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Mesmo em uma sociedade com igual ponto de partida, haveria capitalistas, assalariados e desigualdade
E isso resultaria em uma diferença patrimonial crescente

Imagine uma sociedade na qual todos os indivíduos são trabalhadores autônomos (ou seja, não existe trabalho assalariado), e todos eles possuem meios de produção avaliados em $ 100.000.

Ou seja, possuem terras, instalações industriais, maquinários e matérias-primas valorados em $100.000 e adaptados à atividade profissional que realizam.

Nesta sociedade, a distribuição da riqueza é perfeitamente igualitária, de modo que não existem nem "grandes capitalistas exploradores" e nem "pobres despossuídos" que se veem obrigados a vender sua força de trabalho.

Há simplesmente uma divisão do trabalho, a qual faz com que cada indivíduo produtor se especialize em produzir determinados bens que serão trocados por outros bens produzidos por outros indivíduos produtores.

Será que sob estas condições seria alcançado um equilíbrio econômico estável no qual o trabalho assalariado desapareceria? Impossível.  

Mesmo que todos os indivíduos possuam idêntico poder de barganha, que todos tenham começado exatamente do mesmo ponto de partida (ou seja, nenhum começou já com alguma vantagem), e que ninguém tenha recorrida à violência, necessariamente alguns indivíduos mais competentes veriam seu patrimônio crescer e outros menos competentes veriam seu patrimônio estagnar ou mesmo encolher.

Consumir mais versus poupar mais

Comecemos constatando o fato de que, para manter seu patrimônio, cada indivíduo tem necessariamente de reinvestir continuamente uma fatia de suas receitas. Afinal, as instalações industriais se depreciam, as máquinas se danificam e têm de ser substituídas (ou, no mínimo, têm de passar por manutenções recorrentes), as terras devem ser aradas e irrigadas etc. Logo, tudo isso tem de ser reposto.

Ou seja, nem todos os bens adquiridos pelos autônomos são bens de consumo; é necessário também adquirir bens de capital.  

E, ao se adquirir bens de capital, a compra de bens de consumo tem necessariamente de ser reduzida — afinal, os autônomos deverão poupar uma fatia de suas receitas e dedicá-la à renovação de seus próprios bens de capital.

Nesse cenário, veremos três grandes grupos de indivíduos: aqueles que poupam estritamente o necessário para repor seu capital; aqueles que poupam mais do que o estritamente necessário; e aqueles que poupam menos que o necessário.

O primeiro grupo de indivíduos conseguirá apenas conservar seu capital. O segundo grupo tenderá a aumentar seu capital (ele disporá de um maior número de bens de capital com os quais será capaz de fabricar uma maior quantidade de bens de consumo no futuro). E o terceiro grupo verá seu patrimônio encolher (as máquinas irão se danificar e não haverá reposição, as terras perderão sua fertilidade, as instalações industriais deixarão de ser funcionais etc.). 

Mais ainda: é perfeitamente possível que haja indivíduos que tenham um desejo tão premente de consumir agora e nenhuma vontade de poupar para o futuro, que optem por vender seu patrimônio para outros indivíduos. E esses outros indivíduos serão capazes de comprar esse patrimônio em decorrência de terem previamente poupado a maior parte de suas receitas.

Ou seja, alguns indivíduos consumiriam muito no presente à custa de ter de se desfazer do seu capital, e outros aumentariam seu capital à custa de consumir muito pouco no presente.

Parece claro que, só por esta razão comportamental, ocorrerão profundas alterações patrimoniais que levarão alguns indivíduos a se desfazerem de todo o seu capital e, consequentemente, terão de, no futuro, trabalhar para outros indivíduos que ou mantiveram seu capital ou aumentaram seu capital.

Dessa simples decisão comportamental entre poupar e consumir surgirão o trabalho assalariado e a diferença de patrimônio.

Mas isso ainda é o de menos.

A segunda e principal causa: o acerto empreendedorial

A verdadeira explicação para os grandes movimentos patrimoniais não está nas distintas propensões a poupar ou a consumir, mas sim no grau de acerto ou de erro com que o capital será reinvestido.  

Como já indicado, cada indivíduo com um determinado patrimônio deverá continuar reinvestindo nele conforme seus ativos vão se deteriorando com o passar do tempo. No entanto — e isso é importante —, essas decisões de reinvestimento não são automáticas: quando um indivíduo reinveste, ele tem de decidir em que irá reinvestir; e, ao fazê-lo, ele tanto pode acertar (inclusive acertar extraordinariamente) como pode se equivocar (inclusive se equivocar estrepitosamente).

Assim, em uma economia caracterizada pela divisão do trabalho e pelas trocas comerciais voluntárias, uma das tarefas mais complicadas que existe é exatamente a de selecionar os projetos de investimento mais exitosos: não se sabe de antemão o que produzir e nem qual é a melhor forma de fazê-lo — com efeito, a resposta para essas duas perguntas está continuamente mudando à medida que se alteram as preferências dos consumidores e o conhecimento das técnicas de produção disponíveis. 

Consequentemente, é necessário dedicar vultosos recursos intelectuais apenas para se descobrir isso.

Se, nos anos 1990, um indivíduo houvesse investido maciçamente em sua empresa de máquinas de escrever — ou, atualmente, em celulares que não sejam smartphones, ou em câmeras analógicas, ou em navegadores de internet que não se adaptam às crescentes exigências dos usuários — e continuasse reinvestindo suas receitas para tentar manter esse tipo de negócio, hoje ele estaria arruinado: seus ativos utilizáveis na fabricação de máquinas de escrever não valeriam nada hoje. 

Por outro lado, se um indivíduo reinveste seu capital de maneira cada vez mais acertada, de modo que seus produtos vão abocanhando uma demanda crescente do público consumidor, sem que outros produtores sejam capazes de imitá-lo na produção de bens tão valorados pelos consumidores, seu capital irá se multiplicar continuamente, ainda que ele tenha partido de uma estrita posição de igualdade com o resto dos empreendedores.

(Com efeito, os produtores menos competitivos que fabricam bens tidos como total ou parcialmente substituíveis vivenciarão uma queda na demanda, e seu capital perderá valor).

Portanto, o acerto empreendedorial é a segunda causa que explica por que alguns indivíduos podem aumentar seu capital ao passo que outros podem se descapitalizar, tendo consequentemente de trabalhar para os primeiros (pelo menos até que consigam poupar de seu salário um capital suficiente para voltarem a ser produtores autônomos).

E há ainda uma terceira causa.

Propensão ao risco

Em parte derivada da anterior, a propensão a assumir riscos é a terceira causa que explica como o patrimônio das pessoas poderia se tornar desigual.

Já vimos que, ao escolher onde ou em que ele deve se especializar, um indivíduo está correndo um considerável risco de perda patrimonial. No entanto, nem todos os planos de negócios são igualmente arriscados: existem setores cujos padrões de demanda ou cujas técnicas produtivas são muito mais estáveis e previsíveis do que outros. Um restaurante de bairro, com uma clientela muito fiel, não é a mesma coisa que uma start-up biotecnológica.

