuva" fica em segundo plano.
  • André Bolini  13/08/2018 16:39
    A única forma de evitar que os super-ricos tomem posse do poder do Estado e abusem dele é minimizar o tanto quanto for possível o poder do Estado. Mas isso ninguém quer (principalmente aqueles de olho em concurso público).
  • anônimo  13/08/2018 16:11
    No Brasil, além de ter de tentar prever demandas dos consumidores e tentar ser mais eficiente possível, ainda tem que aguentar amolação de sindicato, justiça do trabalho, impostos, órgãos estatais reguladores, moeda que não presta, código tributário ininteligível e muita burocracia e que confunde a cabeça.

    Enquanto empreender e arrumar emprego está cada vez pior, não faltam oportunidades para entrar em cargos estatais (ou em conluio com o estado) e esbanjar o espólio alheio.
  • Vânio  14/08/2018 03:40
    Uma hora a conta simplesmente não vai fechar. Aí o governo brasileiro terá duas opções: ou o país vira um gigantesco RJ ou teremos inflação mensal de 2 dígitos. Porque cortar gastos parece não ser uma opção que irá acontecer.
  • Juliano  13/08/2018 16:24
    "Ele sabe que o estado e seus funcionários estão ali apenas para intimidá-lo, chantageá-lo e extorqui-lo, para confiscar sua propriedade e seu dinheiro. Pior: ele sabe que eles são hipócritas arrogantes e presunçosos, que afetam superioridade moral e se acham acima de todo o bem e todo o mal. "

    Perfeito.

    E o pior que a grande maioria da sociedade exalta o funcionarismo público.
  • Tulio  13/08/2018 16:37
    é muito mais fácil os chineses, e quem sabe até os norte coreanos, diminuírem o tamanho de seus estados do que o povo brasileiro.

    O povo brasileiro vê no estado uma espécie de divindade, embora ache os políticos um bando de filhos da puta.
  • Emerson  13/08/2018 16:25
    Para um megaempresário, uma socioeconomia controlada pelo Estado é muito mais confortável do que o livre mercado. Por isso megaempresários sempre mantiveram relações cômodas e confortáveis com a esquerda.
  • Thomas  13/08/2018 18:59
    Na Rússia, outro país socialista lixo igual ao Brasil, só é bilionário quem é amigo do Putin e quem o Putin escolhe. Lá impera o fascismo em seu nível mais alto.

  • Ulysses  13/08/2018 16:31
    No Brasil, os políticos vivem como ricos, mas não são ricos no sentido patrimonial: moram em mansões (e sitios ;-) ) que não são deles, andam em carrões que não são deles, viajam em jatinhos que não são deles, e frequentam os melhores e mais caros hotéis, restaurantes e resorts sem jamais por a mão no bolso. E ainda acham que isto lhes dá moral para falar mal da "elite privilegiada".
  • Amoedo  13/08/2018 18:57
    O Brasil é uma mistura de modelo econômico fascista com a hegemonia política socialista. O resultado é uma catástrofe no setor produtivo e uma imbecilização da sociedade, cada vez mais pobre economicamente e moralmente falando.
  • Daniel  13/08/2018 19:02
    Enquanto o sonho americano é ter uma ideia, trabalhar muito, gerar renda e ficar milionário, o sonho brasileiro é abrir uma empresa (seja de fachada ou não) e se associar criminalmente ao Estado ou parte dele, para então ficar milionário.

    Ou então passar em concurso e ser funcionário público.
  • A Teoria da Corrupção  13/08/2018 16:40
    O poder do estado — e, por conseguinte, o poder daqueles que detêm cargos de poder dentro da máquina estatal — é o poder de pilhar, usurpar e dar ordens. Quem detém o poder estatal detém a capacidade de se locupletar. A capacidade de se locupletar estando dentro da máquina estatal é a definição precípua de corrupção.

    A corrupção sistemática necessariamente acompanha um governo. Ela está presente na história de absolutamente todos os governos. Varia apenas a intensidade e o grau de exposição e de denúncia pela mídia.

    A teoria por trás destas conexões é simples.

    Em primeiro lugar, o governo detém o monopólio da criação de legislações e emendas orçamentárias. E tal monopólio gera oportunidades para se roubar legalmente. Roubar legalmente significa aprovar uma lei, regulamentação ou emenda orçamentária que favoreça um determinado grupo à custa de todo o resto da economia, principalmente os pagadores de impostos.