Consequentemente, aqueles setores menos arriscados tendem a ser os preferidos dos investidores avessos ao risco: quase todos desejam investir neles, de modo que a concorrência se torna muito mais intensa e inevitavelmente os preços tendem a se igualar aos custos.  

Por outro lado, existem outros setores muito mais arriscados em que, exatamente por isso, a concorrência é quase inexistente e, por conseguinte, os produtores bem-sucedidos que ali atuam podem cobrar preços maiores do que seus custos — ou seja, setores em que é possível obter lucros (e no qual os produtores malsucedidos acumulam prejuízos e perdem seu capital).

Com tudo isso em mente, é bastante provável que, da mesma maneira que a propensão para poupar não é a mesma para cada indivíduo, tampouco as predisposições para assumir riscos são idênticas, de modo que aqueles que obtiverem êxito nos setores mais arriscados verão seu capital crescer muito mais rápido do que aqueles que preferem o conforto dos setores menos arriscados.

Mais ainda: é possível haver indivíduos tão avessos ao risco, que eles preferem vender todo o seu patrimônio não para consumi-lo, mas sim para investir diversificadamente em uma variedade de empresas muito pouco arriscadas. "Diversificação + pouco risco" implica que as probabilidades de perdas patrimoniais serão quase nulas.  

Só que, em troca dessa segurança, a renda que eles obterão desses investimentos também serão quase nulas.

Ou seja, pode haver indivíduos que, em troca de não quererem ver seu patrimônio exposto ao risco de projetos ruins, optem por renunciar à gestão de seu próprio patrimônio, ainda que não obtenham nenhuma renda em troca desta renúncia. 

Tais indivíduos também se converteriam inevitavelmente em trabalhadores assalariados: dado que colocaram seu patrimônio em algo que não gera renda (o equivalente a terem guardado o dinheiro embaixo do colchão), se quiserem obter receitas terão de trabalhar dentro dos planos empresariais de outros capitalistas.

As três funções essenciais do capitalista

Tendo em mente esse exemplo, é fácil inferir quais são as três funções econômicas valiosas desempenhadas por todo capitalista: adiamento do seu consumo próprio para financiar investimentos, seleção de projetos de investimentos bem-sucedidos, e concentração patrimonial de riscos.

Dito de outro modo, o empregado assalariado, à diferença do capitalista, pode consumir 100% de suas receitas, não tem de dedicar nada do seu tempo para avaliar os acertos ou os erros de seus empreendimentos, e, em caso de falência do empreendimento em que trabalha, perde seu emprego mas não perde seu patrimônio.

Apenas imagine o que aconteceria se, a cada vez que uma empresa quebrasse, seus empregados também perdessem o dinheiro em sua conta bancária e até mesmo tivessem penhorados seu imóveis totalmente quitados? É exatamente isso o que pode acontecer a um capitalista.

Evidentemente, a função econômica desempenhada pelo capitalista é custosa e valorosa: é custoso e valoroso que seja ele quem restringe seu consumo para financiar uma atividade, que seja ele quem dedica seu tempo e esforço para avaliar projetos empreendedoriais, que seja ele quem concentra os riscos dos investimentos. 

Por tudo isso, a relação trabalhista entre patrões e empregados é simplesmente uma relação de troca entre bens presentes (o capital e a poupança do capitalista) por bens futuros (bens que serão produzidos pelos trabalhadores e pelo maquinário utilizado, mas que só estarão disponíveis no futuro). Os capitalistas adiantam bens presentes (salários) aos trabalhadores em troca de receber bens futuros (retorno do investimento).

É dessa diferença entre bens presentes e bens futuros que virá a remuneração do capitalista.

Explicando melhor: para que o assalariado possa fabricar as mercadorias, o capitalista investiu dinheiro na fábrica. Ele investiu, digamos, $ 100 milhões para construir a fábrica, comprar maquinários e pagar os salários, e pretende recuperar, na forma de fluxo de caixa anual, aproximadamente $ 10 milhões. Assim, serão necessários 10 anos apenas para recuperar todo o capital adiantado. (Fora a inflação do período)

Ou seja, o capitalista abriu mão de $ 100 milhões em consumo presente para receber, anualmente, uma receita de $ 10 milhões. Tudo dando certo, daqui a uma década o principal será recuperado.

Se essas atividades — postergação do consumo, seleção criativa de projetos de investimento e uso arriscado do patrimônio — não tivessem valor e o capitalista não pudesse "cobrar" por elas (pagando salários menores que sua receita), simplesmente não haveria atividade econômica, não haveria produção e não haveria enriquecimento da sociedade.

O fato de o trabalhador não receber o "valor total" da produção — como exigem os marxistas — nada tem a ver com exploração; simplesmente reflete o fato de que é impossível o homem trocar bens futuros por bens presentes sem que haja um desconto. Os salários representam bens presentes, ao passo que os serviços da mão-de-obra representam apenas bens futuros.

E daí surgem as diferenças patrimoniais.

Conclusão

Se eliminarmos os capitalistas da equação, alguém terá de concentrar todas as funções que hoje os capitalistas desempenham, e esse alguém ficaria com a remuneração que atualmente é dos capitalistas. E aí toda a desigualdade patrimonial estaria de volta.

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Leia também:

A ideia de que, no capitalismo, os trabalhadores são "explorados" atenta contra a lógica

 

46 votos

autor

Juan Ramón Rallo
é diretor do Instituto Juan de Mariana e professor associado de economia aplicada na Universidad Rey Juan Carlos, em Madri.  É o autor do livro Los Errores de la Vieja Economía.


  • Rodrigo  22/05/2018 17:12
    O antídoto mais poderoso para combater as bobagens socialistas sobre desigualdade e igualdade forçada é o sujeito tentar a própria sorte abrindo um negócio.
  • Bernardo  22/05/2018 17:17
    Isto é o que sempre falo. E ainda continuo. A melhor maneira de alguém passar a torcer pela total abolição da CLT é simples: contrate alguns funcionários.
  • Henrique  22/05/2018 17:16
    Issso aconteceu exatamente comigo há alguns anos. Investi em um negócio de produção de peças injetadas para atender o metro de SP e da Venezuela. Depois de um tempo quebrei por vários motivos, e obviamente o prejuízo foi todo meu.

    Voltei a trabalhar como empregado por dois anos, juntei dinheiro, aprendi, estudei, me esforcei e montei novamente outro negócio, só que dessa vez com um modelo totalmente reformulado.

    Empreender é isso: o risco é seu. E o lucro também quando dá certo. (Tirando a parte que o governo confisca, é claro).
  • Vinícius Garcia  22/05/2018 17:20
    Quase perfeito o artigo. Apenas gosto mais do termo empreendedor do que capitalista...
  • Leandro  22/05/2018 17:28
    A definição de capitalista é: detentor do capital (seja do dinheiro do financiamento ou dos meios de produção).

    Um empreendedor não necessariamente é um capitalista, pois ele pode estar utilizando o capital alheio (fornecido pelo capitalista).

    O capitalista fomenta o empreendedorismo (ele seleciona, por sua própria conta e risco, quais serão aqueles empreendimentos que irão gerar mais valor para os consumidores e que, por isso, merecem receber financiamento), e tais empreendimentos serão colocados em prática por empreendedores.