    Em segundo lugar, o governo, munido do dinheiro que coleta de impostos, detém o monopólio da escolha das empresas que farão as obras públicas que o governo julga adequadas. Esse processo de escolha, que dá à empresa vencedora acesso livre ao dinheiro da população — algo que não ocorre no livre mercado — é outra forma de roubo legalizado.

    Grupos de interesse — por exemplo, grandes empresas, empreiteiras ou empresários com boas ligações políticas — ansiosos por adquirir vantagens que não conseguem obter no livre mercado irão procurar determinados políticos e fazer lobby para "convencê-los" a aprovar uma determinada legislação que lhes seja benéfica, ou para pressionar que sua empresa (ou empreiteira) seja a escolhida para uma obra pública.

    A legislação pode ser desde a imposição de tarifas de importação até a criação de regulamentações que irão dificultar a entrada de novos concorrentes em um mercado específico. Pode também ser uma mera emenda orçamentária que irá beneficiar alguma empreiteira que será agraciada com a concessão de alguma obra pública.

    Mas há um problema: se esses legisladores não cobrarem um preço pelo seu voto favorável — isto é, se o custo para se fazer lobby for zero —, então a demanda por legislações específicas será infinita. Igualmente, se os políticos não cobrarem um preço das empreiteiras escolhidas para fazer as obras públicas, a demanda por obras públicas da parte das empreiteiras também será infinita.

    Sendo assim, os legisladores terão de cobrar caro pelo seu voto com o intuito de estabelecer parâmetros para os espertalhões que estão brigando pelo seu voto favorável; e os políticos terão de cobrar um preço alto para fraudar o processo de licitação em prol de uma determinada empreiteira.

    Para ambos os casos, o preço inclui contribuições de campanha, dinheiro em contas no exterior, favores corporativos, publicidade favorável, e vários outros. Suborno e propina são apenas as formas mais cruas desse leilão.
  • Robson Santos  13/08/2018 16:53
    Ola pessoal, boa tarde.
    Quanto ao empreendedor da escolha, gostaria de um exemplo atual, e um que existiu, ou que claramente aspira ser por estar no caminho, ou pelo menos um que genuinamente tentou ou mais próximo que conseguiu, não acabar nas garras de um estado.
    Isso é possível? Algum empreendedor fora do círculo libertário, ou de ideais liberais, almeja isso hoje? E está no caminho?

    Abraços.
  • Neto  13/08/2018 17:44
    Flávio Augusto e M. Dias Branco.

    Cresceram sem ajuda do governo.
  • Rony  14/08/2018 13:24
    Pensei também no pessoal da AmBev, Jorge Paulo Lemann e Cia. Ou há maracutaias as quais eu desconheço?
  • Tuker  14/08/2018 14:24
    Ambev desfruta de uma maravilhosa reserva de mercado graças ao protecionismo tupiniquim. Além de ter recebido fartos subsídios nos governos petistas.
    O resultado é esse daí: cervejas péssimas e concorrência quase zero.

    Mas a culpa não é do Leman, somente um idiota não aceitaria dinheiro grátis. A empresa é muito bem administrada, ao contrário da maioria que recebe subsídios do BNDES.
  • Robson Santos  14/08/2018 15:53
    Mas foram/são subsídios ou foram/são incentivos fiscais?
  • Tuker  14/08/2018 17:57
    Foram subsídios. Detalhe que a AmBev nunca precisou disso. A única vantagem é que conseguiu comprar várias empresas com esse dinheiro.

    O governo petista realmente amava oligopólios.
  • robson santos  14/08/2018 18:45
    ok Tuker, obrigado.
  • robson santos  14/08/2018 17:50
    obrigado Neto.
  • Cristiane de Lira Silva  14/08/2018 19:03
    Não sei se M. Dias Branco cresceu sem ajuda do governo, mas acho a indústria dele em PE fantástica. Já ouvi alguns funcionários falarem muito bem da empresa. Isso é tão raro. Normalmente os trabalhadores falam mal das indústrias.
  • Richard Gladstone de Jouvenel  14/08/2018 15:19
    Salim Mattar, da Localiza.