    Em muitos casos, o empreendedor e o capitalista são a mesma pessoa (por exemplo, um pipoqueiro), mas isso não é regra.

    Se você empresta dinheiro para um amigo abrir uma padaria, você é o capitalista e seu amigo é o empreendedor. Após seu amigo adquirir meios de produção e quitar o empréstimo, aí ele se torna o capitalista.
  • Cadu Ribeiro  15/12/2018 16:51
    Muito boa sua explicação.
  • Renato  22/05/2018 17:42
    Capitalista não é somente o individuo que é empresário. Um funcionário também pode ser empreendedor ao se esforçar e mostrar interesse em crescer junto com a empresa e galgar posições de liderança.

    Ao criar essa aliança de comum interesse com o empresário, o funcionário com mentalidade capitalista aumenta os lucros da empresa e é beneficiado por eles.

    Mas infelizmente o que vemos é uma maioria proletária com uma subcultura esquerdista, que quer apenas viver na zona de conforto, reivindicar "direitos" trabalhistas e se acomodar em discursos de vitimismo exploratório.

    Mal sabem eles que são apenas massa de manobra e burros de carga de sindicatos e políticos demagogos.
  • Vladimir  22/05/2018 17:46
    E mais: ser capitalista significa assumir riscos e aplicar recursos escassos hoje sem nenhuma certeza do seu retorno amanhã. Coisa que nenhum funcionário com dinheiro na conta todo dia 15 e dia 30 faz.

    Já quando o empregado aplica seus recursos escassos para se qualificar na profissão, para trocar sua atual profissão para uma mais rentável ou para emigrar para um país mais rico para lá trabalhar aí sim está tomando atitudes pontuais capitalistas.
  • Insurgente  22/05/2018 18:06
    E quando estuda e aprende para se tornar um funcionário público?
  • Pensador Capitalista Pr%C3%83%C2%A1tico  22/05/2018 18:56
    Também é uma opção,mas defender privilégios por causa disto é uma coisa totalmente diferente...enfim entrar na carreira de servidor público é uma opção,mas querer perpetuar privilégios em cima de nós pagadores de impostos e ficar defendendo a hegemonia estatal é antiético.

    "Que seja eterno enquanto dure este amor",portanto a carreira de servidor público deveria ser temporária e daria mais oportunidade para todos,apesar de ser uma proposta utópica.
  • Amarildo  22/05/2018 17:23
    Sempre existirão pessoas mais eficientes que outras. Mais voltadas para o futuro. Com visão de mais longo prazo. E acima de tudo mais empreendedoras e propensas ao risco. Isso é natural e desejável. Isso é o que gera progresso.

    Infelizmente, tem gente que acha que todo o progresso material caiu do céu, e que pessoas bem-sucedidas só são ricas porque espoliaram e logo devem devolver tudo para a sociedade. Acham que se promoverem esse confisco o progresso continuará impávido.

    Se fizerem isso, o resultado é a Venezuela.
  • André N.  22/05/2018 17:25
    "A verdadeira explicação para os grandes movimentos patrimoniais não está nas distintas propensões a poupar ou a consumir, mas sim no grau de acerto ou de erro com que o capital será reinvestido."

    Poderia expandir esse parágrafo num novo artigo? Poderia citar livros ou trabalhos acadêmicos que expandam o tema?

    Parabéns e obrigado.
  • Leandro  22/05/2018 17:29
    Já feito. É totalmente empírico:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1836
  • Anon  22/05/2018 17:37
    O trabalho é um produto, uma mercadoria como qualquer outra. E isso não é nenhuma teoria, mas pura lógica. O patrão é apenas um consumidor do trabalho do trabalhador.
  • W. W. Barros  22/05/2018 17:39
    Faltou uma revisão dos valores nos últimos parágrafos, há uma confusão ali entre milhões e bilhões.
  • Pergunta  22/05/2018 19:45
    Quais países vocês acham que já estão economicamente perdidos pelos próximos 20 anos?
    Começo a lista:

    -Ucrânia;
    -Venezuela;
    -Moldávia;
    -Brasil**** (Ainda precisa de uns 3 anos no atual estado para ter certeza)
    -Argentina****(Não vão melhorar, isso é certo, mas ainda tenho dúvidas se conseguem manter estagnados)
  • anônimo  18/12/2018 12:20
    Tem um monte nessa lista. Pode colocar a maioria dos países da Europa.
  • anônimo  23/05/2018 00:10
    Por isso o socialismo Fabiano é tão nocivo para uma Nação. Todos nós, independentemente de ser de direita ou de esquerda, sabemos que essa diferença é natural e inevitável. Haverá milhares mais inteligentes, competentes, bonitos e perseverantes que você, da mesma forma que haverá aqueles que serão menos que você em tudo isso. Mas, infelizmente, encontraram uma forma de destruir isso, pelo menos intelectualmente, de modo a fazer da sua vida um inferno, caso você seja um ponto fora da curva: socialismo Fabiano, que utiliza as técnicas de Gramnsi para remodelar a sociedade. Se há aqueles mais inteligentes, vamos destruir a vontade do povo de estudar. Se há pessoas mais bonitas, vamos perseguir aqueles que cultuam a beleza. Se há aqueles mais perseverantes, vamos dificultar seu acesso as melhores oportunidades. Se algumas pessoas querem construir um patrimônio, vamos criminalizar a riqueza. O resultado não é outro: um povo que não quer aprender, que compara trabalho com escravidão, que morre de inveja do sucesso alheio e que vê como idiotice qualquer esforço a mais pra se fazer qualquer coisa. Socialismo Fabiano é diabólico, é uma forma nefasta de destruir uma nação, pois destrói o povo sem que este perceba. Destrói os únicos valores capazes de erguer uma nação: estudo, trabalho, honestidade e perseverança. Infelizmente, o Brasil foi experiência bem sucedida do socialismo de Gramnsi. O único lugar do planeta que aplica todos os dias sua ideologia na sua forma de vida. O resultado é o que vemos todos os dias, um país que não tem a menor intenção de sair do buraco. Não é possível alcançar desenvolvimento sem querer ser desenvolvido. E este é o maior trunfo do socialismo Fabiano. Não é preciso de guerrilhas, nem de armas, nem matar o povo de fome, pois o povo já faz isso por conta própria.
  • Gomes  23/05/2018 00:11
    Muita teoria para explicar algo lógico: aquele que detém o capital, investe com o propósito de lucrar.
    Agora, se o investidor é inteligente ou não, se ele se arrisca mais ou menos ou vai empobrecer, tudo faz parte do jogo.
    Existe muita discussão focada em descrever o que é a atividade econômica capitalista, o que tira o foco do principal problema na questão da economia: governo.
  • Cristiane de Lira Silva  23/05/2018 02:33
    Competência, Inteligência, beleza, perseverança... diferenças individuais, uns com mais e outros com menos... Inveja...