  • robson santos  14/08/2018 18:44
    obrigado Richard.

    Curiosa uma entrevista dele a um sindicato da categoria, quando foi tocado o assunto concorrência forte ele apenas citou uma união entre Varig e VW formando a Interlocadora na década de 80, que acabou fechando apenas alguns anos depois porque a principal estratégia errada é que praticavam preços baixos.. Estaria ele querendo dizer algo sobre dumping?

    Li que ele era próximo de Aécio Neves, e quase se candidatou pelo Novo ao governo de Minas, que estava cansado da bagunça de governos petistas que se aproveitaram de "Collor ter iniciado as privatizações e aberto o mercado, Itamar ter implementado o Plano Real e FHC continuado com as privatizações, instituído as agencias reguladoras, regulamentado a Lei de Responsabilidade Fiscal e o tripé de combate à inflação com cambio flutuante, superávit primário e metas de inflação. ".

    E ainda disse sobre os petistas: "Eles não gostam de empresário, não gostam de lucro, não gostam de mercado, então, como podem gerenciar uma economia? ".

    E pra finalizar: "O SINDLOC-MG tem cumprido um papel excepcional para a indústria de aluguel de carros. A seriedade na condução do sindicato ao longo dos anos e em diferentes mandatos é um exemplo de eficiência na condução do órgão de representação das empresas de aluguel de carros. Aliás, um exemplo para os administradores da coisa pública."

    O que acham ?
  • Richard Gladstone de Jouvenel  14/08/2018 20:00
    Conheço o homem e seu irmão Eugênio, que é o atual presidente da empresa, pessoalmente, e gosta da forma como ele vê as coisas.

    Além de que é um empresário assumidamente liberal, tanto que agora não tendo mais funções no dia-a-dia da empresa ele tem se prestado ao ativismo.
  • 5 minutos de ira!!!  13/08/2018 17:29
    Por que não há uma massa de candidatos liberais nessa eleição!?

    A esquerda sempre usou da tática de por diversos candidatos para monopolizar o debate. Um ataca o outro e não parece haver outra via.......... direita e esquerda levam ao mesmo caminho...

    Tem uns pra presidente, mas e o congresso?

    Por que o instituto mises não apoia abertamente nenhum político/partido para o senado, que seja, nem mesmo pra por o libertarianismo em debate no palanque do congresso??? Nem que seja para denunciar a mão invisível do Estado???

    Li críticas ao João Almoedo e ao Bolsonaro, mas no fim do dia é em um deles que terei que votar. Quem, então!?

    Deem uma luz, ai, pfv...
  • Anti-Estado  13/08/2018 18:57
    Se você quer somente impedir um novo esquerdista no poder: Bolsonaro
    Se você quer alguém que defenda menos interferência estatal na sua vida: Amoêdo

    Se você acredita na liberdade e na moral: não vote e compre bitcoin
  • L Fernando  15/08/2018 13:42
    Pelo que percebo Amoêdo se resume a economia, mantendo todas as patifarias do politicamente correto da mesma forma
    Isso para mim continuaria levando o Pais para o caos, mesmo que a economia desse sinais de melhora
    Mas bastaria novo esquerdista no poder para voltarmos as trevas.
  • Lembram Dessa?  13/08/2018 18:55
    "Ao ouvir reclamações de Joesley sobre a gestão de Maria Sílvia à frente do BNDES, Rocha Loures sugere que o empresário repita suas queixas ao presidente, no encontro do dia seguinte. "Aproveita para dizer para ele que isso aqui está muito ruim", disse.

    Joesley, de fato, falou sobre dificuldades no BNDES com Temer. Ao deputado o empresário defendeu que o banco atue de modo mais flexível. "O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social só faz sentido para [financiar] projeto em que a conta não fecha", disse.

    Em um trecho da conversa, o empresário reclama que o real está muito valorizado e defende a taxa de câmbio na casa dos R$ 3,40. Curiosamente, o dólar atingiu essa taxa no dia seguinte à divulgação da conversa de Joesley com Temer, diante da incerteza na economia."

    www1.folha.uol.com.br/poder/2017/05/1886284-em-audio-deputado-se-diz-emissario-de-temer-e-marca-hora-para-joesley.shtml
  • Odair  13/08/2018 19:03
    A fonte do crescimento econômico são as trocas voluntárias e mutuamente benéficas entre os indivíduos. Dentro de uma economia baseada em transações voluntárias, os consumidores gastam uma parte da sua renda em bens e serviços com o intuito de satisfazer seus desejos mais imediatos. Isto estimula a produção corrente.