    Vamos falar de inveja
    É claro que o sentimento de inveja existe em todos os seres humanos (não pertence a direita ou a esquerda), agora daí saltar para a conclusão de que se quer igualdade (leia-se oportunidades) por inveja já é apelar demais, né? As vezes eu me pergunto porque pessoas que JULGAM que são mais competentes, inteligentes, belas ou perseverantes PENSAM que há tantas pessoas com inveja delas. Seria bom lembrar que não, nem todo mundo quer ter o que você tem. Nem todo mundo quer ser você, nem todo mundo acha você competente, inteligente, belo e perseverante. E ainda que achem, ou você de fato tenha tudo isso, não, eles não querem ter a sua vida ou destruí-la. Menos,menos paranóia, menos mania de perseguição, por favor. Não se julgue o centro do universo. Você não é. O centro do universo de cada pessoa é ela mesma.
    Esse negócio de querer mais igualdade (de oportunidades) acontece quando as pessoas se sentem injustiçadas e não quando elas têm inveja das outras. Elas querem mais oportunidades de crescimento e de melhorar a própria vida e com isso ter mais felicidade. Não tem nada a ver com querer destruir a vida dos outros ou invejar a vida alheia. Até porque as pessoas estão quase sempre focadas é em si mesmas. As vezes buscam se inspirar em quem tem algo que falta ou está pouco desenvolvido nelas. Às vezes.
    Tem mais: outro indivíduo não necessariamente valoriza as mesmas coisas que você.

    Além do sentimento de inveja existe uma outra característica humana bem comum: querer ser invejado. Quem sabe essa paranóia de enxergar inveja onde ela não existe seja apenas um sintoma do desejo de ser invejado? Ser invejado pelos outros pode melhorar a autoestima, sei lá...

    Mas ver inveja em tudo é uma concepção bastante negativa do ser humano, hein? Quanta amargura!

    Acalmem-se! Existem motivos menos terríveis para as pessoas quererem "igualdade". O fim mesmo é a felicidade. Bem simples, não é?
  • thiago  23/05/2018 12:50
    A inveja é apenas um dos motivos que leva alguém a almejar a "igualdade social".
    Tem os bunda mole, as bestas amestradas, as mentes confusas, os puxa-sacos, os políticos oportunistas, a desonestidade intelectual, os que se acham "moralmente superiores" por proferirem em discurso que se importam com o pobres ou por concederem esmolas, etc etc.
  • WDA  18/12/2018 16:30
    Passando por alguns textos li comentários desta senhora Cristiane. Foram tantas as bobagens lidas que finalmente resolvi responder:

    "Competência, Inteligência, beleza, perseverança... diferenças individuais, uns com mais e outros com menos... Inveja...

    Vamos falar de inveja"

    Parece até o Capital Imoral escrevendo. Só que, pasmem, ela escreve a sério!

    "É claro que o sentimento de inveja existe em todos os seres humanos (não pertence a direita ou a esquerda),..."

    Se a senhora está cheia de inveja em sua alma, fale por si mesma.

    "... agora daí saltar para a conclusão de que se quer igualdade (leia-se oportunidades) por inveja já é apelar demais, né? As vezes eu me pergunto porque pessoas que JULGAM que são mais competentes, inteligentes, belas ou perseverantes PENSAM que há tantas pessoas com inveja delas. Seria bom lembrar que não, nem todo mundo quer ter o que você tem. Nem todo mundo quer ser você, nem todo mundo acha você competente, inteligente, belo e perseverante. E ainda que achem, ou você de fato tenha tudo isso, não, eles não querem ter a sua vida ou destruí-la. Menos,menos paranóia, menos mania de perseguição, por favor."

    Em que ponto do texto em cuja seção de comentários você responde foi sequer mencionada a palavra inveja?!

    Onde nesse texto a inveja foi usada para explicar o que quer que seja?! A carapuça serviu tanto assim ou o quê?

    Quem está paranóico vendo inveja até onde não há? Com certeza não o autor do texto.

    De onde saiu esta idéia de "querer ter a sua vida ou destruí-la".

    Quem aqui realmente está com mania de perseguição?

    O que justifica toda essa histeria ao escrever coisas completamente irrelevantes e inadequadas para o contexto?

    "Não se julgue o centro do universo. Você não é. O centro do universo de cada pessoa é ela mesma."

    Diz a pessoa que está escrevendo de forma histriônica, querendo ser o centro das atenções.


    "Esse negócio de querer mais igualdade (de oportunidades) acontece quando as pessoas se sentem injustiçadas e não quando elas têm inveja das outras. Elas querem mais oportunidades de crescimento e de melhorar a própria vida e com isso ter mais felicidade. Não tem nada a ver com querer destruir a vida dos outros ou invejar a vida alheia. Até porque as pessoas estão quase sempre focadas é em si mesmas. As vezes buscam se inspirar em quem tem algo que falta ou está pouco desenvolvido nelas. Às vezes.
    Tem mais: outro indivíduo não necessariamente valoriza as mesmas coisas que você."

    Ocorre que o sentir-se é demasiado subjetivo. Cada um pode sentir-se como quiser e pode até sentir-se das maneiras mais bizarras concebíveis. Portanto isto não pode ser critério para a imposição de obrigações a terceiros.

    "Além do sentimento de inveja existe uma outra característica humana bem comum: querer ser invejado. Quem sabe essa paranóia de enxergar inveja onde ela não existe seja apenas um sintoma do desejo de ser invejado? Ser invejado pelos outros pode melhorar a autoestima, sei lá..."

    Isto se aplica a você? Pois é você que está vendo inveja onde não tem... Isso tudo é desejo de ser invejada?

    "Mas ver inveja em tudo é uma concepção bastante negativa do ser humano, hein? Quanta amargura!"

    Mas quem não pára de falar em inveja é você!!!

    "Acalmem-se! Existem motivos menos terríveis para as pessoas quererem "igualdade". O fim mesmo é a felicidade. Bem simples, não é?"

    Pois é, mas para começar: as pessoas são desiguais. E a "igualdade" forçada, imposta pelo Estado (se é isto que você quer) é ilegítima, e não atinge o fim que se propõe, pois não tornará as pessoas realmente iguais.

    Em todo caso, se você quis responder ao texto, tergiversou. Se o motivo foi outro, em todo caso sua argumentação apresenta fundamentos equivocados. E seu estilo histérico depõe contra você própria, enquanto pretende enxergar nos outros mania de perseguição e até lhes dizer que se que se "acalmem".

    Por outros de seus comentários a textos do site mises, até creio que você seja uma pessoa bem intencionada. Mas como é melodramática e confusa!
  • Elder  23/05/2018 10:47
    Mais ainda: é possível haver indivíduos tão avessos ao risco, que eles preferem vender todo o seu patrimônio não para consumi-lo, mas sim para investir diversificadamente em uma variedade de empresas muito pouco arriscadas. "Diversificação + pouco risco" implica que as probabilidades de perdas patrimoniais serão quase nulas.

    Normalmente uma pessoa muito avessa ao risco irá se afastar do mercado de ações, preferindo a renda fixa ou mesmo a poupança. No Brasil, o Tesouro Direto é visto como um local seguro para se investimentos e atrai pessoas com forte versão ao risco. Pode também haver um misto, onde muitos investidores irão aportar a maior parte do capital deles em Renda Fixa se não quiserem se arriscar demais, mantendo apenas um pequeno percentual em ações.

    E por último, existe o famoso "sardinha". Aquele sem noção que não faz a menor ideia do que risco que está correndo, investe no que não aguenta e toma um prejuízo de grandes proporções.
  • Rafael Camargo  23/05/2018 14:06
    Opa, alguém aqui conhece a filosofia bastter, hehehe!
  • Fernando  23/05/2018 14:09
    Tesouro Direto não é investimento, mas é atraente, lamentavelmente.
  • Pobre Paulista  23/05/2018 15:30
    Hm...

    Quer dizer que emprestar dinheiro para alguém e cobrar juros não é investimento?

    Então é o quê?
  • Fernando  23/05/2018 17:14
    É investimento para quem empresta, mas sob a perspectiva austríaca não é nenhum investimento mas consumo de capital para financiar governo.
  • Pobre Paulista  23/05/2018 17:25
    Se eu emprestar dinheiro para um amigo comprar uma TV e ele me pagar com juros então não houve nenhum investimento?

    Tá difícil hein...
  • Fernando  23/05/2018 17:43
    Emprestar para governo não é investimento
  • Stuart Mill  17/12/2018 13:55
    Penso da seguinte maneira (se alguém quiser corrigir, a vontade): emprestar dinheiro para alguém e receber juros não é um investimento. Investimento é pegar algum dinheiro, seu ou emprestado, e usa-lo para aumentar produção, reduzir custos, etc...
    O que você chama de investimento é, na verdade, aplicação financeira.
    Comprar titulo do Tesouro Direto é uma aplicação financeira.
  • Pobre Paulista  17/12/2018 15:38
    A contraparte (tanto faz se era o Tesouro Nacional ou o seu Zé da esquina) precisava de liquidez e eu ofereci para ela, portanto gerei valor. Ponto.

    Investimento é aquilo que gera valor, não necessariamente é aquilo que gera um produto.

  • Dane-se o estado  17/12/2018 17:05
    Eu não estou afim de pagar impostos e inflação para sustentar dividendos de quem investe no tesouro de renda fixa que pela lógica econômica elementar jamais deveria existir!
  • Pobre Paulista  18/12/2018 12:23
    Excelente notícia, isso força os juros a subirem ainda mais, muito obrigado ;-)
  • Questionador  17/12/2018 19:40
    Qual valor foi gerado ao se emprestar dinheiro para o estado?
  • Pobre Paulista  18/12/2018 12:16
    Isso é o básico do básico. Do básico. Do elementar. Do trivial: Preferência temporal.

    A contraparte (que pode ser tanto o Tesouro Direto quanto o seu Zé da esquina) quer dinheiro hoje, e eu quero dinheiro no futuro. Fizemos uma troca, cada um atendeu as expectativas do outro, e portanto geramos valor.

  • Realista  18/12/2018 14:34
    De novo este papinho, você não desiste nunca de racionalizar esta hipocrisia?
    Vamos lá.
    Isso é o básico do básico. Do básico. Do elementar. Do trivial: Preferência temporal.

    Vejamos...

    A contraparte (que pode ser tanto o Tesouro Direto quanto o seu Zé da esquina)

    Começa aí o erro. Comparar um tomador de empréstimo individual com um violento tomador de empréstimo com dinheiro dos outros apenas é totalmente errado e imoral, qualquer ser com um mínimo de sensatez enxerga isso.

    quer dinheiro hoje, e eu quero dinheiro no futuro. Fizemos uma troca, cada um atendeu as expectativas do outro, e portanto geramos valor.

    Troca? Quer dizer então que um contrato de escravidão também é uma troca que gera valor à sociedade? Eu posso entrar em um contrato de duas partes usando como garantia uma propriedade de terceiros?

    No relativo ao empréstimo ao Tesouro direto: isso não gerou valor. MUITO pelo contrário, está distorcendo a real preferência temporal do mercado. O tesouro direto está se endividando em nome de um terceiro influenciando um dos principais preços da economia (o juros). Temos que lembrar que estamos falando de uma entidade que não possui capital próprio. E O PIOR, o dinheiro é usado para financiar o próprio o aparato violento que irá roubar este terceiro inocente para te pagar de volta.

    Do lado do imoral poupador (no caso você). Você tem como garantia receber dinheiro de uma entidade criminosa lhe prometendo um lucro "sem risco", algo anti-natural e preguiçoso.

    Isso é pura destruição de valor.
  • Pobre Paulista  18/12/2018 16:17
    Que tédio. Errou absolutamente todos os argumentos, dá até preguiça escrever tudo de novo. Mas vc tem seus méritos, errar tudo é tão difícil quanto acertar tudo, então nesse caso você também merece os parabéns pelo esforço.

    PS: Pague seus impostos em dia, do contrário o "violento tomador de empréstimo" que me deve dinheiro irá arrancá-lo a força de você ;-).
  • Realista  18/12/2018 17:03
    Sempre percebo o mesmo papinho do Pobre Paulista quando é relativo a este assunto. Sempre se esquiva, não aceita a hipocrisia de suas ações e ainda quer "cantar de galo em cima" dos outros. Se orgulha de forma tosca dos seus LTNs se achando mais esperto que todos enquanto quem paga a conta é o pé rapado.
    Neste assunto Pobre Paulista, suas ações são de um fanfarrão.

    Dói aceitar estar errado, ainda mais para pessoas que colocam o orgulho acima da razão.
  • Luiz  21/12/2018 18:28
    Você está confundido empréstimo com imposto. Quando alguém compra tesouro direto está emprestando voluntariamente seu dinheiro ao governo, diferente de imposto que lhe é tomado. Quanto ao uso que será feito desse dinheiro, é indiferente, como seria em um empréstimo particular. Se empresta dinheiro para alguém pouco te importa se o cara vai usar para começar um negócio ou para tocar fogo nele, você quer é o seu dinheiro de volta com sua remuneração no prazo acordado.
  • Cristiane de Lira Silva  23/05/2018 15:51
    Acontece às vezes também de uma pessoa ter inveja da coragem de outra. Já vi nas redes ( de verdade, mas não vou dizer nomes) um indivíduo A que escolheu modo de vida não convencional ser invejado por um indivíduo B mais tradicional. A criatura B ficava esbravejando, vociferando contra a criatura A dizendo que odiava pessoas que querem "escandalizar os outros". Na verdade, a criatura A não fazia nada realmente escandaloso, nunca fez nada que ofendesses a religião de ninguém, por exemplo. Mas seu estilo de vida e forma de se expressar não era convencional. O que parecia incomodar o indivíduo B era que apesar do do indivíduo A ser singular, era muito amado, muito admirado. O indivíduo B parece que esperava que o indivíduo A fosse rejeitado, hostilizado, ostracizado pelos outros, mas ele não era (havia algumas poucas pessoas mandando mensagens de ódio para o indivíduo A) e era isto que era inaceitável para B. Esta pessoa B tinha inveja da pessoa A. Era um problema de B, não de todas as pessoas mais tradicionais/convencionais.
    Acho que essa pessoa B se esforça muito para se encaixar em padrões e com isso ser aceita, amada. Talvez pense que se não se encaixar nos modelos será rejeitada e teme isso. Então aquele que não se ajusta, mas ainda assim tem sucesso a incomoda.
    O erro dessa pessoa B talvez seja pensar que tem que se encaixar em modelos tradicionais para ser aceito. Se ela agisse de outro modo seria mesmo rejeitada por alguns, mas amada por outros inclusive por quem já gosta dela agora.