    Simultaneamente, os consumidores poupam uma parte de sua renda visando a satisfazer, no futuro, seus desejos que hoje são menos imediatos. Isto sinaliza para os empreendedores como deve ser a estrutura produtiva voltada para o longo prazo.

    Esta proporção entre consumo e poupança determina a estrutura de produção da economia, mostrando quais bens são mais demandados no presente e quais bens devem ser produzidos para o longo prazo. Este arranjo leva ao desenvolvimento de mercados de capitais mais sofisticados.

    Contratos privados, concorrência nos mercados e instituições privadas que possibilitam investimentos e acumulação de capital são todo o necessário para se obter um crescimento econômico ótimo.
  • Otávio  13/08/2018 23:07
    Há um piso (ou uma barreira) financeiro-burocrático pra se empreender no Brasil. Só os pequenos que operam em um mercado livre, sem privilégios e proteções, que o sentem.
  • anônimo  13/08/2018 23:09
    Como o próprio hoppe sempre fala: ''o rico é rico por um motivo... ''. É uma grande ilusão achar que um sistema feito para beneficiar as massas as custas aristocracia (democracia) não seria pervertido pela própria elite intelectual.

    Esses empresários são as pessoas mais inteligentes da sociedade, são as pessoas com maior QI, eles se utilizam da ignorância e ''ganância burra''(como diria bastiat) da população que pede para o Estado apontar armas para essas empresas para garantir o ''bem comum'', eles simplesmente viram essa arma para seus concorrentes o que cria seus privilégios.
  • Hans  13/08/2018 23:16
    Você está correto. E a grande prova disso é a dissonância cognitiva da população em relação à FIESP e ao livre comércio: ao mesmo tempo em que a população diz odiar a FIESP, ela defende as próprias tarifas de importações que servem para proteger a FIESP e para proibir a liberdade de escolha do povo.

    Outro exemplo: reclamam dos altíssimos preços dos carros nacionais, mas são contra a abolição das tarifas de importação para carros estrangeiros, pois isso "acabaria com empregos nas montadoras".

    Condenam os grandes empresários, mas defendem exatamente aquela política que faz deles os maiores beneficiados.

    Há também aquele exemplo clássico: odeiam políticos, mas querem que as principais empresas do país fiquem sob o comando deles.
  • Régis  13/08/2018 23:23
    Ou ainda: odeiam políticos, mas pedem tudo para o estado (controlado primariamente por políticos): auxílio-doença, seguro-desemprego, aposentadoria, saúde, educação, habitação, empréstimo para fazer faculdade, subsídios, proteção contra produtos estrangeiros, bolsa-família, bolsa-travesti, cotas, habitação, etc. etc.

    Reclamam que "político é tudo corrupto" mas imploram de joelhos para que esses mesmos políticos sejam os controladores do dinheiro de todo mundo que produz na sociedade.
  • Davi Pereira Gomes  14/08/2018 04:12
    Diante de um artigo maravilhoso como esse,até fico feliz por ter escolhido como tema de TCC - " Como o Estado reprime o progresso ".
    Espero conseguir mostrar pra algumas pessoas que o Estado castigando o empreendedorismo,castiga a sociedade inteira.
  • Ironic Alert!!  14/08/2018 13:44
    Nessa sociedade anarco-capitalista, só haveria espaço para bons vendedores de peixe.
    Parem para pensar e, de dentro de vocês, poderão constatar um fato:
    Os melhores não são os mais vendidos.

    Nos mais diversos serviços e nas melhores linhas de produção, principalmente no artesanato, os melhores geralmente são pessoas que se focaram em uma habilidade por uma vida inteira e, para isso, nunca se dedicaram a aprender a vender. Muitos gênios em uma área são péssimos em lidar com outras coisas, como a administração. Alguns chegam a passear pelo espectro autista da personalidade.

    Uma sociedade anarco-capitalista beneficia marqueteiros. Vejo isso na minha profissão e nas mais diversas áreas.