    Alguns desses não convencionais tão odiados por B, valorizam mais suas liberdades e singularidades do que a aprovação social ou admiração alheia que caso exista é apenas bem-vinda.

    A inveja que se tem daqueles que ousam ser diferentes é menor e até inexistente se há consciência de que qualquer escolha tem ganhos e perdas. Parece que B não está muito satisfeito com suas perdas e pensa que A não tem perda alguma.
  • Emerson Luis  28/05/2018 11:58

    Conclusão: mesmo que se conseguisse a igualdade material total, a única forma de TENTAR mantê-la seria pela coerção e pela contínua redistribuição de pobreza.

    E para tudo isso seria necessário haver uma pequena elite fixa e com poder totalitário. Ou seja, a desigualdade seria muito maior e pior.

    Interessante observar que a teoria marxista da Mais Valia comfunde "empregado" com "sócio".

    * * *
  • João  14/12/2018 16:07
    Bom dia!

    Qual é a reforma mais importante e urgente para a população:
    Armamentista ou previdenciária?
  • Ninguem Apenas  14/12/2018 19:48
    A número 1 com certeza, porque sem ela a gente vai acabar morrendo para um bandido antes de pensar em aposentar de qualquer forma.
  • João  14/12/2018 21:57
    Eu acho que é a reforma armamentista João. Isso pode até ajudar outros setores inclusive na economia.

    O que adianta ter a melhor saúde, educação e até ganhar uma remuneração maior se quando vc sair dessas instituições ou dentro de casa ser assaltado e morto pelo bandido.

    Eu penso que esta deve ser a primeira coisa que deve ser feita pois no caixão não dá para "usufruir" outras coisas.

    Se tiver protestos e uma determinada classe parar como a polícia vamos estar pelo menos armados.

    Para as pessoas que moram na favela pode até reduzir o poder que os ladrões, traficantes, milicianos e até policiais corruptos tem sobre elas.

    Para as pessoas que moram no campo pode impedir ações de ladrão de galinhas e organizações criminosas especializadas ou não como o MST, inclusive um de meus amigos morreu durante o assalto onde todas as fazendas dessa cidade foram assaltadas
    sendo a constituição não muito útil nessas horas.

    Na área urbana comum além das que citei pode impedir que psicopatas e criminosos em geral saiam matando pessoas como crianças e idosos nas escolas, igrejas, na rua, nos meios de transporte, em casa e até no trabalho.

    Conclusão

    Só mexendo em um setor específico acabou por reduzir todos os setores "ruins"como o de criminalidade e, aumentou todos os "bons" como mais empresas, empregos, poder de compra, sociedade mais rica e mais viva.

    Agora tem uma coisa que eu não entendo é o porquê da mídia tradicional defende o desarmamento?! Eu acho que isso é o mesmo que matar potenciais consumidores, patrocinadores, funcionários e até eles(núcleo) próprios.
  • O Antagonista 007  14/12/2018 18:06
    FERNANDO: ''Emprestar para governo não é investimento.'' ........ Porque não seria??
  • Leigo  17/12/2018 11:16
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2755
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1391
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1025
  • Jean Carlo Vieira  14/12/2018 18:40
    Ou seja, se adentrássemos nesse coletivismo igualitário seria questão de tempo para voltarmos à "desigualdade".

    É exatamente por esse motivo que os socialistas tanto martelam a ideia de um governo central constantemente redistribuindo a riqueza. Pois, além do medo de não sobreviver em uma livre concorrência, eles são desprovidos de conhecimento econômico para prever as demandas do mercado e tornarem-se os novos "capitalistas malvadões".
  • DIANARI RORIZ  14/12/2018 20:43
    Melhor ler " Sapiens- Uma breve história da humanidade"

    Tem tudo a haver com o que texto
  • Gustavo A.  15/12/2018 04:51
    Esse livro presta de um ponto de vista libertário?

    Já li que fala mal de capitalismo associando ao consumismo.
  • O Antagonista 007  14/12/2018 21:02
    youtu.be/4gIh8oEh41M
  • Oscar JS  16/12/2018 10:38
    Excelente o artigo. Mostra porque no capitalismo ocorre uma espécie de seleção natural, com o sucesso dos mais competentes e dedicados. Isso é o que traz o progresso. Também deixa claro porque a ideologia socialista é tão defendida por incompetentes e preguiçosos.

    A premissa do artigo foi um ponto de partida em condições de igualdade em um ambiente capitalista de livre concorrência e (não foi dito, mas parece óbvio) livre de interferência estatal. Será que seria possível fazer uma comparação com um mesmo ponto de partida, mas em um ambiente socialista (sem a chamada exploração do trabalho), de forma a demonstrar que isso inevitavelmente leva ao retrocesso?
  • Ricardo  14/12/2018 22:29
    Agora que parece que Putin(caças)e o Irã(navios de guerra)estão atrás de Maduro com um dedo da China(econômico).

    Vcs acham que a um risco de invasão da Venezuela para o Brasil ou apenas sustentação do regime?

    Deixe eu ver Stálin financiando Hitler onde sua população civil do seu país e arredores desarmadas, descontentamento da população e até decadência moral e econômica ambientes propricios ao conflito como dentro do país é ruim para os governantes melhor seria um conflito externo aí entra Maduro e seus investidores.

  • Lucas-00  15/12/2018 00:35
    Eles não tem dinheiro nem para comprar comida e você acha que eles têm dinheiro para nos invadir?
  • Felipe Rogério  15/12/2018 01:00
    Preciso da ajuda de vcs, vejo muita gente falando da importância de aprender inglês, eu sempre tive dificuldades em aprender o msm, hj com 21 anos vi um vídeo do Raphael do Ideias radicais falando sobre isso, só que como trabalho em uma empresa familiar com meu pai, um mercado de bairro, não sei se me dedico a aprender mais sobre os negócios que e meu ramo ou se me dedico a aprender inglês.
    informações relevantes: Já faço adm de empresas em uma faculdade em Salvador.
    Se eu fizer um curso de inglês vou ter quer deixar de trabalhar no horário
  • Lucas  15/12/2018 18:51
    Inglês é muito importante.

    Experimenta usar aplicativos para aprender, como Duolingo, Memrise, Babbel e etc..

    Duolingo é de graça.
  • Só um cara qualquer  15/12/2018 23:20
    Boa noite!

    Olhe Felipe Rogério para economizar tempo e dinheiro vc poderia optar por um curso EAD de ADM e/ou estudar solo.

    Já aprender idiomas vc pode usar o que o Lucas disse como o Duolingo porém eu deixei de usar ele quando achei outros métodos.

    Bem um deles é através de um software que é o Ankidroid(gratuito) onde vc adiciona frases, áudio e outras coisas. Se não me falha a memória ele usa o método de repetição com o tempo que vai depender do seu desempenho se vc conseguiu se lembrar fácil (1 segundo), médio (até 5 segundos), difícil (+5 segundos) vc pode mudar o tempo e acrescentar dificuldades.

    Mas como vc vai aprender outro idioma teria que acrescentar no Ankidroid frases de falantes nativos ou um bem fluente no nosso país.

    Eu ouvi essas dicas do Mairo Vergara (YouTube) onde ele fala sobre o anki, frases são melhores para aprender do que palavras isoladas e outras dicas de inglês.

    Eu espero ter te ajudado.

    Sou de SSA também.
  • Felipe Lange  16/12/2018 10:05
    Uma coisa que sempre faço é misturar o Inglês com algo que eu gosto. Por exemplo, ver vídeos de carros em inglês, falar com outras pessoas do ramo na mesma língua, e ouvir repetitivamente as mesmas músicas na mesma língua estrangeira...

    Quando estava no meu curso de Biologia, eu traduzia a lousa para o inglês no meu fichário. O que é medonho é saber que eu sei mais inglês, mesmo sendo medíocre, do que alguns professores de lá.
  • Felipe Lange  16/12/2018 10:07
    Leandro, talvez você possa me ajudar nessa. Com a vinda da recessão nos EUA, o dólar vai se valorizar mais ainda porque a demanda por títulos irá aumentar, com a subida dos juros.

    Dito isso, estou pensando em comprar uma certa quantia da moeda e deixá-la rendendo juros, como se fosse uma renda fixa. É algo aconselhável ou os depósitos bancários serão afetados pela crise?
  • Oscar JS  16/12/2018 11:04
    Off-topic, mas vai lá.

    Duas coisas que foram muito importantes ao longo de toda a minha vida foram o inglês e (pasmem) ter aprendido datilografia quando ainda era adolescente. Essa duas habilidades foram um enorme diferencial em meu favor em praticamente tudo que fiz.

    Grande parte do meu aprendizado de inglês foi estudando por conta própria. Na escola eu tive as noções básicas da estrutura da língua. A partir daí procurei aprender a ler inglês técnico, principalmente acumulando vocabulário, o que já me foi de grande valia no curso de técnico eletrônico no segundo grau e na minha formação em engenharia elétrica, bem como na minha atividade profissional desde então.

    Quando passei a dispor de mais recursos é que fiz um curso de inglês, que me permitiu avançar na conversação. Mesmo assim, muito do que aprendi foi sozinho, com muita leitura, e sempre aproveitando ao máximo as oportunidades de comunicar com pessoas de língua inglesa.
  • Libertario de verdade  16/12/2018 00:41
    Felipe Rogerio. Nao vejo nescessidade de voce se apavorar para aprender ingles sendo que voce dificilmente vai usar,ha nao ser claro,se quiser sair do mercadinho do seu pai. Tem muita gente que fala 5 idiomas e tem uma vida mediocre,tem gente que mal fala o idioma natural.e tem uma vida otima. Pense nisso.
  • Felipe Lange  16/12/2018 15:19
    (comentário republicado, porque saiu no local errado)

    Leandro, talvez você possa me ajudar nessa. Com a vinda da recessão nos EUA, o dólar vai se valorizar mais ainda porque a demanda por títulos irá aumentar, com a subida dos juros.

    Dito isso, estou pensando em comprar uma certa quantia da moeda e deixá-la rendendo juros, como se fosse uma renda fixa. É algo aconselhável ou os depósitos bancários serão afetados pela crise?
  • Leandro  17/12/2018 13:41
    Você vai comprar dólares e aplicar dólares na renda fixa? Como exatamente você fará isso?

    Quanto ao dólar se valorizar, o que você descreveu é correto, mas o problema, como tudo em economia, é o timing. Sim, o dólar se valoriza no início de recessões, mas até isso ocorrer, pode ser que ele se desvalorize.

    Por exemplo, você compra dólares hoje a R$ 3,92 e aí ele começa a cair até R$ 3,50. E então, com a chegada da recessão, ele se valoriza para, digamos, R$ 3,95. Não terá sido um grande investimento. Você teria ganhando mais deixando no CDI.

    Acertar o tempo é a tarefa mais difícil que existe no mercado financeiro.
  • Felipe Lange  18/12/2018 11:01
    É que eu vou me mudar para os EUA no fim do ano, estava pensando em investir em algo como se fosse alguma renda fixa, deixar o dinheiro no banco e deixar rendendo. Pensei em comprar ações aqui no Brasil mas para se cadastrar nos sites que me indicaram (como o Inter) precisa de renda mensal, coisa que não tenho porque estou desempregado.
  • Skeptic  17/12/2018 13:36
    Não tenho como não lembrar daquela ridícula analogia de Milton Friedman: de que a igualdade necessária não é aquela em todos cheguem ao mesmo tempo na linha de chegada, mas que todos partam ao mesmo tempo da linha de partida.

    Menos Milton Friedman
    Mais Mises & Rothbard
  • keila lopez  17/12/2018 14:41
    Curso de Finanças Pessoais (sugestão assistir os videos na ordem colocada)
    Sugestão de livro lelivros.love/book/baixar-livro-crash-alexandre-versignassi-em-pdf-epub-e-mobi/
    1. Resumo do livro Pai Rico Pai Pobre www.youtube.com/watch?v=USwqPoFfgfw&t=378s
    2. Resumo do livro O Homem mais Rico da Babilônia www.youtube.com/watch?v=d6CI30Y_iSU
    3. Primeiros passos renda variável www.youtube.com/watch?v=5t8A1VyXYPM
    4. Fundos imobiliários www.youtube.com/watch?v=FoSPQQipINU
    5. Exemplo de analise de um FI www.youtube.com/watch?v=3tOoP4cHy20
    6. Ações: Exemplo da padaria www.youtube.com/watch?v=vBYkbRGAx6I
    7. Fundamentos básicos de ações www.youtube.com/watch?v=x4V40YvxY40&t=1422s
    8. Qual ação mais barata www.youtube.com/watch?v=LqlxvNRO1Qk
    9. Como escolher uma ação www.youtube.com/watch?v=tc0pwK9Opbg
    10. O que é Tag Along www.youtube.com/watch?v=LVrhKdkE2BU
    11. Ações ON ou PN www.youtube.com/watch?v=iJbgkddgpUw&t=118s
    12. Quanto uma ação pode cair www.youtube.com/watch?v=RxwRO3Gi5Ac
    13. Quantas ações ter www.youtube.com/watch?v=UBcPPIUda-U
    14. Encontrando boas empresas www.youtube.com/watch?v=OnQ0-5BYOVI
    15. Comprando ação na prática: Corretora Clear www.youtube.com/watch?v=DLZym3jTgn4
    16. Básico sobre gráficos www.youtube.com/watch?v=DpCaPVnOwtI
    Bônus: Mercado Futuro www.youtube.com/watch?v=L5CMNQFFe7s
  • Johnny  17/12/2018 14:59
    Aí galera, vocês viram as ''cartas abertas'' que cada ex-ministro da fazenda divulgou para o Paulo Guedes na revista Época?