    Apontem uma solução para isso e eu saio do meu cargo público (que para mim é uma forma de eu trabalhar da melhor maneira que eu sei sem ter que lidar com cobrança e negociação).
  • Gustavo A.  14/08/2018 14:39
    Não sei se foi irônico e nem entendi direito... O marketing é função essencial para empresa vender seu produto, mas a empresa jamais se sustentará só com ele, vou te dar um exemplo:

    Nas propagandas e no banner do shopping o lanche do Bob's parece uma MARAVILHA. Resolvi experimentar... é uma PORCARIA, nem a batata salva. O marketing me fez experimentar, mas o produto deixou a desejar e não volto tão cedo (o que deve acontecer com outros consumidores).

    Não sei a solução que você queria, mas a sua premissa estava errada.
  • Pobre Paulista  14/08/2018 15:32
    O que é "melhor" para uns, não necessariamente é o "melhor" para outros.

    Não confunda habilidade técnica com preferência dos indivíduos. Eu não compraria um guarda-chuvas furado, nem mesmo do "melhor" fabricante de guarda-chuvas furado do universo.
  • Ironic Alert!!  14/08/2018 18:09
    Exercício de filosofia: advocacia do diabo.

    Na minha cidade tem um dentista que estraga os dentes de todo mundo, mas é considerado um homem de sucesso, de família de nome, tem uma clinica maravilhosa, cadeira que faz massagem e faz tratamento de canal a laser (?!?!). Faz uns vinte anos que ele está no mercado e nunca ficou por baixo. Como? Ele tem lábia... ele vende... exemplo real. Não diga que não por que é verdade!!!!!!!

    Vá no shopping e veja qual o buteco que nunca fica sem movimento: Macdonnalds... ai vc come aquele lanche feito por um aprendiz, sem centralização, com metade da alface já caída fora na caixinha, toma coca cola sem gas (pura água), lê as informações nutricionais deprimentes na embalagem do lanche e diz: eu juro que essa foi a ultima vez.

    Digo isso porque sempre há um bom dentista com um consultório modesto e uma ótima lanchonete que não chama a atenção... por causa de marketing, relações públicas, propaganda, venda, nunca por causa do produto ou do serviço.

    Quando um ótimo dentista ou chef de cozinha sabe fazer seu trabalho maravilhosamente (nada de guarda chuva furado, falo de coisa boa que qqr um quer), mas não sabe vender seu peixe, nem tão pouco administrar sua empresa, para não se frustrar na profissão, tem que achar uma saída. As vezes a saída está num concurso público.

    Esse bom dentista atende muito mais gente num dia estando numa UBS e atende bem. Ganha menos por procedimento do que ganharia no particular, mas como não vende, não adianta estar no consultório. Não precisa lidar com a parte que ele não gosta (cobrar) e está, portanto, fazendo um trabalho eficiente (o custo em imposto é menor do que o custo individual no consultório). Ainda assim, ele deveria ser tratado como um receptador de carro roubado?
  • Pobre Paulista  14/08/2018 18:59
    Você citou ótimos exemplos de empresas que entregam exatamente o que o mercado procura.

    Dica: Quem vai no McDonald's não está nem aí se o alface está fora da caixinha, se seu lanche foi preparado por um humano ou um robô, ou se a quantidade de sódio sei lá o quê.

    Entenda o básico: Os empreendimentos de sucesso são aqueles que atendem às demandas dos consumidores, ponto.
  • Iago Sampaio  14/08/2018 17:56
    Muito bom esse artigo. São só coisas que já sabemos, mas de qualquer forma é importante manter fresco na memória esses problemas e argumentos.
  • Gustavo A.  14/08/2018 18:55
    Exercício de filosofia: advocacia do diabo.

    Na minha cidade tem um dentista que estraga os dentes de todo mundo, mas é considerado um homem de sucesso, de família de nome, tem uma clinica maravilhosa, cadeira que faz massagem e faz tratamento de canal a laser (?!?!). Faz uns vinte anos que ele está no mercado e nunca ficou por baixo. Como? Ele tem lábia... ele vende... exemplo real. Não diga que não por que é verdade!!!!!!!


    Ele estraga os dentes de todo mundo e mantém a clientela a 20 anos? Então as pessoas só vão ao seu consultório para receber massagem?

    Vá no shopping e veja qual o buteco que nunca fica sem movimento: Macdonnalds... ai vc come aquele lanche feito por um aprendiz, sem centralização, com metade da alface já caída fora na caixinha, toma coca cola sem gas (pura água), lê as informações nutricionais deprimentes na embalagem do lanche e diz: eu juro que essa foi a ultima vez.

    Bem, os McDonalds que costumo frequentar servem um lanche, geralmente, bem montado, com uma coca cola com gás... Agora, procure outro lugar que sirva um lanche + batata + coca por 17 reais, com padrão de qualidade semelhante. Você vai achar lanche bem mais gostosos, gourmetizados, porém vai pagar 30, 40 reias, mais bebida, garçom, etc. O preço é acessível.

    Digo isso porque sempre há um bom dentista com um consultório modesto e uma ótima lanchonete que não chama a atenção... por causa de marketing, relações públicas, propaganda, venda, nunca por causa do produto ou do serviço.

    Eu não estou entendendo, você quer que o cara abra um consultório nos fundos da sua casa e que comece chover cliente? Você tem que fazer o MÍNIMO pra atrair alguma clientela e prestar um bom serviço para manter a clientela (que irá fazer um marketing gratuito pra você, se gostar do serviço). E você ainda pode optar por ter um consultório mais modesto, sem cadeiras de massagens, cobrando valores mais baixos ou ter um consultório igual o do seu exemplo, cobrando mais pelo luxo "extra".

    Quando um ótimo dentista ou chef de cozinha sabe fazer seu trabalho maravilhosamente (nada de guarda chuva furado, falo de coisa boa que qqr um quer), mas não sabe vender seu peixe, nem tão pouco administrar sua empresa, para não se frustrar na profissão, tem que achar uma saída. As vezes a saída está num concurso público.

    Concurso não garante vaga para quem faz maravilhosamente bem, apenas para quem burocraticamente estudou uma apostila e passou na prova. Ou seja, um fracassado no empreendedorismo, que não consegue angariar clientela, deve entrar no Estado e tomar a força o dinheiro de gente que sequer comprará seu serviço? Beleza, bem ético.

    Esse bom dentista atende muito mais gente num dia estando numa UBS e atende bem. Ganha menos por procedimento do que ganharia no particular, mas como não vende, não adianta estar no consultório. Não precisa lidar com a parte que ele não gosta (cobrar) e está, portanto, fazendo um trabalho eficiente (o custo em imposto é menor do que o custo individual no consultório). Ainda assim, ele deveria ser tratado como um receptador de carro roubado?

    Deve ser por isso que ninguém mais procura dentistas particulares, todos os bons dentistas estão atendendo em UBS; e atendendo bem, igual o setor privado. Receptador de carro roubado recebe um produto que ele sabe que foi tomado a força de alguém; o dentista da UBS faz um serviço e recebe dinheiro tomado a força de alguém. Moralmente falando, tem muita diferença?
  • Ironic Alert!!  14/08/2018 19:36
    "Ele estraga os dentes de todo mundo e mantém a clientela a 20 anos? Então as pessoas só vão ao seu consultório para receber massagem?"

    Esqueci de falar que, para terminar um tratamento, ele leva, em média, dois anos. Geralmente, quando os pacientes procuram outro dentista, é por causa disso e não da iatrogenia.

    "Bem, os McDonalds que costumo frequentar servem um lanche, geralmente, bem montado, com uma coca cola com gás... Agora, procure outro lugar que sirva um lanche + batata + coca por 17 reais, com padrão de qualidade semelhante. Você vai achar lanche bem mais gostosos, gourmetizados, porém vai pagar 30, 40 reias, mais bebida, garçom, etc. O preço é acessível. "

    Pequei por generalizar. Deve haver lojas do macdonalds com bons lanches, mas não é regra geral. Troque o exemplo por tantos produtos e serviços que são consumidos só por causa da embalagem (produtos femininos de cabelo da Lola - porcaria, produtos infantis que as crianças exigem porque têm um desenho conhecido no rótulo...). É possível negar que isso aconteça e, não só seja caso isolado, mas que englobe um grande volume do mercado de consumo!?