    Li a do Guido Mantega. Sinceramente, com apenas meus 25 anos de idade e sem formação em economia, não consigo entender como um cidadão adulto, já com seus 60 anos de idade, estudado, com uma vida inteira de experiências, ser um tremendo incapaz de abandonar uma linha de pensamento fracassada. Percebam que a coisa é um dogma na vida do sujeito, mesmo tendo gerado a pior recessão da nossa história, o energúmeno sugere ao Guedes que faça TUDO AQUILO que ele fez.

    Separei um trecho. É triste ver que certas pessoas simplesmente ficam eternamente prisioneiras de uma idéia.



    ''O mais grave foi a política monetária de juros altos e crédito escasso, que reprimiu o consumo e o investimento nestes últimos anos.

    Na crise financeira de 2009 houve uma drástica redução do crédito em escala mundial. No Brasil reagimos orientando os bancos públicos a aumentar o crédito e baixar as taxas de juros. Foi uma das razões para a rápida recuperação do consumo e do investimento.

    Mas na crise recente foi feito o contrário. Desde 2015 os bancos públicos foram colocados numa camisa de força. Diminuíram o crédito e passaram a cobrar os maiores spreads do planeta, tal qual os bancos privados já vinham fazendo.''
  • Leandro  17/12/2018 16:04
    Os fatos que ele citou estão corretos. No entanto, sendo Guido Mantega, é claro que ele entendeu tudo errado e confundiu causa com consequência.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2694
  • Imperion  18/12/2018 14:10
    Leandro,.o que acha do fim do simples?
  • Leandro  18/12/2018 14:47
    O Simples foi criado para atenuar uma bizarrice: a tributação do lucro real no Brasil, cuja alíquota é de 34%, é uma das maiores do mundo (se não a maior). A criação do Simples foi uma tentativa de reduzir essa tributação.

    Mas aí ocorreu aquilo que Mises sempre ensinou: uma intervenção criada para corrigir as distorções de uma intervenção anterior irá gerar novas distorções.

    Daí que há hoje no Brasil três modelos tributários: lucro real, lucro presumido e Simples. Bizarrice.

    O cidadão comum que quer empreender não entende o sistema. Já quem já está nele há mais tempo já ganhou experiência e já sabe utilizá-lo em benefício próprio. Consequência: há impostos menores para quem já está no ramo (o que é bom), e impostos maiores para os potenciais concorrentes que ainda não entraram e não entendem o sistema. Isso, é claro, afeta severamente o surgimento da concorrência e gera ineficiências por toda a economia.

    Ao cogitar acabar com o Simples, o governo, obviamente, está pensando apenas em aumentar sua arrecadação. Acabar com o Simples só seria defensável se for adotado um único modelo tributável com alíquota não maior do que 15%, como é na Irlanda.

    Qualquer coisa que não seja isso será manobra para o governo aumentar a arrecadação.
  • Johnny  18/12/2018 21:32
    Não é diretamente relacionado ao assunto, mas gostaria de elogiar nosso futuro ministro da fazenda Paulo Guedes.

    Pensa num cabra macho. Esse tem autoridade e atitude. Num evento na própria FIRJAN, ele falou aos presentes, olho no olho, que ''tem que meter a faca no sistema S'' !

    economia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/12/18/contribuicao-de-empresa-para-sesi-e-sesc-pode-acabar-diz-futuro-secretario.htm


    Acho que nunca houve um ministro tão seriamente comprometido com cortar despesas quanto o Guedes. Estou esperançoso com esse camarada.
  • Bruno Feliciano  19/12/2018 14:43
    Leandro, sobre o Guedes, você esta assim também. O que pensa dele?


    Abraços e obrigado pelo show de conhecimento e artigos!!!!
  • Leandro  19/12/2018 14:58
    Ele é, filosoficamente, muito preparado. É relativamente fluente na literatura austríaca, já tendo lido Mises e Hayek. Acho que é o primeiro ministro da Fazenda (oops, agora é Ministério da Economia) com tal bagagem intelectual. As suas idéias estão majoritariamente no caminho certo -- exceto esse flerte com taxar dividendos e a questão da abolição do Simples, que visa a aumentar a arrecadação.

    No entanto, sabemos que, na política, a diferença entre desejo e prática é abismal, e idéias certas nem sempre se transformam em práticas virtuosas. Estou ligeiramente entusiasmado, mas também sem esperar muito. Se ele conseguir colocar em prática uns 30% de suas propostas (as boas) já será positivo.

    Muito obrigado pelas palavras, e grande abraço!
  • Imperion  20/12/2018 16:38
    Perfeito.
    Se bem que ele mira 20 por cento. E tem que tambem acabar com as burocracias, porque sem o simples, estas acabam com qualquer negocio de oequenos empreendedores.
    Devia ser simples pra todos. Ou vc acha que o sistema simples mesmo assim geraria distorções?
  • vitor  19/12/2018 13:31
    Mudando de assunto: E aí, o que os defensores do livre mercado no setor de transportes tem a dizer sobre isso?

    onibusparaibanos.com/2018/12/18/empresa-retira-frota-de-trecho-corumba-campo-grande-apos-estrategia-de-concorrente/

    É para evitar coisas desse tipo que o transporte de passageiros TEM que ser regulado e regulamentado pelo Estado!
  • Amante da Lógica  19/12/2018 13:55
    Muito boa a ironia. Aliás, aproveito a notícia -- que é muito boa -- para desenhar o que houve e mostrar:

    1) Empresa A, que faz o trecho Corumbá-Campo Grande há 40 anos, cobrava R$ 125 pela passagem.

    2) O estado, via ANTT, garantia seu monopólio neste trecho, pois impedia a entrada da concorrência (a própria reportagem fala isso).

    3) Entra em cena uma empresa S, que queria concorrer com a empresa A, mas o estado não deixava. A empresa S, heroicamente, entra com uma liminar na Justiça, exigindo a liberdade de atuar naquele mercado e quebrar o monopólio da empresa A.

    4) Inesperadamente, a liminar é concedida e o monopólio da empresa A, garantido pelo estado, é quebrado pela primeira vez na história.

    5) A empresa S entra no mercado para concorrer com a empresa A.

    6) Mas a empresa A, que já opera aquela rota há quarenta anos protegida pelo estado, tem muito capital acumulado (oriundo de seus lucros monopolistas obtidos durante 40 anos de mercado fechado). Já a empresa S, que acabou de entrar, não tem nenhum.

    7) Ato contínuo, a empresa A diminui seus preços (o que beneficia enormemente o consumidor), e com isso afasta a novata empresa S e então volta a reinar sozinha.

    8) Obviamente, quem garantiu todo esse poder à empresa A foi o estado, que lhe concedeu um monopólio por 40 anos, período durante o qual a empresa obteve fartos lucros e aumentou enormemente seu poder.

    9) Otários dizem que essa enorme distorção causada pelo estado é a prova de que precisamos de ainda mais estado para impedir distorções.

  • Paulo Abes  20/12/2018 19:57
    Canudos prova o contrário


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