    Num cenário desse, não precisa ter um consultório dentário que parece uma barbearia daquelas com calendário da Carla Perez de 1997 e Pôster do título mundial do Grêmio dos anos 80 de decoração na parede. Basta falhar na sua divulgação e na sua imagem. Pecados pequenos de quem não tem visão de vendedor, num mercado saturado, são o suficiente para esvaziar sua loja.

    Continuo defendendo o ponto de que viveremos num mundo onde tudo passa por saber vender. Saber capturar o desejo de consumo alheio. Num mundo perfeito, um trabalho bem feito seria o suficiente, mas há diversos exemplos que mostram o contrário. Parece plausível ser um pecado tão grande não ter tino para isso, mesmo que você tenha grande talento para o serviço em si?



    Será que o consumidor, seja brasileiro ou mundial, sabe escolher realmente bem o que consome? Não há como negar o quanto se compra gato por lebre e, pelo que tenho visto, em diversas situações o consumidor (por n motivos) sai dizendo que o gato é lebre, sim!!!!!!!!!!!
  • Leigo  15/08/2018 12:45
    Continuo defendendo o ponto de que viveremos num mundo onde tudo passa por saber vender.
    Eles sabem vender e você precisa aprender a comprar. Tá sendo passado pra trás por ai e continua comprando? Que tipo de pessoa você é? Procure serviços melhores, cuide do seu bolso. Pare de ir ao dentista que não arruma seus dentes. Pare de ir ao McDonalds que não tem milkshake (sei como é isso, você chega lá e não tem o sonhado milk shake na máquina), quando é assim, procuro um Bob's ou outro concorrente. Ah, cuidado com serviços públicos, pois eles não tem concorrentes. Não seja um consumidor idiota, bom dia.
  • Lee Bertharian  15/08/2018 17:55
    Desista, Ironic Alert... Você não está conseguindo ser "irônico", apenas demonstrando o quanto odeia empreendedores bem sucedidos.
    Na sua visão, somente uma entidade centralizadora (se possível, você mesmo) é capaz de definir o que é "bom" para o consumidor.
    Continue lendo os artigos do site, você não é o único "funça com remorso" que vem parar aqui...
  • Gado manso  15/08/2018 20:25
    "Será que o consumidor, seja brasileiro ou mundial, sabe escolher realmente bem o que consome? "

    Não sabe.

    Por esse motivo é que devemos entregar o nosso dinheiro suado ao estado que vai empregar pessoas intelectualmente superiores (como você), que vão tomar todas as decisões corretas no lugar do povo ignaro do qual faço parte.

    Sem o auxílio de políticos e burocratas eu não saberia nem como levantar da cama de manhã.
  • Ironic Alert!!  14/08/2018 19:41
    Esqueci.... quanto ao paciente procurar o apenas o sus, 90% dos pacientes na minha cidade são, sim, usuários do sus na odontologia. Isso não garante que o serviço é de qualidade, apenas revela que o paciente não tem poder de compra e não quer se arriscar a gastar, pois já não sabe bem se vai receber o serviço que foi prometido. É o fim da linha, por aqui....
  • Gabriel Magnago  15/08/2018 13:58
    Interessante como este artigo poderia concisamente tratar-se de uma sinopse do livro A Revolta de Atlas, de Ayn Rand. O cenário moralmente destrutivo propagado pela ação estatal e o peso da dificil decisao em aguentá-lo sobre o indivíduo, seriam um bom resumo da obra da escritora.
  • Ricardo  16/08/2018 14:11
    Digamos que tenhamos um Estado benevolente que não cobre impostos. Digamos que esse Estado comece a imprimir mais e mais dinheiro de forma "controlada" mas destinando o mesmo não para o seu próprio bolso, mas sim para pesquisas científicas e/ou tecnológicas assim como para educação, saúde e segurança. Esse ato - de imprimir mais e mais dinheiro - iria afetar negativamente a economia do país, tendo em vista que ele estaria investindo em pesquisas?

  • Marcos  16/08/2018 20:00
    Dispararia a carestia e não resolveria nada de pesquisa (afinal, desde quando imprimir pedacinhos de papel pintado soluciona o problema da escassez de inteligência e da escassez de recursos?).

    Artigo sobre:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2663
  • Emerson Luis  27/08/2018 15:41

    Ninguém proibe os empregados de abrirem suas próprias empresas, individualmente ou em grupo. Não existem "classes sociais" no sentido marxista.

    * * *


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